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Buenos Aires reabre teatros sem público e fará transmissão via streaming

G1 Pop & Arte Retomada terá acompanhamento de um rígido protocolo, que inclui medidas de higiene e segurança para evitar o contágio. Vista do tradicional teatro Colón em Buenos Aires com assentos vazios REUTERS/Agustin Marcarian Os teatros da cidade de Buenos Aires vão reabrir suas portas a atores e trabalhadores do setor, mas não ao público, e vão transmitir suas peças ao vivo via streaming, após autorização do governo para a retomada da atividade das salas, fechadas desde março para conter a propagação do coronavírus. A retomada, que dá nova vida à intensa atividade teatral na capital argentina, implicará no acompanhamento de um rígido protocolo, que inclui medidas de higiene e segurança para evitar o contágio. Parte da comunidade de atores e trabalhadores do teatro expressou recentemente em carta aberta preocupação com o setor, um dos mais atingidos pela pandemia. Os produtores de teatro reconhecem que será difícil voltar aos negócios como antes até que haja uma vacina ampla e eficaz. Até agora, o auxílio aos profissionais vinha por meio de subsídios e bolsas, que não bastavam para amenizar a situação tanto dos trabalhadores quanto dos teatros, muitos deles em risco de fechamento. Mas no fim de semana o governo nacional autorizou a retomada das atividades teatrais sem público, ou seja, os atores poderão ir para as salas e os espectadores poderão ver as obras em streaming, ao vivo, de suas casas. O protocolo implica, entre outras coisas, “modos de trabalho e transporte que garantam as medidas de distanciamento e higiene necessárias para reduzir o risco de contágio da Covid-19”, conforme diretriz do governo. A Argentina tem cerca de 246.500 infectados e 4.635 mortes pelo novo coronavírus, que tem afetado os espetáculos com público em todo o mundo devido às medidas de distanciamento social para conter sua disseminação. Leia também: Teatro on-line: companhias se reinventam em peças no Zoom com atores em casa Peça virtual em que o público vota e decide o final do espetáculo Veja Mais

Camila Pitanga revela que ela e a filha foram diagnosticadas com malária: 'Dias de muito sufoco'

G1 Pop & Arte Com picos de febre alta e calafrios, atriz conta que fez exame para checar se estava com Covid-19, mas testou negativo. 'Eu não fazia ideia do que eu poderia ter'. Camila Pitanga com a filha, Antônia, de 12 anos Reprodução/Instagram Camila Pitanga usou as redes sociais para revelar que ela e a filha, Antônia, de 12 anos, foram diagnosticadas com malária. A atriz contou que "foram 10 dias de muito sufoco. Entre picos de febre alta, calafrios e total incerteza". Por causa dos sintomas, Camila se submeteu ao teste para Covid-19, que deu negativo. "No lugar de me aliviar, permanecia a agonia, pois eu não fazia ideia do que eu poderia ter", citou a atriz. Camila foi aconselhada, então, a conversar com dois infectologistas. "Uma amiga minha suspeitou que esses picos de febre associados ao fato de estar em isolamento social numa zona de Mata Atlântica no litoral de São Paulo, podia ser malária", contou a atriz. "Bom, os resultados dos exames saíram dando positivo para malária. Eu e minha filha. Uma doença que ainda existe, é curável, mas precisa de cuidados", afirmou a atriz, em um longo texto compartilhado em sua rede social. Após a publicação, Camila recebeu mensagens de apoio de fãs e amigos desejando melhoras. Initial plugin text Associações médicas publicam documento contra o uso de remédio para malária no tratamento de Covid-19 Leia relato da atriz na íntegra: "Foram 10 dias de muito sufoco. Entre picos de febre alta, calafrios e total incerteza. Havia a sombra da possibilidade de estar com Covid-19. Somente no domingo recebi o resultado negativo do meu PCR. Mas no lugar de me aliviar, permanecia a agonia pois eu não fazia ideia do que eu poderia ter. Estava à deriva. Pois bem, uma amiga minha suspeitou que esses picos de febre associados ao fato de estar em isolamento social numa zona de Mata Atlântica no litoral de SP, podia ser malária. Fui indicada a conversar com dois infectologistas. Os dois extremamente generosos em falar comigo num domingo já de noite. Dr Luiz Fernando Aranha e o Dr André Machado. Agradeço ao último pelas orientações que me levaram ao Hospital das Clínicas da USP. Uma vez que a suspeita era malária, doença muito rara, não há melhor lugar para você ser tratado do que a rede SUS, local de referência e excelência para doenças endêmicas. No HC, fui prontamente atendida por uma mulherada. Sim, uma equipe 100% de mulheres fantásticas do laboratório da Sucen. Faço questão de dar seus nomes: Drª Ana Marli Sartori, Drª Silvia Maria di Santi, Drª Dida costa, Drª Simone Gregorio, Drª Renata oliveira e tão importantes quanto, as agentes de saúde Cida Kikuchi e Gildete Santos. Todas foram extremamente profissionais, eficientes e gentis. Bom, os resultados dos exames saíram dando positivo para malária. Eu e minha filha. Uma doença que ainda existe, é curável, mas precisa de cuidados. O tratamento é gratuito. Faço cá meus votos de gratidão a todas e todos agentes de saúde, que além de estarem na trincheira nessa luta contra a covid-19, estão aí atendendo inúmeras outras demandas com seu profissionalismo em meio a condições e incertezas muito grandes. É de suma importância valorizar a existência desse sistema de saúde que cuida de tanta gente, principalmente dos que não tem condições de pagar um plano de saúde. Estamos num país onde uma doença matou mais de 100 mil pessoas em poucos meses. Esse número poderia ser o triplo ou mais se não fosse o SUS. A catástrofe seria ainda maior. Muito obrigada e parabéns a todas e todos os profissionais de saúde desse país." Semana Pop #63: Camila Pitanga e outros famosos que reforçam representatividade LGBT Veja Mais

Gravada até por Bob Esponja, 'Tchê Tchê Rere' rendeu mais de R$ 5 milhões ao compositor

G1 Pop & Arte Sucesso foi criado há 10 anos pelo bancário baiano Cássio Sampaio, que hoje é empresário e lamenta 'falta de humildade' de Gusttavo Lima. G1 conta histórias de hits do Brasil no exterior. Cássio Sampaio em 2012 e a capa do álbum que tem a versão em alemão de 'Tchetchê rere' cantada por Bob Esponja Divulgação Gusttavo Lima não é o intérprete mais famoso de "Balada (Tchê Tchê Rere)". Ela foi gravada por Bob Esponja, na versão alemã do desenho. Difícil pensar em um elogio maior do que "Bombou tanto que tem uma versão cantada em alemão pelo Bob Esponja". O tal do "Tchê Tchê Rere" foi criado há 10 anos pelo então bancário baiano Cássio Sampaio. Mas foi em 2012 que virou hit europeu. Chegou ao terceiro lugar na Alemanha e ficou em primeiro na Suíça, na Holanda, na Bélgica e na Itália. Os lucros com direitos autorais mudaram a vida de Cássio. "Eu tive a cabeça no lugar, né? Hoje eu sou empresário, tenho fábrica de cama, de produtos químicos. 'Balada' me deu uma condição muito boa", explica o autor ao G1 (ouça no podcast abaixo). Cássio diz que não pode falar de valores mensais recebidos pela autoria, porque os números variam muito. "Mas eu posso te falar que são alguns milhões que eu ganhei com 'Balada'. Mais de R$ 5 milhões. Assim, mas não chegou a 10 ainda não, mas essa faixa, 6 milhões, alguma coisa assim." Nesta semana, o G1 conta as histórias dos maiores hits do Brasil no exterior. E de seus compositores. Quais as músicas brasileiras que bombaram nas paradas da Europa e dos EUA? Hoje, Cássio mora em Feira de Santana (BA), tem 40 anos, é casado e tem um filho de 8 anos e uma filha de 9. Ele ainda compõe xotes e forrós, mas se dedica mais às empresas que tem. Ele conta que ainda cai dinheiro de "Balada" na conta: "Rapaz, de vez em quando cai, viu? Acontecem umas surpresas boas, né? Eu quando viajei, escutei em Miami... Amigos estão sempre gravando nas boates, na Ucrânia, Suíça, Holanda, aí mandam pra mim." Autora de 'Ai se eu te pego' virou produtora em Miami Por que Gusttavo Lima não gostava de 'Tchê Tchê Rere'? Hoje, mais de 70% dos direitos recebidos vêm do exterior. "Ainda vem um direito autoral muito bom. Às vezez, mas não é como 2012, 2013, 2014, que era avassalador." Como nasce um hit? Cássio Sampaio, compositor de 'Balada (Tchê Tchê Rere)', em 2012 e em 2020 Reprodução/Instagram do artista "Balada" foi composta em um fim de noite de "uma das piores fases da vida" do ex-bancário. Ele morava em Salvador, em um apartamento quarto e sala, enquanto a esposa morava em Feira de Santana. "Aí eu cheguei à noite em casa, arretado com alguma coisa. Só que minha esposa me ligou e ela me viu agoniado". Foi quando ele pediu para desligar o telefone. "Eu falei 'não to afim de conversar não'. Já era umas 11h da noite. Aí ela falou 'beijo, me liga', falou bem rápido assim... Aí eu corri pro violão e veio uma melodia na hora e aí comecei. 'Beijo, me liga'. Depois eu troquei 'gata, me liga'. Aí pronto. Já veio rápido a música." "Mas eu não terminei, né? Você sabe que baiano é preguiçoso. Eu comecei de noite, mas fui terminar de manhã. Aí de manhã, peguei o telefone de novo e terminei a música. Foi rapidinho. Se for ver, não deve ter sido coisa de 20 minutos a música pronta." A equipe responsável pela carreira de Gusttavo Lima ouviu a música nas versões das bandas baianas Estakazero e Cangaia de Jegue. Depois, o Aviões do Forró também tocou a música em shows. "Balada" é mais um exemplo de música que estourou primeiro no nordeste e foi exportada para o resto do Brasil por meio de uma versão sertaneja. 'Tchetchê re re' na justiça Gusttavo Lima toca 'Balada Boa' no Planeta Atlântida 2015 Nos bastidores, Cássio disse que houve "uma confusão muito grande". Orientado pelos advogados, ele diz que não fala sobre as disputadas judiciais envolvendo autoria e gravação da música. A disputa pela autoria de “Balada” rendeu pelo menos dois processos no Tribunal de Justiça da Bahia. Cássio entrou em acordo com a Estakazero, a primeira a gravar a música oficialmente. A editora Leke empreendimentos queria uma parte da arrecadação da música, de 25%, alegando que teria participado da criação do arranjo. "Ave Maria, é uma música que mudou a minha vida. Se eu botasse os nomes dos outros né", resume o compositor. O segundo processo é uma ação por danos morais contra o Gusttavo Lima. O Cassio se sentiu lesado porque o cantor não citava em programas de TV quem era o verdadeiro autor da música. Cássio Sampaio, compositor de 'Balada (Tchê Tchê Rere)', com os filhos em 2020 Acervo Pessoal Cássio não gosta de falar sobre a relação com o cantor e lamenta que conheceu Gusttavo "em uma situação ruim, na frente de um juiz, e isso não é bom pra ninguém". "O único elo é 'Balada' mesmo. Porque poderia ser diferente, mas a falta de humildade dele... Mas, enfim, não está aqui pra se defender então deixa ele lá." Em busca da 'Tchetchê re re' parte 2 Após "Balada", Cássio mandou outras composições para artistas locais. "Aconteceram outras músicas com bandas do nordeste principalmente. O pessoal me ligava muito, um dos motivos de eu ter saído do banco foi isso. Começou o telefone a tocar sem parar, só que eu não tinha muita música." A busca por uma "Tchetchê re re" foi incansável. Ele tentou emplacar outras composições com arranjso e expressões parecidas. A lista inclui tentativas de hits como "Piriripimpim", "Tatararatata" e "Tome tome". Mas nenhuma teve a mesma força de "Balada". Também não rendeu tanto dinheiro. Gusttavo Lima levanta público do Planeta Atlântida com 'Balada' Veja Mais

'O clube das babás' moderniza mensagens de 'girl power' e de amizade, diz Shay Rudolph

G1 Pop & Arte Atriz de 14 anos fala ao G1 sobre adaptação da série de livros dos anos 1980, amizade com elenco, pesquisa sobre diabetes e telefones fixos: 'conhecia eles como algo vintage'. Enquanto as jovens protagonistas de "O clube das babás" se conheciam e formavam o forte laço de amizade mostrado na série, com suas atrizes acontecia o mesmo do outro lado das câmeras. A nova adaptação, que estreou na Netflix no começo de julho, moderniza as mensagens de "girl power" e de amizade presentes nos livros criados por Ann M. Martin, que venderam cerca de 176 milhões de cópias no mundo desde 1986. "Como uma criança e especialmente como um adolescente, ao crescer, você pode ter alguns problemas com a sua família, ou com amigos, então é muito importante ver isso em diferentes tipos de mídia, para que saiba que não está sozinho ao passar por isso", diz em entrevista ao G1 uma das protagonistas, Shay Rudolph. A atriz de 14 anos está em sua segunda grande produção depois de participação na série de "Máquina Mortífera". interpreta Stacey, a tesoureira do clube das babás do título, uma reunião de amigas empreendedoras em um negócio para cuidar de crianças. Momona Tamada e Shay Rudolph em cena de 'O clube das babás' Divulgação Além da série Mesmo quase um ano depois do fim das gravações, Rudolph e Sophie Grace, Momona Tamada, Malia Baker e Xochitl Gomez continuam a conversar quase todos os dias – afinal, não é um isolamento social que vai separar uma geração unida pela tecnologia. "A gente troca muitas mensagens, temos diversas conversas em grupo, fazemos muitas chamadas de vídeos, e conversamos em basicamente todas as redes sociais que existem", conta a atriz. "Amei ficar com elas todos os dias nas gravações, e a gente passava tempo juntas fora das gravações também. Foi muito bom para a gente se conectar, e ficar cada vez mais próximas, e nós definitivamente somos melhores amigas na vida real também." Assista ao trailer de 'O clube das babás' Depois de meses de gravações com as novas amigas entre julho e outubro de 2019 no Canadá, ela está em quarentena em sua casa, no sul da Califórnia, Estados Unidos. "Estou muito bem agora. Acho que tudo é tão animador, com a estreia de 'O clube das babás', e ouvindo as reações das pessoas, o quanto elas amaram a série. Então tem sido muito bom." Botando a leitura em dia Rudolph já conhecia as história antes mesmo de se envolver com o projeto. E não foi através dos livros ou das adaptações anteriores, uma série dos anos 1990 e um filme de 1995 – mas com quadrinhos. "Eu li as graphic novels quando estava no primário, o que foi muito legal. Gostei demais delas. Achava fantásticas. Então eu estava familiarizada com as histórias antes dos testes", diz a jovem. "Mas quando consegui o primeiro, meio que comprei mais um monte de livros e comecei a ler o máximo que conseguia. Eu me divertia tanto, porque isso era meio que a minha forma de pesquisar para o papel. Mas era a forma mais divertida de fazer isso." Essa não foi a única pesquisa, no entanto. Para interpretar Stacey, portadora de diabetes tipo 1 desde os livros, ela conversou com outras adolescentes com a mesma condição, para entender melhor os sintomas e o tratamento. "Acho que é importante pessoas jovens em casa, que têm diabetes, verem um personagem em uma série grande que são parecidos com eles. Porque ninguém quer crescer sem se ver representado na mídia." Shay Rudolph em cena de 'O clube das babás' Divulgação Aparelho vintage para geração digital Se as histórias e os temas dos livros foram modernizados para uma geração que cresceu com smartphones, a série fez questão de manter o icônico telefone fixo das histórias originais. Ele é inclusive usado como um diferencial pelas babás, que fazem questão de se reunir ao redor de um aparelho para mostrar aos clientes em potencial que podem ser facilmente encontradas. Já para as atrizes, com média de 13 anos na época da gravação, podia ser algo curioso. Mas não para Rudolph. Entre risadas, ela garante que não só conhecia, mas achava legal. "Pode parecer engraçado ao falar isso para um adulto que cresceu com telefones fixos, mas eu conhecia eles como algo vintage. Eu ia a lojas de antiguidades com minha mãe e minhas irmãs e a gente adorava. Eu curtia muito ver um telefone fixo cor pastel e sempre implorava para minha mãe comprar um para mim, porque eu achava eles tão legais." Malia Baker, Shay Rudolph, Momona Tamada e Sophie Grace em cena de 'O clube das babás' Divulgação O futuro das babás Desde o lançamento, a série conseguiu sucesso com a crítica, com uma aprovação de 100% das 42 resenhas agregadas no site Rotten Tomatoes, mas ainda não tem uma segunda temporada confirmada. Mesmo assim, a atriz já tem em mente no que quer para o futuro de seu clube. Mesmo que o tema já seja tocado pela tangente com outras personagens, ela gostaria de ver um arco clássico de sua personagem. "Acho que a história principal que quero ver com a Stacey, baseado nos livros que li, acho que seria legal ver a Stacey passar pelo divórcio dos pais", diz a atriz. "Ela passa pelo divórcio dos pais e tem que tomar uma decisão difícil de com quem vai morar. Então acho que mostrar isso poderia se identificar com muitas crianças que não iam se sentir tão sozinhas." Veja Mais

Últimos dias

'O Rei Leão' lidera bilheteria nacional pela segunda semana seguida

G1 Pop & Arte 'Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica' e 'Extraordinário' completam top 3 de quinta (6) a domingo (9). Setor movimentou R$ 114 mil no período. Rei Leão Disney "O Rei Leão" liderou a bilheteria nacional pela segunda semana seguida, no período de quinta (6) a domingo (9), segundo dados da ComScore. O filme da Disney arrecadou R$ 18,2 mil e foi assistido por mais de 850 pessoas. Cinema drive-in: filmes, ingressos, programação e horários Como é feita a programação dos cines drive-in Como as sessões e salas vão se adaptar para a reabertura O final de semana foi de filmes para a família. "Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica", animação de 2020, e "Extraordinário" completaram o top 3 de bilheteria do período. O setor movimentou R$ 114,3 mil com os 10 filmes mais vistos e teve pouco mais de 4,2 mil espectadores. Jon Favreau comenta carreira e explica novo 'O Rei Leão' A ComScore não informou quantas salas e quantos cinemas drive-in enviaram os dados do levantamento. Pelo Brasil, a maioria dos cinemas segue fechada por conta da pandemia do novo coronavírus. Veja o ranking da bilheteria no país: 'O Rei Leão' - R$ 18,2 mil 'Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica' - R$ 18,1 mil 'Extraordinário' - R$ 15,7 mil 'Abominável' - R$ 13,9 mil 'Capitão Fantástico' - R$ 10,1 mil 'Liga Da Justiça' - R$ 9,7 mil 'A Freira' - R$ 8,5 mil 'Meu Malvado Favorito 3' - R$ 6,8 mil 'Pets - A Vida Secreta dos Bichos' - R$ 6,7 mil 'Cantando na chuva' - R$ 6,3 mil Veja Mais

Antônio Fagundes é bloqueado por Instagram após responder fãs: 'Acharam que era um robô'

G1 Pop & Arte Em vídeo postado na rede social, ator explicou que incidente aconteceu após ele enviar cerca de 4 mil rosas em resposta aos comentários recebidos em publicação. Antônio Fagundes e a mulher, Alexandra Martins Reprodução/Instagram Antônio Fagundes teve seus comentários no Instagram bloqueados após enviar cerca de quatro mil emojis de rosas em resposta para mensagens de seus seguidores. Em um vídeo publicado na plataforma, o ator explicou que, após uma postagem em que aparece ao lado da mulher, Alexandra Martins, ele recebeu inúmeras mensagens carinhosas de seus seguidores e quis retribuir. Porém, a plataforma entendeu que se tratava de um robô e bloqueou o ator. "Na sexta-feira eu postei uma foto minha com a Alexandra no camarim, lembrando do teatro e eu recebi comentários tão lindos. Todo mundo sabe que sou eu mesmo quem responde, que leio e curto todos os comentários, respondo pra alguns. E esses eram todos tão lindos que eu resolvi que eu ia comentar cada um que tinha feito uma postagem pra mim", comentou Fagundes. "Respondi com uma florzinha pra cada um e, o que aconteceu? O Instagram bloqueou os meus comentários porque eles acharam que era um robô. Mas não era, não, era euzinho mesmo. Então não reparem se não tiver comentário aí por uns tempos, porque o Instagram está tentando entender aí quem é que manda mais de 4 mil rosas. Fui eu", explica o ator. O G1 entrou em contato com o Instagram para saber ate quando ficaria o bloqueio, mas não obteve retorno da plataforma até o fechamento desta matéria. Antônio Fagundes tem bloqueio no Instagram após responder fãs: ‘Acharam que era um robô’ Veja Mais

'Fall Guys' e 'Blightbound': Como a Devolver lançou 2 dos melhores games multiplayer da quarentena

G1 Pop & Arte Em época de trabalho remoto projetos adiados, distribuidora de jogos independentes trabalhou com pequenos estúdios para dois grandes jogos, que não poderiam ser mais diferentes. Em uma das poucas indústrias do entretenimento que prospera durante a quarentena, uma das maiores publicadoras de games independentes, a Devolver, conseguiu uma proeza. Em menos de uma semana, lançou dois dos melhores games multiplayer dos últimos meses. 'Fall Guys' é novo game viciante com gincanas no estilo de 'Olimpíadas do Faustão'; G1 jogou "Fall Guys: Ultimate knockout" e "Blightbound" têm em comum a ausência de modos para apenas um jogador e a combinação de diferentes gêneros, mas não poderiam ser mais diferentes entre si. O primeiro, lançado na última terça-feira (4) para computadores e PlayStation 4, é uma competição hiper colorida que mistura battle royale com gincanas no estilo "Olimpíadas do Faustão" – com potencial suficiente para se tornar um próximo "Fortnite". Assista ao trailer de 'Fall Guys: Ultimate knockout' Já o segundo, que entrou em fase de acesso antecipado para computadores no dia 29 de julho, é um RPG cooperativo que coloca equipes de três jogadores para explorarem calabouços cheio de criaturas monstruosas. Apesar da publicação através da Devolver, os games foram desenvolvidos por dois estúdios diferentes. Mesmo assim, ambos compartilham a crença de que os lançamentos tão próximos podem ajudar e se ajudados pelo período. "Isso é meio sombrio, mas a crise do corona foi boa para desenvolvimento de games, especialmente multiplayer, porque as pessoas estão presas em casa e sentem falta de socialização", diz em entrevista ao G1 Jasper Koning, fundador e designer do Ronimo, estúdio de "Blightbound". "Até pessoas que não são tanto de games têm jogado para socializar." Assista ao trailer de 'Blighbound' O designer chefe e cocriador de "Fall Guys", Joe Walsh, concorda. "Multiplayers sempre conseguiram aproximar as pessoas que não podem se ver", afirma ele ao G1. "'Fall Guys' ajuda, porque ele não te deixa estressado ou nervoso no fim. Acho que é por isso que o jogo tem sido tão bem recebido. as pessoas podem apenas relaxar." Caras de sucesso (inesperado) A recepção tão calorosa ao game de gincanas foi uma surpresa para seu estúdio, o inglês Mediatonic. Eles esperavam 100 mil jogadores registrados em seu primeiro fim de semana. Em um dia, já eram 1,5 milhão. "Esse tipo de sucesso traz problemas que você não tem como prever", diz Walsh. "Não sou engenheiro de servidores, mas as coisas têm dado errado de maneira que a gente nem via." 'Fall Guys' mistura battle royale com gincanas estilo 'Olimpíadas do Faustão' Divulgação Além dos desafios com a queda de partidas, ele conta que estão conscientes de jogadores que não têm recebido os pontos merecidos após as vitórias, mas afirma que eles são resolvidos – e garantiu que todos devem receber seus prêmios com o tempo. A ideia de "Fall Guys" surgiu há cerca de dois anos. No princípio, nem era para ser um battle royale, gênero que se popularizou ao colocar diversos jogadores que são eliminados aos poucos em uma disputa aberta, na qual o campeão é o último sobrevivente. "Queríamos apenas algo único para os multiplayers, que se encaixasse ao perfil do nosso estúdio. Programas matinais de jogos na TV eram um encaixe perfeito", conta o desenvolvedor. Com o tempo, a equipe de cerca de 45 pessoas percebeu que a dinâmica, parecida com gincanas da televisão ou até com as competições de "Mario Party', fazia sentido em um battle royale. "Nesses dois anos estávamos sempre em pânico pensando que alguém ia anunciar algo parecido." 'Fall Guys' mistura battle royale com gincanas estilo 'Olimpíadas do Faustão' Divulgação DNA imprevisível Para o futuro do game, além de consertar os problemas atuais, a Mediatonic planeja investir na variedade de mapas e nos modos de jogo, que podem incluir disputas fechadas a equipes ou a competições escolhidas pelos usuários. Isso significa que uma tela dividida, que permita que pessoas joguem juntas no mesmo lugar, não seja uma das prioridades. Walsh explica que seu desenvolvimento levaria tempo demais, e exigiria muita dedicação de uma equipe que pode ser considerada pequena. "O DNA de 'Fall guys é a imprevisibilidade. Sabemos que a variedade é o que torna o game interessante. Vamos focar em também novas maneiras de aumentar a jogabilidade em nossos mapas que já existem, talvez adicionar algumas coisas geradas randomicamente. Adoraria que a pessoa caísse em um local que já conhece mas não soubesse onde está." 'Fall Guys' mistura battle royale com gincanas estilo 'Olimpíadas do Faustão' Divulgação Parte da loucura do jogo são seus heróis, os tais "caras" do título. Coloridos e meio afobados, a maioria dos usuários jurava que não tinham mais do que alguns centímetros. Mas um tuíte da equipe acabou com a ilusão. Initial plugin text "Os fall guys têm 1,83m de altura. Este é o tuíte", dizia a publicação, para consternação geral – inclusive de Walsh. Ele ri da pergunta a respeito, mas confirma que é uma informação oficial. "É canônico. Acho que foi nosso gerente de comunidades que decidiu, mas ele nem me perguntou. Eu sempre imaginei eles muito menores, e tem algo meio assustador pensar nesses caras tão grandes por aí, mas é canônico mesmo agora." Melhores juntos O desenvolvimento de "Blightbound" passou por processo parecido. Após o lançamento da versão grátis de "Awesomenauts", em 2017, o estúdio holandês estava animado com a perspectiva de trabalhar com algo completamente diferente. Primeiro veio a ideia de um multiplayer cooperativo contra criaturas do jogo. Depois, um projeto em 3D foi substituído pelo ambiente em duas dimensões parecido ao gênero de brigas de rua, na qual equipes se reuniriam em sessões. Mas, como esse tipo de game apresenta heróis muito poderosos, o desafio foi encontrar formas para forçar as pessoas a realmente se ajudarem nas partidas. 'Blighbound' reúne equipes de trê s jogadores Divulgação "Pensamos na trindade do RPG (suporte, dano e tanque), porque seria fácil dos jogadores entenderem, e desenvolvemos a partir disso, tomando a decisão arriscada de dizer que não poderiam jogar sozinhos. Mas, com isso, podíamos brincar com as classes", diz Koning. Com isso, a equipe que agora conta com 24 pessoas trabalhou três anos no projeto. Em seu lançamento antecipado, "Blightbound" conta com nove heróis recrutáveis e seus masmorras diferentes. Nesta quinta-feira (13), outros dois personagens e um novo mapa devem ser adicionados. A ideia é chegar a no mínimo 20 heróis e nove calabouços até o lançamento oficial, em 2021. "Esperamos que as próximas atualizações ajudem a adicionar jogadores e a manter o pessoal engajado." 'Blighbound' reúne equipes de trê s jogadores Divulgação Veja Mais

Taís Araújo e Lázaro Ramos falam sobre experiência em gravar série longe de equipe: difícil e prazeroso

G1 Pop & Arte Casal protagoniza um dos episódios da série ‘Amor e Sorte’, que estreia em setembro na Globo. Em "Amor e Sorte", Tais Araujo e Lazaro Ramos são Tabata e Cadu Divulgação/Globo Taís Araújo e Lázaro Ramos receberam câmera, equipamento de som, de luz, figurinos, materiais de arte e tudo o que é necessário em um set de filmagem. Mas eles mesmos tiveram que montar tudo com a ajuda de um direcionamento virtual para as filmagens. Tudo isso era para a gravação da série "Amor e Sorte". "A gente trabalhou duríssimo para colocar esse episódio na rua. O Lázaro tem muito mais knowhow do que eu tecnicamente, já dirigiu um filme, entende de lente e de coisas que eu não entendo. Tive que me esforçar para fazer e conseguir fazer", afirmou Taís em entrevista por videoconferência para a jornalistas. "Até montagem de microfone a gente fez. A equipe estava remota, nos ajudando muitíssimo, mas não estavam aqui. Eles nos ajudavam, mas dependiam muito do nosso empenho. Então, era empenho dos dois lados, da equipe e nosso. Foi muito bonito de ver esse trabalho colaborativo." Lázaro, que está na direção do filme "Medida Provisória" (em fase de produção), destacou o aprendizado nesse projeto. "Foi difícil porque é uma demanda muito diferente de quando trabalhamos com a equipe próxima. E, mesmo eu tendo experiência como diretor, tendo estudado um pouco para exercer minha profissão, tudo era muito diferente", analisou. "Os equipamentos que chegaram, a maneira de se relacionar e conversar com os técnicos, com o diretor de fotografia à distância, a gente teve que criar nosso próprio vocabulário para esse momento. Mas, ao mesmo tempo, foi tudo muito prazeroso. Porque nesse momento em que está difícil exercer a nossa profissão, porque é uma profissão que necessita muito de proximidade, poder estar em cena, decorar o texto, atuar... com um texto da qualidade do Alexandre Machado, trouxe alegria junto. Valeu muito a pena". Prevista para estrear em setembro, na Globo, "Amor e Sorte", vai retratar um pouco dos relacionamentos durante o período de isolamento social. Em um dos quatro episódios da série, Taís e Lázaro formam o casal Tabata e Cadu. Confinados, eles chegam a uma grande discussão matrimonial turbinada pelos nervos à flor da pele após divergirem sobre uma questão ideológica. O episódio é assinado por Alexandre Machado e traz uma homenagem a Fernanda Young. "Eu adorei! Foi um desafio animador, em meio a esses momentos tão difíceis. A dramaturgia serve para isso: fazermos uma reflexão sobre o que passamos, para que o trauma possa ser curado. Além disso, há muito tempo esperava uma oportunidade de escrever algo para o Lázaro e a Taís fazerem juntos", afirmou Alexandre. Veja Mais

Caetano Veloso comemora 78 anos em live com os filhos nesta sexta

G1 Pop & Arte Cantor faz sua 1ª transmissão nesta sexta (7) com Tom, Moreno e Zeca Veloso no Globoplay. Show vai ser na sala da casa de Caetano no Rio, só com ele e os filhos tocando. Caetano Veloso Divulgação/Aline Fonseca Caetano Veloso vai celebrar os 78 anos nesta sexta-feira (7) em sua primeira live desde o começo da quarentena. A live começa às 21h30 e tem transmissão exclusiva no Globoplay. O músico baiano será acompanhado pelos filhos Tom, Moreno e Zeca Veloso, que estavam juntos na turnê do disco "Ofertório". Além dos clássicos da carreira de Caetano, o repertório da transmissão também terá a música "Talvez", lançada nesta sexta (7), em parceria com Tom Veloso. Eles também vão cantar a inédita "Pardo". "No começo, eu nem via possibilidade de fazer live. Não achava que o que me era proposto fosse do meu feitio. Mas eu queria fazer. Acho graça de o assunto ter ficado tão falado. O fundamental, que é cantar, estar na companhia dos meus filhos e escolher canções, me dá prazer", diz Caetano em comunicado à imprensa. "Recebo muitos recados e e-mails pedindo canções e até orientando se vou para o lado do material ultraconhecido ou se canto coisas que quase nunca cantei. Meu critério deveria ser exclusivamente este: o que eu posso fazer melhor? Mas tanto os sucessos consagrados quanto as coisas que tratam de temas mais adequados à situação de quarentena - além do desejo de cantar canções pouco ouvidas - abalam esse critério. Assim, o público pode esperar um misto dessas coisas todas", adianta o cantor. Sobre a divisão do repertório com os filhos, ele diz: "Não tem quase nada do Ofertório. Eles vão tocar comigo muitas das músicas escolhidas para a live e eu vou cantar ao menos uma com cada um deles. Nesse caso, canções deles mesmos. Uma, a de Moreno, é uma parceria comigo." Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

'Amor e Sorte' traz histórias de relacionamentos durante isolamento e homenagem a Fernanda Young

