Meu Feed

Últimos dias

"TEM MAIS PONTOS QUE BARCELONA E BAYERN": PVC compara Flamengo com europeus na última temporada

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Flamengo #CampeonatoBrasileiro #Futebol Veja Mais

WhatsApp: como recuperar um áudio que você apagou sem querer

WhatsApp: como recuperar um áudio que você apagou sem querer

Tecmundo Devido ao grande volume de mensagens que recebemos diariamente, é comum acabar perdendo e apagando sem querer algum arquivo importante, como um determinado áudio.Mas não é preciso se preocupar! É possível resgatar áudios apagados do WhatsApp, e vamos ensinar o passo a passo de como fazer isso nas diferentes situações que podem acontecer no seu dia a dia.Leia mais... Veja Mais

Como identificar o erro que provoca a 'Tela da Morte' no Windows?

G1 Economia Blog tira dúvidas também sobre como simplificar o download de fotos armazenadas no iCloud e sobre como excluir informações sincronizadas no Google Chrome. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Windows 10 conta com elaboração de relatório de erros. Shannon Stapleton / Reuters "Tela da Morte" no Windows Olá, Ronaldo! Você teria alguma dica para corrigir o erro que provoca a "Tela da Morte" no Windows? – Aderaldo Silva Olá, Aderaldo! O travamento do Windows que provoca o desligamento inesperado do PC, pode ter várias origens e soluções. Cada erro é apresentado na tela com um dos seguintes códigos: CRITICAL_PROCESS_DIED; SYSTEM_THREAD_EXCEPTION_NOT_HANDLED; IRQL_NOT_LESS_OR_EQUAL; VIDEO_TDR_TIMEOUT_DETECTED; PAGE_FAULT_IN_NONPAGED_AREA; SYSTEM_SERVICE_EXCEPTION; DPC_WATCHDOG_VIOLATION; Os códigos também pode ser exibidos em formato hexadecimal, como 0x0000000A, 0x0000003B, 0x000000EF, 0x00000133, 0x000000D1, 0x1000007E, 0xC000021A, 0x0000007B, 0xC000000F, entre outros. É possível usar um programa chamado WhoCrashed para fazer um diagnóstico completo e, ao término da varredura, obter um relatório contendo todos os erros encontrados. As informações apresentadas no relatório, como a origem do problema, vão servir de referência para avaliar qual é a correção mais apropriada. Se você estiver usando o Windows 10, a solução é ainda mais simples. A Microsoft liberou recentemente uma atualização com uma funcionalidade que resolve problemas do sistema. Por esse motivo a primeira medida a ser tomada será instalar todas as atualizações pendentes. Download de fotos no iCloud Oi, Ronaldo! Eu possuo milhares de fotos armazenadas no iCloud e gostaria de baixá-las no PC. Tentei usar o programa da Apple, mas o processo se sincronização falhou. Então repeti o processo acessando a página do iCloud, mas o arquivo baixado vem corrompido. Existe alguma maneira de simplificar o download de fotos armazenadas no iCloud? – Thaís Olá, Thaís! A sincronia de dados usando entre o iTunes e o iCloud funcionam, mas alguns usuários não se adaptam muito bem com o procedimento ou acham que ele demora muito. É possível recorrer a programas desenvolvidos por terceiros para realizar essa tarefa. A vantagem de usar um programa que não tenha sido desenvolvido pela Apple é conseguir uma interface simplificada durante o processo de importação dos arquivos. Você pode testar a importação das fotos do iCloud usando um programa chamado Aiseesoft FoneLab, disponível para download aqui. O programa oferece recursos para recuperação de fotos do iOS, backup do iTunes e backup do iCloud. Para usar o Aiseesoft FoneLab, siga os seguintes passos: Conecte o iPhone através do cabo USB e execute o programa; Selecione o aparelho como fonte de dados; Informe as credenciais de acesso do iCloud; Marque as extensões dos arquivos que serão salvos no PC e clique em avançar. Será possível pré-visualizar o conteúdo encontrado pelo programa, no entanto o processo de restauração só será concluído se for adquirida a licença de uso do programa. Informações sincronizadas no Google Chrome Oi, Ronaldo! Como eu faço para impedir que as informações no Google Chrome do meu computador pessoal sejam sincronizadas com o computador do trabalho? — Leandro Olá, Leandro! Para impedir que o Google Chrome faça isso, siga os passos descritos abaixo: Clique no atalho em forma de "três pontinhos" ou, se preferir, copie o link "chrome://settings" para acessar as configurações do navegador; Na parte superior da tela, em "Pessoas", clique em Desativar; Clique em sair, para desconectar a sua conta no Google Chrome. Pronto, os dados pessoais não serão mais sincronizados. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1 Veja Mais

Stellar em foco

R7 - Economia O desempenho da Stellar (XLM) nos últimos dois meses foi de grande flutuação de preço. Leia mais sobre a perda de tração dela aqui. Prevê-se que o mercado saia dessa fase em breve e o XLM se estabeleça em uma posição de preço menos volátil. Ontem, a Stellar foi negociada em alta de US$ 0,062770 […] Veja Mais

Robert Forster (Breaking Bad, El Camino, Jackie Brown) morre aos 78 anos

R7 - Música Mais um grande nome do entretenimento nos deixou. O ator Robert Forster, que chegou a concorrer a um Oscar pelo papel de Max Cherry em Jackie Brown, do aclamado diretor Quentin Tarantino, faleceu no dia 11 de Outubro. Tarantino, inclusive, escreveu o papel pensando em Forster. Além disso, o norte-americano nativo de Rochester, no estado de Nova Iorque, teve passagem marcante pela TV. Em Breaking Bad, ele atuou como Ed Galbraith e inclusive apareceu no novo filme El Camino, lançado no dia de sua morte. Mais ainda, trabalhou em vários filmes de David Lynch, como Cidade dos Sonhos e Eu, Eu Mesmo e Irene. Robert foi vítima de um câncer no cérebro e faleceu em sua própria casa em Los Angeles. As informações foram divulgadas pelo Hollywood Reporter. Homenagens a Robert Forster No Twitter, os ex-companheiros de trabalho de Forster prestaram homenagens. Bryan Cranston disse que nunca esqueceu 'quão bondoso e generoso ele foi com um jovem garoto começando em Hollywood', já que o conheceu no set do filme Alligator (1980). Quem também falou sobre Robert foi Aaron Paul. O Jesse Pinkman de Breaking Bad agradeceu pelo 'privilégio de conhecer esse belo homem e trabalhar ao seu lado' e declarou: 'você é e sempre será uma lenda'. Que descanse em paz. I’m saddened today by the news that Robert Forster has passed away. A lovely man and a consummate actor. I met him on the movie Alligator (pic) 40 years ago, and then again on BB. I never forgot how kind and generous he was to a young kid just starting out in Hollywood. RIP Bob. pic.twitter.com/HtunD0Fx6g — Bryan Cranston (@BryanCranston) 12 de outubro de 2019 I am heartbroken to hear the news of the passing of Robert Forster. My god. I had the privilege of knowing this beautiful man and working along side of him. A true gentleman that loved to act. I love you my friend. Thank you for loving me. You are and always will be a legend.  pic.twitter.com/CokPGjIDzU — Aaron Paul (@aaronpaul_8) 12 de outubro de 2019 Veja Mais

PAT de Americana tem 71 vagas de emprego abertas; veja a lista

G1 Economia Interessados devem fazer o cadastro pelo site da prefeitura. Profissionais podem buscar emprego no PAT de Americana. Mauricio Vieira/Secom/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Americana (SP) tem 71 vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (14). As oportunidades são para diversas áreas e incluem cargos para pessoa com deficiência (PCD). Confira a lista completa abaixo. Os interessados devem se candidatar pelo site da Prefeitura, com o cadastramento do currículo. O PAT fica localizado na Rua Anhanguera, número 16, no Centro cidade O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Veja as vagas disponíveis e os requisitos Ajudante de sistema de cronometragem - 1 vaga (necessário possuir moto) Ajudante de jardinagem - 2 vagas Analista de PCP - 1 vaga Auxiliar de confecção/passadoria industrial - 1 vaga Auxiliar de expedição - 1 vaga Chefe de turno - 1 vaga (necessário ensino superior na área têxtil) Consultor (a) comercial - 1 vaga (necessário ensino superior em logística, gestão comercial ou administração) Contramestre de Picanol Omni, ar e pinça - 1 vaga Costureira (o) de máquina reta, overloque e fechadeira - 3 vagas Costureira (o) de uniformes - 5 vagas (necessário ter experiência em máquina fechadeira de braço) Costureira (o) piloteira - 1 vaga Cozinheiro (a) - 2 vagas Cozinheiro (a) industrial - 1 vaga Eletricista industrial - 1 vaga Engrupador (a) de máquina Titan modelo 2000 - 1 vaga Engrupador (a) de tear Leonardo Vamatex - 1 vaga Engrupador (a) de teares Jacquard e Ratier - 1 vaga Estagiário (a) administrativo - 1 vaga Faturista - 1 vaga Faxineiro (a) - 1 vaga Instalador (a) de internet, TV a cabo e telefonia - 5 vagas Mecânico (a) de manutenção - 1 vaga (necessário curso de mecânica diesel) Oficial de cozinha - 2 vagas Monitor (a) de vídeos - 5 vagas Montador (a) de estruturas metálicas - 1 vaga Motorista carreteiro - 2 vagas Motorista carreteiro - 1 vaga Motorista carreteiro de veículos articulado, bitrem e rodotrem - 1 vaga Motorista carreteiro - 1 vaga (necessário curso de operador de guindaste) Operador (a) de produção - 10 vagas Operador (a) de torno/máquinas C - 1 vaga Revisor (a) tinto e cru - 1 vaga Separador (a) de materiais recicláveis - 1 vaga Soldador (a) - 1 vaga Técnico (a) em inspeção industrial - 1 vaga Técnico (a) em manutenção de plataformas aéreas - 1 vaga Técnico (a) em mecânica industrial - 1 vaga Vendedor (a) interno (a) - 1 vaga Vigia - 5 vagas Faxineiro (a) - 1 vaga (exclusiva para PCD) Veja mais vagas de emprego na região no G1 Campinas Veja Mais

11% dos trabalhadores que cursaram faculdade ganham até 1 salário mínimo

R7 - Economia Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.Entre abril e junho deste ano, eram 2,77 milhões de brasileiros nessa situação. É mais do que a população de Salvador e 1,07 milhão a mais de pessoas do que cinco anos antes, quando o País ainda não tinha entrado em recessão. Enquanto a crise foi se espalhando pelo mercado de trabalho, fechando vagas, aumentando a informalidade e reduzindo o rendimento das famílias, o número de graduados trabalhando por até um salário mínimo foi aumentando.A assistente comunitária Valdelice Lima Nery, de 44 anos, faz parte desse porcentual de profissionais. Formada em administração de empresas, em 2010, ela hoje trabalha por cerca de um salário, em um posto de saúde na zona oeste do Rio de Janeiro. "Mesmo empregada, fiz dois anos de cursinhos preparatórios para concursos, mas a quantidade de seleções caiu e não consegui trocar de emprego. Queria tentar uma vaga com salário maior, mas tudo foi ficando difícil, pela piora da situação do País", conta.Ela, que presta atendimento a mais de mil famílias na região, diz que a preocupação agora é manter o emprego. "Mesmo com um número de assistentes abaixo do necessário na cidade, o contrato só vai até o fim do ano, e a Prefeitura ameaça não renovar o serviço." Apesar de pouco, por dois anos, esse salário foi a única renda da família.Precarização"A verdade é que o trabalhador está em uma situação complicada", avalia o economista Bruno Ottoni, da IDados. "O mercado não está gerando tantos postos e os que surgem são de baixa remuneração. Ele vê o que está disponível e, muitas vezes, acaba aceitando uma ocupação que paga bem menos do que gostaria."Para o economista, a situação atual do mercado de trabalho, com desocupação ainda elevada (de 12,6% em agosto) e poucas oportunidades com melhor remuneração, é o pior dos mundos para muitos ex-universitários. "Alguns deles tiveram finalmente a chance de entrar na faculdade nos anos anteriores à recessão, mas se depararam com um mercado que não consegue absorvê-los." Um efeito colateral preocupante da falta de boas oportunidades de emprego para quem tem mais anos de formação seria desestimular as pessoas a seguirem estudando, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)."Isso é ruim, principalmente para as famílias mais pobres, que investiram com sacrifício em formação superior, com a expectativa de ascender socialmente. Se o trabalhador sente que não precisava ter estudado tanto, pode cair em uma frustração difícil de superar", diz.InformalidadeA busca dos trabalhadores mais qualificados por vagas com remuneração melhor deve ser longa, na avaliação de economistas ouvidos pelo Estado. O mercado de trabalho tem se recuperado em um ritmo mais lento do que se antecipava no início do ano e tem se ancorado, sobretudo, no avanço do trabalho informal - que é recorde. O avanço da informalidade ajuda a explicar o aumento do número de graduados em universidades que ganham um salário mínimo ou menos. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que em um ano, até agosto, foram criados 1,4 milhão de postos sem carteira assinada ou CNPJ (que inclui profissionais liberais e microempreendedores, por exemplo) e apenas 403 mil vagas de carteira assinada.Um outro levantamento da consultoria IDados, feito a partir dos números da Pnad Contínua, aponta que um terço dos trabalhadores informais ganhava menos de R$ 5 por hora. Desde o início da recessão, há quatro anos, esse porcentual não fica abaixo dos 30%."Se a maioria dos novos postos de trabalho é precária, isso gera uma dinâmica negativa no mercado de trabalho", avalia Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). "Isso precisa ser objeto de preocupação do poder público. O Brasil não pode se acostumar a ser um País de informais ou uma economia com trabalhadores de baixa remuneração." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Bolsonaro reitera que governo já bateu meta de privatizações em 2019

O Tempo - Política Meta é de US$ 20 bilhões, mas o presidente não informou qual é a parcial até o momento Veja Mais

O MAIOR COBRADOR DE FALTA! Nelinho - Aqui Com Benja - Completo

O MAIOR COBRADOR DE FALTA! Nelinho - Aqui Com Benja - Completo

Fox Sports Brasil Um dos maiores cobradores de falta do Brasil particiou do Aqui Com Benja e falou muito sobre sua história e teve aquela resenha! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #FOXSports #Nelinho #AquicomBenja Veja Mais

Mariana Baltar atinge a maioridade ao dar voz a Aldir Blanc em álbum com o conjunto Água de Moringa

