Meu Feed

No mais...

TALLERES 3 X 3 RACING! SEIS GOLS! UM GOLAAAAÇO!

TALLERES 3 X 3 RACING! SEIS GOLS! UM GOLAAAAÇO!

Fox Sports Brasil Equipes fazem jogo movimentadíssimo em Córdoba e acabam no empate pela Superliga Argentina Quer saber tudo sobre esporte? Acesse nosso site! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP FOX Sports! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Argentino #Futebol #FOXSports Veja Mais

Região onde Gugu tinha casa na Flórida é refúgio de famosos

G1 Pop & Arte Ao lado da mulher e dos filhos, Gugu vivia com discrição, longe do assédio pela fama. Médico que examinou Gugu explica: 'Foi uma situação extremamente grave' A casa do apresentador Gugu Liberato na Flórida, nos Estados Unidos, fica em uma região conhecida como "refúgio de famosos", com diversas celebridades brasileiras em busca de tranquilidade e anonimato. A família de Gugu viveu na região de Celebration, projetada por Walt Disney. Depois, foram para outro local, bem próximo, Wendemir, que a cerca de 5 minutos de carro da escola dos filhos do apresentador, como mostrou reportagem do Fantástico. Ao lado da mulher e dos filhos, Gugu vivia com discrição, longe do assédio pela fama. Há cerca de 4 meses, se mudaram para outra casa, no mesmo condomínio. Mansão onde morreu o apresentador Gugu Liberato em Orlando reprodução: Realtor.com Queda e acidente Gugu morava num condomínio fechado em Windermere, muito próximo a Orlando, com o filho João Augusto, de 18 anos, as filhas gêmeas, Marina e Sophia, de 15 anos, e com a companheira dele Rose Miriam di Matteo. Segundo relatos da assessoria de imprensa do apresentador, ele subiu no forro da residência para tentar trocar o filtro do ar-condicionado quando acabou pisando numa parte que era feita de gesso e cedeu. Gugu teve uma queda de aproximadamente quatro metros de altura na cozinha da casa. O filho de Gugu ligou para os serviços de emergência, que chegaram rapidamente. Mas o trajeto da casa até o hospital não é curto, são 27 minutos. Gugu, um dos maiores nomes da TV brasileira, morreu aos 60 anos. De acordo com a assessoria, o corpo deve chegar ao Brasil até a próxima quinta-feira (28) e o velório será aberto ao público em um salão da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Neste domingo (24), foi concluída a cirurgia para a retirada de órgãos para doação, como desejava o apresentador. O procedimento durou mais de seis horas e foi iniciado na noite de sábado (23). Antes do início da cirurgia foi realizada uma cerimônia com presença da equipe do hospital e os familiares do apresentador. Na ocasião, os médicos leram o seguinte texto: “Momento de honra, neste momento e a partir deste momento, honramos Antonio Augusto Moraes Liberato e essa oportunidade de salvar e melhorar a vida de outras pessoas. Ao cuidarmos dele agora, também somos responsáveis por cuidar desse gracioso presente da vida. Estendemos nosso respeito e gratidão à família e os mantemos em nossos pensamentos. Ao tocarmos a vida de muitos hoje, podemos entender nosso papel em transmitir o presente heroico da vida de um ser humano para outro. Que tenhamos um momento de silêncio agora para lembrar Gugu Liberato e todos os que se juntam à sua história do passado, presente e todos os dias à frente.” Os familiares de Gugu elaboraram uma carta escrita em primeira pessoa falando sobre o desejo do apresentador de doar seus órgãos. “Deus em sua infinita bondade nos dá a oportunidade da vida. Vivi minha jornada na Terra seguindo os ensinamentos que recebi de meus pais, Augusto e Maria do Céu. Com eles aprendi a importância de olhar para o próximo com amor e fraternidade. Agora eu sigo adiante por um caminho que me levará mais próximo ao Pai. E neste momento quero praticar os ensinamentos do mestre Jesus. Assim como ele compartilhou o pão com os seus, eu compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver. Aos meus familiares eu agradeço por terem realizado a minha vontade. Tenham certeza que, a partir de agora, eu estarei batendo em muitos outros corações e compartilhando minha vida com outros irmãos. Que eu seja um instrumento de amor, oportunidade e de luz. Gugu”. Initial plugin text Veja Mais

Pesquisadores criam técnica que funde circuitos ao plástico com impressão 3D

Pesquisadores criam técnica que funde circuitos ao plástico com impressão 3D

canaltech Um grupo de pesquisadores está desenvolvendo uma técnica capaz de implantar circuitos elétricos em plástico por meio da impressão 3D. Estudiosos da Escola de Engenharia da Rutgers University–New Brunswick usaram um feixe de luz de alta energia para fundir fios de prata capazes de conduzir até 10 vezes mais eletricidade que os atuais.  O estudo foi publicado no jornal Additive Manufacturing e promete melhorar o desempenho de peças para implantes, drones e outras estruturas em plástico. Isso porque, ao ser mais eficiente energeticamente, a novidade pode gastar menos bateria e aumentar a vida útil do dispositivo. “Nossa inovação mostra uma promessa considerável para o desenvolvimento de uma impressora 3D e um raio intenso de luz integrados para fundir nanopartículas de prata para eletrônica”, explica Rajiv Makhotra, autor do trabalho.  Segundo os pesquisadores, esta técnica também poderia ser utilizada para outros tipos de polímeros em pequenos satélites, drones, transmissores e sensores de luz e movimento. Outro ponto é que, por já ter circuitos elétricos integrados, o aparelho também tem capacidade de ser menor e mais barato de se produzir. Para isso, os pesquisadores usam energia de uma lâmpada de xenônio e criam os “fios” de prata na espessura de um nanômetro, mais fino do que um fio de cabelo humano (especificamente, um milionésimo de milímetro).  -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no WhatsApp e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Em um dos exemplos do trabalho, eles criaram uma placa simples de plástico com uma fonte de energia externa, um sensor de luminosidade e uma lâmpada de LED. Tudo está integrado internamente com o plástico. Para comprovar isso, os pesquisadores colocam o conjunto na tomada (pelo fio de cobre) e então o LED acende. Quando se coloca a mão sob o sensor de luz, a lâmpada apaga, mostrando que há relação entre eles pelos circuitos internos.  Peça criada com impressão para deligar LED com sensor de luz (Foto: Rutgers University) O próximo passo da pesquisa é melhorar a condutividade do material e criar circuitos internos que sejam flexíveis para estruturas que possam ser movidas. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Netflix | Confira os lançamentos da semana (15/11 a 22/11) Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos Veja Mais

Governo diz que safra de grãos deve chegar a 23,4 milhões de toneladas no Paraná

G1 Economia Quantidade esperada pode ser 19% maior do que na safra de verão anterior, quando foram colhidos 19,7 milhões de toneladas de grãos. O plantio de soja ocupa 92% da área plantada no Paraná, com 5,4 milhões de hectares Divulgação / FAEP/ Arquivo ANPr A safra de grãos de verão 2019/2020 no Paraná deve alcançar 23,4 milhões de toneladas, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), do Governo do Paraná. As lavouras estão quase todas plantadas e forma impulsionadas pela melhora climática entre o fim de outubro e o começo de novembro, informou o Deral. Se for confirmada a expectativa, o volume colhido pode ser 19% maior do que na safra de verão anterior, quando foram colhidos 19,7 milhões de toneladas de grãos. Segundo o diretor em exercício do Deral, Marcelo Garrido, a estiagem e o calor, principalmente em setembro e outubro, podem provocar ainda algum impacto na produtividade. Mas, conforme ele, isso não pode ser dimensionado agora, pois as lavouras ainda estão em início de desenvolvimento. O plantio de soja ocupa 92% da área plantada no Paraná, com 5,4 milhões de hectares. A área total plantada com grãos de verão atinge 5,98 milhões de hectares. O clima melhorou e muitas lavouras se recuperaram do período de falta de chuvas e excesso de calor que impediu o plantio, principalmente no mês de setembro, informou o diretor. As regiões mais afetadas foram oeste e centro-oeste. Garrido destaca que em pelo menos 20 dias de setembro houve interrupção do plantio por causa do clima e muitos casos de replantio quando retornaram as chuvas em outubro. Atualmente cerca de 96% da área está plantada. No Norte Pioneiro e parte da região de Londrina o plantio de soja e o desenvolvimento inicial permaneceu mais afetado. “Não dá para dimensionar os impactos ainda. Mas esperamos redução na produtividade”, disse Garrido. A previsão para a safra de soja está mantida em 19,8 milhões de toneladas, volume 23% maior que na safra passada, quando foram colhidas 16,1 milhões de toneladas. Do total plantado, 80% das lavouras estão em boas condições, 18% em condições médias e 2% em condições ruins. Milho Conforme o Deral, a primeira safra de milho está totalmente plantada, ocupa uma área de 335 mil hectares - 7% a menos que na safra anterior. A estimativa de produção é de 3,1 milhões de toneladas, repetindo o volume da safra passada. No geral, as lavouras estão em boas condições porque os impactos climáticos foram menores, explica o analista do milho do Deral Edmar Gervásio. Isso porque a maior parte do milho da primeira safra é plantada nas regiões de Curitiba, Ponta Grossa e Guarapuava, onde a falta de chuvas foi menos intensa. Segundo Gervásio, a primeira safra de milho é de alta produtividade porque os produtores utilizam muita tecnologia nas lavouras. Muitos chegam a colher até 14 mil quilos de milho por hectare. Na média do Estado, a safra de verão de milho rende 9.000 quilos de grão por hectare. Segundo o Deral, a segunda safra de milho plantada no Paraná, conhecida como safrinha, pode ser plantada a partir de 1º de janeiro de 2020, conforme o zoneamento agrícola para o ano que vem, divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná. Veja Mais

Inscrições para concurso de Pimenta Bueno encerram na próxima quarta, 27

G1 Economia Prefeitura oferece salário de até R$7 mil; há vagas para nível fundamental, médio e superior. Provas serão aplicadas em dezembro. Vagas são para a prefeitura de Pimenta Bueno. Magda Oliveira/G1 Termina na próxima quarta-feira (27) o prazo para se inscrever no concurso público da prefeitura de Pimenta Bueno (RO), na Zona da Mata. O concurso oferece 7 vagas em diferentes cargos de nível fundamental, médio e superior. De acordo com informações do edital, a prova está prevista para acontecer no dia 8 de dezembro, sendo aplicada na parte da manhã para a vaga de motorista e, vespertino, para demais especialidades. O local da prova será divulgado no dia 4 de dezembro. Segundo a prefeitura, não está sendo cobrada a taxa para realizar a inscrições do concurso. Os salários variam de R$1,1 mil a R$7 mil, além de gratificações. Os candidatos devem enviar a ficha de inscrição, junto com cópias de documentos pessoais (RG, carteira de trabalho, CNH, e CPF) para o e-mail: rh@pimentabueno.ro.gov.br. Interessados devem ficar atentos às especificidades no edital (clique aqui). Veja Mais

Apesar da alta em passageiros, fluxo de carga em Viracopos tem pior outubro desde 2016

G1 Economia De acordo com a concessionária, terminal movimentou 18,2 mil toneladas durante o mês, número mais baixo desde 2016, quando houve a circulação de 14,7 mil toneladas. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou o pior fluxo de cargas em outubro desde 2016. De acordo com um levantamento feito pelo G1 com base em dados da concessionária Aeroportos Brasil, que administra a estrutura, o terminal movimentou 18,2 mil toneladas durante o mês, número mais baixo desde 2016, quando houve a circulação de 14,7 mil toneladas no período. O número contraria a boa fase do aeroporto na movimentação de passageiros. De janeiro a outubro de 2019, passaram pelo empreendimento 8,8 milhões de pessoas, número mais alto desde a privatização, na metade de 2012. Antes, o fluxo recorde no período havia sido em 2015. O terminal prevê terminar o ano com o melhor número da história. Além da queda em outubro, o acumulado dos dez meses do ano também teve redução. De janeiro a outubro, o Terminal de Cargas de Viracopos movimentou 178,6 mil toneladas, o que equivale a uma diminuição de 8% em comparação com as 194,7 mil toneladas do ano passado, quando o aeroporto teve o melhor ano da história da concessão no fluxo de cargas. Os índices correspondem a importação, exportação, cargas domésticas e remessas expressas. Segundo os dados da concessionária, o fluxo de cargas domésticas registrou aumento de 242% em relação ao ano passado, passando de 8,5 mil toneladas de janeiro a outubro para 29,2 mil toneladas no período. Já as movimentações internacionais, que reúnem exportações e importações, caíram de 186,1 mil para 149,3 mil, o que equivale a uma redução de 19,7%. A concessionária Aeroportos Brasil informou, em nota, que a diminuição do volume de cargas está diretamente ligada à queda do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. No terceiro trimestre, a economia brasileira registrou crescimento de 0,1%, na comparação com os 3 meses anteriores, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na quinta-feira (21). "Outro fator para explicar esta queda é que ela reflete uma tendência apresentada em nível mundial, conforme estudo da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a demanda global por transporte aéreo de carga (...) teve queda 4,8% em junho em relação a igual mês de 2018, configurando a oitava baixa consecutiva nessa base de comparação", diz o texto da nota. Elefanta e assalto O mês de outubro foi atípico para o setor de cargas de Viracopos. No dia 16, a elefanta Ramba desembarcou no aeroporto, depois de viver anos em cativeiro no Chile e ser vítima de maus-tratos, com uma megaoperação. A ação contou com o auxílio de 30 pessoas e a união da concessionária que administra o terminal, além da Receita Federal, Ibama, Ministério da Agricultura e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre outros órgãos. Um dia depois, o terminal de cargas foi assaltado por uma quadrilha fortemente armada. Os suspeitos invadiram o local, assaltaram um carro-forte e fugiram com dois malotes. O roubo terminou com três suspeitos mortos, cinco pessoas feridos, armas apreendidas e dinheiro recuperado. Depois de um mês, o caso continua com perguntas sem respostas. Terminal de cargas de Viracopos teve queda na movimentação em outubro Imprensa Viracopos Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

LARA 2019: Pesquisas tech latino-americanas focam na área da saúde

LARA 2019: Pesquisas tech latino-americanas focam na área da saúde

canaltech Na última terça-feira (19), pesquisadores de toda a América Latina se reuniram no Centro de Engenharia do Google em Belo Horizonte para mostrar seus projetos selecionados para o Latin America Research Awards (LARA), o programa de bolsas de pesquisa promovido pela empresa em questão. Nesta sétima edição, 679 inscrições foram recebidas, e o Google selecionou 25 projetos distribuídos por 5 países latino-americanos (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru). Esses projetos propõem usar a Ciência da Computação para resolver problemas de interesse social, no entanto, um ponto muito curioso nisso é que a maior parte deles está focada para uma área específica: a saúde. Isso só mostra o quanto a tecnologia em si está cada vez mais focada em promover melhorias nesse assunto. Acontece que esse foco na saúde não foi premeditado pela equipe. Com essa surpresa em mãos, e querendo entender o impacto que a tecnologia está causando nessa área, os organizadores inclusive montaram um painel com professores envolvidos na causa — a brasileira Sandra Avila, da UNICAMP, o colombiano Winston Percybrooks, da UnivDelNorte e o peruano Mirk Zimic, da UnivPeruana) — ao lado de Berthier Ribeiro-Neto, diretor de engenharia do Google na América Latina. “Quando você pensa em saúde e uso de tecnologia, há diferentes tendências: ou aplicação do machine learning para auxiliar o diagnóstico, ou o uso de tecnologia para permitir o diagnóstico à distância”, aponta Berthier, durante o painel. O diretor enfatiza que apesar desse auxílio que a tecnologia dispõe, a decisão é feita pelo ser humano, pelo profissional da saúde. “Frequentemente a tomada de decisão é feita de maneira parcial, e tem vários outros fatores que influenciam”. Berthier aproveita para mencionar uma outra tendência no assunto, que é o home care, atendimento de saúde domiciliar, ou seja: enviar o paciente para casa e monitorar à distância. Existem certos limites éticos nesse procedimento, mas já existem unidades experimentais fazendo isso. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Durante esse painel, os professores são incentivados a expor o que acreditam em torno da aplicação de tecnologia na área da saúde, a relevância e o impacto esperado. O consenso entre esses três pesquisadores é o seguinte: “O objetivo não é fazer diagnóstico, mas sim um suporte. E essa ideia é muito bem vista por todos os médicos que a gente conversa. Um próximo passo é conseguir fazer coletas de dados mais apuradas”. Pesquisadores do LARA 2019, selecionados para receber a bolsa do Google (Foto: Nathan Vieira/Canaltech) Projetos do LARA se concentram na saúde Dentre os 25 projetos que ganharam a bolsa (você pode conferir a lista com todos os vencedores no blog oficial do Google Brasil), 15 são brasileiros, cinco são colombianos, dois são da argentinos, dois são do chilenos e um é peruano. 12 deles são concentrados na área da saúde. É o caso, por exemplo, da pesquisa das brasileiras Maria José Finatto e Liana Paraguassu, intitulada “MedSimples: uma ferramenta de simplificação automática para maior acessibilidade na comunicação da saúde”, que é tipo um Google Tradutor para termos muito difíceis envolvendo a saúde, simplificando assim os textos. O reconhecimento, no entanto, não é automatizado: “Digamos que você tem que escrever uma matéria sobre Sarampo, e a sua matéria vai ser voltada para um público que não tem mais de nove anos de escolaridade. Você vai pegar um texto que considera adequado, na temática do sarampo e seleciona o tipo de leitor. Tem nível um, nível dois e nível três”, explica Maria José. “É um auxiliar para um jornalista escrever um texto para uma pessoa de baixa escolaridade, para um médico produzir material informativo”, acrescenta. Outra pesquisa brasileira que ganhou bolsa foi “detecção de eventos adversos em registros eletrônicos de saúde: incidentes de queda e erros de medicação”, por Renata Vieira e Henrique Santos. A ideia é desenvolver tecnologia baseada em inteligência artificial para auxiliar os profissionais de saúde na identificação de efeitos adversos. Por sua vez, a pesquisa “Classificação automática e interpretável do eletrocardiograma de 12 derivações”, de Wagner Meira Junior e Derick Oliveira, consiste em um método de classificação para todas as 74 classes de diagnósticos a partir de eletrocardiogramas de 12 sensores. O projeto de Sandra Avila, que participou do painel sobre tecnologia e saúde, chama “Melhorando a classificação do câncer de pele com redes adversárias generativas”. A brasileira aponta: “Uma coisa que a gente tem percebido é que o número de dermatologistas é muito pequeno e o câncer cresce cada vez mais”, e explica que a ideia é atingir a simplicidade, e colocar as informações em um aplicativo para que as pessoas possam perceber, logo de cara, se aquela mancha na pele tem muita probabilidade de ser um câncer ou não, por exemplo, e resolver “casos fáceis” sem a necessidade de ir ao hospital. Os brasileiros Felipe Meneguzzi e Laura Tomaz da Silva também desenvolveram uma pesquisa voltada à saúde, mais precisamente “explicações visuais para dados de neuroimagem”, sob o objetivo de avançar as técnicas de visualização de redes neurais e promover insights voltados ao diagnóstico de dislexia e outros transtornos de aprendizado. Ao todo, 25 projetos foram selecionados para integrar o LARA 2019, e foram mais de 600 inscrições (Foto: Nathan Vieira/Canaltech) “Melhorando a localização da patologia nas radiografias de tórax com supervisão limitada via aprendizado de múltiplas instâncias semi-supervisionado”, de Rodrigo Barros e Eduardo Pooch — que visa utilizar uma quantidade limitada de dados anotados em conjunto com grandes quantias de dados não anotado para melhorar os resultados de localização automatizada de patologias em radiografias do tórax — e “Abordagens de aprendizado de máquina para identificação de vírus em mosquitos Aedes usando pequenos RNAs”, de João Trindade Marques e João Paulo Almeida, também são projetos brasileiros voltados à área da saúde. Enquanto isso, o colombiano Fabio Gonzalez, juntamente com Santiago Toledo-Cortês, ganhou a bolsa com a pesquisa “Modelo de aprendizado computacional para a análise do fundo ocular para apoio ao diagnóstico médico”, que trata do design e da implementação de um sistema para a aquisição e o processamento de imagem do fundo ocular e a detecção de patologias associadas ao diabetes, e Pablo Arbelaez e Laura Daza, também da Colômbia, estão com a pesquisa intitulada “Detecção de nódulos pulmonares e previsão de malignidade usando redes neurais multimodais”, que almeja criar uma ferramenta capaz de usar informações tridimensionais das tomografias computadorizadas para localizar os nódulos. Outra pesquisa colombiana voltada à área da saúde é a do professor Winston Percybrooks, com Pedro Narvaez. O trabalho deles chama “em direção a uma auscultação inteligente e assistida por computador em larga escala para instalações remotas de atenção primária”, cujo principal objetivo é desenvolver um sistema automático de diagnóstico de ausculta cardíaca baseado em nuvem. Já o Peru representa a health tech com a pesquisa de Mirko Zimic com Macarena Vittet. Trata-se da “abordagem econômica para o diagnóstico de autismo em crianças em ambientes com poucos recursos, combinando preferência de olhar, pupilometria e reconhecimento de gestos emocionais, realizada em um dispositivo de computação portátil usando aprendizado de máquina”. O apoio à pesquisa latino-americana Berthier Ribeiro-Neto, diretor de engenharia do Google na América Latina (Foto: Nathan Vieira/Canaltech) Desde seu lançamento, em 2013, o LARA já destinou US$ 3 milhões (ou seja, cerca de R$ 12 milhões), a mais de 120 projetos de universidades latino-americanas. Em entrevista ao Canaltech, Berthier conta como surgiu a ideia de apoiar os pesquisadores da América Latina: "Eu venho observando o cenário acadêmico há mais de 20 anos, e a pergunta que eu fiz para a liderança de pesquisa do Google na época foi: 'Imagine dois projetos idênticos, e um projeto é de um professor do Massachusetts Institute of Technology e o outro de um professor da Universidade de Buenos Aires. Qual dos dois você vai suportar?' Se os projetos são idênticos, eu queria ter a chance de suportar o que foi feito na Argentina também". Tendo isso em mente, o diretor de engenharia desenvolveu um projeto piloto cerca de sete anos atrás, com cinco projetos sendo financiados, apenas, e o resultado foi além das expectativas: "O número de publicações em revistas e conferências especializadas foi muito maior do que o que a gente via nos estados unidos, na média. Ficou claro perante a direção da empresa que havia um aspecto positivo na pesquisa regional, e a gente vem aumentando os valores investidos no projeto", afirma. Berthier conta que o processo de seleção é muito intenso: trata-se de um processo de três etapas e em cada etapa vai reduzindo os projetos. Na etapa final, os projetos ainda recebem duas avaliações e a equipe faz uma reunião dos avaliadores para tomar a decisão definitiva. "E uma coisa que a gente observou é que quase metade dos projetos eram uso de tecnologia na área de saúde para resolver problemas do dia-a-dia. Isso é o que a gente gosta de ver", Berthier conta. Sobre as expectativas em torno desses projetos, o diretor de engenharia destaca: "Se você está usando tecnologia na área da saúde, você precisa de parcerias de hospitais, instituições. Receber uma bolsa de pesquisa do Google ajuda a abrir portas, e a gente espera que à medida que esses pesquisadores demonstram conhecimento para resolver problemas que têm impacto na sociedade, essa solução desperte o interesse de agentes de mercado que possam então fazer um investimento para gerar produtos ou processos utilizados em toda a população de um país, por exemplo". Berthier finaliza expondo as expectativas para as próximas edições do evento em questão: "Ano que vem, nós vamos manter o nível de investimento que nós temos para este ano, estamos investindo cerca de R$ 2 milhões para suportar pesquisadores da região, mas com o número de inscrições crescente, eu acho que o que vai acontecer para 2021 e 2022 é que nós vamos aumentar o investimento”, revela. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Netflix | Confira os lançamentos da semana (15/11 a 22/11) Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos Veja Mais

Ao vivo: Flamengo campeão da Libertadores comemora título com torcida pelas ruas do Rio!

