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Roman Polanski rejeita acusações de estupro na França e estuda ações legais

G1 Pop & Arte Fotógrafa e ex-modelo Valentine Monnier acusa diretor de tê-la agredido e estuprado em 1975 na Suíça, aos 18 anos de idade. Roman Polanski em foto de maio de 2017, no Festival de Cinema de Cannes Valery Hache/AFP O cineasta franco-polonês Roman Polanski, acusado pela francesa Valentine Monnier de tê-la estuprado em 1975, rejeita a acusação "com a maior firmeza", disse neste domingo (10) seu advogado, que está estudando uma "ação judicial" em resposta ao testemunho. "Polanski rejeita firmemente essa acusação de estupro", afirma Hervé Temime em comunicado transmitido à AFP. "Estamos trabalhando em ações legais para responder a esta publicação", diz o advogado. Temime afirmou que o cineasta, cujo próximo filme "Eu Acuso" sobre o caso Dreyfus estreia quarta-feira (13) na França, "não participará do tribunal midiático". Em depoimento publicado na sexta-feira (8) pelo jornal Le Parisien, Monnier, fotógrafa, ex-modelo e que atuou em alguns filmes nos anos 80, acusa Polanski de tê-la agredido e estuprado em 1975 na Suíça, aos 18 anos de idade. Essa acusação se adiciona às de outras mulheres nos últimos anos, igualmente negadas por Polanski. Monnier ressalta que não apresentou uma queixa desses fatos, já prescritos, mas decidiu revelá-los publicamente devido à estreia de "Eu acuso" na França. "Gostaria de lembrar que essa acusação aponta para fatos de 45 anos atrás", escreve Termine em sua declaração. "Se esses fatos estão prescritos há mais de 30 anos, é também porque, após esse período, é impossível coletar todos os elementos necessários para uma investigação", acrescenta. Monnier no sábado (9) recebeu apoio da atriz francesa Adèle Haenel, que recentemente acusou o diretor Christophe Ruggia de "toques" e "assédio sexual" quando era adolescente. Veja Mais

Após renúncia de Evo, Bolsonaro defende voto impresso no Brasil

O Tempo - Mundo Morales renunciou pela televisão na tarde deste domingo (10) e se disse vítima de um golpe Veja Mais

Veja Péricles cantar um medley de "Havana" de Camila Cabello e "Oye Como Vá" de Tito Puente

R7 - Música Ex-Exaltasamba mostra intimidade com os ritmos latinos Veja Mais

"Revolução genômica": Reino Unido quer mapear 5 milhões de bebês em cinco anos

canaltech Com um ambicioso projeto de sequenciar 5 milhões de genomas nos próximos cinco anos, todas as crianças britânicas poderão receber seu próprio código ao nascer. Pelo menos é o que o Reino Unido planeja oferecer no Serviço Nacional de Saúde (NHS), que é um sistema gratuito. Segundo o secretário de saúde e político Matt Hancock, membro do Partido Conservador, os testes serão rotineiros e oferecidos como verificação padrão para recém-nascidos. Dessa maneira, espera-se mapear o risco de doenças genéticas e oferecer atendimento "preditivo [de forma especulativo] e personalizado." Embora as informações possam melhorar os cuidados e aproveitar os avanços da ciência, as famílias enfrentarão um dilema: se desejam ou não saber sobre os riscos de saúde que uma criança poderá enfrentar durante sua vida. A iniciativa também levanta questões sobre privacidade médica e a segurança dos dados coletados. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Reino Unido pretende cadastrar o genoma de 5 milhões de bebês Conheça o Projeto O plano de sequenciar 5 milhões de genomas em cinco anos é a continuação de uma iniciativa britânica, o Projeto 100.000 Genomas, que foi lançado por David Cameron, no ano de 2012, em memória de seu filho que faleceu, vítima de um distúrbio neurológico raro.  A primeira meta dos 100.000 sequenciamentos foi atingida em dezembro do ano passado com muito êxito e, segundo o órgão de saúde responsável, o projeto permitiu a melhora no tratamento de 15.000 pacientes com câncer, que puderam descobrir doenças raras, por exemplo, que afetavam ainda mais a recuperação. Para o final deste ano, os ministros já prometeram que os novos testes estarão disponíveis para todas as crianças diagnosticadas com câncer e adultos com determinadas doenças raras e cânceres difíceis de serem tratados. De olho no futuro, Hancock espera disponibilizar para todas as crianças, ao nascerem, os testes em uma "revolução genômica" por todo o país. Tal medida permitira que os pais pudessem optar por serem alertados sobre possíveis riscos de saúde dos seus filhos e possibilitaria que o NHS oferecesse um tratamento mais personalizado, afirmam os especialistas da área médica. Hancock afirmou, em uma conferência da Genomics England, que as crianças obteriam o "melhor começo de vida" caso recebessem o mapeamento genético, junto com verificações padrão que testassem doenças raras, como parte dos testes já realizados na maternidade. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Você está preocupado com a extinção humana? Entenda por que deveria Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk Algoritmo de IA "descobre" rapidamente que a Terra orbita o Sol Xiaomi explica as diferenças entre as cinco lentes do Redmi Note 10 Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora Veja Mais

Arnaldo Antunes resiste como uma das cabeças pensantes da música do Brasil

G1 Pop & Arte Artista lança o primeiro single de álbum solo autoral gravado em São Paulo com composições inéditas. Arnaldo Antunes já sobressaía como compositor quando integrava a banda Titãs. O artista foi um dos cérebros que mais impulsionou a "cabeça dinossauro" do grupo paulistano ao longo dos anos 1980, década áurea dos Titãs. Em carreira solo desde 1993, Antunes tem alternado álbuns primorosos com discos menos relevantes ou mesmo protocolares, caso do anêmico Já é (2015). Contudo, a julgar pelo single O real resiste, apresentado em 8 de novembro, tudo indica que Arnaldo Antunes recupera a chama que começou a acender novamente no revigorante álbum RSTUVXZ (2018), disco pautado pelas afinidades e contrastes entre rock e samba. A gravação da música O real resiste é a primeira amostra do autoral álbum solo de composições inéditas que o artista gravou entre julho e agosto deste ano de 2019, no estúdio paulista Canto da Coruja, em Piracaia (SP), com produção musical dividida entre Gabriel Leite e o próprio Arnaldo Antunes. Capa do single 'O real resiste', de Arnaldo Antunes Reprodução Música que joga luz sobre as sombras que ameaçam escurecer o Brasil, O real resiste tem letra e arranjo que pairam soberanos acima de melodia que parece criada a serviço de versos que soam como mantras. Tal como o single O real resiste, o álbum foi gravado com os toques dos músicos Cezar Mendes (violão de nylton), Chico Salem (violão de aço), Dadi Carvalho (baixo, guitarra e violão de 12 cordas) e Daniel Jobim (piano). Eis a letra que mostra que, na real, Arnaldo Antunes resiste como uma das cabeças pensantes da música do Brasil: O real resiste (Arnaldo Antunes) Autoritarismo não existe Sectarismo não existe Xenofobia não existe Fanatismo não existe Bruxa fantasma bicho papão O real resiste É só pesadelo, depois passa Na fumaça de um rojão É só ilusão, não, não Deve ser ilusão, não não É só ilusão, não, não Só pode ser ilusão Miliciano não existe Torturador não existe Fundamentalista não existe Terraplanista não existe Monstro vampiro assombração O real resiste É só pesadelo, depois passa Múmia zumbi medo depressão não, não, não, não não, não, não, não não, não, não, não não, não, não, não Trabalho escravo não existe Desmatamento não existe Homofobia não existe Extermínio não existe Mula sem cabeça demônio dragão O real resiste É só pesadelo, depois passa Como o estrondo de um trovão É só ilusão, não, não Deve ser ilusão, não não É só ilusão, não, não Só pode ser ilusão Esquadrão da morte não existe Ku Klux Klan não existe Neonazismo não existe O inferno não existe Tirania eleita pela multidão O real resiste É só pesadelo, depois passa Lobisomem horror opressão não, não, não, não não, não, não, não não, não, não, não não, não, não, não Veja Mais

Será que os aliens entenderão as mensagens que enviamos a eles?

Será que os aliens entenderão as mensagens que enviamos a eles?

Tecmundo Você deve saber que mensagens “terráqueas” já foram enviadas pelo cosmos para o caso de que alguma civilização alienígena as encontre e decida retornar a gentileza. Além disso, existem grupos de cientistas que – embora nem todo mundo aprove – transmitem sinais em direção a sistemas planetários distantes e exoplanetas potencialmente habitáveis por se algum ET acaba captando o recado e mande um “alô”. Mas você sabe em que consistem essas mensagens e, se chegarem a ser recebidas, como se espera que elas sejam decodificadas?De acordo com Daniel Oberhaus, do site Wired, na década de 60, o matemático holandês Hans Freudenthal desenvolveu uma linguagem para a potencial comunicação com seres extraterrestres que ele batizou de Lingua Cosmica – ou Lincos, como é mais conhecida hoje em dia –, idioma que foi atualizado pelos físicos Yvan Dutil e Stephane Dumas e voltou a ser usado para a criação de “conteúdos interestelares” há alguns anos.Leia mais... Veja Mais

Fluxo de capital para a BitMex aumenta em dias de queda de preço do Bitcoin

R7 - Economia O preço do Bitcoin perdeu cerca de US$ 800 na tarde de sexta-feira, indicando um esgotamento do RSI e com consequente perda de volume. Isso ocorreu após alguns dias de consolidação e lateralização das faixas de preços próximos ao suporte. Curiosamente, a BitMEX, entre todas bolsas registrou uma entrada de US$ 28 milhões em BTC […] Veja Mais

O ÚLTIMO MELHOR DO MUNDO! Kaká - Aqui Com Benja! - Programa Completo

O ÚLTIMO MELHOR DO MUNDO! Kaká - Aqui Com Benja! - Programa Completo

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Kaká #AquiComBenja #Futebol Veja Mais

Varejo aposta em crédito e FGTS para ter melhor Natal desde 2013

Varejo aposta em crédito e FGTS para ter melhor Natal desde 2013

R7 - Economia Nível dos estoques mais baixo é um sinal positivo EBC Comércio e indústria de bens de consumo se preparam para uma retomada das vendas neste fim de ano. Estoques mais enxutos nas lojas e velocidade maior de produção nas fábricas são o termômetro de que este Natal deverá ser o melhor para o varejo desde 2013. Com isso, o próximo ano poderá começar com a atividade em ritmo mais acelerado. Leia mais: Varejo deve abrir 91 mil vagas temporárias neste fim de ano Juros em queda, inflação baixa, maior oferta de crédito, recuperação do emprego, ainda que lentamente, e a liberação de recursos extras do FGTS são fatores que dão sustentação para o crescimento da produção e das vendas no último trimestre. Além disso, o consumo, especialmente de itens de maior valor, que ficou represado por causa da crise, pode deslanchar com a conjuntura favorável. "Nos últimos cinco anos, ficamos só com a venda para reposição dos eletrodomésticos, mas a população cresceu e a demanda reprimida hoje é muito grande", afirma João Carlos Brega, presidente da Whirlpool para América Latina, que é dona das marcas Brastemp e Consul, de lavadoras, fogões e geladeiras. Veja também Impostos de quem recebe salário médio financiam 531 pontos de luz Compras exageradas na Black Friday podem prejudicar finanças de 2020 Empresas poderão abrir filiais em outros estados instantaneamente Como vender mais na Black Friday usando marketplace Por conta desse cenário, o varejo espera que o faturamento real do Natal aumente neste ano 4,8% em relação a 2018, descontada a inflação. Se a previsão da Confederação Nacional do Comércio (CNC) se confirmar, será o melhor desempenho em seis anos. "Não descarto a possibilidade de revisar para 5% a projeção", diz o economista-chefe da entidade, Fabio Bentes. Essa foi a taxa de crescimento alcançada em 2013. Pesquisa feita no mês passado pela CNDL e pelo SPC Brasil mostra que 77% dos brasileiros adultos, quase 120 milhões de pessoas, pretendem ir às compras neste fim de ano. Isso significa que quase R$ 60 bilhões vão girar na economia só por conta da compra de presentes. "O resultado é equivalente ao de 2018, mas com viés positivo", observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Ela argumenta que a fatia de indecisos em relação às compras neste ano é mais que o triplo de 2018 e, por causa da conjuntura favorável, há chance de esses consumidores decidirem gastar até o fim do ano. Também a parcela dos que não pretendem comprar neste ano é menos da metade de anos anteriores. O otimismo dos lojistas tem base real quando se olha para os estoques. No mês passado, 22,5% dos comerciantes tinham produtos encalhados. É o menor resultado para os meses de outubro desde 2013. As vendas no ano até agosto acumulam alta de 1,2%. Mas o ritmo se acelerou a partir de setembro, quando começaram a ser liberados os recursos do FGTS. "Este mês começou melhor do que o previsto", conta José Domingos Alves, supervisor da Lojas Cem. Ele revisou a alta da Black Friday de 7% para 20% e projeta 10% para o Natal. Veja Mais

