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Ellen Pompeo, de 'Grey's anatomy', grava vídeo a pedido do governador de NY: 'Fiquem em casa'

G1 Pop & Arte Atriz lembrou que médicos e enfermeiros estão morrendo por causa da pandemia do novo coronavírus. Ellen Pompeo pede em vídeo que pessoas fiquem em casa Reprodução/Instagram/ellenpompeo A atriz Ellen Pompeo, da série "Grey's anatomy", publicou vídeo nesta quinta-feira (2) lembrando que seus seguidores fiquem em casa durante a pandemia do novo coronavírus. Segunda ela, foi um pedido do governador de Nova York, Andrew Cuomo. "Recebi muitos, até demais, telefonemas e e-mails de médicos e enfermeiros amigos meus, e o escritório do governador de nova York me ligou hoje, para pedir para mais uma vez divulgar o pedido para que todos por favor fiquem em casa", afirmou ela em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. "Os profissionais de saúde, os médicos, enfermeiros, qualquer um que trabalhe em um hospital, estão no seu limite. E agora eles estão começando a morrer. Não estamos fazendo o suficiente", diz a atriz. "E se vocês conhecem alguém que não está levando isso a sério, e que não está ficando em casa, por favor falem com eles. Por favor, precisamos ficar em casa. Por favor. É tudo o que eles estão pedindo que façamos. Não é tão difícil." Initial plugin text Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Nação', Clara Nunes, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Nação', de Clara Nunes Arte de Elifas Andreato ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Nação, Clara Nunes, 1982 ♪ Há 37 anos, na madrugada de um sábado de aleluia, (12 de agosto de 1942 – 2 de abril de 1983), Clara Nunes foi morar no infinito e virou constelação após enfrentar, guerreira, 28 dias de agonia em CTI de hospital por conta de complicações decorrentes de operação de varizes. A cantora mineira saiu de cena aos 40 anos, no auge artístico. O canto luminoso atingia picos de maturidade, dando voz a um Brasil mestiço que reluziu nas cores vivas de Nação, último álbum de Clara. Cores expostas na capa criada por Elifas Andreato para o disco. Álbum gravado de maio a julho de 1982 sob direção de produção de Renato Correa, com produção executiva de Paulo César Pinheiro, Nação foi lançado no inicio do segundo semestre daquele ano de 1982 com repertório primoroso – composto por dez músicas, sendo nove então inéditas – que evidenciou a expansão da identidade do canto de Clara. Em 1982, Clara Nunes já tinha conseguido o objetivo de ser percebida como uma cantora de música brasileira, ainda que o samba fosse mote e norte do repertório da artista. Nação reforçou essa identidade. Obra-prima da discografia nacional, Nação abriu com o samba que lhe dá título. Em Nação, a música, João Bosco – compositor então gravado pela primeira vez pela mineira conterrânea – e Aldir Blanc se juntaram ao parceiro ocasional Paulo Emílio para ressignificar signos exaltados na Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939), samba-emblema de tempos idos. Os letristas reimaginaram o Brasil sob a ótica de nação do Candomblé, Jeje, com referência ao orixá Oxumaré que, na palheta de cores do arco-íris da letra, evocou o universo afro-brasileiro recorrente no repertório adotado por Clara Nunes a partir dos anos 1970. A letra do samba enfileirou símbolos mitológicos para poetizar a formação da terra indígena que, nas mãos de colonizadores, virou a nação conhecida como Brasil. Somente a ambiciosa faixa-título valeria o disco. Contudo, o álbum Nação apresentou outras músicas de altíssimo nível, alinhando pérolas já raras em 2020. Na época do lançamento do disco, a gravadora EMI-Odeon promoveu três das dez faixas em programas de rádio e TV. Além da música-título Nação, o público ouviu o samba-enredo Serrinha (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro) e Ijexá (Edil Pacheco). Tributo à escola de samba Império Serrano, Serrinha foi segundo título da série de homenagens a agremiações carnavalescas cariocas, sequência idealizada pelos compositores Mauro Duarte (1930 – 1989) e Paulo César Pinheiro e iniciada com Portela na avenida (1981), sucesso do álbum anterior da cantora, Clara (1981). Já a composição do baiano Edil Pacheco apresentou o “novo som Ijexá”, propagado em Salvador (BA), mas então pouco ouvido além das fronteiras da Bahia. Foi na cadência do ijexá, aliás, que o bamba carioca Nei Lopes compôs Afoxé pra Logun, versando sobre a dualidade de Logun, orixá “meio Oxossi, meio Oxum” – duplicidade também presente Oxumaré, regente do samba Nação. Compositores de dois anteriores sucessos blockbusters de Clara, Conto de areia (1974) e A deusa dos orixás (1975), Romildo Bastos e Toninho Nascimento figuraram duplamente no álbum Nação como autores de Menino velho e de Vapor de São Francisco, inspiradas músicas que reforçaram a brasilidade vivaz e sem clichês que pautou o disco. O repertório do álbum Nação resultou tão grandioso que até uma (grande) música inédita de Chico Buarque passou despercebida. Trata-se do dolente samba-canção Novo amor, escrito sob ótica feminina – com a maestria habitual do autor no gênero – e abordado posteriormente por Nana Caymmi (no álbum Alma serena, de 1996) e por Fabiana Cozza (em tributo a Clara Nunes lançado em 2013), sem que essas duas grandes cantoras tenham alcançado a dimensão do registro de Clara. Fora da roda do samba, Clara Nunes deu voz em Nação ao baião Cinto cruzado, parceria de Guinga (compositor que já gravava em 1974) com Paulo César Pinheiro, autor dos versos repletos de referências ao universo sertanejo nordestino fundado (musicalmente) por Luiz Gonzaga (1912 – 1989). Na mesma levada nordestina, a cantora também repisou nesse sertão ao reavivar Mãe África (Sivuca e Paulo César Pinheiro, 1978) – única regravação de repertório – para pedir a benção ao povo nagô entranhado na gênese da nação brasileira. No arremate do álbum Nação, a cantora desfolhou o lirismo de Amor perfeito (Ivor Lancellotti e Paulo César Pinheiro) com dose precisa de sentimento no canto depurado. Merecem ainda menções honrosas, pela excelência e adequação às músicas, os arranjos do álbum, criados por Dori Caymmi, Geraldo Vespar (atualmente com 82 anos), Nelsinho do Trombone (1925 – 1996) e Sivuca (1930 – 2016). Em Nação, tudo – canto, repertório e arranjos – se harmonizou e reluziu sob a luz imortal de Clara Nunes, sabiá que voou para outra dimensão há 37 anos. Veja Mais

Ali Wentworth testa positivo para coronavírus: 'Nunca me senti tão doente'

G1 Pop & Arte Atriz americana falou sobre resultado do exame em seu Instagram e recebeu o apoio de famosos como Reese Witherspoon e Sarah Jessica Parker. Ali Wentworth testa positivo para coronavírus: 'Nunca me senti tão doente' Reprodução/Instagram A atriz americana Ali Wentworth testou positivo para a Covid-19. Em seu Instagram, Ali, de 55 anos, publicou uma foto em que aparece abatida e deitada em sua cama. Na legenda, ela fala sobre os sintomas da doença. “Testei positive para o coronavírus. Eu nunca me senti tão doente. Febre alta, uma dor no corpo terrível, peito pesado. Estou em quarentena por minha família. Isso é puro sofrimento." Após a publicação, Ali recebeu o carinho de fãs e famosos, incluindo as atrizes Sarah Jessica Parker e Reese Witherspoon. "Sinto muito, Ali. Tenho certeza que você está em boas mãos, mas envio meu amor", escreveu Sarah. “Ali. Por favor, descanse e fique bem. Enviando todo meu amor", disse Reese. Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Adam Schlesinger, da banda Fountains of Wayne, morre aos 52 anos vítima do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Músico também ficou conhecido como autor da canção 'That thing you do!', do filme 'The Wonders: O sonho não acabou'. Adam Schlesinger em entrevista para o Fuzztopia em 2010 Reprodução/YouTube/fuzztopiavideos Adam Schlesinger, antigo membro da banda Fountains of Wayne, morreu nesta quarta-feira (1º) aos 52 anos por complicações causadas pelo novo coronavírus. Segundo o jornal "New York Times", a notícia foi divulgada por seu advogado, Josh Grier. O cantor e compositor também fez sucesso em uma carreira escrevendo trilhas sonoras para o cinema e para a TV. Além de ganhar três Emmys (um deles pela trilha da série musical "Crazy Ex-Girlfriend") e um Grammy, ele também foi indicado ao Oscar pela canção "That thing you do!", trilha do filme "The Wonders: O sonho não acabou" (1996). Formada em 1995, a Fountains of Wayne ficou conhecida entre o público de rock alternativo. Seu maior sucesso foi a canção "Stacy's mom", indicada ao Grammy em 2004. Veja Mais