G1 Pop & Arte Lázaro Ramos e Taís Araujo, Caio Blat e Luisa Arraes, Emilio Dantas e Fabiula Nascimento e Fernanda Montenegro e Fernanda Torres são as duplas responsáveis por contar histórias da quarentena em nova série da Globo. Em "Amor e Sorte", Tais Araujo e Lazaro Ramos são Tabata e Cadu Divulgação/Globo "Amor e Sorte", série prevista para estrear na Globo em setembro, vai retratar um pouco dos relacionamentos durante o período de isolamento social. "A situação-limite que estamos vivendo, confinados, em convivência forçada, amplifica todos os princípios da relação. Casamentos, amizades e parcerias são colocados à prova numa quarentena e podem sobreviver, mais fortes, ou sucumbir", comenta Jorge Furtado, supervisor de texto da série. O projeto traz quatro episódios contados por estrelas que vivem um relacionamento real, mas em textos fictícios: Lázaro Ramos e Taís Araujo retratam um casal confinado que, ao divergir sobre uma questão ideológica, chega a uma grande discussão matrimonial turbinada pelos nervos à flor da pele. O episódio é assinado por Alexandre Machado Caio Blat e Luisa Arraes protagonizam texto assinado por eles em parceria com Jorge Furtado. O episódio fala sobre um relacionamento que começa exatamente quando as pessoas precisam entrar em confinamento Emilio Dantas e Fabiula Nascimento contam a história de um casal que caminha para o divórcio quando o isolamento começa. O texto é assinado por Jô Abdu e Adriana Falcão Fernanda Montenegro e Fernanda Torres interpretam mãe e filha que precisam lidar com o isolamento e seus fantasmas do passado. O texto é de Antônio Prata, Chico Mattoso, Fernanda Torres e Jorge Furtado. Outros membros da família entram no projeto deste episódio, que foi captado na região serrana do Rio de Janeiro, onde a família passa o período da quarentena. Andrucha Waddington, marido de Fernanda, assina a direção artística e conduz as gravações ao lado dos filhos, Pedro e Joaquim, e do diretor de fotografia João Faissal. Com exceção do episódio da família Torres, os outros três foram gravados pelos próprios protagonistas. Os casais operaram os kits individuais de equipamento e foram dirigidos à distância por Patricia Pedrosa. "Ninguém entra na casa deles. Deixamos a câmera, o equipamento de som, de luz, os figurinos, os materiais de arte, enfim, tudo que precisamos num set de filmagem, na porta da casa deles. Eles recebem todo esse material higienizado, montam e operam os equipamentos sozinhos, apenas com nosso direcionamento virtual", explica Patrícia. Homenagem a Fernanda Young Escrito por Alexandre Machado, marido de Fernanda Young, o episódio com Lázaro Ramos e Taís Araujo traz uma homenagem à atriz, escritora e roteirista que morreu em agosto de 2019, aos 49 anos. "Escrevi o texto para ela", conta Alexandre. "Conhecer Fernanda foi a melhor coisa da minha vida. Em todos os sentidos. Amorosamente, profissionalmente, espiritualmente, existencialmente. Ninguém aproveitou mais a Fernanda do que eu, foram 25 anos casados, muita sorte, realmente. Eu não seria 10% do que sou se não fosse por ela." "Na verdade, não estaria nem vivo se não fosse por ela. Não teria esses quatro filhos, que hoje são tudo para mim. Mas não foi apenas sorte, porque nós dois nos dedicamos a ter um projeto de vida que foi muito além de marido e mulher. Foi não, continua sendo, pois ainda continuo no mesmo projeto traçado por ela. E pretendo encontrar com ela em muitas outras encarnações." Taís Araújo e Lázaro Ramos apresentam peça teatral neste fim de semana em Salvador Veja Mais

'Quero que a elite entenda a favela antes de julgar', diz MC Cabelinho, o Farula de 'Amor de mãe'

G1 Pop & Arte Ator e MC lança disco sobre a vida na favela, feito na pausa da novela. Ele fala ao G1 de funk consciente, amizade com Humberto Carrão e influência de MC Orelha a Amy Winehouse. Victor Hugo, o MC Cabelinho, é aposta do funk para 2020 e atua em 'Amor de mãe' Divulgação Na pausa de "Amor de mãe", dentro de casa durante a quarentena, o MC Cabelinho não parou. Desde março, o cantor e ator que interpreta o Farula na novela prepara o álbum "Ainda". Na contramão do som acelerado e sensual do Rio, Cabelinho lança funks mais lentos sobre as cenas reais que assiste há 24 anos na PPG, o complexo do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Conheça a trajetória do MC Cabelinho "Quem é favelado vai se identificar. Quem não é vai entender o que é a favela. Eu canto a realidade, o que vejo de perto, da minha janela", diz Cabelinho ao G1. 'Eu quero que a elite entenda como é a favela antes de julgar", diz. Antes de ser ator, ele já fazia sucesso no "funk consciente", com letras sobre a realidade social e influências de rap. Ele canta "Liberdade" na voz de um pai preso que chora de saudade do filho. A letra é inspirada em um amigo que acabou caindo no mundo do crime. "Quem pode julgar é Deus", diz Cabelinho. Já "Reflexo", com o rapper BK, tem um verso marcante: "O governo brasileiro na visão do favelado é uma piada". Ele cita as operações policiais nos morros durante a pandemia como um dos motivos do verso. Cabelinho também falou ao G1 sobre a amizade nos bastidores com Humberto Carrão, as influências de MC Orelha a Amy Winehouse, e a nova geração do funk consciente em SP. Leia abaixo: Initial plugin text G1 - Como foi fazer um disco nesse momento de pandemia? Cabelinho - Eu já tinha um álbum, "Minha raiz", mas esse só tinha catado músicas que lancei antes. Agora foi tudo do zero. Começou quando o DJ Juninho, que me acompanha, fez o beat da música "Maré". Ouvi e falei que queria fazer um álbum só nesse ritmo de funk mais lento. Como "Maré" falava do jovem que entrou para o crime por falta de oportunidade, eu quis que as outras faixas abordassem, cada uma, um tema da favela. A gente aproveitou que eu fiz um estúdio agora em casa. E na pandemia, sem fazer show, focamos tudo no disco, desde março. G1 - Você já fazia funk consciente antes no Rio. E nos últimos meses esse estilo está crescendo muito em São Paulo também. Você acompanha? Cabelinho - É, o funk consciente nesse tempo de pandemia cresceu muito. Eu fico feliz de estar crescendo. Os MCs de São Paulo estão tirando onda nisso. Meu álbum também tem umas referências de lá. Acho bom, quanto mais consciente, melhor. É bom para a criançada e o jovem pegar a visão de como é mesmo a favela. Como funciona tudo, aprender, tirar o melhor da música e levar aquilo para a vida. MC Cabelinho, cantor de funk e ator que interpreta o personagem Farula, de 'Amor de mãe' Divulgação G1 - E por que acha que justo agora ele cresceu de novo? Cabelinho - O funk é de fases. Anos atrás tinha Cidinho e Doca, os sucessos eram conscientes. Aí caiu, teve o funk melody, pop, ostentação, putaria, e agora o consciente está voltando. Daqui a pouco vem outro, está sempre atualizando. O funk é imortal, mas tem vários tipos. G1 - Você canta consciente, mas também passa pelos outros estilos. Na música "Ainda", você fala de baile, mas também cita o vendedor da barraquinha da comunidade. Como é essa mistura? Cabelinho - Essa música relata o que a gente vê no baile. A gíria que vem da pista, as pessoas que caem para a favela para curtir. É isso, cada faixa tem um lance que rola na comunidade. G1 - Em "Liberdade" você canta na voz de um cara preso falando com o filho. Qual foi a inspiração? Cabelinho - Tenho um amigo que estudou comigo e sempre teve tudo na vida. Tudo que você pode imaginar. Tanto que quando eu comecei a fazer show, eu falava: "Me arruma vinte reais para eu cortar o cabelo?" Porque eu não tinha na época. Ele me fortalecia. Eu fui crescendo no funk. E conforme fui conquistando a minha parada, ele se perdeu. Teve um dia que ele se revoltou, brigou com a família dele. Aí ele foi para a pista, assaltou e foi preso. Está lá há três anos. Ele me inspirou muito nesse som. E não me envergonho disso. Quem pode julgar é Deus. Não importa o erro dele, eu não posso julgar. Todo mundo erra. O que eles mais precisam nessas horas é um amigo, a família, trocando uma ideia, dando conselhos. Tanto que ele falou: "Nunca mais quero essa vida, aqui é horrível. Não volto para cá". Isso que eu quero escutar dele. E o que eu puder fazer para ajudar quando ele sair de lá, vou fazer. É isso. Cada faixa teve um sentimento. Cabelinho e BK, parceiros na música 'Reflexo' Divulgação G1 - Os funks de SP estão cheios dessas histórias . Acha que isso ajuda a dar outra visão da favela? Cabelinho - É essa a inteção. É chato ter que provar toda hora que na favela só tem traficante. Quem é favelado vai se identificar. Quem não é vai entender o que é a favela. Canto a realidade, o que eu vejo de perto, da minha janela. De um amigo que desceu para procurar emprego e não foi aceito pela cor ou pela origem. Aí vê um cara no morro com um cordão de ouro, bem vestido, cheiroso. O que ele vai fazer? Vai para o crime. Eu quero mais oportunidade para os favelados, para as crianças. Meu álbum é nessa intenção. Eu quero que a elite entenda como é a favela antes de julgar. Ficar rotulando todo mundo que mora lá como traficante? Não é assim. G1 - A música "Reflexo" tem um verso forte, "o governo brasileiro na visão do favelado é uma piada". O que te levou a escrever isso? Cabelinho - Em plena pandemia e o governo autorizando a polícia a fazer operação dentro de favela? Todo mundo dentro de casa, aí sobe e faz operação no morro. Favelado não tá trabalhando, vários precisando de oportunidade de emprego. Muitas são faxineiras e o patrão falando que não precisa. Por que o governo não sobe pra distribuir cesta básica, álcool gel? Teve uma época que tava faltando água. Por isso eles são uma piada e todo mundo sabe disso. Cabelinho com Vera Holtz e Regina Casé nos bastidores de 'Amor de mãe' Divulgação G1 - Sobre esse som mais lento do disco, por que você fez assim, e o que você tem ouvido? Cabelinho - Sempre escutei as mesmas coisas. MC Orelha, Amy Winehouse. Estou escutando também muito Filipe Ret, Djonga, Orochi. Eu peguei umas referências de São Paulo para por no meu disco. Esse "rasteirinho" é de SP. Eu ouço isso tudo e vou pro estúdio, faço o que faço. G1 - E o que o pessoal do PPG fala sobre você estar na novela? Cabelinho - Eles falam que me assistem, acham maneiro. "Meus filhos estão te vendo, querem ser iguais a você." Não me acho assim não, tenho meus defeitos. Mas eu corri atrás para estar aqui hoje. Tenho orgulho de estar na Globo, bato no peito e falo que estou mesmo, tiro minha onda. Eles falam que eu estou mudando a cabeça de muita gente aqui. Agradeço a Deus por essa oportunidade. G1 - E como é a relação com o elenco nos bastidores. A Regina Casé é uma pessoa que fez muito essa ponte com a música sobre a favela. Cabelinho - A Regina é muito engraçada, eu me amarro nela, a gente troca ideia direto, se zoa. O Douglas Silva. Mas o que eu tenho mais amizade é o Humberto Carrão. Ele é meu irmãozão.Vem, troca ideia, pergunta do álbum. Antes do lançamento já tava pedindo. Depois elogiou bastante. A Adriana Esteve também ouviu o álbum, fiquei muito feliz. Estou feliz de ter contato com essas pessoas. MC Cabelinho, de 'Amor de mãe' TV Globo/Divulgação Veja Mais

De Butt-Head a Stimpy, clássicos animados da TV são reformulados

G1 Pop & Arte Comédias animadas para adultos estão sendo repensadas por TVs para atrair novos e antigos fãs com conteúdo familiar e mais acessível em meio a uma pandemia global. Beavis & Butt-Head Divulgação Beavis e seu companheiro Butt-Head estão crescidos, enquanto o felino Stimpy tem novos mundos para explorar. Comédias animadas para adultos que foram exibidas pela primeira vez nos anos 1990 estão sendo reformuladas no século 21, à medida que empresas de televisão buscam atrair novos e antigos fãs com conteúdo familiar e mais acessível em meio a uma pandemia global. "Ren & Stimpy", série da Nickelodeon sobre um chihuahua e um gato conhecida por seu humor político e sexual, é a mais recente a ser repensada para uma nova era da Comedy Central, informou a emissora nesta quarta-feira (5). "Vamos dar a eles a voz tensa, irreverente e cômica que os definiu, mas vamos contar novas histórias e trazer novos personagens", disse à Reuters Chris McCarthy, presidente do grupo de entretenimento e juventude da ViacomCBS. Initial plugin text O anúncio é o mais recente de uma série de reformulações anunciadas nas últimas semanas que incluem "Beavis and Butt-Head" na Comedy Central; "Projeto Clonagem", da MTV, sobre um colégio povoado por figuras históricas como Gandhi, Cleópatra e Abraham Lincoln; e uma série spin-off de “Daria” da Comedy Central chamada "Jodie". Os adoráveis preguiçosos Beavis e Butt-Head serão retratados aos 40 anos, em um mundo totalmente novo, afirmou McCarthy. "A animação para adultos é um desses gêneros que realmente funciona em todo lugar. Funciona de maneira linear, funciona em streaming e funciona em todo o mundo", disse McCarthy, apontando para o sucesso de "Os Simpsons" na Fox e "South Park" agora na HBO Max. Veja Mais

Lives de hoje: Sepultura com Ney Matogrosso, Karol Conká, Teresa Cristina e mais shows em casa

G1 Pop & Arte Veja as lives desta quarta-feira (5). Sepultura Marcos Hermes / Divulgação Sepultura com Ney Matogrosso, Karol Conká e Teresa Cristina estão entre as lives desta quarta-feira (5). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Quarta (5) Sepultura convida Ney Matogrosso - 16h - Link Antonio Nóbrega (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Slam das Minas e Karol Conka - 19h - Link Boogarins - 21h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Simone, dupla de Simaria, anuncia que está grávida do segundo filho: 'Estou muito feliz'

G1 Pop & Arte Em canal do YouTube, cantora mostrou a reação da família ao revelar a novidade. Simone, dupla de Simaria, anuncia que está grávida do segundo filho Reprodução/YouTube Simone, dupla de Simaria, está grávida de seu segundo filho. A cantora anunciou a novidade em suas redes sociais. "Estou muito feliz", afirmou Simone após a revelação. A cantora ainda publicou um vídeo em seu canal no YouTube onde mostra a reação da família ao contar a notícia. Simone afirmou que o marido, Kaká, e o filho, Henry, de 6 anos, sempre torceram para o aumento da família. Kaká se emocionou ao saber da gravidez e foi o responsável a contar para Henry. "Agora, mamãe, a gente pode ter uma irmã. Se não tivesse, eu ia chorar", celebrou Henry. Apesar de não ter revelado o sexo do bebê, em um trecho do vídeo, Simone se dirige ao filho dizendo: "Mamãe tá esperando uma irmãzinha aqui." Show das embaixadoras Simone e Simaria marca 1º fim de semana da Festa do Peão de Barretos Veja Mais

Antonio Banderas testa positivo para Covid-19: 'Me sinto relativamente bem'

G1 Pop & Arte No dia de seu aniversário de 60 anos, ator usou as redes sociais para afirmar que foi diagnosticado com a doença e falou sobre atual estado de saúde: 'Só um pouco mais cansado que o normal'. Antonio Banderas no Globo de Ouro 2020 Kevin Winter/Getty Images North America/AFP Antonio Banderas testou positivo para Covid-19. O ator usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira (10) para falar sobre seu estado de saúde. "Me sinto relativamente bem, apenas um pouco mais cansado do que o normal e confiante de que vou me recuperar o mais breve possível, seguindo as recomendações médicas, que espero que me permitam superar o processo infeccioso que sofro e que está afetando a tantas pessoas ao redor do mundo", escreveu o ator. O ator usou uma imagem da infância para dar a notícia, já que nesta segunda-feira (10) o ator também completa 60 anos. "Me vi obrigado a celebrar meu aniversário seguindo a quarentena ao testar positivo para a Covid-19". "Aproveitarei esse isolamento para ler, escrever, descansar e seguir fazendo planos", completou o ator. Initial plugin text Estrelas: confira uma entrevista exclusiva com Antonio Banderas Veja Mais

Marília Mendonça é acusada de transfobia; ela pede desculpas: 'Aprenderei com meus erros'

G1 Pop & Arte Em redes sociais, pessoas criticaram cantora sertaneja que citou, durante live, história de músico em boate LGBT. Marília disse que não iria se justificar: 'Aceito que fui errada'. Marília Mendonça Divulgação Marília Mendonça pediu desculpas após ser acusada de transfobia ao contar a história de um de seus músicos em uma boate LGBT de Goiânia. Durante a transmissão de um show on-line realizado pela cantora no sábado (8), o tecladista que acompanhava a artista pediu Marília contasse a história de uma das músicas apresentadas no repertório. "Sabe o que tô achando estranho. O que a gente combinou no ensaio, que a gente ia falar, não saiu nada ainda (...) eu sei que a próxima música aí tem história, e ninguém quer falar a história, é um acontecimento", afirmou o músico. Marília disse não se lembrar e começou a cantar "Sensível Demais", sucesso de Chrystian & Ralf. Ao encerrar a música, a sertaneja continuou a conversa: "Eu acho que tô lembrada, foi quando um integrante nosso falou que tocava num lugar? Quem é de Goiânia lembra da boate Diesel, que tinha aqui em Goiânia." Os músicos da cantora começam, então, a dar risada. "E aí não vou falar quem e nem vou falar o porquê, vou ficar calada. Quem lembra da boate Diesel, lembra da boate Diesel. Disse... que lá foi o lugar que ele beijou a mulher mais bonita da vida dele. É só isso. O contexto vocês não vão saber." O guitarrista da banda então diz: "Era mulher mesmo". Em seguida, outro músico cita: "Calma, ninguém falou nada." Após a live, algumas pessoas foram às redes sociais reclamar da atitude da cantora sertaneja e a acusaram de transfobia. Bruna Andrade fez um longo vídeo intitulado: "Marília Mendonça e a transfobia explícita. No vídeo eu mostro um exemplo claro de como a transfobia é naturalizada na nossa sociedade." Initial plugin text "Primeiro queria perguntar qual a graça de existir uma boate para o público LGBT? As risadas são de deboche...(...) eles estavam debochando de um amigo que ficou com uma menina trans. Quando terminei de ver, fiquei me perguntando onde estava a piada. Qual a graça de um cara se relacionar com uma menina trans?". "Foi muito duro ver minha musa falar que qualquer cara que demonstra afeto por mim é chacota. Ou seja, não sou digna de ser amada, receber carinho? Todo relacionamento que eu tiver vai ser vergonha, vai ser engraçado? (...) Isso tem um desdobramento muito pior, isso gera violência, isso era assassinato", citou Bruna. No Twitter, o nome da cantora apareceu entre os tópicos mais comentados após internautas reforçarem as críticas. Pedido de desculpas Na manhã desta segunda-feira (10), Marília Mendonça escreveu uma breve mensagem em seu Twitter pedindo desculpas. "Pessoal, aceito que fui errada e que preciso melhorar. Mil perdões. De todo o coração. Aprenderei com meus erros. Não me justificarei." Initial plugin text Veja Mais

G1 Ouviu #101 Os maiores hits do Brasil no exterior: de Sérgio Mendes a 'Tchê Tchê Rere'

G1 Pop & Arte Podcast conta as histórias de músicas brasileiras que bombaram em paradas da Europa e dos EUA. Sucessos podem render até R$ 5 milhões de direitos autorais e muitas disputas na justiça. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

'Sol da meia-noite': O que a crítica anda dizendo sobre o novo livro da saga 'Crepúsculo'

G1 Pop & Arte História ganha novo ângulo, com romance narrado pelo vampiro Edward Cullen. Mas será que vale a pena dar uma nova chance à série? Semana Pop te ajuda a decidir. Semana Pop explica o que a crítica anda dizendo sobre novo livro de 'Crepúsculo' No meio de um ano difícil, a autora Stephenie Meyer deu aos fãs de "Crepúsculo" um alento: "Sol da meia-noite", novo livro da saga, lançado na terça-feira (4). Ele muda o ângulo a história e narra o romance de Edward Cullen e Bella Swan pela perspectiva do vampiro. Mas será que vale a pena dar essa nova chance ao casal? O Semana Pop deste sábado (8) te ajuda a decidir, com o resumo do que os críticos andam dizendo sobre a obra. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Por trás da dança, FitDance impôs rotina de pressões e ameaças, dizem ex-membros

G1 Pop & Arte Plataforma de dança está no centro de uma onda de acusações trabalhistas. Dançarinos dizem que tinham redes sociais controladas e eram pressionados a fazer trabalhos sem remuneração. Fabio Duarte, um dos fundadores do FitDance, comanda aula de dança em academia da Zona Oeste de São Paulo Celso Tavares/G1 Por trás dos sorrisos em vídeos de dança e dos posts animados no Instagram, ex-integrantes do FitDance narram uma rotina de pressões e constrangimentos na empresa. A mais conhecida plataforma brasileira de dança da internet, que atua também em academias, está no centro de uma onda de acusações de irregularidades trabalhistas desde a saída de um de seus membros mais antigos, o ex-BBB Diogo Pretto. Ao anunciar a despedida, Diogo publicou um longo desabafo, criticando a empresa e um de seus fundadores, Fabio Duarte, conhecido como “Big Boss”, mas a quem o dançarino chamou de “ex-amigo”. Diogo Pretto fala sobre saída do FitDance “Eu estava ficando doente em casa, não estava mais aguentando”, diz Diogo sobre o período em que fez parte do grupo, no vídeo publicado no Instagram. Outros bailarinos, que também se desligaram da plataforma nos últimos anos, falaram ao G1 sobre casos em que o FitDance, segundo eles, coagiu integrantes a trabalharem sem remuneração, assumiu o controle sobre suas redes sociais e contratos externos e constrangeu dançarinos com punições e ameaças. A empresa nega qualquer irregularidade (leia comunicado mais abaixo). Wagner Magalhães/G1 Casos na Justiça Desde Lorena Improta, que deixou a empresa em 2016, o FitDance perdeu pelo menos outros sete de seus dançarinos mais conhecidos, a maioria de forma não amigável. No ano passado, o casal Juliana Paiva (1,3 milhão de seguidores no Instagram) e Dam Fernandes (704 mil) deu adeus ao grupo, por considerar que a empresa descumpriu cláusulas dos contratos assinados com os dois. Logo depois, eles contam, foram processados pelo FitDance, que quer impedir que o casal exerça atividades relacionadas à dança e trabalhos artísticos pelo período de dois anos, além do pagamento de multa por quebra de contrato. Os pedidos foram, inicialmente, negados pela Justiça, mas as ações continuam em andamento. “Existem contratos que proíbem o trabalhador de prestar serviço para determinadas empresas por algum período, depois do desligamento. Mas, nesses casos, deve haver um ressarcimento, uma remuneração ao profissional durante esse tempo”, explica o advogado trabalhista Vitor Hugo de Almeida. Correm, em sigilo, pelo menos três processos trabalhistas abertos por ex-prestadores de serviço contra a FitDance ou a Califórnia Filmes. As duas empresas são administradas por Fabio e o irmão, Bruno, e atuam em conjunto na produção de vídeos e clipes musicais. Controle das redes sociais O grupo de bailarinos que participa das gravações de coreografias, clipes e eventos do FitDance é chamado de Equipe Show. Com a visibilidade gerada pelos trabalhos, vários ganham status de influenciadores nas redes sociais. Ex-membros do time contam que eram contratados como prestadores de serviço, sem carteira assinada, e remunerados por ação feita para a empresa. Mesmo assim, segundo eles, o FitDance monitorava todos os contratos externos de seus integrantes, o que é considerado irregular nesse tipo de vínculo. “Ainda que exista uma cláusula de exclusividade, ela só é válida se o trabalho feito externamente afetar diretamente o serviço previsto em contrato”, diz o advogado trabalhista. “O dançarino pode aceitar, por exemplo, um trabalho que surge em um dia em que ele não tem nenhum serviço previsto com a empresa com que tem exclusividade.” Um bailarino, que não quis se identificar, diz que os integrantes do grupo eram proibidos de postar no TikTok e IGTV (serviço de vídeos longos do Instagram). Segundo ele, alguns foram compelidos a dar, à empresa, acesso às suas próprias redes sociais, que eram vigiadas, e, em um episódio, a conta de uma dançarina chegou a ser tirada do ar por um mês. Punições “A forma como a empresa era liderada causava uma pressão psicológica muito grande em todos os integrantes. Sempre de forma velada, existiam punições”, lembram Juliana e Dam, em um relato enviado ao G1. Os dois dizem que não tinham acesso aos valores fechados pela empresa para gravação de clipes e apresentações e, algumas vezes, eram pressionados a realizar trabalhos sem pagamento. “Nesses casos, se houvesse recusa do bailarino, ele era excluído de trabalhos posteriores, e a remuneração ao final do mês era menor como forma de punição.” Juliana Paiva se desligou do FitDance em 2019 Reprodução/Instagram/FitDance Segundo os ex-integrantes, os castigos para quem descumprisse orientações da empresa também incluíam a exclusão em trabalhos com artistas famosos e a diminuição da visibilidade nos vídeos publicados nos canais do FitDance na internet. Eles afirmam que as repreensões e cláusulas sobre multas contratuais eram usadas para ameaçar dançarinos. O advogado explica que, à exceção de serviços comprovadamente voluntários, não pode existir trabalho sem alguma forma de remuneração. “Também não se pode vincular esse tipo de obrigação a outros trabalhos. É assédio, falta grave”. Além disso, a empresa pode ser punida por utilizar punições para intimidar trabalhadores. “Existe uma linha tênue entre a liberalidade da empresa e o assédio moral”, esclarece. “A empresa tem o direito, por exemplo, de não contratar mais alguém que presta serviço para um concorrente. Ela também pode decidir sobre como vai distribuir o trabalho. Mas, se faz isso de modo a prejudicar alguém específico, usa isso como ameaça e cria uma situação de pânico, é assédio moral.” O G1 solicitou uma entrevista com os representantes do FitDance para falar sobre os contratos e acusações dos ex-bailarinos, mas a assessoria de imprensa da empresa enviou apenas um comunicado. O texto afirma que todas as diretrizes e contratos do grupo são baseados em práticas de mercado e que as questões estão sendo analisadas pela equipe responsável. Leia a íntegra do comunicado enviado pelo FitDance: "A FitDance sempre teve como objetivo e missão fomentar o mercado da dança e levar alegria e bem-estar para os alunos e praticantes. Nossas diretrizes e contratos são baseados em práticas de mercado, profissionalismo, melhorias e aprendizados contínuos. Sempre estivemos à disposição para o diálogo e esclarecimentos. Todas as questões estão sendo analisadas pelas equipes responsáveis e esperamos que as mesmas sejam concluídas da melhor forma possível." FitDance transforma coreografias em estratégia de marketing musical Veja Mais

Famosos compartilham meme com montagem para resumir o ano de 2020 e a quarentena

G1 Pop & Arte Reese Witherspoon, Viola Davis, Leonardo e Deborah Secco foram alguns dos que entraram na brincadeira sobre o sentimento mensal ao longo do ano. Leonardo e outros famosos compartilhar meme com montagem para resumir o ano de 2020 e a quarentena Reprodução/Instagram Famosos entraram na brincadeira de mais um meme e compartilharam uma montagem de imagens que resume o ano de 2020, quase todo em quarentena por causa da pandemia de coronavírus. Reese Witherspoon, Viola Davis, Cara Delevingne, Leonardo, Deborah Secco e a dupla Jorge e Mateus foram alguns dos que compartilharam publicações nas redes sociais. Na brincadeira, eles demonstram o humor mensal durante o ano com imagens de si mesmos. Os cliques trazem fotos de momentos alegres, sorrisos, festa e viagens nos meses de janeiro e fevereiro, mas a partir de março, o humor se altera completamente. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Fãs de alguns artistas, como Joelma e Simone, também entraram na onda do meme e usaram fotos de seus ídolos na montagem. Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Lives de hoje: Titãs, Thiago Brava e Jefferson Moraes, Luiza Lian e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Nesta quinta (6), Teresa Cristina também faz transmissão. Veja horários. Titãs, Luiza Lian e Teresa Cristina fazem lives nesta quinta (6). Thiago Brava, Jefferson Moraes, Clayton e Romario, Hugo e Guilherme fazem a Resenha dos Brabo a partir das 20h. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja lista e horários das lives: Luiza Lian (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Titãs - 19h30 - Link Jefferson Moraes, Thiago Brava, Clayton e Romario, Hugo e Guilherme (Resenha dos Brabo)- 20h - Link Alex Albino - 22h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Daisy Coleman, do documentário 'Audrie & Daisy', morre aos 23 anos

G1 Pop & Arte Segundo informações do site TMZ, Melinda, mãe de Daisy, informou que a jovem cometeu suicídio. Daisy Coleman, do documentário 'Audrie & Daisy', morre aos 23 anos Reprodução/Instagram Daisy Coleman, uma das adolescentes do documentário "Audrie & Daisy", do Netflix, morreu aos 23 anos. De acordo com o site TMZ, Melinda, mãe da jovem, informou que ela cometeu suicídio na noite desta terça-feira (4). "Ela era minha melhor amiga e uma filha incrível. Acho que ela teve que fazer parecer que eu poderia viver sem ela. Mas eu não posso. Eu gostaria de ter tirado a dor dela", lamentou Melinda. Atualmente, Daisy Coleman trabalhava como tatuadora e modelo. A história de Daisy ficou conhecida após, aos 14 anos, em janeiro de 2012, ela sofrer um estupro em Missouri durante uma festa. O documentário, lançado em 2016, mostra como Daisy e os membros de sua família lidaram com o trauma e a reação hostil de sua comunidade. Segundo Melinda, a filha "nunca se recuperou do que os jovens fizeram com ela e isso não é justo. Minha filha se foi". "Audrie & Daisy" também trata de outro caso de estupro, o da jovem Audrie Pott, que aconteceu em setembro de 2012. Audrie cometeu suicídio 10 dias depois. Veja Mais

Com fim do confinamento, mas ainda sem boates, Paris recupera 'festas secretas'; conheça

G1 Pop & Arte Local é anunciado de última hora e para entrar é preciso escalar muro, desinfetar as mãos e pagar 10 euros que cobrem possível multa. Parque é centro de fenômeno que tinha parado nos anos 90. As 'free parties', fenômeno em Paris até os anos 1990, retornam com o fim do confinamento na cidade GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP O local da festa é anunciado no último momento com uma mensagem de áudio. Para entrar no local é preciso escalar um pequeno muro, tirar a máscara, desinfetar as mãos e pagar 10 euros pelos custos da organização e pelos custos de uma possível multa. Cinco policiais chegam ao local antes da festa, emitem avisos e confiscam alguns cigarros de maconha, mas depois vão embora. A festa pode começar. O fechamento de boates em Paris devido ao coronavírus e uma certa permissividade das autoridades fizeram reaparecer as chamadas "free party", festas clandestinas de música eletrônica que haviam desaparecido da capital francesa nos anos 1990. O epicentro do fenômeno é o Bosque de Vincennes, um parque ao leste da capital, facilmente acessível de metrô. Jovens pulam muro para entrarem em 'festa secreta' em Paris GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP É preciso caminhar mais de 15 minutos e seguir o som da música eletrônica, antes de chegar a uma das 10 festas ilegais escondidas no meio do parque. Algumas 'free party', nos portões de Paris, chegaram a reunir até mil participantes em julho. "Eu nunca vi nada assim, é algo completamente incrível", disse o organizador de festas Illa Gianotti, co-fundador do grupo Soeurs Malsaines. "Começou timidamente. Pouco a pouco, os coletivos começaram a sair de casa em maio, com as primeiras festas discretas. Não precisamos de muito - transportar os vinis, alugar um gerador e um amplificador e instalar luzes", explica Antoine Calvino. Jovens são revistados na entrada de 'festa secreta' de Paris GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP Diretor do coletivo Microclimat, Calvino foi um dos primeiros a colocar suas caixas de som no parque em maio, quando terminou o confinamento. "Com o fim do confinamento, a pressão era muito forte, as boates e até os bares estavam sempre fechados e não havia muitas alternativas para ver os amigos e festejar", explica. "E a festa é vital, para alguns é um modo de vida paralelo, o momento de desabafar e se encontrar. É uma válvula de escape e uma zona de tolerância sem igual". 'Festa secreta' em Paris GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP Mas a nova vida secreta e noturna do parque se tornou conhecida. Em meados de julho, a polícia começou a intervir para dispersar as festas e confiscar o material dos organizadores. A prefeitura de Paris, que administra os parques e jardins da cidade, reconhece que foi "surpreendida pelo alcance do fenômeno" e está tentando urgentemente encontrar uma maneira de controlá-lo. 'Única alternativa' "Há um verdadeiro problema cultural e social no momento e nós, a prefeitura, não queremos enviar a polícia, queremos acertar as coisas", disse à AFP Frédéric Hocquard, responsável pela vida noturna da capital. Do outro lado de Paris, os adeptos das 'free party', com experiência desde os anos 1990 de festas realizadas em terrenos lamacentos e com grandes equipamentos de música, estão se preparando para uma noite clandestina chamada "Transe ta Race". O público das boates "sempre vinha, mas agora, considerando que as festas techno estão paradas, é a única alternativa", disse à AFP a organizadora do evento, que usa o pseudônimo Geutto Blaster One. 'Free party' em parque de Paris GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP Veja Mais