G1 Pop & Arte Irretocável, o disco 'Os arcos – Paixão e morte ' apresenta letras inéditas desse compositor carioca de escrita fina. Quão grande é o canto de Mariana Baltar! Quão pequeno pode ser o Brasil ao relegar uma cantora do porte dessa carioca à margem de mercado... Voz da resistência, Baltar rompe o cordão de isolamento com álbum, Os arcos – Paixão e morte, gravado com o conjunto de choro Água de Moringa e dedicado ao cancioneiro de Aldir Blanc, bamba das letras. Neste disco que simboliza a maioridade dessa cantora que completa 18 anos em cena, por ter estreado em 2001 em show de gafieira, Baltar confirma a grandeza e inteligência do canto – já evidenciadas em álbuns anteriores como Uma dama também quer se divertir (2006) e Mariana Baltar (2010) – enquanto honra a escrita fina de Blanc. O álbum Os arcos – Paixão e morte já chega ao mercado fonográfico – em CD e em edição digital – com alto valor documental por apresentar o primeiro registro fonográfico oficial da ambiciosa suíte que batiza o disco. Capa do álbum 'Os arcos - Paixão e morte', de Mariana Baltar & Água de Moringa Ilustração de Paulo Villela Gravada para o primeiro álbum de João Bosco, mas limada do disco lançado em 1973 por durar nove minutos, a suíte Os arcos – Paixão e morte soa ambiciosa ainda hoje, 46 anos após ter sido composta por Bosco com Aldir. Dessa parceria fundamental da MPB das décadas de 1970 e 1980, Baltar põe o sambão Da África à Sapucaí (1986) majestosamente na avenida, aciona O cavaleiro e os moinhos (1976) – em gravação que exemplifica a habilidade do Água de Moringa escorrer notas fora dos cânones do choro – e sobe o tom em Plataforma (1977). A gravação deste samba de bloco concilia o pique carnavalesco com a vibração do toque do choro do conjunto formado por Luiz Flavio Alcofra (violão), Jayme Vignoli (cavaquinho), Marcílio Lopes (bandolim), Rui Alvim (sopros) e André Boxexa (bateria e percussões). Cintilante, o registro de Plataforma sobressai no álbum e serve como recado bem dado ao Brasil de 2019 por quem recusa "corda no bloco". Mariana Baltar com o conjunto Água de Moringa Silvana Marques / Divulgação Dois integrantes do Água de Moringa, Luiz Flavio Alcofra e Jayme Vignoli, são os inspirados melodistas de Oração perdida (2011), grande achado do disco, embora a composição já tivesse sido gravada há oito anos pela cantora Valéria Lobão. De inebriante beleza melódica e poética ("O amor é meu pastor / Tudo me faltará"), Oração perdida poderia ser uma das obras-primas da parceria de Guinga com Aldir. Dessa dupla de ases, Baltar canta Nem cais, nem barco (1991) na medida exata do drama, sem excesso de tons ou sentimentos. Entre inéditas como o bolero Cara e coroa (com música de Cristovão Bastos e letra em que Aldir cita o samba-canção Marina, lançado por Dorival Caymmi em 1947) e A cúmplice das noites (com música feita por Josimar Carneiro para letra escrita em 1974 e descoberta casualmente por Aldir ao longo do processo de gravação do álbum), Mariana Baltar pede a benção à mãe África no samba Alafim (1992), reluzente pérola rara da parceria de Aldir com Moacyr Luz. Aldir Blanc tem 10 músicas gravadas por Mariana Baltar no quarto álbum da cantora carioca Ilustração de Mello Menezes / 2004 A cantora soa tão grandiosa neste tributo a Aldir Blanc que consegue dar o tom de Querelas do Brasil (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978) sem fazer o ouvinte sentir saudade de Elis Regina (1945 – 1982), a maior das vozes que se dedicaram ao exercício de cantar Aldir Blanc. Editado cinco anos após ter sido idealizado em 2014, Os arcos – Paixão e morte é álbum pautado pela excelência do canto, das composições e dos arranjos. "Sem bandeira ou fingimento", como afirma em Plataforma, Mariana Baltar mete bronca ao cantar Aldir Blanc em disco irretocável. (Cotação: * * * * *) Veja Mais

Curado de cegueira, pivô de canonização fala em 'emoção gigante'

O Tempo - Mundo O baiano José Maurício Bragança Moreira, 50, participou da cerimônia durante o ofertório e foi brevemente cumprimentado pelo papa Veja Mais

Viracopos efetiva mudança no desembarque, desativa andar e condiciona reabertura ao fluxo

G1 Economia Concessionária iniciou testes em agosto e decidiu realocar serviços de embarque e desembarque no mesmo piso. Espaço só voltará a funcionar se número de passageiros melhorar no aeroporto de Campinas. Saguão de embarque do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Espaço agora também vai abrigar o desembarque. Reprodução/EPTV O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), acabou com a separação entre os passageiros do embarque e desembarque e decidiu realocar os dois serviços no mesmo andar. Com a alteração, o segundo piso do terminal, que era destinado exclusivamente para pessoas que chegavam no empreendimento, será desativado pela concessionária. A reabertura do espaço vai depender da melhora no fluxo de passageiros da estrutura, segundo a Aeroportos Brasil. A mudança foi efetivada nesta semana depois de um teste feito pela concessionária a partir do dia 28 de agosto. Segundo o diretor de operações de Viracopos, Marcelo Mota, a única condição do andar entrar em funcionamento novamente é aumentar o número de pessoas em circulação no aeroporto. No ano passado, o terminal registrou o pior fluxo de passageiros da história. Por outro lado, em 2019 o índice melhorou e a previsão é fechar como o melhor ano da concessão. No entanto, mesmo com a previsão de terminar o ano com 10 milhões de passageiros, o número ainda é muito abaixo dos 25 milhões de pessoas em trânsito por ano previstos no início da concessão. A frustração da demanda foi um dos motivos para a crise financeira do aeroporto, que está em recuperação judicial desde maio de 2018. O terminal vive uma indefinição sobre como vai solucionar a dívida e estuda a possibilidade de relicitação e venda do controle acionário. Justificativas O diretor de operações afirmou que uma das justificativas para a mudança, além de não ter o número suficiente de pessoas em circulação para ocupar os dois andares, foi diminuir a sensação de distância entre os usuários. Segundo ele, os passageiros que desembarcavam no aeroporto tinham de andar um longo caminho a pé em um espaço onde não havia muitas opções de serviços, como lojas e restaurantes, já que estes estabelecimentos ficam concentrados na área do embarque, no primeiro andar. "A gente percebeu inclusive que existia uma demanda dos passageiros em desembarque para este serviço. A gente às vezes acha que quem chega quer ir pra casa, mas não, muita gente quer almoçar, parar em uma loja, comprar um presente. Tanto que tivemos um aumento de 20% a 50% no faturamento das lojas", disse Mota. Outra razão para o fechamento do segundo piso de Viracopos foi a economia para a concessionária, por evitar gastos com iluminação, segurança e infraestrutura. "Isso é um padrão em quase todos os aeroportos do Brasil. Nós apenas nos adequamos a uma prática já feita em muitos terminais e, além disso, é uma situação totalmente reversível em caso de aumento de demanda", explicou. Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

Documentos que o MEI precisa ter em dia para se manter regular

R7 - Economia A quantidade de microempreendedores individuais (MEI) cresce sem parar. De acordo com o Serasa Experian, a cada dez segundos, um no MEI surge no Brasil, afirmando que mais pessoas estão interessadas em serem seus próprios patrões. Com este crescimento, é comum que surjam dúvidas sobre o tipo de funcionamento e toda a burocracia envolvida na abertura […] O post Documentos que o MEI precisa ter em dia para se manter regular apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Crítica | Como terror, Campo do Medo é uma boa canção de ninar

Crítica | Como terror, Campo do Medo é uma boa canção de ninar

canaltech   Cada espectador tem o direito de se dispor como quiser diante de um filme. Há quem queira apenas apreciar a história contada, há quem queira procurar pelas entrelinhas, há quem queira analisar tecnicamente... E todas as formas de ser espectador são válidas. Eu, espectadora de terror desde o ventre da minha mãe, gosto de tentar entender qual é a metáfora dos filmes de terror, qual alerta ou mensagem encontra-se escondida por trás da trama. A Netflix apostou em mais uma adaptação de Stephen King com Campo do Medo e, ao invés de entregar terror, acaba mexendo em um vespeiro... e não mexeu com a delicadeza merecida. Adaptações de livros e contos do Stephen King costumam agradar poucos leitores e, por vezes, provocam o próprio escritor. Acredito que falta a compreensão de que os livros de King causam medo justamente pela habilidade que ele tem de criar uma ambientação assustadora e talvez por isso O Iluminado (1980, de Stanley Kubrick) seja um grande filme de terror: há muito mais um clima de terror do que situações aterrorizantes em si. Se a direção não for capaz de pelo menos traduzir a atmosfera criada pelo autor em suas obras, as chances de a adaptação não dar certo são enormes. A partir daqui, a crítica pode conter spoilers. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Potencial Dificilmente um filme (de terror) é completamente descartável e é sempre bom fazer o exercício de encontrar algo que foi bem trabalhado, mesmo que a obra aparentemente pareça ter nada de aproveitável. Em muitos casos, a sensação é de que estamos diante de uma boa ideia mal executada: um argumento que poderia ser muito bem desenvolvido, mas que infelizmente caiu nas mãos erradas. Ao ver qualquer filme, nossa empatia é ativada e somos capazes de compartilhar os sentimentos dos personagens. No cinema, uma boa equipe é capaz de intensificar a nossa empatia. Campo do Medo nos coloca diante de um grupo de pessoas que estão perdidas em um loop espaço-temporal aparentemente sem lógica dentro de um campo alto o suficiente para que seja impossível visualizar a saída. Não é difícil imaginar que, nesse caso, compartilharíamos com os personagens sentimentos como angústia por não encontrar uma saída, desespero ao encarar a realidade de que é impossível lidar com o campo de forma lógica (sobretudo estando grávida) e claustrofobia por estar tanto tempo rodeado por folhas e sem conseguir enxergar muito longe. Imagem: Netflix O diretor e roteirista Vincenzo Natali já não é um nome completamente desconhecido após ter dirigido Cubo (1997) e Splice – A Nova Espécie (2009), além de episódios de séries como Hannibal, The Strain e Westworld. Ainda assim, parece pouco experiente ao fazer de Campo do Medo um filme que não se esforça para nos colocar no lugar dos personagens. Como um bom argumento nascido em Stephen King, havia potencial para obra-prima, mas Natali cria um suspense dramático que apenas leva os personagens de um ponto a outro da forma mais simples possível. Medida do medo Natali faz isso optando por remover o terror dos sentimentos humanos e depositar tudo no campo ao redor dos personagens: as folhas parecem falar, comunicar-se e reagir ao que acontece, mas o espectador contemporâneo dificilmente irá ficar aterrorizado com umas plantas que ficam sussurrando algo incompreensível ou que parecem tramar contra um grupo de humanos. É muito claro que há algo de sobrenatural no campo, mas essa característica não é mais do que apenas citada: vemos as plantas desfazerem os nós, vemos as pessoas perdidas ou mortas e vemos, inclusive, o campo todo ficar absolutamente parado. Por outro lado, apensar de estranho, não são as plantas que matam e, se o fazem, não vemos. A quebra de expectativa aqui é negativa: o campo parece ser mal em si, mas na verdade apenas abriga um mal que é superficialmente confrontado. Imagem: Netflix Além disso, a narrativa apresenta seres estranhos, com rostos não humanos, que são introduzidos como meros acessórios: não são construídos para nos dar medo, tampouco são surpreendentes. Infelizmente, esses seres são as criaturas que nos conduzem ao que deveria ser o clímax do filme: o sacrifício do bebê. A sequência toda, no entanto, é um enxerto confuso, que não se atreve a mostrar o sacrifício e mais uma vez tem êxito ao não comprometer a zona de conforto do espectador. Ao final, o sacrifício não se justifica, nada é alterado, e o que nos resta é o questionamento sobre o que eram aqueles corpos sob a terra. Fazedores de conserva Para além da grama alta assassina que esconde uma pedra mágica do mal, consegui encontrar a metáfora que procurava e ela não foi menos que retrógrada. Remova a parte sobrenatural e é possível ver que a trama é toda sobre uma mulher grávida, que decide doar a criança depois que o seu amado pediu que ela abortasse. Sua decisão é apoiada por outro homem: seu irmão. No meio do caminho, é atraída pela voz de uma criança que pede socorro para não morrer, a mesma criança (um menino) que, ao final, irá salvá-la com o auxílio do homem que sugeriu o abordo, mas que agora está arrependido. Ross Humboldt (Patrick Wilson), que aparentemente é um vilão, não é mais que um pai de família que, na tentativa de encontrar sua esposa e filho, acaba seduzido pela pedra. Imagem: Netflix Removido o terror insosso, Campo do Medo se reduz a um drama que se propõe a discutir um assunto muito mais sério do que o roteiro propõe ser. Muito pior, propõe um moralismo de decisões imediatistas e prejudiciais para uma discussão mais profunda. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Canon lança câmera colorida embutida em mosquetão Mensagens de WhatsApp valem como prova de pagamento? Netflix | Confira os lançamentos da semana (04/10 a 11/10) Veja Mais

5 dicas do INSS para quem está prestes a se aposentar

R7 - Economia Se você está prestes a se aposentar esteja atento a essas dicas! Saiba que com toda certeza quem já se aposentou teria menos entraves se tivesse prestado atenção  a pequenos detalhes. Chega de enrolação, vamos as dicas: Dica 1 – Esteja atento a documentação A documentação é o meio através do qual o segurado irá […] O post 5 dicas do INSS para quem está prestes a se aposentar apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Júnior Groovador, Dave Grohl e piscina: Jack Black documentou Rock In Rio em vídeo

R7 - Música O sempre incrível Jack Black documentou sua viagem dos Estados Unidos ao Rio de Janeiro para tocar no Rock In Rio em vídeo. O músico do Tenacious D publicou o vídeo de bastidores no seu canal do YouTube, JablinskiGames, e nele começa falando que 'ouviu dizer que o Rio de Janeiro tem os fãs de Rock And Roll mais loucos do mundo'. Além disso, ele ainda inicia o vídeo mostrando a passagem de som com Júnior Groovador no Palco Mundo, e apresenta cenas de bastidores como Dave Grohl e o Foo Fighters no mesmo aeroporto. Você pode assistir tudo logo abaixo. Tenacious D e Jack White https://www.youtube.com/watch?v=Y4zJKbXdSHE Vale lembrar que Jack Black se uniu a Jack White no que vem chamado de 'Jack Gray' para gravar um single do Tenacious D na Third Man Records. Nos últimos dias a banda anunciou mais detalhes sobre o lançamento. Veja Mais

