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A VENDA DE MANDO DE CAMPO GERA UM DESEQUILÍBRIO NO BRASILEIRO?

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Geek City | Evento chega ao fim com Alex Hogh Andersen, Pokémon e mais Beakman

Geek City | Evento chega ao fim com Alex Hogh Andersen, Pokémon e mais Beakman

canaltech O terceiro e último dia de Geek City foi encerrado com chave de ouro no estúdio do Canaltech. Logo no começo deste domingo chuvoso em Curitiba, batemos um papo bastante descontraído com Alex Hogh Andersen, intérprete do personagem Ivar, O Desossado, da série Vikings. Alex contou para o nosso repórter Wakka Alves um pouco sobre a série medieval e o sucesso que ela faz aqui no Brasil. Ele tentou ainda explicar para a gente como pronunciar o seu sobrenome, Hogh, com sotaque dinamarquês, seu país natal, mas a tarefa foi um pouco difícil. Ele contou um pouco sobre o início da sua carreira no teatro, canto e dança, e as suas habilidades como fotógrafo. Alex disse que se considera uma pessoa geek, já que estamos em um evento de cultura pop, explicando ainda que brincou bastante no estande da Lego com um pouco de robótica. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Falando sobre o personagem Ivar, que não anda desde que nasceu devido a uma doença, ele explicou que precisou treinar bastante no seu quarto de hotel para conseguir concluir essa missão com sucesso e perfeição, revelando ainda quais foram os desafios e contando também algumas curiosidades sobre o set de filmagem. Sobre a sexta e última temporada de Vikings, ele disse que devemos esperar novas locações, cenários mais coloridos, sendo tudo bastante diferente do que foi visto na temporada anterior. O ator revelou como ele lidou com o fato de se tornar famoso rapidamente graças à série Vikings. Depois, Alex voltou ao palco para mais uma conversa com os fãs. Palco Depois conferimos um painel bem nostálgico sobre os 20 anos de Pokémon no Brasil, com Rafael “Jiback” Brito e Renato “Penpas”. Eles contaram sobre o sucesso que a animação fez no mundo todo, inicialmente no Japão e nos Estados Unidos, em 1998, chegando logo no ano seguinte aqui no Brasil, em 1999. Foto: Natalie Rosa A dupla contou ainda como foi o processo de divulgação e marketing da animação, com revistas, brinquedos e jogos, além de muitas outras curiosidades. Veja só a matéria completa sobre o painel e uma entrevista exclusiva. Show do Beakman Paul Zaloom, o Beakman, voltou ao palco do Geek City neste domingo para um painel incrível apresentando o seu show de ciência. Durante a atração, o cientista chamou algumas pessoas da plateia para fazer alguns experimentos, explicando assuntos como cérebro, sistema nervoso e microbioma, por exemplo. Os participantes precisaram fazer um pouco de atuação e responder às questões feitas pelo cientista, com verdadeiro ou falso. Foto: Natalie Rosa Arena Games Na Arena Games, conferimos a final do Dota City, entre a equipe Noping e a Jungle Kids, em um embate bem disputado. Foto: Felipe Demartini Os grandes vitoriosos foram da equipe Jungle, confira a matéria completa! Foto: Felipe Demartini Rolou também Fortnite mobile com participação da plateia, que foi bem divertido! James O'Barr O quadrinista criador d'O Corvo, James O'Barr, voltou ao Geek City no domingo para conversar com os fãs, contando a verdadeira história por trás da HQ, que foi lançada pela primeira vez em 1989, há 30 anos. Ele contou várias curiosidades sobre a produção do filme baseado na HQ, contando do triste incidente com o ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, que acabou falecendo durante as filmagens. O'Barr comentou ainda como é o processo de criação dos seus quadrinhos e como ele gosta de participar de todos os processos. Falando em James O'Barr, olha ele aí na Galeria dos Artistas: Foto: Natalie Rosa O último dia de Geek City chegou ao fim com os melhores cosplayers dos três dias de evento. Os vencerores foram Gandalf, de O Senhor dos Anéis; Ragnar, de Vikings; Jafar, de Aladdin; e Sylvanas, de World of Warcraft. Abaixo, você confere como é a vida dos cosplayers no Brasil:   A Geel City foi incrível e esperamos que vocês tenham curtido acompanhar por aqui e em nosso canal do YouTube tudo o que aconteceu. Queremos encontrar vocês novamente no ano que vem! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Geek City | 20 anos de Pokémon e um Brasil muito diferente do de hoje

Geek City | 20 anos de Pokémon e um Brasil muito diferente do de hoje

canaltech No mundo conectado de hoje não é nada incomum descobrir talentos independentes que, rapidamente, ganham notoriedade e números superiores aos das grandes empresas de mídia. Mas votemos ao final dos anos 1990 e início dos 2000, uma época em que o acesso à informação ainda era de monopólio das grandes companhias e as revistas ainda recheavam as bancas. Foi nesse ensejo que uma capa cor de rosa, com um rato amarelo em destaque, chegou às bancas. A primeira edição da Pokémon Club veio pelas mãos da Editora Conrad, ao mesmo tempo em que o anime começava a fazer sucesso da Record TV e os primeiros produtos licenciados chegavam às prateleiras. Foi um estouro conjunto em um mercado no qual a cultura dos animes na televisão aberta já era consolidada, mas nunca havia sido tão grande. O número 1 vendeu nada menos do que 300 mil unidades e teve de ser reimpresso diversas vezes para que a demanda pudesse ser atendida. A primeira edição da Pokémon Club trazia cores chamativas, para chamar a atenção nas bancas (Imagem: Geração Fox Kids) Era apenas a fagulha de um movimento que, até hoje, movimenta multidões ao redor do mundo. Pokémon é a franquia mais lucrativa do mundo e uma das grandes marcas da Nintendo desde o lançamento do primeiro game, em 1996. O Brasil, entretanto, seguia à margem desse mercado, com jogos originais caros demais e um domínio da pirataria. Nós já gostávamos de games por aqui, mas nossos números não importavam. Pokémon Club foi um dos exemplos de que não era bem assim. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no WhatsApp e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- De jovens apaixonados por games, animes e cultura japonesa, a equipe da redação se viu com uma tiragem que chamava a atenção até mesmo das grandes revistas brasileiras. A VEJA, por exemplo, vendia cerca de dois milhões de cópias por mês, nessa época, e um total de 300 mil para uma publicação considerada infantil atraiu olhares. "A gente fez reuniões com grandes jornalistas, eles de terno e a gente de bermuda, querendo saber como trabalhávamos para atingir isso", lembra Renato "Penpas" Siqueira, um dos redatores desses tempos dourados. O acesso importava muito e, para os fãs, acostumados a enxergarem as novidades de longe, a ideia de ter pôsteres, listas completas dos monstrinhos, análises de personagens e uma noção do que vinha pela frente do anime importava muito. "Outras marcas também prestaram atenção no fenômeno e, com isso, vieram produtos que até hoje são lembrados", citou Rafael "Jiback" Brito, editor do JBox, um dos principais sites de cultura japonesa do país.   É ele, também, um dos responsáveis por resgatar essa história em uma série de documentários que estão sendo publicados no canal do YouTube do veículo. Em meio a entrevistas com dubladores, compositores, editores e outros que trabalharam na febre Pokémon do início dos anos 2000, ele também traça um panorama de um momento bem diferente da nossa história em que, na mesma medida em que o acesso à informação era mais concentrado e difícil, ainda mais quando o assunto era games e animes. Um dos momentos exibidos em meio a risadas em painel no Geek City 2019 foi a apresentação de Eliana no programa Sabadão, apresentado por Gugu Liberato no SBT. O público dela era infantil e o do anime, também, mas isso não impediu que, como era normal na época, mulheres de camiseta molhada e biquínis de pantera dançassem sensualmente ao som do tema interpretado por uma das principais apresentadoras das manhãs da época. E estava tudo bem.   "A Nintendo não prestava tanta atenção em sua marca quanto hoje em dia, ainda mais no Brasil, um mercado pequeno", explica Penpas. Coisas assim causavam grande dor de cabeça para os executivos no Japão, é claro, mas, ao mesmo tempo, eles ficavam felizes com a tiragem e a ideia de que revistas como a Pokémon Club ajudava na permanência da marca por aqui, fazendo com que os fãs continuassem tendo acesso ao anime que amavam mesmo quando a exibição na TV chegava ao fim. A editora Conrad enviava duas ou três revistas por mês para o Japão, para que elas passassem por um processo de "aprovação", entre aspas pois, no momento em que elas chegavam lá, já haviam corrido no Brasil e com mais números a caminho. Mesmo assim, Penpas não se lembra de grandes problemas e cita a busca por informações como a parte mais difícil do trabalho na época. A apuração era feita em revistas que vinham do outro lado do mundo, principalmente, e eram escaneadas para que a equipe tivesse as imagens publicadas no Brasil. Entre especiais e altos e baixos, a Pokémon Club teve 87 edições publicadas, uma vida longa para uma revista segmentada a um único produto específico. "A publicação acompanhou o auge [do anime] no Brasil, mas também seu declínio, a partir de 2002", explica Jiback. "A partir de 2002, a TV aberta começa a perder interesse pelos animes, mesmo com estes ainda tendo um público fiel". A balança, em outros setores do mundo do entretenimento, também começava a pender de um jeito diferente. Maior atenção, ainda pouco acesso  Enquanto Jiback (à esquerda) conta essa história, Penpas (à direita) participou dela (Imagem: Felipe Demartini) Mesmo com lançamentos cada vez maiores nos games e o anime a todo vapor no mercado internacional, a febre começava a passar no Brasil. E um dos primeiros reflexos disso foi o fim da Pokémon Club, cujas novidades e equipes passaram a trabalhar diretamente na Nintendo World, também da Conrad, e que servia como a revista oficial da "Big N" por aqui. Com isso, veio também um escrutínio maior. Penpas, que foi contratado para escrever por saber japonês e manjar de animes, era editor, e lembra um dos momentos mais difíceis da publicação, quando uma capa levou mais de um mês para ser aprovada pela Nintendo, que exigia um nível de perfeccionismo de um produto, afinal de contas, oficial. Mesmo não fazendo nada oficialmente por aqui, a empresa, claro, mantinha mão pesada sobre suas marcas.   Essa é uma situação completamente oposta à dos primeiros produtos de Pokémon que chegaram de forma oficial ao Brasil: uma série de chaveiros fabricados localmente pela Glasslite. A empresa já tinha experiência com o lançamento de bonecos de tokusatusus, outra febre dos anos anteriores, e também viu centenas de milhares de unidades vendidas do brinquedo, mesmo com o chamado "Pikachu Palhaço" sendo o carro-chefe. O boneco se baseava na arte oficial do jogo original para Game Boy, de Ken Sugimori. No desenho, Pikachu aparecia com brilhos brancos sobre o corpo e o rosto, que por desconhecimento, acabaram sendo transportados também ao chaveiro. "Hoje, um produto assim jamais seria autorizado pela Nintendo", aponta Jiback. Prova disso, e também das mudanças do mercado, é que é difícil imaginar uma febre e um movimento desse tipo acontecendo hoje em dia. Questões de licenciamento e contratos, por exemplo, dificultam a vida de quem deseja entrar no setor de entretenimento, enquanto o acesso muito maior à informação dificultam a explosão de um produto como aconteceu com a Pokémon Club.   "Se eu tivesse que apostar, apostaria nas redes sociais", aponta Penpas, citando Pokémon GO como um exemplo. O game da Niantic explodiu em todo o mundo, mas não apenas isso, foi capaz de reunir fãs antigos e novos da franquia, todos saindo na rua em busca dos monstrinhos. "Explosões desse tipo estão cada vez mais difíceis, o que faz com que a nossa época tenha sido tão legal e diferente". Enquanto os fãs caçam Pokémons no mundo real e esperam o novo game da série para Nintendo Switch, Jiback trabalha na segunda temporada do documentário, com mais entrevistas com dubladores e jornalistas dessa época clássica. Ao final da entrevista para o Canaltech, revela uma vontade: entrevistar Eliana para falar sobre a música-tema e mostrar a ela o clipe de sua aparição no Sabadaço. A torcida, agora, é para que ele consiga. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Veja Mais

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Americana divulga 68 vagas de emprego abertas no PAT; veja lista de cargos

G1 Economia Interessados podem cadastrar o currículo pela internet no site da Prefeitura de Americana. Vagas incluem chances para vendedor, mecânico, balconista e pedreiro. Interessados nas vagas de emprego devem ter Carteira de Trabalho. Mauricio Vieira/Secom/Divulgação Americana (SP) está com 68 vagas de emprego abertas para esta segunda-feira (2) no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT). O destaque é para as oportunidades na área de vendas, com vaga para vendedor exclusiva para pessoas com deficiência (PCD). Os interessados devem cadastrar o currículo no site da prefeitura. Após o preenchimento dos dados, o candidato terá o perfil profissional analisado de acordo com os critérios das vagas e encaminhado pelo sistema ao empregador. A convocação para entrevista será feita pela empresa contratante. O PAT fica na Rua Anhanguera, nº 16, no Centro, e atende de segunda-feira à sexta, das 8h às 16h. As vagas são para todos os gêneros. Veja as vagas abertas Ajudante de corte (confecção) - 1 Ajudante de cozinha (com experiência em carnes) - 1 Ajudante de eletricista - 2 Assistente comercial (superior completo) - 2 Assistente de departamento pessoal - 1 Auxiliar administrativo (a) (experiência em imobiliária) - 1 Auxiliar de limpeza - 2 Auxiliar de limpeza/ lavanderia - 2 Auxiliar de produção - 2 Balconista de loja - 1 Contramestre têxtil (tear Sulzer - trabalho em Porto Feliz) - 1 Eletricista - 2 Eletricista de manutenção - 1 Eletricista industrial (vaga temporária) - 6 Empregada (o) doméstica (o) - 1 Encarregado (a) de obras - 2 Faxineiro (a) - 1 Fresador (a) ferramenteiro (a) - 1 Instalador (a) trainee (telefonia e TV a cabo - conhecimento na área) - 5 Líder de produção (fachadas) - 1 Mecânico (a) de manutenção industrial - 1 Meio oficial serralheiro (a) (solda eletrodo revestido/ MIG e MAG) - 1 Montador (a) de andaime - 4 Motorista carreteiro - 1 Oficial de manutenção (serviço de isolamento térmico) - 4 Pedreiro (a) - 3 Pintor (a) de obras - 1 Pizzaiolo (a) - 1 Porteiro (a) - 1 Representante comercial (possuir veículo) - 1 Revisor (a) de tecidos - tinto e cru (exp. com tecidos de camisaria) - 1 Servente de pedreiro (a) - 3 Vendedor (a) externo (móveis planejados, possuir veículo próprio) - 1 Vendedor (a) externo (possuir veículo) - 2 Vendedor (a) externo (publicidade) - 2 Vendedor (a) interno (exp. com tecidos) - 1 Vendedor (a) interno (material de construção - vaga temporária - 30 dias) - 1 Vendedor (a) interno (móveis e eletrodomésticos) - 1 Vendedor (a) interno (PCD) - 1 Zelador (a) de edifício - 1 Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas Veja Mais

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'Super ricos fazem piada de mau gosto com todos nós', diz Meryl Streep, que estrela filme sobre Panama Papers

G1 Pop & Arte Atriz critica operações financeiras feitas por bilionários em aparição no Festival de Cinema de Veneza neste domingo (1°) para lançamento do filme 'The Laundromat'. Atriz Meryl Streep no tapete vermelho do Festival de Veneza neste domingo (1). Alberto Pizzoli/AFP As pessoas mais ricas do mundo estão fazendo uma "piada de mau gosto com todos nós", disse a estrela de Hollywood Meryl Streep neste domingo (1°). Ela protagoniza um novo filme baseado no escândalo Panama Papers, que estreou no Festival de Veneza. A atriz norte-americana interpreta uma viúva traída por uma trapaça financeira em "The Laundromat", uma sátira hábil ao labirinto de empresas que os criminosos e os super-ricos usam para esconder seus bilhões. "Este filme é divertido e engraçado, mas é realmente importante", disse Streep a repórteres no Festival de Veneza. O diretor Steven Soderbergh mostra como o vazamento maciço de documentos de 2016 do escritório de advocacia Mossack & Fonseca do Panamá expôs as artimanhas que os ricos e poderosos fazem para evitar pagar impostos - em geral legalmente. O escândalo causou ondas de choque em todo o mundo quando foram expostas as negociações offshore de líderes em vários países, levando à renúncia do primeiro-ministro islandês, Sigmundur Davio Gunnlaugsson. Mas, em vez de considerar os parceiros da firma como bandidos obscuros, o diretor Steven Soderbergh permite que a dupla - interpretada pelo ator britânico Gary Oldman e pelo ator espanhol Antonio Banderas - cave suas próprias covas, com narrativas em primeira pessoa. Críticas às operações financeiras "Essa é uma maneira engraçada de contar uma piada de mau gosto, uma piada que riu de todos nós", disse Streep a repórteres em Veneza. Streep valoriza trabalho dos jornalistas na revelação de escândalos "Mas é um crime não sem vítimas, e muitos deles são jornalistas. A razão pela qual os Panama Papers foram revelados para o mundo foi o trabalho de jornalistas." "Pessoas morreram por causa disso", disse Streep, referindo-se à colunista maltesa Daphne Anne Caruana Galizia, que foi morta em um ataque a bomba em 2017, depois de participar da investigação do Panama Papers. Soderbergh, criador de clássicos como "Sex, Lies and Videotape", "Traffic", "Erin Brockovich" e a trilogia "Ocean's", disse esperar que o filme da Netflix aumente a pressão por mudanças reais. "Juntamente com as mudanças climáticas, esse tipo de corrupção é a questão definidora deste momento. Em 2000, o 1% superior controlava um terço da riqueza do mundo. Eles agora controlam metade", disse Streep. "Isso não parece sustentável e ainda estamos aqui. Transparência é a única solução", acrescentou. No filme, Soderbergh admite que cinco empresas com as quais ele se envolveu foram registradas no estado norte-americano de Delaware, com impostos baixos, onde mais de 250 mil empresas de fachada estão registradas em um único endereço. Veja Mais

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Nova corrida até a estatueta dourada (I)

G1 Pop & Arte Cena do filme 'A vida invisível' Divulgação Já me atrevi a dizer, em artigo aqui mesmo, no G1, que nós – brasileiros que gostamos de cinema – somos fissurados no Oscar. Chega fevereiro, lá estamos todos entrando pela madruga de olhos grudados naquele longo desfile de astros e estrelas em que os prêmios são entregues. Pelo esforço, nos reservamos o direito de decidir se o resultado foi ou não justo. Por mais que achemos a festa um sonoro, colorido, mas repetitivo acontecimento, no fundo, no fundo, a maioria de nós reage como se a estatueta dourada fosse a mais cobiçada das joias e a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood a mais legítima dona da verdade. Ou, se não tanto, pelo menos uma instituição devidamente autorizada a conceder atestados de qualidade. Claro, refiro-me a nós, brasileiros que gostamos de cinema. Esse papel meio de bobo é só nosso, meros mortais que simplesmente avaliamos os filmes na base do gostei e não gostei, que é a melhor maneira. Com ela, estamos livres das obrigações do crítico, que tem de recorrer a toda uma enciclopédia de conhecimentos técnicos e artísticos para justificar, em poucas palavras, por que amou ou detestou. Papel ainda mais difícil é o de quem faz o filme: diretores, atores, produtores, gente que investiu tempo, dinheiro e talento em obras como “A vida invisível”, próxima aposta brasileira na corrida pelo Oscar. Ou melhor, na corrida para garantir um lugar entre os que disputarão o prêmio para filmes de língua não inglesa, categoria que, a partir de agora, tem seu nome mudado para “filme internacional”. Se o crítico pode posar de quem não dá muita bola para o Oscar, numa atitude dee conhecedor isento, e se nós, os do papel de bobo, não estamos nem aí para os críticos, quem faz cinema tem todo o direito de ver no Oscar algo realmente valioso. E desde já, quase três meses antes (os cinco candidatos ao Oscar internacional só serão indicados em 13 de dezembro), o melhor é que comecem a se aquecer para a largada. Enfim, correr antes que a corrida comece. Para quem faz filme o Oscar é valioso, não pelo atestado de qualidade, o que o prêmio não é, mas pela divulgação que resulta da simples presença na festa de 9 de fevereiro. Ganhá-lo, então, seria caminho aberto para que a diretora Karim Aïnouz e as atrizes Carol Duarte e Julia Stockler se lançassem a outros projetos, novas corrida. Só nisso o Oscar é realmente importante. Quanto a Fernanda Montenegro, também no filme, é a nossa grande e eterna dama, muito além e acima de qualquer prova, já em tudo vencedora. Assim, no embalo de “A vida invisível”, ou no aquecimento de sua equipe, mudam todos: os críticos vão esperar para ver onde o filme chega. E nós, papéis de bobo, meros mortais, engrossamos, como sempre, o coro da torcida. Veja Mais

Morre Alberto Goldman, ex-governador de São Paulo, aos 81 anos

O Tempo - Política Político estava internado desde o dia 19 no hospital Sírio Libanês, em São Paulo Veja Mais

