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'É a 1ª vez em 22 anos que coloco 10 dedos no teclado', diz maestro João Carlos Martins sobre luva biônica que o fez voltar ao piano

G1 Pop & Arte Depois de anunciar a despedida no ano passado, pianista se reencontrou com o instrumento neste sábado graças a um projeto desenvolvido em Sumaré. Concerto que marcou o retorno foi em comemoração aos 466 anos de São Paulo. João Carlos Martins retorna ao piano graças a luva desenvolvida em Sumaré Prestes a completar 80 anos, o pianista e maestro João Carlos Martins, referência da música clássica no Brasil e no mundo, passou por uma das grandes emoções da carreira. Depois de anunciar em fevereiro de 2019 a despedida dos pianos por conta de uma série de problemas de saúde que limitaram a movimentação de suas mãos, ele voltou a tocar em público neste sábado (25), graças a uma luva biônica desenvolvida por um designer industrial de Sumaré (SP). O projeto permitiu que o músico voltasse a ter o movimento de todos os dedos e pudesse se reencontrar com o instrumento que o consagrou. "É a primeira vez em 22 anos que eu coloco os dez dedos no teclado. Eu senti que o grande segredo na vida é levar o seu coração para o coração do público. Eu achei que mesmo com todas as limitações que eu tenho e com o milagre que o Bira fez nas minhas mãos, com essa luva biônica, eu ainda posso transmitir um pouco de emoção. E isso mexeu com meu coração, com meu cérebro, com tudo", disse o maestro em entrevista exclusiva à EPTV. Criador de luva que fez João Carlos Martins voltar ao piano conta que invenção era para 'brincadeira' À procura de novas orquestras, João Carlos Martins vai festejar 80 anos em 2020 com concerto em NY ao lado de Gal Costa O concerto que marcou o retorno de João Carlos Martins ao piano aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo, em comemoração aos 466 anos da maior cidade do país. A apresentação, com a Orquestra Bachiana Filarmônica do Sesi, teve no repertórios obras dos compositores alemães Ludwig van Beethoven e Johann Sebastian Bach. Ainda em êxtase por ter conseguido voltar a tocar com todos os dedos, o maestro contou que passa por um período de adaptação com a luva biônica, que já está na sexta versão. "Eu só podia tocar com dois polegares. Agora, eu tenho que reeducar o cérebro, acho que eu posso até recuperar a velocidade no futuro. Pode demorar um ano ou cinco anos, não sei, porque é uma musculatura que nunca usou esse terceiro, o quarto e o quinto dedo. Eu acho que eu vou recuperar a velocidade em um estudo, mas não tenho coragem de fazer em público. Em público vou fazer só coisas mais lentas por enquanto", explicou. Maestro João Carlos Martins fala pela primeira vez sobre projeto que o fez retornar ao piano Reprodução/EPTV A relação do designer industrial Ubiratan Bizarro Costa, de 55 anos, com João Carlos Martins começou na metade de 2019 e foi esmiuçada em uma reportagem do G1, onde o fã e agora amigo contou todos os processos de criação da luva biônica. Encantado com a capacidade de invenção do que chamou de "anjo da guarda", o maestro confessou que, na primeira versão do protótipo, ficou constrangido de dizer que a obra não daria certo, mas mesmo assim decidiu convidar o inventor para um almoço em sua casa. "Quando ele almoçou aqui em casa, eu percebi que eu estava diante de um gênio. Aí ele fez o primeiro protótipo, fez o segundo protótipo, eu fui para Sumaré, nós corrigimos o segundo protótipo. Qualquer coisa que eu pedia, ele ficava uma madrugada inteira trabalhando para chegar ao resultado que eu queria. Então eu só posso dizer que eu ganhei um anjo da guarda antes dos meus 80 anos", afirmou Martins. Bira já criou seis versões de luva para o maestro João Carlos Martins Fernando Pacífico / G1 'Era pra ele brincar em casa' Além de analisar imagens gravadas em concertos, Bira, como prefere ser chamado explicou que se sentiu motivado por ter desenvolvido em anos anteriores protótipos de exoesqueletos que poderiam beneficiar cadeirantes. Um dos elos, avalia, está a busca por um design minimalista, marcado pelas ideias de simples e objetivo. As mãos que antes fechavam após movimentos, voltaram a ficar estendidas com uso do invento apelidado pelo maestro de "luvas biônicas", mas que funcionam como molas para gerar o efeito esperado. No entanto, o inventor esperava que o projeto fosse usado apenas para o maestro "brincar em casa". O designer se diz fã de música clássica, principalmente pela "meticulosidade dos artistas" e porque a mãe é professora de piano. Cada par de luvas tem custo estimado de R$ 1,5 mil e, por enquanto, Bira leva uma semana para fazer artesanalmente. O desenho a mão é elaborado em 3D, passa por um software onde há análise minuciosa de "camadas" e cada luva requer pelo menos três horas de impressão. O designer Ubiratã Bizarro Costa, com luvas criadas para o maestro João Carlos Martins Fernando Pacífico / G1 Campinas 'Eu vou chegar lá' Depois de estrear a luva na apresentação deste sábado, o objetivo do maestro agora é se aprimorar para conseguir tocar "coisas mais rápidas", no concerto que fará no icônico Carnegie Hall, em Nova York, ao lado de Gal Costa, para comemorar os seus 80 anos de vida, que serão completados no dia 25 de junho deste ano. "Eu chegava a fazer 21 notas por segundo. Agora faço a cada 21 segundos uma nota, mas eu vou chegar lá. Porque a única coisa que vale na vida é a palavra esperança. E com a esperança você sempre pode provar que Deus existe e essa é a minha meta", contou o maestro, que chegou a fazer 24 cirurgias. João Carlos Martins voltou a tocar piano em público neste sábado Reprodução/EPTV Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

Autor de 'Caneta azul, azul caneta' organiza turnê na Europa: 'Andar pelo mundão'

G1 Pop & Arte Maranhense Manoel Gomes, compositor da música que virou meme, diz que tem seis países interessados no hit. Ele falou sobre sua rotina de viagens durante evento em Sorocaba (SP). Compositor de "Caneta Azul", Manoel organiza começo de carreira Carlos Dias/G1 "Blue pen, pen blue"? Os versos do compositor de "Caneta Azul" atravessarão as fronteiras brasileiras depois de ultrapassarem os limites da internet. Aos 50 anos, o maranhense Manoel Gomes planeja uma turnê na Europa para os próximos meses. A informação foi revelada ao G1 durante uma visita em uma barbearia de Sorocaba, no interior de São Paulo, em uma das viagens pelo Brasil na carreira meteórica com shows, comerciais e presença VIP em eventos. "Já tirei o passaporte e o jeito é andar pelo mundão. Só não dou conta do inglês, tem que ser português", brincou. Segundo o empresário que o acompanha, as viagens devem começar em março ou abril para seis países, entre eles Portugal e Espanha. O compositor também prepara um CD com músicas inéditas com o produtor Laércio da Costa, que ficou impressionado com o poder de "Caneta azul, azul caneta", e um evento programado para ser realizado na capital de São Paulo em uma gravação com outros artistas convidado. "A rotina está boa, está muito corrida e andando de avião para cima e para baixo. Estou seguindo o que eu queria no mundo e graças a Deus estou ganhando espaço.Eu esperava ter uma vida assim porque sempre tive a esperança. Lá na minha cidade o pessoal já gostava das minhas músicas", disse. Hit viral Semana Pop mostra 5 hits tão virais quanto 'Caneta Azul' (e por onde andam os autores) O vídeo que viralizou na web com milhares de visualizações foi publicado em outubro de 2019 e ganhou versões de artista como o DJ Alok e Wesley Safadão. A autoria foi registrada em cartório por ele, em Balsas (MA). Manoel é o mais velho de cinco irmão e compõe, segundo ele, desde a adolescência. Ao todo, são mais de 20 letras. Além da carreira musical, o maranhense está conseguindo realizar um antigo sonho de ajudar a mãe. "Estou reformando a casa da minha mãe, que sempre disse que ia fazer. Comprei todo o material e o meu irmão está reformando para mim." Initial plugin text Laércio da Costa com Manoel Gomes em seu estúdio em São Paulo: "Caneta azul, azul caneta", ganha versão em bachata Guilherme Reis e Ângelo Cunha / Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí Veja Mais

Mariana Baltar canta Aldir Blanc com paixão e fervor em show no Rio

G1 Pop & Arte Com o toque do conjunto Água de Moringa, cantora sublinhou a atualidade do repertório do compositor em consagradora apresentação de atmosfera teatral. Resenha de show Título: Os Arcos – Paixão e morte Artistas: Mariana Baltar e Água de Moringa Local: Teatro Firjan Sesi (Rio de Janeiro, RJ) Data: 22 de janeiro de 2020 Cotação: * * * * * ♪ Um dos melhores discos de 2019, o álbum em que Mariana Baltar canta a poesia incisiva e precisa de Aldir Blanc com o toque do grupo Água de Moringa, Os Arcos – Paixão e morte, gerou show consagrador, já com vaga garantida na lista de destaques de 2020. “Já temos o show do ano”, arriscou embevecido espectador na plateia do Teatro Firjan Sesi ao fim da apresentação feita pela cantora carioca na noite de quarta-feira, 22 de janeiro. O comentário soou sem exagero para quem testemunhou a estreia do show Os Arcos – Paixão e morte na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em atmosfera de densa teatralidade, perceptível já na entrada de Baltar em cena para cantar O cavaleiro e os moinhos (João Bosco e Aldir Blanc, 1976), a intérprete deu voz às letras do compositor carioca com paixão, fervor, domínio de palco, afinação absoluta – inclusive nos agudos apoteóticos que elevaram o samba-enredo Da África à Sapucaí (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) – e com total compreensão do significado do que estava cantando. Mariana Baltar canta 'Corsário', música ausente do disco, no show 'Os arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação Essa inteligência já estava evidente no primeiro álbum dessa grande cantora, Uma dama também quer se divertir (2006), mas foi sendo depurada com os anos até chegar a maioridade no disco Os Arcos – Paixão e morte, lançado quando a artista já completava 18 anos em cena. No show, Baltar usou essa inteligência para realçar a atualidade do repertório de Aldir, sobretudo do samba carnavalesco Plataforma (João Bosco e Aldir Blanc, 1977), apresentado como recado cifrado ao prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Marcelo Crivella, por conta de controvertidas ações ligadas aos blocos que desfilam na cidade. Com direito a discurso antes do número, Baltar meteu bronca neste samba-plataforma com a mesma contundência com que fez a sublime Oração perdida (Luiz Flavio Alcofra, Jayme Vignoli e Aldir Blanc, 2011) e com que partiu a geleira de Corsário (João Bosco e Aldir Blanc, 1975) – música ausente do disco – com canto abrasivo que ferveu no samba Querelas do Brasil (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978), atualizado pela cantora com a inclusão na letra dos nomes da vereadora Marielle Franco (1979 – 2018) e do pedreiro Amarildo Dias da Silva (1965 – 2013), vítimas e símbolos de violências derivadas de recentes querelas sociais. Mariana Baltar apresenta complexa suíte de João Bosco e Aldir Blanc no fim do show 'Os arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação Cada número do show Os Arcos – Paixão e morte foi valorizado por movimento ou gestual específico da cantora, em mix de teatralidade e sentimento. “Ah, o amor é estar no inferno ao som da Ave Maria”, concluiu Baltar ao fim de Nem cais, nem barco (Guinga e Aldir Blanc, 1991), arrancando aplausos entusiásticos pela intensidade (sem excessos) do canto dramático. Entre o bolero Cara e coroa (Cristovão Bastos e Aldir Blanc, 2019) e a mencionada Nem cais, nem barco, Baltar deixou o Água de Moringa sozinho no palco para que o conjunto de choro caísse com vivacidade no samba Coisa feita (João Bosco, Paulo Emílio e Aldir Blanc, 1982), outro bônus do repertório do show. Aliás, a teatralidade e a força do canto de Baltar sobressaíram em cena sem abafar a exuberância instrumental do Água de Moringa. Ao lado de Josimar Carneiro (violão), produtor musical do disco com Carlos Fuchs, Luiz Flavio Alcofra (violão), Jayme Vignoli (cavaquinho), Marcílio Lopes (bandolim), Rui Alvim (sopros) e André Boxexa (bateria e percussões) seguiram com segurança o bloco de Baltar em desfile que caiu no samba com O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979), em número de cumplicidade com a plateia, e que terminou na cadência da marcha-rancho que pautou, no bis, O rancho da goiabada (João Bosco e Aldir Blanc, 1975). Mariana Baltar mostra domínio de palco no show 'Os arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação Antes do bis, Baltar apresentou a complexa suíte que dá nome ao disco e ao show Os Arcos – Paixão e morte. Composta em 1973 por João Bosco com Aldir Blanc, então no início da parceria, o tema foi cortado do primeiro álbum de Bosco e ganhou o primeiro registrou oficial no quarto álbum de Baltar. Apresentada pela cantora no show com figurino camaleônico, a composição Os Arcos – Paixão e morte soou no palco quase como peça erudita, tendo funcionado como anticlímax pela estranheza que diluiu a empatia da plateia com a suíte. Contudo, a ambição dessa composição simboliza a ousadia de Mariana Baltar na interpretação de músicas já gravadas por Elis Regina (1945 – 1982). Pois Baltar as encara no disco e no show sem que o ouvinte-espectador sequer se lembre de Elis ao longo de apresentação que, sim, revelou desde já um dos grandes shows deste ano de 2020. Mariana Baltar e Água de Moringa alinham 14 músicas no roteiro do show 'Arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação ♪ Eis o roteiro seguido em 22 de janeiro de 2020 por Mariana Baltar e Água de Moringa na estreia nacional do show Os Arcos – Paixão e morte no Teatro Firjan Sesi na cidade do Rio de Janeiro (RJ): 1. O cavaleiro e os moinhos (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) 2. Da África à Sapucaí (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) 3. Alafim (Moacyr Luz e Aldir Blanc, 1992) 4. Corsário (João Bosco e Aldir Blanc, 1975) 5. Oração perdida (Luiz Flavio Alcofra, Jayme Vignoli e Aldir Blanc, 2011) 6. Nem cais, nem barco (Guinga e Aldir Blanc, 1991) 7. Coisa feita (João Bosco, Paulo Emílio e Aldir Blanc, 1982) – Numero instrumental com Água de Moringa 8. Cara e coroa (Cristovão Bastos e Aldir Blanc, 2019) 9. A cúmplice das noites (Aldir Blanc, 1974, com melodia feita anos depois por Josimar Carneiro, 2019) 10. Plataforma (João Bosco e Aldir Blanc, 1977) 11. Querelas do Brasil (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978) 12. O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979) 13. Os Arcos – Paixão e morte (João Bosco e Aldir Blanc, 1973 / 2019) Bis: 14. O rancho da goiabada (João Bosco e Aldir Blanc, 1975) Veja Mais

Michael Sullivan firma parceria com Celso Fonseca e planeja álbum com músicas da dupla

G1 Pop & Arte Em 1985, quando Gal Costa lançou o álbum Bem bom, Michael Sullivan e Paulo Massadas eram os compositores donatários das paradas musicais do Brasil. A parceria da dupla rendeu hits como a balada Um dia de domingo, o maior sucesso deste disco aberto por Gal com canção de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, Sorte, gravada em duo com Caetano Veloso. Decorridos 35 anos daquele encontro distante no disco de Gal, Michael Sullivan e Celso Fonseca abrem e firmam parceria inusitada. Como os compositores já fizeram cerca de dez canções, Sullivan planeja álbum com esse repertório inédito. A ideia é que, no disco, os autores deem vozes a algumas músicas da dupla sendo que outras seriam interpretadas por cantoras convidadas, reunindo nomes da geração da MPB de Gal com representantes do pop contemporâneo brasileiro, caso da cantora carioca Malía. Veja Mais

Aretuza Lovi cai com pegada no forró eletrônico no single 'I love you corote'

G1 Pop & Arte Cantora dilui a sofrência em álcool na gravação calorosa de música inédita que embute toque de arrocha. Capa do single 'I love you corote', de Aretuza Lovi Ernna Cost / Divulgação Resenha de single Título: I love you corote Composição: Aretuza Lovi, Keveny e Noise Men Artista: Aretuza Lovi Gravadora: Blacktape Cotação: * * * ♪ Dois anos após o álbum Mercadinho (2018), Aretuza Lovi está com novo produto na prateleira fonográfica. I love you corote – single lançado na sexta-feira, 24 de janeiro – tem pegada. Nesta música, composta por Aretuza com a artista baiana Keveny e com o DJ e produtor musical Noize Men, a drag queen cantora de origem goiana investe no batidão do forró eletrônico. Mencionado na letra, um toque de arrocha ajuda a apimentar a mistura forrozeira. Assinada por Noize Men com Dogz (o requisitado trio formado por Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos), a produção musical fez com que a mediana composição I love you corote resultasse calorosa na gravação promovida com clipe dirigido por Rafael Carvalho e lançado simultaneamente com o single. Ao declarar amor pelo corote, vodca temporada com essências de frutas que virou hit nas baladas, Aretuza Lovi dilui a sofrência em álcool e apresenta som atual, feito no molde do mercadão pop, mas que poderá seduzir quem não resiste ao chamado do toque da sanfona, mesmo quando esse toque vem embutido no batidão eletrônico do forró industrializado. Veja Mais

'Big Brother': as participações mais marcantes das edições com famosos

G1 Pop & Arte Celebridades são novidade no 'BBB', mas 22 países já produziram 85 edições só com famosos. Veja histórias inusitadas dos participantes, com dois brasileiros em destaque. Semana Pop: as participações mais marcantes de famosos nos Big Brothers de celebridades O "Big Brother Brasil" estreou em 2020 sua primeira edição com famosos confinados. Em ouros países, os formatos exclusivos com celebridades existem desde 2000 e, em alguns lugares, foram mais longevos que o programa original. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop deste sábado (25) conta as histórias de cinco participações inusitadas e divertidas dos "BBs" celebridades: Angie Bowie e a confusão da morte Ken Humano expulso Família Jackson e pedido curioso Recorde de reclamações da TV britânica Brasileira vice-campeã na Argentina O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

'Fervo' de Matheus VK tem axé, funk, lambada, Mart'nália e Rafael Mike

G1 Pop & Arte Já em clima de verão e de Carnaval, Matheus VK lança o EP Fervo na próxima sexta-feira, 31 de janeiro, com capa que expõe o artista em foto de Bruno Santiago com arte de Gigi Barreto. O EP é a primeira parte do álbum gravado durante uma semana, no segundo semestre de 2019, com produção de Kassin e dos beatmakers Lux Ferreira e Tomás Tróia. Previsto para ser lançado neste ano de 2020, o álbum autoral tem quatro faixas apresentadas previamente no EP Fervo. A música-título Fervo é composição de VK com Pedro Ivo Alcântara que mistura toques de flamenco (na batida do violão), funk carioca e galope nordestino. Nascido na Bahia, mas residente no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde ganhou projeção como vocalista do bloco Fogo e paixão, VK revolve as origens no axé caribenho Amor sem legenda, gravado com a participação de Mart'nália. A música foi composta pelo artista sem parceiros. Há também toque de axé em Mozão, música composta e gravada por VK com Rafael Mike, artista associado ao universo do funk carioca. Parceria de VK com Michel Klejnberg, Vou me derreter completa o EP Fervo com mix de lambada e cumbia. É a música que abre o disco folião de VK. Veja Mais

Últimos dias

Detetive diz em julgamento que foi contratado por Weinsten para investigar mulheres assediadas

G1 Pop & Arte Investigador contou a jurados que foi contratado pelo ex-produtor. No tribunal, ele deu detalhes sobre e-mail recebido com nomes de pessoas que teriam sofrido assédio. Harvey Weinstein no tribunal de Nova York para julgamento de casos de agressão sexual em foto do dia 6 de janeiro AP Photo/Seth Wenig O júri do julgamento de Harvey Weinstein soube nesta sexta-feira (24) que o produtor contratou um detetive particular para investigar dezenas de mulheres. Ele suspeitava que elas pudessem contar para jornalistas suas agressões sexuais. Dois meses antes do início do escândalo que deu origem ao movimento #MeToo em outubro de 2017, o ex-produtor de Hollywood enviou um e-mail a um detetive particular com uma lista de pessoas que deveriam ser investigadas. A lista inclui dezenas de nomes, alguns deles destacados em vermelho para indicar as pessoas que mais preocupavam o produtor, e quem contou isso ao tribunal foi o próprio investigador contratado, Sam Anson. Segundo o detetive, a lista tinha os nomes das atrizes Rose McGowan, que Weinstein afirma que estava tentando chantageá-lo, e a atriz da série "Família Soprano", Annabella Sciorra, que na quinta-feira testemunhou sobre seu suposto estupro nas mãos do acusado. O ex-homem forte de Hollywood pode ser condenado a uma pena máxima de prisão perpétua se declarado culpado de violentar a atriz Jessica Mann em 2013 e de agredir sexualmente a ex-assistente de produção Mimi Haleyi em 2006. Sam Anson falou à corte penal de Manhattan que recebeu o email de Weinstein em 17 de agosto de 2017, mas não seguiu suas instruções. Anson, que agora trabalha para a empresa Guidepost Solutions, afirmou também teve uma conversa por telefone com Weinstein na época. "Disse que havia preocupação de que essas reportagens que estavam sendo escritos sobre ele descrevessem seu comportamento sexual de maneira negativa", lembrou. O jornal "The New York Times" e a revista "The New Yorker" publicaram extensos artigos sobre alegações de agressão sexual contra Weinstein em outubro de 2017. Mais de 80 mulheres, incluindo as atrizes Salma Hayek e Angelina Jolie, denunciaram Weinstein por assédio, agressão sexual ou estupro desde o surgimento do escândalo sobre seus supostos abusos em outubro de 2017. Weinstein nega e garante que todos os seus relacionamentos foram consensuais. A defesa mostrou para o júri mensagens trocadas entre Mann e Weinstein que mostram que ambos tinham "uma relação carinhosa". Nesta sexta-feira, a psiquiatra legista Barbara Liv foi chamada como testemunha pela promotoria para dissipar vários "mitos" sobre o estupro e disse ao júri que as vítimas de agressão sexual às vezes permanecem em contato com o agressor por anos após o incidente. "Esse contato pode variar de mensagens de texto a um relacionamento contínuo", afirmou. 'Trauma' Weinstein, que vestia um terno escuro, fez anotações em um bloco e bateu com os dedos numa mensa enquanto ouvia o depoimento de Liv. Ziv disse aos jurados que a maioria das agressões sexuais é cometida por alguém que as vítimas conhecem, e não por um desconhecido, como se acredita normalmente. A psiquiatra, que foi chamada como testemunha em mais de 200 julgamentos de agressão sexual, incluindo do comediante Bill Cosby, disse que é errado acreditar que as vítimas sempre resistem aos agressores. Outra ideia equivocada, informou, é a de que as vítimas geralmente denunciam o ataque a amigos ou à polícia. A psiquiatra afirmou que as vítimas muitas vezes permanecem caladas sobre um ataque porque têm algum carinho pelo agressor. O autor da agressão também pode ter o poder de arruinar sua carreira e outros relacionamentos, acrescentou. "Eu posso lidar com esse trauma, mas Deus me livre de que isso arruíne minha vida e me faça incapaz de seguir em frente", pensam as vítimas às vezes, segundo a psiquiatra. O advogado de defesa Damon Cheronis perguntou a Ziv se há mulheres que relatam um encontro sexual consensual como estupro anos depois, "por vergonha". "Tudo é possível. Mas não é comum", respondeu. O ator Bill Cosby foi condenado em setembro de 2018 a três anos de prisão por drogar e agredir sexualmente uma mulher há 15 anos. Veja Mais

Jornalista Sérgio Noronha morre no Rio

G1 Pop & Arte Comentarista teve passagem pela TV Globo e pela Rádio Globo, entre outros veículos. O jornalista Sérgio Noronha durante uma cobertura esportiva na TV Globo Reprodução/Memória Globo O jornalista Sérgio Noronha morreu nesta sexta-feira (24) no Rio, aos 87 anos. Comentarista com passagem pela TV Globo e pela Rádio Globo, entre outros veículos, ele sofria de Mal de Alzheimer e estava internado há 10 dias no Hospital Rio Laranjeiras, na Zona Sul, onde sofreu uma parada cardíaca. A informação foi confirmada pelo amigo Arnaldo Cezar Coelho ao Globoesporte.com. "Perdi um amigo. Conheci Seu Nonô quando ele jogava futebol na Urca na década de 60. Ele era o cara que sentava no paredão e ficava me pressionando quando era juiz. Ali conheci ele. Depois ele foi para o Jornal do Brasil, Rádio Globo... A vida toda foi meu companheiro, um parceiro de vida toda de frequentar a minha casa", disse Arnaldo. Noronha teve uma pneumonia no Retiro dos Artistas, onde vivia, e ficou internado sete dias no CTI do hospital. Na última quinta-feira, ele foi transferido para o quarto, mas passou mal e teve uma parada cardíaca. O Hospital Rio Laranjeiras informou, por volta das 18h, que o Retiro dos Artistas foi avisado sobre o falecimento. Às 18h05, o Retiro dos Artistas informou que tinha sido avisado sobre a morte e que um representante da instituição estava a caminho do hospital. Galvão Bueno e Sérgio Noronha (D) no Pan de 2007 Reprodução/ Memória Globo A trajetória profissional Para muitos nas redações por onde passou, Sérgio Noronha era conhecido como Seu Nonô. No rádio, em revista ou na televisão, o jornalista é uma das vozes mais respeitadas do mundo esportivo. Sérgio Noronha teve passagens pela revista O Cruzeiro, Jornal do Brasil, Diário Carioca, Correio da Manhã – onde participou da reforma gráfica orientada por Jânio de Freitas – e Última Hora; e nas revistas Senhor e TV Guia. Em 1975, Noronha, passou a integrar a equipe de Esportes da Globo e a assinar uma coluna no Jornal O Globo. Em 1976, foi para a TV Educativa. Em 1982, apesar de ainda trabalhar na TV Educativa, o jornalista participou da cobertura da Globo da Copa do Mundo da Espanha. Após a Copa do Mundo, o jornalista passou a ser comentarista esportivo da Rádio Globo. Teve, ainda, passagens pela Rádio Tupi, pelo canal SporTV e pela TV Bandeirantes. Veja Mais

E a água?

G1 Pop & Arte Sequência de fotos da bica da favela Santa Marta, 1978 Luiz Alphonsus "Lata d'água na cabeça Lá vai Maria, lá vai Maria Sobe o morro e não se cansa Pela mão leva a criança Lá vai Maria Lata d'água na cabeça Lá vai Maria, lá vai Maria Sobe o morro e não se cansa Pela mão leva a criança Lá vai Maria Maria lava roupa lá no alto Lutando pelo pão de cada dia Sonhando com a vida do asfalto Que acaba onde o morro principia" (Marchinha do Carnaval de 1955 de Luiz Antonio e Jota Jr.) Carlos Costa Ribeiro, meu mestre em questões ambientais, me dizia que a água do Rio de Janeiro era tão bem tratada que não havia necessidade de filtrá-la. Podia-se beber direto da bica. Afirmava isso com um ar sério e sempre me acalmava quando eu fazia mil manobras para esterilizar os objetos e a água para o banho do meu filho nascido prematuro. Suas palavras me tranquilizavam momentaneamente, mas logo depois, desconfiada, começava o longo processo de higienização. Lá se vão quarenta anos. O bebê é hoje um homem feito. Andamos todos amalucados com tantas informações que chegam pelas inúmeras redes. Pessoas alertando para os coliformes fecais e outros falando até em escherichia coli em quantidades anormais na água que chega às torneiras. Médicos e enfermeiras atestam o grande aumento de pessoas com infeção intestinal e vômitos que atribuem à água que bebem. O verão escaldante não ajuda, o pânico se alastra e esvazia as prateleiras dos supermercados de água mineral, para aqueles que o bolso permite. A maioria do povo se vira como pode. As autoridades custaram a se manifestar e só vieram a público cerca de quinze dias depois do primeiro alerta feito por um cliente da Cedae. Desde o começo disseram em nota que não era nada, não era nada, apenas algas, as agora famosas geosminas, produzidas pela poluição dos rios que chegam à bacia do Guandu e desembocam na estação de tratamento. Enquanto isso, as famosas fake news, os populares boatos e o disse-que-me-disse correm à solta deixando mães aflitas e pessoas enojadas diante da turbidez da água barrenta e mal cheirosa. Que saudade do Carlos! Sei que não posso trazê-lo de volta para nosso convívio e mesmo assim, nos últimos dias, tenho me pegado, volta e meia, quase ligando para ele. O que Carlos diria sobre a água turva e mal cheirosa que está sendo oferecida aos cidadãos do Rio de Janeiro? Certamente, desta vez seria mais cauteloso e sugeriria esperar exames mais acurados, mas ainda assim, acho, confiaria na capacidade dos técnicos de solucionar rapidamente os problemas apresentados pela Companhia que desde 1955, passando por muitas ampliações, abastece hoje nove milhões de pessoas e, como informa sua página na internet, na vazão de 43 mil litros por segundo para Nilópolis, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Itaguaí, Queimados e Rio de Janeiro – um record no Guinness Book. Enquanto os exames não chegam, sofremos com os boatos, as teorias da conspiração e o medo de sermos contaminados. Maria, faz tempo, não carrega mais a lata d’água na cabeça. Favela e asfalto agora sofrem dos mesmos males produzidos por governantes selvagens e pela incúria dos responsáveis pelo saneamento básico. Há anos se fala na importância de cuidar dos rios que chegam à bacia do rio Guandu. Nada foi feito, transformando dessa forma a estação de tratamento, nas palavras do biólogo Mário Moscatelli, em uma estação de tratamento de esgoto. Segundo o especialista, para a massa de fezes que chega ao Guandu se converter em água potável tem de se fazer uma verdadeira alquimia com mil filtragens e muita química. No dia de São Sebastião, dia 20 de janeiro, padroeiro do Rio de Janeiro, certamente foram muitos os pedidos para que ele nos socorra. Fato é que nas próximas eleições para prefeito devem ser cobrados planos de saneamento que dependem mais da vontade política do que de verbas. O Rio de Janeiro tem jeito, mas precisamos nos mobilizar. Veja Mais

Antonio Carlos & Jocafi emergem renovados das águas da BaianaSystem no single 'Miçanga'

G1 Pop & Arte Gravada pela dupla com a banda, música inédita soa leve como brisa do mar. Capa do single 'Miçanga', da BaianaSystem e Antonio Carlos & Jocafi Cartaxo Resenha de single Título: Miçanga Composição: Russo Passsapusso, Antonio Carlos, Jocafi, Sekobass, Roberto Barreto e Bira Marques Artistas: BaianaSystem e Antônio Carlos & Jocafi Gravadora: Máquina de louco Cotação: * * * * ♪ Antes da axé music da década de 1980 e antes mesmo da música elétrica feita pelo novo baiano Moraes Moreira em carreira solo iniciada em 1975, o Brasil conheceu a baianidade nagô de Antonio Carlos & Jocafi. Essa dupla baiana ganhou expressão nacional na primeira metade dos anos 1970 com outro axé. Antônio Carlos Marques Pinto e José Carlos Figueiredo conquistaram o Brasil com cancioneiro que rendeu sambas de sotaque baiano e algumas músicas influenciadas pela africanidade do Candomblé. Tudo feito com apelo popular. Progressivamente esquecidos a partir da década de 1980, Antonio Carlos & Jocafi emergiram em meados dos anos 2010 nas águas da BaianaSystem. Vocalista e compositor da banda soteropolitana, Russo Passapusso tem a dupla como sólida referência musical. A ponto de estar arquitetando desde 2017 um álbum com Antonio Carlos & Jocafi, intitulado Alto da maravilha. A conexão de Russo com os antecessores deu no mar da BaianaSystem, cujo terceiro álbum, O futuro não demora (2019), apresentou parcerias da banda com a dupla em músicas como Água (Antonio Carlos, Jocafi, Ubiratan Marques e Russo Passapusso) e Salve (Russo Passapusso, Seko Bass, Antonio Carlos, Jocafi e BNegão). Miçanga – single inédito gravado e assinado pela BaianaSystem com Antonio Carlos & Jocafi – aporta nas plataformas de áudio nesta sexta-feira, 24 de janeiro, reforçando a conexão da banda com a dupla. Composição inédita creditada a Russo Passsapusso, Antonio Carlos, Jocafi, Sekobass, Roberto Barreto e Bira Marques, Miçanga se banha no mar do samba da Bahia em gravação produzida por Seko Bass e Russo Passapusso com suingue pautado pela levada da guitarra baiana de Roberto Barreto. Tendo outras peças musicais no colar, Miçanga extrapola a roda do samba baiano, destilando latinidade intercontinental no piano de Bira Marques. A engenhosa mixagem de Daniel Ganjaman equilibra com precisão os sons dos instrumentos, valorizando single que bafeja leveza. Com letra que põe na roda citação da tradicional cantiga marinha Caranguejo peixe é, Miçanga soa como substancial sobra do álbum O futuro não demora. O single é como brisa praieira que amortece o calor do sol e do pancadão da BaianaSystem ao mesmo tempo em que traz à tona Antonio Carlos & Jocafi com sopro de renovação na trajetória da dupla revelada em 1969. Veja Mais

'Big Brothers' de celebridade são sucesso pelo mundo: Qual é o perfil de quem ganha?

