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O QUE ABEL ESTÁ PLANEJANDO PARA O VASCO NO CARIOCA?

O QUE ABEL ESTÁ PLANEJANDO PARA O VASCO NO CARIOCA?

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China tem terceiro caso fatal com novos vírus e quase 140 casos novos

em - Internacional Em Wuhan, a cidade do centro do país onde o novo coronavírus foi descoberto, foram registrados 136 novos casos no fim de semana Veja Mais

Marcelo Dolabela, um herói ativista do 'ABZ' do rock brasileiro

G1 Pop & Arte Artista multimídia, que morreu aos 62 anos, é lembrado por ter fundado em 1983 a referencial banda punk mineira Divergência Socialista. ♪ OBITUÁRIO – Em 1987, quando ainda não havia google e muito menos wikipedia para checar informações, o mineiro Marcelo Gomes Dolabela (17 de setembro de 1957 – 18 de janeiro de 2020) trabalhou quieto, compilou dados biográficos de bandas e artistas nacionais de rock e lançou o ABZ do rock brasileiro, livro que teve o peso de enciclopédia para admiradores e estudiosos do gênero. Naquele ano de 1987, Marcelo Dolabela tinha 30 anos, vasta coleção de discos iniciada em 1968 (com a compra do primeiro álbum do grupo Os Mutantes) e uma bagagem como herói underground da história do rock feito no Brasil, em especial em Belo Horizonte (MG). Foi nessa cidade, capital cultural de Minas Geraes, que o artista multimídia saiu de cena na manhã de sábado, 18 de janeiro, aos 62 anos, em decorrência de complicações de AVC sofrido há mais de um ano. Poeta e músico, além de roteirista, Dolabela sai de cena, mas deixa nome do ABZ do rock brasileiro. Em 1983, Marcelo Dolabela fundou a Divergência Socialista, referencial banda de pós-punk, atuante na cena alternativa de BH. Marcelo Dolabela, 'guru' da cena mineira, deixa legado relevante como músico, poeta e escritor Glória Campos / Reprodução John Ulhoa – compositor e guitarrista que ficaria conhecido em escala nacional nos anos 1990 como integrante do grupo Pato Fu – esteve em uma das formações da Divergência Socialista. Antes do Pato Fu, Ulhoa fundara em 1982 a banda Sexo Explícito, integrada por Dolabela como espécie de guru. Espécie de ativista do universo pop mineiro, Marcelo Dolabela usou a sólida formação literária para criar os textos do premiado documentário Uakti – Oficina Instrumental, estreado em 1987. Dolabela também roteirizou o documentário Arnaldo Baptista – Maldito popular brasileiro, apresentado em 1990. Parte do legado musical de Marcelo Dolabela foi compilado em coletânea, Substância, editada em 2013 com gravações (extraídas de fitas cassetes, vinis e registros de ensaios) de bandas como O Grande Ah! e, claro, Divergência Socialista, cuja existência por si só já basta para garantir a esse herói multimídia um verbete honroso no ABZ do rock brasileiro. Veja Mais

Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para o dia 20 de janeiro

G1 Economia São oportunidades para auxiliar de cozinha, garçom, chapeiro de restaurante, entre outros. Há vagas para auxiliar de cozinha no Sine Amapá Fred Loureiro/Secom O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine, localizado na Rua General Rondon, nº 2350, em frente à praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas na capital. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: atendente de telemarketing auxiliar de cozinha auxiliar financeiro atendente de lanchonete cobrador externo empregada doméstica chapeiro de restaurante encarregado de padaria garçom gerente de restaurante mecânico de automóveis mestre doceiro almoxarife promotor de vendas externo trabalhador rural comprador secretária recepcionista O Sine informa que as vagas oferecidas podem sofrer alterações de um dia para o outro, pois o sistema não contabiliza os atendimentos ao longo do dia realizado nas unidades Superfácil, que funcionam após o fechamento da agência central. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá. Veja Mais

Por que a Suécia está deportando talentosos profissionais da tecnologia

G1 Economia Retenção de trabalhadores estrangeiros altamente qualificados é essencial para países como a Suécia, mas não é isso que tem acontecido. Suecos chamam essas deportações de 'kompetensutvisning', que significa 'expulsar alguém que possua habilidades exigidas no mercado de trabalho' Sokol Vjerdha via BBC Ele comprou um apartamento e um carro, fez aulas de sueco, matriculou o filho na creche e se dedicou a esquiar para se adaptar às baixas temperaturas. No entanto, pouco mais de três anos depois que sua família chegou à Suécia, e apesar do cargo bem remunerado em uma conceituada empresa de energia e tecnologia, o iraniano Ali Omumi foi convidado a deixar o país. "Para mim, foi uma grande frustração. Para minha esposa, foi o início de uma profunda depressão", lamenta o especialista em engenharia de vendas. Omumi, então com 38 anos, recebeu uma ordem definitiva de deportação em 2018, após apelar sem sucesso de uma decisão da Agência de Migração Sueca. As autoridades negaram o pedido de renovação do seu visto de trabalho com base em um erro administrativo cometido pela empresa de software para a qual ele trabalhava anteriormente, que não forneceu os seguros corretos. "A deportação me deu a sensação de que eu era um criminoso, embora eu saiba que não sou. Vim trabalhar e pagar impostos, trouxe minha experiência e dinheiro." Escassez de talentos na Suécia A Suécia tem uma escassez de profissionais graduados qualificados em áreas como engenharia e programação, o que significa que os empregadores estão olhando cada vez mais além das fronteiras nacionais e da União Europeia para preencher as vagas. Milhares de trabalhadores estrangeiros qualificados se mudam para o país nórdico a cada ano e muitos decidem que querem permanecer, graças a uma economia relativamente forte e uma elevada qualidade de vida. Os vistos de trabalho — necessários para profissionais que não pertencem à União Europeia — estão inicialmente vinculados a um trabalho específico, mas aqueles que desejam mudar de empresa podem iniciar novas funções enquanto aguardam o processamento da renovação do visto. Entretanto, centenas de trabalhadores que não são da União Europeia, como Ali, tiveram seus pedidos de renovação negados com base em pequenos erros administrativos cometidos por ex-empregadores durante sua residência. 'Para mim, foi uma grande frustração. Para minha esposa, foi o início de uma profunda depressão', diz o iranino Ali Omumi Ali Omumi via BBC Além das questões relacionadas a seguro, outros erros que já levaram à deportação incluem pagamentos incorretos de pensão, férias insuficientes ou em excesso e até mesmo conseguir um emprego pelo LinkedIn que não foi anunciado pelo Serviço Público de Emprego da Suécia. Os suecos chamam essas deportações de kompetensutvisning, que significa "expulsar alguém que possua habilidades exigidas no mercado de trabalho", e a questão desperta calorosos debates há algum tempo no país, especialmente diante da rápida expansão do setor de tecnologia. A deportação de um desenvolvedor paquistanês em 2016 desencadeou uma petição assinada por mais de 10 mil pessoas, incluindo o cofundador do Spotify Daniel Ek, que mais tarde admitiu que 15 dos principais profissionais contratados de sua empresa foram ameaçados de deportação. No início deste ano, a Câmara de Comércio de Estocolmo alertou que a tendência poderia prejudicar a economia da capital sueca, enquanto uma filial local da Startup Grind, a maior organização comunitária independente de startups do mundo, realizou um evento chamado Keep The Talent ("Retenha os Talentos", em tradução livre) para protestar contra o fato de a Suécia "drenar talentos internacionais". Em março, os resultados de uma grande pesquisa da Diversify Foundation, organização sem fins lucrativos que faz campanhas por um mercado de trabalho mais inclusivo, mostraram que 81% dos trabalhadores de fora da União Europeia que participaram da enquete acreditavam que sua saúde ou a saúde de sua família haviam sido afetadas pela ameaça de deportação. Quase 70% disseram que não recomendariam a Suécia como destino para trabalhadores estrangeiros. "Acreditamos que isso tenha sido prejudicial à reputação internacional da Suécia", diz Alexandra Loyd, advogada do Centrum för Rättvisa, um escritório de advocacia sem fins lucrativos que representa alguns dos trabalhadores afetados. "Muitas pessoas — trabalhadores ou empregadores que estão em contato conosco — se sentem inseguras sobre o sistema jurídico na Suécia." Antes de perder uma batalha judicial de três anos para permanecer na Suécia, Aniel Bhaga trabalhava como desenvolvedor de negócios da H&M em Estocolmo Maddy Savage via BBC A raiz do problema, ela argumenta, é a estrita interpretação da Agência Sueca de Migração de uma decisão de 2015 do Tribunal de Apelação de Migração, que afirmou que os vistos não devem ser prorrogados para trabalhadores cujos empregadores não tenham respeitado as normas da indústria. A resolução em questão se referia a dois casos em que estrangeiros foram mal remunerados e foi tomada para proteger os migrantes da exploração por parte de empregadores desonestos. Este é um dos alicerces da cultura de trabalho na Suécia, que tem uma longa história de sindicatos fortes e acordos rígidos desenvolvidos para proteger os direitos dos trabalhadores. A resolução resultou, no entanto, em um período de deportações de talentos com base em pequenos erros administrativos. Em 2017, mais de 1,8 mil pessoas tiveram suas renovações de visto de trabalho negadas, embora não seja possível detalhar exatamente quantas delas foram causadas por pequenos erros. Progresso limitado A situação melhorou nos últimos dois anos, em parte graças a uma emenda na lei, que permite aos empregadores corrigir erros de forma retroativa. Enquanto isso, uma nova decisão do Tribunal de Apelação de Migração, de dezembro de 2017, determinou que deveria haver uma "avaliação geral" do caso de cada solicitante, a fim de tomar decisões mais equilibradas, em vez de negar automaticamente com base em pequenos erros. Per Ek, ​​porta-voz da Agência Sueca de Migração, diz que entende que alguns trabalhadores estrangeiros acabam "em uma situação muito difícil" se seus vistos são negados. Mas destaca que o método de avaliação geral está "funcionando sem problemas" para limitar as deportações de trabalhadores qualificados, ao mesmo tempo em que permanece fiel à legislação anterior criada para proteger trabalhadores de todos os setores. "Estamos aqui por uma razão clara. Temos que garantir que a legislação e as leis sejam cumpridas... e estamos fazendo nosso melhor para informar a todos que estão vindo aqui sobre que tipo de regras ou requisitos precisam ser cumpridos", disse. Pelo menos 550 pessoas tiveram seus vistos de trabalho negados em 2019, incluindo cerca de 50 que trabalham na área de TI e programação, número significativamente menor do que o registrado em 2017 e 2018. No entanto, a advogada Alexandra Loyd acredita que a agência ainda tem a tendência de "seguir as regras" — rejeitando casos em que não há precedentes legais e aguardando a recursos nos tribunais, em vez de adotar um olhar mais amplo no início de cada processo de renovação de vistos. "Há uma falta de previsibilidade no sistema e nas decisões da Agência de Migração", argumenta. O engenheiro de vendas Ali Omumi está agora de volta à Suécia, onde assumiu um novo cargo na sua antiga empresa, a ABB. Mas garantir seu retorno foi um processo longo. O iraniano se mudou temporariamente para Istambul, na Turquia, com a família enquanto procurava novas oportunidades de trabalho na Suécia e em outros lugares do norte da Europa. Inicialmente, ele alugou a casa que tinha na Suécia, mas logo foi forçado a vendê-la abaixo do valor mercado, ao ser informado de que havia violado as regras que proíbem a maioria dos proprietários de imóveis no país de alugar suas propriedades, a menos que se mudem por motivo de trabalho, estudo, doença ou para viver com um parceiro ou parentes — e nenhum dos casos se aplicava a Omumi. Zena Jose está recorrendo atualmente da decisão que negou a extensão do seu visto de trabalho Zena Jose via BBC Quando recebeu a oferta de emprego na Suécia, ele foi inicialmente impedido de solicitar um novo visto, porque a Autoridade de Migração disse que ele não estava fora do país por tempo suficiente, decisão que acabou sendo anulada. O Centrum för Rättvisa está, agora, o ajudando a processar o Estado sueco pela perda de rendimentos durante o período em que esteve fora. É a primeira vez que um trabalhador deportado apresenta uma ação desse tipo — e ele pode receber cerca de 600 mil coroas suecas (cerca de R$ 260 mil). "O principal objetivo é reconhecer que o que aconteceu está errado, e garantir que a Agência de Migração não faça mais isso", diz Loyd, que espera que o caso seja um marco. Se o processo chegar ao Supremo Tribunal da Suécia, poderá estabelecer um precedente para outros trabalhadores deportados que acreditam que foram tratados injustamente. "Espero que esse processo faça com que os tomadores de decisão elaborem uma legislação melhor, na qual os talentos internacionais possam vir para cá... e permanecer na Suécia enquanto estiverem contribuindo", acrescenta Omumi. "No fim das contas, será uma Suécia melhor para todos". A Agência de Migração da Suécia prefere não especular sobre o potencial impacto do processo. "Vamos deixar que eles tomem a decisão primeiro nesse caso, para que possamos comentar", disse o porta-voz, Per Ek. A agência não comentou sobre os detalhes do caso de Omumi. Quem ainda é afetado? Enquanto isso, muitos trabalhadores estrangeiros qualificados permanecem no limbo. A indiana Zena Jose, que é desenvolvedora web, está recorrendo atualmente da decisão que negou a extensão do seu visto. A jovem de 28 anos atua em uma start-up em Estocolmo, mas trabalhou anteriormente para uma grande empresa na capital sueca, após uma temporada de serviço remoto em Mumbai. A falha do seu primeiro empregador em cancelar o visto original foi, segundo ela, o erro administrativo que justificou sua deportação. "É muito desanimador, porque não é minha culpa que isso esteja acontecendo, não fiz nada de errado. Mas sou eu que tenho que pagar por isso", desabafa. Ela foi aconselhada a não deixar a Suécia enquanto recorre da decisão, pois poderá enfrentar problemas se voltar ao país sem a documentação válida. Isso significa que ela não pôde visitar a família durante o Natal. "É muito deprimente porque não posso visitar minha família ou meus amigos... e já faz quase um ano", diz. O australiano Aniel Bhaga, de 34 anos, trabalhou até recentemente como desenvolvedor de negócios da marca de roupas sueca H&M em Estocolmo, mas perdeu uma batalha jurídica de três anos para permanecer no país em outubro, devido a erros administrativos cometidos por start-ups para as quais ele havia trabalhado anteriormente. "Construí uma rede profissional enorme, uma rede muito, muito boa de família e amigos aqui, construí minha vida", lamenta. Bhaga agora mora com os pais em Brisbane, na Austrália, e trabalha como freelancer enquanto prepara um novo pedido de visto de trabalho para retomar seu emprego na H&M. Embora esteja farto desta situação, ele acredita que "tem sorte", uma vez que "há muitas pessoas em situações mais difíceis... que não têm um bom país para voltar", enquanto aguardam o processo. Uma questão polêmica O governo da Suécia levou a questão para a esfera política, mas o avanço tem sido lento. Um acordo assinado em janeiro do ano passado entre o Partido Social Democrata, de centro-esquerda, do primeiro-ministro, Stefan Löfven, os Verdes, e dois pequenos partidos de centro-direita previa "resolver o problema" do kompetensutvisional e estabelecer um novo visto para talentos profissionais estrangeiros altamente qualificados a partir de 2021. Desde então, no entanto, poucos detalhes concretos foram divulgados — e o ministro da Justiça e das Migrações, Morgan Johansson, se recusou a dar entrevista para esta reportagem. A migração de mão de obra continua sendo, de maneira geral, uma questão polêmica, com partidos da oposição e sindicatos de trabalhadores apresentando diferentes pontos de vista sobre as principais prioridades para quaisquer mudanças adicionais na legislação. Alguns querem limitar os vistos, oferecendo apenas a estrangeiros que trabalham em profissões onde há escassez comprovada de mão de obra, enquanto outros querem ainda mais flexibilidade quando se trata de lidar com pequenos erros administrativos cometidos pelos empregadores. Enquanto isso, uma série de reportagens divulgadas recentemente, como um documentário da emissora sueca SVT sobre a exploração de trabalhadores vietnamitas em um salão de beleza, esquentaram o debate ao expor o que pode acontecer ao se burlar os regulamentos atuais. Matthew Kriteman, diretor de operações da Diversify Foundation, diz que a Suécia está sendo pressionada por duas forças distintas — segundo ele, as autoridades ainda "estão descobrindo o caminho de como manter a tradição dos regulamentos trabalhistas", e ao mesmo tempo "integrar o talento estrangeiro necessário para diversificar". Ele acredita que o caso da Suécia deve ser observado de perto, uma vez que o kompetensutvisning vai muito além de uma série de batalhas judiciais individuais ou debates internos. "Acho que reflete os desafios da quarta revolução industrial, onde a tecnologia, as ideias e a inovação são mais fluidas", avalia. "No que diz respeito à mobilidade, esse é um problema do futuro... não há dúvida de que a inovação e os verdadeiros talentos realmente [têm] um mercado enorme com diferentes destinos pela frente." "Se você quer crescer, prosperar e tornar as empresas globais, precisa de talento internacional para trazer esse 'tempero' extra a todas as empresas e equipes", concorda Aniel Bhaga, alertando que os profissionais estrangeiros na Suécia vão ficar cada vez mais tentados a se mudar para cidades como Berlim ou Londres, se o país nórdico não encontrar uma solução de longo prazo para o kompetensutvisning. Ele argumenta que "aumentar a conscientização" sobre as regras atuais entre empregados e empregadores é o primeiro passo fundamental, assim como uma "colaboração melhor" entre as grandes empresas e start-ups, sindicatos e políticos do país. "Vocês estão atraindo todas essas pessoas para cá. Mas também precisam mantê-las aqui... porque é isso que vai impulsionar a inovação na Suécia." Veja Mais