FLAMENGO, EUROPA E SELEÇÃO: Júlio César - Aqui Com Benja! - Programa Completo

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Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Flamengo #JúlioCésar #AquiComBenja Veja Mais

Bolsonaro diz que 'curtirá uns 10 dias de férias' com seus médicos

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Elba Ramalho honra a caminhada ao mixar guitarras, sanfona, afeto e delicadeza em show vigoroso

G1 Pop & Arte Apresentado no Rio de Janeiro, 'O ouro do pó da estrada' está entre os melhores espetáculos da cantora. "É rock, bebê!", gracejou Elba Ramalho, no palco do Teatro Oi Casa Grande, aludindo à expressão que virou bordão desde que, em 2011, foi improvisada pela atriz Christiane Torloni em entrevista dada nos bastidores do festival Rock in Rio. Elba se referiu ao mix explosivo de guitarras e sanfona que potencializou a força árida de José (Siba, 1996) e a pressão apocalíptica de Girassol da Caverna (Lula Queiroga, 1983), músicas que sobressaíram na estreia carioca do show O ouro do pó da estrada. Enfim apresentado pela cantora na cidade do Rio de Janeiro (RJ) na sexta-feira e no sábado, 30 e 31 de agosto, seis meses após a estreia nacional da turnê em São Paulo (SP), o show O ouro do pó da estrada seguiu o caminho consagrador do homônimo álbum de 2018 – um dos mais vigorosos títulos da discografia iniciada pela cantora há 40 anos – e recolocou Elba Ramalho em cena com espetáculo à altura do honroso histórico da intérprete nos palcos brasileiros. Elba Ramalho revive músicas antigas, como 'Doida' e 'Coração da gente', no show 'O ouro do pó da estrada' Alice Venturi / Divulgação Desde 2016, a leoa da Paraíba vinha apresentando shows de menor estatura, feitos com roteiros demasiadamente flexíveis. Na estreia carioca, o show O ouro do pó da estrada corrigiu essa falha e apresentou Elba à altura do (muito) que se espera de Elba em cena. Não somente porque as guitarras (de Marcos Arcanjo e Yuri Queiroga) deram à pulsação roqueira a números como Calcanhar (Yuri Queiroga e Manuca Bandini, 2013) e O fole roncou (Luiz Gonzaga e Nelson Valença, 1973), em conexão inebriante com a sanfona de Rafael Nascimento, mas também porque o roteiro se revelou coeso, valorizando todo o repertório do disco e surpreendendo na revisitação de músicas há anos não cantadas por Elba. Foram os casos de Doida (Nando Cordel, 1988) – música forrozeira de Nando Cordel lançada pela cantora há 31 anos em clima de lambada – e de Coração da gente (Nando Cordel e João Wash, 1993), música propagada na trilha sonora da novela Tropicaliente (TV Globo, 1994), um ano após ter sido lançada por Elba em álbum, Devora-me (1993), em que a cantora fez conexões com o universo da música latina dos países hispânicos. Elba Ramalho canta de improviso com Alceu Valença na estreia carioca do show 'O ouro do pó da estrada' Alice Venturi / Divulgação Nem a improvisada participação de Alceu Valença – presente na plateia da apresentação de 30 de agosto e convidado por Elba a cantar – alterou a consistência do roteiro. Feitos na medida certa, os duetos afetivos de Elba e Alceu em O xote das meninas (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1953) e Sabiá (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951) deram charme adicional à apresentação de show incrementado com bela iluminação e colorida cenografia formada por painéis e projeções que mudavam a cada música. O capricho se estendeu aos arranjos e às interpretações das músicas. Com força vital e vocal incomuns em quem ainda se recupera dos efeitos da doença chikungunya, Elba regou Árvore (Edson Gomes, 1991) no mesmo balanço do reggae em que fez Girassol (Toni Garrido, Da Ghama, Lazão, Bino Farias e Pedro Luís, 2002) desabrochar após introdução de tom sinfônico que sintetizou as cordas orquestradas pelo maestro Arthur Verocai para o arranjo do disco. Elba alternou pressão e suavidade no roteiro do show. Na seara mais leve, a delicadeza da canção Além da última estrela (Dominguinhos e Fausto Nilo, 1992) brilhou ainda mais no show do que na linda gravação do álbum O ouro do pó da estrada (feita com o toque da harpa de Cristina Braga). O mesmo aconteceu com Princesa do meu lugar (Belchior, 1980) e com Se tudo pode acontecer (Arnaldo Antunes, Alice Ruiz, Paulo Tatit e João Bandeira, 2001), músicas abordadas no mesmo tempo de delicadeza. Elba Ramalho mostra força vital e vocal no show 'O ouro do pó da estrada' Alice Venturi / Divulgação Celebração afetuosa e poética do vaivém solitário do Homem nos caminhos da vida, a canção-título O ouro do pó da estrada (Lula Queiroga e Yuri Queiroga, 2018) também cresceu em cena – conduzida pela cadência do xote, ritmo recorrente no show – em sintonia com a propagação do afeto em canções como Se não tiver amor (George Sauma, 2018) e O mundo (André Abujamra, 1995), manifesto humanista pela convivência pacífica entre os povos. No show, cuja teatralidade habitual da intérprete se resumiu à fala em off de breves textos, o afeto foi temperado com a sensualidade de Amor com café (Cecéu, 1982) e com a paixão saudada no baião Oxente (Marcelo Jeneci e Chico César, 2018). No roteiro sedutor do show O ouro do pó da estrada, Elba caminhou basicamente pelo território nordestino em que está fincada a obra da artista, fazendo sobressair a habilidade do zabumbeiro José Durval Pereira, que deu show à parte na (longa) jam em que a banda foi apresentada enquanto Elba colocava o segundo (e mais bonito) figurino do show. Elba Ramalho canta no show todas as 13 músicas do disco 'O ouro do pó da estrada' Alice Venturi / Divulgação Bafejada pela contemporaneidade dos arranjos, a rota da cantora nessa estrada somente resultou insegura ao culminar no já batido fim dos shows da artista. Elba precisa ter coragem para esquecer a já desgastada dobradinha de Banho de cheiro (Carlos Fernando, 1983) com Frevo mulher (Zé Ramalho, 1979) no arremate dos shows porque esse fim já soa banal, embora a empatia desses frevos com o público seja infalível. No mais, há muito ouro puro nesse show que dignifica a estrada percorrida por Elba Ramalho com valentia desde a década de 1970. (Cotação: * * * * 1/2) Elba Ramalho canta 24 músicas no roteiro do show 'O ouro do pó da estrada' Alice Venturi / Divulgação ♪ Eis o roteiro seguido em 30 de agosto de 2019 por Elba Ramalho na estreia carioca do show O ouro do pó da estrada no Teatro Oi Casa Grande, na cidade do Rio de Janeiro (RJ): 1. Calcanhar (Yuri Queiroga e Manuca Bandini, 2013) 2. Girassol (Toni Garrido, Da Ghama, Lazão, Bino Farias e Pedro Luís, 2002) 3. Árvore (Edson Gomes, 1991) 4. Oxente (Marcelo Jeneci e Chico César, 2018) 5. Amor com café (Cecéu, 1982) 6. Se não tiver amor (George Sauma, 2018) 7. Bate coração (Cecéu, 1980) 8. Na areia (Juliano Holanda, 2018) 9. Princesa do meu lugar (Belchior, 1980) 10. Se tudo pode acontecer (Arnaldo Antunes, Alice Ruiz, Paulo Tatit e João Bandeira, 2001) 11. Além da última estrela (Dominguinhos e Fausto Nilo, 1992) 12. Chão de giz (Zé Ramalho, 1978) 13. O ouro do pó da estrada (Lula Queiroga e Yuri Queiroga, 2018) 14. O mundo (André Abujamra, 1995) 15. Coração da gente (Nando Cordel e João Wash, 1993) 16. Doida (Nando Cordel, 1988) 17. José (Siba, 1996) 18. Girassol da caverna (Lula Queiroga, 1983) 19. O fole roncou (Luiz Gonzaga e Nelson Valença, 1973) 20. O xote das meninas (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1953) – com Alceu Valença 21. Sabiá (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951) – com Alceu Valença 22. Leão do Norte (Lenine e Paulo César Pinheiro, 1993) 23. Banho de cheiro (Carlos Fernando, 1983) 24. Frevo mulher (Zé Ramalho, 1979) Veja Mais

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Pesquisadores desenvolvem controle biológico contra a principal doença da laranja

G1 Economia Vespas estudadas pelo Fundecitrus devem ajudar no controle do amarelão, praga que já erradicou milhões de laranjais na principal região produtora do país. Pesquisadores desenvolvem controle biológico contra a principal doença da laranja Pesquisadores do cinturão citrícola de São Paulo e Minas Gerais estão apostando em um controle biológico para o amarelão, também chamado de greening, que é uma das principais doenças da produção de laranja. Nesta região produtora, que é a principal do país, o greening cresceu 4,8% em um ano, de acordo com o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), que avalia o crescimento como pequeno, mas preocupante. O amarelão é tão grave que já levou à erradicação de mais de 56 milhões de pés de laranja. Ele é transmitido por um inseto chamado psilídeo, que atualmente está se concentrando fora das grandes plantações de laranja. Diante disso, uma das estratégias do Fundecitrus está em tentar convencer quem tem plantas não comerciais de frutas cítricas a trocar por outras árvores frutíferas. Quando isso não é possível, entra em ação o controle biológico feito com uma vespa, que tem o nome científico de Tamarixia radiata. Ela deposita os ovos na ninfa do psilídeo, que é a fase antes do inseto se tornar adulto. A larva da vespa se desenvolve dentro na ninfa e se alimenta dela até crescer. A ninfa parasitada morre e assim é interrompido o ciclo de reprodução do psilídeo. Cerca de 3 milhões de vespas já foram soltas nos laranjais para começar o controlar o avanço da praga. "O objetivo de toda essa ação é prevenir que o inseto produzido nessas plantas que não tem o manejo adequado da doença chegue nas propriedades comerciais e contamine as plantas comerciais”, afirma o pesquisador do Fundecitrus Renato Bassanezi. Veja Mais

Conheça DollBanger, o site pornográfico estrelado por bonecas hiper-realistas

Conheça DollBanger, o site pornográfico estrelado por bonecas hiper-realistas

canaltech Você já ouviu falar das bonecas hiper-realistas? Basicamente, a ideia é que elas pareçam o mais próximo possível com mulheres de verdade. É como se fosse a evolução da boneca inflável, objeto que já caiu em desuso. Trata-se de uma indústria que ainda está se descobrindo, e que ainda está um pouco longe do acessível, com cada uma delas custando pelo menos R$ 8 mil. No entanto, pensando justamente em expandir esse mercado, um site teve a ideia de produzir filmes eróticos utilizando essas bonecas. O DollBanger tem parceria com um site canadense de vendas dessas bonecas (que são intituladas sex doll stars), já que a ideia dele mesmo não é vendê-las, e sim adquirir assinantes interessados em assistir os filmes protagonizados por elas. É como se fossem atrizes pornôs: possuem um codinome, uma idade e até uma personalidade. Jessica Sage, Charlotte Sasha e Angel Noir são exemplos de "atrizes" que estrelam o canal com seus vídeos. Cada um dos filmes hospedados no DollBanger conta com milhares de visualizações, o que mostra que esse mercado tem público. O dono do site em questão é o desenvolvedor Calvin Taunton, que também tem em seu portfólio, vários outros sites relacionados a conteúdo adulto. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Janice Griffin, Jessica Sage e Mai Ling, que integram o time de sex doll stars do site DollBanger (Foto: Reprodução/DollBanger) Os filmes duram em média, de 40 a 50 minutos. No entanto, para os visitantes do site, prévias de no máximo 2 minutos ficam disponíveis, e se o internauta desejar assistir o conteúdo de maneira ilimitada, precisa fazer a assinatura por US$ 8 (o equivalente a R$ 33) por mês. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Sonda JUICE ainda não foi lançada, mas já capturou imagem de Júpiter e suas luas

Sonda JUICE ainda não foi lançada, mas já capturou imagem de Júpiter e suas luas

canaltech A espaçonave JUICE (sigla para Jupiter Icy Moons Explorer) é uma missão da Agência Espacial Europeia (ESA) que ainda está em desenvolvimento e só deve ser lançada em 2022. Mesmo assim, seus sensores já estão capturando imagens de Júpiter e de suas luas, daqui da Terra. É que os desenvolvedores precisam ter certeza que tudo está funcionando, e chegou a hora de testar as câmeras de navegação da sonda. Para Gregory Jonniaux, especialista em navegação baseada em visão da Airbus Defense and Space (empresa contratada para ajudar no desenvolvimento do JUICE), foi “particularmente significativo realizar nossos testes já em nosso destino”, ou seja, no sistema joviano. A câmera de navegação da nave, chamada NavCam, terá o papel de ajudar o rastreamento por rádio a determinar a posição e a velocidade da JUICE em relação às luas que estiver observando. Isso é muito importante, porque o sinal de rádio entre a Terra e Júpiter leva cerca de 1 hora e 45 minutos de ida e volta, e é aí que o sistema de navegação autônomo exerce um papel crítico. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Para testes iniciais da NavCam, uma equipe de engenheiros da Airbus levou apenas a câmera ao telhado de um edifício na instalação da empresa em Loulouse, França, para testá-la em condições reais do céu. Eles se concentraram nas várias interfaces de software e hardware, incluindo processamento de imagem e no software de navegação. Imagem: Airbus Defence and Space Embora a imagem pareça pouco empolgante para nós, é muito importente que tudo tenha corrido bem durante os testes. Jonniaux falou sobre a imagem em um comunicado à imprensa: “Não é de surpreender que, a cerca de 640 milhões de quilômetros, as luas de Júpiter sejam vistas apenas como um mero pixel ou dois, e o próprio planeta Júpiter pareça saturado nas imagens devido à longa exposição necessária para capturar as luas e as estrelas de fundo, mas essas imagens são úteis para refinar/ajustar nosso software de processamento de imagem, que será executado autonomamente a bordo da espaçonave”. Abaixo você confere quais pontinhos correspondem a cada uma das luas galileanas (que, como o próprio nome diz, foram descobertas por Galileu Galilei), e o real tamanho de Júpiter em relação à saturação da imagem causada pela longa expisão da lente. Imagem: Airbus Defence and Space A missão JUICE A missão da espaçonave é se aproximar do gigante gasoso e investigar três das quatro luas galileanas do planeta: Callisto, Ganimedes e Europa, onde acredita-se que exista um oceano subterrâneo de água líquida abaixo da superfície. Ou seja, ao menos um deles pode ser potencialmente habitável. A exceção entre as luas galileanas é Io - esta não será observada pela JUICE, porque é um mundo extremamente vulcânico. Na fase final de sua missão, a JUICE estabelecerá órbita em Ganimedes, a maior lua do Sistema Solar, para uma visão mais detalhada. A missão se encerrará em fevereiro de 2034, quando a espaçonave mergulhará na superfície de Ganimedes, o que causará sua destruição. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Veja Mais

Crédito a veículos volta a crescer

Valor Econômico - Finanças Em julho, concessões a pessoa física superam R$ 11 bi, maior volume desde 2011 Veja Mais

10 animes clássicos que merecem ser vistos e revistos

10 animes clássicos que merecem ser vistos e revistos

Tecmundo A década de 90 foi um marco para o mundo dos animes: os desenhos japoneses passaram a contemplar histórias mais maduras, com personagens memoráveis, resultando em grandes clássicos. A animação do passado era mais granulada e menos nítida do que as atuais, mas o enredo era muito sofisticado. Não nos restam dúvidas de que as narrações desta época construíram as bases para o anime moderno, impulsionando as criações disponíveis hoje.  O público mais jovem provavelmente não teve acesso a muitos dos clássicos da animação japonesa daquela época, então preparamos uma lista dos animes mais aclamados, que valem a pena ser vistos (de novo ou pela primeira vez!).  Aqui estão 10 opções de animes icônicos. Você já viu algum? Leia mais... Veja Mais

Governo Macri dá sinais de “debilidade” crescente, diz analista

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Macri publica decreto com restrições para operações em dólar

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Conheça aplicativos incríveis para organizar sua galeria de fotos

Conheça aplicativos incríveis para organizar sua galeria de fotos

canaltech Embora todos os smartphones venham, de fábrica com uma galeria de fotos, nem sempre ela é suficiente. Isso porque alguns usuários, em busca por personalização maior de este espaço, buscam aplicativos que permitam dividir melhor os álbuns ou visualizar as fotos de maneira diferente. Para realizar essas funções, existem diversos aplicativos disponíveis tanto na Play Store quanto na App Store. Confira alguns deles logo abaixo: Piktures O Piktures é um aplicativo disponível para smartphones Android que permite personalizar a sua galeria de fotos com um melhor visual e muitas opções diferentes de organização. Uma ferramenta muito interessante nesse app é a organização de fotos de acordo com a geolocalização (caso a sua esteja ativada, ele separa as fotos de acordo com a cidade em que você estava). -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Além disso, o visual proporcionado pelo app é realmente muito bonito. Caso você não esteja satisfeito com o jeito que sua galeria de fotos está organizada, vale a pena baixá-lo. Aplicativo de galeria de fotos: Piktures / Captura de tela: Ariane Velasco Google Fotos A galeria de fotos do Google está disponível tanto para usuários do iPhone quanto do Android e permite, além de melhorar a visualização de suas imagens, fazer o backup delas para economizar mais espaço no seu smartphone. Através do app, é possível visualizar as fotos tanto por álbum ou pela data em que elas foram tiradas. Além disso, é possível contar com atalhos por gestos. O aplicativo também oferece uma série de edições automáticas para que você as aceite ou rejeite. Aplicativo de galeria de fotos: Google Fotos / Captura de tela: Ariane Velasco QuickPic O QuickPic está disponível somente para smartphones Android e permite organizar a sua galeria de fotos por data ou pastas. Além disso, através dele, é possível visualizar não só as fotos que foram tiradas com a câmera do seu celular, mas também as que foram recebidas por aplicativos de mensagens instantâneas, como o Telegram e o WhatsApp. Ele também conta com um editor integrado à galeria, tornando o processo de personalização de suas fotos ainda mais prático. Aplicativo de galeria de fotos: QuickPic / Captura de tela: Ariane Velasco MyRoll Assim como o aplicativo acima, o MyRoll também está disponível somente para smartphones Android. Ele cria álbuns com base nas datas em que as fotos foram tiradas e possui o Modo Inteligente, que mostra as melhores imagens que foram tiradas e oculta as que não ficaram assim tão boas. Seu download pode ser feito gratuitamente, mas alguns recursos são acessíveis somente na versão paga. Você pode baixar o APK no Baixaki. Aplicativo de galeria de fotos:MyRoll / Captura de tela: Ariane Velasco Tidy O Tidy está disponível tanto para smartphones Android, quanto iPhones e permite personalizar totalmente a sua galeria. Através dele, é possível criar álbuns por data, visualizar as suas fotos em slide ou até autorizar a criação automática de álbuns. Ao realizar o seu download, o app lhe mostra um tutorial, que ensina como usá-lo através de seus comandos e gestos. Aplicativo de galeria de fotos: Tidy / Captura de tela: Ariane Velasco PhotoTime Esse aplicativo está disponível tanto para usuários do iOS quanto do Android e possui um recurso de reconhecimento facial semelhante ao do iPhoto. Para utilizá-lo, basta cadastrar os seus amigos uma vez e eles serão marcados em todas as fotos em que aparecerem. Além disso, o app organiza as suas imagens em tags, que as separa em categorias. O PhotoTime também permite sincronizar todas as imagens do seu iCloud, Instagram, Facebook, Twitter, Flickr, Dropbox, Amazon Cloud e Google+. Aplicativo de galeria de fotos: PhotoTime / Captura de tela: Ariane Velasco Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Golpistas nigerianos são presos após roubo de US$ 6 milhões em fraudes Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5

Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5

canaltech O GTA 5, jogo disponível para computador, Xbox One, PS3, PS4 e Xbox 360, possui o serviço Social Club, que permite conferir as informações dos personagens disponíveis, salvar fotos tiradas durante as suas ações no jogo e também criar um grupo com seus amigos, em uma espécie de “rede social”. O Social Club é gratuito e, para se cadastrar nele, é mais simples do que você imagina. Como se cadastrar no Social Club e obter recursos extras no GTA 5 Primeiro, você deve acessar o site do Rockstar Social Club e clicar em “Criar conta” ou iniciar uma sessão com sua conta na PlayStation ou Xbox. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Caso você tenha selecionado a opção “Criar conta”, insira a sua data de nascimento. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Em seguida, aceite os termos de uso do Social Club e selecione a opção “Próximo”. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Insira o seu e-mail, senha e apelido pelo qual utilizará a plataforma. Em seguida, selecione a opção de “receber notícias antecipadas”, caso queira. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Pronto! A sua conta no Social Club foi criada com sucesso! O próximo passo é realizar algumas configurações de privacidade, como visibilidade do perfil, das estatísticas do jogo, atividade do feed, entre outras. Acessar o GTA 5 no Social Club Para acessar os recursos do GTA 5 no Social Club, basta clicar em “Jogos” e, depois, em “Grand Theft Auto V”. Você poderá ver opções como “GTA Online”,”Modo História”, “Conquistas”, “Tutoriais” e “Listas de Jogos”. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Além disso, na tela principal do jogo, é possível acessar a opção “Carreira”, onde você pode acompanhar seu tempo de jogo, estatísticas, dinheiro ganhado, ficha, entre outras informações. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Em “Snapmatic”, é possível encontrar e tirar fotos exclusivas de suas atividades e personagens do jogo. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Já, na aba “Rockstar Editor”, você pode ter acesso a vídeos exclusivos carregados por jogadores. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Por fim, em “Tutoriais”, é possível encontrar várias dicas para conseguir passar as fases do jogo, ganhar dinheiro, itens, entre outras atividades. Como usar o Rockstar Social Club para o GTA 5 / Captura de tela: Ariane Velasco Agora que você já sabe como realizar seu cadastro e usar o Social Club, pode tornar a experiência do Grand Theft Auto V ainda mais completa! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Golpistas nigerianos são presos após roubo de US$ 6 milhões em fraudes Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Coringa: diretor precisou de 1 ano para convencer Warner a fazer o filme