Zona Franca tem aumento de vendas

R7 - Economia A perspectiva favorável para as vendas de Black Friday e Natal já aquece a produção dos fabricantes da Zona Franca de Manaus (AM) de televisores, motocicletas, bicicletas, computadores, smartphones, aparelhos de ar-condicionado split e de forno de micro-ondas. De janeiro a agosto, as indústrias instaladas no polo faturaram R$ 65 bilhões. Foi o melhor resultado para o período em seis anos, segundo a Suframa."Este ano a produção está bem melhor", afirma o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas, Nelson Azevedo. O crescimento de 7,5% nas vendas da indústria registrado até agosto (último dado disponível) se acelerou mais em setembro e outubro, observa. Mas ele ressalta que, apesar do aquecimento, ainda não houve um avanço significativo no emprego. Neste momento, as indústrias procuram ocupar a grande capacidade ociosa das fábricas, mas a maioria das empresas trabalha com um turno. Sondagem da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que o uso da capacidade nas indústrias que produzem bens de consumo duráveis, que são exatamente os itens fabricados em Manaus, atingiu 78,5% no mês passado. Foi o melhor outubro em uso da capacidade das fábricas desde 2014, observa Renata de Melo Franco, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV) e responsável pela pesquisa. Outubro é considerado "o Natal da indústria", isto é, quando as fábricas estão no pico da produção.Movimento semelhante ocorreu com os fabricantes de bens não duráveis, que inclui alimentos, artigos de vestuário e calçados, por exemplo. A ocupação da capacidade dos fabricantes desses itens estava em 77,5% em outubro deste ano, o maior resultado para o mês desde 2017.A pesquisadora observa que as expectativas dos empresários da indústria de bens não duráveis para os próximos meses avançaram desde meados do ano. Em julho, esse indicador estava abaixo de 90 pontos e no mês passado estava em 93,5 pontos - numa escala em que resultados acima de 100 indicam forte atividade. "É um nível considerado ainda baixo, mas podemos dizer que, para o final do ano, os empresários estão relativamente mais otimistas do que estavam no meio do ano."Renata acredita que a liberação de recursos extras do FGTS pode ter dado um ânimo maior para a produção de não duráveis. Como não é possível comprar um carro com R$ 500 a mais no bolso, esses recursos extras podem aumentar a demanda por itens de menor valor, como vestuário e alimento.GeladeirasA indústria de eletrodomésticos, como geladeiras, lavadoras e fogões, iniciou o último trimestre com maior velocidade de produção. Por conta de Black Friday e do Natal, normalmente o quarto trimestre já é o melhor período do ano para esses fabricantes. Mas, neste ano, por causa do quadro favorável, houve uma aceleração maior.O presidente da Whirlpool, João Carlos Brega, diz que a ocupação das fábricas do setor oscila hoje entre 75% e 80% e que a perspectiva é de que a produção cresça no último trimestre do ano entre 10% e 15% na comparação com igual período de 2018. A unidade da Whirlpool de lavadoras em Rio Claro (SP), por exemplo, trabalha com dois turnos.Apesar da reação positiva na produção no último trimestre do ano, Brega ressalta que ainda o setor de linha branca, como é conhecido esse segmento, deve fechar 2019 com volume de produção em número de unidades equivalente ao de dez anos atrás. Ele observa que as fábricas têm capacidade para atender a um volume maior de pedidos sem novos investimentos.A produção de linha branca deve encerrar o ano com alta de 7%, ante expectativa inicial de 5% e o forte avanço no final do ano. A razão foi a venda do 1.º semestre.Lojas onlineO comércio online tem conquistado novos consumidores a cada dia. Neste fim de ano, pela primeira vez as lojas online empataram com as lojas de departamento como local preferido pelos brasileiros para fazer as compras de Natal. Ambas lideram o ranking onde os consumidores planejam comprar.Pesquisa de intenção de compras de Natal da CNDL e do SPC Brasil mostra que 41% dos consumidores pretendem adquirir produtos em lojas online no Natal, o mesmo porcentual que declarou que planeja consumir em lojas físicas de departamento. Em terceiro lugar, estão os shoppings, com 37% da preferência dos entrevistados.Dentre os que mencionaram a internet, oito em cada dez comprarão ao menos a metade dos presentes em lojas online e 15% dos entrevistados, todos os presentes. Entre os entrevistados que pretendem pesquisar preços, que é a grande maioria, 80% não estão dispostos a gastar sola de sapato: vão usar sites e aplicativos de lojas para fazer o levantamento."O brasileiro vai pesquisar mais na internet e comprar mais também", afirma a economista-chefe do SPC Brasil e responsável pela pesquisa, Marcela Kawauti.Esse resultado coincide com a forte investida da Amazon, a gigante do comércio online no País. Para este final de ano, a empresa vai oferecer no seu site mais de 20 milhões de produtos e concorrer como os mais diferentes segmentos do varejo: da rua 25 de Março, reduto de comércio popular de cidade de São Paulo, com enfeites de Natal, a lojas especializadas em eletrônicos, com a venda de equipamentos que conectam inteligência artificial instalada na nuvem. Apesar de ser uma loja virtual, a companhia neste ano abriu um centro distribuição próprio em Cajamar (SP) para ser mais eficiente nas entregas físicas de mercadorias.A preferência crescente do consumidor pelas compras online pode soar como uma ameaça para as lojas físicas. No entanto, ainda o comércio eletrônico representa muito pouco do que o varejo fatura, menos do que 5%.RessacaApesar dos sinais mais favoráveis para o consumo neste fim de ano, como o crédito destravado, inflação em baixa e juros na mínima histórica, por exemplo, a pesquisa revela que as marcas da crise persistem. Entre os entrevistados que não pretendem comprar presentes, o principal motivo é a falta de dinheiro, com 39% das respostas, seguido pelo desemprego, com 15%. "A recessão acabou, mas a ressaca da crise está presente na vida dos brasileiros", diz Marcela. Ela lembra que o desemprego ainda é elevado e as reformas aprovadas não terão impacto imediato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Obra engajada de Gonzaguinha é revitalizada em gravações que ecoam em trilhas de TV e shows

G1 Pop & Arte Samba 'É', de 1988, é o tema de abertura da novela 'Amor de mãe' na voz do compositor. Gonzaguinha tem obra autoral pautada por sambas políticos, boleros de amor e canções pioneiramente feministas Ilustração de Elifas Andreato Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (22 de setembro de 1945 – 29 de abril de 1991) foi uma das vozes que mais se fizeram ouvir contra o governo autoritário que comandou o Brasil ao longo dos anos 1970. Sintomaticamente, a obra perene deste expressivo compositor carioca – conhecido artisticamente como Gonzaguinha – tem ecoado com vigor ao longo de 2019, ano sombrio, marcado por ataques à liberdade de expressão. Essa revitalização do cancioneiro politizado do artista ganhará ainda mais força a partir de 25 de novembro, data em que a TV Globo estreia a novela Amor de mãe no horário das 21h. Um dos sambas mais populares da obra de Gonzaguinha, É será propagado na abertura da novela na gravação original feita em 1988 pelo cantor e compositor. Coincidentemente, outro samba engajado do compositor – Comportamento geral, lançado por Gonzaguinha em compacto editado em 1972 – reverbera nas trilhas sonoras de outras duas produções da emissora de TV. Na abertura da série Segunda chamada, exibida às terças-feiras, Comportamento geral é ouvido na voz de Elza Soares. Na trilha sonora da novela Éramos seis, atual atração da Globo no horário das 18h, o samba ecoa no canto de Ney Matogrosso com todas as ironias e recados da letra tensa. Capa de 'Comportamento geral', single em que Ney Matogrosso regrava o samba lançado por Gonzaguinha em 1972 Marcos Hermes Sem falar que o mesmo samba Comportamento geral é um dos números mais aplaudidos do atual show de Vanessa da Mata, Quando deixamos nossos beijos na esquina, em turnê pelo Brasil desde junho. Gonzaguinha merece esse reconhecimento porque é um dos grandes compositores da MPB. Revelado na década de 1960, na era dos festivais, Gonzaguinha jamais se calou. Chegou a ser conhecido como o cantor-rancor pelo teor indignado da obra e também pelo temperamento indomado deste artista que nunca fez média com a mídia e com a indústria da música. Aos poucos, a aura de tensão em volta de Gonzaguinha se diluiu e o compositor se enterneceu sem perder a dureza da vida cotidiana, matéria-prima de muitos sambas antenados da obra que construiu com coerência ideológica de 1969 a 1991, ano em que saiu precocemente de cena, aos 46 anos, vítima de acidente de carro. Tampouco sem perder o tom politizado da obra, o compositor também se permitiu falar de amor em canções e boleros que encontraram as mais perfeitas traduções nas vozes de cantoras como Maria Bethânia, Nana Caymmi e Simone. Gonzaguinha na capa do álbum 'De volta ao começo', lançado em 1980 Reprodução Sempre cantadas em discos e shows, as músicas apaixonadas de Gonzaguinha vem atravessando gerações em outras vozes que perpetuaram tudo o que homem falou em letras populares, mas nunca banais. Se o momento parece ser mais dos sambas raivosos, é porque essa trilha mais engajada se ajusta ao polarizado momento político do Brasil. Contudo, a obra de Gonzaguinha extrapola o arco político. É contundente, por vezes lírica, pioneiramente antimachista – como exemplifica Mulher e daí? (Apenas mulher), canção de 1980 que criticou o jugo patriarcal das relações afetivas, tomando partido do lado feminino no embate conjugal – e sempre atual porque nunca foi impressa com referências datadas. Gonzaguinha falou da vida e dos dilemas do cidadão comum no cotidiano, marcando posição na luta contra toda forma de opressão. Por isso, a música de Gonzaguinha reverbera em 2019 com a mesma importância da década de 1970. Veja Mais

Sandy e Junior anunciam série documental para 2020

G1 Pop & Arte Série da Globoplay terá sete episódios com imagens de arquivo pessoal e cenas da turnê 'Nossa História'. Último show aconteceu no Rio neste sábado (9) para 100 mil pessoas. Sandy e Junior durante show da turnê 'Nossa História' em São Paulo, neste sábado (24) Fábio Tito/G1 Sandy e Junior anunciaram mais uma novidade na celebração de 30 anos da carreira da dupla: uma série documental com imagens inéditas que foram captadas em 2019, ano que os irmãos fizeram 18 shows pelo país. Haverá também imagens "raras" do arquivo pessoal, segundo comunicado enviado pela assessoria. A série da Globoplay tem estreia prevista para 2020. Serão sete episódios que mostrarão momentos marcantes da vida e da carreira de Sandy e Junior, não necessariamente em ordem cronológica. O anúncio foi feito no show de encerramento da turnê "Nossa História", que aconteceu neste sábado (9) no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. A última apresentação teve público de 100 mil pessoas e abertura da banda Melim. Para o ano que vem também está previsto um DVD com imagens dos shows de São Paulo e do Rio de Janeiro. Fãs de Sandy e Junior lotam o Parque Olímpico na noite deste sábado (10) Marco Serra Lima/ G1 Sandy e Junior iniciaram último show da turnê com "Não dá pra não pensar", sucesso de 2001 Marcos Serra Lima/G1 Veja Mais

Projeto usa smartphones para combater mortalidade materna

Projeto usa smartphones para combater mortalidade materna

canaltech Uma ação simples usando smartphones pode ajudar a salvar a vida de seis milhões de pessoas em todo mundo até 2030. Uma iniciativa do Rockefeller Foundation quer usar plataformas mobile para informar gestantes e diminuir uma das principais fatalidades de regiões mais pobres: a mortalidade materna.  Este tipo de morte é relacionada a quando uma gestante perde a vida durante a gravidez, no parto ou pouco após a criança nascer. O principal motivo disso geralmente está associado a três questões, segundo levantamento realizado entre várias universidades do Brasil em 2018. O primeiro é o atraso na decisão, seja do paciente ou familiares, em buscar ajuda. Seguido disso, está a dificuldade de chegar até um lugar que possa prover o tratamento correto para a gestante. Por fim, o último problema é o atraso em oferecer a ajuda no tempo certo.  Por conta disso, a fundação está iniciando um projeto-piloto na Uganda e na Índia até 2022 para oferecer conexão para que gestantes possam buscar ajuda durante a gravidez. A proposta deve ser expandida para outros oito países até 2030. A fundação está investindo US$ 100 milhões para garantir que mulheres possam se conectar com especialistas e também criar espaços de cuidado para gestantes mais próximos de comunidades carentes.  -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- “Nós queremos garantir que funcionários da saúde possam oferecer a informação certa para as pessoas certas na hora certa”, explica Manisha Bhinge, diretora associada da iniciativa da fundação. Grande parte dos motivos de morte de gestantes nas regiões como do sul da Ásia e sul da África são por doenças como ebola, malária, diarreia e pneumonia. Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde, em 2017 quase 300 mil mulheres e recém-nascidos morreram, sendo que 94% foram em regiões com escassez de recursos.  Além disso, a fundação também quer usar dados dos usuários para encontrar áreas de risco de doenças para prevenir que gestantes sejam afetadas. O projeto deve seguir em breve para outras regiões do sul da África no próximo estágio. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: MELHOR PROMOÇÃO DO ANO | Galaxy S10e + Galaxy Watch Active por R$ 2.499 em 10x! Você está preocupado com a extinção humana? Entenda por que deveria Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk Xiaomi explica as diferenças entre as cinco lentes do Mi Note 10 Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora Veja Mais

Musical sobre Novos Baianos exagera no despojamento ao encenar anarquia jovial do grupo

