Meu Feed

Últimos dias

Bolsonaro usa Twitter para confirmar contratação de 6.000 profissionais de saúde

O Tempo - Política Presidente afirma que serão realizados concursos públicos e contratações temporárias para atendimento em hospitais universitários Veja Mais

Sem isolamento e ações contra a Covid-19, Brasil pode ter até 1 milhão de mortes na pandemia, diz estudo

Glogo - Ciência Estudo liderado pelo Imperial College de Londres foi assinado por 50 cientistas, incluindo um grupo relacionado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Milhões de vidas podem ser salvas se países agirem para conter coronavírus, diz estudo Um estudo liderado pelo Imperial College de Londres faz uma estimativa de como os diferentes países do mundo seriam afetados pela pandemia do coronavírus Sars-CoV-2. Ao analisar o impacto em 202 países, eles concluíram que, se os governos adotarem medidas rigorosas cedo, como testes de diagnóstico, isolamento de doentes e distanciamento social para frear a disseminação do vírus, 38,6 milhões vidas podem ser salvas. Isso representa uma redução de mortalidade de cerca de 95%. O Brasil está entre os países citados. Em caso de nenhuma estratégia de isolamento e de enfrentamento da pandemia, o Brasil poderia ter mais de 1,15 milhão de mortes devido à Covid-19. Com estratégias de supressão rígidas para toda a população, que são aquelas que buscam bloquear a circulação do vírus, o estudo diz que o número de mores pode ser reduzido para 44,2 mil. Foi o Imperial College o instituto responsável por outro estudo que virou um marco na pandemia: um modelo matemático deu um panorama extremamente sombrio de como a doença ia se propagar pelo país, como ia impactar o sistema público de saúde (o SUS do Reino Unido, chamado de NHS) e que até 250 mil pessoas poderiam morrer. Depois do estudo, a estratégia do governo britânico mudou, abandonando a "imunização de rebanho". Para o Brasil, no novo estudo, o cenário sem qualquer medida de enfrentamento aponta: Mortos: 1,15 milhão Infectados: 187,7 milhões Hospitalizações: 6,2 milhões Casos graves: 1,5 milhão Assinam o estudo quase 50 cientistas, incluindo um grupo relacionado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Em um cenário com a implementação de medidas parciais de isolamento para a população, com restrições a eventos e aglomerações, o número de mortes cai para 627 mil, e o de infectados para 122 milhões. Há, ainda, um cenário com isolamento imposto somente para idosos: 529 mil mortos 120 milhões de infectados 3,2 milhões de hospitalizações 702 mil casos graves "Nós estimamos que a ausência de intervenções resultaria em 7 bilhões de infecções e 40 milhões de mortes no mundo todo pela Covid-19 neste ano. Estratégias de mitigação focadas na blindagem a idosos (redução de 60% dos contatos sociais) e desaceleração, mas não interrupção, da transmissão (redução de 40% dos contatos sociais para uma população mais ampla) poderiam reduzir esse ônus pela metade, salvando 20 milhões de vidas", disseram os autores. VÍDEOS: incubação, sintomas e mais perguntas e respostas BOATOS: O que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus GRUPOS VULNERÁVEIS: veja quais grupos têm mais complicações SINTOMAS: febre, tosse e dificuldade de respirar, entenda em detalhes "No entanto, prevemos que, mesmo nesse cenário, os sistemas de saúde em todos os países será sobrecarregado rapidamente. É provável que esse efeito seja ainda mais grave em contextos de baixa renda, lugares onde a capacidade é mais baixa". Prefeito de Milão se arrepende por campanha contra isolamento Premiê britânico, Boris Johnson, anuncia que tem coronavírus Initial plugin text Veja Mais

MEI tem direito ao seguro-desemprego?

R7 - Economia Você perdeu o emprego e quer voltar ao mercado de trabalho e vê na categoria MEI uma chance para isso. Mas, saiba que você não terá direito ao seguro-desemprego, tendo MEI ou CNPJ ativo. Quem trabalha no regime CLT, possui o direito do benefício do seguro-desemprego. A finalidade é prover assistência financeira temporária ao trabalhador [...] O post MEI tem direito ao seguro-desemprego? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Anitta adia estreia de novo clipe devido ao coronavírus: "Não combina com a situação"

Anitta adia estreia de novo clipe devido ao coronavírus:

R7 - Música Vagalume Vagalume Anitta falou que tem um novo clipe pronto, mas que decidiu adiar o lançamento devido ao atual momento vivido no Brasil e pelo mundo com o coronavírus. A declaração foi dada durante uma live compartilhada com Camila Coutinho, no Instagram. "Eu tenho o clipe pronto, mas ele não combina com a situação de agora e com as datas do Coachella. Precisei criar uma nova ideia", declarou a cantora. O vídeo foi gravado no dia 13 de fevereiro, em Salvador, e poderá fazer parte do próximo álbum internacional da artista. O provável nome da música é "Me Gusta" e conta com a participação especial do rapper Myke Towers. Anitta ainda disse que o novo álbum está pronto, porém ainda não há uma data para o lançamento. Veja a live abaixo:Clique para ver no VagalumeFonte: Vagalume Veja Mais

Câmeras do Mi 10 e Mi 10 Pro ganham uma série de novos recursos; confira

Câmeras do Mi 10 e Mi 10 Pro ganham uma série de novos recursos; confira

canaltech Os smartphones mais recentes da Xiaomi estão prestes a receber uma grande atualização em suas câmeras. A marca compartilhou na rede social Weibo uma série de recursos para os novos Mi 10 e Mi 10 Pro, como super estabilização de vídeo, ajustes de configurações em tempo real e compactação de imagem sem perdas. Xiaomi lança smart TV 4K, purificador de ar, fones sem fio e roteador na Europa Confira abaixo todas as novidades da atualização: Xiaomi anunciado as novidades via rede social Weibo (Foto: Gizchina) Experiência de gravação profissional Estreando nas câmeras do Mi 10 e Mi 10 Pro, a Xiaomi quer que os usuários tenham uma experiência completa enquanto registra seus melhores momentos. A atualização possibilitará o ajuste do balanço de branco, foco, ISO, exposição e a alteração da velocidade do obturador em tempo real durante a gravação. Além disso, também será possível aplicar filtros. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Sucesso: Xiaomi já vendeu meio milhão de unidades do Mi 10 na China Xiaomi manda a câmera do Mi 10 Pro para o espaço em teste de seus 108 MP Exclusivamente para o Mi 10 e Mi 10 Pro, haverá melhorias na gravação e reprodução de vídeos em resolução 8K. Também terá uma ferramenta para capturar a tela com a mesma qualidade do conteúdo. Outra novidade é a ferramenta Mi Clip, que é basicamente um editor de vídeos para vloggers. Ele analisa os vídeos de usando inteligência artificial permite a edição de cenas com música, legendas, títulos e trailers. Conheça outros recursos presentes na atualização: O recurso Super Stabilizer Plus trabalhará com a tecnologia OIS para estabilizar as imagens; Proporção de formato maior; Melhorias no efeito "Anti-shake" (ou "anti-tremidas", em tradução livre); Suporte para zoom mais suave; Suporte para captura de imagens no "estilo Hitchcock" – que envolve dividir a ação em uma série de close-ups que são então mostrados em sucessão; Gravação de vídeos por mais tempo; Compressão de vídeos no álbum, que mantém a qualidade, mas diminui o espaço; Suporte para marcação de vídeos. Quais celulares ganharão a atualização? Câmera do Mi 10 ganhará novidades (Foto: Reprodução) A princípio, a Xiaomi informou que apenas os novos Mi 10 e Mi 10 Pro receberão as novidades. Desde a última quinta-feira (27), a atualização está disponível na versão beta, com previsão de chegada aos usuários finais nas próximas semanas. A Xiaomi não tem o costume de limitar suas novidades apenas para alguns smartphones. É claro que, dependendo do modelo, não haverá recursos relacionados à gravação 8K, por exemplo. No entanto, recentemente a marca pausou as versões betas da MIUI 11, prometendo "coisas boas" para a próxima versão da interface. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Relatos de pacientes: como são os sintomas da COVID-19? E o que fazer? Boletim: com 2,7% de letalidade, COVID-19 leva a 92 óbitos e 3.417 casos no BR Itália chega ao recorde diário de 969 mortes pela COVID-19 Crítica | O Poço é um elogio à educação como elemento revolucionário Vendas da linha Galaxy S20 continuam "abaixo do esperado", indica relatório Veja Mais

18 jogos que estão gratuitos para jogar durante o isolamento em casa

18 jogos que estão gratuitos para jogar durante o isolamento em casa

canaltech Devido ao isolamento social aconselhado por várias autoridades do mundo para conter o avanço do SARS-CoV-2 — o novo coronavírus —, são grandes as chances de que você esteja em casa, esgotando suas possibilidades de entretenimento. Isso é normal: até mesmo uma Netflix da vida tem seus limites. A boa notícia é que você não precisa começar a arrancar os cabelos de tédio (ainda): no âmbito gamer da coisa, várias empresas e lojas estão disponibilizando promoções especiais e gratuidades para tornar esse necessário isolamento social um pouco mais tolerável. Pensando nisso, o Canaltech reuniu aqui os 18 jogos que estão gratuitos para você jogar durante o isolamento em casa. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Leia também: 10 jogos para curtir durante o isolamento social PC Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint: Episode 2 A Ubisoft está celebrando a chegada da segunda atualização de seu mais recente lançamento da franquia de ação em terceira pessoa Ghost Recon: Breakpoint e está disponibilizando tanto o jogo-base como a nova expansão gratuitamente por período experimental, entre os dias 26 e 29 de março de 2020, para todas as plataformas, incluindo o PC. Você pode baixá-lo pela loja virtual da Ubisoft.   World War Z Baseado no filme homônimo estrelado por Brad Pitt, World War Z coloca você e outros jogadores agrupados em uma partida multiplayer cooperativa, onde vocês enfrentam hordas e hordas de zumbis, lutando duro para sobreviver. O jogo está disponível para download gratuito por meio da Epic Games Store, exigindo apenas um cadastro na loja, até 2 de abril de 2020. Leia também: Análise | World War Z é o mais próximo que teremos de um Left 4 Dead 3   Figment Esse é um jogo de ação com uma premissa diferente: “limpar” a mente humana de pensamentos nocivos, retratados pelos inimigos da tela. Apesar de ser um título de ação e aventura, a progressão de Figment segue um ritmo musical, cuja compreensão é essencial para você se dar bem. Também disponível via Epic Games Store, o jogo está gratuito até 2 de abril.   Tormentor X Punisher Um jogo de visual cartunesco e ação com visão “olho-de-pássaro” (ou seja, como se você estivesse olhando pelo teto), TXP é o tipo de ação rápida que vai deixar você alerta a todo tempo. O motivo para isso é simples: tudo, literalmente tudo na tela — incluindo você — pode morrer com apenas um golpe. Baixe-o gratuitamente na Epic Games Store até o dia 2 de abril.   Cities: Skylines Um dos mais aclamados jogos de estratégia para a construção e gestão de cidades, Skylines está saindo de graça na Steam durante este fim de semana (de 27 a 30 de março). O jogo conta com diversos recursos avançados de construção e está celebrando a chegada da expansão Sunset Harbour, lançada na quinta-feira(26).   Kerbal Space Program Um jogo de visual cartunesco de exploração espacial, construção de edificações e gestão de recursos, KSP é um dos títulos mais bem avaliados da Steam, tendo recebido uma expansão recente (Making History), além de ter uma sequência já confirmada. O jogo está gratuito para download na loja da Valve até o dia 30 de março.   Insurgency: Sandstorm Aqui temos um shooter em primeira pessoa com uma pegada mais simplificada do que, digamos, Call of Duty. Insurgency: Sandstorm preza por elementos mais realistas, ainda que a parte visual pareça meio primária, contando muito mais com o seu bom-senso do que lhe entregando informações óbvias. Nota-se pela interface do usuário que você não tem informações como energia restante, ou seus tiros não acusam “quanto” dano causam em seu oponente. É uma opção gratificante para quem gosta do gênero e pode ser baixada na Steam gratuitamente até 1º de abril.   Between Two Castles Um jogo com uma premissa interessante: você é pareado na mesma partida com outro jogador ou um personagem controlado por inteligência artificial — ambos agindo de forma colaborativa para atender aos pedidos tresloucados de um rei. O objetivo é manter a integridade do seu castelo, sem deixar que nada se descontrole. Between Two Castles traz diversos elementos de puzzle que são bastante desafiadores, pegando desprevenido o jogador que fizer cara feia para o seu visual infantilizado. O jogo está disponível para download gratuito até o dia 30 de março. O mais legal é que, baixando dentro do período promocional, ele é seu para sempre.   Project Mercury Outra produção independente de sucesso para o PC, Project Mercury é um jogo de ação em progressão lateral que bebe muito da fonte do antigo Contra (sim, “aquele”), mas traz uma estética neon/cyberpunk e se ambienta em um futuro apocalíptico. Este jogo pode ser baixado gratuitamente na Steam até o dia 8 de abril e, o melhor de tudo, o download no período promocional não vence — se baixou o jogo, ele é seu mesmo depois da data.   PlayStation 4 Shadow of the Colossus A remasterização de um dos maiores clássicos do PlayStation 2 está disponível para donos do PlayStation 4 por todo o mês de março, exclusivamente para assinantes da PS Plus. Novamente, você assume o papel de Wanderer, um guerreiro incumbido de matar todos os colossos que habitam o vasto ambiente do jogo, no intuito de despertar sua amada princesa de um sono profundo. O título é aclamado pelos seus visuais impressionantes e sua jogabilidade que mistura elementos de combate em terceira pessoa e exploração vertical. Veja a oferta pela página do jogo na PlayStation Network. Leia também: Análise | Shadow of the Colossus já era incrível; agora, se tornou indescritível   Sonic Forces Se você assistiu ao filme do icônico ouriço azul da SEGA e, como nós, ficou a fim de jogar alguma produção do longevo mascote da empresa japonesa, assinantes da PS Plus também contam com Sonic Forces de forma gratuita por todo o mês de março. O jogo mistura elementos de progressão lateral (tal qual os clássicos da SEGA) com inovações em 3D, ambientando-se em uma linha do tempo onde o vilanesco Dr. Eggman conseguiu conquistar o mundo. Acesse a loja e baixe-o de graça. Leia também: Crítica | Simples e divertido, Sonic: O Filme é como uma volta ao passado   Xbox Assinantes do Xbox Live Gold podem baixar, sem pagar, nada menos que quatro títulos bem interessantes para os consoles Xbox (os jogos são retrocompatíveis entre as plataformas Xbox 360 e Xbox One, variando de jogo para jogo). São eles: Sonic Generations Aqui, você encarna novamente no papel do icônico ouriço azul, que precisa voltar ao passado para resgatar seus amigos e conta com a ajuda de outra versão dele mesmo para completar a missão. O jogo estará disponível para download gratuito entre os dias 16 e 31 de março.   Batman: The Enemy Within Um dos últimos jogos lançados pela Telltale antes de a empresa decretar falência, temos aqui uma produção episódica com cinco contos progressivos, onde você assume o controle tanto do homem-morcego quanto do alter-ego dele, o bilionário Bruce Wayne, tomar decisões morais difíceis para proteger Gotham City do Charada e de um misterioso mal que parece assolar a cidade. O jogo estará disponível para download gratuito entre os dias 1º e 31 de março.   Shantae: Half-Genie Hero Um clássico de plataforma 2D em que você usa os poderes de dançarina da personagem titular para derrotar criminosos que estão aterrorizando a região de Sequin Land. O jogo estará disponível para download gratuito entre os dias 16 de março e 15 de abril.   Nintendo Switch A proposta da Nintendo é diferente para o seu console híbrido, no qual você paga um valor mensal de assinatura do serviço Switch Online e ganha o acesso a diversos clássicos da era do Nintendinho e do Super Nintendo. Neste mês, a empresa disponibilizou os quatro jogos abaixo: Pop'n TwinBee (SNES) Smash Tennis (SNES) Shadow of the Ninja (NES) Eliminator Boat Duel (NES) O Switch, da Nintendo, conta com oferta gratuita de jogos por meio de assinatura de uma plataforma online E aí? Qual desses você vai jogar primeiro? Conte para nós nos comentários abaixo! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Relatos de pacientes: como são os sintomas da COVID-19? E o que fazer? Boletim: com 2,7% de letalidade, COVID-19 leva a 92 óbitos e 3.417 casos no BR Itália chega ao recorde diário de 969 mortes pela COVID-19 Crítica | O Poço é um elogio à educação como elemento revolucionário Vendas da linha Galaxy S20 continuam "abaixo do esperado", indica relatório Veja Mais