Coringa: diretor precisou de 1 ano para convencer Warner a fazer o filme

Tecmundo Depois de dois trailers, o filme Coringa já conseguiu chamar bastante atenção do público. As reações têm sido bem positivas, e o longa tem se mantido entre os mais populares do IMDb. Porém, de acordo com o diretor, Todd Phillips, foi muito difícil conseguir explicar sua visão do personagem para os executivos da Warner e convencê-los a financiarem a produção.“Foi um processo que durou 1 ano desde que terminamos o roteiro, apenas para integrar as novas pessoas a essa visão, porque eu a enviei para uma equipe completamente diferente da que foi criada”, disse Phillips para o Los Angeles Times. “Havia e-mails sobre: 'você percebe que vendemos pijamas do Coringa na Target [loja de varejo nos EUA]'. Havia um zilhão de obstáculos, e você simplesmente precisa navegar por um de cada vez. Na época, eu os amaldiçoava na minha cabeça, todo dia. Mas, então, tive que colocar em perspectiva e dizer: 'Eles são bastante ousados por terem feito isso'”, acrescentou o diretor.Leia mais... Veja Mais

WeTransfer: saiba como usar o programa que transfere arquivos mais pesados

WeTransfer: saiba como usar o programa que transfere arquivos mais pesados

canaltech O WeTransfer é um serviço online de transferência de arquivos que suporta até 2GB na versão gratuita. Para usá-lo, não é necessário criar nenhuma conta, basta fornecer um endereço de e-mail, o arquivo que será enviado e o e-mail de quem irá recebê-lo. A interface do WeTransfer é simples e rápida de ser utilizada. Confira, a seguir, um breve tutorial para enviar arquivos: 1 - Primeiro, acesse o site do WeTransfer. Em seguida, clique em “Adicionar ficheiros” ou “Selecionar um arquivo”. Suas pastas de documentos do PC serão abertas. Aí, basta buscar e selecionar o arquivo que deseja enviar. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Como usar o WeTransfer / Captura de tela: Ariane Velasco Depois, em “Endereço de e-mail para envio”, insira o e-mail do remetente. Abaixo, insira o  e-mail do rementente (no caso, o seu) e escreva uma mensagem para o destinatário, explicando o que é o arquivo que será enviado (opcional). Em seguida, basta clicar em “Transferir”. Como usar o WeTransfer / Captura de tela: Ariane Velasco Pronto! O seu arquivo de até 2GB será enviado via WeTransfer! WeTransfer Plus Além disso, o WeTransfer também está disponível na versão premium, chamada de WeTransfer Plus. Ele permite personalizar sua área de transferência, enviar arquivos ainda maiores (de até 20GB) e administrar seus envios através de uma tela onde todos eles são exibidos. Além disso, é possível adicionar senhas para proteger os arquivos transferidos. Para adquirir o plano, basta acessar o site em clicar em “mudar de plano”, no canto superior direito da tela. O WeTransfer Plus pode ser adquirido por R$12/mês. Como usar o WeTransfer / Captura de tela: Ariane Velasco Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Golpistas nigerianos são presos após roubo de US$ 6 milhões em fraudes Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Como a IA e a transformação digital criam novas profissões

Como a IA e a transformação digital criam novas profissões

canaltech *Por Isabelli Gonçalves No mercado, quando atrelamos tecnologia e otimização de processo, há uma grande discussão sobre máquinas substituindo funções exercidas por humanos. Nessa abordagem, apenas um recorte do futuro é colocado em evidência, portanto, é necessário complementar o outro lado: a partir da automatização de atividades repetitivas, quais serão as funções que pessoas irão exercer nesse novo ecossistema do trabalho? Já temos alguns indícios que respondem a esses questionamentos. Mas que também apontam para quais itens precisam ficar no radar dos profissionais que desejam surfar na onda promovida pela Transformação Digital, e mais especificamente, nas atividades que são impactadas pela Inteligência Artificial. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Novas oportunidades Mariana é comunicóloga de formação, apesar de ter sido impulsionada a cursar jornalismo pelo ideal de falar sobre o mundo atual, quase uma escritora da atualidade. Ao entrar no mercado percebeu que muitos profissionais atuam em categorias paralelas à comunicação (em sua maioria, na área de assessoria de imprensa). Ainda no eixo de comunicação empresarial, encontrou algumas vagas com o desafio de escrever para interfaces web, apps e conversacionais, como chatbots. Ao chegar nesse último passo percebeu que, além de conseguir um emprego, entrou em uma área que está em uma constante crescente, situação bem diferente das redações que são assombradas pelos “passaralhos” e demissões em massa por conta da falta de audiência das revistas, jornais e outros canais. Somado a isso, a vaga oferece salários compatíveis ou maiores às funções padrão e traz consigo um ambiente descontraído, inovador e flexível, fruto da cultura de startup. Essa é uma história que descreve muitos profissionais contratados por empresas da área de TI para gerenciar demandas de chatbots e outras interfaces, e para suprir demandas relacionadas a conteúdo, pesquisa e relacionamento. Esses profissionais descritos como UX Writer (UX do inglês User Experience), professores de robô, treinadores de máquina ou designers conversacionais assumem o desafio de criar conteúdos que ajudam os usuários a alcançar seus objetivos e acabam sendo exemplos de como a transformação digital modifica jornadas profissionais que estão consolidadas por anos. Afinal, para suprir as demandas das novas profissões desse mercado efervescente (tão recentes que ainda não possuem um nome consolidado), a formação acadêmica não pode ser o único critério. Com isso, chegamos a um novo ponto: a tecnologia traz uma transformação constante, e a partir dessa quarta evolução as contratações serão pautadas cada vez mais pelos skills dos profissionais e seu poder de adaptabilidade: Um revisor do mercado editorial tem um vasto vocabulário para escrever as melhores fraseologias e conhece muitas palavras. A partir disso, no universo da tecnologia esse profissional será extremamente assertivo nas escolhas dos melhores termos para os botões dos sites e apps (você já imaginou como seria navegar num site só com botões e cores?), ou na escrita de conteúdo para um chatbot. E até mesmo numa análise coerente de itens disponibilizados por um banco de dados, como informações que retornam de uma API; Profissionais que trabalharam por anos na área de qualidade de call center e outras células de atendimento possuem o repertório de relacionamento com o cliente e a vivência de prestação de serviço B2B. Cenário esse que equivale ao treinamento de máquinas que realizam um atendimento humanizado via assistentes virtuais, seja em voz ou em texto; Um analista financeiro tem um amplo conhecimento em números e a habilidade de lidar com grande massa de dados. Logo, é possível ser muito perspicaz nas interpretações e na consolidação das informações disponibilizadas pelos softwares e os diversos dados de canais digitais (seja um atendimento, relatório sobre o faturamento, acessos de um e-commerce ou a jornada dos clientes na estrutura omnichannel); Um advogado possui a habilidade de mediar cenários que envolvem impasses humanos com empresas. Assim, pode ser um ótimo embaixador para destravar impasses promovidos pela relação entre empresas e clientes. E nisso podemos incluir desde os casos dos sites de reclamações à propostas de melhores experiências nos diversos pontos de contato com o consumidor, conceitos que fazem parte de Customer Experience. Cases e o que podemos aprender Com esses exemplos, é possível questionar qual o resultado desses conceitos aplicados no dia a dia: Entre as principais previsões do relatório The Future of Jobs, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, especialistas em IA, Machine Learning, Big Data, transformação digital e em novas tecnologias estão entre as Top 10 profissões emergentes. E é engraçado pensar que todas essas funções sequer existiam até a década passada. Entre as inúmeras operações de chatbots aplicadas no último anos, os treinadores de bots (em sua maioria) são profissionais que eram os melhores atendentes da célula de chat/ telefone. Essas pessoas toparam o desafio de criar conteúdos que, alinhados com algoritmos, podem obter melhores resultados na pesquisa de satisfação e engajamento do consumidor. Os cargos de Analista de Atendimento Digital Júnior, Agente de Atendimento e Solução Digital ficaram entre as vagas mais populares de 2018 no Brasil, segundo o LinkedIn. Se colocarmos uma lupa nos chatbots, a aplicação desta nova interface surgiu como tendência e o gerenciamento de suas necessidades está em processo de construção, seja na busca por metodologias ou profissionais. Entre as habilidades em destaque estão: Relacionamento: este item é essencial para entender as demandas do cliente e transformar tudo isso em satisfação entre a empresa e os prestadores. Neste ponto, também é necessário traduzir solicitações de negócio para escopos técnicos dos dois lados. Dados: com base nas análises, as decisões serão orientadas por indicadores que auxiliam na predição de resultados. Afinal, dados são o novo petróleo e garimpá-los se torna elemento primordial para alcançar o sucesso. Discurso empresarial: conhecer, falar e saber traduzir possibilidades e limitações do negócio resulta em uma troca mais assertiva entre as diversas áreas da empresa. Tecnologia: a massa de trabalho é um software. Com isso, o conhecimento em itens relacionados ao ambiente de tecnologia fortalece a abordagem do especialista entre os itens: UX, programação, produto, inteligência artificial, plataformas, entre outros. Conteúdo: bons robôs precisam se comunicar bem, por isso, a entrega do profissional está relacionada ao fluxo e experiência de “conversas”. O conhecimento prévio de conteúdo/ letras/ comunicação é um elemento importante para a entrega final. *Isabelli Gonçalves é líder de Chatbot da Hi Platform e atua há mais de 10 anos na área de Comunicação. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Golpistas nigerianos são presos após roubo de US$ 6 milhões em fraudes Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Procura-se quem encontre, mapeie e explore cavernas lunares

Procura-se quem encontre, mapeie e explore cavernas lunares

Tecmundo Em 2017, a sonda japonesa Selene descobriu uma gigantesca caverna lunar na região das Colinas de Marius, composta por um corredor com 50 metros de altura e mesma profundidade desembocando em uma cavidade subterrânea com 500 km de comprimento e 100 metros de largura.Desde então, a grande questão que surgiu foi se formações como essa seriam ideais para abrigar as primeiras missões permanentes em solo lunar. Com isso em mente, a Agência Espacial Europeia (ESA) está à procura de um sistema que encontre, mapeie e ajude a explorar cavernas lunares.Leia mais... Veja Mais

Bolsonaro passará por nova cirurgia por causa de facada, diz médico

O Tempo - Política Segundo o profissional, uma hérnia surgiu em seu abdômen no lugar da incisão anterior Veja Mais

Nestlé revê compra de subprodutos de carne e cacau da Amazônia

Valor Econômico - Finanças Companhia informa estar “profundamente preocupada” com os incêndios na floresta Veja Mais

Review | JBL Endurance Dive: desenvolvido para nadadores, mas aguenta o tranco?

Review | JBL Endurance Dive: desenvolvido para nadadores, mas aguenta o tranco?

canaltech O sonho de todo amante da música e dos esportes é poder conciliar seus momentos de treino com sons inspiradores. E por isso, os fones in-ear ficam cada vez mais populares entre a galera das academias, das corridas, das pedaladas… mas, peraí: e a galera das piscinas? Pensando no público nadador, a JBL desenvolveu um fone de ouvido que pode ser levado para dentro d'água com você. O JBL Endurance Dive é um modelo IPX7 (falaremos disso mais adiante), com design emborrachado e que, segundo a fabricante, é pra ser usado na piscina — daí o "Dive" (mergulho) no nome. Mas, esse IPX7 não geraria controvérsias? Segundo a JBL, não. E aproveitando que a natação é o esporte favorito da degas aqui, não pensei duas vezes quando tirei o fone da caixa e vi seu estilão robusto e todo emborrachado: testei por uns minutos e pensei: "Tô perdendo tempo, bora mergulhar o Dive na piscina". -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Então, no review, vamos fazer o seguinte: inicialmente o foco será no fone fora d'água e, depois, conto o que aconteceu durante a minha experiência com ele na piscina.   Design & Ergonomia O Endurance Dive é a cara do esporte. Isso porque ele leva um material emborrachado em praticamente todo o seu revestimento, com poucas partes plásticas. Não é um true wireless por motivos óbvios, e além de ser voltado a atividades aquáticas (não só natação, diga-se de passagem), também podem ser companheiro de academia, ou corrida, ou outra atividade física. É fitness, pronto. Os earbuds ficam localizados em um sistema meio "trambolhudinho", que no início, pareceu pesado e pendendo das orelhas, mas nada que uma boa adaptação não resolva. O conjunto todo tem um gancho magnético que passa atrás da orelha para firmar os fones, e esse mesmo gancho, chamado de Powerhook, ao ser destacado magneticamente da "caixa" onde está o bud, já liga o fone — que ou começa a procurar por conexão Bluetooth, ou te dá opção de armazenamento. JBL Endurance DIVE (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Peraí, armazenamento? Sim, ele tem 1 GB de armazenamento interno — ou você pensou que o Bluetooth fosse funcionar debaixo d'água? O modelo que recebemos veio na cor preta e verde fluorescente, bem com cara de esportivo, mesmo. Ergonomicamente falando, não incomoda, ainda mais por ser todo emborrachadinho, revestido de silicone, trazer mais dois pares de ponteiras (totalizando P, M e G) e dar uma super impressão de estabilidade. De fato, os fones são estáveis, mesmo. E não machucam! O case que acompanha o Dive é um charme: todo feito de silicone, pode ser deixado do lado da piscina numa boa, cabe na mochila sem ocupar muito espaço e, se organizar direitinho (e você tomar o cuidado de não molhar), guarda o cabinho de carga da bateria, também. Tem uma imagem dele no final desta análise. Controles Tudo acontece do lado direito do Dive. Em ambient seco, ele tem controles sensíveis ao toque, além de dois modos de escolha de reprodução (Bluetooth ou MP3). Ao destacar o Powerhook, o fone vai ligar (o movimento inverso o faz desligar, ou seja: não tem botão on/off). Um toque no conjunto da direita vai reproduzir e pausar a música. Dois toques, avança uma faixa. Três toques, retrocede. Deslizar o dedo para cima e para baixo aumenta e diminui o volume. Todos os controles do Endurance DIVE ficam do lado direito (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Em ligações telefônicas, basta um toque para atender ou desligar. E dois toques recusam a ligação. Para alternar entre MP3 ou Bluetooth, basta tocar durante 3 segundos sobre a logo da JBL no fone direito. Há ainda um pulo do gato aqui — sobre o qual falaremos a seguir para passar a mesmíssima impressão que tive ao testar o fone na piscina. Mas já adiantando, é óbvio que os controles táteis não funcionam na água. Bateria  A bateria do Dive tem oito horas de duração — o que não é nada mal para um fone esportivo. E com apenas 10 minutos de carga, você ganha uma hora de reprodução. O tempo exato do treino de muita gente. O que a JBL indica é que, ao terminar de nadar com o Dive, você não o espete no computador ou tomada para carregar. Antes disso, o recomendado é sacudir o fone para a água sair do conector micro USB e esperar secar, para só depois recarregar, evitando queimar o brinquedo com um curto. Armazenamento Para que o Dive funcione debaixo d'água, a JBL não teve escolha: a solução foi inserir 1 GB de armazenamento interno para você se sentir nos (não tão) velhos tempos quando conectar os fones ao computador e transferir músicas em formato MP3 era de praxe. Mas, nem tudo são flores. Desvantagem número 1: 1 GB de música é pouco, levando em conta que espetar os fones no computador para "trocar a coleção" toda vez que você enjoar da sua seleção pode ser um pouco desencorajador. "Ah, mas 1 GB dá uma média de 200 músicas!"; ok, legal, mas quem gosta de música e vive buscando novidades vai ter um trabalhinho aí. Desvantagem número 2: poucas são as pessoas que, em pleno 2019, mantêm uma versão MP3 das músicas que escutam. Estamos na era do streaming! Converter, salvar, transferir… enfim, é o preço que se paga se você realmente quiser nadar ouvindo músicas. Conectividade O Bluetooth do Dive é bem legal, como é tradicional dos produtos da JBL, tendo um alcance razoável para quem vai para a academia ou mesmo usar o fone no escritório ou apartamento enquanto o smartphone fica ali, quietinho, num canto. O modelo usa a versão 4.2 da tecnologia e, infelizmente, só permite uma conexão por vez. Um fone para chamar de seu, né? E não suporta NFC. Parênteses: o Endurance Dive não tem opção cabeada. Pudera, isso é bastante normal em modelos esportivos. A única entrada que ele tem é uma porta micro USB para carregamento. E o áudio, é bom? O áudio é razoável se você for comparar o modelo com outros fones in-ear voltados estritamente à música. Mas tudo se torna incrivelmente bom quando você analisa o conjunto em ação. Só para manter a tradição, vamos analisar as gamas de frequência individualmente, dentro e fora d'água. Colocamos o DIVE para trabalhar! (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Nas CNTP (fora da piscina) Em termos de graves, primeiro de tudo: esse fone depende muito de um bom selamento para que você ouça o melhor das frequências baixas. Do contrário, você vai ouvir um grave muito choco. Então veja qual das ponteiras se encaixa melhor no seu ouvido — principalmente se for usar o brinquedo debaixo d'água. A resposta dessa frequência não é exatamente precisa, indo na contramão dos fones de malhação. Os graves são presentes, mesmo que tímidos, mas isso depende muito da música. Ouvindo Não há dinheiro que pague, na versão da Nação Zumbi, percebemos que a música começa com uma presença legal do contrabaixo, mas logo você nota que os graves cedem espaço para os chimbais e os órgãos que aparecem a partir do quinto compasso, além dos efeitos de rádio walkie-talkie do vocal de Jorge Du Peixe. Já em Can't Stop The Feeling, do Justin Timberlake, a ênfase aparece legal no baixo à la Motown, mas, de novo, os agudos sobrepõem tudo. (Um parêntese muito pessoal aqui: na piscina isso acaba sendo levemente compensado pela pressão da água, que empurra os fones mais ainda em direção aos ouvidos. Vamos falar disso, comparativamente, a seguir). Já uma faixa propositalmente grave como Tightrope, de Janell Monáe e Big Boi, soa grave no DIVE, com subgraves responsivos, até. A gama de médios parece um pouco comprimida, apesar de presente. Isso porque os médios soaram magrinhos na maioria das músicas que testamos, e parece que foram deslocados para o fundo da mixagem. Em Virtual Insanity, do Jamiroquai, os pianos, presentes em toda a música, aparecem mornos, perdem um pouco da presença e do ataque, e arrisco a dizer que até o brilho se perde um pouco e mistura nas frequências agudas. O mesmo acontece com o vocal de Jay Kay: pratos, chimbais e backing vocals sobrepõem a voz. Até o baixo, quando a música cresce, vem para frente e empurra os médios lá para o fundo. Já em Sheez Music, do Dumpstaphunk... kudos para os médios! A caixa da bateria arrebenta bonito, tal como deve ser no funk. No refrão, a batera se mantém lá no alto, sem embolar na guitarra, no vocal, no clavinet e nos backing vocals. O solo de guitarra é a única coisa capaz de mascarar a bateria, mas normal, né? A masterização dessa música já foi feita para ela soar "v-shaped", então compensou bem no Dive. Graves ok; agudos ok, também — com ressalvas para os pratos de ataque e algumas frases de órgão. O solo de baixo deveria ter mais impacto, mas a gente entende. Você já deve ter percebido que o destaque do Dive, fora d'água, está na gama aguda. E realmente: a JBL provavelmente colocou ênfase nos agudos para dar uma sensação de mais clareza, translucidez nas músicas. Em Crazy, do Gnarls Barkley, a bateria eletrônica, mais "agudinha" e bem marcada com chimbais, é o primeiro impacto que se ouve nessa faixa de frequência. No refrão, a voz perde presença para o fraseado de violinos. O baixo existe, mas não resiste: não tem punch. Backing vocals aparecem legal, mas sabe o que mais incomodou mais nessa mixagem? Os ruídos de toca-discos — efeito vintage usado por toooooda a extensão da faixa. Tipo toca-discos antigo e um bolachão muito empoeirado com uma agulha velha. O efeito lo-fi não acontece sobre todas as trilhas, deixemos claro que isso é uma trilha deslocada da música, aparentemente. Mas incomoda. Já a faixa Sujeito de Sorte, do Belchior, fica praticamente impossível de ouvir, tamanha a ênfase em agudos que ela naturalmente tem e que o fone impulsiona quase que sem limites. A voz dele sibila demais, os pratos soam muitíssimo estourados. Mesmo quando entra o groove, precedido pela frase de violão e piano elétrico, a música ainda perde seu glamour para a avalanche de agudos. IPX7: segundo a JBL, o fone é à prova d'água e foi feito para nadadores (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) B) Na piscina Quando entrei na piscina pela primeira vez com os fones e pus um Careless Whisper, do George Michael, para dar "aquele grau" nos exercícios aquáticos, no primeiro stroke a música parou. Bom, devia estar com algum problema da música... troquemos. We Don't Need Another Hero, da Tina Turner, foi a próxima. Ajeitei os fones, a touca, os óculos, dei UMA braçada e a música parou de novo. Saí da água, funcionou. Entrei na água, mergulhei, parou. Algo de errado não está certo, como dizem os poetas da atualidade. Foi quando resolvi destrinchar o manual e percebi que há um ponto IMPORTANTÍSSIMO: dá para isolar a superfície de toque e usar os botões físicos de play/pause debaixo dágua: um toque curto seguido de um toque longo, de cinco segundos, sobre a logo da JBL cancela a superfície touch, e assim, quando a água passa por ela, não faz a música parar. Então, tenha isso em mente se for comprar um modelo desses para nadar. Vamos usar as mesmas músicas para termos parâmetro de comparação. Os graves ganharam presença! Para nadar, usamos a ponteira G, e o fone deu uma pressão legal, trazendo um equilíbrio significativo entre as frequências. Em Não Há Dinheiro Que Pague, o baixo ganhou punch, os vocais e backing vocals econtraram seu lugar ao sol e a percussão/bateria respeitou as outras frequências. Parece que a mágica da água fez desembolar o que antes ficava embolado. Can't Stop The Feeling até deu aquele ânimo extra para nadar mais rápido, pois com os buds bem adaptados aos ouvidos, o baixo e a voz de Justin Timberlake ganharam destaque, e a marcação aguda de pratos e chimbais da bateria eletrônica pararam de irritar. A ponte, que é basicamente baixo, guitarra muda e repetidos "I can't stop the", soou incrível na piscina! Tightrope teve pouca diferença, mas a que teve foi para melhor, óbvio. Agora, médios: Virtual Insanity melhorou muito com pianos mais presentes, chimbais menos rasgados e a voz de Jay Kay "de volta" para o lugar. Antes não dava para perceber, no pan direito, os efeitos de sintetizador (frases soltas em alguns compassos). Não é um ás dos médios, esse fone, mas claro… nenhum fone esportivo que se preze, é. A galera fitness quer mais é grave e marcação, pancada, ritmo, pressão nos ouvidos. Sheez Music ganhou MUITO punch debaixo d'água, mas o destaque, aqui, vai para o contrabaixo e as notas graves do clavinet. Algumas notas do vocal rouco de Ivan Neville também melhoraram muito na gama grave. Os médios, que já eram legais, ficaram ainda melhores, tudo pela questão do selamento: com menos agudos interferindo na frequência vizinha, ela soa muito melhor. Os agudos, que eram o calcanhar de aquiles do Dive fora da piscina, agora não são mais. Crazy parou com aquela ênfase toda no ruído chato e insistente de vitrola velha, jogado em uma trilha aleatória da música. Por quê? Com os fones bem adaptados, não é que os agudos deixam de existir; os graves, médio-graves e médios soam melhores, da maneira que foram projetados para soar, visto que esse fone é voltado principalmente para o uso durante a natação. O resultado é um equilíbrio muito satisfatório. Violinos também deixaram de incomodar justamente por isso. Falando agora de Belchior, Sujeito de Sorte virou outra música quando os fones foram usados durante a natação. Os agudos muito proeminentes continuaram, mas as frequências graves e médias, que ganharam "força" com a pressão da água e a melhor adaptação aos ouvidos, deram uma boa maquiada neles. Bacana ver como a JBL pensou em um fone para soar muito legal na piscina, e usar da ajuda da pressão da água para entregar as frequências da melhor maneira possível em seu in-ear esportivo-aquático. Então, se você está pensando em comprar o Endurance Dive para atividades exclusivamente extra-piscina, pense melhor. Esse modelo é mais indicado para usar na água, mesmo. Pronto para o treino dentro e fora d'água (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Microfone O Dive vem com um microfonezinho ok para você que, entre umas braçadas e outras, resolve sair da piscina um pouco para se alongar ou fazer uns polichinelos. Não é o foco do fone, mas é razoável para mandar um áudio no WhatsApp e atender a uma ligação. Cumpre seu papel, apesar de soar enlatado. Convenhamos, né? Você não vai precisar dele enquanto nada. Isolamento de ruído O Dive, por ser in-ear, tem um isolamento passivo de ruído até legal, o que te ajuda a se concentrar nos seus treinos ou afazeres, mesmo com a música em volume médio. Não tem cancelamento ativo (ANC). Na piscina, falar de isolamento dispensa comentários. O que tem na caixa?  JBL Endurance Dive Cabo para carregamento 2 pares extras de ponteiras (totalizando P, M e G) Bolsa de silicone para transporte Manuais DIVE, ponteiras, cabo e case para transporte (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Preço e onde comprar O JBL Endurance Dive sai por R$ 499 no site oficial da JBL, em até 6x sem juros no cartão. Mas é possível encontrá-lo mais barato na Amazon. E está disponível nas cores preta com verde fluorescente e vermelha com cinza escuro. Veredicto O JBL Endurance Dive é interessante. Emborrachado, bonito, bem esportivo mesmo. Embora no site oficial da marca a indicação é para que ele seja um fone de triatlo, ou decatlo, como preferir, a nossa indicação é que ele seja um fone para natação, mesmo. Por quê? Como já mostramos antes, ele fica mais bem encaixado nos ouvidos quando a pessoa está debaixo d'água. A menos que você encontre a posição ideal e use a ponteira que melhor se adaptar aos ouvidos, sem o fone ficar bambo ou mal adaptado, o legal mesmo é colocar o bichinho pra funcionar na piscina (ou no mar). Muito embora a certificação do aparelho seja IPX7 (segurança de submersão por 30 minutos em 1 metro, mas que a JBL chama de à prova d'água), testamos por muito mais tempo que isso, em treinos normais de 50 minutos, e tudo ok. Padrões, né? Não que estejam aí para serem quebrados, mas, pelo menos durante os testes do Canaltech na piscina, o uso dentro d'água fez jus à propaganda da JBL. Além do mais, para nós, nadadores, é muito legal poder contar com a tecnologia de áudio da JBL para tornar a natação um esporte ainda mais prazeroso. Aguentou bem o tranco, pelo menos durante nosso período de testes. Para a construção e estilo, nota 9. Para o conforto e adaptabilidade, nota 8. E para o som, mais uma nota 8 (na piscina). Recomendamos! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Lenovo revela quais smartphones serão exibidos no evento de 5 de setembro Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Pesquisadores propõem criação de elevador espacial conectando a Terra com a Lua Veja Mais