Associação responsável pelo Globo de Ouro é processada por monopólio; organização rebate acusações

G1 Pop & Arte Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood considera denúnicas feitas por jornalista norueguesa reflexo de 'tentativas repetidas de prejudicar' a organização. 77ª edição do Globo de Ouro acontece neste domingo (5) em Beverly Hills, California Jordan Strauss/Invision/AP A seleta associação de jornalistas que premia o Globo de Ouro foi acusada nesta segunda-feira (3) de sabotar o trabalho de profissionais que não são membros, enquanto desfruta de luxuosos benefícios e um acesso sem precedentes às estrelas de Hollywood. Um processo antimonopólio apresentado contra a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA) afirma que o grupo monopoliza ilegalmente a informação sobre o entretenimento em Los Angeles, ao mesmo tempo em que cria barreira quase impossíveis de ser superadas para a aceitação de novos integrantes. "Durante todo o ano, os membros da HFPA usufruem de viagens com todas as despesas pagas para festivais de cinema do mundo todo, onde são tratados com luxo e todos seus desejos realizados pelos estúdios", acusa o processo apresentado pela jornalista norueguesa Kjersti Flaa. "Os candidatos qualificados para admissão na HFPA quase sempre são recusados, porque a maioria dos 87 membros não está disposta a compartilhar ou diluir os enormes benefícios econômicos que recebe", completou. Procurada pela AFP, a HFPA, que alega ter feito tentativas nos últimos anos de atrair membros mais jovens, rebateu as acusações, que considera reflexos de "tentativas repetidas de prejudicar" a organização. A HFPA tem influência considerável no mundo do cinema graças ao Globo de Ouro, um dos prêmios mais importante de Hollywood e que abre caminho para a glória no Oscar. Porém, o processo para se tornar membro da HFPA, que dá direito a votar na premiação, é repleta de mistérios. Embora alguns de seus integrantes trabalhem para respeitados veículos da imprensa estrangeira, muitos são independentes e escrevem em publicações desconhecidas. O processo detalha casos de membros que foram premiados pelos estúdios de Hollywood, incluindo uma viagem de imprensa da Disney a um hotel cinco estrelas em Singapura no ano passado. "É claro que os estúdios se incomodam em ter que gastar enormes somas de dinheiro para satisfazer os desejos de algumas dezenas de jornalistas de idade avançada que regularmente são flagrados roncando durante projeções, mas, dada a importância do Globo de Ouro, não vêm maneira de por um fim a esta farsa", concluiu o processo. Flaa solicitou a entrada na HFPA em 2018 e no ano passado, mas foi rejeitada nas duas ocasiões. No processo, ela acusa jornalistas escandinavos rivais de terem bloqueado sua entrada, apesar de estar capacitada para integrar a HFPA de acordo com os critérios da associação. Qualquer jornalista estrangeiro que deseje ingressar deve ser apoiado por dois membros, mas o pedido pode ser rejeitado se apenas um membro vetar o nome. A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood "rejeitou a chantagem e afirmou à senhora Flaa que a aceitação como membro não é obtida por intimidação", indicou a HFPA. Globo de Ouro premia principais filmes e séries do ano Veja Mais

Simon Cowell passa por cirurgia após sofrer queda de bicicleta elétrica e fraturar a coluna

G1 Pop & Arte Produtor deixou mensagem nas redes sociais falando sobre incidente e agradecendo equipe médica. Simon Cowell Divulgação Simon Cowell, produtor e jurado do reality "The X Factor", precisou passar por uma cirurgia após sofrer uma queda de bicicleta elétrica. Cowell, de 60 anos, foi levado ao hospital, no sábado (8), logo após o acidente em sua casa, em Malibu. O produtor testava o novo veículo. Segundo seu representando, Cowell fraturou a coluna em algumas partes, mas passa bem. "Ele está em observação e em ótimas mãos." De acordo com a revista People, a cirurgia durou cerca de cinco horas e o produtor precisou colocar uma placa de metal na coluna, entre outros procedimentos. O produtor de 60 anos usou as redes sociais para falar sobre o incidente e agradecer a equipe médica e as mensagens de carinho enviadas para ele. "Alguns bons conselhos. Se você comprar uma bicicleta elétrica, leia o manual antes de você usá-la pela primeira vez. Eu fraturei parte de minha coluna. Obrigada por cada um que enviou mensagens." "E um muito obrigado a todas os médicos e enfermeiros. Algumas das pessoas mais legais que já conheci", escreveu Simon. Initial plugin text Veja Mais

Diretor de 'Pantera Negra' fala de filme sobre ativista assassinado: 'Estamos na mesma luta'

G1 Pop & Arte 'Judas e o Messias Negro', produzido por Ryan Coogler, é sobre a vida de Fred Hampton. Daniel Kaluuya, de 'Corra!', interpreta o protagonista. Assista ao trailer. Depois de fazer de "Pantera Negra" um sucesso com mais de US$ 1 bilhão de bilheteria e indicação ao Oscar de Melhor Filme, o diretor Ryan Coogler resolveu produzir um filme sobre o ativista Fred Hampton, integrante dos Panteras Negras. Morto com apenas 21 anos em 1969, a figura de Hampton é relevante entre os americanos, ainda mais depois dos protestos nos Estados Unidos neste ano, após o assassinato de George Floyd por um policial racista. "Judas e o Messias Negro" mostra como Hampton (Daniel Kaluuya, de "Corra!") se tornou presidente da filial do estado americano de Illinois dos Panteras Negras (veja o trailer abaixo). Assista ao trailer do filme "Judas e o Messias Negro" Em entrevista por videoconferência da qual o G1 participou, Coogler, o diretor Shaka King (que estreia em longas) o produtor Charles D. King e o ativista Fred Hampton Jr, filho do cinebiografado, falaram do filme. Ainda não foi definida a data de estreia no Brasil. Coogler disse que é amigo do diretor há muitos anos, quando se conheceram no Festival de Sundance. Na época, ele estava lançando seu primeiro filme, "Fruitvale Station - A Última Parada". Logo após terminar "Pantera Negra", Coogler foi procurado por King para ajudá-lo a produzir "Judas e o Messias Negro". "Quando ele me trouxe o projeto, mexeu comigo o fato de que William O'Neal estava envolvido no assassinato do Fred", diz Coogler, citando o criminoso e informante do FBI. "Nós queríamos fazer da maneira certa. O fato é que esse crime, esse assassinato afetou pessoas reais até hoje. Não foi há tanto tempo atrás assim. Então a grande questão foi: como navegar com equilíbrio na seara do entretenimento, ao mesmo tempo em que tivemos que lidar com fatos reais?", questionou", comentou o cineasta, também diretor de 'Creed - Nascido Para Lutar'. Ryan Coogler, diretor de “Panetra Negra”, posa para fotos durante 71ª edição do festival de Cannes Anne-Christine POUJOULAT / AFP Empenhado em fortalecer a comunidade negra e outros grupos oprimidos de Chicago contra a brutalidade policial, Hampton começa a incomodar as autoridades locais com o seu ativismo. É quando o FBI decide fazer uma proposta para O'Neal (LaKeith Stanfield, também de "Corra!") se infiltrar nos Panteras Negras e, em troca, ele não iria para a prisão. Conhecendo melhor o trabalho de Hampton na comunidade, O'Neal começa a questionar os motivos que fariam o militante ser perseguido pelas autoridades, mas teme que seu disfarce seja descoberto. Mesmo assim, passa as informações que levariam à morte de Hampton. Oportunidade perfeita Charles D. King, que também conhecia pouco da história de Fred Hampton, aceitou participar como produtor de "Judas e o Messias Negro" quando soube que iria trabalhar com Shaka King, por admirar o seu trabalho. "Tínhamos um roteiro incrível, ótimos atores... Foi a oportunidade perfeita para a gente e achamos que essa história é parte de um movimento para que tenhamos de informar o mundo e ao mesmo tempo entreter. Acreditamos que essa é uma história universal", afirmou o produtor. Já o diretor Shaka King disse que o que o motivou a fazer esse filme foi mostrar não só a perspectiva de Hampton, mas [a de O'Neal. Para ele, a escolha dos atores para interpretar os protagonistas foi algo instintivo e que por isso não incomodou o fato de que o americano Hampton fosse interpretado por Daniel Kaluuya, que é britânico. "Eu nasci nos Estados Unidos, minha família é caribenha e meu nome é sul-africano", disse o cineasta, em tom de brincadeira. Ele também revelou que Kaluuya se preocupou em conhecer os Panteras Negras para compôr o seu papel. A atuação de LaKeith Stanfield foi bastante elogiada por King: "É incrível o que ele faz na tela, mas é isso que ele é e foi desafiador mostrar o que acontece com William depois do assassinato do Fred. A experiência dele tem muito a ver com o que acontece nos dias de hoje, quando as pessoas são manipuladas pelo sistema e acho que isso aconteceu com William O'Neal." Conversa difícil Outro fator importante tanto para Shaka King quanto para Ryan Coogler foi a participação de Fred Hampton Jr na produção. King chegou a dizer que não faria o filme sem a presença do militante, com quem discutiu as questões da adaptação da vida de seu pai para o cinema. "Não foi uma conversa fácil, muitas horas, muitos dias e noites de conversa. O legado era a coisa mais importante para a vida dele. Tentamos inovar a forma de como o legado dele seria passado e, ao mesmo tempo, ser realista e reconhecido por minha ou a próxima geração", afirmou Hampton Jr. Para Coogler, a luta mostrada em "Judas e o Messias Negro" permanece atual, ainda mais depois dos conflitos raciais e do movimento Black Lives Matter. "Tudo o que Fred falava era verdadeiro. O sistema ainda está aqui. Estamos na mesma luta. Estamos lutando contra o mesmo sistema", comentou o diretor e produtor. Veja Mais

Lives de hoje: Zeca Pagodinho, Nando Reis, Daniel e mais shows para ver no Dia dos Pais

G1 Pop & Arte Neste domingo (9), César Menotti e Fabiano, Parangolé, João e Eduardo Suplicy, Flávio Venturini também fazem transmissões. Veja horários. Dia dos Pais: Zeca Pagodinho, Nando Reis e os filhos e Daniel fazem lives neste domingo (9) Carol Siqueira/Divulgação; Globo/Fábio Rocha Zeca Pagodinho, Daniel e César Menotti e Fabiano estão com lives programadas neste domingo (9). O Dia dos Pais também vai ser comemorado em transmissões em família com Nando Reis e os filhos, João e Eduardo Suplicy e Benito Di Paula e Rodrigo Vellozo. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links das lives: Cesar Menotti e Fabiano - 13h30 - Link Lucas Reis e Thacio - 14h30- Link Daniel - 15h - Link Parangolé - 15h - Link Xande de Pilares - 15h - Link Batista Lima - 17h - Link Zeca Pagodinho - 17h - Link Nando Reis com os filhos Theo e Sebastião - 18h - Link Rodrigo Vellozo e Benito Di Paula - 18h - Link Flávio Venturini (Em Casa com Sesc) - 19h - Link João Suplicy e Eduardo Suplicy (Casa Natura Musical) - 19h - Link Kamau - 21h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Seu Jorge anuncia live com músicas de David Bowie para o dia 15 de agosto

G1 Pop & Arte Apresentação vai ter versões em português de clássicos de David Bowie que Seu Jorge fez para a trilha do filme 'A vida marinha com Steve Zissou'. Show intimista terá venda de ingressos. Seu Jorge em cena de "A vida marinha com Steve Zissou" Reprodução Seu Jorge anunciou para o dia 15 de agosto, às 16h, uma live só com as versões em português de David Bowie que ele fez para o filme "A vida marinha com Steve Zissou". A transmissão intimista vai ter ingressos vendidos a partir de R$ 50 (veja abaixo como comprar). A trilha do filme do diretor Wes Anderson, lançado em 2004, tem releituras de canções como "Ziggy Stardust", "Changes" e "Rebel Rebel". No filme, ele é Pelé dos Santos e canta as versões, que foram aprovadas e elogiadas por Bowie. Seu Jorge já havia atuado em "Cidade de Deus", e a participação no filme americano ajudou a dar projeção internacional à carreira do brasileiro. Seu Jorge fez uma turnê mundial para divulgar o álbum. Após a morte de Bowie, em 2016, ele voltou a fazer shows com as versões. Seu Jorge canta David Bowie Divulgação Seu Jorge apresenta 'The Life Aquatic Studio Sessions' Live com tributo a David Bowie Quando: 15 de agosto (sábado), às 16h Ingresso: R$ 50, pelo site Ingresse Veja Mais

'Fall Guys' é novo game viciante com gincanas no estilo de 'Olimpíadas do Faustão'; G1 jogou

G1 Pop & Arte Jogo multiplayer mistura competições simples e divertidas com gênero de battle royale, deve agradar a todas as gerações de jogadores e tem potencial para ser próximo 'Fortnite'. É difícil prever qual será o próximo fenômeno dos games, como aconteceu com "League of legends" ou "Fortnite". Menos de uma semana após seu lançamento para PlayStation 4 e computadores, as chances do pequeno e independente "Fall Guys: Ultimate knockout" são promissoras. Assim como os prodígios anteriores, o novo jogo multiplayer dá uma personalidade própria a uma mistura de gêneros de sucesso para criar algo único. De forma simples e muito colorida, combina o gênero de battle royales, no qual diversos competidores são eliminados um a um, com gincanas que lembram muito as clássicas "Olimpíadas do Faustão" – pelo menos para quem cresceu nos anos 1990. Para os mais novos, é possível lembrar das disputas da série "Mario Party", mas sem as partes de tabuleiro, e com muito mais participantes. Assista ao trailer de 'Fall Guys: Ultimate knockout' Olha essas feras "Fall Guys" não perde muito tempo com apresentações ou tutoriais. Ao abrir o game, o jogador aprende os três botões que precisa apertar para ações básicas como pular ou mergulhar, e é lançado dentro da próxima partida. Nela, deve enfrentar cerca de outras 59 pessoas em competições que vão desde uma corrida com obstáculos incomuns, como bolas gigantes lançadas sobre plataformas instáveis, a disputas de times em pega-pegas ou coleta de ovos. A cada rodada, alguns são eliminados, até que apenas um é sagrado campeão. Parece bobo a princípio, mas é na simplicidade que está a grande fórmula do sucesso do game. Como cada partida dura poucos minutos, a ação é variada – na maioria do tempo. Com isso, até as derrotas são passageiras, e logo o jogador está pronto para a próxima. Além disso, não é necessário ser um grande viciado para dominar o básico e prevalecer até mesmo em disputas ainda inéditas. Até porque na maior parte das vezes não é preciso vencer, apenas não ficar entre os últimos. Mesmo assim, o sentimento de superação a cada etapa é legítimo, e uma vitória final se torna uma explosão de alegria após as diversas tentativas. Tudo isso com uma mecânica simples o suficiente para permitir que pais e filhos consigam curtir – e se viciar – juntos. Ou pelo menos permitiria, não fosse um dos grandes problemas de "Fall Guys". 'Fall Guys' mistura battle royale com gincanas estilo 'Olimpíadas do Faustão' Divulgação Correndo contra obstáculos O sucesso tão grande, com 1,5 milhão de jogadores registrados em 24 horas, pode ter sido inesperado e justifica alguns problemas enfrentados, mas não tudo. Dá para entender por que os servidores continuam instáveis, por mais que seja terrível perder todos os pontos conseguidos após três ou quatro rodadas – o game poderia fazer premiação ao final de cada uma. Mas é inexplicável a ausência de multiplayer local, uma característica que parece das mais obrigatórias em um período em que jogadores por todo o mundo estão presos em casa. O estúdio diz que o modo com tela dividida pode ser lançado depois, mas é algo que faz muita falta. 'Fall Guys' mistura battle royale com gincanas estilo 'Olimpíadas do Faustão' Divulgação Próximas rodadas De fato, a grande vantagem de um jogo como este é sua abertura a atualizações. Por enquanto, mesmo com a grande variedade de mapas e modos de disputa, alguns ainda aparecem mais do que outros, o que pode tornar alguns momentos um tanto repetitivos. Com o tempo, e a adição de novidades, isso deve ficar cada vez mais raro. Além disso, as roupinhas coloridas e temáticas dos personagens, que podem ser adquiridas com a moeda do jogo ou com dinheiro real e que funcionam apenas como itens cosméticos, têm tudo para virar tendência como acontece em "Fortnite". O futuro de "Fall Guys" depende apenas da dedicação de seus desenvolvedores, já que sua simplicidade garante um dos públicos mais diversos do disputado mercado de games multiplayer. Mas, pelo menos por ora, já se garante como o lançamento mais viciante dessa quarentena. 'Fall Guys' mistura battle royale com gincanas estilo 'Olimpíadas do Faustão' Divulgação Veja Mais

'Nunca abusei de ninguém', diz Plácido Domingo, um ano após acusações de assédio sexual

G1 Pop & Arte 'Quando descobri que tinha o coronavírus, prometi a mim mesmo que se saísse vivo lutaria para limpar meu nome', disse tenor em entrevista a jornal italiano. Plácido Domingo participa de evento em NovaYork, em 2018 Reuters/Shannon Stapleton O tenor espanhol Plácido Domingo, que foi contaminado com coronavírus e já está recuperado, garantiu em uma entrevista à imprensa italiana que nunca abusou de ninguém, apesar de ter sido acusado de assédio nos Estados Unidos em 2019. "Eu mudei, não tenho mais medo. Quando descobri que tinha o coronavírus, prometi a mim mesmo que se saísse vivo lutaria para limpar meu nome", disse ele em entrevista publicada na quinta-feira (5) pelo jornal italiano "La Repubblica". "Eu nunca abusei de ninguém, vou repetir enquanto viver", frisou ele. Plácido Domingo, de 79 anos, anunciou em março, de Acapulco (México), que testou positivo para o novo coronavírus e depois foi hospitalizado. "Recuperar minha voz foi um milagre (...) Há dois ou três meses, eu não tinha certeza se poderia cantar novamente", contou ele. "A única coisa que me preocupa agora é deixar meu refúgio em Acapulco, de onde não saio há meses. Nunca passei tanto tempo em casa com minha mulher, meu filho, minha nora e meus dois netos", afirmou ele. "Agora é a hora de voltar ao normal", segundo Domingo, embora ele acredite que "nossas vidas mudaram e, como você sabe, ainda é difícil para mim por causa das acusações contra mim" na mídia. Essas acusações "desestabilizaram minha família e a mim" e "me causaram mais danos do que o vírus. Resta apenas observar que não poderei cantar em certas partes do mundo, como Estados Unidos ou Espanha, meu país. E não exatamente por causa de uma escolha do público, que constantemente me envia mensagens de solidariedade (...) Mas o que posso fazer? É a vida!". Em 2019, Plácido Domingo foi acusado pela imprensa americana de assediar sexualmente cerca de 20 mulheres nos Estados Unidos. Essas acusações obrigaram-no a abandonar seu cargo de diretor da Ópera de Los Angeles e a cancelar todas as suas representações no país. Na prática, isso encerrou sua carreira na América do Norte. Acostumado a ser ovacionado no mundo inteiro, Placido Domingo sofre as consequências do movimento #MeToo, que começou com as acusações contra o produtor de cinema Harvey Weinstein em outubro de 2017. Inicialmente, rejeitou essas acusações e, depois, acabou pedindo "perdão" pelo "sofrimento causado" após uma investigação da AGMA, o principal sindicato de cantores líricos dos Estados Unidos. A instituição concluiu que ele teve um "comportamento inadequado". Ele então recuou, pedindo desculpas, e fez uma doação de US$ 500 mil para obras de caridade da AGMA, que encerrou às acusações contra ele. O tenor fará em breve sua primeira aparição pública desde o caso em Salzburgo (Áustria), onde receberá um prêmio por sua carreira. Depois disso, fará uma série de recitais na Itália na segunda quinzena de agosto. 'Viver com serenidade' "Quando olho para trás, não vejo nenhuma situação em que meu comportamento possa ter deixado feridas abertas (...) Nunca pressionei, ou fiz chantagem. Todos que me conhecem sabem que a palavra 'abuso' não faz parte do meu vocabulário", insistiu, denunciando um "julgamento midiático fora de controle" contra ele. Ao ser questionado sobre o motivo pelo qual se manteve em silêncio diante das alegações, o tenor disse que foi "por respeito e por espírito de cooperação com as duas investigações em andamento" - a da AGMA e da Ópera de Los Angeles. "Tentei dissipar o mal-entendido com uma declaração dois dias depois, mas minhas palavras caíram no vazio", queixou-se. "Sempre declarei que não tenho nada a ver com tudo isso, às vezes com breves declarações que foram mal-interpretadas e consideradas confissões de culpa. É uma situação terrível", acrescentou, afirmando que está "com raiva" e "deprimido". Agora, seu objetivo é viver "com serenidade", ainda mais no contexto da pandemia de coronavírus. "Sei que chegará um momento em que terei que renunciar ao canto, porque a ópera exige esforços, dedicação, estudo. Mas não vou abandonar a música", concluiu. Tenor espanhol Plácido Domingo pede perdão a mulheres por assédio sexual Veja Mais

Rapper Takeoff, do grupo Migos, é processado e acusado de estupro

G1 Pop & Arte Autora da ação diz que foi atacada em festa em junho. Takeoff é acusado de estupro em processo Reprodução/Instagram/yrntakeoff O rapper Takeoff, do grupo Migos, foi processado e acusado de estupro nesta quarta-feira (5), de acordo com a revista "Variety". De acordo com a ação, a mulher foi atacada por ele em uma festa em junho. O advogado da autora do processo diz que ela não revela sua identidade por "medo de retaliação". O processo também afirma que ela buscou ajuda médica em um hospital após o ataque, e que a equipe "observou evidências físicas de estupro" e notificou a polícia de Los Angeles, que estaria investigando. Representantes do grupo Migos não responderam a perguntas da revista. Veja Mais

Pop suave na segunda; funk e sertanejo no sábado: como os hits do Brasil variam na semana

G1 Pop & Arte Veja a 'semana musical brasileira' em gráficos. Audiência de artistas como Anitta e Safadão dispara no sábado; Anavitória e Priscilla Alcântara têm pico na segunda; sertanejos sempre lideram. À esquerda, artistas cuja audiência é maior no meio da semana do que no sábado e domingo: Anavitória, Ed Sheeran e Priscilla Alcântara. À direita, artistas que crescem no sábado: Kevin O Chris, Wesley Safadão e Anitta Divulgação / G1 De segunda a quinta, sobem o pop suave, gospel, MPB e hits gringos. Quando vem o fim de semana, é a vez de funk, sertanejo, forró e pagode. Essa é a semana musical brasileira. O G1 analisou o Top 200 diário do Spotify desde 2017 e achou dois padrões: há artistas cuja audiência na parada é maior no início da semana; outros conseguem no sábado o pico dos seus acessos. De um lado, as melodias fofas de Anavitória, Priscila Alcântara, Ed Sheeran... De outro, o repertório festeiro de Kevin o Chris, Wesley Safadão, Anitta... Gospel x Gaiola A cantora gospel Priscila Alcântara consegue quase metade de sua audiência entre segunda e terça-feira. O mesmo período representa menos de 25% dos plays nos funks "da gaiola" de Kevin o Chris. Uma consequência curiosa da subida dos hits festeiros no "finde" é que a duração média das músicas nas paradas cai: 3 minutos e 11 segundos no sábado e domingo, contra 3:15 de segunda a quarta. Na soma, o sertanejo é sempre o estilo mais ouvido. Ele e o funk têm presença maior no fim de semana, quando hits nacionais dominam ainda mais o ranking. O padrão se mantém na quarentena. Os gráficos a seguir não indicam o número total de acessos, mas a porcentagem que cada dia representa na audiência de cada artista e estilo. Veja como há dois movimentos: Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Arte G1 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Arte G1 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Arte G1 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Arte G1 Fonte: Levantamento do G1 a partir dos ranking diários de 200 músicas mais tocadas do Spotify no Brasil entre janeiro de 2017 e junho de 2020 Arte G1 Semana Pop explica treta de Anitta e Ludmilla, ponto a ponto Veja Mais

Ministério da Economia se diz favorável ao fim da meia-entrada

G1 Pop & Arte Manifestação foi feita como contribuição a consulta pública feita pela Ancine sobre o assunto. O Ministério da Economia se posicionou pela extinção das regras que determinam a meia-entrada em cinemas do país. A manifestação, da Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade do ministério, é uma resposta a uma consulta pública da Agência Nacional do Cinema (Ancine) sobre o assunto. Segundo análise da Ancine, 80% dos ingressos comercializados em 2019 tiveram algum tipo de meia-entrada, e o contingente de pessoas que possui algum benefício para acesso ao cinema é superior à metade da população brasileira. A estimativa é que 96,6 milhões de pessoas sejam atingidas pela lei federal da meia-entrada. A lei da meia-entrada foi sancionada em dezembro de 2013, e regulamentada em 2015. O benefício prevê a reserva para idosos, estudantes, jovens de baixa renda e deficientes de pelo menos 40% dos ingressos de meia-entrada em espetáculos artísticos, culturais e esportivos. Estados e municípios também possuem legislações em vigor sobre o assunto. De acordo com a Ancine, essa política não atende a parcela da população que não se enquadra nas hipóteses de direito a meia-entrada e que não possui condições econômicas de frequentar salas de cinema, uma vez que os critérios de acesso à meia-entrada não são majoritariamente baseados na renda. "Indicadores sociais também apontam que membros de famílias com menor renda, em média, frequentam a escola por menos tempo que pessoas de famílias com maior renda, ficando, assim, desassistidos da política de desconto legal", aponta a agência. Segundo o parecer do ministério, a meia-entrada apenas distorce os preços, e faz aumentar os custos para o consumidor. “Como consequência, os grupos que dela fazem uso (da meia entrada) são iludidos, pois praticamente não usufruem de benefício algum", diz o texto. Lei que garante meia entrada a estudantes muitas vezes é desrespeitada Entre os benefícios apontados com a extinção da meia-entrada, o ministério aponta: o aumento da liberdade de ação do exibidor quanto aos preços redução de custos da parcela da população que paga o ingresso inteiro 'sob determinadas condições' a ação provada pode atingir em algum grau o objetivo da política pública - isto é, permitir o acesso da população de menor renda O Ministério aponta, no entanto, que a população que necessita da política para acessar cinemas ficaria desassistida. "O controle de preços representado pela meia-entrada é um mecanismo que, além de não atingir seu objetivo, interfere diretamente na liberdade de iniciativa dos exibidores cinematográficos, representando um claro ônus à atividade do exibidor num momento em que a mudança tecnológica do setor abre uma oportunidade única de expansão das alternativas de programação das salas de cinema", diz o relatório do ministério. "Esta Secretaria defende, em suma, a extinção das regras sobre meia-entrada", conclui o texto. A consulta pública ficou aberta até 13 de julho. Segundo a Ancine, o objetivo é discutir alternativas e apresentar proposta voltada ao aperfeiçoamento e correção de eventuais falhas nessa política pública, exclusivamente para o mercado de salas de cinema. Veja Mais

Luccas Neto anuncia gravidez da namorada e celebra paternidade: 'Mundo de magia na vida real'

G1 Pop & Arte Youtuber fez publicação em rede social e comemorou a novidade no Dia dos Pais: 'Podem gritar daí, que eu grito daqui'. Luccas Neto anuncia gravidez da namorada e celebra paternidade Reprodução/Instagram Luccas Neto usou as redes sociais para anunciar que será pai pela primeira vez. O youtuber publicou uma foto em que aparece beijando a barriguinha da namorada, Jessi Diehl, enquanto ela segura a imagem de um ultrassom. A publicação foi feita no domingo (10), Dia dos Pais. "É com muita emoção que venho dizer para vocês que eu vou ser papai e a Jessi mamãe! Podem gritar daí que eu grito daqui! Hoje é o meu dia! Eu vou ser pai! A Jessi está grávida", escreveu o youtuber e irmão de Felipe Neto, sem anunciar o sexo do bebê. "Em breve voltaremos aqui com mais notícias. Obrigado por todo o carinho de vocês, estamos vivendo um mundo de magia e fantasia na vida real. Feliz Dia dos Pais! Construir a minha família sempre foi o maior sonho da minha vida." Jessi compartilhou a mesma imagem e celebrou a novidade em sua rede social. "Amor que se multiplica... É com muita emoção que compartilhamos com vocês que seremos papais! Temos mais um paizão pra festejar nesse dia. Feliz Dia dos Pais pra esse papai tão especial, babão e o melhor que nosso baby poderia ter! Você é especial e sei o grande exemplo que você já é e será." Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Autora de 'Ai se eu te pego' conta como virou produtora em Miami: 'Não me considero compositora'

G1 Pop & Arte Lançada oficialmente há 10 anos, música fez sucesso na Europa na voz de Michel Teló. G1 conta histórias dos maiores hits do Brasil no exterior. E de seus compositores. Sharon Acioly, autora de 'Ai se eu te pego' e 'Dança do Quadrado', nos tempos de coreógrafa e cantora do Axé Moi e em 2020, em Miami, nos EUA Acervo Pessoal Lançada oficialmente há 10 anos, "Ai se eu te pego" só virou sucesso após cinco versões diferentes e quatro anos de muita insistência de Sharon Acioly. A empresária de 50 anos também é autora da "Dança do Quadrado", hit que viralizou em 2008. Hoje, ela mora em Miami, onde produz festas infantis, mas os dois sucessos são dos tempos em que ela era a criadora de músicas e coreografias do Axé Moi, complexo de lazer em Porto Seguro, na Bahia. "Eu não me considero compositora", diz Sharon ao G1. "Só fiz duas músicas na vida e vieram de brincadeiras de palco. Como não estou mais no palco para ter essas inspirações, não tem nada para compor. A coisa vinha ali da troca com a plateia. Você vai brincando e vira música." Nesta semana, o G1 conta as histórias dos maiores hits do Brasil no exterior. E de seus compositores. Quais as músicas brasileiras que bombaram nas paradas da Europa e dos EUA? Criada no Rio de Janeiro, Sharon nasceu nos Estados Unidos, para onde voltou em 2016. "Eu tenho duas festas consolidadas. Faço carnaval, folia junina." "Vim pra cá, porque estava bem ruim de trabalho. Eu estava trabalhando com eventos. Depois das Olimpíadas, o mercado no Rio ficou muito, muito ruim. Caíram demais os eventos. Eu tenho uma filha de sete anos. Achei que seria uma boa e vim para cá." Gritinhos de estudantes "Ai se eu te pego" foi criada a partir dos gritos de três estudantes paraibanas, que estavam no Axé Moi. "Eu vi aquilo e botei as meninas em cima do palco. 'Agora vocês vão ser minhas backing vocals'. Eu apresentei os dançarinos e elas entraram falando. Ficou nisso. Elas foram embora e eu continuei usando aquilo." Sharon Acioly, empresária e compositora de 'Ai se eu te pego', com a filha e com Jacaré Acervo Pessoal A primeira versão da música foi escrita em meia hora, no percurso entre os aeroportos de Guarulhos e Congonhas. Sharon criou a versão mais estruturada ("estrofe, refrão, tudo direitinho") para apresentá-la no programa "Superpop", de Luciana Gimenez. Mas não rolou. Então, começou a usar a nova "Ai se eu te pego" em uma turnê pelo Brasil, de carona em "Dança do Quadrado". Depois de um apresentador de uma barraca de praia rival do Axé Moi começar a cantar a música, Sharon correu para gravar e registrar "Ai se eu te pego". Segundo Sharon, ela tentou conversar com as três meninas para creditar a coautoria, mas não teve respostas. Após o sucesso, as estudantes entraram na justiça e foi feito um acordo. Após o sucesso do vídeo de "Dança do Quadrado" no YouTube, hoje com mais de 22 milhões de visualizações, ela tentou a sorte de novo. "Eu pensei com os meus botões: 'Pô, vou fazer um vídeo tosco do 'Nossa, assim você me mata'. A gente vai bombar e vai viralizar", lembra Sharon, rindo. "Só que não deu certo. O vídeo não deu em nada. Mas eu continuava insistindo. Eu tocava duas, três vezes por dia no Axé Moi. Os dançarinos já querendo de matar. Mas eu dizia: 'Eu não posso abandonar isso, porque vai acontecer alguma coisa com esse negócio.' Foram quatro anos até a música chegar no Michel Teló. Eu insisti muito." Michel Teló Foto: Divulção Cantada por Michel Teló, "Ai se eu te pego" subiu até o lugar de número 81 no Hot 100, a principal parada da revista americana "Billboard". Na Europa, foi ainda melhor. Ela ficou em primeiro lugar em rankings da Suíça, Alemanha, Áustria, França, Holanda, Bélgica, Suécia, Espanha e Itália. Boa parte do sucesso é explicada pela coreografia, que foi parar nos jogos do Real Madrid. Marcelo, lateral-esquerdo do time espanhol, apresentou os passinhos para Cristiano Ronaldo. O atacante português comemorou muitos gols dançando "Ai se eu te pego", em 2011. Antes de Teló A banda baiana Meninos de seu Zeh foi a primeira a cantar em shows. A primeira versão oficial foi da também baiana Cangaia de Jegue, em 2010, com um arranjo mais forró pé de serra. Mas a música mostrou sua força no nordeste após ser comprada por Wesley Safadão, na época ainda vocalista do Garota Safada. Em 2011, era comum sucessos surgirem no nordeste, com versões forrozeiras, e depois estourarem de vez com versões sertanejas dançantes. Naquele ano, o cantor cearense contou ao G1 que pagava entre sete e quarenta mil reais para comprar a exclusividade de gravação dessas músicas. Ele fez um acordo para ter a exclusividade de “Ai se eu te pego”, mas depois fez um acordo com Teló e Sharon para liberá-la. "Ter a autorização para cantar uma música é igual comprar um carro. Você compra e a música é sua", comentou Safadão. Veja Mais