G1 Pop & Arte Atores, atrizes e ex-participantes de reality shows costumam se dar bem em programa, mas não-famosos também já venceram. Homens venceram em 59% das 85 edições do 'BB'. Tamar Braxton, Rodrigo Alves, Angie Bowie, Ryan Thomas e La Toya Jackson participaram de edições do 'Big Brother Celebridades' Divulgação Seja uma edição única e tímida lá nos primórdios dos anos 2000 ou mais de 20 em quase duas décadas com astros do mundo inteiro, o "Big Brother" dedicado a celebridades foi um fenômeno mundial. Foram 85 edições em 22 países de todos os continentes. Aqui no Brasil, pela primeira vez uma edição recrutou famosos para formar metade do time de confinados, em 2020. O país que mais se empenhou na franquia de celebridades foi o Reino Unido, com 22 edições de 2001 a 2018. Lá, o derivado teve mais edições que o original, com 19 entre 2000 e 2018. Quanto mais famoso, melhor? A fama não garante preferência no reality, de acordo com os resultados registrados nesses países. Na Argentina, por exemplo, o menos famoso foi o vencedor: entre figuras públicas escaladas para o programa, foi justamente o ex-brother Diego Leonardi a levar o prêmio. E, no Reino Unido em 2006, a vencedora foi a única não famosa entre os 11 confinados. Para ela, a fama veio depois do programa. Após vencer o “BB”, se tornou apresentadora de TV. Entre as profissões que mais venceram edições VIP, estão: Ator ou atriz: 15 Ex-participantes de realities: 13 Cantores: 12 Apresentadores: 11 Atletas: 7 Comediantes: 5 Também ganharam filhos de famosos, modelos, drag queen e até um mágico. As mulheres venceram em 41% dos programas dedicados a celebridades, enquanto os homens foram campeões em 59% deles. A Espanha foi o país de mais sucesso para elas: as mulheres venceram todas as sete edições do “Gran Hermano VIP”, que foi ao ar de 2004 a 2019. Curtos e explosivos As primeiras edições com estrelas foram curtíssimas, com oito dias de programa. As últimas, tiveram pouco menos de 30. As edições com celebridades, ou pessoas VIPs como alguns países chamaram, foram sempre curtas. Mas a pouca duração do programa não impediu que os confinados protagonizassem barracos e momentos inusitados. Um dos momentos mais marcantes foi quando Angie Bowie, ex-esposa de David Bowie, soube da morte do cantor ao vivo, em 2016, e contou a seus colegas de confinamento. Eles acharam, no entanto, que se tratava de Gavid Gest, confinado com eles no programa. Após muita comoção, constaram que Gest estava bem e acharam que Angie tinha feito uma pegadinha de mau gosto. Outra polêmica fez do "Big Brother celebridade" de 2018 o dono do episódio com mais reclamações da história da TV inglesa. A atriz Roxanne Pallett acusou o ator Ryan Thomas de ter dado um soco nela durante uma discussão. Depois, as filmagens mostraram que Thomas não havia encostado na atriz. Ela se desculpou e Thomas foi o campeã da edição, última a passar no Reino Unido. Já teve influencer nessa casa Serginho no 'BBB' em 2010 Divulgação/TV Globo Esta não foi a primeira vez que o “BBB” recrutou gente conhecida. Em 2010, Tessália e Serginho eram os brothers influenciadores digitais antes do termo sequer existir. Tessália era a Twittess no Twitter. No "Big Brother", foi vista como uma das vilãs da casa e saiu com 78% na terceira semana. E Serginho era o Sr. Orgastic no Fotolog. No programa, ficou até a 11ª semana quando saiu em um paredão com seu amigo Dicesar. Veja Mais

Grammy 2020 aumenta destaque a artistas jovens nas principais categorias

G1 Pop & Arte Lizzo, Billie Eilish e Lil Nas X estão entre os cantores mais indicados da 62ª edição da premiação, que acontece no próximo domingo (26). Billie Eilish, Lizzo e Lil Nas X estão entre os indicados ao Grammy 2020 Divulgação/EvanAgostini/AP Do pop ao rap, de Billie Eilish a Bon Iver e Rosalía, os principais candidatos aos prêmios Grammy de domingo estão transformando gêneros musicais tradicionais com uma fusão de estilos. A sensação adolescente Eilish, a cantora Lizzo e o rapper country Lil Nas X lideram as indicações na premiação mais importante da indústria da música em uma lista que favorece mulheres e novatas em detrimento a estrelas estabelecidas, como Taylor Swift, Ed Sheeran e Bruce Springsteen. Embora o rap e o R&B tenham ultrapassado o rock em 2017 como gêneros musicais dominantes nos Estados Unidos, os quatro principais prêmios do Grammy - álbum, gravação, música do ano e artista revelação - são disputados por artistas que desafiam rótulos. Veja todos os indicados ao Grammy 2020 Eilish, de 18 anos, que teve um ano marcado por sucessos como "Bad Guy" e "All the Good Girls Go to Hell" de um álbum gravado com seu irmão Finneas em um quarto de Los Angeles, é um exemplo disso. "O que ela está fazendo é único", disse Melinda Newman, editora executiva da Billboard para a costa oeste dos EUA e Nashville. Billie Eilish ao Fantástico: 'Acho ótimo que não agrado só a um grupo' "Ela abrange o alternativo, ela abrange rock, pop e pop alternativo. Ela se encaixa em algum lugar daquele gênero indefinível e estranho que traz muitos elementos diferentes", acrescentou Newman. Eilish tem seis indicações ao Grammy, incluindo álbum, gravação e música do ano, além de artista revelação e melhor performance solo de pop. Lizzo, de 31 anos, uma flautista de formação clássica, lidera o prêmio com oito indicações, enquanto o novato Lil Nas X, de 20 anos, que concorre em seis categorias, bateu recordes da Billboard no ano passado com seu country-rap "Old Town Road", com colaboração de Billy Ray Cyrus. G1 Ouviu - Lizzo e DaBaby - 'Truth hurts - remix' Outros candidatos a álbum do ano incluem "Norman F***ing Rockwell", de Lana Del Rey, cujo estilo varia do pop barroco ao rock psicodélico, e o "I, I" de Bon Iver, que conta com a participação de quase 50 músicos. "Obviamente, o Grammy está trabalhando para se tornar mais diversificado e inclusivo em todos os aspectos, incluindo o júri, e acho que você vê isso na lista de indicações mais diversa deste ano", disse Newman, da Billboard. A cerimônia do Grammy será transmitida ao vivo direto de Los Angeles, no domingo (26), pela emissora CBS. Lana Del Rey - 'Doin' time' - G1 Ouviu Veja Mais

Romero Britto faz pintura com retrato do presidente Jair Bolsonaro

G1 Pop & Arte Senador Flávio Bolsonaro publicou em suas redes sociais homenagem ao presidente. Pintura de Romero Britto retrata o Presidente Jair Bolsonaro e foi divulgada por Flávio Bolsonaro Reprodução/Instagram/flaviobolsonaro O senador Flávio Bolsonaro publicou em suas redes sociais na quarta-feira (22) uma pintura de Romero Britto com uma homenagem ao Presidente Jair Bolsonaro. "Visita ao ateliê do fenômeno e orgulho brasileiro Romero Britto. Nova arte no forno em homenagem ao presidente", escreveu Flávio. Artista de renome internacional, Romero Britto nasceu em Pernambuco, mas mora nos Estados Unidos há mais de 25 anos. Ele tem uma galeria em Miami e outra em São Paulo e já expôs suas obras no Museu do Louvre, em Paris. A ex-presidente Dilma Rousseff e o governador de São Paulo João Doria estão entre políticos que já foram presenteados por Britto. Veja Mais

Maria Bethânia canta valsa lançada por Orlando Silva em 1939

G1 Pop & Arte Gravação inédita da cantora integra o segundo álbum do baterista carioca Marcelo Costa. Em 1º de junho de 1939, quando Orlando Silva (1915 – 1978) entrou nos estúdios da gravadora RCA Victor para gravar a valsa Número um, o cantor carioca já mobilizava multidões. Apresentada em disco de 78 RPM editado em setembro daquele ano de 1939, a gravação original da valsa dos compositores cariocas Benedito Lacerda (1903 – 1958) e Mário Lago (1911 – 2002) ajudou a manter Orlando no auge. Desde então registrados por vários intérpretes, os versos altivos da valsa ganham pela primeira vez a voz de Maria Bethânia em gravação inédita feita pela cantora para o segundo álbum do baterista e percussionista Marcelo Costa, Vol. 2, programado para ser lançado neste ano de 2020 pela gravadora Biscoito Fino. Maria Bethânia com Marcelo Costa, em cujo disco marca dupla presença Acervo pessoal Marcelo Costa Bethânia figura duplamente no disco. Além de cantar Número um, a intérprete dá voz, na abertura do álbum Vol. 2, aos versos de Meu bom, música de 1987 de autoria do cantor e compositor Marcelo Costa Santos – homônimo do músico – que também abriu o primeiro volume, só que na voz de Caetano Veloso. Sequência do Vol. 1, disco lançado em agosto, Vol. 2 reúne elenco estelar e predominantemente feminino que – além de Maria Bethânia – inclui Marisa Monte, Roberta Sá, Mart'nália, Teresa Cristina, Jussara Silveira, Mariana de Moraes e Paula Morelenbaum. Ney Matogrosso é o único representante masculino do time de convidados do álbum Vol. 2. Veja Mais

Salma Hayek produzirá série sobre Eva Perón

G1 Pop & Arte Atriz uruguaia Natalia Oreiro será responsável por interpretar a mítica ex-primeira dama argentina no projeto intitulado 'Santa Evita'. Salma Hayek posa no tapete vermelho do Globo de Ouro 2020 Jordan Strauss/AP A atriz mexicana Salma Hayek irá produzir a série "Santa Evita", baseada no bem-sucedido livro homônimo do escritor Tomás Eloy Martínez, do qual a principal personagem é a mítica ex-primeira dama argentina Eva Perón, uma figura reconhecida internacionalmente por sua luta pelos mais desfavorecidos. A série de ficção, que chegará na América Latina em 2021, será protagonizada pela atriz uruguaia Natalia Oreiro, que interpretará Eva Perón, e pelos argentinos Ernesto Alterio, no papel do Moori Koenig, e Darío Grandinetti no papel do ex-presidente Juan Domingo Perón. O ator Diego Velázquez interpretará "El Periodista" e o espanhol Francesc Orella, da série "Merlí", será o doutor Pedro Ara, que foi encarregado de embalsamar o corpo de Evita. Argentinos pedem beatificação de Evita Perón "Santa Evita" seguirá a intrigante história de Eva Perón depois de sua morte por câncer aos 33 anos de idade em 1952. Seu corpo foi velado por milhões de pessoas até que em 1955 a ditadura militar que destituiu Perón do poder sequestrou seus corpo embalsamado para que não se convertesse em objeto de culto. Como esposa do general Perón, Evita tinha se transformado em uma figura influente na Argentina e seu cadáver, que sofreu agressões e passou por um périplo entre Buenos Aires e o norte da Itália, marcou a política do país por décadas. A série será dirigida pelo colombiano Rodrigo García, filho do escritor Gabriel García Márquez, junto do diretor e roteirista argentino Alejandro Maci, enquanto a adaptação ficará a cargo das autoras e atrizes argentinas Marcela Guerty e Pamela Rementería. Veja Mais

Como 'Salve-se Quem Puder' vai reproduzir furacão nos primeiros capítulos da novela

G1 Pop & Arte Ambientados em Cancún, no México, começo terá devastação que muda vida dos personagens. Estreia é nesta próxima segunda-feira (27) na TV Globo. Cena do furacão de 'Salve-se Quem Puder' Divulgação/Globo Depois de quase um ano de produção, a nova novela das 19h da TV Globo, "Salve-se Quem Puder" vai reproduzir nas telas a passagem de um furacão. Ambientados em Cancún, no México, os primeiros capítulos da trama, que estreia na próxima segunda-feira (27), levam ao público a devastação causada pelo furacão que modifica a trajetória das protagonistas, estreladas pelas atrizes Deborah Secco, Juliana Paiva e Vitória Strada. Para simular o furacão, a equipe de efeitos visuais da novela escaneou, em cinco dias, uma área de 154 hectares da cidade mexicana por meio de fotogrametria aérea. Eles foram reproduzidos em 3D nos Estúdios Globo. Elenco da novela participa do lançamento de ‘Salve-se Quem Puder’ Globo/Reginaldo Teixeira “A gente extraiu toda essa parte de Cancún virtualmente, quase que uma maquete eletrônica, mas a partir de fotos aéreas feitas de drones. Todos os equipamentos que nós temos e utilizamos na nossa produção são equipamentos utilizados em qualquer outra produção hollywoodiana”, diz Bruno Netto, supervisor executivo de efeitos visuais da novela. Juliana Paiva, que interpreta a personagem Luna Furtado - uma estudante de fisioterapia e camareira de um resort no México que foi abandonada pela mãe brasileira, interpretada pela atriz Flávia Alessandra - disse que as gravações das cenas do furacão foram um desafio. "Foi água, correnteza, vento. Eu nunca tinha visto essa estrutura tão grande. A gente se sentia em um estúdio de Hollywood", contou a atriz. Parte das gravações foram feitas em uma piscina de ondas de um parque aquático desativado na Zona Oeste do Rio. O elenco também viajou para o México para as gravações. Deborah Secco participa de evento da novela 'Salve-se Quem Puder' Globo/Reginaldo Teixeira Veja Mais

Jessica Simpson escreve sobre abuso sexual sofrido na infância em seu novo livro

G1 Pop & Arte Cantora conta em 'Open Book' que ataques começaram aos 6 anos e que mais tarde a levaram ao abuso de bebidas alcoólicas e remédios. Jessica Simpson anuncia publicação de seu livro, 'Open Book' Reprodução/Instagram/jessicasimpson A cantora, atriz e designer de moda Jessica Simpson vai contar em seu livro de memórias, "Open Book", sobre o abuso sexual sofrido quando ainda era criança. Em trechos publicados nesta quarta-feira (22) pela revista "People", Simpson escreve que o abuso começou quando ela "dividiu a cama com a filha de um amigo da família" quando tinha 6 anos. "Começava com cócegas nas minhas costas e então ia para coisas que eram extremamente desconfortáveis", diz a cantora. "Eu queria contar para os meus pais. Eu era a vítima, mas de alguma forma eu achava que eu estava errada." Ela só conseguiu falar para os pais aos 12 anos, durante uma viagem de família, mas que seu pai não reagiu. "Nunca mais ficamos na casa dos amigos dos meus pais novamente, mas também nunca conversamos sobre o que eu havia falado." Veja Mais

'Project: Mara', game sobre 'terror mental', é o novo game da Ninja Theory

G1 Pop & Arte Jogo da desenvolvedora de 'Hellblade' usará pesquisa e relatos reais para 'recriar os horrores da mente'. 'Project: Mara' ganha teaser; assista A Ninja Theory, desenvolvedora de jogos como "Hellblade: Senua's Sacrifice", anunciou nesta quarta-feira (22) que está trabalhando no novo game "Project: Mara", um "título experimental que explora novas formas de contar histórias". Assista ao teaser acima. Segundo a empresa, o projeto é uma "representação fundamentada e realista do terror mental, baseado em relatos vividos reais e pesquisa aprofundada com o objetivo de recriar os horrores da mente tão precisamente e realisticamente quanto possível". Ainda não há previsão de lançamento, mas como a desenvolvedora faz parte dos estúdios do Xbox, o game deve ser lançado para o console da Microsoft e para computadores. Atualmente, a Ninja Theory trabalha em "Senua's Saga: Hellblade 2", o primeiro exclusivo da próxima geração do Xbox. Cena do teaser de 'Project: Mara' Divulgação Veja Mais

Novo titular da Cultura decidirá sobre continuidade do edital anunciado por Alvim, diz secretaria

G1 Pop & Arte Ex-secretário, que anunciou edital sobre prêmio na área de cultura, foi demitido após usar frases semelhantes às de ministro da Alemanha nazista. Edital não foi publicado. A Secretaria Especial da Cultura informou nesta quarta-feira (22) que caberá ao próximo titular do órgão reavaliar a continuidade do Prêmio Nacional das Artes. Em discurso para divulgar o prêmio nas redes sociais na semana passada, o então chefe da secretaria, Roberto Alvim, usou frases semelhante ao do ministro de Adolf Hitler da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo. O episódio levou à demissão do secretário. No discurso, Alvim prometeu patrocinar produções inéditas em diferentes áreas da cultura, como óperas, contos, espetáculos teatrais, pintura e escultura. O valor total do prêmio, segundo o governo federal, é de R$ 20,625 milhões. Em nota divulgada nesta quarta, a secretaria afirmou que o edital com as regras para a entrega do prêmio não foi publicado. “A Secretaria Especial da Cultura informa que o edital do Prêmio Nacional das Artes não chegou a ser publicado no Diário Oficial da União. Caberá ao novo secretário reavaliar a continuidade do Prêmio”, diz a nota da secretaria. Convidada para assumir a vaga de Alvim, a atriz Regina Duarte visitará Brasília nesta quarta. Ela ainda não aceitou formalmente o convite do presidente Jair Bolsonaro. Regina Duarte vai a Brasília para conhecer estrutura da Secretaria Especial de Cultura Discurso para lançar prêmio de artes A declaração de Alvim foi dada em vídeo postado na página da Secretaria Especial de Cultura no YouTube nesta quinta-feira (16) para divulgar um concurso nacional de artes. O vídeo ganhou grande repercussão nas redes sociais e tanto o nome do secretário Alvim quanto o de Goebbels foram parar entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil. O vídeo, em que Alvim aparece sentado a uma mesa de gabinete com uma imagem de Bolsonaro e uma bandeira do Brasil, tem como música de fundo a obra Lohengrin, de Richard Wagner (1813-1883). O artista é um maestro e compositor alemão que escreveu ensaios nacionalistas e antissemitas, e foi tomado pelos nazistas como exemplo de superioridade musical e intelecto. O discurso de Goebbels consta do livro “Joseph Goebbels: Uma biografia”, do historiador alemão Peter Longerich. Compare os discursos: Roberto Alvim “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada.” Joseph Goebbels “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada." Veja Mais

'Minha mãe é uma peça 3' se torna maior bilheteria do cinema nacional

G1 Pop & Arte Comédia de Paulo Gustavo arrecadou R$ 138 milhões em quatro semanas de exibição. Paulo Gustavo e Rodrigo Pandolfo em 'Minha mãe é uma peça 3' Divulgação "Minha mãe é uma peça 3" se tornou a maior bilheteria do cinema nacional, segundo anunciou a distribuidora Downtown Filmes nesta quarta-feira (22). O terceiro filme de Paulo Gustavo como a divertida Dona Hermínia estreou em 26 de dezembro e arrecadou R$ 138 milhões em quatro semanas de exibição, segundos dados da Com Score divulgados na segunda-feira (20). Em relação a espectadores, o público da comédia brasileira foi de 8,7 milhões. Neste filme, Dona Hermínia se vê com o ninho vazio pois seus filhos estão formando novas famílias: Marcelina (Mariana Xavier) está grávida e Juliano (Rodrigo Pandolfo) vai casar. Além disso, ela terá que lidar com a volta do ex-marido, Carlos Alberto (Herson Capri). O G1 maratonou os três filmes da franquia e constatou que o terceiro filme está mais emocionante e mais politicamente correto, com: Queda de piadas com gordofobia Diminuição de humor com estereótipos gays Aumento das piadas com doença e saúde Cada vez mais gracinhas citando famosos Maratona 'Minha mãe é uma peça': veja análise dos três filmes Veja Mais

Tico Santa Cruz abre parceria com Frejat em álbum da banda Detonautas

G1 Pop & Arte Enquanto promove o single O que tiver de ser, apresentado em 17 de janeiro, a banda Detonautas Roque Clube prepara o álbum autoral de músicas inéditas que lançará neste ano de 2020. Trata-se do sétimo álbum de estúdio da banda carioca, o primeiro desde VI (2017), disco lançado há três anos. O repertório desse próximo álbum inclui a primeira parceria de Tico Santa Cruz – vocalista e compositor do grupo – com Roberto Frejat. Composta na terça-feira, 21 de janeiro, a música foi feita a partir de versos escritos pelo poeta e cordelista cearense Bráulio Bessa. “Hoje tive o privilégio de fazer uma canção com um dos meus ídolos no rock!”, exultou Tico Santa Cruz em rede social. Veja Mais

As influenciadoras britânicas que recebem ofertas de até R$ 550 mil por sexo

G1 Pop & Arte Uma delas diz que as redes sociais viraram 'um catálogo' para que homens selecionem suas próximas 'conquistas'. Tyne-Lexy conta que tinha 19 anos quando recebeu a primeira oferta de dinheiro por sexo Lee Palace via BBC Influenciadoras famosas recebem diariamente ofertas de dinheiro em troca de sexo, contaram algumas delas ao programa de Victoria Derbyshire, da BBC. De acordo com uma delas, as redes sociais tornaram-se "um catálogo" para que homens selecionem sua próxima "conquista". "É prostituição de luxo — é assustador pensar que, se eles me mandaram mensagens, provavelmente o fizeram com outras milhares de garotas bonitas no Instagram", diz Tyne-Lexy Clarson. Ela conta que tinha apenas 19 anos quando recebeu a primeira proposta desse tipo: um estranho ofereceu 20 mil libras (R$ 110 mil) para que ela jantasse com ele. O conteúdo das ofertas só piorou depois que ela participou da segunda temporada do reality show Love Island. Por email, uma agência ofereceu a ela 50 mil libras (R$ 274 mil) por cinco noites em Dubai — a proposta continha um termo de confidencialidade garantindo que os detalhes das exigências feitas a ela durante a viagem permaneceriam em segredo. Tyne-Lexy conta que recusou, mas teme que influenciadoras menos bem-sucedidas podem se sentir pressionadas a "manter as aparências" e tornar-se vulneráveis a esse tipo de transação. "É muito dinheiro para algumas pessoas, quantias que podem mudar a vida de alguém." 'Transação importante' Rosie Williams, que participou da terceira temporada de Love Island, diz que recebeu uma oferta de 100 mil libras (R$ 548 mil) por ano, além de roupas e bolsas de luxo, para ser acompanhante de um homem em Dubai. Rosie diz que essas propostas não são discutidas entre as influenciadoras Rosie Williams via BBC Ao programa, ela mostrou uma das mensagens recentes, de um homem que dizia estar em Dubai. No texto, ele afirmava que o contato podia surpreendê-la, mas que tinha uma "transação importante" que gostaria de compartilhar com Rosie — uma linguagem, segundo ela, bastante usada nesse tipo de comunicação. A influenciadora diz que nunca se sentiu tentada por ofertas do tipo, mesmo diante da grande quantia de dinheiro. Para Rosie, esse é um lado não previsto da fama. "Você ouve alertas sobre as críticas, sobre o fato de que sua vida vai mudar dramaticamente, mas nunca ninguém te avisa que você pode ser comprada por um homem." De acordo com ela, ninguém fala sobre esse assunto no mundo das influenciadoras. "Ou você está numa posição em que não precisa disso, então não discute o tema, ou você já aceitou uma dessas ofertas e tem vergonha de dizer." 'Degradada e violada' A produção do programa de Victoria Derbyshire viu diversas mensagens recebidas pelas influenciadoras. As abordagens variam, de homens sugerindo sexo de forma direta a intermediários representando um cliente rico. Provas enviadas por uma fonte anônima, que se identificou como uma estrela de reality show, mostram que ela recebeu uma oferta de 10 mil libras (R$ 55 mil) por sexo, durante uma viagem de férias. "Isabel" conta que foi contatada no Instagram por um homem dez anos anos mais velho que ela, depois de aparecer em um programa de talentos na TV britânica. "Primeiro, ele me ofereceu bolsas de marcas de luxo. Ele tinha um fetiche por ser financeiramente dominante, então ficava excitado por gastar centenas de libras em produtos para mim", explica. "Eu também estava sofrendo para manter meus seguidores engajados. Acho que foi por isso que aceitei a oferta." "Ele foi muito agradável quando eu estava lá. No jantar, começamos a beber e ele fez perguntas sobre as minhas finanças — eu contei que tinha uma dívida de 5 mil libras (R$ 27 mil). Ele disse: 'Transe comigo e eu te dou o dobro disso'." "Isabel" diz que aceitou a oferta. "Fiquei muito decepcionada comigo mesma, me senti degradada, violada." Ela insiste, porém, que essa não é uma forma de prostituição. "É uma relação orientada a um objetivo específico, que progride com o tempo... Enquanto no caso da prostituição você combina uma quantia com um estranho." Exploração O grupo feminista Object (palavra que, em inglês, pode significar tanto "objeto" como "opor-se a alguma coisa"), que luta contra a objetificação sexual de mulheres, diz que entende por que influenciadoras aceitam as ofertas "altamente tentadoras". Heather Brunskell-Evans, integrante do Object, diz que "as mulheres que estão envolvidas com isso não vão querer falar em prostituição. A realidade é que elas estão vendendo seus corpos por dinheiro". "Esses homens estão oferecendo a elas tudo de que precisam para ser bem-sucedidas como influenciadoras, mas, no fim das contas, isso é exploração. E essas mulheres terão de fazer coisas por dinheiro com as quais elas não querem ser associadas, que as deixam envergonhadas." O agente de celebridades Rob Cooper afirma que as ofertas não se restringem a mulheres. Ele cita o caso de um homem que recebia propostas de dinheiro em troca de sexo regularmente. "Eu diria que influenciadores conhecidos ou estrelas de reality shows recebem mensagens assim diariamente." De acordo com ele, as redes sociais deveriam exigir a identidade das pessoas que criam contas em suas plataformas — como o passaporte ou o número da identidade. Um porta-voz do Facebook afirmou que "o aliciamento sexual não é tolerado pelo Instagram, e aqueles que violarem nossas regras repetidamente serão banidos. Queremos que o Instagram seja um espaço seguro para que as pessoas se expressem. Investimos bastante em ferramentas e tecnologias para evitar o assédio na plataforma". Veja Mais

Sucesso entre os jovens, Lagum levará disco 'Coisas da Geração' para o Planeta Atlântida

G1 Pop & Arte No Spotify são mais de 3 milhões de ouvintes mensais e, no Youtube, a maioria das canções tem cerca de 10 milhões de visualizações. O show do quinteto mineiro no festival acontece na sexta (31). Quinteto mineiro fará sua estreia no Planeta Atlântida 2020 Julia Amaral/Divulgação A banda mineira Lagum é uma das atrações mais aguardadas pelos planetários que irão marcar presença no Planeta Atlântida 2020. Com dois discos de estúdio lançados, o grupo formado por Pedro (vocal), Otávio (guitarrista), Chicão (baixista), Jorge (guitarrista) e Tio Wilson (baterista) não vê a hora de pisar no palco do festival. “A gente sempre teve muita vontade de participar do Planeta. É um festival diferenciado. Finalmente esse ano rolou”, conta Pedro Calais, vocalista da banda. O Lagum se apresenta no Palco Atlântida, no primeiro dia de festival, 31 de janeiro. Para Pedro, não vai ser a primeira vez na Saba. Na última edição, em 2019, ele participou do show do cantor Vitor Kley. “Desde aquele dia tocar no Planeta virou uma expectativa muito grande", diz. Veja o vídeo da participação abaixo. Vitor Kley canta com Pedro Calais no Planeta Atlântida 2019 Em entrevista por telefone ao G1, o vocalista da banda adiantou o lançamento do terceiro disco do grupo para 2020. “Já estamos trabalhando nele. É para o segundo semestre deste ano”, contou. Ainda para este ano, a banda deseja continuar crescendo. “Está dando tudo certo e só queremos que isso continue. Conseguimos viver da música, viajar, colocar nossa verdade ali e ao mesmo tempo ter uma notoriedade no mercado”, diz Pedro. Miscelânea de sonoridades O Lagum se orgulha em dizer que colocar diversos ritmos nas suas canções e busca retratar os gostos pessoais de cada um dos cinco integrantes. “Cada um curte uma parada, então a gente tem várias opiniões na hora da produção”, conta Pedro. Mas para eles, o que influencia ainda mais na produção com ritmos diversos é a forma como as pessoas ouvem música hoje. “Todo mundo ouve música em playlist. É difícil alguém comprar um disco e escutar o mesmo artista ali durante uma hora”, acredita Pedro. “Eu sou muito assim, na minha playlist tem Kevin O Chris, Charlie Brown Jr. E aí eu fico escutando isso o dia inteiro e vai variando. Acho que a galera é assim. Gosta de ouvir coisas diferentes de um mesmo artistas”, diz. Lagum vai mostrar um repertório completo com os singles do grupo Julia Amaral / Divulgação Coisas de Geração O “Coisas de Geração” é o segundo disco de estúdio da banda. “É um disco grande, com 14 faixas e que vem dando muito certo. A gente colocou muita verdade em todas as músicas”, conta Pedro. Segundo o vocalista, a inspiração para as canções vem de experiências pessoais dos cinco integrantes. “É o que a gente vive que está ali nas músicas. Acho que sempre quando tem uma história por trás, a galera cria uma identificação não só com a música, mas com o artista’, diz. Para o show no Planeta Atlântida, a banda pretende tocar as canções dos dois discos e todos os singles já lançados. “É um processo difícil pois tem algumas músicas que gostamos muito mas temos que deixar para trás”, destaca. “Queria que todo mundo fosse. É nossa primeira vez no Planeta e vai ser muito importante essa primeira ida. Não pode faltar ninguém”. Integrantes da banda Lagum contam o que estão preparando para o Planeta Atlântida 2020 Veja Mais

Sobrinho-neto de Carmen Miranda, Ricardo Richaid lança o primeiro álbum

G1 Pop & Arte Disco 'Travesseiro feliz' sai em março com participações de Ana Frango Elétrico, José Ibarra e Marcos Suzano. O cantor, compositor e músico carioca Ricardo Richaid lança em 20 de março o primeiro álbum, Travesseiro feliz, com som caracterizado pelo artista como “tropicalismo industrial”. Mixada com a paixão de Richaid por jazz e rock, além da música psicodélica e dos sons do Clube da Esquina, a influência da Tropicália faz sentido quando se conhece a genealogia do artista. Neto da cantora Aurora Miranda (1915 – 2015), com quem viveu até os 17 anos, Richaid é, por extensão, sobrinho-neto da irmã de Aurora, Carmen Miranda (1909 – 1955), primeiro ícone tropicalista do Brasil no imaginário mundial. No álbum Travesseiro feliz, cuja capa expõe arte criada por Sophy Hollington com alusões a signos tropicalistas, Richard canta uma das músicas do repertório inteiramente autoral, VIP Xuxa, com Ana Frango Elétrico, cantora e compositora carioca que também reverbera as liberdades sonoras conquistadas com a Tropicália. Aliás, o time de convidados do disco vem sobretudo da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Marcos Suzano toca percussão em outra das nove faixas, Só na darkzera. José Ibarra é parceiro de Richaid em Outra, música na qual, além de ter posto voz, tocou surdo e caxixi. Com Nina Richaid, Ricardo assina e canta Formigas. Capa do álbum 'Travesseiro feliz', de Ricardo Richaid Arte de Sophy Hollington Além de pilotar instrumentos como baixo, violão e guitarra, o artista assina a produção e a direção musical do álbum gravado entre outubro de 2018 e fevereiro de 2019 em estúdios da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Além das músicas já mencionadas, o repertório autoral do álbum Travesseiro feliz inclui Ave apoena, Drone, Largado nu – faixa já disponível em single – e Maracas enterprise, composição agregada com Frio da manhã na faixa que abre o disco. O álbum Travesseiro feliz será editado em LP, em CD e em edição digital pelo selo inglês Far Out Recordings. Paralelamente à carreira solo iniciada com a edição do álbum Travesseiro feliz, Ricardo Richaid integra a atual formação da banda de rock progressivo Anjos de vidro, liderada por Luciano Strazzer. Veja Mais

'BBB20' começa nesta terça-feira; Veja tudo o que você tem que saber do 'Big Brother Brasil'

G1 Pop & Arte Novos poderes do líder, celular liberado e muro dividindo participantes estão entre as novidades da edição. Famosos e anônimos vão dividir a casa no reality show da Globo. Os 18 participantes do BBB20, anunciados no sábado (18) Divulgação/Globo O "BBB20" começa nesta terça (21) com uma edição inédita: anônimos e famosos dividirão a casa. Mais uma vez o apresentador Tiago Leifert comenda o programa. Os competidores disputam o prêmio de R$ 1,5 milhão. 'BBB20': veja quem são os participantes desta edição Veja perguntas e respostas sobre o 'Big Brother Brasil': Quantos participantes vão entrar na casa? Por enquanto, foram anunciados 18 participantes, com divisão igual entre homens e mulheres. Mas Boninho, diretor do programa, deu uma pista em seu Instagram neste domingo (19): Com a equação "+4 = 2", o diretor disse que "esse time ainda terminou, vem mais". Initial plugin text Como será feita a divisão da casa? Os participantes vão se dividir em dois grupos: No "camarote" ficam os convidados pelo programa, atores, cantores, jogadores, influenciadores e pessoas conhecidas na internet; Na "pipoca", estão as pessoas anônimas que se inscreveram no programa. Grupos ficarão separados por um muro e só vão se comunicar por voz neste início de programa. Quem são os famosos? Bianca Andrade, blogueira do canal 'Boca Rosa', em lançamento de DVD de Ludmilla em São Paulo Celso Tavares/G1 A cantora e atriz Manu Gavassi A youtuber de maquiagem Bianca Andrade, conhecida como Boca Rosa O youtuber Pyong Lee O ator carioca Babu Santana, que interpretou Tim Maia no filme sobre o cantor A cantora Gabi Martins O surfista Lucas Chumbo As influenciadoras Mari Gonzalez e Rafa Kalimann E o atleta de ginástica artística Petrix Barbosa O líder terá mais poderes? O líder continuará com seus poderes de indicar um brother ao paredão, ser imune e convidar participantes para seu quarto VIP, mas também ganhará outro poder importante: é ele que vai escolher quem fica na cozinha vip ou na xepa. "A tendência é que eles durmam muito pouco e comam muito mal. O que começa a fazer uma diferença imensa ao longo do jogo", disse Tiago Leifert em entrevista à Ana Maria Braga. Como assim, celular está liberado? Sim! Em um programa cheio de influenciadores, o celular está liberado. Mas, o aparelho não terá conexão de telefone ou internet. Ele servirá para os brothers fazerem fotos e vídeos que vão compor o Feed BBB, disponível na sala da casa para eles, e na internet para os espectadores. BBB: Relembre quais foram os vencedores de todas as edições Veja Mais

Depois de Alvim, quem mais?