Pandemia de coronavírus faz Roger Waters suspender turnê

Pandemia de coronavírus faz Roger Waters suspender turnê

R7 - Música Roger Water cancelou turnê por conta de pandemia Divulgação Roger Waters, ex-baixista e líder da banda britânica Pink Floyd, anunciou na sexta-feira (27) a suspensão da turnê que o levaria à América do Norte na segunda metade do ano, em meio à epidemia de coronavírus. Waters, de 76 anos, tinha mais de 30 shows planejados nos Estados Unidos e no Canadá entre julho e outubro. "Tive que adiar minha turnê THIS IS NOT A DRILL até o próximo ano. Que pena, mas se salvar uma vida, vale a pena", disse o músico em sua conta no Twitter. A Organização Mundial da Saúde informou na sexta-feira que os casos de coronavírus excedem 500 mil em todo o mundo e que as mortes somam mais de 20 mil. Veja Mais

Associação de transporte prevê colapso no sistema em abril

Associação de transporte prevê colapso no sistema em abril

R7 - Economia Associação afirma que falta recursos para folha de pagamento de funcionários Amanda Perobelli/Reuters Setor essencial na economia, o transporte público coletivo urbano corre o risco de entrar em colapso e paralisar suas atividades em todo o país, a partir do próximo dia 5 de abril. O alerta é de Otávio Cunha, presidente executivo da Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbanos (NTU). A falta de recursos para pagar a folha de pagamento dos colaboradores já está prevista, em função da crise causada pelo novo coronavírus. Leia também: Ônibus circulam lotados durante quarentena em São Paulo "O setor não vai tomar a decisão de parar. Temos responsabilidade social e sabemos da relevância desse serviço essencial. Mas infelizmente, na maior parte do Brasil, as empresas não conseguem mais bancar os custos dessa atividade", desabafa Cunha. Segundo ele, 182 cidades já foram obrigadas a suspender o serviço por decisão do poder público. O transporte coletivo é fundamental durante a pandemia para que trabalhadores de áreas como saúde, segurança, abastecimento e outras, também essenciais, possam se deslocar diariamente. Muitas empresas operam com redução de mais de 50% dos passageiros desde o inicio das medidas de isolamento. Em Porto Alegre, a queda é estimada em 79%, número próximo aos de Salvador (75%) e da região metropolitana de Belo Horizonte (70%). Isso causa forte impacto na receita do setor. A Associação enviou ofício ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pleiteando apoio financeiro emergencial. A NTU estima que seria necessário um aporte de R$ 2,8 bilhões mensais para manter o serviço em funcionamento nos 2.901 municípios que dispõe de transporte coletivo por ônibus. Cunha diz que, na maioria dos municípios, o custo do serviço é bancado, exclusivamente, com recursos da tarifa paga pelo passageiro. Conforme o ofício entregue ao governo federal, o socorro financeiro, a fundo perdido, permitiria o reequilíbrio entre custos e receitas das empresas mesmo com a atual redução da demanda. Com esse apoio, as empresas conseguiriam colocar 70% da frota em operação, número ideal para evitar aglomeração nos ônibus. “O pedido de socorro também solicita a suspensão, por seis meses, da cobrança de tributos federais que incidem sobre as empresas, tais como encargos sociais sobre o faturamento e PIS/Cofins sobre o óleo diesel; renegociação das linhas de financiamento usadas para renovação de frotas; e a possibilidade de suspensão temporária dos contratos de trabalho em caso de paralisação total ou parcial dos serviços”, detalha a associação, em comunicado distribuído à imprensa. Veja Mais

Quanto tempo pode durar a pandemia da COVID-19?

Quanto tempo pode durar a pandemia da COVID-19?

canaltech A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) está no começo, no meio ou no fim? A resposta a essa pergunta é algo que todas as autoridades do mundo buscam saber e investem em simulações e apoio de especialistas para prever. Afinal, a COVID-19 já fechou fronteiras, tanto terrestres quando áreas, também paralisou comércios e empresas, colocando praticamente todos os países em estado de quarentena. Até mesmo a população da Índia, que ultrapassa a casa do bilhão, foi posta em isolamento. Ninguém sabe por quanto tempo essa situação vai se alastrar ou como serão os próximos meses, mas há algumas apostas. Nesse cenário, cientistas e pesquisadores trabalham no contingenciamento da COVID-19, quebrando as linhas de transmissão, ou seja, impedindo novas infecções com o isolamento social. Outras boas soluções são investimentos em massa na saúde pública e no rastreamento das pessoas com o novo coronavírus ativo. Segundo especialistas, ainda é cedo para se entender de qual tamanho será os estragos da COVID-19 no país (Foto: Reprodução/ iNews) Sangue de pessoas curadas de COVID-19 será usado para tratar doença nos EUA Segundo o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o pico de casos deve acontecer até o mês de junho. "Nós estamos imaginando que vamos trabalhar com números ascendentes, espirais em abril, maio, junho. Vamos passar, aí, 60 a 90 dias de muito estresse para que, quando chegarmos ao fim de junho, julho, a gente imagina que entra no platô. Agosto, setembro, a gente deve estar voltando, desde que construa a chamada imunidade de mais de 50% das pessoas", afirmou o ministro, em coletiva de imprensa, terça-feira passada (17). -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Na outra ponta da América, o presidente norte-americano Donald Trump escreveu uma carta ontem (26), para que a população evitasse sair por conta dos riscos da COVID-19. Entre as recomendações, estavam ficar em casa, não trabalhar doente e evitar reuniões e eventos com mais de 10 pessoas, além de destinar enormes recursos financeiros para ajudar os americanos. Em outras palavras, a situação deve piorar, de forma considerável, até chegar a uma linha neutra e, daí por diante, melhorar. Além do mais, quando os números de novos casos começarem a cair e, se a população relaxar muito cedo, o coronavírus pode voltar com ainda mais força — essa situação ainda é um risco para a China, por exemplo. Fim da guerra? China zera casos locais de coronavírus nesta quinta (19) Previsões estatísticas Entre os países, até agora, a China é o único que conseguiu controlar a situação do novo coronavírus e, inclusive, zerar novos casos locais da infecção. No entanto, o país asiático teve um único foco da doença, a cidade de Wuhan, e todos os desdobramentos vieram desse ponto específico. Isso significa que o governo chinês deveria concentrar o envio de investimentos, de força tarefa e de profissionais de saúde para uma única região, onde mesmo assim foram registrados mais de três mil mortos. "Se você pegar os Estados Unidos, hoje, eles têm três centros com o surto estabelecido. Eles têm Nova Iorque, o estado de Washington, na costa Oeste, e o estado da Califórnia, que decretou fechamento. Ninguém pode entrar e ninguém pode sair", alerta Átila Iamarino, microbiólogo com pós-doutorado pela USP e pela Yale University. O que pode significar que, mesmo que essas três regiões americanas parem tudo, como fez a China após quase um mês da epidemia, impondo quarentena obrigatória, três Wuhans poderiam se repetir no território americano. Quanto ao Brasil, "já temos pelos menos São Paulo e o Distrito Federal, com Brasília", explica Iamarino no seu canal. "É provável que tenhamos mais casos acontecendo como Rio de Janeiro e Belo Horizonte, mas só veremos (em números) quando eles começarem a ser hospitalizados", argumenta o cientista. De acordo com o microbiólogo e especialista em virologia, "o Brasil promete crescer em uma taxa mais rápida que a Itália. Podemos esperar nos próximos dias, nos próximos meses, um cenário como da Itália ou pior para vários centros… [Sobre o tempo de recuperação do gigante asiático] três meses é uma linha do tempo irreal, porque nós não estamos adotando as medidas que a China adotou agora." O que conta a favor do país são as medidas já tomadas para o contingenciamento da crise. “Se o Brasil não fizesse nada, se as empresas continuassem funcionando em todos os lugares, se a gente não tivesse decretado estado de emergência, se todo mundo tivesse seguido a vida normal, como alguns estão pregando, seguindo essa projeção, só pela COVID-19, o Brasil teria 1,4 milhão de mortos até o fim de agosto", defende Atila. "Uma grande parte das pessoas que pega o coronavírus não morre, mas precisa de internação, precisa de hospitalização. Já estamos cientes do que vem pela frente, São Paulo já vai usar estádios para receber pessoas, assim como a Itália está sendo obrigada a usar hotéis para poder fazer unidades hospitalares", conclui o cientista sobre o que deve ser esperado da COVID-19 no Brasil. Coalizão COVID Brasil: governo e mais de 40 hospitais testam novos tratamentos Do pronto-socorro "Pelo conhecimento prévio da epidemia e pelo que estamos vendo na prática [no estado de São Paulo], não é possível encerrar isso agora. Os casos estão aumentando, vivemos uma curva de ascensão. Os dados que chegam da Secretária é de que se trata de uma ascensão importante, mas menor do que a que se esperaria", afirma Renato Grinbaum, gerente de práticas médicas no Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, e doutor em doenças infecciosas e parasitárias pela Unifesp. Segundo Grinbaum, só será possível definir parâmetros sobre a pandemia da COVID-19 a partir da próxima semana, quando se completam os 15 dias de quarentena impostas para o estado de São Paulo. O infectologista comenta: "Teremos um aumento mais agudo de casos, mas na próxima semana será um dos momentos mais importantes para entendermos a COVID-19. E o comportamento da semana que vem é que nos dirá quanto tempo isso irá durar". Mesmo que ninguém queira o prejuízo econômico dessa imprecisão, a Itália já demonstrou que a pandemia, por si só, sem a quarenta, é responsável por quebrar a economia. Afinal, no país ao sul da Europa, muitas autoridades evitaram ao máximo impor restrições aos deslocamentos no país, até que alcançaram uma situação de caos na saúde pública e de quarentena compulsória. "Nesse momento, é muito visível o aumento de casos, os hospitais estão cheios de pessoas com COVID-19 e existem casos graves... O que está de calmo nas ruas, dentro dos hospitais está ao contrário", explica o gerente de práticas médicas. O bom sinal, se é que se pode afirmar isso, é que a maioria das pessoas sairá bem dessa pandemia, mas não será uma tarefa fácil para médicos, enfermeiros e farmacêuticos envolvidos. Próxima semana será decisiva para entender o tamanho da crise brasileira (Foto: David McNew/Getty Images) Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo "Todos os hospitais estão ampliando a sua capacidade, ou seja, suspenderam consultórios, internações eletivas e conseguiram aumentar as áreas de UTI. Estão ampliando tudo o que podem e reorganizando as esquipes médicas para a COVID-19", explica o infectologista sobre o momento, pelo menos da cidade de São Paulo. Inclusive, ele esclarece que "até o presente momento, todos estão sendo atendidos com a mesma qualidade dos períodos normais". Mesmo que, por ora, a infraestrutura da saúde não esteja saturada, Grinbaum alerta: "O problema é o que vai acontecer depois. Estamos falando de uma cidade como São Paulo, que tem um bom número de hospitais e condições financeiras. Nós não sabemos como [a doença] se comportará nas periferias, nas cidades do interior. O Brasil é um país muito heterogêneo e as respostas da epidemia serão muito diferentes nas regiões do Brasil". Nesse cenário, nem os mais jovens podem acreditar que estarão imunes a essa pandemia. Isso porque "a probabilidade de terem uma doença mais grave é menor, mas temos visto que eles também apresentam sintomas graves. A diferença para aquelas pessoas que têm comorbidades ou são idosos é que os mais jovens conseguirão passar melhor esse período crítico e sobreviver bem", esclarece o especialista. A questão dessa recuperação dos mais jovens é que eles também "disputarão" leitos em hospitais e que eles não tenham sérias sequelas, como a fibrose pulmonar grave. Segundo Grinbaum, "esperamos que não seja tão frequente aqui, mas é um processo de cicatrização. Fibrose é cicatrização. Se o pulmão ficou muito 'ferido', devido a uma pneumonia grave, o processo de cicatrização não permite que aquele pulmão funcione normalmente depois". Agora, a principal discussão para o infectologista é entender quanto tempo devem durar essas precauções mais severas de quarentena e quando devemos reduzir essas precauções. No entanto, só os próximos dias do comportamento da COVID-19 poderão mostrar esse caminho. Coronavírus tem cura? Por que não tomar ibuprofeno? O que fazer, afinal? Diminuição no crescimento de casos em São Paulo No meio da crise brasileira, que ainda deve ganhar tração, é possível que um bom sinal esteja sendo emitido do estado de São Paulo. A possibilidade vem após um levantamento indicar uma diminuição da taxa de crescimento de casos do novo coronavírus na região, fruto de ações como distanciamento social. Quem apresenta o estudo é o físico José Fernando Diniz Chubaci, doutor pela USP e professor do Instituto de Física da mesma instituição. A partir de dados divulgados pelo Ministério da Saúde, o professor comparou três situações da COVID-19: o crescimento de casos no estado de São Paulo, individualmente; do Brasil, na sua totalidade; e do país, desconsiderando São Paulo. Segundo Chubaci, a partir do 18º dia do primeiro caso da infecção no país, no dia 15 de março, a taxa de crescimento da curva referente ao estado de São Paulo começou a diminuir. Já entre os dias 18 e 19 do mesmo mês, que coincide com as primeiras ações para conter a disseminação do coronavírus, o número de casos confirmados no restante do país se tornou maior do que os do estado paulista. No entanto, Chubaci alerta que esses dados não refletem uma tendência e são apenas um retrato da situação brasileira desde a confirmação do caso um por aqui. "Isso indica para a gente quais são as políticas a serem seguidas", afirma o pesquisador para a Folha de S. Paulo. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Relatos de pacientes: como são os sintomas da COVID-19? E o que fazer? Boletim: com 2,7% de letalidade, COVID-19 leva a 92 óbitos e 3.417 casos no BR Crítica | O Poço é um elogio à educação como elemento revolucionário Fábricas de celulares no Brasil adotam medidas para não parar em meio a pandemia Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo Veja Mais

Mumuzinho faz show na varanda de casa na Barra da Tijuca durante isolamento

G1 Pop & Arte 'Já que não posso sair para fazer show, faço em casa mesmo para os vizinhos', disse o cantor. Apresentação aconteceu na tarde desta sexta-feira (27). Mumuzinho faz show na varanda de casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio O cantor Mumuzinho fez um show na varanda de casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na tarde desta sexta-feira (27). A apresentação animou vizinhos durante a isolamento contra o novo coronavírus. Eles registraram e aplaudiram. “É show em casa nessa quarentena. Já que não posso sair para fazer show, faço em casa mesmo para os vizinhos”, disse o cantor de sua varanda. O show aconteceu no Condomínio Majestic Cidade Jardim na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Cantor Mumuzinho faz show na varanda de casa nesta sexta-feira (27) na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio Reprodução/Instagram No meio da apresentação, Mumuzinho pediu aplausos para funcionários que permanecem trabalhando no condomínio mesmo com as medidas para conter o novo coronavírus. “Eu queria um aplauso a todos os funcionários que estão trabalhando aqui pra gente”, pediu o cantor. O repertório do show em casa teve canções como "Conselho", de Almir Guineto, e "Eu Mereço Ser Feliz", do próprio cantor. Veja Mais