G1 Pop & Arte A direção sonora de Davi Moraes e Pedro Baby valoriza o espetáculo estreado em São Paulo. Qualquer tentativa de encenar musical suntuoso sobre o grupo Novos Baianos trairia a natureza anárquica deste coletivo soteropolitano herdeiro das liberdades tropicalistas. Oficialmente em atividade desde 1969, o Novos Baianos se impôs como grupo jovial que, após um primeiro álbum mais roqueiro e psicodélico lançado nesse ano de 1969, entrou para história ao ouvir a dica do gênio João Gilberto (1931 – 2019) e injetar brasilidade em som que misturou samba, rock e choro com frescor na obra-prima Acabou chorare (1972), título fundamental da discografia brasileira. Em cena desde 8 de novembro no Teatro Antunes Filho do Sesc Vila Mariana, na cidade de São Paulo (SP), onde fica em cartaz de quinta-feira a domingo até 15 de dezembro, o musical Novos Baianos acerta ao rejeitar qualquer traço de formalidade ao tentar expôr no palco a natureza do grupo. Só que o excessivo despojamento – refletido sobretudo no texto escrito por Lucio Mauro Filho sem uma mínima solidez dramatúrgica – resulta em musical de espírito quase colegial, traço que dá sentido ao musical ao mesmo tempo que o desvaloriza. O arremate sem nexo do texto, que narra de forma breve e superficial o destino dos integrantes do grupo após a fase áurea marcada pelo histórico álbum Acabou chorare (1972), sublinha a impressão de que, em nome desse espírito jovial impregnado no culto dos Novos Baianos, a dramaturgia foi simplesmente esquecida. Talvez por causa disso, o espetáculo deverá agradará a parcela do público que enxerga nos musicais de teatro a oportunidade de assistir a um show-karaokê com sucessos de um ou mais artistas. Ciente do poder aliciante de composições como A menina dança (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972), o diretor Otavio Muller valoriza a entrada em cena dos hits dos Novos Baianos, em especial de Preta pretinha (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972), alocada ao fim do primeiro ato em número que abarca a plateia. Do ponto de vista da direção musical, o roteiro estruturado em dois atos é apresentado sem erros. Até porque a direção do som foi confiada aos guitarristas Davi Moraes e Pedro Baby, filhos e herdeiros musicais de Moraes Moreira e Pepeu Gomes, respectivamente. Sem inventar moda, Davi e Pedro reproduzem a estética tropical(ista) do som dos Novos Baianos, enfatizando os toques dos violões nos arranjos cheios de frescor. O alto poder de sedução da execução da canção Acabou chorare (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972) em cena atesta o acerto da direção musical. A presença de Pepeu Gomes, vivido pelo ator Filipe Pascual, poderia ter sido mais valorizada no espetáculo, mesmo que o toque da guitarra seja amplificado em Mistério do planeta (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972). Da mesma forma, Moraes Moreira – evocado com precisão física pelo ator Felipe El – acaba sendo mais uma personagem em musical que prioriza o espírito de coletividade, sem hierarquias no elenco composto por 12 atores jovens que cantam, dançam, interpretam e tocam instrumentos. No quesito vocal, Gustavo Pereira – a quem foi confiada a missão de dar vida a Paulinho Boca de Cantor – marca boa presença cênica ao longo do espetáculo, como fica evidenciado já no começo do primeiro ato quando Pereira cai no samba Ladeira da Praça (Luiz Galvão e Moraes Moreira, 1974). Barbara Ferr também sobressai no elenco ao dar voz e vida a Baby Consuelo com graça e credibilidade, além de cantar com desenvoltura músicas como Tinindo trincando (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972). Ravel Andrade também merece menção na pele de Luiz Galvão, poeta letrista que deu início à pré-história dos Novos Baianos ao procurar Moraes Moreira, jovem e então desconhecido melodista. Quando salpica alguns fatos e dados biográficos sobre o grupo na narrativa fluida, aliás, o texto do musical é narrado sob o ponto de vista da memória de Galvão. Diante da opção total e irrestrita pela espontaneidade, o diretor Otavio Muller apresenta por vezes soluções cênicas inventivas. O musical também tem caráter lúdico, exemplificado na cena em que o grupo viaja a bordo de um ácido. Mesmo sem abrir mão dessa graça, o espetáculo aborda com a devida seriedade o enfoque dos atentados à liberdade de expressão, conectando a repressão sofrida pelos Novos Baianos ao polarizado Brasil de 2019. Enfim, para espectadores que abrem mão da dramaturgia no teatro, o musical Novos Baianos pode resultar extremamente agradável porque, sim, há uma irreverência, uma anarquia e uma jovialidade em cena que são fiéis ao imaginário nacional construído em torno dos Novos Baianos ao longo dos últimos 50 anos. (Cotação: * * *) Veja Mais

Bolívia: Evo Morales vê golpe ajudado pelo Brasil e renuncia

R7 - Economia O presidente reeleito da Bolívia em um primeiro turno considerado fraudulento, Evo Morales, fugiu ao denunciar um golpe militar e a renunciar ao cargo, em um vídeo transmitido ao vivo ao lado do vice-presidente, García Linera. “Todos sabem como era a Bolívia antes e como ela está agora”, disse Morales. Meu pegado for ser dirigente […] Veja Mais

Um em cada quatro sistemas de automação de edifícios foi alvo de ataques

Um em cada quatro sistemas de automação de edifícios foi alvo de ataques

canaltech Os sistemas inteligentes de prédios residenciais e comerciais estão se tornando, cada vez mais, um alvo preferencial para hackers e golpistas. De acordo com uma pesquisa da Kaspersky, quase um em cada quatro edifícios que possuem sistemas automatizados já foram alvos de ataques virtuais que visam o roubo de informações ou a interrupção do funcionamento dos sistemas, entre outros fins. O estudo ressalta a baixa segurança dos computadores que controlam sistemas como câmeras de segurança, elevadores, controle climático, sensores, alarmes e acesso. Muitos deles são computadores comuns, conectados à internet e também com soluções básicas de segurança da informação, o que resulta, para os especialistas, no alto número de 38% dos edifícios atingidos por ataques apenas no primeiro semestre de 2019. Felizmente, muitos destes golpes não são exatamente sofisticados e, da mesma forma que estamos falando de máquinas comuns, eles também representam ameaças comuns para qualquer dispositivo conectado. 11% dos computadores, por exemplo, foram atacados por spywares voltados ao roubo de credenciais de conta (mas não necessariamente de acesso aos prédios), enquanto outros 11% dos PCs analisados continham worms. Em 8% dos casos, foram detectadas tentativas de phishing enquanto outros 4,2% caíram vítimas de ransomwares. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Não se sabe o total de ataques bem-sucedidos entre todos os registrados, mas a noção é que mais de um quarto deles (26%) vieram da internet e por meio do acesso comum de tais dispositivos à rede. No segundo lugar, com 10%, estão os links ou arquivos anexos enviados por e-mail, empatados com o uso de dispositivos de armazenamento removível comprometidos. O Brasil está no top 10 de países mais atingidos por ataques desse tipo, ocupando a décima colocação com 33,3% das máquinas usadas em edifícios inteligentes tendo sido alvo ao longo do primeiro semestre de 2019. A Itália lidera o ranking, com 48,5% dos casos. Ela é seguida da Espanha (47,6%), Reino Unido (44,4%), República Tcheca (42,1%) e Romênia (41,7%). A Kaspersky chama atenção para os números que, apesar de pequenos e representantes de golpes generalizados, podem evoluir para golpes mais sofisticados e, no pior cenário, direcionados. Sabendo da baixa segurança de estações usadas para controle de automação predial, hackers podem tentar roubar credenciais ou manipular sistemas de vigilância em benefício próprio, auxiliando na prática de outros crimes, enquanto ransomwares podem ser usados para interromper completamente o funcionamento de um edifício. Para solucionar o problema, a empresa de segurança aconselha a criação de equipes de TI qualificadas, bem como a montagem de uma infraestrutura que conte com soluções de proteção confiáveis. “Mesmo uma solução básica trará benefícios e defenderá a organização contra ataques potencialmente devastadores”, afirma Kirill Kruglov, pesquisador de segurança da Kaspersky ICS CERT. Além disso, o especialista recomenda a realização de auditorias periódicas para buscar vulnerabilidades e a realização de treinamentos para instruir a equipe quanto aos perigos envolvidos e os cuidados que todos devem tomar. Na mesma medida em que a tendência é que o volume de ataques aumente, a expectativa é que eles também se tornem mais devastadores, o que torna a aplicação de medidas de proteção algo essencial. Em sua pesquisa, a Kaspersky analisou a telemetria processada por 40 mil soluções de segurança predial, escolhidas aleatoriamente em diferentes países do mundo. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Você está preocupado com a extinção humana? Entenda por que deveria Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk Xiaomi explica as diferenças entre as cinco lentes do Redmi Note 10 Algoritmo de IA "descobre" rapidamente que a Terra orbita o Sol Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora Veja Mais

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Black Friday e Natal aquecem produção na Zona Franca de Manaus

Black Friday e Natal aquecem produção na Zona Franca de Manaus

R7 - Economia Mês de outubro é considerado "o Natal da indústria" Divulgação/Suframa A perspectiva favorável para as vendas de Black Friday e Natal já aquece a produção dos fabricantes da Zona Franca de Manaus (AM) de televisores, motocicletas, bicicletas, computadores, smartphones, aparelhos de ar-condicionado split e de forno de micro-ondas. De janeiro a agosto, as indústrias instaladas no polo faturaram R$ 65 bilhões. Foi o melhor resultado para o período em seis anos, segundo a Suframa. "Este ano a produção está bem melhor", afirma o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas, Nelson Azevedo. O crescimento de 7,5% nas vendas da indústria registrado até agosto (último dado disponível) se acelerou mais em setembro e outubro, observa. Leia mais: Varejo aposta em crédito e FGTS para melhor Natal desde 2013 Azevedo, no entanto, ressalta que, apesar do aquecimento, ainda não houve um avanço significativo no emprego. Neste momento, as indústrias procuram ocupar a grande capacidade ociosa das fábricas, mas a maioria das empresas trabalha com um turno. Sondagem da FGV (Fundação Getúlio Vargas) mostra que o uso da capacidade nas indústrias que produzem bens de consumo duráveis, que são exatamente os itens fabricados em Manaus, atingiu 78,5% no mês passado. Foi o melhor outubro em uso da capacidade das fábricas desde 2014, observa Renata de Melo Franco, pesquisadora do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) e responsável pela pesquisa. Outubro é considerado "o Natal da indústria", isto é, quando as fábricas estão no pico da produção. Movimento semelhante ocorreu com os fabricantes de bens não duráveis, que inclui alimentos, artigos de vestuário e calçados, por exemplo. A ocupação da capacidade dos fabricantes desses itens estava em 77,5% em outubro deste ano, o maior resultado para o mês desde 2017. Veja também: Proposta de reforma vai manter Zona Franca, diz Cintra A pesquisadora observa que as expectativas dos empresários da indústria de bens não duráveis para os próximos meses avançaram desde meados do ano. Em julho, esse indicador estava abaixo de 90 pontos e no mês passado estava em 93,5 pontos - numa escala em que resultados acima de 100 indicam forte atividade. "É um nível considerado ainda baixo, mas podemos dizer que, para o final do ano, os empresários estão relativamente mais otimistas do que estavam no meio do ano." Renata acredita que a liberação de recursos extras do FGTS pode ter dado um ânimo maior para a produção de não duráveis. Como não é possível comprar um carro com R$ 500 a mais no bolso, esses recursos extras podem aumentar a demanda por itens de menor valor, como vestuário e alimento. Eletrodomésticos A indústria de eletrodomésticos, como geladeiras, lavadoras e fogões, iniciou o último trimestre com maior velocidade de produção. Por conta de Black Friday e do Natal, normalmente o quarto trimestre já é o melhor período do ano para esses fabricantes. Mas, neste ano, por causa do quadro favorável, houve uma aceleração maior. O presidente da Whirlpool, João Carlos Brega, diz que a ocupação das fábricas do setor oscila hoje entre 75% e 80% e que a perspectiva é de que a produção cresça no último trimestre do ano entre 10% e 15% na comparação com igual período de 2018. A unidade da Whirlpool de lavadoras em Rio Claro (SP), por exemplo trabalha com dois turnos. Apesar da reação positiva na produção no último trimestre do ano Brega ressalta que ainda o setor de linha branca, como é conhecido esse segmento, deve fechar 2019 com volume de produção em número de unidades equivalente ao de dez anos atrás. Ele observa que as fábricas têm capacidade para atender a um volume maior de pedidos sem novos investimentos. A produção de linha branca deve encerrar o ano com alta de 7%, ante expectativa inicial de 5% e o forte avanço no final do ano. A razão foi a venda do primeiro semestre. Lojas online O comércio online tem conquistado novos consumidores a cada dia. Neste fim de ano, pela primeira vez as lojas online empataram com as lojas de departamento como local preferido pelos brasileiros para fazer as compras de Natal. Ambas lideram o ranking onde os consumidores planejam comprar. Pesquisa de intenção de compras de Natal da CNDL e do SPC Brasil mostra que 41% dos consumidores pretendem adquirir produtos em lojas online no Natal, o mesmo porcentual que declarou que planeja consumir em lojas físicas de departamento. Em terceiro lugar, estão os shoppings, com 37% da preferência dos entrevistados. Dentre os que mencionaram a internet, oito em cada dez comprarão ao menos a metade dos presentes em lojas online e 15% dos entrevistados, todos os presentes. Entre os entrevistados que pretendem pesquisar preços, que é a grande maioria, 80% não estão dispostos a gastar sola de sapato: vão usar sites e aplicativos de lojas para fazer o levantamento. "O brasileiro vai pesquisar mais na internet e comprar mais também", afirma a economista-chefe do SPC Brasil e responsável pela pesquisa, Marcela Kawauti. Esse resultado coincide com a forte investida da Amazon, a gigante do comércio online no País. Para este final de ano, a empresa vai oferecer no seu site mais de 20 milhões de produtos e concorrer como os mais diferentes segmentos do varejo: da rua 25 de Março, reduto de comércio popular de cidade de São Paulo, com enfeites de Natal, a lojas especializadas em eletrônicos, com a venda de equipamentos que conectam inteligência artificial instalada na nuvem. Apesar de ser uma loja virtual, a companhia neste ano abriu um centro distribuição próprio em Cajamar (SP) para ser mais eficiente nas entregas físicas de mercadorias. A preferência crescente do consumidor pelas compras online pode soar como uma ameaça para as lojas físicas. No entanto, ainda o comércio eletrônico representa muito pouco do que o varejo fatura, menos do que 5%. Ressaca Apesar dos sinais mais favoráveis para o consumo neste fim de ano, como o crédito destravado, inflação em baixa e juros na mínima histórica, por exemplo, a pesquisa revela que as marcas da crise persistem. Entre os entrevistados que não pretendem comprar presentes, o principal motivo é a falta de dinheiro, com 39% das respostas, seguido pelo desemprego, com 15%. "A recessão acabou, mas a ressaca da crise está presente na vida dos brasileiros", diz Marcela. Ela lembra que o desemprego ainda é elevado e as reformas aprovadas não terão impacto imediato. Veja Mais