Chica Xavier morre aos 88 anos: VEJA vídeos da carreira da atriz

G1 Pop & Arte A atriz morreu neste sábado (8), no Rio de Janeiro, em consequência de um câncer. A atriz morreu neste sábado (8), no Rio de Janeiro, em consequência de um câncer. Veja Mais

Zoe Saldana pede desculpas por interpretar Nina Simone em cinebiografia

G1 Pop & Arte 'Eu nunca deveria ter interpretado Nina', afirmou atriz, que foi criticada por escurecer pele para filme. A cantora Nina Simone e a atriz Zoe Saldana Michel Gange/AFP e AP Quatro anos após o lançamento da cinebiografia da cantora de soul e jazz afro-americana Nina Simone, a atriz Zoe Saldana, que interpretou a artista no longa, pediu desculpas por assumir o papel na obra lançada em 2016. Zoe foi bastante criticada na época por escurecer a pele e usa prótese nasal para o papel. Sua participação como protagonista da obra não recebeu apoio da família de Simone e provocou indignação por parte dos fãs. As críticas ao elenco iniciaram em 2012, quando os nomes foram anunciados. Esta semana, Zoe se desculpou por sua participação no projeto durante uma entrevista que concedeu no Instagram. "Eu nunca deveria ter interpretado Nina." "Eu deveria ter tentado tudo o que estava ao meu alcance para escolherem uma mulher negra para interpretar uma mulher negra excepcionalmente perfeita", disse a atriz. "Naquela época, pensei que tivesse permissão porque era negra. E eu sou uma mulher negra. Mas era Nina Simone, e Nina teve uma vida e uma jornada que deveriam ser honradas pelos mínimos detalhes, porque ela era uma pessoa especificamente detalhada ". "Sinto muito, porque amo a música dela", lamentou Saldana. Initial plugin text Cantora Nina Simone completaria 85 anos Veja Mais

Lives de hoje: Caetano Veloso, Zé Neto & Cristiano, Ferrugem, Marcelo D2, Thiago Martins e mais shows

G1 Pop & Arte Nesta sexta (7), Coruja BC1, Gui Boratto e Teresa Cristina também fazem transmissões. Veja horários. Caetano Veloso canta com os filhos na live desta sexta (7); foto mostra os músicos no palco da Virada Cultural de 2019; Fábio Tito/G1 Caetano Veloso comemora o aniversário de 78 anos com live nesta sexta (7) e o Festival de Inverno do Rio acontece em versão on-line com Ferrugem, Marcelo D2 e Thiago Martins. Zé Neto e Cristiano, Coruja BC1, Gui Boratto e Teresa Cristina também fazem transmissões. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links das lives: Ferrugem, Marcelo D2 e Thiago Martins (Festival de Inverno Rio 2020) - 19h - Link Leandro Lehart (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Padre Reginaldo Manzotti - 19h - Link Coruja BC1 (ShowlivrePlay) - 20h - Link Fernando Leitzke e Rui Alvim - 20h - Link Zé Neto e Cristiano - 20h - Link Caetano Veloso (Globoplay) - 21h30 - Link Gui Boratto - 22h - Link Teresa Cristina - 22h - Link L_cio - 23h59 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

FBI realiza busca na casa do youtuber Jake Paul

G1 Pop & Arte Porta-voz do FBI declarou à AFP que agentes investigam 'acusações de atos criminosos' no centro comercial de Arizona. Advogado de Paul afirma estar reunindo informações, mas que colabora com a investigação. Jake Paul, youtuber e ator Reprodução/Instagram Agentes do FBI fortemente armados fizeram uma busca e apreensão nesta quarta-feira (5) na casa do youtuber Jake Paul, na Califórnia, como parte de uma investigação, informou o advogado do influenciador. Imagens transmitidas pela imprensa local mostraram armas de fogo sendo apreendidas na mansão de Paul em Calabasas, perto de Los Angeles, após uma busca que durou horas e envolveu uma equipe do batalhão de choque da polícia, a SWAT. "Entendemos que um mandato de busca foi executado na casa de Jake em Calabasas esta manhã, enquanto Jake estava fora do estado", declarou o advogado Richard Schonfeld em declaração à AFP. Paul, que tem mais de 20 milhões de inscritos no YouTube e já explorou carreiras no cinema, na música e até no boxe profissional, foi recentemente flagrado em vídeo saqueando comércios no Arizona durante um protesto antiracismo, em maio. O influenciador foi acusado de invasão de propriedade privada e de participar de assembleia ilegal. Ele se declarou inocente. As acusações iniciais foram retiradas para permitir uma investigação penal federal. Um porta-voz do FBI declarou nesta quarta-feira à AFP que os agentes investigam "as acusações de atos criminosos" no centro comercial de Arizona e que "executaram mandatos de busca federais na Califórnia e em Las Vegas, Nevada, relacionados a esta investigação". O advogado de Paul afirmou estar reunindo informações, mas que colabora com a investigação. Paul, de 22 anos, também se viu em meio a polêmicas devido às barulhentas festas na mansão de Calabasas, uma comunidade exclusiva nos arredores de Los Angeles onde moram diversas celebridades. No YouTube, Paul promete um conteúdo "de comédia, atuação, esportes extremos e aventuras loucas". Seu irmão mais velho, Logan Paul, também é uma estrela do YouTube, plataforma na qual tem 22 milhões de inscritos. Leia também: Youtuber Jake Paul é criticado após dizer que 'ansiedade é criada por você' FBI realiza busca na casa do youtuber Jake Paul, na Califórnia Veja Mais

'Big Brother' dos Estados Unidos começa temporada com elenco de quarentena e sem abraços

G1 Pop & Arte Participantes serão divididos por grupo com cores e só poderão frequentar ambientes sinalizados. Julie Chen Moonves é apresentadora do 'Big Brother' nos Estados Unidos Reprodução/Instagram/CBS Big Brother A temporada 22 do "Big Brother" nos Estados Unidos começa nesta quarta-feira (5), com cuidados e restrições por conta da pandemia do novo coronavírus. Segundo a apresentadora Julie Chen Moonves, o elenco ficou em quarentena em suas casas até a estreia do programa. Os nomes ainda não foram divulgados. Outra medida de segurança foi testar frequentemente os participantes antes da estreia. Alguns, inclusive, testaram positivo para a Covid-19 e não vão participar do programa. Os 16 participantes vão receber um cordão com uma cor e só poderão entrar nos cômodos sinalizados. "Então, digamos que você esteja com cordão e identificação laranja, você só pode entrar nos locais sinalizados que o grupo laranja pode entrar", explicou Chen Moonves em entrevista à CNN. Os participantes também não poderão dar abraços nem apertos de mão. Já a equipe vai usar máscaras o tempo inteiro e vai fazer testes semanais de Covid-19. A edição brasileira do reality terminou em abril e consagrou a médica Thelma como a campeã do "BBB20". LEIA MAIS: Presença vip em lives: como ex-BBBs e influenciadores querem faturar na quarentena Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa Veja Mais

Thiago Lacerda comenta experiência de fazer teatro on-line: 'Foi muito estranho e diferente'

G1 Pop & Arte Ator fez a peça 'Quem Está Aí? – Monólogos de Shakespeare' em transmissão online. Thiago Lacerda em cena de 'Quem Está Aí? – Monólogos de Shakespeare' feita através de uma transmissão on-line Reprodução/YouTube/Sesc São Paulo Thiago Lacerda foi um dos convidados do projeto "Em Casa com o Sesc" e fez uma adaptação da peça "'Quem Está Aí? – Monólogos de Shakespeare", que já interpreta desde 2012. Sem os teatros abertos, as salas de Zoom e as lives aos poucos viram opção para movimentar o setor teatral nesta quarentena. O ator fez o texto que reúne personagens de "Hamlet", "Macbeth" e "Medida por Medida", para uma câmera e foi assistido por mais de mil pessoas simultaneamente no domingo (26). "Foi muito estranho, muito diferente. Por mais que a gente esteja tentando encontrar novas maneiras de continuar levando as boas histórias para o público, tem toda uma tecnologia e uma circunstância que faz com que tudo seja muito diferente do que a gente já conhece", diz o ator ao G1. "Não acho que o que aconteceu com a nossa gravação com o Sesc tenha sido teatro, por exemplo. Talvez a gente precise encontrar um outro nome para o que é", continua. "Ao mesmo tempo que foi estranho, foi desafiador, foi revelador, foi gratificante, foi poderoso, foi comunicativo", explica Lacerda. O ator conta que até bateu uma "ressaca" no dia seguinte, como se tivesse estreado um espetáculo presencialmente. A direção também foi remota, já que o diretor Ron Daniels mora em Nova York. Falta do público Initial plugin text Diferente das peças no Zoom que são mais intimistas e dão uma possibilidade de interação maior com o público, a experiência de Thiago foi mais fria porque ele estava olhando para uma câmera apenas. "Se a gente imaginar que o palco protege a gente, a peça protege a gente, que os colegas em cena estão com a gente, e, de repente, você suprime elementos fundamentais do teatro e coloca uma câmera parada na sua frente...", diz Lacerda. "É muito invasivo, é muito opressor. De alguma maneira é preciso uma certa dose de cara de pau e coragem para lidar com isso e, simplesmente, ir lá e fazer". A falta de uma grande movimentação, da troca presencial entre atores e de muitos elementos cênicos faz com que a interpretação do ator ganhe um peso extra e Lacerda sentiu, mas enxergou um ponto positivo: "Me permitiu conectar com o texto de uma outra maneira. Melhor ou pior não saberia dizer, talvez não fosse justo esse julgamento". Teatro on-line: companhias se reinventam em peças no Zoom com atores em casa Sensação de estreia O ator contou ao G1 que sentiu como se estivesse feito uma peça presencial. "A sensação que eu tive depois que terminou era de estreia. 'Ok, estreamos, fizemos e foi muito bom'", explica. "A sensação de realização, de alívio, de afeto e uma sensação muito gostosa de poder ter entregado para as pessoas um pouco de um trabalho que já tem tanto tempo", diz. Ao mesmo tempo que estranhou a experiência, Lacerda vê com bons olhos a possibilidade de reinvenção dos artistas durante a quarentena. "O ser humano é um bicho muito adaptável, né? Eu acho que toda tentativa de ressignificação, de reinvenção, de questionamento em tempos difíceis é válida", finaliza. Peça virtual em que o público vota e decide o final do espetáculo Veja Mais

Ecad anuncia desconto em arrecadação de direitos autorais para setores de shows e eventos

G1 Pop & Arte Segundo instituição, iniciativa 'visa contribuir com a retomada do mercado de shows, área abalada pela pandemia'. Jota Quest se apresenta no Arena Sessions, evento com shows drive-in em São Paulo Divulgação O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) anunciou que fará um desconto nas cobranças de direitos autorais para os setores de shows e eventos. O desconto será temporário – até o final de 2021 – e visa "contribuir com a retomada do mercado de shows, área abalada pela pandemia", conforme anunciou a instituição em comunicado. "Desde março deste ano, o Ecad constatou a suspensão de mais de 6 mil eventos mensais. Este número é um indício da queda dos rendimentos em toda a indústria do entretenimento", informou o Ecad. A decisão começa a valer neste mês de agosto e, segundo comunicado, atende apenas os clientes que estiverem em dia com o pagamento de direitos autorais. Segundo os critérios definidos pela gestão coletiva da música no Brasil, ficou definido que: Será concedido um desconto de 50% nos licenciamentos que considerem os percentuais sobre a receita bruta ou custo musical, passando de 10% para 5% (música ao vivo) e de 15% para 7,5% (música mecânica); Os shows e eventos em caráter beneficente recebem mais 30% de desconto, passando de 5% para 3,5% (música ao vivo) e de 7,5% para 5,25% (música mecânica); No caso de shows de caráter religioso e ingresso com direito a bufê e/ou open bar e para os promotores que disponibilizarem acesso on-line ao borderô de bilheteria via “ticketeira”, oferecemos uma redução extra de 15% Leia também: A conta chegou: Ecad e editoras cobram taxas de direito autoral em lives e irritam produtores Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

No mais...

MC Niack passa por cirurgia para tirar tumor benigno da gengiva

G1 Pop & Arte Cantor de 17 que tem as músicas mais tocadas do Brasil tinha acabado de gravar dois clipes quando teve que passar pela cirurgia; ele passa bem e se recupera em casa. Os hits do Niack. MC Niack, cantor de "Oh Juliana", música mais tocada no Brasil hoje, passou por uma cirurgia para retirar um tumor benigno da gengiva, informou a agência do artista, Ritmo dos Fluxos. Ele se recupera bem. O cantor de 17 anos teve que interromper seu ritmo intenso de divulgação. Ele tinha acabado de gravar, na semana passada, dois clipes para o canal Kondzilla em São Paulo, quando teve que fazer a cirurgia. Ele diz que está bem e se recupera em casa, em Ribeirão Preto (SP). Niack começou a carreira há apenas cinco meses, com gravações caseiras, e estourou no aplicativo TikTok com a música "Na raba toma tapão", gravada de forma remota com o DJ mineiro Markim WF. Logo depois, ele também levou ao primeiro lugar dos serviços de streaming a música "Oh Juliana". Conheça a história do MC Niack. MC Niack, de Ribeirão Preto (SP) KondZilla/Divulgação Veja Mais

Lives da semana: Caetano Veloso, Marília Mendonça, Zeca Pagodinho, Daniel e mais shows

G1 Pop & Arte Veja agenda de lives entre segunda (3) e domingo (9). Teresa Cristina, Luiza Lian e Russo Passapusso também fazem transmissões. Caetano Veloso se apresentou na inauguração do complexo MG4, conjunto de novos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro Marcos Serra Lima/G1 Caetano Veloso, Marília Mendonça, Zeca Pagodinho e Daniel fazem lives entre segunda (3) e domingo (9). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Segunda (3) Sofi Tukker - 14h - Link Samba do Trabalhador - 17h - Link Letieres Leite, Ldson Galter e Marcelo Galter (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Terça (4) Celso Adolfo (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Quarta (5) Sepultura - 16h - Link Antonio Nóbrega (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Quinta (6) Luiza Lian (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Sexta (7) Leandro Lehart (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Zé Neto e Cristiano - 20h - Link Caetano Veloso (Globoplay) - 21h30 - Link Teresa Cristina - 22h - Link Sábado (8) Mastruz com Leite e Cavalo de Pau - 19h - Link Russo Passapusso (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Marília Mendonça - 20h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Domingo (9) Zeca Pagodinho - 13h - Link Cesar Menotti e Fabiano - 13h30 - Link Daniel - 15h - Link Parangolé - 15h - Link Batista Lima - 17h - Link Flávio Venturini (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

'Torre de Babel' chega ao Globoplay com vingança e vilã querida

G1 Pop & Arte Novela de Sílvio de Abreu teve Tony Ramos, Adriana Esteves e Tarcísio Meira em trama sobre violência e desigualdade social. Relembre história e veja curiosidades e fotos. Tony Ramos em 'Torre de Babel' Jorge Baumann/Globo "Torre de Babel", sucesso no final dos anos 1990, chega ao Globoplay nesta segunda (3) com história sobre violência e desigualdade social. Para ajudar a relembrar a novela de Sílvio de Abreu, o G1 publica curiosidades, com dados do Memória Globo. A trama principal é a clássica vingança. José Clementino (Tony Ramos) trabalhava na construção de um shopping center. Durante uma festa, flagra a esposa com dois homens e a mata com golpes de pá. César Toledo (Tarcísio Meira), dono do shopping, chama a polícia e depõe contra o empregado. Depois de 20 anos na cadeia, Clementino consegue um emprego como vigia do shopping com objetivo de destruí-lo. Em entrevista ao Memória Globo, Tony Ramos contou como construiu seu personagem: "O Clementino começou como eu gostava. Na primeira etapa, ele era feliz, cabeludo, comendo feijoada. Quando chegou a sinopse dos seis primeiros episódios, levei um susto. Ele tinha um tipo de vilania que nem a mídia e nem o público estava sabendo como lidar." Torre de Babel: Clementino mata a esposa Silvio de Abreu queria abordar a violência das grandes cidades e criticar o encarceramento como solução dos problemas de segurança. "A única maneira é fazer com que a sociedade mude, e as pessoas tenham condição de vida melhor. O personagem do Tarcísio Meira pensa: 'não vejo condição de essa pessoa mudar de vida. Ela tem que sair da sociedade para que eu possa sobreviver’. Uma colocação muito radical”, disse em entrevista ao Memória Globo. Personagens queridos Depoimento - Adriana Esteves: A personagem Sandrinha, de "Torre de Babel" Adriana Esteves fez bastante sucesso como Sandrinha, filha de José Clementino. A vilã não perdoou o pai por ter assassinado sua mãe e odiava a família inteira. Ambiciosa, trabalha como garçonete e se envolve com Alexandre Toledo (Marcos Palmeira) por interesse. "Fiz permanente para usar aqueles cachinhos no cabelo e emagreci para botar aquelas roupas superindecentes. E a personagem foi crescendo, foi um gol de equipe. Era uma vilã cheia de humor. As pessoas riam do jeito dela de ajeitar a calcinha. Uma mequetreférrima”, disse Adriana. Outros personagens queridos foram Jamanta (Cacá Carvalho) e Bina Colombo (Claudia Jimenez). Abandonado na porta do ferro-velho, Jamanta era um tipo ingênuo, quase bobo. Grandão e meio assustador, desenvolveu um tique nervoso, que manifestava toda vez que era contrariado. Já Bina lançou um bordão. Com sua personalidade forte, ela sempre impedia a amiga de falar, com a frase: “Cala a boca, Luzineide!”. Veja curiosidades sobre 'Torre de Babel': Para viver Clementino, Tony Ramos raspou os cabelos, emagreceu oito quilos e meio e apareceu com a barba por fazer em vários capítulos. Por meio do personagem de Ramos, Silvio de Abreu aproveitou para falar da dificuldade que os ex-presidiários encontram quando tentam retornar ao mercado de trabalho e de como a escassez de oportunidades e o preconceito social contribuem para que muitos voltem ao crime. Os atores Tony Ramos, Victor Fasano e Cleyde Yáconis ganharam o prêmio Master de 1998 nas categorias Melhor Ator, Personalidade e Hour-Concours, respectivamente. Em 1999, a novela foi considerada a melhor do ano pelos jurados do Troféu Imprensa. Tony Ramos foi escolhido o melhor ator, e Adriana Esteves, a melhor atriz. O público não aceitou o namoro entre a ex-modelo e empresária Leila (Silvia Pfeifer) e Rafaela (Christiane Torloni) e o vício em drogas de Guilherme (Marcello Antony). Para não perder a audiência, o autor matou Leila e Guilherme durante a explosão do shopping. A ideia de Sílvio era aproximar Leila de Marta (Glória Menezes). As duas se tornariam grandes amigas. A partir dessa relação, ele queria discutir o preconceito em relação à amizade entre heterossexuais e homossexuais. Fake news divulgadas diziam que as duas, na verdade, teriam uma relação. Segundo Silvio de Abreu, a repercussão dessa trama fictícia chocou o público, que não queria ver Glória Menezes e Silvia Pfeifer em cenas de intimidade. Para a gravação das cenas da explosão, foram importados mais de US$ 200 mil em equipamentos de efeitos especiais. O cenógrafo Mário Monteiro construiu três maquetes idênticas ao shopping, mas com proporções diferentes: a maior era seis vezes menor do que o shopping original. A segunda era dez vezes menor, e a terceira, 20. A explosão durou cerca de seis minutos no ar. Torre de Babel: O shopping explode Veja fotos: Maitê Proença e Tony Ramos em 'Torre de Babel' Arley Alves/Globo. Adriana Esteves em 'Torre de Babel' Jorge Baumann/Globo Cacá Carvalho em 'Torre de Babel' Arley Alves/Globo Marcos Palmeiras e Adriana Esteves em 'Torre de Babel' Arley Alves/Globo Claudia Raia, Edson Celulari e Isadora Ribeiro em 'Torre de Babel' Jorge Baumann/Globo Tarcísio Meira em 'Torre de Babel' Jorge Baumann/Globo Explosão em 'Torre de Babel' Jorge Baumann/Globo Juca de Oliveira em 'Torre de Babel' Jorge Baumann/Globo Marcello Anthony em 'Torre de Babel' Jorge Baumann/Globo Glória Menezes em 'Torre de Babel' Arley Alves/Globo Sílvia Pfeifer e Christiane Torloni em 'Torre de Babel' R. Marques/Globo Etty Fraser e Claudia Jimenez na novela 'Torre de Babel', de 1998 Acervo TV Globo Etty Fraser na novela 'Torre de Babel', de 1998 Acervo TV Globo Veja Mais

Lives de hoje: Gusttavo Lima, Aglomerou, Léo Santana, Emicida e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Neste domingo (2) também tem a edição virtual do festival Lollapalooza, além de Larissa Luz, Teresa Cristina e mais; veja lista de shows. Aglomerou, Emicida e Gusttavo Lima fazem lives neste domingo (2) Divulgação Gusttavo Lima, Léo Santana e Emicida estão entre os destaques das lives deste domingo (2). Outra transmissão marcada é do grupo de pagode Aglomerou, após o tiroteio que interrompeu a live na semana passada. Também vai continuar a edição virtual do festival Lollapalooza. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Léo Santana convida Dilsinho e Ferrugem - 13h - Link Gusttavo Lima com participação de Matheus & Kauan, Rai Saia Rodada e Wallas Arrais - 14h - Link Aglomerou - 15h - Link Larissa Luz (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Lolla 2020 - 19h - Link Emicida - 21h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop: como a pandemia afetou as produções de seriados médicos Veja Mais

Quando a live sai do controle: Tiroteio, micos e outras situações inesperadas de shows on-line

G1 Pop & Arte Grupo foi interrompido por tiroteio durante transmissão nesta semana. Lives já tiveram outras emergências (até fuga de cavalo); relembre no Semana Pop. Semana Pop mostra os momentos em lives saíram do controle Nesta semana, um tiroteio interrompeu a live do grupo Aglomerou, em Angra dos Reis, no Rio. Mas, a essa altura da quarentena, essa está longe de ser a única emergência transmitida ao vivo durante um show on-line. O Semana Pop deste sábado (1º) relembra outras vezes em que as lives saíram completamente do controle (assista acima). Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Diogo Nogueira anuncia que está com Covid-19

G1 Pop & Arte 'Já estou desde o início fazendo o tratamento e estou super bem', ele diz em vídeo. O cantor Diogo Nogueira anunciou na noite desta sexta-feira (31) que está com Covid-19. Ele divulgou um vídeo em seu perfil no Instagram afirmando que o teste deu positivo e disse que está se sentindo bem. Initial plugin text "Já estou desde o início fazendo o tratamento e estou super bem", ele explica. O cantor agradece os fãs e diz: "Em breve estou de volta para a gente fazer as lives, para sambar bastante, para a gente se divertir com muita alegria e amor". Ele tinha uma live marcada para este domingo (2), que já tinha sido adiada após ele apresentar sintomas da doença. "Eu estou um pouquinho rouco, mas estou bem, apesar de estar com Covid", ele reafirma no final. Diogo Nogueira Divulgação/Marcos Hermes Semana Pop: como a pandemia afetou as produções de seriados médicos Veja Mais

QUIZ: 'Simpsons' previu qual desses acontecimentos?

G1 Pop & Arte Desenho é famoso por mostrar ao mundo o que vai acontecer anos antes dos fatos. Eles têm previsões de política, saúde e entretenimento. Você conhece todas? QUIZ: 'Simpsons' previu qual desses acontecimentos? Veja Mais

Artista faz crítica sobre como a Covid-19 é tratada no Brasil em ensaio fotográfico

G1 Pop & Arte Gabriela Delcin Pires retratou mortes da doença em 'Lotes – Covid-19'. ‘Quando a vida é tratada como mercadoria, os nomes se transformam em números, os motivos se perdem.' Artista Gabriela Delcin Pires faz crítica sobre como a Covid-19 é tratada no Brasil em ensaio fotográfico Gabriela Delcin Pires Gabriela Delcin Pires fez uma crítica sobre como a Covid-19 é tratada no Brasil em um ensaio fotográfico, que gerou um forte vídeo com as imagens. "Quando a vida é tratada como mercadoria, os nomes se transformam em números, os motivos se perdem, a vida vira dados, vira estatística", escreveu a artista para descrever o ensaio intitulado "Lote – Covid-19". No projeto fotográfico, pessoas estão embaladas em papel plástico e etiquetadas com códigos de barra. Nas descrições, aparecem os motivos da morte ('médica', 'economia não podia parar', entre outros) e onde a pessoa pegou a doença ('trabalhando', 'festa de aniversário da mãe', etc.). Initial plugin text "A arte para mim é uma forma de lidar com aquilo que não sei lidar. Durante essa crise do COVID-19, surgiu a ideia desse ensaio, como uma crítica de como a Covid-19 vem sendo tratado no Brasil, e também uma forma de tentar mostrar através da arte a gravidade do problema para as pessoas", explica Gabriela em manifesto. "A morte da humanidade me assusta, não apenas pela morte da vida, pois a morte é consequência da vida e com isso a gente sabe como lidar, falo da morte da humanidade, aquilo que nos faz sentir e agir em comunidade, a humanidade que nos transforma em humanos", escreve Gabriela. Agora é assim? Como será o lazer e o entretenimento pós-pandemia? Veja Mais

Andrea Beltrão fala sobre interpretar Hebe Camargo: 'Foi um desespero, não foi nada fácil'

G1 Pop & Arte Atriz comenta desafios de construir a sua versão da apresentadora. Série estreia na Globo nesta quinta (30). Andrea Beltrão encarou o desafio duplo de interpretar Hebe Camargo na série "Hebe" e no filme "Hebe: A Estrela do Brasil". A atriz fala com muito carinho sobre o papel e sobre a apresentadora, mas entrega a insegurança. "Foi um desespero, não foi nada fácil. É uma pessoa muito famosa, talvez a maior apresentadora do Brasil, uma comunicadora imensa", diz Andrea em entrevista por videoconferência com jornalistas. A série com 10 capítulos estreia nesta quinta (30) na Globo. Além da magnitude da apresentadora, coisas técnicas como fazer o sotaque paulista da Hebe e gesticular durante a fala foram pontos de dificuldade que a atriz carioca encontrou. 'Hebe' estreia na Globo com lado humano da apresentadora que encantou o Brasil Ela diz que a ajuda de Marco Ricca, que interpreta Lélio, marido de Hebe, foi importante no sotaque: "Ele me deu uma retaguarda, me deu muita segurança na composição de uma paulista como ela era". Assista ao trailer. Assista ao trailer da série 'Hebe' Para Valentina Herszage, que interpreta Hebe na juventude, além do sotaque, a risada da Hebe foi um desafio. "Para mim, a gargalhada era impossível. Eu achava que os jovens não riam pra fora, só adulto ri desse jeito", lembra a atriz. "Uma das coisas mais desafiadoras e animadoras é fazer uma personagem com tanto texto, com tanta fala e tudo tão bem escrito", continua. "Eu e Andrea líamos poemas juntas para gente tentar se escutar e trazer um pouco da musicalidade [dela]". Ângelo Antônio interpretou o pai de Hebe Camargo (Valentina Herszage) durante a juventude da apresentadora na série 'Hebe' Divulgação Uma mulher do diálogo Hebe Camargo foi uma figura da televisão brasileira cheia de personalidade. Era mulher, artista e tentava ser independente quando a sociedade não era tão aberta a esse tipo de postura nas décadas passadas. Ela foi criticada várias vezes por posições políticas e declarações a jornais e revistas, mas tanto Andrea quanto Valentina destacam sua coragem. "Eu me apaixonei muito radicalmente por ela. Pela coragem de ser quem era ela, com todos os limites, com as dificuldades, com as inseguranças, falando muitas besteiras, errando muito, mas também não tendo vergonha de errar", diz Andrea. "Uma mulher que teve uma infância dificílima, muito, muito pobre, que foi arrego de família durante muitos anos. Uma mulher que quis se casar, fez um aborto, sofreu, foi abandonada pelo cara que ela gostava, sempre foi super assediada, era tratada muitas vezes como uma mulher qualquer, uma mulher fácil", enumera a atriz. Andrea Beltrão na série 'Hebe' Divulgação O jeito de se impor que já aparece na juventude de Hebe e fez com que Valentina refletisse sobre a sua própria vida: "Ela tinha uma personalidade tão única e uma força de defender o que ela acredita que me emocionava muito", diz. "Até pensei: 'Nossa, talvez isso seja algo que eu tenha que trilhar na minha vida. Conseguir me colocar sem pedir essa permissão para existir, simplesmente existindo", completa. Para Maurício Farias, diretor artístico da série, falar sobre Hebe Camargo é falar sobre o diálogo. "Ela era uma pessoa agregadora, e tinha, de fato, uma coisa interessante que era: 'quero ter diálogo, quero usar o diálogo para aprender, para discutir, para evoluir, para servir de reflexão sobre o que eu falo e sobre o que os outros falam'", afirma o diretor. Como criar uma Hebe verossímil A busca da direção e das atrizes foi sempre criar uma representação da Hebe Camargo, uma versão deles da apresentadora, sempre fugindo de uma imitação caricata. "O personagem real é inimitável, então é melhor você se desprender dele. Isso libertou um pouco todos nós", diz Farias. "Seria uma perseguição injusta e impossível". Andrea Beltrão interpretou Hebe Camargo na fase adulta na série 'Hebe' Divulgação "A escolha das atrizes não passou pela semelhança física nem com a Hebe, nem entre nós duas. Isso também trouxe uma liberdade imensa de construção dessa Hebe", destaca Andrea. Marco Ricca que acompanhou o processo de Andrea de perto também falou sobre a imersão no universo da apresentadora: "A gente tinha uma imagem da Hebe, sempre com muita alegria, ela terminava [o programa] pra cima, e, de repente, a gente consegue enxergar uma vida muito dura, sofrida, carregou coisas nas costas". "Eu ouvia o Mauricio conversando com a Andreia onde estava esse limite. Ela sempre vinha com uma delicadeza em uma tentativa de não ultrapassar o limite, para não ficar pesado, ao mesmo tempo não ficar leviano para com a dor do personagem", lembra o ator. Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Ângelo Antônio e Flavio Migliaccio também estão no elenco da série. Andrea, inclusive, fez uma homenagem à Migliaccio, que interpretou o pai de Hebe na versão mais velha, e morreu em maio: "Quero dedicar também todo esse trabalho ao Flavio Migliaccio, que foi muitas vezes meu parceiro de trabalho, foi meu pai muitas vezes. Tive a honra, alegria, felicidade enorme de trabalhar com ele", afirmou a atriz. "Eu só queria dizer da saudade enorme que todos nós estamos sentindo dele. Uma pessoa que vai fazer muita falta pra gente, mas que deixou uma vida de trabalhos assinados da maneira que só ele sabia fazer". Walderez de Barros, Flavio Migliaccio e Gabriel Braga Nunes em cena da série 'Hebe' Divulgação Veja Mais

Ivete Sangalo deixa time de técnicos do 'The Voice Brasil': 'Não foi uma decisão fácil'

