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'Ainda não consegui assentar as ideias', diz estudante após deixar quarentena em Goiás

Glogo - Ciência Vitor Siqueira diz que ainda não conseguiu 'assentar as ideias', visa concluir o mestrado e diz que período de 14 dias na Base Aérea de Anápolis foi 'extremamente significativo'. Estudante se diz confuso após quarentena, mas ressalta convívio e lembranças do isolamento Passados os 14 dias de quarentena, o estudante Vitor Siqueira, de 28 anos, ainda não teve tempo para "assentar as ideias". Se dizendo muito confuso com o período em que ficou isolado, ele ainda quer colocar tudo em ordem. Único do grupo de 58 que não embarcou ainda para sua cidade - Belo Horizonte - ele relembrou o tempo na Base Aérea de Anápolis, afirmou que lá dentro tudo foi muito intenso e que vai guardar boas lembranças do convívio que teve. "Agora é total confusão. Foi uma coisa muito rápida, que ficamos sabendo há muito pouco tempo e eu não tive tempo ainda para processar tudo. Dentro da quarentena realmente foi um turbilhão de sentimentos, muita coisa veio e muita coisa ficou. Agora estou realmente meio assim, o que está acontecendo, onde que eu estou? E é mais ou menos esse sentimento de confusão porque eu ainda não consegui assentar as ideias", afirma. Assim que deixou a base, na manhã deste domingo (23), Vitor reencontrou o pai, José Neves Siqueira Júnior, que se hospedou em um hotel de Anápolis à espera do filho. No mesmo local, ele concedeu a entrevista. Eles seguiram depois para Goiânia de carro para encontrar amigos e posteriormente devem voltar para casa. Estudante VItor Siqueira se diz confuso após quarentena, mas ressalta convívio e lembranças do isolamento: 'Turbilhão de emoções' Goiás Vitor Santana/G1 Vitor considera o período que ficou em isolamento como um "retiro espiritual". Cada minuto vivido ali ficará guardado em sua memória como algo marcante para sua vida. "Acho que todo o processo, cada coisa. As pessoas, os lugares, as imagens, qualquer coisa acho que ficou gravada de uma maneira muito profunda, extremamente profunda. Imagino que não vai ser uma [lembrança]. Vai ser tudo que vou levar. Porque cada coisa foi extremamente significativa para mim", destaca. Vitor fazia mestrado em ensino de línguas em Wuhan - epicentro do coronavírus. Ele estava no último semestre e pretende defender sua dissertação tão logo seja possível. "Os planos para o futuro, basicamente, é continuar com o que eu estava fazendo. A questão é: qualquer coisa que acontece na vida a gente não pode parar. Vamos seguir e pelo menos terminar o mestrado, seguir com um emprego", estima. Com o pai, Vitor seguirá para Goiânia e depois para Belo Horizonte Vitor Santana/G1 'Guerra psicológica' Para ele, o maior desafio foi a “guerra psicológica”. Porém, conta que vai guardar boas lembranças desse momento, que ele considerou praticamente como um retiro espiritual. “Foi uma guerra mais psicológica comigo mesmo, porque, quando você está isolado, não pode fugir de si mesmo, então tive emoções bem difíceis, mas que consegui trabalhar”, disse. Durante o período de quarentena, disse que o convívio com todos foi fácil, pois muitos já se conheciam da universidade. “Mesmo entre os que não se conheciam, eram pessoas maravilhosas e são contatos que imagino que vou levar para o resto da vida. A gente sempre tinha um apoio e um suporte mútuo”, completou. Antes de voltar ao Brasil, ele conta ficou com medo de não conseguir embarcar. “Tinha um senhor da Argélia que estava com muita roupa de frio e o termômetro marcou que ele estava com febre, mas não estava e todo mundo estava com roupa de inverno, então eu fiquei com medo de não embarcar. Mas, todo mundo embarcou e deu tudo certo no voo”, contou. Grupo deixa a quarentena na Base Aérea de Anápolis após 14 dias Vitor Santana/G1 Antes dessa viagem de volta ao Brasil, Vitor pretendia fazer um retiro na Índia e praticar yoga. Porém, com o surto do coronavírus, não conseguiu sair da China antes. “Com tudo que aconteceu, acabei fazendo lá [na quarentena] esse retiro, conheci uma professora de yoga, então foi muito legal. O pai do estudante conta que se apegou à fé para esperar a liberação do filho. Ao reencontrar Vitor. A emoção foi muito intensa. “Eu estava quase saltando na frente [durante a cerimônia de encerramento na Base Aérea], quebrando todos os protocolos, mas estava morrendo de saudade dele. Mas agora é uma sensação de alívio e agradecimento à vida”, disse. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. Veja Mais

Crescimento global será modesto em 2020 e 2021, preveem líderes financeiros no G20

G1 Economia Documento final citou condições financeiras mais cômodas e sinais de redução das tensões comerciais, mas surto de coronavírus preocupa autoridades. Os líderes financeiros das 20 principais economias do mundo estimam um crescimento modesto neste ano e no próximo, devido à política monetária frouxa e à diminuição das tensões comerciais, e prometeram monitorar os efeitos do surto de coronavírus. Os ministros das Finanças e os chefes de bancos centrais do G20 assistiram a uma apresentação sóbria do Fundo Monetário Internacional (FMI), que previu que o coronavírus reduzirá 0,1 ponto percentual do crescimento global. "O crescimento global deverá crescer modestamente em 2020 e 2021. A recuperação é apoiada pela continuidade de condições financeiras mais cômodas e por alguns sinais de redução das tensões comerciais", afirmou o comunicado final dos líderes financeiros divulgado neste domingo (23). "Aprimoraremos o monitoramento global de riscos, incluindo o recente surto de Covid-19. Estamos prontos para tomar medidas adicionais para lidar com esses riscos", afirmou o documento. O presidente chinês, Xi Jinping, que não esteve presente à reunião das principais economias do mundo, passou a mensagem de que Pequim intensificará medidas para ajudar a amortecer as consequências do coronavírus na economia. "O surto por coronavírus terá inevitavelmente um impacto relativamente grande na economia e na sociedade", disse Xi, acrescentando que o impacto seria de curto prazo e controlável. A China esteve representada na reunião do G20 por seu embaixador na Arábia Saudita. "Discutimos o surto de coronavírus na China e em outros países e todos do G20 concordaram coletivamente em estar prontos para intervir com as políticas necessárias", disse o ministro das Finanças da Arábia Saudita, Mohammed al-Jadaan, em entrevista coletiva. O ministro das Finanças da Arábia Saudita, Mohammed al-Jadaan, em entrevista coletiva Ahmed Yosri/Reuters "No atual cenário, as políticas anunciadas serão implementadas e a economia da China retornará ao normal no segundo trimestre. Como resultado, o impacto na economia mundial seria relativamente menor e de curta duração", disse no sábado a diretora do FMI, Kristalina Georgieva. "Mas também estamos analisando cenários mais terríveis em que a disseminação do vírus continua por mais tempo e globalmente, e as conseqüências do crescimento são mais prolongadas", acrescentou. O número de casos de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, subiu para 77.048 na China, 656 a mais que o registrado no último levantamento. Foram registradas 2.445 mortes, 97 a mais que no último balanço. No mundo, são 1.712 pacientes em 29 países que estão com o novo coronavírus, 460 a mais que no último levantamento, e 22 pessoas já morreram. Taxação de gigantes digitais Os ministros e banqueiros centrais também endossaram o trabalho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que está desenvolvendo regras globais para fazer as gigantes digitais como Google, Amazon e Facebook pagarem impostos onde fazem negócios, e não onde registram subsidiárias. A OCDE quer estabelecer um nível efetivo mínimo no qual essas empresas sejam tributadas e busca um acordo até o início de julho, com a aprovação do G20 até o final do ano. O objetivo é evitar a proliferação de diferentes regimes fiscais digitais em todo o mundo. Segundo a OCDE, isso pode aumentar as receitas fiscais nacionais em um total de US$ 100 bilhões por ano. A chave do acordo é a cooperação dos Estados Unidos, que vem impedindo o progresso, sem ter certeza do impacto político do acordo em um ano de eleições presidenciais. Os esforços da OCDE foram paralisados no final do ano passado pelas mudanças de última hora exigidas por Washington, que muitas autoridades do G20 consideram relutantes em lidar com um assunto politicamente complicado antes das eleições presidenciais. Vários países europeus, incluindo França, Espanha, Áustria, Itália, Grã-Bretanha e Hungria, já têm um plano para um imposto digital ou estão trabalhando em um, criando o risco de um sistema global altamente fragmentado. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em 14 de fevereiro que estaria pronto para pagar mais impostos na Europa e receberia com satisfação uma solução global da OCDE que tornaria as taxas uniformes. Veja Mais

15 filmes disponíveis na Netflix para ver neste Carnaval!

R7 - Economia Se você é do bloco “Unidos dos Lençóis” ou “Acadêmicos do Sofá com Pipoca”, talvez passar o Carnaval com bons filmes do Netflix seja uma boa escolha! Então, o melhor é se conformar e ficar em casa mesmo. E, se você queria dicas de filmes para assistir enquanto os cortejos não acabam, aí vai uma [...] O post 15 filmes disponíveis na Netflix para ver neste Carnaval! apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

Irã se torna o país com mais mortes por coronavírus depois da China

Glogo - Ciência São 8 mortes e 43 casos confirmados. Líder supremo iraniano, Ali Khamenei, acusou a imprensa estrangeira de usar a epidemia como "pretexto" para prejudicar as eleições legislativas. Mulher usa máscara de proteção contra o coronavírus durante votação para o parlamento iraniano neste domingo (23) Nazanin Tabatabaee/WANA via Reuters O Irã se tornou neste domingo (23) o país com o maior número de mortes provocadas pelo novo coronavírus fora da China, com 8 mortes e 43 casos confirmados. A doença já matou 2.445 pessoas na China. Fora do território chinês, são 22 mortes no total. O Irã foi o primeiro país do Oriente Médio a registrar mortes provocadas pelo novo coronavírus. As duas primeiras vítimas fatais eram idosos, segundo as autoridades. A nacionalidade dos outros mortos ou infectados não foi divulgada, o que dá a entender que também são iranianos. Como "medida de prevenção", o governo anunciou o fechamento de escolas e universidades, cinemas, teatros e outros centros culturais em 14 das 31 províncias do país, incluindo Teerã. Os eventos culturais e artísticos foram proibidos por uma semana nas regiões afetadas. O ministro da Saúde, Said Namaki, anunciou que o tratamento da doença será gratuito. Ao menos um hospital de cada cidade se dedicará exclusivamente a atender, examinar e tratar os casos de coronavírus". Na capital Teerã, cidade com mais de 8 milhões de habitantes, onde foram registrados quatro dos 15 novos casos anunciados neste domingo, a prefeitura ordenou o fechamento das fontes de água e dos postos de vendas de doces no metrô. Gholamreza Mohammadi, porta-voz da prefeitura, afirmou que os trens do metrô e os ônibus estão sendo desinfetados. "Se o número de pessoas infectadas aumentar em Teerã, toda a cidade será colocada em quarentena", declarou Mohsen Hashemi, presidente do Conselho Municipal da capital. Epidemia afeta eleições legislativas Os primeiros casos no Irã e as duas primeiras mortes, que aconteceram na cidade sagrada xiita de Qom, foram anunciados na quarta-feira, dois dias antes das eleições legislativas. O ministro do Interior, Abdolreza Rahmani Fazli, informou que o índice de participação na votação de domingo foi de 42,57%, a menor taxa registrada em eleições legislativas desde a proclamação da República Islâmica, em 1979. Nas 10 legislativas anteriores, a participação sempre superou 50%. Fronteiras fechadas O Afeganistão suspendeu a partir deste domingo (23) as viagens aéreas e terrestres para o Irã, onde vivem milhões de refugiados afegãos, à medida que os temores por toda a região crescem com o avanço da propagação do coronavírus. O Paquistão anunciou o fechamento da fronteira com o Irã como forma de prevenção, assim como a Turquia. Líder ataca a imprensa estrangeira O líder supremo iraniano, Ali Khamenei, acusou a imprensa estrangeira de usar a epidemia como "pretexto" para prejudicar as eleições legislativas. "A propaganda começou há alguns meses e se intensificou à medida que as eleições se aproximavam e nos últimos dois dias, sob o pretexto de uma doença e um vírus", afirmou neste domingo o guia supremo, Ali Khamenei, durante sua aula semanal aos estudantes de Teologia em Teerã. De acordo com seu site oficial, o aiatolá Khamenei denunciou a "grande nuvem (de desinformação) criada pela imprensa estrangeira, que não perdeu a oportunidade para dissuadir a população de votar". "Apesar da propaganda, o guia da Revolução Islâmica aplaudiu a grande participação da população nas eleições", afirma o site. Veja Mais

Coreia do Sul ativa nível mais elevado de alerta por causa do novo coronavírus

Glogo - Ciência Passa de 600 o número de casos de infecção pelo Covid-19 no país. Policias usam máscaras de proteção em Seul, capital da Coreia do Sul, neste sábado AP Photo/Lee Jin-man A Coreia do Sul vai aplicar o nível mais elevado de alerta devido ao novo coronavírus, anunciou neste domingo (23) o presidente Moon Jae-in, após um repentino aumento do número de contágios. A epidemia de Covid-19 está em um "ponto de inflexão grave", declarou Moon após uma reunião do governo sobre o tema. O presidente afirmou que segue as recomendações dos especialistas, depois que o país registrou quatro mortes pela pneumonia viral e 602 casos de contágio. O número de infectados disparou nos últimos dias, sobretudo na cidade de Daegu, sudeste do país, onde centenas de fiéis de uma seita cristã foram diagnosticados com a doença. A Coreia do Sul virou o segundo país com o maior número de pacientes em seu território, atrás da China, berço da epidemia, e sem levar em consideração o cruzeiro "Princess Diamond", atracado em quarentena na costa do Japão. O presidente sul-coreano Moon pediu às autoridades a adoção de "medidas de uma magnitude sem precedentes", após a informação de que centenas de membros de uma seita cristã foram infectados no sul do país. Mais de 9.000 pessoas estão em quarentena ou foram obrigadas a permanecer em suas casas. A Coreia do Norte, um dos primeiros países a fechar a fronteira com a China, está a salvo do vírus no momento, mas seu sistema de saúde não estaria preparado para a epidemia, de acordo com especialista. Veja Mais