Veja concursos e seleções com editais publicados na Paraíba de 13 a 20 de outubro

G1 Economia São quatro editais com 283 vagas. Pelo menos 283 vagas são oferecidas em quatro editais de concursos e seleções publicados na Paraíba nesta semana de 13 a 20 de outubro. Concursos e seleções na Paraíba têm 977 vagas Divulgação/Agência Brasil Seleção da UPA Santa Rita Vagas: 78 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 2.190 Prazo de inscrição: até este domingo (13) Local de inscrição: site da organizadora, Instituto Acqua Edital da seleção da UPA Santa Rita Seleção da Prefeitura de Riacho dos Cavalos Vagas: 65 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 13,3 mil Prazo de inscrição: até este domingo (13) Local de inscrição: site da organizadora, Ápice Consultoria Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 70 (médio/técnico) e R$ 80 (superior) Provas: 26 de novembro Edital da seleção da Prefeitura de Riacho dos Cavalos Seleção do IBGE para o Censo 2020 Vagas: 2.658, sendo 63 na Paraíba Nível: médio Remuneração: R$ 1,7 mil a R$ 3,1 mil Prazo de inscrição: até terça-feira (15) Local de inscrição: site da organizadora, FGV Taxa de inscrição: R$ 42,50 e R$ 58 Provas: 8 de dezembro Edital de seleção do IBGE para o Censo 2020 Concurso da Prefeitura de Serraria Vagas: 77 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 3.339 Prazo de inscrição: até 31 de outubro Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Consultoria Taxas de inscrição: R$ 40 (fundamental), R$ 45 (médio e técnico) e R$ 50 (superior) Provas: 8 de dezembro Edital do concurso da Prefeitura de Serraria Veja Mais

BGS 2019: ROG Phone 2 desembarca no Brasil junto com o Zenfone 6 e com produção nacional

tudo celular Empresa revelou durante BGS 2019 que o flagship gamer vai contar com produção nacional e o preço vai ser divulgado somente no dia do lançamento do Zenfone 6. Veja Mais

Shows de RHCP e Iron Maiden no Rock In Rio foram parar no XVideos

R7 - Música O XVideos é um dos maiores sites pornográficos da internet. O Iron Maiden é uma das maiores bandas de rock do mundo. Mas o que uma coisa tem a ver com a outra? Acontece que o site tem sido usado para outros propósitos, como abrigar uma cópia pirata do filme O Rei Leão, e a banda britânica foi parar lá. Devido à questão de direitos autorais, os vídeos da apresentação de Bruce Dickinson e companhia no Rock in Rio foram colocados no site pornô, que fiscaliza menos esse tipo de coisa. Vale destacar que existem ainda mais shows do festival disponíveis por lá. Em uma pesquisa rápida, foi possível encontrar a apresentação de Anitta e do Red Hot Chili Peppers. Até o momento que esta matéria foi escrita, eram mais de 2 mil visualizações e o vídeo continua no ar. Você pode (mas não deve) encontrá-lo facilmente pelo mecanismo de busca da plataforma. Ao final da postagem, temos um vídeo oficial para dar um gostinho do que foi esse showzão. Os melhores shows do Rock In Rio Vale lembrar que o Iron Maiden está na lista do TMDQA! com os 15 melhores shows do Rock In Rio. A banda ainda colheu frutos no streaming, já que houve aumento de 119% nas reproduções do Spotify após a apresentação no festival. https://www.facebook.com/multishow/videos/2419931868061681/ Veja Mais

MacBooks vão abandonar de vez o teclado “borboleta” em 2020, diz analista

MacBooks vão abandonar de vez o teclado “borboleta” em 2020, diz analista

canaltech Introduzido no MacBook de 12 polegadas em 2015, o teclado “borboleta” não deu certo. Ele viria para deixar os toques do teclado mais suaves, mas seu design se provou muito suscetível à poeira e outras partículas, o que causa um desgaste rápido e as teclas simplesmente param de funcionar ou ficam presas. A companhia até tentou remendar o problema com recall e alguns mimos, mas não teve jeito: a Apple vai mesmo abandonar essa ideia de vez no ano que vem. É o que diz Ming-Chi Kuo, famoso analista que costuma acertar bastante nas previsões sobre a Maçã, especialmente por ter uma posição privilegiada com insiders da cadeia de fornecedores da companhia norte-americana. Segundo sua mais nova projeção, todos os MacBooks devem vir com o tradicional teclado “tesoura” lá por meados da próxima temporada. O teclado tradicional à esquerda e o "borboleta" ao lado (Imagem: Reprodução/Engineer's Cafe) A expectativa agora é que o vindouro MacBook Pro de 16 polegadas, que deve ser lançado ainda este mês, lidere essa mudança e já traga as tradicionais teclas “tesoura”. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Quem é o ser mais poderoso do Universo Cinematográfico da Marvel? Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Canon lança câmera colorida embutida em mosquetão Netflix | Confira os lançamentos da semana (04/10 a 11/10) Veja Mais

Litecoin em foco

R7 - Economia O movimento executado pelo Litecoin (LTC) foi notável nos dois primeiros trimestres. O último trimestre criou forte pressão de mercado, onde o preço caiu tremendamente. Os traders do LTC ainda esperam uma tendência de alta da moeda. Também temos certeza de que o mesmo acontecerá em breve. Ontem, o Litecoin foi negociado a US$ 58,24 […] Veja Mais

Custo cai, mas produtividade da indústria patina

R7 - Economia A indústria brasileira ficou mais competitiva em 2018 porque caiu o custo com o trabalho. Pela primeira vez desde 2009, no entanto, essa redução se deu porque os salários dos trabalhadores estão menores - e não porque a produtividade aumentou. Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), obtido pelo 'Estadão/Broadcast', mostra que, no ano passado, o Custo Unitário do Trabalho (CUT) caiu 16,1%. Esse indicador representa o quanto a empresa gasta com mão de obra para produzir um item, como uma caneta ou um televisor, e é um dos principais determinantes da competitividade de um país.A queda é uma boa notícia para a indústria, já que indica que está mais barato produzir. Para o trabalhador, no entanto, a notícia é ruim, já que a redução se deve à queda da remuneração (-6,6%), reflexo da crise e do desemprego em alta. Depois de subir nos últimos anos, a produtividade ficou praticamente estagnada e avançou apenas 0,8% em 2018."Tudo o que as empresas podiam fazer para aumentar a eficiência com baixos custos, como mudança de gestão, redução de desperdícios, melhorias de qualidade, eles já fizeram. Agora, para aumentar a produtividade, precisamos investir em máquinas, em equipamentos. Mas estamos em um cenário difícil porque estamos em uma situação de confiança se recuperando", disse a economista da CNI Samantha Cunha, responsável pelo estudo.A alta do dólar no ano passado também influenciou - descontado o efeito da variação da taxa de câmbio real (10,5%), a redução do custo do trabalho foi de 7,5%. Sem considerar a variação cambial, o custo do trabalho havia caído nos últimos dois anos. Nas duas ocasiões, no entanto, essa queda se deveu ao aumento da produção, já que os salários ainda estavam em alta."O aumento da produtividade é importante para que os salários cresçam sem pressionar os custos das empresas. Com a economia crescendo de forma sustentável, a produtividade cresce, isso é repassado aos salários e o padrão de vida se eleva", explicou Samantha.Efeito do câmbioAo longo da última década, o Custo Unitário do Trabalho caiu 9,4%, mas isso se deveu à variação da taxa de câmbio real (35,9%). Retirado o efeito do dólar, o custo subiu 23,1% entre 2008 e 2018, com aumento nos salários de 37,5% e alta de apenas 11,7% na produtividade."Trata-se de um quadro crônico. O gráfico da produtividade é uma reta horizontal. É um eletrocardiograma de um morto", afirma o economista do trabalho e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Pastore. Segundo o especialista, entre as causas para a baixa produtividade brasileira - equivalente a um quarto da produtividade americana - estão a má qualidade da educação básica, a tecnologia atrasada na maior parte das empresas e o amadorismo de grande parcela dos administradores do País."É claro que tem muita coisa boa, muitas companhias brasileiras na vanguarda mundial. Mas são minoria, e estão concentradas em alguns nichos. Na maior parte do País ainda predomina a informalidade, com pouco capital humano, pouco capital físico e uma grande precarização do trabalho", completa.Em relação ao custo médio dos principais parceiros comerciais brasileiros, o indicador do Brasil caiu 9,5%. O gasto do Brasil só não caiu mais do que o da Argentina, onde o indicador recuou 27,1% em meio à crise que fez o dólar disparar no país.Falta créditoEmpresário do setor de vestuário, o presidente da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) e do Instituto Brasileiro do Vestuário (IBV), Roberto Chadad, atribui a estagnação da produtividade no setor à falta de crédito para investimentos na renovação do parque de produção."Em termos de tecnologia, estamos 10 anos atrasados em relação à Europa e 20 anos atrasados na comparação com a China, que robotizou boa parte das fábricas. Com instrumentos de corte e costura a laser, hoje um trabalhador chinês consegue fazer sozinho uma camisa em poucos minutos, sem a necessidade de diversas etapas de produção", relata.Segundo o executivo, a baixa produtividade da indústria é acumulada em toda a cadeia até o produto final. "Não falta criatividade, não falta desenvolvimento de produto. Temos diversos cursos universitários de moda, formamos mil profissionais por ano. Mas o setor não acompanha. Botões, fios e outros insumos também não chegam à qualidade de que precisaríamos", acrescenta.Por isso, as maiores companhias do vestuário acabaram mudando suas fábricas para a Ásia, enquanto as pequenas e médias confecções - que representam 97% das empresas do setor - estagnaram em produtividade.De acordo com Chadad, na década de 1980, o setor contava com 1,75 milhão costureiros e costureiras. Hoje, mal passa de 700 mil. "E não há perspectiva de contratar mais enquanto houver esse peso de impostos na folha de salários." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Crise na Venezuela: o que há por trás da queda vertiginosa das exportações de petróleo, que sustentam o país

G1 Economia Vendas em setembro caíram para 495 mil barris por dia, número semelhante ao de 1950. No últimos três anos, estatal petrolífera PDVSA viu sua produção cair de forma considerável Gett/ BBC Durante uma entrevista em 2012, o então presidente venezuelano Hugo Chávez previu que até 2019 seu país estaria produzindo seis milhões de barris de petróleo por dia. Essa data chegou, e a produção venezuelana é uma parte muito menor do que o falecido presidente previu, e também está passando por um processo de queda incessante. De acordo com o relatório mais recente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), a extração de petróleo na Venezuela foi de 742 mil barris por dia em julho, pouco mais da metade da cifra de 2018 (1,35 milhão) e quase um terço do correspondente a 2017 (1,9 milhão). A redução foi mais notável nas exportações, a partir das quais a Venezuela costumava embolsar nove em cada dez dólares que entravam no país. Segundo dados da agência Bloomberg, as vendas de petróleo venezuelano caíram em setembro para 495 mil barris por dia – o que significa um regresso a valores próximos aos de 1950, quando foi de cerca de 489 mil barris por dia. Dados coletados pela ClipperData, empresa especializada em monitorar o transporte marítimo global de petróleo, confirmam a queda nas exportações de petróleo da Venezuela para 492 mil barris por dia. Esses números colocam a Venezuela atrás do Brasil e do México na exportação de petróleo a partir da América Latina. Mas por que as expectativas de Chávez não se cumpriram? Greve geral e sanções americanas "As exportações caíram principalmente devido à falta de produção na Venezuela e, mais recentemente, como resultado das restrições que os Estados Unidos impuseram ao país", diz Jorge Piñón, diretor do Centro de Políticas Internacionais de Energia e Meio Ambiente da Universidade do Texas, nos EUA. O especialista atribui o declínio da produção também à "politização" da empresa estatal de petróleo PDVSA ocorrida durante o governo de Hugo Chávez. "A companhia devia ter mantido uma gestão empresarial, comercial, com uma visão de longo prazo – e não política. A partir dessa politização, que começou em 2003, vem esse declínio", explica. Em fevereiro de 2002, Chávez nomeou como presidente da empresa Gastón Parra, economista de esquerda especializado em petróleo – mas que era visto como alguém de fora. A gerência da estatal protestou na época contra a nomeação de outros dirigentes que, segundo as críticas, haviam sido alçados não por seus méritos, mas pela proximidade do governo. O confronto escalou e, no final do ano, terminou em uma greve geral que durou cerca de dois meses. Depois, Chávez demitiu cerca de 20 mil dos 35 mil funcionários da empresa. O economista José Toro Hardy, que era um dos diretores da PDVSA até Chávez chegar ao poder, ressalta que outro fator que causou o declínio da produção foi a Lei de Hidrocarbonetos, aprovada em 2008. Com esse regulamento, o governo mudou os termos das associações que tinha com empresas petrolíferas estrangeiras que operavam no país, expropriando algumas enquanto outras saíram após acordos. "Desde então, a produção está diminuindo. No ano passado e no ano anterior, houve uma forte redução; e em 2019, a situação ficou ainda mais complicada, principalmente pelas sanções aplicadas pelos Estados Unidos", diz Toro Hardy. Com a intenção de sufocar economicamente o governo do presidente Nicolás Maduro, a quem considera ilegítimo, a Casa Branca aplica desde o início deste ano uma série de sanções contra a PDVSA. Isso desencorajou muitas empresas estrangeiras a trabalhar com a companhia venezuelana. "Há cada vez menos navios-tanque dispostos a correr o risco de carregar petróleo da Venezuela", diz Toro Hardy. O especialista explica que, com as dificuldades de exportar, a PDVSA passou a armazenar mais sua produção em tanques e navios ancorados em suas costas, mas aparentemente a capacidade de armazenamento foi atingida, de modo que não houve mais escolha "a não ser diminuir a produção". Matt Smith, diretor de pesquisa de matérias-primas da ClipperData, atribui a queda nas exportações venezuelanas a "uma combinação de menor produção e declínio do interesse do mercado por seu petróleo de baixa qualidade". "Apesar disso, os barris ainda estão chegando à China, Índia e certos destinos na Europa. Apesar das sanções, Cuba ainda é também receptora (do petróleo venezuelano)", diz ele. Citando estimativas do Refinitiv Eikon e dados internos da PDVSA, a Reuters disse nesta quarta-feira que as exportações de petróleo da PDVSA aumentaram ligeiramente em setembro, em parte devido a exportações para Cuba, mas não o suficiente para reduzir os grandes estoques acumulados. Efeitos para o país: 'É terrível' Toro Hardy destaca que a queda nas exportações de petróleo tem um forte efeito na economia venezuelana. "Para o país, é terrível, porque quase 97% das divisas que entravam no país vinham do petróleo", aponta. "Isso leva a uma situação muito complexa porque trata-se de uma economia que depende cada vez mais das divisas, já que o chavismo expropriou mais de seis milhões de hectares de produção agrícola que eram produtivas. Por isso, agora é preciso importar grande parte dos alimentos." O especialista diz que, se as vendas de fato tiverem caído abaixo de 500 mil barris por dia, isso consolida a saída do país do rolde países exportadores de petróleo mais importantes do mundo e entrada na categoria dos pequenos. Jorge Piñón alerta para os riscos que essa tendência de queda persistente na produção e nas exportações acarreta. "Isso tem um impacto crítico, porque se chegar a hora, e pode estar perto de ocorrer, de haver a necessidade de fechar os campos de petróleo, será muito difícil recuperar a produção anterior", afirma. Piñón diz que, no segmento do petróleo, o fechamento de poços é considerado uma má decisão, porque, ao tentar reativá-los, eles nunca recuperam os níveis anteriores. O especialista alerta ainda que, se essa trajetória for mantida, é possível que se chegue a um ponto em que "a Venezuela não consiga mais produzir petróleo". "O único lugar em que algo assim aconteceu foi na Líbia, mas foi devido a uma guerra, não por causa da má administração de um ativo", disse. Veja Mais

Quem é o ser mais poderoso do Universo Cinematográfico da Marvel?