Chico Chico e João Mantuano exprimem angústia urbana entre prédios

G1 Pop & Arte Single da dupla será lançado em 24 de janeiro com inédita canção gravada em tom folk. Capa do single 'Entre prédios', de Chico Chico & João Mantuano Divulgação Resenha de single Título: Entre prédios Composição: Chico Chico Artistas: Chico Chico & João Mantuano Gravadora: Astronauta Discos Cotação: * * * 1/2 ♪ Filho de Cássia Eller (1962 – 2001), o carioca Francisco Ribeiro Eller – artisticamente conhecido como Chico Chico – tem pavimentado caminhos paralelos que costumam se cruzar em trajetória musical que ainda não o dissociou totalmente da imagem emblemática da mãe cantora, sobretudo pelo timbre similar da voz. Um desses caminhos tem sido percorrido por Chico Chico em dupla com o conterrâneo João Mantuano, cantor e violonista que, desde 2017, também integra a banda 13.7 com o amigo com quem convive de forma comunitária em conjunto de casas no bairro carioca de Santa Teresa. Após se apresentar em shows feitos em dupla a partir de 2018, Chico Chico & João Mantuano lançam o single Entre prédios na próxima sexta-feira, 24 de janeiro. Um mês após apresentar o single Salve-se quem puder, editado em dezembro de 2019, Chico e Mantuano voltam ao mercado fonográfico com inédita canção folk de autoria de Chico. Levada pelo violão ao longo de mais de seis minutos, a gravação foi feita em 17 de setembro de 2019, com produção musical de Leonardo Rivera, diretor do selo Astronauta Discos. Entre prédios é canção de tom confessional que exprime certa angústia do autor na selva da cidade ao montar um “cavalo de ferro” – imagem poética para a bicicleta – que o leva a transitar por paisagens urbanas com sentimento de incômodo diante da automação cotidiana das metrópoles. O espírito folk da gravação e a interpretação da canção valorizam composição que, em outro tom, talvez passasse despercebida e tivesse diluído o sentimento que a justifica. Veja Mais

Anitta na capa da revista americana Flaunt e muito mais nas imagens da semana

Anitta na capa da revista americana Flaunt e muito mais nas imagens da semana

R7 - Música Anitta segue dando gás a sua carreira internacional. A cantora, que foi indicada à quatro categorias do Prêmio Lo Nuestro, evento da música latina nos EUA, também foi a escolhida para a capa da nova edição da revista norte-americana Flaunt. Além de posar para um ensaio com um estilo mais clássico, Anitta também falou sobre sua carreira e sobre o que a motiva em suas faixas. "Música pop é o jeito mais fácil de atingir as massas e espalhar informação. Não é só sobre ser bonita ou estar no topo. Eu gosto de passar uma mensagem, não apenas uma música vazia", disse ela. Veja também: Lana Del Rey compartilhando uma selfie fofa com o novo namorado, Normani curtindo férias na Jamaica, a nova tatuagem de Selena Gomez, Kesha conhecendo Nicolas Cage e posando com Marilyn Manson, Joe Jonas com o ator Black Jack e muito mais. Confira:Anitta para a revista Flaunt, dos EUA Foto:Flaunt Magazine Vagalume Foto: Flaunt Magazine Vagalume Foto: Flaunt Magazine Vagalume Foto: Flaunt Magazine Vagalume Lana Del Rey posando para uma selfie com o namorado, Sean Larkin Vagalume Vagalume Christina Aguilera em uma rara aparição pública com o noivo, Matthew Rutler, em Santa Mônica, na Califórnia Vagalume Vagalume Lisa, do BLACKPINK, estampando a capa da Elle coreana Vagalume Vagalume Normani aproveitando as férias na Jamaica Vagalume Vagalume Vagalume Vagalume Selena Gomez exibindo sua nova tatuagem no pescoço, inspirada em seu novo álbum, "Rare" Vagalume Vagalume Nicole Scherzinger e o namorado, Thom Evans, exibindo o físico depois uma malhação Vagalume Vagalume Kesha conhecendo seu ídolo, o ator Nicolas Cage, em um evento especial do filme "Color Out of Space", em Los Angeles, e posando depois novamente com ele, Alex Wolf e Marilyn Manson Vagalume Vagalume Vagalume Vagalume Joe Jonas, dos Jonas Brothers, com o ator Jack Black fazendo uma surpresa aos fãs em um tour bus, em Hollywood Foto: THE HOLLYWOOD FIXTV.COM / BACKGRID Vagalume Jared Leto, vocalista do 30 Seconds to Mars, cumprimentando fãs ao deixar o desfile da Gucci, na Semana de Moda em Milão, na Itália Foto: JACOPO RAULE/GETTY Vagalume Kanye West e a esposa, Kim Kardashian, permanecem de óculos escuros assistindo ao jogo de basquete do L.A Lakers contra os Cleveland Cavaliers, em Los Angeles Foto: ALLEN BEREZOVSKY/GETTY Vagalume Fonte: Vagalume Veja Mais

'1917' vence principal categoria do Sindicato de Produtores dos EUA

G1 Pop & Arte Longa já obteve o Globo de Ouro de melhor drama e recebeu dez indicações ao Oscar, incluindo a de melhor filme. '1917': Veja o trailer O filme de guerra "1917" conquistou, no sábado (18), o maior prêmio anual do Sindicato do Produtores de Hollywood, evento que costuma ser considerado um bom termômetro das indicações que virão no Oscar em fevereiro. Dirigida por Sam Mendes, a história sobre dois soldados britânicos em uma missão na Primeira Guerra Mundial já obteve o Globo de Ouro de melhor drama e recebeu dez indicações ao Oscar, incluindo a de melhor filme. Ao receber o prêmio de Melhor Produção Cinematográfica do Sindicato de Produtores dos Estados Unidos (PGA) em uma cerimônia em Los Angeles, Sam disse que fazer esse filme foi "instrutivo, alegre e, de longe, a melhor experiência da minha vida profissional". "Desde o primeiro dia que rodamos - fizemos uma tomada de seis, ou sete, minutos -, pensei 'é excitante'", disse Mendes à AFP. "E nunca olhamos para trás. Tivemos dias complicados, mas nunca duvidei", completou. Dos últimos 30 ganhadores do Oscar de melhor filme, 21 levaram a estatueta do PGA nesta categoria, incluindo "Beleza americana", também de Sam Mendes, em 1999. Brad Pitt, Al Pacino, Robert De Niro e Nicole Kidman, entre outras estrelas, participaram da cerimônia. "Toy Story 4" venceu como melhor filme de animação, e "Apolo 11", como melhor documentário. Já a série de televisão "Fleabag", da britânica Phoebe Waller-Bridge, foi escolhida como melhor comédia; "Succession", melhor drama; e "Chernobyl", melhor minissérie. "Leaving Neverland", documentário sobre as denúncias de abuso sexual contra o astro Michael Jackson, conquistou o prêmio de melhor obra de não-ficção para a televisão. Confira lista dos vencedores (em negrito) nas principais categorias: Melhor produção cinematográfica do ano (Prêmio Darryl F. Zanuck): "1917" "Ford vs Ferrari" "O Irlandês" "Jojo Rabbit" "Coringa" "Entre facas e segredos" "Adoráveis mulheres" "História de um casamento" "Era uma vez em Hollywood" "Parasita" Melhor produção cinematográfica de animação do ano: "Abominável" "Frozen 2" "Como Treinar o seu Dragão 3" "Link Perdido" "Toy Story 4" Melhor produção televisiva de drama em episódios (Prêmio Normal Felton): "Big little lies" "The Crown" "Game of thrones" "Succession" "Watchmen" Melhor produção televisiva de comédia em episódios (Prêmio Danny Thomas): "Barry" "Fleabag" "The marvelous mrs. Maisel" "Schitt's creek" "Veep" Melhor documentário: "Advocate" "American Factory" "Apollo 11" "The Cave" "For Sama" "Honeyland" "One Child Nation" Melhor minissérie para TV: "Chernobyl" "Fosse/Verdon" "True Detective" "Unbelievable" "When They See Us" Melhor produção de Game & Competição para TV: “The Amazing Race” (31ª temporada) “The Masked Singer” (1ª temporada) “RuPaul’s Drag Race” (11ª temporada) “Top Chef” (16ª temporada) “The Voice” (16ª e 17ª temporadas) Veja Mais

WhatsApp tem instabilidade neste domingo: app não envia áudios, imagens e vídeos

WhatsApp tem instabilidade neste domingo: app não envia áudios, imagens e vídeos

canaltech Vários usuários em todo o mundo acordaram sem conseguir enviar ou receber mensagens com áudio, fotos e vídeo na manhã deste domingo (19). Aparentemente, isso por enquanto não afeta os textos. De acordo com o site DownDetector, que monitora o funcionamento de vários apps populares, o problema começou por volta das 7h e as manifestações desse problema tem aumentado desde as 9h. Arquivos compartilhados entre contatos ficam pendentes e não carregam: Imagem: Reprodução/Canaltech A Europa é a região mais afetada, principalmente na Alemanha, Holanda, Inglaterra, França e Espanha. Há um grande pico também em Dubai e outras localidades, como Rússia e Índia, também vem sofrendo com essa instabilidade. Na América do Sul, o Brasil e o Uruguai são os países com mais reclamações. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Imagem: Reprodução/Down Detector Em solo tupiniquim, há grande concentração de baixa do app nas capitais, especialmente em Brasília, São Paulo e Curitiba. Imagem: Reprodução/Down Detector Por volta das 10h20, alguns usuários começaram a receber as mensagens atrasadas. Por enquanto, não há uma posição oficial do WhatsApp e continuamos de olho. Assim que houver novidades, atualizaremos essa matéria. E com você, também aconteceu esse problema? Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Coringa entra para o elenco de Mortal Kombat 11 e impressiona com seu “Fatality” O que são aqueles "bipes" que ouvimos durante as transmissões da NASA? Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo Veja Mais

Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa

Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa

canaltech Nesta quinta-feira (16), a empresa de cibersegurança ESET divulgou algumas dicas para intensificar a segurança do Wi-Fi doméstico. Acontece que, em setembro de 2019, pesquisadores da empresa descobriram 125 falhas de segurança em roteadores das marcas mais populares do mercado.  Como cada roteador possui características e funcionalidades diferentes, é importante saber qual é o tipo do seu e as configurações, então é bom ter em mãos o Endereço IP do roteador e seguir as dicas da empresa. Como usar, com segurança, o Wi-Fi grátis de redes públicas Uma delas é modificar o nome de usuário e a senha padrão: as senhas e usuários dos roteadores normalmente são configuradas dentro de um padrão de fábrica, para que os usuários entrem na página de configuração e os alterem por conta própria. Se essa modificação não for feita, qualquer invasor que conseguir entrar na rede poderá acessar seu roteador apenas com a senha padrão disponível no site do fabricante. Portanto, esta etapa é essencial para a segurança da rede. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Usar senhas complexas também é uma boa: quando entrar no site de acesso ao seu roteador e Wi-Fi, é ideal configurá-lo com senhas complexas, com vários caracteres, incluindo letras maiúsculas, números e símbolos. De preferência, a senha não deve ter relação com o seu nome, profissão, endereço, idade, aniversário entre outros. Controlar o acesso à rede, filtrando quem se conecta na sua rede, para diminuir a possibilidade de acesso de desconhecidos, mesmo que a pessoa tenha a senha correta da sua rede. Essa restrição geralmente é aplicada ao Controle de Acesso ao Meio (MAC) e existem duas maneiras de implementá-la: com a lista negra, ou seja, todos os dispositivos incluídos nesta lista não poderão acessar a rede, ou justamente com a lista de permissões, em que todos os dispositivos incluídos nesta lista poderão acessar a rede. Outra dica é desativar a opção de gerenciamento remoto do roteador: embora nem sempre seja possível, é recomendável que essa configuração seja desativada para que apenas os dispositivos conectados ao roteador através de um cabo sejam capazes de alterar configurações. O objetivo disso é que, se um invasor conseguir violar a segurança da rede Wi-Fi, ele não poderá acessar essas configurações, a menos que tenha acesso físico ao roteador. Por fim, configurar uma rede de convidados com sua própria senha e configurações de segurança, ajuda a evitar que invasores tenham acesso a sua rede a partir de aparelhos de terceiros que tenham se conectado à sua internet também é uma das dicas. Esse procedimento também impede que quem use sua rede se conecte com os seus aparelhos. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? WhatsApp tem instabilidade neste domingo: app não envia áudios, imagens e vídeos Coringa entra para o elenco de Mortal Kombat 11 e impressiona com seu “Fatality” O que são aqueles "bipes" que ouvimos durante as transmissões da NASA? Veja Mais

Caixa libera empréstimo mesmo para negativados com utilização do FGTS

R7 - Economia Você está precisando de dinheiro para fazer uma reforma ou ampliação na casa ou está pensando em quitar todas suas dívidas, mas não tem todo o dinheiro que precisa? Você sabia que é possível solicitar rapidamente um Empréstimo Consignado com garantia do FGTS na Caixa Econômica Federal? Agora você já pode utilizar o seu FGTS […] O post Caixa libera empréstimo mesmo para negativados com utilização do FGTS apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Pente fino do INSS 2020: É possível recuperar benefício cortado?