Ao vivo: Flamengo campeão da Libertadores comemora título com torcida pelas ruas do Rio!

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre esporte? Acesse nosso site! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP FOX Sports! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Flamengo #Libertadores Veja Mais

Adobe promete funções requisitadas para o Photoshop no iPad

Adobe promete funções requisitadas para o Photoshop no iPad

Tecmundo Quando a Adobe anunciou uma versão completa do Photoshop para iPad, muitos usuários viram ali a oportunidade de levar o programa de edição de imagem para onde quiser. Depois do lançamento, boa parte dos usuários se decepcionaram com as opções bastante simplificadas no aplicativo, bem longe do esperado. Agora, a empresa anunciou que várias das funções requisitadas serão incluídas no app nos próximos meses.A Adobe anunciou uma lista com seus planos para o Photoshop para iPad. Ainda em 2019, os usuários deverão receber uma atualização que incluirá algumas funções melhoradas como "Selecionar Objeto". Ela utiliza da tecnologia de inteligência artificial Sensei, da própria Adobe, para ajudar na seleção de áreas, de uma forma bastante semelhante a aplicada na versão de desktop do programa.Leia mais... Veja Mais

TOP 5 | As notícias mais lidas da semana no Canaltech

TOP 5 | As notícias mais lidas da semana no Canaltech

canaltech Mais uma semana se passou e outro domingo chegou, dia em que o Canaltech seleciona as notícias mais lidas durante a semana. Fazemos isso para que você fique atualizado com o que aconteceu de mais importante no mundo da Tecnologia, caso tenha perdido algo ou apenas queira reler a matéria que mais gostou. Vamos lá? 1. Falha na câmera do Android permitia que hackers espionassem sua vida pessoal Nós já vimos alguns filmes que mostram o perigo de câmeras serem hackeadas e, inclusive, o episódio Shut Up and Dance da terceira temporada de Black Mirror mostra claramente isso. Infelizmente, pesquisadores da Checkmarx encontraram uma vulnerabilidade na câmera de aparelhos Android que pode tornar o medo de muitos usuários realidade. A partir dessa falha, aplicativos que não pedem acesso à câmera do celular poderiam muito bem abrir o recurso e utilizá-lo sem o dono do celular saber. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no WhatsApp e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- 2. E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Essa é uma dúvida interessante: e se entrássemos num buraco negro, o que encontraríamos? Viajaríamos por milhares de anos-luz até encontrar um buraco negro e faríamos o impossível: entraríamos nele! Embora sair dessa vivo seja algo que só veríamos em roteiros de ficção científica, alguns cientistas já imaginaram como seria a experiência. Para isso, contamos como seria essa viagem hipotética na segunda matéria mais lida da semana. 3. Xiaomi | Novo carregador da marca vai de 0 a 100% de uma bateria em 17 minutos Já imaginou ter um carregador que vai de 0 a 100% de uma bateria em apenas 17 minutos? A Xiaomi está realizando esse desejo de muitos fãs da tecnologia chinesa. O Super Charge Turbo, carregador ultrarrápido de 100W chega no ano que vem, mas já foi apresentado para o público durante a Xiaomi Developer Conferece no início da semana. E aí, quem está ansioso para a chegada dele? 4. Chuva de meteoros pôde ser vista do Brasil na madrugada de sexta-feira (22) A madrugada da última sexta-feira (22) foi marcada por uma chuva de meteoros. Sim! Se você acompanha eventos astronômicos, sabe que a véspera do final de semana teve uma das mais raras chuvas de meteoros que existem, a Alfa Monocerotídeas. Apesar de não ser tão famosa, ela proporcionou um espetáculo visual no céu. No Brasil, ela pôde ser observada de todas as regiões. 5. Privatização dos Correios: entenda o que vai acontecer com sua encomenda O redator Rafael Rodrigues da Silva explicou detalhadamente tudo o que você precisa saber sobre a privatização dos Correios. Após um bate-papo com funcionários da empresa, economistas e representantes da área de e-commerce, você fica sabendo tudo o que muda nas encomendas feitas online e os desafios existentes para a privatização. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos 5 motivos para comprar o Xiaomi Mi 9 Lite, que oferece ótimo custo-benefício Veja Mais

Stratis em foco

R7 - Economia O Stratis (STRAT) é uma rede blockchain que facilita o desenvolvimento, a execução e o lançamento de aplicativos e redes baseados em aplicativos para os desenvolvedores de aplicativos descentralizados (dApps). O token está na 80º posição entre os maiores projetos O Stratis registrou uma queda média de -6,20% durante a semana. O preço atingiu a […] Veja Mais

Folha de Pagamento: Saiba quais são os impostos vinculados ao documento

R7 - Economia Para calcular o salário de um empregado, o empregador deve ter em mente não apenas o valor da contraprestação aos serviços executados por ele, como também os diversos encargos obrigatórios e facultativos que recaem sobre a folha de pagamento. Experimente a comodidade do áudio! Aperte o play e ouça o artigo na íntegra. Alguns encargos possuem valores […] O post Folha de Pagamento: Saiba quais são os impostos vinculados ao documento apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Gugu teve fratura na têmpora e hemorragia se espalhou para o cérebro; entenda

G1 Pop & Arte Neurocirurgião explica ao Fantástico como queda de cerca de quatro metros em acidente doméstico levou a fratura com hemorragia, diminuição da atividade cerebral e morte encefálica. Médico que examinou Gugu explica: 'Foi uma situação extremamente grave' Gugu morreu devido a uma fratura do lado direito da cabeça, que causou uma hemorragia que se espalhou para o cérebro. A fratura foi ocasionada por uma queda de quatro metros dentro de casa na quarta-feira (20). O Fantástico explicou o acidente e falou com um neurocirurgião. Entenda o acidente no vídeo acima e nas imagens abaixo. Gugu tinha chegado na quarta-feira à sua casa num condomínio em Windermere, muito próximo a Orlando, no estado da Flórida. A casa tem quase 700 metros quadrados, dois andares e um pé direito muito alto. Gugu estava com o filho João Augusto, de 18 anos, as filhas gêmeas, Marina e Sophia, de 15 anos, e com a companheira dele Rose Miriam di Matteo. Casa da família de Gugu Liberato em Orlando Reprodução: Realtor.com Casa de Gugu Liberato em Orlando tinha 6 cômodos Reprodução: Realtor.com De acordo com a nota oficial da assessoria de imprensa do apresentador, ele tinha entrado no forro da casa para fazer algum reparo no ar condicionado. O piso do forro é de gesso e não suporta o peso de uma pessoa. Arte ilustra acidente doméstico de Gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Para caminhar ali em cima, é preciso pisar nas vigas. Arte ilustra acidente doméstico de Gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Não se sabe o que aconteceu, mas Gugu caiu pelo gesso, um andar para baixo. Arte ilustra acidente doméstico de gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Gugu teve uma queda de aproximadamente quatro metros de altura no primeiro andar da casa. Arte ilustra acidente doméstico de Gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Guilherme Lipsky, neurocirurgião brasileiro chamado pela família para acompanhar Gugu no hospital, explica que, em uma queda dessa altura, "a gente espera uma fratura de calcanhar, eventualmente uma fratura de bacias, mas nunca bater a cabeça diretamente." "Então, para ter acontecido o que aconteceu, na gravidade que aconteceu, eu acho que ele deve ter desfalecido num dos momentos iniciais da queda, possivelmente bateu a cabeça contra o teto e aí desfaleceu", diz o neurocirurgião. O filho de Gugu ligou para os serviços de emergência, que chegaram rapidamente. Mas o trajeto da casa até o hospital não é curto. São 27 minutos. Com a queda, Gugu teve uma fratura grave no osso temporal direito. Isso causou uma hemorragia traumática e o sangramento se espalhou ao redor do cérebro. Arte ilustra acidente doméstico de Gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Arte explica acidente de Gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Arte explica acidente de Gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Arte explica acidente de Gugu Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes Guilherme Lipsky explica porque não era viável uma intervenção cirúrgica: "É uma situação extremamente grave, então, a maioria dos protocolos de atendimento de trauma internacionais dizem: não investir. Porque se você investe e faz medidas, vamos dizer, 'heroicas' você acaba acarretando um sofrimento muito grande para o paciente. A chance de morrer é alta e se não morre há uma chance muito grande de entrar em estado vegetativo persistente. " No hospital foi constatada detectado um nível 3 na escala Glasgow. Essa escala mede a atividade cerebral e vai até 15. Isso quer dizer que a atividade cerebral de Gugu já era baixíssima quando ele chegou ao local. Depois de seis horas, foi confirmada a morte encefálica. Não havia mais atividade cerebral. Segundo o médico explicou para o Jornal Nacional, o diagnóstico da morte encefálica é "evolutivo" e requer um tempo de análise. "Precisa ter um tempo de observação mínimo, que não pode ser menor do que seis horas. Isto que foi feito. Ele tinha alguma atividade respiratória no início. Não era de início morte encefálica. Ele tinha de início alguma atividade na prova de apneia, a prova que se faz." "Acontece que o quadro foi se deteriorando rapidamente e aí as provas subsequentes comprovaram isso. São feitas pelo menos duas provas, há um intervalo, aqui nos EUA este intervalo este intervalo não é limitado, pode ser feito 15 minutos depois, 20 minutos depois", acrescenta Lipsky . As leis americanas não exigem, mas os médicos fizeram ainda uma angiografia, que detectou que não havia mais fluxo de sangue para o cérebro. A morte do apresentador Gugu Liberato foi confirmada na sexta-feira (22) às 21h06, horário de Brasília, pela assessoria de imprensa do apresentador com uma nota assinada pela família. O Hospital do Coração, em São Paulo, estava com estrutura pronta para atendimento, mas não foi necessário. Era desejo de Gugu que todos os seus órgãos fossem doados e a família atendeu. A equipe médica americana informa que eles podem ajudar até 50 pessoas. Initial plugin text Veja Mais

Lacalle Pou tem vantagem apertada no segundo turno

O Tempo - Mundo Boca de urna aponta candidato de direita com 49,5% dos votos; Daniel Martínez tem 46,5% Veja Mais

Gleisi Hoffmann é reeleita presidente do PT

O Tempo - Política Deputada federal teve 71,5% dos votos para mais quatro anos na presidência do Partido dos Trabalhadores Veja Mais

'Para o pobre, R$ 100 fazem falta': O que pensam 3 desempregados que terão seguro taxado pelo governo

G1 Economia O Programa Verde Amarelo, lançado na semana passada pelo governo Jair Bolsonaro, criou uma alíquota de 7,5% sobre o seguro-desemprego de milhões de desempregados no país. A BBC News Brasil conversou com três pessoas que perderam o emprego recentemente para que elas contassem como a nova taxa vai afetar suas vidas. Blanca Monje Uribe, Rosivaldo da Silva e Jéssica dos Santos perderam o emprego recentemente BBC Os três ficaram desempregados recentemente. Parados, eles precisam do chamado seguro-desemprego para pagar as contas e, na pior das hipóteses, sobreviver quando o bolso apertar. Mas Blanca Monje Uribe, Rosivaldo da Silva e Jéssica dos Santos, três trabalhadores recém-demitidos, podem ter um obstáculo a mais nesse momento de dificuldade: o governo de Jair Bolsonaro decidiu criar uma alíquota de 7,5% sobre o seguro-desemprego de milhões de brasileiros — as contribuições serão contabilizadas para o tempo de aposentadoria de cada pessoa. Governo informa que cobrará contribuição previdenciária de quem receber seguro-desemprego Na prática, a nova contribuição diminui o valor do benefício. Hoje, quando um trabalhador é demitido sem justa causa, ele recebe o seguro em cinco parcelas, sem o desconto. A ação, chamada de Programa Verde Amarelo, faz parte de um pacote lançado neste mês pelo governo —a Medida Provisória 905— e apelidada de "minirreforma trabalhista". O projeto promete criar 1,8 milhões de empregos formais nos próximos três anos. Ele já está valendo, mas o texto ainda pode ser modificado pelo Congresso. A nova taxa vai arrecadar R$ 12 bilhões em cinco anos e suprir o desfalque que o Verde Amarelo causará nas contas do governo, pois o programa de Bolsonaro promete reduzir a carga de impostos para o empregador que contratar jovens entre 18 e 29 anos. Além da contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), as empresas não precisarão recolher tributos para o Sistema S, salário-educação, entre outros. Miriam Leitão: 'Desempregado vai bancar emprego de mais jovens' A oposição tem criticado a medida, pois ela obrigaria milhões de desempregados em má situação financeira a abrir mão de um valor mensal importante. Por outro lado, o governo argumenta que a taxa "é uma troca que beneficia o trabalhador", nas palavras de Rogério Marinho, secretário especial de Previdência e Trabalho, em entrevista recente. Apesar de perder o dinheiro, o trabalhador ganharia o tempo de serviço para sua aposentadoria, o que não acontecia antes. Mas o que pensam os desempregados que terão de perder 7,5% do seu benefício para que outros empregos sejam criados? A BBC News Brasil ouviu as histórias de três trabalhadores que perderam seus empregos recentemente e devem se encaixar na nova taxa criada por Bolsonaro. 'Para o pobre, R$ 100 fazem falta' Programa Verde Amarelo foi lançado pelo ministro Paulo Guedes e pelo presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto Carolina Antunes/PR/Agência Brasil Para Rosivaldo da Silva Santos, de 30 anos, perder 7,5% do benefício não é uma boa notícia. "Parece pouca coisa, mas, para o pobre, R$ 100 vão fazer falta, sim", diz, na porta do Cate (Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo), órgão da Prefeitura de São Paulo onde ele dava entrada no seguro-desemprego. Santos é sushiman e foi demitido há duas semanas, quando o restaurante onde ele trabalhou por quatro anos faliu. Ganhava R$ 2.000 por mês — e seu seguro-desemprego ficará em R$ 1.300, em cinco parcelas. Ou seja, a nova alíquota vai comer R$ 97,50 por mês de seu benefício. Santos conta que descobriu que seu antigo patrão não depositava mais seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) havia quatro anos, valor que poderia aliviar as contas nesse momento. Recebeu apenas R$ 2.000 de FGTS, e sem a multa de 40% a que tem direito por lei. "Pensei em processá-lo, mas ele é estrangeiro. Está falido. Dificilmente eu conseguiria rever esse dinheiro, deixei para lá", diz Santos. Além de outras contas fixas, o sushiman paga R$ 700 de aluguel em uma casa em Artur Alvim, periferia da zona leste paulistana. "Com todas as contas, vai sobrar menos de R$ 500 para eu passar o mês", explica. Natural de Lagoa do Ouro (PE), Santos chegou em São Paulo há onze anos. Aprendeu o ofício de sushiman para trabalhar em restaurantes do bairro da Liberdade, onde muitos nordestinos atuam nesse setor. Toda a família ainda vive em Pernambuco — apenas uma irmã mora na capital paulista. Agora, sem muitos recursos, ele pensa em retornar para junto dos pais caso não arrume emprego nos próximos dias. "Não posso ficar parado", diz. 'Talvez eu não consiga pagar as contas' O progama do governo criou uma alíquota de 7,5% do seguro dos desempregados CAMILA DOMINGUES/PALÁCIO PIRATINI Blanca Monje Uribe, 27, ganhava R$ 3,5 mil como advogada em um escritório da região do ABC paulista, na Grande São Paulo. A empresa entrou em recuperação judicial e ela foi demitida. Recebeu R$ 6 mil de FGTS, mas parte dele foi usado para pagar dívidas. Uribe tem direito ao teto do seguro-desemprego, R$ 1.735,29, em cinco parcelas — segundo o novo pacote, R$ 130 desse montante sairia de sua conta com destino ao INSS. "Acho esse plano do governo um absurdo", diz. "As pessoas podem pensar: 'é tão pouco dinheiro...'. Mas fala isso para quem está desempregado. Para mim, R$ 130 a menos significa que talvez eu não consiga pagar uma conta de luz, de gás, um boleto do banco. São contas que hoje eu pago em dia, mas, se tirarem esse dinheiro, vou conseguir? Não sei dizer, a situação pode piorar." A advogada e o marido moram de aluguel em um apartamento em São Bernardo do Campo — R$ 1.300 por mês. Também pagam R$ 500 da prestação de um carro. "Depois que perdi o emprego, nossa renda mensal caiu pela metade. Nós deixamos de comprar muita coisa. Fico pensando: o governo tirando dinheiro dos trabalhadores, não pode ter um efeito inverso? As pessoas vão deixar de consumir, o que pode gerar mais desemprego", afirma. Uribe também espera conseguir um emprego registrado pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), pois, segundo ela, "a legislação dá mais garantias do que bicos informais." Sobre o Programa Verde Amerelo, ela acredita ser importante gerar novos empregos, mas não tirar dinheiro de quem já está parado e em dificuldade financeira. "Não acho justo eu ter de tirar uma parte do meu benefício para o governo se o seguro-desemprego é um direito meu. Quando eu trabalhava, eu já contribuía com o INSS", diz. 'Você usa o dinheiro para comprar o almoço' Mutirão do Emprego no centro de São Paulo, em 2019: Brasil tem taxa de desemprego de 11,8% Felipe Souza/ BBC News Brasil Há 20 dias, Jéssica Aparecida dos Santos, 33, foi demitida depois de entrar em um acordo com a empresa de marketing onde trabalhou nos últimos quatro anos. "Eu achava que ganhava muito mal para minha qualificação e decidi procurar outra oportunidade", diz. Mas essa nova chance ainda não apareceu, apesar de ela ter feito algumas entrevistas. Formada em administração de empresas e pós-graduada em finanças, Santos tinha um salário de apenas R$ 1,6 mil, brutos. No seu caso, o projeto do governo Bolsonaro vai retirar R$ 97,50 mensais dos R$ 1,3 mil do seguro-desemprego para injetar no INSS. O benefício vai ser a única renda da casa onde ela mora com a mãe nos próximos cinco meses, caso a jovem não consiga outro trabalho. "Para mim, R$ 1 já faz diferença. O seguro é muito importante para quem está desempregado. Não apenas para pagar as contas e as necessidades básicas: você usa o dinheiro para ir fazer entrevista em local distante, para pagar o almoço", diz. Santos e a mãe moram em um apartamento de um conjunto de habitação social em Santo André, na Grande São Paulo. Pagam parcelas de R$ 300 pela casa, fora as contas de luz, telefone e internet. Sua mãe, de 61 anos, era auxiliar de limpeza, mas parou de trabalhar neste ano ao dar entrada na aposentadoria. Porém, meses depois, o INSS ainda não aprovou seu processo, conta Santos. Quando finalmente sair, os quatro primeiros pagamentos da aposentadoria vão diretamente para o advogado que está cuidando do caso. Santos chegou a trabalhar como motorista de aplicativos de transporte para fazer uma renda extra, mas precisou vender o carro para economizar. "No Uber, para você conseguir ganhar um dinheiro bom, precisa trabalhar muitas horas, todos os dias", diz. Por ora, a jovem ainda está focada em conseguir um emprego em sua área de formação. "Acho que não precisava ter incentivo para contratar pessoas jovens, e sim para os mais velhos. Existe muito preconceito contra os mais velhos e contra as mulheres, já sinto isso na minha faixa etária", afirma. "Tenho experiência em vendas, em marketing, tenho pós-graduação. Meu currículo é muito bom. Não tenho preguiça, trabalho desde os 15 anos. Mas as coisas ainda não estão acontecendo. Se nada der certo nos próximos meses, vou me abrir para vagas em outras áreas." Veja Mais