Varejo aposta em crédito e FGTS extra para alcançar melhor Natal desde 2013

R7 - Economia Comércio e indústria de bens de consumo se preparam para uma retomada das vendas neste fim de ano. Estoques mais enxutos nas lojas e velocidade maior de produção nas fábricas são o termômetro de que este Natal deverá ser o melhor para o varejo desde 2013. Com isso, o próximo ano poderá começar com a atividade em ritmo mais acelerado. Juros em queda, inflação baixa, maior oferta de crédito, recuperação do emprego, ainda que lentamente, e a liberação de recursos extras do FGTS são fatores que dão sustentação para o crescimento da produção e das vendas no último trimestre.Além disso, o consumo, especialmente de itens de maior valor, que ficou represado por causa da crise, pode deslanchar com a conjuntura favorável. "Nos últimos cinco anos, ficamos só com a venda para reposição dos eletrodomésticos, mas a população cresceu e a demanda reprimida hoje é muito grande", afirma João Carlos Brega, presidente da Whirlpool para América Latina, que é dona das marcas Brastemp e Consul, de lavadoras, fogões e geladeiras.Por conta desse cenário, o varejo espera que o faturamento real do Natal aumente neste ano 4,8% em relação a 2018, descontada a inflação. Se a previsão da Confederação Nacional do Comércio (CNC) se confirmar, será o melhor desempenho em seis anos. "Não descarto a possibilidade de revisar para 5% a projeção", diz o economista-chefe da entidade, Fabio Bentes. Essa foi a taxa de crescimento alcançada em 2013.Pesquisa feita no mês passado pela CNDL e pelo SPC Brasil mostra que 77% dos brasileiros adultos, quase 120 milhões de pessoas, pretendem ir às compras neste fim de ano. Isso significa que quase R$ 60 bilhões vão girar na economia só por conta da compra de presentes. "O resultado é equivalente ao de 2018, mas com viés positivo", observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Ela argumenta que a fatia de indecisos em relação às compras neste ano é mais que o triplo de 2018 e, por causa da conjuntura favorável, há chance de esses consumidores decidirem gastar até o fim do ano. Também a parcela dos que não pretendem comprar neste ano é menos da metade de anos anteriores.O otimismo dos lojistas tem base real quando se olha para os estoques. No mês passado, 22,5% dos comerciantes tinham produtos encalhados. É o menor resultado para os meses de outubro desde 2013.As vendas no ano até agosto acumulam alta de 1,2%. Mas o ritmo se acelerou a partir de setembro, quando começaram a ser liberados os recursos do FGTS. "Este mês começou melhor do que o previsto", conta José Domingos Alves, supervisor da Lojas Cem. Ele revisou a alta da Black Friday de 7% para 20% e projeta 10% para o Natal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Prospecto da Aramco sinaliza riscos e dá poucos detalhes sobre o tamanho do IPO

R7 - Economia Por Saeed Azhar e Hadeel Al Sayegh e Aziz El Yaakoubi e Maher ChmaytelliDUBAI (Reuters) - A gigante saudita do petróleo Aramco venderá até 0,5% de suas ações a investidores de varejo individuais e ficará impedida de emitir ações adicionais por um ano após sua oferta pública inicial (IPO), informou o prospecto da operação no sábado.A Aramco deu a partida para o que provavelmente será a maior listagem do mundo em 3 de novembro, após uma série de atrasos. A oferta, que deve colocar a empresa como a mais valiosa do mundo, começará em 17 de novembro, segundo o prospecto.O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman está tentando vender as ações para levantar bilhões de dólares para diversificar a economia saudita do petróleo, investindo em indústrias não energéticas. Banqueiros estimam que o aguardado IPO avaliará a Aramco em algo em torno de 1,5 trilhão de dólares.O prospecto de mais de 600 páginas publicado no sábado não incluiu detalhes de quanto da empresa será negociado em mercado no total ou mencionou quaisquer compromissos dos investidores-âncora.Fontes têm dito que a empresa poderá vender de 1% a 2% de suas ações no mercado saudita. Se o governo vender 2% das ações da Aramco, a oferta de varejo poderá representar 25% ou 10 bilhões de dólares do tamanho do negócio, considerando a avaliação da companhia em 2 trilhões de dólates, no topo das estimativas. O prospecto, que revelou poucos detalhes da oferta, não disse como o governo utilizará os recursos da operação.O documento informou que, entre os riscos para os investidores, estavam potenciais ataques terroristas e potencial legislação antitruste, bem como o direito do governo saudita de decidir a produção máxima de petróleo e de orientar a Aramco a tocar projetos fora de seu negócio principal. Veja Mais

Flamengo vence Bahia de virada e fica a três vitórias de título brasileiro

O Tempo - Diversão - Magazine Time rubro-negro está dez pontos à frente do Palmeiras, segundo colocado na competição, após 32 rodadas Veja Mais

Volkswagen começa a fabricar veículos 100% elétricos na China

Volkswagen começa a fabricar veículos 100% elétricos na China

Tecmundo A montadora Volkswagen anunciou o início da pré-produção de veículos elétricos em sua fábrica em Anting, na região chinesa de Xangai. O primeiro modelo de automóvel produzido é o 100% elétrico Volkswagen ID, que será comercializado somente no mercado nacional. Até outubro de 2020, a matriz da fábrica deve iniciar a fabricação em massa de carros de várias linhas na região. A previsão é de que 300 mil veículos saiam de lá anualmente.O local "totalmente inteligente e otimizado" faz parte de uma joint-venture entre Volkswagen e SAIC e ficou pronto em apenas 12 meses. A planta será ativada após o início da fabricação dos modelos globais do ID, que são feitos em Zwickau, na Alemanha. Para 2025, a meta é que a fábrica já consiga produzir até 15 modelos diferentes — algo que só é possível graças a uma matriz modular de montagem criada pela companhia. Até seis projetos diferentes podem rodar simultaneamente na linha de produção.Leia mais... Veja Mais

Frozen 2: primeiras críticas elogiam tom sombrio e novas músicas

Frozen 2: primeiras críticas elogiam tom sombrio e novas músicas

Tecmundo "Frozen 2", a aguardada sequência do fenômeno "Frozen: Uma Aventura Congelante", ainda não estreou nos cinemas, mas a exibição para a crítica já rendeu as primeiras impressões da crítica especializada.No geral, o sentimento é de que a animação é uma evolução em relação ao filme anterior, caracterizando-se como um longa-metragem mais maduro, com um tom sombrio e focado no desenvolvimento de personagens. Há quem tenha achado descenessária a mudança nos sentimentos, mas no geral isso foi elogiado como uma evolução em relação ao primeiro.Leia mais... Veja Mais

Bitcoin Cash em foco

R7 - Economia Ontem, o Bitcoin Cash (BCH) começou a ser negociada a US$ 292,56. O preço caiu para US$ 283,84 acumulando uma perda de 2,98% nas primeiras horas. O preço melhorou e subiu para US$ 288,35. Depois caiu para US$ 270.116 acumulando uma perda de 6,29%. Em seguida, registrou uma ligeira melhora que elevou o preço do […] Veja Mais

Como o comércio transatlântico de escravos explica o caminho do óleo até as praias do Nordeste

Como o comércio transatlântico de escravos explica o caminho do óleo até as praias do Nordeste