Cortar completamente carne e laticínios faz bem à saúde? O que diz a ciência

Glogo - Ciência Mais e mais pessoas estão comendo refeições vegetarianas e veganas — e parte do motivo é que isso é visto como mais saudável. A BBC buscou as evidências sobre o impacto na saúde. Pessoas que seguem dieta vegana ou vegetariana tendem a apresentar risco menor de desenvolver doenças cardíacas Getty Images O número de pessoas que diminuíram o consumo de carnes e laticínios ou cortaram completamente esses alimentos de suas dietas tem aumentado na última década. Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto. Já no Reino Unido, segundo pesquisa da The Vegan Society, o número de veganos quadruplicou entre 2006 e 2018. Uma motivação comum para quem decide deixar o bife para trás são os benefícios à saúde. A dieta vegana é geralmente considerada mais rica em fibras e tem índices menores de colesterol, proteínas, cálcio e sal do que a dieta onívora. Mas ainda existem conceitos equivocados e a eliminação completa de carne, peixe, ovos e laticínios de nossas dietas gera preocupações. Vitamina B12 Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente. Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso e é encontrada em carnes, peixes, ovos e laticínios, mas não em frutas ou vegetais. Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia. "A deficiência de B12 pode levar a sintomas neurológicos irreversíveis se a deficiência se prolongar muito", diz Janet Cade, do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds, no Reino Unido. Um estudo recente com 48 mil pessoas com mais de 18 anos comparou a saúde de quem come carne, pescetarianos (aqueles que comem peixes, ovos e laticínios, mas não carne de outros animais) e vegetarianos, incluindo alguns veganos (aqueles que não consomem nenhum tipo de carne, nem produtos derivados de animais, como mel, leite, gelatina ou ovos). Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca, mas maior risco de derrame, em parte, possivelmente, devido à falta de vitamina B12. Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros. A pesquisadora Tammy Tong, epidemiologista nutricional da Universidade de Oxford, diz que o maior risco de derrame hemorrágico — quando há sangramento em uma parte do cérebro — pode ter várias razões. Embora o colesterol baixo proteja o organismo contra doenças cardíacas e derrames isquêmicos, existem evidências de que os baixos níveis de colesterol (associados à dieta vegana e vegetariana) podem estar associados a um pequeno risco de derrame hemorrágico. Mas é fácil obter a quantidade "minúscula" que nosso organismo precisa de vitamina B12 a partir da chamada levedura nutricional ou de alimentos fortificados — aqueles enriquecidos com nutrientes — como o leite vegetal, diz Marco Springmann, pesquisador sênior de sustentabilidade ambiental e saúde pública da Universidade de Oxford. Em países onde os alimentos não são enriquecidos com vitamina B12, o especialista recomenda suplementos vitamínicos. Já a Academia de Nutrição e Dietética, dos EUA, afirma que a levedura nutricional não é uma fonte adequada de vitamina B12, e diz que os veganos devem tomar suplementos ou comer alimentos fortificados. As crianças e os bebês alimentados com dieta vegana também precisam ter volumes suficientes de vitamina B12 garantidos. Proteína Outra preocupação comum para quem está tentado a fazer a transição é se uma dieta vegana fornece proteína suficiente. Embora as frutas e os legumes não tenham muita proteína, não há motivo para preocupação, diz Springmann. "Nunca [vimos] problemas de deficiência de proteína, apenas em pessoas que não comem calorias suficientes", diz ele. "A proteína está em tudo." O leite de soja, por exemplo, tem aproximadamente a mesma quantidade de proteínas que o leite de vaca. Também é improvável que uma dieta vegana cause deficiência de ferro, diz Springman, desde que sua alimentação inclua frutas e vegetais de todas as cores. "Com o tempo, o corpo pode se adaptar à quantidade de ferro disponível na dieta. Se você tiver uma ingestão de ferro menor, poderá usar esse nutriente de forma mais eficiente ", diz o especialista. Para Springman, a dieta vegana equilibrada é uma das dietas mais saudáveis. "Descobrimos que a dieta vegana pode ser uma das mais saudáveis, superando a performance dos pescetarianos e vegetarianos, porque a dieta vegana é mais rica em frutas, legumes e vegetais e os benefícios à saúde compensam qualquer outra coisa", diz Springman. Ele recomenda que se coma muitas frutas e legumes de diferentes cores, nozes e castanhas, cereais integrais, feijões e lentilhas, além de sementes de chia, cânhamo e linhaça, que contêm ômega 3. Variedade Para aqueles que se preocupam com o fato de a dieta vegana supostamente não oferecer variedade suficiente, um estudo em 2018 não encontrou evidências de que uma dieta mais variada seja mais saudável. Na verdade, foi descoberto que aqueles que seguiam uma dieta mais diversificada tendiam a ingerir mais alimentos processados ​​e bebidas açucaradas. Ainda sobre alimentos não saudáveis, Springman mostrou preocupação com a crescente popularidade de junk food vegana. "Essas substituições veganas de junk food podem resultar no mesmo perfil de consumo de um onívoro não saudável", diz. Mas não precisa ser assim. Em um estudo recente sobre os efeitos de uma dieta rica em plantas, mas não estritamente vegana, pesquisadores usaram índices que classificaram pessoas de acordo com o percentual de comidas a base de plantas em comparação com as de origem animal em suas dietas. Aqueles que tinham dietas com maior ingestão de frutas e vegetais e menor consumo de produtos animais tiveram resultados mais saudáveis. O risco de doenças cardiovasculares entre os que consumiam mais plantas foi até 32% mais baixo, após ajustes de variáveis como idade, sexo, raça, educação e comportamentos como fumo, consumo de álcool e exercício. "Encontramos uma relação impressionante entre padrões alimentares e o risco de ocorrências clínicas importantes", diz Casey Rebholz, autora do estudo e professora assistente da Escola de Saúde Pública John Hopkins Bloomberg, em Baltimore, nos EUA. Ela notou que pessoas que comiam mais frutas e vegetais geralmente comiam menos carne vermelha e processada, laticínios e peixe. No entanto, a pesquisa não confirma se a relação entre comer mais alimentos não-animais e a queda nos riscos de doença cardíaca se mantêm com o tempo ou se altera. Em outras palavras, ela não provou se uma dieta estritamente vegana é mais positiva do que uma dieta composta principalmente por frutas e vegetais, mas com alguns produtos animais. "Acredito que os benefícios para a saúde de uma dieta baseada em vegetais venham da combinação entre comer mais frutas e vegetais e quantidades menores de alimentos de origem animal, incluindo gordura saturada", avalia a especialista. Associações precipitadas Muitos cientistas questionam a confiabilidade de pesquisas que associam a dieta vegana a uma melhora na saúde, uma vez que os veganos já tendem a ser mais saudáveis de forma geral. "Normalmente, os veganos fumam menos, bebem menos álcool e se exercitam mais", diz Faidon Magkos, professor associado do Departamento de Nutrição, Exercício e Esportes da Universidade de Copenhague (Dinamarca), que no ano passado publicou um estudo sobre pesquisas que examinam os efeitos da dieta vegana na saúde. Esses fatores ligados ao estilo de vida, que também podem contribuir para um risco menor de doenças cardíacas e mortalidade, podem sugerir que a dieta vegana sozinha é mais saudável do que realmente pode ser. Esses estudos servem como ponto de partida, lembra Faidon, e como a maioria dos dados sobre o veganismo é de observação, ainda existem incertezas em torno da dieta, principalmente quando se trata de efeitos a longo prazo. Por exemplo: embora a glicemia mais alta possa indicar um risco maior de desenvolver diabetes, isso não ocorre necessariamente. Para confirmar se uma mudança na dieta afeta a saúde, é necessário seguir os participantes por tempo suficiente para que sintomas de doenças apareçam, com estudos que durem pelo menos um ano", diz Faidon. Longo prazo Evelyn Medawar, autora de uma análise sobre os benefícios metabólicos de uma dieta baseada em vegetais, diz que é importante que mais pesquisadores comecem a observar os efeitos da dieta na saúde. "No momento, a sociedade está à frente das pesquisas quando se trata da dieta vegana", diz ela. "Muitas pessoas têm dúvidas sobre a dieta vegana devido a possíveis deficiências nutricionais, e só agora os pesquisadores estão pesquisando isso e os benefícios e riscos a longo prazo." "Precisamos afastar os medos ou conhecer as consequências a longo prazo. Isso pode fazer com que mais pessoas se interessem em adotar a dieta vegana por motivos de saúde", diz. Segundo Medawar, ainda pode demorar alguns anos até que tenhamos resultados de pesquisas sobre a forma como a dieta vegana afeta nossa saúde, já que isso exige estudos controlados. Mas, apesar da falta de dados específicos sobre a dieta vegana, os pesquisadores dizem que as evidências existentes sobre dieta e saúde geralmente indicam algumas tendências. Embora as evidências não sejam muito fortes para a dieta vegana especificamente, ela parece estar ligada a uma saúde melhor em geral. Em termos de densidade óssea, fraturas podem ser mais comuns devido a uma possível menor ingestão de cálcio e de vitamina B12. Veganos têm um índice de massa corporal mais baixo (IMC), o que significa melhores níveis de colesterol e pressão arterial mais baixa, o que é um importante fator de risco para doenças cardíacas. A dieta vegana é muito parecida com qualquer outra. Ou seja, ela pode ajudar a diminuir o risco de doenças ou aumentá-lo, dependendo dos alimentos que você consome. "Se você comparar uma dieta baseada em vegetais com uma dieta não saudável que inclui carne, a dieta baseada em vegetais é certamente melhor", diz Faidon. "Mas, se você seguir uma dieta onívora relativamente prudente, como a dieta mediterrânea, rica em frutas, legumes, verduras e pouca carne, há evidências que sugerem que esse tipo de dieta onívora é pelo menos tão saudável quanto uma dieta vegana", ele prossegue. Ainda há muito para se pesquisar antes de termos certeza se o veganismo pode ser mais saudável do que qualquer outra dieta — especialmente quando se trata de efeitos à saúde a longo prazo. Enquanto isso, os especialistas aconselham que a melhor dieta vegana é aquela que inclui muitas frutas e vegetais, suplementos de vitamina B12 e menos frituras e alimentos processados. Veja Mais

Turquia fecha fronteira com o Irã e suspende voos devido a coronavírus

Glogo - Ciência Todas as rodovias e ferrovias estarão fechadas a partir das 17h do horário local (11h no Brasil) deste domingo. Família iraniana usa máscaras de proteção em Teerã WANA/Nazanin Tabatabaee A Turquia fechará sua fronteira com o Irã como medida de precaução para impedir a possível propagação do coronavírus depois que o país vizinho notificar 43 casos da doença, disse no domingo o ministro da Saúde da Turquia, Fahrettin Koca. Veja a situação do novo coronavírus na China e no mundo Todas as rodovias e ferrovias estarão fechadas a partir das 17h do horário local (11h no Brasil) deste domingo e voos do Irã suspensos, disse ele a repórteres. Oito pessoas morreram no Irã, o número mais alto de mortes por novos coronavírus fora da China. Veja Mais

EFD-Reinf: Como funciona e como afetam as microempresas?

R7 - Economia Você já ouviu falar em EFD-Reinf? Apesar do nome complicado, a intenção do Governo Federal ao implantá-la é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro. Essa declaração é um tipo de complemento ao eSocial. Acompanhe o artigo a seguir e entenda o que é EFD-Reinf, quem deve entregar a declaração e ainda quais as suas vantagens [...] O post EFD-Reinf: Como funciona e como afetam as microempresas? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

A importância do atendimento humanizado na era digital

R7 - Economia Em tempos corridos, onde praticamente tudo é resolvido de forma online, novas tecnologias oferecem ganhos importantes para as empresas com a otimização de processos e recursos, bem como um serviço mais rápido e eficaz para a clientela. Mas mesmo com todas as vantagens da era digital, há quem ainda priorize o olho no olho, a [...] O post A importância do atendimento humanizado na era digital apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

Por que é polêmico comparar as contas do governo com o orçamento doméstico?

G1 Economia Usada por políticos de diversas vertentes, a comparação das contas do governo com o orçamento de uma família pode ser didática, mas tem sérias limitações, segundo economistas ouvidos pela BBC News Brasil. Usada por políticos de diversas vertentes, a comparação das contas do governo com o orçamento de uma família pode ser didática, mas tem sérias limitações Getty Images Imagine uma pessoa cheia de dívidas, que já não sabe mais o que fazer para quitar os financiamentos. Agora pense se ela pudesse imprimir dinheiro para pagar esses débitos. Ou que tivesse o poder de determinar que os vizinhos fossem obrigados a depositar uma contribuição para ela por mês. Ou até que ela pudesse emitir uma espécie de nota promissória e vender aos vizinhos por R$ 100 com a promessa de que dali cinco anos vai devolver R$ 130. Parece impossível? Sim, isso tudo é impensável quando falamos do orçamento doméstico. Mas tudo isso se aplica quando o tema são as contas públicas. São formas de o governo se financiar — algumas são corriqueiras, como a venda de títulos da dívida pública, e outras são alternativas extremas, como a emissão de moeda para pagar a dívida. A BBC News Brasil entrevistou economistas para entender por que é preciso cuidado ao comparar as contas públicas com o orçamento de uma família. Quem nunca ouviu um político fazendo isso? Ex-ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni comparou o contingenciamento de gastos com educação à dificuldade de uma família para comprar um vestido para festa de 15 anos. "É que nem o pai, que tem um salário e sabe que tem que comprar o vestido de 15 anos da filha lá em outubro, mas ele está em maio. Aí, ele vai vendo o que vai entrando, o que vai gastando, e diz: 'ih, pode ser quem não dê, então não vou sair para comprar churrasco, não vai ter cervejinha no final de semana, eu não vou comprar o tênis do João", disse. Mas fazer essa relação não é moda lançada pelo atual governo. Em 2016, o então presidente Michel Temer defendeu o ajuste das contas públicas citando uma fala da ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher. "Ela até dizia uma coisa trivial: o Estado é como uma casa, sua casa, a casa da sua família, você não pode gastar mais do que aquilo que arrecada." Antes disso, a ex-presidente Dilma Rousseff também comparava as contas públicas com o orçamento de uma casa. "Nós precisamos também fazer ajustes. Eu faço ajuste no meu governo como uma mãe, uma dona de casa, fazem na casa delas. Nós precisamos agora dar condições de a gente retomar um novo ciclo de desenvolvimento econômico para gerar mais emprego, para assegurar mais renda e para fazer que o Brasil continue a crescer de forma acelerada", disse, enquanto era presidente. Os economistas dizem que a comparação pode ter a intenção de simplificar um tema complexo, mas apontam diversos problemas. "A metáfora é útil, mas tem severas limitações", afirma a economista Monica de Bolle, pesquisadora do Peterson Institute, em Washington. O economista Manoel Pires, que já foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, diz que a comparação normalmente é feita para "passar uma mensagem de que o governo, em determinadas situações, tem que economizar recursos ou justificar determinada necessidade de fazer um ajuste fiscal para equilibrar as contas". No entanto, Pires diz que "quando a gente vai levar essa comparação mais a sério, as diferenças são muito grandes". "As pessoas fazem essa analogia dizendo 'o governo é igual uma família e por isso tem que gastar o quanto arrecada'. Nem as famílias gastam o quanto elas arrecadam. Essa comparação já é limitada logo de cara, porque família também tem acesso a mercado de crédito, se endivida para comprar um casa, um carro. Muitas vezes a pessoa perde o emprego e, em situação mais difícil, entra no cheque especial." Em cinco pontos, entenda por que é polêmico comparar as contas do governo e o orçamento de uma família: 1. Criação ou aumento de imposto Uma trabalhadora ou um trabalhador podem buscar um aumento salarial ou tentar lucrar mais com o próprio negócio, mas não têm o poder de determinar qual será sua renda no fim do mês. "As famílias não definem a própria renda — mas o Estados sim, por meio do tributo, por exemplo", diz Grazielle David, doutoranda em desenvolvimento econômico na Unicamp e assessora da Rede Latinoamericana de Justiça Fiscal. O governo pode — embora possa desagradar setores específicos ou consumidores — criar novos tributos ou aumentar a alíquota de impostos que já existem para tentar reforçar a arrecadação dos cofres públicos. As receitas, no entanto, também dependem de outros fatores, como crescimento econômico e a aprovação de medidas no Congresso. Um exemplo recente foi a discussão em torno da criação de um tributo sobre transações financeiras similar à antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), que enfrentou resistência de parlamentares e de parte da população. 2. Imprimir dinheiro Se a família não pode imprimir dinheiro para pagar a dívida, o Estado pode emitir moeda para pagar dívidas em moeda nacional. Essa medida, no entanto, é considerada mais drástica porque pode desestabilizar a economia. "O governo tem uma capacidade adicional, que obviamente famílias não têm: o poder e a responsabilidade única de criar e emitir essa moeda na qual as dívidas estão denominadas. Então, em última análise, quando acontece uma situação em que as dívidas estão excessivamente elevadas, o governo pode pagar a si próprio emitindo moeda", diz Monica de Bolle. "Essa possibilidade do governo de se autofinanciar por meio da emissão de moeda, evidentemente que num prazo maior pode gerar desequilíbrio muito severo. Pode gerar, por exemplo, situação de inflação em alta ou hiperinflação, como vimos em países latinoamericanos que faziam isso nos anos 1970 e 1980." 3. Taxas e prazos das dívidas Os governos têm a possibilidade de determinar como vão remunerar o endividamento — ou seja, determinar qual será o critério para pagar os juros a quem emprestou o dinheiro. Os títulos da dívida pública, que são uma forma de o governo se financiar, têm remunerações que dependem do prazo e podem estar baseadas, por exemplo, na taxa Selic ou na inflação. Outro ponto importante é a rolagem das dívidas — ou seja, a conversão de uma dívida antiga em uma nova dívida. "Países como Estados Unidos, Japão, diversos países europeus têm dívidas muito elevadas e carregam essas dívidas há anos, sem que isso seja um empecilho. Isso acontece porque governos, diferentemente de famílias, têm domínio sobre quem vai absorver suas próprias dívidas", diz Monica de Bolle. "Quando uma família pega um empréstimo no banco porque gastou mais do que recebeu, ela não tem poder de influência sobre o banco. O banco determinou um contrato de crédito com essa família em que estão estipuladas as condições para que pague de volta o empréstimo. No caso dos governos, eles exercem um poder sobre a economia de modo geral e, portanto, sobre os detentores finais da dívida pública." Por isso, segundo a economista, os países conseguem "carregar dívidas elevadas" e "sustentar uma situação de déficit grande". 4. Relação entre a receita e a despesa Os diferentes efeitos do corte de uma despesa são outro ponto frequentemente discutido. "Se eu sou uma residência e faço um corte de uma despesa minha, isso não necessariamente vai afetar a minha receita. Se eu deixar de ir ao cinema, por exemplo", diz Graziella David. "Mas essa lógica não é verdadeira para o Estado. Quando o Estado gera uma despesa pública, muitas vezes ele também gera uma receita para ele." Ela diz que gastos públicos com saúde e educação, por exemplo, podem gerar retornos também em termos de arrecadação de tributos e, no futuro, reforçar o caixa do governo. "Se eu diminuo gasto em saúde e educação, diminuo a capacidade arrecadatória, diminuo o crescimento econômico, diminuo a minha receita." Neste ponto, há uma discussão entre as diferentes correntes da economia sobre quais os estímulos adequados para uma economia em crise. Os keynesianos, por exemplo, defendem políticas anticíclicas para evitar um colapso econômico — ou seja, estímulos do governo em momento em crise, mesmo que isso signifique aumento da dívida — enquanto os liberais tendem a defender corte de gastos nessas situações. 5. Títulos da dívida como poupança Manoel Pires aponta que a dívida pública também tem um "papel macroeconômico importante", no sentido de que as pessoas que compram os títulos do governo usam isso como uma poupança — ou seja, para transportar seus recursos para o futuro. "O governo não tem que ter dívida zero, porque essa dívida serve para outros propósitos, como as pessoas usarem títulos para poupar e para financiar políticas ao longo do tempo. O problema surge quando você fica muito refém dessa forma de financiamento, que é o que acontece quando você tem uma crise fiscal", diz o economista. "Eu vejo essa comparação (do orçamento público com as contas de uma família) de uma maneira muito restrita para um determinado fim didático. Ela serve ao propósito de dizer que governo também se depara com restrições, que muitas vezes resultam em escolhas difíceis, como se fosse o chefe de família resolvendo como alocar recursos no orçamento. Mas até onde isso vai, é limitado." Veja Mais

Produtores de batata doce de Sergipe se unem para tornar a atividade mais rentável

G1 Economia Mais de 70 agricultores formaram uma cooperativa para beneficiar o alimento, garantindo que ele seja vendido pelo Nordeste do país. Produtores de batata doce de Sergipe se unem para tornar a atividade mais rentável No agreste de Sergipe, o município de Moita Bonita se destaca na produção de batata doce. Por lá, pequenos agricultores se uniram e transformaram a cultura em um negócio que vai do plantio ao beneficiamento. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O cultivo no município ocupa 1.500 hectares, são produzidas cerca de mil toneladas, que vão abastecer os mercados do Nordeste. Por causa da batata doce, os agricultores da cidade se uniram com o mesmo objetivo: tornar a cultura mais rentável. A força de trabalho fez surgir a primeira cooperativa de produtores de batata doce do agreste de Sergipe. São 77 produtores que beneficiam o produto para virar uma farinha que é vendida em todo estado. Ela fez sucesso e passou a fazer parte da merenda escolar da região. Cerca de 25% dos impostos arrecadados em moita bonita vêm da do cultivo da batata doce, e o sistema de irrigação na região foi implantado pela cooperativa de produtores. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 23/02/2020