Pelle Almqvist, vocalista do The Hives, diz que contraiu coronavírus

G1 Pop & Arte Músico da banda sueca diz que está em casa, em isolamento, e já está se sentindo melhor, na fase final da infecção. The Hives se apresenta no Lollapalooza Flavio Moraes/G1 Pelle Almqvist, vocalista da banda sueca The Hives, disse em um post na página oficial do grupo no Twitter na terça-feira (31), que contraiu o novo coronavírus. Almqvist contou que está em casa, em isolamento, e já está se sentindo melhor, na fase final da infecção. Veja o vídeo abaixo: Initial plugin text Veja Mais

João Rock 2020 é adiado para 12 de setembro em Ribeirão Preto por conta do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Organização busca manter a programação para os três palcos e afirma que bandas apoiaram adiamento. Política de ressarcimento será anunciada em breve e vendas de ingressos continuam. Vista aérea do João Rock 2019 no Parque Permanente de Exposições em Ribeirão Preto, SP Rafael Cautela O Festival João Rock anunciou nesta quarta-feira (1º) o adiamento da edição deste ano para 12 de setembro. A decisão ocorre por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A organização acredita que, com a nota data, o festival vai ocorrer depois de o problema ser superado no país. A meta, agora, é negociar a manutenção da programação para os três palcos do evento. Segundo os organizadores, todas as bandas apoiaram o adiamento. A edição desde ano, a 19ª do festival, homenageia a música do Rio de Janeiro. Entre os destaques do line-up está Erasmo Carlos, que estreia no festival aos 78 anos. Vendas continuam Os ingressos que já foram adquiridos serão válidos automaticamente para a nova data. No entanto, há a opção de reembolso total. A organização promete divulgar em breve a politica de ressarcimento. As vendas dos ingressos continuam pelo site do festival para os setores Pista, Pista Premium, Camarote Colorado e Camarote João Rock. ‘Tremendão’ Erasmo Carlos está previsto para se apresentar no João Rock Guto Costa/Divulgação Programação Palco João Rock Nação Zumbi CPM22 e os convidados Pitty, Paulo Miklos e Koala Djonga Nando Reis Humberto Gessinger Natiruts Titãs Baiana System Criolo + Emicida + Céu Palco Brasil - edição Rio de Janeiro Gabriel, o Pensador Cidade Negra Marcelo Falcão Barão Vermelho Planet Hemp Erasmo Carlos Palco Fortalecendo a Cena Cynthia Luz e Froid MC Rashid e participação especial de Drik Barbosa e Lellê Poesia Acústica Lagum Matuê Serviço João Rock 2020 Data: 12 de setembro Local: Parque Permanente de Exposições – Avenida Orestes Lopes de Camargo, s/nº, Jardim Jóquei Clube Ingressos: à venda Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Veja Mais

Família faz adaptação de trilha de 'Les Misérables' e inclui versos sobre isolamento por coronavirus

G1 Pop & Arte No Reino Unido, os membros da família Marsh se uniram para criar e cantar paródia de 'One Day More' e vídeo viralizou. Família faz adaptação de trilha de 'Les Misérables' e inclui versos sobre isolamento por coronavirus Reprodução/Instagram Em casa, por conta do período de isolamento social para conter a disseminação do coronavírus, a família Marsh, do Reino Unido, uniu vozes para fazer uma adaptação no clássico "One Day More", que integra a trilha do musical Les Misérables. Os pais, junto aos quatro filhos, mudaram os versos da canção e inseriram novos trechos, usando o contexto do isolamento. Na nova versão, a mãe da família cita as compras on-line nesse período, enquanto um dos garotinhos sente falta das partidas de futebol e a irmã cita a saudade dos avós que estão longe dali sem saber usar o Skype para se comunicar. O uso do celular ao longo de todo o dia, as aulas virtuais da escola e a falta de cortes de cabelo também fizeram parte da paródia. Em entrevista a BBC, o pai da família Marsh explica que compilou na música as frustrações de cada um ao longo das últimas semanas e toda a experiência no isolamento em casa. "Isso foi um trabalho em equipe. Eu consegui aprender como colocar toda essa legenda no vídeo apenas duas semanas atrás", contou. Ele ainda falou sobre as inúmeras mensagens recebidas após o vídeo viralizar. “Estamos muito encantados de ver a positividade e as pessoas dizendo que nós levamos um sorriso nesse momento no qual é difícil sorrir.” Initial plugin text Veja Mais

Solidão, medo e esperança: Como são as músicas recém-lançadas, criadas durante a quarentena

G1 Pop & Arte Rapper Baco Exu do Blues fez em 3 dias EP que reflete sobre tesão no confinamento e até 'BBB20'. MV Bill e outros músicos também já cantam sobre cotidiano de uma nova realidade. Da esq. para a dir., Baco Exu do Blues, Bono, MV Bill, João Suplicy e Ryan Tedder, vocalista do OneRepublic, artistas que fizeram músicas sobre a quarentena causada pelo coronavírus Divulgação Em um estúdio em casa, o rapper Baco Exu do Blues produziu em três dias seu novo EP, “Não tem bacanal na quarentena”, lançado nesta segunda-feira (30). Ele conta ao G1: “Quando fico muito tempo parado, começo a ficar louco. Pra mim, fazer isso foi terapia. Trabalhar me ajuda a controlar a ansiedade.” Ele desistiu de lançar seu terceiro álbum de estúdio para se concentrar no trabalho, em grande parte focado em temas do isolamento. Em nove músicas, aparecem a solidão, o medo e o tesão no confinamento domiciliar, críticas a ações do governo durante a pandemia e até reflexões sobre o “BBB20” - refúgio de muitos na quarentena. "Não era um consumidor do ‘BBB’ antes do Babu", diz o cantor. "Quando rolaram as paradas de racismo, que explodiram no Twitter, acabei acompanhando. E, quanto mais acompanhava, mais raiva tinha. E mais amor eu criava pelo Babu." O comportamento de participantes brancos em relação ao ator no jogo gerou críticas nas redes sociais. Capa do EP 'Não tem bacanal na quarentena', de Baco Exu do Blues Guil Ócio criativo Com shows proibidos por causa da pandemia, músicos têm usado transmissões ao vivo pela internet para manter a conexão com os fãs. Mas, como Baco, artistas também aproveitam a pausa para produzir. É natural que o cotidiano de uma nova realidade apareça nessas criações. Imagem de divulgação do clipe de 'Quarentena', música de MV Bill Reprodução Em “Quarentena”, MV Bill rima versos de conscientização para combater o coronavírus com reflexões sobre a postura de autoridades e uma espécie de diário de quarentena. “Na favela, pra nós, a Covid é diferente / As casas não são grande e geralmente muita gente / Aglomeração inevitável / Alguns lugares ainda não tem água potável / Se cuida aí / Ih, que vai faltar espaço na UTI." A música foi produzida em três dias, numa parceria à distância entre o rapper e o produtor Mortão. Um clipe foi gravado por MV Bill com um único cenário: sua casa, no Rio. “Gravei a voz no meu quarto e fiz o vídeo sozinho na varanda. Tudo sem sair de casa”, explicou o rapper, em suas redes sociais. Também em suas redes, João Suplicy - ex-parceiro do irmão Supla no Brothers of Brazil - pediu sugestões de nome para uma composição sobre os tempos de pandemia. "Quem serão os filhos da quarentena que vão tentar nos consertar", diz a letra. Há também quem tente enviar mensagens de esperança. Bono, vocalista do U2, disse ter se inspirado nos italianos isolados para compor a primeira música que divulgou em três anos, "Let your love be known". Initial plugin text Ele também dedicou a canção a médicos, enfermeiros e outros profissionais na linha de frente do combate à Covid-19. "É uma pequena melodia que escrevi há uma hora", disse, em uma transmissão pela internet, de sua casa em Dublin. A letra cita "silêncio", "ruas desertas" e "isolamento" para dizer que a "distância" não é um obstáculo para o amor e o apoio. Em “Better days”, a banda americana OneRepublic clama por dias melhores após o isolamento. "Nós escrevemos sobre experiências e eventos reais que acontecem conosco", diz o vocalista, Ryan Tedder, em entrevista à revista “Billboard”. "E isso é o que acontece quando você escreve uma música durante uma crise." Já que, para alguns, o ócio virou obrigação, uma onda criativa pode surgir da quarentena, na opinião de Baco. “Quem tem como fazer arte na própria casa vai acabar produzindo", diz. Tempo não vai faltar. Veja Mais