R7 - Economia Perdeu sua aposentadoria no pente fino? Ou seu auxilio doença? Fique atento a essas dicas! O QUE É O PENTE FINO? Em todo país, 261 mil benefícios foram cancelados em 120 dias. Deste total, 59% eram recebidos irregularmente pelos representantes legais de beneficiário falecido, o chamado pagamento pós-óbito. O Pente-fino é, de fato, uma medida importante para […] O post Pente fino do INSS 2020: É possível recuperar benefício cortado? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Mosca da carambola prejudica a venda de frutas de agricultores de Roraima

G1 Economia Pelo menos 36 variedades estão sendo afetadas. Estimativa é que o problema prejudique 60% da produção que é vendida para outros estados. Mosca da carambola prejudica a venda de frutas de agricultores de Roraima Agricultores de Roraima estão enfrentando restrições para vender as frutas que produzem por causa de uma praga: a mosca da carambola, que, apesar do nome, ataca vários tipos de frutas. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Para enfrentar o problema, o Ministério da Agricultura ampliou a área de quarentena no estado. Com isso, a estimativa é que o problema prejudique 60% da produção que é vendida para outros estados. Pelo menos 36 tipos de frutas estão sendo afetadas. Além disso, fazendas que não possuem a praga também não poderão vender, se estiverem dentro da área de quarentena. As frutas só podem ser vendidas nas regiões em que são produzidas. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Veja Mais

Jáchymov, a cidade tcheca que deu ao mundo o dólar e a bomba atômica

G1 Economia Quinhentos anos depois de cunhar a moeda que deu origem ao dólar, uma pequena cidade mineira está aprendendo a lidar com seu passado. Jáchymov, na República Tcheca BBC/MARTIN TRABALIK O dólar americano é a moeda mais usada no mundo. É o padrão-ouro não oficial. Segundo o Fundo Monetário Internacional, 62% das reservas financeiras do planeta são mantidas em dólares — mais do que o dobro do total de reservas estrangeiras em euros (Europa), ienes (Japão) e renminbi (China) somados. Trinta e uma nações o adotaram como moeda oficial ou usam o mesmo nome para suas moedas; mais de 66 países vinculam o valor de suas moedas a ele; e agora é aceito em lugares tão distantes quanto a Coreia do Norte, Sibéria e estações de pesquisa no Polo Norte. Um lugar onde o dólar não é aceito, porém, é a pequena cidade tcheca de Jáchymov — o que é irônico, porque foi nela, escondido nas montanhas arborizadas, que o dólar surgiu, 500 anos atrás, em janeiro de 1520. Mas quando puxei uma nota de um dólar com o rosto de George Washington da minha carteira no museu da Casa da Moeda de Jáchymov, o mesmo local onde os primeiros ancestrais do dólar foram cunhados, o professor Jan Francovič sorriu e me deteve. "Não vejo uma nota dessas há muito tempo", disse ele, chamando dois colegas. "Em Jáchymov, aceitamos apenas coroas, euros ou, às vezes, rublos russos. Você é o primeiro americano a vir aqui em mais de três anos." Bem-vindo a Jáchymov: uma cidade sonolenta de 2.700 pessoas, perto da fronteira tcheco-alemã, que é a casa do dólar e um lugar onde não há nenhum dólar. Provavelmente, você nunca ouviu falar da cidade. Você provavelmente não sabia que ela se tornou Patrimônio Mundial da Unesco. E você provavelmente nunca soube que a moeda que alimenta o "mundo livre" se originou nesta cidade que ainda sofre após o colapso do comunismo e que tem mais bordéis do que bancos. De fato, você pode passar um dia subindo e descendo a rua principal de Jáchymov, passando por seus edifícios góticos e renascentistas abandonados, pelo opulento aglomerado de spas na base do vale e ir até seu castelo do século 16 sem nunca perceber que era o berço do dólar. "Como você soube? Não há sinais disso em lugar nenhum — a maioria das pessoas que moram aqui nem sabe!", disse Michal Urban, diretor de uma ONG local e um dos autores da indicação da cidade para a Unesco, enquanto descíamos uma escada escura e entrávamos no porão da Casa da Moeda. "Nenhuma outra cidade mineira do mundo teve uma influência tão grande quanto Jáchymov, mas esquecemos nossa história." Muito antes de Jáchymov existir, as montanhas ondulantes que separavam as regiões que hoje são Boêmia e a Saxônia eram governadas por lobos e ursos que vagavam por suas florestas virgens. Quando grandes quantidades de prata foram descobertas em 1516, o nobre empresário local, o conde Hieronymus Schlick, batizou a área de Joachimsthal ("vale de Joachim") em homenagem ao avô de Jesus, o santo padroeiro dos mineiros. "Na época, a Europa era um continente de cidades-Estado com governantes locais disputando o poder", explicou o historiador local Jaroslav Ochec. "Sem uma unidade monetária padrão entre eles, uma das maneiras mais eficazes de os governantes afirmarem seu controle era cunhar sua própria moeda, e foi o que Schlick fez." A autoridade boêmia que governava na época concedeu oficialmente a Schlick permissão para cunhar suas moedas de prata em 9 de janeiro de 1520. O conde estampou uma imagem de Joachim na frente, o leão boêmio no verso e nomeou sua nova moeda "Joachimsthalers" — que logo foi reduzida para "Thalers". Numa época em que o conteúdo metálico das moedas era o único determinante do valor, Schlick fazia duas coisas inteligentes para garantir a propagação e a sobrevivência da moeda. Primeiro, ele fazia o thaler do mesmo peso e diâmetro da moeda de 29,2 g Guldengroschen, usada em grande parte da Europa central, o que facilitou a aceitação pelos reinos vizinhos. E, principalmente, ele cunhou o maior número de moedas que o mundo já tinha visto. Em apenas 10 anos, Joachimsthal se transformou: de um povoado de 1.050 pessoas no maior centro de mineração da Europa — um movimentado centro de 18.000 pessoas com 1.000 minas de prata que empregavam 8.000 mineiros. Em 1533, Joachimsthal era a segunda maior cidade da Boêmia, depois de Praga, e em meados do século 16, Urban calcula que cerca de 12 milhões de thalers cunhados nessas montanhas haviam se espalhado por toda a Europa — muito mais do que qualquer outra moeda do continente. As reservas de prata de Joachimsthal logo secaram, mas em 1566, o thaler era tão conhecido em toda a Europa que, quando o Sacro Império Romano procurou estabelecer um padrão de tamanho e teor de prata para as muitas moedas locais em seu reino, escolheu o thaler, chamando todas as moedas de prata de "Reichsthalers" ("thalers do império"). "Nos 300 anos seguintes, muitos países ao redor do mundo modelaram seu dinheiro com base no thaler", disse Urban, olhando para a vista da mina mais antiga em operação contínua da Europa e do castelo Schlick. "Logo, o thaler começou a ter uma vida própria longe daqui." Quando os governantes da Europa começaram a remodelar suas moedas com base no thaler, eles também as renomearam em seus próprios idiomas. Na Dinamarca, Noruega e Suécia, o thaler ficou conhecido como o "daler". Na Islândia, foi o "dalur". A Itália tinha o "tallero", que não deve ser confundido com o "talar" (Polônia), o "tàliro" (Grécia) ou o "tallér" (Hungria). Na França, era "jocandale" e "em pouco tempo havia cerca de 1.500 imitações circulando no Sacro Império Romano", escreve Jason Goodwin em seu livro Greenback: The Almighty Dollar and the Invention of America (Greenback: O Todo-Poderoso Dólar e a Invenção da América, em tradução livre). O thaler logo se espalhou para a África, onde foi usado na Etiópia, Quênia, Moçambique e Tanzânia até os anos 1940 — e em grande parte da Península Arábica e na Índia, onde ainda estava em circulação no século 20. A moeda oficial da Eslovênia era o "tolar" até 2007. O dinheiro em Samoa ainda é chamado de "tālā". Hoje, as moedas da Romênia ("leu"), Bulgária ("lev") e Moldávia ("leu") têm o leão estampado no primeiro thaler há 500 anos na origem de seus nomes. Mas foi o leeuwendaler holandês ("dólar do leão", ou "daler", abreviado — pronunciado quase de forma idêntica ao "dólar" inglês) que deu o nome à moeda americana. Depois de chegarem a Nova Amsterdã no século 17 com colonos holandeses, os dalers se espalharam rapidamente pelas Treze Colônias, e colonos de língua inglesa começaram a chamar todas as moedas de prata com o mesmo peso assim. O dólar se tornou a moeda oficial dos EUA em 1792 e, desde então, o dólar inspirado no thaler continuou seu avanço por todo o mundo, até lugares como Austrália, Namíbia, Cingapura e Fiji. No entanto, quando Urban e Ochec me levaram para fora da casa da moeda e passamos por uma cerca de arame farpado e uma torre de vigia militar, entendi que as minas de Jáchymov também têm motivo muito mais sombrio para a fama. Casa da moeda de Jáchymov, na República Tcheca BBC/ELIOT STEIN Quando as reservas de prata da cidade diminuíram, os mineiros começaram a encontrar uma misteriosa substância negra que levou a uma incidência alarmante de doenças pulmonares fatais. Eles chamaram o mineral de uraninita de "Pechblende" ("pech" significa "má sorte" em alemão). Enquanto vasculhava as minas da cidade em 1898, uma física chamada Marie Curie identificou que o mesmo minério que havia produzido os primeiros dólares continha dois novos elementos radioativos: rádio e polônio. A descoberta desfigurou as mãos de Curie, acabou matando-a e a levou a se tornar a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel. Mas também preparou o cenário para o improvável segundo ato da cidade: as mesmas minas que cunharam a moeda mais importante do mundo agora impulsionariam a corrida às armas nucleares. Nas décadas seguintes, as minas de prata reabertas da cidade se tornaram a principal fonte de rádio do mundo. Os nazistas testaram um reator nuclear aqui. O "pai da bomba atômica", J. Robert Oppenheimer, escreveu sua tese sobre os poços ricos em urânio de Joachimsthal. E depois que a Tchecoslováquia recuperou Joachimsthal da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial — renomeando-a Jáchymov e expulsando a população de língua alemã que viveu aqui por séculos com colonos tchecos — o governo assinou um tratado secreto com Joseph Stalin que transformou a cidade em um campo de concentração russo. "Isso começou um período muito duro da nossa história", disse Urban, percorrendo os bosques ao longo da recém-aberta trilha de 8,5 km, chamada O Inferno de Jáchymov, que desce o vale, desde o centro de mineração de prata até o campo de concentração soviético. "Antes da guerra, as pessoas que moravam aqui eram muito orgulhosas de criar o dólar. Mas quando a população mudou, essa memória foi perdida e as minas foram exploradas para ajudar a Rússia a criar sua bomba atômica." Depois que a bomba atômica de Oppenheimer terminou efetivamente a Segunda Guerra Mundial, cerca de 50.000 prisioneiros políticos soviéticos foram enviados para Jáchymov, entre 1949 e 1964, para cavar e carregar urânio para alimentar o arsenal atômico da URSS. Isso quer dizer que dois dos símbolos mais fortes de poder no mundo moderno, o dólar e as armas nucleares, provêm desta pitoresca cidade mineira nas colinas da Boêmia. Hoje, Jáchymov ainda está em disputa com seu passado tumultuado. As vastas várzeas que antes marcavam o vale começam a ser engolidas por árvores sempre verdes. As fileiras de casas do século 19, construídas com níveis tóxicos de resíduos de urânio, estão sendo lentamente destruídas e restauradas. E a última mina em operação de Jáchymov, Svornost, que forneceu prata para os primeiros dólares, agora bombeia água radioativa para um trio de resorts luxuosos que anunciam "terapia com água de radônio". Ainda não há sinais em Jáchymov de que a cidade reivindique sua legítima posição como o berço do dólar. Mas se você for ao museu da Casa da Moeda da cidade e pedir aos funcionários que lhe mostrem o que há de novo, eles apontarão orgulhosamente para trás de uma mesa e mostrarão uma pequena moldura com a carinha de George Washington. Veja Mais

Marília Mendonça mostra 'Frieza' na gravação de show de Murilo Huff em Goiânia

G1 Pop & Arte Compositor com músicas gravadas por alguns dos maiores nomes do universo pop sertanejo, o goiano Murilo Huff tem investido na carreira de cantor. Neste ano de 2020, o artista lança o segundo volume do projeto audiovisual Pra ouvir tomando uma. A gravação ao vivo deste segundo show foi feita por Huff em Goiânia (GO) na noite de quarta-feira, 15 de janeiro, com a presença da namorada Marília Mendonça. Interrompendo o recesso profissional para cuidar do filho do casal, Léo, nascido em 16 de dezembro, a cantora participou da gravação do álbum ao vivo Pra ouvir tomando uma – Volume 2, fazendo dueto com Huff na música inédita Frieza, composta pelos dois artistas. Na segunda edição de Pra ouvir tomando uma, Huff registrou nove músicas inéditas entre regravações de cinco composições e de outros sucessos aglutinados em pot-pourri. Matheus Barcelos orquestrou a produção musical do show em que, além de Marília, Murilo Huff recebeu no palco o cantor Jorge e a dupla sertaneja Henrique & Juliano. Cabe lembrar que Marília Mendonça também integrou o time de convidados do primeiro volume do projeto Pra ouvir tomando uma, dividindo com o cantor a interpretação da música Dois enganados na gravação ao vivo lançada em abril de 2019. Veja Mais

Passageiro 'sequestra' TV de aeroporto para jogar enquanto espera voo

Passageiro 'sequestra' TV de aeroporto para jogar enquanto espera voo

Tecmundo Quem costuma viajar de avião sabe que voos podem atrasar, escalas volta e meia são longas demais e as pessoas simplesmente perdem a paciência com mais frequência em aeroportos. Posssivelmente entediado às 4 horas e 30 minutos do horário local, um passageiro foi flagrado no Portland International Airport, no estado norte-americano de Oregon, jogando PlayStation 4 no meio do terminal de embarque.Para fazer isso, ele simplesmente pegou um dos monitores do aeroporto, que exibe propagandas, mensagens da administração, o mapa do estabelecimento ou status de voos, e conectou a tela a um PS4. Em vários casos, esses displays públicos têm as entrdadas seladas ou são modelos sem conectividade física, o que não era o caso.Leia mais... Veja Mais