G1 Pop & Arte O Secretario Especial da Cultura Roberto Alvim durante reunião com Irene Ferraz do Instituto Brasileiro do Audiovisual (Escola Darcy Ribeiro) em janeiro de 2020 Clara Angeleas/Secretaria Especial da Cultura Já me referi a Roberto Alvim em três de minhas colaborações para o G1. Primeiro, em 8 de agosto, a propósito de sua nomeação para cuidar do teatro da Funarte. Segundo, em 12 de novembro, quando ele foi escolhido por Jair Messias Bolsonaro como o homem que ia salvar a cultura da nação. Por fim, no fim do ano, quando me atrevi a fazer uma projeção nada otimista para este 2020 que, mal se inicia, já tem Roberto Alvim sendo outra vez notícia. Agora, para sua desdita. Como já falei de mais deste estranho personagem de nosso mundo inteligente, poupo-o agora. Deixo-o para que aproveite em sossego a merecida aposentadoria compulsória a que foi condenado por um presidente ingrato. Sim, porque Bolsonaro devia a Alvim, no mínimo, no mínimo, a tentativa de dar à nossa cultura um rumo nitidamente fascistoide. Certo, a palavra deve ser empregada com cuidado. Fascismo e derivados são termos com que, em geral, o lado de cá xinga o lado de lá, para ser xingado de volta da mesma forma. Fascista, em termos de ofensa, é quem pensa diferente de quem ofende. Mas, na verdade, é algo mais sério: política nacionalista, antiliberal, antidemocrática, que prevê uso de força para se ter nas mãos todos os segmentos da sociedade. É política que tão mais eficaz quanto mais censurados forem palavras e ideias de quem se opõe a ela. Pode ser que, até a histórica sexta-feira de 17 de janeiro, soasse como xingamento dizer que o projeto do governo para a cultura fosse, numa palavra, fascistoide. Porém, o plágio a Joseph Goebbels, um dos ideólogos do nazifascismo, ao som da música de Wagner, o compositor favorito do Terceiro Reich, partindo do homem ao qual nossa cultura foi entregue com “carta branca”, nos autoriza a usar a palavra. Como, no mesmo dia em que Alvim lembrou Goebbels, Bolsonaro exultou com o fato de, “depois de décadas, agora sim temos um secretário de cultura de verdade”, e como, já no dia seguinte, sua reação à fala de Alvim só aconteceu depois de muita pressão, de dentro e de fora do país, é de se acreditar que o presidente não pense muito diferente. Por aí, de que adianta especularmos agora sobre quem será o novo secretário de cultura? Regina Duarte ou Dante Mantovani, Carlos Vereza ou um bispo evangélico, pouco importa. Seja quem for, com ou sem coincidência retórica, terá de seguir pelo caminhos da arte heroica, nacionalista, conservadora, de luta contra ideologias de esquerda, com suas ações amparadas em profunda ligação com Deus, a pátria e família, Ou será tudo isso... ou não será nada. Veja Mais

'Vambora, com muito amor no coração', escreve Regina Duarte, sem dizer se entrará para o governo

G1 Pop & Arte Atriz foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir a Secretaria Nacional da Cultura e tem reunião com ele nesta segunda. Atriz Regina Duarte participa de seminário, em imagem de 2016 Flavio Moraes/G1 A atriz Regina Duarte escreveu em uma rede social nesta segunda-feira (20) que terá uma conversa "olho no olho" com o presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro. Ela termina o texto dizendo: "vambora, com muito amor no coração". Em nenhum momento, a atriz confirma se vai aceitar o convite do presidente para assumir a Secretaria Nacional da Cultura. "Olha só , querido seguidor, que dia importante para ter sido chamada ao Rio para uma conversa 'olho no olho' do nosso Presidente da República", postou Regina Duarte. "De tudo quero tirar uma lição , um aprendizado . E vambora ! Com muito amor no coração", concluiu a atriz. A postagem faz referência ao dia de São Sebastião, padroeiro do Rio, celebrado nesta segunda-feira (20). "Olha quanta simbologia contém a vida deste homem santo . Tenho sido -e quero continuar sendo - GRATA à VIDA por tudo que ela me apresenta", diz a mensagem. Até as 14h30, o post já tinha respostas de outros atores, como Narjara Turetta e Márcio Garcia. A deputada Carla Zambelli (sem partido-SP), aliada de Bolsonaro, também comentou na postagem. Secretário demitido Na sexta-feira (17), o então secretário nacional de Cultura, Roberto Alvim, foi demitido por Bolsonaro. Alvim publicou nas redes sociais um vídeo no qual faz um discurso com frases semelhantes às usadas por Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do governo nazista de Adolf Hitler. Roberto Alvim, secretário de Cultura do presidente Jair Bolsonaro Reprodução/TV Globo O nome de Regina Duarte surgiu dentro do governo como o favorito para a vaga de Alvim. Até esta segunda, ainda não havia uma confirmação se a Cultura permaneceria como secretaria vinculada ao Ministério do Turismo, ou se voltaria a ter status de ministério. Na agenda oficial da Presidência para esta segunda, não consta a conversa com a atriz. Bolsonaro viajou para o Rio nesta manhã. Na agenda, estão marcados uma reunião com o prefeito da cidade, Marcelo Crivella, e um almoço com oficiais da Marinha. Assim como Goebbels havia afirmado em meados do século XX que a "arte alemã da próxima década será heroica” e “imperativa”, Alvim afirmou que a “arte brasileira da próxima década será heroica” e “imperativa” Compare as falas: Alvim “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada” Goebbels “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada" Initial plugin text Veja Mais

Francisco, El Hombre solta 'Matilha' para reforçar militância da banda

G1 Pop & Arte Capa do single 'Matilha :: coleira ou cólera', da banda Francisco, El Hombre Divulgação Resenha de single Título: Matilha :: coleira ou cólera Composição: Mateo Piracés-Ugarte, Juliana Strassacapa, Sebastián Piracés-Ugarte, Andrei Martinez Kozyreff e Rafael Gomes da Silva Artista: Francisco, El Hombre Gravadora: Edição independente da banda Cotação: * * * * ♪ Matilha :: coleira ou cólera, single lançado pela banda paulista Francisco, El Hombre em 17 de janeiro, confirma a coerente ideologia política desse quinteto que vem ganhando relevância a cada dia após ter apresentado dois álbuns incendiários, Soltasbruxa (2016) e Rasgacabeza (2019). “Faço afronte, faço a frente / A matilha é persistente / Se recria o horizonte quando a gente toma a frente / Canta aí, canta aí: / Educar e Resistir / Canta aí até fazer ele cair e tremer / A Matilha faz o chão tremer... / Faz o chão tremer!”, brada a banda com energia, pregando união, resistência e combate na acelerada e raivosa batida roqueira de Matilha :: coleira ou cólera. Inédita, a composição tem autoria creditada aos cinco integrantes de Francisco, El Hombre (Mateo Piracés-Ugarte, Juliana Strassacapa, Sebastián Piracés-Ugarte, Andrei Martinez Kozyreff e Rafael Gomes da Silva). O vigor militante da música é potencializado pelas impactantes imagens do clipe filmado em rua do centro da cidade de São Paulo (SP) com elenco que inclui estudantes, integrantes do movimento indígena e agricultores. Áudios inseridos no clipe aludem a crimes de homofobia, racismo e à violência das periferias que vitima cotidianamente a população mais pobre. Ao soltar os bichos nesse single alinhado à esquerda na polarização em voga no Brasil de 2020, a banda Francisco, El Hombre se mostra cada vez mais relevante na trincheira do universo pop nacional, provando que o pulso do rock brasileiro ainda pulsa, mesmo que o som da banda extrapole a fronteira do rock. Veja Mais

Cantor e compositor David Olney passa mal e morre durante show nos Estados Unidos

G1 Pop & Arte 'Olney estava no meio de sua terceira música quando ele parou, pediu desculpas e fechou os olhos', descreveu colega de palco. Músico tinha 71 anos. Cantor e compositor David Olney Divulgação/Gregg Roth O cantor e compositor David Olney morreu durante um show no último sábado (18) nos Estados Unidos. O americano tinha 71 anos e passou mal no meio de sua performance em um festival de compositores na Flórida. A informação foi revelada pela cantora Amy Rigby, que se apresentava ao lado dele. "Olney estava no meio de sua terceira música quando ele parou, pediu desculpas e fechou os olhos", disse a cantora. Segundo Rigby, todos acharam que ele havia tirado um momento para descansar. "[O cantor] Scott Miller teve a presença de espírito de dizer que precisávamos revivê-lo. Médicos na platéia e no pessoal da 30A estavam trabalhando tão duro para reanimá-lo", descreveu. Segundo o agente de Olney, ele sofreu uma parada cardíaca. O cantor e compositor começou a carreira em 1973, com uma banda indie alternativa. Em carreira solo, lançou mais de 20 álbuns. Veja Mais

Joaquin Phoenix leva SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA; veja vencedores

G1 Pop & Arte Elenco de 'Parasita' e 'The crown' também foram premiados em festa que aconteceu na noite deste domingo (19). Joaquin Phoenix vence o 26º SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA Photo/Chris Pizzello Joaquin Phoenix levou mais um prêmio por seu trabalho em "Coringa". Após vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator de Drama, ele faturou o SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA, na categoria de Melhor Ator. Robert de Niro foi o grande homenageado desta edição. A festa de premiação aconteceu na noite deste domingo (19), em Los Angeles. O prêmio anual entregue pela entidade é considerado um dos termômetros do Oscar. Isso porque, além de ter grande parte dos 7 mil membros votantes da Academia, a organização também utiliza um sistema bem parecido de votação em sua premiação. Há categorias de TV e de cinema. Trailer de 'Parasita' O longa “Parasita” entrou para a história do prêmio sendo o primeiro filme de língua estrangeira a vencer a categoria de Melhor Elenco do SAG Awards. O filme do coreano Bong Joon-Ho bateu os filmes “Bombshell", "Jojo rabbit", "Era uma vez em... Hollywood" e "O irlandês". Confira os vencedores do 26º SAG Awards: Cinema Melhor elenco: "Parasita" Melhor atriz: Renée Zellweger - "Judy" Melhor ator: Joaquin Phoenix - "Coringa" Melhor ator coadjuvante: Brad Pitt - "Era uma vez em... Hollywood" Melhor atriz coadjuvante: Laura Dern - "História de um casamento" Melhor Elenco de Dublês em Filme: “Vingadores: Ultimato” Televisão: Melhor ator em telefilme ou minissérie: Sam Rockwell - "Fosse/Verdon" Melhor atriz em telefilme ou minissérie: Michelle Williams - "Fosse/Verdon" Melhor ator em série de drama: Peter Dinklage - "Game of thrones" Melhor atriz em série de drama: Jennifer Aniston - "The morning show" Melhor ator em série de comédia: Tony Shalhoub - "The marvelous mrs. Maisel" Melhor atriz em série de comédia: Phoebe Waller-Bridge - "Fleabag" Melhor elenco em série de comédia: "The marvelous mrs. Maisel" Melhor elenco em série de drama: "The crown" Melhor Elenco de Dublês em série de comédia ou drama: "Game of thrones" Veja Mais

Rapper YG é preso nos Estados Unidos por suspeita de roubo

G1 Pop & Arte Americano é mantido sob fiança de US$ 250 mil. Ele foi preso dois dias antes de sua apresentação no Grammy 2020, que acontece no domingo (26). YG canta no Coachella, em 2019 Amy Harris/Invision/AP O rapper YG foi preso nesta sexta-feira (24) em sua casa, em Los Angeles, por suspeita de roubo. Ele tem apresentação marcada na premiação do Grammy 2020 no domingo (26). Keenon Jackson, o nome de batismo de YG, está detido sob fiança de US$ 250 mil, segundo o site da revista "Hollywood Reporter". A polícia não deu mais detalhes sobre a prisão ou sobre o suposto roubo. Em julho, as autoridades vasculharam sua casa por causa de um tiroteio em Compton que matou uma pessoa. O rapper não foi ligado ao caso. YG deve se apresentar na premiação ao lado de nomes como John Legend e Meek Mill em um tributo a Nipsey Hussle, rapper morto a tiros em 2019. Veja Mais

'Bambi' vai ganhar nova versão realista da Disney, diz revista

G1 Pop & Arte Segundo 'Hollywood Reporter', filme deve usar tecnologia parecida à do novo 'O rei leão' e já tem roteiristas contratadas. Cena de 'Bambi' Divulgação A Disney vai lançar uma nova versão realista de outra de suas animações clássicas, "Bambi" (1942). Segundo o site da revista "Hollywood Reporter", a ideia é usar a mesma tecnologia de regravações recentes como "Mogli - O menino lobo" (2016) e "O rei leão" (2019). Para a atualização da história, o estúdio contratou as roteiristas Geneva Robertson-Dworet ("Capitã Marvel") e Lindsey Beer ("Sierra Burgess é uma loser"). A produtora Depth of Field ("A despedida") vai cuidar do filme. O original contava a história de um jovem cervo que cresce na floresta com a ajuda de seus amigos, um coelho e uma gambá, e foi indicado a três Oscars. Ainda não há previsão de lançamento para a nova versão. Veja Mais

Organização do Grammy nega acusações de fraude em processo de indicação dos artistas

G1 Pop & Arte Ex-diretora da Academia da Gravação, Deborah Dugan disse que seleção dos indicados é cheia de conflitos de interesse. Premiação acontece neste domingo (26). Dua Lipa ganhou Grammy de revelação e de melhor gravação dance Mario Anzuoni / Reuters Os organizadores do Grammy negaram, na quinta-feira, acusações de que os indicados para os principais prêmios são fraudados, chamando as alegações de "categoricamente falsas e enganosas". Alegações de que o processo de indicações para o Grammy é cheio de conflitos de interesse foram feitas em uma queixa apresentada no início desta semana pela ex-diretora-executiva da Academia da Gravação, Deborah Dugan, após ser colocada em licença administrativa. Dugan repetiu as alegações em entrevistas para dois programas matinais na quinta-feira, poucos dias antes da cerimônia do Grammy, no domingo, em Los Angeles. A Academia informou que a premiação está mantida conforme planejado. Bill Freimuth, diretor do prêmio, negou as acusações de Dugan: "As alegações ilegítimas de que membros ou comitês usam nosso processo para promover indicações para artistas com quem eles têm relacionamentos são categoricamente falsas, enganosas e erradas." Freimuth disse que o objetivo da Academia "é garantir que o processo dos Prêmios Grammy seja conduzido de maneira justa e ética e que o júri faça suas escolhas com base apenas na excelência artística e nos méritos técnicos das gravações elegíveis". Dugan foi afastada em 17 de janeiro, cinco meses depois de ser a primeira mulher a assumir o cargo de executiva-chefe e presidente da Academia de Gravação. À época, a organização informou que a medida fora tomada em resposta a uma alegação de má conduta feita contra Dugan por um membro sênior da equipe, mas não deu detalhes. Dugan apresentou uma queixa que alegava discriminação de gênero, retaliação ilegal e remuneração desigual. Em dezembro, a Academia informou que dobraria o número de mulheres em seu júri até 2025, acrescentando 2.500 integrantes. Veja Mais

Participante de reality britânico é detonado nas redes após sugerir venda de pele de coalas mortos em incêndios na Austrália

G1 Pop & Arte Ryan-Mark Parsons, que esteve na 1ª temporada de 'The Apprentice' na versão britânica,participou de programa de TV e falou sobre o assunto. 'Ideia completamente doente', devolveu apresentadora. Ryan-Mark Parsons durante o "Good Morning Britain " Reprodução/Youtube Ryan-Mark Parsons, participante da 15ª temporada do reality show "The Apprentice" na versão britânica, foi detonado nas redes sociais após sugerir que a pele dos coalas mortos nos incêndios florestais da Austrália sejam vendidas como produtos de luxo. O empresário Ryan, de 19 anos, falou sobre o assunto durante sua participação no programa "Good Morning Britain", no qual esteve ao lado da ativista Wendy Turner Webster. Durante os incêndios florestais na Austrália, ao menos 8 milhões de hectares foram atingidos pelos incêndios e 1 bilhão de animais foram mortos. O drama dos coalas encurralados pelo fogo nos incêndios florestais na Austrália Durante a atração, Ryan sugeriu a "capitalização" da tragédia, transformando os "animais mortos em algo que alguém poderia vestir". A justificativa de Ryan para a sugestão é que "o dinheiro gerado com as mercadorias vendidas poderiam ser revertidos para instituições que cuidam de animais" e insistiu que seu grupo de amigos estava empolgado com a sugestão, já que as peças seriam "exclusivas”, uma vez que a retirada da pele de coala é ilegal. Segundo a imprensa internacional e relatos nas redes sociais, os telespectadores ficaram horrorizados com a sugestão de Ryan, afirmando que a ideia “era completamente nojenta”, "grotesca" e que o jovem era "idiota" e "sem empatia". Susanna Reid, que apresentava a atração, chamou a atenção do jovem afirmando que "a ideia era completamente doente". Mulher salva coala que estava machucado em incêndio florestal na Austrália Veja Mais

Pesquisa sobre artistas em ascensão no YouTube aponta 10 apostas musicais para 2020

G1 Pop & Arte Lista feita pelo site de vídeos com dados de buscas e visualizações tem músicos brasileiros que despontam no funk, sertanejo, gospel, trap, pisadinha, brega-funk e outros estilos; veja. Agnes Nunes Divulgação/Ascom O YouTube divulgou nesta sexta-feira (24) uma lista de dez novos músicos "para ficar de olho" em 2020. A pesquisa foi feita pelo site de vídeos do Google a partir de dados de visualizações, tendências de buscas e menções nas redes. A lista tem brasileiros que despontam no funk, sertanejo, gospel, trap, pisadinha, brega-funk e outros estilos. A empresa destacou a "diversidade de gêneros da música brasileira" ao divulgar o levantamento. "Acreditamos que há grandes chances de estes artistas serem elevados a um novo patamar em termos de exposição e reconhecimento do público e da mídia no decorrer deste ano", disse Flávio Marcondes, diretor de Programação do YouTube Music para América Latina. Veja a lista: Agnes Nunes: cantora de R&B, já colaborou com Tiago Iorc e Xamã (saiba mais) Davizinho: cantor de pagode, prepara DVD com Rodriguinho e outros (saiba mais) Eric Land: cantor de pisadinha, aposta do escritório de Wesley Safadão (saiba mais) Guilherme & Benuto: dupla sertaneja que já compôs para Lucas Lucco e Cristiano Araújo João Figueiredo: cantor gospel que gravou "Eu vou", com participação da Casa Worship Jovem Dex: cantor de trap baiano que já soma 100 milhões de views no site JS O Mão de Ouro: DJ de brega-funk que produziu hits como “Sentadão” e “Tudo OK” (saiba mais) Pedro Sampaio: produtor e cantor carioca de funk e pop, também gravou "Sentadão" Ruxell: produtor de hits de Iza e Gloria Groove, também investe em carreira própria (saiba mais) Urias: cantora e modelo trans, amiga de Pabllo Vittar, teve destaque com "Diaba" (saiba mais) Dos dez nomes levantados pelo YouTube, três são iguais aos da lista de promessas musicais para 2020 do G1: Eric Land, Pedro Sampaio e JS O Mão de Ouro. Ouça o podcast G1 Ouviu abaixo: Rodeio de Jaguariúna teve apresentação de Pedro Sampaio Julio Cesar Costa Veja Mais

Melim celebra bom momento da carreira: 'Queremos transmitir coisas boas'

G1 Pop & Arte Banda se apresenta no Planeta Atlântida 2020 no sábado, 1º de fevereiro. É a segunda vez que os três irmãos participam do festival. Rodrigo, Gabriela e Diogo se apresentam no festival na segunda noite (1º) Sérgio Blazer / Divulgação O Planeta Atlântida já não é mais uma novidade na carreira da Banda Melim. O grupo, composto pelos irmãos Rodrigo, Gabriela e Diogo, se apresenta pela segunda vez no festival em 2020. A apresentação será no sábado (1º). A banda toca pela primeira vez no Palco Planeta, o maior palco do festival. “O show do ano passado foi pura positividade e carinho, galera cantando do início ao fim, foi emocionante. Ficamos muito felizes de sermos convidados mais uma vez”, revela Rodrigo. Lançados para o Brasil no programa SuperStar, da Globo, em 2016, os irmãos estão com a carreira cada vez mais consolidada, com hits de sucesso e parcerias com grandes nomes da música nacional, como Sandy, Ivete Sangalo, Nando Reis e Anitta. “Pra nós foi uma honra participar do trabalho desses artistas incríveis, que são inspirações pra gente”, diz. Em entrevista ao G1, por e-mail, a banda fala sobre a expectativa e os planos para o show no Planeta, e adianta um novo álbum e uma nova turnê em 2020. G1 - Vocês vão fazer a segunda apresentação da banda no Planeta Atlântida 2020, já que estrearam na edição do ano passado. Como foi essa experiência na carreira de vocês? Rodrigo Melim - Ficamos muito felizes de sermos convidados pra tocar no Planeta mais uma vez, um festival que a gente adora. O show do ano passado foi pura positividade e carinho, galera cantando do início ao fim, foi emocionante. G1 - Qual a expectativa para o show de 2020? Rodrigo Melim - Curtir bastante, transmitir coisas boas, somar na vida das pessoas com música e mensagem, aproveitar pra celebrar o ótimo momento da nossa carreira e matar a saudade do público gaúcho. G1 - Neste ano que passou vocês fizeram parcerias com artistas como Sandy e Ivete Sangalo. Como foram estes trabalhos? Rodrigo Melim - Pra nós foi uma honra participar do trabalho dessas artistas incríveis, tanto a Sandy quanto a Ivete são inspirações pra gente, as canções ficaram lindas, ganharam clipes e foram muito bem recebidas por todos. Tivemos outros convites também, como Nando Reis e Rael, dois caras que adoramos, cada parceria é como um presente que a gente recebe. G1 - Recentemente vocês lançaram um trabalho com a Anitta também, a música "Meu Mel". Falem um pouco sobre essa parceria? Rodrigo Melim - Sim, encontramos ela numa apresentação que fizemos juntos, de lá fomos nos conhecendo, nos aproximando, até que rolou esse convite super especial, e o difícil foi conciliar as agendas pra fazer o clipe. Aproveitamos que a gente ia tocar no mesmo cruzeiro e gravamos! Anitta é uma artista admirável, super profissional, adoramos trabalhar juntos e "Meu Mel" ficou demais. G1 - O que estão preparando para o show do Planeta. De repente alguma parceria? Rodrigo Melim - A ideia é que seja algo bem alto astral e cheio de amor, preparamos um show diferente do ano passado, no repertório tem canções do nosso primeiro álbum, alguns feats que fizemos, novas releituras, e o single "Gelo" não pode faltar. G1 - Qual a relação que a Melim tem com o público gaúcho? Rodrigo Melim - Fomos abraçados com muito carinho pela galera do Sul, são muito educados e receptivos, acho que o som que um artista faz diz muito sobre o público, o fato de cantarmos coisas leves, good vibes e positivas, acaba atraindo pessoas de bem. Estamos ansiosos pra rever essa galera toda. G1 - Quais são os planos da banda para o ano de 2020? Rodrigo Melim - 2020 terá muitas surpresas, nova turnê, novo álbum e quem sabe até um DVD. Estamos trabalhando bastante pra isso acontecer da melhor forma. G1 - Mandem um recado para o público gaúcho que está ansioso para acompanhar o show de vocês. Rodrigo Melim - Galera linda, logo estaremos aí no Planeta Atlântida pra cantarmos muito, vivermos um momento único e inesquecível, esperamos todos vocês, viu? Um beijão nosso e até lá! Veja Mais

Autor de 'Pingos de amor', Paulo Diniz faz 80 anos com obra em processo de redescoberta

G1 Pop & Arte Há projetos de documentário, biografia e tributo para despertar o interesse pelas músicas desse artista famoso na década de 1970. O cantor e compositor pernambucano Paulo Diniz completa 80 anos na sexta-feira, 24 de janeiro Max Levay / Divulgação ♪ MEMÓRIA – Há quem pense que ele é baiano, por conta dos versos de músicas como Bahia comigo (1972) e sobretudo Quero voltar pra Bahia (1970), compostas com o já falecido parceiro Odibar Moreira da Silva, este, sim, oriundo da Bahia. Mas o cantor e compositor Paulo Diniz é pernambucano, nascido em 24 de janeiro de 1940 em Pesqueira (PE), cidade encrustada no agreste de Pernambuco. Atualmente recluso em Boa Viagem, bairro abastado do Recife (PE), Paulo Diniz chega aos 80 anos na sexta-feira, 24, com a obra em processo de reavaliação e redescoberta. Em evidência no início da década de 1970, quando o artista residia no Rio de Janeiro (RJ), cidade para onde migrara nos anos 1960 para trabalhar no rádio, o cancioneiro autoral de Paulo Diniz destaca músicas como Pingos de amor – mais uma parceria do compositor com Odibar, lançada em 1971 na voz de Diniz e revitalizada pelo grupo Kid Abelha em gravação de 2000 – e Um chope pra distrair, outra parceria com Odibar, também de 1971. Essas músicas deverão ecoar nos próximos anos em diversas plataformas. Max Levay prepara documentário sobre o artista. O jornalista pernambucano José Teles arquiteta o projeto de biografia sobre o autor de O chorão no dentista (1967), música de titulo alusivo ao nome do primeiro sucesso do cantor, O chorão (Edson Mello e Luiz Keller, 1966). Paralelamente, jovens compositores do Recife (PE) redescobrem o cancioneiro – até então desconhecido por essa geração – de Diniz. O cantor, compositor e pianista Zé Manoel, por exemplo, integra o elenco de tributo que reverencia o legado do compositor e que está previsto para entrar em cena neste ano de 2020 na cidade de São Paulo (SP). O próprio Paulo Diniz planeja festejar os 80 anos com lançamento de música inédita. De todo modo, para muitos, composições como Ponha um arco-íris na sua moringa – outra parceira com Odibar, de 1970 – podem soar como inéditas no Brasil pop sertanejo de 2020. Sem Odibar, Paulo Diniz musicou versos de poetas como Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987) e Manuel Bandeira (1886 – 1968). Mas foi mesmo com Odibar que Paulo Diniz escreveu as páginas mais bem-sucedidas da história desse octogenário artista na música brasileira. Páginas que merecem ser reabertas para celebrar os 80 anos do artista. Veja Mais

Conar diz que Pabllo Vittar 'optou por não se defender' em caso sobre clipe de 'Parabéns'

G1 Pop & Arte Segundo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, caso foi julgado em dezembro, quando ficou decidido que o ‘vídeo, por conta da publicidade de bebida alcoólica de alto teor, seja acessível apenas a maiores de idade’. Cantora alega ‘censura seletiva’. Pabllo Vittar no tapete vermelho do MTV EMA 2019 Cristina Quicler/AFP O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) informou, em nota oficial, que 'Pabllo Vittar optou por não se defender" em caso envolvendo o clipe de "Parabéns". Segundo o órgão, o caso "foi julgado em 5 de dezembro pelo Conselho de Ética. Por unanimidade, deliberou-se pela alteração, para que o videoclipe, por conta da publicidade de bebida alcoólica de alto teor, seja acessível apenas a maiores de idade e que a frase de advertência se torne legível." Na terça-feira (21), Pabllo Vittar fez uma série de vídeos no Instagram reclamando de "censura seletiva" após clipe de "Parabéns" apresentar um bloqueio de restrição de idade para maiores de 18 anos. "Recebemos uma restrição de idade no clipe de 'Parabéns', porque estou lá segurando um copo de vodca. Sendo que já havia uma mensagem lá dizendo ‘Beba com moderação’. E mesmo assim, eles quiserem restringir para maior de idade meu clipe". "A gente sabe também que têm vários outros videoclipes com conteúdo muito mais explícito, que não são restritos, não são banidos, nem sequer são lembrados. Mas atacam a drag queen a torto e a direito. (...) Diga não à censura seletiva", reclamou Pabllo. Pabllo Vittar reclama de bloqueio em clipe de 'Parabéns' Até a manhã desta quinta-feira (23), o clipe seguia com restrição de idade. Na vídeo de "Parabéns", Pabllo aparece servindo vodca em um copo. A cena dura três segundos. O G1 entrou em contato com o Conar questionando porque outros videoclipes aparecem sem restrição de idade no Youtube, mas não teve retorno do órgão até o fechamento desta matéria. Relembre 5 vídeos com bebida liberados no YouTube Outro caso Esta não é a primeira vez que o Conar abre uma representação ética contra um videoclipe de Pabllo. Em janeiro de 2019, o órgão abriu uma ação contra uma propaganda de uma cervejaria em um clipe da cantora por "desatender a recomendação do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária". Na ação, o Conar não cita qual é o vídeo, mas alega que "qualquer pessoa que apareça e, peças publicitárias divulgando cervejas e outras bebidas alcoólicas de baixos teores deve ter e aparentar 25 ou mais anos de idade. A artista tem 24 anos, segundo informação disponível na Wikipedia”. Em maio, a representação foi arquivada, após "a Ambev informar estarem erradas as informações disponíveis na internet, juntando documento de Pabllo, no qual sua data de nascimento remonta a 1993." Confira nota completa do Conar em relação ao clipe “Parabéns” de Pabllo Vittar: "Campari do Brasil - Pabllo Vittar feat. Psirico - Parabéns" O Conar abriu em 31 de outubro de 2019 processo ético contra anúncio da Skyy Vodka, inserido em videoclipe de Pabllo Vittar e veiculado em canal do YouTube. O caso foi julgado em 5 de dezembro pelo Conselho de Ética. Por unanimidade, deliberou-se pela alteração, para que o videoclipe, por conta da publicidade de bebida alcoólica de alto teor, seja acessível apenas a maiores de idade e que a frase de advertência se torne legível. Vinte e dois conselheiros participaram da reunião, na qual a Campari do Brasil apresentou defesa. Pabllo Vittar optou por não se defender, ainda que regularmente comunicado pelo Conar. A Campari ingressou com recurso contra a decisão. No Conar, cabe recurso a toda decisão de primeira instância, mas ela deve ser implementada no menor prazo possível. Veja Mais

Jean Paul Gaultier dá adeus às passarelas em desfile com show ao vivo e pede reciclagem de roupas

G1 Pop & Arte Em nota distribuída entre o público, estilista disse que 'a moda tem que mudar. Há muitas roupas, roupas que não servem para nada. Não joguem fora'. Jean Paul Gaultier em seu desfile de despedida durante a Semana da Moda de Alta Costura AP/Francois Mori Após meio século marcado por uma criatividade extravagante e um espírito transgressor no mundo da moda, o estilista francês Jean Paul Gaultier se despediu das passarelas nesta quarta-feira (22), cercado por suas musas, como Rossy de Palma e Mylene Farmer. Gaultier antecipou que o desfile seria uma grande festa com "muitos amigos", e não decepcionou. No elegante teatro musical de Châtelet, com orquestra e cantores ao vivo, o antes "enfant terrible" da moda apresentou mais de 200 looks em um ambiente de euforia, com modelos sorridentes e exageradas, além de um público que aplaudiu com entusiasmo por mais de uma hora. O estilista, de 67 anos, anunciou na última sexta-feira, de surpresa, que esse seria seu último desfile, mas garantiu que sua marca, propriedade do grupo espanhol Puig, continuaria com um projeto que seria anunciado brevemente e do qual é um "instigador". "A moda tem que mudar" "Acredito que a moda tem que mudar. Há muitas roupas, roupas que não servem para nada. Não joguem fora, reciclem", diz Gaultier em nota distribuída entre o público, explicando pelo menos de forma parcial sua decisão de colocar ponto final em seus desfiles. "Essa noite, verão minha primeira coleção de alta costura "upcycling"; abri as gavetas", disse citando a técnica que consiste em utilizar peças antigas e dar nova vida à elas. Antes de Rossy de Palma, Mylene Farmer e as irmãs Bella e Gigi Hadid desembarcarem na passarela usando as últimas criações com base de jeans, cintos de couro, seda e tule, o desfile começou com a representação de um funeral, com modelos em looks pretos totalmente estáticas. Com trilha sonora de Boy George, um caixão entrou no cenário com dois seios cônicos presos na tampa. Uma coroa de flores dizia "Moda para sempre". No final do desfile, subiu um telão para mostrar os bastidores e Gaultier com um macacão azul de trabalho, cercado por seus colaboradores, que acabaram levando-o nos ombros e enchendo-o de beijos. O desfile aconteceu durante a Semana da Moda de Alta Costura, que ocorre entre um seleto clube ao qual Gaultier pertence desde 2001 junto a outras 15 marcas, como Dior e Chanel. Jean Paul Gaultier em seu desfile de despedida durante a Semana da Moda de Alta Costura AP/Francois Mori "Inconformista" Subversivo e livre, Gaultier é um dos estilistas mais importantes de todos os tempos, e desafiou a tradição da beleza tradicional incluindo todas as orientações sexuais em seus desfiles, muito antes dos demais. Também foi precursor na fusão de gêneros na passarela. Nos anos 1980, revolucionou a moda com suas criações geniais, como o corpete cônico usado por Madonna, a saia masculina e a camiseta listrada de marinheiro, uma reinterpretação em homenagem à sua avó, que o "vestia de azul". Gaultier fez seus desfiles longe do tradicional formato rígido da passarela, montou verdadeiros espetáculos cheios de excentricidade e ousadia, mais próximos de um cabaré. "Estilista inconformista busca modelos atípicas. Rostos disformes são aceitos", dizia um anúncio que publicou nos jornais nos anos 1980. Convidou para a passarela homens mais velhos, mulheres com sobrepeso e em 2014 colocou em sua passarela a drag queen Conchita Wurst. Documento: Maria Prata entrevista Jean-Paul Gaultier Criou também figurinos para filmes como "Má educação" e "Kika", de Pedro Almodóvar, "O Quinto Elemento" de Luc Besson, e colaborou com seus desenhos coloridos no carnaval do Rio e no Dia dos Mortos do México. Muitos o consideram referência histórica, como o estilista espanhol Alejandro Gómez Palomo, cuja marca Palomo Spain desfila com sucesso em Paris há dois anos. Todos belos! "Jean Paul Gaultier tinha 17 anos quando começou a trabalhar comigo, acreditava nele e continuo acreditando nele. É o único a quem apoiei", lembrou recentemente seu mentor Pierre Cardin em uma entrevista à AFP. Em 2018, declarou que "todo mundo é belo" em seu espetáculo autobiográfico "Fashion Freak show" em Paris. Seu sucesso lhe deu asas para voar além das semanas de moda, segundo especialistas. "Há muitos anos que ouvíamos falar de Gaultier, tenho que tomar uma decisão, o momento chegará. O espetáculo lhe deu perspectivas de futuro", segundo o historiador de moda Olivier Saillard. "Era muito bonito ver o público rir, chorar, se sentir em comunhão com ele. É mais alegre que um desfile de moda que dura 11 minutos, com as pessoas fazendo fotos com seus smartphones e apenas aplaudindo", acrescenta em entrevista à AFP. Para esse especialista, Gaultier continuará "construindo aparências, mas de outra maneira". Veja Mais