G1 Economia Veja como obter informações das empresas citadas no programa. 01. Microfranquia de bronzeamento artificial leva o processo para a casa do cliente COR DE PRAIA Rua Gonçalves Dias, 2175 – Lourdes Belo Horizonte / MG – CEP: 30140-092 Telefone: (31) 36584777 Site: www.cordepraia.com.br Facebook: Cor de Praia Instagram: @cordepraia 02. Donos de petshop compartilham fotos dos clientes de quatro patas no clima do carnaval HIGO BANHO E TOSA Rua Estreano Augusto Escalera, 90 - Jardim Raposo Tavares São Paulo / SP – CEP: 05551-250 Telefone: (11) 97255-4748 Facebook: https://www.facebook.com/higobanhoetosa/ Instagram: https://www.instagram.com/higobanhoetosa/ 03. Professora de português quer saber de possibilidades de trabalho HAROLDO MATSUMOTO - CONSULTOR DE NEGÓCIOS PROSPHERA EDUCAÇÃO CORPORATIVA Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 Site: www.prosphera.com.br Instagram: @prospherabr Email: contato@prosphera.com.br 04. Desenvolvedora de games se firma no mercado apostando em jogos retrôs QUByte Interactive Rua Américo Brasiliense, 2171, 1º Andar São Paulo/SP, 04715-005 E-mail: contact@qubyteinteractive.com Site: https://www.qubyteinteractive.com Facebook: https://www.facebook.com/qubyteinteractive Twitter: https://twitter.com/qubytegames LinkedIn: https://linkedin.com/company/qubyte-interactive 05. Empresário cria plataforma para o cliente achar o técnico de informática mais próximo NETSUPPORT Avenida Floriano Peixoto, 5505 - Bairro Granja Marileusa Uberlândia/MG - CEP 38405-373 Site: www.netsupport.com.br Email: comercial@netsupport.com.br LEVOO TECNOLOGIA E SERVICOS DE INFORMACAO DO BRASIL LTDA Alemeda Rio Negro, 1030 - sala 206 Alphaville - Barueri - SP Site: www.levoo.com.br Contato: euquero@levoo.com.br 06. Loja de produtos típicos em Aracaju conserva o toque artesanal dos produtos e embalagens Coisas Nossas Produtos da Terra Av. Augusto Maynard, 92 - Bairro São José Aracaju/SE - CEP: 49015-380 Telefone: (79) 3213-0562 E-mail: cnossasaju@gmail.com Facebook: facebook.com/coisasnossas.aju Instagram: @coisasnossas.aju 07. Pulseira ajuda quem está debaixo d’água a voltar à superfície KINGII Site: http://kingii.it/ 08. Cervejaria oferece passeio completo pela fábrica em Santo André, no ABC Paulista CERVEJARIA MADALENA Rua Araçatuba, 137 - Santa Maria Santo André / SP – CEP: 09071-310 Telefone: (11) 4800-0500 Site: www.cervejamadalena.com 360 FRANCHISING CONSULTOR MARCOS MENDES Alameda Mamoré, 535 - Cj. 1110 - 11° andar - Alphaville Industrial Barueri / SP – CEP: 06454-040 Telefones: (11) 3145-5817 e (11) 98635-9035 Site: www.360franchising.com.br Facebook: www.facebook.com/360franchising Instagram: www.instagram.com/360franchising 09. Nesse carnaval em SP, hostels devem ficar 90% ocupados Jardins Village Hostel Unidade Brigadeiro Avenida brigadeiro Luís Antônio, 3013 - Jardim Paulista CEP: 01401-002 – São Paulo/SP Telefones: (11) 97555 6700 e (11) 3051-7110 Site: www.jvhostel.com.br Facebook: @jardinsvillage Instagram: @jardinsvillage Veja Mais

Desenvolvedora de games se firma no mercado apostando em jogos retrôs

G1 Economia A empresa se voltou para o mercado da nostalgia. Passou a fazer releitura de jogos antigos e a criar games autorais com referências em sucessos do passado. Desenvolvedora de games se firma no mercado apostando em jogos retrôs O mercado de games tem diversos nichos para serem explorados. A empresa mostrada atua na ponta final: é uma desenvolvedora de video games e conseguiu se firmar quando apostou na onda de jogos retrô. Um cenário que muda com a rapidez de um golpe. Quando Marivaldo e os sócios criaram o estúdio, o foco eram os jogos mobile: smartphones e tablets, mas os inimigos estavam chegando e decidiram mudar a estratégia. “Vamos começar a investir mais em jogos para videogame, consoles”, explica o empresário Marivaldo Cabral. A empresa se voltou para o mercado da nostalgia. Passou a fazer releituras de jogos antigos e a criar games autorais com referências em sucessos do passado. “A nostalgia hoje está em voga – não só na área de jogos, em qualquer área – e isso atrai um público muito grande”, conta Cabral. Um dos games foi feito com ajuda de financiamento coletivo, entrou em um serviço de assinatura de jogos de uma gigante do mercado. “E através disso geraram outras parcerias, empresas de fora nos procuraram para fazer uma versão física do jogo. Isso engatilhou várias outras ações importantes para empresa”, diz Cabral. Uma delas levou os sócios até o Japão, a meca dos games. Lá, conseguiram liberar os direitos para fazer a versão retrô de um hit de quase duas décadas atrás e causaram surpresa. Quer passar de fase nesse mercado? Para vender não basta ter um produto, tem que ter marketing. “O desafio de jogos é vender ele. Porque tem zilhões de outros jogos. Qual a diferença do meu para aquele outro que foi lançado algumas horas atrás?”, fala Cabral. No momento, a empresa tem 14 jogos no catálogo. De 2018 para ano passado, o faturamento pulou de R$850 mil para R$1,2 milhão. Os planos para o futuro já estão feitos. “Tenta reviver franquias antigas, de colecionador, mas também cria nossas próprias franquias, de produtos que a gente acredita”, conta Cabral. É preciso ficar ligado neste mercado. As mudanças começam sempre no exterior. “A grande vedete, que está virando agora, vai ser os streamings. Isso, acredito eu nos próximos cinco, seis anos, vai ser o padrão no mercado de jogos. E aí não é previsão minha, o mercado está prevendo isso aí, então é natural a gente ir junto com eles, finaliza Cabral. QUByte Interactive Rua Américo Brasiliense, 2171, 1º Andar São Paulo/SP, 04715-005 E-mail: contact@qubyteinteractive.com Site: https://www.qubyteinteractive.com Facebook: https://www.facebook.com/qubyteinteractive Twitter: https://twitter.com/qubytegames LinkedIn: https://linkedin.com/company/qubyte-interactive Veja Mais

Microfranquia de bronzeamento artificial leva o processo para a casa do cliente

G1 Economia A marca nasceu em 2010, tem 5 unidades físicas e, no ano passado, os sócios lançaram o modelo de bronzeamento delivery. Microfranquia de bronzeamento artificial leva o processo para a casa do cliente Por todo o país tem muita gente exibindo a marquinha do bronzeado nos blocos de rua, mas não é todo mundo que consegue ir à praia tomar sol. Uma microfranquia de bronzeamento artificial resolveu esse problema: ela leva o processo para a casa da cliente. O cenário é de praia, a areia também, mas a verdade é que a gente está dentro de uma vitrine em São Paulo. Inclusive está chovendo lá fora. Infelizmente não dá pra pegar sol, mas dentro de uma mala tem tudo o que a pessoa precisa pra ficar com a cor de verão o ano inteiro. A ideia da microfranquia de bronzeamento foi da sócia do Wellington, uma esteticista mineira apaixonada por sol. “Em Minas nós não temos praia. Aí veio a ideia do bronzeamento orgânico, que é um bronzeamento rápido por micro vaporização, um produto natural sem adição de química e não tem nenhum tipo de nocividade à pele”, conta o empresário Wellington Palhares. A marca nasceu em 2010, tem 5 unidades físicas e no ano passado os sócios lançaram o modelo de bronzeamento delivery: o microfranqueado investe R$10 mil e recebe uma mala com o kit que dá para fazer até 20 aplicações de bronzeamento na casa do cliente. Depois é só repor o kit. “Apenas essa mala. Nós temos o sistema completo onde essa profissional leva o equipamento, no kit tem tudo o que ela precisa fracionado para os atendimentos”, explica Palhares. A marca afirma que todos os componentes do bronzeamento delivery são naturais, extraídos de frutas e raízes. “Nosso produto é aprovado pela Anvisa com 99,9% não nocivo à saúde”, diz. Sabrina Tuma, microfranqueada, já trabalhava com o universo feminino. Investiu na microfranquia para complementar a renda. “Eu sou consultora de imagem e descobri na prática como o bronzeado faz diferença na hora de montar um vestuário, fazer uma combinação de roupa. E aí eu comecei a perceber como essa tonalidade de pele realmente influencia, inclusive na autoestima”. O bronzeamento pode durar de 10 a 15 dias e a aplicação custa a partir de R$199. “É a praticidade. Da pessoa vir à sua casa, você fica bronzeada, cuidando da saúde, é natural, o bacana é isso”, conta a farmacêutica Clara Davino. Se o franqueado conseguir fazer quatro atendimentos por dia durante a semana, pode chegar a R$16 mil de faturamento por mês. Sabrina já pensou em maneiras de expandir a clientela. “Você tem a opção de fazer parcerias com outros pontos – exemplo: clínicas de estética que já tem ponto físico, então você pode atender naquela clínica duas vezes por semana”, finaliza Sabrina. COR DE PRAIA Rua Gonçalves Dias, 2175 – Lourdes Belo Horizonte / MG – CEP: 30140-092 Telefone: (31) 36584777 Site: www.cordepraia.com.br Facebook: Cor de Praia Instagram: @cordepraia Veja Mais

Amazon é criticada por reprodução do Holocausto na série 'Hunters' e por livros antissemitas

G1 Pop & Arte Série estrelada por Al Pacino apresenta uma equipe de caçadores de nazistas na década de 1970 em Nova York que descobrem que centenas de nazistas fugiram para os Estados Unidos. Al Pacino estreia em séries com 'Hunters' Divulgação O Museu de Auschwitz criticou a Amazon neste domingo (23) por tratar com ficção o Holocausto em sua série "Hunters", lançada no serviço de streaming Amazon Prime Video, e por vender livros de propaganda nazista. Setenta e cinco anos após a libertação do campo de extermínio nazista de Auschwitz pelas tropas soviéticas, líderes mundiais e ativistas vêm pedindo ações contra o crescente sentimento antissemita. "Hunters", lançado na sexta-feira e estrelado por Al Pacino, apresenta uma equipe de caçadores de nazistas na década de 1970 em Nova York que descobrem que centenas de nazistas fugiram para os Estados Unidos. 'Hunters', 1ª vez de Al Pacino em séries, tem ator caçando nazistas: 'É como um filme de 12 horas' No entanto, a série enfrenta acusações de mau gosto, principalmente por representar atrocidades ficcionais nos campos de extermínio nazistas, como um jogo de xadrez humano no qual as pessoas são mortas quando uma peça é retirada. "Inventar um jogo falso de xadrez humano não é apenas uma tolice perigosa e uma caricatura. Também acolhe futuros negacionistas", tuitou o Museu de Auschwitz. "Honramos as vítimas preservando a precisão factual." O Museu de Auschwitz é responsável pela preservação do campo de extermínio nazista no sul da Polônia, onde mais de 1,1 milhão de pessoas, a maioria de judeus, foram assassinados em câmaras de gás ou morreram de fome, frio e doenças. A Amazon, também criticada por vender livros antissemitas, não respondeu à solicitação da Reuters para comentar o assunto. A agência de notícias estatal polonesa PAP citou a Amazon dizendo que, como plataforma de venda de livros, estava ciente da censura de livros e acreditava que era importante garantir o acesso a eles, incluindo aqueles que podem suscitar polêmicas. Na sexta-feira, o museu retuitou uma carta do Fundo Educacional do Holocausto para a Amazon pedindo que os livros infantis antissemitas do nazista Julius Streicher, que foi executado por crimes contra a humanidade, fossem removidos da plataforma. "Quando você decide lucrar com a venda de propaganda nazista antissemita, publicada sem nenhum comentário ou contexto crítico, é preciso lembrar que essas palavras levaram não apenas ao #Holocausto, mas também a muitos outros crimes de ódio", escreveu o Museu de Auschwitz no Twitter neste domingo. Em dezembro, a Amazon retirou produtos decorados com imagens de Auschwitz, incluindo decorações de Natal, depois que o museu se manifestou contra. 'Hunters', com Al Pacino: Veja o trailer Veja Mais

Crescimento global será modesto em 2020 e 2021, prevê líderes financeiros no G20

Glogo - Ciência Documento final citou condições financeiras mais cômodas e sinais de redução das tensões comerciais, mas surto de coronavírus preocupa autoridades. Os líderes financeiros das 20 principais economias do mundo estimam um crescimento modesto neste ano e no próximo, devido à política monetária frouxa e à diminuição das tensões comerciais, e prometeram monitorar os efeitos do surto de coronavírus. Os ministros das Finanças e os chefes de bancos centrais do G20 assistiram a uma apresentação sóbria do Fundo Monetário Internacional (FMI), que previu que o coronavírus reduzirá 0,1 ponto percentual do crescimento global. "O crescimento global deverá crescer modestamente em 2020 e 2021. A recuperação é apoiada pela continuidade de condições financeiras mais cômodas e por alguns sinais de redução das tensões comerciais", afirmou o comunicado dos líderes financeiros. "Aprimoraremos o monitoramento global de riscos, incluindo o recente surto de Covid-19. Estamos prontos para tomar medidas adicionais para lidar com esses riscos", afirmou o comunicado. O presidente chinês, Xi Jinping, que não esteve presente à reunião das principais economias do mundo, passou a mensagem de que Pequim intensificará medidas para ajudar a amortecer as consequências do coronavírus na economia. "O surto por coronavírus terá inevitavelmente um impacto relativamente grande na economia e na sociedade", disse Xi, acrescentando que o impacto seria de curto prazo e controlável. A China esteve representada na reunião do G20 por seu embaixador na Arábia Saudita. "Discutimos o surto de coronavírus na China e em outros países e todos do G20 concordaram coletivamente em estar prontos para intervir com as políticas necessárias", disse o ministro das Finanças da Arábia Saudita, Mohammed al-Jadaan, em entrevista coletiva. O ministro das Finanças da Arábia Saudita, Mohammed al-Jadaan, em entrevista coletiva Ahmed Yosri/Reuters "No atual cenário, as políticas anunciadas serão implementadas e a economia da China retornará ao normal no segundo trimestre. Como resultado, o impacto na economia mundial seria relativamente menor e de curta duração", disse no sábado a diretora do FMI, Kristalina Georgieva. "Mas também estamos analisando cenários mais terríveis em que a disseminação do vírus continua por mais tempo e globalmente, e as conseqüências do crescimento são mais prolongadas", acrescentou. O número de casos de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, subiu para 77.048 na China, 656 a mais que o registrado no último levantamento. Foram registradas 2.445 mortes, 97 a mais que no último balanço. No mundo, são 1.712 pacientes em 29 países que estão com o novo coronavírus, 460 a mais que no último levantamento, e 22 pessoas já morreram. Taxação de gigantes digitais Os ministros e banqueiros centrais também incentivaram o trabalho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que está desenvolvendo regras globais para fazer as gigantes digitais como Google, Amazon e Facebook pagarem impostos onde fazem negócios, e não onde registram subsidiárias. Um acordo final sobre as regras globais deve estar pronto até o final deste ano para evitar a proliferação de diferentes regimes fiscais digitais em todo o mundo. Segundo a OCDE, isso pode aumentar as receitas fiscais nacionais em um total de US$ 100 bilhões por ano. A chave do acordo é a cooperação dos Estados Unidos, que vem impedindo o progresso, sem ter certeza do impacto político do acordo em um ano de eleições presidenciais. Veja Mais

Pabllo Vittar canta com Ivete Sangalo e Thalía na segunda parte de '111'

G1 Pop & Arte Faixas restantes do terceiro álbum da cantora já estão em fase final de mixagem. Pabllo Vittar na gravação do clipe com Thalía em Nova York (EUA), em dezembro Ernna Cost / Divulgação A segunda parte do terceiro álbum de Pabllo Vittar, 111, está em fase final de mixagem, já a caminho da masterização. Rodrigo Gorky, produtor do disco, orquestra os ajustes finais do álbum. Sequência do EP inicial lançado na noite de 31 de outubro, essa segunda parte de 111 inclui gravações de Pabllo com a cantora e atriz mexicana Thalía – em música de título ainda mantido em sigilo – e com Ivete Sangalo. O clipe da faixa com Thalía foi gravado em dezembro, em Nova York (EUA). Thalía e Ivete se juntam a um time de convidados que, na primeira parte, incluiu a cantora britânica Charli XCX e o grupo baiano de pagode Psirico, convidados de Flash pose e Parabéns, respectivamente. Juntando as duas partes, o álbum 111 totaliza 10 músicas. Veja Mais

Como solicitar a liberação para emissão de Notas Fiscal MEI?

R7 - Economia Sabemos que a formalização de profissionais independentes foi bastante simplificada graças a invenção do regime tributário MEI.  Esse regime garante ao microempreendedor acesso a benefícios do INSS. Essa proposta de simplicidade parece ser uma mão na roda, não é mesmo?! Mas será que na prática isso funciona, ou o MEI possui as mesmas obrigações que [...] O post Como solicitar a liberação para emissão de Notas Fiscal MEI? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

FGTS e INSS: Qual a diferença?

R7 - Economia Quando se fala em verbas que precisam ser recolhidas pelos profissionais, empregados ou autônomos, e pelas empresas contratantes, duas delas costumam ser recorrentes: FGTS e INSS. Presentes nas folhas de pagamentos e, frequentemente, alvos de notícias, elas geram muitas dúvidas. Isso acontece porque muitas pessoas acabam confundindo o significado de INSS com o de FGTS, principalmente porque [...] O post FGTS e INSS: Qual a diferença? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

IR2020: Qual valor mínimo para declarar Imposto de Renda?

R7 - Economia Todo começo de ano traz algumas contas a mais em forma de impostos. O IPTU e o IPVA estão aí para não nos deixarem mentir, mas o imposto que mais traz dúvidas é o que é cobrado sobre a renda, o IR, porque ele exige que seja feita uma declaração à Receita Federal, que este [...] O post IR2020: Qual valor mínimo para declarar Imposto de Renda? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

7 fatos sobre a Aposentadoria que o INSS não te conta

R7 - Economia O INSS comete alguns erros em todo processo de aposentadoria. Dá pra ver de longe alguns problemas e tomar algumas medidas para evitar perder tempo e dinheiro por coisas que o INSS nem te fala. Com o que vou te contar, você vai evitar muita dor de cabeça e gastos e pode até adiantar a [...] O post 7 fatos sobre a Aposentadoria que o INSS não te conta apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

INSS: O que preciso saber antes de solicitar minha aposentadoria?