'EFEITO JESUS', CLUBE-EMPRESA E LUAN! Comenta Quem Sabe - Programa Completo

'EFEITO JESUS', CLUBE-EMPRESA E LUAN! Comenta Quem Sabe - Programa Completo

Fox Sports Brasil Vanessa Riche, Raisa Simplício, Renata Silveira e Luciana Zogaib debateram sobre os assuntos que agitaram a semana do mundo da bola. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #JorgeJesus #Flamengo #Luan Veja Mais

Um ano após Brumadinho, alta cúpula da Vale tenta se defender de acusações

R7 - Economia Foi dentro de um jato particular da Vale, durante a viagem de volta ao Brasil, depois de participar do Fórum Econômico de Davos, na Suíça, que Fabio Schvartsman, então presidente da mineradora, recebeu a notícia do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). Um ano após a tragédia de 25 de janeiro, um dos maiores acidentes ambientais do mundo, que deixou 259 pessoas mortas - 11 ainda estão desaparecidas -, o executivo está imerso na preparação de sua defesa. O voo de Davos tinha São Paulo como destino final. Ele passaria o fim de semana com a família. Ainda no ar, recebeu um telefonema do diretor de sustentabilidade e relações institucionais da Vale, Luiz Eduardo Osório. Na mesma hora, decidiu pousar no Rio. A ligação mudou a rota de sua carreira. Aos 65 anos, o ex-principal executivo da Vale tinha dito que coroaria sua trajetória profissional à frente da mineradora. Agora, tenta se livrar de potenciais processos de negligência que possam recair sobre ele. A expectativa é de que o Ministério Público de Minas Gerais apresente nos próximos dias as denúncias criminais contra a Vale e seus principais gestores. Considerado um dos maiores executivos do País, após passagens pela empresa de papel Klabin e pelo grupo Ultra, Schvartsman assumiu o comando da Vale em maio de 2017, sob o lema "Mariana nunca mais". Em função da tragédia de Brumadinho, está afastado do grupo desde março de 2019 a pedido do Ministério Público Federal e de Minas Gerais. O executivo não aceitou ser amparado pela área jurídica da mineradora. Contratou uma equipe estrelada de advogados criminalistas, entre eles a banca de Pierpaolo Bottini, que defendeu o empresário Joesley Batista, um dos donos da Friboi. A defesa de Schvartsman também chamou o escritório Barbosa, Mussnich e Aragão (BMA) para fazer uma investigação interna a pedido do próprio executivo para vasculhar milhares de e-mails, trocas de mensagens de celular e atas de reunião que o executivo participou para mostrar que ele não teve responsabilidade direta no acidente. Com perfil discreto, mas posicionamento firme em grandes negociações, Schvartsman está recolhido nos últimos meses, mas não saiu totalmente de cena. Costuma ser visto nos principais restaurantes da região da Faria Lima, principal corredor do mercado financeiro do País. Neste mês, viajou com sua família para os Estados Unidos. Procurados, o executivo e a defesa não quiseram conceder entrevista. A Vale informou que coloca à disposição assessoria jurídica a seus empregados por se tratar de uma investigação sobre fatos ocorridos durante o exercício de suas atividades profissionais. 'Seguro reputação' Para se defenderem de potenciais acusações de negligência pela tragédia ambiental de Brumadinho, executivos da Vale acionaram o seguro de responsabilidade civil de diretores e Administradores (D&O), conhecido no mercado como "seguro de reputação". Comum nos EUA, essa cobertura é concedida ao alto escalão de grandes empresas que têm riscos ambientais ou que podem enfrentar processos de corrupção. No caso da Vale, esse seguro garante não só a defesa jurídica, mas a proteção do patrimônio pessoal dos principais executivos, de atos e decisões tomadas por eles em suas funções em cerca de US$ 150 milhões. Antes do desastre de Mariana, essa cobertura, feita pela seguradora Zurich, era de US$ 200 milhões. Após a tragédia de Brumadinho, quatro executivos da Vale foram afastados. Além de Fabio Schvartsman, saíram Peter Poppinga, diretor da área de ferrosos e carvão do grupo, Lúcio Flávio Gallon Cavalli, de planejamento, e Silmar Magalhães Silva, de operações do corredor sudeste. Todos continuam recebendo salários da Vale. Responsável pelas operações da mineradora, Peter Poppinga corre o risco de ser responsabilizado criminalmente pelo acidente, dizem fontes. Apesar do afastamento de Poppinga ter sido anunciado como temporário, seu contrato com a Vale terminou no ano passado. Fora do mercado, ele vive em compasso de espera de uma eventual denúncia. Representado pelo escritório David Rechulski, Poppinga tem adotado postura colaborativa com as autoridades. Também entregou seus passaportes - brasileiro e alemão, já que tem dupla nacionalidade - depois que o Ministério Público Federal tentou pedir sua prisão alegando a possibilidade de fuga do País. O executivo já enfrentava ação penal relativa ao rompimento da barragem da Samarco, joint venture entre Vale e BHP, em Mariana, em novembro de 2015, por ser conselheiro de administração do grupo. Em setembro passado, contudo, o juiz do caso Samarco rejeitou a denúncia do MPF contra os membros do conselho. Uma análise técnica sobre barragens preparada pelo especialista em mineração, Juarez Saliba, que é executivo da Vale, e um relatório de governança e risco e compliance da auditoria Delloite, que foram pedidos por Fabio Schvartsman antes do acidente de Brumadinho, serão usados pelas defesas dos executivos. Procurados, Zurich, Delloite e Rechulski não comentam. Queda na arrecadação A paralisação de operações de minas da Vale após Brumadinho gerou perda de R$ 22,3 bilhões em receitas para a economia de Minas Gerais no ano passado. A estimativa Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) leva em conta perdas na indústria extrativa e em outros setores da economia. A retração do setor e a crise fiscal no Estado levaram a entidade a projetar uma queda de 1,24% do PIB mineiro em 2019, contra estimativa de crescimento de 3,3% antes do desastre. Os impactos negativos devem continuar em 2020. Ações voltam a patamar de antes de Brumadinho O rompimento da barragem de Brumadinho arranhou a reputação da Vale, impôs um freio às suas metas de produção, mas, diante das proporções da tragédia, o estrago foi limitado do ponto de vista operacional. Após perder R$ 74 bilhões em valor de mercado no pregão seguinte ao desastre, quando era avaliada em R$ 290 bilhões, as ações da Vale já estão no mesmo patamar de antes do acidente. Na sexta-feira, 17, os papéis fecharam a R$ 57, alta de 1,5% sobre dia 24 de janeiro de 2019, um dia antes do rompimento da barragem. Com a redução da produção de minério da Vale, por causa do desastre, a oferta global da commodity diminuiu. Com isso, o preço do minério teve sustentação no patamar de US$ 100 a tonelada, atingindo um pico, no ano passado, de US$ 120, ante uma faixa de US$ 70 por tonelada antes do desastre. Nos primeiros nove meses de 2019, a receita operacional da Vale totalizou US$ 27,6 bilhões, alta de 3,2% sobre mesmo período do ano anterior. A companhia registrou, contudo, prejuízo de US$ 121 milhões, ante um ganho de US$ 3 bilhões em relação aos nove primeiros meses de 2018. A Vale reportou provisões e despesas de US$ 6,3 bilhões relacionadas à ruptura da barragem de Brumadinho. Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Oscar: conheça 7 categorias da cerimônia que deixaram de existir

Oscar: conheça 7 categorias da cerimônia que deixaram de existir

Tecmundo O Oscar premia anualmente diversos segmentos da indústria cinematográfica, em honra às conquistas e excelências das produções que se destacam. Assim, desde 1929, o evento realizado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas gera expectativas no público, em especial com as classes mais prestigiadas: melhor filme, diretor, ator e atriz.Veja também: Oscar 2020: confira os indicados à maior premiação do cinemaLeia mais... Veja Mais

Patente mostra que Apple pode mudar de ideia e incluir touchscreen em MacBooks

Patente mostra que Apple pode mudar de ideia e incluir touchscreen em MacBooks

canaltech Quando as telas sensíveis ao toque chegaram aos laptops, a maior pergunta no mercado foi: "e a Apple, também vai seguir a tendência e usá-las em seus MacBooks?" Afinal, o primeiro iPhone foi inovador justamente por mudar a maneira como interagimos com um telefone e a touchscreen tem tudo a ver com isso. Contudo, a Maçã vem se negando ao longo dos anos em implementar esse tipo de painel em seus computadores. E, agora, uma patente aponta que isso pode estar mudando. Só para lembrar, Craig Federighi, vice-presidente de engenharia de software da Apple, já falou sobre as razões pelas quais a Apple até hoje não produziu Macs ou MacBooks com telas sensíveis ao toque. "Nós realmente sentimos que a ergonomia do uso de um Mac é com o uso das suas mãos apoiadas em uma superfície; e que levantar o braço para cutucar uma tela é uma coisa bastante cansativa". Imagem: Reprodução/Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos Bem, isso pode estar mudando, especialmente por conta da experiência cruzada entre dispositivos. Ou seja, a Maçã estaria pensando em uma experiência que possa estender a forma como usamos os smartphones em suas outras máquinas. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- O cadastro, publicado no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos na quinta-feira passada (16), fala sobre “interações entre dispositivos” e exemplifica com ações realizadas em um telefone sendo usadas em tarefas em um display de um notebook. Aproveitando dois ou mais dispositivos ao mesmo tempo O principal objetivo do novo método descrito na patente é o usuário interagir com múltiplos dispositivos simultaneamente. "Às vezes, um usuário interage com outros dispositivos para acessar conteúdo armazenado. No entanto, alguns dispositivos têm ou estão conectados a monitores menos adequados para a visualização de conteúdo. Além disso, o usuário às vezes se sente mais confortável com o uso de determinados dispositivos de entrada para interagir com o conteúdo”, justifica a patente. Uma possibilidade é quando alguém usa um MacBook Pro e um iPhone ao mesmo tempo. "Enquanto um segundo dispositivo eletrônico com um segundo monitor é colocado sobre uma primeira região do primeiro monitor, o método inclui a detecção, através de um ou mais dispositivos de entrada do primeiro dispositivo eletrônico, uma primeira entrada do usuário", explica a patente. O documento também aborda foco no olhar dos consumidores, assim como comandos de voz e toques na tela, para determinar onde está sua atenção. Como exemplo, uma pessoa pode assistir a um conteúdo em uma tela maior enquanto controla a reprodução pelo telefone. Os dois aparelhos poderia reconhecer a proximidade dos hardwares e exibir informações relevantes sobre cada um deles enquanto estão juntos. "Os métodos atuais para interagir com o conteúdo exibido em dispositivos eletrônicos estão desatualizados, demorados e ineficientes", diz o texto. Imagem: Reprodução/Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos “Por exemplo, alguns métodos existentes usam interfaces de usuário complexas e demoradas, que podem incluir várias teclas pressionadas ou pressionamentos de tecla e podem incluir interfaces de usuário estranhas. Além disso, esses métodos levam mais tempo que o necessário, desperdiçando energia". Como todo registro de patente, trata-se de uma guia de conceitos que podem ou não se concretizar. Ou seja, não espere que a Apple realmente já vá trazer MacBooks com touchscreen neste ano — mas essa papelada mostra que isso pode acontecer em um futuro breve. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa Coringa entra para o elenco de Mortal Kombat 11 e impressiona com seu “Fatality” Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo Veja Mais

Tia Amélia, pianista pioneira no toque do choro, tem obra reavivada em disco

G1 Pop & Arte Conhecido pela técnica prodigiosa no manuseio do piano, o músico Hercules Gomes reúne 14 composições da antecessora no terceiro álbum. Na crônica A bênção, Tia Amélia, escrita em julho de 1953, o poeta e compositor Vinicius de Moraes (1913 – 1980) conceituou a pianista e compositora pernambucana Amélia Brandão Nery (25 de maio de 1897 – 18 de outubro de 1983) como “uma ressurreição de Chiquinha Gonzaga com bossas novas”. Na realidade, a pianista chegou a viver alguns anos no mesmo tempo de Chiquinha Gonzaga (1847 – 1935), mas, sim, pode ser considerada sucessora da maestrina no toque do piano e, sobretudo, discípula de Ernesto Nazareth (1863 – 1934) na difusão do choro. Consta que Amélia recebeu incumbência na forma de pedido lhe feito por Nazareth (1863 – 1934). “Quando eu morrer, você continue no choro. Não deixe o choro morrer”, teria dito o pianista à colega. Amélia, Chiquinha e Nazareth foram pioneiros pianistas. Ou pianeiros, termo que se usava na época para designar pianistas que transitavam com suingue pela música popular que se formava no Brasil, sobretudo pelo seminal choro. Tia Amélia acatou o pedido de Nazareth e contribuiu para manter o choro vivo entre os anos 1920 e 1930, muito antes de ter perpetuada na TV e nos saraus a imagem da senhora de óculos, e de cabelos presos em coque, que se apresentava ao piano na maturidade a partir da retomada da carreira na década de 1950 na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Enfrentando as pressões da sociedade machista, Amélia driblou as proibições do pai e do marido para interromper a carreira, construindo obra que está sendo reavivada pelo pianista capixaba Hercules Gomes no álbum Tia Amélia para sempre, lançado pelo Selo Sesc neste mês de janeiro de 2020 com capa que expõe a pianista em ilustração de Alexandre Calderero. Idealizado e produzido pelo próprio Hercules, o disco chega ao mercado fonográfico quase 100 anos após o início da trajetória profissional dessa pianista de formação erudita que já tocava de ouvido aos quatro anos de idade, tendo composto a primeira música aos 12. Dois anos após ter celebrado Chiquinha Gonzaga no álbum No tempo de Chiquinha (2018), Hercules Gomes põe a técnica prodigiosa a serviço da obra de Amélia, gravando 14 composições de autoria da pianista. O pianista capixaba Hercules Gomes lança o álbum 'Tia Amélia para sempre' neste mês de janeiro Evelson de Freitas / Divulgação Selo Sesc Hercules é admirador do toque dessa pianeira que interrompeu a carreira em 1937, no auge do sucesso, mas que voltou à cena a partir de 1954, no rádio e na TV, tendo ficado em atividade até 1980. “Tudo nela me chamou a atenção desde a primeira audição: as composições, o gingado, o virtuosismo, a inteligência ao traduzir no piano a linguagem do choro, o carisma, a alegria. (...) Tia Amélia foi uma verdadeira gigante do piano brasileiro”, entusiasma-se Hercules em texto escrito para o encarte da edição em CD do álbum Tia Amélia para sempre. Do início da década de 1950 até 1980, a pianista construiu discografia que totaliza mais de 60 gravações, de acordo com contabilidade do diretor do Instituto Piano Brasileiro, Alexandre Dias, autor de outro texto escrito para o encarte da edição em CD do álbum Tia Amélia para sempre. Pianista de toque gingado que o conecta com a geração de pianeiros de Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga, Hercules Gomes sola cinco – Saracoteando, Cheio de truques, Paulistano, Meu poeta e Saudades suas – das 14 músicas que compõem o repertório do disco, moderno songbook da obra de Tia Amélia. Em Gratidão, o toque do piano de Hercules é harmonizado com o sopro da flauta de Rodrigo Y Castro. Outras cinco composições – Jaboatão, Bordões ao luar, Cuíca no choro, Seresteiro e Chuvisco – foram registradas pelo pianista com a adição de conjunto formado nos moldes dos antigos regionais de choro. As três músicas restantes – Chora coração, Sorriso de Bruno e Dois namorados – foram gravadas com o piano de Hercules Gomes e com banda em arranjos do clarinetista Nailor Proveta. Piano que por vezes soa como orquestra no toque de Hercules. Com este terceiro título de discografia iniciada há sete anos com o álbum Pianismo (2013), Hercules Gomes dá relevante contribuição para a propagação da obra e da bossa nova de Amélia Brandão Nery, a até então esquecida Tia Amélia, pioneira pianeira que, como lhe pediu Ernesto Nazareth, não deixou o choro morrer. Veja Mais