Saudades do Simply Red? Vocalista fala de álbum com soul do começo da banda e baladas românticas

G1 Pop & Arte Ao G1, Mick Hucknall comenta disco 'Blue Eyed Soul' e relação com o Brasil. 'Sempre fomos influenciados pela música africana e americana, mas traduzimos em algo diferente'. Mick Hucknall se identifica como um cantor de soul e foi isso que quis mostrar no 14º disco do Simply Red. O inglês brinca com o gênero até no nome do disco, "Blue Eyed Soul", soul de olhos azuis, um termo comum para definir o grupo, nos anos 80. A ideia para este novo trabalho surgiu depois de uma conversa com um músico irlandês em uma festa. "No fim, ele disse 'você é um ótimo cantor de soul'. E eu comecei a pensar nisso, mas não foi nada planejado", diz Hucknall ao G1. James Brown, Wilson Pickett e Isaac Hayes são citados como referências para ele. O cantor de 59 anos diz que outros músicos britânicos, como Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin, também foram influenciados pelo gênero. "Sempre fomos influenciados pela música africana e americana, mas sempre fizemos uma mudança, traduzimos em algo diferente. Estou fazendo parte da tradição." "Thinking of You", "Ring That Bell" e "BadBootz" são exemplos neste 12º disco do Simply Red. Composição rápida Depois dessa conversa na tal festa, parece que as travas para um novo álbum caíram e Hucknall rapidamente começou a ter ideias. Simply Red aposta em soul e R&B em novo disco Divulgação/Dean Chalkley Ele conta que grava e escreve as letras e melodias no seu celular e depois vai lapidando com o produtor Andy Wright, já ouvido com Eurythmics e Massive Attack. “Eu tenho curtos períodos de concentração que são muito intensos. Geralmente eu escrevo uma música em 20 minutos." Mas nem sempre é assim: "Outras vezes eu começo com uma ideia, descarto, mas ela continua sempre ali no fundo da minha mente e depois reaparece." "É como se fosse completar um quebra-cabeça, sabe? Se você está sentindo falta de uma parte, você fica pensando ‘como eu completo esse desafio""? Baladas continuam lá Além das faixas com a pegada soul, há também as clássicas baladas, como "Sweet Child". As músicas românticas foram as responsáveis pelas melhores marcas da banda nas paradas. "Holding Back The Years", por exemplo, atingiu o #1 da revista Billboard em 1986 e "If You Don’t Know Me By Now", em 1989. Se este disco propõe ser um passeio pela música black americana, as baladas estão ali como um ponto de segurança para identificação imediata dos fãs? "Na verdade, eu estava expressando minha personalidade. Quando eu estou fazendo um álbum, penso nele como um todo, em coisas como 'qual o tipo de clima que eu quero?'", defende. Capa do álbum 'Men and Women', lançado pelo Simlpy Red em 1987 Divulgação "Compor músicas para um álbum é como escrever um livro. Você tem coisas diferentes acontecendo em cada capítulo. Não quero que tudo seja o mesmo, quero climas diferentes, cores e foi o que eu fiz." O disco foi gravado ao vivo no estúdio British Grove em Londres e lançado em novembro. "Eu queria fazer músicas que a banda realmente gostasse de tocar toda noite." Por falar em banda, ele fala com tranquilidade sobre as várias trocas de formação. "Eu sou o Simply Red. Eu escrevo as músicas, a visão é minha. Minha ambição é escolher os melhores músicos para o projeto e é isso que eu tenho feito ao longos desses anos". Sobre entrar nas paradas de sucesso de novo, ele diz que está nem aí: "Eu não mudo minha música para entrar nas paradas. Eu só faço minha música e pronto". Família e nova turnê Mick Hucknall, vocalista do Simply Red, durante show no Brasil em 2016 Leo Paiva/Divulgação O sucesso nos anos 80 e 90 fizeram com que Hucknall passasse muito tempo longe de casa. Mas, na última década, ele tem priorizado a família. "Foram os anos mais felizes da minha vida. Estive mais em casa para criar e ver minha filha crescer. Aqui sou apenas, não um músico famoso, e é assim que eu gosto." A única filha do casamento com Gabriella Wesberry é Romy, de 12 anos. Essa decisão também interfere na turnê do novo disco, que a princípio, vai ser apenas europeia em 2020 para ficar perto de casa. Não há planos concretos de vir ao Brasil, mas Hucknall já deixou o pedido com o empresário. “Falei que ficaria feliz em fazer shows e tocar em festivais no próximo ano. Então é possível a gente alguns shows no Brasil em 2021, depende das ofertas." Veja Mais

Promotoria abre acusação em julgamento de Harvey Weinstein com descrição de ataques

G1 Pop & Arte Dia foi marcado pelas declarações de abertura da acusação e da defesa do poderoso produtor de cinema, acusado de estupro e de abuso sexual. Harvey Weinstein chega a seu julgamento em Nova York Spencer Platt/Getty Images North America/AFP A Promotoria deu início à sua acusação no julgamento de Harvey Weinstein em Nova York, nesta quarta-feira (22) com descrições de alguns de seus supostos ataques sexuais contra mulheres desde os anos 1990. Segundo os promotores, o poderoso produtor de cinema é um predador sexual "especialista" que abusou de seu poder como todo-poderoso de Hollywood para abusar de atrizes. Por usa vez, a defesa insistiu que, após os supostos crimes, produtor de cinema julgado em Nova York manteve uma relação de amizade com suas acusadoras. Weinstein, de terno azul, sacudia a cabeça de um lado para o outro e fazia anotações para seus advogados, enquanto a promotora de Nova York, Meghan Hast, apresentou-o ao júri como um valentão de 136 kg que estuprou, humilhou e manipulou várias mulheres, deixando-as traumatizadas por anos. "Vai ficar claro, neste julgamento, que o acusado sabia que estava abusando de pessoas indefesas e inocentes", disse Hast ao júri, destacando que muitas de suas vítimas cresceram em lares problemáticos. "Não sabiam que estavam caindo em sua armadilha, sob falsas pretensões. Achavam que tinham conseguido um grande papel. (Weinstein) Era a velhinha na casa de doces que atrai as crianças", acrescentou. A promotora disse que Weinstein deixou sua acusadora, Mimi Haleyi, uma ex-assistente de produção, jogada no chão "imóvel, como um peixe morto", após atacá-la com violência em seu apartamento de Nova York em julho de 2006. Ela acusou Weinstein de tratar a atriz Jessica Mann, que garante ter sido estuprada pelo acusado em um quarto de hotel em Nova York em março de 2013, como "uma boneca de pano". Weinstein, de 67 anos, pai de cinco filhos e divorciado duas vezes, pode ser condenado a uma pena máxima de prisão perpétua se for considerado culpado de abuso sexual predatório contra Haleyi e Mann. O caso é emblemático para o movimento #MeToo, e começa a ser julgado dois anos depois do surgimento do escândalo que incriminou-o e derrubou dezenas de homens poderosos acusados de abusos sexuais. Desde 2017 mais de 80 mulheres, incluindo muitas atrizes famosas, acusaram Weinstein de conduta sexual inapropriada. Weinstein, que reformulou a cena do cinema independente com filmes como "O Paciente Inglês" e "Shakespeare Apaixonado", nega as acusações e afirma que os encontros sexuais que teve foram consensuais. A defesa O advogado de defesa, Demon Cheronis, disse que as alegações iniciais da Promotoria eram falsas e que eles têm centenas de e-mails entre Jessica Mann e o acusado provando que mantinham "uma relação carinhosa". Ele disse que Mann descreveu Weinstein como "seu namorado ocasional" em 2014, um ano após o suposto estupro. Também mostrou que a atriz mandou uma mensagem a Weinstein com a frase "te amo, grandão!", e outra que diz "obrigada por seu apoio incondicional e sua amabilidade". De acordo com Cheronis, as acusadoras de Weinstein se deram bem com ele até o movimento #MeToo ganhar força, em 2017, e o produtor se tornar uma persona non grata. Ambas partes buscam convencer o júri, composto por cinco mulheres e sete homens, que devem chegar a um veredito unânime - se o acusado é culpado ou inocente das acusações. Após uma seleção tensa, que durou duas semanas, a defesa conseguiu manter fora do júri jovens brancas - consideradas mais favoráveis ao movimento #MeToo. Não se espera que Weinstein deponha em seu processo, que deve terminar por volta de 6 de março. O produtor chegou à corte caminhando com dificuldade, mas sem o andador que utilizou nas últimas audiências após sua recente cirurgia nas costas. Veja Mais

Para lidar com coronavírus, chineses ficam em casa e assistem a filmes sobre vírus

G1 Pop & Arte Filmes e jogos sobre doenças estão entre os mais populares na China nesta semana. Pessoas estão deixando de viajar e ir ao cinema com medo de contaminação. Passageiros usam máscaras para evitar a contaminação pelo coronavírus em estação ferroviária de alta velocidade, em Hong Kong, nesta quarta-feira (22) Kin Cheung/AP Ameaçados por um novo surto viral, muitos chineses estão recorrendo a um jogo de simulação online e a um drama chamado "A Gripe" para buscar mecanismos de defesa. O coronavírus já matou 17 pessoas e infectou mais de 400 em um surto originário da cidade central de Wuhan, que vem espalhando globalmente o medo de contágio e agitando os mercados financeiros. O "Plague Inc.", aplicativo desenvolvido pela britânica Ndemic Creations, é nesta quarta-feira (22) o jogo pago mais popular entre usuários do sistema iOS na Apple Store chinesa. O jogo permite que usuários criem e evoluam uma doença para destruir o mundo. Veja perguntas e respostas sobre o vírus e a doença pulmonar "A melhor forma de dominar o medo é confrontar o medo", disse um comentário na rede social Weibo. Também nesta quarta-feira (20), o drama sul-coreano "A Gripe" é o filme mais buscado no site Douban, uma rede social chinesa que permite aos usuários registrar informações e criar conteúdos relacionados ao mundo do entretenimento. Um documentário sobre o surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) de 2003 liderava as buscas na TV. Além disso, 11 das 14 principais publicações na plataforma Toutiao eram relacionados a pneumonia, assim como mais da metade dos 50 tópicos mais lidos no Weibo. China confirma nove mortes provocadas pelo coronavírus; já são 440 casos O surto do coronavírus coincide com as festas chinesas do Ano Novo Lunar no fim de semana, quando milhões de pessoas voltam para casa ou viajam para fora da China. Mas a bonança habitual das indústrias de turismo e consumo pode ser afetada, já que algumas pessoas cancelaram viagens e estão evitando áreas públicas como cinemas e shoppings.   Sucessos de bilheteria previstos para estrear no feriado viram a venda de ingressos diminuir. Em Wuhan, os espectadores que pagaram antecipadamente receberam reembolso, de acordo com as plataformas de reserva de ingressos Maoyan e Taopiaopiao. "É compreensível que o vírus possa impedir as pessoas de ir aos cinemas", lamentou uma gerente de cinema de Pequim, que pediu para não ser identificado. Ela incentivou a ida das pessoas, mas reforçou a necessidade de tomar medidas preventivas, como usar máscaras. Initial plugin text Veja Mais

Isabella Taviani encarna 'Chapeleiro maluco' dândi na capa do álbum 'A máquina do tempo'

G1 Pop & Arte Veja a imagem do disco que será lançado pela artista em 31 de janeiro com inéditas músicas autorais. Esta é a capa do oitavo álbum de Isabella Taviani, A máquina do tempo, programado para ser lançado em 31 de janeiro. Com arte criada por Philippe Leon a partir de imagem de Fotonauta, a capa do disco expõe a cantora carioca em ilustração que evoca o Chapeleiro maluco, personagem criado pelo escritor inglês Lewis Carroll (1832 – 1898) para o livro As aventuras de Alice no país das maravilhas (1865). Taviani explica o conceito da capa do álbum em que dá voz a músicas autorais como A vida vive sem você (lançada como single em março de 2018) e Não brinca comigo (parceria de Taviani com Myllena apresentada neste mês de janeiro), entre outras composições ainda inéditas: “Para encarnar esta personagem que o meu álbum A máquina do tempo exigia, eu precisava de um figurino mais teatral, mais impactante, conforme a sonoridade desse disco leve, divertido, debochado e surrealista em alguns momentos. Então a gente foi buscar referências de seriados e filmes que falassem sobre a viagem no tempo. A figurinista Natália Duran e eu chegamos a essa mistura de Chapeleiro maluco em estilo dândi, com cartola, bengala, relógio de bolso e peruca branca! Enfim, uma grande brincadeira que eu adorei fotografar”, relata Isabella Taviani. Veja Mais

Terry Jones, do 'Monty Python', morre aos 77 anos

G1 Pop & Arte Fundador do grupo de comédia britânica morreu após ‘batalha contra uma forma rara de demência’, segundo comunicado. Terry Jones no Creative Arts Emmy Awards em Los Angeles, em 2010 AP Photo/Chris Pizzello, file Terry Jones, fundador do grupo de comédia britânica Monty Python, morreu nesta terça-feira (21), aos 77 anos. A família confirmou a morte do artista através um comunicado. “Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de nosso amado marido e pai, Terry Jones”. “Terry morreu na tarde desta terça-feira (21), aos 77 anos, com sua mulher, Anna Soderstrom, ao seu lado, após uma batalha extremamente corajosa, mas sempre bem-humorada, contra uma forma rara de demência”. Em 2016, Jones revelou ter sido diagnosticado com demência frontotemporal um ano antes, se tornando um representante público da doença. Em 2017, ele esteve na cerimônia do Bafta e falou sobre o assunto. Além do Monty Python, Jones trabalhou em uma série de projetos, incluindo a série televisiva “Ripping Yarns”. Jones também fez diversos documentários e escreveu cerca de 20 livros infantis. “Seu trabalho com o 'Monty Python’, seus livros, programas de TV, poesias e outros trabalhos permanecerão vivos para sempre”, disse a família de Terry em comunicado. "Nós, sua esposa, Anna, os filhos Bill, Sally e Siri e toda a família, gostaríamos de agradecer aos maravilhosos médicos e cuidadores de Terry por tornar os últimos anos não apenas suportáveis, mas muitas vezes alegres". Veja Mais

Lauana Prado chega ao topo após 14 anos de tentativas, 3 reality shows e uma mudança de nome

G1 Pop & Arte Cantora goiana explica como virou a dona da música mais ouvida no YouTube em 2019. G1 pegou carona com a nova estrela sertaneja para entender o sucesso de 'Cobaia'. Estirado no chão, um cãozinho quase é pisado várias vezes no camarim do Centro de Tradições Nordestinas, na Zona Norte de São Paulo. "Cuidado com o Patz", avisa Lauana Prado, dona do cachorro. Ela também é dona de “Cobaia”, música mais ouvida no YouTube brasileiro em 2019. O simpático pet da raça spitz anão foi batizado com o nome do remédio que mudou a vida da cantora sertaneja de 30 anos: "É meu remédio de insônia, o nome comercial do Zolpidem. Eu preciso tomar. Eu fiz consulta com psiquiatra por conta da questão do sono. Eu sou muito diurna e em 2019 comecei a viajar muito. A rotina é muito complicada pra mim. Não me deu efeito colateral nenhum. Eu durmo feito um neném.” O G1 acompanhou a cantora goiana na van que a levou de sua casa, um imponente apartamento próximo ao aeroporto de Congonhas, até o lugar de seu 152º show em 2019. Mayara Lauana Pereira e Vieira falou sobre sucesso, mas também sobre a vontade de desistir da carreira após três reality shows, uma mudança de nome e quatro de cidade. Foram 14 anos de tentativas antes de estourar, no ano passado. Mayara Prado e Lauana Prado: a cantora sertaneja no começo da carreira e após mudar nome artístico, em foto de 2019 Divulgação Ao chegar no camarim, onde come meia dúzia de sushis, de pé mesmo, tem orgulho de falar para todo mundo que conseguiu "dormir o dia inteiro". No resto do papo, parece menos espontânea e mais escolada do que outras estrelas do feminejo, o sertanejo de letras com sofrência empoderada. A falta de malícia de Marília Mendonça, Simone & Simaria ou Maiara & Maraísa não tem nada a ver com ela. Diferentemente de suas colegas, Lauana parece que pensa bem antes de falar. A voz só fica menos empostada quando o assunto é o Patz. O cão ou o remédio. Quantos shows você faz por mês? “Eu sempre tento manter um limite de 17. Eu seguro bem.” Já vi gente que faz menos, 12, mas já vi gente com 25 ou mais... "Eu não faço isso de jeito de nenhum.” Já fez?“ “Cara, já. A logística é uma coisa que pesa muito. No tempo de barzinho, era diferente. Uma coisa é ficar em uma cidade só, daí você faz 20 shows tranquilo, não é tão pesado quanto 10 viajando. Cinco anos atrás, minha energia era outra também. Então, penso no futuro... Quero me preservar, mas sem deixar de trabalhar. Quero manter minha saúde mental e física.” Eternamente caloura? Lauana Prado dá carona ao G1 e fala da carreira Lauana era chamada por outro nome em sua fase de shows de calouros. Mayara Prado participou de dois programas do Raul Gil (“Jovens Talentos”, em 2011, e “Mulheres que Brilham”, de 2014). A vitória no segundo rendeu contrato de um ano com a gravadora Sony. Antes, foi semifinalista do “The Voice”, em 2012. Ela diz que já “perdeu oportunidades” por isso: “Tem essa coisa de você cansar a imagem. As pessoas do mercado me diziam: isso aí não dá certo, artista deixa de ser novidade, você meio que vira carne de vaca, que eles chamam, popular demais.” Mas foi por meio dos programas de TV que ela conheceu cantores e produtores que seriam importantes para a fase Lauana. Ela morou e fez faculdade em São Luís, nasceu em Goiânia e passou a infância em Araguaína, no Tocantins. Em 2014, a vinda para São Paulo foi, segundo ela, “dar um passo pra trás pra dar dois pra frente”. “Eu fazia noite, ganhava um valor legal, R$ 5 a 6 mil por mês. Tive que abrir mão desses contratantes.” Lauana Prado canta no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, em dezembro de 2019 Caio Duran/Divulgação Nas entrevistas após o estouro de “Cobaia”, quase sempre conta que pensou em desistir da música: “Essa coisa da resiliência, você se depara com um possível desestímulo, com aquela coisa do ‘nossa, será? melhor não continuar’. Era difícil você lidar com o desejo de fazer acontecer versus a impossibilidade por falta de grana pra investimento, de questões com empresários. Durante uns 11 anos, eu tive muita dificuldade.” Se não continuasse, seria publicitária. Ela se formou em Publicidade e Propaganda na Universidade Federal do Maranhão. “Fiz estágio e trabalhos esporádicos, mas eu já cantava. Trabalhei com jingle, campanhas e na área de redação publicitária... A faculdade me ajudou a ler teleprompter, a saber me apresentar, me ajudou pra caramba. Alguns artistas não conseguem se comunicar." 100 fotos em uma noite Fazer show não é só deitar no camarim, esperar a hora do show, ir lá cantar e ir embora. Na noite do show visto pelo G1, em São Paulo, Lauana tira mais foto do que influenciador de Instagram. No fim da maratona de selfies, beijinho e poses, ela se joga no sofá e grita por Patz, o cachorro. "Nem começou o show e já tô cansada. Acho que atendi umas cem pessoas." O atendimento a fãs e todo tipo de gente demora mais de uma hora. Ela tem que explicar quem ela é para uma criança de três anos e aceitar pedidos estranhos como o de um cara que quer pedir a noiva em casamento (e fica falando de 30 em 30 segundos que o anel que comprou é “caro demais”). Lauana Prado no camarim do show na Festa do Peão de Barretos 2019 Caio Duran Ela grava stories para o Instagram da atração de abertura (Fernanda Salgado, com quem competiu no “Jovens Talentos”) e para a casa de shows. Tem gente que diz que está fazendo aniversário (a equipe canta “Parabéns pra você” rapidamente) e uma moça que entrega à ídola uma sacola cheia de pequis. É como assistir ao programa “A Praça é Nossa”, sendo Lauana uma Carlos Alberto sertaneja. "É pequi que você quer, é pequi que você vai ter", diz a tal moça, repetindo a frase como se fosse um bordão humorístico. Outra presenteia com uma garrafa de vinho, entre as bebidas favoritas de Lauana. Está bem informada: Lauana toma duas tacinhas antes do show. Um menino erra o cumprimento e beija o cílio da cantora. “É foda”, diz Lauana, coçando o olho. Uma fã mostra uma tatuagem realista nas costas, com o rosto da ídola. Chorando, ela se justifica: "É que eu te amo tanto". De Coldplay e Guns a 'Milu' e 'clássicos' O show de Lauana começa com “Cobaia”. E termina com “Cobaia”. Na verdade, começa com um discurso meio autoajuda, que pergunta “Você é de verdade, você tá aqui de verdade?” Quem está ali de verdade, certamente, é a bachata, ritmo latino derivado do bolero. Quase todos os arranjos têm bongo e sanfona, mesmo para músicas que possam parecer distantes como “Quando a chuva passar”, famosa com Ivete Sangalo, ou “The Scientist”, do Coldplay. Enquanto apresenta sua música de letra mais séria, “Tem que respeitar”, uma amiga bem na frente do palco finge estar cantando com um microfone de uma TV local. Lauana ri ao cantar versos como “Não é porque usa roupa curta / Que o coração dela é vulgar / Não é porque se entrega de primeira / Que ela não é pra casar”. Lauana Prado faz selfie com celular de fã no palco Amanhecer da Festa do Peão de Barretos 2019 Caio Duran/Divulgação O set tem outros covers como “Meu Abrigo”, do Melim; “Bem pior que eu”, da Marília Mendonça; “Péssimo negócio”, do Dilsinho; “Milu”, do Gusttavo Lima; e “Ferida Curada”, de Zé Neto & Cristiano. Ela canta ainda “Is this love”, do Bob Marley, quando um de seus dreads enrosca em uma das cordas do ukulele. O show é completado por músicas próprias (como a nova “Viva-voz”) e versões de Chitãozinho & Xororó, Zezé & Luciano, João Paulo & Daniel e Leandro & Leonardo. Os “clássicos” são interrompidos por uma pergunta: “Quero convocar a legião de roqueiros do CTN. Quem é roqueiro aí?” É a hora de uma sequência pop rock com um quê de Alok. Rolam trechos de “Start me up”, dos Rolling Stones, “Sweet Child o mine”, do Guns N’ Roses, “Hotel California”, do Eagles, e “Malandragem”, de Cássia Eller. Em todas, Lauana toca guitarra e balança os cabelos. Os cabelos já tiveram mais dreads. Hoje, são mais discretos. Ela diz saber que o visual a fez se destacar em relação a tantas cantoras. Esse look chamativo é completado por cada vez mais tatuagens. Um dos braços já está quase “fechado” e ela quer começar a tatuar o outro. Me chame pelo outro nome Quando se mudou para São Paulo, em 2014, bateu na porta de estúdios, dentre eles o de Fernando Zork, produtor e parceiro do cantor Sorocaba. Também procurou por Dudu Borges, Ivan Miyazato, William Santos e outros. Com ajuda deles, emplacou músicas com vários artistas, de Thiaguinho a Roberta Miranda. Lauana Prado durante gravação de DVD no Hopi Hari, em São Paulo, em outubro de 2019 Divulgação Em vez de entrar para o escritório de Fernando, resolveu abrir o próprio. O Escala1 existe há dois anos e permite que ela dê a palavra final sempre. "É a melhor coisa da vida." Mesmo assim, Fernando foi importante na repaginada da carreira. Além de ser produtor musical, sugeriu que mudasse de nome. Ela diz que a troca teve um pouco a ver com o estouro de Maiara & Maraísa, Naiara Azevedo e Simone & Simaria. "Quando eu surgi como Mayara Prado, essas artistas existiam mas em outra proporção. O trabalho delas acelerou muito mais rápido do que o meu", reconhece. "Eu passei a ser 'a outra Maiara'. São nomes similares." Lauana foi o nome escolhido por ser "muito exclusivo, diferente". "Existiram críticas de pessoas que me conheciam como Mayara Prado. Tem gente que acha o nome feio." Lauana Prado e Fernando Zor, da dupla com Sorocaba Divulgação A mudança de nome veio com a mudança de visual, com dreads e mais tatuagens. "Antes, eu segurava um pouco mais, por conta do preconceito. No começo, eu sentia um olhar diferente. Por ser mulher, por sair do padrão, mas hoje eu entendo como algo positivo. É uma marca minha." "Meu trabalho tem ganhado destaque por ser diferente, sair um pouco do que já tem. Não adianta eu querer fazer o que a Marília faz, a Marília é incrível no que ela faz. Ela é rainha do que ela faz. Então, se eu fizer algo que for parecido com ela, eu não vou ter o meu nicho, né?" Aceita esse emprego de 'Cobaia'? Lançada no fim de 2018, "Cobaia" é cria do compositor baiano Buno Caliman. Ele é o autor de "Domingo de manhã" (Marcos & Belutti), "Camaro amarelo" (Munhoz & Mariano) e "Escreve aí" (Luan Santana). Após ser negada por outros artistas, Fernando pensou em gravá-la com Sorocaba. Mas acabou mostrando para Lauana. "Eu achei genial. A versão do Caliman era mais romântica, mais Raul Seixas. Eu trouxe pra minha realidade, para uma versão feminina." Ela e Fernandomudaram parte da letra, mas não assinam como compositores. Por que não assinou com ele? “Ah, na verdade, tivemos um acordo. No que eu poderia te expor é isso.” Ele deu exclusividade em troca de assinar sozinho? “Isso. Exatamente isso.” A, até que é normal... São só negócios. “Sim. Business.” Logo que virou hit, "Cobaia" foi criticada por ter na letra uma mulher submissa que aceita "o emprego de cobaia" de seu amante: pegando toalha e tudo mais. "A gente teve receio de como a letra ia chegar para o público. A interpretação da maioria sempre foi mais no sentido da sagacidade de você conquistar alguém se colocando fantasiosamente submisso. Na verdade, você está curtindo a relação daquele jeito. Tem feminista que bateu o pé no começo dizendo que não era legal. Mas outras mulheres se sentiram representadas." Que voz rasgada é essa? "Eu tenho uma anatomia das cordas vocais muito exclusiva. Isso me dá esse rasgado, me dá essa rouquidão." Sim, e diferentemente de outros cantores, falando e cantando sua voz é muito parecida... "Isso é uma coisa que é muito nítida, né? Às vezes, eu estou em um lugar público e passo despercebida, mas quando eu abro a boca sabem que sou eu." Tem algum cuidado diferente por ter essa voz mais rasgada? "Exige muitos cuidados. Eu faço fonoterapia semanalmente. Inalação, eu faço todos os dias. Faço exercícios vocais. No começo, a demanda me prejudicava um pouco mais. Hoje, eu tenho uma vivência maior e tem esse acompanhamento clínico muito próximo." A cantora e compositora Lauana Prado Divulgação/ Assessoria de imprensa Lauana Prado Em 2018, Lauana ia à academia quatro vezes por semana. Agora, vai quatro vezes por mês. Só quer saber de dormir, mas também tem outros hobbies. "Eu gosto de ler. O último livro que li foi 'O poder da presença' [da psicóloga Amy Cuddy]. Me deu muita bagagem até pro meu trabalho. A gente trabalha com linguagem corporal. Mostra o quão é importante é a gente estar de corpo e alma presentes nas atividades que a gente exerce." Lauana também gasta seu tempo livro vendo "palestras motivacionais" do TED Talks. "Elas falam de assuntos atuais, principalmente sobre questões de internet versus vida real. Acho sensacionais. Como são curtas, eu consigo ver no aplicativo. Palestras que falam sobre questões de vida financeira, enfim." Como será 2020? Nos próximos meses, Lauana quer uma rotina menos corrida. "Vivi algumas coisas em 2019 que me deram bagagem e vou conseguir distribuir melhor o meu tempo. Vou conseguir me organizar melhor. As coisas vão acontecendo, vão precisando de você.. Quando você vê, você não tem férias, não tem tempo pra você, não tem tempo para escrever, que é uma coisa que eu preciso." Após estourarem de vez, a maioria dos artistas do sertanejo deixa de compor. Mas Lauana quer fugir da regra. "É importante continuar compondo. Porque a personalidade da música está nisso. Se você solta a rédea, você fica na mão de compositores que são competentíssimos, mas não são você. Você não consegue dar continuidade a uma personalidade artística." Veja Mais

Baterista do Aerosmith processa banda e diz que companheiros dificultam seu retorno

G1 Pop & Arte Joey Kramer acusa grupo de obrigá-lo a participar de testes para voltar a tocar, depois de período afastado por lesões em 2019. Joey Kramer toca no show do Aerosmith no São Paulo Trip Celso Tavares/G1 O baterista do Aerosmith, Joey Kramer, entrou com um processo contra a banda. Ele afirma que seus companheiros estão dificultando seu retorno ao grupo após um período afastado e pede que a Justiça o ajude a voltar a tocar, segundo o site TMZ. De acordo com a ação, Kramer, um dos membros originais da banda, teve de se afastar após sofrer pequenas lesões no primeiro semestre de 2019. Para voltar ao grupo, ele diz que os demais – Steven Tyler, Joe Perry, Tom Hamilton e Brad Whitford – pediram que ele gravasse sessões de teste, para determinar se ele "conseguia tocar no nível apropriado". O baterista diz que isso nunca foi exigido de nenhum outro integrante, e que todos já tiveram de se afastar em algum momento ao longo dos 50 anos de carreira do grupo. Depois das gravações, seus companheiros o impediram de voltar, afirmando que ele não tinha energia suficiente. Segundo Kramer, se continuar afastado ele deve perder momentos importantes, como a apresentação do Aerosmith na premiação do Grammy, neste domingo (26). A banda ainda não se pronunciou a respeito. Veja Mais

Sapopemba, voz dos terreiros, saúda orixás em disco com canções autorais e tradicionais temas afro-brasileiros

G1 Pop & Arte Sapopemba – nome artístico do cantor e percussionista alagoano José Silva dos Santos – já foi pintor de parede, mecânico e motorista. Como caminhoneiro, José percorreu estradas que o conduziram a rincões e nichos da cultura afro-brasileira. O trânsito por esse território ancestral ajudou José a se tornar Sapopemba, nome tomado do bairro da periferia da cidade de São Paulo (SP) para onde se mudou com a familia aos 14 anos. É como Sapopemba que ele se apresenta no álbum Gbọ́, lançado pelo Selo Sesc neste mês de janeiro de 2020. Gbọ́ – disco cujo título significa “ouça” na língua iorubá – apresenta repertório composto basicamente por saudações a orixás. Algumas são feitas em temas afro-brasileiros de domínio público reverberados na voz rústica de Sapopemba. Outras são cantigas compostas na mesma linha pelo próprio artista, sozinho ou com eventuais parceiros como Guitinho da Xambá. Coautor de Tatará, canção feita para saudar o orixá Ogum Tatará, Guitinho caracteriza Sapopemba como um maestro sinfônico dos cantos e da percussão, das ancestralidades dos Brasis africanos, indígena e mouro. “Sapopemba é um misto de natureza pura e homem construído com ferradura. Como muitos guerreiros nordestinos, ainda adolescente, nadou no curso contrário às águas do Velho Chico e seguiu do Nordeste para o Sudeste do Brasil a fim de tentar a vida na urbanidade do estado de São Paulo. Fincou um homem xangozeiro, sertanejo, macumbeiro e cosmopolita, universal por ser único”, conceitua Guitinho em texto escrito para o encarte da edição em CD do álbum Gbọ́. Sapopemba lança o álbum 'Gbọ́' neste mês de janeiro José de Holanda / Divulgação Ao longo de 50 anos de pesquisas, Sapopemba construiu repertório formado por cocos beradeiros de Alagoas, sambas de roda e chulas da Bahia, cantos de Orixás de Nação Angola, cantigas de caboclo e cantigas de roda. No álbum Gbọ́, os louvores aos orixás dão o tom afro-brasileiro de repertório que inclui canção praieira do buda nagô Dorival Caymmi (1914 – 2008), É doce morrer no mar, lançada em 1941 com versos do escritor Jorge Amado (1912 – 2001). Com a autoridade de quem já atuou com ogã (espécie de protetor) de terreiros de Candomblé, Sapopemba sabe o que diz e canta, em português ou em dialetos africanos, neste álbum gravado com a voz da cantora Patrícia Bastos – convidada de Ori Dje Dje, canção para Iemanjá composta por Sapopemba – e com o toque da guitarra de Kiko Dinucci em temas como Kavungo, N’Zaze e Oyá. Veja Mais

Pabllo Vittar reclama de 'censura seletiva' em clipe de 'Parabéns' após restrição de idade no Youtube