Quem é o ser mais poderoso do Universo Cinematográfico da Marvel?

canaltech Quem ganharia em uma briga entre o Capitão América e o Hulk? E será que Thanos daria conta da Dormammu? Essas são perguntas que adoramos fazer quando crianças e… bem, quando adultos também. E daí o desenvolvedor de games Zachary Meyers decidiu tirar a prova por conta própria, analisando cada um dos filmes do Marvel Studios (a avaliação só não leva em conta Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato) e criando uma tabela para classificar a capacidade dos heróis e vilões do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês). “Desenvolvedor de jogos por profissão, mas com uma paixão ao longo da vida pelo cinema e contar histórias. Sou um ‘especialista’ do MCU, mas nunca li uma história em quadrinhos. Compenso isso pesquisando os quadrinhos em um nível superficial”, diz o perfil do rapaz na plataforma de curiosidades Quora. Tabela de poder criada por Zachary Meyers (Imagem: Reprodução/Quora) Bem, Meyers usou um sistema próprio para categorizar e criar um sistema com diferentes níveis para os personagens. A regra primordial é: “Um personagem em combate tem 50% de chances de ganhar quando lutar contra um personagem do mesmo nível ou quando lutar contra dois personagens do próximo nível inferior”. Ou seja, dois com nível 7 têm 50% de chances, assim como um com nível 7 tem o mesmo percentual diante dois de nível 6. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- A tabela criada por Meyers A partir dessa regra primordial, Meyers avaliou todos os combates e o comportamento dos personagens de cada filme e criou categorias em que é possível encaixar todos os participantes. Abaixo, a descrição delas. Humanos Saudáveis (1) A maioria de nós entraria aqui. Alguém com exercícios moderados e uma dieta saudável. Pode correr mais do que um quarteirão sem grandes problemas, força razoável muscular. Sem experiência em combates. Aqueles que conhecem artes marciais, mas não a utilizaram na vida real entram aqui também. Humanos Experientes (2) Gângsteres, lutadores de MMA, militares de patente baixa. Este é o nível que está aquele monte de gente que a Viúva Negra costuma surrar. Humanos Muito Experientes (3) Aqueles treinados militarmente e com muita experiência. São soldados bastante vividos, equipes de operações especiais e assassinos. Humano em seu Pico (4) Nível de entrada para se tornar um Vingador. É necessário ter experiência como especialista em combate ou mais, além de alguma habilidade específica com tecnologia ou armas, como o Gavião Arqueiro e seu arco. Este nível abarca também espécies alienígenas que possuem força similar, como os Chitauri e os Sakaarans. Super-Humanos (5) Aqueles que possuem melhorias biológicas ou mecânicas. Entram aqui, também, formas de tecnologia que consigam diminuir a capacidade de ser alvejado por balas, como a roupa de voo aperfeiçoada do Falcão. Não se qualifica neste nível quem não consegue se livrar de tiros ou se curar deles mais rapidamente. Este nível abarca, também, certos alienígenas sub-asgardianos que podem ser à prova de balas. Civis asgardianos não-combatentes também se enquadram aqui. Alienígenas Similares a Deuses (7) Asgardianos treinados ou lutadores Kree, raças alienígenas com similares fisiologias e força. O Thor entra aqui sem seu martelo e os raios. Alienígenas e humanos podem alcançar este nível se utilizarem melhorias cibernéticas ou biológicas. Alienígenas Similares a Deuses Superiores (8) Existem diversas maneiras de se chegar a este nível, sendo os métodos mais comuns o uso de super-armas alienígenas como o Mjolnir, a armadura do Ronan e a superforça, além da maioria das formas de "mágica". Monstros espaciais como o Fenris entram aqui. A raça de titãs de onde surgiu Thanos entra provavelmente neste nível, mas ele está em um acima. Melhores do Universo (9) Os seres mais poderosos do universo. Costumam ser quase invencíveis, mas possuem alguma fraqueza. Alguns conseguem destruir planetas. O critério mínimo é seguir a regra um, ou seja, seriam capazes de destruir ou igualar-se a dois "oitos" simultaneamente. Melhores do Multiverso (10) Quase sem limites de poder, podem ameaçar dimensões inteiras. O único que chegou até aqui é o Dormammu. Como funciona essa tabela nos “confrontos”? Segundo esse sistema de Meyers, um “cinco” não acaba, necessariamente, com dois “quatros” — os dois lados possuem 50% de chances. Da mesma maneira um “cinco” contra um “quatro” tem 66% de chances de ganhar. (Imagem: Reprodução/Marvel Comics) Por exemplo: apesar do Gavião Arqueiro não ter a mesma força e resistência do Soldado Invernal, ele ainda tem 33% contra o oponente — mas apenas 20% na disputa com o Homem de Ferro, que "vale" quatro Gaviões Arqueiros. Então, em um de cinco cenários, o Gavião Arqueiro teoricamente venceria. Guardiões foram medidos à parte Os Guardiões são difíceis de classificar, em parte porque não os vimos lutando diretamente com humanos (3) ou contra um Kree ou Asgardiano (7). De qualquer forma, Meyers considerou suas participações em cada longa para definir os seguintes valores para eles: Drax (7) Yondu (7) Gamora (7) Nebula (7) Groot (7) Groot II (5) Rocket (6) Star Lord (4) Mantis (2) Esse é o ponto que mais traz polêmicas, já que, como sabemos, Peter Quill é o filho de um Celestial no MCU e em Guardiões da Galáxia 2 ele mostrou que pode executar ações comparáveis as de um semideus. E o resultado final é… A tabela completa é bem extensa e traz 150 personagens. Mas adiantamos aqui os 10 primeiros da lista: Morte, Dormammu, Hela, Odin, Doutor Estranho, Thanos, Ego (O Planeta Vivo), A Anciã, Surtur e Motoqueiro Fantasma. Vale destacar que essa lista é pré-Vingadores: Guerra Infinita, já que, após essa aventura, Thor subiu para 9 e Homem de Ferro foi para 7 e 8. A lista é enorme, dá para ver todo mundo neste link. Dormammu foi um dos campeões. (Imagem: Reprodução/Marvel Comics) Bem, discordar faz parte das listas, de qualquer forma, não dá para deixar de parabenizar Meyers por tentar organizar tudo em um ranking que, justo ou não, parece equilibrado o suficiente para a gente continuar brincando de discutir: quem é o mais poderoso do MCU para você? Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Canon lança câmera colorida embutida em mosquetão Netflix | Confira os lançamentos da semana (04/10 a 11/10) Mais quatro empresas abandonam projeto de criptomoeda do Facebook Veja Mais

Trabalho no Exterior conta para aposentadoria no Brasil?

R7 - Economia Aposentadoria Com Trabalho No Exterior Conheça seus direitos Se você exerce ou já exerceu atividade profissional fora do Brasil, saiba que esse período de trabalho no exterior pode ser considerado na contagem de tempo para aposentar-se pelo INSS e até por um Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), caso ingresse no serviço público. Isso porque […] O post Trabalho no Exterior conta para aposentadoria no Brasil? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Pode chegar a 33 o número de mortos pelo tufão Hagibi no Japão

Pode chegar a 33 o número de mortos pelo tufão Hagibi no Japão

em - Internacional Os números oficiais do governo dão conta de 1.283 casas inundadas e outras 517 danificadas parcial ou totalmente. Tufão atingiu a região de Tóquio no sábado Veja Mais

Vingadores: as 10 piores coisas que o grupo fez nos quadrinhos

Vingadores: as 10 piores coisas que o grupo fez nos quadrinhos

Tecmundo Nem tudo o que os heróis fazem tem boas consequências. Mais do que destruir cidades, às vezes os principais personagens dos quadrinhos cometem erros catastróficos, seja por decisões precipitadas, seja motivados pelo ego. Desde 1963, quando os Vingadores fizeram sua estreia nas HQs da Marvel, eles tiveram algumas ideias que afetaram todo o universo ao redor.Todas essas decisões complicadas foram muito bem exploradas ao longo dos anos em importantes sagas que mostram que o erro é sempre muito pior quando vem daqueles que nos protegem. Confira uma lista com as 10 piores coisas que os Vingadores já fizeram ao longo dos anos nos quadrinhos.Leia mais... Veja Mais

Regras para concessão do Aviso Prévio

R7 - Economia O presente artigo trata das principais regras para a concessão do aviso prévio regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) com regulamentação da proporcionalidade conforme o tempo de serviço pela Lei nº 12.506, de 11 de outubro 2011. 1.Comunicação Conforme previsão do art. 487 da CLT, quando não houver prazo estipulado a parte que, sem […] O post Regras para concessão do Aviso Prévio apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Na era da informação, devo investir em soft ou hard skills?

Na era da informação, devo investir em soft ou hard skills?

canaltech Muito se fala em transformação digital e futuro do trabalho, mas o quanto estamos conscientes de que esse futuro está acontecendo hoje? Mesmo as empresas mais tradicionais já perceberam que sem uma mudança de mindset voltado para inovação os negócios não sobreviverão. Elas podem até não saber por onde começar, mas sabem que é necessário e que ela precisa acontecer com urgência. Esses avanços tecnológicos impactam a sociedade mais do que podemos imaginar, principalmente quando olhamos para o mercado de trabalho. As empresas mudam, os empregos também e, mais do nunca, as habilidades buscadas nos profissionais. Além das capacidades técnicas, sempre muito valorizadas pelo mercado e importantes para desempenhar determinadas funções, as relações humanas têm ganhado cada vez mais força em comparação com outras épocas. Isso mostra que, diante de um cenário em constante transformação em que muitos empregos serão extintos para a criação de outras novas funções, aqueles profissionais com capacidade de se relacionar bem com as pessoas, que se adaptam bem às mudanças, criam soluções e estão dispostos a aprender, certamente terão seu lugar no mercado. Essa discussão tem gerado dúvidas nos profissionais sobre em quais habilidades investir para prosperar na carreira e aproveitar todas as mudanças que estão acontecendo e que ainda estão por vir. A verdade é que não há uma regra, afinal, o mundo se transforma cada vez mais rápido e isso dificulta bater o martelo sobre quais dessas competências são as mais importantes aos olhos dos empregadores. Mas vale falar sobre a importância de cada uma delas e como é possível se beneficiar. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Os profissionais com hard skills e bem preparados tecnicamente sempre chamaram a atenção do mercado e dos recrutadores. Essas pessoas agregam valor às empresas com todo seu conhecimento nas atividades desempenhadas e sua eterna busca por qualificação. Já aqueles que conseguiram desenvolver suas capacidades comportamentais são bem vistos pela forte habilidade de trabalhar em equipe, bom relacionamento, flexibilidade, equilíbrio emocional, boa gestão do tempo e outras qualidades profissionais impossíveis de medir por meio de currículos e formações. A visão para as soft skills chegou para mudar esse pensamento sistêmico e antigo do mercado de que o que vale é somente o que está no papel. Ponto positivo para aqueles que estão sempre dispostos a aprender, buscar soluções e colocar o cliente no centro da discussão, independentemente de técnica. Esses dois tipos de habilidades podem e devem ser complementares. Pensando nas necessidades das empresas é importante ter, de um lado o como - que são as ferramentas - e de outro o propósito - que é o por que das coisas serem realizadas, e isso está totalmente associado a comportamentos. De uma maneira geral essas habilidades, técnicas e comportamentais, estão presentes em todo ser humano. A diferença é que em determinados momentos da nossa carreira damos mais ênfase para uma do que para a outra. Não existe quem seja 50% soft e 50% hard, ou seja, ter as duas características na mesma proporção é praticamente impossível, então é preciso estar sempre de olho no que o mercado está exigindo impulsionado pelas mudanças. Mais importante do que equilibrar as habilidades é saber exatamente o que se está fazendo, porque está fazendo e como poderá ter melhor performance dentro de um mundo acelerado por transformações. Não programamos o equilíbrio entre habilidades, mas sim, a personalização do que é necessidade em cada ser humano. Independentemente das suas competências, é preciso aceitar a premissa de que o digital veio para ficar. Logo, os profissionais precisam buscar atualização e desenvolvimento na área, pois ter essa mentalidade é fator essencial para se destacar. O grande segredo é manter a mente aberta ao aprendizado, ser proativo, ter autogestão e atitude. Tudo isso colabora para a formação de pessoas que solucionam problemas reais e isso acaba refletindo no mercado e na sociedade como um todo. Não há mais muito espaço para os que esperam por respostas. Hoje, o que as empresas buscam vai além de apenas ser um “bom profissional”, cumprir as tarefas do dia a dia ou exercer a função para qual foi contratado. O mercado quer mentes criativas, olhos atentos a tudo, pessoas com perspectiva e iniciativa. Procure aprimorar suas habilidades técnicas, mas lembre-se da importância das comportamentais, esse é o perfil que o mundo tech quer. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Canon lança câmera colorida embutida em mosquetão Mensagens de WhatsApp valem como prova de pagamento? Netflix | Confira os lançamentos da semana (04/10 a 11/10) Veja Mais

Distrato de apartamento na planta: Conheça quais são os seus direitos

R7 - Economia Neste texto serão tratadas as seguintes questões: Danos materiais que podem ser reembolsados Juros da obra Distrato na planta Indenização por Danos Morais O distrato de apartamento na planta nada mais é do que o desfazimento do contrato. Muitas vezes podem ocorrer atraso e outros problemas que geram ao comprador o direito de reparação na […] O post Distrato de apartamento na planta: Conheça quais são os seus direitos apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Cercado de diversas polêmicas, saiba mais sobre o Auxílio Reclusão