Usuários relatam instabilidade no WhatsApp neste domingo

G1 Economia Entre as principais reclamações citadas por internautas eram as falhas no envio de mídias como áudios e figurinhas. WhatsApp Reprodução/G1 Usuários do WhatsApp usaram as redes sociais para relatar problemas no funcionamento da plataforma neste domingo (19). Entre as principais reclamações citadas por internautas eram as falhas no envio de mídias como áudios e figurinhas. O site Down Detector, que aglomera relatos de consumidores sobre o status de serviços online, apresentou uma alta no nível de reclamações a partir das 7h49, atingindo seu pico por volta das 10h. Usuários relatam instabilidade no WhatsApp neste domingo Down Detector O G1 tentou contato com a assessoria da plataforma, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. A falha no funcionamento acabou rendendo memes criados por internautas no Twitter. Veja repercussão na rede social: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Luca Toni fica indignado ao saber que brasileiros comem pizza com ketchup

O Tempo - Política Ex-centroavante italiano também divide jogadores brasileiros em dois grupos: bonzinhos e loucos Veja Mais

MP 905/19: Conheça as principais mudanças do “Contrato Verde e Amarelo”

R7 - Economia É fundamental que os profissionais de Direito estejam sempre por dentro das atualizações na legislação trabalhista. Você sabe quais foram as mudanças apresentadas pela MP 905? A Medida Provisória nº 905, publicada em 11 de novembro de 2019, recebeu os apelidos de Programa Verde e Amarelo, Contrato de Trabalho Verde Amarelo ou simplesmente Contrato Verde e […] O post MP 905/19: Conheça as principais mudanças do “Contrato Verde e Amarelo” apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

iPhone 11 Pro vs Mi Note 10 Pro: a câmera segura essa barra que é gostar de Xiaomi? | Comparativo

tudo celular A Xiaomi arrasou com as avaliações de câmeras ao colocar um intermediário com câmera de 108 megapixels. Mas no apanhado geral, como o Mi Note 10 Pro se sai frente ao iPhone 11 Pro? Vamos falar sobre... Veja Mais

Galaxy S20 Plus tem suposta renderização divulgada mostrando design

tudo celular Uma nova imagem que está sendo divulgada nas redes sociais confirma o design do Galaxy S20 Plus. Veja Mais

Globo Rural relembra tragédia de Brumadinho, que completa 1 ano nesta semana

G1 Economia 11 pessoas continuam desaparecidas e mais de 70 produtores rurais pediram indenização à Vale, empresa responsável pela barragem que rompeu no dia 25 de janeiro de 2019. Globo Rural relembram tragédia de Brumadinho, que completa 1 ano esta semana O Globo Rural deste domingo (19) relembra um desastre que chocou o Brasil e que completa um ano nesta semana: o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, Minas Gerais. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Centenas de famílias perderam filhos, pais e amigos. Além disso, muita gente que vivia no campo ficou sem terra e sem fonte de renda. O Globo Rural acompanhou o drama dos agricultores logo depois da tragédia, e voltou à região meses depois para reencontrar as famílias atingidas. Quase um ano depois, 11 pessoas continuam desaparecidas e mais de 70 produtores pediram indenização, por meio da Defensoria Pública, sendo que cerca de 30 já fecharam acordo com a Vale. Relembre a reportagem no vídeo acima. Initial plugin text Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Veja Mais

'Nada nunca acaba': Watchmen pode voltar para 2ª temporada

'Nada nunca acaba': Watchmen pode voltar para 2ª temporada

Tecmundo De acordo com o USA Today, Damon Lindelof não deve retornar para uma 2ª temporada de Watchmen, mas isso não significa o fim da produção. O showrunner disse já ter contado a história planejada e não ter interesse em trazer uma sequência, porém revelou que “abençoaria” a ideia, caso a HBO procure outras pessoas para assiná-la.Depois da publicação do site, Casey Bloys, chefe de programação da emissora, divulgou em seu perfil no Twitter uma matéria do Decider, acompanhada da seguinte declaração: “A 2ª temporada de ‘Watchmen’ ainda é uma possibilidade na HBO, apesar das reportagens [referindo-se ao USA Today]”.Leia mais... Veja Mais

A Lenda do Tesouro: terceiro filme da franquia em desenvolvimento

A Lenda do Tesouro: terceiro filme da franquia em desenvolvimento

Tecmundo Depois de 13 anos, A Lenda do Tesouro Perdido irá ganhar um novo filme. De acordo com o The Hollywood Reporter, o roteirista Chris Bremner já está trabalhando no roteiro do longa, que terá Jerry Bruckheimer como produtor.Até o momento, não há qualquer novidade sobre o filme, que pode tanto ser uma sequência de A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos, quanto um remake do primeiro filme, ou até mesmo um reboot da franquia.Leia mais... Veja Mais

Apps do Chrome deixarão de rodar no Windows 10, Linux e MacOs em março

Apps do Chrome deixarão de rodar no Windows 10, Linux e MacOs em março

canaltech O Google já havia anunciado em 2016 que iria encerrar os apps do Chrome nas versões do navegador para Windows 10, Linux e MacOS. Isso porque muitos dos próprios softwares da web já conseguem realizar o que os principais utilitários de browser oferecem e, bem, pouca gente efetivamente faz uso deles. A partir de março, somente as máquinas com ChromeOS é que continuarão tendo acessos aos softwares da Chrome Store. Google Chrome: conheça a mais nova versão do navegador A ideia inicial era encerrar o suporte no final de 2018, mas a companhia decidiu prolongar a vida desses apps para que os desenvolvedores possam realizar a transição desses aplicativos para a web, na forma de Progressive Web Apps, um híbrido de página web com app móvel. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Imagem: Reprodução/ICT Consultants Vale destacar que o fim dos Chrome Apps no Windows 10, Linux e MacOs não quer a dizer a mesma coisa que a morte das extensões. Os apps possuem interfaces próprias e são alojados no sistema, enquanto os complementos são criados para otimizar experiências do navegador. Por isso, esses últimos continuarão sendo desenvolvidos em todas as plataformas, incluindo o novo Edge Explorer, browser da Microsoft baseado na plataforma Chromium, a mesma do Chrome. Como baixar o Microsoft Edge para Windows, Mac, Android e iOS Depois do encerramento dos Chrome Apps, em março, o suporte para os aplicativos terminam em 2020. — entretanto, os clientes com o Chrome Enterprise e o Chrome Education Upgrade continuarão recebendo as atualizações. Em junho de 2021, o Chrome não suportará mais as interfaces de programação de aplicativos NaCl, PNaCl e PPAPI. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Veja Mais

Com programa de mobilidade, Nissan quer futuro com zero emissões

Com programa de mobilidade, Nissan quer futuro com zero emissões

canaltech Um dos slogans usados pela Nissan em sua iniciativa com veículos elétricos é também um repetido pelos executivos da marca quando falam sobre o assunto. A ideia de “inovação que empolga”, como aparece nos materiais de divulgação da marca, é a principal base da iniciativa Inteligent Mobility, que norteia os princípios do que a fabricante acredita ser o futuro da mobilidade, com novos padrões que já são uma realidade nas pistas de corrida e, em menos de dez anos, também uma constante nas ruas das grandes cidades do Brasil e do mundo. O ideal é ambicioso. De acordo com a Nissan, o objetivo é unir inovação, tecnologia e performance para garantir um futuro com zero emissões de carbono e outros poluentes. O trabalho feito pela marca é coordenado e passa pela divulgação dos veículos eletrificados para o público em geral e, também, pela demonstração de performance pura e poder que uma categoria como a Fórmula E proporciona, pelas mãos de pilotos experientes, novatos promissores e circuitos desafiadores. Regras inusitadas e apoio de fãs tornam Fórmula E mais do que corrida limpa São diversos os pilares do Nissan Inteligent Mobility, iniciativa voltada para não apenas fomentar a utilização dos carros elétricos da marca e preservar o meio ambiente, mas também garantir sua integração ao cotidiano das pessoas. O primeiro, claro, é o desenvolvimento dos veículos em si, com o Leaf sendo o principal modelo atual. Na sequência, estão a participação na Fórmula E, como uma forma de demonstrar a performance desta tecnologia, e depois, a instalação de infraestrutura e o reaproveitamento de bateriais de forma a garantir uma continuidade sustentável. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.-   O Chile, onde acontece a terceira etapa da competição, acaba servindo como a principal vitrine dessa empreitada para o restante da América Latina. Estamos falando de um país no qual a indústria automotiva não conta com a interferência do governo, como acontece no Brasil, o que levou a um mercado completamente fragmentado e aberto. São mais de 60 fabricantes presentes, sendo que cada uma das três maiores, grupo no qual a Nissan está localizada, não detém muito mais de 8% de market share cada. “Quando você anda pelas ruas de Santiago, consegue ver carros elétricos em meio ao trânsito. O país é um exemplo importante do que queremos levar para o restante da América Latina”, explica Luis Alberto Pérez, diretor de marketing da Nissan para a região. E aproveitando a terceira etapa da Fórmula E, que aconteceu no último sábado (18) na capital chilena, a marca anunciou um investimento para criação de 1.500 pontos de recarga rápida, cobrindo o país com a infraestrutura necessária para o desenvolvimento da indústria. O total se une a mais unidades, disponíveis nas concessionárias da Nissan, e também a iniciativas em andamento com fornecedoras de energia e universidades. A ideia, no final das contas, é garantir que o mercado se desenvolva e, também, sirva de protótipo para os vizinhos, incluindo o Brasil, onde os desafios são maiores e a regulação, também. A perspectiva para o nosso país é otimista, onde o principal carro da marca, o Leaf, já está disponível. Os brasileiros também estão no calendário dos oito novos veículos eletrificados que serão lançados pela montadora até 2023, incluindo um que será apresentado em novembro durante o Salão do Automóvel, em São Paulo (SP). O que veio primeiro? Nissan vê divulgação e infraestrutura como bases para desenvolvimento da eletrificação, com planos que envolvem milhares de estações de recarga e um milhão de carros vendidos (Imagem: Divulgação/Nissan) Luis Felipe Clavel, gerente de desenvolvimento de negócios, compara o desenvolvimento da indústria de carros elétricos com o velho paradoxo do ovo e da galinha. Enquanto a marca trabalha no Chile para garantir que a infraestrutura necessária para o setor esteja pronta, o segundo mercado de veículos elétricos da América Latina, a Colômbia, mostra que o caminho inverso também é possível. Por lá, existem mais carros do que unidades públicas de carregamento e, para ele, essa pode acabar sendo a rota seguida também no Brasil. “Incentivos do governo acabam facilitando a entrada nestes territórios”, explica, citando vantagens para os moradores de São Paulo, por exemplo, que contam com isenção de IPVA e estão fora do rodízio na capital caso adotem um carro elétrico. No país vizinho, os donos de automóveis desse tipo também podem trafegar em faixas exclusivas para ônibus, ganhando vantagem no trânsito. “Enquanto isso, trabalhamos em novas regras de distribuição de venda de energia para que exista infraestrutura fora de casa para o cliente”, completa. Temos aqui, inclusive, é um ponto que a Nissan gosta de deixar claro, considerando que um dos principais empecilhos para o crescimento do mercado é, justamente, a falta de informação. As baterias dos carros elétricos podem durar por dias em um trânsito usual das cidades, com o próprio dono do carro fazendo o carregamento da bateria em casa, a partir de uma instalação dedicada. As unidades de carregamento públicas, que seriam o equivalente aos postos de gasolina para a tecnologia, somente são necessárias em viagens longas. Incentivos governamentais também ajudam a aumentar o interesse das pessoas pelos carros elétricos (Imagem: Divulgação/Nissan) Essa ideia levou a Nissan a outro dos pontos focais de sua atuação, que é incentivar os clientes a experimentarem os carros. Nas concessionárias, mesmo aqueles que vão buscar informações sobre veículos comuns são convidados a testar o Leaf, com a impressão, na maioria das vezes, sendo extremamente positiva. “O que mais ouvimos dos usuários é que, após adquirem o primeiro veículo eletrificado, não querem mais saber de motores de combustão”, completa Pérez. “É o que chamamos de ‘efeito uau’.” O mesmo também vale para os híbridos, como aponta o vice-presidente de vendas e marketing para a América Latina da Nissan, Ricardo Flammini, que os compara a “dirigir uma pluma”. Para ele, os motores que misturam eletrificação e combustão são a tecnologia de transição ideal para inteirar as pessoas sobre as vantagens da eletrificação. Mas ele deixa algo claro: “carros elétricos são o futuro e, em alguns anos, ninguém mais vai perder tempo no posto de gasolina.” Flammini, faz uma comparação ainda mais ambiciosa sobre o segmento, o comparando com o das televisões de tela plana ou smartphones de ponta. “Há alguns anos, essas eram tecnologias caríssimas e pouco acessíveis. Hoje, não mais, e o mesmo vai acontecer com a eletrificação”, afirma, apostando na popularização na medida em que incentivos governamentais e infraestrutura começam a dar as caras por aí. A expectativa da Nissan é de vender um milhão de carros elétricos até o final de 2023. Ricardo Flammini, da Nissan, cita veículos elétricos e autônomos como o futuro para uma indústria automobilística mais limpa (Imagem: Felipe Demartini) Essa noção também passa, logicamente, pela participação na Fórmula E. Se nas ruas das cidades o foco está em infraestrutura e autonomia, nas pistas, a ideia é demonstrar a performance pura. É por isso que, desde a temporada do ano passado, a fabricante japonesa atende, nos circuitos, pelo nome de Nissan e.dams e tem o veterano Sébastien Buemi, que inclusive já foi campeão da categoria, como um de seus pilotos, ao lado de Oliver Rowland, que vem demonstrando resultados promissores na competição. A alta performance dos carros e a rivalidade das corridas, sempre em circuitos estreitos e com diferentes regras que permitem até mesmo a participação dos fãs, dando um a carga extra de energia aos veículos por meio de votações nas redes sociais, ajudam e muito na divulgação dos carros elétricos para a população. Afinal de contas, nada melhor para demonstrar performance do que colocar um veículo do tipo na mão de um veterano como Felipe Massa, por exemplo, para que ele o dirija a quase 300 quilômetros por hora.   Isso valeria, inclusive, para o Brasil, que há anos flerta com a ideia de contar com uma etapa da competição. “[Nosso país] ainda é muito mal informado sobre os avanços da tecnologia elétrica e os benefícios para a vida das pessoas e o meio-ambiente”, afirma o piloto brasileiro Lucas Di Grassi, que corre pela equipe Audi ABT Schaeffler e esteve envolvido, inclusive, em iniciativas para trazer a etapa ao nosso país. Como os executivos da Nissan, ele também aponta para o exemplo do Chile. Segundo ele, o desenvolvimento econômico do país nas últimas décadas também fez com que se abrissem as portas para tecnologias inovadoras e disruptivas, como é o caso da eletrificação. “Os governantes [do Brasil] têm uma ideia antiquada sobre o assunto, mas uma competição como a da Fórmula E, com certeza, ajudaria a mudar as coisas.” Depois das ruas   Preservar a natureza, como se sabe, é o grande objetivo da transição dos carros tradicionais para os elétricos. E isso também passa pelo que acontece depois das ruas, após os cerca de oito anos garantidos pelas fabricantes para autonomia total. É aqui que entram iniciativas de reciclagem e reaproveitamento, que dão uma segunda vida a células que, apesar de não apresentarem mais o desempenho esperado para um carro elétrico, são mais do que adequadas para outras utilizações. A principal delas, aponta Flammini, é a utilização em postes de iluminação pública. Baterias usadas do Nissan Leaf são aplicadas em estruturas desse tipo, que têm três dias de autonomia e contam com placas de energia solar para recarregamento. A ideia, criada em parceria com as universidades, está sendo aplicada, também, como forma de estudar o uso constante das células por um período mais longo. Alguns destes postes sustentáveis estão, inclusive, no Brasil, instalados em Florianópolis (SC) em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina.   O objetivo final é que a iniciativa siga também o caminho inverso, com as já citadas bases de carregamento rápido de carros elétricos usando também esse tipo de energia renovável. Afinal de contas, de nada adianta ter uma tecnologia desse tipo se ela for abastecida por geradores a diesel ou outros métodos não renováveis. “A captação solar é uma tecnologia brilhante e, com toda certeza, será grande aliada da eletrificação na busca pela preservação do meio-ambiente”, afirma Flammini, não escondendo sua empolgação. Outro objetivo ainda mais ambicioso permeia o futuro distante da iniciativa Nissan Inteligent Mobility. Enquanto trabalha para acabar com as emissões de poluentes, a montadora desenha um outro norte: além de zero emissões, também quer zerar os acidentes. "Tornar as ruas totalmente seguras é nosso grande foco, algo que somente será possível com o desenvolvimento da direção autônoma", diz Clavel, explicando que toda a pesquisa de carros que se dirigem sozinhos da empresa é feita exclusivamente com modelos elétricos. "Nosso ideal final só é possível com a união destas duas tecnologias", completa. O repórter viajou para o Chile a convite da Nissan. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Veja Mais