G1 Pop & Arte Segundo cantora, vídeo passou a ser restrito para público maior de 18 anos por exibir copo com bebida alcoólica. 'Têm vários outros videoclipes com conteúdo muito mais explícito e que não são banidos'. Pabllo Vittar reclama de bloqueio em clipe de 'Parabéns' Pabllo Vittar usou as redes sociais para reclamar que o vídeo de "Parabéns" passou a ser restrito para usuários maiores de 18 anos. “Porque estou lá segurando um copo de vodca. Sendo que já havia uma mensagem lá dizendo ‘Beba com moderação’”, explicou a cantora na rede social. O vídeo de “Parabéns” foi lançado em 17 de outubro de 2019 e conta contava com quase 50 milhões de views até a manhã desta terça-feira (21). A faixa tem participação da banda Psirico. “Recebemos uma restrição de idade no clipe de “Parabéns” porque estou lá segurando um copo de vodca. Sendo que já havia uma mensagem lá dizendo ‘Beba com moderação’. E mesmo assim, eles quiserem restringir para maior de idade meu clipe, que eu tanto trabalhei, que eu dei outro, que foi dias pra gente fazer esse projeto”, reclamou Pabllo em uma série de vídeos. Clipe de 'Parabéns' de Pabllo Vittar aparece como restrito para usuários maiores de 18 anos no Yuotube Reprodução/Youtube “E a gente sabe também que têm vários outros videoclipes com conteúdo muito mais explícito, que não são restritos, não são banidos, nem sequer são lembrados. Mas atacam a drag queen a torto e a direito. Não vamos deixar isso acontecer. Peço ajuda de todos os vitalovers que continuem ouvindo as músicas no Youtube, continuem ouvindo ‘Parabéns’ nas plataformas digitais e vamos sim fazer ‘Parabéns’ uma das músicas desse carnaval, querendo ou não. Diga não à censura seletiva. Preciso da ajuda de vocês.” Pabllo ainda afirmou que vau recorrer à decisão. Enquanto isso, fãs usaram as redes para apoiar a cantora e incentivar o público a ouvir a música. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text “Quero que vocês saibam que não ficar assim. Vou recorrer na justiça, vou usar todos os meios que puder para trazer de volta meu clipe pro Youtube para que todo mundo possa ver. Porque não tem nada de mais lá que não tenha em qualquer outro clipe desse país. Não tem nada de mais lá, pelo amor de Deus. Até quando a gente vai viver isso?”. O G1 entrou em contato com o Youtube, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. Initial plugin text Veja Mais

'Jojo Rabbit' foca em lado humano na 2ª Guerra com criança nazista e Hitler imaginário; G1 já viu

G1 Pop & Arte Com seis indicações ao Oscar, novo filme de Taika Waititi emociona com comédia sobre jovem dividido entre ideologia fascista na qual foi criado e amor pela mãe. Não faltam em Hollywood filmes sobre a Segunda Guerra Mundial, mas poucos ousam mostrar o outro lado do conflito de maneira tão doce e sensível quanto "Jojo Rabbit". A comédia com seis indicações ao Oscar – entre elas melhor filme – estreia no Brasil no dia 6 de fevereiro. O olhar do diretor e roteirista Taika Waititi ("Thor: Ragnarok") sobre o conflito pode soar superficial para alguns, mas a beleza criada pelo cineasta também aumenta a potência dos golpes criados pelos poucos momentos em que os horrores da guerra finalmente dão suas caras. Mais que isso, explora como a máquina de propaganda nazista na Alemanha afetava sua própria população, separando – até meio que sem querer – famílias inteiras de entes queridos, reféns de sua ideologia odiosa. Por outro lado, esse jogo de contrastes também intensifica seus tropeços, principalmente em mudanças bruscas de tom que tiram um pouco do equilíbrio da obra. Assista ao trailer de 'Jojo Rabbit' Meu amigo Hitler Baseado no livro "Caging skies", de Christine Leunens, "Jojo Rabbit" é a história de um garoto (Roman Griffin Davis) membro da Juventude Hitlerista na Alemanha nos anos 1940. Inseguro e com um Hitler imaginário (o próprio Waititi) como amigo, ele é obrigado a enfrentar a descoberta de uma judia (Thomasin McKenzie) escondida em sua casa. Roman Griffin Davis e Taika Waititi em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação O medo inicial de denunciar a própria mãe (Scarlett Johasson) com o tempo se transforma, e o pequeno Jojo ganha motivos para temer o fim da guerra. Não mãos de Waititi, o enredo simples ganha novos contornos com a evolução do relacionamento entre o garoto e a jovem. Através dos olhos do pequeno protagonista, é possível entender o fascínio construído pela lavagem cerebral sofrida, e até se emocionar com o consequente conflito gerado pelo afeto pela mãe e por Elsa. Scarlett Johansson e Roman Griffin Davis em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação Um Oscar para ScarJo Antes de começar a comentar as atuações do filme, um apelo importante precisa ser feito: Scarlett Johansson merece o Oscar. Na categoria de atriz coadjuvante, ela deve perder injustamente para Laura Dern, sua colega de "Uma história de casamento", pelo qual também está indicada. No entanto, em "Jojo Rabbit", ela consegue o melhor trabalho de sua carreira e com certeza a melhor entre suas concorrentes. Johansson está absolutamente encantadora como a mãe em conflito ao ver seu adorável filho nas garras da adoração nazista. Sem apelar ou afetações, a atriz domina todas as suas cenas de forma impressionante. Thomasin McKenzie e Roman Griffin Davis em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação No papel do protagonista, o estreante Roman Griffin Davis, de 12 anos, confirma o dom de Waititi para encontrar crianças talentosas que entendem e conseguem transmitir a complexidade de seus personagens – algo que o cineasta já havia feito antes no ainda melhor "A incrível aventura de Rick Baker" (2016). Ao lado de Johansson, McKenzie, o sempre excelente Sam Rockwell ("Três anúncios para um crime") e do outro estreante Archie Yates (um dos principais criadores de gargalhadas no filme, mas muito mais que um simples alívio cômico), Davis equilibra muito bem a inocência do personagem com a crueldade de suas crenças e o desespero de seu conflito interno. Roman Griffin Davis, Alfie Allen e Sam Rockwell em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação Tropeços de guerra Tanta beleza e risadas distrai tanto o público que às vezes é até possível esquecer que "Jojo Rabbit" se trata, em sua base, de um filme de guerra, por mais que o bigodinho de Hitler dance pela tela a todo momento. É por isso que, nos momentos em que os horrores do conflito conseguem se sobrepor à normalidade eles chegam com força ainda maior ao espectador. Uma pena que a brilhante ideia do amigo imaginário, muito usada na propaganda do filme, seja tão secundária à história. Seria totalmente possível tirar quase todas as cenas do ditador infantil interpretado por Waititi sem prejudicar a história – por mais que a presença do cineasta/ator seja sempre bem-vinda. Roman Griffin Davis em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação O diretor também perde um pouco a mão em algumas mudanças de tom. Não é simples construir uma comédia em cima do nazismo. É possível rir dos ridículos do extremismo, e até importante, mas o roteiro às vezes esquece dos perigos – e consequências – muito reais de tais pensamentos. "Jojo Rabbit" é o primeiro trabalho autoral do neozelandês em Hollywood, depois de um sólido começo independente. Seus tropeços mostram apenas o louvável desejo de sempre buscar novos temas, sem medo de encarar alguns espinhos – e o credenciam como um dos mais empolgantes cineastas dessa nova geração. Archie Yates, à esquerda, em cena de 'Jojo Rabbit' Divulgação Veja Mais

A trajetória de Regina Duarte na política, do 'eu tô com medo' ao convite para integrar governo Bolsonaro

G1 Pop & Arte Atriz 'namoradinha do Brasil' apoiou políticos do PSDB e, em 2018, subiu em carro de som para defender a eleição de Bolsonaro. Presidente Jair Bolsonaro e ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte Reprodução "Embora tenha tido atitudes de vanguarda, sempre fui e continuo conservadora", disse a atriz Regina Duarte. A trajetória política da "namoradinha do Brasil", convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir a área de Cultura do governo, de certa forma confirma a frase, que foi dita no programa Conversa com Bial (Globo) em maio do ano passado. Duarte, que em 1979 viveu em Malu Mulher uma mulher recém divorciada enfrentando as dificuldades e preconceitos na tentativa de sustentar a família sozinha, diz ter lutado pelas Diretas Já ao lado em palanques ao lado de figuras como Luiz Inácio Lula da Silva. Também apoiou políticos do PSDB e, numa das ocasiões em que o fez, na campanha a favor de José Serra quando este disputava a Presidência em 2002, disse uma frase que marcaria sua história: "Eu tô com medo". O medo era de que Lula fosse eleito — o que acabou acontecendo. Mais recentemente, a atriz global declarou seu apoio a Bolsonaro. E, nesta sexta (17), recebeu convite para integrar seu governo. Caso aceite o convite do presidente, Duarte substituirá o ex-secretário da Cultura, Roberto Alvim, exonerado na sexta depois de divulgar um vídeo com estética e conteúdo nazistas. Segundo o jornal O Globo, Bolsonaro avalia recriar o Ministério da Cultura caso ela aceite o convite. A pasta havia sido transformada em secretaria por Bolsonaro no início de sua gestão. De acordo com o jornal, Bolsonaro e Duarte devem se encontrar no Rio nesta segunda. A BBC News Brasil separou os principais apoios conferidos por Duarte a políticos durante a história recente da política brasileira. Fernando Henrique Cardoso Eram as primeiras eleições para a Prefeitura de São Paulo pós-redemocratização, em 1985. O ex-presidente da República Jânio Quadros (PTB) disputava o cargo com aquele que seria o futuro presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, na época filiado ao PMDB. O terceiro candidato era Eduardo Suplicy (PT). De cabelos longos, vestindo uma blusa listrada e olhando diretamente para a câmera, Regina Duarte começava: "Minha gente, a hora da decisão está chegando". Na época, Regina vivia a Viúva Porcina na novela Roque Santeiro. Ela participou da propaganda de campanha de FHC na TV. "Eu acho que a gente tem que fazer isso para impedir que as forças da corrupção e da ditadura voltem a se juntar e destruam a nossa frágil democracia. Gente, não vamos nos iludir nesse momento. Votar em Suplicy é ajudar o Jânio", dizia, em seguida citando o regime nazista na Alemanha. "Não vamos também nos esquecer do que aconteceu na Alemanha na década de 1930. Os democratas se dividiram e o que aconteceu? Hitler subiu ao poder com pouco mais de 30% dos votos. Então, esse é o momento onde a gente não pode vacilar. A gente tem que votar em Fernando Henrique para prefeito de São Paulo." A disputa acabou sendo vencida por Jânio por uma diferença pequena, de 141 mil votos. FHC novamente Em 1998, já no PSDB e presidente desde 1994, FHC disputava a reeleição. Lula, do PT, era seu principal rival. Regina Duarte aparece em outra campanha eleitoral veiculada na TV, desta vez em forma de uma longa entrevista. Ela começou falando de seu próximo trabalho, a minissérie Chiquinha Gonzaga, que seria exibida no ano seguinte. O entrevistador comentou que ela também sempre esteve envolvida na política, e perguntou por que apoiar FHC. "Eu conheço o Fernando Henrique há 20 anos, tenho participado das campanhas dele desde 1978, quando ele se candidatou ao Senado, e é essa determinação, essa firmeza, essa transparência que eu mais admiro", diz ela. Ao longo da entrevista, Regina disse também que votaria em Mário Covas (1930-2001), também do PSDB, para o governo de São Paulo. "São pessoas que vale a pena fazer a campanha, se engajar", afirma. FHC foi reeleito naquele ano em primeiro turno com 53% dos votos. Lula obteve 31,7%. 'Eu tô com medo' Quatro anos depois, em 2002, era vez de Regina defender José Serra (PSDB) na campanha à Presidência com uma frase que ficou famosa: "Eu tô com medo". Medo, no caso, de seu opositor, Lula (PT), ser eleito. "Eu tô com medo. Fazia tempo que eu não tinha esse sentimento. Porque eu sinto que o Brasil nessa eleição corre o risco de perder toda a estabilidade que já foi conquistada", afirmava ela no vídeo da campanha eleitoral de Serra. 'Eu tou com medo': frase dita por Regina Duarte contra Lula em 2002 ficou famosa YouTube/Reprodução No vídeo, ela diz, sobre Lula: "Eu achava que conhecia, mas hoje eu não conheço mais". "Tudo que ele dizia mudou muito e isso dá medo na gente." Seu "medo" tornou-se realidade: Lula foi eleito no segundo turno com 61% dos votos. Anos depois, em 2018, em uma entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Duarte disse que na época "estava completamente alienada, pois o Lula já havia ganhado". "Não me arrependo, mas, se pudesse voltar no tempo, teria me informado melhor sobre o que estava acontecendo naquele momento. O país queria o Lula e fui dar a cara a tapa à toa." Regina gari Em fevereiro de 2016, durante pré-campanha para prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB) postou uma foto com Regina no Twitter, dizendo que ela era "amiga de uma vida inteira". Ele iria disputar o maior cargo da cidade de São Paulo nas eleições de outubro daquele ano contra o então prefeito Fernando Haddad (PT). Doria encontrou atriz Regina Duarte Roney Domingos/G1 Doria acabou vencendo as eleições no primeiro turno, com 53% dos votos. Um dia após ser empossado prefeito, Doria vestiu-se de gari e posou para fotos com o uniforme no centro de São Paulo, varrendo um pequeno trecho da calçada. Depois, afirmou que faria aquilo todos os fins de semana. No segundo fim de semana daquele ano, em 7 de janeiro, ele e secretários estavam uniformizados na avenida Paulista quando receberam a visita de Regina Duarte, que mora no Jardins, bairro próximo dali. De óculos escuros, camisa branca e tênis All Star vermelho, ela posou para fotos com o prefeito segurando uma vassoura. "Não quero ser política, mas acho que todos os moradores de São Paulo devem se engajar", afirmou ela na ocasião. Bolsonaro 2018. Regina Duarte está em cima de um carro de som vestida de verde e amarelo. O carro está no meio de uma manifestação pró-Bolsonaro na avenida Paulista, e ela segura o microfone para defendê-lo. Era o começo de sua aproximação com o candidato que acabou sendo eleito, e que agora a convida para assumir a área da Cultura de seu governo. Atriz Regina Duarte visita o então candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro Reprodução/Twitter Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo em outubro daquele ano, classificou Bolsonaro como "um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e dizia que lugar de negro é na cozinha". Explicou, ainda, por que migrou do PSDB, que havia apoiado em eleições anteriores, a Bolsonaro. "Eu tinha algumas opções de voto, como o (Geraldo) Alckmin e o (João) Amoêdo, mas, nesse momento, me caíram fichas inacreditáveis, como as omissões do PSDB. Foi tudo ficando muito feio. Quantos equívocos, quantos enganos! Foi quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país." Em maio do ano passado, no programa Conversa com Bial, da Globo, disse ter "uma história de participação política que não é de hoje" e que nunca foi "partidária". Bial tenta classificá-la: "Eu encaixaria você como uma social-democrata... Até o Bolsonaro", diz ele. "Isso... nem sei muito bem o que é isso", responde ela. "As minhas posições, que eu venho tomando desde os anos 1970... Eu corri de cavalo, eu me enfiei embaixo de porta na 25 de março fechando, quase me esmagando para fugir da cavalaria. Eu participei de palanques no Anhangabaú ao lado de Lula, sabe, pelas Diretas Já. Pela Anistia ampla, geral e irrestrita..." Duarte diz ainda que, em 2002, quando apoiou Serra e disse que tinha medo, foi chamada de "terrorista". "E hoje sou chamada de fascista." Bial pede para que ela avalie o governo Bolsonaro até aquele momento. "Eu seria louca se eu avaliasse alguma coisa", responde ela. Initial plugin text Fidel Circula nas redes uma foto de Regina Duarte, ao lado de Daniel Filho, com quem foi casada, e de Fidel Castro (1926-2016). O ator José de Abreu foi um dos que publicaram a foto em seu perfil do Instagram. Ao jornal F5, do jornal Folha de S.Paulo, em maio do ano passado, Daniel Filho disse não entender "a mudança dela para a direita". "Regina e eu fomos juntos para Cuba, e fomos recebidos pelo próprio Fidel Castro [...]", disse ele ao jornal. "Simplesmente não entendo. Compreendo que não tem o porquê de as pessoas serem firmes para sempre, mas não entendo essa mudança dela para a direita, assim dessa forma. Ela era de esquerda mesmo, eu continuo [sendo de esquerda]", afirmou. Veja Mais

Globoplay anuncia novas séries e renovação de temporadas para 2020

G1 Pop & Arte Produções sobre o sociólogo Herbert de Souza e o surfista Gabriel Medina e segunda temporada de 'Aruanas' estão na lista de lançamentos. 'Aruanas' traz discussão sobre o ativismo e a exploração da Amazônia A Globoplay anunciou novidades para o calendário de 2020 e confirmou 18 novos títulos originais. Entre eles, a produção de uma série biográfica sobre o sociólogo Herbert de Souza e uma releitura livremente inspirada na obra do autor, diretor e dramaturgo Domingos Oliveira. Um documentário com a trajetória do surfista brasileiro Gabriel Medina e a segunda temporada das séries "Aruanas", "Marília Mendonça" e "A Divisão” também estão entre as novidades anunciadas. Algumas lançamentos: "Betinho" – Série biográfica conta a história do sociólogo Herbert de Souza (1935-1997) e retrata a vida pessoal de Betinho, sua relação com a família, a luta contra a AIDS e a perda de seus dois irmãos, o cartunista Henfil e o violonista Chico Mário, para a doença. Júlio Andrade protagoniza a série. "Mal Secreto" - Série de suspense com autoria de Bráulio Mantovani e direção de Mauro Mendonça Filho. Nela, Ernesto Zucatti é o mais renomado psiquiatra forense do Brasil. Ele precisa lidar com seu próprio “mal secreto”, que invade suas memórias e sonhos, e que configura, possivelmente, o maior e mais desafiador mistério. "Todas as Mulheres do Mundo" – A série com 12 episódios traz Sophie Charlotte, Emílio Dantas, Matheus Nachtergaele, Martha Nowill e Lilia Cabral no elenco. Os episódios trazem reflexões filosóficas sobre a vida, o amor e a morte do autor, diretor e dramaturgo Domingos Oliveira. "Medina" – Documentário sobre a trajetória vitoriosa do surfista brasileiro Gabriel Medina. O lançamento acontece em 31 de janeiro. "Arcanjo Renegado" - série de ação que narra a história de Mikhael (Marcelo Mello Jr.), sargento comandante de uma equipe do BOPE no Rio de Janeiro. Lançamento de 7 de fevereiro. "Desalma" – Série de suspense sobrenatural que se passa numa atmosfera soturna, na qual mistérios se multiplicam até a revelação surpreendente de como todos eles se conectam. No elenco estão Cássia Kiss, Claudia Abreu e Maria Ribeiro, entre outros. "Onde Está Meu Coração" – série de 10 capítulos escrita por George Moura e Sergio Goldenberg e que traz o mergulho vertiginoso de Amanda (Letícia Colin), brilhante médica de classe média alta, no mundo da dependência química. "As Five" – Série derivada de “Malhação: Viva a Diferença” e que traz a história das cinco amigas Keyla (Gabriela Medvedovski), Ellen (Heslaine Vieira), Lica (Manoela Aliperti),Tina (Ana Hikari) e Benê (Daphne Bozaski). Veja Mais

O mundo está melhorando (por incrível que pareça)

G1 Pop & Arte 'Factfulness' mostra como a nossa percepção da situação do planeta é distorcida e equivocada. Capa do livro "Factfulness – O hábito libertador de só ter opiniões baseadas em fatos", de Hans Rosling Divulgação Elogiado por Bill Gates, "Factfulness – O hábito libertador de só ter opiniões baseadas em fatos" (Record, 360 pgs. R$ 59), de Hans Rosling, é um livro sobre a ignorância a respeito das coisas do mundo. Essa ignorância prevalece na maioria dos assuntos, mesmo entre elites intelectuais e acadêmicas e mesmo entre jornalistas – cuja missão, supostamente, é apurar e divulgar a verdade. Mas, se percebemos o mundo de forma equivocada, esta não é uma questão de inteligência, mas de hábitos decorrentes de uma visão dramática e distorcida da realidade. Rosling não é um curioso. Médico especializado em saúde pública, ele passou boa parte de sua carreira combatendo epidemias em países pobres da África. Em seu livro, ele demonstra por A + B que, contrariando o senso comum, o mundo está ficando menos pobre, menos doente e menos perigoso do que jamais esteve, nos mais variados critérios: níveis de renda, acesso à educação, expectativa de vida etc. Mais meninas do que nunca terminam o ensino fundamental; a maior parte da população vive em países de renda média (e não de baixa renda); nos últimos 20 anos, a proporção da população mundial vivendo em extrema pobreza caiu pela metade; a expectativa de vida média nunca foi tão elevada; nos últimos 100 anos, o número de mortes decorrentes de desastres naturais caiu a menos da metade; 80% da população do mundo têm acesso a eletricidade; quase todas as crianças do planeta estão vacinadas; somente 20 anos atrás, 29% da população mundial viviam em extrema pobreza: hoje são 9%. Por que, então, existe tanto alarmismo e pessimismo? O autor apresenta e mapeia os dez fatores que levam a maioria das pessoas a ter um desempenho pior que o de chimpanzés ao responder questionários sobre os temas acima e a situação do planeta. São, na verdade, dez instintos, que nos fazem responder no modo automático a questões e situações cotidianas. Parte desses instintos foi herdada de nossos ancestrais, ou seja, é natural – mas nem sempre é racional – tomar decisões com base, por exemplo, no instinto do medo. Os dez instintos são: O instinto de separação: a tendência ao pensamento binário, a dividir dramaticamente as coisas e pessoas em dois grupos distintos e opostos; O instinto de negatividade: a tendência, reforçada pela mídia, a prestar mais atenção nas coisas ruins do que nas coisas boas; O instinto de linha reta: a tendência a acreditar que aquilo que vem acontecendo no passado continuará a acontecer no futuro; O instinto de medo: a tendência a exagerar os riscos e ameaças, superestimando perigos imaginários e avaliando mal os perigos reais; O instinto de tamanho: a tendência a se deixar impressionar por grandes números isolados e fora de contexto, sem senso de proporção; O instinto de generalização: a tendência a ignorar diferenças dentro de grupos e entre grupos, e a tomar a maioria pelo todo; O instinto de destino: a tendência a acreditar que características inatas determinam o destino de pessoas e nações; O instinto de perspectiva única: a tendência a aplicar a todos os problemas a mesma solução, ou a reduzir todos os problemas a uma única causa, como a desigualdade social; O instinto de culpar: a tendência a procurar vilões, e não causas, e a procurar heróis, e não sistemas; O instinto de urgência: a tendência a se precipitar e tomar decisões drásticas sem necessidade. Rosling demonstra, por exemplo, a falácia de continuarmos a dividir o mundo entre ricos e pobres, entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Em todos os países, ele argumenta, a maioria da população está no meio, não nos extremos, sendo muito mais útil que uma divisão binária uma divisão por quatro faixas de renda: estas sinalizam que existe uma surpreendente zona de interseção, nas rendas intermediárias, entre países como a Suécia e o Brasil, por exemplo. “Países pobres” não existem mais como um grupo distinto, na visão do autor. Hoje apenas 9% da população mundial vive em países de baixa renda, alias; 75% vivem em países de renda média. “A ideia de um mundo dividido com uma maioria presa ao sofrimento e à privação é uma ilusão”, afirma Rosling, que cita o Brasil como “um dos países mais desiguais do mundo”, mas onde a concentração de renda vem decrescendo consistentemente ao longo das últimas décadas. “Factfulness” foi criticado pelo seu otimismo e pelo excesso de fé no crescimento econômico e no desenvolvimento tecnológico, bem como por ignorar crises específicas contemporâneas, como a tragédia dos refugiados ou os desastres ambientais. Também houve quem se detivesse em filigranas sobre as projeções de crescimento da população (atualmente de 7,6 bilhões, ela deverá se estabilizar em 11 bilhões por volta de 2100, segundo Rosling, o que é questionável) e da qualidade de vida e sua viabilidade diante do esgotamento dos recursos do planeta. Sem dúvida, a perspectiva do autor é otimista e seletiva em relação ao futuro, mas é preciso levar em conta que ele se baseia em estatísticas, isto é, em médias, e não em episódios isolados. Ironicamente, o próprio Rosling é um triste exemplo de caso isolado, de ponto fora da curva: ele morreu de câncer no ano passado, aos 69 anos, quando a expectativa de vida no seu país, a Suécia, é superior a 80 anos. “Factfulness” foi publicado postumamente, por iniciativa do filho e da nora de Rosling, que assinam um comovente epílogo, relatando os últimos meses de vida do autor. Veja Mais

'Bad Boys para Sempre' supera 'Dolittle' e '1917' nas bilheterias norte-americanas

G1 Pop & Arte Filme com Will Smith e Martin Lawrence se tornou segunda maior estreia de todos os tempos para um lançamento em janeiro. Quarto filme já está em andamento. Martin Lawrence e Will Smith estrelam 'Bad boys para sempre' Divulgação/Sony Os filmes da Universal "Dolittle" e "1917" descobriram o poder de bilheteria de "Bad Boys para Sempre", da Sony, o terceiro episódio da série liderada por Will Smith e Martin Lawrence. Filme superou as expectativas e liderou a concorrência durante o fim de semana de Martin Luther King Jr. nos cinemas norte-americanos. "Bad Boys para Sempre" faturou US$ 59 milhões no final de semana tradicional e deve passar de US$ 68 milhões até esta segunda (20). Esperava-se que "Bad Boys" estreasse com ganhos entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões, mas o sólido boca a boca do público e da crítica (conseguiu um CinemaScore "A" dos espectadores e 76% no Rotten Tomatoes) aumentou as vendas de ingressos e justificou a decisão da Sony de retomar uma franquia de 17 anos. "Bad Boys para Sempre" é agora a segunda maior estreia de todos os tempos para um lançamento em janeiro (atrás de "Sniper Americano", com US$ 107 milhões), bem como o melhor começo da Sony para um filme classificado como R (restrito). "Bad Boys para Sempre" custou US$ 90 milhões. Um quarto episódio já está em andamento. Já "Dolittle" é um filme que provavelmente não terá sequência. A aventura de fantasia para crianças foi atormentada por dores de cabeça na produção e incendiada por críticos. O estúdio esperava que a participação do astro Robert Downey Jr. como veterinário que pode conversar com seus pacientes de quatro patas pudesse inflamar uma nova franquia para as famílias, mas isso parece cada vez mais improvável, depois que o filme teve um começo decepcionante, chegando ao segundo lugar com 22 milhões de dólares. Havia uma projeção de 30 milhões de dólares para o fim de semana de quatro dias. Veja Mais

Ludmilla comenta festa pré-Grammy com Adele, Lizzo e Billie Eilish: 'Elogiaram minha roupa e tudo'

G1 Pop & Arte 'Não vou fingir costume nenhum', escreveu cantora em post. 62ª edição do prêmio acontece neste domingo (26). Ludmilla compartilhou foto do look que usou na festa do Spotify, pré-Grammy 2020, nesta quinta-feira (23) Reprodução/Instagram/Ludmilla A cantora Ludmilla participou da festa do Spotify para os artistas indicados na categoria "Revelação" nesta quinta-feira (23), em Los Angeles, e resolveu compartilhar como foi a experiência com seus fãs. "Genteee ontem eu fui pra festa global do Spotify e não vou fingir costume caralho nenhum kkk", escreveu a cantora em um post nesta sexta-feira (24). "Eu tava do lado da Adele, Lizzo, Billie Eilish e outros artistas que eu admiro pra caralho e que nunca imaginei estar perto, muito menos lá junto, bebendo, dançando. Eles elogiaram minha roupa e tudo gente!" A cantora ainda disse que respondeu todas as perguntas, mesmo com seu "inglês enrolation". Billie Eilish e Lil Nas X cantaram na festa e estão entre os artistas mais indicados ao Grammy 2020. A premiação acontece no domingo (26), em Los Angeles. Billie Eilish canta com o irmão e produtor Finneas O'Connell em festa pré-Grammy do Spotify nesta quinta-feira (23) Willy Sanjuan/Invision/AP Veja Mais

Alice Caymmi dissipa energia da batida do Àttooxxá no primeiro single do álbum 'Elétrika'

G1 Pop & Arte Música inédita 'A noite inteira' sinaliza que cantora volta a investir no pop genérico. Capa do single 'A noite inteira', de Alice Caymmi e Àttoxxá Reprodução Resenha de single Título: A noite inteira Composição: Alice Caymmi, Rafa Dias e Chibatinha Artistas: Alice Caymmi e Àttooxxá Gravadora: Rainha dos Raios Cotação: * * 1/2 ♪ A voz proeminente e (muito) bem colocada de Alice Caymmi na gravação da música inédita A noite inteira mantém a artista sob a aura de ser uma das melhores cantoras brasileiras surgidas nos anos 2010. Neste single gravado por Alice com o grupo Àttoxxá, um dos nomes responsáveis pela revitalização do pagode baiano, a cantora destila mel ao seguir a colmeia do pop genérico que dá o tom do mercadão nacional. Arremessado nas plataformas de áudio nesta sexta-feira, 24 de janeiro, o single A noite inteira é a primeira amostra do quinto álbum de Alice Caymmi, Elétrika, previsto para ser lançado neste primeiro semestre de 2020. O título alude ao aclamado álbum anterior de Alice, Electra (2019), mas a semelhança parece parar no nome, a julgar pelo single A noite inteira. De autoria creditada a Alice, a Rafa Dias e a Wallace Carvalho dos Santos (o Chibatinha), A noite inteira é composição banal de sensualidade que soa artificial. Todas as intenções parecem ter sido diluídas e filtradas pelo padrão pop do mercado. Pode até ser que a música aglutine seguidores, pois o time de compositores e produtores da Brabo Music – formado pelo DJ Rodrigo Gorky com Maffalda e Zebu – conhece bem os gostos desse mercado e, por isso mesmo, foi arregimentado por Alice para orquestrar a produção do álbum Elétrika. A azeitada produção musical do single A noite inteira tem o toque particular do Àttoxxá, mas o fato é que a gravação resulta aquém do potencial do grupo e tampouco acrescenta algo de relevante à discografia de Alice Caymmi, cantora de quase 30 anos (a serem festejados em março) que já mostrou ter forte personalidade para jamais ser mais uma na multidão. O encontro da cantora com o grupo resultou sem liga. É como se, em A noite inteira, Alice Caymmi dissipasse a energia do batidão geralmente eletrizante do Àttoxxá. Para ouvidos habituados ao pop comum que domina as playlists das plataformas de streaming, a música pode parecer uma joia, mas, espanado o leve brilho que a enverniza na produção, A noite inteira se revela pedra falsa. Veja Mais

Stone Temple Pilots cancela turnê para vocalista se recuperar de hérnia de disco

G1 Pop & Arte Médicos de Jeff Gutt aconselharam cirurgia imediata, segundo comunicado. Turnê estava prevista para começar em 5 de fevereiro no Canadá. Jeff Gutt, vocalista do Stone Temple Pilots, foi diagnosticado com grave hérnia de disco e vai precisar de um tempo para se recuperar Divulgação/Site StoneTemplePilots A turnê da banda Stone Temple Pilots foi cancelada para o vocalista Jeff Gutt se recuperar de uma hérnia de disco. "Nosso irmão Jeff tem uma severa hérnia de disco e os médicos aconselharam uma cirurgia imediata, que vai exigir semanas de descanso e fisioterapia", diz o comunicado no Instagram da banda nesta sexta-feira (24). "Espera-se que a Gutt se recupere totalmente, e a banda espera remarcar a turnê acústica ainda neste ano", continua. A banda iria fazer uma série de shows acústicos do disco "Perdida", que vai ser lançado em 7 de fevereiro. Este é o segundo trabalho com Gutt na liderança da banda. A turnê tinha 15 datas marcadas, com início no dia 5 de fevereiro, em Vancouver, no Canadá. Quem comprou ingressos receberá reembolso nos pontos de compra. A Stone Temple Pilots esteve no Brasil no começo de 2019, e cantou no mesmo dia do Bush. Initial plugin text Veja Mais

Filmes em cartaz: 'Um espião animal', '1917' e 'Um lindo dia na vizinhança' chegam aos cinemas

G1 Pop & Arte Animação infantil, favorito ao Oscar de melhor filme e drama baseado em fatos com Tom Hanks são destaques entre estreias da semana. G1 comenta em VÍDEO. Confira as estreias do cinema para este final de semana Entre os filmes que entraram em cartaz nesta quinta-feira (23) estão o favorito à categoria principal do Oscar, um drama baseado em fatos com Tom Hanks e uma animação infantil dublada por Lázaro Ramos. Assista ao vídeo acima. '1917' '1917': Veja o trailer Com 10 indicações ao Oscar, "1917" é o favorito a melhor filme depois de ganhar um Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Produtores de Hollywood. Dirigido por Sam Mendes ("Beleza americana"), um dos favoritos em sua categoria, a produção conta a história de dois soldados com uma perigosa missão na Primeira Guerra Mundial. Sem grandes astros entre os protagonistas, o filme usa truques para parecer não ter cortes, como se fosse gravado de uma só vez. O recurso, somado a grandes realizações técnicas, ajuda a aproximar o público das trincheiras e da tensão do conflito. 'Um lindo dia na vizinhança' Assista ao trailer de 'Um Lindo Dia na Vizinhança' "Um lindo dia na vizinhança" conta a história do encontro e da amizade entre Fred Rogers, um dos mais importantes apresentadores infantis de TV dos Estados Unidos, e um repórter investigativo que recebeu a tarefa de escrever um perfil sobre ele. No papel do carismático Fred Rogers, que apresentou o programa "Mister Rogers' Neighborhood" de 1968 a 2001, Tom Hanks recebeu uma indicação ao Oscar como melhor ator coadjuvante. 'Um espião animal' A nova animação da Fox acabou se tornando também a nova animação da Disney, desde que a gigante comprou o estúdio. No filme, um espião internacional deve contar com a ajuda de um jovem cientista depois de ser transformado por acidente em um pombo. A versão original conta com vozes de Will Smith ("Aladdin") e Tom Holland ("Homem-Aranha: Longe de casa"). Já no Brasil o herói é dublado pelo ator Lázaro Ramos. Ele é acompanhado por Taís Araújo, no papel de uma agente da corregedoria que suspeita do protagonista. Veja Mais