Força-tarefa da Lava Jato diz que sigilo de escutas depende de gravidade

O Tempo - Política Nenhum caso de interceptação telefônica da operação teve divulgação tão ampla como o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2016 Veja Mais

Corpo de Gugu Liberato aguarda realização de exames para liberação nos EUA

G1 Pop & Arte Velório será realizado na Alesp, mas ainda não há data confirmada; neste domingo, foi concluída a cirurgia para a retirada de órgãos para doação, como desejava o apresentador. Gugu Liberato apresenta o 'Programa do Gugu' durante gravação em novembro de 2017 Edu Moraes/Record TV/Divulgação O corpo de Gugu, morto na sexta-feira (22), deve passar por exames na segunda-feira (25) para em seguida, ser liberado para retirada por uma agência funerária. Esse é um procedimento necessário antes do transporte do corpo dos Estados Unidos ao Brasil, onde será feito o velório. Neste domingo, foi concluída a cirurgia para a retirada de órgãos para doação, como desejava o apresentador. "Nossa expectativa é que esse exame deve ser feito amanhã (segunda-feira). Somente depois disso será liberado para a retirada pela agência funerária, possivelmente no período da tarde", disse a assessoria em comunicado. "Ainda não temos mais informações sobre os próximos passos: dia e horário da liberação do corpo na funerária, translado para o Brasil, velório e sepultamento." O corpo de Gugu Liberato deverá chegar ao Brasil até quinta-feira (28). De acordo com a assessoria, o velório do apresentador será aberto ao público que tanto o prestigiou e acontecerá em um salão da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), na região do Ibirapuera, Zona Sul da capital. O enterro ocorrerá no Cemitério Getsêmani, no Morumbi, também Zona Sul da cidade. Retirada de órgãos A cirurgia para a retirada de órgãos de Gugu foi concluída neste domingo (24), de acordo com informações da assessoria de imprensa do apresentador. O procedimento durou mais de seis horas e foi iniciado na noite de sábado (23). Atendendo a uma vontade de Gugu, todos os órgãos serão doados. A assessoria informou ainda que os familiares de Gugu questionaram a equipe médica sob a possibilidade de que algum órgão fosse doado para um paciente brasileiro que estivesse na fila para transplante, porém, foi informado que não seria possível devido à distância e o tempo de conservação. A doação deve beneficiar cerca de 50 pessoas. Antes do início da cirurgia foi realizada uma cerimônia com presença da equipe do hospital e os familiares do apresentador. Na ocasião, os médicos leram o seguinte texto: “Momento de honra, neste momento e a partir deste momento, honramos Antonio Augusto Moraes Liberato e essa oportunidade de salvar e melhorar a vida de outras pessoas. Ao cuidarmos dele agora, também somos responsáveis por cuidar desse gracioso presente da vida. Estendemos nosso respeito e gratidão à família e os mantemos em nossos pensamentos. Ao tocarmos a vida de muitos hoje, podemos entender nosso papel em transmitir o presente heroico da vida de um ser humano para outro. Que tenhamos um momento de silêncio agora para lembrar Gugu Liberato e todos os que se juntam à sua história do passado, presente e todos os dias à frente.”. Os familiares de Gugu elaboraram uma carta escrita em primeira pessoa falando sobre o desejo do apresentador de doar seus órgãos. “Deus em sua infinita bondade nos dá a oportunidade da vida. Vivi minha jornada na Terra seguindo os ensinamentos que recebi de meus pais, Augusto e Maria do Céu. Com eles aprendi a importância de olhar para o próximo com amor e fraternidade. Agora eu sigo adiante por um caminho que me levará mais próximo ao Pai. E neste momento quero praticar os ensinamentos do mestre Jesus. Assim como ele compartilhou o pão com os seus, eu compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver. Aos meus familiares eu agradeço por terem realizado a minha vontade. Tenham certeza que, a partir de agora, eu estarei batendo em muitos outros corações e compartilhando minha vida com outros irmãos. Que eu seja um instrumento de amor, oportunidade e de luz. Gugu”. Gugu Liberato durante coletiva de imprensa do reality show 'Canta Comigo' em 23 de setembro, no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo Fábio Guinalz/Fotoarena/Estadão Conteúdo Acidente Gugu Liberato faleceu nesta sexta-feira (22), aos 60 anos em Orlando, nos Estados Unidos. De acordo com o comunicado divulgado nesta sexta pela família, Gugu “sofreu uma queda acidental de uma altura de quatro metros [na quarta-feira] quando fazia um reparo no ar-condicionado instalado no sótão” de sua casa em Orlando. Na quinta-feira (21), chegou a ser divulgado que ele caiu ao preparar a decoração de Natal, informação que não foi confirmada posteriormente. Após a queda, o apresentador bateu a cabeça em uma quina. No momento do acidente, ele estava acompanhado de Rose Miriam, com quem tem três filhos. A equipe de resgate levou entre cinco e dez minutos para chegar e socorrer Gugu, que foi levado ao Health Medical Center, onde permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva, com diagnóstico de sangramento intracraniano. Em razão do quadro grave, não foi indicada cirurgia. De acordo com o médico Guilherme Lepski, neurocirurgião brasileiro chamado pela família, o risco de morte em caso de descompressão seria de 70% em um período de três a quatro meses. No período de observação, segundo o comunicado, “foi constatada a ausência de atividade cerebral”. A morte encefálica foi confirmada pelo médico Guilherme Lepski na sexta-feira (22). Gugu tinha três filhos com a médica Rose Miriam di Matteo: João Augusto, de 18 anos, e as gêmeas Marina e Sophia, de 15 anos. Gugu Liberato (no meio) com Adenair Lima, Chitãozinho, Xororó, Noely Pereira, Júnior e Sandy no 'Viva a noite', em 1988 Moacyr dos Santos/Acervo do SBT Vida e carreira Antônio Augusto Moraes Liberato nasceu na Lapa, bairro de classe média de São Paulo, em 10 de abril de 1959. Filho caçula de portugueses, tinha dois irmãos, Amandio Liberato e a numeróloga Aparecida Liberato. Fã de Silvio Santos, conseguiu se aproximar do apresentador aos 13 anos ao lhe entregar uma carta. Um ano depois, começou a trabalhar na TV como auxiliar de produção do empresário, que na época tinha um programa na TV Globo. Em 1982, Gugu passou a apresentar seu primeiro grande sucesso na então TVS: o programa "Viva a noite". A atração, que alavancou sua carreira, teve destaque por trazer números musicais de artistas em alta na época. Em 1987, Gugu assinou contrato com a Rede Globo, mas Silvio Santos foi pessoalmente conversar com o jornalista Roberto Marinho e conseguiu a liberação do apresentador. Silvio iria passar por uma cirurgia delicada e precisava de Gugu para assumir boa parte da programação de domingo no SBT. Na emissora, Gugu comandou outros programas e quadros de auditório com gincanas, famosos e atrações musicais, como "Sabadão sertanejo" e "Corrida maluca", além do game show “Passa ou repassa”. Em 1993, estreou outro grande sucesso, "Domingo legal", que comandou por 16 anos. No programa, o apresentador esteve à frente de quadros como “Táxi do Gugu”, “Banheira do Gugu” e “Gugu na minha casa”. Também apresentou números musicais e comandou brincadeiras de palcos com artistas convidados. Na atração, Gugu também eternizou a música “Pintinho amarelinho”, cantando e dançando repetidas vezes no palco. Gugu Liberato dança com o 'Pintinho Amarelinho' no 'Domingo Legal' Moacyr dos Santos/Acervo do SBT Gugu foi empresário, cantor e ator Gugu ganhou projeção nacional por apresentar programas no SBT e na Record, mas sua história foi além do comando das atrações televisivas. Ele também foi empresário, cantor e ator. Na adolescência, Gugu trabalhou como office-boy. Nos intervalos, escrevia cartas para seu ídolo Silvio Santos. Aos 14 anos, foi convidado para integrar a produção do apresentador. Ele continuou a carreira como produtor por um período, mas não gostou da função e começou a estudar odontologia. Chegou a fazer dois anos do curso, mas acabou voltando definitivamente para a televisão. Ele também estudou jornalismo. Ao longo da carreira, Gugu Liberato teve vários brinquedos atrelados a seu nome e até um parque aquático, que encerrou as atividades em 2002. No mesmo ano, o apresentador lançou o álbum "Gugu para crianças", com músicas infantis. Também virou personagem em quadrinhos no "Almanaque do Gugu", distribuído entre as décadas de 1980 e 1990. Gugu também atuou no cinema ao lado de Xuxa, Angélica, Os Trapalhões e outros. Em alguns filmes, como “O Noviço Rebelde”, “O Casamento dos Trapalhões” e “Os Fantasmas Trapalhões”, interpretou a si próprio em cena. Em outros, como “Xuxa e os Duendes” e “Padre Pedro e a Revolta das Crianças”, deu vida a personagens como o Duende da Inveja e o Padre Sebastião. Veja Mais

Médicos realizam retirada de órgãos de Gugu Liberato para transplante

G1 Pop & Arte Apresentador sofreu acidente em casa na quarta; família divulgou nota dizendo que 'compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver' Gugu Liberato durante coletiva de imprensa do reality show 'Canta Comigo' em 23 de setembro, no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo Fábio Guinalz/Fotoarena/Estadão Conteúdo O corpo de Gugu Liberato foi levado na manhã deste domingo (24) do hospital onde ele morreu ao instituto responsável por necropsias e laudos de Orlando, nos EUA (correspondente ao Instituto Médico Legal no Brasil). O transporte foi feito após uma cirurgia que durou seis horas, na madrugada de sábado para domingo, em que foram retirados os órgãos para doação. Segundo a família, 50 pessoas devem ser beneficiadas pelas doações de órgãos. A morte do apresentador foi confirmada na sexta-feira (22) às 21h06, horário de Brasília, pela assessoria de imprensa do apresentador com uma nota assinada pela família. Gugu sofreu um acidente em sua casa na Flórida, nos Estados Unidos, na quarta-feira (20). A família trabalha agora na documentação para a repatriação do corpo. Eles acreditam que isso deva acontecer na quarta (27) ou quinta-feira (28). Gugu Liberato vai ser velado na Assembleia Legislativa de São Paulo e sepultado no cemitério Getsêmani, no Morumbi, no jazigo da família. Leia o comunicado completo divulgado às 17h deste domingo. Doação de órgãos A cirurgia para retirada dos órgãos foi realizada esta noite e madrugada (sábado para domingo) e durou mais de seis horas. A instituição Our Legacy cuidou de todos os tramites referentes a retirada, conservação e intermediação com os pacientes necessitados. É importante reforçar que todos os órgãos são única e exclusivamente doados. Antes do início da cirurgia de retirada dos órgãos, os médicos e toda a equipe do hospital fizeram uma Menção de honra dizendo: “Momento de honra, Neste momento e a partir deste momento, honramos Antonio Augusto Moraes Liberato e essa oportunidade de salvar e melhorar a vida de outras pessoas. Ao cuidarmos dele agora, também somos responsáveis por cuidar desse gracioso presente da vida. Estendemos nosso respeito e gratidão à família e os mantemos em nossos pensamentos. Ao tocarmos a vida de muitos hoje, podemos entender nosso papel em transmitir o presente heroico da vida de um ser humano para outro. Que tenhamos um momento de silêncio agora para lembrar Gugu Liberato e todos os que se juntam à sua história do passado, presente e todos os dias à frente.” Na mesma cerimonia, foi lido o seguinte texto escrito pelos familiares de Gugu em primeira pessoa: “Deus em sua infinita bondade nos dá a oportunidade da vida. Vivi minha jornada na Terra seguindo os ensinamentos que recebi de meus pais , Augusto e Maria do Céu. Com eles aprendi a importância de olhar para o próximo com amor e fraternidade. Agora eu sigo adiante por um caminho que me levará mais próximo ao Pai. E neste momento quero praticar os ensinamentos do mestre Jesus. Assim como ele compartilhou o pão com os seus, eu compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver. Aos meus familiares eu agradeço por terem realizado a minha vontade. Tenham certeza que, a partir de agora, eu estarei batendo em muitos outros corações e compartilhando minha vida com outros irmãos. Que eu seja um instrumento de amor, oportunidade e de luz. Gugu” Receptores dos órgãos Familiares de Gugu perguntaram à equipe médica se seria possível doar algum órgão para um paciente brasileiro que estivesse na fila para transplante, porém foram informados que não seria possível por questões da distância e tempo de conservação dos órgãos doados. A doação de órgãos era um desejo do apresentador e poderão beneficiar cerca de 50 pessoas. Translado do corpo e demais trâmites legais Terminada a cirurgia de retirada dos órgãos, o corpo foi levado para o instituto responsável pelas necropsias e laudos (o equivalente ao IML no Brasil) onde, por lei, são encaminhados todos os corpos de falecidos de morte não natural. Nesse local um médico legista fará o exame necessário. Nossa expectativa é que esse exame deve ser feito amanhã (segunda-feira). Somente depois disso será liberado para a retirada pela agência funerária, possivelmente no período da tarde. Ainda não temos mais informações sobre os próximos passos: dia e horário da liberação do corpo na funerária, translado para o Brasil, velório e sepultamento. Pelas leis da Florida, por ser o primogênito de Gugu, João Augusto Liberato, 18 anos, é quem assina todos os papeis referentes as autorizações para os tramites necessários. De certo existe apenas que: O velório será na Assembleia Legislativa de São Paulo e terá um período aberto ao publico. Sepultamento será no Cemitério Gethsêmani Morumbi, no jazigo da família, ao lado do pai, Augusto Claudino Liberato." Familiares de Gugu trabalham na documentação para levar corpo do apresentador ao Brasil Gugu Liberato, um dos maiores nomes da TV brasileira, morre aos 60 anos Em entrevista ao Jornal Nacional o neurocirurgião Guilherme Lepsky, chamado para acompanhar o estado clínico de Gugu em Orlando, disse que o apresentador chegou vivo ao hospital. "Ele tinha alguma atividade respiratória no início. Não era de início morte encefálica. Acontece que o quadro foi se deteriorando rapidamente", disse Lepsky. Initial plugin text Veja Mais

Ludmilla vai na onda de hit anterior e lança outra música sobre maconha

G1 Pop & Arte Apresentado pela cantora em show, o funk 'Verdinha' será editado em single gravado com o trio Major Lazer e com o cantor dominicano Topo La Maskara. "Eu fiz um pé lá no meu quintal / Tão vendendo a grama da verdinha a um real". O refrão do inédito funk Verdinha – composto por Ludmilla e programado para ser lançado em single na próxima sexta-feira, 29 de novembro – foi ensinado pela cantora fluminense ao público que assistiu ao show da artista no festival Eletriza na noite de sábado, 23, na cidade de São Paulo (SP). A letra do funk Verdinha inclui a palavra "chapadona" e tem versos como "Minha mãe já perguntou / Meu pai já perguntou / A minha avó já perguntou / Que planta é essa, meu amor?", também mostrados em primeira mão por Ludmilla na apresentação no evento paulistano. Sim, Ludmilla continua na onda do controvertido sucesso Onda diferente e lança outra música sobre maconha, desta vez com teor bem mais explícito, sem metáforas, embora, a julgar pelo trecho mostrado no festival, a letra aparentemente não cite o nome da droga. Onda diferente é música composta por Ludmilla e gravada pela autora como convidada da gravação feita para o quarto álbum de Anitta, Kisses (2019). A música gerou polêmica não pela letra alusiva à maconha, mas por conta da briga pública entre as cantoras pela divisão dos créditos da composição. Já Verdinha é composição de Ludmilla gravada pela funkeira com o trio norte-americano Major Lazer e com o cantor dominicano Topo La Maskara, responsável pelo toque de reggaeton da gravação. Filmado em estufa agrícola de São Paulo, o clipe de Verdinha será lançado simultaneamente com o single. Veja Mais

Há vagas: comece 2020 empregado no setor de tecnologia!

Há vagas: comece 2020 empregado no setor de tecnologia!

canaltech Se você está procurando um cargo novo ou, mais do que isso, precisando de um emprego, não perca as expectativas só porque 2019 está chegando ao fim: encontrar profissionais qualificados foi o grande desafio do ano para a maior parte das empresas de tecnologia no Brasil. E à medida que vai chegando o último mês do ano, elas aceleram as contratações para iniciar 2020 com os quadros completos. Várias vagas estão abertas abertas em startups (jovens empresas com alto potencial de crescimento) e scale-ups (empresas que estão buscando escala para seus negócios), mas também em multinacionais e grandes companhias. “Como o setor inteiro espera que o próximo ano seja mais aquecido do que o atual, a disputa por talentos deve se acirrar. Encontrá-los não será simples, tendo em vista que o sistema educacional não acompanhou a evolução do mercado”, diz Eduardo Varela, CEO da Codenation — startup especializada em recrutamento e seleção. Isso vale tanto para quem já está no mercado e quer respirar novos ares quanto para quem precisa urgente de um emprego. E, por incrível que pareça, é uma boa hora! O setor de tecnologia emprega cerca de 681 mil pessoas no país, segundo o Tech Report 2019, da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). Mesmo assim, está longe de estar saturado: 420 mil novas vagas devem ser abertas até 2024, conforme a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- São tantas oportunidades que candidatos com mais expertise podem até escolher em que segmento desejam trabalhar. A lista abaixo traz 11 startups, scale-ups, multinacionais e grandes empresas de tecnologia, que, juntas, somam 190 vagas abertas neste momento. Conheça os detalhes e saiba como se inscrever em cada uma delas: Para quem quer trabalhar em startups Effecti - Startup de Rio do Sul (SC) especializada em sistemas de automação para fornecedores participarem de licitações públicas, a Effecti tem 5 vagas abertas nas áreas de desenvolvimento, vendas e administrativo. A empresa tem mais de 1 mil clientes, como Johnson&Johnson e Cremer. Inscrições aqui. Transfeera - Há 3 vagas abertas na Transfeera, startup open banking que desenvolve soluções para pagamentos e validação bancária. São para engenheiro de software full stack, vendas e marketing. A empresa tem mais de 150 clientes, incluindo Unilever, Kimberly-Clark, EBANX, iFood e Rappi. Contatos aqui. Duda - Com um escritório recém-aberto no Brasil, a plataforma de criação de sites Duda tem 4 vagas disponíveis para suporte técnico, gerente de contas técnico e vendas. Nascida no Vale do Silício, a empresa tem agências digitais e plataformas SaaS como clientes. Quase 15 milhões de sites foram construídos com a Duda no mundo. Informações aqui. Para quem quer trabalhar em scale-ups Involves - Fundada em 2009, a Involves desenvolve soluções para gestão de trade marketing e monitoramento de equipes de campo em tempo real. Além do Brasil, a solução é usada em Angola, Espanha, Portugal e mais 17 países da América Latina. São mais de 500 clientes com 50 mil licenças ativas do software. A empresa tem 28 vagas abertas. Inscrições aqui. Exact Sales - A Exact Sales desenvolve um software de inteligência de negócios para prospecção e qualificação de clientes potenciais - o Exact Spotter, usado por 2 mil empresas e considerado o mais completo da América Latina. Responsável por popularizar o termo “pré-vendas” no Brasil, a empresa tem 200 colaboradores e 32 vagas abertas. Novas vagas estão previstas nos próximos meses. Inscrições aqui. Para quem quer trabalhar em multinacionais de tecnologia HostGator - Provedora global de hospedagem de sites e serviços de presença online, a HostGator tem 14 vagas abertas no Brasil, principalmente na área de desenvolvimento. Inserida no portfólio do Grupo Internacional Endurance, a empresa atua nos EUA, México, Chile, Colômbia, Índia, China, Rússia, entre outros. Novas vagas são esperadas nos próximos meses. Informações aqui. Para quem quer trabalhar em grandes empresas Softplan - Uma das maiores empresas de software do país, com perto de 2 mil colaboradores, a Softplan tem 39 vagas abertas. A empresa, que tem sede em Florianópolis, está no mercado há 29 anos e desenvolve softwares de gestão para indústria da construção, gestão pública, Justiça e saúde. Informações adicionais aqui. Dígitro - A Dígitro Tecnologia desenvolve soluções de comunicação corporativa e inteligência voltadas aos setores de saúde, educação, TI, cooperativas, varejista e atacadistas. Além do Brasil, tem clientes no Paraguai, Uruguai, Peru, Argentina e Colômbia. A empresa, cuja sede fica em Florianópolis, tem em torno de 400 colaboradores e 12 vagas abertas. Inscrições aqui. BRy Tecnologia - A BRy Tecnologia atua na aplicação de protocolos criptográficos para tornar operações e negociações digitais mais seguras. É referência em soluções para carimbo do tempo, assinatura e certificação digital, infraestrutura de chaves públicas e biometria. A empresa tem 10 vagas abertas. Informações aqui. DOT Digital Group - Com soluções para os mercados corporativo e acadêmico, o DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. Mais de 8 milhões de pessoas já foram capacitadas com suas plataformas e ferramentas. Sediada em Florianópolis e com escritórios em São Paulo, Brasília e Lisboa, tem mais de 300 colaboradores e 8 vagas abertas. Informações aqui. Supero - A Supero Tecnologia fornece soluções sob medida em tecnologia da informação e atua com com alocação de profissionais especializados. A empresa tem 35 vagas abertas para desenvolvedores, engenheiros de dados, programadores web, analistas de testes, entre outros. Inscrições aqui. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Netflix | Confira os lançamentos da semana (15/11 a 22/11) Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos Veja Mais