Coronavírus: 'Infelizmente algumas mortes terão. Paciência', diz Bolsonaro

O Tempo - Política Em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, da Band, presidente criticou o isolamento social e atacou o governador de SP, João Doria Veja Mais

Coronavírus: Prorrogado vencimento do DAS para MEI

R7 - Economia Comitê Gestor do Simples Nacional prorroga vencimentos dos próximos 3 meses do DAS MEI Veja Mais

Ipea propõe medidas para proteger os 30% mais pobres no Brasil durante crise do coronavírus

G1 Economia O conjunto de ações inclui a criação de um benefício temporário de R$ 450 para as famílias de baixa renda, zerar a fila do Bolsa Família e reajustar os benefícios do programa social em cerca de 29%. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) propôs, em estudo, nesta sexta-feira (27) medidas para proteger a população mais vulnerável do país em meio aos impactos da disseminação do coronavírus sobre a economia. O conjunto de ações sugeridas inclui a criação de um benefício temporário de R$ 450 para as famílias de baixa renda, zerar a fila do Bolsa Família e reajustar os benefícios do programa social em cerca de 29%. Coronavírus: veja as medidas econômicas já anunciadas pelo governo federal e pelo BC O estudo, feito a pedido do Ministério da Economia, é assinado pelos pesquisadores Luís Henrique Paiva, Pedro Ferreira de Souza, Letícia Bartholo e Sergei Soares. Segundo eles, essas medidas aumentariam em R$ 68,6 bilhões os gastos com transferências assistenciais pelo governo federal, em 2020. Confira as medidas propostas: 1. Benefício temporário de R$ 450 Criação de um benefício mensal de R$ 450,00, durante um período de seis meses, para todas as famílias com dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico) que tenham renda familiar per capita (por pessoa) inferior a meio salário mínimo, ou seja, de R$ 522,50. Essa benefício poderia ser estendido aos beneficiários do Bolsa Família. Com isso, 30% da população mais vulnerável do país poderia ter acesso a algum nível de proteção contra a crise associada à Covid-19. 2. Zerar a fila e reajustar o Bolsa Família O Ipea recomenda zerar a fila do Bolsa Família e incluir 1,7 milhão de famílias habilitadas a receber os repasses. Além disso, propõe o reajuste permanente dos pagamentos e das linhas de elegibilidade do programa em aproximadamente 29%. O Bolsa Família atende famílias em situação de extrema pobreza (renda per capita de até R$ 89 por mês) e de pobreza (renda per capita de até R$ 178 mensais). Os autores do estudo propõem que as linhas de elegibilidade sejam reajustadas para, pelo menos, R$ 115 e R$ 230, respectivamente. Impactos das medidas Caso seja adotada na folha de pagamentos do mês de abril e estendida até o final do ano, a decisão de zerar a fila do Bolsa Família teria um impacto de R$ 2,24 bilhões no orçamento federal, ou menos de 10% de aumento frente à situação atual. "O fundamental é partir da estrutura que já construímos para atender de imediato às famílias mais pobres. Caso contrário, o risco é de só conseguirmos operacionalizar o benefício tarde demais. Além disso, nossas simulações também mostram que é possível garantir uma renda mínima para as famílias vulneráveis com custos relativamente baixos, considerando a gravidade da situação", afirmou um dos autores da pesquisa, Pedro Ferreira de Souza, do Ipea. Segundo o Ipea, o custo total com transferências (incluindo os meses de janeiro a março) subiria de 0,4% para algo entre 0,8% e 1,4% do PIB. O estudo também ressalta que 39 países já utilizam alguma forma de transferência de renda como parte das respostas à Covid-19, alcançando pobres, trabalhadores autônomos, idosos e crianças. “A cada dia, mais países adotam transferências de renda como parte da resposta à Covid-19, o que sinaliza o potencial que essa medida tem de funcionar no Brasil”, pondera o pesquisador Luís Henrique Paiva. Veja Mais

Colheita de soja do Brasil descola da média com avanço no Matopiba, diz analista

R7 - Economia SÃO PAULO (Reuters) - A colheita de soja do Brasil na temporada 2019/20 atingiu até esta sexta-feira 77,5% da área, aumento de cerca de 7 pontos ante a semana anterior, descolando da média histórica para o período, o que vinha sendo registrado nas últimas semanas, de acordo com dados da consultoria Arc Mercosul.O avanço semanal, disse o diretor da Arc Mercosul, Matheus Pereira, está muito ligado ao rápido ritmo dos trabalhos dos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia."O Matopiba foi o principal motor da aceleração do ritmo brasileiro. Isso levou ao descolamento de ritmo atual da nossa média, até então vinha seguindo padrão de média histórica", afirmou ele.No Tocantins, os trabalhos já chegam a 80% da área, enquanto no Piauí avançaram para cerca de 40%. Já na Bahia e Maranhão estão em torno de 50% do total plantado.None (Por Roberto Samora) Veja Mais

Vídeo: OMS Europa vê 'sinais encorajadores' de desaceleração da pandemia na região

em - Internacional O diretor da OMS Europa vê %u201Csinais encorajadores%u201D de desaceleração da pandemia do coronavírus no continente Veja Mais

Petróleo fecha em forte queda e tem quinta semana seguida de perdas

G1 Economia Os contratos do Brent para maio encerraram a semana a US$ 24,93 o barril, em desvalorização de 5,35% e os do WTI para janeiro recuaram 4,82%, a US$ 21,51 o barril. Os contratos futuros do petróleo voltaram a desabar nesta sexta-feira (27) e terminaram a sessão nos menores níveis desde o início do século. Os investidores seguem monitorando o avanço da propagação da pandemia de coronavírus pelo mundo, com governos adotando a medidas de distanciamento social, o que enfraquece a demanda global pela commodity. Com isso, as referências do petróleo registraram a quinta semana consecutiva de queda. Os contratos futuros do Brent para maio encerraram a semana negociados a US$ 24,93 o barril, em desvalorização de 5,35% na ICE, em Londres. Já os preços do West Texas Intermediate (WTI) para janeiro recuaram 4,82%, a US$ 21,51 o barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). Campo terrestre de exploração de petróleo da Petrobras no Nordeste Divulgação No acumulado da semana, as quedas foram de 7,26% e 3,03%, respectivamente. Foi o menor valor de fechamento para o WTI desde fevereiro de 2002. "O coronavírus está interrompendo a atividade econômica global muito mais do que havíamos pensado anteriormente. Como resultado, agora, esperamos que a demanda global de petróleo caia 6,5% em 2020, para pouco menos de 94 milhões de barris por dia”, afirmou Samuel Burman, economista assistente de commodities da Capital Econômica. Para o petróleo, "o foco continua no lado da demanda do mercado, com a expectativa de que a demanda por petróleo estenda seu declínio a um recorde nas próximas semanas, à medida que um número crescente de países implementa medidas de bloqueio", disse Robbie Fraser, analista de commodities da Schneider Electric. Segundo ele, até que a demanda comece a se recuperar, qualquer negociação entre a Arábia Saudita e a Rússia para restaurar os cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, “ou os esforços contínuos da Arábia Saudita para inundar o mercado, parecerão relativamente pequenos em comparação com o forte recuo de demanda ”, afirmou Fraser, em uma nota diária. Os atuais cortes na produção do OPEP + expiram no final deste mês. "Do ponto de vista econômico, a produção dos EUA e do Canadá está sob extrema pressão com os preços atuais e deve cair nos próximos meses", acrescentou. Nesta sexta-feira, a Arábia Saudita disse que o reino ainda não teve nenhum contato com Moscou sobre cortes na produção de petróleo ou na construção da aliança OPEP +, de acordo com a Bloomberg News. Veja Mais

Um terço da população mundial está em isolamento; veja medidas de diferentes países para conter o coronavírus

Glogo - Ciência Para diminuir a velocidade de transmissão da pandemia de Covid-19 e ganhar tempo para equipar os sistemas de saúde, a OMS tem recomendado que os países apliquem restrições de circulação de pessoas em seus territórios. Pelo menos 2,8 bilhões de pessoas, o que representa mais de 1/3 da população mundial, vive atualmente sob algum tipo de restrição de circulação para conter o rápido avanço da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2), aponta um balanço da agência France Presse (AFP). Em um momento em que pandemia se acelera em uma taxa exponencial - os últimos 100 mil novos casos no mundo foram registrados em apenas dois dias, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os países tomem medidas duras que favoreçam o isolamento físico das pessoas, apesar do custo social e econômico significativo. "Sem ação agressiva em todos os países, milhões poderão morrer”, declarou o diretor-geral da organização, Tedros Ghebreyesus, em 25 de março. As regras de isolamento social, que variam de país para país, tem por objetivo diminuir o tempo de transmissão do vírus de pessoa a pessoa, dando aos governos tempo para equipar e fortalecer seus sistemas de saúde com equipamentos, expansão de leitos, construção de hospitais e contratação de profissionais de saúde. Veja um resumo abaixo dos principais países em quarentena (regionais ou nacionais): Países em quarentena Em geral, o modelo de restrição depende do grau de disseminação da doença, do contexto político e do alinhamento com as recomendações da OMS. Costumam começar com limitações de aglomerações, suspensão de aulas, avançam com restrições na circulação e, nos casos mais extremos, preveem até toque de recolher e multa a quem sair de casa. Veja mais detalhes das medidas de restrição em alguns destes países e saiba o que líderes de diferentes espectros políticos têm dito em relação à quarentena: BRASIL, Jair Bolsonaro 27 de março - Rua 25 de Março, em São Paulo, com movimento baixo na manhã desta sexta-feira (27) Giaccomo Voccio/G1 No país, as medidas de quarentena têm sido adotada pelos governos estaduais e municipais, que estão preocupados com a sobrecarga nos sistemas de saúde. Mesmo antes da crise do coronavírus, o Brasil já sofria com falta de leitos em UTI em muitas cidades. No dia 16 de março, o governo do Rio implementou quarentena no estado todo, com fechamento de escolas, shows, cinemas e cancelamento de eventos públicos e culturais; restrição de aglomerações em bares e restaurantes. Naquela semana, outros estados anunciaram o fechamento de escolas e recomendaram que a população evitasse aglomerações. Em 24 de março, foi a vez do estado de São Paulo entrar em quarentena, com o fechamento de serviços não essenciais, como nas áreas de saúde e segurança. O governo do presidente Jair Bolsonaro se limitou a fechar as fronteiras terrestres com países da América do Sul, que não são hoje os maiores focos de casos de coronavírus. Em diversas manifestações, Bolsonaro tem criticado a atuação dos governadores e defendido que as cidades voltem à “normalidade” para evitar danos econômicos. “Tem alguns governadores, no meu entender, eu posso até estar errado, mas estão tomando medidas que vão prejudicar em muito a nossa economia”, afirmou o presidente em entrevista em 17 de março. Em pronunciamento na TV no dia 24, ele disse que “devemos sim voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas?” CHINA, Xi Jinping Funcionários espalham desinfetante na Estação de Trens de Wuhan, na província de Hubei, na China, preparando o local para a reabertura após fim da quarentena, na terça-feira (24) STR/AFP O presidente chinês, Xi Jinping (Partido Comunista), tomou medidas drásticas para conter o rápido avanço do novo coronavírus no país. A cidade de Wuhan, epicentro da epidemia foi totalmente isolada em 22 de janeiro. Ninguém podia entrar ou sair. Indústrias importantes, comércios, obras, escolas foram fechadas. Dois dias depois, a quarentena foi estendida a mais cidades da província de Hubei, chegando a atingir quase 60 milhões de pessoas. Toda a China passou a ter restrições de viagens internas e externas. Ainda assim, o presidente foi acusado de não dar alertas mais incisivos no começo da epidemia. Um discurso dele divulgado pela TV estatal mostrou que ele estava no comando do combate ao surto do Covid-19 desde o princípio (7 de janeiro), e só ordenou o confinamento semanas depois. "Em 22 de janeiro, diante da rápida propagação da epidemia e dos desafios de prevenção e controle, solicitei claramente que a província de Hubei implementasse controles abrangentes e rigorosos sobre a saída de pessoas", disse ele em uma reunião do comitê permanente do Partido Comunista. O país chegou a construir 16 hospitais temporários para atender à enorme quantidade de pessoas infectadas pelo novo vírus. Semanas após o confinamento em massa, a região começou a ver os números de casos caírem. No país, a taxa de transmissão local chegou a zerar. Na última sexta-feira (20), a Organização Mundial da Saúde (OMS) elogiou o sucesso da China no controle do surto. "Wuhan oferece esperança ao resto do mundo de que mesmo a situação mais grave pode ser alterada", disse o secretário-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em uma teleconferência em Genebra. A partir de quarta-feira (25), habitantes saudáveis da província de Hubei começaram a circular livremente. Mas os que moram Wuhan terão que esperar até 8 de abril. ITÁLIA, Giuseppe Conte Milão, capital da Lombardia, onde o avanço da doença foi mais acentuado na Itália. Arquivo Pessoal Os dois primeiros casos de coronavírus na Itália foram registrados na região norte, em 31 de janeiro. No mesmo dia, o governo suspendeu os voos com origem e destino da China. Desde 23 de fevereiro, os governos locais tomavam medidas para restringir a circulação, mas chegaram a ser criticadas pelo primeiro-ministro Giuseppe Conte, que disse que elas poderiam “gerar o caos”. Nas semanas seguintes, conforme os casos de coronavírus disparavam, Conte recuou. Em 7 de março, toda a região norte foi colocada em “lockdown” (fechamento completo): ninguém podia entrar ou sair sem autorização, havia toque de recolher e todos os serviços não essenciais foram fechados. "Estamos evitando que o sistema de saúde entre em colapso, as medidas restritivas funcionam", disse o primeiro-ministro Conte no dia 19 de março. Mas, naquele momento, a Itália já era o epicentro da epidemia na Europa, com mais de 41 mil casos de Covid-19 e quase 3 mil mortes. Conte não foi o único líder italiano a voltar a atrás. Durante uma entrevista à TV RAI, o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, afirmou que errou ao divulgar, no fim de fevereiro, um vídeo que dizia que a cidade não pode parar. “Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título ’Milão não Para’. Era 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente, errado”, ele afirmou à RAI no domingo (22). EUA, Donald Trump Times Square, em Nova York, nesta quinta-feira (26) REUTERS/Carlo Allegri Os Estados Unidos já passaram a China em número de casos de infecção por Covid-19. Por lá, as medidas restritivas demoram a ser tomadas - e foram decididas pelos governadores e prefeitos. Apesar da demora, ao longo de março, vários estados começaram a decretar quarentena: apenas 20, dentre 57 estados e territórios americanos, não tomaram nenhuma medida de restrição de circulação. Ainda assim, praticamente todos suspenderam as aulas e restringiram aglomerações e o funcionamento de bares e restaurantes. O fechamento do comércio não essencial ocorreu na maior parte dos estados e território - apenas 17 não aderiram à pedida. Em alguns estados, como a Califórnia (o mais rico e populoso do país), o "lockdown" é completo: as pessoas só podem sair de casa para atividades essenciais. Na última terça-feira (24), o presidente Donald Trump (Partido Republicano) chegou a defender a flexibilização do isolamento em várias partes dos Estados Unidos até meados de abril. "Nosso país não foi projetado para fechar. Você pode destruir um país dessa maneira, fechando-o", disse ele à Fox News. Uma "grande recessão" poderá deixar mais vítimas do que o coronavírus, acrescentou. No entanto, no dia seguinte, ele disse que não se precipitaria para pôr fim às medidas de isolamento. Nesta semana, Trump enviou cartas à população norte-americana com diretrizes para o combate ao coronavírus, como a recomendação de ficar em casa e a de evitar contato com idosos. A primeira orientação da carta é escutar e seguir as determinações dos estados e autoridades locais. COREIA DO SUL, Moon Jae-in Coreia do Sul - Equipe médica usa trajes de proteção em 'drive-thru' de centro montado para realizar testes de coronavírus no Centro Médico da Universidade Yeungnam, em Daegu Reuters/Kim Kyung-Hoon/File Photo Logo após o surgimento dos primeiros casos, no fim de janeiro, o governo sul-coreano começou a rastrear os possíveis focos de transmissão no país, com monitoramento das pessoas suspeitas. Também estabeleceram quarentena para todas as pessoas que chegavam de Wuhan. Houve adoção de testes em massa da população e isolamento dos casos suspeitos e confirmados. Funcionários também foram estimulados a trabalhar de casa. Em fevereiro, as autoridades descobriram um dos focos de transmissão e determinou quarentena na cidade Daegu, afetando 2,5 milhões de pessoas. “O país inteiro entrou em guerra à doença infecciosa desde que a crise em Daegu e Gyeongbuk atingiu seu ápice”, disse o presidente Moon Jae-in (Partido Democrático) em uma reunião em seu gabinete em março, segundo a Reuters. CHILE, Sebástian Piñera O conservador Sebástian Piñera tem tomado medidas duras para proteger o país do coronavírus. Em 18 de março, ele decretou estado de exceção por catástrofe para poder restringir reuniões em espaços públicos, assegurar a distribuição de bens e serviços básicos, estocar alimentos e outros bens e impor quarentenas e toques de recolher. As aulas e eventos públicos foram suspensos, e foi ordenada quarentena de 14 dias para todo mundo que chegasse de outro país. Em 22 de março, o presidente decretou toque de recolher em todo o território nacional, das 22h às 5h do dia seguinte". Governadores decidem manter medidas de restrição à circulação de pessoas Aumentam as medidas de restrição à circulação de pessoas na Europa Initial plugin text Veja Mais