Felipe Prior é eliminado do 'BBB20' com 56,73% dos votos

G1 Pop & Arte Manu e Mari, que também estavam no paredão, se salvaram e permanecem na casa. Felipe Prior é o décimo eliminado do 'BBB20' Reprodução/Globo Felipe Prior foi eliminado do "BBB20" nesta terça-feira (31) com 56,73% dos votos. Ele foi o décimo a deixar a casa. O paredão bateu o recorde histórico do programa, com mais de 1,5 bilhão de votos. Initial plugin text Prior foi indicado no domingo (30) pela líder, Giselly. Com isso, Manu Gavassi e Mari Gonzalez continuam na casa. Manu, puxada por Prior após indicação do participante, recebeu 42,51% dos votos. Mari, que terminou no paredão por ser a pior colocada com Gabi na prova do líder na quinta-feira (26) levou apenas 0,76%. Em conversa com o apresentador Tiago Leifert depois de deixar a casa, Prior falou que ficou nervoso depois dos problemas que seu grupo de amigos enfrentou no começo da edição. "Aqueles primeiro fatos no programa me desequilibraram muito." Também falou que estava chateado com os rivais. "Eu já estava esgotado com o pessoal. Tava vendo muita hipocrisia nas pessoas. Tudo era muito lindo e maravilhoso. A vida não é assim." Mas o eliminado admitiu que precisa pensar em algumas atitudes, principalmente depois que Leifert falou que ele precisa parar de gritar com a própria mãe. "Preciso melhorar nisso. Preciso melhorar em muitas coisas, e o 'Big Brother' vai me ajudar nisso." Veja Mais

Padre faz transmissão de benção on-line e vira meme com filtros divertidos: 'Acionei sem querer'

G1 Pop & Arte Após gravação, Luiz Cesar Moraes explicou que usou a câmera traseira do celular e, por isso, não viu os efeitos de máscaras que surgiam durante a prece. Padre faz transmissão de benção on-line e vira meme com filtros divertidos: 'Acionei sem querer' Reprodução/Facebook O padre Luiz Cesar Moraes, de Itajubá, Minas Gerais, se divertiu com sua própria gafe e encantou a internet ao fazer a transmissão de uma benção on-line em sua página no Facebook, no domingo (29). Isso porque, ao longo de toda a gravação, os filtros divertidos da rede social apareciam enquanto ele fazia a prece. Ao publicar o vídeo no Facebook, ele pediu desculpas pelos efeitos e disse que "Deus quer também um pouco de alegria." "Desculpe os efeitos, acionei sem ver para iniciar a gravação da bênção. Deus quer também uma pouco de alegria. A intenção foi mesma de oração. Os efeitos foram sem intenção", explicou ele com bom humor. Horas depois, o padre retomou o assunto nas redes sociais e explicou que, por gravar com a câmera traseira do celular, não viu que os filtros animados aparecendo. "Como sou amador no trato da filmagem, como faço sozinho e usando de meu celular para aproveitar melhor imagem, faço pela câmera de trás afixando o mesmo na minha cristaleira e então não vejo o que se filma. Ao acessar o início da transmissão, sem ver, acessei o botão de efeito de máscaras e deu no que deu.” "Que fique claro que, em assunto de meu Ministério Sacerdotal, não brinco em serviço e muito menos faço brincadeiras. Mas Deus usa até de nossas falhas para dar seu recado", enfatizou Luiz Cesar Moraes. "Ficou hilário as caras. Como Ele tira do brejo a flor do copo de leite, do meu erro ajudou a tornar risonho e hilário a vida de muita gente. Rir faz bem, ainda mais neste tempo de apreensão que estamos vivendo." "Peço que não me ridicularizem e nem usem estas imagens para denegrir minha pessoa e ministério sacerdotal. A todos, meu abraço, oração e bênção", finalizou o padre. Ele ainda compartilhou algumas imagens em que aparece com os filtros divertidos. Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Marido de Luisa Mell tem alta após internação por coronavírus: 'Ainda tem que acabar o tratamento em casa'

G1 Pop & Arte Ativista, que também testou positivo para a Covid-19, celebrou chegada do empresário Gilberto Zaborowsky em casa. 'Não podemos sair nos próximos 14 dias, mas estou tão feliz'. Luisa Mell e o marido, Gilberto Zaborowsky Reprodução/Instagram Gilberto Zaborowsky, marido de Luisa Mell, teve alta do hospital após ser diagnosticado com coronavírus. A ativista, que também testou positivo para a Covid-19, permaneceu em isolamento em casa e celebrou o retorno do marido. "Meu marido tá em casa! Eu não consigo aguentar de tanta felicidade! Obrigada, Deus! Obrigada a cada um de vocês que torceu, rezou." Luisa afirmou que o tratamento seguirá em casa. "Não podemos sair nos próximos 14 dias! Mas eu tô tão feliz! Que felicidade." Há pouco mais de uma semana, Luisa Mell afirmou que ela e o marido foram diagnosticados com coronavírus. Na ocasião, a ativista relatou que estava com pneumonia e perdeu bastante peso. Initial plugin text Veja Mais

Karin Hils lança o segundo single solo enquanto espera volta do musical em que interpreta Donna Summer

G1 Pop & Arte ♪ Karin Hils lança o segundo single solo, Pra você ficar, enquanto aguarda a volta à cena do musical sobre a vida da cantora norte-americana Donna Summer (1948 – 2012), espetáculo no qual é uma das atrizes escaladas para dar voz e vida à diva da disco music. Como a temporada foi interrompida tão logo o musical entrou em cartaz na cidade de São Paulo (SP), por conta das medidas restritivas para conter o avanço da pandemia do coronavírus, a atriz, cantora e compositora fluminense – projetada nos anos 2000 como integrante do grupo feminino Rouge – se dedica inteiramente no momento à promoção da carreira fonográfica. O single Pra você ficar aporta no mercado na sexta-feira, 3 de abril, dois meses e meio após a edição do primeiro single solo de Hils, Fogo, editado em 17 de janeiro com música inédita assinada pela artista em parceria com os produtores Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos. Em Pra você ficar, Karin Hils mergulha em atmosfera mais serena do que a do single anterior Fogo, mudança sinalizada já no tom pastel da capa em que a artista é exposta em foto de Ariana Lima. Veja Mais

Playlist para a quarentena: 15 novos artistas para ouvir durante o isolamento social