As 7 melhores cidades do Brasil para começar um negócio

R7 - Economia Começar um negócio no Brasil não é nada fácil. Seja pela burocracia na abertura ou pela falta de estabilidade no mercado, o ambiente de negócios brasileiro impõe muitas barreiras para quem está cheio de ideias. Tratando-se de um país que está entre os 15 piores do mundo em facilidade para abrir novas empresas, segundo o […] O post As 7 melhores cidades do Brasil para começar um negócio apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Como transferir fotos entre 2 smartphones Android

Como transferir fotos entre 2 smartphones Android

Tecmundo Já faz algum tempo que a maior parte das pessoas deixou de usar câmeras portáteis para tirar suas fotos com celulares. Afinal, nossos dispositivos móveis estão cada vez mais capazes e em alguns casos e cenários os melhores smartphones chegam a rivalizar com câmeras semi-profissionais em termos de qualidade.Mas o que você faz quando quer enviar uma grande quantidade de fotos para algum conhecido? Afinal, enviar uma ou outra imagem é muito fácil através de email ou de redes sociais, mas esse não é o caso com um álbum inteiro de centenas de imagens. É isso que vamos ensinar neste tutorial, que traz alguns métodos diferentes para transferir fotos entre dois smartphones Android.Leia mais... Veja Mais

Goo Hara, ex-integrante do grupo K-pop Kara, é encontrada morta em casa aos 28 anos

G1 Pop & Arte Segundo polícia local, ela foi encontrada em seu apartamento em Seul e causa da morte ainda está sob investigação. Goo Hara em 10 de julho de 2012 em uma conferência de imprensa em Cingapura Wong Maye-E/AP A estrela do K-pop Goo Hara, de 28 anos, foi encontrada morta em seu apartamento em Seul, na Coreia do Sul, neste domingo (24). Segundo a polícia sul-coreana, a causa da morte ainda está sob investigação, mas a suspeita é de que tenha sido suicídio. Goo Hara era ex-integrante do grupo feminino de pop sul-coreano Kara, onde ficou de 2008 a 2015. Nos anos seguintes, a jovem se concentrou em sua carreira solo e acabou de fazer uma turnê pelo Japão com o seu último lançamento. A morte da cantora acontece um mês depois que Sulli - outra estrela do K-pop e amiga de Goo Hara - tirou a própria vida após uma longa luta contra o bullying online. Veja Mais

MEI tem direito de receber o abono PIS?

R7 - Economia Microempreendedor individual que não executa outras atividades no regime CLT, não tem direito a receber abono salarial do PIS por não ter carteira assinada. Caso ele tenha carteira assinada e o MEI como atividade secundária, pode receber se estiver enquadrado nas regras da Caixa Econômica Federal. De acordo com a Caixa Econômica Federal-CEF, tem direito ao abono salarial […] O post MEI tem direito de receber o abono PIS? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

MEI: 7 dicas financeiras para quem quer ter controle do seu negocio

R7 - Economia Micro e pequenas empresas enfrentam desafios diários e a organização financeira é um delas. Dada a extrema importância desse fator para o bom andamento dos negócios, o empreendedor não pode descuidar. É preciso ter tudo sob controle ― entradas, pagamentos, capital de giro, entre outros ― para que dessa forma multiplique suas chances de sucesso. Pensando nisso, elencamos 7 dicas financeiras para quem visa ter efetivo controle […] O post MEI: 7 dicas financeiras para quem quer ter controle do seu negocio apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Colheita do trigo no Rio Grande do Sul avança, mas produtividade deve ser menor

G1 Economia Com quase toda a área já colhida, a qualidade também não é esperada pelos produtores, o que deve impactar no preço pago pela saca. Colheita de trigo no Rio Grande do Sul avança, mas produtividade deve ser menor Mais de 80% da área plantada com trigo já foi colhida no Rio Grande do Sul, mas as chuvas das últimas semanas prejudicaram parte da produção. Veja todos os vídeos do Globo Rural Depois de vários dias de chuva, que impediram que as máquinas fossem para as lavouras, o tempo firme dessa semana ajudou os agricultores gaúchos, e eles aceleram a colheita do trigo. Mas para muitos, a trégua veio tarde demais, o que derrubou a produtividade média das lavouras. Com quase toda a área já colhida, a qualidade não é esperada pelos produtores, o que deve impactar no preço pago pela saca. Em todo o país a produção de trigo deve ter uma queda de quase 3% na comparação com a safra passada. Veja a reportagem completa acima. Acompanhe a cobertura de Agronegócios no G1. Veja Mais

O que é realidade virtual? Conheça esta tecnologia que pode mudar o mundo

O que é realidade virtual? Conheça esta tecnologia que pode mudar o mundo

canaltech Realidade virtual é, como o nome já indica, um ambiente virtual no qual o usuário pode se inserir como se estivesse mesmo ali, mas tudo não passa de um sistema computacional. A tecnologia induz efeitos visuais e sonoros, permitindo total imersão no ambiente simulado virtualmente. O usuário pode interagir ou não com o que vê ao seu redor, dependendo das possibilidades do sistema utilizado. Ao longo dos anos e com a evolução da tecnologia, a realidade virtual ganhou nuances diferentes. Hoje, por exemplo, ela tem como base displays estereoscópicos (tais como os populares headsets, óculos especiais para exibir o ambiente simulado), que servem como o meio pelo qual o usuário se conecta com o mundo virtual. No entanto, sua história é bem mais complexa do que isso, conforme você poderá ver a seguir. Realidade virtual: variações do conceito ao longo dos anos Os primeiros usos do conceito de realidade virtual (embora não como a conhecemos hoje) datam do ano de 1938, quando o autor francês Antonin Artaud usou o termo em seu livro Le Théâtre et son double, sugerindo um teatro onde “a ilusão de personagens (...) criava uma realidade virtual”. Ainda, os monóculos com imagens de pontos turísticos, simulando efeito 3D,  já buscavam “transportar” pessoas para outros lugares, o que prova que essa vontade de se “teletransportar” existe há bastante tempo no imaginário do ser humano. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Capa de "Le Théâthre et son double", de Antonin Artaud (Imagem: Divulgação) Myron Krueger e a “realidade artificial”, que antecedeu a realidade virtual Nos anos 1970, Myron Krueger, artista digital responsável por desenvolver algumas das primeiras instalações interativas, já utilizava o termo “realidade artificial” em seus estudos de combinação entre computadores e outros sistemas de vídeo. Já o termo “realidade virtual” tal como é conhecido atualmente é creditado como de autoria de Jaron Lanier, fundador da VPL Research Inc. quando, no início dos anos 1980, ele o utilizou para diferenciar as simulações tradicionais realizadas por computadores de simulações envolvendo múltiplos usuários, em um ambiente compartilhado (tal como ocorrem em jogos que usam a realidade virtual). Jaron Lanier, responsável pelo termo "Realidade Virtual" (Foto: Divulgação/Veja) Óculos de realidade virtual: como eles funcionam? É comum que esse questionamento surja quando nos deparamos com os famosos óculos (ou headsets) de realidade virtual. Como, para forjar a realidade, uma imagem plana não bastaria, a realidade virtual cria uma ilusão de profundidade através da estereoscopia, onde duas imagens diferentes são geradas, uma para cada olho. Assim, o cérebro interpreta que as duas são uma só, o que forja a sensação de realidade. Essa tecnologia de realidade virtual, que começou com fotos, pode ser também usada em filmes e outros ambientes tridimensionais gerados no computador (como é o caso dos games). Mas a tecnologia usada pela realidade virtual não para por aí: além de criar essa ilusão para o cérebro, os óculos mais modernos permitem que o cenário interaja com o movimento da cabeça do usuário. Assim, diferente dos óculos 3D do cinema, a visão é completamente sobreposta, o que faz com a imagem não permaneça estática em um ponto, mas acompanhe completamente qualquer movimentação do usuário, que pode ter uma visão completa do ambiente no qual está virtualmente inserido. Óculos de realidade virtual (Foto: Divulgação) Realidade virtual hoje em dia O termo “realidade virtual” está ainda mais difundido nos anos 2010, parte graças a produtos como o Oculus Rift ou o Samsung Gear VR. Além disso, os jogos têm contribuído muito para a popularização da tecnologia,uma vez que contam com estações como a Virtualizer, da Cyberith, que permitem ao jogador sentir-se, literalmente, dentro do game. Além dos games, no entanto, a realidade virtual é empregada em diversas outras funções, como em treinamentos para soldados no exército estadunidense. Psicólogos também utilizam óculos de realidade virtual para tratar fobias em pacientes, prática que vem mostrando resultados positivos. E treinamentos diversos vêm sendo feitos em realidade virtual, protegendo a integridade física dos indivíduos enquanto eles realizam as ações no ambiente simulado. Psicóloga usando óculos de realidade virtual para tratar fobia (Foto: Raphael Feitoza/eurio.com.br) Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Netflix | Confira os lançamentos da semana (15/11 a 22/11) Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos Veja Mais

Uber Eats: saiba como cadastrar seu restaurante no aplicativo

Uber Eats: saiba como cadastrar seu restaurante no aplicativo

canaltech O Uber Eats tem sido cada vez mais utilizado por quem gosta de pedir delivery de refeições. Por isso, cadastrar seu restaurante pode ser um ótimo jeito de aumentar suas vendas, bem como fazer seu estabelecimento ser conhecido por um número maior de pessoas. Para fazê-lo, basta baixar o aplicativo e inserir informações como o nome do estabelecimento, unidades e estimativa de pedidos na semana. A equipe responsável pelo aplicativo, então, entrará em contato com você para que a taxa de ativação (de R$ 500) seja paga e seu restaurante possa começar a usufruir do serviço. No entanto, vale lembrar que nem todos os estabelecimentos são aceitos pelo Uber Eats. Como cadastrar seu restaurante no Uber Eats Passo 1. Acesse a página do formulário de cadastro do Uber Eats e informe o nome e endereço do seu restaurante. Em seguida, informe seu nome completo e telefone para contato, preencha os demais dados solicitados e toque em “Enviar”. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no WhatsApp e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Captura de tela: Ariane Velasco Passo 2. Pronto! Você informou o Uber Eats sobre seu interesse em trabalhar com a empresa. Em até três dias úteis, a equipe entrará em contato para informar se o seu cadastro foi aprovado ou não, e possibilitará o envio de seu cardápio, uma revisão de preços e tarifas, e o envio de um dispositivo para o sistema de pedidos do Uber Eats. Captura de tela: Ariane Velasco Aproveite a tela que aparecerá após a conclusão do cadastro para ler as perguntas frequentes enviadas à equipe do Uber Eats, que são úteis para esclarecer diversas dúvidas acerca da empresa e do serviço de delivery por meio do aplicativo. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Netflix | Confira os lançamentos da semana (15/11 a 22/11) Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos Veja Mais

A dura realidade da saúde pública no Chile: 'Se você não tem dinheiro, morre'

G1 Economia Pensões, transporte e educação são alguns dos motes das manifestações atuais, mas talvez não exista outro que cause tanto furor da população quanto os problemas na saúde pública. Pacientes chegam a ficar anos esperando por procedimentos e consultas. Manifestante usa máscara com dizeres: 'Fuera Piñera'. O sistema de saúde é precário para muitos chilenos Getty Images via BBC Berta Aparicio tem 49 anos. Ela é empregada doméstica no Chile, mas não trabalha regularmente há mais de seis anos. Ela parece cansada e, acima de tudo, triste. Berta tem osteoartrite lombar grave, doença que não a deixa viver em paz sem dores constantes. "As dores são terríveis, às vezes elas não me deixam dormir, andar ou me mexer. Há dias em que não consigo sair da cama", diz a chilena. Ela conta que a dor nas costas apareceu alguns anos atrás, mas que nunca havia pensado que o problema iria afetar o restante de sua vida. "Aos 43 anos, fui a um consultório em Cerrillos [região de Santiago], fiz a primeira ressonância e eles me disseram que duas vértebras estavam danificadas, e que eu precisava de uma cirurgia, mas que não ele podiam realizá-la no local. Então me encaminharam para o Hospital El Carmen de Maipú." Naquela época, em 2013, se Berta tivesse dinheiro para bancar um tratamento particular, o problema provavelmente teria se resolvido. No entanto, como a grande maioria dos chilenos, ela é atendida pelo Fundo Nacional de Saúde (Fonasa), o serviço público de saúde do Chile. E pedidos por melhorias nesse sistema se tornaram um dos motes dos recentes protestos no Chile. Depois do início das dores, Berta nunca imaginou que entraria em um ciclo interminável de espera por consultas e exames. "Esperei uma consulta por três anos", diz. Após o diagnóstico, ela foi encaminhada a um centro de assistência hospitalar para uma consulta com um médico. "Quando cheguei ao hospital, o médico disse: 'Sinto muito, aqui não tratamos desse problema, não temos esses especialistas'". Há algumas semelhanças com as deficiências do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro: em 2018, pesquisa feita pelo Datafolha para o Conselho Federal de Medicina apontou que 82% dos entrevistados se queixavam do tempo de espera para consultas, 80% do tempo de espera para exame de imagem e 79% do tempo de espera para cirurgias. 'Eu já perdi a esperança. Sinto que isso é uma brincadeira. Uma vida de pura injustiça', diz Berta Aparicio, que há anos espera por uma cirurgia Francisco Jiménez/BBC Em 2015, quando Berta tinha 46 anos, ela teve que retornar ao mesmo consultório em que tinha iniciado sua jornada. "Voltei ao médico e pedi uma consulta no hospital San Borja Arriarán, na região onde eu moro, mas, enquanto isso, o tempo passou e eu não aguentava mais a dor." "Um cinesiologista me disse que a doença já havia avançado muito e que ele não poderia me ajudar sem a opinião de um especialista", disse. Berta esperou mais três anos até que finalmente recebeu uma ligação que poderia dar uma solução a seu problema. "Eles me ligaram de San Borja Ariarán em 9 de abril deste ano deste ano. Me disseram que iriam fazer uma infiltração na minha coluna. Eu fiquei tão feliz, tão feliz, mesmo que não fosse a operação que eu precisava. Pensei que finalmente meu problema seria resolvido, mesmo que fosse com uma solução diferente (da usual). Pensei que não sentiria mais dor." Porém, nenhuma das dez sessões de infiltração prometidas pelo Fonasa se realizou até agora. "Sinto que eles estão brincando comigo. Toda vez que vou perguntar, eles me dizem: 'senhora, não venha aqui, você tem que esperar, o sistema é assim.' Sinto uma raiva, uma impotência... Porque você acredita em uma ilusão e eles não querem você. Você sabe que eles não se importam com você", diz Berta. Berta mora em um pequeno apartamento de dois quartos na comunidade de Cerrillos, em Santiago, ao lado de seu marido Juan Véjar e de três filhos. Manifestantes no Chile exigem 'saúde digna' Getty Images via BBC Juan é assistente de vinícola e ganha o salário mínimo equivalente a 301 mil pesos (cerca de R$ 1.600), dinheiro que mantém toda a família, pois Berta não consegue mais trabalhar. Em tese, o Fonasa garante cobertura total de suas despesas médicas. No entanto, ninguém informou quanto tempo ela deveria esperar para acessar esse benefício. Já se passaram mais de seis anos de dores constantes. "Eu já perdi a esperança. Sinto que isso é uma brincadeira. Uma vida de pura injustiça. Se você não tem dinheiro neste país, você morre." Diante da situação extrema, seu marido, Juan, até pensou em medidas desesperadas. "Descobrimos em uma clínica particular, que cobra cerca de 5 milhões de pesos (cerca de R$ 26 mil) pela operação. Então meu marido me disse: 'Vamos vender o apartamento para que você possa operar'... Mas respondi que precisamos deixar a casa para nossos filhos... Vamos deixar assim. Aprendi a viver com dor." "Estou em um estado muito ruim, fisicamente e emocionalmente. Sofri depressão. Sinto que neste país é um pecado ser pobre. Estamos em uma sociedade que não enxerga os pobres: os ricos estão ficando mais ricos e os pobres, mais pobres". Os números da desigualdade Com olho tampado, mulher vestida de freira ergue cartaz que diz: 'Isso não tem perdão de Deus'; outro manifestante no Chile expõe cartaz: 'Lei para saúde mental agora!' Getty Images via BBC O médico José Miguel Bernucci, secretário nacional da Faculdade de Medicina do Chile, diz que "o problema que estamos tendo, e que vem aumentando com o tempo, são as diferenças que os pacientes encontram nos sistemas público e privado". No sistema de saúde chileno, a desigualdade está fortemente presente. O Fonasa, órgão público que administra os fundos do Estado para a saúde, atende 80% da população e divide seus beneficiários em quatro seções, de A a D, de acordo com sua renda econômica — sendo A a mais baixa. 17% dos chilenos usam os Isapre ou instituições de saúde previdenciária. O percentual restante corresponde ao sistema de saúde das Forças Armadas. Os Isapre são entidades privadas de saúde, com as quais o paciente assina um contrato. Cerca de 7% do salário mensal bruto do paciente é destinado a essas instituições privadas. Quanto mais dinheiro você paga, mais benefícios terá. Nesse ponto começam as diferenças entre os dois sistemas. "No Chile, os gastos com saúde ficam em 50% para entidades privadas e 50% para o sistema público. Parece justo, mas precisamos entender que 80% das pessoas são atendidas no serviço público", diz Bernucci. Há mais mais alguns agravantes, segundo ele. "Em saúde, existe um fator chamado determinantes sociais, que diz que as pessoas mais pobres têm a tendência a ficar mais doentes e, portanto, a gastar mais com saúde do que os mais ricos." Ou seja, a população mais vulnerável fica mais desprotegida no país. Desde 18 de outubro, o Chile vive uma onda de grandes protestos contra o governo de Sebastián Piñera Getty Images via BBC Há outro conceito, chamado "despesas diretas", que é o dinheiro que sai diretamente da renda primária de cada família para bancar a saúde. Nesse ponto, o Chile também não se sai muito bem. Segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) lançado neste ano, a média desse tipo de gasto em seus países-membros é de 20,6% da renda das famílias. No entanto, no Chile, esse valor sobe para 35,1%, ocupando o terceiro lugar nos países com os maiores custos diretos com saúde, apenas abaixo da Letônia e do México. Em comparação, enquanto os brasileiros gastaram de seu próprio bolso o equivalente a US$ 351 per capita em 2016 em despesas com saúde, os chilenos gastaram US$ 766 em 2018, também segundo a OCDE. Para Bernucci, esse é um fato que fala por si. "Isso gera desigualdade imediata, porque cria uma diferença entre os grupos de pacientes que não podem pagar, aqueles que podem pagar menos e aqueles que podem pagar mais." Em outras palavras, a saúde, a vida e a morte dependem do quanto o cidadão chileno têm disponível para gastar. Embora o sistema público deva atender a maioria das pessoas, conseguir uma consulta não é tarefa simples, como mostra a história de Berta. Segundo informações do Ministério da Saúde, em junho de 2019, mais de 1,5 milhão de pessoas estavam em lista de espera de um especialista ou de uma cirurgia. No total, existem mais de 1,8 milhão de solicitações. Mais de 130 mil desses pedidos estão abertos há dois ou três anos. Pouco mais de 80 mil solicitações existem há mais de três. O presidente do Chile, Sebastián Piñera Getty Images via BBC "Cerca de 54% das horas de trabalho dos médicos chilenos são preenchidas no setor privado e os 46% restantes no público", diz Bernucci. Ou seja, os 80% da população que usam o sistema público têm muito menos chances de receber atenção médica do que os 20% mais privilegiados. As histórias de pessoas que morreram à espera de uma consulta ou cirurgia são contadas às centenas. Em alguns casos, a autorização para o procedimento só ocorre depois que o paciente já morreu. Bernucci diz que é necessário mais espaço na saúde pública e, claro, mais recursos financeiros. "Precisamos de uma mudança na lógica de financiamento da saúde para reduzir a desigualdade", diz o médico. Ele também afirma que a falta de profissionais no serviço público é uma questão de gestão e financiamento do setor, e não apenas da vontade dos profissionais. O governo propõe soluções? A subsecretária de Saúde Pública do Chile, Paula Daza, diz que o sistema tem melhorado nos últimos anos, apesar das reclamações de pacientes MINSAL via BBC Em conversa com a BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, a médica Paula Daza, subsecretária de Saúde Pública do Chile, falou sobre como o governo tem enfrentado essa situação, que, embora se arraste há muitos anos, está se tornando visível hoje mais do que nunca por causa dos protestos. "Temos percebido que o sistema melhorou efetivamente, temos um serviço sólido de saúde, temos um número significativo de hospitais públicos, temos profissionais de saúde, mas continuamos a fazer as coisas da mesma maneira", diz Daza. "O número de especialistas que temos não dá conta do número de pessoas que temos de atender. Isso é uma realidade", diz. Para isso, afirma, existe um plano especial que já está em funcionamento há algum tempo e está progredindo sistematicamente. "Hoje temos um sistema que funciona, mas obviamente não responde às demandas. E é por isso que novos sistemas estão sendo implementados para fornecer respostas." Um desses novos mecanismos é o chamado Hospital Digital. Ele é um hospital de base, com especialistas médicos e equipe preparada para responder às perguntas de diferentes partes do país. O objetivo é agilizar os processos. "O Hospital Digital foi uma criação nacional, do médico Emilio Santelices (ex-ministro da Saúde), que reuniu muitas ideias de várias partes e conseguiu criá-lo. Não vai resolver todos os problemas, é um apoio aos serviços de saúde, mas é claramente uma melhoria na gestão, atenção, oportunidade", diz Daza. Embora o orçamento da saúde para 2020 vá aumentar em 5,7%, o Hospital Digital teve um corte de recursos. No entanto, a subsecretária de Saúde Pública garante que o hospital continua sendo uma prioridade para o governo. Segundo ela, há mais propostas em andamento no setor. "Uma delas é a conta do seguro que visa cobrir doenças graves, que é muito urgente e esperamos que seja divulgada rapidamente", diz Daza. Esse projeto está alinhado com a redução de listas de espera e a redução de despesas diretas com saúde. Por sua vez, no dia 9 de novembro, o ministro da Saúde do Chile, Jaime Mañalich, anunciou que em dezembro apresentará uma grande reforma do sistema público. "Estamos propondo uma reforma muito importante, eu diria a mais importante para o Fonasa nos últimos 40 anos, em consonância com as demandas dos movimentos sociais", afirmou o ministro. No último mês, centenas de milhares de chilenos foram às ruas para protestar contra o governo Getty Images via BBC Já Daza diz que entende a angústia e o drama dos pacientes. "Esta é uma questão muito complexa, tremendamente sensível, é importante resolvê-la com urgência", diz. Após o acordo entre o governo e a oposição para redigir uma nova Constituição para o Chile, Bernuccia afirma que a saúde pública deve ser prioridade. "A Constituição do Chile diz que o cidadão tem o direito de escolher o sistema de saúde, seja ele público ou privado, mas não possui uma disposição sobre o próprio direito à saúde. Uma mudança na Constituição em relação à garantia do direito à saúde é fundamental e é tônica das manifestações atuais." Talvez em um futuro próximo, Berta finalmente consiga receber o tratamento ideal. Os recentes protestos podem ter motivado uma mudança importante no sistema de saúde do Chile. "Fico um pouco feliz que esses protestos tenham surgido, (foi bom) para mim e para tantas pessoas que estão doentes. Os jovens foram ousados. Se eu pudesse me mover, sairia com uma placa dizendo que há anos estou esperando por saúde", diz ela. Initial plugin text Veja Mais