R7 - Economia Após vários anos de trabalho árduo como empregado, como empreendedor ou até mesmo como prestador de serviços, chega o momento em que devemos diminuir o ritmo de trabalho e aproveitar mais a vida. E é neste momento em que a grande maioria das pessoas busca o INSS para requerer seu beneficio, mas antes de fazer [...] O post INSS: O que preciso saber antes de solicitar minha aposentadoria? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

Redução no orçamento do programa de cisternas afetam agricultores do sertão

G1 Economia Produtores enfrentam dificuldades para armazenar a água da chuva. Ministério não quis se manifestar sobre o problema. Redução no orçamento do programa de cisternas afetam agricultores do sertão A chuva voltou em várias regiões do sertão brasileiro, mas muitos agricultores ainda têm dificuldade para armazenar água para o período seco. Isso porque o programa federal que destina recursos para a construção de cisternas foi reduzido drasticamente, e milhares de famílias ainda sofrem com a falta de água, seja para produção ou consumo em casa. Uma cisterna custa, em média, R$ 3.500, mas o custo pessoal, das famílias, é bem maior: são horas por dia, multiplicadas por todos os dias do ano, com prejuízo para saúde e para o trabalho nas lavouras e criações. O Ministério da Cidadania, responsável pelo programa de construção de cisternas, não quis se manifestar sobre o assunto. Veja Mais

Trabalhadores da Bahia viajam em busca de oportunidades na colheita do café de Minas Gerais

G1 Economia Globo Rural acompanhou a jornada de pessoas que procuram uma renda melhor no final da safra do principal estado produtor do grão. Relembre. Neste domingo (23), o Globo Rural continua exibindo algumas das melhores reportagens de 2019. Na colheita do café, todos os anos milhões de pessoas viajam pelo brasil em busca de trabalho temporário. Gente que passa meses longe de casa, em busca de renda para sustentar a família. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O Globo Rural acompanhou o dia-a-dia de trabalhadores da Bahia que colhem café no sul de Minas Gerais. Cerca de 70% do café brasileiro é colhido a mão. Nos meses de safra, a atividade gera quase 2 milhões de empregos temporários. Relembre a reportagem no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Colheita da soja em Mato Grosso começa com bons preços para o agricultor

G1 Economia Em Campo Verde, sudoeste do estado, tem produtor recebendo R$ 10 a mais por saca na comparação com o mesmo período do ano passado. Agricultores estão satisfeitos com a colheita da soja em Mato Grosso, o estado que é o maior produtor nacional, com uma safra estimada de 34 milhões de toneladas, cerca de 30% do que é colhido no Brasil. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Com a boa qualidade do produto, os preços estão atrativos para os sojicultores. É o caso dos irmãos Thiago e Rodrigo Minuzzi, que cultivaram cerca de mil hectares de soja em Campo Verde, no sudeste do estado. Eles já venderam 60% da produção, e o restante querem negociar aos poucos, conforme o rendimento do que sai da lavoura. Nos contratos mais recentes, o agricultor vendeu a saca de 60 kg de soja por cerca de R$ 76. Em fevereiro do ano passado, a média de venda que ele conseguiu foi de R$ 66. Para esta safra, eles fizeram um investimento importante: a instalação de um armazém. Com a estocagem, os agricultores puderam aproveitar os momentos de melhor preço pelo grão. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Loja de produtos típicos em Aracaju conserva o toque artesanal dos produtos e embalagens

G1 Economia Eles conseguiram crescer na medida certa. Apesar dos convites para expandir, não querem perder as características do negócio que virou atração turística. Loja de produtos típicos em Aracaju conserva o toque artesanal dos produtos e embalagens Uma família de Sergipe, dona de uma loja de produtos típicos, cresceu na medida certa. Apesar dos convites para expandir, não quer perder a cara do negócio que virou atração turística. Sergipe é o menor estado do Brasil, o que dá a capital Aracaju cara de cidade do interior. A loja ficou conhecida pelo clima de aconchego e pelo toque artesanal dos produtos regionais. Durante 15 anos, o negócio funcionou em casa, informalmente. “Tinha gente que quando via estava tomando café com a gente na mesa, que estava na parte de cima, nos quartos. Foi bom enquanto durou, mas a gente precisava de fato separar”, conta o empresário Márcio Andrey. Em 2006, Márcio, a mãe e a irmã alugaram o imóvel ao lado, investiram R$150 mil na reforma, formalizaram o negócio e se mudaram. A clientela foi junto. “São tantos anos que eu venho para cá que já são todos amigos, né? ”, diz a cliente Angelica Fonseca. A loja cresceu, mas conservou o toque artesanal dos produtos e embalagens. “O turista quando ele vem, chega, leva o produto para um parente que está lá, é para levar o sabor da terra”, explica Márcio. São mais de cem itens regionais – doces, biscoitos, castanhas, licores e cachaças. As receitas são da mãe deles, a dona Celma. “Então foi com minha mãe. Ela era feirante, vinha vender os produtos dela aqui, no interior não achava quem vender, ela veio vender e eu cheguei e acompanhei ela”, conta a empresária Celma Souza. E ela é incansável, trabalha o dia inteiro. “Eu me levanto quatro e meia da manhã, e vou me deitar uma, uma e meia”, diz Celma. A maior parte dos produtos é feita no fundo da loja. O diferencial: o jeito de fazer. O doce de caju fica três dias cozinhando. É o segundo produto mais vendido. O primeiro é a castanha de caju. São 1400 kg vendidos por mês, metade do faturamento da casa. Tem pura ou com açúcar, alho, cebola e pimenta. É possível encontrar castanhas 30% mais baratas em outros pontos da cidade, mas o empresário não entra em guerra de preços. Para ele, a qualidade e o jeito de fazer garantem as vendas. “É o segredinho no preparo e que torna o produto único”, explica Márcio. A casa recebe 150 a 200 clientes por dia. Márcio não revela o faturamento, mas uma coisa é certa, se for para perder o ar artesanal do negócio, ele prefere não crescer. “Já quiseram levar a gente pra Grécia, minha mãe pra Itália, mas assim a gente não quer. A gente quer ficar aqui em Sergipe, levantando essa bandeira, dos produtos daqui e levando os nossos sabores para o mundo. A ideia é essa. ”, finaliza. Coisas Nossas Produtos da Terra Av. Augusto Maynard, 92 - Bairro São José Aracaju/SE - CEP: 49015-380 Telefone: (79) 3213-0562 E-mail: cnossasaju@gmail.com Facebook: facebook.com/coisasnossas.aju Intagram: @coisasnossas.aju Veja Mais

'País tem potencial para ser líder em finanças verdes', afirma Sylvia Coutinho

R7 - Economia A presidente do banco suíço UBS no Brasil, Sylvia Coutinho, avalia que o País tem todas as condições para assumir protagonismo mundial na questão das "finanças verdes". No momento em que aumentam as cobranças internacionais e dos próprios agentes econômicos por políticas ambientais sustentáveis, ela diz que o Brasil "tem os maiores ativos ambientais do planeta" e pode conseguir atrair investimentos externos se souber aproveitar essa oportunidade. Sylvia é otimista com as possibilidades da retomada do crescimento econômico do País. Mas admite que o efeito coronavírus deve reduzir o ritmo dessa retomada. Ela diz que o UBS já reviu sua previsão para o crescimento do PIB em 2020 - de 2,5% "para algo em torno" de 2,1%. A seguir, os principais trechos da entrevista. Qual é a sua avaliação do cenário econômico do Brasil? O Brasil está vivendo um ciclo meio clássico de recuperação econômica. Este ano, a princípio, seria o quarto ano de um período de dez anos de crescimento. Porque a gente tem uma visão que prevê dez anos de crescimento sustentado. E esperamos que 2020 seja o primeiro ano, desses primeiros quatro anos dessa retomada, em que a gente veja um crescimento um pouco mais robusto. Apesar, claro, dos impactos causados pelo coronavírus, que deve derrubar um pouco o crescimento. A gente estimava que o PIB deste ano seria na ordem de 2,5%. E estamos revendo para algo em torno de 2,1%. Qual é a importância das reformas para essa recuperação? Uma coisa que acho positiva quando a gente olha o Brasil é que é um dos poucos mercados que está encarando de frente as reformas necessárias. Obviamente, a reforma da Previdência foi um marco importante. Então, você olha aí e tem uma série de mercados, incluindo desenvolvidos, que estão tendo de passar pelas mesmas difíceis reformas e que não estão conseguindo. O Brasil está aí, não só fazendo a sua lição de casa, como há a sinalização de que vai continuar fazendo. A nossa visão de um ciclo positivo de dez anos para frente também pressupõe, claro, que essas reformas sigam acontecendo. O Brasil continua naquele famoso ranking do Doing Business (os melhores países para se fazer negócios) com um score bastante ruim. E a gente espera que isso, ao longo desse período, contribua para melhorar significativamente a posição do País no ranking. O governo está tentando reduzir a participação do Estado e atrair o setor privado para os investimentos. Como a sra. vê isso? O fechamento do PIB do ano passado, que será anunciado em março, está estimado em torno de 1,0%, 1,1%. Quando a gente olha o número resultante, não é tão robusto como esperaríamos. Mas quando você desconstrói esse 1,0%, você teve o Estado recuando algo em torno de 0,6% e o setor privado crescendo 2,0%, o que resultou no 1,1% que veremos em março. A resultante pode ter sido menor do que desejava o mercado. Mas, qualitativamente, é bastante saudável. E mais sustentável do que crescimentos anteriores, que foram muitas vezes artificialmente inflados por ações governamentais e consumo de curto prazo. O que mais tem chamado a atenção da senhora? Outras ações que me animam bastante é o que está acontecendo no setor de infraestrutura, no agronegócio, que, além de serem pilotados por pessoas que realmente entendem do negócio, estão se reformulando para se tornarem cada vez mais competitivos globalmente. O Banco Central também está com uma forte agenda para aumentar a competição. Eu diria que tudo isso está convergindo para um maior crescimento estrutural da economia. A epidemia do coronavírus deve atrapalhar o crescimento? O cenário externo até abriu o ano de maneira bastante benigna. Tirando o coronavírus e a situação no Oriente Médio, eu diria que o arrefecimento da guerra comercial entre China e Estados Unidos deu uma acalmada nos mercados, e a gente percebeu, paulatinamente, uma retomada no apetite pelos mercados emergentes. Especialmente quando se pensa que você tem lá fora os mercados desenvolvidos com taxas de juros baixíssimas e muitas vezes até negativas. Invariavelmente, quando você tem um cenário de risk on, em que os mercados lá fora estão mais calmos, você tem, naturalmente, um fluxo de capitais que deveria vir para os mercados emergentes onde está o crescimento, onde há perspectiva de crescimento de médio e longo prazos, até por questão da demografia. Mas o coronavírus teve um impacto global e, como falei, já se refletiu na previsão do crescimento do PIB. Os juros baixos facilitam para o Brasil? Quando a gente pensa num dia a dia mais doméstico, em curto, médio e longo prazos, a taxa média dos juros no Brasil nos últimos 20 anos foi de 13,1%. A gente espera que ela seja por volta de 5,5% nos próximos dez anos. Isso tem várias implicações. Nunca vimos no mercado, por um período mais longo, juros baixos, inflação baixa. E a economia brasileira, tradicionalmente, é pouco alavancada. Seguimos a tradição de juros altíssimos ao longo de tantos anos. Vamos pegar como exemplo o mercado do crédito imobiliário no Brasil. Temos aí um mercado com um potencial de alavancagem enorme, que ainda está na sua infância, até por conta dos instrumentos para fazer isso. Acho que ainda não vimos os efeitos de uma taxa de juros baixa por um período prolongado na economia brasileira. Isso também é um ponto bastante interessante. A sra. cita a importância das reformas, mas existe dificuldade política nessas negociações entre governo e Congresso... Esses cenários que falei pressupõem que as reformas seguirão caminhando. A gente estima que vai haver, de alguma maneira, esse diálogo de maneira construtiva e que vão conseguir aprovar algumas dessas reformas importantes. Fora as propostas microeconômicas, que seguem caminhando também. O BC está com muitas coisas que podem ser encaminhadas pelo Executivo. Apesar de algumas dificuldades de vez em quando, estimamos que o Brasil siga de maneira construtiva, aprovando as reformas. Temos um Congresso bastante reformista e uma pressão para que as coisas sigam caminhando para que o crescimento não arrefeça. O ritmo das privatizações tem sido menor do que se esperava? Essa não é uma agenda fácil. Acho que todos os agentes envolvidos estão caminhando no sentido de avançar de uma maneira bastante construtiva nessa agenda. Mas isso era esperado. Acho difícil julgar se poderia estar indo num ritmo muito mais rápido em função do contexto no qual elas se encontram. No Fórum Econômico Mundial, em Davos, o Brasil foi cobrado para ter melhores práticas ambientais. E ficou claro que uma política ambiental ruim poderá afastar investidores. Qual sua avaliação? O Brasil, para mim, tem potencial para se tornar o líder mundial em finanças verdes. Temos os maiores ativos ambientais do planeta. Toda a nossa agenda de infraestrutura é verde. Esse é o tipo de capital que temos condição de atrair. Então, essa agenda é muito importante. Existe hoje, globalmente, uma demanda tremenda de toda essa agenda de ESG, de investimento sustentável. E é o capital que está buscando esses ativos ambientais. Então, é uma oportunidade imensa. Para os setores de agronegócio, de infraestrutura, para todas as áreas. A impressão é que o governo acordou para isso. Acho que tem todo um discurso para melhorar a nossa imagem. Para o nosso agronegócio, é fundamental esse selo verde. Crescemos com produtividade e tem um estoque de cobertura nativa que é um dos mais elevados do planeta. Temos de aprender a monetizar os nossos ativos ambientais. Caiu a ficha do governo brasileiro em relação a isso? Acho que sim. Mas não caiu só a ficha no Brasil. Caiu no mundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Você ficaria 24 horas sem celular? Homem relata prós e contras

Você ficaria 24 horas sem celular? Homem relata prós e contras

Tecmundo Aqui no TecMundo, há alguns anos, realizamos um desafio que, na época, já parecia um tanto assustador: ficar 1 semana sem celular. O resultado do experimento você encontra aqui. Desde então, muita coisa mudou, inclusive nosso comportamento relacionado ao uso desses aparelhos. Ficamos muito mais dependentes.Para que possamos repensar nossos hábitos, foi criado o National Day of Unplugging, um evento mundial que dura 24 horas com um objetivo: ressaltar o valor de desconectar dos dispositivos digitais para se conectar com o mundo real. Participar é fácil. Basta esquecer do seu smartphone por um dia. Será que é tão simples assim?Leia mais... Veja Mais

Número de infectados pelo novo coronavírus na China passa dos 77 mil

Glogo - Ciência No país, foram registradas 2.445 mortes até o momento. No mundo, já são 1.712 casos confirmados. Em Wuhan, na China, doente com coronavírus trabalha em um laptop durante isolamento, neste sábado (22). Chinatopix vía AP O número de casos de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, subiu para 77.041 76.392 na China na manhã deste sábado (22), 649 a mais que o registrado no último levantamento. Foram registradas 2.445 mortes, 97 a mais que no último balanço. A Itália é um dos países que mais está tendo casos nos últimos dias. Segundo a agência de notícias Reuters, já passam de 100 pessoas infectadas com Covid-19. Partidas do campeonato italiano foram adiadas por conta do problema. No mundo, são 1.712 pacientes que estão com o novo coronavírus, 460 a mais que no último levantamento, e 17 pessoas já morreram em 29 países. Casos de coronavírus pelo mundo até a sexta-feira, 21 de fevereiro Arte/G1 OMS vai investir US$ 675 milhões O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, disse neste sábado que a agência vai investir US$ 675 milhões em um plano de resposta à doença para apoiar os países, especialmente os mais vulneráveis. Ele afirma que a OMS identificou 13 países prioritários na África por serem locais com alto número de voos diretos para a China. Segundo Adhanom, a preocupação da organização no momento é o aumento no número de casos de Covid-19 sem relação epidemiológica clara, ou seja, sem que a pessoa infectada tenha viajado à China ou tido contato com alguém que esteve lá. Brasileiros vão sair da quarentena O Ministério da Defesa confirmou que os repatriados vindos da China deixarão a quarentena na Base Aérea de Anápolis na manhã deste domingo (23). A decisão de adiantar o fim do isolamento foi tomada após o último resultado para testes do coronavírus – o terceiro desde o período que o grupo chegou ao Brasil - também dar negativo. Initial plugin text Veja Mais

Americano morre ao se lançar em um foguete caseiro

Glogo - Ciência "Mad" Mike Hughes era acompanhado por uma equipe do canal Science Channel e morreu ao cair de uma altura de mais de 1,5 km. Americano morre ao se lançar em um foguete caseiro Um americano de 64 anos morreu no sábado (22) após o lançamento mal-sucedido de um foguete que ele mesmo fabricou no quintal da sua casa, na Califórnia, EUA, informou o canal de televisão Science Channel. "Mad" Mike Hughes era conhecido por declarações polêmicas e por tentar "provar", com seu foguete, que a Terra é plana. O inventor foi projetado a uma altura de mais de 1,5 km, mas o para-quedas de segurança falhou. Em um comunicado, a emissora, que pertence ao grupo Discovery Channel, disse que Huges "morreu tragicamente durante a tentativa de lançamento do foguete que ele mesmo havia fabricado", afirmou a emissora. Americano promete se lançar em foguete para 'provar' que a Terra é plana "Nossos pensamentos e orações estão com a família e amigos durante este momento difícil", completou o canal em sua conta no Twitter. Initial plugin text Foguete amador Hughes, conhecido como "Mad Mike", havia construído em seu jardim, com a ajuda de um amigo, um foguete movido a vapor. Ele recebeu patrocínio de várias marcas para fabricar a nave. Ele declarou à imprensa que pretendia subir 1,5 km metros acima do nível do mar para demonstrar que a Terra não é redonda, e sim que "tem a forma de um disco voador". O americano "Mad" Mike Hughes Waldo Stakes/HO courtesy of Mad Mike Hughes via AP Imagens do lançamento, ao qual compareceram muitas testemunhas em uma área de deserto próxima à residência de Hughes, em Barstow, 180 km ao nordeste de Los Angeles, foram divulgadas nas redes sociais. Nas imagens é possível observar como um paraquedas surge do foguete alguns segundos após a decolagem, então a nave muda imediatamente de rumo e cai algumas centenas de metros adiante. "Este lançamento sempre foi um sonho e o Science Channel estava lá para contar a história", afirmou o canal americano, que filmava o evento para uma nova série com o título "Astronautas amadores". Veja Mais