Investidores estão atentos a sinais que podem derrubar Wall Street após série de altas

R7 - Economia Por Caroline Valetkevitch e Noel RandewichNOVA YORK (Reuters) - Resultados de Netflix, Intel e Texas Instruments na próxima semana podem indicar o que está por vir na temporada trimestral de dezembro, com alguns investidores preocupados com possíveis sinais de perigo que podem derrubar Wall Street após sua última série de altas.O S&P 500 teve um forte início em janeiro, alta de 3% até agora neste ano, impulsionado por uma trégua na guerra comercial Estados Unidos-China, baixas taxas de juros e sinais de que a economia permanece saudável.Os analistas preveem, em média, que os relatórios mostrem que os resultados por ação do S&P 500 caíram 0,8% no quarto trimestre, com resultados de tecnologia vistos em alta de até 0,6%, de acordo com dados do IBES da Refinitiv.Os investidores estão analisando além dos resultados do quarto trimestre, o que as empresas podem dizer sobre perspectivas e planos de investimento à luz do recentemente assinado acordo comercial de Fase 1 entre Washington e Pequim.As estimativas de lucro para o quarto trimestre já enfraqueceram um pouco na última semana, à medida que os relatórios iniciais de grandes bancos e outras empresas foram saindo."A maior parte do rali que tivemos em 2019 foi na expectativa de melhores ganhos em 2020", disse Willie Delwiche, estrategista de investimentos da Baird em Milwaukee. "Em vez de se envolver com o que são os números do quarto trimestre, a atenção se voltará às revisões - se houver - dos números do primeiro e segundo trimestres". Veja Mais

2019 foi o segundo ano mais quente da história, confirma NASA

2019 foi o segundo ano mais quente da história, confirma NASA

canaltech A NASA divulgou análises apontando que as temperaturas globais da superfície da Terra em 2019 foram as segundas mais quentes desde que o registro moderno teve início, em meados de 1880. As temperaturas de 2019 ficaram atrás apenas de 2016 e confirmam a tendência de aquecimento a longo prazo do planeta: os últimos cinco anos foram os mais quentes em simplesmente 140 anos. No ano passado, eles foram 0,98 ºC mais quentes do que a média de 1951 a 1980, segundo cientistas do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA (GISS). "A década que acabou de terminar é claramente a década mais quente já registrada", disse o diretor do GISS, Gavin Schmidt. "Todas as décadas desde a década de 1960 claramente foram mais quentes do que as anteriores". Desde a década de 1880, a temperatura média da superfície global aumentou e agora está 1 ºC acima das médias do final do século XIX. Usando modelos climáticos e análises estatísticas de dados de temperatura global, os cientistas concluíram que esse aumento foi causado principalmente pelo aumento de emissões de dióxido de carbono na atmosfera, além de outros gases de efeito estufa produzidos por atividades humanas. “É improvável que voltemos. Isso mostra que o que está acontecendo é persistente, não por acaso devido a algum fenômeno climático: sabemos que as tendências de longo prazo estão sendo impulsionadas pelos níveis crescentes de gases de efeito estufa na atmosfera”, afirmou Schmidt. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.-   Como as localizações das estações meteorológicas e as práticas de medição mudam com o tempo, a interpretação das diferentes médias globais de temperatura específicas ano a ano tem algumas incertezas. Levando isso em consideração, a NASA estima que a mudança média global de 2019 conte com um nível de certeza de 95%. A dinâmica climática geralmente afeta as temperaturas regionais, portanto nem todas as regiões da Terra experimentaram quantidades semelhantes de aquecimento. O NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) constatou que a temperatura média anual de 2019 para os Estados Unidos foi a 34ª mais quente já registrada, dando-lhe uma classificação "mais quente que a média". A região do Ártico aqueceu um pouco mais de três vezes mais rápido que o resto do mundo desde 1970. Este gráfico abaixo mostra anomalias anuais de temperatura de 1880 a 2019, com relação à média de 1951-1980, conforme registrado pela NASA, NOAA, pelo grupo de pesquisa Berkeley Earth, pelo Met Office Hadley Centre (Reino Unido) e pelas análises de Cowtan e Way. Embora haja pequenas variações de ano para ano, todos os cinco registros de temperatura mostram picos e vales em sincronia. Os dados mostram aquecimento rápido nas últimas décadas, e todos concordam que a década passada foi a mais quente. Aumento da temperatura ao longo das décadas O aumento da temperatura na atmosfera e no oceano está contribuindo para a contínua perda de massa da Groenlândia e da Antártica e para o aumento de alguns eventos extremos, como ondas de calor, incêndios florestais, e precipitação intensa. As análises de temperatura da NASA incorporam medições de temperatura da superfície de mais de 20 mil estações meteorológicas, observações baseadas em navios e bóias das temperaturas da superfície do mar e medições de temperatura das estações de pesquisa da Antártica. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Veja Mais

Xiaomi Mi 10 deve trazer câmera de 108 MP para brigar com o Galaxy S20

Xiaomi Mi 10 deve trazer câmera de 108 MP para brigar com o Galaxy S20

canaltech O próximo smartphone premium da Xiaomi está mais próximo de ser anunciado e, além do novo e mais potente chipset da Qualcomm, o processador Snapdragon 865, deve trazer uma câmera principal com 108 MP, para bater de frente com o também vindouro Galaxy S20 (ou Galaxy S11) Ultra. Samsung Galaxy S20 (S11) | Tudo o que sabemos sobre o novo topo de linha de 2020 Os boatos são do vazador chinês Digital Chat Station e apareceram no microblog chinês Weibo. Além do sensor primário e do núcleo central, informações de bastidores ventilam a possibilidade do Xiaomi Mi 10 vir com uma tela OLED de pelo menos 6,5 polegadas e atualização de 90 Hz. A memória RAM deve ser de 8 GB ou 12 GB para o modelo convencional e somente 12 GB para o Mi 10 Pro. Imagem: Reprodução/Droid Shout Além da câmera de 108, o dispositivo terá uma ultra grande angular de 20 MP, uma teleobjetiva de 12 MP e um sensor de profundidade de 5 MP. A bateria deve ter capacidade entre 4.500 mAh e 4.800 mAh, com carregamento rápido cabeado de 40W, 30W sem fios, e reverso sem fios de 10W. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Bateria do Xiaomi Mi 10 Pro recarregaria 100% da energia em 35 minutos Possível pôster de lançamento do Xiaomi Mi 10 Imagem: Reprodução/Droid Shout Já com relação aos preços, há informações somente sobre os Xiaomi Mi 10 Pro: a versão de 12 GB/128 GB sairia por US$ 550 (R$ 2.290 na conversão direta), enquanto a de 12 GB/256 GB custaria US$ 590 (R$ 2.455) e a de 12 GB/512 GB teria preço de US$ 650 (R$ 2.700). A data também não foi confirmada, mas é bem possível que o Mi 10 seja apresentado antes ou até mesmo no mesmo dia do lançamento do Galaxy S20, marcado para o dia 11 de fevereiro. Vazou tudo! Veja preços e especificações dos novos Xiaomi Mi 10 e Mi 10 Pro Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo Veja Mais

Popularidade em queda? Instagram remove ícone do IGTV do feed principal

Popularidade em queda? Instagram remove ícone do IGTV do feed principal

canaltech Você costuma acessar o Instagram TV (IGTV), seção do da rede social dedicada somente aos streaming de lives e outros conteúdos em vídeo? Pois é, embora mais de 7 milhões dos mais de 1 bilhão de usuários mensais do Instagram já tenham baixado o app independente dessa plataforma, ao que parece, ninguém dá muita bola para seu botão dedicado na página inicial. E justamente por isso é que ele deve sumir. 4 dicas para "bombar" seu Instagram Imagem: Reprodução/TechCrunch Lançado em junho de 2018, o IGTV veio para oferecer mais “tempo de tela” para os criadores e marcas. Mas, a surpreendente ascensão do TikTok ofuscou essa iniciativa. Só para ter uma ideia, o aplicativo chinês de vídeos musicais curtos foi baixado mais de 1,15 bilhão de vezes nesse mesmo período — somente nos Estados Unidos, o TikTok teve 80,5 milhões de downloads, em comparação com 1,1 milhão do IGTV, nos últimos 18 meses. Imagem: Reprodução/TechCrunch Tudo bem que o TikTok vem recebendo investimento massivo de marketing em todas as partes do mundo, mas esses números podem ser considerados um fracasso para o IGTV. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- “Enquanto continuamos a trabalhar para facilitar a criação e descoberta de conteúdo IGTV, aprendemos que a maioria das pessoas encontra conteúdo IGTV por meio de visualizações no Feed, o canal IGTV no Explore, os perfis dos criadores e o aplicativo autônomo. Muito poucos estão clicando no ícone IGTV no canto superior direito da tela inicial no aplicativo Instagram”, disse um porta-voz da empresa do Facebook ao TechCrunch. "Sempre pretendemos manter o Instagram o mais simples possível, removendo esse ícone com base nesses aprendizados e nos comentários de nossa comunidade", acrescentou. Usuários continuarão vendo o IGTV no Instagram O IGTV vai deixar de estar na página principal, mas continuará na rede social. Para acessar, você só precisa ira até a aba de Descobertas e entrar no botão, que fica na parte superior esquerda da página. Fora isso, nada muda. Imagem: Reprodução/TechCrunch E, talvez, aí esteja o erro do Facebook no momento. Segundo especialistas os principais fatores para a baixa do IGTV no momento são a falta de ferramentas e oportunidades de monetização, conteúdos exclusivos pouco atrativos e limitações. As celebridades contratadas, por exemplo, não podem fazer quaisquer menções políticas, sociais ou sobre eleições e somente têm reembolso de custos de produção, sem lucro algum. Ainda não dá para saber ao certo qual será o futuro do IGTV, mas certo mesmo é que ele precisa de mais investimentos e nova regras de monetização, além, claro, de conteúdo — o próprio Instagram sabe disso e vem tentando solucionar essa última questão ao permitir que vídeos sejam postados a partir da interface principal. Se não mudar, o app corre o sério risco de ser ofuscado de vez por concorrente como o TikTok e o Quibi. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Veja Mais

Ford planeja lançar 14 veículos eletrificados em 2020; Brasil está na lista

Ford planeja lançar 14 veículos eletrificados em 2020; Brasil está na lista

canaltech A Ford tem dado mostras de que vai investir pesado em carros e veículos eletrificados nos próximos anos. Em 2019, por exemplo, a montadora revelou que terá uma parceria com a Volkswagen para o desenvolvimento e produção deste tipo de produto, além de outros anúncios importantes, como futuros carros híbridos e elétricos, com destaque para o SUV elétrico inspirado no Mustang, o Mach-E. A montadora americana confirma um número que pode ser interessante: o lançamento de 14 veículos eletrificados somente em 2020. Uma reportagem da revista britânica AutoExpress revelou que dois dos vindouros carros já são conhecidos: as minivans S-Max e Galaxy, que serão equipadas com um sistema híbrido-leve de 48 volts. Ambas adotarão o mesmo trem de força do Kuga Hybrid e serão lançadas dentro de poucos meses, começando por mercados como o Reino Unido e expandindo para a Europa inteira. Caminhões elétricos sem retrovisores devem chegar em 2020; vejam quais são O conjunto é formado pela combinação de um motor 2.5 a gasolina de ciclo Atkinson, um propulsor elétrico e uma bateria compacta de íons de lítio resfriado a água. A potência combinada será de 200 cv, com torque de 21,4 kgfm. A Ford diz que o sistema fornecerá melhor aceleração que no modelo EcoDiesel 2.0 equivalente, além de menor emissão de gases poluentes. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Modelos híbridos que serão lançados na Europa/ Imagem: Ford Ford lança o SUV Mustang Mach-E, seu primeiro carro elétrico Em 2020, também chega ao mercado o novo SUV elétrico inspirado no Mustang, com uma autonomia elétrica estimada de 600 km — calculada segundo o WLTP, World Harmonised Light Veicle Test Procedure — e capacidade de carga rápida. Durante evento de apresentação do Mustang Black Shadow, no fim de 2019, a Ford deu a entender que o Brasil faz parte dessa estratégia de expansão da linha eletrificada, mencionando que o Mach-E chegará ao nosso mercado. Mach-E deve chegar ao Brasil ainda em 2020/ Imagem: Ford No momento, o único carro híbrido da empresa que desfila por nossas ruas é o Ford Fusion Hybrid, que já foi testado pelo Canaltech, mas que deve sair de linha este ano, com as versões a combustão. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa Coringa entra para o elenco de Mortal Kombat 11 e impressiona com seu “Fatality” Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo Veja Mais