Como é o WT:Social, a rede social ‘anti-Facebook’ sem anúncios nem fake news criada pelo fundador da Wikipedia

G1 Economia Jimmy Wales diz que sua nova rede social, WT: Social, já tem mais de 200 mil usuários. Como funciona e qual é o modelo de negócios em que se baseia? O projeto é independente do site Wikipedia Getty Images/BBC O fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, criou uma nova rede social chamada WT: Social, que ele deseja transformar no "anti-Facebook". O site da plataforma diz que nunca venderá dados dos seus usuários e que se baseia na "generosidade de doadores individuais", e não em anúncios para garantir sua existência. Se você se registrar, você será adicionado a uma lista de espera e solicitarão que você convide outras pessoas ou escolha uma opção de assinatura paga: US$ 13 por mês ou US$ 100 por ano, o que equivale a aproximadamente R$ 55 a R$ 420. O serviço se define como um site "focado em notícias" e diz que seus membros podem editar manchetes "enganosas". A proposta do site é funcionar com pagamento de assinaturas e não com anúncios ou venda de dados WT Social/BBC Os usuários verão os artigos que seus contatos compartilham em um formato de "timeline" (ou mural), no qual os mais recentes aparecem primeiro, e não na ordem em que o algoritmo decide com base em seus interesses. Como o próprio Wales anunciou no Twitter, nesta segunda-feira a rede social já ultrapassava 200 mil assinantes. Initial plugin text Novo modelo de negócios A apresentação do site WT: Social diz que a plataforma dará ao usuário a possibilidade de "fazer suas próprias escolhas sobre o conteúdo que é veiculado e editar diretamente títulos enganosos ou sinalizar postagens problemáticas". "Vamos promover um ambiente em que aqueles que agem mal serão removidos porque isso é o correto, não porque isso repentinamente afeta nossos resultados." Em uma recente entrevista ao Financial Times, Wales definiu como "problemático" o modelo de negócios baseado em publicidade que favorece os gigantes da tecnologia nas redes sociais. "Acontece que o grande vencedor é o conteúdo de baixa qualidade", disse ele. Wales lançou uma plataforma de notícias de colaboração aberta chamada Wikitribune em 2017, destinada a combater notícias falsas e com "histórias cidadãs". O objetivo era salvar o jornalismo na era da chamada "pós-verdade". No entanto, esse projeto falhou e em 2018 ele teve que deixar de lado sua equipe de jornalistas. A parte crucial do site WT:Social são as notícias, segundo as informações da plataforma MARTIN BUREAU/Getty Images/BBC WT: Social é uma plataforma independente da Wikipedia. A consultora de redes sociais Zoe Cairns disse que acha que a rede terá que aumentar seus usuários rapidamente para provar ser uma alternativa viável aos gigantes da área. "Isso exigirá que invistam muito dinheiro", disse ela à BBC. "As pessoas estão acostumadas a redes sociais gratuitas." "Acho que as empresas podem pagar por isso, mas as pessoas estão acostumadas a ter as notícias na ponta dos dedos sem pagar um centavo". Até agora, o WT: Social tem uma lista de espera para novos usuários devido à capacidade limitada de seu servidor, segundo o site, mas espera expandir essa capacidade e também a rede social em outros idiomas. Veja Mais

Black Friday | Os melhores fones de ouvido que testamos no CT

Black Friday | Os melhores fones de ouvido que testamos no CT

canaltech Eis que mais um ano passa em um piscar de olhos e, quando a gente se dá conta, já estamos em clima de Black Friday e preparações para as festividades. E o Canaltech preparou um especial para os amantes da música que estão buscando o momento certo para comprar um fone de ouvido de qualidade, mas também por aquele preço amigo… afinal, se você esperou o ano todo para encontrar boas ofertas em fones intermediários e premium, pode ficar feliz: seu momento chegou! A safra do ano foi muito boa, inclusive recebemos excelentes unidades para review por aqui. Além de fones lançados em 2019, também vamos considerar alguns modelos do final de 2018 que merecem espaço nessa lista. A moda agora é ter um fone sem fio com cancelamento de ruído, para se conseguir total imersão na sua música enquanto você faz um monte de coisa: trabalha, malha, caminha, viaja, faz compras, limpa a casa… mas, além de modelos com todos esses extras, também listamos alguns que merecem estar aqui por outros motivos. Vamos lá? ATENÇÃO: Alterações de preço podem ocorrer a qualquer momento de acordo com a localidade, considerando frete, data de compra e possíveis impostos interestaduais. Cheque as opções de links e boas compras! -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no WhatsApp e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Sony WH 1000-XM3 Sony WH-1000XM3 (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Há pouco mais de um ano, a gente recebeu aqui no CT o modelo top de linha com ANC da Sony — e como nenhum outro produto da empresa superou este headphone aqui no Brasil, nada mais justo que incluí-lo nesta lista. O modelo premium da companhia tem um isolamento de ruído impecável, a ponto de bater grandes nomes da indústria e se destacar como um dos melhores da categoria — e, com toda sinceridade, o melhor que já analisamos por aqui neste aspecto. A Sony acertou a mão ao criar um fone com portabilidade, e traz um aplicativo que abre um leque de opções para você explorar o máximo possível do potencial do fone, inclusive gerando um bom palco sonoro em um fone fechado. A dinâmica do fone é excelente, sem perdas substanciais nas frequências, o que faz dele um modelo muito versátil, com excelente resposta em graves, médios e agudos e, além de tudo, é um modelo circumaural muito confortável. Ele também funciona cabeado, tem controle inteligente (tanto por voz quanto tátil) e traz uma bateria que chega a 30 horas contínuas de reprodução, sem o ANC ligado. Disponível nas cores prata e preta, você encontra o WH-1000XM3 na Amazon e no site oficial da Sony por aproximadamente R$ 1.500. Leia a análise completa do WH-1000XM3 Beats Studio3 Beats Studio3 (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Com uma proposta muito parecida com a do modelo da Sony que mencionamos aqui acima, a Beats vem apostando em uma assinatura sonora diferente da fama que levou até 2017, de graves extremamente carregados e com pressão de mil elefantes para quem gosta de hip-hop e música eletrônica fazer a cabeça mesmo em volumes baixos. Para a nossa alegria, a empresa tem mudado cada vez mais sua concepção em relação aos graves, com seus últimos modelos soando mais equilibrados em relação aos mais antigos. Da safra de fones over-ear da Beats, merece destaque o Studio3. Além de ter um design muito bonito, que chama mesmo a atenção, tem uma sonoridade bastante interessante, também: o som vem encorpado, com graves levemente turbinados, mas sem sobrepor médios e agudos, o que faz dele um fone bem bacana para a maioria dos estilos musicais. E é, ainda, um modelo bastante confortável para usos prolongados. E se você gosta de um pouquinho de ênfase nos graves, sem tremer ou saturar seus ouvidos, vai se amarrar no Studio3 e pode comprar um sem medo. O Studio3 também vem com cancelamento ativo de ruído, aliás. Apesar de não ter um nível de ANC tão imersivo quanto o do XM3, chega bastante perto — e funciona muito bem se você quer se isolar de barulheiras do escritório ou atenuar os ruídos do saguão do aeroporto. A bateria entrega 23 horas contínuas de reprodução. Os fones podem ser encontrados em uma variedade de cores na Amazon e no site oficial da Apple, por aproximadamente R$ 2.500. Leia a análise completa do Beats Studio3 JBL Endurance DIVE JBL Endurance DIVE (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Um dos fones que mais nos chamaram a atenção aqui no Canaltech foi o modelo DIVE, da JBL, que aguenta vários tipos de atividades físicas, inclusive natação. O modelo in-ear da empresa faz parte da sua linha de fones fitness, e traz certificação IPX7. O visual dele não é lá dos mais bonitos, mas o que importa é que ele funciona. O pulo do gato está na opção de armazenamento interno, que conta com 1 GB para você transferir músicas à moda antiga. Isso ocorre por um motivo simples: o Bluetooth não funciona dentro d'água. Então, além de parear com seu celular para tocar músicas com seu app de streaming, ele tem essa opção destinada aos nadadores — que, apesar de antiquada, é o que funciona para quem faz questão de treinar na piscina ouvindo música. E com bateria que dura até 8 horas. Fora da piscina, ele não tem uma pressão legal e não entrega um áudio que mereça tanto destaque. A mágica acontece quando você ativa o "modo mergulho": você isola a superfície de toques e passa a usar os botões físicos do fone, e todas as frequências ganham muito mais resposta e presença, devido à pressão da água. É um modelo indicado para quem vai usar mais na água do que fora dela, portanto. Compre os fones na Amazon ou no site oficial da JBL por valores inferiores a R$ 500. Leia a análise completa do JBL Endurance DIVE Sennheiser HD 4.50 BTNC Sennheiser HD 4.50 BTNC (foto: Luciana Zaramela/Canaltech) De volta aos modelos circumaurais com cancelamento ativo de ruído, trazemos aqui um representante da Sennheiser que, além de muito bonito e elegante, traz um som de qualidade a um preço não tão salgado quanto se imagina. A qualidade sonora é acima da média, bem equilibrada e com frequências bem preservadas, com definição que vai agradar dos roqueiros aos jazzistas. O nível de cancelamento ativo de ruído é bom e satisfatório. Serve bem para te deixar concentrado no escritório ou viajar no transporte público sem aquela barulheira indesejada, mas não é imersivo a ponto de cancelar ruídos mais altos nas ruas ou em locais públicos, como praças, saguões ou shoppings. Os fones não oferecem baixos monstruosos, são bem confortáveis para o usuário que curte do rock ao pagode, com destaque para o design e a assinatura sonora que chega perto do natural. É um bom companheiro para seu dia a dia, e traz uma bateria que dura até 25 horas — sem o ANC ligado. Você encontra o modelo na Amazon ou no site oficial da Sennheiser por cerca de R$ 1.100. Leia a análise completa do Sennheiser HD 4.50 BTNC JBL Everest 310GA JBL Everest 310GA (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Um modelo on-ear não poderia ficar de fora desta lista, e a dica vai para o JBL Everest 310GA, que testamos há poucos meses aqui no CT. Com acabamento premium, Google Assistente e sonzeira de respeito, o fone é uma delícia de usar, tanto na ergonomia, quanto na qualidade sonora. JBL, né? A inconfundível assinatura sonora da marca traz graves encorpados, mas que não estouram, enquanto as outras frequências estão bem determinadas. Ele é um modelo muito interessante e que pode vir a ser um parceiro inseparável do seu dia a dia, porque além de muito bonito, é fácil de transportar (considerando ser um fone grande, com arco… vem com um case de transporte muito legal). O Bluetooth é bastante consistente e o equilíbrio geral das frequências agrada. Em músicas mais pouplares, aliás, ele se sai muito bem. Isso faz dele um modelo eclético, que atende bem na grande e esmagadora maioria dos estilos. Você encontra o fone na Amazon ou no site da JBL por aproximadamente R$ 750. Leia a análise completa do JBL Everest 310GA Sony WF-1000XM3 Sony WF-1000XM3 (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Quer ter um fone de ouvido in-ear com excelente qualidade de áudio mas que não seja Apple e nem Samsung? Pois saiba que existe a versão "miniatura" do WH-1000XM3 (o primeiro fone desta lista), que é a arma da Sony para bater de frente com esses modelos aí. Com design premium, áudio de qualidade e completamente sem fios (ou seja, buds independentes, sem cabinho passando atrás da nuca), o WF-1000XM3 traz uma sonoridade incrível, com graves bem precisos, médios com resposta na medida e agudos brilhantes. Só que você pode mudar tudo isso pelo app da Sony, que transforma os fones com seu rol de possibilidades. O aparelho tem um perfil sonoro bem legal e bem, digamos, a cara da Sony. O modelo é muitíssimo confortável e tem dock de carga que serve também de estojo. São sete horas de playback e mais três cargas completas no case, totalizando 28 horas de música. A qualidade é superior à dos AirPods e Galaxy Buds, inclusive. Em tudo: do design ao som. E vamos combinar: apesar de meio grandinhos, são bonitos pra caramba. Encontre os fones na Amazon ou na loja oficial da Sony por cerca de R$ 1.100. Leia a análise completa do WF-1000XM3 Powerbeats Pro Powerbeats Pro (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Olha a Beats aqui de novo! No ano passado, a gente testou o Powerbeats3, e ficamos chateados com o fato de a empresa ainda não ter apostado em um modelo truly wireless, ou seja, completamente sem fios para os esportistas. Agora, um lançamento recente trouxe o esperado modelo, que a gente testou e aprovou. Os "AirPods fitness" são excelentes companheiros para quem quer praticar qualquer atividade física, desde que fora d'água. Primeiro, porque eles têm uma estabilidade incrível na orelha, graças ao gancho que passa atrás delas para deixá-los mais firmes e passar segurança ao usuário. Segundo, porque a estabilidade de conexão e o alcance sem fios são incríveis, ou seja: você pode deixar o celular em um canto da academia enquanto treina. E terceiro, porque a assinatura sonora da Beats só vem melhorando a cada lançamento: neste modelo in-ear, por exemplo, vemos um upgrade e tanto em relação ao irmão mais velho, que ainda trazia o cabinho unindo os dois buds. São 9 horas de autonomia direto de cada um dos fones, e o case, quando carregado por completo, entrega mais 15 horas para salvar você quando a bateria ameaçar acabar. O áudio tem graves bastante responsivos, médios equilibrados e agudos um pouco definidos demais. Mas, de modo geral, tem um perfil sonoro bem legal e pode ser uma boa para quem pratica atividade física regularmente, seja dentro ou fora da academia. Você encontra o Powerbeats Pro na Amazon (com preços beeem mais em conta) ou no site da Apple por salgados R$ 2.150. Leia a análise completa do Powerbeats Pro Jaybird X4 Sport Jaybird X4 Sport (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) E aí, vai malhar? Quer um fone intrauricular encorpado, ao mesmo tempo discreto e que te entrega qualidade nas suas músicas? Taí uma opção bem legal para quem leva uma vida com bastante movimento: o Jaybird X4 Sport é um fone in-ear que confere estabilidade e confiança de que os fones não vão cair das orelhas enquanto você malha, corre, puxa ferro ou pedala. O legal, além da qualidade global do conjunto (construção, design e áudio), é que a Jaybird oferece um aplicativo muito bacana para os donos de fones da marca, e esse app amplia os horizontes de várias maneiras, conectando o usuário a uma comunidade de outros atletas que criam suas playlists e compartilham suas músicas. Além disso, o app traz equalizador paramétrico para aqueles mais exigentes com as frequências, e torna o fone ainda mais interessante. Ele é resistente a suor e respingos de água, tem 8 horas de playback contínuo e botões físicos fáceis de "tatear" enquanto você malha. O fone superou nossas expectativas aqui no Canaltech. Você encontra o modelo na Amazon e também no site oficial de revenda da Jaybird no Brasil, por até R$ 700. Leia a análise completa do Jaybird X4 Sport Kuba Disco Kuba Disco (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Este é um fone 100% nacional, fabricado por uma startup brasileira e que traz muitas opções interessantes, principalmente o preço. Com estética e objetivo diferentes dos fones que já apresentamos até agora, o Disco é totalmente analógico e só funciona com o cabo, o que garante uma experiência de áudio mais fiel a quem realmente quer foco enquanto curte música. Apesar de termos analisado a primeira versão do Disco, ele já se encontra na sua segunda fase, com almofadas melhoradas e com duas opções de cores. Todas as peças do fone são removíveis, e você pode fazer upgrade na loja oficial aqui no Brasil, com assistência também no país. E o que mais chama a atenção é o controle de graves em quatro níveis que o fone tem. É um modelo incrível, principalmente considerando sua faixa de preço. E você pode usar no seu celular, também, se ele tiver uma entrada P2. O fone vem com controle no cabo. Você encontra o Disco em preço de Black Friday por R$ 549 no cartão ou R$ 499 no boleto, direto no site oficial da Kuba. Leia a análise do Kuba Disco JBL UA Train JBL UA Train (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Um outro modelo que chamou bastante a nossa atenção foi esse resultado de uma parceria entre a Under Armour e a JBL. O UA Train realmente vai te tirar o sono e dar vontade de malhar. O fone é visualmente bacana, porque os materiais usados no revestimento são bem a cara da Under Armour (com destaque para o case, inclusive). E o design pra-lá-de-esportivo chega a ter linhas agressivas, que é para passar aquela impressão de "pau para toda obra" e não deixar suas orelhas esquentarem tanto enquanto você malha. Ele é um fone de ouvido on-ear bastante firme na cabeça, ou seja, dá para fazer até crossfit com ele. Além de ter a opção de funcionamento analógico (cabeado), tem bateria de 16 horas de duração e um Speed Charge que, com cinco minutos de carga, te dá uma hora de som. E por falar em som, é um JBL mais "parrudo": com graves e agudos de impacto, os médios ficam mais recuados, estilo V-Shape. Mas não contam com cancelamento ativo de ruído — o que pode ser um "dealbreaker" na hora da compra, se você malha em horário de pico e quer total imersão. Você encontra o modelo na Amazon por R$ 765 ou no site da JBL por R$ 1.100. Leia a análise do JBL UA Train A gente fez a curadoria desta lista com base nos melhores modelos que já testamos aqui no Canaltech (e, lógico, que foram aprovados!), mas também existem modelos que merecem uma menção honrosa antes mesmo de passarem por review, como o Bose QuietComfort 35 II, o Bose 700, O JBL LIVE 650 BTNC, o JBL Everest ELITE 750 NC, o Sennheiser Momentum e o Jabra Elite Active 65t. Se você tem sugestões e quer ver mais fones (premium ou não) nas listas do Canaltech ou sugerir modelos para análise, não deixe de deixar registrado nos comentários abaixo! Sua opinião é muito importante pra gente. E ah, não se esqueça: o Canaltech está fazendo uma ação incrível de ofertas da Black Friday 2019 e você não pode ficar de fora dos descontos e das oportunidades que pipocam por aí. Seja Black Friday ou não, faça parte dos nossos grupos no Telegram e WhatsApp! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Netflix | Confira os lançamentos da semana (15/11 a 22/11) Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos Veja Mais