R7 - Economia Mapa das duas viagens do alemão Hans Staden ao Brasil Divulgação Se o vazamento de óleo que atinge as praias do Nordeste tivesse ocorrido no início do século 19, navegadores que viajavam entre o Brasil e a África seriam capazes de palpitar sobre o local de origem do incidente. Cartas náuticas daquela época já descreviam as principais correntes marítimas que operam na região — e que explicam o caminho percorrido pelo óleo até as praias brasileiras, no maior acidente a atingir o litoral do país em extensão. Leia mais: Vazamento de óleo pode ter sido provocado por navio fantasma As correntes permitiram que o Brasil dominasse o tráfico negreiro no Atlântico. Sozinho, o país recebeu 4,8 milhões de africanos escravizados, dez vezes mais do que os Estados Unidos e quase a metade de toda a população transportada à força para as Américas em quatro séculos. E, se no passado as correntes favoreceram a economia escravocrata, hoje elas deixam a costa brasileira vulnerável a acidentes que ocorram a milhares de quilômetros, à medida que a extração de petróleo se expande no Golfo da Guiné, no litoral africano. A força da Corrente Sul Equatorial] Quando as manchas de óleo já se espalhavam por nove Estados, no início de outubro, o professor de Oceanografia da USP (Universidade de São Paulo) Ilson Silveira fez uma simulação para tentar identificar o local do vazamento. O experimento apontou que o óleo havia entrado em contato com o oceano a uma distância entre 400 e 1.000 km da costa brasileira. De lá, teria sido transportado pela Corrente Sul Equatorial, um gigantesco rio que corre no Atlântico Sul no sentido leste-oeste. A corrente, que tem quatro ramos, se inicia no Golfo da Guiné, na costa ocidental da África, e vai até o litoral do Brasil. "Desde o início percebi que a dimensão do acidente só se explicava por um grande sistema de correntes", diz Silveira à BBC News Brasil. Mapa ilustra as correntes marítimas no Atlântico Sul ILSON SILVEIRA A simulação do professor também indicou que o vazamento ocorrera em latitude próxima às dos Estados de Pernambuco e Paraíba. Ao chegar ao litoral brasileiro nessa latitude, a Corrente Sul Equatorial se bifurca. Um ramo dela se torna a Corrente Norte do Brasil e sobe a costa, rumo ao Amapá, enquanto o outro ramo vira a Corrente do Brasil e desce o litoral, rumo ao Rio Grande do Sul. Isso explicaria a chegada do óleo tanto a Estados ao norte da bifurcação (Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão) quanto a Estados ao sul (Alagoas, Sergipe e Bahia). Não por acaso, as primeiras manchas de petróleo apareceram justamente na Paraíba, onde se dá a bifurcação. Por essa lógica, se o vazamento tivesse ocorrido um pouco mais ao norte ou um pouco mais ao sul, dificilmente atingiria todos os Estados do Nordeste. E se tivesse acontecido perto da costa, o óleo perderia o impulso da bifurcação e avançaria só para o norte ou para o sul, a depender do local da ocorrência. A hipótese do professor Ilson Silveira foi reforçada na semana passada, quando a Polícia Federal divulgou dados de um relatório produzido pela empresa Hex Tecnologias Geoespaciais. Imagens de satélite coletadas pela empresa mostraram o que seria uma mancha original de petróleo a 733 km do litoral paraibano — dentro, portanto, do perímetro e da latitude calculados pelo pesquisador. Mapa mostra as praias no Nordeste afetadas pelo vazamento de óleo Ibama A influência das correntes na formação do Brasil A bifurcação da Corrente Sul Equatorial justifica o esforço dos holandeses para controlar o arquipélago de Fernando de Noronha no século 17. No livro O trato dos viventes: Formação do Brasil no Atlântico Sul - séculos 16 e 17, o historiador Luiz Felipe de Alencastro diz que o arquipélago "era a ponte para duas estratégicas rotas de ataque" às bases portuguesas nas Américas. Uma dessas rotas ia do norte do litoral nordestino até o Caribe, e a outra descia toda a costa brasileira. A bifurcação também explica a decisão da Coroa portugesa de dividir o Brasil em duas unidades administrativas: ao norte dela ficava o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e, ao sul, o Estado do Brasil. As correntes antagônicas tornavam quase impossível realizar viagens marítimas entre os dois Estados. Alencastro cita o isolamento que o padre português Antonio Vieira sentiu durante uma estadia no território ao norte: em uma carta de 1706, ele escreveu que "alguém mais facilmente navega da Índia a Portugal do que desta missão (Maranhão) para o (Estado do) Brasil". Missionários e autoridades que quisessem ir da Bahia até São Luís ou Belém costumavam primeiro viajar até Lisboa e só de lá partiam para o Grão-Pará. Mapa mostra o volume de pessoas escravizadas transportados da África até as Américas SLAVE VOYAGES Tentativas de contornar as condições naturais resultaram em fracassos notáveis. Alencastro conta que, no século 19, um navio da Marinha deixou o Rio de Janeiro carregado de soldados na expectativa de chegar ao Maranhão para conter a Revolta da Balaiada. A embarcação enfrentou fortes correntes contrárias e foi forçada a aportar em Montevidéu, no Uruguai, centenas de quilômetros ao sul do ponto de partida. As correntes explicam por que, desde o surgimento das primeiras manchas, o professor Ilson Silveira descartou que o óleo tivesse vazando diretamente de alguma plataforma na Venezuela. Afinal, a Corrente Norte do Brasil vai do Rio Grande do Norte até a Venezuela, no sentido contrário ao da propagação das manchas. Tentativas de contornar as condições naturais resultaram em fracassos notáveis. Alencastro conta que, no século 19, um navio da Marinha deixou o Rio de Janeiro carregado de soldados na expectativa de chegar ao Maranhão para conter a Revolta da Balaiada. A embarcação enfrentou fortes correntes contrárias e foi forçada a aportar em Montevidéu, no Uruguai, centenas de quilômetros ao sul do ponto de partida. As correntes explicam por que, desde o surgimento das primeiras manchas, o professor Ilson Silveira descartou que o óleo tivesse vazando diretamente de alguma plataforma na Venezuela. Afinal, a Corrente Norte do Brasil vai do Rio Grande do Norte até a Venezuela, no sentido contrário ao da propagação das manchas. Trocas entre Brasil e África A lógica das correntes também influenciou o desenvolvimento econômico dos territórios brasileiros num momento em que o tráfico de africanos escravizados era um dos pilares da economia nacional. As viagens dos navios negreiros até o Estado do Grão-Pará e Maranhão eram triangulares. As embarcações costumavam partir de Lisboa rumo à atual Guiné-Bissau e, de lá, viajavam com escravos até o Maranhão, de onde voltavam a Portugal carregados com drogas do sertão (produtos florestais). As trocas entre a África e o Estado do Brasil, porém, dispensavam a escala em Portugal. Segundo Alencastro, por causa das condições naturais favoráveis, viagens de ida e volta entre a África e os portos brasileiros ao sul de Recife eram 40% mais curtas do que deslocamentos entre o continente africano e portos no Caribe ou nos Estados Unidos, outros importantes destinos de africanos escravizados.A lógica das correntes também influenciou o desenvolvimento econômico dos territórios brasileiros num momento em que o tráfico de africanos escravizados era um dos pilares da economia nacional. As viagens dos navios negreiros até o Estado do Grão-Pará e Maranhão eram triangulares. As embarcações costumavam partir de Lisboa rumo à atual Guiné-Bissau e, de lá, viajavam com escravos até o Maranhão, de onde voltavam a Portugal carregados com drogas do sertão (produtos florestais). As trocas entre a África e o Estado do Brasil, porém, dispensavam a escala em Portugal. Segundo Alencastro, por causa das condições naturais favoráveis, viagens de ida e volta entre a África e os portos brasileiros ao sul de Recife eram 40% mais curtas do que deslocamentos entre o continente africano e portos no Caribe ou nos Estados Unidos, outros importantes destinos de africanos escravizados. Carregado de africanos escravizados, navio brasileiro foi capturado pela Marinha britânica EMORY UNIVERSITY Enquanto a Corrente Sul Equatorial facilitava o trajeto África-Brasil, outras condições naturais favoreciam a viagem de volta. Para chegar à costa africana, os navios luso-brasileiros podiam pegar carona no anticiclone de Santa Helena, uma zona de alta pressão atmosférica que opera como uma grande roldana, com os ventos soprando em espiral. Podiam ainda pegar a Contracorrente Sul Equatorial, um canal que corre no sentido contrário à Sul Equatorial, entre os dois ramos austrais da corrente. "A relativa segurança e facilidade como se navegava da costa brasileira ao golfo de Guiné ou Angola permitia que navios de pequeno porte, como as escunas de dois mastros que navegavam no rio São Francisco, empreitassem viagens negreiras", escreve Alencastro. Tanto assim que, quando o Brasil se tornou independente, em 1822, comerciantes de escravos em Benguela, na Angola atual, iniciaram um movimento separatista para tentar se integrar ao país do outro lado do Atlântico. Na época, duas das principais rotas no comércio transatlântico de escravos uniam Brasil e África: a maior delas, entre Luanda e Rio de Janeiro, e a rota entre Salvador e o Golfo da Guiné, com escala na ilha de São Tomé. Segundo Alencastro, as correntes também ajudam a explicar por que a escravidão de indígenas nunca alcançou a mesma dimensão que a dos africanos no Brasil. "Mesmo que todos os ameríndios da Amazônia aparecessem acorrentados nas margens do Pará e do Maranhão para se entregar", diz o historiador, os ventos e as correntes continuariam a bloquear seu transporte até os principais mercados em Pernambuco, na Bahia e em São Paulo. "Já as travessias Brasil-Angola eram 'quase sempre acompanhadas por bom tempo ou por muito poucos distúrbios no mar e ventos'", como escreveu em 1799 o governador de Angola. Vazamentos no futuro? Essas correntes marítimas que favoreceram a navegação entre Brasil e África no tempo da escravidão hoje tornam o Brasil vulnerável a vazamentos de petróleo que ocorram a milhares da costa brasileira, perto do litoral africano. A extração do petróleo em plataformas marítimas é atualmente a principal atividade econômica de vários países do Golfo da Guiné, entre os quais Congo, Gabão e Guiné Equatorial. Espera-se que a produção cresça ainda mais conforme tecnologias de extração em águas profundas, como as adotadas pelo Brasil no pré-sal, se expandam pela região. O professor Ilson Silveira diz que, em tese, a força das correntes marítimas pode fazer com que o litoral brasileiro seja afetado por vazamentos nessas plataformas no futuro. Nesse caso, porém, diz que o óleo provavelmente chegaria à costa brasileira "bastante intemperizado" (desfigurado pelas intempéries enfrentadas no trajeto). Talvez antevendo possíveis problemas desse gênero, a Marinha brasileira tem se aproximado de nações africanas no Atlântico Sul. Desde o início da década, forças navais brasileiras e africanas vêm realizando vários exercícios conjuntos. Oficiais da Marinha costumam dizer que a distância entre Natal e Dacar, a capital do Senegal, é menor que a linha que une os pontos extremos do Brasil, o que tornaria os países africanos tão importantes para a defesa marítima nacional quanto as nações sul-americanas. No fim de outubro, a força naval brasileira participou pela primeira vez da Comissão Grand African Nemo, operação que agrega os 16 países do Golfo da Guiné e que, nesta edição, também teve entre os convidados Bélgica, Estados Unidos, França e Espanha. Segundo uma nota divulgada pela Marinha, um dos objetivos do exercício foi justamente "adestrar as Marinhas amigas dos países africanos da costa ocidental" para incidentes no Golfo da Guiné, o que inclui o "combate à poluição no mar". 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O que seu cocô revela sobre sua classe social

Glogo - Ciência Fibra, cafeína, remédios: um estudo das fezes de toda a Austrália demonstrou diferenças significativas no consumo de comunidades ricas e pobres. Cítricos são indicadores de uma dieta saudável, assim como fibras Pixabay Um laboratório da Universidade de Queensland, na Austrália, está armazenando algumas amostras incomuns: as fezes de mais de um quinto da população do país. As amostras, coletadas em estações de tratamento de esgoto em todo o país, congeladas e enviadas pelos Correios para pesquisadores da universidade, foram descritas como um tesouro de informações sobre os hábitos alimentares e de consumo de medicamentos de diferentes comunidades. À frente da pesquisa estão Jake O'Brien e Phil Choi. Eles coletaram essas amostras durante o último censo nacional da Austrália, em 2016 e, no primeiro estudo do tipo, analisaram as fezes para medir diferentes hábitos alimentares e de estilo de vida. Em linhas gerais, os pesquisadores descobriram que, quanto mais rica a comunidade, mais saudável é sua dieta. Nos estratos socioeconômicos mais altos, o consumo de fibras, cítricos e cafeína era maior. Nos mais baixos, medicamentos prescritos apresentaram uso significativo. Retrato do consumo O estudo tentou colocar em prática aquilo que os pesquisadores há algum tempo pressupõem: as fezes fornecem informações valiosas sobre o consumo de alimentos e medicamentos de uma comunidade. Choi e O'Brien argumentam que, com esse método, as equipes podem ter indicações quase em tempo real sobre mudanças nos hábitos, o que pode ajudar a informar as políticas e a comunicação referentes à saúde pública. Extrair informações sobre as comunidades examinando seus dejetos é chamado epidemiologia das águas residuais. A prática existe há cerca de duas décadas e é usada predominantemente para monitorar o uso de drogas ilícitas nas populações. Esse método tem a vantagem de fornecer informações mais objetivas sobre uma área mais específica. Alguns estudos já testaram o uso de drogas legais, como a nicotina; outras equipes de pesquisa estão usando esse tipo de material na detecção precoce de surtos de doenças. Mas o uso dos dejetos como indicador da alimentação tinha ficado, até agora, majoritariamente na teoria. Choi diz que, quando perguntadas sobre coisas como uso de drogas ou alimentos consumidos, as pessoas às vezes relatam hábitos mais saudáveis ​​do que realmente têm. "Você geralmente encontra em pesquisas que as pessoas relatam excessivamente o consumo de alimentos saudáveis ​​e um consumo baixo de itens como salgadinhos", diz Choi. A análise de águas residuais pode ser útil principalmente de duas maneiras, diz O'Brien. A primeira consiste em identificar disparidades entre comunidades; e a segunda, em rastrear mudanças nessas comunidades ao longo do tempo. "Se você tentar implementar algo que espera gerar uma mudança positiva, precisará medir o sucesso dessas intervenções", diz ele. A correlação da cafeína Encontrar exatamente o que poderia ser testado foi o desafio inicial para pesquisadores. Afinal, os dejetos contêm não apenas urina e fezes, mas frequentemente também resíduos de produtos de higiene e beleza, restos de comida e produtos industriais. Assim, a equipe precisou encontrar biomarcadores específicos relacionados a alimentos que são apenas ou predominantemente produzidos pela excreção humana. Cafeína se mostrou mais presente nas águas residuais dos australianos que vivem em bairros com aluguéis mais altos Creative commons O estudo utilizou dois biomarcadores associados ao consumo de fibras e um relacionado à ingestão de cítricos — itens da alimentação considerados característicos de uma dieta saudável. Em todos estes indicadores, as comunidades com os melhores níveis socioeconômicos apresentavam forte correlação com o consumo. Em outras palavras, de um modo geral, as áreas mais ricas tinham dietas mais ricas em fibras e cítricos. Também se constatou que a ingestão de cafeína é maior nos estratos superiores, especificamente em áreas onde o preço do aluguel é alto — o que já foi reforçado por outros estudos que mostraram que café expresso e moído são mais frequentemente consumidos por pessoas com no mínimo diploma de graduação. Os pesquisadores apontam que, entre os australianos, os mais ricos têm mais motivações culturais e econômicas para consumir mais café. Na outra ponta, as comunidades mais pobres apresentaram mais resíduos de medicamentos, em particular o tramadol (analgésico à base de opioides); atenolol (remédio para pressão arterial); e pregabalina (anticonvulsivo). No entanto, as duas últimas foram também associadas às populações mais velhas, que também podem tender a ter uma renda mais baixa. Verificou-se que outros analgésicos, medicamentos e antidepressivos estão relacionados a menor nível socioeconômico, mas não na mesma dimensão. Os pesquisadores esperam repetir a pesquisa no próximo censo, obtendo, dessa maneira, informações sobre se alguma mudança pode estar acontecendo e que outros métodos de pesquisa ainda podem ser descobertos ou aprimorados. Por exemplo, neste estudo, o uso de antibióticos é distribuído de maneira bastante uniforme entre diferentes grupos socioeconômicos, indicando que o sistema de saúde subsidiado pelo governo está fazendo seu trabalho; caso essa distribuição comece a mudar em pesquisas futuras, isso poderá ser constatado em novas rodadas. Desigualdade refletida na saúde O estudo confirma um fenômeno global conhecido como gradiente social da saúde, em que bons indicadores, como relacionados ao tabagismo e à obesidade, estão associados a melhores níveis socioeconômicos. Embora os australianos acreditem que o país é igualitário, a desigualdade, conforme indicado pelo estudo das águas residuais, é um problema ainda não solucionado. Um relatório de 2018 constatou que a Austrália apresentava níveis de desigualdade de renda acima da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), embora apareça como mais igualitária que o Reino Unido e os EUA. Um australiano entre os 20% mais ricos tem cinco vezes mais renda do que alguém que vive no quintil inferior. E, de um modo geral, mais dinheiro significa uma maior capacidade de comprar alimentos perecíveis, como frutas e legumes; uma maior escolaridade indica maior domínio de informações sobre nutrição. Mas o estudo encontrou uma exceção significativa nessa relação entre classe e dieta: áreas com uma alta proporção de domicílios que não falam inglês também apresentaram taxas relativamente altas de consumo de fibras e cítricos, apesar de terem indicadores socioeconômicos inferiores. Isso possivelmente reflete a forte presença de alimentos naturais na dieta tradicional de imigrantes. Catherine Bennett, diretora de epidemiologia da Universidade Deakin, em Victoria, diz que o estudo de Queensland é interessante por aprimorar a epidemiologia das águas residuais. Os pesquisadores também deixaram claras suas limitações, avalia ela. "Tudo o que foi dito é o que chamamos de estudo ecológico em epidemiologia. O termo quer dizer que não estamos usando dados individuais, mas coletivos", diz Bennett. A pesquisadora lembra que esses estudos já foram usados, por exemplo, para verificar se houve redução no consumo da nicotina após a introdução de embalagens padronizadas de cigarro na Austrália. "O que você não sabe é se todos os fumantes estão fumando menos ou se há menos fumantes na comunidade. Sempre precisamos ser um pouco cautelosos ao analisar esses estudos, porque trata-se de uma associação no sentido mais amplo, não é possível estabelecer relações rígidas de causalidade." Os estudos sobre nicotina, assim como a pesquisa recente sobre dieta e medicamentos, são validados no conjunto, com outras pesquisas. "É uma oportunidade realmente interessante, desde que não tentemos interpretar demais os dados", diz Bennett. Após a validação dos dados, acrescenta, o método "é uma maneira útil de monitorar de perto o que está acontecendo nas camadas da população". Veja Mais