TERCEIRA VITÓRIA SEGUIDA! Melhores momentos de Bayer Leverkusen 2 x 0 Augsburg pela Bundesliga

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O que explica a incrível ascensão e o vertiginoso declínio dos patinetes no Brasil

G1 Economia Os patinetes elétricos chegaram a várias cidades do país prometendo ser uma alternativa moderna e sustentável de transporte; mas, em pouco tempo, as principais empresas do mercado anunciaram que estavam indo embora ou reduzindo drasticamente sua operação. O que houve? Patinetes são promissores, mas falta de planejamento, falhas do poder público e modelo de negócios são desafios para serviço se consolidar Getty Images/BBC Eles chegaram com estardalhaço. Da noite para o dia, milhares de patinetes elétricos apareceram pelas ruas. Muita gente, empolgada com a novidade, aderiu por diversão ou como uma alternativa moderna de transporte. Coisa "de primeiro mundo". Era o futuro, agora. Mas logo vieram os problemas. Os patinetes ficavam amontoados nas calçadas. Circulavam sobre elas. Foram roubados e depredados. O zigue-zague no meio ao trânsito provocou acidentes. Houve até morte. O poder público correu atrás para arrumar a bagunça. Fez apreensões e criou regras. Parecia que ia melhorar. Então, em questão de meses, a Lime e a Grow, as duas principais empresas que ofereciam esse tipo de serviço em cidades brasileiras, anunciaram que estavam indo embora do país ou reduzindo drasticamente suas operações. Assim como surgiram, de uma hora para a outra, os patinetes praticamente sumiram em muitos lugares. Mas o que houve? Procuradas pela BBC News Brasil, a Lime e a Grow informaram que não dariam entrevistas sobre o assunto. Por sua vez, especialistas apontam como razão desse vertiginoso declínio o fato de o serviço ser elitizado e não ter conseguido se firmar como uma opção de transporte, além de falhas do poder público e problemas enfrentados por esse tipo de negócio. "O objetivo dessas empresas nunca foi oferecer uma solução de mobilidade. O patinete, como e onde é ofertado e por ser inseguro para o usuário, não cumpre a função de ser uma alternativa de deslocamento", diz Daniel Guth, pesquisador e consultor em políticas de mobilidade urbana e coordenador de projetos da Aliança Bike, associação que reúne empresas de bicicleta. O patinete fez sucesso por ser prático: o usuário só precisa de um celular para se registrar, achar um por perto, destravá-lo e sair pilotando. Ao terminar, basta encerrar a viagem e deixá-lo na rua para a próxima pessoa usar. Mas Guth destaca que eles só são encontrados nas regiões centrais e mais nobres das cidades e não são baratos: custam R$ 3 para serem desbloqueados e, depois, mais R$ 0,50 por cada minuto de uso. "Só para destravar, é quase o preço de uma passagem de ônibus. Isso afugenta os usuários de baixa renda. Acabam atendendo só pessoas de classe A e B que circulam onde eles estão disponíveis. É algo para poucos", afirma o pesquisador. Altos custos e prejuízo de milhões de dólares A esse público restrito se soma o alto investimento para manter os patinetes em circulação. As empresas precisam ter equipes para recarregar baterias e colocá-los de volta nas ruas. E também para coletá-los e redistribuí-los pela cidade e garantir que estejam disponíveis onde as pessoas mais precisam, o que é fundamental para aderirem ao serviço. As empresas também reclamam que os impostos aplicados no Brasil sobre os patinetes, importados em sua grande maioria da China, chegam a duplicar seu custo. Recarregar e redistribuir os patinetes pela cidade tornam a operação do serviço complexa Divulgação/BBC Além disso, elas usam modelos de patinetes criados originalmente para uso individual e que não foram pensados para resistir a dezenas ou mesmo centenas de viagens todos os dias. Por isso, eles precisam ser consertados ou substituídos em questão de semanas. A americana Lime deixou claro que a conta não fechava no Brasil quando anunciou o fim do seu serviço no Rio de Janeiro e em São Paulo, as duas cidades em que atuava no país, e também em outras sete cidades na América Latina. "A independência financeira é nossa meta para 2020, e estamos confiantes de que seremos a primeira empresa de mobilidade de próxima geração a alcançar lucratividade", afirmou a empresa em um comunicado na época. Os mercados da América Latina eram um obstáculo para a Lime atingir esse objetivo. A operação do sistema também se provou complexa para a Grow, resultado de uma fusão realizada em meados do ano passado entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow no Brasil. Ambas lançaram seus serviços no Brasil no segundo semestre de 2018. Em janeiro, a Grow divulgou ter parado de atuar em 14 cidades brasileiras. Permanece agora apenas em São Paulo, Rio e Curitiba. A mudança é um ajuste operacional que faz parte de um processo de reestruturação da empresa para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura e consolidar sua atuação na América Latina, afirma a companhia. O que vem acontecendo por aqui não é uma exclusividade do Brasil. Empresas de aluguel de patinetes também saíram de cidades da Europa e dos Estados Unidos, diz Rachel Binder, da consultoria de negócios CB Insights, baseada em Nova York. "O lado operacional se provou um desafio para essas empresas. Elas ainda estão registrando prejuízo ao redor do mundo e perdendo milhões de dólares por ano. Agora, estão mais focadas em sua lucratividade do que em crescimento e se mantendo apenas nas cidades mais rentáveis", afirma Binder. Falta de planejamento e pró-atividade do poder público Esse tipo de serviço faz parte de uma tendência mundial conhecida como micromobilidade, baseada em veículos pequenos e leves, vinculados a novas tecnologias, que não usam combustíveis fósseis e são usados para percorrer pequenas distâncias. Por isso, os sistemas de aluguel de patinetes são úteis e promissores para as cidades, diz o consultor de mobilidade urbana Thiago Benicchio. Mas, para serem de fato uma boa alternativa ao carro ou ônibus, deveriam ter sido melhor planejados antes de serem lançados, opina ele. "O imposto de importação não apareceu agora. A depredação e o desgaste dos patinetes também não são imprevistos, porque há a experiência de outros mercados. Da forma como foi feita, parece que foi uma aposta às cegas e se gastou dinheiro para testar uma coisa", diz Benicchio. Reestruturação do serviço no Brasil está ocorrendo também em outros países, diz analista Getty Images/BBC Também é preciso incluir a micromobilidade em uma política pública mais ampla, o que não aconteceu com os patinetes no Brasil. Eles primeiro chegaram às ruas para somente depois as prefeituras elaboraram regras de oferta e uso. Benicchio afirma que faltou proatividade do poder público para estabelecer previamente para quem e onde os patinetes poderiam ser mais úteis e como eles se integrariam a outros meios de transporte, antes de colocar milhares nas ruas de uma vez só. "Uma operação experimental precisa ser feita em uma proporção mais adequada. Seria muito mais interessante ter ocorrido como em Londres ou Nova York, onde o poder público se adiantou e barrou a entrada das empresas até conseguir elaborar como tudo ia funcionar", afirma o consultor. "Se não há um debate antes, fica a impressão de que é um produto que, em vez de gerar um benefício coletivo, serve só para gerar lucro para as empresas, principalmente por meio da coleta de dados dos usuários, porque só a tarifa não cobre os custos da operação." Neste sentido, Guth dá como exemplo um estudo da própria Yellow, que apontou que 58% dos usuários trocaram viagens a pé pelo patinete. "Não é estratégico, do ponto de vista do interesse público, que cidades invistam em sistemas assim. Não queremos que as pessoas caminhem menos, queremos criar condições para que caminhem mais", afirma o pesquisador. "Os patinetes sempre foram um modismo e, como tal, a tendência é que seja passageiro", opina. 'Os patinetes vieram para ficar', diz pesquisador Mas ainda é cedo para decretar o fim dos patinetes. A Grow continua a atuar no país, e outra empresa, a Scoo, segue oferecendo o serviço em São Paulo, em menor escala e a um preço menor — paga-se R$ 4,40 pelos primeiros 15 minutos e R$ 0,45 por minuto a partir daí. A Uber também se prepara para lançar o serviço na capital paulista, depois de estrear em dezembro em Santos, onde o desbloqueio custa R$ 1,50 e o minuto de uso, R$ 0,75. "As empresas também estão buscando criar e fabricar seus próprios modelos para que os patinetes sejam mais duráveis e seguros e tenham maior autonomia, para reduzir seus custos", diz Rachel Binder. Outra opção que vem sendo cogitada, afirma a analista, é passar a usar estações, onde os patinetes ficariam estacionados à espera do cliente. "Embora seja menos conveniente para o usuário, essa infraestrutura é menos caótica e pode ajudar a resolver alguns problemas causados pela falta de estações", diz Binder. Uber lançou serviço de patinetes em Santos e se prepara para chegar a São Paulo Divulgação/BBC Os próprios sistemas de compartilhamento de bicicletas passaram por um processo semelhante, diz Victor Andrade, diretor do Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Eles foram se transformando ao longo de algumas décadas, desde os primeiros testes na Holanda, nos anos 1960, até virarem uma realidade ao redor do mundo. "Os patinetes são uma alternativa importante de transporte nas cidades modernas. Mas são muito recentes, e tudo está mudando muito rápido. Ainda estamos no olho do furacão. Não dá para falar que deu errado ou que foi uma bolha." Após uma forte expansão das empresas de aluguel de patinetes, afirma Andrade, elas agora estão fazendo ajustes nos seus modelos de negócios. "Acredito que é um momento de reflexão e de reposicionamento e que, depois, as empresas vão voltar a crescer e se consolidar, de forma mais sustentável. O patinete veio para ficar." Veja Mais

4 celebridades que são formadas em contabilidade

R7 - Economia Por trás das telinhas, celebridades revelam que têm experiência na área de Contabilidade; Confira quem são. Veja Mais

Contador: 6 passos para implantar o marketing contábil no seu escritório

R7 - Economia Conseguir clientes por indicação é ótimo!  Afinal, isso mostra que os serviços prestados pelo seu escritório são tão eficientes, que sua base de clientes, se tornou também promotora do seu trabalho e confiam na entrega do seu escritório! Mas para crescer de verdade, não dá pra ficar dependendo só de indicação e é aí que [...] O post Contador: 6 passos para implantar o marketing contábil no seu escritório apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

Sandra de Sá cai no samba-enredo aos 40 anos de carreira

G1 Pop & Arte Sem se dissociar do funk e do soul, cantora lança EP acústico com regravações de cinco sucessos. ♪ MEMÓRIA – Sandra de Sá completa 40 anos de carreira com biografia que, a partir de 2020, liga a cantora e compositora ao Carnaval. Uma das autoras do samba com o qual a escola Mocidade Independente de Padre Miguel celebrará a vida de Elza Soares na madrugada de segunda-feira, 24 de fevereiro, a artista carioca cai no samba-enredo sem dissociar o nome e a história do funk e do soul. Desses ritmos norte-americanos, cantados com justificado orgulho negro, Sandra se tornou embaixatriz no Brasil desde que foi revelada em 1980 com a defesa de Demônio colorido – musica de autoria da própria Sandra – no festival MPB-80 (TV Globo). Na época, a cantora ainda se chamava Sandra Sá. O “de” foi incorporado ao nome artístico a partir do álbum intitulado justamente Sandra de Sá e lançado em 1988 com música interessante (e esquecida) gravada com o grupo Titãs, Tempo (Arnaldo Antunes e Paulo Miklos), e com o sucesso Bye bye tristeza (Marcos Valle e Carlos Colla). Aliás, Bye bye tristeza é um dos cinco hits que Sandra de Sá rebobina em registros acústicos feitos em 2019 para o EP ONErpm showcase, disco lançado na sexta-feira, 21 de fevereiro. Mas é pelo samba-enredo Elza Deusa Soares – assinado por Sandra com os compositores DR Márcio, Igor Vianna, Jefferson Oliveira, Prof. Laranjo, Renan Diniz, Solano Santos e Telmo Augusto – que a artista está sendo notícia desde o segundo semestre de 2019. Capa do EP 'ONErpm showcase', de Sandra de Sá Divulgação Sandra de Sá merece, ela própria, ser enredo de um samba como o que cantou em 1984, dando voz a uma parceria de Ivone Lara (1922 – 2018) com Jorge Aragão. Com a voz calorosa, Sandra de Sá sempre deu voz a um repertório miscigenado que caracterizou como “música preta brasileira”. Os três primeiros álbuns da artista – Demônio colorido (1980), Sandra Sá (1982) e Vale tudo (1983) – foram pautados pelo empoderado balanço black do funk e do soul. Dessa fase, o marco é a gravação original do funk Olhos coloridos (1981), hino de Macau. Título obscuro da discografia da cantora, o álbum Sandra Sá, de 1984, abriu o leque para incluir rock de Frejat e Cazuza (1958 – 1990), Sem conexão com o mundo exterior, e standard da canção jazzística norte-americana, I'm a fool to want you (Jack Wolf, Joe Herron e Frank Sinatra, 1951). Contratada pela gravadora RCA em 1985, Sandra ampliou o público ao dar voz às canções industrializadas de compositores hitmakers como Michael Sullivan e Paulo Massadas, diluindo o soul e o funk em solução pop. Em dueto com Sullivan, a cantora gravou ainda em 1985 a primeira dessas canções, Entre nós. A balada Entre nós tocou bem nas FMs e abriu portas para o lançamento do álbum comercialmente mais bem-sucedido da artista, Sandra Sá, lançado em 1986 com sucessos como Joga fora e Retratos e canções, dois petardos certeiros da dupla Sullivan & Massadas. O disco é quase um greatest hits de Sandra. Ao fugir da fórmula engessada da gravadora no álbum Sandra! (1990), um dos mais bonitos e menos ouvidos discos da artista, a cantora recuperou o prestígio entre os críticos, mas perdeu a conexão popular que álbuns posteriores, como Lucky! (1991) e D'Sá (1993), tentaram em vão refazer. Sandra de Sá somente voltou às paradas com força com a gravação de Sozinha (Peninha), destaque do álbum A lua sabe quem eu sou (1996), um dos títulos de melhor acabamento pop da discografia da cantora, produzido por Guto Graça Mello. Contudo, a imposição da gravadora Warner Music para Sandra regravar no disco seguinte o repertório de Tim Maia (1942 – 1998), cantor então recém-falecido, se revelou passo em falso. No título do álbum Eu sempre fui sincero, você sabe muito bem (1998), Sandra de Sá já deu o recado cifrado de que nada tinha a ver com a ideia oportunista. O álbum Momentos que marcam demais (2000) tentou reeditar a fórmula de A lua sabe quem eu sou sem bisar o êxito comercial do disco de 1996. Sandra de Sá tem discografia que alcançou o ápice comercial na segunda metade dos anos 1980 Reprodução / Instagram Sandra de Sá Fora da Warner Music, Sandra de Sá foi contratada pela Universal Music para refazer projetos fonográficos revisionistas. O álbum Pare, olhe, escute (2002) foi, como explicitou o subtítulo, uma tradução para o português das canções mais conhecidas do repertório da Motown, gravadora norte-americana de black music. Feito na época áurea do DVD, o registro ao vivo do show Música preta brasileira (2003) foi idealizado pela artista para historiar o soul o funk nacionais, mas, por imposição da gravadora, acabou sendo caloroso retrospecto dos hits de Sandra. A voz da cantora estava no auge. Só que questão jurídica referente a direitos autorais de músicas em vídeo impediu na época a comercialização do DVD Música preta brasileira. Uma versão reduzida da gravação ao vivo foi lançada em 2004 com o título Soul brazuca e incluía, além do DVD, edições em CD dos dois últimos álbuns da cantora. O registro integral foi lançado somente em 2008 – cinco anos após a gravação do show – já então sem surtir o menor efeito comercial. Uma vez no mercado independente, como quase todos os artistas da geração 80, Sandra de Sá produziu o álbum Africanatividade – Cheiro de Brasil (2010), ao qual se seguiu a edição da gravação do show correspondente. Desde então, a carreira fonográfica de Sandra de Sá desacelerou e a cantora foi sumindo da mídia, mesmo lançando discos eventuais como o EP Lado B (2016). Até voltar às manchetes como autora do samba-enredo com o qual a Mocidade Independente saúda Elza Soares no Carnaval de 2020. É o tributo de uma deusa da música brasileira a outra deusa. Link que deu samba. Samba-enredo. Veja Mais