Augusto Aras acionou MPF para defender seu escritório; entenda

O Tempo - Política Procurador-geral da República teria sido prejudicado por desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia Veja Mais

Filhos de Gugu Liberato homenageiam o pai: 'herói inspirador' e 'amor eterno'

G1 Pop & Arte Gugu Liberato era pai de João Augusto, 18 anos, e das gêmeas Marina e Sofia, 15 anos. Os três filhos postaram mensagens nas redes sociais após a morte do pai. Gugu Liberato posa com os três filhos Reprodução: Instagram Os três filhos adolescentes do apresentador Gugu Liberato foram às redes sociais para falar sobre a morte do pai e homenagear o apresentador que foi um dos mais importantes da TV brasileira, especialmente entre as décadas de 1980 a 2000. João Augusto Liberato, de 18 anos, e as gêmeas Sofia e Marina, de 15 anos, são filhos de Gugu com a médica Rose Miriam di Matteo. Os três estavam na casa em Orlando, nos Estados Unidos, onde o apresentador sofreu uma queda na quarta-feira (19) que acabou provocando sua morte. Veja repercussão da morte do apresentador A primeira dos três que mencionou publicamente a morte do pai foi Sofia, de 15 anos, no Instagram. A menina tinha uma conta fechada na rede social e decidiu torná-la pública para lamentar a morte de Gugu e também para protestar contra perfis fakes que usavam o nome dela nas redes. Filha do Gugu, Sofia, de 15 anos, se manifestou por meio da sua conta do Instagram Reprodução/Instagram João também usou a rede social e postou uma série de fotos ao lado do pai e da família. "Meu pai foi uma pessoa abençoada, era meu herói e inspirador. Ele tinha um coração muito puro, ajudava pessoas, e sempre fazia questão de manter a família unida. Tenho certeza que ele estará sempre conosco e em nossos corações. Agradeço por todas orações e suporte. Descanse em paz nos braços de Deus papai, te amo infinitamente", escreveu João. Initial plugin text Marina, de 15 anos, também fez uma homenagem como a do irmão. Junto a uma série de fotos recentes e antigas da família, ela escreveu: "Pai, meu amor por você é eterno e só tenho que agradecer por todos os momentos de felicidade e por estar ao meu lado sempre. Muito obrigada por ser esse pai que me enche e sempre encheu de orgulho. Hoje o céu ganhou a estrela mais brilhante e acredito que aí de cima junto com o vovô está nos guiando e iluminando nosso caminho como sempre. Sou eternamente grata por você. Te amo" Initial plugin text Queda e acidente O acidente que provocou a morte de Gugu aconteceu foi na última quarta-feira (20), na casa do apresentador em um condomínio fechado nos Estados Unidos. Ele morava num condomínio em Windermere, muito próximo a Orlando, no estado da Flórida. Segundo sua assessoria, Gugu subiu no forro da residência para tentar trocar o filtro do ar-condicionado quando acabou pisando numa parte da estrutura que era feita de gesso e cedeu. Gugu teve uma queda de aproximadamente quatro metros de altura na cozinha da casa. O filho de Gugu ligou para os serviços de emergência, que chegaram rapidamente. Mas o trajeto da casa até o hospital não é curto, são 27 minutos. Familiares de Gugu trabalham na documentação para levar corpo do apresentador ao Brasil Initial plugin text Veja Mais

Ainda há esperança para acordo comercial EUA-China neste ano, diz autoridade dos EUA

R7 - Economia Por Steve SchererHALIFAX, Canadá (Reuters) - O conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Robert O'Brien, disse no sábado que um acordo comercial inicial com a China ainda é possível até o final do ano, mas alertou que Washington não fechará os olhos para o que acontece em Hong Kong.Os comentários aumentam as preocupações de que uma repressão chinesa aos protestos contra o governo em Hong Kong possa complicar ainda mais os esforços dos Estados Unidos e da China para encerrar uma guerra comercial prolongada que tem abalado os mercados globais e minado previsões de crescimento econômico pelo mundo."Esperávamos ter um acordo (de fase um) até o final do ano. Ainda acho possível", disse O'Brien a repórteres em uma conferência de segurança em Halifax."Ao mesmo tempo, não vamos fechar os olhos para o que está acontecendo em Hong Kong ou no Mar do Sul da China ou em outras áreas do mundo onde estamos preocupados com as atividades da China", disse.O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na sexta-feira que falou ao presidente chinês, Xi Jinping, que reprimir os protestos de Hong Kong teria "um tremendo impacto negativo" nas iniciativas para chegar a um acordo para encerrar a guerra comercial, que já dura 16 meses.Trump tem sido vago sobre se assinaria ou vetaria leis para apoiar os manifestantes em Hong Kong e se vangloriou de que sozinho impediu que Pequim reprimisse as manifestações com um milhão de soldados.O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steve Mnuchin, disse em outubro que os negociadores chineses e norte-americanos estavam trabalhando na conclusão da "fase um" do texto do acordo comercial para que os presidentes assinassem o documento em novembro. Veja Mais

52º Festival de Cinema de Brasília: ‘Piedade’, de Cláudio Assis, estreia nacionalmente na Mostra Competitiva

G1 Pop & Arte Filme foi exibido após curtas de Sabrina Fidalgo e Camila Kater, no primeiro dia de competição. Diretor e Matheus Nachtergaele comentam filme; assista. Cena do longa-metragem "Piedade", do pernambucano Cláudio Assis Divulgação O novo filme do pernambucano Cláudio Assis, “Piedade”, foi lançado nacionalmente neste sábado (23), no segundo dia do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O longa-metragem foi exibido após dois curtas dirigidos por mulheres, na estreia da Mostra Competitiva (veja entrevista com diretores e atores abaixo). 52º Festival de Cinema de Brasília estreia com vaias a secretário de Cultura e protesto no palco 52º Festival de Cinema de Brasília: ‘Piedade’, de Cláudio Assis, estreia na mostra Antes de “Piedade” rodar, o público do Cine Brasília assistiu a “Alfazema”, um filme metalinguístico da carioca Sabrina Fidalgo que explora, de forma divertida, novas linguagens narrativas e estéticas do audiovisual. O filme contou com Bruna Linzmeyer e Elisa Lucinda no elenco – além da própria diretora. “Cinema é o lugar pra você brincar, é o lugar do lúdico. Quando faço meus filmes, principalmente esse, a gente fala, brincando, sobre várias coisas”, disse ao G1. “A gente está vivendo um momento absolutamente difícil na questão de fomento e captação de recursos.” “É muito complicado viver num país onde o próprio governo vira as costas pra cultura. A gente vai fazer com ou sem dinheiro. O show não pode parar.” Cena do curta-metragem "Alfazema", da diretora carioca Sabrina Fidalgo Divulgação Antes da exibição, ela subiu ao palco e relembrou o protesto do ator brasiliense Marcelo Pelucio na cerimônia de abertura do festival. “É muito importante prezar pela liberdade de expressão, acima de tudo. A gente tem que se posicionar, sim.” “A gente tem que falar pro mundo o que está acontecendo, exigir o direito de acesso à arte e à cultura. Um país sem isso está longe da civilização.” 'Carne' Cena do curta-metragem "Carne", de Camila Kater Divulgação Em seguida, foi a vez da animação “Carne”, de Camila Kater. O curta aborda o corpo feminino como objeto de consumo a partir da perspectiva de mulheres com diferentes identidades, trajetórias e vivências. Enquanto elas mesmas narram as experiências de vida – na carne negra, gorda, lésbica, trans, idosa – desenhos de diferentes ilustradores reconstroem os relatos. Cena do curta-metragem "Carne", de Camila Kater Divulgação 'Piedade' Na competição dos longas, “Piedade” abriu caminho. O filme de Cláudio Assis tem como fio condutor a construção do Porto de Suape, na década de 1980 em Recife, e os impactos gerados no meio-ambiente – incluindo a mudança de comportamento dos tubarões, que nadavam até as praias em busca de alimento. Cauã Reymond e Fernanda Montenegro no filme 'Piedade', de Cláudio Assis Divulgação Assis aborda a questão como quem tem conhecimento de causa e fala sobre a “triste coincidência” do lançamento do filme ocorrer durante a crise no litoral brasileiro provocada por um derramamento de óleo. “É uma luta que lutei quando era adolescente, pra não construir o porto. E trata de uma questão familiar, um drama que eu vivi na minha vida também.” Cláudio Assis cineasta Festival de Cinema de Caruaru No entanto, este cenário é apenas o pano de fundo para uma crítica que se pretende maior, segundo Matheus Nachtergaele, que interpreta o vilão da história: o advogado de uma petroleira que tenta convencer a comunidade da praia a vender seus terrenos. “Era sobre o avanço da indústria petroleira representando o ultra-capitalismo na vida afetiva das pessoas. O avanço do interesse econômico sobre o afeto”, refletiu. “Será que os países vão ser pra sempre um negócio e não um lar?” “Esse é um filme desolador. Uma constatação de que estamos numa sinuca de bico na maneira como vamos caminhar pro futuro, como povo e como indivíduos.” Matheus Nachtergaele Luciane Cordeiro/G1 Além de Nachtergaele, fazem parte do elenco Fernanda Montenegro, Cauã Reymond, Irandhir Santos e Gabriel Leone. O Festival de Cinema de Brasília segue até 1º de dezembro com programação no Cine Brasília e em sete regiões administrativas. Em Samambaia, Planaltina e Recanto das Emas, ocorrem exibições das mostras competitivas e a reprise dos filmes é passada, sempre, no Museu Nacional da República. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF. Veja Mais

Disco da Gang 90 gera livro aliciante sobre onda de amor entre Alice Pink Pank e Júlio Barroso

G1 Pop & Arte "Socorro!". O pedido desesperado de Júlio Barroso foi feito segundos antes do desabamento do toldo no qual o artista se agarrava com todas as forças para evitar ter o corpo arremessado em queda livre rumo ao asfalto duro daquele quente 6 de junho de 1984. O toldo poderia ter sido literalmente uma tábua de salvação quando o corpo de Júlio foi lançado involuntariamente da janela do apartamento em que o artista, enjoado, se desequilibrou após ter vomitado. Não deu tempo. O impacto da batida do corpo no chão tirou instantaneamente de cena o cantor, compositor, guitarrista, jornalista, DJ e agitador cultural nascido em 18 de novembro de 1953, de origem carioca, vivência paulistana, alma nova-iorquina e espírito indomável. Ali, naquele solo quente em que jazia o corpo já inerte de Júlio Barroso, começou a ser cortada a onda de amor do Brasil com a banda Gang 90 & Absurdettes, arquitetada por Júlio no embalo da New Wave que ele vira florescer em Nova York (EUA) em shows de bandas como Kid Creole and The Coconuts, assumida fonte de inspiração para a criação da Gang 90 em 1981. Capa do livro 'Gang 90 & Absurdettes – Essa tal de Gang 90 & Absurdettes' Reprodução A ascensão, o apogeu e a queda literal de Júlio Barroso, aos breves 30 anos, são romanceados pelo DJ e escritor holandês Jorn Konijn em um dos mais cativantes títulos da série O livro do disco. O disco em foco é Essa tal de Gang 90 & Absurdettes, gravado entre 1982 e 1983, ano em que foi lançado o primeiro álbum da Gang 90. Com repertório que inclui sucessos da então emergente New Wave brasileira, como Telefone (Júlio Barroso, 1983) e Nosso louco amor (Herman Torres e Júlio Barroso, 1983), o álbum em si parece, após 36 anos, retrato tecnicamente desbotado do som dos anos 1980. Apesar do reconhecido pioneirismo da Gang 90 na construção da cena pop roqueira daquela década, vanguardismo atestado com a defesa da música Perdidos na selva (Júlio Barroso, Márcio Vaccari e Guilherme Arantes, 1981) em festival exibido pela TV Globo em 1981, a banda de Júlio Barroso logo seria superada e progressivamente esquecida a partir da morte precoce do mentor. Só que, neste volume da série O livro do disco, o álbum Essa tal de Gang 90 & Absurdettes é mero pretexto para o escritor Jorn Konijn contar história saborosa em que, apesar do co-protagonismo de Júlio Barroso, a personagem principal é Alice Vermeulen, a vocalista, compositora e tecladista holandesa conhecida como Alice Pink Pank, nome artístico adotado com inspiração na bailarina alemã Liesel Pink-Pank. Konijn apresenta romance escrito com base em fatos reais, apurados em pesquisas e entrevistas com Alice e com os coadjuvantes de história improvável dessa artista que, entediada com os garotos holandeses, migra para o Brasil em 1980, no auge da juventude, não sem antes ter feito amizade com empresário e músicos de uma então iniciante banda irlandesa chamada U2. Com maestria, Konijn entrelaça os ingredientes da vida real de Alice – música, amor, sexo, drogas, rock'n'roll, prazer, encantamento, desilusão – em narrativa aliciante que dá sentido ao título da coleção quando Alice conhece Júlio Barroso na então recém-inaugurada danceteria Pauliceia Desvairada. Alice se torna namorada de Júlio e uma das Absurdettes. A onda de amor é cortada cerca de um ano depois quando o vício em álcool faz Júlio adotar conhecimento agressivo que resvala para práticas abusivas, inclusive sexuais. Capa do álbum 'Essa tal de Gang 90 & Absurdettes', mote do mais recente título da série 'O livro do disco' Reprodução Longe de maquiar a história, Konijn jamais se exime de contar a vida da Gang 90 como ela foi. E os integrantes da Gang viveram todos os clichês da indústria de música pop como o deslumbramento com o estrelato súbito, a pressão da gravadora (no caso, a RCA) por músicas de forte apelo comercial e a disputa de egos dentro da banda. Aliás, a narrativa deixa clara a desunião crescente entre o pragmático músico Herman Torres e os demais integrantes, mais favoráveis ao clima de anarquia que reinava em grupo que, naquela época, nem sempre primava pelo profissionalismo. Konijn narra o percurso da banda na criação do único álbum feito com o mentor da Gang sem jamais tirar o foco da relação de Alice e Júlio. E do romance de Alice com Lobão, personagem que entra no meio da história para adicionar o ciúme à narrativa. No caso, com o adicional de Júlio e Lobão terem sido amigos e parceiros na composição de Noite e dia (1983), música do primeiro álbum da Gang. Sempre contada sob a ótica de Alice Pink Pank, que integrou a banda Lobão e os Ronaldos até o relacionamento com o líder do grupo se deteriorar e precipitar a saída da artista, a história termina de forma inevitavelmente melancólica. A morte de Júlio tirou a força motora da Gang 90 – que continuou sob a liderança de Taciana Barros e lançou álbuns como Rosas e tigres, gravado em 1984 com letras de Júlio e lançado 1985 – desnorteou Alice. Após sair da banda de Lobão, a artista tentou carreira solo na WEA, gravadora que, após lançar (comercialmente) mal-sucedido compacto de Alice produzido por Liminha, decidiu apostar as fichas na banda de Paula Toller, Kid Abelha. Alice ainda tentou um posto de VJ na então idealizada MTV do Brasil. Sem resposta para o teste, Alice Pink Pank voltou para a Holanda e se juntou a uma banda local, da qual logo saiu por não detectar ali o desvario contagiante da Pauliceia e, sobretudo, de Júlio Barroso, parceiro de um louco amor que marcou época na vida da artista e na história do pop brasileiro, como tão bem conta Jorn Konijn em essencial título da série O livro do disco. (Cotação: * * * * *) Veja Mais

IMPACTOU O MUNDO? Euforia na final da Libertadores acompanha o crescimento da competição

IMPACTOU O MUNDO? Euforia na final da Libertadores acompanha o crescimento da competição

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Flamengo #RiverPlate #Libertadores Veja Mais

Boca de urna dá pequena vantagem a Lacalle Pou no 2º turno do Uruguai

em - Internacional Os 2,7 milhões de eleitores definiram se desejam um quarto mandato consecutivo para a coalizão de centro-esquerda Frente Amplo ou um governo de uma aliança de partidos opositores, que vão da centro-esquerda à direita Veja Mais

Zé Manoel reluz como compositor entre canções e silêncios de DVD

G1 Pop & Arte As vozes de Célia e Virgínia Rodrigues sobressaem na gravação do show apresentado em 2017 com foco na requintada obra autoral do artista pernambucano. No tempo imediatista da música pop do século XXI, talvez já seja tarde para a devida fruição do requintado cancioneiro autoral de José Manoel de Carvalho Neto, pernambucano desde 2016 residente na cidade de São Paulo (SP). Em cena desde 2009, ano em que debutou no mercado fonográfico com EP batizado com o próprio nome, Zé Manoel – como é conhecido artisticamente este compositor, cantor e pianista nascido há 37 anos em Petrolina (PE) – celebra a primeira década fonográfica com a edição do DVD Delírio de um romance a céu aberto ao vivo e com dois álbuns em processo de criação para 2020. Um é o terceiro álbum solo autoral do artista que já está sendo formatado em estúdio de São Paulo, tendo lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2020 pela mesma gravadora, Joia Moderna, que edita o DVD com o registro tardio do show gravado em junho de 2017 com concepção musical do DJ Zé Pedro. O outro é disco ainda a ser feito (também em estúdio) por Zé Manoel com a cantora, compositora e violonista baiana Josyara. Por ora, o que se tem em mãos é o DVD, desdobramento do álbum Delírio de um romance a céu aberto (2016), espécie de songbook em que cantoras como Ana Carolina, Elba Ramalho e Fafá de Belém deram vozes às músicas de Zé Manoel com o toque do piano do compositor. Capa do DVD 'Delírio de um romance a céu aberto ao vivo', de Zé Manoel Murilo Alvesso No show, arquitetado com a sofisticação cênica recorrente nos espetáculos dirigidos por Paulo Borges, nem todas as cantoras do disco estiveram em cena ao lado do pianista cantor. Elba, por exemplo, foi (bem) substituída por Mariana Aydar em Sol das lavadeiras (Zé Manoel e Mávio Pugliesi, 2012), baião que, como as demais músicas do DVD, tem o ritmo enquadrado na atmosfera de câmara do show, mais apropriada para Motivo número 2 (Zé Manoel e Walter Moreira Santos, 2009), tema de influência erudita ouvido na voz bem colocada de Arthur Nogueira, único representante masculino no time de convidados do DVD. Canção e silêncio (2015), composição confiada a Ana Carolina no disco de 2016, ganha solo do próprio Zé Manoel, cantor de voz grave que obviamente dá sentido preciso a cada verso escrito na música. Com letra que versa sobre desilusão amorosa, Canção e silêncio é flash urbano de obra enraizada em veio rural do qual foram extraído os versos da música-título Delírio de um romance a céu aberto (2016), cantada por Zé com entendimento da letra escrita pela parceira Vanessa da Mata e musicada pelo compositor. Fonte desse veio rural, Água doce (2015) jorra como canção ribeirinha na voz de Juçara Marçal, deixando entrever nascente cristalina como a voz de Ná Ozzetti, intérprete de Volta pra casa (2015). O cantor, compositor e pianista pernambucano Zé Manoel lança o DVD 'Delírio de um romance a céu aberto ao vivo' Divulgação Intérprete da Valsa da ilusão (2009) no songbook de 2016, Tiganá Santana é ausência sentida no DVD sem que isso configure demérito para Isadora Melo, cantora escalada para a valsa. E por falar em Tiganá, Virgínia Rodrigues voa alto ao dar voz sublime a Nas asas do Mangagá (2015) enquanto Fafá de Belém plana com segurança na atmosfera romântica de Aconteceu outra vez (2016). Outras cantoras parecem mais deslocadas no universo camerístico do show, caso de Ava Rocha, artista mais identificada com ambiências indies. Mesmo enquadrada no clima do show, sem o apelo pop da gravação do Skank, a abordagem de Tanto (I want you, Bob Dylan, 1966, em versão em português de Chico Amaral, 1992) por Zé Manoel também soa fora da ordem por tirar o roteiro do trilho autoral. Nenhum deslocamento dissipa a emoção de ver Célia (1947 – 2017) no último registro da carreira. Já fragilizada pelos efeitos do câncer que a tiraria de cena três meses após o show, Célia dá aula de canto ao interpretar Cada vez que eu digo adeus (Zé Manoel e Paulo Mello, 2015), canção que reproduz os versos iniciais de Ev'ry time we say goodbye (Cole Porter, 1944) antes de se desprender da canção norte-americana para seguir o próprio caminho melódico e poético. "Morro um pouco cada vez que eu digo adeus", repete Célia ao fim da canção, antes de se apagarem as luzes reais e metafóricas neste take imortal. Enfim, é preciso tempo para degustar a música de Zé Manoel pelas melodias singulares, as harmonias apuradas, as letras elegantes e os silêncios necessários. É preciso também que o público admirador das tradições da MPB descubra Zé Manoel. Antes que a chama se apague. Antes que seja tarde. (Cotação: * * * *) Veja Mais