Os jovens e inquietos fundadores de fintechs

R7 - Economia Aos 13 anos, Alan Chusid ajudava na fábrica dos avós para ganhar uns trocados; com 15, Lucas Moraes já havia entrado para o ranking profissional de motocross e sido contratado por uma multinacional; e, aos 16, Pedro Conrade dava os primeiros passos no empreendedorismo, com uma loja de biquínis no Guarujá (SP). Os três começaram cedo e tiveram trajetórias diferentes, mas nos últimos anos ajudaram a turbinar um dos negócios que mais tem crescido no Brasil. Hoje, com idade entre 27 e 29 anos, eles estão à frente de fintechs - startups de serviços financeiros - que têm incomodado os grandes bancos.Chusid é sócio da Spin; Moraes, da Olivia; e Conrade, da Neon. Eles são a cara da geração que tem levado adiante o desafio de dar maior competitividade ao setor financeiro por meio de mais tecnologia. São jovens, inquietos e com uma vontade enorme de empreender, segundo estudo realizado pela consultoria de inovação Distrito Dataminer. O trabalho mostra que mais de um terço dos sócios das fintechs tem até 35 anos, 88% são do sexo masculino, 57% são de São Paulo, 9% do Rio de Janeiro e 7% de Minas Gerais. A maioria já teve experiência em outras empresas, como Conrade, de 27 anos. Antes de fundar a Neon, ele já havia aberto uma loja de biquínis e uma startup de compras coletivas. "Mas deu tudo errado." No primeiro negócio, os problemas começaram a surgir quando Conrade decidiu vir para São Paulo fazer faculdade. Foi na universidade que começou a ter contato com o mundo econômico, das consultorias e dos bancos. "Até então estava acostumado com a realidade da praia", diz ele, que morava no Guarujá.'Bancão'No auge do Peixe Urbano e Groupon, Conrade e outro sócio abriram o Reurbano, um site de compra coletivas que durou oito meses. Logo em seguida, com o mesmo sócio, ele abriu a Startup House, uma espécie de aceleradora com incubadora. Durante dois anos, investiram em 18 startups. "Mas chegou num ponto que cansei de ficar do outro lado da mesa só dizendo o que fazer. Aí tive uma experiência ruim com um 'bancão' e decidi criar um banco digital", conta ele. Assim nasceu a Neon em 2016. Hoje o banco digital tem 600 funcionários, 5,8 milhões de usuários e muitos planos para continuar crescendo. Só em outubro a instituição teve 860 mil novos usuários e receita do mês igual a de 2018 inteiro. "Nunca imaginei criar um banco digital. Durante muito tempo, meu objetivo era ter uma rede de lojas de biquínis em todo o litoral."O Brasil tem hoje 553 fintechs, segundo a consultoria. De agosto de 2015 para cá, esse número cresceu quase 900%, numa média de 110 startups por ano. Cada uma delas conta, em média, com três sócios, sendo que boa parte deles tem graduação ou algum curso no exterior, diz Tiago Ávila, da Distrito. Um dos locais mais procurados é o Vale do Silício, nos Estados Unidos - berço da tecnologia e das startups no mundo. Foi também o destino escolhido por Lucas Moraes, de 29 anos, fundador da Olivia - startup que usa inteligência artificial para ajudar o usuário a controlar os gastos.MotocrossHerdeiro da família Ermírio de Moraes, ele teve trajetória bem diferente de outros empreendedores. Antes de se enveredar pelo mundo digital, foi piloto de motociclismo. Ganhou prêmios e fama. Foi o segundo brasileiro na história do motocross nacional a se classificar para a AMA Motocross - uma das categorias de maior expressão nos Estados Unidos. Aos 21 anos, porém, uma lesão no quadril o tirou do esporte. "Parei no auge e não sabia o que fazer da vida", diz ele. Foi aí que o espírito empreendedor da família que fundou a Votorantim despertou Moraes, que decidiu fazer faculdade de administração e, em seguida, estudar na Singularity University - faculdade de inovação e empreendedorismo do Vale do Silício.Lá conheceu o sócio Cristiano Oliveira e criaram o aplicativo Olivia. A empresa foi aberta nos Estados Unidos e opera desde meados de 2015. No ano passado, depois de um aporte feito pela XP Investimentos, Moraes voltou ao Brasil para "tropicalizar o aplicativo" e explorar o mercado nacional. Hoje a Olivia está funcionando em versão beta (em desenvolvimento) e tem 20 mil pessoas na lista de espera. A expectativa é lançar a versão definitiva até abril de 2020.A Spin Pay - empresa de pagamentos instantâneos - de Alan Chusid surgiu em dezembro de 2018. Mas essa é apenas uma das iniciativas do jovem empreendedor, de 28 anos. Desde pequeno, ele queria montar um negócio próprio. Nas férias, ajudava na fábrica dos avós em troca de R$ 10 por dia e vendia semijoias na frente do prédio de um amigo. Aos 20 anos, quis abrir uma empresa de delivery de bebidas, mas foi impedido pelo pai, que o obrigou a estudar. Fez faculdade, trabalhou numa construtora, num family office e numa gestora de investimento.Mas decidiu realizar o sonho e abriu uma empresa de entrega por motoboy. "Era o fundador, o investidor e nunca tinha trabalhado com tecnologia. Não podia dar certo", diverte-se com o fracasso. Mas, depois da experiência, veio um convite de Conrade para criarem a Neon - banco no qual era sócio até bem pouco tempo. Decidiu então criar uma nova fintech, voltada para pagamento em compras online. Além da Spin, também é sócio de uma empresa de pasta de amendoim e outra de sandálias veganas. "Sempre vejo um problema como oportunidade."Prêmio 'vira' startupFoi com o dinheiro de um prêmio conquistado em Londres e com algumas economias que Daniel Gomes deu o pontapé inicial da Nexoos, uma plataforma que conecta empresas que precisam de empréstimos com investidores.Formado em engenharia elétrica, ele saiu da faculdade direto para um banco. Em 2014, foi fazer mestrado de tecnologia em Londres, onde o tema fintech estava em ebulição. "Comecei a avaliar várias empresas e modelos de negócios e percebi que se lá, onde o spread era baixo, eles ganhavam dinheiro, imagina no Brasil que na época tinha taxas de juros elevadas."Ele conta que, depois de conhecer um de seus atuais sócios, começou a ir a eventos sobre o assunto para provar uma ideia de negócio. Participou de um concurso de startups, chamado Bright Ideas Awards, e ganhou £ 5 mil (algo em torno de R$ 26 mil). Para receber o dinheiro, eles precisavam abrir uma empresa em Londres, e foi aí que nasceu a Nexoos, em 2015 - quando Gomes tinha 27 anos.BalançoDe lá para cá, a fintech já emprestou R$ 220 milhões para cerca de 2 mil empresas. Nessa equação, 50 mil investidores colocaram dinheiro na operação. A ideia é captar recursos de pessoa física ou jurídica e emprestar para empresas, sem garantia real. Para reduzir os riscos, os interessados em conseguir um empréstimo na fintech passam por um processo de avaliação de crédito, baseado em algoritmos de análise com uso de inteligência artificial. Para os investidores, o retorno pode chegar a 18% ao ano. E, para quem pegar os empréstimos, as taxas são a partir de 1,5% ao mês.A modalidade de crédito é a segunda com maior número de fintechs no Brasil, de acordo com pesquisa feita pela consultoria Distrito Dataminer. No total, são 87 startups voltadas para empréstimos e financiamentos no País. Ainda pela pesquisa, a área com maior número de negócios abertos é a de meios de pagamento, com 115 fintechs. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

10 animes que quem ama Pokémon precisa conhecer

10 animes que quem ama Pokémon precisa conhecer

Tecmundo Pokémon é um fenômeno a mais de 20 anos, quando chegou ao Game Boy e um ano depois, em 97, quando virou anime. A série, que conta a jornada de Ash Ketchum e seu parceiro Pikachu, tentando se tornar um Mestre Pokémon, diverte gerações desde o primeiro episódio, mas existem outros animes no mesmo estilo que podem chamar a atenção dos fãs.Pensando nisso, reunimos dez animes para quem ama Pokémon, mas gostaria de assistir algo diferente. Alguns podem parecer familiares, outros conhecidos, enquanto um ou outro pode ser uma bela surpresa.Leia mais... Veja Mais

Evo Morales convoca novas eleições na Bolívia após crítico informe da OEA

em - Internacional O presidente solicitou a todos os órgãos do governo uma mobilização para pacificar o país Veja Mais

BOCA EMPATA MAS ASSUME A LIDERANÇA DA SUPERLIGA! veja os melhores momentos da partida

BOCA EMPATA MAS ASSUME A LIDERANÇA DA SUPERLIGA! veja os melhores momentos da partida

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #BocaJuniors #Futebol #SuperligaArgentina Veja Mais

Google libera código de software do Cardboard após abandonar Daydream

Google libera código de software do Cardboard após abandonar Daydream

canaltech Depois de descontinuar o Daydream View, seu headset de realidade virtual, o Google agora está liberando para código aberto o software do Cardboard. Este é aquele sistema da empresa para criar óculos com efeitos em realidade virtual usando papelão, lentes e um smartphone. A companhia já tinha liberado o esquema para que se pudesse fazer um cardboad em casa, usando os materiais domésticos. Contudo, agora ela também liberou o programa usado para que todo o sistema funcione. Ou seja, outros interessados podem desenvolver seus próprios projetos com base na versão inicial do Google. Segundo a empresa, foram vendidos já mais de 15 milhões de Cardboards desde o lançamento em 2014, mas a utilização vinha sendo reduzida. O “abandono” da proposta mostra que a onda dos headsets com smartphones pode ter passado, dando mais força para projetos com aparelhos de hardwares próprios. A própria Oculus, comprada pelo Facebook, tirou de linha o Gear VR, sendo que o Google acabou com o projeto do Daydream. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Além de abrir o código do Cardboard, a empresa também informou que vai adicionar novidades, sem especificar o que seriam. Uma das expectativas seria a de adicionar um kit de desenvolvimento em Unity ao projeto, mas isso ainda não foi confirmado. O material está disponível em uma documentação de desenvolvimento no site do Google e também no GitHub. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: MELHOR PROMOÇÃO DO ANO | Galaxy S10e + Galaxy Watch Active por R$ 2.499 em 10x! Samsung cresce mais do que concorrentes no mercado de smartwatches Tinder lança Match Time, recurso que avisa quando o app está mais movimentado Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora Veja Mais