Estudantes de veterinária promovem mutirões para atender cavalos de carroceiros de MG

G1 Economia Projeto desenvolvido pelos próprios alunos também oferece assistência para animais que foram resgatados. Alunos de veterinária atendem cavalos de carroceiros em Belo Horizonte Estudantes de veterinária de Minas Gerais atendem de graça cavalos de carroceiros da região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Prefeitura, são cerca de cinco mil animais nas ruas da capital mineira. O projeto, que tem o nome de Atração, surgiu há pouco mais de um ano. A ideia partiu dos próprios estudantes, que, além de conseguirem aprender, prestam um serviço social, como explica Bruna Rocha, uma das jovens que participa da iniciativa. "Aqui em Belo Horizonte, a gente vê um problema muito grande, então nós decidimos escrever um projeto de extensão social para ajudar os animais de tração. E fizemos a divulgação do projeto", relata. Uma vez por mês o estacionamento da universidade fica tomado por cavalos. Os animais passam por triagem e exames gerais. São coletadas amostras de sangue levadas para o laboratório. O mutirão também faz exames mais complexos, como exame de raio-x e ultrassom em éguas prenhas. Os alunos cuidam de todo o atendimento com a supervisão de veterinários profissionais. O coordenador do curso, Bruno Antunes, explica que o projeto é mantido pela própria instituição de ensino, que oferece os insumos básicos. Além disso, empresas de produtos veterinários contribuem com medicamentos. "Todos os resultados e a realização desse projeto é mérito dos alunos. Eles que apresentaram essa proposta do dia do mutirão", afirma Antunes. O carroceiro Alcyr Santana levou o cavalo Tarzan para ser avaliado pelos estudantes. O animal está com um problema nas patas. Após a análise, ele vai passar por uma consulta mais detalhada. "É um cavalo que me ajuda. Tem uns 3 anos que está comigo e eu não vou deixar ele com essa lesão. Eu preciso sarar ele", explica. Além dos cavalos de carroceiros, o projeto recebe também animais resgatados, que chegam muito debilitados. Foi o caso da égua América e o filhote dela, o Maçã. Ela chegou muito magra à universidade, mas, após um mês de tratamento, ela engordou quase 100 kg e o potro dobrou de peso. Agora ela está pronta para voltar para casa, uma ONG que cuida de animais abandonados. "As pessoas deixam (o animal na rua) como se fosse um lixo, mas é uma vida. É uma sensação de alívio você conseguir tirar um animal da rua. É bom", afirma a veterinária Raylla Costa. Veja Mais

Nova técnica de edição genética já dá bons resultados em laboratório

Nova técnica de edição genética já dá bons resultados em laboratório

canaltech Uma nova técnica de edição genética já pode estar em etapas avançadas de desenvolvimento. Um grupo de pesquisadores criou uma nova proposta que possibilita a edição de genes de áreas críticas do DNA, mas com menos chances de erros. As técnicas de edição atuais, como a famosa CRISPR, funcionam em células divisoras, principalmente de mucosas e pele, as quais estão sempre se renovando. A ideia é modificar uma quantidade de células que, ao se dividirem, sobrepoem em quantidade as células malígnas, eliminando patologias como o câncer. A inovação da técnica proposta pelos pesquisadores do Salk Institute é pode fazer mudanças genéticas em células divisivas e não divisivas (ou permanentes). O sistema, aqui, é chamado de Sati, e baseado em uma movimentação muito semelhante à do CRISPR-Cas9. A diferença é que os pesquisadores conseguem alterar regiões não-codificadas das células. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Basicamente, para que uma proteína seja sintetizada, ela precisa de uma “receita” (localizada na região codificada) e um local de produção propriamente dito, chamado de região não-codificada. É nessa parte que a célula decide quais genes serão ou não acionados. Os cientistas, então, conseguiram injetar um gene modificado nesta região, colocando-o na "linha de produção". Isso permite modificar proteínas, sem interferir no que aquela célula estava programada para fazer anteriormente. Segundo os pesquisadores, isso causa um efeito menos danoso para a célula, diminuindo os riscos e erros em comparação com técnicas direcionadas a regiões codificadas. Qual a aplicação disso, a princípio? Ainda é cedo para falar em resultados, mas em testes laboratoriais, os cientistas já estão aplicando a técnica com ratos, com o objetivo de tratar progéria — doença em que há sintomas de envelhecimento precoce em crianças. Tal problema está relacionado a um gene chamado LMNA, o qual os cientistas modificaram nos roedores. Ao editar o gene nas células dos ratos com progéria, eles perceberam que houve redução em até 45% de sintomas como envelhecimento da pele e do baço, além da extensão da longevidade dos ratos. Caso haja uma melhoria proporcional em tempo de vida de uma pessoa com progéria, ela poderia viver até uma década a mais que a média atual. A pesquisa está sendo liderada pelo Gene Expression Laboratory do Salk Institute, sendo que os resultados foram publicados na revista Cell Research em 23 de agosto deste ano. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Lenovo revela quais smartphones serão exibidos no evento de 5 de setembro Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Pesquisadores propõem criação de elevador espacial conectando a Terra com a Lua Veja Mais

Gmail passará a avisar quando o destinatário está fora do escritório

Gmail passará a avisar quando o destinatário está fora do escritório

canaltech Você já enviou um e-mail importante para alguém, e só depois de muito tempo descobriu que a pessoa não estava no escritório? Pois foi pensando exatamente nesse tipo de situação que, nesta sexta-feira (30), a Google anunciou um novo recurso para o Gmail. Com a nova funcionalidade, você pode compartilhar com os outros se está no escritório naquele momento ou não, então na prática acontece o seguinte: quando alguém for abrir a janela para te enviar um e-mail ou uma mensagem no Gtalk, aparece no menu inferior uma notificação dizendo que você está fora do escritório e informando o horário previsto para a sua volta (por exemplo: "Fora do escritório - retorna na segunda-feira às 07h". A novidade foi anunciada pela página de support da Google: "Mostre o status da sua agenda no Gmail. Se você usa o Gmail no trabalho ou na escola, seu status de ausência temporária será exibido quando alguém escrever um e-mail para você. O Gmail obtém essas informações da sua agenda quando você cria um evento 'Fora do escritório'. Saiba como definir seu horário de trabalho e disponibilidade". Durante o comunicado, a empresa ainda revela: "Se o remetente não conseguir visualizar sua agenda, esse recurso não funcionará. Verifique o nível de privacidade do seu calendário para garantir que outras pessoas tenham permissão de acesso". -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- O novo recurso avisa que a pessoa está fora do escritório antes mesmo da mensagem por Gtalk ou do e-mail começar a ser escrito (Foto: Google Support) O Google está gradualmente implementando o recurso para todos os usuários do G Suite a partir desta sexta-feira (30), mas pode demorar até 19 de setembro para que ele seja ativado em todas as contas. Resta esperar então que essa funcionalidade chegue aos nossos perfis. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Geek City 2019: COSPLAY muito mais que uma roupa maneira [CT Evento]

Geek City 2019: COSPLAY muito mais que uma roupa maneira [CT Evento]

canaltech Nossa equipe bateu um papo com o pessoal que fez as melhores caracterizações da Geek City 2019. Teve muita tecnologia, criatividade e diversão. Vem com a gente para conhecer os melhores cosplays do Brasil Assista ao vídeo. Veja Mais

Série de Obi-Wan Kenobi pode conectar trilogias Star Wars

Série de Obi-Wan Kenobi pode conectar trilogias Star Wars

Tecmundo Durante o painel de Star Wars na D23, o ator Ewan McGregor subiu ao palco para anunciar que iria retornar com o papel de Obi-Wan Kenobi. Essa revelação pode também representar uma tentativa de a Lucasfilm unir as três trilogias, visto que o personagem é um dos pontos de conexão entre elas.Até o momento, nenhuma sinopse oficial foi divulgada. Mas é certo que a série terá início nos primeiros anos após os eventos de A Vingança dos Sith. Em Rebels, é apresentado que o personagem ficou vagando pelo deserto nesse mesmo período, enquanto ajudava as pessoas pelo caminho. Porém, uma teoria sugere que no próximo filme, A Ascensão Skywalker, a trama irá se concentrar na busca de artefatos Sith/Jedi — que poderiam aparecer também na série de Obi-Wan na Disney+.Leia mais... Veja Mais

‘BC tem pouca influência nas taxas longas’, diz Campbell Harvey

Valor Econômico - Finanças Professor da Duke University, ele desenvolveu nos anos 80 a tese de que inversão da curva de juro indica recessão Veja Mais

Como usar o app TecnoNutri para auxiliar em sua dieta

Como usar o app TecnoNutri para auxiliar em sua dieta

canaltech Para quem deseja perder peso ou fazer mudanças em sua dieta e precisa de estímulo constante, além de uma rotina regrada, aplicativos como o TecnoNutri podem servir como um bom auxílio. Ele está disponível tanto para dispositivos Android como iOS e oferece funções para acompanhar as suas refeições. Para usar o TecnoNutri é muito simples: basta baixar o aplicativo e, em seguida, criar a sua conta. Após a inclusão de dados importantes como peso e altura, o aplicativo pode lhe ajudar a manter uma rotina mais regrada. Vale ressaltar que o TecnoNutri não substitui a ajuda de um profissional da nutrição, mas pode ser usado como uma ferramenta complementar para a aplicação de mudanças na sua dieta, uma vez que ele permite criar alertas para lembrá-lo de se alimentar, hidratar e também praticar exercícios físicos. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Como usar o TecnoNutri e mudar a sua rotina Antes de tudo, baixe o aplicativo na App Store ou na Google Play. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Em seguida, escolha se você deseja fazer login no TecnoNutri com seu email ou com sua conta do Facebook. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Depois, clique em “Certo, vamos lá!” para fornecer informações como seu nome, peso e altura. O aplicativo se “comunicará” com você, fazendo justamente essas perguntas. Basta respondê-las. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Aceite ou não os lembretes para se hidratar ao longo do dia. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Em seguida, selecione o plano de dieta do TecnoNutri que melhor se aplica a você. Existem duas opções: a Low Carb (que deve, antes de tudo, ser indicada por seu nutricionista) e a dieta TecnoNutri, que fornece recomendações com base na pirâmide alimentar. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Em seguida, uma tela com a dieta escolhida por você no TecnoNutri irá aparecer. O aplicativo irá lhe explicar como funciona cada uma das opções. Basta clicar em “Ok, entendi” para seguir adiante. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Em “Social”, você poderá acompanhar a evolução de outros usuários do TecnoNutri que possuem uma meta semelhante à sua. Você pode também convidar amigos para usar o aplicativo a fim de se manter ainda mais motivado. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Em “Cardápios”, você pode ter acesso a refeições elaboradas especialmente para você, com base em suas informações e metas. No entanto, esse recurso está disponível somente para usuários premium. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Na página “Desafios”, o TecnoNutri elabora atividades que irão lhe desafiar a atingir determinadas metas. Assim como “Cardápios”, essa tela só está disponível para usuários premium. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Em “Mais”, você pode acompanhar sua dieta, evolução de peso e administrar seu jejum intermitente (caso você seja adepto dessa dieta). Nessa tela também é possível acessar receitas e planos de treino, além de chats com nutricionistas, aulas e grupos. Porém, esses recursos só estão disponíveis para contas premium. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco TecnoNutri Premium Para assinar a versão premium do TecnoNutri, basta clicar em “seja premium”, exibido cada vez que você abrir um recurso específico para usuários que pagam pelo app. Atualmente, existem duas opções de planos. São elas: TecnoNutri trimestral pelo valor de R$61,90, equivalente a R$20,63 por mês. TecnoNutri mensal, por R$30,90/mês. Através da conta premium do TecnoNutri, além de ter acesso a um conteúdo exclusivo e auxílio de profissionais da área, você também poderá contar com planos de treino, salas de bate-papo, app livre de anúncios, análise de evolução e uma rede social para pessoas que buscam mudar a sua alimentação. Como usar o Tecnonutri / Captura de tela: Ariane Velasco Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Veja Mais

Classificado como 'catastrófico', furacão Dorian atinge as Bahamas

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em - Internacional Depois das Bahamas, o furacão deve se aproximar da costa leste da Flórida na segunda-feira à noite Veja Mais

TOP 5 | As notícias mais lidas da semana no Canaltech

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canaltech O domingo chegou! Dia de almoço em família, de futebol na TV e... dia em que o Canaltech seleciona as notícias mais lidas durante a semana para que você fique atualizado com tudo o que aconteceu de mais importante no mundo da tecnologia! Então caso tenha perdido algo ou queira reler a matéria que mais gostou, elas estão aqui esperando por você. Vamos nessa? 5. Google remove da Play Store dois apps que estavam drenando bateria do smartphone A Symantec descobriu dois aplicativos que estavam disponíveis para download na Google Play Store e que estavam envolvidos numa espécie de fraude de cliques que consumia a bateria do smartphone rapidamente. O "Beauty Fitness" e o "Idea Note", que tinham mais de 1,5 milhão de downloads cada e estavam no ar há quase um ano, diminuiam o desempenho e aumentavam o uso de dados móveis nos dispositivos. A Google já removeu ambos da loja, porém você pode conferir todos os detalhes na 5ª matéria mais lida dessa semana! -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- 4. Astrônomos descobrem planeta gigante com órbita jamais vista antes Um novo planeta foi descoberto por astrônomos com características nunca encontradas antes. O que chama atenção na nova descoberta é a órbita desse planeta, que é "estranha", considerando a distância dela, sendo a maior já encontrada por astrônomos. Outras características são: ele tem três vezes a massa de Júpiter e percorre um longo caminho oval em torno de sua estrela. Demais detalhes você pode conferir na matéria. 3. Conteúdo recebido de amigos no WhatsApp pode impedir entrada nos EUA Imagina só: você está prestes a entrar nos Estados Unidos, mas é barrado na imigração por conta de... conteúdo recebido no WhatsApp. Isso mesmo! Uma notícia que chocou os internautas essa semana foi que não só o que publicamos nas redes sociais pode impedir nossa entrada no país de Donald Trump, mas também por conta de imagens, áudios e vídeos que recebemos em aplicativos de mensagens instantâneas. Alguns casos já aconteceram, mas o que mais chamou atenção foi de um estudante que teve o visto cancelado e acabou sendo deportado por conta de uma imagem que recebeu num grupo de amigos. Loucura, né? 2. Chefe da NASA afirma que Plutão é um planeta e a polêmica volta à pauta Você lembra daquela "treta" de que Plutão não é planeta? Em agosto de 2006 determinaram que o agora chamado planeta-anão não seria mais considerado como um planeta oficial, e o caso até inspirou o nome de uma banda brasileira! Pois bem, na última semana Jim Bridenstine, atual administrador da NASA, fez uma declaração um tanto polêmica: "Plutão é um planeta"! Ai gente, e agora? Como se não bastasse, ele ainda emendou: "você pode escrever que o administrador da NASA declarou Plutão como um planeta mais uma vez". E agora, de que lado você está? 1. Jovem que virou meme processa lojas por comercializarem produtos com sua foto Você COM CERTEZA deve conhecer o meme da garotinha sentada numa limousine segurando uma taça de champagne. Se você é um heavy user de redes sociais então, já deve ter usado ele em suas piadas! A matéria mais lida essa semana foi todinha de Fabiana Santoro, ícone do meme. O caso foi o seguinte: a imagem viralizou tanto que ela acabou estampando produtos no Brasil inteiro, e a garotinha (que hoje tem 19 anos) não está contente com isso, e acabou processando as lojas que estão comercializando esses produtos sem sua autorização. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Veja Mais

RIVER PLATE X BOCA JUNIORS PELA SUPERLIGA ARGENTINA: PRÉ-JOGO!