10 animes de terror absolutamente perturbadores

10 animes de terror absolutamente perturbadores

Tecmundo O universo dos animes é uma excelente opção para quem qer conhecer as diferentes narrativas japonesas. Diferente das obras ocidentais, lá a maneira como os temas são tratados é muito peculiar, o que faz com que seja uma opção valiosa para quem quer diversificar as histórias que acompanha.Um exemplo fácil de perceber isso são os animes de terror. As obras variam muito nos temas, mas a abordagem é sempre muito específica, focando em situações perturbadoras. Para quem quer conhecer um pouco mais esse universo, preparamos uma lista com oito opções que podem agradar os mais diferentes gostos.Leia mais... Veja Mais

Faustão: 'Gugu foi uma das figuras mais importantes da história da televisão'

G1 Pop & Arte Fausto Silva falou neste domingo (24) durante seu programa, o Domingão do Faustão, da TV Globo, a respeito do apresentador morto nos EUA após acidente doméstico. Corpo de Gugu deve chegar ao Brasil até quinta (28). Faustão lembra Gugu Liberato em seu programa neste domingo Reprodução: TV Globo Neste domingo (24), Fausto Silva, apresentador do Domingão do Faustão, da TV Globo, falou sobre a morte de Gugu Liberato durante seu programa. "Antes de a gente começar o programa de hoje, eu tenho que registrar, para a dor de tantos, as perdas desse ano[...] agora a morte de Gugu Liberato, da maneira absurda e precoce como aconteceu.” Fausto Silva inicia programa deste domingo (24) com homenagem a Gugu Liberato Reprodução: TV Globo Com a imagem de Gugu exibida no telão ao fundo do cenário, Faustão declarou que Gugu era "uma das figuras mais importantes da história da televisão". Em seguida, ele conversou com alguns convidados do quadro Dança dos Famosos: Di Ferrero, Ronnie Von e Viviane Araújo. Os três jurados da atração relembraram situações que viveram com Gugu. Ferrero afirmou que Gugu era muito generoso e uma pessoa que sempre o tratou com muita humildade e carinho. Viviane Araújo disse considerar "surreal" a forma como o apresentador faleceu. Ronnie Von, que contou ser amigo pessoal de Gugu, avaliou que Gugu Liberato teve uma história de vida de sucesso, trabalho e generosidade: "Viveu com glória. Morreu com glória e da maneira como que acho que todos nós gostaríamos de sair - sem dor". Jurado do programa de Fausto Silva, Ronnie Von fala da morte de Gugu Liberato Reprodução: TV Globo Faustão lamentou a morte do apresentador e lembrou que o apresentador deixou duas filhas de 15 anos e o filho mais velho de 18. Faustão desejou que Rose, companheira de Gugu e mãe dos filhos dele, tenha força para cuidar dos adolescentes. O apresentador da Rede Globo, que durante anos manteve seu programa no mesmo horário do Domingo Legal de Gugu, no SBT, declarou que ele e Gugu, embora não tivessem uma forte relação de amizade, sempre cultivaram uma relação cordial e respeitosa: "Nunca tivemos nenhum problema. Fomos adversários e nunca inimigos". Gugu, que trabalhava na TV Record, morreu na sexta-feira (22) após sofrer um acidente doméstico em sua casa na Flórida, nos Estados Unidos. No sábado (23), médicos do hospital para onde Gugu foi levado ainda vivo iniciaram os procedimentos para a doação de órgãos do apresentador. De acordo com a lei americana, só depois desses procedimentos é emitido um atestado de óbito. Famosos e autoridades comentaram a morte de Gugu Liberato A família trabalha agora na documentação para a repatriação do corpo. Eles acreditam que isso deva acontecer até a próxima quinta-feira (28). Gugu Liberato será velado na Assembleia Legislativa de São Paulo e sepultado no Cemitério Gethsêmani, no Morumbi, no jazigo da família. Cirurgia de retirada de órgãos de Gugu Liberato dura seis horas Queda e acidente Gugu morava num condomínio fechado em Windermere, muito próximo a Orlando, com o filho João Augusto, de 18 anos, as filhas gêmeas, Marina e Sophia, de 15 anos, e com a companheira dele Rose Miriam di Matteo. Segundo relatos da assessoria, ele subiu no forro da residência para tentar trocar o filtro do ar-condicionado quando acabou pisando numa parte que era feita de gesso e cedeu. Gugu teve uma queda de aproximadamente quatro metros de altura na cozinha da casa. O filho de Gugu ligou para os serviços de emergência, que chegaram rapidamente. Mas o trajeto da casa até o hospital não é curto, são 27 minutos. Lesão neurológica Assim que chegou ao hospital foi constatada uma fratura na têmpora direita e detectado um nível 3 na escala Glasgow. Ela mede a atividade cerebral e vai de 0 a 15. A de Gugu já era baixíssima quando ele chegou ao local. Como a hemorragia era muito grande, os médicos em Orlando optaram por não fazer cirurgia. A família de Gugu que estava no Brasil, inclusive a mãe, Maria do Céu, de 90 anos, e os irmãos Aparecida e Amadio, foram ao hospital nos EUA. O neurocirurgião Guilherme Lepsky, chamado para acompanhar o estado clínico de Gugu no hospital, falou que o diagnóstico da morte encefálica é "evolutivo" e requer um tempo de análise. "São feitas pelo menos duas provas, há um intervalo, aqui nos EUA este intervalo este intervalo não é limitado, pode ser feito 15 minutos depois, 20 minutos depois", disse o médico da família. Nos primeiros testes, Gugu ainda respirava sem os aparelhos, mas não respondia aos exames de reflexo profundo. As leis americanas não exigem, mas os médicos fizeram ainda uma angiografia, que detectou que não havia mais fluxo de sangue para o cérebro. O Hospital do Coração, em São Paulo, estava com estrutura pronta para atendimento, mas não foi necessário. Era desejo de Gugu que todos os seus órgãos fossem doados e a família atendeu. A equipe médica americana informa que eles podem ajudar até 50 pessoas. Gugu tinha 60 anos. Initial plugin text Veja Mais

Por que alguns especialistas dizem que os EUA estão errados ao banir a soneca no trabalho

Glogo - Ciência Agência americana emitiu norma vetando que se durma em prédios federais, mas médico afirma que ambientes profissionais devem levar em conta o aumento da privação de sono em toda a população - e o impacto disso na produtividade. Privação de sono tem impacto na produtividade Getty Images/BBC Sonecas durante o expediente já costumavam ser malvistas na maioria dos ambientes, mas agora são alvo de um veto explícito do governo americano para os funcionários da administração federal: "todas as pessoas estão proibidas de dormir em edifícios federais, exceto quando essa atividade for expressamente autorizada por um oficial", diz uma norma emitida no início deste mês pela Administração dos Serviços Gerais dos EUA. Não está claro por que a norma foi editada, uma vez que a agência se recusou a comentá-la. E não é a primeira vez que autoridades americanas investem contra a soneca: em 2018, uma agência de auditoria do Estado da Califórnia apontou que uma funcionária passava até três horas por dia dormindo, forçando os colegas a cobrir sua ausência e gerando perdas de até US$ 40 mil em produtividade ao longo de quatro anos. Como a gentileza no dia a dia pode fazer você viver mais e servir de antídoto à polarização Uma ressalva, porém: o supervisor da funcionária não quis puni-la pela soneca, uma vez que havia a preocupação de que ela tivesse um problema de saúde que causava a sonolência. Uma segunda ressalva: embora cause preocupação em chefes a ideia de os funcionários passarem tempo de trabalho dormindo, alguns cientistas têm argumentado que a soneca aumenta sua produtividade, em vez de diminuir. Momento em que a juíza da Corte Suprema dos EUA Ruth Ginsburg dorme durante discurso de Barack Obama em 2015 Getty Images/BBC O médico Lawrence Epstein, diretor da Clínica de Medicina do Sono no Brigham and Women's Hospital, em Boston (EUA), estima que cerca de 70 milhões de americanos sofram de distúrbios do sono. No Brasil, a estatística é semelhante: diferentes pesquisas estimam que cerca de um terço da população sofra de algum grau de insônia recorrente. E tem crescido o número de pessoas se queixando de não dormir o suficiente, bem como as que sentem que seu sono é afetado pelo uso constante de telas de TV, celular e tablets. "Algumas empresas estão mais atentas a isso e criando formas de lidar. Infelizmente, não acho que nossas agências governamentais estão na liderança desse movimento", disse Epstein à BBC. "É algo que pode e precisa ser cuidado, mas infelizmente não costuma ser." O argumento é de que a privação de sono cobra seu preço da saúde das pessoas — e, por consequência, de sua produtividade econômica. Pesquisas apontam elos entre problemas de sono e males de saúde como obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares e derrames, além de ansiedade e depressão. Em 2016, uma análise conduzida pela empresa de pesquisas Rand Corporation estimou em US$ 411 bilhões o impacto anual da privação de sono na economia americana, por problemas que vão desde acidentes de trânsito, acidentes industriais, erros médicos e baixa produtividade. Sala de descanso da empresa Ben & Jerry's foi criada para sonecas de até 20 minutos BIM/BBC Por isso, Epstein e outros especialistas em sono têm defendido que funcionários possam tirar pequenas sonecas durante o expediente. "Pessoas em privação de sono não trabalham em sua capacidade máxima e têm um risco maior de passar por acidentes de trabalho, custando mais caro às empresas porque têm mais problemas de saúde", diz o médico. Existem, porém, algumas iniciativas em favor da soneca. No Japão (onde, por outro lado, existe uma preocupação com jornadas excessivamente longas e seu impacto na vida das pessoas), algumas empresas estão instalando cápsulas à prova de ruído para encorajar os funcionários a descansar. E empresas americanas como a fabricante de sorvetes Ben & Jerry's têm criado salas de descanso simples, com uma cama e um leve cobertor. Na Ben & Jerry's, as sonecas são limitadas a 20 minutos por pessoa, e funcionários que não estejam se sentindo bem e precisem de descanso adicional são orientados a voltar para casa. Mas ainda existe um estigma, por parte dos próprios funcionários, quanto ao uso da sala, afirma Laura Peterson, porta-voz da empresa. "Poucas pessoas admitem usar a sala", diz ela. "Eu às vezes a uso. Acho que é um bom intervalo (na jornada) e de fato me sinto mais produtiva." Outro funcionário da Ben & Jerry's concorda. "Na primeira vez que usei a sala me senti estranho, mas o resultado foi tão sensacional que foi fácil deixar essa sensação de lado", diz Rob Michalak. "Na segunda vez, sabia que me sentiria renovado e pronto para mergulhar de volta na tela do computador e nos documentos em que estava trabalhando." Em um estudo de 2002 publicado pela Nature Neuroscience, cientistas testaram o desempenho de pessoas quatro vezes ao longo do dia — e esse desempenho foi piorando a cada teste. No entanto, essa piora era interrompida depois de as pessoas tirarem uma soneca de 30 minutos, ou revertida depois de uma soneca maior, de 60 minutos. Nesses casos, disse ao The New York Times Sara Mednick, coautora do estudo, "as sonecas tiveram a mesma magnitude de benefícios de uma noite de sono". Governo do Japão recomenda que empresas ofereçam momento de soneca para os funcionários Veja Mais

PÓS-JOGO: PALMEIRAS 1 X 2 GRÊMIO - Flamengo é campeão Brasileiro - Mano Menezes fala ao vivo

PÓS-JOGO: PALMEIRAS 1 X 2 GRÊMIO - Flamengo é campeão Brasileiro - Mano Menezes fala ao vivo

Fox Sports Brasil Com a vitória do Grêmio, o Palmeiras não mais alcança o Flamengo, que se sagra campeão do Campeonato Brasileiro 2019. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #FOXSports #Palmeiras #Grêmio Veja Mais

Marvel e DC: 10 vezes que os fãs conseguiram mudar as histórias

Marvel e DC: 10 vezes que os fãs conseguiram mudar as histórias

Tecmundo Este texto contém spoilers!Será que o público tem poder de mudar uma história? Descubra 10 vezes em que os fãs conseguiram fazer com que a Marvel e a DC mudassem o seu enredo original.Leia mais... Veja Mais

Geração de jovens que quer beber menos impulsiona mercado de cervejas sem álcool

Glogo - Ciência No Reino Unido, multiplicam-se os estilos e cresce o número de cervejarias artesanais especializadas apenas nessa categoria. Becky Kean e o cunhado Andrew Keresey decidiram apostar nos rótulos sem álcool para que o pai dela, alcoólatra em recuperação, pudesse tomar uma boa cerveja BBC Se a britânica Becky Kean quiser algum dia organizar uma festa com álcool em sua cervejaria, ela vai ter que comprar bebidas em algum outro lugar. Isso porque a empresa da jovem, a Nirvana Brewery, localizada em Londres, só produz cervejas sem álcool. No cardápio há sete tipos deferentes da bebida, de pale ale a stout, até uma com chá verde. Nenhuma delas, entretanto, capaz de deixar os clientes bêbados. Um década atrás, bares como o Nirvana talvez fossem incompreendidos ou ridicularizados. Sim, a cerveja sem álcool existe há bastante tempo - uma das pioneiras, a Kaliber, da cervejaria Guinness, foi lançada em 1986 -, mas costumavam vender pouco e, por isso, não chegavam a ganhar destaque no portfólio das marcas. Em geral, elas eram do estilo pale lager, de um dourado pálido, e não muito agradáveis ao paladar dos bebedores - que quase sempre se restringiam ao motorista da rodada ou a grávidas. Mas tudo isso mudou nos últimos anos, diante de um aumento expressivo no volume de cervejarias artesanais dos dois lados do Atlântico e do crescimento no número de pessoas que decidem beber menos ou eliminar completamente o álcool da vida. Essa combinação permitiu que se multiplicassem nos últimos anos os rótulos de cervejas com baixo teor alcoólico ou sem álcool de diferentes estilos. A tendência aparece nos indicadores de vendas. Segundo a consultoria britânica CGA, o comércio de cervejas com baixo teor alcoólico ou sem álcool no Reino Unido avançou 28% em volume nos 12 meses até fevereiro deste ano, na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores. A Alemanha também vive momento parecido, onde, de acordo com a Associação Alemã de Produtores de Cerveja (DBB), uma em cada 15 cervejas vendidas hoje no país não tem álcool. Número cada vez maior de cervejarias no Reino Unido tem se especializado em cervejas de baixo teor alcoólico ou sem álcool BBC Não surpreende, portanto, que uma quantidade cada vez maior de cervejarias artesanais como a Nirvana venha optando por produzir apenas cervejas sem álcool ou com baixo teor alcoólico. "Abrimos o negócio em 2017 e já estamos fabricando perto de meio milhão de garrafas por ano", diz Becky, de 29 anos. "Há pouco tempo começamos a exportar para a Escandinávia e para a Suíça e estamos de olho nos mercados da Ásia e da América do Sul." A jovem conta que o pai é alcoólatra em recuperação - e ela queria que ele também pudesse frequentar seu bar e beber uma boa cerveja. "Pra muitas cervejarias a bebida sem álcool é algo complementar, que vem depois, mas nós queríamos que este fosse nosso único foco." Mas o que é exatamente uma cerveja sem álcool? A pergunta pode soar estúpida, mas no Reino Unido ela não tem uma resposta tão óbvia - é preciso olhar para dois percentuais que parecem semelhantes, mas são bem diferentes. A cervejaria Big Drop Brewing hoje exporta cerca de 40% da produção BBC Em boa parte da União Europeia e nos Estados Unidos, uma cerveja é considerada sem álcool quando tem teor alcoólico igual ou menor que 0,5%. Já no Reino Unido, esse percentual limite é menor, de 0,05%. Lá, uma cerveja com 0,5% de álcool só pode ser chamada de "desalcoolizada". Como a terminologia não é das mais simpáticas, a maior parte das cervejarias britânicas opta por classificar as bebidas como "de baixo teor alcoólico". As cervejas estrangeiras com teor alcoólico entre 0,05% e 0,5%, entretanto, podem sem vendidas como "sem álcool" no Reino Unido - elas não precisam adaptar o rótulo às normas locais. "Um sujeito não consegue ficar bêbado com uma cerveja com 0,5% de álcool não importa o quanto ele beba", diz Rob Fink, cofundador da Big Drop Brewing Company. "Para você ter uma ideia, uma banana madura ou uma fatia de pão podem conter 0,5% de álcool." "Isso é importante, porque é possível fazer cerveja de excelente qualidade com um teor alcoólico de 0,5%, mas é bem mais difícil fazer o mesmo com teor alcoólico de 0,05% - é preciso arrancar o álcool quase que completamente, o que acaba comprometendo muito do sabor", afirma o produtor. Também baseada em Londres, a cervejaria de Fink só produz cervejas com baixo teor ou sem álcool - e exporta 40% da produção para Noruega, Dinamarca, Finlândia, Suécia e Canadá. O cervejeiro Rob Fink (esq.) critica os critérios usados no Reino Unido para definir o que é cerveja sem álcool BBC Comparada à europeia, a indústria mundial de cerveja sem álcool ainda está engatinhando, diz Bill Shufelt, cofounder da cervejaria americana Athletic Brewing. Mas está expandindo rápido. Quando montou sua empresa em Connecticut em 2017 com a proposta de produzir apenas bebida sem álcool, o cervejeiro ouviu de muita gente que estava louco. "As pessoas faziam piada - mas isso sempre mudava quando elas experimentavam nossas cervejas." Bill Shufelt, da Athletic Brewing, aposta no crescimento do mercado de cerveja sem álcool dos EUA BBC A Athletic vende hoje seus produtos em todo o país e recentemente começou a exportar também para o Reino Unido. Lá, o aumento do consumo de cervejas com baixo teor ou sem álcool também vem sendo puxado pelas gerações mais jovens, diz o jornalista britânico Jeff Evans, especializado em cerveja. "Bebedores mais jovens têm uma relação diferente com o álcool", afirma. "Eles bebem quando estão afim, mas muitas vezes não se importam de se divertir sem álcool" "Eles também estão mais ligados à indústria de cervejas artesanais, marcada pela experimentação e pelo foco no sabor. Junte as duas coisas e a combinação é o que estamos vendo hoje: uma expansão do setor de bebidas de baixo teor alcoólico ou álcool zero." A isso ele acrescenta ainda o fato de que as cervejarias têm cada vez mais conseguido desenvolver métodos de fabricação que preservam o sabor da bebida sem álcool e criar bebidas que são uma "excelente alternativa" às tradicionais. A participação das cervejas sem álcool no Brasil ainda é pequena, mas o mercado também tem assistido à chegada de novos rótulos em paralelo ao crescimento das cervejarias artesanais - que saltaram de 70 para 700 no país nos últimos 10 anos, de acordo com a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva). Veja Mais

Desafios do Século 21 – Como funciona a Inteligência Artificial?