R7 - Economia Cercado de diversas polêmicas e com várias mudanças nos últimos tempos, o auxílio reclusão ainda gera dúvidas em muitas pessoas. Veja a seguir algumas informações sobre esse benefício. O que é o Auxílio Reclusão do INSS O próprio Órgão que gere e protege a seguridade social do nosso País, o INSS, entende o auxílio reclusão como […] O post Cercado de diversas polêmicas, saiba mais sobre o Auxílio Reclusão apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Assistências técnicas de celular movimentam 24 milhões de aparelhos por mês

Assistências técnicas de celular movimentam 24 milhões de aparelhos por mês

Tecmundo O mercado de conserto de celulares vem crescendo no Brasil, estima-se que uma média de 24 milhões de aparelhos cheguem às assistências técnicas todo o mês. A projeção é otimista para a área: com o encarecimento dos modelos e as poucas inovações tecnológicas apresentadas de uma geração de celular para outra, as pessoas tendem a investir mais na manutenção dos smartphones do que na obtenção de um novo.André Cisp, dono de um dos principais cursos de manutenção de celular do Brasil, acompanhou a evolução desse mercado e projeta um futuro promissor. “Eu vejo uma grande evolução nos aparelhos celulares, cada vez mais eles aglutinarão funções de outros eletrônicos, como TVs e computadores. Além disso, a tendência é que as pessoas tenham mais de um celular, o que ajuda a desenhar um futuro promissor para a área de manutenção”, defende André.Leia mais... Veja Mais

Redmi Note 8 Pro: teste de bateria em tempo real | Nesta segunda às 7h

tudo celular Primeiro modelo com câmera de 64 MP e plataforma MediaTek Helio G90T, o Redmi Note 8 Pro traz bateria de 4.500 mAh para dar conta de todo o conjunto. Mas será que isso é suficiente? Veja Mais

Plataforma da IBM incentiva conversa global sobre saúde mental

Plataforma da IBM incentiva conversa global sobre saúde mental

canaltech É inegável a importância de discutir a saúde mental, tema que tem sido abordado cada vez mais nas redes sociais, principalmente com a ascensão do movimento setembro amarelo, que traz à tona a prevenção ao suicídio. Com isso em mente, a IBM se juntou à GiveAnHour.org (uma organização sem fins lucrativos destinada a iniciativas em prol da saúde mental) para desenvolver uma conferência chamada Change Direction Jam, focada em mudar a cultura em torno da saúde mental, que aconteceu na última quinta-feira (10) e nesta sexta (11), com participantes de vários lugares do mundo falando sobre doenças mentais e o que as impede de procurar ajuda e como a tecnologia pode ajudar no acesso a tratamentos. O Change Direction Jam é alimentado pela plataforma exclusiva de inovação da IBM, desenvolvida em 2001 como uma maneira de promover a inovação. Apelidada na época de "conferência massivamente paralela", a plataforma permite sessões de brainstorming ao vivo projetadas para reunir grandes quantidades de ideias – de líderes governamentais e empresariais a pessoas afetadas por doenças mentais que, de outra forma, poderiam ficar de fora da conversa. As ideias desenvolvidas na sessão integraram um relatório sobre o uso da tecnologia para lidar com a crise global de saúde mental, que será publicado pelo IBM Institute for Business Value em novembro. Saúde mental é assunto discutido em conferência promovida pela IBM e pela GiveAnHour.org De acordo com a IBM, governos e empresas estão enfrentando a realidade de que falar de doenças mentais é essencial, porque isso se tornou um enorme obstáculo para os negócios e economias: a depressão e ansiedade, custam à economia global US$ 1 trilhão (R$ 4,16 trilhões) a cada ano em perda de produtividade, e estima-se que o custo total da crise global de saúde mental atinja US$ 16 trilhões (o equivalente a aproximadamente R$ 66 trilhões) até 2030. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Quem é o ser mais poderoso do Universo Cinematográfico da Marvel? 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Crítica | Como terror, Campo do Medo é uma boa canção de ninar Canon lança câmera colorida embutida em mosquetão Veja Mais

Cade investiga aquisições da Prosegur

R7 - Economia A Superintendência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu duas frentes de investigação sobre aquisições de empresas de transportes de valor pela Prosegur. Os procedimentos administrativos foram abertos para apurar se operações envolvendo a compra de ativos da Sacel Serviço de Vigilância e da Transexcel Segurança e Transporte de Valores deveriam ter sido avisadas ao órgão antitruste.A decisão do Cade se dá no âmbito de uma guerra que envolve trocas de acusações entre empresas e entidades que representam concorrentes no setor. De um lado, está a Tecban, - empresa de gestão de caixas de autoatendimento bancário fundada por seis bancos -, dona da TB Forte, que detém 7% do mercado. De outro, as gigantes Brink's, Prosegur e Protege, detentoras de 80% de um mercado que girou R$ 33 bilhões em 2018.Recentemente, o Cade também mandou as três gigantes do setor explicarem "aumentos de preços". Em agosto, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que uma concorrente e parte da clientela de Protege, Brink's e Prosegur reclamam de suposto conluio.Entidades de classe às quais estas companhias são filiadas antagonizam. As três gigantes do mercado pertencem à Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores (ABTV). Já a rival TBForte, por exemplo, pertence à Associação Nacional de Segurança e Transporte de Valores.Enquanto a Tecban faz sucessivas representações ao Cade acusando suas rivais de cartel, a ABTV apoia, no Congresso, um projeto de lei que, caso aprovado, proibirá empresas que têm os bancos como seus acionistas de atuarem no mercado de transporte de valores - automaticamente dizimando a TBForte.Em artigo, o diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores (ABTV), Ruben Schechter, afirmou que "os bancos apresentam resistência em permitir que o mercado de transporte de valores concorra livremente, de forma igualitária"."Restringir a atuação dos bancos no controle de toda a cadeia de serviços significa defender o saudável desenvolvimento do setor de segurança privada", afirmou.Também em artigo, o presidente da Associação Nacional de Segurança e Transporte de Valores, Gabriel Montenegro Damasceno, diz que o argumento é "falacioso". "As três gigantes do mercado de transporte de valores detêm 80% de share do mercado nacional. Como ao redor do mundo, este segmento vive um momento perigoso de concentração".Ao órgão antitruste, o advogado José Del Chiaro, que defende a Tecban, relatou "aquisições sucessivas de empresas de menor porte por Prosegur, Brink's e Protege"."Com exceção da Norsegel, adquirida em janeiro de 2005 pela Nordeste, todas as demais operações envolveram os três gigantes que compõem o quadro de dominância do segmento no Brasil: Prosegur, Brink's e Protege. Considerando que até a Nordeste também foi adquirida pela Prosegur (em março de 2012), nota-se um franco movimento de consolidação que se reflete em uma dinâmica concorrencial alarmante", afirmou, o defensor, que chega a expor uma "linha do tempo" de aquisições."Em um mercado oligopolizado e com indícios de condutas abusivas, faz-se relevante eliminar a concorrência da franja", afirmou ao Cade.Debruçado sobre os requerimentos da TecBan, o Cade encontrou duas aquisições da Prosegur que merecem ser alvo de procedimento administrativo. Nas duas operações, o órgão notificou as empresas para que informem o faturamento de cada uma das partes no ano anterior à operação.No caso da compra da Sacel, o Cade ainda questionou sobre quais foram os ativos envolvidos na operação; e sobre a estimativa da estrutura de oferta no estado de Sergipe com base no número de carros fortes, destacando as participações de mercado das partes envolvidas na operação.Já sobre a compra da Transexcel, o órgão perguntou "se a operação consistiu em (1) fusão, (2) aquisição de controle, (3) aquisição de quotas/ações sem aquisição de controle, (4) consolidação de controle, (5) aquisição de ativos, (6) incorporação, (7) joint venture clássica, (8) joint venture concentracionista ou (9) outra forma de operação não coberta pelas alternativas anteriores, com a respectiva especificação".Após a decisão, o advogado José Del Chiaro, que defende a Tecban, afirmou. "A máscara cai com a abertura, pelo CADE, de duas investigações para apurar aquisições não comunicadas ao órgão antitruste."DefesaEm nota, a Prosegur afirmou que "trata-se de mera diligência atrelada ao processo de análise de aquisição da Transvip e será devidamente respondido à autoridade". Veja Mais

DJ Zedd é banido da China após curtir um tweet de “South Park”

R7 - Música A coisa está complicada na China e até o DJ Zedd se meteu na bagunça. Tem rolado uma confusão muito grande por lá envolvendo censura, e nomes do entretenimento estão se vendo em situações bizarras. Mais recentemente, o seriado South Park - conhecido por sempre estar em polêmicas - foi quem chamou a atenção do país asiático. Isso tudo aconteceu pois o episódio 'O Bando na China' mostrou o personagem Randy Marsh viajando à China. Lá, ele vendia maconha da sua fazenda e acabava preso; na cadeia, testemunhava maus tratos aos prisioneiros. O problema está em quem compunha este último grupo: figuras como o ursinho Pooh e o Leitão, banidos na China após comparações da semelhança do líder Xi Jinping com o primeiro. Daí, após curtir um Tweet inocente que apenas celebrava o episódio de número 300 da série, o Zedd se viu banido permanentemente da China. Ele mesmo anunciou a punição por meio de seu Twitter: I just got permanently banned from China because I liked a @SouthPark tweet. — Zedd (@Zedd) 10 de outubro de 2019 Censura na China Os problemas de censura na China foram evidenciados recentemente quando um diretor do Houston Rockets, da NBA, apoiou os protestos de Hong Kong. Criticando a organização esportiva, que tentou reduzir danos de mercado e acatou a censura, os criadores de South Park deram uma declaração cheia de ironia sobre tudo isso: Assim como a NBA, nós recebemos de braços abertos os censuradores chineses nas nossas casas e corações. Nós também amamos o dinheiro mais do que a liberdade e a democracia. O Xi não é igualzinho ao Ursinho Pooh, mesmo. Assista o nosso episódio 300 nesta Quarta às 10! Vida longa ao Grande Partido Comunista da China! Que a colheita de sorgo deste outono seja recheada! Estamos bem agora, China? Confira abaixo a íntegra do comunicado, em inglês. Watch the full episode - https://t.co/oktKSJdI9i@THR article - https://t.co/nXrtmnwCJB pic.twitter.com/Xj5a1yE2eL — South Park (@SouthPark) 7 de outubro de 2019   Veja Mais

Anime: os 8 melhores episódios piloto de séries

Anime: os 8 melhores episódios piloto de séries

Tecmundo A frase “a primeira impressão é a que fica” pode ser considerada clichê, mas faz sentido quando estamos falando do episódio piloto de um anime. Afinal, ele tem como objetivo mostrar os motivos pelos quais os espectadores devem continuar acompanhando a série.Com base na opinião dos fãs e dos críticos de animações japonesas, selecionamos alguns dos melhores episódios de estreia dos animes. Antes de apresentar a lista, um aviso: grande parte das produções destacadas são recomendadas para maiores de 16 anos.Leia mais... Veja Mais

'A insegurança te alimenta', diz Fernanda Montenegro sobre atuar no teatro

G1 Pop & Arte Atriz, que completa 90 anos, é entrevistada por Cristiana Aragão para o GloboNews Documento que vai ao ar na GloboNews no dia 14 de outubro. 'A insegurança te alimenta', diz Fernanda Montenegro sobre atuar no teatro Não existe paz para Fernanda Montenegro, quando o assunto é estar no palco. Em entrevista para o GloboNews Documento, a atriz prestes a completar 90 anos falou com emoção de sua relação com o teatro. "Pressupondo que seja um ato criativo, não existe paz. Ainda mais no nosso processo, que é um processo em cima de nós mesmos." "Quando tem a tecnologia você ainda se vê. Mas quando está no palco, você não se vê, você fornece você para alguém. É vida ou morte", explica a atriz. "Mas também isso não pode ser doentio. A insegurança te alimenta, porque no dia seguinte você vai repetir aquilo. E depois no outro dia vai repetir também." Fernanda Montenegro, que completa 90 anos, é entrevistada para o GloboNews Documento Stephanie Rodrigues / Rede Globo A atriz é entrevistada por Cristiana Aragão para o GloboNews Documento que vai ao ar na GloboNews no dia 14 de outubro. Fernanda Montenegro é a única brasileira indicada ao Oscar em categoria de atuação, primeira a ganhar um prêmio Emmy como melhor atriz e tem personagens fortes em quase 80 filmes, novelas e minisséries e centenas de peças de teatro. Até o final deste ano, ela estreia dois filmes. E guarda um terceiro para 2020. Veja Mais

Carlos Zarlenga: 'revolução que está por vir é a maior que a indústria já teve'