RIVER PLATE X BOCA JUNIORS PELA SUPERLIGA ARGENTINA: PRÉ-JOGO!

Fox Sports Brasil Acompanha aqui ao pré-jogo do clássico Hermano. A bola rola a partir de 17h, no FOX Sports. Quer saber tudo sobre esporte? Acesse nosso site! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP FOX Sports! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #RiverPlate #BocaJuniors #SuperligaArgentina Veja Mais

Pokémon Masters já é o game de iOS mais baixado em 27 países

Pokémon Masters já é o game de iOS mais baixado em 27 países

Tecmundo Não há dúvidas de que Pokémon é uma febre em diversos lugares do globo, e uma prova disso é o último relatório da Sensor Tower referente a Pokémon Masters, game mais recente da franquia lançado para Android e iOS na última quinta-feira (29).De acordo com um levantamento feito pela Sensor Tower, o título alcançou o topo da lista de games mais baixado para iOS em 27 países nos quais foi disponibilizado. Entre as nações que integram essa lista estão Estados Unidos e Japão, e também houve a menção de que a terra do Sol Nascente e Hong Kong foram as que mais trouxeram dinheiro para o game em suas primeiras 24 horas de vida.Leia mais... Veja Mais

Veja concursos e seleções com editais publicados na Paraíba de 1º a 8 de setembro

G1 Economia São 13 editais com 602 vagas. Pelo menos 624 vagas são oferecidas em 14 editais de concursos e seleções publicados na Paraíba nesta semana de 1º a 8 de setembro. Concursos reúnem oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade Marcelo Brandt/G1 Concurso da Prefeitura de Brejo do Cruz Vagas: 41 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 2.206 Prazo de inscrição: até este domingo (1º) Local de inscrição: site da organizadora, Ápice Consultoria Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 80 (médio e técnico) e R$ 95 (superior) Provas: 6 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Brejo do Cruz Seleção da Prefeitura de Várzea Vagas: 43 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 10 mil Prazo de inscrição: até este domingo (1º) Local de inscrição: site da organizadora, EducaPB Taxas de inscrição: R$ 40 (fundamental), R$ 50 (médio/técnico) e R$ 90 (superior) Provas: 29 de setembro Edital da seleção da Prefeitura de Várzea Concurso da Prefeitura de Sumé Vagas: 34 Níveis: médio, técnico e superior Salários: R$ 1.108,63 a R$ 6.646,32 Prazo de inscrição: até quarta-feira (4) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Sumé Seleção da Prefeitura de Borborema Vagas: 9 Níveis: fundamental e superior Salários: R$ 1.250 a R$ 1.989,81 Prazo de inscrição: até quarta-feira (4) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital da seleção da Prefeitura de Borborema Concurso da Prefeitura de São José dos Cordeiros Vagas: 28 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 12.188 Prazo de inscrição: até quarta-feira (4) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio e técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de São José dos Cordeiros Concurso e seleção da Prefeitura de Piancó Vagas: 27 | 130 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior | fundamental Salários: R$ 998 a R$ 1.725 | R$ 998 Prazo de inscrição: até quinta-feira (5) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso e da seleção da Prefeitura de Piancó Concurso da Câmara Municipal de Santa Rita Vagas: 10 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 1.562 a R$ 3 mil Prazo de inscrição: até quinta-feira (5) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Câmara Municipal de Santa Rita Concurso da Câmara Municipal de Princesa Isabel Vagas: 4 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 4 mil Prazo de inscrição: até sexta-feira (6) Local de inscrição: site da organizadora, Advise Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 80 (médio e técnico) e R$ 100 (superior) Provas: 13 de outubro Edital do concurso da Câmara Municipal de Princesa Isabel Concurso da Prefeitura de Borborema Vagas: 30 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 2.040 Prazo de inscrição: até domingo (8) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio e técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Borborema Concurso da Prefeitura de Serraria Vagas: 73 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 3.339 Prazo de inscrição: até 10 de setembro Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Consultoria Taxas de inscrição: R$ 40 (fundamental), R$ 45 (médio e técnico) e R$ 50 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Serraria Concurso da Prefeitura de Monte Horebe Vagas: 62 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 7,5 mil Prazo de inscrição: até 18 de setembro Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Monte Horebe Concurso da Prefeitura de Boa Ventura Vagas: 111 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 1,6 mil Prazo de inscrição: até 18 de setembro Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Boa Ventura Concurso para professor da UFPB Vagas: 22 Nível: doutorado Remunerações: R$ 5.786,68 e R$ 9.600,92 Prazo de inscrição: variado Local de inscrição: variado Taxas de inscrição: R$ 144 e R$ 240 Provas: datas variadas Edital do concurso para professor da UFPB Veja Mais

Como assistir a jogos online com o Premiere Play

Como assistir a jogos online com o Premiere Play

canaltech O Premiere Play é uma plataforma de streaming da Globo similar ao Globo Play, porém voltado para eventos esportivos. Além de exibir jogos ao vivo, a plataforma conta com várias reprises de partidas antigas, todos prontos para serem assistidos online. Como funciona o Premiere Play Assim como o Globo Play, é possível assinar o Premiere Play através de um cadastro online. Para isso, entre no site do Globo Esporte, que suporta a plataforma atualmente, e acesse o Premiere Play. Como usar o Premiere Play Depois, clique em “assine e assista”, localizado logo acima da propaganda do jogo exibido no momento. Você será direcionado para a tela de assinatura da stream. Clique em “Assine agora!” -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Como usar o Premiere Play Em seguida, você será apresentado a duas opções: assinar o canal direto pela Globo.com ou através de seus parceiros: NET, Algar, Claro, Sky, Vivo e Oi. Como usar o Premiere Play Preencha seus dados para dar andamento à compra do Premiere Play, como nome, endereço, CPF e forma de pagamento. Como usar o Premiere Play Após ler os termos de uso do Premiere Play, clique em “Continuar” para concluir a assinatura do serviço. Como usar o Premiere Play Aplicativo do Premiere Play Além de sua página da Web, o serviço de streaming de esportes também conta com um aplicativo, que está disponível tanto na App Store quanto na Google Play. Basta fazer seu download para ter acesso a todos os jogos de futebol presentes na plataforma. Como usar o Premiere Play Ao abrir o aplicativo, permita ou não que ele lhe envie notificações. Como usar o Premiere Play Selecione o menu “Conta”, no canto inferior direito da tela e, depois, “Entrar”. Como usar o Premiere Play Depois, entre com seu e-mail, senha ou com a sua conta do Facebook ou Google. Como usar o Premiere Play Pronto! Caso você já tenha feito o seu cadastro de assinante, você poderá acompanhar todo o conteúdo do Premiere Play no aplicativo. Se ainda não tiver assinado a plataforma, siga o tutorial de assinatura acima para realizar seu acesso. Premiere Play: Valores Atualmente, é possível assinar o Premiere Play pelo valor de R$59,90/mês até janeiro de 2020. Após isso, o valor passa a ser R$79,90. Caso você já seja cliente da NET, Algar, Vivo, Claro, Oi ou Sky, é possível incluir a plataforma de streaming em seu plano mensal. Para isso, consulte o valor e os pacotes disponíveis diretamente com sua operadora. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Golpistas nigerianos são presos após roubo de US$ 6 milhões em fraudes Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

ENTENDA a cirurgia de Bolsonaro para corrigir hérnia em cicatriz de operação anterior

Glogo - Ciência Procedimento vai corrigir alteração de tecido que surgiu no local das intervenções anteriores; presidente diz que ficará afastado por 10 dias. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Adriano Machado/Reuters O presidente Jair Bolsonaro fará, no próximo domingo (8), uma cirurgia para corrigir uma hérnia de 6 centímetros no lado direito da parede abdominal, perto da cicatriz que tem na barriga. O pós-operatório deve durar aproximadamente uma semana, e Bolsonaro diz que poderá ficar afastado das funções de presidente por 10 dias. É a quarta cirurgia que o presidente fará no abdome desde que recebeu uma facada durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG), no ano passado. A operação, que é considerada de médio porte, será realizada no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, pelo médico Antonio Luiz Macedo, que atendeu o presidente após o atentado. Não há informação sobre se a cirurgia será aberta ou por laparoscopia. Uma hérnia incisional como a de Bolsonaro, que pode ter vários tamanhos, ocorre quando o músculo abdominal enfraquece, explica o clínico geral Roberto Zeballos, do Hospital Albert Einstein, também em São Paulo, que não faz parte da equipe médica tratando Bolsonaro. “Quando a parede abdominal fica fraca, essa musculatura abdominal deixa, então, de conter as vísceras que estão dentro da cavidade abdominal", explica Zeballos. "O intestino é pressionado pelos próprios movimentos peristálticos e passa pelas fibras musculares, causando uma impressão na parede abdominal que por fora é vista como uma bola, que facilmente você consegue comprimir com as mãos”, diz o médico. De acordo com um estudo publicado em abril deste ano por médicos da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o fator de risco mais comum para desenvolver hérnias incisionais é ter um histórico de cirurgias abdominais. Os médicos da universidade analisaram quase 30 mil pacientes e descobriram que ter passado por várias cirurgias abdominais aumentou o risco de desenvolver uma hérnia em 87,5% dos casos. É o caso do presidente Jair Bolsonaro, que já passou por três cirurgias na região. Neste domingo (1º), o médico Antonio Macedo, que fará a operação, explicou: “Abrimos três vezes no mesmo lugar. Enfraqueceu", disse. Veja como foram as cirurgias anteriores de Bolsonaro No estudo americano, de 1.127 pacientes, cerca de 4%, precisaram de uma segunda cirurgia para reparar a hérnia incisional causada pela primeira intervenção. O problema, no entanto, pode chegar a atingir cerca de 20% das pessoas que passam por uma cirurgia abdominal. Correção é simples, diz especialista Roberto Zeballos, do Hospital Albert Einstein, explica que corrigir o problema é simples. “A cirurgia não demora muito. A solução é cirúrgica com a colocação de tela para conter o intestino. A hérnia incisional dificilmente complica”, diz. O único risco, segundo ele, é que os vasos sanguíneos do intestino sejam comprimidos. Isso pode cortar o fluxo sanguíneo para parte do intestino e levar à morte do tecido intestinal afetado. Cirurgias do presidente Bolsonaro leva facada em MG Reprodução/TV Globo Bolsonaro passou por uma avaliação médica na manhã deste domingo (1º), no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A primeira cirurgia após a facada aconteceu no mesmo dia do incidente, em um hospital de Juiz de Fora (MG). Cinco cirurgiões e dois anestesistas participaram da intervenção. Durante o procedimento, Bolsonaro recebeu quatro bolsas de sangue, e teve implantada uma bolsa de colostomia. Dias depois, em São Paulo, Bolsonaro passou por uma segunda cirurgia, quando os médicos reabriram o corte da primeira operação e encontraram uma obstrução em uma alça do intestino delgado, que fica na parte esquerda do abdômen. Em janeiro de 2019, o presidente voltou ao Einstein, em São Paulo, para retirada de bolsa de colostomia e ligamento do intestino. O autor do ataque contra o presidente foi internado por tempo indeterminado em um manicômio judicial. Veja Mais

Bolsonaro é abençoado por Edir Macedo em culto com 10 mil fiéis em SP

O Tempo - Política No altar, de joelhos e de costas para os fiéis, Bolsonaro foi ungido com o azeite da igreja evangélica Veja Mais

Na melhor fase da carreira, Augusto Dutra projeta pódio no salto com vara

Superesportes - Mais esportes Atleta tem conseguido bons resultados nas últimas competições Veja Mais

Bolsonaro dará indulto a policiais do massacre do Carandiru e ônibus 174

O Tempo - Política Presidente da República afirmou que deve beneficiar "colegas policiais que estão presos injustamente" e por "pressão da mídia" Veja Mais

Papa Francisco fica preso em elevador e é resgatado pelos bombeiros

O Tempo - Mundo Pontífice chegou sete minutos atrasado para a tradicional oração do Angelus na manhã deste domingo (1) Veja Mais

Geek City | Segundo dia trouxe Guilherme Briggs, James O’Barr e Garcia Júnior

Geek City | Segundo dia trouxe Guilherme Briggs, James O’Barr e Garcia Júnior

canaltech Segundo dia de Geek City, nossa equipe chegou cedo no evento e logo conversamos com o incrível Guilherme Briggs, dublador de vários personagens conhecidos como Yoda, Mickey, Buzz Lightyear e Freakazoid. Batemos um papo com ele sobre como é fazer parte da vida de crianças dos tempos de hoje, e principalmente de quem agora é adulto. Briggs contou também como foi fazer a dublagem de dois personagens diferentes da mesma saga, Han Solo e Yoda, de Star Wars. O dublador nos disse ainda que possui vários bonecos em casa e que adora fazer interações entre eles no seu Instagram. Briggs ainda deu uma palhinha com as vozes de Buzz Lightyear e Yoda. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Confira abaixo como foi a entrevista:   Conhecemos ainda o estande de um projeto bem bacana chamado "Turma do Batman", também conhecido como Associação Amigos pelo Bem. Idealizado por Luciano Vissoto, o projeto já está na ativa há 12 anos. Na iniciativa, voluntários visitam locais como hospitais infantis de câncer, crianças acolhidas pelo conselho tutelar, casa de idosos, utilizando a figuração dos personagens de Batman, entre heróis e vilões do universo da DC. Foto: Natalie Rosa As fantasias são todas bem pesquisadas para a confecção, que é toda feita pela associação. Então, os voluntários recebem os personagens que interpretarão nas visitas de acordo com seus perfis. Você pode conferir mais sobre o projeto no Instagram @turmadobatmanfloripa. James O’Barr Neste sábado, entrevistamos também James O’Barr, criador dos quadrinhos O Corvo. A HQ foi publicada pela primeira vez em 1989, há exatos 30 anos, se tornando um sucesso no mundo todo. O nosso bate-papo foi incrível e vocês são saber tudo o que conversamos na semana que vem, no YouTube do Canaltech! Foto: Natalie Rosa Palco Rolou ainda um painel da SporTV, contando tudo o que você queria saber sobre e-Sports, com a participação de Gordox, Chandy Teixeira, Tarso Araujo e Jonathas Vargas. Quem também subiu no palco do Geek City neste sábado foi Alex Hogh Andersen, o Ivar da série Vikings, levando o público à loucura. O ator contou para a galera como são gravações da atração, os desafios enfrentados no set de filmagem, com muitas outras curiosidades sobre a série. Ele contou, por exemplo, que iniciou na arte fazendo musicais, cantando e dançando, e também revelou a sua paixão pela fotografia, inclusive contando como até o The New York Times notou o seu trabalho como fotógrafo. Foto: Natalie Rosa No fim, os fãs ficaram bem ansiosos para a sexta temporada de Vikings que ainda está para chegar, e conferimos com exclusividade um teaser dos novos episódios! No domingo nós vamos conversar com Alex e trazer mais uma entrevista incrível para vocês Na Arena Games rolou final do campeonato de CS:GO Challenger, com vitória da equipe de Pato Branco. Garcia Júnior O estúdio do Canaltech recebeu mais uma visita muito legal: o dublador Garcia Júnior. Em um bate-papo bem descontraído com o nosso repórter Wakka, ele contou sobre a sua vasta experiência com dublagem, contando que dublou o Pica-Pau com 10 anos de idade e que, hoje, é muito difícil conseguir fazer igual. No final da entrevista, Garcia ainda se despediu com a voz do Exterminador do Futuro, e correu para o seu painel no palco principal. A entrevista você confere na semana que vem no YouTube do Canaltech. Foto: Natalie Rosa Neste domingo, acontece o terceiro e último dia desta edição do Geek City, recebendo atrações como um debate sobre os 20 anos de Pokémon no Brasil, Final do Dota City, e muito mais. Os ingressos estão disponíveis no site do Geek City! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Lenovo revela quais smartphones serão exibidos no evento de 5 de setembro Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Pesquisadores propõem criação de elevador espacial conectando a Terra com a Lua Veja Mais

Geek City | Confira os melhores cosplays que marcaram presença no evento

Geek City | Confira os melhores cosplays que marcaram presença no evento

canaltech O Canaltech fez a cobertura oficial dos três dias de Geek City, o maior evento de cultura pop do sul do Brasil, que aconteceu na cidade de Curitiba. Entre atrações no palco, com painéis muito interessantes e informativos, entrevistas em nosso estúdio, Arena Games e Galeria dos Artistas, o que também chamou a atenção foram os cosplayers. A galera não economizou na maquiagem, no figurino e, muito menos, na criatividade. Andando por lá, conferimos pessoas vestidas como grandes personagens da cultura pop, games, séries, filmes entre outros. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Encontramos por lá grandes estrelas como Tony Stark, o Homem de Ferro, o assustador palhaço IT, Loki, Jessica Jones, Batman, Pinguin, Coringa, Eleven, de Stranger Things, entre muitos outros. Confira a nossa seleção com alguns dos cosplays que encontramos por lá! A @laritha incorporou a personagem Kda Ahri, de League of Legends; Foto: Natalie Rosa Encontramos também a @sindel_chin que, curiosamente tem o mesmo nome da personagem de seu cosplay, Sindel de Mortal Kombat; Foto: Natalie Rosa Ainda falando sobre Mortal Kombat, encontramos essa dupla por lá, que ao contrário do game estavam em clima de amizade: Kitana (@pradomarcela) e Jade (@elisa_konayuki); Foto: Natalie Rosa Agora olha só a @amabillipalves como Elizabet Liones de Nanatsu no Taizai; Foto: Natalie Rosa Quem também passou pela Geek City foi @jejeprimao como a versão feminina de Hades, de Hércules. Foto: Natalie Rosa Mas isso é só um spoiler do que conferimos lá no Geek City, assista também ao vídeo abaixo:   Os cosplays campeões do concurso do Geek City foram Gandalf, de O Senhor dos Anéis, Ragnar, de Vikings, Jafar, de Aladdin, e Sylvana, de World of Warcraft. O que acharam dos cosplays? Conta para a gente aqui nos comentários qual foi o seu preferido! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Apple trabalha em rastreador que permitirá localizar objetos pessoais

Apple trabalha em rastreador que permitirá localizar objetos pessoais

canaltech Infelizmente, o roubo e o furto são atividades criminais bastante corriqueiras no Brasil, e acabam fazendo com que muitas pessoas deem adeus a seus pertences de forma prematura. Sem dúvidas, essa realidade nos faz pensar que seria maravilhoso caso pudéssemos rastrear os nossos objetos por aí. A boa notícia é que, de acordo com a MacRumors, a Apple parece estar trabalhando em um acessório que permitirá exatamente isso: localizar pertences pessoais como chaves, carteiras, smartphones, entre outros. Imagem do rastreador no sistema da Apple (Imagem: MacRumors) Para isso, o site relata que teve acesso a uma versão do iOS 13 que vem sendo testado internamente na Apple, e que, nas entranhas do software, foi localizada a imagem de um ícone circular que enviará a localização de onde ele estiver. Nomeado como “B389”, teoriza-se que o recurso irá se acoplar a um objeto e fará com que o usuário tenha a noção exata de onde os seus pertences estão. Para reforçar essa dedução, o MacRumors explica que, na versão de iOS testada por eles, foi possível visualizar uma aba chamada “Itens” dentro do aplicativo “Buscar iPhone” - pelo qual será realizado todo o gerenciamento do sistema. Conforme o visto pelo site, parece que, no momento em que o usuário se afastar do objeto em questão, o aviso será disparado para o iPhone e fará com que a pessoa possa estar a par da situação. Obviamente, o usuário poderá registrar “locais seguros” onde a alerta não irá entrar em ação. Afinal, seria muito chato receber várias mensagens do tipo dentro de casa ou no local de trabalho, não é? -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no WhatsApp e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Aba "Itens" dentro do aplicativo "Buscar iPhone" (Imagem: MacRumors) Por fim, parece que o “rastreador” da Apple terá funções do ARKit e bateria removível. Considerando que a Maçã está para anunciar a nova geração dos iPhones em poucos dias, talvez essa novidade possa ser revelada em nesse mesmo evento. Vale lembrar, contudo, que não há informações oficiais sobre o B389 e que será necessário esperarmos até o evento para termos todas essas confirmações. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