G1 Pop & Arte Pop dançante, rap, rock, MPB e balada romântica estão em lista do G1. Ouça músicas e comentários de apostas como Tones and I, MC Rebecca, Cabelinho, PK e King Princess. Pedro Sampaio, MC Rebecca e Maggie Rogers estão em lista de novidades para ouvir na quarentena Divulgação Cansado de ouvir os mesmos sons durante o tempo de isolamento social por causa do novo coronavírus? O G1 lista abaixo 15 novidades que podem entrar na sua playlist da quarentena. São artistas que começaram a ser mais falados nos últimos meses, mas que ainda não têm a mesma popularidade de uma Beyoncé, Anitta ou Ed Sheeran da vida. Ouça acima trechos das músicas e comentários no podcast G1 Ouviu. E veja abaixo a lista de 15 novidades: MC REBECCA MC Rebecca em foto de divulgação Divulgação MC Rebecca é mais uma artista surgida no Baile da Gaiola, que acontecia na Zona Norte do Rio. Ela passou a ser mais falada no segundo semestre de 2018, cantando o funk “Cai de Boca”, uma letra escrita pela Ludmilla. A Rebeca já teve uma fase em que cantava proibidões, as músicas sobre sexo cheias de palavrão. Mas agora ela aposta em letras mais lights. E também em parcerias com dois hits recentes cheios de feats: "Combatch" tem Lexa, Luisa Sonza e Anitta; "Repara" é com Kevin O Chris e WC no Beat. HOT E OREIA Hot e Oreia Divulgação Hot e Oreia é uma aposta do rap para ouvir durante o isolamento. Mas o sotaque e o jeitinho de ser são diferentes do que você pode imaginar. Existem os MC sérios, do rap de mensagem, mas no caso desta dupla mineira é “Rap de massagem”. Esse é o nome do disco de estreia, de 2019. É um rap engraçadinho e bem feito. Flui que é uma beleza, zoa todo mundo. Até falam de temas sérios, como racismo ou rap, mas sempre debochados. A dupla é da mesma Belo Horizonte que já revelou um amigo deles, o Djonga. Esse rap moleque tem tudo para cair bem se você quer um pouco de leveza. GIULIA BE Giulia Be Yasmin Dib / Divulgação Você já deve ter ouvido a voz desta garota carioca de 20 anos, chamada Giulia Be. A voz de "Menina Solta", que vem tocando bastante desde o segundo semestre de 2019, tem tudo pra estourar de vez. Ela é tipo um Felipe Dylon versão 2020. Giulia cantou no Rock in Rio 2019 e prepara mais canções: a mais recente é uma versão em espanhol de seu maior hit. Virou "Chiquita Suelta". ERIC LAND Eric Land no São João de Fortaleza 2018 Moisés Viana O jovem Eric Land já conquistou Fortaleza, mas quer mais. O Wesley Safadão ouviu o Eric cantar forró e sentiu o cheirinho do sucesso. Land já entrou em 2020 de contrato assinado com a WS, que é a agência de shows do Wesley. E também com a Luan Promoções, outra produtora poderosa do Nordeste. O garoto canta um estilo em alta chamado pisadinha ou piseiro. É uma vertente eletrônica e festeira do forró. Se 2019 foi dos Barões da Pisadinha, 2020 pode ser do Eric Land. MC CABELINHO MC Cabelinho, de 'Amor de mãe' TV Globo/Divulgação Essa aposta nossa que mandou muito bem na novela “Amor de mãe”. O cara que interpreta o Farula da novela é também um cantor revelação. O MC Cabelinho ficou bem conhecido no Rio misturando rap e funk. Ele incorpora o clima positivo do funk, mas vai além da festa e do bumbum, e também varia as batidas. as letras têm os comentários sociais do rap, mas também um senso pop. E o Cabelinho tem um carisma carioca que a TV pode ajuda a espalhar ainda mais pelo Brasil. JS O MÃO DE OURO JS O Mão de Ouro, DJ pernambucano no estúdio em que trabalha, na Zona Sul de Sâo Paulo Marcelo Brandt / G1 JS não é um cantor, é um produtor. E esse recifense tem várias músicas que talvez você nem saiba que ele fez. O rapaz é mão de ouro mesmo, porque três das dez músicas mais tocadas no Brasil durante o carnaval tiveram o toque dele ("Tudo Ok", "Sentadão" e "Hit contagiante". JS é um dos maiores responsáveis pelo sucesso da batida do brega-funk. O melhor é que o segredo do produtor está na batida criada a partir da panela da avó dele, em uma história já contada pelo G1. PEDRO SAMPAIO Pedro Sampaio Pedro Pereira/Divulgação O carioca Pedro Sampaio, além de criar as batidas, também ataca de MC. E está fazendo sucesso nas duas posições. A assinatura "PE-DRO SAM-PA-IO" já é bem conhecida em festas e rádios do Rio. E tem cada vez mais hits, como "Sentadão", parceria com o JS. Sampaio é antenado e vai do brega funk que a gente ouviu aí a outras músicas mais pop, como “Chama ela”, com a Lexa, e “Vai menina”, só com o Pedro mesmo. Ele é tipo um DJ Khaled brasileiro, bom em juntar gente que tá fazendo sucesso, com a vantagem de cantar também. Aos 23 anos ele parece ter muito sucesso pela frente. PK PK e Ludmilla no clipe de 'Do Jeito Que Tu Gosta' Reprodução Essa lista de apostas mostra a força da mistura de funk com rap. E esse é o caso também do PK, codinome do cantor carioca Pedro Henrique. No fim de 2019, ele lançou clipes cantando com a Ludmilla e com a Luisa Sonza. Ele diz que faz um som que tem partes mais reflexivas e outras mais sensuais. PK é indicado para quem curte um trap funk, um funk mais melancólico com influência do trap, o subgênero do rap mais arrastado e chapado. ROSA NEON A banda mineira Rosa Neon Divulgação/Twitter do artista Quem prefere algo mais alternativo também tem uma opção. O Rosa Neon é uma aposta bem pop, dançante, mas um pouquinho fora do comum. Luiz Gabriel, que veio do grupo Graveola e o Lixo Polifônico, é um dos integrantes do Rosa Neon. Antes, ia por um som mais da MPB. Agora, ele se joga em uma sonoridade ainda mais popular e brasileira. É pop eletrônico, irônico, brega, carimbó. É pós-Pabllo Vittar, por ir das divas pop ao suíngue, de um jeito artesanal e sem medo de ser feliz. POZE DO RODO Marlon Brendo Coelho Couto Silva, de 20 anos, conhecido como MC Poze do Rodo Twitter/Reprodução Se 2019 foi o ano do Flamengo no futebol, o jeito foi escalar nesta lista um jovem flamenguista que vem conquistando uma torcida cada vez maior - e não só os do discípulos de Jorge Jesus. O MC Poze do Rodo ficou conhecido por exaltar “os coringas do flamengo”, mas tá mostrando que pode ir além disso com o hit “Voando alto”, que subiu forte no fim de 2019. É a mesma linha do Cabelinho. É um funk que não tem letras tão festivas, e falam mais sobre o dia a dia nas comunidades do Rio. Ele chegou a ser preso depois de um show no Mato Grosso, acusado de apologia ao crime. Ele diz que as letras só descrevem o que ele vê nas favelas, onde o crime está presente, como em todo lugar. Depois que foi preso e solto, “Voando alto” passou a tocar mais ainda. TONES AND I A australiana Tones and I Divulgação Tones and I é o nome artístico de Toni Watson, australiana de 19 anos. Ela chegou ao topo dos mais ouvidos do Spotify em todo mundo e deve estourar de vez em 2020. Ela tem uma voz bem esganiçada, que chama atenção instantaneamente. O maior hit vem tocando demais nas rádios brasileiras. Ele se chama “Dance Monkey” e chegou em primeiro lugar no top 100 mundial do Spotify. A letra é sobre as dificuldades que ela passou quando era artista de rua: ela se sentia um macaquinho dançarino tentando chamar a atenção dos turistas. MAGGIE ROGERS Maggie Rogers Divulgação Maggie Rogers foi indicada na categoria revelação do Grammy 2020. E ela é tipo uma mini Florence and the Machine. Ela tem 25 anos e algumas credenciais: ela recebeu elogios de Pharrell Williams e abriu shows do Mumford and Sons. Outra coisa legal é que ela já pensou em ser jornalista de música e foi estagiária da Lizzy Goodman, autora do livro “Meet me in the bathroom”, sobre a cena de Nova York entre 2001 e 2011. la ajuda a fazer umas entrevistas e tal. Quase foi nossa colega de profissão... Mas desistiu do jornalismo musical e escolheu o caminho certo. LEWIS CAPALDI Lewis Capaldi leva dois prêmios durante o BRIT Awards 2020 Adrian DENNIS / AFP Lewis Capaldi chegou ao primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos e da Inglaterra. E, agora, começa a ser mais falado no Brasil. O cantor escocês dono de “Someone you loved”. Por conta dessa balada, toda intensa, ele bateu o recorde de artista independente mais ouvido da história do Spotify. O cara é mais um dessa geração dos caras normais, ou em inglês “Boys next door”. Gente como o Ed Sheeran, caras que parecem o seu vizinho, um rapaz que pegou o violão e começou a tocar ali do teu lado meio do nada. Ele é zero popstar. Mas vamos ver se em 2020 o Capaldi, que é primo do ator Peter Capaldi (ex-Doctor Who), vai estourar de vez. TANK AND THE BANGAS Tank and the Bangas Divulgação Tank and the Bangas é um grupo formado em New Orleans, a terra do jazz. Indicado ao Grammy 2020 de revelação, a banda tem uma formação atual com nove pessoas, incluindo a vocalista Tariona “Tank” Ball. Eles fazem uma mistura de soul, rock e o spoken word, estilo que estava um tanto sumido. Enfim, é como uma leitura de poesia, só que no caso do Tank and the Bangas é tipo um sarau dançante. KING PRINCESS A cantora King Princess Divulgação Desde que o line-up do Lollapalooza, muita gente vem apostando as fichas nessa moça aí da foto acima, a King Princess. Esse é o nome artístico de Mikaela Mullaney, uma cantora e multiinstrumentista novaiorquina de 21 anos. Ela entra na nossa cota indie da lista de apostas internacionais. King Princess faz um pop funkeado e intenso com letras sobre decepções no amor e na vida em geral. Seria um dos shows mais imperdíveis do Lolla. Mas ainda não se sabe se ela segue confirmada para a nova data do festival, que agora acontece nos dias 3, 4 e 5 de dezembro de 2020. Veja Mais

Pintura de Van Gogh é roubada de museu holandês durante isolamento por coronavírus