R7 - Economia Em meio à maior transformação de sua história - que passa por reaprender a fazer automóveis e a transformar seu produto de um bem de alto valor que fica boa parte do tempo na garagem a um bem de prestação de serviços compartilhados -, a indústria automobilística busca uma receita para manter-se no rol das mais poderosas do mundo.Dar o salto necessário para a passagem do carro atual, à combustão e poluente, para modelos elétricos e autônomos é a missão na mesa de todos os executivos do setor. O Brasil ainda pode estar distante de projetos locais na área, mas as empresas não querem perder o bonde, sob o risco de ficarem defasadas. No escritório de Carlos Zarlenga, presidente da General Motors América do Sul, a tarefa diária é tentar liderar o processo de metamorfose digital que tornará o automóvel uma espécie de celular gigante que carrega pessoas. Mas a mudança, afirma, não assusta. "Não temos medo do mundo digital."Líder em vendas de automóveis e comerciais leves no País desde 2016 e fabricante do Onix, o carro mais comprado por brasileiros há 50 meses, a GM se empenha em ser a primeira a introduzir tecnologias em seus veículos e a oferecer "uma jornada digital" ao consumidor na hora da compra. A nova geração do seu líder de vendas, lançada no mês passado, chega com várias inovações tecnológicas, como sistema que estaciona o carro sem ajuda do motorista, e alto índice de digitalização, como Wi-Fi a bordo.Para as fabricantes de veículos, a revolução digital ocorre simultaneamente no processo produtivo, no veículo, no sistema de vendas e na relação com os consumidores. Para o presidente da GM, "quem ainda não tem uma estratégia bem clara nesse sentido não vai conseguir ter liderança de mercado." A seguir, os principais trechos da entrevista:Como o sr. vê a transformação digital do setor automotivo e como a GM se insere no processo?Para mim, a GM está liderando essa transformação. No primeiro semestre do ano, tivemos R$ 2,5 bilhões de vendas geradas no espaço digital. A jornada do consumidor até a compra nasceu no ambiente digital, na interação com mídias sociais, com sites, na forma como ele nos contatou. Qual é a estratégia do grupo nesse cenário de transformação?Temos quatro pilares. O primeiro é a interação com o consumidor em todas as frentes. O segundo é o nosso carro. Nossos produtos estão 100% conectados, têm Wi-Fi e OnStar (sistema que dá acesso direto a uma central de serviços). O terceiro ponto é nossa cadeia de suprimentos e a manufatura digital. O processo de automação das fábricas tem evoluído de forma significativa. A quarta parte é como trazemos pessoas para trabalhar na GM, que também tem um foco digital muito importante. Por exemplo, a primeira entrevista é 100% digital. Como tem sido para o setor automotivo em geral essa passagem da produção convencional para a digital?É uma transformação total da operação. O importante, pelo menos no caso da GM, é que não sentimos uma transformação acontecendo e que temos de participar dela: nós estamos promovendo essa transformação. Estamos na jornada digital há pelo menos quatro anos. Quase 90% das nossas concessionárias têm showrooms digitais. Estamos indo para a segunda geração do ambiente digital das concessionárias, e muitas empresas ainda estão tentando entrar nisso.Como a GM promove a transformação?Para nós, o digital não é um tabu, é uma filosofia. O digital tem de ser um meio para nos ajudar a ter relevância onde o consumidor quer comprar. No passado, tínhamos a jornada predefinida de consumo e, de algum jeito, era preciso encaixar o consumidor nela. A partir do momento em que se pode fazer uma customização no relacionamento, a jornada é definida por ele. Na prática, como isso se dá?O consumidor pode ir à loja física comprar um carro ou começar no ambiente digital. A magia é que conseguimos ser muito mais assertivos no que ele quer e na oferta. Se ele estiver em uma cidade pequena e procurar o Onix no ambiente digital, automaticamente chegará à concessionária local e vai saber o inventário: opções de cores, configuração, preço e condições de pagamento. Esse processo nos leva a um engajamento maior. A jornada do consumidor é online e isso tem ajudado muito no nosso resultado de vendas e na liderança no mercado. E no caso da produção?O processo de produção hoje e o nível de automação, de robotização e de interação das pessoas não têm absolutamente nada a ver com o passado. Cada fábrica aqui está basicamente na fronteira da tecnologia e vai evoluir mais. Por um lado, essa mudança resulta em um produto de maior qualidade, mais barato e mais eficiente. Por outro, traz às vezes crescimento de volume de produção sem crescimento de ocupação de mão de obra. Produtividade é chave.E na rede de concessionários?Hoje, 90% da decisão de compra de um carro ocorre no espaço virtual. O número de concessionárias que o cliente visita antes da compra tem caído violentamente. Estudo da consultoria McKinsey mostrou que, em 2010, o consumidor visitava até sete concessionárias antes de decidir a compra. Hoje vai a menos de duas. Vários clientes vão à concessionária já com o veículo comprado. Só vai lá para assinar papéis e pegar o carro, ou seja, para consolidar a última parte da compra, pois toda a negociação foi feita 100% no meio virtual.Nesse modelo, o papel do concessionário será apenas de entregar o carro e prestar manutenção?Ao contrário, é ele que vende. Nós não partimos para a digitalização e o concessionário continuou nas trevas. Tomamos o cuidado para que ele seja tão digitalizado quanto nós. Os showrooms digitais da nossa rede utilizam infraestrutura e tecnologia nossa, ou seja, interagem com nossas ferramentas. O concessionário não fez uma estratégia digital e a gente integrou. Ela nasceu aqui e ele adotou.Como o consumidor identifica o novo carro digital?A revolução que está por vir é a maior que a indústria já teve. Nosso grande investimento global está em carros autônomos e elétricos. O carro autônomo é quase realidade e vai revolucionar a humanidade em relação aos grandes problemas do nosso século como emissões, acidentes e congestionamentos. É a integração total da conectividade. Outra coisa: dentro de um carro autônomo, o que a pessoa faz? Basicamente consome conteúdo. O carro vai estar cheio de telas, de interações. A mobilidade autônoma vai mudar o mundo de um jeito nunca visto. É o grande desafio da nossa época. Como se dá esse processo?Por exemplo, o Onix é um carro de entrada (o mais barato da marca), e já tem nível 1 de autonomia. Ele estaciona sozinho, tem Wi-Fi e, se ocorrer um acidente, o sistema identifica e liga para uma central. O atendente, via sistema OnStar, liga para o motorista, pergunta se ele se machucou e se precisa de um serviço de emergência. Se ele responder que está tudo bem, perfeito. Se não responder o chamado, o atendente pede para enviar ambulância, polícia, bombeiro. O Onix tem nível 4 de conectividade, o mais avançado no setor. É a conectividade que viabiliza toda essa transformação. A atualização do software é feita da mesma forma que um celular: a pessoa recebe uma mensagem e a atualização é feita online. Na concorrência tem de agendar horário e ir à concessionária. Imagina ter de ir à loja de celular para fazer o update.Há custo extra por esses serviços?O custo é uma pequena fração do que se paga pelo 4G do telefone. Mas se comparar o Wi-Fi do telefone, o do carro é melhor, porque a antena é maior. Parte de R$ 29,90 por mês por um pacote de 2 gigabits. Temos pacotes de 2 a 10 gigas.O que vem pela frente em inovação nos automóveis?No produto haverá mais e mais evolução autônoma. Nos EUA está à venda o Cadillac CT6 com sistema chamado Super Cruise, que é basicamente autônomo em autopista, sem mãos no volante. O carro ainda precisa saber que tem um motorista lá e, por meio de uma câmara, percebe, por exemplo, se ele dormiu - e o acorda. É um sistema nível 3 de autonomia. O nível 5 será 100% autônomo, sem volante e sem pedais e seu lançamento ocorrerá proximamente.Isso demora a chegar no Brasil?Carros com o sistema Super Cruise são possíveis aqui, mas precisa de pintura nas faixas, de infraestrutura para interagir com as câmeras do veículo. Mas os níveis 5 podem chegar mais rápido porque são tecnologias mais simples, chamadas de machine learning (aprendizado automático), que se adaptam rapidamente ao ambiente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Marvel: confira quem são os 10 personagens mais ricos das HQs

Marvel: confira quem são os 10 personagens mais ricos das HQs

Tecmundo Ter dinheiro nos quadrinhos é um dos requisitos caso um personagem queira se tornar super-herói, mas não possua super-poderes. Tenha origem em heranças de famílias, tesouros do fundo do oceano ou de patentes de equipamentos tecnológicos, uma grande parte dos personagens da Marvel conseguiu se tornar herói ou vilão, graças a uma quantidade enorme de dinheiro.Confira agora a lista dos 10 maiores bilionários dos quadrinhos da Marvel, e veja o quanto você ainda precisa economizar para poder entrar nos Vingadores.Leia mais... Veja Mais

Os 10 países que pagam os maiores salários para contadores, veja o ranking

R7 - Economia Embora um contador não seja o trabalho mais sexy do mundo, é definitivamente um dos mais lucrativos. E se você tem uma cabeça para números e todas as coisas analíticas, ser um contador é uma ótima escolha de carreira. No entanto, o dilema que você enfrenta agora é onde você começa? Onde você persegue a carreira de seus sonhos? Você […] O post Os 10 países que pagam os maiores salários para contadores, veja o ranking apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Fagner faz 70 anos e tem nove álbuns relançados em edições digitais

G1 Pop & Arte Compacto gravado pelo cantor com o jogador de futebol Zico, em 1982, também chega às plataformas. Nascido em 13 de outubro de 1949 em Fortaleza (CE), e não em Orós (CE), como consta em diversos relatos biográficos, Raimundo Fagner Cândido Lopes completa 70 anos com planos de lançar álbum com músicas inéditas, compostas com parceiros como Moacyr Luz e Zeca Baleiro. Enquanto não concretiza o projeto do disco, o artista cearense tem nove álbuns, três coletâneas e um compacto – Batuquê de praia, gravado em 1982 com o jogador de futebol Zico – arremessados nas plataformas digitais de música neste domingo, 13 de outubro, dia do 70º aniversário desse cantor de voz rascante que sempre evidenciou a influência árabe na música nordestina. Capa do compacto 'Batuquê de praia', de Fagner e Zico Reprodução Os álbuns Orós (1977), Eu canto (1978), Traduzir-se (1981), Fagner (1982), Palavra de amor (1983), A mesma pessoa (1984), Fagner (1985), Fagner (1986) e O quinze (1989) somam-se a títulos já disponíveis em edição digital como Beleza (1979), Eternas ondas (1980) e Romance no deserto (1987). A maioria dos álbuns chega às plataformas com faixas-bônus garimpadas pelo pesquisador musical Marcelo Fróes para a preciosa caixa Raimundo, editada em 2003 com caprichadas reedições em CD dos álbuns gravados por Fagner na passagem do cantor pela gravadora CBS, entre 1976 e 1985, além do segundo álbum do artista, Ave noturna, editado em 1975 pela gravadora Continental, e do projeto extra Homenagem a Picasso (1983). Veja Mais

Processo de admissão e demissão de funcionários: o que os contadores precisam saber?

R7 - Economia O que os contadores precisam saber a respeito de admissão e demissão de funcionários? Àqueles que têm ambição de trabalhar com Departamento Pessoal, sem dúvida alguma, há muito a ser conversado. Afinal são dois procedimentos comuns e cruciais para a empresa funcionar dentro da legalidade no aspecto trabalhista. Falando em legislação, a Consolidação das Leis […] O post Processo de admissão e demissão de funcionários: o que os contadores precisam saber? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Álbuns raros de Almir Guineto, Carmélia Alves e Jessé são reeditados em CD

G1 Pop & Arte Discos de Rolando Boldrin, Mongol e Fhernanda Fernandes também voltam ao catálogo em formato físico. Alvo do interesse de colecionadores de discos que prezam reedições de álbuns no formato físico do CD, a série de relançamentos do Discobertas – selo fonográfico carioca que, desde setembro de 2017, vem repondo em catálogo títulos raros (até então inéditos em CD) dos catálogos das gravadoras Som Livre e RGE – chega ao 18º lote neste mês de outubro de 2019. Mais dez títulos raros voltam ao mercado fonográfico em CD com tiragens limitadas de 300 ou 500 cópias. Dentre eles, há álbum do sambista carioca Almir Guineto (1946 – 2017), De bem com a vida, produzido pelo maestro Ivan Paulo e lançado originalmente pela RGE em 1991, quando o bamba já amargava período de menor visibilidade no mercado. Entronizada como Rainha do baião na década de 1950, a cantora carioca Carmélia Alves (1923 – 2012) tem reeditado álbum de 1974, Ritmos do Brasil com Carmélia Alves, disco produzido por Nelson Sampaio para a RGE. Outra raridade do lote é Fera, primeiro álbum de Fhernanda Fernandes, produzido por Durval Ferreira e lançado em 1981 no embalo da exposição obtida por essa cantora carioca – então conhecida somente como Fernanda – ao participar do festival MPB-80, exibido pela TV Globo em 1980. Também projetado em festival, no caso no Festival dos Festivais (1985), Mongol tem relançado em CD o primeiro álbum solo, Olhos vigilantes (1985), cujo repertório destaca Drops de hortelã, música de Oswaldo Montenegro, parceiro de Mongol, nome artístico do cantor e compositor carioca Arlindo Carlos Silva da Paixão. Com disco de Rolando Boldrin (Resposta do Jeca Tatu, de 1989) no pacote, a atual fornada de reedições do selo Discobertas também dá continuidade ao processo de relançamento da discografia do cantor fluminense Jessé (1952 – 1993). O álbum da vez é Eterno menino, disco produzido pelo próprio Jessé e lançado em 1987. Veja Mais

INSS: Separe sua papelada para se aposentar antes da Reforma

R7 - Economia Os trabalhadores que estão próximos de alcançar as condições mínimas para ter acesso ao benefício do INSS têm, além da expectativa de poder, finalmente, se aposentar, a preocupação de conseguir assim, acesso ao benefício antes da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) começar a valer.  A PEC, que foi aprovada em sua votação de primeiro […] O post INSS: Separe sua papelada para se aposentar antes da Reforma apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Reflexões sobre Telecom: história, OTT e acesso às tecnologias móveis