China decide fechar salas de cinemas novamente

China decide fechar salas de cinemas novamente

Tecmundo Poucos dias após começar a reabrir os cinemas, a China anunciou que vai voltar atrás e manter as salas fechadas por mais algumas semanas. De acordo com a Variety, o escritório nacional de cinema da China ordenou que todos os estabelecimentos fiquem fechados novamente.Um profissional do mercado informou à Variety que o governo chinês pode esperar para que a situação no país esteja sob controle para anunciar a abertura das salas de uma única vez. Até o momento, os cinemas estavam sendo liberado aos poucos, conforme as províncias se mostrassem mais seguras.Leia mais... Veja Mais

Odin, um dos lobos de “Game of Thrones”, morre aos 10 anos

R7 - Música Cão foi o fiel escudeiro de Bran Stark durante o seriado Veja Mais

Teatro Bolshoi da Rússia realiza transmissão online enquanto coronavírus restringe vida pública

G1 Pop & Arte Rússia registrou 1.036 casos do vírus e cinco mortes relacionadas. Moscou fechará cafés, restaurantes e lojas, com exceção daquelas que vendem alimentos e medicamentos. Bailarinas participam de ensaio antes de suspensão das atividades do Teatro Bolshoi Evgenia Novozhenina/Reuters O famoso Teatro Bolshoi de Moscou começou a transmitir online algumas de suas performances mais notáveis do passado, depois de ser forçado a fechar suas portas ao público como resultado de novas restrições destinadas a conter a propagação do novo coronavírus. O Bolshoi, que ficará fechado até 10 de abril, se junta a uma série de outros teatros, casas de ópera e museus russos que se voltaram ao streaming online para satisfazer as necessidades culturais dos russos durante o isolamento por causa do coronavírus. Até o momento, a Rússia registrou 1.036 casos do vírus e cinco mortes relacionadas e intensificou as medidas para conter a disseminação. Neste fim de semana, Moscou fechará todos os cafés, restaurantes e lojas, com exceção daquelas que vendem alimentos e medicamentos. Os bailarinos do Bolshoi estão se acostumando a treinar e manter a forma em casa. "É claro que é um momento muito difícil para nós", afirmou à Reuters Denis Rodkin, dançarino principal, nesta sexta-feira. "Realmente dependemos da nossa profissão... espero que isso não dure muito e que tudo volte a funcionar em breve." Enquanto isso, disse Rodkin, as performances transmitidas online podem ajudar a manter o ânimo das pessoas durante o confinamento em suas casas. "A arte e as transmissões do Teatro Bolshoi, em particular, apoiam as pessoas nessas condições difíceis", afirmou. "Elas serão inspiradas, recarregadas com arte, e tudo isso terminará." Veja Mais

Daniel Azulay, desenhista e artista plástico, morre vítima de coronavírus, aos 72 anos

G1 Pop & Arte Ele estava internado havia duas semanas na Clínica São Vicente. Daniel lutava contra a leucemia e contraiu o vírus, segundo parentes. Artista plástico Daniel Azulay morre de coronavírus O desenhista, pintor e cartunista Daniel Azulay morreu nesta sexta-feira (27) no Rio de Janeiro. O artista plástico de 72 anos lutava contra uma leucemia e contraiu o coronavírus, segundo parentes e sua página oficial. Azulay estava internado havia duas semanas no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca. Biografia O artista gráfico Daniel Azulay Lucio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados Daniel ganhou notoriedade no Brasil inteiro nos anos 70 e 80 por participar de programas educativos para públicos infantis, como a Turma do Lambe Lambe, em canais como TV Educativa e Bandeirantes. Posteriormente continuou trabalhando em outros programas e projetos na internet. DANIEL AZULAY: Autodidata e engajado em causa sociais Nascido no Rio em 30 de maio de 1947, Azulay foi um desenhista autodidata que se formou em Direito pela Universidade Cândido Mendes em 1969. Na mesma época, começou a publicar suas primeiras histórias em quadrinhos e cartuns em revistas e jornais. O trabalho de Daniel também ensinava a importância de conceitos como sustentabilidade e meio ambiente. Ao longo da carreira, o artista também se envolveu em vários projetos sociais e de conscientização. Daniel Azulay com agentes da Operação Lei Seca Divulgação Por exemplo, em 2014 Azulay criou "Soprinho e sua Turma", personagens infantis da Operação Lei Seca do RJ. O personagem Soprinho idealizado pelo desenhista é um bafômetro simpático e falante que, através de histórias bem-humoradas ao lado de seus amigos, alerta e conscientiza as crianças sobre os problemas causados pela mistura de álcool e direção. Até hoje, estes personagens são usados em ações educativas da Lei Seca para o público infantil. Repercussão Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Os Bancos precisam respeitar Direitos do Consumidor que talvez você mal saiba

R7 - Economia Sabe aquela hora que você descobre que o seu banco está cobrando tarifas que não foram contratadas e que por vezes se tornam uma dor de cabeça, para interromper a cobrança! Como não podemos ficar sem os serviços de um banco. Pois, é nele que é depositado nosso salário, aposentadoria, bolsa de estudo, pensão e [...] O post Os Bancos precisam respeitar Direitos do Consumidor que talvez você mal saiba apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Roger Waters suspende turnê norte-americana por causa do coronavírus

G1 Pop & Arte Ex-baixista e líder do Pink Floyd tinha mais de 30 shows marcados nos EUA e no Canadá entre julho e outubro. Roger Waters durante show em Curitiba Giuliano Gomes/PR Press Roger Waters, ex-baixista e líder da banda britânica Pink Floyd, anunciou na sexta-feira (27) a suspensão da turnê que o levaria à América do Norte na segunda metade do ano, em meio à epidemia de coronavírus. Waters, de 76 anos, tinha mais de 30 shows planejados nos Estados Unidos e no Canadá entre julho e outubro. Initial plugin text "Tive que adiar minha turnê 'This is not a drill' até o próximo ano. Que pena, mas se salvar uma vida, vale a pena", disse o músico em sua conta no Twitter. A Organização Mundial da Saúde informou na sexta-feira que os casos de coronavírus excedem 500 mil em todo o mundo e que as mortes somam mais de 20 mil. Veja Mais

Combustíveis recuam nos postos após reajustes da Petrobras; diesel cai 4,6% no mês

R7 - Economia SÃO PAULO (Reuters) - Os preços dos combustíveis nos postos brasileiros recuaram nesta semana, após consecutivos cortes dos valores nas refinarias pela estatal Petrobras e em meio a mais uma semana de baixa do petróleo no mercado internacional.Com o movimento, a gasolina acumula queda de em média 2,89% nas bombas em março, enquanto o diesel, combustível mais utilizado do Brasil, totaliza redução média de 4,6%, mostraram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira.O petróleo Brent, referência internacional, perdeu 8% na semana e 5% nesta sexta-feira, quando fechou a 24,93 dólares por barril. No ano, o Brent soma recuo de mais de 60%, em meio à deterioração da demanda após medidas de isolamento adotadas pelo mundo contra o coronavírus e com uma guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia, que disputam participação no mercado.Nesse cenário, a Petrobras já anunciou dois reajustes negativos para a gasolina nesta semana-- um corte de 15% a partir da quarta-feira e um de 5% que entra em vigor no sábado. No diesel, a companhia reduzirá preços em 3% a partir do sábado.Responsável por quase 100% da capacidade de refino no Brasil, a Petrobras já cortou preços da gasolina em 43% em 2020, enquanto no diesel a redução acumulada é de cerca de 30%.O repasse dos movimentos aos combustíveis nos postos, no entanto, não é automático e depende de diversas condições, como estoques, impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.Nas bombas, para o consumidor final, os preços da gasolina caíram em média em 1,92% nesta semana, para 4,486 reais por litro, segundo os dados da ANP. No acumulado do ano, a retração é de 3,47%.No diesel comercializado nos postos, houve queda de 2,6% entre domingo e esta sexta-feira, de acordo com a reguladora, para média de 3,492 reais por litro. Na comparação com a primeira semana de janeiro, o combustível totaliza recuo de em média 7,59%.Já as cotações do etanol hidratado caíram 2,7% na semana, com retração acumulada de 3,39% em março. Mas a cotação atual, de em média 3,139 reais, é apenas 1,1% inferior à vista no início de janeiro. None (Por Luciano Costa) Veja Mais

Preços dos combustíveis nos postos recuam na semana, diz ANP

G1 Economia Valor médio do litro da gasolina para o consumidor recuou 1,9%, a R$ 4,40, nesta semana. Preços dos combustíveis recuam na semana Marcelo Brandt / G1 Os preços dos combustíveis recuaram nos postos nesta semana, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (23) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A queda dos preços segue a tendência de redução do valor da gasolina e do diesel nas refinaria diante da queda da cotação do petróleo e da desaceleração global. De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor recuou 1,9%, a R$ 4,40, nesta semana. O preço do litro do diesel caiu 2,6% no período, para R$ 3,492. O preço do etanol recuou 2,7%, para R$ 3,139. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Preços nas refinarias Nesta sexta-feira, a Petrobras informou que vai reduzir o preço médio da gasolina em 5% e o do diesel em 3% nas refinarias a partir deste sábado (28). Segundo a estatal, o preço médio da gasolina passa a ser de R$ 1,08 por litro - o menor desde 31 de outubro de 2011. Foi a segunda redução no preço da gasolina esta semana, e a primeira no diesel. Na quarta-feira, o preço da primeira foi reduzido em 15% nas refinarias. Com isso, no acumulado do ano a redução do preço da gasolina é de 43,5%. Já no caso do diesel, é de 31,3%. Veja Mais

Maia conversa com empresários sobre COVID-19 - 27/03/20

Maia conversa com empresários sobre COVID-19 - 27/03/20

Câmana dos Deputados Em tempo real pela web e com o acompanhamento de Jornalistas credenciados, o presidente da Câmara conversou nesta sexta com empresários de todo o Brasil preocupados com a crise do Coronavírus. Os executivos, de diversos ramos, elogiaram a postura de Rodrigo Maia frente aos desafios na área da saúde e da economia. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #Coronavírus #Empresários Veja Mais

Review Galaxy S20 Ultra: vai mais longe e mais suave

Review Galaxy S20 Ultra: vai mais longe e mais suave

Tecmundo A Samsung tem colocado o foco dos seus smartphones em fotografia há algum tempo. No Galaxy S9, ela usou o slogan "A câmera reimaginada", e na linha Galaxy S20 eles dizem que "Esse é o smartphone que mudará a história da fotografia".São três celulares: Galaxy S20, S20+ e S20 Ultra. Esse último é o top de linha do top de linha. Ele traz um sistema de câmeras capaz de dar zoom até 100X, tela com alta taxa de atualização e um precinho que vai de R$ 8 mil até R$ 8.500. Na verdade, tudo é bem expressivo nesse aparelho.Leia mais... Veja Mais

IR: Saiba como declarar o Imposto de Renda pela primeira vez

R7 - Economia Atualmente, estamos vivendo uma pandemia que pode ocasionar em dúvidas referentes ao prazo final da entrega da declaração, mas até o momento, o governo não se manifestou sobre o adiamento desse prazo. Você que precisa para fazer sua primeira declaração, está se preparando? Todos os anos, jovens recentemente inseridos no mercado de trabalho realizam a [...] O post IR: Saiba como declarar o Imposto de Renda pela primeira vez apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Risco de golpes online aumentam com o coronavírus

Risco de golpes online aumentam com o coronavírus

Tecmundo O ambiente tecnológico também está com as atenções voltadas ao coronavírus. Além de empresas se dedicarem ao desenvolvimento constante de ferramentas para auxiliar a população mundial, sejam ações para redes sociais ou aplicativos específicos com informações confiáveis em tempo real, há outro nicho preocupado com as consequências da situação: a Europol, entidade que representa 27 instituições policiais de países da União Europeia.Em documento publicado nesta sexta-feira (27), a agência deu destaque aos esforços voltados para combater golpes virtuais. De acordo com a publicação, as pessoas estão mais vulneráveis a essas situações por três motivos: o aumento do nível de insegurança, a ascensão do consumo online, e a maior probabilidade de interesse nos conteúdos sobre a pandemia.Leia mais... Veja Mais

Roger Waters adia turnê “mais política” da vida: “se salvar um, vale a pena”

R7 - Música Lendário músico do Pink Floyd ia começar apenas em Julho, mas já foi adiada Veja Mais

Fitch rebaixa rating do Reino Unido de AA para AA-, com perspectiva negativa

R7 - Economia A Fitch rebaixou o rating do Reino Unido de AA para AA-, com perspectiva negativa. A agência diz que isso reflete um "significativo enfraquecimento" nas finanças públicas do país por causa do impacto da pandemia de coronavírus e do relaxamento fiscal recente britânico. Também é fruto do "profundo estrago no curto prazo" por causa da pandemia, diz a Fitch, e da incerteza sobre a relação comercial futura entre o país e a União Europeia. A Fitch acredita que a resposta necessária ao coronavírus resultará em uma grande elevação no déficit geral do governo e nos níveis de endividamento, o que levará à aceleração da deterioração das métricas de finanças públicas no médio prazo. A agência estima agora que o Produto Interno Bruto (PIB) do país pode recuar quase 4% em 2020, mas ressalta a incerteza sobre a duração da pandemia, dizendo que há "um substancial risco de baixa para essas projeções econômicas". Veja Mais