Os lançamentos da Netflix em março de 2020

Os lançamentos da Netflix em março de 2020

canaltech A Netflix caiu na folia e foi embora com os bloquinhos neste Carnaval, mas não sem antes liberar a lista com as principais novidades que estão chegando ao seu catálogo em março de 2020. E olha, o pessoal trabalhou bastante antes de sair e curtir por aí: tem desde a estreia de novas séries até o lançamento de filmes sucesso de bilheteria e queridinhos dos fãs. Mas o que promete fazer sucesso mesmo é o retorno de séries aclamadas pelo público, incluindo uma espanhola que tem muita pegação e mistério e outra de drama e suspense estrelada e comandada por Jason Bateman. O catálogo do serviço de streaming também está recebendo um punhado de animes, embora o destaque fique mesmo para os novos episódios de uma produção baseada numa famosa franquia de videogames. Sem mais delongas, confira a seguir as principais séries e filmes que chegam à Netflix em março de 2020. Na sequência, o Canaltech não só organizou todas as estreias por data de lançamento, como também é o único site que inclui os links que te levam diretamente para a Netflix, assim o seu único trabalho é ver qual novidade mais chama sua atenção, clicar e assistir. Vamos lá! -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Terremoto: A Falha de San Andreas (01/03)   Um mês que começa com The Rock não pode ser um mês ruim — e a Netflix parece saber disso. Abrindo as cortinas de março, um dos brucutus mais queridos da atualidade nos brinda com um daqueles filmes absurdos que todo mundo gosta de assistir. Sucesso de bilheteria quando foi lançado nos cinemas em 2015, Terremoto: A Falha de San Andreas mostra o estado da Califórnia depois que ele é alvo de um terremoto de magnitude 9. O caos e o desespero tomam conta das pessoas e do lugar, e caberá a Ray (The Rock), um piloto de helicóptero de resgate, percorrer todo o estado em busca de sua filha (Alexandra Daddario), que está desaparecida. Só que logo ele descobre que o que era ruim pode ficar ainda pior. Terremoto: A Falha de San Andreas estreia no dia 1º de março de 2020 na Netflix. A Viagem de Chihiro (01/03)   Em janeiro, a Netflix fez uma movimentação que arrancou sorrisos de quem é fã de animações japonesas ao adquirir os direitos de transmissão de 21 filmes do Studio Ghibli. Em fevereiro, o serviço de streaming liberou as primeiras produções, e agora em março é a hora de A Viagem de Chihiro chegar ao catálogo. Talvez a obra mais conhecida de Hayao Miyazaki no Ocidente justamente por ser a primeira animação japonesa a ganhar um Oscar, o longa-metragem conta a história da garota de 10 anos que dá nome ao filme. Ela e seus pais estão de mudança para uma cidade diferente, mas acabam se perdendo e encontrando uma espécie de parque temático abandonado e cheio de comida. Embora não tenha ninguém por perto, os pais da garota decidem comer, enquanto ela se recusa e os vê se transformando em porcos. Agora caberá a ela salvá-los e sair do mundo fantasioso em que se enfiou. A Viagem de Chihiro estará disponível para os assinantes da Netflix no dia 1º de março de 2020. Além dele, mais três produções do Studio Ghibli serão disponibilizados no serviço; fique de olho. Castlevania (05/03)   Castlevania, uma das mais aclamadas franquias da história dos videogames, foi adaptada para uma série animada em 2017 e não decepcionou. Ela foi elogiada em praticamente todos os aspectos, desde a qualidade dos traços até a trama, que acompanha Trevor Belmont, o último sobrevivente do clã dos caçadores de vampiros, em sua tentativa de salvar a Europa Oriental das garras de quem? De Vlad Dracula Tepes, claro. A terceira temporada trará 10 episódios inéditos e focará na relação entre o caçador e o dampiro de Drácula, Adrian Tepes, o Alucard. A temporada 3 de Castlevania estreia na Netflix no dia 5 de março de 2020. The Circle – Brasil (11/03)   Recentemente a Netflix começou a investir pesado no formato de reality shows, trazendo alguns programas bizarros, porém interessantes para seus assinantes. A mais nova aposta da empresa é na versão brasileira de The Circle, um reality show que desafia os participantes a se tornarem populares nas redes sociais. O "pulo do gato", por assim dizer, é que eles podem criar perfis fake e se passar por qualquer pessoa enquanto permanecem confinados em um prédio. Quem vai conseguindo atenção, permanece no jogo; do contrário, é mandado embora e substituído por outra pessoa. Em tempos de Big Brother, The Circle surge como um "plus" para quem gosta de acompanhar a dita Casa Mais Vigiada do País. A atração estreia na Netflix no dia 11 de março de 2020. Elite: Temporada 3 (13/03)   Elite pegou os assinantes da Netflix e o mundo de assalto quando misturou todos os ingredientes de uma série de sucesso: crimes, intrigas, mentiras, segredos e pegação. Não demorou para a atração cair no gosto do público e se tornar um fenômeno. Agora, depois que descobriram que Polo é o verdadeiro assassino de Marina, a série ganha sua terceira temporada. A promessa é de um verdadeiro furdunço na vida dos alunos do Las Encinas, principalmente com a chegada de novos personagens e uma nova morte, também misteriosa, que movimentará a história. Leia também: Crítica | 2ª temporada de Elite tem muita história, mas pouco acontece A temporada 3 de Elite estreia no catálogo da Netflix no dia 13 de março. Lost Girls – Os Crimes de Long Island   Se tem um tipo de produção que a Netflix acerta a mão é a de crimes baseados em casos reais. Exemplos disso não faltam e vão desde a aclamada série Mindhunter, passando pelas docusséries Bandidos na TV e Gênio Diabólico, a filmes como o intrigante Amanda Knox e o revoltante Rede de Abuso. 10 produções assustadoras da Netflix baseadas em casos reais Mindhunter | Quem são os serial killers reais que aparecem na 2ª temporada? Agora, a nova aposta do serviço é Lost Girls – Os Crimes de Long Island, que conta todo o drama de Mari, uma mãe que embarca numa jornada obscura em busca de sua filha que desapareceu misteriosamente e sem deixar rastros. Apesar de descobrir coisas que não conhecia sobre a filha, ela decide conduzir sua própria investigação. Lost Girls – Os Crimes de Long Island estreia na plataforma de streaming em 13 de março de 2020. Jogos Vorazes (20/03)   Uma das perguntas que a gente mais escuta é "tem Jogos Vorazes na Netflix?", ao que a resposta era "tinha, mas saiu". Bem, agora isso vai mudar, pelo menos um pouco. Neste mês de março o streaming está trazendo de volta três dos quatro filmes que contam a saga de Katniss Everdeen para derrubar a Capital e acabar com a miséria de todos os Distritos que formam Panem. Para quem estava esperando por esse momento, ele finalmente chegou. Jogos Vorazes: Em Chamas, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 e Jogos Vorazes: A Esperança – O Final estreiam no dia 20 de março de 2020. Só o primeiro ficou de fora. Conserta isso aí, Netflix! Brooklyn Nine-Nine: Temporada 6 (22/03)   Brooklyn Nine-Nine é uma das séries de mais adoradas da atualidade. Misturando comédia com ação policial, a atração formou fãs por todo o mundo, de tal maneira que quando falaram que ela iria ser cancelada, uma chuva de pedidos por sua continuação inundou a internet — pegando até mesmo os atores de surpresa. Os pedidos foram ouvidos e 99 foi salva pela NBC, que bancou esta sexta temporada que agora chega à Netflix. E valeu a pena: quem já assistiu diz que esta é a temporada mais engraçada e divertida de todas, e a sétima já está sendo transmitida nos EUA. Por isso, se você está em busca de uma série para maratonar de cabo a rabo, eis aqui uma forte candidata. A temporada 6 de Brooklyn Nine-Nine chega ao catálogo da Netflix no dia 22 de março de 2020. Ozark: Temporada 3 (27/03)   Outra série excelente para assistir em março, Ozark foi mais uma aposta da Netflix que deu muito certo. Vencedora do Emmy, a produção conta a história de uma família que se muda para uma região remota dos Estados Unidos e descobre que pode ganhar a vida lavando dinheiro. Nestes novos episódios, a trama avança seis meses a partir dos acontecimentos da segunda temporada, mostrando o casal lutando para controlar os rumos das famílias da cidade. O problema é que enquanto ele tenta manter as coisas como estão, ela quer expandir os "negócios" em parceria com o líder do cartel de drogas. A temporada 3 de Ozark chega para os assinantes do serviço de streaming no dia 27 de março de 2020. Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Lista completa de lançamentos na Netflix em março de 2020 01/03 Prenda-Me Se for Capaz O Dossiê Pelicano Terremoto: A Falha de San Andreas DC Super Hero Girls: Temporada 1 A Viagem de Chihiro Princesa Mononoke O Conto da Princesa Kaguya O Mundo dos Pequeninos 02/03 Como Nossos Pais 03/03 Taylor Tomlinson: Quarter-Life Crisis Luccas Neto em: O Fim do Natal 04/03 Lil Peep: Everybody's Everything 05/03 O Pequeno Poderoso Bheem: O Festival das Cores Castlevania: Temporada 3 06/03 Troco em Dobro O Último Guardião: Temporada 3 Ugly Delicious: Temporada 2 08/03 Sitara: Sonhando com as Estrelas 10/03 Carmen Sandiego: Roubar ou Não, Eis a Questão 11/03 On My Block: Temporada 3 The Circle – Brasil: Temporada 1 Na Rota do Dinheiro Sujo: Temporada 2 13/03 Elite: Temporada 3 Kingdom: Temporada 2 Lost Girls - Os Crimes de Long Island O Assassino de Valhalla: Temporada 1 Coletivo Terror: Temporada 1 BEASTARS - O Lobo Bom 16/03 O Chefinho - De Volta aos Negócios: Temporada 3 Go! Go! Cory Carson: Temporada 2 17/03 Shaun, o Carneiro - Aventuras na Fazenda 19/03 Feel Good: Temporada 1 Altered Carbon: Nova Capa 20/03 O Poço Jogos Vorazes: Em Chamas Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 2 Carta ao Rei: Temporada 1 A Vida e a História de Madam C.J. Walker: Temporada 1 Não Provoque: Temporada 1 A Máfia dos Tigres: Temporada 1 Fangio - O Rei das Pistas As Aventuras de Arquibaldo: Temporada 2 22/03 Brooklyn Nine-Nine: Temporada 6 Eu, Daniel Blake 23/03 Sol Levante 25/03 Crip Camp: Revolução pela Inclusão 26/03 Nada Ortodoxa: Temporada 1 Raio Negro: Temporada 3 7SEEDS: Parte 2 27/03 Ozark: Temporada 3 Notas de Rebeldia There's Something in the Water Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Cientistas estavam errados sobre presença de água em Júpiter há 25 anos; entenda Rumor | Microsoft deve exigir conta da empresa para configurar o Windows 10 TIM atualiza plano Beta com WhatsApp ilimitado e mais novidades Veja novas fotos da Terra tiradas do espaço pela vela solar LightSail 2 Japão avança na missão de pousar uma sonda em Fobos, lua de Marte Veja Mais

Conheça Sharon Choi, tradutora do diretor de Parasita

Conheça Sharon Choi, tradutora do diretor de Parasita

Tecmundo Entre 21 de maio de 2019 e 9 de fevereiro de 2020, Sharon Choi teve uma rotina muito diferente do que estava acostumada. Aspirante a cineasta, ela chegou a organizar mostras com os filmes de Bong Joon-ho no cinema antes de assumir a função de intérprete do diretor desde que Parasita foi exibido no Festival de Cinema de Cannes.Ela compartilhou com a Variety um pouco da experiência de acompanhar a equipe pelos principais festivais e premiações de cinema do mundo. "Pela primeira vez em algum tempo, não há nada além de silêncio", comentou Choi. "Os últimos 6 meses foram um borrão de novas cidades, microfones e boas notícias, com pedidos intermináveis de chá de mel e limão enquanto eu tentava preservar minha voz. Indo de uma multidão para a outra, apertei as mãos de centenas de pessoas cujos olhos brilhavam com a emoção após assistirem a um filme especial".Leia mais... Veja Mais

Como pedir demissão quando a empresa é da família

G1 Economia Trabalhar no negócio da família pode ser difícil — sair dele, mais ainda. Jordan Baker começou a trabalhar na empresa de tecnologia para logística 21st Century Transport aos 12 anos, varrendo o chão e atendendo telefonemas. Ele sempre quis fazer parte do negócio da família — e seu destino era assumir as operações quando o pai, Tony, se aposentasse. Em 2008, contudo, ele decidiu deixar a companhia, aos 20 anos. "É difícil quando seu pai não é apenas seu pai, mas também seu chefe", diz. "Eventuais decepções que ele tenha com você no âmbito pessoal podem ter repercussões no campo profissional e vice-versa. Pode virar uma dinâmica bem desconfortável." Família pode ser algo complicado — trabalhar com os parentes então, mais ainda. Não é difícil encontrar trajetórias bem-sucedidas de empresas familiares, com transições suaves entre as gerações e expansões que mantêm preservados os ideais dos fundadores. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Hoshi Ryokan, tradicional hotel japonês que está sob o comando da mesma família há 46 gerações. A gigante do varejo Walmart pode ter seus problemas, mas metade do negócio ainda pertence aos descendentes do fundador, Sam Walton, e os atritos entre os parentes, se existem, raramente ganham as manchetes. Há, entretanto, uma grande variedade de exemplos no sentido oposto, envolvendo inclusive grandes empresas — do racha que deu origem a duas das maiores marcas de moda esportivas, Puma e Adidas, aos problemas de sucessão envolvendo a Samsung e à batalha legal que colocou a bilionária australiana da mineração Gina Rinehart contra seus familiares. A decisão do príncipe Harry e de sua mulher, Meghan Markle, de se afastarem das obrigações da família real britânica, ainda que tenha suas particularidades, também significa, de certa forma, deixar o "negócio da família" para tentar seguir seu próprio caminho. Histórias como essas não são difíceis de encontrar, já que as empresas familiares respondem por cerca de dois terços do total de companhias em atividade no mundo. O que motiva as pessoas a tomarem decisões como essas, e qual a melhor maneira de se desligar? 'Tensões e rivalidade' Trabalhar com alguém que se conhece bem pode ser uma vantagem, pondera Jennifer Pendergast, professora de inovação e empreendedorismo da Universidade Northwestern, em Chicago. Mas também abre uma janela para situações únicas de estresse. "Em uma discussão, parte dos familiares na sala pode decidir tomar partido", ela exemplifica. "Imagine ir para casa e dar de cara com seu chefe na mesa de jantar." A convivência com parentes no ambiente de trabalho pode significar, ao mesmo tempo, níveis muito mais altos de confiança e compromisso, como destacou a consultoria PricewaterhouseCoopers em 2014 em uma pesquisa sobre negócios familiares. Só que também tem potencial para "desencadear tensões, ressentimentos e ser um incentivo a conflitos, à medida que os envolvidos tentam separar 'cabeça' e 'coração' e manter o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional". Em uma pesquisa recente, a consultoria KPMG verificou que, na Austrália, onde 70% dos negócios são familiares, as fontes mais recorrentes de conflitos são a maneira dos gestores de se comunicarem, visão de futuro e estratégia, e o equilíbrio entre as necessidades da família e as da empresa. A percepção das dificuldades variava de acordo com as gerações: 21,8% dos futuros líderes afirmaram que o estilo de comunicação era a principal razão dos atritos, contra 13,3% entre os líderes naquele momento. Conflitos intergeracionais podem ter ainda outros impactos, como a perpetuação de estereótipos familiares. "É difícil esquecer quem você era quando criança e é difícil superar erros que as pessoas não esquecerão... irmãos serão sempre comparados uns aos outros", afirma Pendergast. Jeremy Waud trabalhou por 20 anos na empresa fundada pelo bisavô Frederick Goodliffe, o grupo OCS, antes de fundar uma empresa rival. "Estava farto. Eu era o diretor-geral da divisão de gerenciamento de instalações quando foi anunciado que a área passaria por uma reestruturação. Não parecia que o campo do qual eu era responsável se enquadrava na visão de futuro da companhia, então decidi que era hora de ir embora", ele diz. O grande número de parentes envolvidos no negócio fazia com que sempre houvesse algum tipo de tensão, mesmo nos períodos de aparente calmaria. "Em determinado momento, havia 15 pessoas da família trabalhando na empresa. Tios, primos, irmãos... Sempre há algum tipo rivalidade entre diferentes grupos, além das questões políticas envolvendo a participação acionária de cada um na companhia e o exercício do poder", acrescenta Waud, que hoje tem 58 anos. Quando ele pediu demissão, no ano 2000, para criar a empresa de gerenciamento de instalações Incentive FM, parentes insatisfeitos, preocupados com a possibilidade de ele levar clientes da antiga companhia, o levaram à Justiça. "Familiares podem levar para o lado pessoal o fato de alguém deixar a empresa, podem interpretar a saída como um julgamento de valor em relação ao negócio da família", afirma Pendergast. Apesar da experiência prévia, a evolução da Waud nesse novo ciclo foi lenta, já que ele teve que partir do zero. "Pensei que começar de novo seria fácil, mas então percebi que os credores não estão tão dispostos a emprestar às empresas que praticamente não têm patrimônio. Tomamos um empréstimo pequeno do banco e demos início ao negócio em 2002." O valor da transparência Mauro Bruni precisou de anos para conseguir se desligar da empresa da família. O plano sempre tinha sido que ele assumiria a Bruni & Campisi, que faz instalação e manutenção de sistemas de aquecimento e presta serviços de encanamento em Bedford, Nova York. Ele trabalhou na área de marketing e design gráfico da companhia por 12 anos — mas tinha outra paixão, a patinação no gelo. Por muitos anos conciliou as duas atividades, chegando a trabalhar remotamente quando se apresentava em outros países com o espetáculo Holiday on Ice. Bruni cortou o cordão umbilical em 2019, depois de abrir uma empresa de eventos e patinação no gelo, a House of Mauro. "Meu pai sempre soube que minha paixão era a patinação. Ele me deu apoio quando pedi demissão e me ajudou a montar minha empresa", diz o empresário de 35 anos. Felizmente, o irmão aceitou assumir as funções deixadas pelo jovem na empresa da família. "Ele já vinha ganhando novas responsabilidades nos últimos anos, a ponto de já estar preparado inclusive para assumir o lugar do nosso pai", afirma Bruni. Muitas famílias, entretanto, não têm um planejamento sucessório e ficam perdidas com a saída repentina de um dos membros da família, pondera Kate Cooper, chefe de pesquisa do Institute of Leadership & Management, organização sem fins lucrativos que oferece treinamento na área de liderança. "As empresas precisam estar com o gerenciamento de risco em dia, precisam se planejar para o inesperado", ressalta. Questões legais podem ser outro problema dentro das empresas familiares. Karen Holden, presidente do escritório de advocacia A City, com sede em Londres, afirma que formalidades imprescindíveis podem ficar em segundo plano nessas companhias porque parte das relações se baseia na confiança. "Poucas pessoas pensam na parte legal quando todo mundo está feliz; muita coisa é na base do aperto de mão. E então as coisas dão errado e não existe qualquer documento com valor legal que prove o que foi acordado anteriormente." Para Jennifer Pendergast, a negociação é o melhor caminho para uma saída sem desgaste. "O melhor jeito de sair é sendo transparente sobre suas razões — mas isso precisa ser feito de forma cuidadosa e profissional." Também é recomendável agradecer pela oportunidade de ser parte do negócio da família, ela acrescenta. "Em qualquer situação, é bom sair sem fechar portas. Em uma empresa familiar isso é ainda mais importante, porque você provavelmente vai conviver com aquelas pessoas pelo resto da vida." Idas e vindas A maioria das decisões, apesar de difícil, não é irrevogável. Um exemplo recente nesse sentido deu-se entre os Murdoch, uma das famílias mais ricas do mundo. O filho de Rupert Murdoch, Lachlan, deixou o negócio da família em 2006. Mas o que era para ser definitivo não durou mais que uma década. Em 2014, ele voltou para o conglomerado de mídia. Jeremy Waud, entretanto, diz não se arrepender da decisão. "O sacrifício valeu a pena e os ressentimentos ficaram para trás", diz. Já Jordan Baker diz que o pai ficou inicialmente decepcionado com a notícia de que ele deixaria a empresa, mas eventualmente superou o episódio e passou a apoiar sua decisão. Ele hoje tem a própria agência de marketing em Londres e valoriza a independência conquistada nos últimos anos. Veja Mais