G1 Pop & Arte Ladrões forçaram portas do Museu Singer Laren durante madrugada e levaram a pintura 'Lentetuin', ou 'Jardim da Primavera', que havia sido emprestada pelo Museu Groninger. Pintura 'Lentetuin', ou 'Jardim da Primavera', de Vincent van Gogh Museu Singer Laren/Reuters Ladrões roubaram uma pintura de Vincent van Gogh do Museu Singer Laren, na Holanda, durante a noite, disse seu diretor nesta segunda-feira (30). A galeria, na cidade de Laren, a leste de Amsterdã, está atualmente fechada ao público devido à pandemia de coronavírus. A pintura "Lentetuin", ou "Jardim da Primavera", que representa o jardim da reitoria de Neunen e data de 1884, havia sido emprestada pelo Museu Groninger, na Holanda. "Estou chocado e absolutamente irritado que isso tenha acontecido", disse Jan Rudolph de Lorm, diretor do Museu Singer Laren, em um vídeo postado no YouTube. "Esta obra de arte esplêndida e comovente de um dos nossos grandes artistas foi roubada, tirada da comunidade", afirmou ele. A polícia disse que os ladrões forçaram as portas da frente de vidro do prédio por volta das 3h15 no horário local. A pintura roubada mostra uma mulher em um jardim com arbustos esparsos de flores vermelhas e a igreja ao fundo. Os museus holandeses estão fechados por causa do surto de coronavírus desde 12 de março. Veja Mais

Turnê de despedida do Kiss no Brasil é adiada de maio para novembro por causa do coronavírus

G1 Pop & Arte Banda passará com a End of The Road Tour por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Ribeirão Preto, Uberlândia e Brasília A banda KISS é fotografada durante lançamento na Sirius Satellite Radio, em Nova York. Andrew Kelly/Reuters A passagem da turnê de despedida do Kiss pelo Brasil foi adiada de maio para novembro por causa do coronavírus. As novas datas da "End Of The Road Tour" são: São Paulo, dia 14/11/2020, no Allianz Parque; Brasília, dia 10/11/2020, no Ginásio Nilson Nelson; Uberlândia/MG, dia 12/11/2020, no Estádio Parque do Sabiá; Ribeirão Preto/SP, dia 15/11/2020, na Arena Eurobike; Curitiba, dia 17/11/2020, na Pedreira Paulo Leminski; e Porto Alegre, dia 19/11/2020, local a definir. A produtora Mercury Concerts informou que todos os ingressos já adquiridos serão válidos para as respectivas novas datas. No comunicado divulgado nesta segunda-feira (30) à imprensa, não foram divulgadas informações sobre restituição de valores de ingressos. Em setembro de 2018, a banda Kiss anunciou sua despedida dos palcos. Desde janeiro, o grupo tem feito apresentações de sua turnê de despedida, já tendo passando pelo Canadá, Estados Unidos, México, Alemanha, Áustria, Rússia, Polônia, Ucrânia, França, Itália, Escócia, Inglaterra, entre outros países. "Tudo o que construímos e conquistado ao longo dessas mais de quatro décadas jamais poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas pelo mundo que lotaram clubes, arenas e estádios ao longo dos anos. Essa será a celebração final com todos aqueles que já nos assistiram e a última chance para aqueles que não nos assistiram. Exército Kiss, estamos dizendo adeus em nossa turnê final com nosso maior show já feito e vamos sair do mesmo jeito que entramos: poderosos e incessantes”, escreveu o grupo em comunicado oficial divulgado no site. Veja Mais

Após live com 5 horas de duração, Gusttavo Lima promete 2ª edição do 'Buteco em Casa' para 11 de abril

G1 Pop & Arte No sábado (28), cantor sertanejo fez transmissão ao vivo de show em sua casa através do canal no Youtube. Após live de Gusttavo, Jorge e Mateus também confirmaram show on-line em breve e Marília Mendonça relatou pressão. Após live de 5 horas de duração, Gusttavo Lima promete 2ª edição para 11 de abril Gusttavo Lima confirmou a segunda edição do "Buteco em Casa". O cantor sertanejo realizou a transmissão da primeira sessão do show on-line direto de sua casa, no sábado (28), ao longo de cinco horas. Agora, Gusttavo promete repetir a dose no dia 11 de abril. O cantor contou a novidade em seu Instagram, onde também revelou ter sofrido com a ressaca após a primeira edição da live. "Que ressaca, meus amigos. Nunca mais eu vou beber, prometo. Preciso de um boldo urgente", comentou o cantor. "Passando pra agradecer cada um de vocês. E já deixar registrado aqui: ‘buteco em casa segunda sessão’ ocorrerá 11 de abril, daqui duas semanas aqui em casa de novo. Vou montar um repertório maravilhoso e vai ser diferente." O cantor deixou o vídeo da primeira edição disponível no Youtube e na manhã desta segunda-feira (30) ainda aparecia como o primeiro mais visto no Youtube e contava com mais de 13 milhões de visualizações. Após a live de Gusttavo Lima, os fãs começaram uma campanha para Jorge e Mateus também fazer uma transmissão on-line e a dupla sertaneja confirmou. Eles ainda não divulgaram a data. Initial plugin text Marília Mendonça, uma das primeiras a realizar lives nesse período de isolamento por causa do coronavírus, comentou que também está sendo cobrada pelos fãs. "Tá feliz, Gusttavo Lima, a pressão que eu tô sofrendo. Você inflacionou o mercado das lives, cara", escreveu a cantora em suas redes sociais. Veja Mais

'La casa de papel' chega à última temporada com fórmula repetida e troca de casais; G1 já viu

G1 Pop & Arte Quarta parte tem menos ação e violência e mais ‘terror psicológico’. Trama tira foco do plano inicial. Temporada final estreia nesta sexta (3) com personagem transexual. 'La Casa de Papel': assista ao trailer da 4ª temporada Nada na quarta parte de “La casa de papel” é exatamente novo. O assalto já foi explicado na terceira temporada e a maneira de conduzi-lo é a mesma já vista na série inteira. Mas o truque do roteiro para tornar o desfecho interessante é brincar com tempo e espaço e desconstruir certezas a cada par de episódios. A última temporada da série espanhola chega à Netflix nesta sexta-feira (3). O plano de assalto, tão bem desenvolvido na Casa da Moeda, onde se passaram as duas primeiras temporadas, tem menos destaque no Banco da Espanha, onde a turma de assaltantes tenta roubar as reservas nacionais de ouro. Na terceira temporada, que conta a primeira parte desta história, o bando está milionário e vivendo em pequenos paraísos, mas volta a se juntar para resgatar Rio, capturado após um deslize. Cena da quarta temporada de 'La Casa de Papel' Divulgação A prisão e a tortura de Rio são transformadas pelos personagens em uma afronta aos direitos humanos. Para negociar com o estado, eles invadem o Banco da Espanha, onde está guardado o ouro do país. Nesta última, todo mundo está perdido, um membro do grupo está entre a vida e a morte, uma peça importante do bando de assaltantes se rebela e o professor já não tem controle sobre a situação. Além de conduzirem um assalto com reféns na principal instituição financeira espanhola, eles ainda lidam com muita pressão pessoal e emocional. Quem acompanha a série desde o início pode chegar à temporada final achando que já conhece tudo sobre os personagens e o mecanismo de suas ações. E é aí que a equipe quer fisgar o espectador. As sequências de ação e violência ainda existem, mas demoram a chegar. Primeiro, há muitas doses de um terror psicológico que traz profundidade aos personagens e sentido às ações. Há também trocas de casais e criação de novos laços entre os personagens. São nessas pequenas pausas humanas que a série cresce. O matriarcado e 'otras cositas' O matriarcado declarado por Nairobi na segunda temporada finalmente dá seus sinais. O comando da operação fica, por uma parte do tempo, com Tokio. E as mulheres têm papéis importantes na dinâmica do assalto. As personagens femininas estão o tempo todo, mas sem forçar, falando sobre violência de gênero, maternidade e sexualização da mulher. São momentos curtos, mas interessantes porque mostram um pouco de com está o debate a luta feminista na Espanha. Entre os novos personagens, o grande destaque é uma mulher transexual, com uma fala comovente sobre aceitação e um papel que cresce durante a temporada. O criador da série, Alex Pina, admitiu ter tirado o pé do acelerador. “Nesta quarta temporada, o que propomos é parar um pouco, abaixar a velocidade para poder saborear alguns personagens drasticamente”, disse em entrevista ao portal mexicano Estilo DF. A sensação é de que a maioria dos personagens entrou nessa temporada com as entranhas de fora. Aos fãs, cabe embarcar na viagem proposta pela equipe e aproveitar a última dose do caos proporcionado pela série. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Sujeito estranho', Ney Matogrosso, 1980