Jogadores estão gastando menos em conteúdos adicionais, segundo pesquisa

Jogadores estão gastando menos em conteúdos adicionais, segundo pesquisa

canaltech Durante anos, a venda de conteúdo adicional tem sido a força vital dos jogos premium e free-to-play. A maioria da receita total de PC (85%) e quase metade da receita total de consoles (48%) foi gerada pelos gastos no jogo em 2018. No entanto, apenas o segmento mobile registrou um aumento significativo nos gastos adicionais com conteúdo nos últimos dois anos. A receita de gastos no jogo para PC permaneceu estática, enquanto a receita de gastos no console diminuiu lentamente no ano passado. Essa estagnação nos gastos com conteúdo em geral é o resultado de uma combinação de vários fatores diferentes. Acontece que os jogadores estão gastando menos dinheiro no conteúdo do jogo, mas proporcionalmente estão gastando mais em um ou dois jogos. No mês passado, 8% dos jogadores gastaram dinheiro com conteúdo adicional em Fortnite, em comparação com apenas 2% em jogos como Destiny 2 , FIFA 20 e Madden NFL 20. No entanto, o público geral de jogos com alto gasto está diminuindo. Os gastos em Fortnite têm diminuído principalmente desde o início de 2019. Embora os jogadores se concentrem nos jogos que desejam gastar, alguns títulos são deixados de lado. Para evitar isso, é essencial um fluxo constante de novo conteúdo para manter os jogadores envolvidos. 8% dos jogadores gastaram dinheiro com conteúdo adicional no Fortnite Além disso, o conteúdo adicional está falhando ao converter efetivamente os jogadores. Apesar de gerar US$ 6,5 bilhões (o equivalente a cerca de R$ 26 bilhões) em receita de PC e US$ 1,4 bilhão (R$ 5,6 bilhões) em receita de console no terceiro trimestre de 2019, os gastos no jogo não alcançam uma parcela considerável do mercado. Isso porque metade dos jogadores (51%) não gastou em conteúdo adicional no jogo no mês passado, apesar dos grandes lançamentos. Capturar a atenção de quem não gasta em conteúdo do jogo exigirá soluções novas e atraentes dos editores. Os criadores de jogos devem ser transparentes na maneira como vendem conteúdo adicional. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Muitas grandes empresas de videogame foram objeto de escrutínio nos últimos dois anos devido às suas táticas de monetização. Por exemplo, os jogadores ficaram chateados com Star Wars Battlefront 2 porque a única opção para desbloquear personagens populares era comprá-los ou jogar por dezenas de horas. Outros jogos foram acusados ​​de manipulação sutil de jogadores, a fim de incentivá-los a comprar mais. Em Call of Duty: WWII, os jogadores abrem caixas de saque em um centro público, onde a obtenção de itens de alta qualidade, mas improváveis, pode inspirar outros jogadores a comprar na esperança de obtê-los também. Enquanto isso, em Middle-earth: Shadow of War, os jogadores originalmente tinham a opção de comprar instantaneamente um personagem aliado, ignorando a mecânica de jogo exclusiva da franquia de recrutar personagens inimigos. Em Assassin's Creed Odyssey, os jogadores podem gastar US$ 10 (R$ 40) para desbloquear um aumento permanente da experiência, permitindo que eles subam de nível mais rapidamente e, assim, desbloqueiem equipamentos de nível superior e progridam mais rapidamente no mundo. Em Assassin's Creed Odyssey, jogadores conseguem de nível mais rapidamente, pagando R$40  Os gastos adicionais em jogos atingiram um ponto de saturação. Entre caixas de saque, passes de batalha, pacotes de reforço únicos e compras de cosméticos individuais, não faltam táticas de monetização nos jogos. Essas estratégias, no entanto, não estão atraindo todos a comprarem conteúdo adicional. Os desenvolvedores devem procurar e identificar a melhor abordagem para converter jogadores em gastadores ou recuperar a confiança perdida. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: MELHOR PROMOÇÃO DO ANO | Galaxy S10e + Galaxy Watch Active por R$ 2.499 em 10x! Samsung cresce mais do que concorrentes no mercado de smartwatches Tinder lança Match Time, recurso que avisa quando o app está mais movimentado Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora Veja Mais

"Hollywood's Bleeding" de Post Malone volta ao topo da parada de álbuns norte-americana

R7 - Música Quinta semana não consecutiva no primeiro lugar Veja Mais

CAT Santa Bárbara tem 154 vagas de emprego na segunda; setor agrícola e de limpeza se destacam

G1 Economia Dois setores acumulam 90 vagas, com oportunidades temporárias e permanentes. Vagas estão disponíveis em sete cidades de São Paulo; veja lista. A Casa do Trabalhador (CAT) de Santa Bárbara d’Oeste (SP) tem 154 oportunidades de emprego nesta segunda-feira (11). Os setores que mais se destacam são o agrícola e de limpeza, que somam juntos 90 vagas. A lista completa de oportunidades pode ser conferida abaixo. No setor agrícola, as vagas são temporárias para trabalhar no corte e desdobras da cana-de-açúcar. O trabalho é de segunda a sexta, das 7h às 17h em uma propriedade de Iracemápolis (SP). CAT tem vagas para corte manual de cana-de-açúcar em Iracemápolis MPT-MT/Assessoria Já em Piracicaba (SP), há 50 oportunidades para a função de agente de limpeza. O horário de trabalho deve ser combinado com o contratante. Há oportunidades também em outras cinco cidades: Santa Bárbara d’Oeste, São Joaquim da Barra, Americana, Limeira e Nova Odessa. Para se candidatar a uma das oportunidades, os interessados precisam comparecer na CAT com Carteira de Trabalho, o RG e o CPF. Alguns cargos de trabalho exigem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e comprovante de cursos. Algumas empresas pedem, ainda, o currículo dos candidatos. A Casa do Trabalhador fica no VIC Center, na Avenida Santa Bárbara. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3499-1015. Ainda de acordo com a instituição, o número de vagas disponíveis pode variar ao longo do dia. Veja abaixo a lista de funções com oportunidades abertas: Vagas para alfabetizado: Ajudante geral (agrícola), Costureira, Cromador, Engrupador, Extrusor, Faxineiro, Jardineiro, Limpador de autos (freelance), Meio oficial marceneiro, Motorista rodoviário carreteiro, Rebobinador, Serviços gerais, Tapeceiro. Vagas para ensino fundamental (1º grau): Agente de limpeza, Recepcionista (noturno). Vagas para ensino médio (2º grau): Assistente de vendas, Auxiliar de vendas, Contra Mestre, Mecânico de manutenção de máquinas pesadas, Menor aprendiz, Operador de Crédito (autônomo), Programador (a) de manutenção, Subgerente de loja, Vendedor (a) externo. Vagas que exigem cursos: Ajudante de solda: curso de traçagem de desenhos, Chefe de Turno: curso de tecnólogo têxtil, Corretor (a) de imóveis: curso de transações imobiliárias com CRECI ativo, Eletrotécnico de manutenção: curso de NR10, NR33, NR35 e de eletrotécnico, Eletrotécnico de manutenção CNC: curso de NR10, NR33, NR35 e de eletrotécnico, Eletricista: curso de NR10, NR35 e elétrica ou eletroeletrônica, Encarregado de assistência técnica: curso técnico em edificações, Mecânico de manutenção: curso de NR33, NR35 e de mecânica, Mestre obras (autônomo): curso técnico de edificações, Motorista Carreteiro: Curso Mopp, Oficial de assistência técnica: curso de NR10 e elétrica, Operador (a) de máquina CNC: curso na área, Orçamentista com AUTOCAD: curso de AUTOCAD. Vagas para graduação: Gerente comercial. Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba Veja Mais

Receita Federal dá até final de Novembro para 20 mil empresas se regularizarem

R7 - Economia Um levantamento realizado pela Receita Federal identificou mais de 20 mil empresas, de todos os portes, com pendências de retenção de Imposto de Renda (IR) de seus empregados ou fornecedores, mas não repassado ao governo, como manda a lei. Para o órgão federal, a maioria das infrações detectada decorre da falta de controle ou erro […] O post Receita Federal dá até final de Novembro para 20 mil empresas se regularizarem apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

INSS: Veja o valor da segunda parcela do 13º dos aposentados e Gratificações

R7 - Economia A segunda parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS começará a ser depositada neste mês para cerca de 30 milhões de beneficiários em todo o país. A primeira parte da gratificação natalina foi paga em agosto. As liberações das parcelas em agosto e novembro deverão ser permanentes a partir deste ano, pois o Congresso […] O post INSS: Veja o valor da segunda parcela do 13º dos aposentados e Gratificações apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Venda de celulares cresce no mundo pela primeira vez em 2 anos

Venda de celulares cresce no mundo pela primeira vez em 2 anos

Tecmundo A venda de smartphones sobe pela primeira vez em dois anos. Segundo relatório publicado pela empresa de análise de dados Strategy Analytics, a procura pelos aparelhos cresceu cerca de 2% em relação ao ano passado. Isso equivale a 366 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.  Para a diretora da empresa, o crescimento aconteceu devido à redução de preços e a busca de modificação nos aparelhos. Além disso, a diversidade de marcas gera forte concorrência, tornando outro fator decisivo.Os dados colhidos demonstram que o crescimento foi impulsionado principalmente pela Huawei, responsável por 29% de aumento em comparação ao mesmo período do ano passado. Envolvida em problemas nos Estados Unidos, a Huawei concentrou suas vendas na China.Leia mais... Veja Mais

Binance Coin em foco

R7 - Economia Ontem, a Binance Coin (BNB) começou a ser negociada a US$ 20.42. O preço avançou para US$ 20.49 (0,34%). Logo em seguida, a moeda caiu para US$ 19.13, queda de 6,64%. Após a forte queda, o preço da Binance Coin melhorou e subiu para US$ 19.80 (3,52%). O dia fechou em US$ 19.41 às 22h […] Veja Mais

Bolsonaro atribui oscilações na Bolsa de Valores à soltura de Lula

Bolsonaro atribui oscilações na Bolsa de Valores à soltura de Lula

R7 - Economia Bolsonaro destacou ações positivas do seu governo Adriano Machado/Reuters O presidente Jair Bolsonaro atribuiu as oscilações na Bolsa de Valores à soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma publicação feita na tarde deste domingo (10), em sua conta oficial do Twitter. Em meio a uma série de postagens, em que destaca as ações positivas dos seus 300 dias de governo, Bolsonaro afirmou que a Bolsa bateu mais um recorde e que "as oscilações ocorreram devido a soltura de corruptos presos" como Lula. 6- Bolsa de valores bateu mais um recorde. Confiança no Brasil em alta e crescendo! Dever de casa sendo cumprido e temos que desfazer ainda muitos estragos! As oscilações ocorreram devido a soltura de corruptos presos como o presidiário Lula. Vamos adiante!— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 10 de novembro de 2019 "Bolsa de valores bateu mais um recorde. Confiança no Brasil em alta e crescendo! Dever de casa sendo cumprido e temos que desfazer ainda muitos estragos! As oscilações ocorreram devido a soltura de corruptos presos como o presidiário Lula. Vamos adiante!", escreveu o presidente. Leia mais: Ibovespa cai e reverte alta semanal após Lula deixar a prisão Na última quinta-feira (7), o Ibovespa registrou nova máxima histórica no fechamento aos 109.580,57 pontos (+1,13%), impulsionado pelo cenário externo favorável. Já na sexta-feira (8), o índice devolveu os ganhos, pressionado por venda de posições por investidores e pela contaminação do mercado com a notícia de que o ex-presidente Lula estava liberado da prisão, segundo operadores. A postagem deste domingo foi a primeira em que Bolsonaro citou nominalmente em público o ex-presidente Lula após a sua soltura. Ontem ele escreveu que não responderia a "criminosos que por ora estão soltos" e pediu aos "amantes da liberdade e do bem" que não deem "munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa", sem mencionar nenhum nome de adversário político. Veja Mais

QUE HORROR! Veja as cenas lamentáveis no final de Freiburg x Eintracht Frankfurt na Bundesliga

QUE HORROR! Veja as cenas lamentáveis no final de Freiburg x Eintracht Frankfurt na Bundesliga

Fox Sports Brasil Com confusão generalizada no fim da partida, Freiburg vence em casa por 1x0 e chega na quarta posição na tabela da Bundesliga. Veja os melhores momentos do jogo! ✅ CLIMA TENSO ✅ EXPULSÕES ✅ GOLAÇO DO TIME DA CASA ✅ CONFUSÃO GENERALIZADA NO FINAL Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Bundesliga #Freiburg #Frankfurt Veja Mais

Crypto Storm Bônus: entrevista com João Canhada

R7 - Economia Hoje, em uma edição especial do podcast Crypto Storm, André Franco, especialista da Empiricus Research, recebe o convidado João Canhada, CEO da Foxbit. João Canhada fala sobre sua experiência com bitcoin e como profissionalizou sua própria corretora de criptoativos em 2014. André Franco puxa o assunto sobre a Libra, criptomoeda do Facebook e a intenção da China […] Veja Mais

Moto G8 Play: teste de bateria em tempo real | Nesta segunda às 7h

tudo celular Versão mais básica da nova linha apresentada pela Motorola neste final de 2019, o Moto G8 Play traz o interessante Helio P70M em parceria com 4.000mAh. Será que teremos autonomia ainda melhor que a... Veja Mais