Com tradição desde o comunismo, indústria de games da Polônia cresce e chama atenção do mundo

G1 Pop & Arte Depois de ser notado com sucesso da série 'The Witcher', mercado do país deve subir para quase US$ 850 milhões nos próximos quatro anos. Sede da CD Projekt em Varsóvia, na Polônia Kacper Pempel/Reuters O monótono exterior de dois prédios dos anos 1970 em um bairro industrial de Varsóvia esconde as atividades da empresa de games CD Projekt, onde desenvolvedores, roteiristas e outros membros do estúdio tentam criar seu próximo sucesso global. Maior economia da Europa Oriental, a Polônia silenciosamente se transformou em uma das principais exportadoras de videogames, graças aos baixos custos de mão-de-obra, uma força de trabalho jovem e educada e uma próspera tradição enraizada no período comunista do país. Após a bem sucedida série "The Witcher", da CD Projekt, colocar o país no mapa, investidores estrangeiros estão à procura de desenvolvedores promissores num mercado em rápido crescimento. "As pessoas estão começando a notar a Polônia", disse Borys Musielak, sócio-fundador da empresa de capital de risco SMOK Ventures, que está conversando com dois investidores asiáticos para financiar empresas de jogos locais e, em janeiro, fez seu primeiro investimento junto com um parceiro finlandês. "Houve principalmente investidores-anjo e de private equity, mas grupos globais de capital de risco estão de olho na região". O crescente mercado de videogames e eSports da Polônia valia US$ 664 milhões em 2019 - acima dos US$ 400 milhões em 2014 - e deve subir para quase US$ 850 milhões nos próximos quatro anos, segundo dados da PwC. 'The Witcher 3' é RPG cheio de diálogos, mas ação e mundo aberto trazem bastante liberdade Bruxão O sucesso do mundo de fantasia medieval "The Witcher" foi um dos principais impulsionadores do crescimento. Baseado numa popular série de livros poloneses, que foram usados também como base para uma série que estreou em dezembro, os jogos venderam mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo. O lançamento, ainda neste ano, do jogo de aventura futurista "Cyberpunk 2077" deve aumentar o foco no setor, que teve oito empresas listadas na principal bolsa de valores polonesa entre 2015 e 2019. "Historicamente, muitas dessas empresas escolheram a bolsa para se financiar porque não havia muitas maneiras de obter capital", disse Mariusz Gasiewski, chefe de jogos e aplicativos para celular do Google na Polônia. "Agora está ficando mais fácil à medida que mais interesse vem do exterior". Keanu Reeves em 'Cyberpunk 2077' Reprodução/YouTube/Xbox O valor combinado dos estúdios de games listados saltou 82% para mais de 32 bilhões de zlotys (US$ 8,36 bilhões) em 2019, liderados pela CD Projekt, com avaliação de cerca de 27 bilhões de zlotys e próxima do valor da refinaria PKN Orlen, maior empresa da Polônia, avaliada em 36 bilhões de zlotys. O amor da Polônia por videogames vem desde o período comunista do país, quando estudantes corriam para os mercados de rua para comprar jogos piratas. "Para a geração anterior, o rock & roll era uma janela para o mundo com o qual todos sonhávamos, depois vieram os jogos e jogávamos para entender o que estava acontecendo no Ocidente", disse Grzegorz Miechowski, presidente do estúdio 11 bits, cujo jogo "Frostpunk" retrata uma distópica Inglaterra do século XIX. Quase metade da população de 38 milhões de pessoas da Polônia se identifica como "gamer", e existem cerca de 400 empresas do setor ativas - superando uma estimativa de 12 na Alemanha - com cerca de 100 títulos poloneses chegando ao mercado global a cada ano. O país abriga um festival internacional de videogame, além de um dos maiores eventos de eSports do mundo, o Intel Extreme Masters, que em 2019 atraiu 232 milhões de espectadores. O governo tomou conhecimento do crescimento do setor, distribuindo cerca de 300 milhões de zlotys por meio de um programa financiado pela União Europeia para conceder a desenvolvedores em estágio inicial financiamento para ajudar a tirar do papel seus projetos de games. Veja Mais

Posto de número dois da Cultura será temporariamente ocupado por pastora, informa secretaria

G1 Pop & Arte De acordo com assessoria, convite foi feito pelo ministro do Turismo, ao qual o órgão é subordinado, e por Regina Duarte, que ainda não anunciou se assumirá Secretaria da Cultura. A Secretaria Especial de Cultura informou nesta quinta-feira (23) que a atriz Regina Duarte e o ministro Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, convidaram a pastora evangélica Jane Silva, atual secretária da Diversidade Cultural, para ocupar temporariamente o cargo de secretária-adjunta do órgão. Nessa condição, Jane Silva assume provisoriamente o comando da secretaria, já que o secretário Roberto Alvim foi exonerado na semana passada, e a atriz Regina Duarte, convidada para o posto, ainda não anunciou se aceitará. Segundo a assessoria da pasta, Jane Silva ocupará a vaga até que haja uma definição sobre a nomeação da atriz para chefiar a secretaria. Regina Duarte está em Brasília nesta quinta, onde participa de reunião na sede do órgão, localizado na Esplanada dos Ministérios. Em discurso para divulgar o Prêmio Nacional das Artes nas redes sociais na semana passada, o então chefe da secretaria, Roberto Alvim, usou frases semelhantes às utilizadas pelo ministro da Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo. A repercussão negativa da fala levou à queda do secretário. Nesta quarta (23), após a exoneração do então secretário-adjunto, José Paulo Soares Martins, o cineasta Josias Teófilo afirmou ao jornal "O Globo" que foi sondado para ocupar o cargo. Veja Mais

Lollas Parties, eventos com atrações do Lollapalooza, terão City Colour em três cidades

G1 Pop & Arte Projeto folk do canadense Dallas Green é a primeira atração anunciada dos eventos paralelos com atrações do festival. Ele se apresenta em SP, Porto Alegre e Rio. O City and Colour, projeto folk do canadense Dallas Green, é a primeira atração anunciada das Lollas Parties, eventos paralelos com atrações do festival Lollapalooza. O show será no dia 31 de março no Cine Joia, em São Paulo. Ele também se apresenta no dia 1º de abril, no Opinião, em Porto Alegre, e no dia 3 de abril, no Circo Voador, no Rio. A nona edição do Lollapalooza acontece nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2020 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Guns N' Roses e Lana Del Rey são as atrações principais do primeiro dia do festival. Shows de Cage The Elephant, James Blake e Rita Ora também acontecem na sexta (3). Já o segundo dia tem o rapper Travis Scott e o DJ Martin Garrix como atrações principais. Brockhampton, The Lumineers são outros artistas que aparecem com destaque do sábado (4). Lollapalooza 2020: Vídeo mostra primeiras impressões do line-up do festival City Colour na Lolla Party Quando: Terça-feira (31 de março), às 22h Onde: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82, Liberdade, São Paulo - SP Ingressos: R$ 110 a R$ 260 pelo site Tickets for Fun Veja Mais

'Parasita' vai ganhar versão em preto e branco nos cinemas

G1 Pop & Arte Diretor Bong Joon-ho já assistiu à nova versão duas vezes e disse que 'parece uma fábula'. Sul-coreano é indicado a seis Oscars. Filme 'Parasita' abre a programação que ocorre até quarta-feira (15) no CIC Divulgação O sul-coreano "Parasita", indicado a seis Oscars, voltará aos cinemas em preto e branco. A estreia da nova versão do filme de Bong Joon-ho será no Festival Internacional de Roterdã, na Holanda, no final de janeiro. Depois disso, ele ganhará sessões em salas nos Estados Unidos. A versão foi criada antes da estreia mundial do filme no Festival de Cannes, onde ganhou a Palma de Ouro em maio de 2019. Trailer de 'Parasita' "Será fascinante ver como a experiência visual muda quando um filme idêntico é apresentado em preto e branco. Eu assisti duas vezes agora, e às vezes o filme parecia mais uma fábula e me dava a estranha sensação de que eu estava assistindo uma história dos velhos tempos", disse o diretor. "Na segunda vez que assisti, o filme parecia mais realista e nítido, como se estivesse sendo cortado por uma lâmina." 11º filme estrangeiro a ser indicado na categoria principal do Oscar, "Parasita" tem seis indicações, incluindo direção, roteiro original e edição. Veja Mais

Madonna cancela segundo show em Lisboa por causa de 'dores associadas a uma lesão'

G1 Pop & Arte Empresa promotora do evento publicou comunicado oficial e pediu desculpas aos fãs. Cantora aparece usando bengala em vídeo publicado em rede social. Madonna estreia turnê de "Madame X" Reprodução/Instagram Madonna cancelou mais um show na capital portuguesa, Lisboa, a cidade que inspirou seu mais novo álbum, "Madame X", pois sofre com dores decorrentes de "lesões". O anúncio foi feito nesta quarta-feira (22) pela empresa promotora da turnê. A promotora Everything Is New divulgou uma nota no Facebook pedindo desculpas aos fãs e agradecendo-lhes os "votos pela recuperação de Madonna". "Lamentamos sinceramente a decepção para os fãs devido às mudanças imprevistas e de última hora no cronograma", afirmou o comunicado. Initial plugin text Em suas redes sociais, Madonna compartilhou um vídeo em que é vista subindo uma escada com bengala. Durante o fim de semana, Madonna também compartilhou um vídeo dela em banho de gelo pós-show. Initial plugin text Madame X é o 14º álbum de estúdio da cantora norte-americana e foi inspirado por sua vida em Portugal e pela cultura e música tradicionais do país, incluindo o fado. Segundo a promotora, espera-se que o show final de Madonna dos oito inicialmente programados em Lisboa, na quinta-feira, continue como programado. A turnê continuará em Londres e Paris. Outros cancelamentos O concerto de quarta-feira à noite foi o segundo show que a estrela cancelou desde o início de sua turnê europeia em 12 de janeiro em Lisboa, onde vive desde meados de 2017. "Desculpe, tive que cancelar esta noite", escreveu a cantora de 61 anos no Instagram, após o primeiro cancelamento no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no domingo (19). "Mas preciso ouvir meu corpo e descansar!" Antes do início da série de apresentações, Madonna cancelou a estreia alegando problemas na produção. Em outubro, a cantora fez uma breve pausa na turnê para cuidar de uma lesão no joelho. Veja Mais

Causa da morte de Juice Wrld foi overdose acidental

G1 Pop & Arte Legista afirma que rapper morreu por abuso de oxicodona e codeína. Ele tinha 21 anos quando foi atendido após convulsão em dezembro de 2019, mas não resistiu. O rapper Juice Wrld canta durante show no palco Daytime do festival iHeartRadio Music em Las Vegas, nos EUA, em 21 de setembro de 2019 Matt Winkelmeyer/Getty Images for iHeartMedia/AFP/Arquivo A causa da morte do rapper Juice Wrld foi uma overdose acidental de oxicodona e codeína, divulgou o escritório do médico legista do condado de Cook nesta quarta-feira (22). O cantor morreu em 8 de dezembro de 2019 após sofrer uma convulsão em um aeroporto de Chicago, nos Estados Unidos. Ele tinha 21 anos. Initial plugin text Fontes policiais dizem que Jarad Anthony Higgins, mais conhecido pela música "Lucid Dreams", estava sangrando pela boca quando os paramédicos chegaram ao local. Ele foi levado rapidamente ao hospital, mas morreu pouco depois. A causa da convulsão não divulgada até a última atualização desta reportagem. "Todas as lendas estão despencando do topo, triste realidade, jovens morrendo, juventude demoníaca. Cadê os que passaram dos 27 anos? Nós não estamos conseguindo nem passar dos 21", cantava Juice Wrld em "Legends". Veja Mais

Aos 50 anos, Armandinho apronta álbum gravado entre Rio e Los Angeles

G1 Pop & Arte Cantor de pop reggae lança o single 'Minha mina' com amostra do disco autoral de músicas inéditas. Aos 50 anos de vida, festejados nesta quarta-feira, 22 de janeiro, Armando Antônio Silveira insiste na juventude. Armandinho – como o cantor e compositor gaúcho é conhecido no universo brasileiro do pop reggae – aproveita a data do 50º aniversário para lançar música inédita, Minha mina. Composição revelada dois meses após o single Amor vem cá, apresentado em novembro de 2019, Minha mina integra o repertório do álbum autoral de músicas inéditas que Armandinho irá lançar neste ano de 2020. O álbum marca a conexão do artista com o produtor carioca Rafael Ramos. Sob a batuta de Rafael, Armadinho gravou quatro músicas na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Formatada com músicos como Eduardo Lyra e Marcelo Lobato, Minha mina é uma delas. As demais faixas do álbum foram gravadas em Los Angeles (EUA), onde o cantor de Porto Alegre (RS) se reuniu com time de músicos que inclui o lendário Carlton “Santa” Davis, baterista jamaicano que tocou com ícones mundiais do reggae como Bob Marley (1945 – 1971) e Peter Tosh (1944 – 1987). O último álbum de músicas inéditas de Armandinho, Sol loiro (2013), foi lançado há sete anos. Capa do single 'Minha mina', de Armadinho Reprodução Veja Mais

Regina Duarte chega a Brasília e almoça com Bolsonaro no Palácio do Planalto

G1 Pop & Arte Atriz foi convidada pelo presidente para assumir a Secretaria Especial da Cultura, mas ainda não confirmou se aceitará o cargo. Ela repetiu que está 'noivando' com o governo. Regina Duarte falou com jornalistas ao desembarcar no aeroporto de Brasília Reprodução/TV Globo A atriz Regina Duarte chegou a Brasília no início da tarde desta quarta-feira (22) e foi para o Palácio do Planalto, onde foi recebida pelo presidente Jair Bolsonaro em um almoço. Convidada pelo presidente para assumir a Secretaria Especial da Cultura, ela ainda não confirmou se entrará para o governo. Ao desembarcar no aeroporto de Brasília, a atriz foi questionada sobre o convite do presidente. Regina Duarte disse, como fez no início da semana, que ainda está "noivando". "Vou continuar conversando. Noivando, noivando", respondeu. Questionado sobre o que falta para casar com o governo, a atriz disse: "Aí essa pergunta é complicada." Chegada de Regina Duarte em Brasília foi tumultuada O presidente convidou Regina Duarte para o cargo no fim da semana passada, quando o então secretário da Cultura, Roberto Alvim, foi demitido. Alvim caiu após ter publicado um vídeo nas redes sociais em que fez um discurso com frases usadas por Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do governo nazista de Adolph Hitler. Na segunda-feira (20), a atriz teve uma conversa com Bolsonaro no Rio de Janeiro. Foi quando disse que estava "noivando" com o governo. Na reunião, ficou acertado que a atriz iria a Brasília conhecer a secretaria e fazer uma espécie de teste no cargo. A Secretaria Especial da Cultura herdou as atividades do antigo Ministério da Cultura, extinto por Bolsonaro no início do mandato do presidente, no ano passado. Regina Duarte também foi questionada no desembarque se a pasta voltará a ter status de ministério numa eventual gestão dela. "Não sei e não acho que isso é importante agora", respondeu a atriz. Veja Mais

'BBB20': Bruna Marquezine brinca com fato de Manu Gavassi ter se tornado meme em estreia

G1 Pop & Arte 'Não esperava menos dela', diz atriz, sem esconder sua torcida pela amiga no reality show. Programa começou nesta terça-feira (21). Manu Gavassi e Bruna Marquezine Gabriel Siqueira/Divulgação Manu Gavassi virou meme logo na estreia do "BBB20", que aconteceu na noite desta terça-feira (21). As caras e bocas da cantora desde a entrada na casa até o momento da prova de resistência renderam divertidas imagens compartilhadas pelos internautas. 'BBB20': veja quem são os participantes desta edição Sem esconder sua torcida pela amiga desde o dia do anúncio dos nomes dos participantes, Bruna Gavassi também entrou na série de publicações sobre a amiga. Gabriel o Pensador e Manu Gavassi tentam atualizar som por meio do trap; G1 ouviu Bruna respondeu uma postagem no Twitter que dizia que "A Manu já virou um meme" e escreveu: "Não esperava menos dela". Initial plugin text Bruna ainda pediu para os internautas a atualizarem sobre as novidades do jogo, já que não estava conseguindo acompanhar o programa. Initial plugin text Confira os memes com Manu Gavassi na internet após estreia do "BBB20: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Kiko Dinucci ecoa Baden Powell com força rítmica do violão 'hardcore' que conduz o álbum 'Rastilho'

G1 Pop & Arte Artista apresenta incendiário segundo disco solo com repertório que, entre músicas autorais, inclui samba lançado pelo cantor Cyro Monteiro em 1955. Capa do álbum 'Rastilho', de Kiko Dinucci Criação de Pablo Saborido Resenha de álbum Título: Rastilho Artista: Kiko Dinucci Gravadora: Edição independente do artista Cotação: * * * * 1/2 ♪ “Rastilho é um disco de violão. Nele, o instrumento sobrepõe tudo, todas as vozes, todas as letras. Quem canta é a madeira”, sintetiza Kiko Dinucci em texto sobre o viçoso segundo álbum solo do artista. Arremessado no mercado fonográfico na terça-feira, 21 de janeiro, com repertório quase inteiramente autoral, Rastilho mantém Dinucci na linha de frente da cena música paulistana. No primeiro álbum solo, Cortes curtos (2017), o músico afiou a guitarra de toque punk para mostrar, entre o rock e o samba, a fervura da chapa na cidade de São Paulo (SP). Disco que preserva a alta temperatura de Cortes curtos, medida pela audição de músicas como Febre do rato, Rastilho transpõe para o violão a quentura de um Brasil decomposto por injustiças sociais, como sugere a imagem da capa tropicalista assinada por Pablo Saborido. Como violonista, Dinucci parte do legado afro de Baden Powell (1937 – 2000), ecoado já no tema instrumental que abre o disco, Exu Odara, sem se limitar a reproduzir as lições do mestre. Discípulo ousado, Dinucci aproxima territórios musicais, unindo em Marquito a aridez do sertão nordestino à aspereza do velho oeste que reverbera em trilhas sonoras de filmes do gênero. Há também algo de cinematográfico no sertão em que grita Dadá entre os grunhidos de Kiko e da convidada Ava Rocha, herdeira de Glauber Rocha (1939 – 1981). Na peleja de Deus contra o diabo na terra brasilis, o rapper paulistano OGI engrossa o discurso e o caldo de Veneno após medir forças vocais com Juçara Marçal neste afro-samba punk. Emblemática nos porões da cena musical paulistana dos anos 2010, a voz de Juçara Marçal é recorrente em Rastilho, disco (primorosamente) gravado e mixado por André Magalhães e Bruno Buarque, na cidade de São Paulo (SP), entre setembro e novembro de 2019. Juçara se segura firme entre os golpes de violão dados por Dinucci na execução de Gadá e integra o coro feminino – encorpado com as vozes de Dulce Monteiro, Maraísa e Gracinha Menezes – que sacraliza o canto em iorubá Olodé, saudação aos orixás caçadores previamente apresentada como o primeiro single do álbum Rastilho. O quarteto feminino de pastoras também faz coro nos sambas Foi batendo o pé na terra – incursão de Dinucci pela roda baiana – e Tambú e candongueiro, releitura da composição gravada por Dinucci há 12 anos com o Bando Afromacarrônico no álbum Pastiche nagô (2008). Em Rastilho, Dinucci também atualiza o samba Vida mansa (José Batista e Norival Reis, 1955), lançado há 65 anos na voz do cantor carioca Cyro Monteiro (1913 – 1973). Nem a anemia do canto de Dinucci na faixa esvai a força rítmica do artista no toque do violão, condutor deste disco que acaba no samba que lhe dá nome, Rastilho. Rastilho, o samba, aponta rastro de destruição provocada pelo “temporal que mal começou”. “Vamos explodir”, anuncia repetidas vezes o coro das pastoras, antes de elas começarem um “lalaiá laiá laiá” harmonizado sobre a percussão da madeira do violão em chamas de Dinucci. Rastilho, o álbum, se impõe como barril de pólvora prestes a explodir, detonado pelo violão hardcore do idealizador e produtor musical deste disco incendiário. A madeira queima e arde em fogo alto, elevando o nome de Kiko Dinucci na cena brasileira. Veja Mais

'BBB20' estreia com casa dividida por muro e prova de imunidade para um dos grupos

G1 Pop & Arte Novos poderes do líder, celular liberado e muro dividindo participantes estão entre as novidades da edição. Famosos e anônimos vão dividir a casa no reality show da Globo. Integrantes do grupo Pipoca conhece a casa no primeiro dia do 'BBB20' Reprodução/Globo O "BBB20" começou nesta terça-feira (21) com a inédita presença de grupos de famosos convidados e participantes anônimos. Ao chegarem à casa, no entanto, os integrantes perceberam que estavam divididos por um muro. Veja tudo o que você tem que saber do 'Big Brother Brasil' Na estreia do BBB20, participantes descobrem que a casa está dividida em grupos por um muro Reprodução/TV Globo O apresentador Tiago Leifert, mais uma vez no comando do programa, anunciou que este começo seria marcado por uma prova de imunidade, na qual o vencedor garantiria tranquilidade para todo o seu grupo. Os competidores disputam o prêmio de R$ 1,5 milhão. 'BBB20': veja quem são os participantes desta edição Depois, Leifert anunciou que o muro que divide os grupos Camarote e Pipoca cairá nesta quinta-feira (22). O apresentador também confirmou que esta edição do Big Brother Brasil terá a Casa de Vidro. Os 18 participantes do BBB20, anunciados no sábado (18) Divulgação/Globo O grupo Pipoca, dos anônimos, entrou primeiro. Eles se empolgaram com a casa, percebendo aos poucos que talvez o local estivesse dividido por um muro. Depois começaram as tradicionais apresentações de cada um dos membros. Entre os integrantes do Camarote, os famosos, a primeira a entrar foi a cantora e atriz Manu Gavassi. Depois de se apresentarem, os grupos perceberam que não estavam sozinhos e tentaram descobrir quem estava do outro lado. "Vocês também são famosos?", perguntou alguém do Camarote. Do outro lado, os participantes brincaram sobre possíveis celebridades que estariam ali. O almoço já deixou clara a diferença de status, com os anônimos preparando sua refeição e os famosos servidos por garçons. Veja Mais

Letrux, Liniker, Luedji Luna, Maria Gadú e Xênia França se unem em disco

G1 Pop & Arte Cantoras regravam músicas de Gilberto Gil, Ivan Lins, Lô Borges e Rita Lee em álbum originado de show militante. Em 1974, Chico Buarque era o alvo preferencial da censura que cerceava expressões artísticas no Brasil comandado pelo presidentes militares Emílio Garrastazu Médici (1905 – 1985) e Ernesto Geisel (1907 – 1996). Sentindo a aproximação dos algozes, o compositor alertou sobre o perigo ao fazer música que, para driblar os censores, creditou aos fictícios irmãos compositores Julinho da Adelaide e Leonel Paiva. Lançada por Chico no álbum sintomaticamente intitulado Sinal fechado (1974), a música Acorda amor batiza disco coletivo de espírito militante que une as cantoras Letrux, Liniker, Luedji Luna, Maria Gadú e Xênia França sob a direção artística da jornalista Roberta Martinelli. Gravado com produção e direção musical de Délcio 7, baterista da banda paulistana Bixiga 70, o disco Acorda amor é um grito de resistência cultural que será arremessado em 28 de janeiro, em edição do Selo Sesc, com capa criada por Pedro Inoue. Capa do álbum 'Acorda amor' Arte de Pedro Inoue Aliás, o disco é desdobramento do show de resistência apresentado em unidade do Sesc de São Paulo, em fevereiro de 2018, com o mesmo elenco de cantoras e com roteiro formado por músicas de compositores engajados na luta contra a repressão. Contudo, o repertório de Acorda amor foi sendo alterado na medida em que outras apresentações foram sendo agendadas. No disco, as cantoras reciclam e ampliam os sentidos de músicas como Deixa eu dizer (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1973, na interpretação de Xênia França), Extra (Gilberto Gil, 1983, na voz de Luedi Luna), Não adianta (Luiz Carlos Fritz e Aloísio, 1977, na voz de Liniker), Nuvem cigana (Lô Borges e Ronaldo Bastos, 1972, com Maria Gadú) e Saúde (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1981, com Letrux), entre outras composições. Veja Mais

Ozzy Osbourne revela que está com Parkinson

G1 Pop & Arte Ex-líder do Black Sabbath falou sobre o diagnóstico no programa 'Good Morning America' nesta terça-feira (21). 'Tem sido muito desafiador para todos nós', afirmou. Ozzy Osbourne foi diagnosticado com Parkinson em 2019. Na foto, cantor faz show do Black Sabbath no primeiro dia do festival Lollapalooza 2012, em Chicago Steve C. Mitchell/Invision/AP Ozzy Osbourne revelou nesta terça-feira (21) que foi diagnosticado com Parkinson. O cantor e Sharon Osbourne, sua mulher e empresária, foram entrevistados pelo programa "Good Morning America". "Tem sido muito desafiador para todos nós", disse Osbourne. Ele foi hospitalizado três vezes no ano passado. Primeiro por conta de uma gripe em fevereiro, depois caiu em casa em abril e teve que passar por uma cirurgia. Durante estes exames que ficaram sabendo da doença de Parkinson. "É PRKN2. Há tantos tipos diferentes de Parkison. Não é uma sentença de morte, mas afeta certos nervos do corpo", afirmou Sharon. "É como se você tivesse um dia bom, outro dia bom e um muito ruim", explica a empresária. A última internação de 2019 aconteceu em outubro, quando o cantor de 71 anos precisou fazer uma cirurgia na mão para tratar de uma infecção. Em todas as três vezes, o cantor precisou adiar os shows de sua turnê solo. Ozzy Osbourne passa por cirurgia em mão após infecção Reprodução/Youtube O problema de saúde do pai fez com que a família ficasse mais unida. "Todos nós reaprendemos muito um sobre o outro", disse Kelly, filha do casal. O cantor também falou sobre os shows adiados. "Vindo de uma classe trabalhadora, eu odeio decepcionar as pessoas. Odeio não fazer meu trabalho", disse Osbourne. "Quando vejo minha esposa e meus filhos indo trabalhar, todo mundo está fazendo algo e tentando ser útil para mim. Isso me deixa triste, porque não posso contribuir com a minha família", desabafou. "Mas estou muito melhor agora do que em fevereiro passado. Eu estava em estado de choque". Com o apoio da família, Osbourne está procurando tratamento e médicos fora dos Estados Unidos. "Chegamos a um ponto que temos todas as respostas que podemos obter aqui", afirmou Sharon. Eles vão estão com consulta marcada com um médico na Suíça em abril. A última vez que o cantor esteve no Brasil foi em maio de 2018. Veja Mais

Madonna cancela show da turnê 'Madame X' em Lisboa: 'Preciso ouvir meu corpo'

G1 Pop & Arte Cantora já havia cancelado e adiado outras apresentações da série de shows baseada em novo álbum. Madonna estreia turnê de "Madame X" Reprodução/Instagram Madonna cancelou mais um show da turnê “Madame X”. Desta vez, a apresentação que sofreu alterações aconteceria em Lisboa, em Portugal, onde a cantora já havia se apresentado no sábado (18). “Obrigada novamente, Lisboa. Desculpe por ter que cancelar o show desta noite, mas eu preciso ouvir meu corpo e descansar. Vejo vocês na terça-feira. Dedos cruzados”, escreveu a cantora na rede social. Initial plugin text Madonna tem shows agendados no Lisbon Coliseum nesta terça (21), quarta (22) e quinta-feira (23). Esta não é a primeira vez que a cantora cancela ou adia uma apresentação da turnê “Madame X”. Antes do início da série de apresentações, Madonna cancelou a estreia alegando problemas na produção. Em outubro, a cantora fez uma breve pausa na turnê para cuidar de uma lesão no joelho. Madonna lança 14º álbum, repleto de referências latinas Veja Mais

Manu Gavassi: 5 músicas para entender quem é a cantora que está na disputa do 'BBB 20'

G1 Pop & Arte Com dez anos de carreira, ela começou como princesinha do pop, mas também gravou repertório romântico. Ela já fez álbum ousado e dançante, mas hoje faz pop triste e confuso. Manu Gavassi em 2010, 2013 e 2019 Divulgação Pela primeira vez com famosos, o "BBB" começa nesta terça-feira (21) na TV Globo dividido entre nove anônimos e nove celebridades. E a mais conhecida delas é a cantora e atriz paulistana Manu Gavassi, de 27 anos. Com dez anos de carreira, três álbuns e quatro EPs, Manu também atuou na novela "Em família" (2014), de Manoel Carlos, e nos seriados "Malhação" (2015) e "Z4" (2018). O G1 resume, por meio de cinco músicas, quem é Manu. No podcast G1 Ouviu, Manu falou de sua carreira e explicou como escreve as letras de suas músicas. Ouça abaixo: 'Garoto Errado' (2010) Em 2010, Manoela lançou seu primeiro álbum, batizado com seu nome artístico. "Manu Gavassi" só tinha pop rock adolescente que parecia ter saído de uma série da Disney, como é o caso de "Garoto errado". A princesinha do pop, então com 18 anos, era produzida por André Jung, ex-baterista do Ira!. 'Odeio' (2011) Ainda vivendo a fase pop rock Disney, o G1 listou Manu entre as apostas do começo de 2011. “Desde o primeiro contato, senti que ela tem um talento raro. Ela consegue criar músicas simples, mas com melodias perfeitas, e traduz nas letras um sentimento juvenil”, contou Jung, em janeiro daquele ano. Manu era como uma Avril Lavigne mais fofinha, como fica claro em "Odeio". 'Clichê Adolescente' (2013) Meio country pop, "Clichê adolescente" é a faixa-título do segundo álbum da cantora, lançado em agosto de 2013. Foi o único dela produzido por Rick Bonadio (NX Zero, Mamonas Assassinas, Rouge). No geral, Manu seguia no pop rock adolescente, mas tentou se arriscar por um som mais romântico. "Segredo", com o então namorado Chay Suede, é assim. 'Camiseta' (2015) Mais eletrônica e pop, "Camiseta" está no EP "Vício", de 2015. A produção de Junior Lima ajuda Manu a alcançar uma sonoridade que tem tudo a ver com Taylor Swift e Lily Allen, duas das cantoras preferidas dela. Essa fase é mais próxima (nas letras e arranjos) da Manu atual. Manu aparece mais alinhada a um pop internacional mais deslocado e desajeitado do que sensual. 'Hipnose' (2017) 'Hipnose' (2017) Com "Manu", álbum de 2017 em que aparece pelada na capa, a cantora fez uma ruptura: com a imagem de fofinha e com o pop rock igualmente fofinho. Ela contou que a ideia era "sair da zona de conforto que era escrever sobre inseguranças". Mas ela reavaliou essa fase mais pop dançante: "Não funcionou pra mim. Eu não acreditei em mim mesma, sabe?", explica, contendo o riso. "Eu sempre sentia que existia uma incoerência em algum lugar. Faz pouco tempo que está tudo coerente." 'Áudio de desculpas' (2019) Manu já disse que foi só com essa nova "era" da carreira que ela "se achou". "Teve um período nos últimos anos que eu falei 'ah não, vou levar para um lado mais comercial', porque não sei até que ponto as pessoas querem ouvir sofrimento, querem ouvir essas minhas loucuras... É muito poderoso você se identificar com a vulnerabilidade de alguém." Boa representante desta fase atual, "Áudio de desculpas" foi escrita com Lucas Silveira, do Fresno, e tem influência do trap, sub gênero mais arrastado e grave do rap. Combina com alguns dos versos mais melancólicos da carreira: Gabriel o Pensador e Manu Gavassi tentam atualizar som por meio do trap Veja Mais

Planalto diz que Regina Duarte vai a Brasília conhecer a Secretaria de Cultura na quarta-feira; 'Estamos noivando', afirmou a atriz