G1 Pop & Arte Com a saída da cantora, Carlinhos Brown volta ao programa e completa o time formado por Lulu Santos, Michel Teló e Iza. Ivete Sangalo deixa time de técnicos do "The Voice Brasil" Globo/Isabella Pinheiro Ivete Sangalo não fará parte do time de técnicos da nona temporada do "The Voice Brasil". Com a saída da cantora, Carlinhos Brown retorna ao time e se une a Lulu Santos, Michel Teló e Iza. "Não foi uma decisão fácil e eu não estarei presente como técnica nesta edição, mas o 'The Voice' é uma família e estarei conectada com todo meu coração e minha torcida. E tranquila, porque sei que Brown vai cuidar dessa cadeira e das nossas vozes com todo amor e o talento de sempre, assim como Iza, Lulu e Teló. Vai ser mais uma edição linda, podem esperar", afirma a cantora. Ivete estava no posto nas últimas três edições depois de passar duas temporadas no "The Voice Kids". "Estar no 'The Voice Brasil' é sempre uma alegria. Conhecer novas vozes, aprender tantas coisas novas com quem chega para apresentar seu canto, sua arte. É sempre muito bonito ver a coragem de quem está ali compartilhando sua voz com todos nós", afirmou Brown em seu retorno. "Nesta temporada, além de voltar a dividir bancada com os queridos Lulu e Teló, terei a hora de estar também com Iza, que é uma potência de presença e de voz. Vamos para mais um programa! Vamos com a força da música que é cura para todo o mal". A nova temporada do "The Voice Brasil" já está em fase de produção e está sendo desenvolvida com todos os cuidados previstos no Protocolo de Segurança da Globo. Claudia Leitte e Ivete Sangalo cantam juntas no The Voice Brasil Veja Mais

Madonna tem post notificado como conteúdo falso após defender uso de hidroxicloroquina contra Covid-19

G1 Pop & Arte Publicação no Instagram com vídeo que aponta medicamento como cura para o coronavírus foi removida após plataforma sinalizar conteúdo como 'informação falsa'. Madonna no VMA 2018 REUTERS/Carlo Allegri Madonna teve uma de suas postagens notificadas pelo Instagram como conteúdo falso. A plataforma incluiu o banner de "informação falsa" em um vídeo compartilhado pela cantora no qual alguns médicos apontam que a hidroxicloroquina pode curar a Covid-19. Segundo estudos, o medicamento não é considerado um tratamento eficaz contra o vírus. "A verdade irá nos libertar! Mas algumas pessoas não querem ouvir a verdade. Principalmente pessoas no poder que só querem ganhar dinheiro com essa demorada busca pela vacina, que já foi comprovada e está disponível há meses. Eles preferem deixar o medo controlá-los e deixar os ricos mais ricos enquanto os pobres e doentes ficam mais doentes", escreveu Madonna na publicação, onde ainda cita que a médica Stella Immanuel, que aparece no vídeo, é "sua heroína". Além de notificar o post como falso, a plataforma incluiu um link que direciona os usuários a uma página que desmembra as reivindicações citadas no vídeo e explica que ainda não há vacina contra o coronavírus. Após a notificação sobre fake news, o conteúdo foi retirado da página da cantora. Na segunda-feira (27), o mesmo vídeo já havia sido removido da conta do Twitter de Donald Trump. O presidente americano ficou banido temporariamente da plataforma. Um representante do Twitter disse à CNN que a ação foi tomada "de acordo com" a política de desinformação do coronavírus. Em maio, Madonna revelou em seu Instagram que ter sido contaminada com a doença durante sua última turnê em Paris, entre o final de fevereiro e o começo de março. “Não estou doente neste momento", escreveu a cantora de 61 anos. "Quando você testa positivo para anticorpos isso quer dizer que você teve o vírus, como eu claramente tive quando fiquei doente no final de minha turnê em Paris há sete semanas", reiterou em seu post no Instagram, onde tem mais de 15 milhões de seguidores. Madonna dança de muletas durante manifestação contra racismo em Londres Veja Mais

Moacyr Luz e Samba do Trabalhador realizam live no Renascença Clube, no Andaraí, na segunda-feira

G1 Pop & Arte Transmissão de roda de samba promove campanha de arrecadação para ajudar grupo. É a primeira vez que os integrantes se reúnem desde o início da pandemia. Samba do Trabalhador comemorou 15 anos neste ano Divulgação/Marluci Martins O cantor Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador se reúnem, pela primeira vez desde o início da pandemia do novo coronavírus, para uma live no Renascença Clube, no Andaraí, na Zona Norte do Rio. O encontro está marcado para esta segunda-feira (3), dia da semana em que a tradicional roda de samba ocorria. Durante 15 anos, o evento já recebeu milhares de pessoas nas ruas do Andaraí, mas dessa vez o samba é transmitido ao vivo. A roda de samba não é aberta ao público. Samba do Trabalhador comemora 15 anos com show no Circo Voador Indústria do entretenimento tem 450 mil desempregados, e prejuízo deve chegar a R$ 70 bi “A saudade é imensa. Dos amigos, do público, do Rena. A nossa vontade, claro, era voltar com tudo, com a casa cheia, mas como isso ainda não é possível, essa live ao lado dos meus companheiros do Samba do Trabalhador já vai aquecer em parte o coração. Esperamos que todos acompanhem de suas casas com a mesma alegria que éramos recebidos todas as segundas. E em breve estaremos juntos novamente”, disse o cantor e integrante do grupo Moacyr Luz. Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador se reúnem para fazer live no Renascença Clube Divulgação/Marluci Martins O grupo já realizou outras lives durante a pandemia, mas cada um na própria casa. Agora reunido, o grupo afirmou que todos os protocolos sanitários e de distanciamento devem ser respeitados para evitar a propagação do novo coronavírus. A live também promove uma campanha de arrecadação para ajudar os integrantes do Samba do Trabalhador, que tiveram eventos paralisados e a principal fonte de renda suspensa. A iniciativa busca auxiliar profissionais como músicos, produtores, seguranças e bilheteiros. Doações podem ser realizadas por meio de um site. A roda de samba conta com grandes clássicos e músicas do disco “Fazendo Samba”, lançado pela equipe em janeiro deste ano. Trabalhadores do samba se mostram 'loucos' de inspiração na roda armada por Moacyr Luz em belo disco O Samba do Trabalhador é formado por Moacyr Luz (voz e violão), Daniel Neves (violão de 7 cordas), Alexandre Marmita (voz e cavaco), Gabriel Cavalcante (voz e cavaco), Nego Alvaro (voz e percussão), Luiz Augusto Lima Guimaraes (percussão), Nilson Visual (surdo), Junior De Oliveira (percussão) e Mingo Silva (voz e pandeiro). A transmissão ocorre a partir das 17h no canal de Moacyr Luz e da Cerveja Praya. Moacyr Luz e Samba do Trabalhador realizam live nesta segunda-feira (3) Divulgação/Marluci Martins Veja Mais

Royana Black, atriz de TV e da Broadway, morre aos 47 anos

G1 Pop & Arte Black tinha leucemia mieloide aguda. Após sua morte, família criou fundo para tratamento da doença. Atriz Royana Black Reprodução/YouTube Royana Black, uma atriz americana de TV e de musicais da Broadway, morreu aos 47 anos por leucemia mieloide aguda. Em homenagem à luta de Black, a família criou um fundo de doações para o tratamento da doença. Ela morreu em 14 de julho, mas a informação foi divulgada pela família nesta segunda (27). A atriz nasceu em Poughkeepsie, no estado de Nova York. Seu primeiro trabalho foi aos 10 anos, no musical "Brighton Beach Memoirs." Na TV, seu primeiro papel fixo foi na série "Raising Miranda", que protagonizou por um ano e meio. Ao longo da carreira, fez participações em séries e programas de TV, como o "The Cosby Show" e "Medium". Também atuou em filmes para cinema e TV. Em Los Angeles, criou uma companhia de teatro, na qual dirigia espetáculos e atuava. Veja Mais

Cauã Reymond cria série e conta como perda da mãe o aproximou do esporte: 'Lugar de cura'

G1 Pop & Arte Ator medita, faz análise e participa de projeto para ajudar comunidades na pandemia. Ele fala ao G1 sobre ansiedade na quarentena e retorno às novelas: 'Tinha esquecido o quanto se trabalha'. Cauã Reymond em foto publicada no Instagram Reprodução/Instagram/Cauã Reymond Cauã Reymond sempre foi uma pessoa ativa. Na adolescência, por pouco não virou atleta profissional jiu-jitsu. Mas, nos últimos meses, se aproximou ainda mais do esporte. A conexão com o corpo e a mente em equilíbrio o ajudam a lidar com a saudade da mãe, que morreu em 2019, vítima de um câncer. No mesmo ano, ele também perdeu uma tia para a doença. “Encontrei na saúde e no cuidado com a cabeça um lugar de cura”, diz. Na quarentena causada pelo coronavírus, ele buscou alívio em conversas com nomes desse universo. Mas também na meditação, em um pouco de surfe e na análise duas vezes por semana. O trabalho tem ajudado. Cauã está criando uma série para a TV, depois de acumular experiências na produção de filmes como “Não devore meu coração” (2017), “Uma quase dupla” (2018) e “Pedro” (ainda sem data de estreia). Na frente das câmeras, participa de lives e da série “Lifesaving conversations” (conversas que salvam vidas, em tradução livre), em que conduz mais um papo inspirado. Dessa vez, com a professora Camila Cristal, fundadora de um projeto para afastar crianças de contextos de violência através da educação, no Complexo do Alemão, no Rio. Ludmilla, Pabllo Vittar e Daniela Mercury também estão entre os artistas que participam da edição brasileira do projeto, comandado pela organização internacional Liberatum, para arrecadar fundos a comunidades vulneráveis durante a pandemia. Volta às novelas Além de tudo, Cauã se prepara para voltar às novelas. O desejo de estar mais próximo da mãe em seus últimos momentos foi uma das razões que levaram o ator a se afastar da rotina intensa de gravações imposta pelo formato, nos últimos cinco anos. Cauã Reymond em 'A regra do jogo', sua novela mais recente, exibida em 2015 Fabiano Battaglin/TV Globo Em entrevista ao G1, ele conta como foi começar a gravar, antes da quarentena, a trama que substituirá "Amor de mãe" (TV Globo) no horário das 21h. “Eu tinha esquecido o quanto se trabalha em novela, se trabalha muito.” Também fala sobre o futuro do cinema pós-pandemia e explica por que considera ter sido, no início da carreira, "quase um trabalhador braçal do audiovisual". G1 - Como muitos brasileiros, você se vê emocionalmente abalado durante a quarentena? O que tem feito para segurar as pontas? Cauã Reymond - No começo, cada semana era uma semana. Busquei conversar com outras pessoas pela internet, como muita gente fez. Tentei falar com pessoas que me inspiravam naquele momento, pra lidar com a angústia, a ansiedade e o medo, Acabei sendo levado para o lado do esporte. Conversei muito com o com [o nadador] Daniel Dias, nosso maior paratleta. Mas também falei com [o filósofo Mario Sergio] Cortella, a Monja Coen, Fábio Assunção... são pessoas que me trazem algum tipo de luz. Estou muito inspirado pelo Fábio nessa busca que ele vive, para encontrar um lugar no esporte. Também busquei alívio na meditação, em aplicativos… Já tenho uma rotina de ir de máscara a alguns lugares. Saio de casa, sempre com os cuidados necessários. Em alguns momentos, fui surfar. Já testei algumas vezes [para o coronavírus]. Tenho todo o cuidado também por causa da minha filha, que está em guarda compartilhada [Sofia é fruto do relacionamento do ator com Grazi Massafera]. Cauã Reymond com a filha Sofia, fruto do relacionamento com Grazi Massafera Reprodução/Instagram/Cauã Reymond Alguns momentos são muitos angustiantes. Eu sou um cara muito das pessoas, nem sabia que era tanto. Duas vezes por semana faço análise, por telefone. Tem sido um período muito rico pra falar sobre o que está acontecendo, como estou inserido nisso e quem eu quero me tornar. G1 - Essa proximidade com o esporte tem a ver com a série que você está criando para a Globo? Cauã Reymond - Sempre tive contato com o esporte. Fui atleta na adolescência, No ano passado, perdi minha mãe e minha tia para o câncer. Com isso, minha relação com esse lugar do bem estar ganhou um novo capítulo. "Por ter tido essas perdas para a doença, encontrei na saúde, no cuidado com a cabeça, um lugar de cura. Eu amo estar em contato com isso porque sinto muita saudade da minha mãe." Na série, vamos falar sobre muitos assuntos delicados. Está sendo muito legal trabalhar com ela nesse período. Estamos tocando em lugares corajosos. G1 - Qual tem sido a parte mais difícil do isolamento? Cauã Reymond - Ficar sem trabalhar. Já tinha iniciado as gravações da próxima novela das 9h. Estava muito aquecido como ator, Foi difícil parar no meio. G1 - Há 5 anos você está longe das novelas. Como foi voltar pra começar a filmar essa nova trama? Cauã Reymond - Filmamos em Praga, em São Paulo e estávamos filmando no Rio quando começou a quarentena. "Eu tinha esquecido o quanto se trabalha em novela, se trabalha muito. É um trabalho árduo de contar a mesma história de forma diferente todo dia, pra que a pessoa que não viu na segunda possa entender na terça." Mas é um trabalho também de muito reconhecimento. As pessoas entram em contato com seu trabalho de forma muito imediata. Estou curioso pra saber como vai ser sentir isso de novo. Cauã Reymond como Jorginho em "Avenida Brasil" Raphael Dias/TVGlobo G1 - Esses anos que passou dedicado a outros projetos foram planejados, uma escolha estratégica da sua carreira? Cauã Reymond - Foram planejados, sim. Minha mãe ficou 5 anos dodói. A família se organizou pra estar presente, estar com ela nesse período. Mas foi também um desejo artístico, pra fazer outros projetos e dar continuidade ao caminho que eu sonhava pra minha carreira. Nesse período fiz projetos muito bacanas, que só me fizeram amadurecer, Mudei um pouco a plataforma e acho que isso faz parte do jogo. Me sinto muito lisonjeado por ter tido essa possibilidade, sei que não é uma coisa tão fácil. mas foi fruto de muito trabalho, de não tirar férias nos 10, 15 primeiros anos da minha carreira. "Sempre emendava uma novela com algum filme, Fui quase um trabalhador braçal do audiovisual durante muito tempo." Fico muito feliz por ter conseguido me dar essa oportunidade e também por ter ficado perto da minha mãe durantes esses últimos anos. G1 - A proposta da série “Lifesaving conversations”, da qual você participa, tem a ver com as conversas inspiradoras que você tem tido durante a quarentena. Como se preparou para o seu episódio? Cauã Reymond - Camila Cristal me tocou muito. Por eu ter feito o filme ‘Alemão’ [de 2014], eu tive um contato próximo com o pessoal da comunidade na época. Fiquei frequentando o Alemão pra fazer laboratório. Fiquei mexido com as histórias que ela me contou de violência doméstica e assédio das crianças. Elas me trouxeram uma indignação muito grande. Camila fala sem valorizar a própria dor. Não sei bem como explicar… parece que ela não tem compaixão por ela mesma, mas pelos outros. É uma luta pessoal. Ela tem noção das oportunidades que teve e, ao mesmo tempo, percebe que, se tivesse tido a ajuda que ela está oferecendo para essas crianças e jovens, tudo seria diferente. É um projeto muito bonito. G1 - É um projeto sobre pautas sociais, que marcaram muito esses últimos meses, com a pandemia e o movimento das Vidas Negras Importam. Na sua opinião, qual o papel de artistas num contexto como esse? É uma pergunta complicada, não posso falar pelos meus colegas. Com tanta coisa importante sendo discutida. cada pessoa tem a sua luta e, com isso, tem também mais propriedade pra falar sobre determinados assuntos - minorias. liberdade das escolhas sexuais, feminismo, respeito às causas, luta contra o desmatamento, injustiças sociais... "A gente vê as notícias sobre o número de mortos e a sensação é de que o ser humano vai se acostumando com cenários negativos. Fico preocupado com pessoas que não se preocupam com a saúde dos outros." Mas, sobre o papel dos artistas, cada um encontra o seu e fala o que tem que falar. Muitos deles inspiram outras pessoas. A [filósofa] Djamila Ribeiro, por exemplo. Não sei se dá pra chamá-la exatamente de artista, mas ela ocupa esse lugar e fala muito bem, tem um discurso sem ódio, o que é muito agregador e inspirador. Gisele [Bündchen] fez 40 anos e comemorou com uma campanha pra plantar árvores na Amazônia. É isso, cada um encontra a sua narrativa. No meu caso, vou me encaixando nas coisas que me tocam e que eu sinto que tenho capacidade de defender. Posto coisas que me interessam sobre igualdade racial, a questão feminina, poluição, aquecimento global... Eu mesmo estou encontrando a minha narrativa e aprendendo com as coisas com as quais eu entro em contato. Não me coloco no lugar de uma pessoa que sabe tudo. até para nao entrar de gaiato numa situação sem ter um pouquinho de propriedade. Trailer de 'Piedade' G1 - No cinema, você está no filme “Piedade”, de Claudio Assis, que estreou em junho em um festival on-line. Acha que, após a pandemia, esse tipo de estreia no streaming vai se tornar mais comum? Vê isso com bons olhos? Cauã Reymond - Normalmente, esse tipo de filme nos cinemas não chega a 80 mil espectadores. Nesse festival on-line, “Piedade” teve 80 mil views em dois dias. Cerca de 70% das pessoas que acessaram o festival foram em busca dele. Foi uma vitória que a gente não imaginava. Mas o filme ainda vai estrear [em um cinema físico]. O lugar do cinema é muito importante. Ficou claro nessa pandemia que a arte ajuda a gente na solidão.Todas as formas de arte nos dão a possibilidade de desengasgar, e muita gente está engasgada com o que tá acontecendo. Eu espero que o cinema volte com força total. Eu não acho que o streaming vai 100% desse lugar. Não tem como trocar um pelo outro. Ir ao cinema é uma experiência única, que te proporciona, por exemplo, jantar, tomar um vinho depois, conversar. É bem diferente de ver um filme em casa. G1 - Nesse filme, tem gerado muita curiosidade e repercussão as cenas amorosas e sexuais que você protagoniza com o Matheus Nachtergaele. Acha essa curiosidade natural ou isso faz parte de uma cultura homofóbica? Cauã Reymond - Nunca pensei como homofobia. Não sei te explicar... contracenar com um homem é como com mulher. Você vai lá e cumpre o trabalho. E o Matheus está entre os três maiores atores do Brasil, é um monstro. Pra mim é um presente estar com ele. O ‘Piedade’ é um projeto que eu tenho tanto orgulho. Acho que ele convida a gente a olhar o mundo de um jeito diferente. Claudio não tem medo de colocar o dedo na ferida. Ele me proporcionou um desses personagens raros. Veja Mais

Elza Soares e Flávio Renegado fazem show em homenagem ao aniversário de Marielle Franco

G1 Pop & Arte Vereadora, assassinada em março de 2018, faria 41 anos nesta segunda-feira (27). Show acontece no canal do Instituto Marielle Franco a partir das 19h deste domingo. Elza Soares no palco do Fantástico Fantástico A cantora Elza Soares e o rapper Flávio Renegado vão fazer um show, ao vivo, neste domingo (26) em homenagem ao aniversário da vereadora Marielle Franco (PSOL), que completaria 41 anos nesta segunda-feira (27). O show será transmitido a partir das 19h pelo canal do Instituto Marielle Franco, fundado pela família da vereadora assassinada em março de 2018, no Rio de Janeiro, mas até hoje não se sabe quem mandou matar Marielle e o motorista Anderson Gomes. Flávio Renegado na gravação ao vivo do show 'Suíte Masai' Íris Zanetti / Divulgação A apresentação também pretende arrecadar recursos para as ações do Instituto. O objetivo do espaço é inspirar, conectar e potencializar mulheres negras, LGBTQIA+ e periféricas a seguirem movendo as estruturas da sociedade. Marielle Franco, em foto de novembro de 2017 Mario Vasconcellos/Câmara Municipal do Rio de Janeiro/AFP/Arquivo Segundo Anielle Franco, irmã da vereadora e diretora executiva do instituto, Marielle iria gostar da homenagem. "Desde 2018, o dia 27 de julho passou a trazer uma mistura de sentimentos: por um lado a saudade que bate mais forte; por outro, a lembrança de que Marielle sempre gostava de celebrar a vida com muita alegria e festa nesse dia." Serviço: Show ao vivo de Elza Soares e Flávio Renegado - canal do Instituto no Youtube Horário: 19h Veja Mais

'O Rei Leão' lidera bilheteria nacional em cines drive-in

G1 Pop & Arte 'Bloodshot' e 'Os Jovens Titãs Em Ação!' completam top 3 de quinta (30) a domingo (2). Setor movimentou R$ 119,1 mil no período. Nala e Simba em 'O Rei Leão' Divulgação "O Rei Leão" liderou a bilheteria nacional no período de quinta (30) a domingo (2), segundo dados da ComScore. O filme da Disney arrecadou R$ 32,1 mil e foi assistido por mais de 1,2 mil pessoas. Cinema drive-in: filmes, ingressos, programação e horários Como é feita a programação dos cines drive-in Como as sessões e salas vão se adaptar para a reabertura Diretor do novo 'O Rei Leão' explica produção do filme "'Bloodshot" e "Os Jovens Titãs Em Ação!" completam top 3 de uma semana que movimentou R$ 119,1 mil com os 10 filmes mais vistos, e foi um pouco melhor do que a anterior com R$ 94,8 mil. A ComScore não informou quantas salas e quantos cinemas drive-in enviaram os dados do levantamento. No entanto, como a maioria dos cinemas segue fechada por conta da pandemia do novo coronavírus, é o formato drive-in que está movimentando o setor. Veja o ranking da bilheteria no país: 'O Rei Leão' - R$ 32,1 mil 'Bloodshot' - R$ 14,3 mil 'Os Jovens Titãs Em Ação! Nos cinemas' - R$ 13,7 mil 'Pé Pequeno' - R$ 10,7 mil 'Pulp Fiction: Tempo de Violência' - R$ 9,2 mil 'A Família Addams' - R$ 8,7 mil 'O Parque dos Sonhos' - R$ 8,2 mil 'Harry Potter e as Reliquias da Morte - Parte 2' - R$ 7,9 mil 'Grease:Nos Tempos da Brilhantina' - R$ 7,3 mil 'Missão Impossível - Nação Secreta' - R$ 6,7 mil Veja Mais

Gafes e incidentes marcam reuniões e transmissões on-line; empresas crias manual de etiqueta para evitar problemas

G1 Pop & Arte Paulo Sardinha, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, lembra que adaptação ao mundo virtual não foi planejada e diz que deslizes são naturais. Empresas estão criando manual de etiqueta para reuniões virtuais para evitar gafes As emergências e imprevistos em lives não são exclusividade das apresentações musicais. Em um período onde boa parte dos encontros, reuniões e transmissões são on-line, alguns incidentes são até fofinhos, como o que ocorreu com o padre Luiz Cesar Moraes, de Itajubá, Minas Gerais. Ele se divertiu com sua própria gafe e encantou a internet ao fazer a transmissão de uma bênção on-line em sua página no Facebook. Ao longo de toda a gravação, os filtros divertidos da rede social apareciam enquanto ele fazia a prece. Tem também momentos de "invasão animal" diante de transmissões on-line. E até pessoas que esquecem que estão diante da tela, criando algumas situações um pouco embaraçosas, como foram os casos de um procurador na Paraíba que cochilou durante um julgamento ou um vereador de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, que resolveu abrir um presente durante uma sessão da Câmara Municipal. Até quem está acostumado com incidentes e improvisos ao vivo e trabalha na televisão está sujeito a surpresas. A live do ator Fábio Porchat viralizou, quando a mulher dele passou nua, achando que não estava aparecendo. Encontros corporativos Os imprevistos acontecem também em reuniões de condomínio e corporativas. O que gerou a necessidade de algumas empresas em distribuirem um código de etiqueta pra reuniões on-line entre os funcionários. "Todo mundo tem a mania de ficar no celular. Ficar recebendo mensagem, digitando, fazendo outra coisa, trabalhando... E isso é extremamente deselegante e antipático pra quem está com a palavra", explica Luciana Graiche, vice-presidente da empresa. Paulo Sardinha, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, lembra que a adaptação ao mundo virtual não foi planejada, ninguém se preparou para isso, e muitos deslizes são naturais. Ele também indica para que pessoas que têm crianças ou animais em casa mantenham o microfone no mudo, enquanto ela não estiver falando, abrindo-o apenas no momento da fala. Veja Mais

Teatro on-line: companhias se reinventam em peças no Zoom com atores em casa

G1 Pop & Arte Espetáculos na quarentena usam tecnologia para tentar recriar o jogo teatral e manter grupos ativos. Thiago Lacerda e diretores comentam experiências digitais acompanhadas pelo G1. 'A Arte de Encarar o Medo', do grupo Os Satyros, está em cartaz no Zoom Divulgação A sala do aplicativo Zoom tem se mostrado versátil nesta quarentena. Ela é usada para reuniões de trabalho, para aulas on-line, para festas de aniversário à distância, para baladas virtuais e agora virou palco de teatro. Sem poder aglomerar pessoas em salas ou teatros, artistas e companhias têm se reinventado durante o isolamento social e criado espetáculos transmitidos pela plataforma ou através de lives nas redes sociais (veja agenda de eventos abaixo). Em vez daquele burburinho das pessoas entrando no teatro, os momentos pré-espetáculo são de ajustes. Você precisa deixar o vídeo e o microfone desligados e marcar a opção de mostrar apenas quem está com a câmera aberta em destaque. Um dos "truques" de "A Arte de Encarar o Medo", do grupo paulistano Os Satyros, e de "Parece Loucura, mas Há Método", da Armazém Companhia de Teatro do Rio, é abrir e fechar câmeras. As narrativas vão se desenvolvendo e os atores ligam a câmera, fazem suas cenas em destaque, depois desligam e vão para a "coxia imaginária". Nos espetáculos com 18 e 10 atores, respectivamente, a movimentação é ágil. Além das boas atuações, as trilhas bem marcadas e efeitos visuais contribuem para o clima das peças. Interatividade x falta do público no espaço Já que o calor do público não pode ser sentido presencialmente, os dois espetáculos vistos pelo G1 buscam se aproximar das pessoas pela interatividade na internet. Em "A Arte de Encarar o Medo", dois atores perguntam no começo quais são os medos do público. A peça se passa 5.555 dias depois do início da quarentena em uma sociedade ainda em isolamento. "A gente encontrou essa solução para poder ter um vínculo real com o público, manter a conexão que durasse no espetáculo", explica Rodolfo García Vázquez, um dos fundadores do Satyros e diretor da peça. Depois de cada sessão, os atores também convidam o público para ligar suas câmeras e participar de uma roda de conversa. "Acaba se tornado até mais caloroso e forte do que quando é presencial e não tem nenhuma ação depois", continua. "Apesar de tecnológica e não corpórea, está sendo uma experiência bastante humana e intensa", defende o diretor. Peça "Parece Loucura mas há Método" da Armazém Companhia de Teatro Divulgação Já em "Parece Loucura, mas Há Método", são nove personagens de Shakespeare que fazem "batalhas" de cenas e o público que vota em quem deve continuar. O desejo da participação das pessoas não é novidade para a companhia. "O público precisa experienciar algo que o transforme, que o coloque de forma ativa no processo do espetáculo", diz o diretor Paulo de Moraes. "A internet dá voz a todos, então, pensamos que o espetáculo precisaria dar também essa 'voz'. Fazemos uma brincadeira com essa cultura do 'cancelamento', propondo que o público escolha as histórias que quer continuar conhecendo e 'cancele” outras'", explica. Teatro em lives Thiago Lacerda em cena de 'Quem Está Aí? – Monólogos de Shakespeare' feita através de uma transmissão on-line Reprodução/YouTube/Sesc São Paulo Quem também fez uma peça on-line com textos de Shakespeare foi o ator Thiago Lacerda para o projeto Em Casa com o Sesc. A experiência, nesse caso, é diferente para quem faz e para quem assiste, porque é uma live em que o ator interpreta o texto para uma câmera. É bem mais limitado do que os espetáculos via Zoom, e talvez por isso a sensação para Lacerda nem é a de teatro. "Não acho que o que aconteceu tenha sido teatro. Talvez a gente precise encontrar um outro nome para o que é", diz o ator ao G1. "Ao mesmo tempo que foi estranho, foi desafiador, foi revelador, foi gratificante, foi poderoso, foi comunicativo". Ele interpretou "Quem Está Aí", uma montagem de três monólogos de Shakespeare, que já faz há 10 anos, e sentiu falta do público mesmo falando para mais de mil pessoas ao vivo. O espetáculo está disponível no canal de YouTube do Sesc, assim como peças e shows transmitidos anteriormente. É rentável financeiramente? Sem espetáculos e sem poder dar aulas ou oficinas, a renda de quem vive de teatro ficou bastante comprometida durante a pandemia. Além de manter os artistas ativos, o teatro on-line tem sido uma alternativa financeira viável para estes tempos difíceis. Ainda mais porque o público na internet tem potencial para ser muito maior. "A gente paga aluguel sem ter nenhum tipo de rendimento e a opção que nos resta é entregar o imóvel e começar nossa vida do zero", diz Vázquez, dos Satyros. O diretor diz que a bilheteria on-line fica em torno de 60% a 70% do que eles faturam no teatro na Praça Roosevelt em São Paulo, mas que houve picos perto da estreia que superaram a marca do teatro físico. "A gente pode ter até mil pessoas na sala do Zoom. Nossa sala só cabe 60 pessoas presencialmente. Então a gente tem capacidade para ter muito mais público", diz. A peça fica em cartaz por tempo indeterminado e a companhia se organiza para duas montagens internacionais: uma americana e outra europeia-africana com atores de 9 países diferentes. "É uma loucura pensar que a gente está ensaiando uma peça que as pessoas estão a 20 mil km de distância umas das outras e estão contracenando, criando cenas, criando emoções ao vivo", completa Vázquez. O monólogo "Todos os Sonhos do Mundo", com o ator Ivam Cabral e fundador do Satyros, também está em cartaz. Para Moraes, da Armazém Companhia de Teatro, estar fazendo teatro on-line também é simbólico: "Essa nossa estreia é uma tentativa de resistência, de reconstrução da possibilidade de viver do nosso trabalho". Concentração e frio na barriga No bate-papo pós-espetáculo, os atores dos Satyros falam que a experiência é próxima do teatro presencial e que dá até para sentir um leve ansiedade antes da transmissão. "O frio na barriga indica que o que a gente faz é teatro também. Acho que é uma ferramenta que veio para ficar, para nos acolher nessa resistência", diz o ator Fábio Penna. "O teatro não é mais regional, é para o mundo". Lidar com questões imprevisíveis e com o acaso também reforçam o fazer teatral no on-line. Vázquez diz que já houve sessões em que a internet caiu e o ator fez a cena com a internet do celular e, em outra, acabou a luz na casa e foi preciso acender velas. Peça "Parece Loucura mas há Método", da Armazém Companhia de Teatro, faz o público escolher qual personagem deve continuar em cena Divulgação Moraes também falou do estado de atenção dos atores mesmo em casa: "É uma concentração muito parecida. Falta o contato mais físico com os parceiros de cena, mas estamos todos conectados, em estado de atenção constante". "Cada um separou um canto de sua casa que virou um misto de camarim, coxia e palco", diz o diretor. Ele ensaiou com os atores separadamente em reuniões virtuais em que eles discutiam como seria o cenário e o figurino. Opção mais democrática? Toda a estrutura de um espetáculo em cartaz, com técnicos, cenógrafos, iluminadores e todos os outros profissionais dos bastidores, não é igual no teatro on-line, mas a alternativa democratizou de certa forma o acesso aos espetáculos dessas companhias. Nas salas de zoom, pessoas de todas as cidades do Brasil e do mundo podem ver o que os grupos de São Paulo e do Rio produziriam em suas cidades. "Nosso público mudou completamente. Passou a ser pessoas que moram na esquina da Praça Roosevelt, que já acompanham nosso trabalho há muito tempo, pessoas que estão em Manaus, no interior do Mato Grosso", diz Vázquez, do grupo Os Satyros. "É como se abrisse uma porta de um novo mundo, um mundo em que o artista não se sente incapaz. Essa pandemia nos colocou em uma posição muito vulnerável como artista", afirma o diretor. Peças em cartaz "Parece Loucura, mas há Método", da Armazém Companhia de Teatro Elenco: Charles Fricks, Isabel Pacheco, Jopa Moraes, Kelzy Ecard, Liliana de Castro, Luis Lobianco, Marcos Martins, Patrícia Selonk, Sérgio Machado e Vilma Melo. Quando: sextas e sábados, às 20h; domingos, às 18h Onde: Aplicativo Zoom Ingressos: a partir de R$ 10 no site. O espectador escolhe o valor do ingresso que quer adquirir. "A Arte de Encarar o Medo", da companhia Os Satyros Direção: Rodolfo García Vázquez Elenco: Ivam Cabral, Eduardo Chagas, Nicole Puzzi, Ulrika Malmgren, Diego Ribeiro, Dominique Brand, Fabio Penna, Gustavo Ferreira, Henrique Mello, Julia Bobrow, Ju Alonso, Marcelo Thomaz, Marcia Dailyn, Mariana França, Sabrina Denobile e Silvio Eduardo Quando: sextas e sábados, às 21h; domingos, às 16h Onde: Aplicativo Zoom Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), há ingresso solidário e também a opção de fazer uma doação para o grupo. "Todos os Sonhos do Mundo", da companhia Os Satyros Direção: Rodolfo García Vázquez Elenco: Ivam Cabral Quando: sextas e sábados, às 21h; domingos, às 16h Onde: Aplicativo Zoom Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), há ingresso solidário e também a opção de fazer uma doação para o grupo. Em Casa Com Sesc Canal de YouTube do Sesc transmite peças, shows e palestras semanalmente. A programação é postada nas redes sociais. Projeto ‘Teatro On-line’ vai arrecadar dinheiro para ajudar profissionais do teatro Veja Mais