5 alimentos para melhorar a saúde do seu fígado

Glogo - Ciência Alho, maçã, brócolis, limão e abacate são alguns deles; órgão é um dos mais importantes do corpo humano. Brócolis é rico em vitamina A Laurence Simon/TIPS/Photononstop/AFP O fígado é um dos órgãos que mais desempenha funções. É responsável por filtrar o sangue de substâncias nocivas, como álcool e drogas, usa o açúcar como fonte de energia quando seus níveis estão baixos e é uma fonte de suprimento de ferro para o corpo. E, assim como os excessos podem causar sérios danos a esse órgão (como cirrose ou insuficiência hepática devido ao consumo excessivo de álcool), existem alguns alimentos que podem ajudar a melhorar seu funcionamento. "Meu conselho é evitar alimentos hepatotóxicos, como gorduras saturadas, frituras e álcool", diz a nutricionista argentina Magdalena Boccardo à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC. Confira abaixo cinco alimentos que podem ajudar a melhorar a saúde de seu fígado. 1. Alho O alho tem propriedades que ajudam a regular e melhorar a função hepática. "O alho possui propriedades anti-inflamatórias que podem ajudar a regular o trabalho do fígado", diz a nutricionista Grace Fjeldberg no site da Clínica Mayo. "É aconselhável esmagá-lo e consumi-lo para tirar proveito de suas propriedades". O alho, de acordo com especialistas, também é recomendado por seu alto teor de alicina, o que ajuda a limpar o fígado. 2. Maçã Graças ao seu alto teor de fibras, a maçã também é um ótimo aliado para cuidar do fígado. "É importante cuidar desse aspecto, porque, entre outras coisas, as proteínas formadas no fígado transportam ferro, vitamina A e cobre para o resto do corpo, no qual nutrientes são necessários", diz à BBC News Mundo a nutricionista colombiana Sandra Milena Cardona. Maçã é considerada um dos alimentos mais completos Jenny Russell/Unsplash Outro atributo da maçã é que ela contém uma grande quantidade de vitamina C, que também atua como antioxidante e protege as células contra danos externos. Vários especialistas recomendam verduras, para promover maior ação das fibras. 3. Brócolis O brócolis pode ser um dos alimentos mais odiados pelas crianças e até por alguns adultos, mas não se pode negar que possui grandes propriedades nutricionais. No caso do fígado, ajuda a neutralizar elementos nocivos que podem afetar seu funcionamento . "O brócolis é importante porque ajuda a reduzir a síntese de colesterol", disse Cardona. Especialistas também indicam que é uma rica fonte de vitamina A, o que impede o envelhecimento das células. 4. Limão O limão é outra fruta repleta de vitamina C, o que contribui muito para o fígado. "O suco de limão contém uma grande quantidade de vitamina C concentrada. Um pequeno limão contém um terço da quantidade diária recomendada dessa vitamina", diz Jill Corleone, nutricionista da Universidade de Nova York (EUA). Ela destaca um estudo publicado pela US National Health Library que descobriu que o suco extraído dessa fruta possui muitos "antioxidantes que reduzem a inflamação, eliminam os radicais livres e melhoram a capacidade do organismo de processar glicose". "Existem vários estudos que o confirmam: o limão contém vitamina C, flavonóides, carotenóides e outros compostos bioativos que combatem os danos oxidativos e protegem o fígado", acrescenta Corleone. 5. Abacate O abacate foi batizado como o "ouro verde" e vem se tornando um dos alimentos mais populares do planeta. Mas também pode ser um aliado quando se trata de defender o fígado de possíveis danos. Vários estudos indicam que o abacate é uma grande fonte de gorduras saudáveis, o que pode ajudar na proteção do fígado e na eliminação de substâncias nocivas ou desnecessárias. "O melhor conselho é que deve haver uma dieta equilibrada e saudável que forneça todos os nutrientes necessários para o fígado", diz a nutricionista Cardona. "Uma das principais dicas é o consumo de gorduras saudáveis, como abacate, azeite, nozes e sementes", conclui. No entanto, na mesma medida, Cardona ressalta que devemos ter muito cuidado com o consumo em excesso desse tipo de gordura pois, embora saudável, pode causar o chamado 'fígado gorduroso', também conhecido como esteatose hepática ou doença hepática gordurosa. Trata-se de uma condição reversível na qual grandes quantidades de triglicéridos (um tipo comum de gordura) se acumulam de forma anormal nas células do fígado formando grandes vesículas. Veja Mais

Você está preocupado com a extinção humana? Entenda por que deveria

Você está preocupado com a extinção humana? Entenda por que deveria

canaltech Depois de assistir ao “novo” filme do Coringa, interpretado nos cinemas por Joaquin Phoenix, é difícil ter esperança no futuro, principalmente no da humanidade. É quase impossível ver o mundo cruel, como ele é, e as pessoas como podem ser, e mesmo assim continuar a ter esperança. É mais ou menos a essa conclusão que chegou um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford. O estudo britânico analisou como a humanidade reagiria diante do risco da extinção e, surpreendente (ou não), a maioria dos 25 mil entrevistados não tinha tanto medo do fim da nossa espécie. Os resultados demonstraram que esse medo só se torna realidade quando as pessoas são capazes de imaginar um futuro melhor do que o presente, coisa quase impossível diante das “verdades” do século 21, como a Terra plana, o aumento das epidemias pelo medo das vacinas, o colapso ecológico em escala global, a dominação dos robôs com IA, as armas biológicas, a vigilância 24 horas e os populismos na política. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Segundo um recente artigo publicado na Nature, esse século “provavelmente verá riscos crescentes de extinção humana, mas atualmente, recursos relativamente pequenos são investidos na redução desses riscos existenciais”, por isso essa questão aparece como tão importante. E somente uma sociedade disposta a enfrentar seus problemas poderá se salvar do fim dos tempos. Anestesiados: o apocalipse global não assusta mais os indivíduos Entenda a pesquisa sobre o fim da espécie Feita para milhares de pessoas nos EUA e no Reino Unido, a primeira pergunta era para comparar e classificar três hipotéticos futuros para a humanidade: (1) Não acontecerá nenhuma catástrofe; (2) Acontecerá uma catástrofe que matará imediatamente 80% da população mundial; (3) Acontecerá uma catástrofe que matará imediatamente 100% da população mundial. Quase todos os entrevistados confirmaram que a hipótese 2 era pior que a 1 e a 3 era pior que a 2. Em seguida, foi perguntado: “Qual diferença é mais preocupante: a diferença entre as situações 1 e 2 ou a diferença entre as 2 e 3?” Nesse momento, os pesquisadores queriam saber se era pior “80% do mundo morrer ou ninguém morrer” ou se era pior “a espécie humana inteira desaparecer ou somente 80% dela.” De acordo com os resultados, a maioria das pessoas pensou que perderiam mais entre os cenários 1 e 2 do que entre os 2 e 3, ou seja, a maior tragédia está em acontecer algo. Agora, se esse algo for fatal para todos, como o fim da espécie humana, pouco importa. Nos cenários distópicos e de riscos iminentes, "as pessoas terão muita influência sobre o que vamos fazer", afirma Stefan Schubert, um dos autores do estudo. "Portanto, é importante descobrir o que as pessoas pensam sobre esses momentos." Mesmo que parte das pessoas considerem a extinção provável nos próximos 15 anos, poucos indivíduos buscam soluções para o risco da extinção ou as coloca entre sua principais prioridades políticas ao escolher um representante ou ao consumir um novo produto. A percepção geral é de que a extinção é meio ruim e, em algumas circunstâncias, as pessoas até dizem que é provável, mas não levam a sério as consequências dessa hipótese e seus pensamentos sobre isso são inconsistentes. Ameaças globais estão próximas e a sociedade deveria se preparar para essa discussão  Mas e se o futuro fosse bom? A pesquisa muda totalmente de rumo quando os participantes são instruídos a pensar em um bom futuro, próspero e pacífico. A partir de então, a maioria dos entrevistados classifica a extinção como muito pior do que a considerava anteriormente, o que sugere que a apatia diante do fim da espécie humana esteja muito mais relacionada à desesperança do que a qualquer outro fator. Mas quantas visões dessa possível realidade a sociedade aborda? Não há discussões sobre o quão maravilhoso pode ser 2100, como pensaram em como seria os anos 2000. Para os pesquisadores, a incapacidade de imaginar o futuro pode interferir e até impedir que a sociedade humana chegue tão longe. Nesse sentido, é importante entender que, para convencer as pessoas a lutar pela espécie, é necessário, em primeiro lugar, convencer os indivíduos de que essa luta pode ser vencida. Também vale lembrar que a extinção não se resume às mortes individuais, mas sim a toda a cultura humana, as artes, a história, a ciência e, principalmente, as gerações futuras. Outra pergunta da pesquisa era também sobre a extinção, mas dessa vez dos animais. Para os entrevistados, a morte de todas as zebras, desde o princípio, era muito mais significativa do que a morte de 80% das zebras. Provavelmente, porque as pessoas estão acostumadas a pensar na extinção de espécies animais de uma maneira diferente, como algo ruim, e rapidamente rejeitaram o fim de um modo de vida e de um ser no mundo. O mundo pode continuar sem a espécie humana Contra o pessimismo As pessoas mais engajadas já discutem há muito tempo esses argumentos. É o caso dos ativistas ambientais que lutam contra as mudanças climáticas e que sempre argumentam sobre as vantagens e desvantagens da retórica negativa, inclusive na pegada mais apocalíptica, em comparação com as vantagens e desvantagens de adotar um tom mais otimista, capaz de engajar um maior número de pessoas. Para a articulista Kelsey Piperes, essas pesquisas a levam a acreditar que os otimistas têm um bom argumento. “Não é que exageremos as chances de resolver nossos problemas ou fingimos que eles não estão lá, mas qualquer discussão precisa ser acompanhada de uma visão positiva, de como o mundo pode ser se os resolvermos”, defende Piperes. Do contrário, a humanidade corre o sério risco de ver os grandes temas do século 21 virarem posts de desabafos no Facebook ou correntes que se perdem no WhatsApp. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Xiaomi explica as diferenças entre as cinco lentes do Redmi Note 10 Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk Algoritmo de IA "descobre" rapidamente que a Terra orbita o Sol Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora MEGA PECHINCHA | Notebook gamer Lenovo Core i7 Full HD por apenas R$ 2.266 Veja Mais

Carreira contábil: Como se destacar no novo mercado da contabilidade

R7 - Economia Quais são as características que determinarão o sucesso do novo contador, do contador no futuro? Buscar meios de se destacar no mercado de contabilidade é uma constante no dia a dia dos profissionais do segmento. Entretanto, como muitas outras profissões, na última década o perfil do contador mudou bastante. A evolução tecnológica fez com que diversas novas ferramentas passassem […] O post Carreira contábil: Como se destacar no novo mercado da contabilidade apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

TOP 5 | As notícias mais lidas da semana no Canaltech

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canaltech Domingo é dia de ficar atualizado com tudo o que aconteceu de mais interessante na semana no site do Canaltech. Por isso, reunimos as cinco matérias mais lidas para você não perder nada do que rolou. Sem mais delongas, vamos lá? Foto real do Motorola Razr 2019 aparece em rede social chinesa Não há o que segure a nossa ansiedade para ver oficialmente o Motorola Razr, smartphone dobrável da marca que lembra muito o queridinho do público na primera década do século XXI: o Motorola V3. Acontece que, nesta semana, o aparelho fez uma aparição curiosa numa rede social chinesa chamada Weibo, a aparência do aparelho é idêntica ao que vimos em supostas imagens de divulgação. E aí, quem não aguenta mais esperar pelo lançamento? -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- 7 cenas de sexo mais quentes das séries originais da Netflix Nossa redatora Natalie Rosa reuniu em uma lista as 7 cenas de sexo mais picantes das séries originais da Netflix. Então, se você é fã de Elite, Sex Education ou Sense8 já sabe quais cenas estão marcando presença na lista. E os leitores do Canaltech, safadinhos ou não, ficaram tão curiosos em saber o que assistir que colocaram a matéria em quarto lugar no nosso Top 5! E se um buraco negro engolisse a Terra? Calculadora revela o que aconteceria Esse é um daqueles questionamentos mais hipotéticos possíveis, maaaas... e se algum dia um buraco negro engolisse a Terra? O que seria de nós? Sob o ponto de vista astronômico, podemos ter uma ideia de quais seriam as consequências por causa da "Calculadora de Colisão de Buracos Negros". Sim, isso existe! Quem desenvolveu essa ferramenta foi um estudante de física da Universidade de Varsóvia, na Polônia, Álvaro Díez. E aí, ficou curioso? Confira o que aconteceria numa situação dessas. O que veríamos no céu se a Terra tivesse anéis como os de Saturno? Matérias espaciais sempre marcam presença aqui no Top 5, e nessa semana não é diferente. Uma que pegou a curiosidade do público foi a seguinte: o que veríamos no céu se a Terra tivesse anéis como os de Saturno? Saturno é aquele planeta com belos anéis ao seu redor, tido por muitos como um dos mais interessantes do Sistema Solar. Pois bem, você sabia que quando a Lua começou a se formar, a Terra teve uma similaridade com esse planeta tão intrigante? Uma hipótese indica que a formação de nosso satélite natural é de que um protoplaneta colidiu com a Terra, resultando em um monte de poeira espacial e detritos rochosos na órbita. Imagina que legal como ficou o céu na época? Delivery de combustível chega ao Brasil; seria o fim dos postos? Hoje em dia tem delivery de tudo, né? Essas iniciativas como o iFood e o Rappi tem como objetivo tornar o cotidiano mais fácil e simples para o cidadão que tem uma vida cada vez mais corrida. Os bancos já aderiram aos aplicativos, reduzindo a necessidade de ir a uma agência, por exemplo. A novidade da vez é o GOfit, que promete suprir a necessidade de ir até um posto de gasolina para abastecer seu automóvel. Será mesmo que funciona? Conheça mais sobre ele na matéria mais lida da semana. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Xiaomi explica as diferenças entre as cinco lentes do Redmi Note 10 Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk Algoritmo de IA "descobre" rapidamente que a Terra orbita o Sol Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora MEGA PECHINCHA | Notebook gamer Lenovo Core i7 Full HD por apenas R$ 2.266 Veja Mais