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Sujeito estranho', de Ney Matogrosso Vânia Toledo ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Sujeito estranho, Ney Matogrosso, 1980 ♪ Existem dois álbuns de Ney Matogrosso conhecidos somente pelos seguidores mais fiéis do cantor. Quem não vive tem medo da morte (1988) até fez jus ao ostracismo por conta dos equivocados arranjos da produção orquestrada por Marco Mazzola. Lançado oito anos antes, em 1980, Sujeito estranho merecia ter obtido mais exposição na época. Até porque o álbum ainda resulta interessante 40 anos após a edição original. Trata-se de álbum originado do show Seu tipo (1979), no qual Ney se apresentou pela primeira vez de cara limpa. Sete anos mais tarde, a retirada da fantasia seria aclamada no show O pescador de pérolas (1986). Mas foi no show Seu tipo que o cantor, pela primeira vez, confiou somente no poder da voz de contratenor. Com repertório composto basicamente por regravações, o álbum Sujeito estranho herdou músicas do roteiro do show Seu tipo. Das 11 músicas do álbum, somente duas eram inéditas em disco em 1980. Uma – Napoleão (alfinetada nos ditadores de plantão) – vinha com a assinatura de Luhli (1945 – 2018) e Lucina, amigas de Ney e compositoras associadas à trajetória do cantor deste antes da explosão do trio Secos & Molhados. A dupla também figurava no disco com Coração aprisionado (1979), lançada por Luli & Lucina no ano anterior. A outra inédita, Sujeito estranho, era de Oswaldo Montenegro, cantor e compositor que despontara em festival de 1979. A música Sujeito estranho explicitou a sexualidade do cantor, expondo sensualidade já amplificada no álbum anterior Seu tipo. Essa sensualidade também reverberou em Doce vampiro (1979), música da amiga simpatizante Rita Lee, fornecedora do primeiro hit radiofônico da carreira solo de Ney, Bandido corazón (1976). Orquestrado sem o tom tecnopop que começava a se insinuar na MPB, o álbum Sujeito estranho foi produzido pelo pianista e maestro uruguaio Miguel Cidras (1937 – 2008), autor do arranjo em clima da gafieira do samba-exaltação Rio de Janeiro (Isto é o meu Brasil) (Ary Barroso, 1950). Esse flash da era do rádio e a regravação do fado Barco negro (Caco Velho e Piratini em versão brasileira de David Mourão Ferreira, 1954) soaram até inusitados em disco que dialogava basicamente com a MPB dos anos 1970. Sempre atento aos sinais, Ney já deu voz no álbum a duas músicas de Angela RoRo, Balada da arrasada e Não há cabeça, ambas lançadas em 1979 (a primeira na voz da autora e a segunda em antológica gravação de Marina Lima). Guti Carvalho assinou a direção de produção deste disco em que Ney também regravou duas músicas lançadas em 1976 pelo grupo Os Doces Bárbaros. Um índio (Caetano Veloso) e O seu amor (Gilberto Gil) – esta bafejada pelo sopro da flauta (de Zé Carlos) que sobressaiu no envolvente arranjo de Miguel Cidras – são faixas que valorizaram o álbum. Sucesso do terceiro álbum do grupo Os Mutantes, Ando meio desligado (Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, 1970) completou o repertório deste disco ignorado pelo próprio Ney na época. É que, a bem da verdade, o cantor gravou o álbum Sujeito estranho para cumprir o contrato com a gravadora WEA e migrar para a então recém-aberta Ariola e, nessa companhia fonográfica, reencontrar o produtor Marco Mazzola. A estratégia deu certo do ponto de vista mercadológico. Na sequência, Mazzola foi o arquiteto dos dois álbuns, Ney Matogrosso (1981) e Mato Grosso (1982), mais bem-sucedidos da discografia solo de Ney Matogrosso. Dois grandes discos, justiça seja feita. O cantor embarcou na onda tecnopop com Mazzola até a fórmula se desgastar, em meados dos anos 1980, e Ney decidir tirar novamente a fantasia no recital O pescador de pérolas. Mas ficou na história este inquieto Sujeito estranho, joia rara da obra fonográfica do cantor. Veja Mais

Mallu Magalhães projeta 'Felicidades' para junho

G1 Pop & Arte ♪ Felicidades. Esse é o título do quinto álbum (solo) de estúdio de Mallu Magalhães, gravado em Lisboa, Portugal, com produção musical de Mario Caldato Jr. e repertório autoral trilíngue composto por 14 músicas inéditas escritas em português, inglês e espanhol. A cantora, compositora e instrumentista paulistana projeta o lançamento de Felicidades para junho, embora tudo seja incerto por ora no universo pop por conta da pandemia do coronavírus. Certo é que o primeiro single é a música Quero-quero, apresentada pela artista em primeira mão em live feita no festival #tamojunto, organizado pelo jornal O Globo. Felicidades é o primeiro álbum de Mallu Magalhães desde Vem (2017), disco que representa ponto culminante de excelência na obra fonográfica da artista. Veja Mais

Chico César e Geraldo Azevedo cogitam perpetuar em disco o show 'Violivoz'

G1 Pop & Arte Prevista para maio, estreia da turnê está adiada para o segundo semestre. ♪ Por conta da pandemia do coronavírus, Chico César e Geraldo Azevedo tiveram que adiar a estreia da turnê com que vão percorrer o Brasil com o show Violivoz. Prevista para chegar à cena em maio, no Nordeste, a turnê nacional deverá efetivamente começar no segundo semestre, possivelmente na cidade de São Paulo (SP). Qualquer que seja a rota efetiva da turnê, permanece inalterada a ideia de perpetuar o show Violivoz em gravação ao vivo, em data e local ainda a serem escolhidos. Nada é oficial, por ora, mas existe da parte dos artistas a vontade natural de registrar o show. Até porque a parceria em cena já rendeu uma música assinada pelos dois compositores e já garantida no roteiro do show, Tudo de amor, com melodia de Geraldo e letra de Chico. Veja Mais

G1 lista lives musicais deste sábado (28): Miley Cyrus, Jay-Z, Jack Johnson, MC Rebecca...

G1 Pop & Arte Entre as transmissões ao vivo do dia também está um festival do Twitch com Rita Ora, Joe Jonas, Charlie Puth, John Legend, Thalia, Cage the Elephant, Lumineers e outros; veja lista do G1. Jack Johnson, Miley Cyrus e Jay-Z estão entre os artistas que fazem lives neste sábado (28) Divulgação A programação musical de lives, transmissões ao vivo na internet, inclui Miley Cyrus, Jay-Z, Jack Johnson, MC Rebecca e muitos outros neste sábado. O G1 lista as principais lives do dia abaixo. Continuam as séries #TamoJunto e #MúsicaEmCasa (clique nos nomes para ver a programação completa). O bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. Na tentativa e erro, as transmissões apontam caminhos para a música pop em quarentena. O G1 fez um intensivão de lives e conversou sobre os desafios deste formato; leia. A lista abaixo está toda no horário de Brasília. Lives deste sábado (28) JAY-Z, J. Cole, Lil Wayne, Meek Mill, Gunna, City Girls, 21 Savage mais - 13h - Tidal AtHome - Link Rita Ora, Joe Jonas, Charlie Puth, John Legend, Thalia, Cage the Elephant, Lumineers e outros - Twitch Stream Aid 2020 - 13h - Link Sofi Tukker - 14h - Link Miley Cyrus - 15h30 - Link Xande de Pilares - 17h - Link (TamoJunto) Paul Oakenfold, Alan Fitzpatrick e outros - Beatport ReConnect - 17h - Link Projota - 18h - Link (TamoJunto) Brendan Benson - 18h20 - Link Orochi - 18h30 - Link (TamoJunto) Melim - 19h - Link (MúsicaEmCasa) Melissa Etheridge - 19h - Link Christine and the Queens - 19h - Link Vanessa Carlton - 19h - Link Ben Folds - 19h - Link Jack Johnson - 19h - Link MC Rebecca - 19h30 - Link (TamoJunto) Haikaiss - 20h - Link (TamoJunto) Ben Gibbard (Death Cab for Cutie) - 20h - Link Pedro Sampaio - 20h30 - Link (TamoJunto) Tropkillaz - 21h - Link (MúsicaEmCasa) Rael - 21h30 - Link (TamoJunto) Diplo - 0h - Link MC Rebecca Divulgação Veja Mais

Daniel Azulay, desenhista e artista plástico, morre vítima de coronavírus, aos 72 anos