Produtores de melão do Ceará estão otimistas com exportações para a China

G1 Economia Fruta é a mais vendida para o exterior no estado e, agora, espera conquistar o paladar dos chineses. Produtores de melão do Ceará estão otimistas com exportações para a China Produtores de melão do Ceará estão otimistas com a safra da fruta que é líder de exportações no estado. Segundo a Secretaria do Agronegócio, o comércio do alimento rendeu US$ 41 milhões no ano passado. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O tipo amarelo é o responsável por mais da metade do volume negociado. Os melões têm outras cinco espécies, todas também voltadas para exportação. O melão produzido no município de Icapuí é vendido nos principais mercados consumidores do mundo, e agora também será exportado para a China. Por isso, a expectativa dos produtores cearenses é boa. Além do melão, o Nordeste brasileiro também exporta uva, manga e várias outras frutas, cultivadas com irrigação. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

NOVOS DESAFIOS E O MELHOR DA CARREIRA: Mauro Naves - Aqui Com Benja (Completo)

NOVOS DESAFIOS E O MELHOR DA CARREIRA: Mauro Naves - Aqui Com Benja (Completo)

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #FOXSports Veja Mais

Agricultores do semiárido de MG retomam a produção de algodão

G1 Economia Atividade chegou a ser abandonada nos últimos anos, mas, com investimento em tecnologia, cultura voltou a ser rentável na região. Os agricultores do semiárido de Minas Gerais estão apostando na retomada da produção do algodão. A cultura já teve mais espaço nas décadas de 1970, só que muitos desistiram do plantio por causa de estiagens fortes combinadas ao ataque de pragas. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Agora, nos últimos anos os produtores voltaram para a atividade com investimento em tecnologia, informação e a melhoria do período chuvoso. Esses itens colaboraram com a safra 2020. Na região, foram plantadas quatro variedades de algodão, todas elas plantas de alto valor genético e grande produtividade, que foram trazidas do Cerrado mineiro e se adaptaram bem à região. Indústrias do setor têxtil em minas são o principal destino do algodão produzido. E o preço pago pela arroba da pluma, em média R$ 100, tem agradado muito o produtor. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Itália decreta "toque de recolher" em regiões onde há casos do novo coronavírus

Glogo - Ciência Medidas afetam 11 cidades do país e uma população em torno de 50 mil pessoas. Já são mais de 100 casos confirmados de Covid-19. Pessoas usam máscaras de proteção para evitar o contágio pelo novo coronavírus em Codogno, na Itália AP Photo/Luca Bruno O governo da Itália publicou na noite deste sábado (22) um decreto com medidas para conter o avanço do novo coronavírus no país. Segundo a agência de notícias Reuters, já são mais de 100 casos confirmados da doença. A legislação de emergência restringe a circulação de pessoas nas cidades afetadas pela doença, proíbe a entrada e saída de pessoas dessas regiões e paralisa atividades comerciais e estudantis. De acordo com a imprensa local, 11 cidades são afetadas pelo decreto, com uma população que envolve mais de 52 mil pessoas (leia mais abaixo). O governo italiano listou as seguintes medidas para as áreas com focos da doença: os cidadãos que estiverem em áreas ou municípios com caso confirmado de Covid-19 não poderão deixar o local; está proibida a entrada de pessoas de fora em áreas ou municípios com caso confirmado da doença; suspensão de atividades e eventos públicos de qualquer natureza, mesmo em locais fechados ou públicos; suspensão de aulas em todos os níveis escolares e de ensino superior, exceto para ensino à distância; suspensão de abertura de museus públicos e outros institutos culturais; suspensão de todas as viagens educacionais, nacionais e internacionais; cidadão que entrar na Itália será obrigado a avisar o governo que esteve em alguma área de risco de contaminação; encerramento de todas as atividades comerciais, exceto as de utilidade pública e serviços públicos essenciais; acesso a serviços e empresas públicas essenciais está condicionado ao uso de equipamentos de proteção individual (como máscaras); limitação no acesso ou suspensão de serviços para o transporte de mercadorias; suspensão de atividades de trabalho para empresas, exceto para as que prestam serviços essenciais e de utilidade pública; "Já atribuímos à polícia um mandato para fornecer e, se necessário, haverá as forças armadas, mas estaremos muito confiantes sobre o colaboração cidadã. Tenho certeza", disse o primeiro-ministro Giuseppe Conte à imprensa local. Segundo o jornal “Corriere Della Sera”, até o momento, 11 municípios são afetados pelo decreto do governo. A Lombardia, no norte do país, é a área mais afetada, com 10 delas, a outra fica em Veneto. Milão, que é a cidade mais famosa da Lombardina, não faz parte das áreas de risco neste momento, mas adotou algumas medidas, como a suspensão de aulas. Semana de moda e futebol são afetados O surto de Covid-19 afetou também a Semana de Moda de Milão, uma das mais famosas do mundo. O desfile da nova coleção da grife Armani ocorreu a portas fechadas, apenas com transmissão via internet. Segundo os organizadores ouvidos pela agência de notícias Associeted Press, mesmo com a preocupação, o evento seguirá conforme planejado. A Câmara Nacional de Moda da Itália disse em comunicado que não há indicações de autoridades de saúde de que mudanças sejam necessárias. Porém, a associação afirmou cabe às marcas decidirem individualmente se vão seguir adiante ou não. A Dolce & Gabbana, que não faz parte da câmara de moda, estava programada para continuar como planejado, de acordo com a assessoria de imprensa. Como efeito do novo coronavírus no país, a federação de futebol da Itália suspendeu 3 jogos do campeonato nacional por estarem nas regiões que tiveram casos confirmados pela doença. Imigrantes em quarentena Um navio de resgate de imigrantes com 272 pessoas chegou ao país neste fim de semana. Como medida de precaução, o governo da Itália decidiu colocar todos em quarentena. De acordo com o jornal "La Repubblica", são 208 adultos e 64 crianças, que estavam a bordo do navio Ocean King. A prefeitura de Ragusa, que cuida do porto de Pozzallo, está organizando a recepção de acordo com as orientações do governo. Os imigrantes serão mantidos em quarentena no ponto de acesso, enquanto a tripulação permanecerá isolada a bordo "pelo tempo que for necessário". Veja Mais

Com impulso de médias empresas, Bolsa pode movimentar R$ 200 bilhões

R7 - Economia Depois de muitos anos de promessa, a expectativa de um cenário prolongado de juros baixos deve fazer de 2020 um ano recorde para o mercado de ações brasileiro. Entre aberturas de capital e novas emissões de empresas já listadas na Bolsa paulista, a B3, o total movimentado pode chegar a R$ 200 bilhões, segundo bancos de investimento. Esse resultado deve ser engrossado por empresas médias, muitas fora do eixo Rio-São Paulo, que buscam na Bolsa - no Brasil e no exterior - recursos para expandir seus projetos. O Estado apurou que marcas conhecidas e empresas regionais estão buscando assessoria financeira ou até já protocolaram pedido para o IPO (sigla em inglês para oferta inicial de ações). São os casos da rede de pet shops Petz ou do grupo varejista Mateus. O apetite por negócios de menor porte está grande. Neste ano, já estrearam na B3 as construtoras Moura Dubeux e Mitre, a Locaweb (de hospedagem de sites) e a Priner, negócio de manutenção industrial que foi sucesso entre pessoas físicas e marcou o retorno dos "mini" IPOs no Brasil. "As empresas de médio porte fizeram a lição de casa, com maior profissionalização da gestão e de governança, seja para atrair fundos de private equity (que compram participações em empresas), de venture capital (que investem em empresas nascentes) ou para abrir o capital", diz Márcio Domingues, diretor comercial de médias empresas do Itaú BBA. As estimativas são de que os IPOs e as novas emissões de ações superem 100, batendo a marca de 74 operações de 2007. Àquela época, grande parte das empresas que foi à Bolsa era de maior porte, diferente do perfil atual. Uma parcela ainda grande do PIB brasileiro está fora do mercado financeiro, diz Pedro Mesquita, líder da área de banco de investimento da XP, o que abre oportunidades. "Nesse sentido, é necessário fazer um 'garimpo' de negócios fora do eixo Rio-São Paulo que tenham boas histórias de crescimento." Para quem quer em investir em ações de empresas médias, contudo, é preciso cautela. "Uma forma de buscar a renda variável é por meio dos fundos de previdência. Como se trata de aplicação de longo prazo, o cliente pode ampliar a presença das ações na composição do plano. Não é só comprando uma ação específica que se entra na renda variável", diz Jurandir Macedo, doutor em finanças comportamentais e consultor da Genial Investimentos. CONFIRA ABAIXO UMA LISTA DE DEZ EMPRESAS QUE DEVEM ABRIR CAPITAL ESTE ANO: BV - "Banco dos carros" supera crise e chega à B3 Fundado pela família Ermírio de Moraes, do Grupo Votorantim, o BV (ex-Banco Votorantim) tem o Banco do Brasil como sócio desde 2009. Nos últimos três anos, o BV, conhecido pelo financiamento de automóveis, passou por reestruturação, ficou mais digital e fez parcerias com startups - como Dr. Consulta e Guia Bolso - e fintechs, como Banco Neon. O BV já fez o pedido de abertura de capital e planeja levantar cerca de R$ 5 bilhões. A maior parte do dinheiro deverá ir para os acionistas. O BV não comentou. PETZ - Aposta nos pets como membros da família A varejista focada em produtos para animais de estimação surgiu da vontade do fundador Sérgio Zimerman de voltar a empreender após a falência de um negócio de distribuição de bebidas. Com um ponto em mãos - um prédio de 3 mil m² na Marginal Tietê -, ele chegou a procurar a Cobasi para propor a abertura de uma loja da rede, sem sucesso. A Petz encerrou 2019 com 105 lojas e receita de quase R$ 1,2 bilhão. A rede, que entrou com pedido de registro de abertura de capital na semana passada, não comentou o tema. GRUPO MATEUS - Do garimpo a uma das maiores do varejo do Brasil A história do Grupo Mateus, uma das maiores varejistas do País, começa nos anos 1980, na cidade de Balsas (MA). Ex-garimpeiro de Serra Pelada, Ilson Mateus montou uma pequena mercearia na cidade que crescia com o agronegócio. Para abastecer a loja, ele rodava 400 quilômetros com sua caminhonete até Imperatriz. Hoje, com receita estimada em cerca de R$ 10 bilhões, a rede tem oito marcas e quer se consolidar no Nordeste e Norte do País. O fundador contratou assessores financeiros para ir à Bolsa. O grupo não deu entrevista. TRACK & FIELD - Ação entre amigos vira fenômeno esportivo A rede com 230 lojas, boa parte franquias, começou no fim dos anos 1980, quando três amigos decidiram investir em uma loja de surfwear. Ao perceber que se tratava de segmento limitado, resolveram expandir para outros esportes. A estreia foi em 1990, no Shopping Jardim Sul, na capital paulista. Para abrir a loja no Iguatemi, um dos fundadores vendeu uma Parati. Agora, segundo fontes, vai buscar a abertura de capital visando triplicar de tamanho. Procurada, a Track & Field não comentou. UNIASSELVI - Grupo de ensino a distância busca estreia nos EUA Fundada em 1999 em Indaial (SC), a Associação Educacional Leonardo da Vinci (Asselvi) foi se consolidando com outros grupos privados da região do Vale do Itajaí, tornando-se, cinco anos depois, o grupo Uniasselvi. Uma das maiores companhias de ensino a distância (EAD), tem mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação e cerca de 250 mil alunos. Controlado pelas gestoras Vinci e Carlyle, o grupo, que fatura cerca de R$ 500 milhões, quer abrir capital nos EUA. A companhia não comentou. MADERO - Hambúrguer brasileiro quer conquistar NY Com o fundo de private equity americano Carlyle e o apresentador Luciano Huck como sócios, a rede de hamburguerias Madero já contratou bancos e está pronta para a abertura de capital. Ao contrário da maioria das empresas de médio porte do País, está arregaçando as mangas para chegar à Bolsa dos EUA, e não à brasileira. A expectativa do mercado é que a rede seja avaliada em US$ 2 bilhões (mais de R$ 8 bilhões) e capte cerca de US$ 500 bilhões (R$ 2 bilhões) na Bolsa gringa. O Madero não comentou. GRUPO SOMA - Dona da Farm e da Animale aposta no luxo Com mais de 200 lojas, o Grupo Soma tem entre suas marcas Farm, Animale, Cris Barros, A. Brand e Foxton. Em 2018, o conglomerado de varejo, focado sobretudo na moda feminina de alto padrão, teve faturamento bruto de R$ 1,46 bilhão, expansão de 12% sobre o ano anterior. Em preparação para o IPO, a companhia acabou de engordar sua operação ao colocar a marca Maria Filó para dentro de casa. Além disso, já começou a internacionalização da Farm. Procurado, o grupo não comentou. ALMEIDA JUNIOR - Ambição de expandir no Sul do País O grupo foi criado em 1980 para atuar no ramo imobiliário em Blumenau (SC). Mas foi a partir dos anos 1990 que o empresário Jaimes Almeida Junior, hoje com 62 anos, decidiu investir em shopping centers e o negócio despontou. A companhia, que inaugurou o primeiro shopping em 1993, tem hoje seis unidades em Santa Catarina. Com faturamento de R$ 180,5 milhões em 2019, a empresa fez registro de pedido de abertura de capital na semana passada e quer se consolidar como uma gigante do Sul. O grupo não comentou o tema. PACAEMBU CONSTRUTORA - Crescimento vertical em bairros planejados Fundada há 26 anos, a Pacaembu Construtora tem uma proposta diferente de outras incorporadoras. A empresa, criada pelos irmãos Eduardo e Wilson Almeida Júnior, é especializada em construir bairros planejados no interior de São Paulo. Com receita de R$ 900 milhões, segundo fontes de mercado, a construtora tem 130 empreendimentos lançados em 40 cidades. O grupo, que contratou assessores financeiros para avaliar possível abertura de capital neste ano, não comenta o assunto. INTER CONSTRUTORA - Aposta grande para o Minha Casa Minha Vida Especializada em empreendimentos do programa federal Minha Casa Minha Vida, a empresa fundada em 2008 ficou conhecida nos últimos anos pelo tamanho dos empreendimentos - a companhia iniciou a atuação com unidades de algumas centenas de moradias e agora já entrega condomínios com mais de mil unidades em Minas Gerais e no interior de São Paulo. A empresa, que fez o pedido de listagem em 2017, se prepara para abrir capital este ano, dizem fontes. A Inter não comenta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Mangueira, Mocidade, Tuiuti e Viradouro saem na frente no quesito samba-enredo

G1 Pop & Arte Agremiações se destacam no disco com a safra do Grupo Especial no Carnaval carioca de 2020. Resenha de álbum Título: Sambas de enredo 2020 Artistas: Vários Gravadora: Universal Music Cotação: * * * ♪ Já houve safras mais inspiradas de sambas-enredo no Carnaval carioca do que os 13 sambas das escolas do Grupo Especial que desfilarão neste domingo, 23 de fevereiro, e na segunda-feira. Sobretudo se o confronto for com os sambas apresentados pelas agremiações nas áureas décadas de 1960, 1970 e 1980. Também já houve safras bem piores em Carnavais recentes. Entre sambas bons, sambas razoáveis e sambas ruins, a safra reunida no disco Sambas de enredo 2020 resulta na média dos últimos três anos. A atual campeã Mangueira, por exemplo, figura com samba, A verdade vos fará livre (Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo), valorizado pela letra poética sobre um Jesus humanizado. Mesmo sem a força do samba da verde-e-rosa no Carnaval de 2019 (História pra ninar gente grande, um dos raros clássicos instantâneos do gênero nos últimos 20 anos), A verdade vos fará livre se impõe entre os destaques da safra de 2020. No quesito samba-enredo, a Mangueira sai na frente ao lado da Paraíso do Tuiuti, da Unidos do Viradouro e da Mocidade Independente de Padre Miguel. Fluente e com pegada afro, o samba da Tuiuti tem o bamba Moacyr Luz entre os compositores e, não por acaso, a letra de O santo e o rei – Encanterias de Sebastião embute alusões no enredo carioca a versos de um dos maiores sucessos do cancioneiro autoral de Luz, Saudades da Guanabara (1989), parceria do compositor com Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro. Como a força de um samba-enredo também se prova na avenida, com o calor e o coro popular, a Viradouro tem tudo para fazer bonito com samba cujo enredo são as Ganhadeiras de Itapuã. O refrão do samba Viradouro de alma lavada já se insinua incendiário na gravação do disco. E, se o critério for empolgação e refrão, o samba da Mocidade, Elza deusa Soares, já tem pinta de favorito da torcida. Se a Grande Rio se supera com Tatalondirá – O canto do caboclo no quilombo de Caxias, o que pouco significa para agremiação de sambas historicamente fracos, a Unidos de Vila Isabel decepciona com o samba e com o desenvolvimento do enredo Gigante pela própria natureza: Jaçanã e um índio chamado Brasil. Já Guajupiá, terra sem males também resulta aquém do histórico da Portela, mas superior aos sambas já esquecíveis apresentados pela União da Ilha do Governador e pela Estácio de Sá. Beija-Flor, Salgueiro, São Clemente (apostando na crítica social) e Unidos da Tijuca (com Dudu Nobre e Jorge Aragão no time de autores), apresentam sambas razoáveis que, dependendo do desempenho dos componentes, podem ganhar peso e notas na Marquês de Sapucaí diante dos jurados. Porque o disco Sambas de enredo 2020 apresenta somente a trilha sonora do Carnaval carioca. É na avenida que os 13 sambas crescerão ou se apequenarão diante da força motora do folião, desde sempre o único verdadeiro campeão do Carnaval. Veja Mais

Ana Gabriela pavimenta trilha autoral no EP 'nó(s)'