Reflexões sobre Telecom: história, OTT e acesso às tecnologias móveis

canaltech As discussões no mundo das tecnologias da informação e das comunicações (TIC) validam qualquer conceito filosófico esboçado por múltiplas civilizações antigas sobre o ciclo da história. Se analisar bem, é possível trocar as siglas dos protagonistas e até os mercados de referência, mas no fim, as discussões, em sua essência, são praticamente idênticas. É por esta razão que na indústria, como na memória dos países, é tão importante a história. Saber o que aconteceu, como aconteceu e sobretudo se funcionou. Do contrário, estaremos tropeçando com a mesma pedra toda vez. Falar do desaparecimento de cotas móvel deveria ser um requisito para qualquer adepto do mundo das operadoras móveis virtuais, pois sua venda de usuários não acontece sem antes apresentar uma forte batalha ante distintos atores. Como caso de estudo é fascinante, sobretudo se uma das partes estudadas for o contrato de proporções bíblicas que teve que assinar. Visitar a história itinerante da América Latina e do Caribe serve para explicar muitas das posições adotadas pelos governos, como também a evolução na postura das operadoras sobre este tema em pouco mais de uma década. A evolução do tema, especialmente em mercados da Bacia e do Caribe servem para entender o porquê dos picos de investimento em multiplicidade de redes, e uma política pública de administração de espectro com abordagem híbrida das bandas que alocava, cumprindo com as recomendações dadas tanto para região 1 como para região 2 de tecnologias sem fio, que geograficamente determinou a União Internacional de Telecomunicações (UIT). -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Outra característica intrínseca do mundo das TIC é que trimestralmente todo o diálogo referente aos avanços entre atores é lento e repleto de repetições. Assim como foi observado com a gerações móveis anteriores, agora encontramos os que vivem endeusando a 5G, que promete muitas possibilidades que serão aproveitadas pelos governos para acelerar a chegada da inovação tecnológica aos seus mercados por meio da internet das coisas. O problema é que o ímpeto da indústria privada parece chocar com uma mordaça, pois os servidores públicos não parecem inclinados a perceber, ou a identificar um empreendimento com este fim. Os resultados são provas, protótipos e lançamentos com mais promessas postergadas dos reais. Incluindo alguns, que julgam impertinente o jogo de recordar, mencionam que algumas promessas são incrivelmente parecidas com as do início do século, quando o mundo estava com a expectativa da 3G, que simplesmente não cumpriu com o esperado. Ainda que o ruído de ocasiões fomente vendedores inescrupulosos que querem converter a nova geração tecnológica em um Velo de Ouro com a capacidade de saciar até os gostos mais excêntricos das pessoas, novamente a velha guarda recorda do acontecido com o WiMax e sua parente do sul coreana WiBro na região. Experiências que permitem a todo especialista sério criar um resumo no qual a descrição das tecnologias mais próximas do mundo real é limitada e inclui a mensagem de que o trabalho não está concluído, já que a tecnologia deve continuar evoluindo para oferecer mais serviços, e simultaneamente irá encontrar novos desafios. A diferença que existe nestes momentos supera indiscutivelmente qualquer promessa observada ao longo dos anos, nos quais as operadoras poderiam se diferenciar da concorrência, dependendo dos conteúdos que detém seja por desenvolvimento próprio ou pela compra de terceiros. Este mundo compartilhado do qual a operadora participava, definido por iMode já se foi. Aqueles tempos apresentavam um modelo de negócios no qual a infraestrutura mudava conforme a operadora contratada, mas com o passar dos anos muitas das alternativas propostas foram parecendo localizadas em quase todo o planeta na mesma rota evolutiva definida pela 3GPP por meio da LTE e, posteriormente com as 5G. Ante as similaridades das redes, a diferença entre os jogadores do mercado que proporcionam serviços de acesso às telecomunicações se dá por meio de alianças com outras entidades e pela disponibilidade de aplicações, majoritariamente audiovisuais. Precisamente este é um tema que encontramos astrônomos e astrólogos com similaridades de analistas e consultores. Cada um apresenta a verdade absoluta acerca das plataformas audiovisuais ou videotecas conhecidas comumente como OTT de Vídeo. Ótimas análises sobre o conglomerado global com faturamento de bilhões de dólares descobriram que a fórmula é lucrativa. Pode ser mais apropriado dar um passo atrás e oferecer conteúdo que seja do interesse do usuário final, sem a necessidade de enfrentar grandes custos para acessar o mesmo. Existem aqueles que tentam adivinhar sobre o mercado de OTT baseado em números produzidos, que não apresenta um crescimento simples de linhas ou de assinantes, mas uma linha ascendente para onde vai a projeção de renda gerada por seres humanos. Crescimento Infinito, independentemente das condições macroeconômicas dos mercados, da distribuição de riqueza e do poder de compra das massas. Afinal de contas quando a operadora decide massificar o serviço, cedo ou tarde precisa compreender a chegada do mesmo aos quintis econômicos que forneceram aos seus clientes durante o boom de crescimento de células, graças a implementação de um esquema de cobrança pré-pago acompanhado de subsídios interessantes para facilitar a compra de telefones. Durante esta contemplação se dão conta de que Jorge Manrique poderia ter tido um pouco de reconhecimento, pois compreendem que aqueles tempos passados de mensagem de texto e telefonia básica era um século de ouro dos serviços móveis. Agora o problema é outro, em um mundo no qual todas as redes das operadoras oferecem serviços similares (utilizam equipamentos dos mesmos provedores), o problema é como evitar imitar os versos do arque-sacerdote de Hita sobre o grande agitador que é o Dom Dinheiro. Agitador porque agora as operadoras que tanto desejam obter dinheiro precisam ter responsabilidade de compartilhar entre uma multiplicidade de gastos um monte de dinheiro que anteriormente se destinava a cumprir os gastos de apenas um provedor. Agora, precisa pagar parte desse celular que já não se subsidia, cobrir parcialmente os custos do novo telefone e a tarifa mensal do plano de pagamento e telefonia. Talvez esta seja de fato a grande discussão das telecomunicações, que fala de forma abstrata em oportunidades de crescimento. É como se fosse um ente independente da economia, mas ignora aspectos de desenvolvimento básicos que impactam diretamente nos níveis de adoção das novas tecnologias. Por exemplo, quando menciona a pobreza como obstáculo imediato menciona o impacto das TIC na economia criando um círculo vicioso. A simples verdade é que para avançar com a adoção das telecomunicações e dos serviços oferecem é imperativo reduzir os níveis de pobreza, melhorar a educação, reduzir o desemprego, melhorar a infraestrutura básica e atender às demandas por serviços de saúde, entre outras. Se não existe dinheiro não se pode pagar por um serviço, sobretudo quando a prioridade para muitos é buscar o que comer para si e para sua família. Uma simples razão que forçará o desaparecimento de tantas plataformas audiovisuais, pois como diz a canção “no hay cama pa´ tanta gente (não existe cama pra tanta gente)". Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Quem é o ser mais poderoso do Universo Cinematográfico da Marvel? 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Crítica | Como terror, Campo do Medo é uma boa canção de ninar Netflix | Confira os lançamentos da semana (04/10 a 11/10) Veja Mais

Ripple em foco

R7 - Economia O preço da Ripple (XRP) está buscando um ponto de consolidação. Os últimos dias foram bem expressivos para o token, da Ripplenet. No último trimestre, o XRP foi visto se movendo ao longo do Ether e Bitcoin. No entanto, nos últimos dias, a Ripple registrou bons lucros, apesar do mercado flutuante. A moeda parece não […] Veja Mais

Por que celular com câmera de mais megapixels não significa fotos melhores

G1 Economia Celulares com quantidades enormes de megapixels realmente fazem fotos melhores? Ou isso é mais uma questão de marketing? Novo iPhone 11 Pro tem 3 câmeras traseiras Stephen Lam/Reuters Sempre que a Apple, Samsung ou qualquer outra grande marca lança um novo telefone celular, os usuários olham para a tela, para a bateria e principalmente para a câmera. O modelo mais recente do iPhone, o 11, carrega uma lente de 12 megapixels. Já o Samsung Galaxy Note 10 inclui uma de 16. Por outro lado, a versão Mate 30 da Huawei possui um sistema de câmera tripla, composto por um sensor de 40 megapixels, uma grande angular ultra ampla de 16 megapixels e uma lente objetiva de oito megapixels. Linha de aparelhos Mate 30 conta com configuração potente de câmeras, feita em parceria com a Leica Divulgação/Huawei Parece incrível, não? Mas o que isso significa na prática? A verdade é que a crença de que mais megapixels nos proporcionam uma foto de qualidade superior é falsa. Muitos consumidores são guiados pela quantidade, porque, no final das contas, cinco megapixels não soam tão bem quanto oito, mesmo que a câmera produza excelentes fotos. E, na mesma lógica, se oito é bom, 12 tem de ser ainda melhor. Porém, de acordo com especialistas, a qualidade das imagens não funciona segundo essa lógica. O "segredo desagradável" por trás dessa forma de classificar a câmera de um celular "é que [se basear] apenas [n]o número de megapixels é uma maneira ruim de prever o desempenho fotográfico", diz a revista americana Scientific American. Para entender isso, devemos ter em mente que o número de megapixels se refere à resolução da câmera. A resolução afeta o tamanho da imagem e não a qualidade. Esses números nos dão uma ideia de quanto podemos ampliar uma imagem sem perder a nitidez. Ou seja, se você deseja imprimir sua foto em tamanho A4, não importa qual celular você escolhe. Se sua intenção é imprimi-la em um formato grande, como um A2, então é melhor considerar o número de megapixels. Por outro lado, a maioria das fotos tiradas com telefones celulares acaba publicada nas redes sociais, compartilhada pelo WhatsApp ou enviada para um site, que precisa de fotos leves para carregar bem. O tamanho importa Para Sergio Barbero Briones, pesquisador do Instituto de Óptica do Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha, o que importa é o tamanho dos pixels e não a quantidade deles. E esse tamanho é determinado pelo sensor que coleta a luz. "Sem luz, não há foto", dizem fotógrafos experientes. "Quanto menor o pixel, melhor", diz Barbero. E se não fosse pelo fato de que as leis da física têm muito a dizer sobre a aparência da sua foto final, "poderíamos alcançar uma resolução infinita", afirma o pesquisador. Mas isso não é possível porque sempre teremos o que é conhecido como "ponto de difração", derivado da natureza das ondas da luz. É esse o fenômeno que coloca limitações técnicas na resolução. "O tamanho do sensor de imagem é importante e, em geral, quanto maior o sensor, maiores seus pixels. E quanto maiores os pixels, mais luz ele pode coletar", resume a Scientific American. "Quanto mais luz você pode capturar, melhor a imagem", diz ele. Normalmente, o fabricante do telefone celular especifica o tamanho do sensor da câmera. Mas eles costumam fazer isso com uma figura intuitiva para os consumidores médios. Te diz alguma coisa saber que o sensor do iPhone 8 é 1/3 ou que, no Samsung Galaxy S9, ele é de 1/2,6? Na verdade, esses números são uma divisão, mas o que você precisa saber é que quanto menor o divisor (3 ou 2,6), maior e melhor é o sensor. No caso acima, o sensor da Samsung é um pouco melhor que o da Apple. Portanto, da próxima vez que você quiser saber o quão boa é a câmera do celular, não se deixe guiar apenas pelo marketing. Veja Mais

Fã de TOOL, Justin Bieber lança música chamada “10,000 Hours”

R7 - Música Muitas vezes até coisas que não têm nada a ver uma com a outra têm alguma conexão. Pode ser o caso da nova música de Justin Bieber com o TOOL. O astro pop já declarou ser fã do TOOL e, por si só, essa afirmação gerou polêmica. A nova música de Bieber, lançada em conjunto com Dan + Shay, tem uma pegada country pop que em nada se assemelha à banda de rock, mas o título da canção pode ser uma pequena homenagem. Intitulada '10,000 Hours', a faixa imediatamente remete ao 10,000 Days, disco do TOOL lançado em 2006. Vale lembrar que, após 13 anos, os caras finalmente lançaram o sucessor deste: Fear Inoculum. Ao final da matéria você pode conferir a nova música do cantor pop. Mas, se ficou curioso para saber como soaria um instrumental do TOOL com a voz de Bieber, é só clicar aqui. TOOL e Justin Bieber https://www.youtube.com/watch?v=Y2E71oe0aSM Depois das declarações do artista pop, muitos fãs do TOOL pareceram ficar ofendidos. Apesar de inicialmente ter reagido com um 'que pena', o próprio Maynard James Keenan reconheceu que não deveria ter agido assim e chamou Justin de 'garoto bom'. A declaração se redimindo veio alguns dias depois de ter sido chamado de 'infantil' pela esposa de Bieber. Por aqui, aproveitamos a situação para discutir se há algum problema em Justin Bieber ser fã de rock. Veja Mais

A coleta de informações pessoais nas redes sociais e os limites da privacidade

A coleta de informações pessoais nas redes sociais e os limites da privacidade

canaltech Os escândalos mundiais sobre vazamento de informações pessoais de usuários de redes sociais são constantes e, infelizmente, um preceito perigoso, duramente punido por autoridades. Este ano, por exemplo, mais de 540 milhões de pessoas com contas no Facebook tiveram seus dados expostos em servidores na nuvem, sem qualquer tipo de senha de acesso. Essas informações são importantes ativos de propaganda, marketing, direcionamento de vendas e composição de produtos, pois as empresas podem saber detalhes dos gostos e preferências de cada um. O principal motivo do valor desses dados é, certamente, conseguir prestar serviços cada vez mais personalizados, conforme os anseios, desejos individuais. Quando se entra no cunho da Lei Geral de Proteção de Dados, que estará em vigor a partir de agosto do ano que vem, vale lembrar que as organizações serão responsabilizadas por qualquer vazamento, independentemente do método de coleta. É um desafio para a gestão se modificar em relação ao armazenamento dessas informações, em vista que é uma nova prática a se adotar. A privacidade quanto ao uso de dados agora é muito mais rígida e delimitado por lei, sem grandes margens a interpretações. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Por isso, o setor corporativo têm corrido atrás tentando se adaptar, movimento que começou pela Europa e agora chegou ao Brasil, principalmente no que tange o consentimento, detalhamento e o que será feito com a sua informação, de forma transparente e clara. A rede do Zuckenberg, por exemplo, anunciou, recentemente, que está aprimorando suas políticas para permitir que usuários vejam e controlem os dados que outros sites e aplicativos compartilham com a rede social, mas o cuidado do usuário das empresas com essa questão deve ser constante. Para a pessoa física, a mudança na lei nacional facilita os diversos controles de atualização de seus dados junto às empresas, em qualquer momento, ou até a exclusão destes. Às corporações, o momento de instaurar a cultura de transparência e controle é agora, iniciando por um mapeamento diagnóstico, estruturação de um plano de ação para executar os controles necessários, investimento em segurança da informação, desenvolvimento de contratos em termos de uso do serviço – seja por cliente ou fornecedor – tudo feito de maneira clara, sem as famosas “linhas pequeninas cheias de pegadinhas”. Bem-vindos a uma nova era onde ser transparente com seus públicos, internos e externos, não é mais opcional, e sim uma obrigação, independente do seu ramo de atuação, tamanho ou localização. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Quem é o ser mais poderoso do Universo Cinematográfico da Marvel? Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Canon lança câmera colorida embutida em mosquetão Netflix | Confira os lançamentos da semana (04/10 a 11/10) Veja Mais

Manu da Cuíca é bicampeã na Mangueira ao ter samba escolhido para o Carnaval de 2020

G1 Pop & Arte Uma das compositoras do cultuado samba-enredo História pra ninar gente grande, com o qual a escola de samba Mangeira se (con)sagrou campeã do Carnaval carioca neste ano de 2019, Manuela Oiticica – conhecida artisticamente como Manu da Cuíca – já se pode ser considerar bicampeã. Ela é a compositora – em parceria com Luiz Carlos Máximo – do samba-enredo escolhido pela agremiação verde-rosa para disputar o Carnaval de 2020 com o enredo A verdade vos fará livre. O samba de Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo concorreu com outros dois sambas na disputa que deu a vitória à dupla já na madrugada deste domingo, 13 de outubro. Eis a letra do samba-enredo com o qual a Mangueira vai tentar o bicampeonato em 2020: "Mangueira Samba que o samba é uma reza Se alguém por acaso despreza Teme a força que ele tem Mangueira Vão te inventar mil pecados Mas eu estou do seu lado E do lado do samba também Eu sou da Estação Primeira de Nazaré Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra do Buraco Quente Meu nome é Jesus da Gente Nasci de peito aberto, de punho cerrado Meu pai carpinteiro desempregado Minha mãe é Maria das Dores Brasil Enxugo o suor de quem desce e sobe ladeira Me encontro no amor que não encontra fronteira Procura por mim nas fileiras contra a opressão E no olhar da porta-bandeira pro seu pavilhão Eu tô que tô dependurado Em cordéis e corcovados Mas será que todo povo entendeu o meu recado? Porque de novo cravejaram o meu corpo Os profetas da intolerância Sem saber que a esperança Brilha mais que a escuridão Favela, pega a visão Não tem futuro sem partilha Nem Messias de arma na mão Favela, pega a visão Eu faço fé na minha gente Que é semente do seu chão Do céu deu pra ouvir O desabafo sincopado da cidade Quarei tambor, da cruz fiz esplendor E num domingo verde-e-rosa Ressurgi pro cordão da liberdade" Veja Mais