G1 Ouviu #100- As cem músicas para entender o pop atual

G1 Pop & Arte Centésimo episódio do podcast é especial e traz uma lista para entender os principais movimentos da música brasileira e internacional hoje; ouça. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Semana Pop #97 - Tiroteio, mico e outros momentos em que a live saiu do controle

G1 Pop & Arte Grupo foi interrompido por tiroteio durante transmissão nesta semana. Lives já tiveram outras emergências (até fuga de cavalo); relembre no Semana Pop. Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Alan Parker, diretor de 'Expresso da Meia-Noite', morre aos 76 anos

G1 Pop & Arte Segundo a imprensa internacional, Parker morreu na manhã desta sexta-feira (31), em Londres. Alan Parker, em foto de dezembro de 2004 Jack Guez/AFP/Arquivo Alan Parker, diretor de "O Expresso da Meia-Noite", "Mississipi em Chamas", entre outras obras do cinema, morreu aos 76 anos. Segundo a imprensa internacional, Parker morreu na manhã desta sexta-feira-feira (31), em Londres. O Instituto Britânico de Cinema (British Film Institute) confirmou a morte do diretor. Em comunicado, a família informou que Parker morreu após sofrer anos com uma doença, que não foi informada. Nascido em Londres, na Inglaterra, Alan iniciou a carreira como redator publicitário, migrando para a direção de comerciais e iniciando seus trabalhos no cinema na década de 1970. Alan ficou conhecido por seu trabalho em filmes como "Fama", "A Chama que não Se Apaga", "The Commitments - Loucos pela Fama" e "Bugsy Malone - Quando as Metralhadoras Cospem", além do longa "Evita", estrelado por Madonna. Ao longo da carreira, o diretor foi indicado diversas vezes em prêmios como Oscar, Bafta e Globo de Ouro. Em 1984, Parker foi homenageado pela Academia Britânica com prêmio Michael Balcon Award por sua contribuição ao cinema. Em 2013, foi novamente reconhecido por seu trabalho e recebeu o Bafta Fellowship, prêmio entregue pela Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão, em reconhecimento "à contribuição considerável e excepcional ao cinema". "Quando você faz seu primeiro filme, tem certeza que será o seu último. E então você aperta os olhos e de repente, quarenta anos depois, você está no Bafta ganhando um prêmio como este", disse Parker em comunicado ao receber a honraria. Casado com Lisa Moran-Parker, Parker deixa cinco filhos e sete netos. Alan Parker posa com seu prêmio BAFTA, em Londres, foto de fevereiro de 2013 Carl Court/AFP/Arquivo Veja Mais

Salgadinho fala sobre compor com Ronaldinho Gaúcho pelo Zoom: 'Saíram 3 super sambas bons'

G1 Pop & Arte Ao G1, cantor fala de carreira solo e comenta protestos contra racismo: 'É uma questão de urgência, por isso antirracismo não é um modismo'. Ele lança EP e faz live com Netinho. Salgadinho cuida de planta durante a quarentena e em foto de antes da pandemia, ao lado de Ronaldinho Gaúcho, com quem compôs sambas pelo Zoom em junho Acervo Pessoal Parecia mais um dia tranquilo de quarentena em sua casa na Serra da Cantareira, em São Paulo, quando o celular de Salgadinho tocou. O pagodeiro havia passado parte do tempo cuidando das plantas no jardim, mas a noite seria muito mais aleatória. "Aí era o Ronaldinho, né? Foi muito engraçado. 'E aí, Ronaldinho, beleza?' Ele disse: 'É, tô aqui no Paraguai, né? Vira e mexe faço música com esses malucos aí, só pra gente ficar trocando ideia'. Saíram três super sambas bons", conta Salgadinho ao G1, descrevendo uma espécie de roda de samba por videoconferência. Na entrevista abaixo, o ex-vocalista do Katinguelê falou da parceria com o ex-craque, em prisão domiciliar após usar documentos adulterados. O simpático cantor de 50 anos também comentou a "volta" do pagode com ajuda das lives e os protestos antirracistas pelo mundo. "O Brasil tem as suas demandas em relação ao racismo estrutural e são demandas urgentes." Conhecido por sucessos como "Inaraí" e "Engraçadinha", ele falou ainda da carreira solo, mas cheia de companhias. Após turnê com ex-integrantes do Art Popular e do Exaltasamba, Salgadinho lança o EP “Salgadinho Experience”, nesta sexta-feira. Para o domingo, prepara uma live com Netinho de Paula. G1 - O pagode vem demonstrando força com as lives. Ele superou o funk e o pop, ficou só atrás do sertanejo somando todas as lives do estilo. A gente mostrou isso em uma reportagem aqui no G1, com infográficos. Isso te surpreendeu? Salgadinho - Eu vi esses gráficos. Eu trabalho muito, faço muito show, apesar de não estar na mídia convencional. Eu sei que não temos o apelo do sertanejo, mas o apelo do samba é grande. O samba e o pagode ainda mexem muito com o emocional das pessoas. Eu fiquei surpreso, sim, vendo esses gráficos. Vendo como pop e o funk não conseguiram o mesmo destaque que eles sempre têm na internet, se comparado ao pagode. G1 - Por que será que isso que acontece com as lives, com a nostalgia que vem com a quarentena, e não acontece em outros meses. Eu sei que o pagode segue bem vivo, sua agenda está cheia, mas por que não vai tão bem no YouTube e no streaming? Salgadinho - No meu entender, hoje estão pintando uns caras mais jovens, como Dilsinho e Ferrugem. Mas esses caras também não são tão jovens assim. A cultura de trabalhar o digital é dos profissionais da nova geração, de quem é do pop, funk. A molecada é bem mais jovem, é o universo deles. É uma área que você monetiza, você investe e o retorno vem. Não é uma cultura presente pra gente, na nossa forma de trabalhar. Eu me adaptei, minha empresa vem se adaptando a isso. Os gráficos mostram que a gente tem público. É um público mais velho, alguns outros a gente pega por osmose... G1 - Você recentemente fez 50 anos. O que teve que deixar de fazer agora que é cinquentão? Teve que fazer algo ou deixar de fazer algo para seguir cantando bem? Salgadinho - Eu sou uma pessoa muito feliz, não paro para pensar nessa coisa [de idade]. Às vezes, eu penso: rapaz, estou com 50 anos. Eu não me sinto com essa idade. Eu treino pra caramba. Eu corro, faço musculação. Jogando futebol, eu rompi o tendão de aquiles. Então, agora eu faço treino e não parei mais. A disciplina é importante. Se você não encarar, você não vai. Eu me sinto realizado com a história que eu pude construir, da minha origem até hoje. Eu sou um cara que mantém os amigos e a música me deu tantos fãs... Salgadinho durante show Divulgação/Léo Franco G1 - Como está a saudade de fazer show? Salgadinho - A gente está quase desempregado, né? Mas eu adoro ficar em casa, tanto quanto gosto de cantar. Estou em casa, fazendo música pra caramba com vários parceiros, como o Xande de Pilates. Até com o Ronaldinho Gaúcho fiz música. Na questão do ganho, não entra dinheiro, só sai. A gente [músicos] tem que se organizar. Temos que fazer lives para arrecadar alimentos. A primeira conseguimos nove toneladas. Tem muita gente precisando, que trabalha no backstage... O trabalhador comum de qualquer área não tem cobertura do estado, imagina quem não é reconhecido oficialmente como trabalhador. Tudo que arrecadamos foi distribuído para a Ordem dos Músicos e para igrejas evangélicas, centros espíritas e casas de umbanda. G1 - E como foi esse rolê aleatório com o Ronaldinho Gaúcho? Salgadinho - Então, eu estava aqui em casa, né? Eu tenho um amigo em comum, um parceiro, do grupo Doce Encontro. Ele é supertalentoso e o Ronaldinho gosta muito do trabalho do Eder [Miguel, sambista] e eu também gosto. Daí devia ser umas 10 da noite... E ele chegou para mim e disse: "Ô Salgado! Vou colocar uma pessoa aqui na chamada que gosta muito de você". Aí era o Ronaldinho, né? Foi muito engraçado. "E aí, Ronaldinho, beleza?" Ele disse: "É, tô aqui no Paraguai, né? Vira e mexe faço música com esses malucos aí, só pra gente ficar trocando ideia". Saíram três super sambas bons... E a gente foi conversando, se divertindo. G1 - Ele tem ritmo... E até que é afinadinho, né? Salgadinho - Ele é muito inteligente de ideias pras letras. Ele gosta muito de samba... Outro dia mesmo eu ouvi o Robinho tocando cavaquinho. E eu que dei o cavaquinho pro Robinho. Os caras gostam muito de samba mesmo... G1 - Sim, sim. Mas esse papo com o Ronaldinho faz tempo? Salgadinho - Deve ter um mês que isso aconteceu. Esses dias, apesar de ele estar no Paraguai por aquela situação que aconteceu que todo mundo sabe com ele [entrada no país com documentos adulterados]. A figura dele, pra mim, é muito apaixonante. Salgadinho com camisa que homenageia a música 'Inaraí', do Katinguelê Divulgação/Léo Franco Independente dos posicionamentos dele, e da vida dele, ele é carismático. É um cara que tem uma origem... Quando eu fui para Porto Alegre, eu fiz um show em uma escola de samba lá. Bem depois ele me falou: "Salgado, lembra aquela noite que vocês fizeram o show na escola de samba". O grupo [Katinguelê] não era nem famoso. A gente tinha gravado um disco e foi se aventurar lá. Aí teve uma briga lá, porque um cara do grupo se engraçou e ficou com a menina. Deu uns beijos e tal. Aí a gente falou: "Mano, você é maluco? Quando a gente viaja não pode fazer essas coisas! A gente é forasteiro, a gente não sabe quem ela namora". Daqui a pouco, deu uma confusão, uma briga danada. Daí o Ronaldinho lembrava, ele me falou depois. "Pô, eu tava lá! Eu era moleque, jogava na base do Grêmio". [risos] Eu não acredito. É um cara de origem humilde. Ele dá muito valor para os amigos antigos. Eu admiro muito isso nas pessoas. G1 - Você pretende fazer shows em drive-in? O que acha desse formato? Salgadinho - A gente tem umas coisas alinhadas para fazer drive-in. É uma coisa diferente. Em vez de aplauso, é buzina, né? No período de pandemia, mesmo com a galera não cumprindo o que a OMS determinou, não sei se a ideia pode vingar, porque está morrendo gente pra caramba e estamos ignorando isso. "Está no auge de uma pandemia, não dá para pensar em ganhar dinheiro. A preocupação maior é preservar as pessoas, mesmo sendo necessário trabalhar." G1 - Como tem sido a sua quarentena? Salgadinho - Tenho cuidado das plantas que eu tenho em casa. Tenho um quintal cheio de pés de frutas. Tinha algumas árvores que caíram os galhos, porque venta muito. Estou secando e fazendo lenha com os galhos que caíram. Moro aqui com minha esposa e o filho. Ele vai começar o primeiro ano de Direito na PUC. O mais velho já se formou, mora fora… Já estou para ter neto, já. G1 - Mundo de assunto. O antirracismo entrou ainda mais na pauta, primeiro nos Estados Unidos com a morte do George Floyd, depois no Brasil. Como você vê o racismo no Brasil? Qual sua opinião sobre, mesmo com tudo o que acontece por aqui, as ações no Brasil serem ainda, de alguma forma, ligadas ao barulho de movimentos americanos, como o Black Lives Matter? O Brasil tem as suas demandas em relação ao racismo estrutural e são demandas urgentes, mas assim como em todo mundo os acontecimentos nos Estados Unidos estão sempre no radar por ser uma das maiores potências econômicas e bélicas. Temos os protestos e passeatas em todo o mundo quase sempre caminhando junto com pessoas que estão protestando. Existem aqueles que colocam seus corpos muitas vezes como escudo para que os manifestantes sejam protegidos das brutalidades do estado através da polícia. Isso é algo normal e comum em passeatas. Sem essas mães brancas do Black Lives Matter seria impossível realizar as passeatas nos Estados Unidos, com somente a população negra. Seriam brutalizados, com o pedido do próprio presidente Trump, das forças policiais, do FBI, do exército para exterminar os protestos de "qualquer" jeito. "No Brasil, em 2013, durante os protestos, os black blocs faziam a mesma função [proteção], mas foram covardemente marginalizados. O racismo é uma questão de urgência, por isso o antirracismo se faz necessário e ele não é um modismo." Márcio Art, Salgadinho e Chrigor durante turnê do projeto Amigos do Pagode 90 Jamile Alves/G1 AM G1 - Você tem grupo de WhatsApp com os cantores de pagode dos anos 90? Vocês zoam um do outro sobre futebol lá, tem papo sobre política? Como é? Salgadinho - O grupo que eu mais falo é do Alô Bateria, com Ivo Meirelles, Dudu Nobre, Andrezinho do Molejo, Xande de Pilares e o Arlindinho. Daí os caras fazem uns Zooms também de vez em quando. E a gente tira onda. Mas eu não tenho muita paciência para participar de grupo de Zap não viu. [risos] G1 - Eu também não... Salgadinho - É que às vezes, putz, começam a rolar uns assuntos que eu só falo "Gente, vou ficar por aqui. Já sou meio velho. Me chama no privado aí quando tiver um churrasco ou qualquer coisa me avisa". Agora nem dá mais por causa da pandemia. Mas vira e mexe, antes, tinham uns encontros da galera na casa de alguém. Esses dias encontrei o Rodriguinho [Ex-Os Travessos] aqui no condomínio, cara. Tem um grupo de Zap aí que a gente participa junto. E aí encontrei ele aqui perto, falou que estava na casa do irmão. Eu nem sabia que o irmão dele morava aqui no condomínio. Ele falou que ia ter uma live, maneira. Daí às vezes ele me chama: "Ô Sal! Tô no seu condomínio, cara, vem aqui". Ele é muito gente boa. Todo o povo do pagode, a molecada, eu não tenho do que reclamar deles não. Jorge Aragão, Zeca [Pagodinho]... A gente sempre se fala por Zap. É bacana ficar conversando com essa galera toda. Grupo Amigos do Pagode Noventa traz sucessos do gênero Veja Mais

McFly lança 'Happiness', primeiro single do novo álbum da banda

G1 Pop & Arte Tom, Danny, Dougie e Harry compuseram as músicas do novo trabalho, 'Young Dumb Thrills', no fim de 2019. A banda anunciou retorno em setembro, após mais de dois anos em pausa. McFly anuncia retorno aos palcos Reprodução/Instagram McFly lançou o single "Happiness" nesta quinta (30). A música é a primeira do novo álbum da banda britânica, que vai se chamar "Young Dumb Thrills". A banda formada por Tom Fletcher, Danny Jones, Dougie Poynter e Harry Judd voltou a se reunir no final de 2019, após dois anos e meio de dedicação dos integrantes a carreiras solo. Desde então, eles trabalharam juntos para compor as músicas do novo álbum e resgataram canções antigas, nunca utilizadas pela banda. Elas foram reempacotadas no álbum "The lost songs", lançado em novembro. Turnê no Brasil Mc Fly fará shows no Brasil em março de 2020 Reprodução/Instagram/McFly Com turnê inicialmente marcada para março, a banda reagendou sete shows no Brasil para setembro, com passagem por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, entre 24 de setembro e 4 de outubro. Como os casos e mortes por Covid-19 continuam subindo no país, é provável que as datas sejam adiadas mais uma vez, mas a banda ainda não se pronunciou sobre os shows. Veja Mais

Lollapalooza online começa nesta quinta com shows antigos de Paul McCartney e Imagine Dragons

G1 Pop & Arte LCD Soundsystem e Tove Lo também abrem programação de edição virtual, que vai até domingo (2). Festival segue confirmado no Brasil para dezembro. Público chega ao autódromo de Interlagos para o primeiro dia de Lollapalooza 2019 Fabio Tito/G1 A edição virtual do Lollapalooza começa nesta quinta (30) com transmissões dos shows de Paul McCartney, Alabama Shakes, Tove Lo e LCD Soundsystem em edições anteriores do festival. A apresentação do Imagine Dragons no Lollapalooza Brasil em 2018 também vai ser exibida. Além de shows antigos, o festival online vai contar com performances de H.E.R, Monsier Periné, Tom Morello e Yungblud no primeiro dia. As transmissões vão até domingo (2). Embora a edição americana tenha sido cancelada por conta do coronavírus, o evento no Brasil foi adiado para dezembro e segue confirmado. A transmissão vai ser feita pelo canal do festival no YouTube a partir das 19h. Veja os destaques do Lolla online por dia: Quinta (30): Shows antigos de Paul McCartney, Imagine Dragons, Alabama Shakes, Tove Lo e LCD Soundsystem; Sexta (31): Shows do Metallica, Kehlani, The Cure e Chance the Rapper; Sábado (1º): Shows de Lorde, Tyler, the Creator, NGHTMRE e Ellie Goulding; Domingo (2º): Shows de Portugal, the Man, Arcade Fire, Khalid e The Weeknd. A programação completa das apresentações está disponível no site do Lollapalooza. Shows só em 2022 para cofundador Marc Geiger, um dos fundadores do Lollapalooza, falou sobre a volta dos shows ao vivo, em entrevista ao podcast do jornalista e crítico musical Bob Lefsetz. "Em minha humilde opinião, vai ser em 2022", afirma o empresário. "Meu instinto é que vai demorar um pouco, porque os eventos de grande porte, esportes, shows, festivais, não vão se sair muito bem enquanto o vírus estiver presente", continua. "Eu sei que é frustante e economicamente devastador, mas é algo que é maior que nós", explicou. "Se você estudar história, você vai ver que isso já aconteceu e foi super disruptivo para a sociedade da época". LEIA MAIS: veja lista de shows, festivais e estreias de filmes cancelados por causa da pandemia Como o medo do coronavírus está alterando rota do pop Veja Mais

Famosos enviam mensagem de apoio a Thammy Miranda após ataques por campanha de Dia dos Pais

G1 Pop & Arte Ator foi convidado para estrelar propaganda comercial comemorativa e recebeu mensagens transfóbicas nas redes sociais. Bruno Gagliasso, Babu Santana e Sophia Abrahão saíram em defesa. Thammy Miranda se manifesta após ataques por estrelar propaganda de Dia dos Pais Reprodução/Instagram Thammy Miranda recebeu o apoio de Bruno Gagliasso, Babu Santana, Sophia Abrahão e outros famosos após receber inúmeras mensagens transfóbicas nas redes sociais. O ator foi atacado virtualmente após ser anunciado como um dos nomes da campanha de Dia dos Pais da Natura. Thammy é pai de Bento, de seis meses, de sua relação com Andressa Ferreira. "Gente, tava vendo aqui o 'boicote' ao Thammy. Sem palavras pra descrever o quão patéticas são essas críticas. Thammy é homem, Thammy é pai. Ponto pacífico. Não tem 'mas' depois desse ponto. Não cabe mais esse tipo de absurdo", escreveu a atriz e apresentadora Sophia Abrahão. Initial plugin text "Homens trans são pais. Tamo junto, Thammy", resumiu Babu Santana em seu Twitter. "Fico assustado com a intolerância por que passa o Thammy e todas as pessoas trans do Brasil. Todo meu carinho aos que enfrentam diariamente essa batalha", escreveu o ator Bruno Gagliasso. Initial plugin text Bobby Berk, um dos apresentadores do reality show "Queer Eye", também deixou sua mensagem de apoio. "Hey, Bolsonaro, Thammy é um pai muito melhor do que que você, e um pai que você nunca será obviamente. E Feliz dia dos Pais, Tammy". O designer de interiores americano tem o costume de fazer publicações em portugês para se comunicar com fãs brasileiros, conforme falou ao G1. Initial plugin text Initial plugin text Entre uma campanha de boicote à marca nas redes sociais, Valesca Popozuda também se manifestou em apoio ao ator e à empresa. "Quando sair a campanha do Thammy na Natura, eu faço questão de divulgar em todas minhas redes sociais, e se tiver alguém que revenda aqui me seguindo pode colocar seu telefone, que faço questão de dar RT e divulgar seu trabalho de consultora." "Falsos moralistas" Thammy, que já havia usado suas redes sociais para falar sobre as críticas, se manifestou novamente após nova onda de ataques. "País tá cheio de gente precisando de ajuda, no meio de uma pandemia, com auxílio emergencial faltando pra um monte de gente e eles ficam monitorando a vida de uma pessoa comum que decidiu ter uma família. Falsos moralistas." "São homens públicos e deveriam cuidar da saúde, de gerar emprego, ajudar quem precisa. Deveriam estar mais preocupados com os pais que não ajudam os filhos e deixam as mães sofrendo, que batem nas mães na frente dos filhos. Deveriam criticar pais que deixam de pagar a pensão dos filhos." O ator também recebeu o carinho e apoio da mãe, a cantora Gretchen. "Meu filho foi contratado pela Natura para fazer a campanha do Dia dos Pais porque ele é um pai de verdade. Porque é um pai presente, um pai que sustenta, um pai que ama, porque é um pai que cuida de seu filho, que protege sua mulher, é um pai que está do lado do filho e da mulher, é um pai de verdade", afirmou a cantora em vídeo. Initial plugin text Thammy Miranda se manifesta após ataques por participar de propaganda de Dia dos Pais Veja Mais

'Hebe' estreia na Globo com lado humano da apresentadora que encantou o Brasil

G1 Pop & Arte Infância pobre, aborto, censura e violência doméstica são retratados na série com 10 capítulos a partir de quinta (30). Andrea Beltrão, Marco Ricca e Valentina Herszage estão no elenco. Andrea Beltrão na série 'Hebe' Divulgação Os bastidores na televisão, a infância sofrida e os relacionamentos da apresentadora Hebe Camargo são retratados na série "Hebe", que estreia na Globo nesta quinta (30). "Hebe Camargo é uma pessoa que tem alegria de viver, é uma lutadora e não é sempre essa doçura que deve em quando ela demonstra, não. Às vezes ela é bem rabugentinha", afirmou Hebe em entrevista a Marília Gabriela em 2010. O momento é reproduzido na abertura da série com Andrea Beltrão e dá o tom do que o espectador vai ver dali pra frente. Com dez capítulos, a série é um projeto complementar ao filme "Hebe: A Estrela do Brasil", lançado em 2019, e foi gravada dois meses depois do fim da cinebiografia. Assista ao trailer abaixo. Assista ao trailer da série 'Hebe' Escrita por Carolina Kotscho, que também fez o roteiro de "Dois Filhos de Francisco", "Hebe" não faz uma homenagem caricata da apresentadora e foca no lado mais humano, nas batalhas, na dor e não só no glamour que a televisão exibiu por décadas. A atriz Valentina Herszage interpreta Hebe durante a juventude e os atores Marco Ricca, Danton Mello, Ângelo Antônio, Walderez de Barros e Gabriel Braga Nunes também estão no elenco. 'Mergulho' na vida de Hebe A pesquisa começou a partir de um acervo de mais de 3 mil recortes de jornais e revistas de uma fã e Carolina diz que "mergulhou" no material a partir de 2014. Do material saiu a cinebiografia "Hebe: A Estrela do Brasil", lançada em setembro de 2019, e a série que já está no Globoplay, mas agora estreia na TV aberta. Valentina Herszage interpreta a apresentadora Hebe Camargo mais jovem na série "Hebe" Divulgação "Eu tinha Hebe ali com todas as transformações, com todas as contradições, todas as explosões. Escrevi muito pautada pelo que marcou pra mim no processo de pesquisa", afirma a autora em coletiva por videoconferência com jornalistas. A narrativa não é cronológica e os fatos da adolescência e da fase adulta vão e vem ao longo dos capítulos. "Quando a gente conta a nossa história, a gente não conta cronologicamente", explica Carolina. Quebra-cabeça de cenas Diferente do filme que foca na década 80 e na censura que a apresentadora sofreu na televisão durante a ditadura, a série mostra a parte da infância e adolescência e a trajetória de Hebe na rádio. Os diretores Maurício Farias e Maria Clara Abreu lembram do desafio que foi produzir, e, depois, juntar as cenas pensando em produtos diferentes: "Foi complicado ter as duas coisas, porque você tinha que fazer conexões do filme que iam chegar na série lá na frente", explica Maria Clara. "É um quebra-cabeça gigante de possibilidades e muito sofisticado", diz Farias. "Há cenas na série que não estão no mesmo lugar, não estão na ordem cronológica do filme". "Uma das coisas mais difíceis do trabalho é justamente manter uma continuidade de emoção, você ter um domínio, um conhecimento e realmente conseguir fazer. Isso é um trabalho coletivo, fundamentalmente um trabalho de atores", conclui o diretor. "Hebe" tem 10 capítulos e vai ser exibida semanalmente às quintas-feiras na Globo. Assista ao trailer do filme "Hebe – A estrela do Brasil" Veja Mais

Governador de Nova York diz que vai investigar aglomeração em show do Chainsmokers

G1 Pop & Arte Vídeo mostra público desrespeitando distanciamento social durante apresentação, na cidade de Southampton. Organização do show não comentou o caso. Chainsmokers em show no Lollapalooza 2017 Guilherme Tosetto/G1 O governador de Nova York (EUA), Andrew Cuomo, disse que o Departamento de Saúde do estado vai investigar violações das regras de distanciamento social em um show da dupla de música eletrônica The Chainsmokers, que aconteceu na cidade de Southampton, no último fim de semana. Segundo a agência Associated Press, o show - chamado de "Safe & Sound" (são e salvo, em tradução livre) - aconteceu no sábado (25) e foi apresentado como um evento para arrecadar fundos a instituições de caridade. Initial plugin text Além do Chainsmokers, David Solomon, CEO da Goldman Sachs, e a banda do supervisor da cidade de Southampton (cargo legislativo municipal nos EUA), Jay Schneiderman, também se apresentaram. Cuomo postou no Twitter um vídeo, que afirma ser da apresentação. A gravação mostra uma multidão aglomerada perto do palco. Algumas pessoas aparecem usando máscaras, mas mantendo distanciamento menor do que dois metros do resto do público. O espaçamento é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar o contágio do coronavírus. O governador se disse "horrorizado" com a cena. "Não toleramos os perigos imprudentes e ilegais à saúde pública", escreveu. A repreensão de Cuomo surge em um momento em que o governador intensifica as críticas a gestões locais em parte do interior de Nova York, acusando-as de falhas na aplicação do distanciamento social. Procurados pela Associated Press, Schneiderman e os organizadores do show não se manifestaram sobre o caso. Veja Mais

Documentário sobre prisão de Caetano Veloso é selecionado para o Festival de Veneza

G1 Pop & Arte 'Narciso em férias' será exibido fora da competição pelo Leão de Ouro. Longa tem relato do cantor sobre os 54 dias que passou na prisão durante a ditadura militar. Trailer do documentário 'Narciso em férias' "Narciso em férias", documentário sobre a prisão de Caetano Veloso durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985), foi selecionado para a 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que acontecerá de 2 a 12 de setembro, na Itália. O festival deve ser o primeiro a ter eventos realizados presencialmente durante a pandemia do coronavírus. A programação será reduzida, com "características únicas", segundo a organização, que ainda não deu detalhes sobre as mudanças preparadas para a edição. Dirigido por Renato Terra ("Uma noite em 67") e Ricardo Calil ("Cine Marrocos"), o documentário tem o relato de Caetano sobre os 54 dias que passou na prisão, com revelações inéditas. Ele será exibido em uma mostra fora da competição pelo Leão de Ouro, principal premiação do evento. É o único filme brasileiro na programação deste ano. Caetano Veloso em 'Narciso em férias', documentário sobre sua prisão durante a ditadura militar Divulgação Prisão em 1968 Caetano foi preso em dezembro de 1968, sem receber explicações, duas semanas depois da instituição do AI-5, uma das principais medidas da repressão adotadas pela ditadura. O filme que conta a história é produzido por Paula Lavigne, em colaboração com a produtora dos irmãos Walter e João Moreira Salles. O júri do 77º Festival de Veneza será presidido pela atriz australiana Cate Blanchett. A atriz britânica Tilda Swinton e a cineasta de Hong Kong Ann Hui serão homenageadas pelo conjunto da obra. Veja Mais

Canal sobre cultura afro estreia na TV com conteúdo feito por profissionais negros

G1 Pop & Arte Programação tem foco em entretenimento e cultura urbana, com documentários, filmes e música. Trace Brazuca, canal de TV com conteúdo sobre cultura afro Reprodução/Trace Brasil O canal Trace Brazuca estreou no Brasil no último sábado (25), data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, com uma novidade: programação sobre cultura afro feita por profissionais negros. Artistas e executivos negros pedem que Hollywood se afaste da polícia 'Blackout tuesday': artistas e fãs fazem 'apagão' nas redes O foco do canal é a cultura afrourbana e o entretenimento. Na programação, há músicas, shows, documentários e filmes. Um dos destaques é o especial com filmes da cineasta Sabrina Fidalgo: "Rainha", "Personal Vivator" e "Rio encantado". A Trace TV é uma marca que possui canais semelhantes nos Estados Unidos, na França, no Reino Unido e em países da África e do Caribe, O lançamento acontece em um momento de mudança da cultura pop como consequência do movimento Black Lives Matter. Desde a nova onda de protestos antirracistas nos Estados Unidos, o cinema, a TV e a música passaram por uma série de mudanças, como a escalação de atores negros para a dublagem de personagens negros e cenas ou episódios de racismo deletados de plataformas. Semana pop explica como o Black Lives Matter está mudando a cultura pop Veja Mais

Tiroteio interrompe live do grupo Aglomerou em Angra dos Reis

G1 Pop & Arte Músicos foram interrompidos por barulho de tiros e policiais civis entrando no imóvel. 'Estamos bem. Não tem problema nenhum com quem tava aqui dentro da live', diz vocalista. Live do grupo Aglomerou interrompida por ação policial em Angra dos Reis Reprodução/Redes sociais Um tiroteio interrompeu uma live do grupo de pagode Aglomerou, que acontecia na tarde deste domingo (26), em uma casa de festas em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. O imóvel fica na Ribeira, um bairro de classe média. Os músicos tocavam a canção "Compasso do amor", do Revelação, quando foram interrompidos por barulho de tiros e policiais entrando no imóvel. No vídeo, é possível ver que o vocalista percebe a movimentação enquanto ainda estava cantando a música. Quando um policial armado se aproxima, a música é paralisada. Em seguida, ouve-se um barulho de helicóptero e muitos tiros. Um policial armado passa na frente da câmera e os músicos deixam o local agachados. Pouco mais de um minutos depois da interrupção, a transmissão é encerrada. O G1 entrou em contato com a Polícia Civil, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Depois do susto, os músicos fizeram uma publicação nas redes sociais para tranquilizar os fãs. O vocalista, João Victor, disse que estavam todos bem, explicou que a entrada dos policiais foi um engano e prometeu remarcar a live. "Galera, estamos bem. Tá tudo bem. Tá acontecendo uma operação policial em uma casa bem próxima aqui do espaço. Então, ocorreu esse fato, mas tá todo mundo bem. Não tem nenhum vínculo com o espaço. Não tem problema nenhum com quem tava aqui dentro da live. É isso aí. Tá tudo certo. A gente vai remarcar a live porque a gente tá meio sem clima pra fazer", explicou João Victor. Grupo Aglomerou avisa que está bem depois de interromper live por causa de operação policial Reprodução/Instagram Initial plugin text Veja Mais

Leonardo diz que quem não morrer de Covid-19 'vai morrer de cirrose'