Seguro-desemprego deve ser de até R$ 1,8 mil para contrato suspenso

Seguro-desemprego deve ser de até R$ 1,8 mil para contrato suspenso

R7 - Economia Governo decidiu assegurar 100% da parcela do benefício MTE/Divulgação Após a polêmica em torno da proposta de suspensão de contratos de trabalho durante a crise do novo coronavírus, o governo decidiu assegurar 100% da parcela do seguro-desemprego para os trabalhadores que forem afetados por essa interrupção. As empresas poderão oferecer vantagens adicionais na negociação com o empregado. A suspensão dos contratos - que deve ser de até dois meses, mas o prazo máximo ainda não foi fechado - deve ser permitida às pequenas empresas e às companhias que tiverem que suspender atividades devido a decretos de quarentena. Os detalhes ainda estão sendo fechados pelos técnicos da área econômica. O valor cheio do seguro-desemprego hoje vai de R$ 1.045 até R$ 1.813,03. Para calcular o valor do seguro-desemprego, é considerada a média de salários dos últimos três meses anteriores à suspensão. O benefício não pode ser inferior ao salário mínimo. A avaliação é de que as empresas poderão se sentir incentivadas a oferecer vantagens adicionais para que o trabalhador aceite a suspensão, uma vez que a alternativa seria demiti-lo pagando todas as verbas rescisórias (o que pode ser difícil numa situação de restrição de caixa). Nos casos de redução de jornada e salário, a equipe está fazendo ajustes na proposta e pode elevar o limite máximo do corte a 70%. Antes, estava sendo cogitada uma redução máxima de 65%. Segundo uma fonte que participa das negociações, trata-se de um “ajuste fino” no desenho da medida. As empresas ainda poderão adotar reduções menos drásticas de jornada e salário, de 25% e 50%, de acordo com sua situação e necessidade. O governo ainda avalia prever uma quantidade máxima de funcionários que a empresa poderá colocar na maior faixa de redução de salário e jornada. A compensação a ser paga pelo governo a esses trabalhadores será no mesmo porcentual que a redução de jornada e salário. Se um trabalhador tiver redução de 50%, o governo pagará o equivalente a 50% da parcela do seguro-desemprego a que o empregado teria direito em caso de demissão. Nenhum trabalhador receberá menos que o salário mínimo (R$ 1.045) na soma das duas parcelas, a da empresa e a do governo. O repasse de parte do seguro-desemprego será feito a todos os trabalhadores que tiverem redução de jornada, independentemente de sua renda. Na prática, porém, o desenho da medida foi feito para que os trabalhadores com menores salários tenham uma perda proporcionalmente menor em seu poder aquisitivo. Por exemplo, um trabalhador que hoje ganha R$ 2 mil teria direito a uma parcela de R$ 1.479,89 no seguro-desemprego se fosse dispensado. Em caso de redução de 50% na jornada e no salário, ele manteria metade da remuneração (R$ 1 mil) mais metade da parcela do seguro (R$ 739,95). Ou seja, esse trabalhador receberá R$ 1.739,95, o equivalente a 87% do seu salário regular. Já um trabalhador que ganha R$ 3 mil teria direito a uma parcela de R$ 1.813,03 no seguro-desemprego em caso de demissão. Se ele sofrer redução de 50% na jornada e no salário, ele receberia R$ 1,5 mil da empresa e metade do seguro-desemprego (R$ 906,52), somando R$ 2.406,52 (80,2% do salário). O empregado que recebe R$ 7 mil mensais também teria direito à parcela máxima do seguro-desemprego em caso de dispensa. No caso de redução de jornada e salário em 50%, ele receberia R$ 3,5 mil do empregador e metade do seguro-desemprego (R$ 906,52), totalizando R$ 4.406,52, o equivalente a 62,96% do salário regular. Confira os valores do seguro desempego: - Até R$ 1.599,61 - multiplica-se o salário médio por 0,8 (80%) - De R$ 1.599,62 até R$ 2.666,29 - o que exceder a R$ 1.599,61 multiplicar por 0,5 (50%) e somar a R$ 1.279,69 - Acima de R$ 2.666,29 - o valor da parcela será de R$ 1.813,03 Fonte: Secretaria Especial de Previdência e Trabalho Veja Mais

Transformando caos em estrela: estávamos precisando de um disco como “Alphaleonis”, de Malú Lomando

R7 - Música Em seu disco de estreia, a cantora trata de questões como cura, vulnerabilidade e tudo que nos faz humanos Veja Mais

Boletim: com 2,7% de letalidade, COVID-19 leva a 92 óbitos e 3.417 casos no BR

Boletim: com 2,7% de letalidade, COVID-19 leva a 92 óbitos e 3.417 casos no BR

canaltech Na tradicional live transmitida pelas redes sociais, o Ministério da Saúde atualiza o números de casos da COVID-19 no país, a partir dos dados informados pelas secretarias estaduais da saúde. Até às 15h desta sexta-feira (27), 3.417 pessoas estão infectadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) e 92 óbitos foram registrados em decorrência da infecção respiratória.  O @minsaude atualiza a situação do #coronavírus no Brasil - 27/03▶️ 3.417 casos confirmados▶️ 92 óbitosSaiba mais em https://t.co/UYm3jliCGA#Covid19 pic.twitter.com/Ilmkz0TbYT — Ministério da Saúde (@minsaude) March 27, 2020 -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Segundo a última atualização do painel do coronavírus, a região Sudeste registra 1.952 casos da COVID-19, o que representa 57% das infecções brasileiras. Após os dados da região considerada como o epicentro nacional da pandemia, estão Nordeste (539), Sul (463), Centro-Oeste (319) e Norte (145). COVID-19 | Singapura dá show de tecnologia e inovação para combater a doença Na divisão entre estados, São Paulo segue com o maior número de casos do país (1.223). Em seguida, está o Rio de Janeiro, com 493 casos da infecção, e o Ceará, com 282 infectados. Já o estado com menos casos registrados é o Amapá, com apenas dois, posição que preserva desde a chegada da epidemia no Brasil. A seguir, confira a tabela detalhada sobre a situação dos estados: ueEstado de São Paulo segue com mais de um terço dos casos da COVID-19 no país (Imagem: Reprodução/Ministério da Saúde)  Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo É importante ressaltar que, atualmente, há apenas o controle dos casos mais graves do novo coronavírus, quando os pacientes com falta de ar e febre, por exemplo, procuraram auxílio médico em hospitais ou em unidades de saúde. Por isso, esses valores, muito provavelmente, não cobrem a totalidade de casos, como os pacientes com sintomas leves da doença ou mesmo os assintomáticos. No entanto, esse quadro deve mudar, em breve, quando os testes rápidos chegarem a todo o país. Casos de óbitos Quanto ao número total de óbitos, que é 92, estão divididos entre nove estados brasileiros: São Paulo (68); Rio de Janeiro (10); Pernambuco (4); Ceará (3); Paraná (2); Rio Grande do Sul (2); Amazonas (1); Goiás (1); Santa Catarina (1). O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, apresentou uma avaliação dos números de mortes por #coronavírus no Brasil, por idade e grupos de risco:▶️ 89% - acima de 60 anos ▶️ 85% - pelo menos um fator de risco. pic.twitter.com/Apvo3LOkWi — Ministério da Saúde (@minsaude) March 27, 2020 De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, há um padrão que se repete entre os números de mortes, nos quesitos de idade e grupos de risco. Até agora, 85% dos óbitos estiveram relacionados a pacientes com pelo menos um fator de risco.  Já no quesito etário, 89% dos óbitos eram de pessoas com mais 60 anos. No entanto, ocorreram seis mortes de pacientes com idades entre 40 e 59 anos, além de três mortes de pessoas entre os 20 e 39 anos. Doação de sangue Aproveitando momento, o Ministério da Saúde alerta sobre o baixo estoque de sangue e orienta que as doações devem continuar acontecendo nesse momento, principalmente pelo aumento de registros dos casos e óbitos pelo novo coronavírus. Isso porque pessoas com anemias crônicas, acidentes que causam hemorragias, complicações decorrentes da dengue, febre amarela, tratamento de câncer e outras doenças graves continuam com seus respectivos tratamentos, ou seja, o consumo de sangue continua sendo diário. Testes de COVID-19 na Islândia mostram que metade dos infectados é assintomática “Estamos incentivando o doador de sangue a sair de casa para realizar esse ato heroico, porque as cidades e transportes estão mais vazios, tornando o acesso aos pontos de coleta de sangue mais seguro e confortável. A população brasileira é reconhecida por sua postura solidária e certamente dará mais este bom exemplo ao mundo”, afirma o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Rodolfo Duarte Firmino. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Relatos de pacientes: como são os sintomas da COVID-19? E o que fazer? Crítica | O Poço é um elogio à educação como elemento revolucionário Testes de COVID-19 na Islândia mostram que metade dos infectados é assintomática Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo Fábricas de celulares no Brasil adotam medidas para não parar em meio a pandemia Veja Mais

Para Bolsonaro, número de vítimas do coronavírus em SP é superdimensionado

O Tempo - Política Com atualização desta sexta-feira (27), já são 68 mortes só no Estado paulista, mas presidente não acredita Veja Mais

Medidas bilionárias anunciadas pelo governo ainda são tímidas em relação a outros países, avaliam economistas

G1 Economia Segundo levantamento da FGV, estímulos econômicos anunciados até agora representam 5% do PIB, ao passo que em outros países se aproxima de 20% do PIB. As medidas econômicas anunciadas pelo governo federal para proteger a população e empresas dos impactos da pandemia de coronavírus somam até o momento mais de R$ 365 bilhões. Apesar das cifras bilionárias, economistas ouvidos pelo G1 apontam que são tímidas em relação às adotadas em outros países. Diante do risco de o país voltar a ter uma recessão e uma vez que a crise tende a ser duradoura, com impactos profundos na renda dos brasileiros e receitas das empresas, os especialistas alertam que as medidas e o volume de recursos anunciados são insuficientes para proteger a economia e os cidadãos. Levantamento do economista Manoel Pires, do Observatório de Política Fiscal da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que os estímulos econômicos anunciados até agora pelo governo Bolsonaro representam 5% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. Mas descontadas as medidas de crédito – empréstimos que o governo está facilitando, mas que as empresas terão que pagar de volta no futuro – , o valor cai para R$ 228 bilhões, ou o equivalente a 3,1% do PIB. Na Alemanha, os gastos do governo para enfrentar a crise do coronavírus já atingiram 35% do PIB, na Espanha e no Reino Unido, 17%, na França, 15%, e nos EUA já se aproxima de 10%, segundo o levantamento. Nos Estados Unidos, governo e parlamentares chegaram a um acordo para um pacote de ajuda de mais de US$ 2,2 trilhões. Medidas covid-19 Economia G1 O cálculo já considera, inclusive, o projeto aprovado pela Câmara dos Deputados, que prevê o pagamento de R$ 600 a trabalhadores informais por 3 meses e a nova linha de crédito emergencial de R$ 40 bilhões para pequenas e médias empresas, anunciada nesta sexta-feira. Esse pagamento aos informais, estimado em R$ 45 bilhões, é a maior despesa em 'dinheiro novo' entre as medidas anunciadas. Ainda assim, representa apenas 0,62% do PIB, segundo o estudo de Pires. Quem deve ter direito e como deve funcionar o auxílio de R$ 600 para trabalhadores informais Veja perguntas e respostas sobre a linha de financiamento para pagar salário de trabalhadores Medidas Antecipações Entre as principais medidas voltadas para a população mais pobre, está a antecipação do pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS e a antecipação do pagamento do abono salarial. Embora bem vindas agora, essas medidas terão que ser compensadas adiante, já que não haverá dinheiro novo. Adiamentos Para os empregadores e empresas, o governo vai adiar, por três meses, os recolhimentos ao FGTS e o pagamento do Simples. Uma vez retomadas as atividades, esses pagamentos precisarão ser feitos. Remanejamento de recursos Sem precisar gastar mais, apenas remanejando recursos de outras áreas, o governo também anunciou que vai reforçar o Bolsa Família em R$ 3,1 bilhões, e permitir novos saques do FGTS (R$ 21,5 bilhões) Crédito A parcela mais significativa das medidas anunciadas pelo governo até agora são na facilitação do crédito. Ainda pendente de oficialização, está a liberação de R$ 40 bilhões em crédito a pequenas e médias empresas, para o pagamento de salários de trabalhadores com carteira assinada por dois meses. Por meio do BNDES, também foram anunciadas linhas de crédito para reforçar o caixa das empresas, incluindo R$ 5 bilhões para micro, pequenas e médias. Novas despesas Já as novas despesas se concentram principalmente no auxílio mensal a trabalhadores, que vai pagar R$ 600 por mês durante três meses a informais, desempregados e MEIs com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. O projeto de lei que institui a ajuda ainda precisa ser aprovado no Senado. Veja a LISTA de medidas econômicas já anunciadas pelo governo federal e pelo BC Maia diz que ajuda do governo para empresas é 'tímida' e 'não vai resolver nada' Veja abaixo o resumo das medidas anunciadas até agora, e o que elas representam em termos de percentual do PIB. Medidas econômicas anunciadas pelo governo federal Economia G1 Governo precisa fazer mais Para economistas ouvidos pelo G1, porém, o governo federal precisa fazer mais, tanto em termos de oferta de crédito como também em termos de gasto público. Eles destacam que, historicamente, as maiores crises do planeta só foram resolvidas com muito dinheiro de cofres públicos. "Tem que ser muito mais agressivo. O que estamos dando é um espirro perto do que está sendo feito no mundo, e a queda do PIB aqui será tão gigantesca quanto. O governo precisaria intensificar muito mais os esforços", afirma Paulo Gala, diretor-geral da Fator Administração de Recursos e professor da FGV. Para Pires, o valor anunciado até o momento é insuficiente. Ele destaca ainda que, considerando que muitas ações se referem a antecipações de despesa, o total em medidas de ajuda é ainda menos expressivo. Se for considerado apenas o dinheiro novo, o montante a ser efetivamente desembolsado pelo governo, além da previsão orçamentária, soma R$ 117,3 bilhões, ou 1,6% do PIB. "Boa parte desses valores não é dinheiro novo, não muda o fluxo de renda das pessoas ao logo do ano. Só está suavizando um pouquinho agora, para depois ter o efeito compensação no segundo semestre", explica. O que mais pode ser feito Além do desafio de acelerar a implementação das medidas já anunciadas, há também a necessidade, de acordo com os economistas, de ampliar o rol e abrangência das medidas. "O governo poderia, em linha com medidas adotadas por muitos países, dispensar temporariamente da contribuição previdenciária os trabalhadores, digamos, que ganham até 3 salários mínimos. No caso das empresas, as medidas de apoio, como a de ampliação da liquidez dos bancos e da redução das exigências de capital mínimo, podem tornar-se inócuas. Os bancos perceberão a elevação dos riscos de conceder novos empréstimos e se retrairão, o que implicará o empoçamento dos recursos", afirma o ex-ministro da Economia, Maílson da Nóbrega. Segundo os economistas, são necessárias mais medidas como a anunciada nesta sexta-feira para pequenas e médias empresas, na qual 85% da linha de crédito será coberta pelo Tesouro Nacional. "As empresas estão tentando acessar crédito, mas as taxas estão muito altas. Os bancos não sabem quanto tempo as empresas vão ficar fechadas, então o risco é enorme", afirma Pires. Entre as alternativas para facilitar o acesso ao crédito, os economistas sugerem, por exemplo, a criação de um fundo de garantia governamental que assumiria a dívida em caso de inadimplência. Socorro à população mais vulnerável Na visão de vários economistas e parlamentares, é hora de o governo Bolsonaro gastar de forma que toda a população, sobretudo os mais necessitados, também possam ser cobertos pelo socorro governamental. Para Carlos Honorato, consultor econômico e professor da FIA e Saint Paul, o governo precisa ser mais rápido na liberação de auxílio para trabalhadores e empresas. “Infelizmente deixar a questão da paralisação para uma ‘solução de mercado’ gerará uma enorme quebra de empresas, desemprego em massa, liquidez empossada nos bancos com caixa e uma depressão econômica”, alerta. Para o economista, até mesmo o auxílio de R$ 600 por mês para informais é um valor abaixo do ideal. “Alguns levantamentos de renda média do brasileiro pelo IBGE e IPEA sugerem que a renda dos informais é maior que isso, pelo menos cerca de R$ 1000. Esse valor vai prover o básico em termos de alimentação desde que ações relacionadas a adiamento de pagamentos e de corte de água e luz também sejam efetivadas”. Mercado prevê recuo do PIB em 2020 por causa do coronavírus e economistas defendem mais gasto público De acordo com Gala, uma medida de execução rápida e que facilitaria a ajuda aos mais vulneráveis seria ampliar e "turbinar" os programas de assistência social já existentes como Bolsa Família e seguro-desemprego. "Tem uma questão logística e operacional de como achar essas pessoas e cadastrar. Ninguém vai fazer fila agora para se cadastrar em programa social. Tem que usar o que a gente já tem e que já está funcionando", observa. Se o PIB realmente retornar a contrair, o desemprego, que já afeta quase 12 milhões de brasileiros, irá fatalmente aumentar. E com o isolamento – que é necessário para combater a propagação do vírus – milhões de trabalhadores informais ficarão sem renda. Por isso, os economistas afirmam que o governo Bolsonaro tem o poder de agir para proteger os cidadãos das consequências econômicas da pandemia. "Não vejo como enfrentar a crise sem gastar mais. A experiência mostra que o Estado cresce muito em situações de guerra ou de crises sanitárias como a atual. Seria tolice pensar em Estado mínimo neste momento", afirma Maílson. O economista lembra que, por conta da decretação do estado de calamidade, o governo pode solicitar do Congresso a aprovação de créditos extraordinários para financiar a expansão dos gastos públicos, sem ter que alterar a regra do teto de gastos. "É preciso, todavia, fazer que com esses gastos adicionais sejam temporários e não se incorporem aos usos e costumes. Haverá um aumento do déficit público, do endividamento do Tesouro e da relação dívida/PIB. Isso não acarretará maior problema de avaliação de risco pelo mercado, desde que se perceba a transitoriedade das despesas adicionais e se retome o esforço de consolidação fiscal que estava em curso anteriormente", acrescenta. Veja Mais