Dominância do Bitcoin em foco

R7 - Economia Desde o início do ano, o domínio do Bitcoin está contido em um canal paralelo ascendente. Devido à sua incapacidade de quebrar acima da linha do meio do canal, o domínio do Bitcoin está retraindo. Essa correção pode levá-la ao fundo do canal, onde fica o nível de retração de 23,6% de Fibonacci. Um movimento […] Veja Mais

'Parabéns pra você' e outras 4 ideias simples que viraram negócios multimilionários

G1 Economia Canais de televisão e produtoras de cinema tiveram que pagar até US$ 30 mil (R$ 123 mil) para usar a música. Letra original de 'Parabéns a você', de 1893, dizia 'Bom dia para você' Getty Images/ BBC Milhões de pessoas cantam essa música pelo menos uma vez por ano. A canção "Parabéns pra você", de 1893, é atribuída a Mildred Hill, uma professora pré-escolar americana. Mas a letra original – com a mesma melodia que conhecemos hoje – dizia "bom dia para você". Até que um dia, um desconhecido, do estado americano de Kentucky, substituiu o "bom dia" pelo "parabéns". Em 1924, a música foi publicada com as duas letras, e os advogados da família Hill começaram a trabalhar para que ninguém a utilizasse sem pagar os devidos direitos autorais. Eles processaram o compositor americano Irving Berlin por incluí-la em um de seus musicais. E, depois disso, canais de televisão e produtoras de cinema tiveram que pagar até US$ 30 mil (R$ 123 mil) para usar a música. Há três décadas, a Warner Music comprou os direitos da canção e faturou até US$ 2 milhões por ano. Em 2016, no entanto, um juiz de Nova York determinou que a canção nunca deveria ter tido direitos autorais, porque ninguém sabe ao certo quem escreveu a letra. A Warner Music teve, então, que devolver milhões de dólares àqueles que tinham pago para usá-la. Atualmente, "Parabéns a você" está livre de direitos autorais. Conheça outras ideias simples que se tornaram negócios milionários. 1. O guarda-chuva Mulher caminha com guarda-chuva em Morioka, no Japão, no sábado (12) Charly Triballeau / AFP Na China, o guarda-chuva é usado há mais de 10 mil anos. Mas no Ocidente, particularmente na Europa, começou a ser usado por mulheres ricas para se proteger do sol. Mais tarde, no século 18, o britânico Jonas Hanway começou a usar um guarda-chuva comprado no Oriente para se proteger da chuva. O problema foi que as pessoas começaram a tirar sarro de Hanway, e os taxistas jogavam comida nele toda vez que passava de guarda-chuva, receosos de que poderia roubar seus clientes. No entanto, pouco a pouco, o guarda-chuva se tornou parte do figurino dos "cavaleiros britânicos", até que em 1830 foi aberta, em Londres, a primeira loja de guarda-chuvas do mundo ocidental. E, em 1928, Hans Haupt inventou o guarda-chuva compacto, o mesmo usado até hoje. 2. Água engarrafada Garrafas de água mineral em imagem de arquivo Thomas Coex/AFP A Evian foi a primeira empresa a vender água engarrafada. Em 1929, começou a engarrafá-la na Suíça. As vendas dispararam, uma vez que naquela época as pessoas estavam aterrorizadas com a possibilidade de contrair cólera ao beber água encanada. Mas as cidades logo começaram a desinfetar a água com cloro, e as vendas de água engarrafada despencaram. Em 1977, surgiu a água engarrafada com gás. A Perrier fez um grande lançamento da sua água mineral, vendendo como um produto francês altamente sofisticado. As vendas atingiram US$ 3 bilhões por ano. E nessa mesma década, as garrafas de vidro foram substituídas pelas de plástico. Neste contexto, a Coca-Cola e a Pepsi viram uma grande oportunidade comercial e inundaram o mercado com marcas mais baratas. Atualmente, consumimos 400 bilhões de litros de água engarrafada por ano – e pagamos cerca de US$ 100 bilhões por isso. O custo é 3 mil vezes mais caro do que beber água encanada. 3. O saco plástico Antes da invenção dos sacos de plástico, os clientes usavam sacolas de papel para levar os produtos para casa. O problema é que elas não eram tão seguras, e os produtos costumavam cair. Mas, em 1965, um sueco chamado Sten Gustaf Thulin teve a ideia de vender sacolas plásticas que podiam transportar produtos com mais de mil vezes seu próprio peso. Em 1982, os supermercados americanos Kroger e Safeway começaram a usá-las – e atualmente as lojas utilizam bilhões de sacolas plásticas por ano. Mas essa indústria tem causado problemas ambientais gigantescos. As sacolas plásticas demoram de 100 a 400 anos para se decompor, devastam a vida marinha e causam inundações em todo o mundo ao bloquear os sistemas de drenagem. 4. O marca-texto Marca-texto Fabio Tito/G1 No início dos anos 1960, o japonês Yukio Horie inventou a caneta com ponta de feltro, conhecida hoje como marca-texto. Sua tinta à base de água fazia o traçado deslizar suavemente sobre o papel e permitia destacar certas partes de um texto sem cobrir as palavras. Isso aconteceu em meio ao movimento hippie – foi quando as cores fluorescentes começaram a ser usadas em todas as partes, incluindo roupas, pôsteres e capas de discos. O segredo dessa explosão de cores está no tipo de tinta, que absorve a luz ultravioleta e infravermelha, convertendo em luzes visíveis. Em 1971, a empresa alemã Stabilo transformou a cultura hippie das cores em uma "cultura corporativa" com os marcadores Stabilo Boss. Atualmente, são vendidos por ano mais de US$ 300 bilhões em marca-texto. Veja Mais

Chega de teclado! Veja 4 apps de digitação por voz

Chega de teclado! Veja 4 apps de digitação por voz

canaltech Boa parte das matérias publicadas aqui no Canaltech envolvem entrevistas com executivos, advogados, desenvolvedores e especialistas no assunto que as nossas pautas tratam naquele momento. E o nosso processo envolve muito mais do que simplesmente ligar um gravador e conversar com o porta-voz: essa é a parte mais fácil. Uma vez que voltamos à nossa mesa na redação, ainda temos que passar aquilo para um editor de texto e, convenhamos, essa é a parte mais maçante do trabalho. Quem atua no ramo jornalístico há um pouco mais de tempo deve se lembrar que, antigamente, não havia muita escolha: ou você seguia anotando as informações faladas por um entrevistado ali, na hora; ou gravava tudo para ouvir de novo todo o material depois, já na redação (eu, particularmente, faço os dois — coisa de gente velha) Hoje, no universo digitalizado em que vivemos, temos a sorte de contar com diversas ferramentas que nos trazem muita economia em partes desses processos. A digitação por voz facilita muito quando você precisa registrar, por escrito, algo mais urgente e depende da velocidade com que aquilo seja gravado. Por isso, nas dicas de hoje, o Canaltech listou quatro ferramentas bem avançadas de digitação por voz que prometem inúmeras facilidades para o nosso — e o seu — trabalho. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Google Docs Vamos começar com a mais popular: o Docs, editor de texto que faz parte da suíte de apps de escritório da Google (sendo outras, por exemplo, o Gmail, Hangouts, Drive, Planilhas, Apresentações, entre outras) foi originalmente lançado em agosto de 2016 e, de lá para cá, tornou-se uma das mais populares plataformas de edição de texto do mercado, facilmente rivalizando o Word, parte do Office, da Microsoft. As vantagens do Docs são inúmeras, e o tornaram a ferramenta de escolha para diversos profissionais que mexem com texto por 1) ser totalmente gratuito e 2) ser instalado em uma base de nuvem da Google, o que permite salvar documentos e acessá-los de qualquer plataforma pela internet, além de economizar espaço e processamento no seu computador. Isso dito, o Docs também conta com uma ferramenta de digitação por voz, acessível por meio da barra superior de ferramentas (Ferramentas > Digitação por Voz). O funcionamento é básico e simples como qualquer ferramenta do tipo: você aciona o comando, clica no símbolo do microfone para iniciar a gravação e começar a captura. Há ainda a capacidade de reconhecer outros idiomas, o que torna o processo ainda mais intuitivo, fora que não exige a instalação de nada — é tudo 100% online. No menu superior de um documento em edição pelo Google Docs, você acesse o controle de digitação por voz, destacado na imagem acima (Captura de Imagem: Rafael Arbulu) Windows O atual sistema operacional da Microsoft também conta com um mecanismo de reconhecimento de voz, embora ele não seja tão abrangente quanto o da Google no que tange à digitação. A principal vantagem aqui é ele ser um recurso nativo do Windows, já instalado junto do SO e não exige o download de nenhuma aplicação de fora (exceto nos casos onde você deseja adicionar mais funcionalidades). O sistema de reconhecimento de voz do Windows 10 é normalmente utilizado em interações com a (ex-)assistente virtual Cortana, para ajustar lembretes ou executar tarefas simples. Para acessá-lo, você deve abrir o Painel de Controle e clicar em “Hora e Idioma”. No menu lateral à esquerda, acesse a guia “Fala”. De todas as ferramentas listadas aqui, o reconhecimento de voz do Windows 10 é a mais simples e a que conta com menos recursos, mas serve bem para aqueles que precisam de pouca demanda nesse tipo de ferramenta (Captura de Imagem: Rafael Arbulu) SpeechTexter Essa é uma ferramenta não muito conhecida (sem falar que é a favorita do nosso repórter e apresentador do CT News, Wagner Wakka), mas tem funcionamento bastante simples e traz alguns adicionais bem interessantes. Tal qual o Docs, ela é 100% online e, diante do acesso por meio do seu navegador, ela já abre com um documento de texto em modo de edição. Você ajusta o idioma desejado e já começa a falar. Um dicionário na lateral direita da tela lhe ajuda com a inserção de pontuação (sim, você deve “falar” a pontuação para que o sistema entenda as inserções). O advento do uso de pontuações por voz é o que torna o SpeechTexter uma das ferramentas mais inventidas: o Docs possui um processo mais automatizado, porém uma parte do processo é a de pós-transcrição, então você vai ter que revisar o texto e inserir as pontuações em seus devidos lugares manualmente. Aqui, isso é absorvido no processo de reconhecimento de voz. Claro, deve soar muito estranho dizer em voz alta, para o seu computador: “Boa tarde - ponto de exclamação - Estamos aqui testando as ferramentas de transcrição de áudio para o Canaltech - ponto final”, mas o resultado é um documento com mais de 90% de precisão e abertura para mais de 60 idiomas. Dica: para pular uma linha, diga em voz alta “novo parágrafo”. O SpeechTexter figura entre as ferramentas mais intuitivas do reconhecimento e digitação de voz por permitir que você insira comandos de pontuação, adiantando processos longos como decupagem e digitação de documentos grandes (Captura de Imagem: Rafael Arbulu) Dragon Speech Recognition Aqui, temos uma das ferramentas mais conhecidas do mercado. O Dragon Speech Recognition é a última opção da lista por dois motivos: o primeiro é que se trata de um download e instalação, ou seja, requer processamento e espaço em disco no seu computador, para armazenamento local. O segundo é que esta é uma aplicação paga. E não é das mais baratas: a média de uso fica em €159 (algo em torno de R$ 730). A razão para se ter um app de reconhecimento de voz pago, segundo os desenvolvedores, é a de que o Dragon não se limita a apenas “digitar” por sua voz. Na verdade, essa é uma das diversas funções do aplicativo: além da redação de documentos, ele também escreve e envia e-mails, navega pela internet e executa comandos sistêmicos, por meio de uma interface que se anexa a todo o funcionamento de seu sistema operacional. É bem intuitivo e simples de usar, mas lamentavelmente, ele dói bastante no bolso. Mais além, a empresa traz toda uma suíte de apps de reconhecimento de voz adaptados para o mercado de atuação: tem um programa específico para documentação legal, outro para o setor de saúde hospitalar além, claro, do app voltado ao usuário final. É uma solução multifacetada, voltada para empresas — consequentemente, há preços nada amistosos a serem pagos.   O mercado de reconhecimento de voz é um em franca expansão. Com o advento da inteligência artificial, é provável que novas soluções apareçam em um futuro próximo, ainda mais inventivas do que as que listamos aqui. E você? Conhece alguma que ficou ausente de nossa lista? Conte para nós qual é a ferramenta de sua escolha nos comentários e porquê. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em fatos reais Após anúncio do PlayStation 5, dezenas de funcionários são demitidos da Sony Canon lança câmera colorida embutida em mosquetão Mensagens de WhatsApp valem como prova de pagamento? Netflix | Confira os lançamentos da semana (04/10 a 11/10) Veja Mais

Passagem do tufão Hagibis no Japão provoca pelo menos 24 mortos

O Tempo - Mundo Houve também 170 feridos e 17 pessoas estão desaparecidas Veja Mais

3 erros contábeis que podem acabar prejudicando o seu cliente

R7 - Economia Você está graduando em Ciências Contábeis ou acabou de se formar na área? Pois saiba que esse é um ótimo momento para conhecer os erros contábeis que podem prejudicar o seu futuro cliente ou empresa pela qual venha a trabalhar. Afinal, por que colocar em xeque a sua carreira em vez de evitar falhas grotescas? […] O post 3 erros contábeis que podem acabar prejudicando o seu cliente apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Globo Rural – Edição de 13/10/2019

G1 Economia Globo Rural – Edição de 13/10/2019 Programa mostra quem são os artesãos responsáveis por fabricar violas. Os luthiers, como são conhecidos, aliam tradição e modernidade para produzir o instrumento musical mais famoso do campo. Tem ainda as notícias sobre a produção de grãos no Paraná e do confinamento de gado em Mato Grosso do Sul. E mais notícias do campo. Veja Mais

Margem de lucro ó...! Custo de produção do iPhone 11 Pro Max é inferior a 50% do valor de venda

tudo celular o aparelho tem quase o mesmo valor de produção do seu antecessor, o iPhone XS Max. Veja Mais