Desafios do Século 21 – Como funciona a Inteligência Artificial?

canaltech Algoritmos de Inteligência Artificial já são realidade e estamos rodeados de dispositivos com esta tecnologia. Mas como funciona a Inteligência Artificial? Quais os tipos de IA existentes? Para que servem? Onde estão sendo utilizadas? Neste artigo, trago uma visão prática dos principais modelos de Inteligência Artificial. Para explicar o que é IA, é importante entendermos a diferença entre os sistemas computacionais tradicionais e a IA. Em resumo a computação tradicional trabalha com informações exatas, enquanto a IA tenta trabalhar com informações inexatas. Como exemplo, se temos uma foto onde aparecemos sem óculos e outra com óculos, um sistema computacional tradicional não será capaz de afirmar que as duas fotos são relativas à mesma pessoa. Já os algoritmos de IA possuem a capacidade de afirmar, com um grande grau de certeza, que as duas fotos são relativas à mesma pessoa. A grande vantagem da Inteligência Artificial é a capacidade de lidar com situações inexatas e incertezas Mas como a IA trabalha nesses cenários? É fácil... basta desenvolver algoritmos computacionais capazes de imitar (ou melhor, simular) quem sabe lidar bem com esses ambientes de incerteza... ou seja, imitar os seres vivos e a natureza. E daí vem o nome “Inteligência Artificial”. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Um outro ponto importante é que os algoritmos de Inteligência Artificial têm a capacidade de aprender e evoluir (é o chamado Machine Learning). Ou seja, não são algoritmos estáticos (computação tradicional) e sim algoritmos que aprendem através dos dados. E quanto mais dados e testes são feitos, mais os sistemas de IA evoluem. E então, quando esse “cérebro artificial” está pronto e devidamente “afinado”, ele pode ser copiado e replicado. É por isso que o sistema de IA dos veículos da Tesla, atualmente, são mais eficientes que os humanos na direção. E quanto mais esses veículos rodam e capturam informações, mais cenários desconhecidos passam a ser considerados e a IA continua evoluindo! E a cada atualização do software essa evolução é replicada a todos os veículos. IMPORTANTE: Em ambientes com aprendizado supervisionado por humanos, dizemos à IA as respostas certas durante um período de treinamento, e então ela seguirá essas regras. Mas em ambientes não-supervisionados, a própria IA é responsável por analisar, agrupar e tomar as próprias decisões e conclusões, e muitas vezes os modelos por ela gerados não são compreendidos pelos humanos (apesar de muitas vezes se mostrarem mais eficientes que nós). E se o objetivo é simular a natureza e os seres vivos, existem então diversos de algoritmos com objetivos diferentes, todos sob o nome de Inteligência Artificial. Os principais (existem inúmeros outros) seguem abaixo: Sistemas preditivos Tem o objetivo de analisar dados e, com base nesses dados (normalmente do passado), fazer previsões para o futuro. Parte do algoritmo de IA dos carros da Tesla são baseados em sistemas preditivos, que fazem o carro brecar, acelerar, virar, etc. Reconhecimento de padrões Esses sistemas tem o objetivo de identificar padrões em dados (imagens, sons, informação). Um bom exemplo são os algoritmos de IA que, analisando imagens de ressonância magnética de pessoas com e sem Alzheimer conseguiram identificar os padrões de quem tem Alzheimer, e então relacionar com pessoas sem Alzheimer. Esse tipo de sistema possibilitou identificar pessoas com potencial futuro de ter Alzheimer. Sistemas cognitivos Sistemas Cognitivos tem o objetivo de entender e interagir com os humanos através de nossa língua, e para isso, precisam fazer reconhecimento de voz, interpretação do que está sendo falado ou escrito (semântica, gramática, ironias, abreviações, ambiguidades, etc) e aprender a falar (até com sotaque, em alguns casos). É o caso do Watson da IBM. Sistemas de classificação Têm por objetivo classificar dados por semelhança. Esses sistemas são a versão digital do algoritmo biológico que temos e que permite que identifiquemos uma pessoa mesmo que ela esteja de cabelo cortado, esteja usando óculos, ou até tenha mudado a cor dos olhos. Um bom exemplo é o sistema de reconhecimento facial do Facebook, que te identifica até em fotos que você nem sabia que era você! E, normalmente, os projetos que envolvem IA são uma composição de vários sistemas de Inteligência Artificial que se complementam. Atualmente existem plataformas online que permitem que mesmo sem conhecimento de algoritmos de IA, possamos criar soluções baseadas em inteligência Artificial, tais como o IBM Bluemix e Watson, o ML Studio (Microsoft), Google Cloud for AI, e uma série de outras plataformas de Inteligência Artificial. Importante: Não é necessário conhecer algoritmos, mas é necessário conhecer os conceitos e aplicações das diversas opções disponíveis. Bora participar deste novo universo de possibilidades? Este artigo foi inspirado nas palestras da HSM Expo 2019, onde tive a oportunidade de assistir Yuval Harari, Fred Gelli, Hugh Herr e muitos outros feras que estão vivendo essa revolução. Agradecimentos à HSM e sua assessoria de imprensa pelo convite para acompanhar o evento HSM Expo 2019. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Estudo sugere usar bombas nucleares para proteger a Terra contra asteroides Vidro “inquebrável” de caminhonete da Tesla quebra em apresentação do veículo Netflix | Confira os lançamentos da semana (15/11 a 22/11) E se pudéssemos entrar em um buraco negro? O que encontraríamos no caminho? Chuva de meteoros desta sexta (22) foi mais fraca do que o previsto; veja vídeos Veja Mais

Chico Buarque cita embate entre Flamengo e River Plate em verso de samba de 1993

G1 Pop & Arte É improvável que algum torcedor rubro-negro puxe o samba Biscate – composto por Chico Buarque e lançado pelo artista carioca em gravação feita com Gal Costa para o álbum Paratodos (1993) – na festa em que a torcida comemora o bicampeonato do Flamengo na copa Libertadores da América. Além do hino do clube de futebol, cantado até em ritmo de funk, sambas mais populares – como O Campeão (Meu time) (1979), composto e lançado há 40 anos por Neguinho da Beija-Flor – integram a trilha sonora da comemoração concentrada nas ruas do Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ) neste domingo, 24 de novembro, com o desfile dos jogadores do Flamengo. Contudo, o samba do tricolor Chico Buarque merece menção neste domingo festivo pelo fato de a letra bem rimada citar, em verso da terceira estrofe, um jogo entre Flamengo e River Plate, o time argentino derrotado pelo clube carioca no início da noite de sábado, 23 de novembro, em partida que mobilizou o Brasil. Nem é o caso de atribuir caráter visionário ao samba de Chico. O samba Biscate é de 1993 e, nesse mesmo ano, houve confronto em campo entre Flamengo e River Plate pela mesma Libertadores, com vitória do time carioca. Outro acontecera em 1991, desta vez com a derrota do escrete rubro-negro. Difícil imaginar qual partida teria inspirado Chico na escrita do verso ("Quieta que eu quero ouvir Flamengo e River Plate") do samba Biscate, cuja letra narra embate conjugal. Mas o fato é que esse embate já clássico do futebol internacional é assunto no samba de Chico Buarque. ♪ Eis a letra do samba: Biscate (Chico Buarque) Vivo de biscate e queres que eu te sustente Se eu ganhar algum vendendo mate Dou-te uns badulaques de repente Andas de pareô, eu sigo inadimplente Chamo você pra sambar Levo você pra benzer Fui pegar uma cor na praia E só faltou me bater, é Basta ver um rabo de saia Pro bobo se derreter Vives na gandaia e esperas que eu te respeite Quem que te mandou tomar conhaque Com o tíquete que te dei pro leite Quieta que eu quero ouvir Flamengo e River Plate Faço lelê de fubá Faço pitu no dendê Sirvo seu pitéu na cama E nada dele comer, ai Telefone, é voz de dama Se penteia pra atender Vamos ao cinema, baby Vamos nos mandar daqui Vamos nos casar na igreja Chega de barraco Chega de piti Vamos pra Bahia, dengo Vamos ver o sol nascer Vamos sair na bateria Deixe de chilique Deixe de siricotico Veja Mais

Gleisi Hoffmann deve ser reeleita presidente do PT

O Tempo - Política Atual presidente do Partido dos Trabalhadores tem apoio da maioria dos 800 delegados do Congresso Veja Mais

CAIXA Mulheres traz linhas de crédito com taxas diferenciadas para empreendedoras, saiba mais

R7 - Economia A CAIXA lançou nesta terça-feira (19), em Brasília (DF), o programa CAIXA Mulheres, que traz novas linhas de crédito, taxas diferenciadas, anuidade gratuita e apoio à capacitação para fortalecer a atuação desse público no mercado de negócios. O vice-presidente de varejo da instituição, Júlio Volpp, explica que somente em 2019, mais de três milhões de […] O post CAIXA Mulheres traz linhas de crédito com taxas diferenciadas para empreendedoras, saiba mais apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Cenário para rali de Natal em Wall Street pode estar se formando

R7 - Economia Por Caroline ValetkevitchNOVA YORK (Reuters) - Um ano após a forte queda nos mercados de ações dos Estados Unidos, muitos investidores acreditam que existem condições para evitar outro recuo no final deste ano e, possivelmente, preparar o cenário para terminar 2019 com rali.Um Federal Reserve com política monetária mais acomodatícia em comparação a um ano atrás é um argumento importante para investidores confiantes de que é improvável que o mercado veja uma repetição do tombo de 2018.No ano passado, investidores estavam preocupados com o fato de o Fed estar elevando as taxas de juros muito rapidamente. Por outro lado, o Fed tem promovido cortes nos juros neste ano e, embora não se espere que o banco central baixe novamente as taxas em dezembro, tampouco se espera que suba.Outra mudança em relação a um ano ano atrás citada pelos investidores: os mercados globais de ações estão mais sincronizados em seu forte desempenho."As perspectivas para este ano são melhores", disse Michael Antonelli, estrategista de mercado da Robert W. Baird em Milwaukee."Não são apenas os EUA que estão indo bem agora. Está acontecendo em muitos lugares ao redor do mundo, e isso melhora o humor dos investidores para ativos de risco."Os índices de ações em todo o mundo se juntaram aos mercados norte-americanos nas últimas semanas, que bateram recordes.No acumulado do ano, o índice Stoxx 600 ações europeias sobe cerca de 19,6% e recentemente alcançou seu patamar mais alto em mais de quatro anos. O S&P 500 avança 24% neste ano.No mesmo período do ano passado, o S&P 500 acumulava alta de cerca de 1%, enquanto o Stoxx 600 caía em torno de 9%.Mas o desempenho das ações no fim do ano depende muito mais do que do sentimento em relação a períodos de festas.Os últimos cinco pregões do ano e os dois primeiros do novo ano incluem o tradicional rali de Natal, de acordo com o "Almanaque do operador de ações".Mas um rali de final de ano pode ser prejudicado por qualquer perturbação no noticiário comercial sobre Estados Unidos e China. Veja Mais

Conheça o perfil do contador que mais se destaca no mercado

R7 - Economia Segundo o Conselho Federal de Contabilidade*, no Brasil existem mais de 500 mil profissionais contábeis. Esse volume de pessoas competindo no mesmo segmento resulta em uma desvalorização dos serviços prestados, uma vez que a oferta de trabalho é muito grande e o contratante normalmente opta pela proposta de menor custo. O contabilista, hoje, para ser […] O post Conheça o perfil do contador que mais se destaca no mercado apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

7 animes que seriam impossíveis de serem adaptados por Hollywood

7 animes que seriam impossíveis de serem adaptados por Hollywood

Tecmundo Hollywood tenta adaptar animes há muito tempo, mas nem sempre a mudança de formato (e de público) honram a relevância das animações japonesas. Embora existam exemplos bem-sucedidos, como Samurai X ou Pokémon: Detetive Pikachu (que não é exatamente uma adaptação, mas funcionou), o histórico é negativo.Basta ver o exemplo recente de A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, que tentou misturar elementos da animação, com o formato hollywoodiano de cinema. O resultado foi um fracasso de bilheteria, com críticas moderadas. Isso para não falar do desastre que foi a tentativa de adaptar Dragon Ball.Leia mais... Veja Mais

Micro e Pequenas Empresas: Geraram mais de 73 mil novos empregos

R7 - Economia Em outubro, as micro e pequenas empresas do país abriram mais de 73 mil novos postos de trabalho, melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos, segundo levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. […] O post Micro e Pequenas Empresas: Geraram mais de 73 mil novos empregos apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Por que ‘A Origem das Espécies' segue sendo uma obra fundamental

G1 Pop & Arte Publicação completa 160 anos. 'Nada em biologia faz sentido sem evolução, tudo é regulado pela seleção natural. A beleza do mundo pode ser compreendida por Darwin', afirma diretor do Museu de História Natural de NY. Livro 'A Origem das Espécies', de Darwin Domínio público Em 24 de novembro de 1859, a editora de John Murray, em Londres, lançou um livro de nome enorme e com uma teoria então vista como exótica. Em Da Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida, o naturalista britânico Charles Darwin (1809-1882) apresentava ao mundo sua teoria da evolução. Os 1.250 exemplares esgotaram-se rapidamente. E a maneira de compreensão da vida na Terra seria mudada para sempre. "A obra é tão importante porque nela foram lançadas as premissas do mecanismo de evolução por seleção natural das espécies”, afirma o biólogo Bruno da Costa Rodrigues, coordenador da Unidade de Genômica Funcional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "De uma forma simples, essa força evolutiva atua de forma com que as diferenças de características de populações propicie que uma destas seja favorecida em um contexto ambiental ou comportamental, de tal forma que indivíduos que as possuam terão mais chances de possuírem descendentes e, caso a caraterística seja herdável, esta será transmitida para a próxima geração da prole”, afirma Rodrigues, "Hoje em dia, com o avanço do conhecimento temos uma compreensão mais holística sobre os mecanismos que moldam a seleção natural (muitos destes que Darwin não fazia ideia em sua época) e, ainda sim, os pilares da seleção natural proposto neste livro continuam explicando este fenômeno de forma precisa, o que faz esta obra ser tão relevante.” Charles Darwin J. Cameron/Wikimedia Commons A reportagem da DW Brasil pediu a diversos estudiosos que comentassem por que a obra fundamental de Darwin segue relevante 160 anos depois de seu lançamento. "A evolução por seleção natural propõe pela primeira vez de forma explícita que todas as espécies estão sujeitas a este mecanismo, e faz com que a premissa de que os humanos tenham sido projetados por mecanismos sobrenaturais não seja mais necessária”, completa Rodrigues. "Esta teoria também mostra que espécies evoluem de forma gradual ao longo dos anos, e o fato de que todas as formas de vidas estão de certa forma relacionadas e podem ter surgido de um único ancestral comum foi sem sombra de dúvidas uma grande quebra de paradigma na época, que é bem solidificada atualmente.” Encantado com a biodiversidade e indignado com a corrupção: o que Charles Darwin achou do Brasil do século 19 Diretor do projeto Darwin Manuscripts do Museu Americano de História Natural, em Nova York, o historiador David Kohn acredita que o impacto da obra de Darwin está em dois fundamentais pontos, diferentes entre si, contudo complementares. "O primeiro é sua teoria da seleção natural, que explica como as características surgem, as adaptações dos organismos”, pontua. "Praticamente qualquer coisa na vida que envolva relacionamentos entre organismos e meio ambiente é resultado majoritariamente de adaptações. Ou seja: nada em biologia faz sentido sem evolução, tudo é regulado pela seleção natural. A beleza do mundo pode ser compreendida por Darwin.” O outro aspecto apontado pelo historiador é a implicação metafísica do darwinismo. "A teoria diz que um organismo não é perfeito. Ele fica apenas o quão perfeito precisa ser para competir com outros organismos que vivem ao redor, competem pela mesma comida. Então na natureza não há perfeição, não há uma herança, uma tendência de desenvolvimento para a perfeição. Tudo é apenas a competição e a vantagem natural”, afirma ele, escancarando a incompatibilidade da teoria com as religiões. "É uma visão secular de mundo.” 'Erro dizer que homem descende do macaco', diz biólogo sobre Teoria da Evolução no 'Dia de Darwin' Autora de, entre outros, ‘História da Ciência: o mapa do conhecimento' e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a física, filósofa e historiadora Ana Maria Alfonso-Goldfarb define ‘A Origem das Espécies' como um marco zero dos progressos biológicos a partir do século 20. "É um divisor de águas. Eles [os cientistas] avançaram a partir do que Darwin descobriu”, define. "[O livro] pode ser considerado, junto com os trabalhos de Alfred Wallace [também naturalista britânico, viveu entre 1823 e 1913] o monumento inaugural da biologia evolucionista”, afirma o jornalista Reinaldo José Lopes, autor dos livros Além de Darwin e Darwin Sem Frescura. "Embora outros naturalistas tivessem lidado com o tema desde o século 18, o livro de Darwin foi o primeiro a apresentar uma hipótese coerente e ‘testável' sobre a diversificação dos seres vivos e suas adaptações. E sem a teoria da evolução nada na biologia faz sentido.” Natureza, injustiça e escravidão foram registradas por Darwin em expedições no Brasil Diretor da editora acadêmica Educ e professor de História da Ciência da PUC-SP, o físico, filósofo e historiador José Luiz Goldfarb enfatiza a "transformação radical de nossa maneira de compreender os seres vivos” após Darwin. "Dos modelos tradicionais de classificação dos seres, passamos a perceber sequências evolutivas que envolvem todos os seres em um único processo. Tenho herança peixe, herança réptil… Somos resultados de milhares de anos de transformações”, comenta. "Cada detalhe de meu corpo tem uma história natural que ultrapassa meus antecessores familiares conectando-me a uma grande família natural.” Para ele, ‘A Origem das Espécies' "é daqueles livros que serão sempre uma referência para entendermos a ciência em sua história e também a ciência de nosso tempo”. São raros os exemplares remanescentes da primeira edição da obra de Darwin. Em leilão ocorrido neste ano, um deles foi arrematado por 500 mil dólares - um recorde mundial. Veja Mais

Tradição da 'farinha de guerra' é preservada por agricultores de Santa Catarina

G1 Economia Produto da mandioca tem quase 300 anos de história, que começou com o encontro das culturas indígena e portuguesa. Engenhos preservam a tradição da farinha de mandioca catarinense Tem quem chame a mandioca de macaxeira ou aipim. Embora o nome não seja uma unanimidade, a produção da raiz passou dos índios para gerações e gerações de agricultores por todo o país e não hoje existe um brasileiro que não a conheça. Veja todos os vídeos do Globo Rural No litoral de Santa Catarina, a produção artesanal de farinha de mandioca é uma tradição que tem quase três séculos. A atividade envolve mais de 60 engenhos, que fazem uma farinha bem fininha, típica da região, também conhecida como "farinha de guerra". A maior parte vai para consumo próprio, mas alguns produzem o suficiente para complementar a renda. Só com a farinha, cada família ganha de R$ 4 mil a R$ 10 mil por ano, mas eles também conseguem outras formas de lucro, como a pesca e a produção da palmeira butiá. "Como como ela (mandioca) é pouco exigente em fertilidade, em tratos culturais, isso faz com que você tenha tempo para se dedicar a outras atividades", explica a engenheira agrônoma Marlene Borges. Tradição que é preservada pela Associação Comunitária Rural de Imbituba (Acordi), a 100 km de Florianópolis. Presidida por Marlene, ela conta com mais de 50 famílias, que plantam em uma terra de uso comum e cuidam da rama até a farinha. Em mais ou menos 50 hectares, as famílias produzem mais de 40 variedades de mandioca e aipim. Mesmo com essa história, os agricultores de Imbituba dizem que estão perdendo espaço para indústria e para o turismo local. Agora, a comunidade luta pra regularizar sua terra e criar de uma unidade de conservação de uso sustentável. Nessa batalha, eles têm o apoio de uma rede que promove encontros entre produtores de todo o estado. “Muitas vezes uma família está sozinha, fazendo farinha em uma comunidade que está sendo muito afetada pelo crescimento urbano. Quando ela se encontra com outras, esse ânimo pra continuar fazendo farinha, para continuar movendo essa roda do engenho volta”, afirma Ana Carolina Dionísio, articuladora da rede. Agora, a rede catarinense de engenhos trabalha para que o modo artesanal de fazer essa farinha seja reconhecido como patrimônio cultural do Brasil. E, para divulgar a cultura de engenho, as mulheres da comunidade de Imbituba criaram o "café na roça", um banquete servido que custa cerca de R$ 20 por turista. E a comida de engenho não é só farinha: a massa quente vira beiju. E o café coado vai bem com a bijajica, um casório da farinha com o amendoim. Tudo feito com a brasileiríssima raiz. E essa turma movida a tradição ainda acha tempo pra preservar mais uma: na pausa da farinha, eles dançam o "boi de mamão": um folclore catarinense sobre a o animal que, lá no início, fez a roda do engenho girar. Tradição preservada E a relação do boi com o engenho vem de longe e existe até hoje. Em Florianópolis, o agricultor José de Andrade e os bois gigante e faceiro vão liderando a tropa. Atrás, vêm os amigos que participam de um mutirão que cuida de uma roça de mandioca. A área está dentro de um condomínio particular, mas essa turma fez um acordo para plantar só por diversão. Ninguém vive da agricultura, mas eles se juntam para colher e botar a conversa em dia. Eles estão colhendo a mandioca brava, que tem alta concentração de ácido cianídrico, que pode até matar. O capim vai por cima dos 700 kg de mandioca que eles acabaram de colher. Faz mais de 200 anos que a comunidade se junta para fazer farinha. Assim que chega a colheita, é hora de raspar a mandioca. Com tanta mão ligeira, rapidamente a raiz fica limpa e começa a ser processada. É aí que entra em cena o funcionário do mês: o boi. Ele puxa a engrenagem e gera energia para o moinho funcionar. Depois que a mandioca é triturada, ela precisa soltar a manipueira: o líquido tóxico. "Tem que tirar essa impureza aí que nós chamamos de carueira, uma palavra indígena", explica a auxiliar do engenho Maria de Lourdes Andrade. Daí o boi volta pro trabalho pra fazer a farinha torrar. No vapor, vai embora também o ácido tóxico. Essa é a rotina de uma produção tradicional, que começou há muitos e muitos anos atrás. História da 'farinha de guerra' A farinha de mandioca de Santa Catarina surgiu do encontro das culturas indígena e portuguesa. Quase 300 anos atrás, Florianópolis se chamava Nossa Senhora do Desterro e tinha só 300 moradores. Na época, mais de seis mil portugueses da Ilha dos Açores se mudaram para a região. Na Europa, os açorianos plantavam trigo e, com a farinha, faziam pão, mas em Santa Catarina essa cultura não vingou. Então, eles aprenderam com os índios a cultivar a mandioca. E foram afinando a farinha para panificar. Só que mandioca não tem glúten, que é a proteína que faz a massa ficar mais elástica. O pão não deu certo, mas, meio que sem querer, eles acabaram criando um novo tipo de farinha. Ela é mais clara que a farinha de puba ou farinha d’água, do Norte e do Nordeste do país. A farinha participou de um momento importante da história do Brasil no século 19. Na época, os produtores alimentavam um batalhão. Isso porque o governo imperial determinou que um terço de toda a farinha catarinense fosse para as tropas que lutavam no Paraguai. E ela ganhou o apelido de “farinha de guerra”. "Mais tarde, pelo fato de o governo não pagar farinha muda o nome passa a ser chamada de ‘farinha do calote'", explica o produtor Claudio Andrade. Acompanhe a cobertura de Agronegócios no G1. Veja Mais