Geek City | Jungle Kings são os campeões de torneio de DotA 2 

Geek City | Jungle Kings são os campeões de torneio de DotA 2 

canaltech Os Jungle Kings foram os grandes campeões do DOTA CITY, torneio de DotA 2 cujas finais marcaram o terceiro dia de Geek City 2019, em Curitiba (PR). Com placar de três a zero em uma série de partidas melhor de cinco, o time misto levou a melhor em uma disputa nem sempre equilibrada, em que a calma e a frieza, que resultaram em estratégia, levaram a melhor sobre a agressividade. A pressão da Jungle Kings apareceu desde o início, com a equipe saindo à frente no placar de kills. FCR foi o destaque não apenas da primeira rodada, como também de toda a partida, sabendo usar as capacidades dos heróis escolhidos e driblando os ataques combinados da NoPing, que até chegaram a dominar a área de jungle no mapa, mas não contiveram o avanço dos oponentes até a base. Mesmo com uma recuperação na metade final da primeira rodada, a Jungle Kings levou a melhor com um placar de 31 a 27, que só se provou mais elástico na segunda partida, com uma diferença de 31 a 5 para a Jungle Kings, que se aproximava ainda mais da vitória. Daqui em diante, a NoPing apenas se tornava mais agressiva em uma tentativa de conter a pressão, mas o desastre, tanto para o público presente quanto para os narradores, já estava firmado. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Porém, quando chegou a terceira partida, os sinais de recuperação começaram a aparecer. A NoPing manteve o jogo agressivo e rápido para cima dos Jungle Kings e abriram ampla vantagem, com Terrence fazendo as honras e os assassinatos, com direito a alguns double e triple kills, que ajudavam a abrir caminho para as bases. A equipe Jungle Kings foi a vencedora do torneio de DotA 2 do Geek City 2019 e leva para casa um prêmio de R$ 6 mil (Imagem: Felipe Demartini) A violência, entretanto, teve seu preço na administração de recursos, com o fôlego não durando até o final. Apostando em estratégias tradicionais e na calma, a NoPing fechou com um placar de 67 kills contra 30, enquanto os Jungle Kings levavam a melhor na partida. Vitória confirmada, troféu na mão e, assim, se encerraram as atividades no palco de eSports do Geek City 2019. Ao receber a honraria, que também acompanha um prêmio de R$ 6 mil, FCR enalteceu os adversários, que treinam juntos há meses e incluem a presença de gente com experiência no circuito profissional de DotA 2, enquanto a Jungle Kings é um mix de jogadores de diferentes estados. Ele disse ter ficado surpreso com a vitória rápida e sem jogos ganhos pelos adversários. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Vis a Vis | Relembre os principais acontecimentos para maratonar a 3ª temporada Veja Mais

Safra atinge marca de R$ 1 bi em concessão de crédito a veículos

Valor Econômico - Finanças Só no primeiro semestre, a carteira cresceu 54,8% em relação a junho de 2018 Veja Mais

Observatório pioneiro em encontrar vapor de água em outras galáxias opõe moradores e cientistas no interior paulista

Glogo - Ciência Cartas de instituições internacionais, inclusive da Nasa, comprovam a importância do observatório e fazem uma campanha para que ele volte a funcionar o quanto antes. Comunidade científica pretende recorrer a órgãos internacionais caso tentem reduzir raio que veta construções ao redor de observatório em Atibaia, interior de SP Reprodução/Mackenzie Um globo prateado se destaca no meio do vale esverdeado com mata selvagem e cercado por montanhas. Um refúgio verde localizado na cidade de Atibaia, a 64 km de São Paulo. Inaugurado em 1972, o rádio-observatório do Itapetinga foi o primeiro aparelho a detectar vapor de água em outra galáxia – a 10 bilhões de anos-luz – na década de 1980. Mas hoje está parcialmente fechado para reformas e seu futuro é incerto. Para cientistas, a construção é vista como um dos principais equipamentos de pesquisas meteorológicas e espaciais do país. Há poucos como ele no mundo. Na América Latina, só há outro na Argentina. Importante não só para estudos na área da agronomia e previsão do tempo, o aparelho, segundo os cientistas, também é crucial como ferramenta para a educação de universitários, crianças e adolescentes em estudos sobre o clima e o espaço. Por outro lado, donos de terrenos que ficam dentro do raio de 2 km a partir do observatório o veem como obsoleto e um obstáculo ao desenvolvimento turístico da cidade. O motivo da discórdia passa por uma lei municipal prevê que nenhuma indústria ou imóvel com fins comerciais seja construído no local. O texto é baseado nos argumentos dos cientistas, que explicam que qualquer equipamento eletrônico ou que emita sinais de rádio causam interferências que prejudicam o desempenho do rádio-observatório. Eles dizem que até mesmo o simples ato de dar a partida em um carro, fazer uma ligação de celular ou usar um forno micro-ondas causam interferências no aparelho. Hoje, são proibidos até mesmo loteamentos desses terrenos para evitar que mais casas sejam erguidas e gerem, consequentemente, mais interferências. É permitida apenas a construção de uma casa para uso familiar por loteamento. Plano Diretor reaviva controvérsia Essa discussão voltou à tona com força porque a Prefeitura de Atibaia está desenvolvendo um novo Plano Diretor, que vai definir como o solo de cada região do município poderá ser usado nos próximos anos. Os moradores da região viram nesse processo uma oportunidade para pressionar a administração pública a afrouxar parte das restrições. Eles argumentam que a cidade cresceu muito nesses 47 anos e que desejam dar um caráter turístico para a região, construindo pousadas e outros equipamentos de pequeno impacto para atrair turistas à área de mata, vizinha não só do observatório, mas também de alguns dos principais pontos turísticos da região, como a Pedrinha e a Grota Funda – onde turistas costumam fazer trilhas e acampar. Moradores de Atibaia argumentam que construções de pequeno impacto, como pousadas, não afetariam funcionamento do observatório Reprodução/Mackenzie O arquiteto Allan Klauss Mezaros Bueno, de 36 anos, tem um terreno de 25 mil m² localizado a 1.500 metros do observatório, portanto, dentro da área com restrições. Ele diz que planeja construir uma pousada no local semelhante a uma que ele possui em Bom Jesus dos Perdões (a 76 km da capital). No terreno de Bueno, com área equivalente a dois campos e meio de futebol, há apenas uma casa térrea. "Hoje, o observatório não favorece o município em nada. Ele pode até ser usado para algum estudo que beneficie alguém, mas a cidade em si, não. Nenhum morador fala que quer ele aqui. A maioria, na verdade, tem dúvida se ele realmente funciona", afirmou. Uma das peças do observatório, que hoje passa por reforma antes de ser reativado por completo Reprodução/Mackenzie O arquiteto argumenta ainda que seu terreno fica atrás de uma montanha, sem contato visual com o observatório, e que os sinais emitidos por ele não atrapalhariam o funcionamento do aparelho. Cientistas ouvidos pela BBC News Brasil dizem que essas restrições são necessárias para permitir o pleno funcionamento do aparelho. A manutenção do observatório é feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), enquanto a universidade Mackenzie fornece mão de obra para a operação. A reportagem teve acesso a cartas de instituições internacionais que reforcem a importância do observatório e fazem uma campanha para que ele volte a funcionar o quanto antes. Entre os autores desses textos, estão um cientista da Nasa (a agência espacial americana), a diretora do rádio-observatório de Nançay, na França, e o diretor do Laboratório de Física Solar da Academia de Ciências da China. Mensagem enviada por cientista da Nasa para parabenizar e dizer o quão relevante é a reativação do rádio-observatório BBC Brasil Expansão urbana A presidente da Comissão de Coordenação para Revisão e Atualização do Plano Diretor, Viviane Cocco, disse que deve concluir a primeira proposta do novo zoneamento em setembro de 2019, antes de colocá-la em votação. O estudo foi iniciado em 2018, com levantamento de dados e realização de 20 plenárias para ouvir a população. O Plano Diretor por si só não trata de questões específicas de zoneamento. Por isso, após sua aprovação, a prefeitura deve implantar uma nova lei de Uso e Ocupação do Solo e, segundo ela, criar uma Zona Especial de Pesquisa Científica no local. Isso vai definir regras para monitoramento, fiscalização e sanções administrativas para quem não respeitar estas regras. À frente da elaboração do Plano Diretor, Viviane Cocco disse que primeira proposta do projeto deve ser concluída em setembro de 2019 Divulgação/Mackenzie "Entendemos que a manutenção do rádio-observatório é de suma importância, considerando que possui pesquisas pioneiras em sua área e é base para inúmeras pesquisas científicas relacionadas aos sinais de rádio emitido por corpos celestes e até de galáxias distantes. E, para que funcione bem, ele necessita de uma área de abrangência livre de interferências elétricas. O que nos cabe no momento, na revisão do Plano Diretor, é respeitar o raio da área de silêncio elétrico, conforme a legislação de 1972", afirmou Cocco. A prefeitura está em contato com pesquisadores do Mackenzie e do Inpe para discutir como fazer a gestão do uso do solo no entorno do rádio-observatório. É possível até mesmo que a prefeitura determine regras ainda mais restritivas que as atuais para a ocupação do solo na região do observatório. Os cientistas ouvidos pela reportagem disseram que esse tipo de "poluição" causada pelas moradias e população próxima prejudica, e muito, a precisão das observações. Por outro lado, eles disseram que há inclusive uma lei internacional da União Internacional de Telecomunicações – a agência da ONU especializada em tecnologias de informação e comunicação – que prevê esse isolamento ao redor dos observatórios. Caso haja uma tentativa de revogar a atual regra ou afrouxá-la, a comunidade científica pretende recorrer a órgãos internacionais. Um dos mais recentes estudos feitos pelo observatório foi publicado em 2015 sobre previsão de terremotos, com base em observações feitas desde o início da década de 1980. Nas palavras dos pesquisadores, "na época era uma heresia usar frequências tão altas. Todos os outros só observavam em ondas médias". Raio anticonstruções ao redor de rádio-observatório em Atibaia causa embate entre moradores e cientistas Reprodução/Mackenzie O observatório também foi importante para entender o clima espacial e seus efeitos nas telecomunicações. Ele é usado para entender o funcionamento das ondas do GPS, aprimorar os serviços de localização e carros autônomos. Também há um estudo em desenvolvimento sobre o uso de rotas polares, capazes de encurtar as durações das viagens. Essas rotas não são usadas porque a rediação recebida ao cruzar essas regiões ainda é desconhecida. 'Manter como está' O vereador de Atibaia Marcão do Itapetinga (PSB), que mora próximo do observatório, disse que foi conhecer o aparelho e conversou com especialistas para entender como ele funciona e qual sua importância. No ponto de vista dele, o argumento de que ele é obsoleto foi um "balão de ensaio jogado para tentar aumentar área da especulação." "Eu conversei com um encarregado e a posição dele foi bem dura. Na verdade, eles precisam aumentar esse raio de proteção. Se houver algum projeto ou tentativa de diminuir esse raio, nós vamos usar como argumento um decreto federal que prevê essa proteção. Mas a tendência é manter como está", afirmou em entrevista à BBC News Brasil. O vereador, que mora próximo ao raio de proteção, disse que passou uma tarde inteira aprendendo sobre o observatório, como sua importância para o agronegócio, a aviação e a previsão do tempo. O vereador disse que não há empreiteiras fazendo lobby ou pressão para reduzir o raio de ruído, ao contrário do que chegaram a suspeitar algumas pessoas interessadas em preservar a região. E ele disse ter chegado à conclusão de que o ideal é manter ou endurecer as regras de ruídos da região. Ele cita como exemplo um observatório semelhante localizado na Austrália, que é isolado por um raio de 140 km. Inviabilização do observatório O doutor em física e coordenador do Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica (CRAAM) da Universidade Mackenzie, Jean Pierre, afirmou que hoje há interferências no observatório e que uma redução do raio de proteção inviabilizaria seu funcionamento. "Hoje, atrapalha quando vamos observar fontes abaixo de 20º, por conta das montanhas. Mas a gente detecta todas as ondas dentro do raio e esses 2 km de proteção é para evitar ainda mais interferências", afirmou. O observatório teve suas atividades bastante reduzidas de 2014 a 2017. A interrupção ocorreu porque muitos técnicos e engenheiros se aposentaram no período e não foram substituídos. Hoje, ele está sendo revitalizado com o dinheiro investido e as novas contratações bancadas pelo convênio firmado entre o Inpe e a Universidade Mackenzie. A reforma no observatório ocorre principalmente para modernizar a estrutura. Cientistas explicam que a antena responsável pelas captações está funcionando, mas precisa ficar mais moderna. A Finlândia, que tem um aparelho igual o brasileiro, vai enviar um motor para equipar o instrumento brasileiro. A intenção é tornar o sistema mais compacto e moderno. A intenção dos cientistas é explorar o potencial acadêmico do observatório para a formação e treinamento de universitários e para uso do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP). Hoje, o Mackenzie paga os custos de um engenheiro e dois técnicos, enquanto o governo banca a operação. Veja Mais

O que está levando chefs argentinos a banir o salmão do cardápio

Glogo - Ciência Boicote tem três pilares: "cuidado com a saúde", "estímulo ao consumo de peixes argentinos" e a "proteção do canal de Beagle", na região da Patagônia. 'Com nossa decisão estamos contribuindo para alertar para a importância de manter o (canal de) Beagle', diz chef para parou de vender salmão em seu restaurante Pixabay Chefs argentinos de restaurantes famosos no país e no exterior decidiram tirar o salmão de seus cardápios, e o boicote tem três pilares: "cuidado com a saúde", "estímulo ao consumo de peixes argentinos" e a "proteção do canal de Beagle", na região da Patagônia. O canal, localizado no extremo sul da América do Sul, liga os oceanos Atlântico, na Argentina, e Pacífico, no Chile, é definido como "santuário de espécies marinhas" e foi motivo de disputas entre os dois países. Segundo especialistas, a produção de salmão em cativeiro tende a causar desequilíbrio ambiental. O boicote de cozinheiros argentinos surgiu depois que o Beagle passou a ser alvo de grandes produtoras do salmão de cativeiro, gerando um debate que levou à criação de um projeto de lei impedindo esse desembarque, de acordo com biólogos, ecologistas e economistas ouvidos pela BBC News Brasil. A criação de peixes de cativeiro no mar vem sofrendo vetos em diversas partes do mundo. Na Dinamarca, a ministra de Meio Ambiente, Lea Wermelin, defendeu nesta semana que a piscicultura não seja ampliada porque, segundo ela, a atividade prejudica o ambiente marinho – ela estima que o futuro desta produção seja em terra. Nos Estados Unidos, o governador de Washington, Jay Inslee, anunciou que restringirá os peixes de cativeiro, incluindo o salmão nas águas do Atlântico, a partir de 2025. Segundo ele, a atividade representa "um risco para o salmão natural". A medida foi tomada, segundo a imprensa local, depois da fuga de salmões de cativeiro na região. 'Fim do Mundo' A decisão de tirar o salmão de cardápios reúne cerca de 60 cozinheiros da Argentina. Famosa por programas na televisão e por prêmios internacionais, a chef Narda Lepes tem um restaurante em Buenos Aires e defende que o salmão possa ser substituído por peixes argentinos, como a truta patagônica, e produtos frescos. "Se a indústria de salmão desembarcar no canal do Beagle, seu ecossistema deve ser prejudicado", disse Lepes em entrevista à BBC News Brasil por telefone. Ela não oferece salmão no seu cardápio há mais de um ano. Os pescados são recomendáveis à saúde, porém a composição nutricional dos peixes criados em cativeiro depende da ração que é fornecida, diz especialista sobre o salmão de cativeiro Caroline Attwood/Unsplash Lepes afirma que o objetivo não é prejudicar a comunidade japonesa e os pequenos restaurantes de sushi, que tradicionalmente usam esse peixe, "mas devemos estar alertas e informados com o que comemos e como protegemos nosso meio ambiente". O cozinheiro Francis Mallmann, que tem dez restaurantes na Argentina, no Uruguai e nos Estados Unidos, decidiu excluir o salmão da carta há cerca de três meses. "Nos últimos 30 anos, cozinhamos milhares de salmões. Há dois ou três anos começamos a escutar um zunzunzum sobre alguns problemas no Chile e a questão dos antibióticos (dados a salmões de cativeiro). Acho que nunca é tarde para fazer mudanças e começar de novo." O chef afirmou ainda que se "informou muito" sobre o "impacto da indústria do salmão de cativeiro" e que sua "intenção é colocar um freio não só no Beagle", mas "em todos os lugares". Como Narda, Mallmann afirmou que passou a preferir outros peixes presentes na costa argentina, como a merluza e o cherne, ou "peixes selvagens" de outras regiões, onde estão seus restaurantes. "Não acho que meus clientes sintam saudades do salmão." Dono do restaurante mais antigo de Ushuaia, Lino Adillón afirmou que esse salmão de cativeiro poderia afetar o habitat de outras espécies locais, como a santola, um dos símbolos marinhos da região, já que o rompimento das jaulas de cativeiro vem levando à fuga destes peixes. Chef Lino Adillón, com um salmão natural e um de cativeiro, para mostrar as cores diferentes Marcia Carmo/BBC NEWS BRASIL Cativeiro x selvagem Segundo o biólogo argentino Gustavo Lovrich, há salmão natural em poucas partes do mundo, a exemplo do Alaska e do Mar do Norte, mas a produção em cativeiro superou a pesca natural e passou a liderar esse segmento. Para especialistas, a salmonicultura pode ter ajudado a preservação dos estoques naturais de salmão, já que reduziu a pressão da demanda. A ração usada no cativeiro é feita a partir de resíduos do processamento de peixes capturados para esse fim. Há também uso de antibiótico e de corante sintético ou natural, este produzido a partir de compostos carotenoides (pigmentos naturais encontrados em alimentos como a cenoura). Os principais mercados consumidores são Japão, União Europeia e América do Norte. A produção total chega a 1 milhão de toneladas. No Brasil, o consumo de salmão se popularizou ao longo dos últimos anos devido ao aumento da criação do peixe no Chile. Em 2006, o Brasil importava 10 mil toneladas do peixe do país vizinho. Dez anos depois, passaram a 80 mil. A importação levou a uma redução do preço e propiciou um aumento significativo do consumo de peixe no país, algo considerado positivo por especialistas do ponto de vista nutricional. Consumo recomendável A nutricionista brasileira Viviane Lansky, professora da área de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e consultora da Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), afirma que o consumo de salmão, sendo ou não de cativeiro, é recomendável. "Os pescados são recomendáveis à saúde, porém a composição nutricional dos peixes criados em cativeiro depende da ração que é fornecida (a eles), principalmente os teores de ômega 3. Isso quer dizer que o salmão de cativeiro poderá ter mais ou menos ômega 3 que o salmão selvagem, dependendo da composição da ração", disse Lansky. Segundo ela, "animais de cativeiro podem conter resíduos de antibióticos e outras substâncias, mas os produtores devem seguir as regulamentações específicas para que não haja risco a saúde do consumidor". Por sua vez, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou que o produto importado só é liberado para a comercialização no Brasil após cumprir exigências, como o registro do "processo de fabricação e ingredientes, além do rotulo a ser utilizado no Brasil" e "avaliações de higiene e de transporte". 'Chefs de Nova York estão felizes com o salmão' Em entrevista pelo telefone, o presidente da câmara do setor no Chile rechaçou qualquer efeitos nocivos do produto à saúde. "Os chefs de Nova York estão felizes com o salmão. Sabem que é um produto rico em proteína, com ômega 3 e baixos níveis de gordura. É um produto sustentável, mas os chefs de Buenos Aires o criticam. Talvez eles prefiram carne", disse o presidente da Salmón Chile, Arturo Clément. Segundo ele, o antibiótico é usado quando o peixe é pequeno, como prevenção contra vírus, mas quando o produto chega ao consumidor não possui antibiótico. "Nós realizamos mais de 60 mil testes por ano para garantir a qualidade e os cuidados necessários do salmão. Exportamos para mais de cem países e dentro das exigências internacionais", disse. Quando perguntado sobre o impacto negativo no oceano, apontado por biólogos, Clément respondeu que as jaulas (ou 'balsas jaulas' do cativeiro) são retiradas do lugar, periodicamente, para deixar o "mar descansar". O presidente da câmara chilena disse ainda que a polêmica com o Beagle não envolveu empresas chilenas – a imprensa local citou empresa da Noruega – e que também acha que o canal deve ser preservado para o turismo, por exemplo. No início deste mês, segundo a imprensa do sul da Argentina e do Chile, uma empresa norueguesa foi retirada de Puerto Williams que fica no território chileno, em frente a Ushuaia por descumprir com as exigências locais. Meio ambiente Segundo estudiosos, que participam do debate sobre a indústria de salmão, os cativeiros seriam uma ameaça ao ecossistema do canal de Beagle que tem águas pristinas, como disse o biólogo Gustavo Lovrich, do Centro Austral de Pesquisas Científicas (CADIC, na sigla em espanhol), em Ushuaia, capital da Terra do Fogo. "Os lobos marinhos são atraídos pelas jaulas, podem rompê-las e os salmões fugirem. Quando estão livres, os salmões competem pelos mesmos alimentos que os pinguins, como as sardinhas, por exemplo.", disse. Lovrich, disse ainda que o impacto ambiental do salmão envolve outros problemas. Para ele, tanto os resíduos sólidos, como restos de comida e fecais, como os líquidos, a urina (do salmão), afetariam a saúde do Canal de Beagle. O canal de Beagle, do lado argentino, onde chefs querem impedir o desembarque da indústria do salmão de cativeiro Marcia Carmo/BBC "Os sólidos se acumulam perto das jaulas e matam todos os animais que vivem no fundo. O fósforo e nitrogênio que a urina de tantos salmões juntos possuem atuam como fertilizantes para as algas e geram um desenvolvimento de algas tóxicas, como as ondas vermelhas", disse o biólogo. A ecologista Martina Sasso, diretora da ONG 'Sin Azul no hay verde' (Sem Azul não há verde), de proteção dos oceanos, disse que o movimento em defesa do Beagle, que conta com o apoio dos chefs argentinos, se justifica, entre outros motivos, "pela defesa das águas" do planeta e que é ali "o único lugar da Argentina onde a Cordilheira se junta com o mar e deve ser preservado". O professor de economia de desenvolvimento da Universidade Nacional de Terra do Fogo, Juan Ignacio García, acha que se esta indústria desembarcar ali, que é uma das escalas para a Antártida, e uma das maiores fontes de renda da província, seria "terrível". "Os números mostram que a geração de empregos seria muito baixa e ainda ameaçariam nossa economia", disse. "Como não temos esta produção e esta cultura, nos preocupamos com que a geração de emprego não seria para a Argentina, mas para o Chile, onde esta indústria existe", afirmou. Para García e para Lovrich, o respaldo dos cozinheiros contribui para a defesa do Beagle. Veja Mais