Coronavírus: Zema vai estudar reabertura de comércios em MG a partir de segunda

O Tempo - Política Governador anunciou na tarde desta sexta-feira (27) que será iniciado um estudo para verificar a viabilidade de reabertura de alguns setores comerciais Veja Mais

'Nossa prioridade são as vidas, mas temos que pensar nos empregos', diz Zema

O Tempo - Política Governador de Minas Gerais estuda possibilidade de reabrir segmentos do comércio após isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus Veja Mais

Daniel Azulay ficou conhecido como desenhista e criador da 'Turma do lambe-lambe'

G1 Pop & Arte Artista plástico e educador de 72 anos lutava contra a leucemia e morreu vítima do novo coronavírus. Daniel Azulay agradece pelo prêmio da carreira dado no HQMix em 2018 Reprodução/Facebook/Daniel Azulay Daniel Azulay ficou conhecido no Brasil como o desenhista e educador responsável pela criação da "Turma do lambe-lambe", um grupo de personagens infantis que protagonizou programas de TV e quadrinhos. Ele morreu aos 72 nesta sexta-feira (27) vítima do novo coronavírus, no Rio de Janeiro. Nascido no Rio em 30 de maio de 1947, Azulay foi um desenhista autodidata que se formou em Direito pela Universidade Cândido Mendes em 1969. Na mesma época, começou a publicar suas primeiras histórias em quadrinhos e cartuns em revistas e jornais. Com o tempo, também se provou pintor, músico, escritor, ilustrador de livros infantis, apresentador de TV e educador, dedicando grande parte de sua carreira a desenvolver arte e educação para crianças e jovens. 'Turma do lambe-lambe' A maior invenção de Azulay foi a "Turma do lambe-lambe", criada em 1975. Os personagens estrelaram um programa de televisão por 15 anos na TVE e na Bandeiras, com o artista sempre no comando, aproveitando para falar de arte e de desenho para o público infantil. Nos anos 1980, Azulay também ensinou o público da TV a fazer brinquedos de sucata, esculturas de bexiga e a brincar e desenhar usando a imaginação com jogos de raciocínio. Em 1996, retornou à Band-Rio com seu programa "Oficina de Desenho Daniel Azulay". Entre 2003 e 2005, apresentou a "Turma do Lambe-Lambe", no canal fechado TV Rá-Tim-Bum, e "Azuela do Azulay" no Canal Futura, que contava com participações dos personagens. A turma também ganhou sua própria série em quadrinhos pela editora Abril entre 1982 e 1984. Em 2018, Azulay chegou a receber um troféu pela carreira no HQMIX, principal premiação da mídia no Brasil. Nos últimos anos, também ensinou desenho a crianças pela internet e criou o curso de ilustrações Oficina de Desenho, com unidades no Rio. O artista plástico lutava contra uma leucemia e contraiu o coronavírus, segundo parentes. Azulay estava internado havia duas semanas no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca. Veja Mais

Daniel Azulay, aclamado desenhista brasileiro, morre por complicações da COVID-19

R7 - Música Artista plástico marcou diferentes gerações de crianças e adolescentes na televisão Veja Mais

Três maneiras como a crise do coronavírus pode mudar nossas vidas de forma permanente

Três maneiras como a crise do coronavírus pode mudar nossas vidas de forma permanente

R7 - Economia Cronavírus está modificando a forma como nos comunicamos Getty Images/BBC Brasil A sensação de que a vida vai mudar por um bom período de tempo começa a se assentar entre nós. Para "achatar a curva" da pandemia do novo coronavírus, muitos países adotaram medidas radicais de distanciamento social. As pessoas são incentivadas ou forçadas a se isolar em casa. Em muitos países, as escolas estão fechadas. O mesmo vale para teatros, cinemas, bares e restaurantes. Recomenda-se não viajar, seja por lazer ou por trabalho. Muitas fronteiras estão fechadas. Leia mais: Alunos estudam para o Enem com aulas online durante quarentena A maioria das pessoas pode imaginar que todas essas medidas para combater o vírus são temporárias e que em algum momento — em dois, seis ou talvez doze meses — a vida voltará ao normal. Até certo ponto, isso pode ser verdade. Mas muitas mudanças podem ser permanentes. Sistemas sociais, sejam eles economias inteiras ou organizações individuais, são muito difíceis de mudar. Com o tempo, as empresas se tornam estruturas burocráticas e complexas, com tantas rotinas arraigadas que são quase impossíveis de modificar.   Será que os escritórios vão gradualmente desaparecer? AFP/BBC Brasil Divisor de águas As economias geralmente resistem a mudanças radicais. Em vez disso, seguem um caminho que geralmente é marcado por um pequeno evento ou acidente histórico. Mas em tempos de profunda crise, uma janela de oportunidade se abre para mudanças. Às vezes, essa janela de oportunidade é propositadamente conduzida para mudar o curso das coisas. Leia mais: Motoristas de aplicativo devolvem carros alugados pela falta de passageiros Por exemplo, após o desastre de Fukushima, no Japão, em 2011, a chanceler alemã, Angela Merkel, decidiu, sem pensar muito, que a Alemanha deixaria de confiar na energia nuclear. Em outros casos, mudanças revolucionárias ocorrem quase por acidente, como foi o caso da queda do Muro de Berlim.   Na época do desastre de Fukushima, Alemanha obtinha menos de 25% de sua eletricidade da energia nuclear Shutterstock.com/BBC Brasil A pesquisa em ciências sociais há muito tempo observa que as mudanças sociopolíticas geralmente acontecem em explosões repentinas. Um sistema social permanece estável por um longo período de tempo até ser alterado por um choque externo e iniciar uma nova trajetória. O coronavírus pode ser aquele choque externo que redefine em sua essência algumas áreas de como vivemos nossas vidas. Em vez de apenas nos recuperarmos e voltarmos para onde estávamos antes do coronavírus, algumas mudanças podem ser eternas. Em três áreas da nossa vida econômica, as mudanças produzidas pelo coronavírus podem ser mais duradouras do que se pensava anteriormente. 1. Viagens de negócios As viagens de negócios são frequentemente consideradas essenciais para o sucesso das organizações e a eficácia de sua gestão. Não há dúvidas de que as reuniões presenciais ajudam a construir relacionamentos e confiança, que são cruciais para o sucesso de um projeto. Mas agora que as empresas e outras organizações são forçadas a reduzir ou interromper radicalmente as viagens de negócios, podem achar que não são tão essenciais, desde que encontrem alternativas que funcionem.   Número de voos reduziu drasticamente por causa da crise de coronavírus Social.Cut/Unsplash Agora que os funcionários confiam nas chamadas do Skype ou do Zoom em vez de viajarem pelo mundo para se encontrarem pessoalmente, eles podem achar a videoconferência uma boa alternativa: mais flexível, mais favorável à vida em família e mais sustentável para o meio ambiente. Enquanto isso, os chefes veem a possibilidade de cortar drasticamente as despesas. Portanto, no futuro, poderemos ver um número significativamente menor de viagens de negócios. 2. Trabalho remoto Várias maneiras para trabalhar com flexibilidade estão se difundindo. A longo prazo, trabalhar em casa é considerado prejudicial para as pessoas porque elas tendem a trabalhar mais horas. Também tem suas desvantagens para as empresas, porque aumenta os custos de coordenação. Além disso, alguns benefícios cruciais de estar fisicamente presente são perdidos, como construir relacionamentos e espírito de equipe. Por esses motivos, antes da pandemia, havia sinais de que o escritório físico clássico estava passando por uma espécie de renascimento: alguns dos pioneiros do trabalho remoto estavam chamando seus funcionários de volta ao escritório. Agora que o trabalho remoto é uma necessidade, gerentes e funcionários terão que desenvolver habilidades e descobrir como fazê-lo de maneira eficaz.   Pandemia da covid-19 promoveu um aumento do trabalho de casa AFP/BBC Brasil As pessoas serão forçadas a criar novas rotinas e as empresas terão de encontrar maneiras de criar espaços online para os colegas interagirem fora das reuniões formais. Um bom relacionamento no local de trabalho é essencial para a inovação e a resiliência de uma organização. Resta ver o que pode funcionar como uma "máquina virtual de café", o local onde os colegas se encontram, fofocam e inovam. O coronavírus pode coletivamente nos forçar a melhorar no trabalho remoto, criando, possivelmente, uma alternativa viável ao trabalho em escritórios. 3. Mudança na indústria Muitos setores industriais já estavam em processo de mudança significativa antes da chegada do coronavírus. As medidas tomadas para combater o surto devem acelerar essas mudanças sísmicas.   Até as igrejas estão se adaptando à vida em tempos de coronavírus Getty Images/BBC Brasil Os serviços de streaming, por exemplo, ameaçam o modelo comercial estabelecido de criação e distribuição de conteúdo, e a Amazon está se tornando um super catalisador para uma ampla variedade de setores. A "economia de ficar em casa" exigida pelo coronavírus acelerará drasticamente a mudança do antigo para o novo, tornando ainda mais importantes as questões sobre a concentração do mercado e a possível necessidade de regulamentação. A mudança virá do lado da oferta e da demanda. Um número crescente de pessoas começará a usar esses serviços, desfrutando deles e tornando-se clientes fiéis. E a oferta também mudará. Os tradicionais serão enfraquecidos e talvez acabem, e os agitadores continuarão a investir a partir de uma posição mais forte. Em outros setores, a mudança será igualmente dramática e possivelmente para melhor. Por exemplo, o ensino superior tem sido lento na transição para o ensino online, mas agora que o setor é forçado a oferecer módulos online, é improvável que as universidades retornem ao status quo anterior. Existem grandes oportunidades na educação online, em termos de novos mercados para estudantes e uma oferta mais barata. A mudança ocorre nas explosões e o coronavírus pode ser um choque externo crucial que transforma partes de nossas vidas. E, embora acreditemos que as mudanças atuais em nossa vida sejam temporárias, elas podem se tornar permanentes. Johann Fortwengel é acadêmico do King's College London, no Reino Unido. * Este artigo foi publicado originalmente no site The Conversation e é reproduzido aqui sob uma licença Creative Commons. Clique aqui para ler o texto em sua versão original. Veja Mais

Camada de ozônio está se recuperando e restaurando circulação de ventos

Camada de ozônio está se recuperando e restaurando circulação de ventos

Tecmundo Em meio à enxurrada de más notícias dos últimos dias, eis que temos boas novas para compartilhar! Um levantamento apontou que a camada de ozônio está se recuperando e regenerando a circulação de ventos por todo o planeta, em especial no Hemisfério Sul, e a restauração parece estar associada às medidas acordadas e postas em ação a partir da assinatura do Protocolo de Montreal, em 1987.O Protocolo de Montreal estabeleceu as diretrizes para frear a fabricação e uso de agentes associados com a destruição da camada de ozônio que envolve o planeta, entre eles os clorofluorocarbonetos – substâncias conhecidas popularmente como CFCs. Já no início dos anos 2000, se registrou uma queda significativa nas concentrações desses materiais na atmosfera, assim como o início da recuperação da camada de ozônio em escala global e da redução do colossal “buraco” que existia nela sobre a Antártida.Leia mais... Veja Mais

Relator aprova R$ 2 bilhões do Fundo Eleitoral para combate à Covid-19

O Tempo - Política De autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a emenda sugeria ainda que recursos do Fundo Partidário fossem remanejados, mas a proposta foi rejeitada Veja Mais

Google disponibiliza US$ 800 milhões em ajuda para organizações de saúde e empresas por causa do coronavírus

G1 Economia Valor será oferecido em dinheiro, em créditos publicitários na plataforma da empresa e em processamento nos serviços de computação em nuvem. Google doará o equivalente a US$ 800 milhões a empresas e organizações de saúde Arnd Wiegmann/Reuters O Google prometeu nesta sexta-feira alocar US$ 800 milhões para apoiar organizações de saúde e centros de pesquisa que respondem à pandemia de coronavírus. O valor também deve ajudar empresas afetadas pela crise. A ajuda será em dinheiro, créditos em publicidade e serviços de computação em nuvem, de acordo com o presidente do Google, Sundar Pichai. Desse total, US$250 milhões serão oferecidos em doações à Organização Mundial do Comércio e a mais de 100 organizações em todo o mundo que fornecem informações para interromper a expansão do coronavírus, segundo Pichai. Cerca de US$ 340 milhões serão disponibilizados para que pequenas e médias empresas publiquem anúncios na rede de publicidade do Google. Essas empresas estão entre as atingidas pelo isolamento, devido ao risco do vírus. "Esperamos que isso ajude a aliviar parte do custo de manter contato com seus clientes", disse Pichai em uma postagem na Internet. Um fundo comum global de US$ 20 milhões em créditos para os serviços de hospedagem em nuvem do Google também estará disponível para pesquisadores e instituições acadêmicas que exploram maneiras de combater a pandemia ou que estão rastreando dados críticos sobre sua disseminação. "Juntos, continuaremos ajudando nossas comunidades, incluindo empresas, educadores, pesquisadores e organizações sem fins lucrativos, a enfrentar os desafios futuros", disse Pichai. O Google trabalha há um mês com seus parceiros para aumentar a produção de equipamentos de proteção, como máscaras para profissionais de saúde. Os funcionários das divisões da Alphabet, incluindo Google, Verily e X, por sua vez, estão trabalhando em projetos, cadeia de suprimentos e assistência médica com fabricantes de equipamentos para aumentar a produção de respiradores hospitalares, necessários para manter vivos alguns pacientes com Covid-19, de acordo com Pichai. Veja Mais