G1 Pop & Arte Ele estava internado havia duas semanas na Clínica São Vicente. Daniel lutava contra a leucemia e contraiu o vírus, segundo parentes. Artista plástico Daniel Azulay morre de coronavírus O desenhista, pintor e cartunista Daniel Azulay morreu nesta sexta-feira (27) no Rio de Janeiro. O artista plástico de 72 anos lutava contra uma leucemia e contraiu o coronavírus, segundo parentes e sua página oficial. Azulay estava internado havia duas semanas no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca. Biografia O artista gráfico Daniel Azulay Lucio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados Daniel ganhou notoriedade no Brasil inteiro nos anos 70 e 80 por participar de programas educativos para públicos infantis, como a Turma do Lambe Lambe, em canais como TV Educativa e Bandeirantes. Posteriormente continuou trabalhando em outros programas e projetos na internet. DANIEL AZULAY: Autodidata e engajado em causa sociais Nascido no Rio em 30 de maio de 1947, Azulay foi um desenhista autodidata que se formou em Direito pela Universidade Cândido Mendes em 1969. Na mesma época, começou a publicar suas primeiras histórias em quadrinhos e cartuns em revistas e jornais. O trabalho de Daniel também ensinava a importância de conceitos como sustentabilidade e meio ambiente. Ao longo da carreira, o artista também se envolveu em vários projetos sociais e de conscientização. Daniel Azulay com agentes da Operação Lei Seca Divulgação Por exemplo, em 2014 Azulay criou "Soprinho e sua Turma", personagens infantis da Operação Lei Seca do RJ. O personagem Soprinho idealizado pelo desenhista é um bafômetro simpático e falante que, através de histórias bem-humoradas ao lado de seus amigos, alerta e conscientiza as crianças sobre os problemas causados pela mistura de álcool e direção. Até hoje, estes personagens são usados em ações educativas da Lei Seca para o público infantil. Repercussão Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Till Lindemann, vocalista do Rammstein, é internado na UTI e teste para coronavírus dá negativo

G1 Pop & Arte Imprensa alemã chegou a dizer que o cantor de 57 anos estava com coronavírus, mas notícia foi desmentida pela própria banda. Rammstein Daigo Oliva/G1 Till Lindemann, vocalista da banda alemã Rammstein, foi internado na UTI de um hospital em Berlim na quinta-feira (27). Ele fez um teste para cononavírus que deu negativo. O jornal alemão "Bild" chegou a dizer que ele estava com o novo coronavírus, antes de o perfil oficial da banda anunciar que o teste deu negativo, sem divulgar mais informações sobre seu estado de saúde. Ele tinha acabado de voltar de shows em Moscou e teve uma febre muito alta antes de ser internado. Veja Mais

Bucky Pizzarelli, guitarrista de jazz, morre aos 94 anos vítima do coronavírus

G1 Pop & Arte Músico gravou com Frank Sinatra e Sarah Vaughan e tocou na banda do 'Tonight Show'. Bucky Pizzarelli em apresentação nos estúdios da KNKX Seattle Reprodução/YouTube/KNKX Public Radio O guitarrista de jazz Bucky Pizzarelli morreu nesta quarta-feira (1º) aos 94 anos vítima do novo coronavírus. Muito procurado para participar de gravações de discos nos anos 1950 e 1960, ele participou da banda do "Tonight Show" entre 1964 e 1972 e tocou em gravações de nomes como Frank Sinatra e Sarah Vaughan. Ao tocar uma guitarra com sete cordas, ele era capaz de fazer a linha de baixo para si mesmo. A partir dos anos 1980, Pizzarelli passou a se apresentar com seu filho, John. Veja Mais

Vitor Kley preserva habilidades no single 'O amor é o segredo'

G1 Pop & Arte Cantor apresenta a primeira música do segundo álbum de estúdio, 'A bolha', sem sair do costumeiro tom pop folk. Capa do single 'O amor é o segredo', de Vitor Kley Divulgação Resenha de single Título: O amor é o segredo Artista: Vitor Kley Compositor: Vitor Kley Gravadora: Midas Music Cotação: * * * ♪ Vitor Kley deixou de ser mais um na multidão do universo pop brasileiro por apostar na força da canção. Embora acenem para o público jovem com linguagem pop e coloquial, as melodias e letras do compositor gaúcho pairam acima do nível raso de boa parte da produção fonográfica nacional voltada para o mainstream. Sem impressionar, mas tampouco sem decepcionar, Kley preserva as habilidades autorais no single O amor é o segredo, primeira amostra do segundo álbum de estúdio do cantor, A bolha, produzido por Rick Bonadio e gravado sob direção artística dividida entre Renato Patriarca e o próprio Bonadio, cujo estúdio caseiro é a própria bolha mencionada no título do disco. Em O amor é o segredo, o canto suave e polido do artista propaga a boa vibração dessa música terna, sem cair em terreno sentimental. Na voz de Kley, versos quase pueris como “Um dia me disseram que nada vai adiantar / Que o mundo tá perdido e não sai do lugar / Pena de quem acreditou / Se a gente existe, ainda existe o amor / Então eu te quero muito bem / Quero te amar sem medo / Sorrir sem saber por quê / O amor é o segredo que falta a gente entender” escapam de soar piegas. Na nota oficial sobre a edição do single O amor é o segredo, Vitor Kley sinaliza que o álbum A bolha está pautado por maior variedade rítmica, indo além do folk pop que caracteriza primordialmente o som do artista. “(O disco) tem uma diversidade maior. Retrata bem quem sou, o cara que toca violão de cordas de nylon em casa, que usa acordes de sétima para um lance mais MPB, que pega a guitarra e curte tocar um rock´n´roll de duas notas”, enumera Kley. A julgar pelo single O amor é um segredo, canção (bem) enquadrada por Bonadio na moldura do folk pop, Vitor Kley mantém inalterada n'A bolha a receita do solar cancioneiro do primeiro álbum, Adrenalizou (2018). E mal nenhum há nisso. Até porque, no caso do jovem artista, a simplicidade linear talvez seja o segredo do sucesso. Veja Mais

'Pearl Jam falava no estúdio sobre como o mundo ficou doido', diz produtor de novo álbum