G1 Pop & Arte Em live, cantor sertanejo citou aumento de consumo de bebida alcoólica durante pandemia e se emocionou ao relembrar a perda de três amigos para a doença na última semana. Leonardo se emociona em live ao falar da morte de três amigos após diagnóstico de Covid-19 Reprodução/YouTube O cantor Leonardo realizou duas lives neste final de semana e, durante a transmissão de uma delas, a VillaMix em Casa - Modão 2, no sábado (1), afirmou que quem não morresse de Covid-19, morreria de cirrose, citando o aumento no consumo de bebida alcoólica durante o período de isolamento por causa da pandemia de coronavírus. Após cantar a música "Amigos de Bar", o sertanejo brincou com os músicos da banda: "Gostar do boteco mais que eu, ninguém gosta. Vou comprar um boteco semana que vem só pra mim. Só eu vou beber lá. Vou servir, beber, limpar o bar. Estão convidados a não comparecer." Em seguida, Leonardo afirmou que quem não morresse de Covid-19, ia morrer de cirrose. "Os botecos tão abrindo, fala a verdade? Gente, vamos abrir os botecos, pelo amor de Jesus. Quem não morrer desse trem aí, vai morrer de cirrose, que o povo tá bebendo mais em casa. O consumo de bebida alcoólica aumentou. A gente era o terceiro país que mais consumia, hoje estamos em segundo. Logo logo, se vocês me ajudarem, vamos chegar em primeiro." Durante a live, Leonardo também se emocionou ao falar sobre um amigo, que morreu após contrair Covid-19. O sertanejo revelou que perdeu três amigos na mesma semana, vítimas da doença, mas não segurou as lágrimas ao falar sobre Everton, da Casa de Apoio São Luiz, a quem citou como "braço direito". "Confesso que fiquei com muito medo. Hoje sou um senhor de idade, sou avô. Não vou pegar essa p****. Falaram que tem que passar álcool nas mãos, e eu tô bebendo. Desculpa, não consigo falar muito sério. Mas perdi três amigos em quatro dias", relatou Leonardo, antes de se emocionar e receber o apoio da apresentadora Lívia Andrade, que apresentava as lives. Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Menininha de 6 anos faz sucesso reproduzindo coreografia de Beyoncé em ‘Black is king’; veja

G1 Pop & Arte A influenciadora mirim Gray Skye aparece em vídeo dançando a música 'My power', do novo álbum visual da estrela pop. Postagem já tem mais de 20 mil curtidas. A influenciadora Gray Skye em vídeo em que reproduz trecho de álbum de Beyoncé Reprodução/Instagram Uma garotinha de seis anos encantou a internet ao reproduzir um trecho do novo álbum visual de Beyoncé, "Black is king". Gray Skye aparece em um vídeo com um figurino semelhante ao da cantora e dançando a coreografia da música "My power". A comparação das duas performances tem mais de 20 mil curtidas no Instagram. Initial plugin text Gray já era famosa na rede social antes da publicação. Quase 540 mil pessoas acompanham suas postagens de dança, geralmente com hits do hip hop. Ela também tem uma carreira musical e grava vídeos mostrando sua rotina com a família para seu canal no YouTube. 'Rei leão' recriado "Black is king" é uma recriação da saga de "O rei leão". O remake da história lançado em 2019, que reconta a animação de 1993 com imagens realistas dos animais, tem trilha de Beyoncé. As músicas do filme inspiraram o novo álbum visual. Beyoncé no trailer de 'Black is king' Reprodução/Instagram/beyonce Na nova história, Simba é um garoto negro que acha em suas raízes força para viver em 2020. O marido da cantora, Jay-Z, e a filha do casal Blue Ivy, 8, participam da produção, além de nomes como Naomi Campbell e Kendrick Lamar. Veja Mais

G1 Ouviu, podcast de música, chega ao episódio #100 com quase 3 milhões de downloads

G1 Pop & Arte Programa tem análises e entrevistas sobre novidades musicais. Entre abril e maio, podcast foi o 5º mais ouvido da América Latina, com média de 213 mil downloads semanais. Pedro Sampaio, Niack, Any Gabrielly, Dua Lipa, Clairo, Bad Bunny, Marília Mendonça, Gloria Groove, Run The Jewels, Billie Eilish e Lauana Prado estão em top 100 do G1 Ouviu Divulgação O podcast G1 Ouviu chega ao episódio #100 nesta semana. Sempre aos domingos, o programa fica disponível com um guia de novidades musicais. Entre 13 de abril a 10 de maio de 2020, o G1 Ouviu foi o quinto podcast mais ouvido da América Latina, com média de 213 mil downloads semanais, segundo a empresa Triton Digital, que compila os dados. Entre agosto de 2018 e setembro de 2019, em sua primeira fase, o programa tinha os lançamentos musicais de cada semana comentados por Braulio Lorentz, Rodrigo Ortega, Gabriela Sarmento e a equipe de Pop & Arte do G1. A partir de setembro, o podcast passou a explicar um tema da música por semana, do proibidão ao gospel, sem preconceitos. O centésimo episódio do podcast é especial e traz uma lista com 100 músicas para entender os principais movimentos da música brasileira e internacional hoje. Contando as duas fases, o podcast tem quase 3 milhões de downloads. Foram explicadas tendências e contadas histórias dos hits que você ouve, com entrevistas e análises. Em suas cem edições, o G1 Ouviu já falou de temas como: O show mais surreal da história do Rock in Rio O que é playback e por que (quase) todo mundo usa? As várias facetas do funk: acelerado, consciente, global, rave Anitta x Ludmilla e outras disputas pelas autorias de hits Hits sobre depressão e ansiedade têm contraindicação? Qual é o legado do Skank? 'Voz do Google' desponta no pop brasileiro Pabllo Vittar, Anitta e a força do pop brasileiro fora daqui Desabafos e o peso da fama dos popstars sertanejos A dona da música mais ouvida no YouTube em 2019 Pisadinha, piseiro: a força do forró no teclado O brega-funk que veio da panela de uma avó Trilhas e personagens musicais do Big Brother Brasil Como nasce uma trilha digna de Oscar? Quais os hits do Carnaval 2020? LGBT fora do pop: Rap, fado e sertanejo em busca de diversidade O 'sertanejo jurídico' e a musa advogada de 'Liberdade provisória' O impacto da pandemia no mundo da música A era das lives: De Coldplay a Gusttavo Lima Cultura do cancelamento: Do Rei do Pop aos príncipes do funk Baladas à distância: como está a cena noturna na quarentena? Como hinos de louvor invadiram as lives mais vistas do Brasil? Sem shows, sem renda: o impacto da crise para músicos e técnicos Faixa a faixa dos novos álbuns de Lady Gaga, Bob Dylan e Pearl Jam Lives de pagode reavivam o amor dos brasileiros pelo ritmo São João 2020: lives, causos e a saudade das festas juninas Shows drive-in: estranhamento, buzinas e cachês mais baixos Você pode escutar o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Veja Mais

Cinema drive-in dedicado a filmes brasileiros abre neste sábado em SP com ingressos gratuitos

G1 Pop & Arte Com curadoria da cineasta Marina Person, cine em São Paulo começa a funcionar neste sábado (1º) no estacionamento da Alesp e quer exaltar filmes nacionais clássicos e contemporâneos. Drive-in Paradiso estreia hoje na Alesp O cinema drive-in Paradiso, dedicado a filmes brasileiros, abre neste sábado (1º) no estacionamento da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), na região do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, com ingressos gratuitos. O projeto é do Instituto Olga Rabinovich com parceria da Prefeitura de São Paulo por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Spcine, parceria do Cine Autorama, e apoio da Alesp. A curadoria é feita pela cineasta Marina Person. O evento possui capacidade para 100 carros, com até quatro pessoas por veículo, as quais serão submetidas à triagem que inclui medição de temperatura. Cinema drive-in: filmes, ingressos, programação e horários O filme escolhido para a abertura foi "Café com Canela", para celebrar o movimento "Vidas Negras Importam". A previsão é a de que o espaço funcione até o dia 23 de agosto. A programação vai mesclar clássicos do cinema brasileiro, como "Central do Brasil", comédias como "De pernas pro ar 3" e filmes mais novos, como o inédito "Meu Nome é Bagdá". A sessões serão realizadas aos sábados e domingos, às 17h, 20h e 23h e os ingressos deverão ser reservados pela plataforma Sympla. 16 de junho - Sessão para convidados do cinema drive-in no Memorial da América Latina, na cidade de São Paulo, nesta terça-feira (16). O cinema drive-in estreia para o público nesta quarta-feira (17) com sessões esgotadas até julho Marcello Zambrana/Agif - Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo Programação 17h Sessão #vidasnegrasimportam Filme: Café com Canela Direção: Glenda Nicário e Ary Rosa Ano: 2017 Classificação: 14 anos Duração: 103 minutos Gênero: Drama 20h Filme: Meu Nome É Bagdá Direção: Caru Alves de Souza Ano: 2019 Duração: 100 minutos Gênero: Drama 23h Filme: Central do Brasil Direção: Walter Salles Ano: 1998 Classificação: 12 anos Duração: 120 minutos Gênero: Drama Domingo (02/08) 17h Filme: As Aventuras do Avião Vermelho Direção: Frederico Pinto e José Maia Ano: 2014 Classificação: Livre Duração: 100 minutos 20h Filme: Elis Direção: Hugo Prata Ano: 2016 Classificação: 14 anos Duração: 105 minutos Gênero: Drama 23h Filme: De Pernas pro Ar 3 Direção: Julia Rezende Ano: 2018 Classificação: 14 anos Duração: 108 minutos Gênero: Comédia Veja Mais

Lives de hoje: Leonardo, Skank, Vitor Kley, Péricles, Erasmo Carlos e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Festival Villa Mix em Casa Modão 2 e lives de Xand Avião e Fagner, Erasmo Carlos e Paula Mattos também acontecem neste sábado (1º). Veja horários. Leonardo, Skank e Vitor Kley fazem lives neste sábado (1º) Divulgação Skank, Vitor Kley, Péricles e Erasmo Carlos fazem lives neste sábado (31). A segunda edição do Festival Villa Mix em Casa acontece a partir de 16h com shows de Leonardo, Rick e Renner, Gian e Giovanni, Teodoro e Sampaio, Cesar Menotti e Fabiano e Os Parazim. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Leonardo, Rick e Renner, Gian e Giovanni, Teodoro e Sampaio, Cesar Menotti e Fabiano e Os Parazim (Villa Mix em Casa Modão 2) - 16h - Link Bhaskar, Pathy Dejesus, DJ TOM e Luisa Viscardi (Todxs Music Festival) - 17h - Link Leo Chaves - 17h - Link Péricles - 17h - Link Erasmo Carlos (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Lolla 2020 - 19h - Link Paula Mattos - 19h - Link Serjão Loroza - 19h - Link Furacão 2000 - 20h - Link Skank - 20h - Link Xand Avião e Fagner - 20h - Link Tulipa Ruiz e Gustavo Chagas - 21h - Link Vitor Kley - 21h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop: como a pandemia afetou as produções de seriados médicos Veja Mais

Alanis Morrissete canta 'Ablaze' com filha de 4 anos em programa de TV

G1 Pop & Arte Cantora lançou o disco 'Such Pretty Forks in the Road' nesta sexta (31). VEJA VÍDEO. Alanis Morissette fez uma participação remota no programa "The Tonight Show", do apresentador Jimmy Fallon nesta quinta (30), mas foi a filha que roubou a cena. Veja no vídeo acima. No vídeo, a cantora aparece com Onyx, de 4 anos, no colo na biblioteca de casa, enquanto canta a música "Ablaze". A pequena ficou brincando com o fone de ouvido, conversando com a mãe e até colocou a mão na boca para que ela parasse de cantar. A cena fica mais fofa ainda porque a música de Alanis é dedicado aos filhos. "Minha missão é manter a luz em seus olhos acesa",, ela canta no refrão em tradução literal. Alanis lançou o nono álbum de estúdio, "Such Pretty Forks in the Road", nesta sexta (31). Este é o primeiro disco da cantora em oito anos, tempo em que se dedicou também aos três filhos, Ever, de 9 anos, Onyx e Winter, de 11 meses. O disco estava planejado para maio, mas foi adiado por conta da pandemia, assim como a turnê de 25 anos de "Jagged Little Pill". Alanis Morissette canta 'Ablaze' com a filha no colo em vídeo para o programa 'The Tonight Show' Reprodução/YouTube/The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Semana Pop: como a pandemia afetou as produções de seriados médicos Veja Mais

Lives de hoje: Milton Nascimento, Xênia França e Liniker, Atitude 67, Jorge Aragão e mais shows

G1 Pop & Arte Nesta sexta (31), Simoninha, Alice Caymmi, MC Fioti e Make U Sweat também fazem transmissões. Veja horários. Milton Nascimento, Xênia França e Liniker fazem lives juntos nesta sexta (31) João Couto / Divulgação; Thomas Artuzzi/Divulgação; Leila Penteado/Divulgação Milton Nascimento, Xênia França e Liniker, Atitude 67, Jorge Aragão e Simoninha estão com lives programadas para esta sexta (31). A edição virtual do Lollapalooza começou na quinta (30) e vai até domingo (2). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Mateus e Cristiano - 18h - Link Alice Caymmi (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Lolla 2020 - 19h - Link Atitude 67 - 20h - Link Jorge Aragão - 20h - Link Milton Nascimento, Xênia França e Liniker (Multishow) - 20h30 - Link Simoninha (Cultura em Casa) - 21h - Link Make U Sweat - 22h - Link MC Fioti – 22h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop: como a pandemia afetou as produções de seriados médicos Veja Mais

Simpsons 'previu' nota de R$ 200 em episódio de 2014

G1 Pop & Arte Em série, diversas notas da nova cédula aparecem em cenas de tentativa de suborno a Homer. Simpsons 'previu' nota de R$ 200 em episódio de 2014 Reprodução/YouTube A série "Os Simpsons" "previu" a nota de R$ 200. A nova cédula foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional e anunciada pelo Banco Central nesta quarta-feira (29), mas a animação "adivinhou" a existência da nota seis anos atrás. Uma pasta lotada de cédulas de R$ 200 é exibida durante o 16º episódio da 25ª temporada da animação e foi ao ar em 2014. Em "You Don't Have to Live Like a Referee" ("Você Não Precisa Viver como um Árbitro"), Homer se torna árbitro da Copa do Mundo e passa por diversos testes de suborno durante viagem pelo Brasil. Em um desses testes, oferecem ao pai da família Simpsons uma pasta lotada de notas de R$ 200, mas Homer nega. As cédulas aparecem em vários outros momentos. No mesmo episódio, os roteiritas também "previram" a derrota do Brasil para a Alemanha após a lesão do seu maior craque. A nova cédula deverá entrar em circulação no final de agosto e terá estampado um lobo-guará. A imagem será divulgada somente no fim de agosto, quando começará a circular. O anúncio do lançamento da nova nota provocou vários memes nas redes sociais. Previsões de Simpsons Outros episódios de "Os Simpsons" viraram alvo de comentários e brincadeiras por mostrarem situações que depois aconteceram de verdade, como a eleição de Donald Trump. Outra cena foi comentada por "prever" a compra da Fox pela Disney. G1 em 1 Minuto: Banco Central anuncia que lançará cédula de R$ 200 em agosto Veja Mais

Cerimônia do Emmy 2020 será virtual

G1 Pop & Arte Festa está marcada para o dia 20 de setembro. Séries indicadas ao Emmy 2020: 'Maravilhosa Sra. Maisel', 'Ozark', 'Watchmen' e 'Succession' Divulgação A 72° edição do Emmy, a mais importante premiação da TV americana, será totalmente virtual devido à pandemia de Covid-19. Os organizadores do evento, previsto para 20 de setembro, enviaram uma carta nesta quarta-feira (29) a todos os candidatos selecionados, cuja lista foi publicada na terça, para informá-los que a festa em Los Angeles não será celebrada este ano. Emmy 2020: 'Watchmen' recebe 26 indicações e lidera; Veja lista Não é uma surpresa, levando-se em conta a atual crise sanitária, os organizadores do evento ainda não tinham tomado uma decisão a respeito. "Como provavelmente adivinharam, não vamos pedir-lhes para ir ao Microsoft Theatre, no centro de Los Angeles, em 20 de setembro. Este ano, será uma vez mais a maior noite da indústria televisiva... Mas nós iremos até vocês", explica a carta. "Estamos reunindo uma equipe de técnicos, produtores e autores de primeira ordem para (...) irem filmá-los em casa ou no lugar de sua escolha", diz a carta, assinada pela produção e o mestre de cerimônias, o humorista Jimmy Kimmel. Veja Mais

Emmy 2020 tem recorde de atores negros, indicação de estreantes e Michael Jordan

G1 Pop & Arte Indicações deste ano mostram mais diversidade de atores e estúdios. Maior premiação da TV dos EUA será em 20 de setembro. Séries indicadas ao Emmy 2020: 'Maravilhosa Sra. Maisel', 'Ozark', 'Watchmen' e 'Succession' Divulgação Do recorde de atores negros nomeados à estreia da Apple TV no Emmy 2020, seguem quatro pontos de destaque do anúncio das indicações desta terça-feira (28) para o prêmio mais importante da televisão dos Estados Unidos. Emmy 2020: 'Watchmen' recebe 26 indicações e lidera; Veja lista Indicações ao Emmy, um breve comentário Diversidade Indicados a melhor ator de série dramática no Emmy 2020 Reprodução Mais de um terço das indicações para categorias de atuação foram para atores negros, um recorde. Entre eles estão Billy Porter ("Pose"), Sterling K. Brown ("This Is Us" e "The Marvelous Mrs Maisel"), Issa Rae ("Insecure") e Regina King, de "Watchmen", série com mais indicações (26). Indicadas a melhor atriz de série de comédia no Emmy 2020 Reprodução O aumento do número de indicações de artistas negros confirmou os esforços da Academia de Televisão para impulsionar a diversidade racial na telinha, embora não haja nomeados latinos neste ano. "As vidas dos negros importam. As histórias negras importam", tuitou a Academia nesta terça-feira. O anúncio das indicações para o Emmy acontece em meio a um processo de reflexão nacional sobre raça, com protestos contra o racismo e a brutalidade policial em todo o país. "Este tipo de representação é algo que vem de muito tempo. Não há escassez de talento dentro da comunidade negra", declarou ao programa 'Entertainment Tonight' Yahya Abdul-Mateen II, indicado por "Watchmen", da HBO. "Às vezes são necessárias algumas circunstâncias no mundo para que as pessoas abram os olhos e se abram, para que ampliem sua visão". Estreantes A quantidade de conteúdo televisivo elegível para os Emmy aumenta a cada ano. Em 2020, enquanto a Netflix obteve um recorde de 160 indicações, novas plataformas de streaming entraram entre os candidatos. A Disney+ deixou sua marca com 19 nomeações, 15 delas para seu carro-chefe, a série "The Mandelorian", que faz parte do universo de "Gerra nas Estrelas". A Apple TV+ recebeu 18 indicações, incluindo as de Jennifer Aniston, Steve Carell e Billy Crudup pelas atuações na série "The Morning Show". A nova plataforma de streaming Quibi recebeu 18 nomeações, incluindo a sátira policial "Reno 911!" e a série de suspense "Most Dangerous Game". Pai e filha O ator Ron Cephas Jones, de "This is Us", e sua filha Jasmine Cephas Jones, que ganhou fama por integrar o elenco original do musical da Broadway "Hamilton", foram nomeados na edição 2020 do Emmy. Ron Cephas Jones foi indicado por seu papel no drama familiar, pelo qual foi premiado em 2018, enquanto a filha concorre pela participação no drama da Quibi "#FreeRayshawn". "Ainda estou chocada! Obrigado à @TelevisionAcad por esta indicação ao Emmy!", comemorou Jasmine em um tuíte em que também parabenizou seu pai. "Orgulhosos de fazer parte de histórias importantes deste tempos". Initial plugin text Joe Exotic contra... Michael Jordan Michael Jordan em 2015 Gonzalo Fuentes / Reuters A série da Netflix "Tiger King", que viralizou no início do confinamento da COVID-19 no mundo, medirá forças com "The Last Dance", sobre a vida da lenda do basquete Michael Jordan. As duas obras competem na categoria Melhor Documentário, na qual também estão "Hillary", da Hulu, sobre a derrota da candidata democrata nas últimas eleições presidenciais americanas; "American Masters", da PBS, que acompanha a vida de artistas de destaque; e "McMillion$", da HBO, sobre o esquema que atingiu o jogo de Monopoly do McDonald's. "The Last Dance", que foi ar quando todas as ligas esportivas profissionais no mundo estavam suspensas devido à pandemia, foi o documentário mais visto da história da ESPN. "Estou muito orgulhoso de toda nossa equipe, que trabalhou incansavelmente durante anos para fazer de 'The Last Dance' o que se tornou", declarou o diretor do documentário, Jason Hehir. Veja Mais

'Podcasts proibidões' viram atalhos para liberar funk-rave e raridades de divas pop na web

G1 Pop & Arte Funks com trechos não autorizados e faixas de cantoras pop que não tiveram lançamento oficial são 'disfarçadas' de podcasts e publicadas em serviços de streaming; entenda. Entre programas de debates, notícias e conversas sobre vários temas, figuram podcasts sem papo e só com músicas em serviços de streaming. Eles são atalhos para incluir faixas que não foram lançadas oficialmente. Ouça acima o G1 Ouviu, que explica como os "podcasts proibidões" incluíram remixes não autorizados de funk e eletrônica e faixas fora da discografia oficial de estrelas pop em streaming. Vários podcasts que estiveram os mais tocados no Brasil nos últimos meses são, na verdade, sequências de músicas raras de cantoras como Selena Gomez, Ariana Grande e Pabllo Vittar, e de faixas de funk-rave, mistura do batidão brasileiro com EDM. Saiba mais: Funk rave, anunciado por Anitta como novidade, foi criado há 2 anos e é febre em bailes; conheça 'Pod' isso? A maioria dos podcasts é como se fosse um programa de rádio, mas fica disponível na internet. As plataformas cresceram oferecendo músicas, e depois incorporaram têm estes podcasts, com pessoas falando sobre vários assuntos. Mas, por fugir do radar dos donos dos direitos autorais musicais, o podcast virou brecha para os fãs publicarem as "proibidonas" como se fossem episódios dos programas. O G1 falou com alguns destes fãs e DJs. 'Podcast' só com músicas fora dos canais oficiais de Selena Gomez, com título disfarçado (corruptela do nome de batismo Selena Marie Gomez), e na lista de mais ouvidos no Brasil no Spotify Reprodução Eles não ganham dinheiro com isso. Só que os músicos que criaram e gravaram as faixas também não recebem - só arrecadariam se as músicas fossem ouvidas em seus canais oficiais. Funk-rave O DJ GBR, considerado pioneiro do funk rave Reprodução/Instagram Um podcast chamado "Só toca funk" ficou por vários meses entre os mais tocados do Brasil. Atualmente ele está fora do ar, mas os "episódios" tinham músicas com a mistura do tal funk-rave. O funk-rave está em alta em festas no Brasil. As músicas começam com bases eletrônicas de DJs como os brasileiros Alok e Liu, e emendam com batidas e vocais de funk. O atual rei dessa mistura é o DJ paulista GBR, um dos criadores do projeto Rave dos Fluxos. Os samples, trechos instrumentais tirados de outras músicas, não são feitos com autorização, por isso dariam problema em canais oficiais. Sacada universitária DJ Léo Alves, criador do 'podcast/playlist' de funk-rave, estilo em alta em bailes e festas universitárias Arquivo / Léo Alves Quem percebeu a demanda aberta foi o paulista Léo Alves, de 29 anos, que também é DJ. Ele já tinha outros podcasts com material próprio. Mas o que bombou mesmo foi o "Só toca funk", em que ele apenas sobe faixas ausentes da plataforma. Mas há diversos outros podcasts de funk-rave em serviços de streaming. Muitos são ligados a atléticas de universidade, já que as festas do estilo são populares entre este público. Raridades de divas Fora o brega-funk, as cantoras pop brilham em podcasts "clandestinos" exclusivos, publicados por seus fãs. São músicas que elas gravaram mas não entraram em álbuns e acabaram vazando, além de versões ao vivo, acústicas e outras. Vários destes podcasts foram derrubadas pelo Spotify, com músicas de Beyoncé, Lana del Rey e Camila Cabello. Em uma delas, dedicada a Ariana Grande, a descrição dizia: "É a 4ª vez que subo isso, então f*-se todo mundo". Podcast de uma faixa só 'Podcast' Duda Beat, que tem apenas um 'episódio': a música 'Chapadinha', versão para 'High by the beach', de Lana Del Rey Reprodução / Spotify No top 200 do Brasil já passaram títulos feitos por fãs de Pabllo Vittar, Selena Gomez e Ariana Grande. Um deles é o podcast chamado Duda Beat, com apenas a música "Chapadinha", versão da brasileira para "High by the beach", de Lana Del Rey, fora do canal oficial de Duda. O podcast só de músicas de Selena Gomez entrou disfarçado como "Marie SG". O G1 falou com o fã que criou, que não quis se identificar. "No mês passado vi muita gente subindo música dos seus cantores preferidos como podcasts, então decidi fazer a mesma coisa com a Lana del Rey e a Selena Gomez". "Eles baniram meus podcasts da primeira vez, mas acho que é porque teve muita repercussão no Twitter, minha conta foi bloqueada por problemas de copyright. Mas aí tentei de novo e eles não baniram", conta. "Acho que muita gente está dando atenção porque as muitas pessoas usam Spotify para música hoje em dia, não muito o YouTube", diz. O G1 procurou o Spotify para saber sobre o controle de direitos autorais em podcasts, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem. O Spotify enviou ao G1 o seguinte comunicado: “O Spotify tem uma política de tolerância zero para conteúdo que viola direitos autorais em podcasts e, a partir do momento que tomamos conhecimento de um conteúdo potencialmente infrator, removemos do serviço. Isso inclui qualquer uso não autorizado de músicas protegidas por direitos autorais em podcasts.” Lana Del Rey em montagem para playlist de brega-funk Reprodução Veja Mais

Emmy 2020: 'Watchmen' recebe 26 indicações e lidera; Veja lista

G1 Pop & Arte Netflix teve 160 indicações e superou principal concorrente, HBO, com 107. 'The Marvelous Mrs. Maisel', 'Succession' e 'Ozark' se destacaram. Maior premiação da TV dos EUA será celebrada em 20 de setembro. Séries indicadas ao Emmy 2020: 'Maravilhosa Sra. Maisel', 'Ozark', 'Watchmen' e 'Succession' Divulgação O Emmy, principal premiação da televisão americana, anunciou nesta terça-feira (28) os indicados da edição de 2020. Veja alguns destaques: “Watchmen”, sucesso da HBO baseado em HQ, é a série mais indicada do ano, com 26; “The Marvelous Mrs. Maisel” é o grande das séries de comédia, com 20 indicações. "Schitt's Creek" teve 15; Entre as séries dramáticas, “Ozark” e “Succession" empataram com 18 indicações cada; A Netflix liderou as indicações este ano, com 160. A HBO, principal concorrente, teve 107 indicações; Zendaya, concorrendo por "Euphoria", foi a surpresa da lista; Nas redes sociais, além de 'Watchmen", fãs comemoraram as indicações de Zendaya, "Stranger Things" e Regina King. Fãs também criticaram a falta de indicações a Viola Davis e Elizabeth Moss; Um dos destaque de 2019, a comédia "Barry" não entrou na disputa este ano. 'Watchmen', série baseada nos quadrinhos, ganha trailer; ASSISTA As indicações foram anunciadas pelas atrizes Leslie Jones, Laverne Cox e Tatiana Maslany, o ator Josh Gad e o presidente da Academia, Frank Scherma. O Emmy será celebrado em 20 de setembro. O apresentador Jimmy Kimmel será o anfitrião da cerimônia. "Não sei onde faremos isto ou como faremos ou inclusive porque estamos fazendo isto, mas estamos fazendo e vou apresentá-lo", disse em um comunicado em 16 de junho. Assista ao trailer da primeira temporada de "The marvelous mrs. Maisel" Indicados nas principais categorias: Melhor série de drama "Better Call Saul" “The Crown” “O conto da aia” “Killing Eve” “The Mandalorian” “Ozark” “Stranger Things” “Succession” Melhor série de comédia “Curb your enthusiasm” “Dead to me” “The good place” “Insecure” “The Kominsky Method” "The Marvelous Mrs. Maisel" "Schitt's Creek" “What we do in the shaddows” Melhor minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Unbelievable” “Unorthodox” “''Watchmen” Melhor ator em série dramática Jason Bateman - "Ozark" Sterling K. Brown - “This is us” Steve Carell - "The Morning show" Brian Cox - "Succession" Billy Porter - “Pose” Jeremy Strong - "Succession" Indicados a melhor ator de série dramática no Emmy 2020 Reprodução Melhor atriz em série dramática Olivia Colman - “The Crown” Laura Linney - "Ozark" Jennifer Aniston - "The Morning Show" Jodie Comer - “Killing Eve” Sandra Oh - “Killing Eve” Zendaya - "Euphoria" Indicadas a melhor atriz de série dramática no Emmy 2020 Reprodução Melhor ator em série de comédia Anthony Anderson - "Black-ish" Ted Danson - "The good place" Michael Douglas - The Kominsky Method" Eugene Levy - "Schitt's Creek" Don Cheadle - "Black Monday" Ramy Yousseff - "Ramy" Indicados a melhor ator de série de comédia no Emmy 2020 Divulgação Melhor atriz em série de comédia Christina Applegate - "Dead to me" Linda Cardellini - "Dead to me" Rachel Brosnahan - "The Marvelous Mrs. Maisel" Tracee Ellis Ross - "Black-ish" Issa Rae - "Insecure" Catherine O'hara - "Schitt's Creek" Indicadas a melhor atriz de série de comédia no Emmy 2020 Reprodução Melhor ator em série limitada ou filme para TV Jeremy Irons - "'Watchmen" Hugh Jackman - "Bad Education" Paul Mescal - "Normal people" Jeremy Pope - "Hollywood" Mark Ruffallo - "I know this much is true" Melhor atriz em série limitada ou filme para TV Cate Blanchett - “Mrs. America” Shira Haas - “Unorthodox” Regina King - “'Watchmen” Octavia Spencer - “Self made” Kerry Washington - “Little fires everywhere” Melhor reality show de competição “The masked singer” “Nailed it!” “RuPaul Drag Race” “Top chef” “The voice” Melhor programa de variedades “The daily show with Trevor Noah” “Full frontal with Samantha Bee” “Jimmy Kimmel live!” “Last week tonight with John Oliver” “The late show with Stephen Colbert” Veja Mais

'Macabro': Suspense estreia em drive-ins retratando 'irmãos necrófilos' e violência no Brasil

G1 Pop & Arte Filme com Renato Góes reconta crimes na Serra dos Órgãos (RJ), em 1990. Suspense com ares sobrenaturais é sobre 'racismo, fanatismo religioso e violência sexual', diz diretor. Cena do filme 'Macabro', de Marcos Prado Divulgação Nenhum juiz bateu o martelo sobre a motivação para uma série de assassinatos na Serra dos Órgãos (RJ) nos anos 1990. Mas violência sexual, racismo e fanatismo religioso são peças-chave na história dos "irmãos necrófilos", acusados de matar e estuprar pelo menos oito mulheres, um homem e uma criança. Cinemas de volta: adaptação para a reabertura Cinema drive-in: filmes, ingressos, programação e horários A história desses crimes estreia nesta terça (28) em cinemas drive-in no Brasil contada pelo filme "Macabro", dirigido por Marcos Prado ("Paraísos artificiais") e protagonizado por Renato Góes. O longa foi eleito melhor filme pelo júri popular no Brooklyn Film Festival e na categoria “Dark Matters" do Festival de Austin, no Texas, dedicada ao cinema "não convencional". Veja trailer do filme 'Macabro' A história chocou o país após ser esmiuçada pela imprensa. Mas o que levou Prado a escolher contá-la foi uma experiência pessoal. "Viajei para uma cidadezinha que estava naquele perímetro durante as buscas pelos irmãos. Fiquei cabreiro, peguei a faca da cozinha e botei ao lado da cama para conseguir dormir", conta o diretor ao G1. Anos depois, em um encontro com Rodrigo Pimentel, o ex-policial do Bope e um dos roteiristas de "Tropa de Elite" contou a Prado detalhes da busca de oito meses feita pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais na serra de Friburgo. "Ele conheceu vários policiais que participaram ativamente. O Bope foi feito para subir favela, não para entrar em floresta e isso moldou o caso." Para contar essa história, o diretor optou por um suspense com ares sobrenaturais. Segundo Prado, os habitantes da região acreditavam que os irmãos, Ibrahim e Henrique, tinham poderes sobre-humanos. "Tinham avistamentos dos garotos em lugares bem distantes em 24 horas, até a polícia achava estranho que alguém pudesse percorrer 40 km em um dia na mata fechada." Ele pensou em criar um terror, mas mudou de ideia quando foi procurado pelo advogado de Henrique, que se declarava inocente. O mais novo dos irmãos foi condenado a 49 anos de prisão baseado no depoimento de uma vítima, que mudou a versão inicial, quando disse que apenas Ibrahim a tinha estuprado. “Agora temos um filme sobre justiça, sobre todas essas raízes que formaram aquela comunidade e formam o Brasil até hoje: racismo, fanatismo religioso e violência sexual." Pôster do filme 'Macabro' Divulgação “Macabro” não é uma reconstrução fiel do caso. O policial Téo, vivido por Renato Góes, é inspirado em um policial do Bope que "confundiu furadeira com pistola" em 2010 e matou um inocente no Morro do Andaraí, no Rio, mas também nos policiais que conduziram as investigações dos irmãos. Estreia em drive-in e prejuízo O filme foi gravado em 2018 e estava previsto para estrear nos cinemas em setembro de 2020. Depois dos prêmios internacionais e do crescimento das obras sobre crimes reais no Brasil e no mundo, a equipe esperava uma bilheteria com lucro. Agora, eles torcem para que o filme pelo menos se pague. A escolha de adiantar a estreia foi uma consequência do aumento das mortes e casos da pandemia no Brasil - e a falta de perspectiva de melhora. O filme vai estrear no Belas Artes Drive-in, em São Paulo, e pode também ser exibido em outros seis cinemas drive-in pelo Brasil. Veja Mais