Paraná vê aumento de 5% no plantio de trigo em 2020 e potencial salto na safra

R7 - Economia SÃO PAULO (Reuters) - O plantio de trigo no Paraná, maior produtor brasileiro do cereal, deve crescer 5% ante 2019, para 1,08 milhão de hectares, estimou nesta sexta-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Estado, em sua primeira previsão para a safra de inverno.Com isso, a produção de trigo do Paraná tem potencial para avançar 63% em 2020, para cerca de 3,5 milhões de toneladas, se o tempo colaborar com a recuperação de produtividades, após problemas climáticos em 2019, segundo avaliação do Deral.O principal motivo que deverá levar produtores a ampliarem a área este ano é o preço, que atingiu o maior valor nominal da história no Estado na média de março, a 54 reais por saca, muito em função da valorização do dólar, disse o coordenador de Estatística do Deral, Carlos Hugo Godinho, à Reuters.Ele disse ainda que "trigo local já está ficando escasso", e apesar do bom preço ainda tem um desconto ante o cereal importado pelo Brasil, um dos maiores importadores globais do cereal.Godinho ponderou, contudo, que o aumento de área também tem limites, uma vez que o milho segunda safra atraiu produtores, diante de bons preços."Estamos vendo o milho com um preço excelente também, o que dificulta uma expansão mais significativa do trigo", afirmou.Se a expectativa de produção se confirmar, o Paraná poderia ter uma safra próxima de recorde, mas o especialista do Deral avalia a previsão com cautela, uma vez que a produção dependerá das condições climáticas, e a safra do Estado tem sido atingida por problemas climáticos nos últimos anos.Já a safra de soja do Paraná 2019/20 foi estimada pelo Deral em recorde de 20,7 milhões de toneladas, ante 20,36 milhões de toneladas na previsão de fevereiro.A segunda safra de milho, por sua vez, foi prevista em 12 milhões de toneladas, 400 mil a menos que o previsto em fevereiro, com ajustes em meio ao tempo mais seco."Choveu recentemente e aliviou um pouco a situação... mas com certeza precisaremos de mais chuvas em breve", disse.None (Por Roberto Samora) Veja Mais

Paris e Milão cancelam semanas de moda por causa de pandemia do coronavírus

G1 Pop & Arte Eventos aconteceriam em junho e julho. Desfiles italianos foram adiados para setembro. Modelo desfila na Semana de Moda de Milão, em 2019 Alessandro Garofalo/Reuters A Fashion Week de Paris, prevista para junho, a Semana de Alta Costura, para julho, e os desfiles da Semana da Moda Masculina de Milão, previstos para junho, foram cancelados por causa da pandemia do novo coronavírus, informaram nesta sexta-feira (27) a Federação francesa de alta costura e moda e a Câmara Nacional de Moda italiana. "Não há condições para que aconteçam" os eventos de moda parisienses, "diante do aumento da epidemia de Covid-19 que está avançando no mundo da moda", indicou a federação francesa em um comunicado. "Medidas enérgicas são necessárias para garantir a saúde das empresas, dos seus funcionários e de todos que trabalham em nossa indústria", explicou a FHCM em comunicado. Diante das condições atuais, "a Fashion Week de moda masculina, prevista de 23 a 28 de junho, e a Semana de Alta Costura, de 5 a 9 de julho, não poderão acontecer", ressaltou o texto. Decisão semelhante tomou a Câmara Nacional da Moda italiana, que adiou os desfiles de moda masculina para setembro. "A decisão foi necessária devido à difícil situação causada pela propagação da pandemia", explicou a câmara em um comunicado, detalhando que os desfiles masculinos ocorreriam "por ocasião da edição dos desfiles de moda feminina de setembro de 2020". "Trabalhamos também em novos formatos digitais e novas modalidades de encontros para dar vida, durante os dias previstos para os desfiles masculinos, a outros momentos de narração (...) para as marcas e empresas de luxo", acrescentou. Veja Mais

Fitch corta rating do Reino Unido por impacto de coronavírus nas finanças públicas

G1 Economia Agência de classificação de risco reduziu o rating soberano do Reino Unido para de AA para AA-. A agência de classificação de risco Fitch cortou nesta sexta-feira (27) o rating soberano do Reino Unido para "AA-", de "AA", culpando um enfraquecimento significativo das finanças públicas do país devido ao surto de coronavírus e a uma postura de afrouxamento fiscal. A mudança de classificação ocorreu no dia em que foi divulgado que o primeiro-ministro do país, Boris Johnson, testou positivo para o coronavírus, que infectou mais de 14.500 pessoas e matou 759 até a tarde desta quinta-feira no Reino Unido, um aumento de quase um terço em 24 horas. Boris Johnson está infectado com o novo coronavírus A agência manteve a perspectiva "negativa" para a nota do país. Veja Mais

Trabalho remoto na crise: 10 medidas para manter empresas e clientes seguros

Trabalho remoto na crise: 10 medidas para manter empresas e clientes seguros

canaltech Por Denis Riviello* A rápida disseminação da pandemia de COVID-19 obrigou empresas dos mais variados setores a se adaptar, tão rápido quanto, a uma nova realidade de trabalho. A migração para o home office, com o suporte necessário, geralmente leva alguns meses para ser implementada, mas a realidade atual obriga que isso seja feito em questão de dias. Empresa promove hackatons online para superar desafios da pandemia COVID-19 | 4 passos para diminuir o impacto em Pequenas e Médias Empresas É possível, no entanto, fazer um checklist básico, porém crucial, para garantir que o trabalho siga normalmente, garantindo altos níveis de segurança para os negócios e para os clientes. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- É importante salientar que, em momentos de crise, os cibercriminosos aproveitam a avalanche de informações para fisgar os usuários mais desatentos e curiosos, utilizando a “guarda baixa” por estarem em casa para invadir sistemas corporativos. Abaixo reúno as principais dicas para as empresas não correrem risco nesse período: 1. Verifique a capacidade dos dispositivos de TI Faça uma avaliação, mesmo que pequena, e levante a capacidade dos recursos de TI. Quando muitos colaboradores trabalham remotamente, os sistemas podem ser sobrecarregados e desestabilizar o ambiente da empresa. 2. Disponibilize uma rede segura Verifique se a empresa disponibiliza acessos seguros, como VPN (Virtual Private Network) para os colaboradores. Eles garantem que o tráfego seja controlado, criptografado, principalmente se conectado a uma rede Wi-Fi não confiável. 3. Faça uma vistoria nos dispositivos móveis Cheque se os dispositivos móveis (notebook, celular, tablets, etc) dos colaboradores possuem softwares de segurança e se estão ativos e atualizados com novas versões e antivírus necessários. 4. Criptografe os dados sensíveis Certos tipos de informações são consideradas sensíveis e devem ser criptografadas, como registros pessoais, médicos ou financeiros. Essa medida é de extrema importância e evita que dados sejam vazados por cibercriminosos. 5. Gerencie dispositivos e aplicativos móveis Faça o gerenciamento de dispositivos e aplicativos móveis através de recursos endpoint e mobile. Por esses meios, a organização e os responsáveis da área de TI poderão implementar remotamente medidas de segurança que julgarem necessários, ajudar em possíveis problemas, fazer criptografia de dados, varreduras de malware e limpeza de dados em dispositivos roubados. 6. Implemente uma autenticação forte Adote a autenticação de dois fatores ou multifator, ou seja, invista em softwares que, além da senha convencional, envie uma confirmação de segurança extra, como códigos ou token via SMS, onde só o responsável pelo aparelho terá acesso. Esses recursos acrescentam uma camada adicional de segurança durante o processo de login em dispositivos móveis e softwares da empresa. 7. Desabilite sistemas da empresa em Wi-Fi público Com os escritórios fechados, os colaboradores podem trabalhar remotamente utilizando redes de WI-FI vulneráveis e sem as devidas proteções. Com isso, os sistemas de informações das empresas devem ser desabilitados enquanto estiverem logados em Wi-FI público. 8. Faça uma gestão de acesso às Informações corporativas Realize um levantamento e confira os tipos de informações que os colaboradores têm permissão de acesso, principalmente em relação às informações comerciais, segredos de empresa e dados sensíveis de clientes e funcionários. 9. Não grave dados da empresa em dispositivos pessoais Informações da empresa nunca devem ser baixadas ou salvas em dispositivos pessoais, principalmente em computadores que não possuem antivírus e cuidados diários do setor de TI da companhia, pendrives particulares ou serviços em nuvem como Google, iCloud e Dropbox. 10. Conscientize os colaboradores sobre Engenharia Social Conscientize os colaboradores sobre como prevenir e detectar possíveis ataques de phishing e outras formas de engenharia social envolvendo dispositivos remotos e acesso aos ambientes virtuais da empresa. Assim, caso ocorra algum imprevisto, eles terão conhecimento para agir nos primeiros momentos. *Denis Riviello é especialista em estruturação personalizada de áreas responsáveis por segurança da informação de empresas e gerente de segurança de pré vendas da Compugraf. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Relatos de pacientes: como são os sintomas da COVID-19? E o que fazer? Boletim: com 2,7% de letalidade, COVID-19 leva a 92 óbitos e 3.417 casos no BR Crítica | O Poço é um elogio à educação como elemento revolucionário Fábricas de celulares no Brasil adotam medidas para não parar em meio a pandemia Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo Veja Mais

Trump promulga pacote de US$ 2 trilhões para aliviar impactos do coronavírus na economia

G1 Economia Pacote tem o objetivo de inundar a economia com dinheiro em uma tentativa de conter o impacto da epidemia. Trump promulga pacote de US$ 2 trilhões para aliviar impactos do coronavírus na economia nesta sexta-feira (27). REUTERS/Jonathan Ernst O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promulgou nesta sexta-feira (27) o pacote de US$ 2 bilhões que tem o objetivo de aliviar os impactos do surto de coronavírus na economia norte-americana. "Quero agradecer aos democratas e republicanos por se unirem e colocarem os EUA em primeiro lugar", disse o presidente Trump, pouco antes de assinar a maior iniciativa federal de intervenção econômica da história do país. Aprovado pelo Congresso, o pacote de ajuda é o maior da história dos EUA. O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões. Câmara dos EUA aprova pacote de ajuda econômica de US$ 2 trilhões O pacote tem o objetivo de inundar a economia com dinheiro em uma tentativa de conter o impacto da epidemia. Os Estados Unidos se tornaram o novo epicentro da crise, com mais de 1,3 mil mortes. PANDEMIA: veja quais países já registraram casos da doença GUIA ILUSTRADO: sintomas, transmissão e prevenção CORONAVÍRUS: veja perguntas e respostas O que está previsto O pacote prevê remuneração direta à maioria dos americanos, ampliação de benefícios de seguro-desemprego, dinheiro para estados e um programa para pequenas empresas poderem remunerar funcionários que precisam ficar em casa para conter o contágio do coronavírus no país. Entre outras provisões, segundo a agência Reuters, o plano inclui: US$ 500 bilhões para fundo voltado a ajudar indústrias afetadas com empréstimos e uma quantia similar para pagamentos diretos de até US$ 3 mil para milhões de famílias dos EUA US$ 350 bilhões para empréstimos a pequenas empresas e 250 bilhões para auxílio-desemprego US$ 100 bilhões para hospitais e sistemas de saúde, junto com dinheiro adicional para outras necessidades ligadas a saúde US$ 150 bilhões para ajuda a governos locais e estatais para combaterem o surto Initial plugin text Veja Mais

Brasileiro teme mais covid-19 do que crise econômica, diz pesquisa

Brasileiro teme mais covid-19 do que crise econômica, diz pesquisa

R7 - Economia Preocupação com pandemia lidera pesquisa realizada por instituto Bernardo Portella/ Divulgação/ Fiocruz Os brasileiros estão com mais medo de serem infectados pelo novo coronavírus, ou de terem alguém da família contaminado, do que da crise econômica que resulta da pandemia. É o que mostra levantamento feito pelo Instituto QualiBest, uma empresa de pesquisa de mercado, que entrevistou cerca de 2 mil pessoas em dois períodos do mês de março, por meio de uma plataforma digital. Segundo o levantamento, 73% dos que responderam afirmam que o maior temor com a pandemia é ser ou ter alguém da família infectado. O segundo receio mais apontado, por 63% das pessoas, é que o sistema do saúde do País não seja suficiente para atender todos os doentes. A preocupação com a crise econômica aparece em terceiro lugar, mencionada por 35% dos entrevistados. "Os dados mostram que a população está preocupada mesmo é com a própria vida. A questão é muito mais de sobrevivência neste momento, tanto no caso de ficarem doentes como em como vai ser o cotidiano delas diante no momento de crescimento da doença no Brasil", afirma Daniela Malouf, diretora geral do QualiBest. A pesquisa foi feita em dois momentos. No primeiro, foram ouvidas 1.098 pessoas, entre os dias 10 e 11 de março. Depois, outras 1.005 pessoas foram entrevistadas entre os dias 20 e 21 de março. Para fazer a pesquisa, o instituto envia questionários a uma base própria de 250 mil pessoas cadastradas. Antes, faz um filtro de quem vai participar da pesquisa, para que a amostra seja semelhante ao perfil da população brasileira. Veja Mais

Setores de transportes reagem a propostas de suspensão da cobrança de pedágios

R7 - Economia Entidades representativas do setor de transportes e infraestrutura reagiram nesta sexta-feira, 27, a propostas que buscam suspender a cobrança de pedágio nas rodovias brasileiras enquanto durar o período de enfrentamento ao novo coronavírus. Já há pelo menos três projetos no Congresso sobre o tema. A Confederação Nacional do Transporte (CNT) foi uma que veio a público para repudiar a ideia. Segundo a entidade, a isenção do pagamento não beneficiaria as empresas do setor, já que o valor cobrado pelo pedágio é repassado ao usuário. "Quem cumpre a lei não quer que as cancelas sejam levantadas", disse o presidente da CNT, Vander Costa, em nota. Uma posição também enfática veio da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). Em documento, a entidade chama medidas como a liberação de pedágios de "atípicas e oportunistas". A CNT observa ainda que a regra da cobrança de pedágio no Brasil é fruto de licitações para a construção e manutenção das rodovias. "Suspender cancelas seria quebrar contratos", afirmou. Segundo a confederação, a medida seria prejudicial tanto a quem "cumpre a lei" e repassa o custo do pedágio ao cliente, quanto para aqueles que acabam arcando com esse custo. "Para os primeiros, a isenção temporária será prejudicial, pois retira receita e gera custos de alteração dos sistemas de cobrança. Já para os que não cumprem a legislação e não repassam o valor do tributo para o preço, a medida seria ainda mais danosa, uma vez que a falta de repasse e a consequente fragilidade comercial, aliadas à isenção, acarretariam mais achatamento do valor do frete pago", afirma a CNT. Veja Mais

Coronavírus: Confira a programação de Webinares do Portal Contábeis

R7 - Economia Portal Contábeis preparou mais uma semana especial com informações do impacto do Coronavírus para empresários e profissionais contábeis. Veja Mais

Na web, argentinos fazem chacota de declarações de Bolsonaro sobre coronavírus

O Tempo - Política Tuítes falam em se despedir do país "porque seu presidente vai extingui-lo do mapa", em referência ao modo como ele trata a pandemia, diferentemente das orientações da OMS Veja Mais

Coronavírus: Impostômetro de SP é desligado nesta sexta para se ajustar à nova realidade tributária

G1 Economia Painel será religado dia 1º de abril. Para a ACSP, é preciso recalcular dados porque a economia crescerá menos e a receita vai diminuir. O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) foi desligado nesta sexta-feira (27), às 18 horas. O medida tem o objetivo de adaptar o painel a novos parâmetros, diante dos impactos na economia provocados pelo novo coronavírus (Covid-19). “Será preciso recalcular os dados do impostômetro porque a economia vai crescer menos e, consequentemente, a arrecadação diminui. Isto é, da mesma forma que as empresas terão seu faturamento afetado, o governo também sentirá os mesmos efeitos na arrecadação de impostos”, diz Alfredo Cotait, presidente da ACSP. Para ele, o Impostômetro precisa ser reajustado para que reflita a nova realidade tributária brasileira, tendo em vista o cenário impactante da pandemia de coronavírus, no qual a arrecadação terá queda abrupta sem a alta contribuição empresarial. Com cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o Impostômetro da ACSP deverá ser religado no dia 1º de abril, às 10 horas, já sistemicamente ajustado. Veja Mais

Papa Francisco reza missa sozinho e perdoa mais de 1 bilhão de pessoas

R7 - Música Líder religioso ofereceu "indulgência plenária", ou o perdão de pecados, a toda a comunidade católica Veja Mais