G1 Pop & Arte Convidada para assumir a secretaria, Regina Duarte se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro. Depois da conversa, Planalto divulgou nota dizendo que ela vai a Brasília. O Palácio do Planalto afirmou nesta segunda-feira (20) que a atriz Regina Duarte vai a Brasília na quarta (22) para conhecer a Secretaria Especial da Cultura. Ela foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o órgão. Os dois tiveram uma reunião no Rio de Janeiro para tratar do tema. Depois da conversa, ela escreveu que está "noivando" com o governo. "Após conversa produtiva com o presidente Jair Bolsonaro, Regina Duarte estará em Brasília na próxima quarta-feira, 22, para conhecer a Secretaria Especial da Cultura do governo federal. 'Estamos noivando', disse a artista após o encontro ocorrido nesta tarde no Rio de Janeiro", disse o Planalto na nota. Em uma rede social, Bolsonaro escreveu que o noivado "trará frutos" para o Brasil. O ex-secretário de Cultura, Roberto Alvim, foi demitido pelo presidente na sexta-feira (17). Alvim caiu após a repercussão negativa de um discurso em que usou frases semelhantes às de um discurso de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do governo de Adolph Hitler, na Alemanha nazista. O nome de Regina Duarte surgiu no mesmo dia, como favorito para a vaga. De acordo com o blog da Natuza Nery, a atriz afirmou que queria uma conversa "olho no olho" do presidente antes de se decidir sobre a vaga. A reunião foi marcada para esta segunda. Depois de compromissos da agenda oficial no Rio de Janeiro, Bolsonaro conversou com a atriz no aeroporto, antes de embarcar de volta para Brasília. A Secretaria da Cultura herdou as atividades do antigo Ministério da Cultura, extinto pelo presidente. Histórico na política Desde os anos 1970, a trajetória artística de Regina Duarte é marcada por atuação na política. Naquela década, Regina interpretou uma mulher divorciada na série "Malu Mulher", da TV Globo, quando o tema ainda era tabu. Em 1985, quando vivia a Viúva Porcina da novela "Roque Santeiro", Regina participou da campanha de Fernando Henrique Cardoso à presidência de São Paulo – a primeira após o fim da ditadura militar. O apoio se repetiu em 1998, quando FHC tentava a reeleição como presidente. Já no segundo turno presidencial em 2002, Regina Duarte ficou famosa ao dizer, no horário eleitoral do PSDB, que "tinha medo" da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela pedia que os eleitores votassem no ex-ministro da Saúde José Serra, definido por ela como "homem dos genéricos, do combate à Aids." "Eu estou com medo, faz tempo que eu tinha esse sentimento. Porque eu sinto que o Brasil nessa eleição corre o risco de perder toda a estabilidade que já foi conquistada. Eu sei que muita coisa tem que ser feita, mas também tem muita coisa boa sendo realizada. Não dá para ir tudo para a lata do lixo", dizia o texto. "O outro, eu achava que conhecia, mas hoje não reconheço mais. Tudo que ele dizia mudou muito, isso dá medo na gente. Outra coisa que dá medo é a volta da inflação desenfreada, lembra?", seguia Regina, fazendo referência a Lula. Em 2016, o então candidato a prefeito e hoje governador de São Paulo, João Doria, publicou foto com Regina Duarte em uma rede social. Na postagem, classificou a atriz como "amiga de uma vida inteira". Já em 2018, na campanha de Jair Bolsonaro, Regina participou de um ato a favor do então candidato do PSL na Avenida Paulista. Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", no período eleitoral, disse que Bolsonaro é "um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora." Carreira como atriz Regina Duarte estreou na televisão em 1965 aos 18 anos na novela “Deusa Vencida”, da Excelsior. Em 1969, fazia seu primeiro trabalho na Globo, em “Véu da Noiva”. Três anos depois, se consagrou em “Selva de Pedra”, ao interpretar uma artista plástica com dupla identidade, Simone Marques. Em 1975, voltou ao teatro, onde havia começado a carreira. Na peça “Réveillon”, buscava romper com a imagem de boa moça conquistada com seus personagens na TV. Depois de um período fora da emissora, voltou à Globo em 1985 para interpretar seu papel mais conhecido, a viúva Porcina, de “Roque Santeiro”. Após participações em séries, emendou dois de seus trabalhos mais conhecidos, “Vale tudo” (1988), de Gilberto Braga, e “Rainha da sucata” (1990), em uma protagonista escrita especialmente para a atriz. Entre breves interrupções para voltar aos palcos, ainda teve tempo para interpretar três Helenas nas novelas de Manoel Carlos, “História de amor” (1995), “Por amor” (2006), na qual contracenou com a filha Gabriela, e “Páginas da vida” (2006). No cinema, trabalhou em filmes como “Lance maior” (1968), “Além da paixão” (1985) e “Gata velha ainda mia” (2014). Veja Mais

'Jumanji – Próxima fase' lidera bilheteria em semana de estreia

G1 Pop & Arte 'Minha mãe é uma peça 3' fica com segunda colocação e acumula R$ 137 milhões em quatro semanas de exibição. Cena de 'Jumanji: Próxima fase' Divulgação "Jumanji – Próxima fase" ficou com a liderança da bilheteria nacional e levou mais de 950 mil expectadores aos cinemas em seu final de semana de estreia, faturando mais de R$ 17 milhões de bilheteria. O segundo filme da franquia diverte por inverter expectativas e adicionar dois veteranos a um elenco entrosado. Leia crítica do G1. Com a liderança de "Jumanji", 'Minha mãe é uma peça 3" caiu para a segunda colocação. O filme de Dona Hermínia (Paulo Gustavo) já acumula R$ 137,9 milhões em bilheteria e levou mais de 8 milhões de pessoas aos cinemas. “Frozen 2” ficou com a terceira posição, seguido do estreante “O escândalo”. Os números são fornecidos pela ComScore e são referentes ao período de 16 a 19 de janeiro. Karen Gillan fala sobre os desafios na gravação de 'Jumanji – próxima fase' Veja o ranking da bilheteria nacional: "Jumanji – Próxima fase" – R$ 17,1 milhões "Minha mãe é uma peça 3" - R$ 13,7 milhões "Frozen 2" - R$ 9,9 milhões "O escândalo" - R$ 1,3 milhões "Adoráveis Mulheres" - R$ 1,3 milhão "Star Wars: A Ascensão Skywalker" - R$ 541 mil "Parasita" - R$ 463 mil "Ameaça Profunda" - R$ 276 mil "Os miseráveis" - R$ 140 mil "Entre facas e segredos" - R$ 116 mil Veja Mais

Tiago Leifert fala sobre dificuldades no comando do 'BBB': 'Fazer paredão falso é muito desgastante'

G1 Pop & Arte ‘É um estresse mental enorme’, citou o apresentador durante participação no 'Mais Você'. 'Tenho que deletar da cabeça o que eles não sabem’, explica. Tiago Leifert participa do "Mais Você" e fala sobre "BBB" Reprodução Prestes a iniciar o comando do "BBB20", Tiago Leifert esteve no "Mais Você" nesta segunda-feira (20) e falou sobre o reality show. A vigésima edição do programa começa nesta terça-feira (21) e os participantes foram anunciados neste sábado (18). BBB20: veja quem são os participantes desta edição Durante conversa com Ana Maria Braga (assista ao vídeo), Leifert falou sobre as dificuldade de apresentar o programa. "Eles [participantes] recebem ordens da direção, entra aquela voz, mas são ordens, eles não dialogam. Então somos os únicos que eles conversam", afirmou Tiago citando também Pedro Bial, que apresentou o reality show até 2016. "A gente tem que saber de tudo o que eles estão falando. Mas têm coisas que não posso dizer pra eles abertamente, porque às vezes um grupo sabe e outro não. Essa é a parte mais difícil, o apresentador se encaixar nas caixinhas adequadas." "Tenho que deletar da cabeça o que eles não sabem, sob o risco de falar pra eles algo que eles não podem saber. Fazer paredão falso é muito desgastante para o apresentador, é um estresse mental enorme." Ana Maria também fez uma surpresa, mostrando um vídeo com a jornalista Daiana Garbin, mulher de Tiago. Daiana revelou que o confinamento não acontece só para os participantes. "Começa confinamento do meu marido. Período que Tiago trabalha muito. Quem assiste, não tem ideia de quanto Tiago e toda equipe trabalham pra fazer o 'BBB'." "Durante o 'BBB', ele só não esta trabalhando quando está dormindo. Assim que acorda, ele já liga o pay-per-view. Ele se importa com o bem estar deles. É uma dedicação que nunca vi igual. Admiro demais isso." BBB: Relembre quais foram os vencedores de todas as edições Novidades no jogo Tiago também comentou sobre as novidades da casa e citou os poderes que o líder terá a mais em relação às edições anteriores e falou que a mudança pode trazer atrito entre os participantes. No "BBB20', o líder vai escolher quem fica na cozinha vip ou na xepa e, também, que pode ter acesso ao seu quarto. "A tendência é que eles durmam muito pouco e comam muito mal. O que começa a fazer uma diferença imensa ao longo do jogo." O apresentador também falou sobre o celular que os participantes terão acesso. "Não é como o nosso. É adaptado para a realidade do confinamento. Vão postar a realidade da casa no feed. [Além do raio-x todas as manhãs], eles terão celular pra fazer vídeos e falar sobre eles. Mas não vão pode ligar para casa." Tiago despistou ao ser questionado por Ana Maria Braga sobre as novidades do quarto do líder e, também, a postagem de Boninho no domingo (19), citando que o "time ainda não terminou. Vem mais". "Acho que é alguma coisa relacionada a igualdade de partículas da física quântica. Algo de física, ele é superligado nisso", brincou Tiago. Initial plugin text Veja Mais

26ª edição do SAG Awards; FOTOS

G1 Pop & Arte Premiação aconteceu na noite deste domingo e premiou Joaquin Phoenix, Brad Pitt, Jennifer Aniston e elenco de ‘Parasita’. Veja imagens do evento. Vencedores no SAG Awards, o ex-casal Brad Pitt e Jennifer Aniston celebra conquista no evento Emma McIntyre/Getty Images for Turner/AFP Vencedores no SAG Awards, o ex-casal Brad Pitt e Jennifer Aniston celebra conquista no evento Vivien Killilea/Getty Images for SAG-AFTRA Foundation/AFP Leonardo DiCaprio apresenta o ator Robert De Niro como grande homenageado do SAG Awards Robyn Beck / AFP Jennifer Aniston recebe prêmio de Melhor Atriz no SAG Awards por seu trabalho na série "The Morning Show" Robyn Beck / AFP Phoebe Waller-Bridge recebe prêmio de Melhor Atriz de Série de Comédia no SAG Awards Robyn Beck / AFP Joaquin Phoenix vence o 26º SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA Photo/Chris Pizzello Brad Pitt é premiado no SAG Awards como Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho em "Era uma vez em... Hollywood" Robyn Beck / AFP Elenco do filme "Parasita" celebra prêmio no SAG Awards Jean-Baptiste Lacroix / AFP Elenco de "Parasita" celebra prêmio no SAG Awards AP Photo/Chris Pizzello Joaquin Phoenix faz discurso após vitória no SAG Awrads AP Foto/Chris Pizzello Renee Zellweger celebra vitória no SAG Awards por trabalho em "Judy" Robyn Beck / AFP Veja Mais

Gretchen aproveita onda de latinidade em single gravado com cantor cubano

G1 Pop & Arte Além da voz de Eri Ramo, música 'Sigue el ritmo' tem o sopro do saxofonista Esdras de Souza. Há 40 anos, quando Gretchen lançou a música Conga, conga, conga (Mister Sam, 1980), os sons e ritmos latinos dos países de língua hispânica ainda não estavam tão entranhados na música do Brasil como em 2020. Por isso mesmo, é justo que a cantora carioca aproveite a onda de latinidade que se ergueu no universo pop brasileiro com a absorção de ritmos como reggaeton e bachata no funk e no sertanejo. É nessa onda que Gretchen surfa em Sigue el ritmo, single que a artista lançou nesta sexta-feira, 24 de janeiro. Sigue el ritmo é música bilíngue gravada por Gretchen em espanhol, com trecho em português, com a adesão vocal do cantor cubano Eri Ramo e com o sopro do saxofonista Esdras de Souza. Residente nos Estados Unidos, Ramo divide com Gretchen a interpretação dessa música de frenético ritmo dançante. Em determinando momento, a letra e a batida de Sigue el ritmo citam o samba, gênero matricial deste país também latino chamado Brasil. Veja Mais

Quem é você em cada rede social? Famosos espalham meme surgido com cantora de 74 anos

G1 Pop & Arte 'Dolly Parton Challenge' começou depois de cantora americana de country postar nesta semana. Anitta, Mark Rufalo, Will Smith e Gloria Groove já entraram na brincadeira. Anitta entrou na brincadeira do 'Dolly Parton Challenge', meme de postar foto de acordo com o perfil de cada rede social Reprodução/Instagram/Anitta O novo meme do momento é postar uma foto em quatro situações diferentes, de acordo com o estilo das redes sociais, Facebook, Tinder, Instagram e Linkedin. As montagens engraçadas estão bombando nas redes sociais e começaram com a cantora de country de 74 anos, Dolly Parton. Ela foi uma das primeiras a postar a brincadeira nesta terça-feira (21). O movimento até ficou conhecido no exterior como "Dolly Parton Challenge". "Arranje uma mulher que consegue fazer tudo", escreveu a cantora com o mosaico com fotos históricas de sua carreira. Dolly Parton foi uma das primeiras a postar mosaico com fotos de acordo com cada rede social Reprodução/Instagram/Dolly Parton Ao longo da semana, outros artistas como Mark Rufalo, Ellen DeGeneres, Kerry Washington, Anitta e Gloria Groove entraram na brincadeira. Veja abaixo. Anitta, cantora Initial plugin text gLOI Arlindinho, cantor Initial plugin text Arnold Schwarzenegger, ator Initial plugin text Camila Pitanga, atriz Initial plugin text Cara Delevingne, atriz Initial plugin text Carolina Dieckmann, atriz Initial plugin text Donatella Versace, estilista Initial plugin text Fernanda Paes Leme, atriz Initial plugin text Glória Groove, cantora Initial plugin text Jimmy Fallon, apresentador Initial plugin text Jonas Brothers, cantores Initial plugin text Juliana Paes, atriz Initial plugin text Kerry Washington, atriz Initial plugin text Lázaro Ramos, ator e apresentador Initial plugin text Mark Ruffalo, ator Initial plugin text Miley Cyrus, cantora Initial plugin text Nanda Costa, atriz Initial plugin text Naomi Campbell, modelo Initial plugin text Pedro Calais, vocalista do Lagum Initial plugin text Rafa Brites, apresentadora Initial plugin text Tais Araújo, atriz Initial plugin text Viola Davis, atriz Initial plugin text Veja Mais

Ivete Sangalo renova o tempo de alegria com EP carnavalesco

G1 Pop & Arte Música-título 'O mundo vai' sobressai no disco e se impõe como clássico instantâneo do repertório folião da cantora. Capa do EP 'O mundo vai', de Ivete Sangalo Rafa Mattei / Divulgação Resenha de EP Título: O mundo vai Artista: Ivete Sangalo Gravadora: Universal Music Cotação: * * * ♪ Por mais que venha fazendo conexões com artistas de outros segmentos musicais nos últimos anos, como manda lei vigente na indústria da música pop, Ivete Sangalo é essencialmente uma boa cantora associada ao Carnaval. Foi como vocalista da Banda Eva que a baiana Ivete despontou nacionalmente em 1993, despertando a atenção de ninguém menos do que Maria Bethânia pela voz quente e afinada. O mundo vai – EP lançado por Ivete nesta sexta-feira, 24 de janeiro, com três músicas inéditas – reconecta a artista com essa origem carnavalesca. Produzido por Radamés Venâncio, o disco lega um clássico instantâneo para o repertório de shows dessa cantora que sempre brilhou mais no palco pelo carisma incendiário. De pegada agalopada, a música-título O mundo vai (Ivete Sangalo, Gigi, Ramon Cruz, Samir Trindade, Radamés Venâncio e Tierry Coringa) é simplesmente irresistível como os melhores hits da época áurea da axé music. O mundo vai é aquela música feita para todo mundo “tirar o pé no chão” – como manda a cantora no shows que faz Brasil afora – e ir atrás do trio elétrico pulando que nem pipoca. “Bota lá no grupo que o couro tá comendo”, canta Ivete em verso da letra dessa música que se conecta com tradições da axé music sem abrir mão de linguagem atual, mais coloquial e conectada com os tempos digitais. É tempo de alegria industrializada na Bahia. No disco O mundo vai, Ivete acena para essa indústria e para as pipocas de Salvador (BA) e de outros cidades do Brasil com alta dose de romantismo pop. Ciente de que nestes tempos às vezes mais importa um post do que um som para ficar bem na foto, a cantora divide com o youtuber piauiense Whindersson Nunes uma das duas músicas românticas do disco, Coisa linda, composição de autoria de Samir Trindade. Nunes faz o papel de cantor sem constrangimento e sem fazer graça. E, justiça seja feita, dentro do contexto do disco, o humorista funciona tanto quanto Tom Kray, o outro convidado de Ivete. Cantor anteriormente conhecido como Tomate, Kray canta Não me olha assim com Ivete. Essa composição de Luciano Luila, Ivan Lawinscky, Paulo Dutinni, Adenilson Peluso e Arthur Ramos poderia soar como tantas outras (triviais) canções de amor já gravadas por Ivete na carreira solo iniciada em 1999. No disco O mundo vai, a canção é ajustada ao tom carnavalizante do EP, sendo introduzida pelo toque de berimbau e embasada com baticum que remete à batida do samba-reggae. Tanto Coisa linda como Não me olha assim deverão enternecer seguidores de Ivete, já habituados com a diluição pop do repertório da cantora. Para quem nem sempre vai atrás do trio elétrico desta verdadeira baiana, a grande música do EP é a faixa-título O mundo vai. Com ela, vai rolar novamente a festa de Ivete Sangalo. Veja Mais

Dilsinho se apresenta pela primeira vez no Planeta: 'Dá um friozinho na barriga diferente'

G1 Pop & Arte Pagodeiro, que tem uma média de 20 shows por mês, faz sua estreia na sexta-feira, dia 31 de janeiro. Ele promete um show especial para o festival. Cantor vai fazer a primeira participação no Planeta Atlântida Rodolfo Magalhães / Divulgação O cantor carioca Dilsinho, vai fazer sua estreia no Planeta Atlântida 2020. A apresentação do pagodeiro acontece na sexta-feira, 31 de janeiro. “Pisar pela primeira vez em um palco sempre dá um friozinho na barriga diferente. Estou preparando um show especial para o festival”, disse em entrevista ao G1. Nascido e criado na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro, Dilsinho se considera um apaixonado por música desde infância. Mas foi como compositor que começou a ganhar espaço no mundo do samba, escrevendo para nomes como Thiaguinho, Bom Gosto e Alexandre Pires. “Nessa época fiz grandes amigos e comecei a ter mais espaço no meio como compositor, mas o meu sonho sempre foi cantar, queria ouvir minha voz na rádio. Foi aí que decidi agarrar todas as oportunidades que apareciam”, conta. Hoje, com uma média de 20 shows por mês, Dilsinho está conquistando cada vez mais fãs e prestígio no mercado musical, com muitos hits como “Pouco a pouco”, “12 horas”, “Refém” e “Péssimo Negócio”. “Cada música tem suas características, mas o resultado sempre traz o mesmo sentimento: orgulho”, conta. Em entrevista ao G1, o cantor fala sobre os últimos lançamentos, as parcerias e os planos para 2020. G1 - Vai ser a sua primeira vez no Planeta Atlântida. O que espera do festival? Dilsinho - Pisar pela primeira vez em um palco sempre dá um friozinho na barriga diferente. Estou preparando um show especial para o festival, com sucessos, músicas do meu novo projeto e dos anteriores também, e prometo não deixar ninguém parado. Espero que todos curtam junto comigo! G1 - São muitos hits na sua carreira. “12 horas”, “Refém”, “Péssimo Negócio” e mais recentemente “Onze e pouquinho”, por exemplo, que está bombando nas rádios aqui no Rio Grande do Sul. Fala um pouco sobre como é o processo de produção dessas músicas e porque você acha que elas se tornam hits? Dilsinho - O processo por trás do lançamento de uma música tem muita coisa envolvida. Letra, arranjo, produção, guias, estratégia de lançamento, enfim, muitas coisas. Durante todas essas etapas as vezes conseguimos identificar, através do nosso feeling, se a música vai ser um sucesso ou não. Outras vezes acontece de gostarmos, mas aí não colocamos muita “fé” nela, e no final ela estoura. Cada música tem suas características, mas o resultado sempre traz o mesmo sentimento: orgulho. G1 - Você também tem muitas parcerias com artistas nacionais como Ivete, Luan Santana, Sorriso Maroto, entre outros. Como surgem essas parcerias e qual a importância delas pra você? Dilsinho - É indescritível você gravar uma música para um projeto seu com uma pessoa que você é fã. A ansiedade começa logo no convite, que fica aquela sensação de “será que vai rolar?” [risos]. Todos os feats que eu fiz até hoje eu tenho muito carinho muito grande e todos os artistas são meus amigos. Recentemente gravei meu novo DVD “Open House”, em Recife/PE, e tive a participações do Thiaguinho, Henrique e Juliano, Marco e Atitude 67. G1 - Você tem marcas impressionantes na internet, sendo um dos 10 artistas mais ouvidos no ano no Spotify. A que se deve esse sucesso? Dilsinho - Sou só gratidão! Devo muito disso a Deus, sem ele nada seria possível. Aos meus fãs, que me apoiam e incentivam desde sempre. À minha equipe, minha família. E a todos vocês que escutam e curtem Dilsinho. Muito obrigada! G1 - Você faz uma média de 20 shows por mês. Sobra tempo pra parar, pensar e criar coisas novas? Como é esse processo? Dilsinho - Às vezes é difícil, muita correria, mas a gente consegue dar conta. No final do ano passado foi muito complicado para mim essa questão do tempo porque, além dos meus shows, eu estive a frente de toda produção do meu DVD, ao lado do Bruno Cardoso, do Sorriso Maroto, e do Michel Fujiwara. G1 - Você gravou agora em dezembro seu novo DVD no Recife. Conta um pouco como foi a experiência e sobre esse projeto “Portas da sua casa”. Dilsinho - Meu novo DVD se chama “Open House”, gravei no dia 19 de dezembro, em Recife/PE com participações especiais de Thiaguinho, Atitude 67, Henrique e Juliano e Marco, como mencionei anteriormente. Essa foi a primeira vez que me envolvi 100% em um projeto e fiz questão disso. Acho muito importante o artista estar próximo de todas as decisões, mas dessa vez eu estive a frente de tudo. É mais um filho meu que saiu do papel e eu estou muito ansioso para que vocês possam ver o resultado. Ficou incrível. G1 - Qual é a sua relação com o público gaúcho? Dilsinho - O público gaúcho tem um calor diferente. Toda vez que me apresento pelo estado tenho a mesma sensação de estar sendo recebido em casa, sabe? E isso é único, inexplicável, aquece o coração. Pois ficamos mais tempo na estrada do que na nossa própria casa. Me espera que eu tô chegando ein galera? Temos um encontro marcado no Planeta Atlântida 2020. G1 - O que vem por aí em 2020 na carreira? Dilsinho - 2020 vai ser ano de lançamento do Open House, espero rodar o país inteiro e também fora dele, para espalhar esse novo DVD que ficou sensacional e, eu tenho certeza que vocês vão se amarrar. Esse novo ano promete ser melhor do que 2019 e eu estou pronto para ele. Vamos com tudo! Veja Mais

Comediante que fez piada sobre Jesus deixa a Rússia após polícia iniciar investigação

G1 Pop & Arte País adotou leis que tornam ilegal insultar sentimentos de religiosos. Críticos dizem que elas são usadas ​​para abafar dissidência e reduzir liberdade de expressão. Alexander Dolgopolov fez piadas sobre Jesus em apresentação na Rússia Reprodução/YouTube/Stand-Up Club #1 Um comediante popular deixou a Rússia temporariamente por motivos de segurança, depois que a polícia abriu uma investigação sobre uma de suas performances, na qual ele fez piadas sobre Jesus e a Igreja Ortodoxa, disse seu advogado nesta quinta-feira (23). O comediante Alexander Dolgopolov postou esta semana uma foto de um aviso do Ministério do Interior enviado ao HopHead Tap Room, de São Petersburgo, onde ele se apresentou em fevereiro de 2019, solicitando ao estabelecimento que fornecesse informações sobre ele. Nessa performance, que recebeu quase 2,8 milhões de visualizações no YouTube em nove meses, Dolgopolov fez piadas sobre a Virgem Maria e Jesus e ridicularizou sua própria fé quando criança. Leonid Solovyov, advogado de Dolgopolov, disse à Reuters que a investigação policial sobre seu cliente estava ligada a uma denúncia de que suas piadas haviam ofendido crenças religiosas. "Ele decidiu deixar a Rússia por razões de segurança", afirmou Solovyov, acrescentando que a situação é temporária. Ele não revelou a localização de Dolgopolov. A Rússia adotou leis que tornam ilegal insultar os sentimentos de religiosos e ofender as autoridades online. Os críticos dizem que elas são usadas ​​para abafar a dissidência e reduzir a liberdade de expressão no país, onde o ateísmo era a norma durante a era soviética. Veja Mais

Annabella Sciorra testemunha no julgamento de Harvey Weinstein: 'Ele me estuprou'

G1 Pop & Arte Segundo atriz, ataque aconteceu entre os anos de 1993 e 1994. Crime prescreveu com o tempo, mas acusação espera que relato mostre que produtor é um predador sexual. Annabella Sciorra chega ao julgamento de Harvey Weinstein em Nova York Richard Drew/AP Photo A atriz de "Os Sopranos" Annabella Sciorra, que afirma que o produtor de Hollywood Harvey Weinstein a estuprou nos anos 90, testemunhou nesta quinta-feira (23) contra ele no segundo dia de seu julgamento em Nova York por crimes sexuais. A atriz de 59 anos entrou no tribunal do estado de Manhattan usando um vestido azul marinho, de acordo com um jornalista da AFP presente na sala. "Eu estava tentando tirá-lo de cima de mim", afirmou Sciorra, acrescentando que ela dava socos e chutes, mas que Weinstein a segurou. "Ele subiu em mim e me estuprou." Segundo ela, o ataque aconteceu em seu apartamento no final de 1993 ou no começo de 1994. A promotoria espera que o testemunho de Sciorra ajude a convencer o júri de que o acusado é um predador sexual. Sua suposta violação ocorreu há tanto tempo que o crime foi prescrito e, portanto, não faz parte do processo. Weinstein, 67 anos, é acusado de praticar sexo oral com a ex-assistente de produção Mimi Haleyi contra sua vontade em 2006 e de estuprar a atriz Jessica Mann em 2013, em um caso emblemático pelo movimento #MeToo contra assédio e agressão sexual. Se ele for considerado culpado pelos crimes dos quais é acusado, o ex-todo-poderoso produtor de filmes enfrentará uma sentença máxima de prisão perpétua. A promotora-adjunta Meghan Hast disse que Sciorra estava em choque e com muito medo de chamar a polícia. Recentemente, contou sua história publicamente em outubro de 2017 ao jornalista Ronan Farrow da revista "The New Yorker". "Ele a deixou física e emocionalmente arrasada, desmaiada no chão", contou a procuradora. Numa oportunidade posterior, Weinstein chegou ao quarto de hotel da atriz em Cannes em roupas íntimas, com uma garrafa de óleo de bebê em uma mão e uma fita de vídeo cassete na outra. Sciorra deverá passar por um duro interrogatório por parte da defesa. Em suas alegações iniciais, o advogado de Weinstein, Damon Cheronis, disse que Sciorra contou uma vez que "fez uma loucura" com o produtor de cinema. "Não a descreveu como estupro porque não era", disse Cheronis. Mais de 80 mulheres denunciaram Weinstein por assédio, agressão sexual ou estupro desde o escândalo sobre seus supostos abusos em outubro de 2017. No entanto, a maioria dos crimes prescreveu e Weinstein só será julgado por supostos ataques contra Haleyi e Mann. Harvey Weinstein chega a seu julgamento em Nova York Spencer Platt/Getty Images North America/AFP Veja Mais

Rock in Rio Lisboa 2020 anuncia Ivete Sangalo como nova atração

G1 Pop & Arte Cantora se mantém como única brasileira a se apresentar em todas as edições da versão portuguesa do festival, que acontece em junho. Ivete Sangalo anima festa de 15 anos do Rock in Rio Lisboa Divulgação/Rock in Rio O Rock in Rio Lisboa 2020 anunciou nesta quinta-feira (23) Ivete Sangalo como sua nova atração. Ela se apresenta em 20 de junho, dia com shows de Camila Cabello e Black Eyed Peas. Com isso, ela se mantém como a única brasileira a marcar presença em todas as edições do festival em Portugal. Em 2019, ela também cantou em comemoração dos 15 anos do Rock in Rio Lisboa. A 9ª edição portuguesa acontece nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, e conta também com Foo Fighters, The National, Liam Gallagher e Post Malone já confirmados. "Estou muito feliz e realizada por estar mais uma vez nesse festival incrível. Já estou que não me aguento pra chegar logo junho e eu poder cantar em Lisboa, mostrar minhas músicas novas, que estão lindas, com meus sucessos, e prestigiar por mais um ano o Rock in Rio Lisboa", afirmou Ivete em nota. Completando 35 anos em 2020, o Rock in Rio comemora também a indicação a dois prêmios internacionais como melhor festival de 2019, o NME Awards e o Pollstar Awards. Veja Mais

Rita Benneditto louva bumba meu boi do Maranhão ao cair no samba

G1 Pop & Arte Cantora mistura ritmos em single autoral em que apresenta música inédita gravada sob direção musical de Luis Filipe de Lima. Resenha de single Título: Benneditto seja Composição: Rita Benneditto Artista: Rita Benneditto Gravadora: Elza Ribeiro Produções Cotação: * * * ♪ Rita Benneditto até tentou, mas não conseguiu cantar para subir. O sucesso fenomenal do show Tecnomacumba – estreado em 2003 e ainda em cartaz com casas cheias, em especial no circuito cultural da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – ainda pauta os caminhos profissionais dessa expressiva intérprete maranhense radicada em terras cariocas. Gravado em outubro de 2019, o inédito single autoral Benneditto seja – programado para ser lançado na sexta-feira, 24 de janeiro – ecoa temáticas afro-brasileiras na batida de samba de cadência maranhense. Formatada por Luis Filipe de Lima, diretor musical e violonista (de sete cordas) do single, a levada de Benneditto seja evoca o Bumba Meu Boi do estado do Maranhão – com referência específica ao sotaque de Pindaré, típico da Baixada Maranhense – e também a sonoridade dos blocos do Carnaval da região. O cavaco de Thiago da Serrinha puxa para o samba carioca. Já o acordeom de Kiko Horta chama para sons dos interiores do Brasil. Com maior poder de sedução no canto do que na arte da composição, Rita Benneditto apresenta samba que promove sincretismo religioso na letra que versa sobre São Benedito – santo católico também louvado por epítetos como Mouro e Negro – e que também evoca a figura de Pai Benedito, preto velho cultuado nos rituais de Umbanda, religião brasileira de matriz africana. Com capa que expõe a artista em foto de Thais Gallart, o single Benneditto seja ainda alude ao pai de Rita, Fausto Benedito Ribeiro, cujo sobrenome foi adotado pela cantora – nascida Rita de Cássia Ribeiro em junho de 1966 na cidade de São Benedito do Rio Preto (MA) – quando mudou o nome artístico há oito anos para evitar disputa judicial com outra cantora que se apresentava com o nome Rita Ribeiro. Em 2012, quando Rita Ribeiro virou Rita Benneditto, a artista já tinha lançado cinco álbuns, incluindo os registros de estúdio e ao vivo do show Tecnomacumba. Evocativo das origens dessa cantora extremamente afinada, o single Benneditto seja promove o ainda inédito show Samba de Benneditto, com o qual Rita dará voz às diversas modalidades do samba feito no Brasil. Em cena desde o início dos anos 1980, mas projetada em escala nacional somente a partir da edição do primeiro álbum em 1997, Rita Benneditto tem cacife para cantar em qualquer terreiro. Veja Mais

Cida Moreira põe Tulipa Ruiz, Siba e Falamansa em 'Copo de veneno'

G1 Pop & Arte Cantora lança em março o álbum com a trilha sonora do programa que protagoniza no Canal Brasil. Cida Moreira Murilo Alvesso / Divulgação Cida Moreira lança em 10 de março o álbum com a trilha sonora de Um copo de veneno, programa criado por Murilo Alvesso e estruturado em 10 episódios que estão sendo veiculados pelo Canal Brasil nas madrugadas de quarta-feira. Editada em disco pela gravadora Joia Moderna, a trilha sonora de Um copo de veneno reúne 12 músicas abordadas pela cantora paulistana ao longo dos 10 episódios. São músicas inéditas na voz dessa intérprete teatral personificada como a dama do cabaré brechtiano. Formado predominantemente por músicas brasileiras, o repertório do disco inclui Efêmera (Tulipa Ruiz e Gustavo Ruiz, 2010), Eu sou a diva que você quer copiar (André Vieira, Leandro Pardal e Wallace Viana, 2014), Marcha macia (Siba, 2015), Prezadíssimos ouvintes (Itamar Assumpção e Domingos Pellegrini, 1983) e Você me vira a cabeça (Me tira do sério) (Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, 2001), hit na voz da cantora Alcione. Pautada pela acidez que costura o programa, cujo roteiro é calcado na mistura de músicas e textos, a trilha sonora de Um copo de veneno também inclui Private dancer (Mark Knopfler, 1984) – sucesso da cantora norte-americana Tina Turner – entre incursões de Cida pelos repertórios de Eduardo Dussek, Falamansa e Kiko Dinucci. Veja Mais

Hayley Williams, do Paramore, lança 'Simmer', primeira música da carreira solo

G1 Pop & Arte Nome do novo projeto solo da cantora é Petals for Armor. Nova canção tem arranjo soturno e sons de batidas, sussurros e camadas de vozes, com letra sobre controlar raiva. Hayley Williams, vocalista do Paramore, lançou nesta quarta-feira (22) a primeira música de sua carreira solo, chamada "Simmer". O nome do novo projeto solo de Hayley Williams é Petals for Armor. "Simmer" tem arranjo soturno e sons de batidas, sussurros e camadas de vozes. Na letra, Hayley canta sobre saber a hora certa de ter raiva e de ser mais contido. "Como traçar a linha entre ira e misericórdia?", pergunta ela. Hayley Williams no vídeo de 'Simmer' Divulgação E o Paramore? O Paramore, banda de pop rock americano da qual ela faz parte, segue na ativa mas está em uma pausa. O álbum mais recente é "After Laughter", com um som mais pop e dançante do que outros do grupo, antes associado ao emo e ao punk pop. Paramore une letras pessimistas e pop colorido em melhor disco da carreira; G1 ouviu Do pesado ao meloso, Paramore vem ao Brasil e cita influência de No Doubt Veja Mais