Joe Jonas e Sophie Turner são pais pela primeira vez; atriz dá à luz Willa

G1 Pop & Arte Segundo informações do site TMZ, primeira filha do casal nasceu na última quarta-feira (22). Joe Jonas e Sophie Turner durante lançamento da temporada final de "Game of Thrones” Evan Agostini/Invision/AP Sophie Turner e Joe Jonas são pais pela primeira vez. A atriz deu à luz Willa, segundo informou o site TMZ. De acordo com a publicação, a primeira filha do casal nasceu na quarta-feira (22), dias após Sophie ser fotografada passeando em Los Angeles. Joe Jonas e Sophie Turner se casaram em maio de 2019, em Las Vegas, após uma apresentação do cantor na cerimônia Billboard Music Awards. O momento foi registrado pelo DJ Diplo, que esteve nas duas cerimônias e compartilhou alguns momentos da festa em seu Instagram. Segundo a revista "People", o casal realizou a cerimônia civil dias antes, em Clark County, Nevada. Em outubro de 2017, a atriz anunciou o noivado em sua página no Instagram. "Eu disse sim", escreveu ela na época, mostrando o anel que recebeu do cantor. O casal ainda não se manifestou sobre a chegada de Willa nas redes sociais. A atriz e o cantor também se mantiveram discretos ao longo de toda a gestação. Diplo mostra casamento de Joe Jonas e Sophie Turner em Las Vegas Veja Mais

Louro José brinca com montagem em nota de R$ 200: 'Metido esse lobo-guará'

G1 Pop & Arte 'Ele não é verde nem amarelo. Muito mais eu nessa nota aí', afirmou Louro nesta segunda (3). Louro José brinca com nota de R$ 200 Reprodução/TV Globo Louro José, o companheiro de Ana Maria Braga no "Mais Você", brincou com uma montagem com ele na nota de R$ 200 nesta segunda (3). "Olha que coisa linda que ia ser", falou Louro ao mostrar a imagem no programa. "Perdi pro lobo. Enxerido, metido esse lobo-guará. Ele não é verde nem amarelo. Ah, para. Muito mais eu nessa nota aí", continuou Louro. "Também sou, Louro José", defendeu Ana Maria. Initial plugin text O Banco Central anunciou na quarta (29) que vai passar a emitir notas de R$ 200 a partir de agosto e o animal vai ser o lobo-guará. A nota de R$ 200 rendeu vários memes na semana passada com usuários comentando qual animal ou personalidade deveria estampar a nova cédula. Veja compilado com memes. Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Ronni Hawk, atriz de seriado da Disney, é presa após acusação de lesão corporal

G1 Pop & Arte Segundo site TMZ, estrela do seriado 'Stuck in the Middle ('Irmã do meio')' foi presa após polícia encontrar marido da atriz ferido depois de discussão entre casal. Ronni Hawk, atriz de seriado da Disney, é presa após acusação de lesão corporal Reprodução/Instagram Ronni Hawk, estrela do seriado da Disney "Stuck in the Middle ('Irmã do meio')", foi presa após acusações de violência doméstica e lesão corporal contra o marido. Segundo o site TMZ, a atriz de 20 anos foi detida na sexta-feira (31), em Los Angeles. Ainda de acordo com a publicação, policiais foram chamados até a casa do casal sob alegações de "distúrbio doméstico" e, chegando ao local, encontraram um homem ferido. Os policiais informaram que houve uma discussão verbal entre o casal e que, em algum momento, a briga se tornou física. Por causa dos ferimentos, a atriz acabou detida. De acordo com o site TMZ, Ronni Hawk teve sua fiança estabelecida em US$ 100 mil. Veja Mais

Técnicos de som, luz e imagem de eventos se manifestam em SP por protocolos para volta ao trabalho

G1 Pop & Arte Profissionais levaram cases que usam para guardar equipamentos e protestaram em frente à Alesp, neste domingo na Zona Sul. Organizadores dizem que pandemia trouxe 'apagão'. Profissionais da área técnica de eventos, shows, teatro e cinema promovem manifestação Passeata com Cases em São Paulo neste domingo (2) Van Campos/FotoArena/Estadão Conteúdo Profissionais da área técnica de eventos, conhecidos nos bastidores como "graxa", fizeram uma passeata de protesto neste domingo (2), na Zona Sul da cidade de São Paulo. Levando os cases que usam para trabalhar, eles cobraram uma definição dos protocolos de segurança para a retomada do setor ao trabalho durante a pandemia de coronavírus, entre outras coisas (veja abaixo). Segundo os organizadores, a pandemia do coronavírus trouxe "o verdadeiro pesadelo do apagão". A reivindicação do grupo é por um plano emergencial para a categoria e pela revisão das leis para o setor, que "não mais atendem a realidade e necessidades da Área Técnica". "Somos os profissionais que ninguém vê, mas, sem o nosso trabalho, nenhum artista sobe ao palco, nenhuma marca apresenta o seu produto, nenhum aplauso será ouvido. Sim, nós empurramos cases, mas também fazemos o show acontecer", escreveram os profissionais em um manifesto. Durante a passeata, os manifestantes levaram os cases usados nos bastidores para guardar os equipamentos para a montagem dos shows. Eles realizaram o ato em fila, com distanciamento entre os participantes, que usavam máscaras de proteção e seguravam cartazes. O grupo se reuniu na Avenida Pedro Álvares Cabral, nas imediações do Parque Ibirapuera, passou pelo Monumento às Bandeiras, e terminou em frente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Profissionais da área técnica de eventos pedem protocolos para retomada ao trabalho em protesto neste domingo (3), em São Paulo Van Campos/FotoArena/Estadão Conteúdo O que reivindicam As principais reivindicações dos manifestantes são: definição dos protocolos de segurança para a retomada do setor ao trabalho; auxílio emergencial até o fim do estado de calamidade pública ou até que seja autorizada a realização de eventos; cursos de capacitação para os profissionais, de modo que possam atuar como trabalhadores formais; criação de um Comitê de Eventos no Conselho Nacional de Turismo para identificar e discutir questões do setor de eventos; criação de uma linha de crédito voltada para o setor de eventos, visando, principalmente, o pagamento da folha de salários e das despesas das empresas. Veja Mais

Em 'Black is king', Beyoncé recria 'Rei leão' e faz filme melhor que o de 2019; G1 já viu

G1 Pop & Arte Álbum visual baseado na trilha do remake de 'Rei leão' de 2019 é mais legal do que o próprio longa. Beyoncé reimagina saga de Simba unindo mitologia africana e os dias atuais. Veja trailer de 'Black is king', da Beyoncé Beyoncé foi convidada para uma trilha sonora e acabou fazendo os clipes das músicas ficarem melhores do que o próprio filme. O álbum visual "Black is king" é uma recriação da saga de "O Rei Leão" mais criativa do que o remake feito em 2019. O longa do ano passado, que recontava a animação de 1993 com imagens realistas dos animais, tinha trilha de Beyoncé. Agora ela lança o "álbum visual" baseado na trilha. Aqui, Simba é um garoto negro que acha em suas raízes força para viver em 2020. Ela recria todo o universo da trama com a verve que faltou no segundo filme. Leia mais: Com novo 'O Rei Leão', Disney se torna ótima 'plagiadora' de seus próprios clássicos; G1 já viu "Black is king" saiu nesta sexta (31) na plataforma Disney +. Seria melhor ter feito o contrário: transformar a ideia de Beyoncé no longa principal e deixar as imagens de leões realistas para vídeos extras no ano seguinte. Beyoncé no novo trailer de 'Black is king' Reprodução/Instagram/beyonce Como tudo que Beyoncé faz, o figurino e a fotografia são superproduzidos. O começo até demora a ganhar ritmo, com cara de editorial de moda e narração sussurrada em off tipo de "Democracia em vertigem". Mas quando a história e a parte musical engatam, o ritmo vem certinho. As assustadoras hienas da animação original viram uma gangue de moto, e Jesse Reyes encarna com força este espírito sinistro em "Scar", uma das melhores cenas. A fase "Hakuna Matata", do jovem Simba se divertindo com Timão e Pumba, vira ostentação numa mansão com Beyoncé e o marido. Não há papeis claros, mas dá para inferir que Jay-Z é o Pumba - sacada melhor que qualquer tentativa de graça do filme de 2019. Beyoncé lança clipe de 'Already', música que integra novo álbum visual da cantora Reprodução/YouTube Além de Rayes e Jay-Z há diversos convidados, de Naomi Campbell a Kendrick Lamar, incluindo Blue Ivy, filha de Beyoncé, já com oito anos de idade. Há inserções de áudios dos diálogos tirados do filme para acompanhar a relação entre a história original e a criada por Beyoncé. O Simba de "Black is king" é uma criança negra que se perde no mundo e acha nas suas raízes africanas a força para crescer. O filme ainda tem a vantagem de vir na esteira dos protestos antirracistas após a morte de George Floyd, maior manifestação da história dos Estados Unidos. Neste contexto, as falas de Beyoncé sobre coragem e superação se tornam menos genéricas e mais urgentes. Mais um ponto para "Black is king". Veja Mais

Dilma Lóes, atriz e cineasta, morre aos 70 anos

G1 Pop & Arte Ela lutava contra um câncer nos Estados Unidos, onde morava há 2 anos. Dilma era mãe da também atriz Vanessa Lóes. Dilma Lões contracena com Paulo Botelho em 'O Bem Amado' Acervo/Globo A atriz Dilma Lóes morreu nesta sexta-feira (31) na Flórida, Estados Unidos, onde morava há dois anos. Ela se tratava de um câncer, de acordo com a família. Dilma tinha 70 anos. Filha do ator e radialista Urbano Lóes e da atriz Lídia Mattos, começou escrevendo e dirigindo suas próprias peças na escola. Estreou no cinema em 1969 atuando nos filmes Meu Nome é Lampião, Parafernália, o Dia da Caça. Dilma Lóes no filme 'Nossas vidas' Reprodução Em 1970, atuou ao lado de Mazzaropi em Betão Ronca Ferro. Sua estreia na TV foi na novela Tempo de Viver, TV Rio, mas tornou-se mais conhecida em O Bem-Amado, TV Globo, a primeira novela brasileira produzida em cores. Roterizou e atuou em filmes como “Quando as Mulheres Paqueram” e “Aquela Gostosa Brincadeira a Dois”, com Carlo Mossy, Vera Fischer e Cléa Simões, dirigidos por Victor di Mello, com quem se casou e teve a filha Vanessa Lóes, também atriz. Durante seu tempo na Globo participou de uma série de programas de Os Trapalhões. Ainda nos anos 80 escreveu, dirigiu e produziu o musical infantil “Se a Banana Prender o Mamão Solta” que foi um grande sucesso de bilheteria e era ao mesmo tempo uma crítica aos preconceitos e normas da sociedade contemporânea. Produziu também documentários de cunho social importante, entre eles “Quando o Crioulo Dança”, que acompanhava o movimento negro e abordava o tema do racismo no Brasil; e “Nossas Vidas”, em defesa dos direitos da mulher e da luta contra o machismo institucionalizado. Ganhou o Kikito de melhor atriz coadjuvante no festival de gramado (em 1979) pelo filme A volta Do Filho Pródigo. Filha faz homenagem Initial plugin text Filha de Dilma, Vanessa Lóes fez um post no Instagram. "As pessoas não morrem, ficam encantadas... e dentro da gente", escreveu. Vanessa e Dilma Lóes Reprodução/Redes Sociais Veja Mais

Ellen DeGeneres envia carta para equipe após denúncias de desrespeito a funcionários em programa

G1 Pop & Arte Apesar de não ter nome citado em relatos, apresentadora pediu desculpas para equipe. 'Prometo fazer minha parte em continuar a me esforçar e puxar a todos ao meu redor para aprender e crescer'. Ellen DeGeneres é homenageada com prêmio Carol Burnett no Globo de Ouro 2020 Paul Drinkwater/NBC via AP Ellen DeGeneres decidiu conversar com a equipe de seu programa após denúncias de racismo e desrespeito a funcionários. Uma investigação interna foi aberta depois que os sites do "Buzzfeed" e da revista "Variety" mostraram relatos de empregados do "The Ellen DeGeneres Show" dizendo que foram alvos de comentários racistas por parte da chefia da atração. O nome da apresentadora não foi citado diretamente. Mesmo assim, Ellen enviou uma carta para seus funcionários pedindo desculpas e se disse feliz por ter tomado conhecimento dos casos e que está tomando medidas para corrigir essas questões, segundo informou a revista People. "No primeiro dia do nosso programa, eu disse a todos em nossa primeira reunião que o 'Ellen DeGeneres Show' seria um lugar de felicidade - ninguém jamais levantaria a voz e todos seriam tratados com respeito. Obviamente, algo mudou, e estou desapontada por saber que esse não foi o caso. E por isso, peço desculpas. Qualquer pessoa que me conhece sabe que isso é o oposto do que eu acredito e do que eu esperava para o nosso programa". "Eu não poderia ter o sucesso que tenho tido sem todas as suas contribuições. Meu nome está no programa e em tudo o que fazemos e eu assumo a responsabilidade por isso. Juntamente com a Warner Bros, iniciamos imediatamente uma investigação interna e estamos tomando medidas, juntos, para corrigir os problemas", afirmou a apresentadora. "À medida que crescíamos exponencialmente, não consegui ficar a par de tudo e confiei em outras pessoas para fazerem o trabalho deles, pois sabiam como eu gostaria que eles fizessem. Claramente, alguns não. Agora isso vai mudar e estou comprometida em garantir que isso não vai acontecer novamente." Ellen ainda disse que, por já ter sido julgada "por ser apenas quem sou", entende o sentimento dos que passaram pelas situações relatadas na denúncia. "Pensar que algum de vocês se sentiu assim é horrível para mim". "Todos nós temos que estar mais atentos à maneira sobre como nossas palavras e ações afetam os outros, e estou feliz que os problemas do nosso programa tenham sido trazidos ao meu conhecimento. Prometo fazer minha parte em continuar a me esforçar e puxar a todos ao meu redor para aprender e crescer". Na série de denúncias, os funcionários do programa também alegaram que tiveram salários reduzidos e foram tratados de forma desrespeitosa durante a transição para o trabalho remoto durante a pandemia do novo coronavírus. A Warner Media enviou um comunicado interno a toda a equipe do programa dizendo que faria uma investigação com a ajuda de uma empresa externa de auditoria para avaliar a relação entre a chefia e os funcionários. Veja Mais

Bianca Andrade comenta internação para tratar amigdalite: 'Não estava mais aguentando de dor'

G1 Pop & Arte Boca Rosa comentou em vídeos que problema é recorrente, mas diz que está bem. Digital influencer e ex-BBB está no hospital desde segunda (27). Ex-BBB Bianca Andrade, a Boca Rosa, fala sobre internação para tratar de amigdalite Reprodução/Instagram/BocaRosa A digital influencer e ex-BBB Bianca Andrade, a Boca Rosa, está internada em São Paulo desde segunda (27) para tratar de uma amigdalite e fez uma série de vídeos para explicar a situação para os fãs. "Estou bem, dentro da medida do possível. Hoje, inclusive, estou muito melhor. Estou internada, sim, desde segunda-feira", explicou a ex-BBB no Instagram nesta quarta (29). "Quando fiz aqueles stories para vocês na segunda foi meu último suspiro assim e, em seguida, piorou muito, fechou minha garganta e eu fui para o hospital. Eu fui para tomar alguma coisa na veia, porque não estava mais aguentando de dor. Fui internada por ter esse histórico de repetição e tudo mais", continuou. Boca Rosa disse ainda que vai ficar mais uns dias no hospital para investigar o quadro recorrente de amigdalite: "Só saio daqui quando descobrir exatamente". E depois do 'BBB20'? Planos de participantes incluem filho, série e carreira musical Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa Veja Mais

TikTok ganha força no isolamento, cria astros e lança hits no Brasil

G1 Pop & Arte Galã, humor social, 'webcrentes'... Plataforma viu seu público e conteúdo se diversificarem durante a quarentena causada pelo coronavírus; relembre fenômenos tiktokers. Fãs fazem vídeos com desafios de dança e maquiagem ao som da música viral 'Na raba toma tapão' Reprodução / Tik Tok Antes visto com estranheza por adultos como "coisa da geração Z", o TikTok virou gerador de hits para todas as idades durante a quarentena causada pelo coronavírus. No Google, as buscas pela plataforma cresceram mais de 600% entre março e julho. O TikTok não revela números, mas admite que viu seu público e conteúdo se diversificarem durante o confinamento no Brasil. Uma diversidade que fica clara na lista de memes e tendências, nascidas na plataformas, ao longo do isolamento no Brasil. Mesmo quem não é usuário da rede social pode ter ouvido falar de... Mário Jr., o "galã" do TikTok O 'humor social' de Kaique Brito e Laura Giordana Os 'webcrentes' da rede social O hit 'Na raba toma tapão' O funk obscuro de 2008 que virou sucesso global Como estética dos 'desafios' no TikTok está mudando a forma de fazer música no Brasil Charme de comédia romântica 'Galã' do TikTok, viraliza fazendo charme à lá comédia romântica Mario Junior, o tiktoker @Izmaario, de 20 anos, virou celebridade na internet por causa dos vídeos em que reproduz o charme de um protagonista de comédia romântica americana. Seja convidando uma garota para o baile de formatura - em português - ou, nervoso, segurando flores antes de buscá-la em casa, Mario não tem medo de clichês. “Tem gente que fala que estou interpretando um personagem. Acho curioso. Só quem me conhece de verdade sabe que eu sou assim na vida real”, diz ele em entrevista ao G1. TikTok consciente Kaique Brito e Laura Giordana são estrelas do Tik Tok mais 'consciente' Acervo Pessoal Em meio a "trollagens" e dancinhas, alguns jovens subvertem a dinâmica na plataforma, criando vídeos bem humorados com temas sociais, como racismo, educação e feminismo. As publicações de Kaique Brito e Laura Giordana se espalharam em outras redes sociais por meio dos elogios de webcelebridades como Whindersson Nunes, Felipe Castanhari e Maísa Silva. Initial plugin text Ele é de Salvador, tem 14 anos e ficou famoso depois de gravar um vídeo de 17 segundos, editado no TikTok, em que ironiza um discurso sobre "racismo reverso". Já ela, de 18, mora em Volta Redonda (RJ) e publica dublagens e montagens brincando com assuntos como as falas polêmicas de Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos. Pregações divertidas Veja vídeos que brincam com temas religiosos no TikTok Postado no TikTok pelo seminarista René Gomez, um vídeo que faz uma reinterpretação divertida da ressurreição de Cristo revelou à web o mundo de publicações cristãs, que têm conquistado mais seguidores na rede social. A vertente tem memes com humor cristão e usuários que mesclam o conteúdo religioso com outros nichos - casos da "gótica cristã" e da "otaku gospel", por exemplo. O padre Luiz Claudio Braga, que também usa a rede social para publicar vídeos divertidos, conta ao G1 que a Igreja Católica vê com receio algumas brincadeiras envolvendo a religião na internet. “É tênue a linha que divide o bom humor e a ridicularização. O que os padres pregam é que não haja uma ridicularização. A igreja zela pela imagem da instituição”, explica. Do desafio ao topo das paradas Os hits do Niack. O título pode assustar, os músicos são desconhecidos e a produção é simples. Nada disso impediu o funk "Na raba toma tapão" de surgir, de repente, entre as músicas mais ouvidas do Brasil. Na letra, o "tapão" é consensual, sem violência, segundo MC Niack e DJ Markim WF. Em vídeos de fãs, ele ganhou um sentido divertido e virou um "tapa no visual" em desafios de dança e de maquiagem no app TikTok. O sucesso na plataforma levou a música a concorrer com superproduções de Lady Gaga e Ariana Grande ("Rain on me") e Gusttavo Lima ("Saudade sua") nas listas de mais ouvidas do país. Depois dela, Niack já conseguiu emplacar "Oh Juliana", seu segundo hit no topo das paradas do país. Hit sem direito autoral Neymar faz dancinha no TikTok com remix de 'Sentadão', do Bonde das Tequileiras "Pode me dar sua sequência de pente, mas quero que aguente meu sentadão", canta Débora Tequileira. Ao ouvir os versos, um gringo que não faz ideia do que a letra significa levanta os braços e balança as pernas. Essa cena já se repetiu milhões de vezes no TikTok. É mais uma dancinha viral do aplicativo chinês de vídeos. Mas se as outras danças ajudaram a revelar jovens astros pop, essa esconde o nome dos autores atrás de um remix misterioso e revela falhas da plataforma nos direitos autorais. "Sentadão" foi lançada em 2008 pelas Tequileiras do Funk, grupo de São José dos Campos (SP). Doze anos depois, o funk obscuro foi parar no TikTok, com a voz das brasileiras e um remix electro assinado por um DJ desconhecido chamado Shun, intitulado "Bass da da da". O nome das Tequileiras não aparece nos vídeos e elas não ganharam um centavo por eles. Veja Mais

Nota de R$ 200: veja memes após o anúncio da nova cédula

G1 Pop & Arte Pedidos de troca do lobo-guará pelo vira-lata caramelo, compaixão com caixas e trocadores e comparações com o valor do dólar estão entre as piadas mais compartilhadas. "Nota de 200" é um dos assuntos mais compartilhados nas redes sociais no Brasil após o anúncio da nova cédula com este valor. Pedidos para trocar o lobo-guará pelo popular cão vira-lata caramelo, compaixão com os caixas que terão que dar troco para 200 e comparações com a valorização do dólar estão entre os memes mais compartilhados. Veja alguns memes abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text BC recorre a nota de R$ 200 com mais brasileiros guardando dinheiro em casa por causa da crise Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text G1 em 1 Minuto: Banco Central anuncia que lançará cédula de R$ 200 em agosto Veja Mais

Profissionais da área técnica de eventos organizam passeata para reivindicar plano emergencial

G1 Pop & Arte Manifesto acontece no domingo (2), em São Paulo. 'Somos os profissionais que ninguém vê, mas sem o nosso trabalho, nenhum artista sobe ao palco.' Profissionais da área técnica de eventos organizam passeata para reivindicar plano emergencial Reprodução/Instagram Profissionais da área técnica de eventos, conhecidos nos bastidores do showbusiness como "graxa", organizam uma passeata neste domingo (2), em São Paulo, próximo ao Parque Ibirapuera. Segundo a organização, o manifesto visa a defesa de "paliativos claros para os próximos 12 meses, assim como solicitaremos alterações em leis vigentes que não mais atendem a realidade e necessidades da Área Técnica". "Sob orientação jurídica e junto a empreendedores do meio, formatamos um documento que representará as reivindicações por um plano emergencial de forma coletiva, que ajude tanto empregadores quanto empregados, junto aos órgãos: municipais, governamentais e federais." Em texto divulgado, a organização cita que a pandemia trouxe "o verdadeiro pesadelo do apagão". "O dinheiro é fundamental para a nossa sobrevivência e a subsistência de um setor inteiro, o de eventos. Somos os profissionais que ninguém vê, mas sem o nosso trabalho nenhum artista sobe ao palco, nenhuma marca apresenta o seu produto, nenhum aplauso será ouvido. Sim, nós empurramos cases, mas também fazemos o show acontecer." Durante a passeata, os profissionais vão fazer o percurso carregando os cases usados nos bastidores para guardar os equipamentos fundamentais para a montagem dos shows e apresentações de bandas e artistas. Agora é assim? Como será o lazer e o entretenimento pós-pandemia? Veja Mais

Séries médicas vão contar histórias sobre pandemia e fazem doações de máscaras e materiais

G1 Pop & Arte 'Grey's anatomy' e 'Sob pressão' vão retratar combate ao coronavírus em episódios e outras produções buscam ajudar com equipamentos. Semana Pop: como a pandemia afetou as produções de seriados médicos Com a pandemia do novo coronavírus, faz sentido que as séries médicas sejam influenciadas diretamente. Enquanto algumas produções prometem histórias focadas no combate à Covid-19, outras tentam ajudar os profissionais na linha de frente com doações de materiais e equipamentos. Histórias de pandemia: A 17ª temporada de "Grey's Anatomy" vai se inspirar no período; a série brasileira "Sob pressão" vai lançar episódios especiais com histórias sobre a pandemia. Doações: "Grey's Anatomy" e "Station 19"; "New Amsterdam"; "The good doctor"; "The Resident". 'Grey's Anatomy' Ellen Pompeo em cena de 'Grey's Anatomy' Divulgação A equipe do Hospital Memorial Grey Sloan Memorial vai enfrentar a pandemia em sua próxima e 17ª temporada. Ela ainda nem começou a ser gravada – o que seria difícil durante o isolamento social – mas os roteiristas já estão pensando nas histórias. Quem falou sobre os planos foi a produtora-executiva Krista Vernoff. Em um evento da Academia americana de Televisão, ela contou que todos os anos conversam com médicos, em busca de inspiração. Normalmente, eles compartilham histórias loucas ou engraçadas. Mas esse ano os encontros pareceram mais "terapia". Por causa disso, ela afirmou que "Grey's anatomy" tem a "oportunidade e a responsabilidade" de retratar a vida de quem está na linha de frente, ao mesmo tempo em que enfrenta o desafio de manter o humor e o romance que caracterizaram a série. 'Sob pressão' Júlio Andrade em cena de 'Sob pressão' Divulgação A brasileira "Sob pressão" também deve enfrentar a pandemia. A série estrelada por Júlio Andrade e Marjorie Estiano deve lançar dois episódios especiais ainda em 2020. Eles serão uma homenagem aos profissionais da saúde que combatem a pandemia no país, mas a data das gravações ainda não foi definida. Os capítulos não vão fazer parte das duas temporadas que já estão confirmadas. Doações Claire Browne (Antonia Thomas) e Shaun Murphy (Freddie Highmore) em cena na terceira temporada de 'The Good Doctor' Divulgação Algumas das principais séries médicas dos Estados Unidos encontraram uma maneira de ajudar os profissionais que enfrentam o vírus no mundo real, com doações de equipamentos e materiais a instituições. A própria "Grey's Anatomy" é exemplo disso. Ela e sua derivada, "Station 19", doaram instrumentos que são usados nas gravações, como luvas, máscaras e aventais. A segunda série doou cerca de 300 máscaras do tipo N95, tão rara há alguns meses, ao corpo de bombeiros. "New Amsterdam" doou produtos parecidos ao Departamento de Saúde de Nova York. "The good doctor" fez parecido em Vancouver, no Canadá, local onde acontecem suas gravações. O hospital Grady Memorial, em Atlanta, recebeu ajuda da produção da série "The Resident". Um dos médicos da instituição chegou a agradecer o gesto em seu Instagram. "Ontem, tive uma conversa séria com os residentes sobre como, apesar dos estoques estarem baixos, um carregamento mágico de máscaras dificilmente apareceria. Mesmo assim, um carregamento mágico de máscaras realmente apareceu", escreveu ele. Initial plugin text Veja Mais

Johnny Depp foi vítima da 'agressora' Amber Heard, diz advogado do ator

G1 Pop & Arte David Sherborne declarou em tribunal de Londres que Heard é uma 'testemunha totalmente não confiável e, francamente, mentirosa compulsiva'. Johnny Depp e Amber Heard deixam tribunal após depoimentos nesta quinta-feira (16) REUTERS/Hannah McKay Johnny Depp não foi violento com a ex-mulher Amber Heard e foi ela quem o atacou, segundo declaração em tribunal de Londres nesta terça-feira (28), quando o julgamento por difamação do ator de Hollywood contra um tabloide britânico se aproximava do fim. Depp, astro de "Piratas do Caribe", está processando a editora do jornal The Sun, News Group, e um de seus jornalistas, Dan Wootton, por causa de um artigo de 2018 que o chamou de "espancador de mulheres". O ator de 57 anos e sua ex-mulher Heard, de 34, prestaram depoimento no julgamento. Depp disse que nunca foi violento com Heard ou qualquer outra mulher e que foi ela quem o atacou. Heard descreveu vários incidentes em que, segundo ela, foi agredida por Depp, e na segunda-feira (26) sua advogada disse que a alegação de agressão contra a esposa era verdadeira e que Depp era um "viciado incorrigível". Em um discurso de encerramento, o advogado de Depp, David Sherborne, afirmou que, embora o ator tenha se aberto sobre o uso de drogas e álcool, Heard minimizou seu próprio consumo das substâncias, além de suas questões de ciúme e raiva. "Ela é a agressora, não o sr. Depp. Ele não é espancador de mulheres", disse Sherborne ao tribunal, acrescentando que a "falta de credibilidade" de Heard havia sido comprovada nas evidências que ela mesma ofereceu. Ele declarou que Heard é uma "testemunha totalmente não confiável e, francamente, mentirosa compulsiva" que adaptou sua história para equilibrar as evidências produzidas contra ela. Johnny Depp e Amber Heard pedem desculpa por levar cães à Austrália Veja Mais

Lives seguem em queda, e buscas não chegam a 25% do que eram no auge, em abril

G1 Pop & Arte No pico do interesse pelas transmissões musicais, no final de abril, brasileiros buscavam por lives quatro vezes mais do que hoje. Veja como índice foi caindo ao longo das semanas. A curva de queda de interesse pelas lives no Brasil continua apontando para baixo. O auge aconteceu no dia 19 de abril, quando a busca pelas transmissões era quatro vezes maior do que atualmente. O G1 notou a tendência negativa ainda no fim de maio. Houve uma ligeira subida no meio de junho, com as lives do dia dos namorados. Mas, em geral o índice só cai. A curva abaixo indica o número de buscas pelo termo "live" no Google no Brasil desde o início do período de isolamento social por causa da pandemia do novo coronavírus. O índice sempre sobe nos finais de semana, mas o patamar tem sido cada vez menor. Buscas pelo termo 'live' no Brasil desde o início do isolamento social por conta do novo coronavírus. O índice, calculado pelo Google, vai de 0 a 100, e o valor máximo corresponde ao período de maior busca, no final de abril Há dois meses já se comenta nos bastidores sobre uma "saturação" das lives, que atraem menos patrocínios do que no início. “Algumas já começaram a dar uma saturada. Às vezes o artista está na terceira live. O cara patrocinou as três, aí cai na redundância uma hora, e a galera vai tirando o pé”, disse ao G1 um produtor do mercado sertanejo, que pediu para não ser identificado. Ainda em maio, já era possível ver como o interesse foi caindo ao comparar as audiências da primeira e da segunda transmissão de cada artista. Veja quatro exemplos abaixo: Gusttavo Lima prepara canjica para o show Buteco Especial de São João, em Goiás Reprodução/Youtube Semana pop explica como o Black Lives Matter está mudando a cultura pop Veja Mais

Johnny Depp era viciado e misógino violento, diz advogada em tribunal

G1 Pop & Arte Em reta final de julgamento por difamação do ator contra um tabloide britânico, Sasha Wass retratou Depp como 'um viciado incorrigível', cujo abuso de substâncias, ciúmes e raiva fizeram dele um perigo para sua parceira. Ator Johnny Depp durante chegada à Suprema Corte de Londres na sexta-feira, 24 de julho de 2020 REUTERS/John Sibley Johnny Depp era um viciado em drogas propenso a fúria violenta e um misógino que agredia a esposa e usava linguagem abusiva sobre mulheres, de acordo com declaração em tribunal de Londres nesta segunda-feira (27), quando o julgamento por difamação do ator contra um tabloide britânico se aproximava de seu final. O astro de "Piratas do Caribe" está processando a News Group Newspapers, editora do The Sun, e um de seus jornalistas, Dan Wootton, por causa de um artigo de 2018 que o chamou de "espancador de mulheres". Depp e Heard prestaram depoimento no julgamento. Depp disse que nunca foi violento com Heard ou qualquer outra mulher e foi ela quem o atacou. Heard descreveu vários incidentes em que, segundo ela, foi agredida fisicamente. Resumindo o caso pela defesa, a advogada Sasha Wass retratou o ator como "um viciado incorrigível", cujo abuso de substâncias, ciúmes e raiva fizeram dele um perigo para sua parceira. Ela disse que o uso excessivo de drogas o levou a explosões descontroladas, durante as quais ele se transformou em um alter ego violento chamado por ele de "Monstro", e que suas próprias lembranças da extensão de seu comportamento foram prejudicadas por drogas e álcool. Ao citar textos e e-mails nos quais Depp usava palavras como "prostituta" e "vagabunda" sobre Heard e outras mulheres, Wass afirmou que ele estava longe de ser o "cavalheiro do sul" como ele havia se colocado perante a corte. Wass o acusou de "profunda misoginia" e disse que o ciúme de supostos outros parceiros de Heard foi o catalisador de muitos episódios violentos. Johnny Depp e Amber Heard pedem desculpa por levar cães à Austrália Veja Mais