Como enviar e receber mensagens no Instagram Direct no seu navegador

Como enviar e receber mensagens no Instagram Direct no seu navegador

canaltech Embora poucos saibam, é possível enviar e receber mensagens no direct do Instagram pelo computador de maneira bem simples. A própria rede social proporciona essa facilidade para usuários do Windows e do MacOS. No entanto, vale ressaltar que as opções aqui apresentadas não se aplicam ao Instagram Web, mas sim a um aplicativo que pode ser adquirido facilmente na Microsoft Store ou até mesmo a outros apps que podem ser baixados no seu Mac. Dito isso, vamos às instruções: Para usar o Instagram Direct no seu Windows Primeiro, é necessário que o Windows utilizado no seu computador seja o 10. Para baixar o aplicativo do Instagram para computador, acesse a Microsoft Store. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Como usar o Instagram Direct no seu navegador / Captura de tela: Ariane Velasco Depois, busque por Instagram. O app deverá aparecer nas opções de download. Como usar o Instagram Direct no seu navegador / Captura de tela: Ariane Velasco Baixe o aplicativo clicando sobre ele e, em seguida, em “Obter”. Depois, faça login na sua conta normalmente, assim como é feito no celular. Em seguida, basta clicar sobre o símbolo do Direct, que estará na mesma posição do app de celular. Como usar o Instagram Direct no seu navegador / Captura de tela: Ariane Velasco Pronto! Você poderá utilizar o Instagram Direct no PC normalmente. Além de acessar o seu Instagram Direct pelo computador, o Instagram para Windows permite também postar fotos, vídeos, stories, ver os perfis dos seus amigos e utilizar todas as funções que o aplicativo mobile permite. Caso você seja do tipo que utiliza mais o computador e não fique muito no celular, vale a pena baixá-lo. Para usar o Instagram Direct no seu Mac Caso você tenha um Mac e também queira acessar o Instagram Direct através dele, é possível contar com um aplicativo específico: o Flume. Embora seu download seja gratuito, ele permite um período de teste de somente 7 dias. Após esse período, o valor de R$15 por mês será cobrado. Para baixar o Flume no seu Mac, acesse o site e clique na opção “download”. Como usar o Instagram Direct no Mac OS - Flume / Captura de tela: Ariane Velasco Outros aplicativos Caso você queira ter acesso a ainda mais recursos do Instagram através do seu computador, vale a pena baixar aplicativos como o BlueStacks e o ARC Welder, emuladores que podem ser baixados no Chrome e rodam todos os aplicativos do Android no seu computador. Para baixar o BlueStacks, basta acessar o site e clicar em “baixe o BlueStacks”. Uma vez que você tenha feito isso, permita que o aplicativo faça alterações no seu computador e, em seguida, clique em “Instalar agora”. Como usar o Instagram Direct no seu navegador - BlueStacks 4 / Captura de tela: Ariane Velasco Depois, basta seguir as instruções do aplicativo e ele será instalado no seu computador. Através dele será possível ter acesso a qualquer aplicativo Android direto da tela do seu PC. Como baixar o ACR Welder Já, para fazer o download do ACR Welder, é necessário acessar a página da extensão na Web Store do Google Chrome. Em seguida, clique sobre “usar no Chrome” e “adicionar aplicativo”. Como usar o Instagram Direct no seu navegador -ACR Welder / Captura de tela: Ariane Velasco Uma vez que você tenha baixado o ACR Welder no seu computador, será possível baixar vários aplicativos Android e prepará-los através da extensão. Para isso, você deve: Abra o ARC Welder no launcher de apps do Chrome; Clique em “Add APK” e selecione o aplicativo Android que você deseja rodar na extensão (vale salientar que você já deverá ter baixado o aplicativo em formato APK anteriormente); Escolha as suas configurações (formato de dispositivo, acesso ao clipboard, entre outras) e clique em “launch app”. Pronto! O seu aplicativo Android poderá ser utilizado no Chrome e você pode utilizar o Instagram Direct no navegador do Google. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Por causa de um número, nossa compreensão sobre o universo pode estar errada Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Golpistas nigerianos são presos após roubo de US$ 6 milhões em fraudes Veja Mais

Nº de fiscalizações de trabalho infantil é o 2º menor registrado nos últimos 10 anos

G1 Economia Dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação mostram que o número de fiscalizações para o combate ao trabalho infantil caiu em 2019, assim como o número de crianças encontradas em condições de trabalho infantil. De janeiro a julho deste ano, a Secretaria de Inspeção do Trabalho fez 361 fiscalizações para o combate ao trabalho infantil. Esse número é o segundo menor registrado nos últimos 10 anos. Os estados com menos ações neste ano foram Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí. Segundo os dados, não houve fiscalização neste ano no Acre e no Espírito Santo. No mesmo período de 2018, por exemplo, foram 432 fiscalizações de trabalho infantil. Isso significa, portanto, que houve uma queda de 16,4% no número de fiscalizações em um ano. O ano com o maior número de inspeções nos últimos 10 anos foi 2011. Foram 1.221 inspeções naquele ano. Já o menor número foi registrado em 2016 – 188 inspeções. Os dados foram conseguidos via Lei de Acesso à Informação e são os mais recentes enviados pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, ligada ao Ministério da Economia. O levantamento não considera os dados das fiscalizações da Lei de Aprendizagem, que abrange adolescentes a partir de 14 anos. Números do trabalho infantil no Brasil: dados são de janeiro a julho de cada ano Rodrigo Cunha / G1 O número de crianças encontradas em situação de trabalho infantil também caiu: 652 crianças de janeiro a julho de 2019. Nesse intervalo de 2018, foram 1.165 crianças. O menor número foi registrado em 2016: 582. Neste ano, de janeiro a julho, não houve fiscalização para o combate ao trabalho infantil no Acre e no Espírito Santo. Já no Tocantins e na Paraíba houve apenas uma ação fiscal. A lista de estados com mais fiscalizações em 2019 é liderada por Mato Grosso do Sul: 56 operações – o equivalente a 15,5% do total. Em seguida, vêm Minas Gerais e São Paulo, com 40 e 32 fiscalizações, respectivamente. Em nota, a Secretaria de Inspeção do Trabalho diz que houve uma greve de auditores, profissionais envolvidos nas fiscalizações, em 2016 e que "todos os projetos tiveram redução nesse período como consequência". Para a secretaria, porém, os dados de 2019 "não indicam valores discrepantes em relação a outros anos". Combate ao trabalho infantil Para Roselaine Bonfim de Almeida, professora de economia da Universidade Federal da Grande Dourados, que escreveu uma tese de doutorado sobre o efeito das fiscalizações do trabalho para a redução do trabalho infantil no Brasil, as fiscalizações são um dos elementos importantes para combater o trabalho infantil. Segundo ela, o tamanho da equipe de auditores fiscais e também a distância até o local da fiscalização são fatores decisivos para calcular a probabilidade de haver uma fiscalização em determinado lugar. A professora lembra ainda que o trabalho infantil está relacionado à pobreza, à escolaridade dos pais, à composição da família, à idade em que os pais começaram a trabalhar, entre outros. “A gente não vai conseguir resolver esse problema enquanto a gente não resolver outros problemas no nosso país, como a questão da distribuição de renda – um dos principais determinantes é a pobreza – e a escolaridade dos pais. Há indícios de que quanto maior a escolaridade dos pais menor é a probabilidade de trabalho infantil”, diz a professora. Durante fiscalização, MPT flagra trabalho infantil no Mercado da Produção, em Maceió (AL), em 2016 Ascom/ MPT A secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Isa Oliveira, afirma que a redução do número de fiscalizações pode estar relacionada à contenção de recursos para essa atividade na Secretaria de Inspeção do Trabalho. Para ela, a falta de fiscalização pode trazer prejuízos, já que a fiscalização é “uma estratégia importante” para o combate ao trabalho infantil. Segundo dados da Secretaria de Orçamento de Federal (SOF), a dotação atualizada para a fiscalização de obrigações trabalhistas e inspeção em segurança foi de R$ 8,3 milhões em 2018. Já para 2019 esse valor é de R$ 3,3 milhões – 60,6% menor do que o ano anterior. Isa Oliveira acrescenta ainda que o Brasil assumiu o compromisso de eliminar todas as formas de trabalho infantil até 2025 ao ratificar convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ela lembra que o compromisso está dentro de uma agenda que também envolve o combate à pobreza e à desigualdade, além de melhorias em educação e saúde. “O maior percentual de crianças em trabalho infantil é de meninos. Quando analisado, porém, apenas o recorte de trabalho infantil doméstico, mais de 93% são meninas. A maioria das crianças em trabalho infantil (65%) é negra. ⅓ do trabalho infantil está no campo e ⅔ estão na cidade. Esses recortes são importante para as políticas públicas, para fornecer subsídios para aqueles que tomam as decisões”, afirma a secretária executiva do FNPETI. Já a socióloga Graça Gadelha, especialista da Rede Peteca, plataforma que apresenta informações sobre os direitos da criança e do adolescente e a erradicação do trabalho infantil, lamenta que a política da infância e da adolescência não é mais uma prioridade e diz que faltam recursos em áreas estratégicas da educação e dos direitos sociais. Ela destaca ainda que, sem bases de dados que reúnam informações sobre o assunto, o governo não conseguirá elaborar e executar políticas públicas de enfrentamento ao trabalho infantil. O que é trabalho infantil O trabalho infantil é caracterizado pelo trabalho feito por crianças com idade inferior à mínima para a entrada no mercado de trabalho. No Brasil, o trabalho é permitido a partir dos 14 anos apenas como aprendiz, seguindo o que é determinado na Lei de Aprendizagem. Já o trabalho é permitido a partir dos 16 anos, exceto nos caso de trabalho noturno, perigoso ou insalubre. Nesses casos, a idade mínima é 18 anos. O Brasil assinou convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que estabelecem regras e compromissos para desenvolver ações e legislações com o objetivo de acabar com o trabalho infantil. A OIT reforça que o trabalho infantil é ilegal e priva crianças e adolescentes de uma infância normal, além de impedi-los de frequentar a escola, estudar normalmente e desenvolver de maneira saudável todas as suas capacidades e habilidades. O trabalho infantil no Brasil Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, havia 1,8 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil em 2016. Esse é o dado oficial mais recente divulgado. Para o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), porém, esse número é maior. A secretária executiva do fórum, Isa Oliveira, afirma que esse número da Pnad Contínua de 2016 não inclui ainda as crianças que estão em condições de trabalho infantil pelas ocupações “produção para o próprio consumo” e “na construção para próprio uso”, quando as crianças precisam trabalhar para se alimentar ou ainda ficam encarregadas de reparos e construções, muitas vezes na residência da própria família. Se esses dados fossem considerados, afirma Isa Oliveira, é possível dizer que havia cerca de 2,4 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em trabalho infantil no Brasil em 2016. Fiscalização contra o trabalho infantil A Secretaria de Inspeção do Trabalho afirma que as fiscalizações de combate ao trabalho infantil são obrigatórias em todas as unidades regionais e que há um coordenador especificamente designado para o tema em cada estado. Também é feito, segundo a secretaria, um planejamento nacional em que são definidas metas de ações por estado e cada coordenador regional define as estratégias e o planejamento estadual para realização do quantitativo de ações determinado. Durante a fiscalização para o combate ao trabalho infantil, o auditor verifica as condições do ambiente de trabalho, além de entrevistar eventuais crianças/adolescentes encontrados e o eventual empregador encontrado. O auditor também preenche a documentação pertinente e entrega notificações para providências específicas. Quando há caso de afastamento do trabalho, o auditor estabelece o pagamento das verbas rescisórias pertinentes, lavra os autos de infração cabíveis e realiza os devidos encaminhamentos das informações a outros entes da rede de proteção (conselhos tutelares, assistência social, Ministério Público e outros órgãos que entender necessários). Toda fiscalização produz um relatório de inspeção como procedimento padrão. Esses relatórios são feitos online e seus dados são são registrados no Sistema Federal de Inspeção do Trabalho (Sfitweb). O Sfitweb foi instituído em dezembro de 2016 e sistematizou informações sobre as fiscalizações. Segundo a secretaria, os dados desses relatórios são consolidados e servem como fonte de informações para consultas futuras. Bolsonaro e trabalho infantil Em uma transmissão ao vivo, em 4 de julho deste ano, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que trabalhou em uma fazenda aos 9, 10 anos em uma plantação de milho em Eldorado, em São Paulo, e que “não foi prejudicado em nada”. Bolsonaro também disse que “o trabalho dignifica o homem, a mulher, não interessa a idade” e que não vai apresentar projeto para descriminalizar o trabalho infantil “porque seria massacrado”. “Quando um moleque de 9, 10 anos vai trabalhar em algum lugar está cheio de gente aí dizendo que é trabalho escravo, não sei o quê, trabalho infantil. Agora, quando está fumando em um paralelepípedo de crack, ninguém fala nada. Então o trabalho não atrapalha a vida de ninguém.” No dia seguinte, porém, Bolsonaro voltou atrás e afirmou que não defende o trabalho infantil. Ele disse que usou o próprio exemplo para afirmar que o trabalho "enobrece todo mundo e se aprende a dar valor ao dinheiro desde cedo quando se trabalha". "Trabalhei desde os 8 anos de idade plantando milho, colhendo banana, com caixa de banana nas costas com 10 anos de idade e estudava. E hoje sou quem sou. Isso não é demagogia. Isso é verdade", afirmou. Veja Mais

Comitiva de ministros vai à Amazônia se reunir com governadores

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A multimilionária que vendia cachorro-quente e hoje aconselha ricos

G1 Economia Laila Pence fugiu da guerra no Egito e, após enfrentar uma série de desafios, se tornou uma empresária de sucesso na área de finanças nos EUA. Laila Pence nasceu no Egito e viveu os horrores da Guerra dos Seis Dias Divulgação/Laila Pence A família Ibrahim havia voltado às pressas para casa, ao lado do Canal do Suez, no Egito, quando as bombas começaram a cair. Isso aconteceu em 1967, quando estourou a Guerra dos Seis Dias, conflito que uniu Egito, Jordânia e Síria contra Israel. Laila, que tinha 12 anos à época, conta que antes do início do conflito sua família "levava uma vida maravilhosa" em uma "casa muito bonita". Até o dia em que, durante o café da manhã, ouviram o som desconhecido de uma sirene de ataque aéreo e fugiram imediatamente. Mais tarde, se arriscaram a voltar para casa e pegar algumas mudas de roupa, mas assim que estavam saindo da propriedade, a sirene tocou novamente, e eles ouviram o barulho de uma bomba caindo. "A bomba caiu no quarto em que eu estava", diz Laila. "Destruiu a casa." A família Ibrahim - Laila, seus pais e suas três irmãs mais velhas - conseguiu se afastar o suficiente para escapar ilesa, mas "perdeu quase tudo". Tema de episódio recente da série semanal da BBC "The Boss", sobre diferentes líderes empresariais ao redor do mundo, Laila Pence (nome de casada) é hoje uma consultora financeira multimilionária de Los Angeles, nos EUA. Destemor como consequência Ao fazer uma retrospectiva, Laila diz que o terror que viveu na infância a ajudou a vencer na vida, uma vez que a tornou destemida. "Uma vez que você perdeu tudo, não há nada a temer." Após o bombardeio, ela se mudou para o Cairo com a família, mas acharam a cidade muito tumultuada e complexa. Os pais de Laila perceberam então que precisavam recomeçar do zero, e decidiram emigrar para os EUA. O pai dela era banqueiro e, como tinha amigos e colegas em Nova York, deram início ao processo de visto para se instalar lá. Mas a mudança não foi tão simples - um mês antes da data prevista para embarcar, ele quebrou a perna. Foi decidido então que Laila e a mãe iriam na frente sozinhas, pois havia a preocupação de o visto delas expirar até o pai se recuperar. Ele acabou se juntando a elas um ano e meio depois, enquanto as três irmãs mais velhas decidiram permanecer no Egito. Quando jovem, Laila diz que teve dificuldade para se adaptar ao inverno frio de Nova York Divulgação/Laila Pence Quando Laila e a mãe chegaram em Staten Island, um dos cinco distritos da cidade de Nova York, se depararam com desafios que nunca poderiam imaginar. Nem ela nem a mãe falavam inglês e, com pouco dinheiro, tiveram inicialmente que dividir um quarto com uma família porto-riquenha. Laila também teve que aprender a lidar com o frio do inverno de Nova York, principalmente durante o trajeto para a escola. "Não sentia minha orelha, meus dedos do pé, enquanto esperava o ônibus da escola, por causa do clima." Cachorro-quente na balsa Na escola, Laila fez um amigo que também era egípcio, e este colega a ajudou a conseguir um trabalho depois da aula - vendendo cachorro-quente na balsa de Staten Island. As balsas levam trabalhadores de Staten Island até seus empregos em Wall Street e outros lugares de Manhattan. E os transportam de volta no fim do dia. "Depois das cinco horas, eles vinham correndo em direção à praça de alimentação [da embarcação]", recorda-se. Durante a viagem de 25 minutos de volta a Staten Island, Laila teve que se virar para servir os cachorros-quentes e knishes (bolinho de origem judaica) aos passageiros. "Eu nem sabia o que era um knish", ri. Mas aprendeu a servir rapidamente, com um sorriso no rosto. O trabalho, que rendia cerca de US$ 3 por hora, ajudava a família a pagar o aluguel. Laila avalia que também foi uma boa escola para sua subsequente carreira em finanças, uma vez que aprendeu a importância de cuidar sempre dos clientes. "Me ensinou a como servir, e o que preciso fazer depois", diz ela. Primeiro investidor Quando terminou a escola, Laila atravessou os EUA para estudar economia na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ela diz que se adaptou mais ao clima quente durante o ano todo do que ao clima rigoroso de Nova York. Para pagar pelos estudos, ela trabalhou como garçonete e começou a aprender as manhas do planejamento financeiro. No último ano da universidade, conquistou seu primeiro cliente, que deu US$ 20 mil para ela investir. "Eu estava tão animada que não consegui dormir a noite toda", diz ela. "Não podia acreditar que alguém confiaria US$ 20 mil do seu dinheiro suado a mim." Ela só estava no país há oito anos na época. Laila Pence denuncia machismo no mundo dos negócios Divulgação/Laila Pence O primeiro cliente de Laila a recompensou com um relacionamento profissional de longa data. "Ele foi meu cliente por 17 anos, até falecer", afirma. Depois da universidade, Laila se casou com um homem chamado Dryden Pence e, em 1980, abriram juntos uma empresa de consultoria financeira - a Pence Wealth Management. A princípio, Laila realizava seminários várias vezes por semana para construir sua base de clientes. Ela diz que foi forte o suficiente para ignorar todas as demonstrações de chauvinismo que enfrentou. "Tenho a pele escura, sou estrangeira e sou mulher. Três golpes, certo?", diz rindo. "De alguma forma, não deixei isso me impedir. Esta era a terra da oportunidade. [Em última análise], acho que as pessoas sabem dizer quando alguém é honesto." Machismo como obstáculo Mas o sexismo que ela enfrentava não terminou na década de 1980. Isso ficou claro quando Laila engravidou em 2002. "Um homem disse que ia fechar a conta porque eu estaria muito ocupada cuidando do meu filho ", diz. Laila conta que perguntou ao marido se ele achava que ela perderia mais clientes durante a gravidez. "Ele disse para mim: 'Qualquer um que tiver esse tipo de atitude realmente não deveria ser seu cliente'." Após quase quatro décadas de trabalho árduo, a empresa de Laila e Dryden possui hoje 1.500 clientes e mais de US$ 1,5 bilhão em fundos sob sua administração. Enquanto isso, Laila aparece em quarto lugar no ranking da revista Forbes das principais consultoras financeiras do sexo feminino nos EUA. Laila Pence continua a administrar a empresa com o marido Divulgação/Laila Pence Allyson Zimmermann, diretora-executiva da Catalyst, organização de pesquisa global que oferece consultoria a empresas sobre como promover a igualdade de gênero nos ambientes de trabalho, destaca que as mulheres ainda enfrentam muitos desafios no setor financeiro. "Um dos principais desafios que vemos é que com frequência as mulheres têm que comprovar desempenho, enquanto os homens são promovidos com base no potencial", diz Zimmermann. Embora Laila leve uma vida confortável no sul da Califórnia, ela ainda arranja tempo para voltar ao Egito e fazer doações para uma série de instituições de caridade do país. Dois anos atrás, ela recebeu um prêmio por suas conquistas ao participar de uma conferência no Cairo chamada Egyptian Woman Can. O evento debateu maneiras de oferecer mais apoio às mulheres egípcias. Veja Mais