Secretaria anuncia exoneração do número dois da Cultura

G1 Pop & Arte Órgão não informou o motivo. José Paulo Soares Martins substituía Roberto Alvim, demitido. Atriz Regina Duarte foi convidada para assumir secretaria e almoçou com Bolsonaro nesta quarta. A Secretaria Especial da Cultura informou nesta quarta-feira que o secretário adjunto do órgão, José Paulo Soares Martins, foi exonerado. A secretaria não informou o motivo da exoneração, que deve ser publicada no "Diário Oficial da União". José Paulo Soares Martins estava na Cultura desde junho de 2016. Ele assumiu o comando da secretaria após a demissão de Roberto Alvim, na semana passada. Nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro almoçou no Palácio do Planalto com a atriz Regina Duarte, convidada para assumir o posto. Em discurso para divulgar o prêmio nas redes sociais na semana passada, o então chefe da secretaria, Roberto Alvim, usou frases semelhantes às utilizadas pelo ministro da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo. O episódio levou à demissão do secretário. Comparação dos discursos Saiba o que disseram Alvim e Goebbels: Roberto Alvim - “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada.” Joseph Goebbels - “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante – ou então não será nada." Vídeo de Roberto Alvim fez referência a discurso nazista Prêmio Nacional das Artes Nesta quarta-feira, a Secretaria Especial da Cultura informou que caberá ao próximo titular do órgão decidir sobre o futuro do Prêmio Nacional das Artes. No discurso que levou à sua demissão, Alvim prometeu patrocinar produções inéditas em diferentes áreas da cultura, como óperas, contos, espetáculos teatrais, pintura e escultura. O valor total do prêmio, segundo afirmou Alvim no discurso, seria de R$ 20,6 milhões. Em nota divulgada nesta quarta, a secretaria afirmou que o edital com as regras para a entrega do prêmio não foi publicado. Regina Duarte vai a Brasília para conhecer estrutura da Secretaria Especial de Cultura Regina Duarte Ao desembarcar no aeroporto de Brasília nesta quarta, a atriz Regina Duarte foi questionada sobre o convite do presidente. Ela disse, como fez no início da semana, que ainda está "noivando". "Vou continuar conversando. Noivando, noivando", respondeu. Questionada sobre o que falta para se casar com o governo, a atriz disse: "Aí essa pergunta é complicada". Após o encontro, o presidente Bolsonaro publicou, em uma rede social, uma foto em que aparece abraçado com Regina Duarte. Na legenda, escreveu: "O noivado continua...". Bolsonaro também não indicou se o convite foi aceito oficialmente pela atriz. Veja Mais

'Parasita': por que o filme sul-coreano está fazendo história em Hollywood

G1 Pop & Arte No próximo dia 09 de fevereiro, o longa vai concorrer ao Oscar em seis categorias, incluindo melhor filme. Filme 'Parasita' abre a programação que ocorre até quarta-feira (15) no CIC Divulgação O texto abaixo contém detalhes da trama. "Estou um pouco envergonhado de sentir que somos os parasitas de Hollywood agora!" Com esta declaração, o ator sul-coreano Lee Sun-kyun, estrela do filme Parasita, arrancou risos no domingo (19) durante a cerimônia de premiação do SAG Awards, entregue pelo Sindicato dos Atores dos EUA. O longa fez história ao se tornar o primeiro filme de língua estrangeira a vencer a principal categoria da noite — Melhor Elenco de Filme. Elenco do filme "Parasita" celebra prêmio no SAG Awards Jean-Baptiste Lacroix / AFP O filme sul-coreano de humor ácido, que em alguns momentos flerta com o terror, tem conseguido um sucesso sem precedentes nas cerimônias de premiação de Hollywood. No SAG Awards, o elenco de Parasita sobressaiu entre outros grupos de atores já consolidados na indústria cinematográfica, que participaram de filmes como O Irlandês, Era Uma Vez em... Hollywood e O Escândalo. No Globo de Ouro, a produção sul-coreana ganhou a estatueta de melhor filme estrangeiro e foi indicada em duas outras categorias. No dia 09 de fevereiro, vai concorrer ao Oscar em seis categorias, incluindo melhor filme. Mas a que se deve o grande sucesso do filme nas premiações americanas? A história "Que tipo de filme é esse?", perguntou o crítico Anthony Lane, da revista The New Yorker, quando escreveu sua resenha sobre o longa. E não foi o único a se fazer essa pergunta. A premissa é simples. Os caminhos de duas família se cruzam — uma é muito rica e a outra muito pobre. As interações entre elas revelam as diferenças sociais e expõem problemas de classe. Mas Parasita é um enredo coerente que combina sangue e humor, ternura e devastação em pouco mais de duas horas. "Com frequência, as pessoas me dizem que a história é muito estranha no melhor sentido possível", disse recentemente o diretor Bong Joon-ho em uma exibição do filme em Hollywood. "Acho que as pessoas gostaram do quão absurda é a história, dizem que é muito difícil de prever", acrescentou. De fato, se a princípio parece que se trata apenas da história de um jovem proveniente de uma família desempregada (que vive em um porão) e chega à casa luxuosa de uma família rica para dar aulas de inglês, a trama se complica (e muito). Trailer de 'Parasita' O jovem acaba inventando maneiras de os novos chefes empregarem o resto da sua família, sem saber que são seus parentes. E uma noite eles fazem uma descoberta macabra no porão da mansão. Apesar do universo absurdo em que a história entra, as reflexões sobre a pobreza e a riqueza adquirem um tom universal. Um exemplo é a sequência do filme em que chuvas fortes provocam inundações que, para a família pobre, implicam na destruição de sua casa, enquanto para a outra representam apenas a interrupção de um acampamento. "Em qualquer sociedade, há pessoas que têm e pessoas que não têm bens materiais, e esses grupos coexistem", disse o ator Song Kang-ho a jornalistas na noite de premiação do SAG Awards. Quando perguntaram recentemente a Bong Joon-ho por que ele acreditava que seu filme ressoava em todo o mundo, ele respondeu que "todos os personagens vivem em uma área cinzenta. A família pobre comete erros, mas é adorável, ​​e a família (rica) é mesquinha, mas amigável ao mesmo tempo. Não há vilões". Sucesso de crítica e bilheteria Quando estreou no festival de cinema de Cannes em maio do ano passado, os críticos aclamaram o filme como favorito para ganhar a Palma de Ouro, principal prêmio do evento. A partir dali, o filme ganhou um destaque intenso, arrecadando quase US$ 140 milhões em bilheteria no mundo todo e permanecendo por 18 semanas consecutivas em cartaz em Los Angeles. Joon-ho já contava com uma célebre trajetória cinematográfica, sendo considerado um dos melhores cineastas do século 21, de acordo com o site especializado Metacritic. Park So-dam e Choi Woo-sik em cena de 'Parasita' Divulgação Parasita ganhou ainda elogios da imprensa, que classificou o filme como "elegante e robusto". E não foram apenas os críticos que enalteceram o longa, mas também cineastas premiados, como o mexicano Guillermo del Toro. "Eu amo e admiro Bong Joon-ho desde Memórias de um Assassino (2003), ele me surpreende, me deleita e me emociona sempre. Então, dizer que este é o melhor filme dele significa muito para mim. E é. Um filme cheio de tristeza, inteligência e profundidade. Irreverente, mas sensível. Impressionante", escreveu em sua conta no Twitter. Em quase 20 anos de carreira, o cineasta sul-coreano explorou principalmente dois gêneros de filmes: ficção científica e policial, com um toque esporádico de humor, indica o site Metacritic. Veja Mais

Moleque dos hits Kevinho se apresenta no Planeta: 'O funk está conquistando seu espaço'

G1 Pop & Arte Cantor é o novo fenômeno do funk no Brasil. Ele vai estar no Planeta Atlântida na sexta-feira (31). Funkeiro fará sua primeira participação no Planeta Atlântida Divulgação Aos 13 anos, o sonho era ser jogador de futebol, mas depois de uma brincadeira, em que resolveu gravar funk no estúdio, o sonho mudou. O jovem Kevinho, conhecido hoje como moleque dos hits, trocou o futebol pelos shows na região de Campinas (SP), onde nasceu. Foi aos 14 anos que ele decidiu ir sozinho para São Paulo tentar a carreira de cantor. "Quando eu estava desistindo porque nada dava certo, recebi uma mensagem pelo Facebook do Marcelo Portuga me chamando para trabalhar com ele. Deu certo. Ele é meu empresário até hoje", contou em entrevista ao G1. O jovem cantor empilha sucessos e parcerias com grandes artistas nacionais, e quer mostrar um pouco da sua carreira no show que fará no Planeta Atlântida 2020, na sexta-feira (31). "Será um show inesquecível. Quando faço show aí [no RS] percebo que a galera canta do início ao fim e conhecem todos os funks", conta. Para ele, o ritmo tende a crescer cada vez mais. "O Brasil está vendo o crescimento do funk e que a cada dia estamos conquistando um público maior", destaca. Sobre os planos para o ano de 2020, ele entrega: "Quero lançar um clipe a cada 20 dias". Confira a entrevista completa abaixo. G1 - Kevinho, é sua primeira participação no Planeta. Qual a sua expectativa para o show? Kevinho - O público do Rio Grande do Sul sempre me recebeu muito bem. Quando faço show aí, percebo que a galera canta do início ao fim e conhecem todos os funks. Participo de alguns festivais como o Villa Mix e outros pelo Brasil, mas estar no Planeta Atlântida é a primeira vez, e com certeza será um show inesquecível. Estou ansioso para subir no palco do Planeta. Aguardem que o MLK (muleke) dos Hits está chegando no Sul. G1 - Você é muito novo, mas já tem muitos hits tocando nas rádios, e fazendo shows por todo o Brasil. Como foi para você alcançar esse sucesso? Kevinho - Comecei novo, com apenas 13 anos eu já sabia que queria cantar funk. Morava em Campinas, interior de São Paulo e mudei sozinho para Capital para tentar a carreira de cantor. Quando eu estava desistindo porque nada dava certo, recebi uma mensagem pelo Facebook do Marcelo Portuga me chamando pra trabalhar com ele. Deu certo. Ele é meu empresário até hoje. G1 - Você tem parcerias com muitos artistas renomados do Brasil como Simone & Simaria, Gusttavo Lima e Wesley Safadão. Como é para você gravar com estes artistas? Kevinho - Parcerias são importantes na carreira de qualquer artista. Gravei também com Anitta, Dennis DJ, e outros, a lista está grande [risos]. Na próxima semana, gravo com o rapper Tyga uma música que fizemos juntos. Ele chega no Brasil para alguns shows e vamos gravar o clipe da música que é um hitmaker. Aguardem... G1 - Este ano o Planeta Atlântida vai receber pelo menos quatro grandes nomes do funk nacional. Você, Anitta, Dennis DJ e Kevin O Chris. Como você vê esse crescimento do funk no Brasil e até no mundo? Kevinho - O funk está conquistando seu espaço. Faz muito tempo que estamos trabalhando pra isso. Tem muita gente boa mostrando qualidade do nosso estilo, como você mesmo citou que estarão no Planeta: Anitta Dennis DJ, Kevin O Chris. O Brasil está vendo o crescimento do funk que a cada dia estamos conquistando um público maior. G1 - Como você monta o repertório de um show como o Planeta? Está preparando alguma surpresa? Kevinho - Já estou preparando novidades para a apresentação no Planeta Atlântida. O que posso adiantar é que não faltará as músicas "Olha a Explosão", "Um Nora pra cada Dia" e outras. Aguardem. G1 - Quais são seus planos profissionais para 2020? Kevinho - Já tenho gravação com Maiara e Maraisa para lançar, com Tyga que vou gravar na próxima semana e muitas outras novidades para este ano. Quero lançar um clipe a cada 20 dias. Vou deixar minha equipe louca [risos]. G1 - Deixa um recado pra galera que vai acompanhar o seu show no Planeta. Kevinho - Galera do Sul e de todo Brasil, que estará no Planeta Atlântida, o MLK dos Hits tá chegando pra bagunçar geral. Eu acreditei que estaria aí um dia. Por isso que sempre digo: Acredite nos seus sonhos. Eu acreditei. E vc. Acredita? Cantor de 21 anos promete muitas surpresas na sua apresentação no festival Divulgação Veja Mais

Ex-presidente do Grammy faz acusações contra Academia e processo para indicação de artistas

G1 Pop & Arte Deborah Dugan, que deixou o cargo na última semana sob acusação de má conduta, cita comitê secreto e revela que Ariana Grande ficou de fora de categoria em 2019 para favorecimento de outro artista. Deborah Dugan, presidente afastada do Grammy Charles Sykes/Invision/AP Deborah Dugan, que deixou o cargo da presidência do Grammy na última semana sob acusação de má conduta, fez uma série de acusações contra a Academia. Entre as denúncias, segundo a revista Variety, Deborah cita um comitê secreto e afirma que Ed Sheeran e Ariana Grande ficaram de fora da categoria Música do ano em 2019 após o favorecimento de outro artista por parte do conselho. Na última semana, a Academia de Gravação, cujos membros escolhem os vencedores anuais dos prêmios da indústria musical, informaram que forçaram Dugan a sair de licença "à luz de preocupações ventiladas pelos membros do conselho diretor, inclusive uma alegação formal de má conduta feita por um membro da equipe da Academia de Gravação". A organização não fez mais comentários sobre a natureza da alegação ou da relação de Dugan com ela, mas garantiu que o espetáculo da premiação, que acontece em 26 de janeiro, seguirá como planejado, com Harvey Mason Jr. como presidente interino. Dugan assumiu o cargo em 1º de agosto como primeira mulher presidente e executiva-chefe da entidade. Grammy 2020 divulga indicados; veja lista e ouça as músicas De acordo com a Variety, a lista de denúncias por parte de Deborah Dugan inclui uma seção sobre o processo de indicações para o Grammy. Segundo ela: Alguns membros do conselho nos “comitês secretos” que escolhem os indicados ao Grammy representam ou têm relacionamento com artistas indicados Os membros de conselhos usavam esses comitês como uma oportunidade para promover artistas com quem eles têm relacionamentos Os membros desse comitê também manipulam o processo de indicação para garantir que determinadas músicas ou álbuns sejam indicadas quando o produtor do Grammy (Ken Ehrlich) quiser que uma música em particular seja executada durante o show Era permitido ao comitê indicar artistas que não estavam na lista inicial de 20 nomes possíveis para uma categoria O comitê chegou a selecionar artistas que estavam nesta lista inicial para participar do comitê de votação da categoria para a qual foram indicados. Como resultado, um artista que inicialmente estava classificado na posição de número 18 entre os 20 iniciais da categoria "Canção do ano" de 2019 acabou indicado. Assim, Ed Sheeran e Ariana Grande, que haviam recebido votos dos membros da Academia, acabaram ficando de fora da lista. Outras acusações Em sua denúncia aberta junto à Comissão para a Igualdade de Oportunidades de Emprego, Deborah Dugan acusa a Academia de Gravação de retaliação contra ela, criando um pretexto falso para deixá-la de licença. Dugan ainda alega que Neil Portnow, ex-CEO da Academia, "supostamente estuprou uma artista", que não teve seu nome identificado, mas foi descrita como "estrangeira”. Segundo Deborah Dugan, "essa foi a verdadeira razão pela qual o contrato de Neil não foi renovado" e disse, ainda, que o conselho "estava ciente de o incidente". Em junho de 2018, Neil Portnow anunciou que deixaria o cargo de chefe da Academia de Gravação após ser acusado de machismo. Dugan ainda cita que: Joel Katz, que por décadas foi um dos principais executivos da academia, a assediou sexualmente, tentando beija-la durante um jantar Katz e seu escritório de advocacia recebiam uma exorbitante quantia da Academia, incluindo US$ 250 mil por ano (além de reembolso prévio de viagens e gastos com intercorrências) apenas para estar de plantão, caso a diretoria precisasse de aconselhamento jurídico. Há "claros conflitos de interesses e negociações indevidas por parte dos membros do Conselho e irregularidades na votação em relação às indicações ao Grammy Awards, tudo isso possibilitado pela mentalidade do "clube do bolinha" que administra a Academia” Resposta da Academia A Academia enviou um comunicado, falando sobre o processo de investigação sobre denúncias de má conduta de Duga, mas não citou as acusações feitas pela ex-presidente da Academia. “É curioso que a Sra. Dugan nunca deixou claras essas graves alegações até uma semana depois que as queixas legais foram feitas contra ela pessoalmente por uma funcionária que alegou que a Sra. Dugan havia criado um ambiente de trabalho ‘tóxico e intolerável’ e engajado em ‘conduta abusiva e de bullying’. Quando a Sra. Dugan falou sobre seus ‘incômodos’ ao RH, ela especificamente instruiu o RH a ‘não fazer nada’ em resposta." "De qualquer forma, nós imediatamente iniciamos investigações independentes para rever tanto a potencial falha de conduta da Sra. Dugan quanto as subsequentes alegações. Ambas investigações continuam em curso. A Sra. Dugan foi afastada administrativamente apenas depois de oferecer seu posto e demandar US$ 22 milhões da Academia, que é uma organização sem fins lucrativos. Nossa lealdade sempre será aos 25 mil membros da indústria musical. Nós sentimos muito que a Maior Noite da Música esteja sendo roubada deles devido às ações da Sra. Dugan e estamos trabalhando para resolver esta questão o mais rápido possível”. Veja Mais

Globoplay anuncia parceria com Roku, empresa americana de TVs inteligentes que chega ao Brasil

G1 Pop & Arte Plataforma de streaming vai estar acessível através de botão próprio em controles das televisões da empresa, fabricadas em parceria com a AOC. Maria Casadevall é Julia em "Ilha de Ferro", uma das séries do Globoplay Divulgação/Globoplay O Globoplay vai ser uma dos primeiros serviços de streaming nacionais disponíveis na plataforma da Roku, uma empresa americana de televisões inteligentes que anunciou nesta terça-feira (21) seu lançamento no Brasil. Em parceria com a fabricante AOC, a companhia vai lançar as Roku TVs, aparelhos com o sistema operacional da empresa, que dá ao público acesso a diferentes serviços de streaming. Um botão Globoplay presente nos controles remotos das televisões vai permitir que os usuários acessem diretamente a plataforma. "A Roku será um parceiro fundamental na expansão do Globoplay. Vai melhorar a experiência de quem consome serviços de streaming na TV, vai trazer mais competição e qualidade ao mercado", disse Erick Brêtas, diretor geral do Globoplay, que participou do lançamento. Veja Mais

Após Pabllo Vittar reclamar de 'censura seletiva' em clipe, relembre 5 vídeos com bebida liberados no YouTube

G1 Pop & Arte Gusttavo Lima, Vitão e Ferrugem são alguns artistas que seguem com vídeos com bebida alcoólica em cena liberados na plataforma. Pop na prateleira Nesta terça-feira (21), Pabllo Vittar fez uma série de vídeos reclamando que o clipe de "Parabéns" sofreu "censura seletiva". Lançado em outubro de 2019, o vídeo atualmente aparece com uma restrição de acesso, que só é permitido para maiores de 18 anos. "A gente sabe também que têm vários outros videoclipes com conteúdo muito mais explícito, que não são restritos, não são banidos, nem sequer são lembrados. Mas atacam a drag queen a torto e a direito. (...) Diga não à censura seletiva", afirmou Pabllo. Na vídeo de "Parabéns", Pabllo aparece servindo vodca em um copo. A cena dura três segundos. Enquanto o clipe de Pabllo ainda aparece com a restrição para faixa etária, inúmeros clipes com copos e garrafas com bebida alcoólica em cena seguem liberados no YouTube. Um deles é “Zé da Recaída”, de Gusttavo Lima, que recebeu R$ 1 milhão de uma marca de uísque para fazer uma parceria na música e no vídeo. O número foi revelado pelo G1, que mostrou que a inclusão do nome da marca de uísque Old Parr na música é um exemplo de como as marcas se infiltram cada vez mais na música pop brasileira. Procurado pelo G1 para comentar o assunto, o YouTube não retorno até o fechamento desta matéria. Relembre este e outros clipes com bebida alcoólica em cena - e, em algumas vezes, também na letra: “Zé da recaída” - Gusttavo Lima: "Já que me ensinou a beber" - Thiago Brava com Barões da Pisadinha: "Chopp Garotinho" - Ferrugem: “Um Brinde”, Dennis DJ com participação de Maiara & Maraisa e Marília Mendonça: "Café" - Vitão: Veja Mais

Marisa Monte canta Dorival Caymmi no segundo álbum de Marcelo Costa

G1 Pop & Arte Artista dá voz em 'Vol. 2' a um pouco ouvido samba-canção do compositor baiano. Marcelo Costa conta com Marisa Monte no elenco de álbum que também inclui Maria Bethânia Acervo pessoal Marcelo Costa Um dos sambas-canção menos conhecidos do cancioneiro do compositor baiano Dorival Caymmi (1914 – 2008), Tão só ganha a voz de Marisa Monte em gravação inédita. Composição de autoria também creditada a Carlos Guinle (1889 – 1956), Tão só será ouvida na voz referencial da cantora carioca no segundo álbum de Marcelo Costa, Vol. 2, previsto para ser lançado neste ano de 2020. Feita recentemente, por volta de 2017 / 2018, a gravação de Tão só com Marisa será apresentada 67 anos após o registro fonográfico original da música, lançada em 1953 na voz do próprio Caymmi. Em cena desde 1974, o baterista e percussionista carioca Marcelo Costa estende a comemoração dos 45 anos de atividade profissional – celebrados em 2019 com a edição, em agosto, do álbum Vol. 1 – e lança em breve o Vol. 2. Pelo estelar time de estrelas que participam de Vol. 2, este segundo disco do músico deverá receber especial atenção dos seguidores de cantoras do Brasil. Além de Marisa Monte, o álbum reúne gravações inéditas de Maria Bethânia, Roberta Sá, Mart'nália, Teresa Cristina, Jussara Silveira e Mariana de Moraes, entre outros nomes. Veja Mais

Joaquin Phoenix participa de vigília por porcos em abatedouro após festa do SAG Awards

G1 Pop & Arte Ainda vestindo o terno que usou em evento onde foi premiado, ator participou de protesto junto a ativistas: 'Eu tenho que estar aqui'. Joaquin Phoenix participa de vigília por porcos em abatedouro após festa do SAG Awards Reprodução/Facebook Joaquin Phoenix saiu da festa do SAG Awards direto para um abatedouro de porcos em Los Angeles. O ator, que levou o prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA na categoria de Melhor Ator na noite deste domingo (18), se uniu a um grupo de ativistas para protestar e oferecer água aos animais. "A maioria das pessoas não conhece realmente a tortura e o assassinato na indústria de carnes e laticínios", afirmou o ator de 45 anos, ainda vestindo o terno usado para receber o prêmio no palco. “Eu já vi funcionam então eu preciso estar aqui”, seguiu o ator em um vídeo publicado por Jane Velez-Mitchell no Facebook. "Temos a obrigação moral de falar sobre e expor. Somos tão doutrinados com essas imagens de animais felizes em fazendas, nas embalagens de carnes, em restaurantes, mas é tudo mentira. Acho que as pessoas precisam saber a verdade e temos a obrigação de fazer isso. Nós que já vimos a realidade temos a obrigação de a expor isso." Initial plugin text Esta não é a primeira este ano que Phoenix é visto em um protesto. Em 10 de janeiro, o ator foi detido após participar de uma manifestação onde falou sobre o impacto da produção de carne e de leite nas mudanças climáticas, um tema que já tinha abordado durante seu agradecimento no Globo de Ouro, no domingo (5). Joaquin Phoenix é preso em protesto nos EUA contra mudanças climáticas Veja Mais

Secretaria de Cultura: artistas comentam 'noivado' de Regina Duarte

G1 Pop & Arte Atriz se reuniu com presidente Jair Bolsonaro nesta segunda e deve visitar Brasília para conhecer mais sobre o cargo na quarta (22), antes de decidir se aceita o convite. Veja repercussão. Artistas se manifestaram nas redes sociais após a atriz Regina Duarte conversar com o presidente Jair Bolsonaro sobre cargo na Secretaria Especial da Cultura. Os dois tiveram uma reunião no Rio de Janeiro para tratar do tema nesta segunda-feira (20). Depois da conversa, ela escreveu que está "noivando" com o governo. "Após conversa produtiva com o presidente Jair Bolsonaro, Regina Duarte estará em Brasília na próxima quarta-feira, 22, para conhecer a Secretaria Especial da Cultura do governo federal. 'Estamos noivando', disse a artista após o encontro ocorrido nesta tarde no Rio de Janeiro", disse o Planalto na nota. Na quarta-feira (22) a atriz vai a Brasília para conhecer a Secretaria Especial da Cultura. Ela foi convidada pelo presidente para assumir o órgão na sexta-feira (17). Segundo a colunista do G1 Cristiana Lôbo, Regina Duarte disse a amigos que vai aceitar o convite para assumir a secretaria. Em nota, a Globo informou que: "A atriz Regina Duarte tem contrato vigente com a Globo e sabe que, se optar por assumir cargo público, deve pedir a suspensão de seu vínculo com a emissora, como impõe a nossa política interna, de conhecimento de todos os seus colaboradores." Veja repercussão Alexandre Frota, ator e deputado federal "Regina Duarte diz "sim" a Bolsonaro. Outra que será enganada por esse cara e com detalhe ela não sabe a bandidagem que está instalada na Cultura", escreveu Frota no Twitter. Carlos Vereza, ator "Bela escolha de Bolsonaro. Regina Duarte: digna colega, culta, competente, e sobretudo pacificadora. Bravo, Regina!", escreveu Vereza no Facebook. Lobão, cantor "Eu acho a Regina um amor de pessoa, tenho a maior admiração por ela. Só fico muito preocupado por ela por entrar em um momento em que o Bolsonaro não é mais uma opção para nada. O Bolsonaro tem que ser interditado. Isso é o primeiro passo. O segundo é o fato de usar descaradamente a imagem de boazinha, que realmente a Regina é o amor, em uma hora que a Secretaria de Cultura está infestada das mesmas pessoas. O pessoal do Alvim está lá, pessoal da Funarte é o mesmo, os terraplanistas, o outro lá da Biblioteca Nacional. São todos as mesmas pessoas. Ela vai ter que se adaptar a essa política deles. O que é pior é que vai fazer aquela cortina de fumaça rósea no meio dessa situação absolutamente séria. Fico muito preocupado da Regina estar sendo usada para edulcorar uma situação insustentável", disse o cantor ao G1. Tico Santa Cruz, cantor "Acho uma escolha acertada do Bolsonaro a Regina Duarte! Agora temos no Governo a Rainha da Sucata", escreveu no Twitter. Veja Mais

Regina Duarte aceita convite para secretaria de Cultura de Bolsonaro, dizem interlocutores

G1 Pop & Arte Presidente Jair Bolsonaro e ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte Reprodução A atriz Regina Duarte aceitou o convite feito pelo presidente Jair Bolsonaro para a Secretaria de Cultura do governo federal. A decisão foi confirmada ao blog por membros da classe artística. Os dois se reuniram nesta segunda-feira (20), no Rio de Janeiro. Após a reunião, o Palácio do Planalto confirmou que Regina irá a Brasília na quarta-feira (22) para conhecer a estrutura da Secretaria Especial de Cultura – mas não cravou que ela assumirá o cargo. O comunicado do Planalto diz: "Após conversa produtiva com o presidente Jair Bolsonaro, Regina Duarte estará em Brasília na próxima quarta-feira, 22, para conhecer a Secretaria Especial de Cultura do governo federal. 'Estamos noivando', disse a artista após o encontro ocorrido nesta tarde no Rio de Janeiro." Pela manhã, Regina publicou em rede social que teria uma conversa "olho no olho" com o presidente da República. "Olha só , querido seguidor, que dia importante para ter sido chamada ao Rio para uma conversa 'olho no olho' do nosso Presidente da República", dizia a postagem. "De tudo quero tirar uma lição , um aprendizado . E vambora ! Com muito amor no coração", concluiu a atriz. Veja Mais

Banda de Pau e Corda lança o primeiro frevo inédito em 31 anos

G1 Pop & Arte Criado em 1972, grupo do Recife se une a Marcello Rangel no single 'Quer mais o quê?'. Em Pernambuco, o Carnaval de 2020 não vai ser igual aos últimos 31 carnavais do estado natal do frevo. É que a Banda de Pau e Corda está lançando nesta segunda-feira, 20 de janeiro, single com o primeiro frevo inédito do repertório do grupo do Recife (PE) em 31 anos. Desde 1989, ano em que lançou o álbum O outro lado da banda, gravado com a Orquestra do Maestro Duda e inteiramente dedicado ao centenário gênero musical, o sexteto não apresentava frevo inédito em disco. O jejum de três décadas está sendo quebrado com o lançamento do frevo Quer mais o quê? em single e clipe. A música é de autoria de Marcello Rangel. Capa do single 'Quer mais o quê?', da Banda de Pau e Corda & Marcello Rangel Divulgação Munido do próprio violão, o cantor e compositor se uniu a Sérgio Andrade (voz), Júlio Rangel (viola e vocal), Yko Brasil (flauta transversal), Zé Freire (violão), Sérgio Eduardo (contrabaixo) e Alexandre Barros (bateria) na gravação produzida por José Milton com arranjo do violonista Zé Freire. Adiantado por conta da proximidade do Carnaval, o frevo Quer mais o quê? integra o repertório do álbum de músicas inéditas que a Banda de Pau e Corda planeja lançar em meados deste ano de 2020. No single, o grupo persegue o passo dos frevos que gravou nos anos 1970, década áurea da banda formada em dezembro de 1972. Veja Mais

Trupe Chá de Boldo celebra em EP a liberdade modernista da obra da arquiteta Lina Bo Bardi

G1 Pop & Arte Em 2009, a Trupe Chá de Boldo compôs música em tributo à arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi (1914 – 1992), responsável pelas formas modernistas de importantes espaços da cidade de São Paulo (SP), como o Museu de Arte de São Paulo (Masp). A canção À Lina surgiu a partir da leitura coletiva de escritos e esboços da arquiteta para a construção do Teatro Oficina, situado no bairro do Bixiga (SP). Lançada no primeiro dos quatro álbuns da banda paulistana, Bárbaro (2010), a composição À Lina reaparece dez anos depois, em gravação inédita, no EP que a Trupe Chá de Boldo lança em 31 de janeiro com cinco músicas. Intitulado Viva Lina, o disco – produzido pelo coletivo juntamente com Otávio Carvalho – foi inspirado pela vida e obra libertária da arquiteta. Entre as cinco faixas do EP, há a marchinha Parque do Bixiga, já lançada pela Trupe como single em 2019. Composta pela banda em parceria com Peri Pane, a marcha foi inspirada na disputa judicial pelo terreno do Bixiga que abarca a construção do Teatro Oficina. Outra música do EP Viva Lina também foi previamente apresentada pela Trupe em single em 2019. Trata-se de Vão livre, parceria da banda com o poeta Paulo César de Carvalho. Capa do EP 'Viva Lina', da Trupe Chá de Boldo Vera Paladino com arte de Julia Valiengo e Ciça Góes A canção Vão livre surgiu em outubro de 2018 após manifestação organizada no Masp por associações e coletivos de mulheres contra o autoritarismo e a violência de homens machistas. Composta no aniversário de 50 anos do museu, a música celebra o espaço projetado por Lina como lugar de encontro e manifestações de resistência, tendo sido tocada pela primeira vez em show da banda no próprio vão do MASP. Nesse show, feito em dezembro de 2018, a Trupe Chá de Boldo também mostrou em primeira mão outra música registrada no EP, Arquitetotal, em cuja letra a banda celebra a liberdade que pautou Lina Bo Bardi no exercício da arquitetura. A música Chama do amor completa o repertório do EP Viva Lina. Gravada na cadência do samba, essa composição foi criada durante a primeira turnê realizada pela Trupe no Nordeste do Brasil, região que também marcou o trabalho de Lina, sobretudo Salvador (BA), cidade onde a arquiteta atuou por dois longos períodos, projetando espaços relevantes na capital da Bahia. A Trupe Chá de Boldo promove a edição do EP Viva Lina com show programado para 8 de fevereiro no teatro do Sesc Pompeia, cuja arquitetura ostenta o traço livre de Lina Bo Bardi. Veja Mais

Claudio Roditi, trompetista carioca de jazz, morre aos 73 anos nos EUA

G1 Pop & Arte Reverenciado como brilhante difusor do samba-jazz no exterior, músico deixa obra associada ao universo latino. Claudio Roditi na capa do álbum 'Gemini man', de 1988 Reprodução ♪ OBITUÁRIO – O trompetista carioca Claudio Roditi (26 de maio de 1946 – 18 de janeiro de 2020) talvez não tivesse se tornado um embaixador do samba-jazz nos Estados Unidos, para onde migrou em 1970, se não tivesse se deparado na adolescência com a portentosa discografia de jazz de um tio do músico. Ao ouvir os álbuns de jazz do tio, por volta dos 13 anos, Roditi se encantou com o som de gênios do gênero, em especial Charlie Paker (1920 – 1955) e Miles Davis (1926 – 1991). Mas soube unir o jazz à paixão pelo samba derivado da bossa nova. E foi assim, entre o jazz e os ritmos do Brasil, que o precoce Roditi – estudante de música já na infância, desde os cinco anos – traçou o caminho musical que seguiu com coerência e brilhantismo até morrer na manhã de sábado, em Nova Jersey (EUA), aos 73 anos, vítima de complicações decorrentes de câncer. Como Miles, Roditi se especializou no toque do trompete e, se não mudou o jazz como Miles fez mais de uma vez, o músico carioca se estabeleceu como um dos mais brilhantes e virtuosos da geração brasileira influenciada pela bossa nova. Claudio Roditi sempre foi corretamente associado ao samba-jazz por deixar o fluir livremente esse ritmo até quando tocava standards norte-americanos do jazz. Contudo, o som de Roditi também se abrigou sob o arco mais amplo do jazz latino. Inclusive porque o músico carioca tocou e gravou discos com Paquito D'Rivera –o saxofonista e clarinetista cubano de jazz que se tornou ícone do jazz latino – e com o percussionista Tito Puente (1923 – 2000) em currículo que incluiu também passagem a partir de 1989 pela United Nations Orchestra, fundada pelo trompetista norte-americano Dizzy Gillespie (1917 – 1993). Contabilizando mais de 30 álbuns lançados entre 1984 e 2014, a discografia de Roditi destaca títulos como Claudio! (1985), Gemini man (1988), Slow fire (1989), Impressions (2006), Brazilliance (2009) – álbum que valeu a Roditi uma indicação ao Grammy 2010 na categoria Melhor álbum de jazz latino – e Bons amigos (2011). Claudio Roditi saiu do Brasil aos 24 anos e se tornou nome reconhecido no circuito internacional de jazz latino sem jamais ter se afastado intimamente da música do Brasil, desde sempre incorporada pelo músico ao jazz que lhe deu justa fama mundial. Veja Mais