G1 Pop & Arte Cantora e compositora paulista de 23 anos que despontou através da internet, com a visibilidade alcançada por vídeos postados na rede com covers de sucessos em versões acústicas, Ana Gabriela já vem pavimentando trilha autoral entre abordagens de músicas de outros artistas. Duas músicas inéditas da lavra da artista, Amor traduz (Ana Gabriela e Filipe Toca) e Lembrança (Ana Gabriela e Guga Fernandes), são as novidades do lote de gravações do EP nó(s), lançado pela cantora neste mês de fevereiro via Deck, gravadora que há três anos lançou outro EP da artista, Do quarto para o mundo (2017). O EP nó(s) também inclui registros de duas músicas que já haviam sido propagadas na voz da cantora, Mais de nós (Luana Berti) e Sabe (Daniel Ferrera), em gravações editadas em singles. Pelo timbre grave e pela postura assumida, Ana Gabriela tem sido (exageradamente) comparada a cantoras como Ana Carolina e – até!!! – Cássia Eller (1962 – 2001). Produzido por Túlio Airold, o EP (nó)s foi gravado pela artista em estúdio de Campinas (SP). Veja Mais

Itália confirma terceira morte causada pelo novo coronavírus

Glogo - Ciência Governo decretou "toque de recolher" para impedir avanço do surto no país. Já são mais de 150 casos da doença em território italiano. Mulher é conduzida a ambulância em Casalpusterlengo, no norte da Itália, região afetada pelo coronavírus, no sábado (22) Reuters/Flavio Lo Scalzo Autoridades da Itália confirmaram neste domingo (23) a terceira morte causada pelo novo corononavírus no país. O caso ocorreu em Cremona, na região da Lombardia, a mais afetada pela epidemia. Veja a situação do novo coronavírus na China e no mundo Segundo a agência de notícias EFE, o conselheiro para o bem-estar social da região da Lombardia, Giulio Gallera, disse em entrevista coletiva que a terceira vítima é uma mulher idosa que ficou hospitalizada por um longo tempo no departamento de oncologia de Cremona e teve resultado positivo para o vírus. A outras mortes ocorreram em Vo’Euganeo, em Veneto, e em Codogno, também na Lombardia. As duas regiões ficam no norte da Itália. Todas as mortes até o momento ocorreram com pessoas idosas. O jornal "La Repubblica" afirma que são mais de 150 casos no país. 'Toque de recolher' O governo da Itália publicou na noite deste sábado (22) um decreto com medidas para conter o avanço do novo coronavírus no país. Os italianos enfrentam dificuldades para localizar o "paciente 0", ou seja, quem trouxe o novo coronavírus para a Itália. A legislação de emergência restringe a circulação nas cidades afetadas pelo vírus, proíbe a entrada e saída de pessoas dessas regiões e paralisa atividades comerciais e escolares, uma espécie de "toque de recolher". De acordo com a imprensa local, 11 cidades são afetadas pelo decreto, com uma população que envolve mais de 50 mil pessoas. Milão suspendeu as aulas e Veneza cancelou os dois últimos dias do famoso Carnaval da cidade. Os dois municípios ainda não estão nas áreas de risco. Veja Mais

Reino Unido confirma mais 4 casos do novo coronavírus

Glogo - Ciência Pacientes contaminados estavam no cruzeiro "Princess Diamond", que é principal foco da doença no Japão. Quatro passageiros testaram positivo para coronavírus no Reino Unido neste domingo (23), depois de terem sido evacuados do navio de cruzeiro Princess Diamond no Japão, disse o chefe do departamento de Saúde, Chris Whitty, em comunicado no Twitter. "Quatro outros pacientes na Inglaterra deram positivo para Covid-19, elevando o número total de casos no Reino Unido para 13", disse. Initial plugin text "O vírus foi transmitido no navio de cruzeiro Diamond Princess e os pacientes estão sendo transferidos de Arrowe Park para centros especializados em infecção do NHS (Serviço Nacional de Saúde)". O governo britânico resgatou no sábado (22) 32 passageiros do navio de cruzeiro Princess Diamond do Japão. Os quatro, juntamente com o resto do grupo repatriado, foram transferidos para o hospital Arrowe Park (noroeste da Inglaterra) para iniciar os 14 dias de quarentena. Quarentena polêmica no Japão Após o fim de uma quarentena de duas semanas no navio, em 19 de fevereiro, os passageiros que apresentaram resultado negativo para o vírus puderam desembarcaram. Porém, algumas destas pessoas testaram positivo para a doença dias depois. Essa atitude gerou críticas ao governo japonês. O ministro de Saúde do Japão, Park Neung-hoo, disse neste domingo que serão feitas ligações diárias para as centenas de pessoas que desembarcaram da Princess Diamond para acompanhar de perto suas condições de saúde. Veja Mais

UE ainda não vê 'motivos para pânico' com surto do coronavírus na Itália, diz comissário europeu

Glogo - Ciência Governo italiano decretou isolamento de regiões que registraram casos do Covid-19. Paolo Gentiloni em foto de arquivo Geoffroy Van Der Hasselt/AFP O comissário para assuntos econômicos da União Europeia, o ex-premiê italiano Paolo Gentiloni, disse neste domingo (23) que o bloco ainda não vê "motivos para pânico" com o surto do novo coronavírus na Itália. "A UE confia plenamente nas autoridades italianas e nas decisões que estão tomando", disse Paolo Gentiloni a repórteres após uma reunião dos líderes financeiros do G20 na Arábia Saudita. "Compartilhamos a preocupação por um possível contágio [mas] não há necessidade de entrar em pânico." A Itália decretou na noite de sábado uma espécie de “toque de recolher” em regiões afetadas pelo Covid-19 no país. Até o momento, o governo italiano confirmou mais de 130 casos da doença e 2 mortes. Veja Mais

Carnaval de Veneza é cancelada por conta de coronavírus

O Tempo - Mundo Itália já contabiliza 133 pessoas infectadas Veja Mais

Antimatéria é produzida, capturada e estudada por 24h no CERN

Antimatéria é produzida, capturada e estudada por 24h no CERN

Tecmundo Uma equipe de físicos do CERN – Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear –, situada no Suíça, conseguiu conquistar importantes marcos no estudo da antimatéria. Isso porque os pesquisadores não só desenvolveram um método para produzir uma quantidade significativa da substância nos aceleradores de partículas da organização, como encontraram uma forma de mantê-la estável e quase imóvel por longos períodos de tempo, o que permitiu que o time conduzisse uma porção de experimentos com esse intrigante material.De acordo com o Modelo Padrão da Física, toda partícula possui uma “antipartícula” com propriedades e carga elétrica exatamente opostas às dela. Assim, no caso dos elétrons, seus opostos são os pósitrons, no dos quarks são os antiquarks e no dos múons, os antimúons, por exemplo. Além disso, quando as duas “gêmeas opostas” se encontram, elas se aniquilam mutuamente e, normalmente, produzem luz nesse processo.Só que, como a antimatéria possui uma natureza extraordinariamente fugaz – e geralmente desaparece antes que seja possível fazer qualquer coisa com ela –, faz décadas que os cientistas trabalham em formas de gerar e manter em esse material estável em condições controladas para poder estudá-lo.Leia mais... Veja Mais

Japão confirma terceira morte causada pelo novo coronavírus em cruzeiro

Glogo - Ciência Princess Diamond, uma embarcação turística, é o principal foco da doença no país, com 691 casos confirmados. Pessoas caminham em um parque de Tóquio utilizando máscaras de proteção para evitar o contágio do Covid-19 REUTERS/Athit Perawongmetha As autoridades do Japão confirmaram neste domingo (23) a terceira morte causada pelo novo coronavírus dentro de um cruzeiro turístico que atracou no país. Um homem de 80 anos foi a vítima. Segundo a agência japonesa de notícias NHK, já são 691 casos confirmados de Covid-19 no Princess Diamond, um cruzeiro que é o principal foco da doença no país. O navio atingido pelo novo coronavírus tem quase 3.700 passageiros e tripulantes. Na quinta-feira (20), dois passageiros japoneses, um homem e uma mulher com cerca de 80 também não resistiram ao vírus. Passageiras da Princess Diamond, o cruzeiro em quarentena no Japão, acenam para os fotógrafos, em 16 de janeiro de 2020 Athtit Perawongmetha/Reuters Após o fim de uma quarentena de duas semanas no navio, em 19 de fevereiro, os passageiros que apresentaram resultado negativo para o vírus puderam desembarcaram. Porém, algumas destas pessoas testaram positivo para a doença dias depois. O ministro de Saúde do Japão, Park Neung-hoo, disse neste domingo que serão feitas ligações diárias para as centenas de pessoas que desembarcaram da Princess Diamond para acompanhar de perto suas condições de saúde. A última atualização do Japão informa que são 838 casos confirmados, sendo 619 no navio atingido por vírus, 133 infecções domésticas e 14 pessoas retornaram ao país de outras partes do mundo. Veja Mais

BNDES MEI: Como conseguir crédito sendo Microempreendedor Individual?

R7 - Economia O BNDES MEI é o canal de acesso do Microempreendedor Individual ao crédito voltado especialmente para o MEI. Chamado de microcrédito, as linhas de financiamento BNDES para MEI oferecem condições especiais para esses empreendedores. O BNDES também oferece cartão de crédito para MEI. No BNDES o MEI tem condições de acessar linhas de crédito que, no sistema financeiro [...] O post BNDES MEI: Como conseguir crédito sendo Microempreendedor Individual? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

Nunca paguei INSS, tenho direito de me aposentar?

R7 - Economia Muitas pessoas que nunca “pagaram o INSS” acreditam que quando atingirem certa idade irão se aposentar. Porém elas estão erradas, pois quem não contribui não pode se aposentar.  O que acontece é que muitas pessoas confundem a aposentadoria com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que é um benefício de renda no valor de um [...] O post Nunca paguei INSS, tenho direito de me aposentar? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

A Importância dos Contadores no Imposto de Renda 2020

R7 - Economia A Receita Federal liberou, nesta quinta-feira (20), o download do programa gerador do Imposto de Renda 2020 referente ao ano-base 2019. A declaração do imposto pode ser feita entre os dias 2 de março e 30 de abril. O Imposto de Renda (I.R) deve ser declarado por pessoas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$28.559,70 [...] O post A Importância dos Contadores no Imposto de Renda 2020 apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

Atenção ao golpe contra os aposentados do INSS pelo telefone

R7 - Economia Um golpe tem sido cada vez mais praticado contra aposentados e pensionistas da Previdência Social. Na fraude, estelionatários entram em contato com segurados do INSS fingindo serem integrantes do Conselho Nacional da Previdência. Geralmente, uma quantia em dinheiro é extorquida das vítimas que caem no golpe. Como acontece o golpe contra os aposentados? Os criminosos [...] O post Atenção ao golpe contra os aposentados do INSS pelo telefone apareceu primeiro em Jornal Contábil - Ache contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor e muito mais. Veja Mais

Projeto no Paraná estimula a relação de crianças com a produção de leite

G1 Economia Clube de Bezerras faz com que filhos dos pecuaristas tenham contato com os animais desde cedo. Relembre. Projeto no Paraná estimula a relação de crianças com a produção de leite Neste domingo (23), o Globo Rural continua exibindo algumas das melhores reportagens de 2019. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Muitas famílias do campo se preocupam com um mesmo problema: saber quem vai cuidar da fazenda no futuro, na próxima geração. Pensando nisso, cooperativas do Paraná montaram um projeto de educação voltado para os filhos de produtores de leite. O objetivo é despertar, desde cedo, o gosto pelos animais e pela pecuária para assim estimular a juventude a ficar no campo. Dados do censo agropecuário reforçam a importância de programas como o Clube de Bezerras do Paraná. Pelo levantamento do IBGE, na última década, diminuiu a quantidade de jovens que vivem no campo e a população rural se tornou mais velha. Relembre a reportagem no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Imposto de Renda 2020: Como declarar o Airbnb?

R7 - Economia Os valores provenientes de aluguéis do Airbnb também devem ser declarados no Imposto de Renda 2020; Veja como. Veja Mais

Agricultores começam a colheita do arroz no Rio Grande do Sul e esperam bons resultados

G1 Economia Além da produção maior, a remuneração também está ajudando os produtores do estado. No Rio Grande do Sul, a colheita do arroz começou com expectativa de uma safra maior que a registrada no ano passado. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Em todo o estado houve uma pequena queda na área plantada, saindo de 984 mil hectares em 2019 para 940 mil hectares. Mesmo com a área menor, a produção vai crescer um pouco: em torno de 4%, a previsão é chegar a 7,5 milhões de toneladas. E o preço está ajudando. A saca está sendo vendida por R$ 50,46 e, na mesma época do ano passado, o agricultor recebia R$ 39,73. Agora, para manter os bons negócios o produtor espera que até o fim da safra o clima ajude. O Rio Grande do Sul é o principal estado produtor de arroz do Brasil, e a colheita do grão deve durar até maio. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Cervejaria oferece passeio completo pela fábrica em Santo André, no ABC Paulista

G1 Economia Inspirados pelo mercado americano, os sócios perceberam que oferecer experiência, era um atrativo a mais para o consumidor. Cervejaria oferece passeio completo pela fábrica em Santo André, no ABC Paulista Uma cervejaria de Santo André, na Grande São Paulo, lançou uma nova experiência de consumo. A empresa faz visitas guiadas para o público conhecer a produção e provar novos sabores. De quebra, o pessoal participa de encontro de carros, motos e assiste a shows. Cerca de 2500 pessoas aproveitam as atrações toda semana. Passeio na fábrica de cerveja, chopp gelado e casa cheia para completar aquele clima de fim de semana. “O ambiente é muito legal. A gente entra por ali, vê os tonéis de cerveja, bem legal,”, conta a farmacêutica Vanessa Arnaud. O projeto nasceu em Santo André, no ABC Paulista, em 2010. A ideia inicial dos sócios era criar uma cervejaria artesanal inspirada no mercado americano. “Meu pai fez uma viagem para fora, para a Califórnia, e viu o movimento do mercado cervejeiro, que estava tendo um crescente lá fora, o mercado Kraft, ele viu uma janela de negócio, uma oportunidade, resolveu botar essa ideia para frente”, explica o empresário Renan Leonessa. Mas de novo, inspirados pelo mercado americano, eles perceberam que oferecer uma experiência, além apenas do produto, era um atrativo a mais para o consumidor. “Então, com isso, começou a ideia de trazer o pessoal para conhecer a indústria, conhecer a empresa”, diz Leonessa. E eles passaram a oferecer um passeio completo para os clientes na fábrica. Os clientes vêm pela experiência, acabam conhecendo melhor os tipos de cerveja e o processo produtivo, e voltam para repetir o momento e consumir com amigos e família. “Eu achei interessantíssimo, porque a gente adora cerveja, mas é legal saber o que está por trás, né?”, conta a artesã Daniele Fiali. Para o consultor de negócios Marcos Mendes, empresa que oferece experiência sempre sai na frente. “Vai se tornar um seguidor daquela marca, vai ter todo um engajamento necessário, que a marca precisa para perdurar no mercado”. A experiência não é oferecida só lá dentro da fábrica. Toda essa frota de carros antigos e diferentes, caminhonete gigante e até ônibus escolar americano, eles levam para divulgar a marca em eventos no Brasil inteiro. “Você pode ter um estúdio de tatuagem e quer fazer uma festa com cerveja artesanal, a gente para no seu estabelecimento e serve chopp para seus convidados”, fala Leonessa. A cervejaria abre de quinta a sábado e recebe em média 2500 pessoas por semana. “A gente quer sempre gerar coisa nova para o cliente, experiência nova, pra ele estar sempre tendo motivo pra retornar, não só pelo produto e sim pela experiência”. CERVEJARIA MADALENA Rua Araçatuba, 137 - Santa Maria Santo André / SP – CEP: 09071-310 Telefone: (11) 4800-0500 Site: www.cervejamadalena.com 360 FRANCHISING CONSULTOR MARCOS MENDES Alameda Mamoré, 535 - Cj. 1110 - 11° andar - Alphaville Industrial Barueri / SP – CEP: 06454-040 Telefones: (11) 3145-5817 e (11) 98635-9035 Site: www.360franchising.com.br Facebook: www.facebook.com/360franchising Instagram: www.instagram.com/360franchising Veja Mais

Empresário cria plataforma para o cliente achar o técnico de informática mais próximo

G1 Economia A plataforma funciona como um Uber para a área de informática, com suporte para computadores, dispositivos móveis, servidores e redes. Empresário cria plataforma para o cliente achar o técnico de informática mais próximo Tem dias que até quem entende de computador entrega os pontos e pede ajuda a um técnico de informática. Para essas pessoas um empresário criou uma plataforma de serviços que o cliente baixa o aplicativo e o técnico mais próximo vai socorrer. Em um startup de entrega rápida todo mundo é fera em tecnologia, mas até o computador deles vai apresentar problemas. César Augusto dos Santos, CEO da startup disse que os problemas se resolviam com a própria equipe, mas tinha pontos negativos. “Sim, com minha equipe e eu me intrometia e ficava muito caro”, explica. Agora, quando alguma máquina dá pau, a startup chama um técnico por meio desta plataforma criada em 2016 pelo Frederico Queiroz. “Eu queria montar empresa que vendesse serviços de suporte técnico pela internet para pequena empresa, mas nunca tinha empreendido”, conta o empresário Frederico trabalhou por 16 anos como gestor de tecnologia numa grande empresa. Quando resolveu criar a plataforma, penou bastante até chegar nesse modelo de negócio. A plataforma funciona como um Uber para a área de informática, com suporte para computadores, dispositivos móveis, servidores e redes. Quem precisa de um técnico entra no site e descreve o problema. O profissional mais próximo com a habilidade necessária vai até o local. A startup atende pessoa física, pequenas e médias empresas, além de grandes corporações. O cliente não paga mensalidade, mas por atendimento. O ticket médio é de R$424. Em média, 70% ficam com o técnico e 30% para a startup. O empresário investe na capacitação dos técnicos. Dá treinamento e uma rede social para eles trocarem ideias. A plataforma já tem mais de 7 mil técnicos cadastrados, em 843 municípios. NETSUPPORT Avenida Floriano Peixoto, 5505 - Bairro Granja Marileusa, Uberlândia/MG - CEP 38405-373 Site: www.netsupport.com.br Email: comercial@netsupport.com.br LEVOO TECNOLOGIA E SERVICOS DE INFORMACAO DO BRASIL LTDA Alemeda Rio Negro, 1030 - sala 206 Alphaville - Barueri - SP Site: www.levoo.com.br Contato: euquero@levoo.com.br Veja Mais

Atenção com quem você segue

Atenção com quem você segue

R7 - Economia Certamente você segue várias pessoas na internet, mas é preciso que, antes de dar um simples clique, ter atenção com quem você segue. Bolsa Blindada Bolsa Blindada (mais…) Veja Mais