Banco Central da Argentina limita compra de moeda estrangeira após queda do peso

G1 Economia Medida ocorre em meio a turbulências no mercado financeiro, com investidores repercutindo notícias sobre as eleições e plano para alongar dívida. Banco Central da Argentina Ronaldo Schemidt / AFP O governo da Argentina autorizou o Banco Central a restringir compras de moeda estrangeira, segundo decreto publicado no Diário Oficial neste domingo (1º). O decreto inclui grandes exportadores, que precisarão de permissão do banco central para acessar o mercado de moeda estrangeira e fazer transferências para o exterior. Preços de ativos da Argentina caem e risco-país dispara "Dados vários fatores que impactaram a evolução da economia argentina e a incerteza nos mercados financeiros, o executivo precisou adotar uma série de medidas extraordinárias com vistas a assegurar o funcionamento normal da economia, manter o nível de atividade e emprego e proteger consumidores", afirmou o decreto. A medida é um passo adicional do banco central, que já havia anunciado na sexta-feira (30) que bancos precisarão buscar autorização prévia antes de distribuir seus lucros, o que visa "evitar qualquer falta de recursos" e garantir a liquidez do sistema financeiro do país. Alguns economistas do setor privado disseram que a política anunciada na sexta-feira, que pode limitar a disponibilidade de moeda forte para instituições financeiras, parece um retorno aos controles de capital na terceira maior economia da América Latina. O governo da Argentina e seu banco central estão desesperadamente tentando estabilizar a economia após os resultados de uma eleição primária em 11 de agosto terem gerado um caos nos mercados de títulos e ações do país, desvalorizando fortemente o peso. O anúncio de um plano para alongar a dívida argentina também repercute nos mercados, e levou ao rebaixamento da nota do país por agências de risco. Na semana passada, o risco-país explodiu para níveis não vistos desde 2005, enquanto a moeda local ampliou sua perda até o momento no ano para 36%. Argentina pede prazo maior para pagar empréstimos com FMI e credores privados Dólar disparando, juros altos, temores sobre inflação e acordo com FMI: entenda a crise na Argentina O candidato peronista de centro-esquerda Alberto Fernandez conquistou liderança acima do esperado nas primárias sobre o atual presidente pró-mercado Mauricio Macri, causando temores no mercado sobre um possível retorno às políticas intervencionistas da ex-presidente Cristina Fernandez de Kirchner, candidata a vice-presidente de Fernandez. Fernandez é agora o principal favorito nas eleições presidenciais da Argentina que acontecem em outubro. O banco central gastou quase US$ 1 bilhão em reservas desde quarta-feira, em um esforço para sustentar o peso. Veja Mais

MIT cria sensor submarino que gera sua própria energia para funcionar

MIT cria sensor submarino que gera sua própria energia para funcionar

Tecmundo Um sensor submarino que não precisa de bateria, inventado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology, pode ser a chave para a exploração tanto das profundezas dos oceanos da Terra como dos mares  de Titã, uma das luas de Saturno. Por aqui, os pesquisadores pretendem construir uma rede submersa de sensores interconectados que enviam dados à superfície – uma “internet das coisas” subaquática.O novo sensor transmite dados absorvendo ou refletindo ondas sonoras e, simultaneamente, armazena energia (a piezoeletricidade é a capacidade de alguns cristais gerarem tensão elétrica por resposta a uma pressão mecânica)Leia mais... Veja Mais

Bienal do Livro do Rio: painéis e estandes disputam selfies; veja galeria

G1 Pop & Arte Leitores tiram fotos em cenários de sagas ou com personagens favoritos. Visitantes da Bienal fazem fila para tirar selfie no grafite de Rafa Moon, no Pavilhão das Artes Reprodução Turbilhões de página, tetos de livros coloridos e cenários de histórias são um prato cheio para quem quer registrar presença na Bienal do Livro. No primeiro fim de semana da feira literária do Riocentro, painéis e estandes serviram de fundo para selfies. Como chegar, onde comprar ingresso: o serviço da Bienal Veja destaques da programação infantil Confira dez encontros para jovens leitores Quiz: você é assíduo da Bienal do Livro? Alguns dos destaques estão nas paredes – às vezes, ocupando todas elas. É o caso do painel em homenagem a Mauricio de Sousa, que abriu a Bienal na última sexta (30), ou do grafite de asas de Rafa Moon. Há ainda os cenários de best-sellers, como o Trono de Ferro de “Game of Thrones” ou o pisca-pisca de “Strange Things”. Estandes de editoras também são alvo de cliques. A Bienal do Livro do Rio vai até o próximo domingo (8). Painel em homenagem a Mauricio de Sousa foi autografado pelo autor Reprodução Estrutura com a hashtag também é alvo de cliques Reprodução 'Game of Thrones' marca presença com o Trono de Ferro Reprodução O quarto de Anne Frank foi remontado no Pavilhão Azul Reprodução A saga do 'Senhor dos Anéis' também marca presença Reprodução O painel de pisca-pisca de 'Stranger Things' Reprodução A Barraca do Beijo, da série de streaming Reprodução Painel da obra 'Da minha janela' Reprodução Visitante posa diante de turbilhão de livros Reprodução Teto de livros coloridos na Bienal Reprodução Parede de páginas no Pavilhão Azul da Bienal Reprodução Veja Mais

Trump impõe novas tarifas sobre produtos da China e acirra guerra comercial

G1 Economia O governo da China disse que os Estados Unidos podem enfrentar consequências se não encerrarem suas “ações erradas”. Donald Trump cumprimenta presidente da China Xi Jinping em imagem de novembro de 2017 Andrew Harnik/AP O presidente americano Donald Trump passou a impor neste domingo (1º) novas tarifas sobre produtos da China como ketchup, carne, linguiça, frutas, legumes, leite e queijos. As novas taxações também vão recair sobre artigos esportivos, instrumentos musicais, roupas esportivas e cadeirinhas infantis. São tarifas adicionais de 15% aplicadas sobre cerca de 300 bilhões de dólares em produtos importados que ainda não haviam sido penalizados. Elas entram em vigor a partir da 00:01 de domingo no horário local (01:01 de Brasília), conforme anunciado pelo representante comercial americano (USTR). A decisão faz parte da estratégia de pressão máxima sobre o mercado chinês, de modo a forçar Pequim a assinar um acordo comercial. O movimento de Trump foi uma resposta à China, que havia implementado tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos importados dos Estados Unidos, especialmente carne bovina e soja. Na sexta-feira (30), Trump disse em uma rede social que as tarifas atualmente em vigor sobre US$ 250 bilhões subirão de 25% para 30% a partir de 1º de outubro. Entenda a disputa Com o argumento de que busca proteger os produtores norte-americanos e reverter o déficit comercial que os Estados Unidos tem com a China, Trump vem anunciando desde 2018 tarifas sobre produtos importados do país asiático. O objetivo é dificultar a chegada de produtos chineses aos Estados Unidos, o que estimularia a produção interna. Desde então, foram feitas algumas tentativas de acordo, mas os rompimentos de tréguas com novos anúncios e ameaças de retaliações frustraram expectativas de solução. Em agosto, as tensões pioraram. A disputa passou dos anúncios e ameaças de tarifas sobre produtos importados para o campo cambial. Em reação a uma nova rodada de tarifas dos EUA, a China desvalorizou fortemente sua moeda, o iuan, e foi acusada de manipulação cambial. China afirma que EUA podem enfrentar consequências O governo da China disse neste sábado (24) que os Estados Unidos podem enfrentar consequências se não encerrarem suas “ações erradas”, após os americanos anunciarem aumento de tarifas sobre a importação de produtos chineses. Os comentários foram feitos do Ministério do Comércio da China, que afirmaram ainda que as atitudes dos Estados Unidos prejudicam o sistema de comércio mundial. "Esse protecionismo comercial unilateral e intimidador e a pressão máxima violam o consenso alcançado pelo chefe da China e dos Estados Unidos, violam o princípio do respeito mútuo e do benefício mútuo e danificam seriamente o sistema comercial multilateral e a ordem comercial internacional normal", disse ministério do comércio da China em um comunicado neste sábado. Veja Mais

Alice Caymmi confirma o grande momento da carreira na volta do show 'Electra' ao Rio

G1 Pop & Arte Cantora dedica música à escritora e atriz Fernanda Young em apresentação feita com o pianista João Rebouças. Teve a corda e teve a mesa com os habituais objetos cênicos postos sobre a mesa. Mas não deu para colocar no palco a escada idealizada pelo diretor Paulo Borges para a cenografia do show Electra. Só que na noite de sábado, 31 de agosto, ninguém na plateia da casa Manouche pareceu notar e ausência da escada e tampouco sentir falta do acessório cenográfico diante da grandeza do repertório e do canto de Alice Caymmi. Em contrapartida, foi claramente perceptível o virtuosismo do pianista João Rebouças, evidente sobretudo quando, em Iansã (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1971), o músico evocou uma batucada afro-brasileira nas teclas do piano. Rebouças substituiu o pianista original do recital teatral, Itamar Assiere, na cena de Electra, também dividida pela cantora carioca com o percussionista Filipe Castro. Cenários e músicos à parte, Alice Caymmi confirmou o excelente momento da carreira ao reapresentar o show Electra na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A cantora valorizou músicas como Agora (Ancora ancora ancora) (Cristiano Malgioglio e Gian Pietro Felisatti, 1978, em versão em português de Barbara Ohana e João Paulo Cuenca, 2018), Areia fina (Lucas Vasconcellos, 2012) – dedicada por Alice à escritora e atriz Fernanda Young (1970 – 2019), morta no domingo passado, 25 de agosto – e Fracassos (Raimundo Fagner, 1975) com interpretações precisas, lapidadas no ponto exato do drama. Veja Mais

Análise | Metal Wolf Chaos XD é vitamina de brucutu com robô gigante

Análise | Metal Wolf Chaos XD é vitamina de brucutu com robô gigante

canaltech Uma das desenvolvedoras mais prestigiadas da atualidade, a From Software é conhecida por ter mudado todo o panorama do cenário dos videogames desde que lançou no mercado o primeiro Dark Souls em 2011. Com a popularização do título, que se tornou uma espécie de padrão de qualidade para videogames, a empresa conseguiu criar um gênero próprio de RPGs, que é reconhecido por sua dificuldade extrema, narrativa rica, mas extremamente escondida, e que não se interessa nem um pouco em ajudar os jogadores a superar seus desafios. Mas essa identidade é algo bastante recente — principalmente considerando que ela foi fundada em 1986 como uma companhia que desenvolvia software de produtividade para aplicações comerciais e lançou seu primeiro jogo em 1994. Durante quase duas décadas, a From Software esteve longe de ser uma das maiores desenvolvedoras do mundo e possuir um estilo próprio que seria copiado por praticamente toda uma indústria, mas era uma das centenas de empresas medianas existentes no cenário mundial conhecida por produzir jogos de robôs gigantes. Antes de Demon’s Souls definir o futuro da From e dos videogames em geral, a companhia japonesa era mais conhecida pela franquia de jogos de mechs Armored Core, que fazia muito sucesso no Japão. Assim, antes de virar mainstream, a From Software era uma empresa muito diferente da gigante que fecha conferências ao anunciar um novo Dark Souls — e Metal Wolf Chaos XD é um belo retorno àquela época underground da empresa, quando ela só tocava em barzinhos para meia dúzia de pessoas e nem pensava em lotar estádios. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Conexão Japão/EUA Legendas e menus em português são uma das melhorias presentes em Metal Wolf Chaos XD (Captura: Rafael Rodrigues/Canaltech) A história do jogo começa em 2002, quando a Microsoft tentava emplacar no mercado o seu primeiro console de videogame: o Xbox. Por conta de Halo: Combat Evolved, o console estava vendendo bem nos Estados Unidos, mas ainda era completamente ignorado no Japão. Assim, a empresa entrou em contato com a From Software — que na época fazia um certo sucesso no Oriente com os jogos da série Armored Core — para desenvolver um jogo exclusivo para o Japão. O objetivo, claro, era chamar a atenção do público para o novo console. Foi assim que nasceu Metal Wolf Chaos. Ainda que o novo título da From devesse ser exclusivo para o Japão, o fato de o Xbox ter uma ligação muito forte com a Microsoft — na época, a maior empresa estadunidense do mundo — fez com que a trama do jogo seguisse um padrão de filme de ação de Hollywood. E é exatamente a trama um dos pontos de maior destaque do título — e que de certa forma nos faz lembrar de eventos recentes no Brasil. Aqui somos tragados para o meio de um golpe de estado, onde o vice-presidente dos Estados Unidos, com ajuda da mídia e do exército, toma o poder à força para “salvar o país”, e convence a opinião pública de que este golpe de estado é uma revolução. Mas, ao invés de simplesmente aceitar a derrota e fugir do país para não se tornar um prisioneiro político, o presidente Michael Wilson — personagem fictício que seria um parente direto de Woodrow Wilson, o presidente responsável pela entrada dos Estados Unidos nos conflitos da Primeira Guerra Mundial — não aceita a derrota e aproveita seus últimos momentos na Casa Branca para roubar o mech (robô gigante) mais avançado que o país possui e assume para si a tarefa de salvar o país com as próprias mãos.   Michael Wilson é um personagem impressionante, pois ele é o ápice do patriotismo americano exacerbado que nos é vendido há décadas pelos filmes, séries, jogos e praticamente qualquer produto cultural do país. Na figura do presidente que não é apenas o representante, mas o salvador de uma nação (pense, por exemplo, no filme Força Aérea Um), Wilson é o herói solitário, o único que conhece a verdade e que tem as habilidades para combater uma força tirânica que não quer o bem do país e que não irá fugir deste combate mesmo que esteja sozinho — pense em qualquer filme de brucutu dos anos 80 como Rambo, Braddock, Força Delta ou Desejo de Matar, e eleve o patriotismo dos protagonistas dessas obras à décima potência. Pronto, agora você tem uma ideia do que é a persona de Michael Wilson. Mas, ao mesmo tempo que o jogo é uma sátira das histórias de patriotismo americano exacerbado que nos são vendidas há décadas — seja na cultura do self made man, do “estilo de vida americano” e do que significa ser um patriota — a trama de Metal Wolf Chaos XD também é um chamativo para que pensemos a forma simplista com a qual nos esforçamos para enxergar o mundo. Duas narrativas parecidas, mas em espectros totalmente opostos, são mostradas aqui: enquanto o presidente Wilson se enxerga como o único salvador de um país que foi dominado pela ganância e sede por poder de um político menor, a opinião pública — ou seja, a população do país — enxerga um presidente louco que, após perder o poder, roubou o mais poderoso armamento militar do país e se tornou um verdadeiro terrorista no próprio país que havia jurado proteger, atacando os bons homens do exército que estão apenas obedecendo ordens, independentemente de quem esteja no comando. Metal Wolf Chaos XD nos coloca no papel do presidente que busca justiça com as próprias mãos (Captura: Rafael Rodrigues/Canaltech) Apesar de controlarmos o presidente Michael Wilson — o que faz dele o herói do jogo —, a realidade é que, ignorando a verve patriótica exacerbada do protagonista, não existe exatamente um vilão bem definido, pois cada lado da disputa se enxerga como o verdadeiro herói do país — e nenhum deles está realmente preocupado com a população que jura estar protegendo, pois quase todos os combates acontecem dentro de grandes centros urbanos, onde carros e prédios de pessoas comuns são explodidos a todo instante — o que possivelmente significa algumas centenas ou milhares de inocentes mortos a cada confronto pelo cargo de presidente. Mas, claro, Metal Wolf Chaos XD não se aprofunda — ou ao menos se interessa por mostrar — essas questões mais complexas, sendo talvez um dos melhores “jogos de brucutu” já feitos nesse sentido: você é o salvador da pátria e ele é o inimigo, toma aqui um robô gigante cheio de armas e nem perde tempo pensando nas complicações envolvidas nisso porque você precisa SALVAR A TERRA DA LIBERDADE!!!!!! Mechs, armas, ação As novas texturas aplicadas pela Devolver em Metal Wolf Chaos XD fazem com que o jogo não pareça algo que foi desenvolvido no começo dos anos 2000 (Captura: Rafael Rodrigues/Canaltech) Ao contrário dos jogos da franquia Dark Souls, Bloodborne ou Sekiro, que possuem comandos simples, mas que exigem horas de dedicação dos jogadores para se tornarem mestre nas mecânicas de jogo e aí sim conseguirem avançar, nada disso é exigido em Metal Wolf Chaos XD. Criado em uma época anterior ao sucesso do “gênero Souls”, o jogo possui mecânicas de gameplay muito simples. A única comparação dele com a série Souls é o fato de não existir um tutorial que “te pega pela mão” e te ensina o que faz cada botão, mas depois de cinco minutos apertando os botões do controle e vendo o que cada um faz já é o suficiente para que o jogador consiga derrotar exércitos sozinho sem muita dificuldade. É possível equipar até oito armas no mech (4 em cada braço), permitindo o uso de pistolas, rifles de assalto, espingardas e até mesmo armamentos ainda mais pesados, como lança-mísseis e lança-granadas. As mudanças de equipamentos são feitas em um menu de transição entre as fases, onde é possível não apenas equipar novas armas no mech, mas também investir o dinheiro obtido nas fases para pesquisar melhorias e desenvolver novas armas para o seu arsenal. O gameplay é bem simples, e basicamente te colocará para atirar em tudo o que se mexe no cenário (Captura: Rafael Rodrigues/Canaltech) As fases em si pouco trazem de novo, e são basicamente “labirintos” onde o objetivo é andar, atirar em tudo que se move, destruir alguns pontos específicos do mapa e então derrotar o chefão da fase para poder avançar para a próxima. Ainda que alguns desses chefões possam ser um pouco difíceis, eles nem de longe se assemelham à dificuldade presente em Dark Souls, o que é um alento para aqueles que, por mais que tentem, não possuem paciência e disciplina para jogos desse gênero. Talvez um dos maiores problemas de Metal Wolf Chaos XD seja o fato de ele ainda ser um jogo do primeiro Xbox. Ainda que a versão remasterizada traga algumas melhorias — como resolução maior, texturas e efeitos visuais atualizados e algumas pequenas mais relevantes melhorias do gameplay que tornam a movimentação menos travada, o que faz com que o jogo pareça que tenha sido desenvolvido para a atual geração de videogames e não está sendo rodado por um emulador —, ele ainda é um jogo muito simples e não possui as complexidades que se espera de qualquer título lançado para os videogames atuais. Assim, mesmo com todas as melhorias que fazem com que ele não se pareça com um jogo de 15 anos atrás, ao jogá-lo ainda fica claro que se trata de um título “da época do PS2” e possui diversas limitações que podem torná-lo pouco atrativo para quem espera uma experiência mais próxima aos dos jogos atuais. Volta às origens Mais do que um mergulho no passado recente, Metal Wolf Chaos XD é uma viagem às origens de uma das mais importantes desenvolvedoras de jogos da última década e nos ajuda a entender o quanto a From Software evoluiu desde a época que ela fazia jogos de robôs gigantes. Mas, ainda que a criação do “gênero Souls” tenha mudado a história da empresa, muitos fãs mais antigos não conseguiram acompanhar essa evolução, e Metal Wolf Chaos XD é uma ótima alternativa para os viúvos de Armored Core que sofrem com a falta de jogos de robô gigante decentes. Metal Wolf Chaos XD está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC. No Canaltech, o jogo foi testado na versão para o PS4 com uma cópia fornecida gentilmente pela Devolver Digital. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Uber pode estar cobrando dos motoristas uma porcentagem maior do que a divulgada Golpistas nigerianos são presos após roubo de US$ 6 milhões em fraudes Conheça o Brigie, primeiro aplicativo feito para intercâmbio na Austrália Lenovo revela quais smartphones serão exibidos no evento de 5 de setembro Confira os dois jogos grátis que podem ser baixados na PS Plus em setembro Veja Mais

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