Cerca de 90 membros do PCC fogem por túnel em prisão no Paraguai

O Tempo - Mundo De acordo com a mídia paraguaia, os detentos fugiram por um túnel que liga um dos pavilhões, voltados a presos da facção criminosa brasileira, à área externa da prisão Veja Mais

Petrobras: após princípio de incêndio, produção na P-76 foi retomada

R7 - Economia Ontem, 18, um princípio de incêndio interrompeu temporariamente a produção na plataforma P-76. A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, informou a retomada da operação. A P-76 está instalada no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, considerado um dos mais promissores no Brasil. A unidade possui capacidade instalada de 150 mil barris por dia de petróleo e de 6 milhões de metros cúbicos por dia de compressão de gás natural. "O incêndio atingiu uma das três bombas de combate a incêndio da plataforma e foi imediatamente controlado pelo grupo de brigadistas. A produção da unidade, temporariamente suspensa, já foi retomada. Não houve feridos, nem qualquer tipo de vazamento", informou a Petrobras em nota ao Broadcast. A empresa disse ainda que os órgãos competentes foram comunicados e que vai instaurar uma comissão para investigar as causas do incêndio. Veja Mais

Trabalhador que não sacar 998 reais do FGTS vai perder o direito de saque

R7 - Economia Quem ainda não fez o saque de até R$ 998 do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) tem até 31 de março para resgatar o dinheiro. Se não fizer, ele irá permanecer no fundo de garantia, podendo ser retirado apenas em algumas situações, como na compra da casa própria ou na aposentadoria. O saque imediato, como […] O post Trabalhador que não sacar 998 reais do FGTS vai perder o direito de saque apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Calculo do Simples Nacional 2020

R7 - Economia Você sabe como calcular o Simples Nacional? Apesar de ser um regime de tributação simplificado para facilitar o recolhimento dos tributos, muitos empresários enfrentam dificuldades para compreender quanto devem pagar – principalmente com as mudanças constantes na legislação. Entretanto, saber como calcular o Simples Nacional é fundamental para evitar complicações com o poder público. Além […] O post Calculo do Simples Nacional 2020 apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

WhatsApp bate recorde e atinge a marca de 5 bilhões de downloads na Play Store

tudo celular O WhatsApp mais uma vez provou a sua popularidade ao alcançar a marca de 5 bilhões de downloads. Veja Mais

PIS, FGTS ou seguro desemprego: Os benefícios que todo MEI tem direito

R7 - Economia MEI tem direito aos benefícios trabalhistas? Uma das maiores dúvidas na hora de decidir tornar-se MEI é saber se vale a pena e se tem direitos, descubra agora. O microempreendedor individual possui uma série de benefícios quando o assunto é vida de empresário. Estar em dia com o DAS MEI por exemplo, dispensa ao o empreendedor a […] O post PIS, FGTS ou seguro desemprego: Os benefícios que todo MEI tem direito apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Conheça as formas de exercício individual de atividade econômica

R7 - Economia Assegura nossa Constituição Federal a liberdade de exercício de atividade econômica independentemente de autorização do poder público. Essa é uma das normas constitucionais que enquadram nosso país no regime econômico do capitalismo. No entanto, a forma de exercício das atividades econômicas não se faz por livre escolha dos empreendedores. Ao contrário, o regime jurídico pátrio […] O post Conheça as formas de exercício individual de atividade econômica apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Chuva anima agricultores da Paraíba e do Rio Grande do Norte

G1 Economia Segundo produtores, chuva em janeiro é sinal de bom inverno no sertão. Chuva anima agricultores da Paraíba e do Rio Grande do Norte No Nordeste do Brasil, o ano começou chuvoso em alguns estados e o agricultor corre para preparar a terra para o plantio. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Na Paraíba, as regiões do Cariri e do Sertão foram as mais beneficiadas com as primeiras chuvas do ano. Antes, muitos rios e açudes estavam secos. O açude Boqueirão, que abastece Campina Grande e outras 19 cidades, foi o que mais recebeu água das chuvas. A expectativa dos meteorologistas é que 2020 seja um ano mais chuvoso. 'Bom sinal' No interior do Rio Grande do Norte, a chuva nas primeiras semanas de janeiro chegou a ultrapassar os 100 milímetros em algumas localidade. Esse volume é considerado normal, segundo a meteorologia, mas para agricultores, a chuva em janeiro é sinal de bom inverno no sertão. Nas últimas semanas, os principais reservatórios do estado aumentaram o volume acumulado. A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, a maior do estado, está com quase 24% por cento da capacidade total. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Veja Mais

Planejamento estratégico: Como fazer um para sua empresa

R7 - Economia Antes de aprender como fazer um planejamento estratégico, é necessário entender o que é esse planejamento. Trata-se do plano adotado por uma empresa ou organização para sair de um ponto atual e chegar em um ponto futuro desejado. O planejamento estratégico tem origem no contexto militar, sendo definido pela estratégia adotada para vencer as guerras. […] O post Planejamento estratégico: Como fazer um para sua empresa apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Quanto você está disposto a pagar pelo conhecimento?

Quanto você está disposto a pagar pelo conhecimento?

canaltech *por Parker Treacy As probabilidades estão contra os fundadores. As histórias de sucesso, embora frequentemente divulgadas, são amplamente superadas em número por falhas. Três em cada cinco empreendimentos morrem antes que possam atrair investidores da série A, e apenas 12% dos bem-sucedidos chegam a um evento de liquidez. As causas de morte prematura entre as startups são abundantes: tempo ruim, má execução, equipes desalinhadas, falha na execução do produto e concorrência. Dado o campo minado de desafios e a largura de banda limitada de qualquer equipe de inicialização, pode parecer que o sucesso de um fundador pode ser apenas uma caminhada aleatória. Felizmente, nem todos os desafios de inicialização são criados iguais, e resolver o maior desafio definitivamente inclina as chances a favor de um fundador. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Uma análise póstuma de mais de 100 startups constatou que 42% das vezes a causa do fracasso era “sem necessidade de mercado”. Caramba! Dois em cada cinco fundadores passaram meses ou anos construindo ofertas antes de descobrir que estavam errados em sua suposição mais fundamental — que haveria demanda do mercado pela oferta que estavam construindo. Eles nunca acharam o produto adequado para o mercado, embora seja provável que cada instinto lhes diga o contrário. Por que tantos fundadores inteligentes e capazes não conseguem entender seu mercado-alvo? A resposta está no paradoxo da descoberta-desenvolvimento. Para criar algo grande, você realiza grandes ações proporcionais à visão, certo? Go big or go home. Crie para o sucesso, mercado para escala e invista em grandes déficits iniciais para gerar enormes lucros a longo prazo. É assim que um unicórnio é construído! Porém, há um grande problema: levar a curva de investimento à frente da curva de aprendizado geralmente se mostra fatal, e o aprendizado é construído por ações pequenas, medidas e iterativas que se baseiam umas nas outras. Começar pequeno, fracassar rapidamente, aprender de forma abrangente e ajustar-se rapidamente é o mantra da aprendizagem adaptativa, mas parece antitético pensar grande e escalar com força... a menos que sejam colocados na ordem certa: pense grande. Comece pequeno. Falhe rápido. Aprenda de forma abrangente. Ajuste rapidamente. Então (e somente então) escale com força. Os fundadores precisam desacelerar para ir mais rápido, pensar profundamente para ir amplamente e iterar de forma incremental para aumentar de forma disruptiva. Eles precisam acreditar em sua visão de mercado para definir a direção, mas devem ser céticos quanto à compreensão de detalhes essenciais que são críticos para o sucesso. A velocidade com que os detalhes podem ser testados, refinados, ajustados e validados está fortemente correlacionada com o sucesso. O ritmo do aprendizado é a vantagem competitiva mais sustentável de um fundador. Dado que o aprendizado é o núcleo da construção de uma oferta incrível, quanto deve ser investido para adquirir esse conhecimento? Depende do que vale a pena validar a demanda do mercado. Pergunte a um fundador em estágio inicial se pagaria US$ 1 milhão para testar seu primeiro feature, e a resposta provável seria não. No entanto, se o mesmo fundador acreditasse que o teste do usuário levaria a uma rodada de investimentos que avaliava suas ações em US$ 10 milhões, um investimento de US$ 1 milhão parece ser um grande negócio. O que esta pergunta está testando é a capacidade do fundador de calcular o valor de um marco do aprendizado ou, para ser franco, o preço do conhecimento. Conhecer o valor de algo deve dar uma boa noção de quanto deve custar. A demanda validada do mercado é o antídoto para “nenhuma necessidade do mercado” e o antecedente do ajuste do produto ao mercado. Consiste em duas partes: Confirmação do potencial de demanda ("Se ele puder executar o X, sim, eu consideraria a compra").Definição dos principais parâmetros de valor dos usuários pelos quais qualquer oferta será avaliada ("Para mim, os critérios mais importantes para a seleção de X serão A, B e C"). Essas duas informações são a base sobre a qual assenta o roteiro para adequação ao mercado do produto e melhoria iterativa. Roteiro de ajuste do produto ao mercado Valide a demanda — identifique um problema de queda de cabelo para um segmento de usuário definido. Defina a proposta de valor. Especifique o conjunto mínimo de recursos do produto viável (MPV). Crie o protótipo do um produto mínimo viável (MVP). Protótipo de teste. Aprenda e expanda na etapa número 2. O aprendizado no ponto de validação da demanda fornece a orientação mais crucial para empreendimentos bem-sucedidos. A maioria dos problemas que ocorrem posteriormente no roteiro têm sua origem nesta primeira etapa. Por exemplo, uma etapa errada em "definir proposta de valor" pode ser resolvida através de aprendizado rápido e ciclos curtos de iteração, permitindo que um fundador conserte a embarcação. No entanto, se esse mesmo passo em falso ocorreu no ponto de validação da demanda, não há uma quantidade de iteração que possa criar demanda que não existe. Sem demanda totalmente validada, é impossível diagnosticar problemas, pois nunca ficará claro se o processo de descoberta-desenvolvimento está sendo mal executado ou se a demanda já esteve lá. Otimize para precisão na validação de demanda e velocidade na iteração. Conhecimento e risco estão inversamente relacionados, onde o conhecimento é a ferramenta para mitigar os riscos. É uma apólice de seguro contra falhas, pois a cada passo iterativo adiante, novas descobertas reduzem os pontos de falha de um fundador em um plano para atingir um marco. Quanto mais rápidas e frequentes essas iterações, maior a probabilidade de sucesso. A quantia que um fundador aprendeu sobre a demanda após iniciar o empreendimento é uma medida de quão profundamente eles pensaram sobre seu objetivo, o que é preciso para chegar lá e os riscos que ainda existem no caminho. Sem entender o valor do aprendizado, quase qualquer fundador está destinado a fazer parte dos 42% *Parker Treacy é fundador da Cobli, startup especializada em cadeias logísticas Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Como bloquear qualquer menção ao Big Brother Brasil na internet Coringa entra para o elenco de Mortal Kombat 11 e impressiona com seu “Fatality” Apps do Chrome deixarão de rodar no Windows 10, Linux e MacOs em março Veja Mais

Morre fundador do grupo Queiroz Galvão

R7 - Economia Morreu neste domingo, 19, o empresário Antônio de Queiroz Galvão, um dos fundadores do grupo Queiroz Galvão. Aos 96 anos, Antônio sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O sepultamento ocorreu às 17h. Fundador do grupo ao lado de seus irmãos Dario, João e Mário em 1953, o empresário ajudou a transformar a pequena construtora de Pernambuco em uma das maiores empreiteiras do País. Nascido no município de Timbaúba, na Zona da Mata Norte, o empresário era filho de um vendedor de secos e molhados. Ainda criança, foi com a família para o Recife onde concluiu os estudos e formou-se engenheiro civil pela Escola de Engenharia de Pernambuco. Uma das empresas envolvidas na Operação Lava Jato, a companhia entrou com pedido de recuperação judicial no fim de 2018, quando tentava renegociar sua dívida, de R$ 5,7 bilhões, sem sucesso. Veja Mais

Como fazer duetos no TikTok

Como fazer duetos no TikTok

canaltech Fazer um dueto no TikTok é mais simples do que se pode imaginar e, além disso, muito interessante para quem deseja ter a experiência de compartilhar uma música com um cantor famoso. O recurso do aplicativo divide a tela ao mesmo e reproduz o vídeo original, mas permite que o usuário grave sua versão ao lado dela, quer seja realmente cantando ou só dublando. TikTok: 10 dicas imperdíveis para você aproveitar a rede social do momento Como fazer duetos no TikTok Passo 1: abra o vídeo com o qual deseja fazer o dueto e toque na seta de compartilhamento. Em seguida, selecione “Dueto”. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Iniciando um dueto no TikTok (Captura de tela: Ariane Velasco) Passo 2: a tela será dividida ao meio e o vídeo original ficará à direita, enquanto sua imagem ficará localizada à esquerda. Inicie a gravação. Quando o vídeo original terminar, sua gravação também será finalizada (assim ambos terão a mesma duração). Você também pode encerrá-la antes caso ache necessário. Gravando dueto no TikTok (Captura de tela: Ariane Velasco) Como salvar vídeos do TikTok na galeria do seu celular Android Passo 3: quando seu dueto do TikTok terminar, você poderá adicionar efeitos, filtros, textos e Stickers, bem como escrever uma legenda e selecionar uma capa antes de publicá-lo. Postanado dueto no TikTok (Captura de tela: Ariane Velasco) Pronto. Seu dueto no TikTok será postado com sucesso. Fácil, não é mesmo? Você já fez um dueto no TikTok? Como foi? Conte pra gente nos comentários. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: PlayStation 5: protótipo revela visual semelhante ao da geração anterior Como e em quanto tempo morreríamos se o Sol se tornasse uma supernova? Empresa de segurança dá dicas para melhorar o Wi-Fi da sua casa Nada de Betelgeuse: uma outra explosão estelar acontecerá em 2083 — e será lindo WhatsApp tem instabilidade neste domingo (Atualizado) Veja Mais

Dani Calabresa anuncia namoro com foto romântica em piscina de bolinhas

O Tempo - Diversão - Magazine Publicitário já tinha compartilhado nas redes sociais, no começo da semana, que estava vivendo um affair com Calabresa Veja Mais

'Chef mais gato do mundo' abre quiosque peruano na praia de Ipanema

O Tempo - Diversão - Magazine Modelo internacional de marcas como Dolce & Gabbana e Jean Paul Gaultier, Franco Noriega abriu há quatro anos seu pequeno restaurante Baby Brasa, em Nova York Veja Mais