Castlevania: Netflix confirma 4ª temporada da série

Castlevania: Netflix confirma 4ª temporada da série

Tecmundo Poucas semanas após liberar a terceira temporada, a Netflix anuncia que Castlevania foi renovada para seu quarto ano. A gigante do streaming fez o anúncio através do Twitter, como uma mensagem secreta de Sir Mirror. Confira.Sir Mirror has some Castlevania news, reply with ?? to summon him from his box... pic.twitter.com/XdCPlTsAQMLeia mais... Veja Mais

RODRIGO CAIO É O MELHOR ZAGUEIRO DO BRASIL? Veja a discussão do 'Debate Final'

RODRIGO CAIO É O MELHOR ZAGUEIRO DO BRASIL? Veja a discussão do 'Debate Final'

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! http://bit.ly/yt_cnbra ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #FOXSports Veja Mais

Com caso de Covid-19, Coronel Fabriciano reabre comércio, com algumas condições

O Tempo - Política Decreto define que estabelecimentos devem respeitar a limitação de uma pessoa a cada metro quadrado, e funcionar em horários alternados com outros tipos de atividades Veja Mais

STJ autoriza participação de Joesley e Wesley Batista em reuniões da J&F

STJ autoriza participação de Joesley e Wesley Batista em reuniões da J&F

R7 - Economia Irmãos Batista não podem exercer cargos administrativos Montagem/R7 O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Rogerio Schietti Cruz autorizou nesta sexta-feira (27) a participação dos empresários Joesley e Wesley Batista em reuniões da diretoria e dos demais órgãos administrativos das empresas do grupo J&F, mas sem direito a voto. "Sem embargo, não identifico risco concreto em autorizar apenas a participação, sem direito a voto, do recorrente nas reuniões da diretoria e demais órgãos administrativos das empresas investigadas", disse o ministro do STJ. Leia mais: Joesley revela repasse de cerca de R$ 264 milhões ao PT A principal empresa do grupo J&F é a maior processadora de carne do mundo, a JBS. A empresa também controla o Banco Original. "Continua a viger a proibição de exercer cargo ou função na administração das empresas do grupo J&F, e de operar no mercado de câmbio ou de valores mobiliários, mas não há vedação a que, no propósito de oferecer subsídios, pelo conhecimento e longa experiência que possuem das empresas, participem das reuniões dos seus órgãos colegiados, sem direito a votar eventuais deliberações", completou. O magistrado, entretanto, manteve a proibição dos dois exercerem cargos de administração nas empresas investigadas em desdobramentos da Operação Lava Jato e de realizarem operações de câmbio e de valores mobiliários. O ministro do STJ tomou a decisão na análise de um recurso apresentado pela defesa de Joesley Batista e, ao avaliar o caso, ampliou os efeitos dela para o irmão Wesley Batista. Veja Mais

Google deve cancelar tradicional brincadeira de 1º de abril

Google deve cancelar tradicional brincadeira de 1º de abril

canaltech No dia 1º de abril de 2000, o Google disse estar trabalhando em uma nova tecnologia, chamada de MentalPlex, que, basicamente, poderia “ler a mente” dos usuários, descobrindo o que eles estavam procurando em sua plataforma de buscas. Para usar, as pessoas precisavam “tirar o chapéu e os óculos” e mentalizar o objetivo, “sem mover a cabeça”. Depois que elas clicavam em círculo hipnótico em movimento, o resultado vinha em forma de várias bem-humoradas mensagens de erro. Depois disso, as brincadeiras nessa data viraram tradição em todo o ecossistema da companhia. Mas, neste ano, todo mundo está vetado de fazer piada, devido ao momento de crise global com a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Segundo um e-mail interno obtido pelo Business Insider, a Gigante de Mountain View teria solicitado aos funcionários para que todos cancelem os planos de brincadeiras para a data. Isso porque, embora as piadinhas tenham começado somente no mecanismo de buscas, várias outras frentes também entraram na onda, como o YouTube, os desenvolvedores do Chromium, entre outros. Nos últimos anos, o pessoal até tem realizado pegadinhas bastante elaboradas para o Dia da Mentira. No ano passado, por exemplo, era possível jogar o famoso game das cobrinhas em várias cidades do Google Maps. Outras brincadeiras que ficaram famosas foram o plano para um assentamento humano em Marte, botão para microfone caindo no Gmail e até um "Google Tradutor para animais". -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Imagem: Reprodução/Google Os Estados Unidos passaram a ser o atual epicentro da COVID-19, com mais de 98 mil casos confirmados e 1,5 mil mortos, de acordo com os números do Worldometer nesta sexta-feira (27). Esse preocupante cenário e o impacto na economia não oferecem um ambiente adequado para diversão com o Dia da Mentira. Alvo do comunicado são os setores mais distantes  A maior preocupação nos corredores do Google é que projetos menores, que não estão sob os olhares atentos dos maiores gerentes, possam deixar escapar alguma coisa que ofenda os usuários neste momento delicado. “Já paramos os esforços centralizados do Dia da Mentira, mas percebemos que possam haver projetos menores dentro das equipes que desconhecemos. Por favor, analise esses esforços e garanta que suas equipes façam uma pausa em qualquer piada que possam ter planejado — interna ou externamente", teria escrito Lorraine Twohill, chefe de marketing do Google, aos gerentes da empresa. Essa medida faz parte de esforços mais intensos na corrente colaborativa mundial contra a COVID-19. Nesta sexta, o Google adiantou que vai fornecer US$ 800 milhões em créditos e doações, além de outras ações e cerca de 3 milhões de máscaras protetoras. E uma piadinha inadequada, justo agora, pode arranhar a imagem da companhia. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Quanto tempo pode durar a pandemia da COVID-19? Relatos de pacientes: como são os sintomas da COVID-19? E o que fazer? Crítica | O Poço é um elogio à educação como elemento revolucionário Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo 18 jogos que estão gratuitos para jogar durante o isolamento em casa Veja Mais

Brasil fecha fronteiras aéreas para todas as nacionalidades

Brasil fecha fronteiras aéreas para todas as nacionalidades

R7 - Economia Não haverá nenhuma restrição ao transporte de cargas Rodrigo Urzagasti Reuters - 6.2.2020 Os ministros da Casa Civil, Braga Netto; da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro; da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, editaram nova portaria, nesta sexta-feira (27), restringindo, por 30 dias, a entrada de estrangeiros de todas as nacionalidades no Brasil em razão do coronavírus. Não haverá nenhuma restrição ao transporte de cargas. Leia mais: Brasileiros se mobilizam para deixar África do Sul em meio a lockdown O governo Federal já havia proibido, na semana passada, a entrada de estrangeiros de países com maior risco de contágio, mas resolveu ampliar o fechamento aéreo para todas as nacionalidades. Veja também Distrito Federal confirma primeira morte por novo coronavírus  Tripulantes de navio da Marinha estão com o novo coronavírus 'Quem será o fiador das mortes?', questiona Doria sobre coronavírus “Como houve uma disseminação do coronavírus por vários outros países, nós entendemos por bem tomar essa iniciativa ”, disse o ministro Sergio Moro. A portaria prevê exceções e a restrição não vale para brasileiros, imigrantes que moram no Brasil, estrangeiros em missão de organismos internacionais e parentes diretos de brasileiros. Veja Mais

MIT cria ventilador médico capaz de amenizar crises respiratórias

MIT cria ventilador médico capaz de amenizar crises respiratórias

Tecmundo A pandemia da covid-19 revelou uma grande fraqueza dos nossos sistemas de saúde: a quantidade limitada de ventiladores pulmonares disponível nos leitos de internação. Trabalhando para amenizar esse problema, engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, desenvolveu um dispositivo menor e mais barato capaz de abastecer hospitais em situação crítica.Batizado de MIT Emergency Ventilator — ou E-Vent, como foi apelidado — é um dispositivo motorizado que comprime e expande uma bolsa ar para simular o movimento de respiração e encaminhar ar para os pulmões.Leia mais... Veja Mais

Agenda Netflix: Ozark e mais 62 estreias no streaming nesta semana

Agenda Netflix: Ozark e mais 62 estreias no streaming nesta semana

Tecmundo Muitas novidades, entre lançamentos e retornos ao acervo, movimentam o catálogo de títulos da Netflix Brasil entre os dias 27 de março e 2 de abril.Entre as estreias originais, o grande destaque é a chegada da 3ª temporada de Ozark, série dramática estrelada por Jason Bateman e Laura Linney, já disponível a partir desta sexta-feira (27).Leia mais... Veja Mais

Discurso de ódio contra China cresce de forma alarmante na web por coronavírus

O Tempo - Mundo País onde Covid-19 surgiu desperta a ira de milhares de usuários de redes sociais Veja Mais

Covid-19: EUA superam os 100.000 casos declarados de coronavírus

O Tempo - Mundo País norte-americano já contabiliza mais de 1.500 mortes pelo novo vírus Veja Mais

IR 2020: aproveite a quarentena do Coronavírus para declarar o Imposto de Renda

R7 - Economia As recomendações de isolamento social como forma de prevenção ao coronavírus têm deixado muita gente em quarentena ou trabalhando home-office, em casa. Apesar de um certo “tempo livre”, muita gente tem esquecido de uma obrigação desta época do ano: a declaração obrigatória do Imposto de Renda. Apesar de vários setores do governo e da sociedade terem [...] O post IR 2020: aproveite a quarentena do Coronavírus para declarar o Imposto de Renda apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Covid-19: Os contratos também precisam de tratamento

R7 - Economia Grande parte da atual geração nunca vivenciou algo assim. De maneira rápida e devastadora, o coronavírus se propaga mundo afora. Há alguns dias, a Organização Mundial da Saúde declarou que se trata de uma pandemia. Países fecharam suas fronteiras, pessoas angustiadas se acomodam em suas casas e empresas enfrentam crises que podem se tornar situações [...] O post Covid-19: Os contratos também precisam de tratamento apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Elton John “recebe” Billie Joe Armstrong, Billie Eilish e mais para shows online

R7 - Música Alicia Keys, Backstreet Boys e Mariah Carey ainda estão entre os nomes que irão se apresentar Veja Mais

Fitch corta rating do Reino Unido para "AA-" por impacto de coronavírus sobre finanças públicas

R7 - Economia Por Aditi Sebastian(Reuters) - A agência de classificação de risco Fitch cortou nesta sexta-feira o rating soberano do Reino Unido para "AA-", de "AA", culpando um enfraquecimento significativo das finanças públicas do país devido ao surto de coronavírus e a uma postura de afrouxamento fiscal.A mudança de classificação ocorreu no dia em que foi divulgado que o primeiro-ministro do país, Boris Johnson, testou positivo para o coronavírus, que infectou mais de 14.500 pessoas e matou 759 até a tarde desta quinta-feira no Reino Unido, um aumento de quase um terço em 24 horas.A agência manteve a perspectiva "negativa" para a nota do país.(Por Aditi Sebastian) Veja Mais

Coronavírus: Rede Mário Gatti faz seleção emergencial para 210 vagas na saúde de Campinas

G1 Economia Objetivo é fortalecer estrutura de urgência e emergência para enfrentamento do novo coronavírus. Salários variam de R$ 3,5 mil a R$ 6 mil, mas médicos têm outros benefícios. O Hospital Ouro Verde, em Campinas Fernanda Sunega / Prefeitura A Rede Mário Gatti, em Campinas (SP), abre nesta segunda-feira (30) o período de inscrições para um processo seletivo emergencial para contratar 210 profissionais da área de saúde. O objetivo é fortalecer a estrutura de urgência e emergência no enfrentamento contra o novo coronavírus e as inscrições devem ser feitas até o dia 3 de abril pelo site da instituição, onde está disponível edital. A Secretaria Municipal de Saúde contabilizou até a tarde desta sexta-feira 19 casos confirmados e 489 suspeitos, enquanto outros 59 já foram descartados. Coronavírus: veja perguntas e respostas MAPA: casos de coronavírus pelo Brasil A expectativa da administração é contratar 40 vagas médicos (clínico geral), 26 enfermeiros, 30 fisioterapeutas e 114 técnicos em enfermagem. Os salários variam de R$ 3.528,20 a R$ 6.002,58, mas no caso dos médicos haverá também pagamento de prêmio produtividade e adicional emergencial. Os contratos são válidos por um ano e os profissionais serão direcionados para os hospitais Mário Gatti e Ouro Verde, além do Samu e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) São José, Anchieta, Carlos Lourenço e Campo Grande, informou a assessoria da rede. Veja aqui o edital do concurso Critérios A contratação pelo município é feita com base em lei aprovada em 2019. Em nota, a Rede Mário Gatti informou que a classificação dos candidatos será feita com base na soma dos títulos apresentados. "Os candidatos serão convocados respeitando a ordem de classificação, por meio de publicação no site da Rede. No caso de empate na pontuação, serão utilizados os seguintes critérios: maior número de filhos menores de 14 anos, maior período de desemprego ou por sorteio", informa texto. Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença Foto: Infografia/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas. Veja Mais

BBB 20: Sandália de R$ 2 mil da Manu Gavassi cai na graça de internautas

O Tempo - Diversão - Magazine O calçado, da marca Buffalo London em parceria com a Opening Ceremony, está à venda no Brasil por R$ 2.119 Veja Mais

Há 33 anos o U2 tentava ser preso em gravação de clipe (mas não conseguia)

R7 - Música Clipe de "Where The Streets Have No Name" parou centro de Los Angeles Veja Mais

Doutor Estranho 2: Marvel espera não alterar cronograma da produção

Doutor Estranho 2: Marvel espera não alterar cronograma da produção

Tecmundo A pandemia do novo coronavírus já afetou todas as produções em andamento em Hollywood, além de fazer com que as estreias dos próximos meses fossem todas adiadas. Apesar disso, a Marvel está otimista e acredita que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura pode conseguir cumprir o cronograma e começar as filmagens em julho deste ano.O filme está atualmente em fase de pré-produção a distância, e a Marvel ainda está negociando com Sam Raimi (da trilogia Homem-Aranha) a direção do projeto. Ele deve substituir Scott Derrickson, que deixou a produção por diferenças criativas. Na semana passada, a roteirista Jade Bartlett também foi substituída. No seu lugar assumiu Michael Wardon, responsável pelo roteiro da série do Loki.Leia mais... Veja Mais

Índice dos EUA têm forte queda nesta sexta com casos de coronavírus nos EUA superando 85 mil

G1 Economia Estados Unidos superaram China e Itália como o país com mais casos de coronavírus. As principais bolsas de valores de Wall Street tiveram fortes quedas nesta sexta-feira (27), encerrando uma sequência de três dias de fortes altas, após dúvidas sobre o destino da economia norte-americana ressurgirem e o número de casos de coronavírus no país aumentar. O índice Dow Jones recuou 4,06% nesta sexta, terminando em 21.636,78 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 3,37%, para 2.541,47 pontos. O Nasdaq retraiu 3,79%, para 7.502,38 pontos. Os Estados Unidos superaram China e Itália como o país com mais casos de coronavírus. O número nos EUA passou de 85 mil, com mais de 1.200 mortes. Wall Street não se convence com corte emergencial de juros do Fed, e bolsas dos EUA caem nesta terça-feira (3) Brendan McDermid/Reuters O mercado acionário dos Estados Unidos aprofundou as perdas ao final da sessão, mesmo depois de a Câmara dos Deputados aprovar um pacote de ajuda de US$ 2,2 trilhões - o maior da história norte-americana-- para auxiliar pessoas e empresas a lidar com uma crise econômica causada pelo surto do coronavírus e fornecer urgentemente aos hospitais suprimentos médicos. Muitos investidores acreditam que há um grande risco de o mercado cair profundamente novamente, conforme o número de infecções por coronavírus aumenta e mais pessoas morrem. "A próxima semana vai depender do que acontecer no fim de semana", disse Lindsey Bell, estrategista-chefe de investimentos da Ally Invest. "Se houver uma grande aceleração no fim de semana de casos de coronavírus em Nova York e em outros estados e o sistema hospitalar continuar lotado, acho que será uma semana difícil para o mercado." Veja Mais