A trágica história de Lizzie Siddal, a grande supermodelo da arte

G1 Pop & Arte Musa de pintores britânicos do século 19, a artista viraria uma espécie de ícone gótico depois de uma sequência de episódios mórbidos após sua morte. Siddal tornou-se famosa por estampar obras como a melancólica 'Ophelia' (1851-2), de John Everett Millais Coleção Privada via BBC No inverno entre 1849 e 1850, os artistas Dante Gabriel Rossetti e William Holman Hunt pintavam juntos, quando o amigo Walter Howell Deverell apareceu no estúdio. "Vocês não vão acreditar na criatura maravilhosa que encontrei...", ele disse, animado. "Ela é como uma rainha, magnificamente alta." Com essas palavras, a beleza singular de Elizabeth Siddal entrou para o mundo das artes. Deverell era membro de um grupo de artistas e escritores — homens e mulheres — que orbitavam em torno da recém-criada Irmandade Pré-Rafaelita, fundada em 1848 por Rossetti, Holman Hunt e John Everett Millais, na época estudantes da Academia Real Inglesa. Quando Deverell apareceu no estúdio dos amigos, Siddal trabalhava em uma chapelaria próxima a Leicester Square, na zona central de Londres. A jornada de trabalho era longa, e sua família se preocupava com sua já debilitada saúde. Talvez por isso a mãe da jovem tenha permitido que ela trabalhasse como modelo para os pintores — atividade vista na época como desonrosa e, às vezes, até como sinônimo de prostituição. Mas não foi Deverell que abordou a mãe de Lizzie. Ele mandou sua própria mãe, em uma grande carruagem, para fazer o pedido e discutir os detalhes. A estratégia para impressionar deu certo. Siddal passou a trabalhar meio período como modelo. Depois de Deverell tê-la pintado como Viola em Twelfth Night (inspirado na peça homônima de Shakespeare, conhecida em português como Noite de Reis), Holman Hunt a retratou em 1850 em A Converted British Family Sheltering a Christian Priest from the Persecution of the Druids ("Uma Família Britânica Convertida Protege um Missionário Cristão da Perseguição aos Druídas", em tradução livre) e posteriormente como Sylvia em Valentine Rescuing Sylvia from Proteus (que retrata uma cena de outra peça de Shakespeare, Os Dois Cavalheiros de Verona). Ela posou para Rossetti pela primeira vez em 1850, para a obra Rossovestita. Lizzie foi Viola em 'Twelfth Night' (c. 1850), de Walter Howell Deverell Alamy via BBC O artista a desenharia "milhares de vezes" durante a carreira, segundo um de seus mecenas, John Ruskin. Se hoje o tipo esguio, esbelto, e o cabelo avermelhado de Lizzie Siddal se encaixam nos padrões de beleza, nos anos 1850 a magreza não era considerada atraente. Os cabelos ruivos, por sua vez, chegaram a ser descritos por uma jornalista da época como "suicídio social". O trabalho como modelo da britânica e o sucesso dos quadros em que ela aparece contribuíram para mudar essa visão. Dois anos depois de começar a trabalhar no estúdio, Siddal já conseguia ganhar o suficiente para largar o emprego na chapelaria. A fama veio quando seu rosto estampou Ophelia (1851-1852), de John Everett Millais. Ela passou a receber convites de diversos artistas, mas Rossetti, com quem a essa altura ela tinha se envolvido amorosamente, pediu que ela posasse apenas para ele. Há registros de que o pintor Charles Allston Collins, por exemplo, teria tentado contratá-la, desistindo depois de receber uma "fria recusa". Elizabeth Siddal em obra de Dante Gabriel Rossetti (1852), hoje em exposição na National Portrait Gallery, em Londres Delaware Art Museum via BBC A vida de casal não era fácil: Siddal era viciada em láudano, uma droga à base de ópio, e Rossetti era sabidamente infiel. Eles foram noivos por dez anos, aparentemente porque o pintor não conseguia marcar uma data para o casamento. A carreira de artista começou em 1854, quando Rossetti começou a dar-lhe aulas. Os críticos escarneceram de seus primeiros trabalhos, mas Ruskin, que era mecenas para vários de seus contemporâneos, viu algo de "genial" na pintora e ofereceu um salário de anual de 150 libras para que ela pudesse se dedicar exclusivamente à pintura. Era seis vezes mais do que ela ganhava na chapelaria, cerca de 24 libras por ano. Em 1857, Siddal foi a única mulher a expor na mostra Pré-Rafaelita em Londres. Um de seus trabalhos, Clerk Saunders (1857), foi adquirido por um colecionador americano influente, Charles Eliot Norton. Pouco tempo depois, vendo a saúde e o relacionamento se deteriorarem, decidiu desligar-se de Ruskin e afastar-se de Rossetti. Com as economias, viajou com uma das irmãs à cidade de Matlock, em Derbyshire. De lá, partiu para Sheffield, a cidade natal do pai, e, determinada a construir uma carreira por conta própria, se inscreveu na escola de artes local, a Sheffield School of Art. 'Clerk Saunders' foi uma das obras de Siddal exibidas na mostra Pré-Rafaelita em Londres em 1857 Alamy via BBC Rossetti chegou a visitá-la algumas vezes, mas as cartas de amigos vindas de Londres alertaram sobre seus casos com outras mulheres, e o relacionamento dos dois parecia ter acabado definitivamente em 1858. Em 1860, entretanto, Siddal ficou muito doente. Sua família entrou em contato com Ruskin, que, por sua vez, informou Rossetti. O pintor viajou imediatamente para Hastings, onde ela passava por tratamento. Quando ela deu os primeiros sinais de melhora, eles se casaram. O começo do fim Os dois viveram uma longa lua de mel em Paris, de onde voltaram com dois cachorros, que haviam recolhido das ruas da capital francesa. Siddal descobriu que estava grávida. Essa foi a época em que Rossetti a pintou no melancólico Regina Cordium (1860). No dia 2 de maio de 1861, ela entrou em trabalho de parto — a bebê, contudo, nasceria morta. Siddal entrou em um ciclo depressivo do qual nunca se recuperaria. O casamento começou a se desgastar e, em determinado momento, a jovem estava certa de que o marido a estava traindo novamente — apesar das negativas dos amigos. Na noite de 10 de fevereiro de 1862, o casal saiu para jantar com o poeta Algernon Charles Swinburne. Quando voltaram, Rossetti saiu para dar aula na Working Men's College, um centro para a educação de adultos. Rossetti pintou 'Regina Cordium' em 1860, quando Lizzie Siddal e ele já estavam casados Alamy via BBC Antes de sair, viu Lizzie deitar e tomar sua dose costumeira de láudano. Ao retornar, deparou-se com o frasco vazio e um bilhete. Sem conseguir acordar a esposa, gritou para a proprietária do imóvel pedindo que chamasse um médico o mais rápido possível. Quatro médicos tentaram reanimá-la, sem sucesso. Lizzie Rossetti morreu nas primeiras horas do dia 11 de fevereiro de 1862. Ela estava grávida novamente. Aconselhado pelo amigo Ford Madox Brown, Rossetti queimou a carta de suicídio da esposa. Ela não poderia ter um enterro cristão se fosse considerada suicida. Sua história, entretanto, não acaba com sua morte. Eventos posteriores ao suicídio a transformaram em uma espécie de ícone gótico. Rossetti havia enterrado com a esposa as únicas cópias dos poemas que ela escrevera. Sete anos depois, mudou de ideia e decidiu recuperá-los. Secretamente, em uma noite de outono de 1869, o caixão de Lizzie Siddal foi desenterrado do cemitério de Highgate, em Londres. Rossetti, a essa altura considerado "louco" por alguns de seus conhecidos, não estava presente. Toda a operação foi planejada por seu agente, Charles Augustus Howell, conhecido por ser um extravagante contador de histórias. Nesse caso, ele não deixou de fazer jus à fama. Contou ao amigo que o corpo da esposa estava perfeitamente preservado. Ela não era um esqueleto, ele disse, mas continuava tão linda quanto havia sido em vida. O cabelo havia crescido e inundava o caixão com um brilho acobreado que reluzia como o fogo. Da história fantasiosa surgiu o mito de que a beleza da modelo havia permanecido intocada mesmo após a morte de Lizzie — o que leva algumas pessoas a acreditarem, até hoje, que ela estaria viva. A artista morreu aos 32 anos, mas seu legado permanece até hoje, inclusive através de seus poemas, imensamente aclamados quando foram publicados — a história sobre como eles voltaram a ver a luz do dia, entretanto, foi mantida segredo por muito tempo. Siddal também posou para o pintor William Holman Hunt, para 'Valentine Rescuing Sylvia from Proteus' (1851) Alamy via BBC *Lucinda Hawksley é autora de "Lizzie Siddal, The Tragedy of a Pre-Raphaelite Supermodel" (Lizze Siddal, A Tragédia de uma Supermodelo Pré-Rafaelita, em tradução livre), publicada pela editora Andre Deutsch. Veja Mais

Receita recupera R$ 5,2 bilhões em dívidas de empresas com o Simples

Receita recupera R$ 5,2 bilhões em dívidas de empresas com o Simples

R7 - Economia Pequenas empresas quitaram débitos e estão agora no regime especial Contábeis Mais de 230 mil micro e pequenas empresas quitaram débitos com o Simples Nacional no segundo semestre de 2019 e foram mantidas no regime especial de tributação em 2020. A regularização das pendências permitiu ao governo recuperar R$ 5,2 bilhões aos cofres públicos. O balanço da regularização foi divulgado pela Receita Federal. Em setembro do ano passado, o governo tinha notificado 738.605 contribuintes de débitos previdenciários e não previdenciários com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). No total, as micro e pequenas empresas deviam R$ 21,5 bilhões ao Simples Nacional. Leia mais: Micro e pequenas têm até dia 31 para aderir ao Simples Nacional Dos R$ 5,2 bilhões recuperados, R$ 3,6 bilhões referem-se a dívidas com a Receita Federal, e R$ 1,6 bilhão a débitos cobrados pela PGFN. Só foram mantidos no Simples Nacional, regime tributário que unifica a cobrança de tributos federais, estaduais e municipais e tem alíquotas especiais, os contribuintes que quitaram os débitos até 30 dias depois da data de ciência da notificação. Em caso de discordância, micro e pequenos empresários poderiam pedir a impugnação do ato de exclusão. Quem não pagou os débitos foi retirado do Simples Nacional em 1º de janeiro deste ano. As empresas excluídas, no entanto, têm até 31 de janeiro para pedir o regresso ao Simples Nacional, desde que resolvam as pendências até essa data. Veja também: Empresas que não regularizaram pendências são excluídas do Simples Regularização O processo de regularização deve ser feito por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal, requerendo certificado digital ou código de acesso. O devedor pode pagar à vista, abater parte da dívida com créditos tributários (recursos que a empresa tem direito a receber do Fisco) ou parcelar os débitos em até cinco anos com o pagamento de juros e multa. Criado em 2007, o Simples Nacional é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado por estados e pelo Distrito Federal, e do Imposto Sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Em vez de pagar uma alíquota para cada tributo, o micro e o pequeno empresário recolhem, numa única guia, um percentual sobre o faturamento que é repassado para os três níveis de governo. Somente as empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano podem optar pelo regime. Veja Mais

Davos começa com Greta, Trump e preocupação com trabalho e ambiente

O Tempo - Mundo Governador de São Paulo, João Doria (PSDB) e o apresentador Luciano Huck falarão ao público na quinta (23); Bolsonaro não comparecerá Veja Mais

Reajustes do INSS para 2020: Novos valores para aposentadorias

R7 - Economia O ano nem começou direito e o INSS já está trazendo vários reajustes dos benefícios para 2020. O que nada mais é do que justo, concorda? Isso é bom para aliviar os ajustes vilões que aparecem nesse começo de ano, como no valor do condomínio, mensalidade da academia, etc. Exatamente por isso viemos aqui dar uma […] O post Reajustes do INSS para 2020: Novos valores para aposentadorias apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Em entrevista, Maduro diz que está aberto a negociar com os Estados Unidos

O Tempo - Mundo Presidente venezuelano disse ao The Washington Post que mantém controle do país e pediu fim das sanções americanas Veja Mais

Crise nas Infinitas Terras: crossover liga Arrowverse com DCEU

Crise nas Infinitas Terras: crossover liga Arrowverse com DCEU

Tecmundo Crise nas Infinitas Terras foi uma série feita pela DC na década de 1980, para tentar resolver um problema editorial e simplificar um pouco as histórias, eliminando alguns mundos do Multiverso. A ideia foi um passo arriscado para a editora, mas que trouxe bons resultados. Agora, a ideia se repete no audiovisual, com uma proposta semelhante, mas buscando um resultado diferente.Desta vez, tudo aconteceu nas séries da CW, porém, a conclusão também afetou o universo cinematográfico da DC (DCEU, na sigla em inglês). O mega evento durou dois meses, e foi dividido em 5 partes, apresentadas em diferentes séries. Tudo começou em Supergirl, seguido por Batwoman e depois The Flash. Estas séries começaram a misturar os personagens da DC na televisão em 2019, mostrando uma batalha contra o Antimonitor, um vilão que pretendia dominar todo o Multiverso.Leia mais... Veja Mais

EIRELE X UNIPESSOAL: Quais são as principais diferenças?

R7 - Economia A Sociedade Limitada Unipessoal possibilita abrir uma empresa sozinho, protegendo o patrimônio particular e sem precisar investir muito dinheiro. Com ela não existe capital social mínimo, nem a necessidade de inclusão de sócios e o empresário responde apenas com o patrimônio investido no CNPJ, ou seja, seu patrimônio pessoal fica protegido. O que é a Unipessoal? […] O post EIRELE X UNIPESSOAL: Quais são as principais diferenças? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Carteira de trabalho Digital: Como faço para acessar a minha e quais as principais mudanças?

R7 - Economia Uma das grandes mudanças que nossa legislação sofreu este ano e que impactou diretamente o mundo corporativo foi a MP da Liberdade Econômica, sancionada em setembro deste ano. Ela foi criada com o objetivo de desburocratizar alguns processos e trazer maior liberdade nas atividades econômicas, e dentre suas propostas, uma das mais populares é a […] O post Carteira de trabalho Digital: Como faço para acessar a minha e quais as principais mudanças? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Estiagem afeta a produção de leite no Rio Grande do Sul

G1 Economia Falta de chuvas prejudicou a qualidade das pastagens e, com uma alimentação pior, rebanho acaba produzindo menos. Estiagem afeta a produção de leite no Rio Grande do Sul O Rio Grande do Sul enfrenta um verão com pouca chuva e temperaturas altas, e o gado leiteiro está sentindo as consequências. A produção caiu e os criadores estão preocupados. Assista a todos os vídeos do Globo Rural No município de Estrela, a queda foi grande. A produção, que fica em torno de 3 milhões de litros por mês, caiu para 2 milhões de litros em dezembro. “Com a seca nas pastagens, a lavoura de milho todas ficam com uma qualidade muito inferior, então, isso além do animal comer menos, ele vai comer um alimento de qualidade muito baixa”, explica o veterinário Tiago Conrad. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Veja Mais