G1 Pop & Arte Ao G1, Josh Evans explica como versos raivosos de Eddie Vedder sobre mudanças climáticas e Trump refletem preocupação da banda com as notícias. Ouça trechos do disco ‘Gigaton’. "É estranho ver o que viraram as emoções desse disco nos últimos dias", diz Josh Evans, produtor do sombrio e raivoso "Gigaton", 11º álbum do Pearl Jam. Assim como a banda, Josh é de Seattle, cidade que foi o primeiro foco do coronavírus nos EUA. Isolado em casa, ele falou ao G1 pelo telefone. Eddie Vedder vocifera contra Donald Trump e um mundo em crise climática que "está ficando doido" no disco lançado na sexta-feira (27). Ele mal sabia que a loucura ia ficar ainda maior com a pandemia. Mas a trilha sombria, com alguns sinais de esperança, não deixa de ser adequada aos dias de hoje. Ouça acima o podcast G1 Ouviu sobre o novo disco do Pearl Jam e o legado do grunge. Pearl Jam Divulgação Josh, de 41 anos, estreia como produtor do Pearl Jam. O currículo não é muito estrelado, mas ele circula bem em Seattle e assinou produções do falecido Chris Cornell e da sua banda, o Soundgarden. Ela trabalha há anos com o Pearl Jam, "desde carregar caixas até pintar paredes do estúdio". É o primeiro trabalho da banda com outro produtor após 30 anos com Brendan O'Brien. Josh fala como profissional e fã: "Eu aprendi a tocar guitarra ouvindo discos do Pearl Jam".. Ele se sentia "roubando ideias" dos músicos. "Eu só repetia para eles o que me ensinaram". Leia a entrevista: G1 - Estrear com o Pearl Jam depois de 30 anos com o mesmo produtor te deixou nervoso? Josh Evans - Foi muito estranho. Meu histórico é de engenheiro de áudio. Mas nos últimos 10 anos eu trabalhei com a banda em outras coisas. Fiz desde carregar caixas e pintar paredes de estúdio a ser um roadie e técnico de teclado. Nos últimos cinco anos, trabalhei com discos solo deles. E aí, em janeiro de 2017, começaram a marcar sessões de estúdio. De início eu só ia ajudar a gravar a demo. Uma hora ficou claro que eram as músicas de verdade. Foi engraçado, eles nunca disseram: "você é o produtor". Só fui gravando. Josh Evans, produtor de 'Gigaton', do Pearl Jam Divulgação G1 - Então como foi quando você descobriu que era o produtor do disco? Josh Evans - Foi aterrorizante e gratificante. Fiquei assustado em ter essa responsabilidade. Mas tive sorte de eles terem confiado em mim. Eu nasci em 1978, em Seattle, então era adolescente quando o grunge estava acontecendo. Eu fui a muitos shows do Pearl Jam como fã quando garoto. Parece que estou trapaceando. Aprendi a tocar guitarra ouvindo Pearl Jam. Agora o Mike [McCready] e o Stone [Gossard] me perguntam: "o que seria legal aqui?". Eu só penso no que eles me ensinaram. E eles falam "boa ideia." Nem é ideia minha, eu roubei deles. Só repito para eles 20 anos depois. G1 - Quanto tempo vocês passaram com esse disco? Josh Evans - Dois anos. Na abertura de "Retrograde", por exemplo, eu devo ter passado uns dois dias experimentando coisas diferentes, esticando partes de guitarras e mexendo no Pro-tools. É muito legal ter o luxo de ter esse tempo, horas incontáveis. G1 - Já existia o nome e a ideia de 'Gigaton' desde o começo? Parece tudo amarrado com os vocais, o baixo mais forte, as letras... Josh Evans - Eles me falaram o nome só depois. Não acho que foi intencional no começo. Mas Eddie e todos os membros pensam em tudo que está acontecendo no mundo. Eles não falaram: "vamos fazer um disco sobre mudanças climáticas, ou política". Era só o que estava na cabeça deles hoje em dia. É estranho ver o que viraram as emoções desse disco nos últimos dias. Não dava para prever. Eddie Vedder, do Pearl Jam, no show solo desta quarta-feira (28) no Citibank Hall, em São Paul Celso Tavares/G1 G1 - E vocês conversavam sobre essas coisas no estúdio? Josh Evans - Sim. Mas do mesmo jeito que todo mundo: você acorda, toma seu café, lê as notícias e fala: "Viu o que o Trump fez hoje? O que eles estão falando? Não acredito no que está acontecendo". O bom de uma banda como o Pearl Jam é que eles conseguem colocar essas emoções nas músicas. No estúdio nunca foi uma coisa direta tipo "estou bravo com o Trump, vamos escrever uma música sobre ele". Estávamos vivendo nesse mundo e tentando entendê-lo juntos. Mas como todo mundo, havia muita conversa no estúdio, todo dia, sobre como esse mundo ficou doido. Pearl Jam encerra apresentações do segundo dia do Lollapalooza 2018 sob o comando do vocalista Eddie Vedder Marcelo Brandt/G1 G1 - Sendo de Seattle, você concorda que eles estão fazendo um grunge maduro? Josh Evans - Para a gente em Seattle o termo grunge nunca significou muito, é uma coisa de pessoas de fora. Mas acho que tentamos manter a autenticidade, crueza e a honestidade desses artistas grunge. E sim, acho que tem uma uma maturidade. Eles foram corajosos, tentaram coisas diferentes. É o disco que esses cinco caras poderiam fazer hoje. É um registro dessa época de quem eles são, de um jeito que ninguém mais podia ter feito. G1 - A música 'Comes then goes' parece feita para um amigo de Eddie que morreu, e especulou-se que era Chris Cornell. Ele falou sobre isso? Josh Evans - Nunca falamos explicitamente sobre nenhuma letra. Mas a morte do Chris teve um enorme impacto sobre a banda - e em mim também. Eddie e Matt [Cameron] foram muito próximos dele. Acho que a morte dele influenciou elementos de todas as músicas. Como não poderia? Mas não acho que o Eddie é um compositor direto. A genialidade dele é pegar o que está acontecendo no mundo, na casa dele, no coração dele, nos vizinhos, incorporar nas letras e fazer isso se conectar com todos. Não sei onde está a influência do Chris, mas sei que está em todo lugar. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Nuvens', Tim Maia, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Nuvens', de Tim Maia Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Nuvens, Tim Maia, 1982 ♪ Em 1981, Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998), o popular Tim Maia, estava sem dinheiro. Como tampouco tinha crédito nas gravadoras, por conta de passagens ruidosas pelas principais companhias fonográficas atuantes no Brasil, o cantor e compositor carioca se viu sozinho e sem espaço no mercado convencional. “E por ter um gênio forte / Ás vezes me batem portas / E me jogam pra escanteio / Mas já estou acostumado”, resignou-se Tim Maia nos versos reflexivos da canção autoral Ninguém gosta de se sentir só, uma das 12 músicas de álbum de 1982, Nuvens, resultante desse momento de solidão mercadológica em que o artista recorreu à própria gravadora, Seroma (aberta nos anos 1970 e batizada com as iniciais do nome de Tim), para tentar se erguer no mundo do disco. Para poder bancar o álbum, Tim gravou e editou compacto em 1981 com a esperança de se capitalizar. Deu sorte, embora a música do lado B, Do Leme ao Pontal (Tim Maia), somente tenha caído realmente na preferência popular com a regravação de 1986. Gravado e lançado em 1982, o álbum Nuvens foi reconhecido como vigoroso trabalho de Tim, mas nem por isso deixou de passar em brancas nuvens – com perdão do trocadilho. Nuvens é um dos mais inspirados e menos ouvidos álbuns de Tim Maia, podendo ser considerado o marco final do auge artístico desse cantor e compositor que irrompera no alvorecer da década de 1970 como a mais perfeita tradução brasileira do soul e do funk norte-americanos. Após Nuvens, Tim adocicaria progressivamente o soul com o mel falsificado de baladas industrializadas. Mas nada saiu do tom neste disco produzido e arranjado pelo próprio Tim Maia em gravação orquestrada com os toques de músicos como o trompetista Paulinho Trompete e o guitarrista Beto Cajueiro, parceiro de Tim na composição do funk Apesar dos poucos anos. Passados 39 anos, Nuvens resiste como um dos melhores álbuns do cantor. Tanto pela boa qualidade do repertório como pelo frescor do groove azeitado, mote de O trem (Tim Maia), música apresentada em versão instrumental no lado A do LP original e complementada em registro cantado no lado B. E por falar em groove, o animado balanço de A festa é um dos mais aliciantes da discografia de Tim. Na pista, A festa nada fica a dever a Vale tudo (Tim Maia, 1983), o clássico instantâneo que o cantor lançaria dois anos depois em gravação feita com Sandra de Sá e incluída em álbum da cantora. Batizado com o nome de refinada e então inédita balada soul de Cassiano, cujo toque do violão adorna a música-título Nuvens, o álbum apresentou samba-soul, Outra mulher (Tim Maia), e funk ambientalista, Ar puro, parceria de Tim com Robson Jorge (1954 – 1992). Sem saudosismo, o cantor relembrou no funk Hadock Lobo esquina com Matoso (Tim Maia) – na qualidade de privilegiada testemunha ocular – o começo juvenil dos colegas Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor e Roberto Carlos em turma aglutinada no bairro carioca da Tijuca. Na balada Deixar as coisas tristes para depois (Pedro Carlos Fernandes), Tim contrariou o título da canção com ar melancólico que, a rigor, volta e meia aparecia na discografia do cantor e compositor de Azul da cor do mar (1970). Ah, se o mundo inteiro pudesse ter ouvido em 1982 esse álbum Nuvens... O público ia se deparar com bela abordagem de Na rua, na chuva, na fazenda (Hyldon, 1973), feita com o toque do violão do colega de geração soul, Hyldon, criador dessa canção que estourou em 1975 dois anos após ter sido lançada pelo autor em obscuro compacto. Hyldon também contribuiu com vocal em Sol brilhante (Rubens Sabino e Tim Maia), música que fechou o álbum Nuvens em clima radiante. No mercado fonográfico, o tempo se abriria para Tim Maia em 1983, ano em que o cantor assinou com a gravadora Lança, recém-aberta por Jairo Pires, e fez álbum que lhe rendeu os sucessos O descobridor dos sete mares (Michel e Gilson Mendonça, 1983) e Me dê motivo (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1983). Pena que, então, o tempo de Nuvens já tivesse passado, encobrindo um dos mais coesos álbuns da irregular discografia de Tim Maia. Veja Mais

Anitta dança remotamente com Miley Cyrus em live especial de quarentena

G1 Pop & Arte Cantora americana criou talk show para debater como 'manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis'. Anitta participa de live de Miley Cyrus Reprodução/Instagram/mileycyrus Anitta participou nesta quarta-feira (1º) do programa "Bright Minded", criado pela cantora americana Miley Cyrus e transmitido em suas redes sociais. Na edição, as duas brincaram e dançaram "Rave de favela". A live produzida de segunda a sexta-feira durante o período de isolamento tem a intenção de debater com seus convidados como "manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis" e conversar sobre os mais variados temas. Initial plugin text Miley transmite a atração direto de sua casa. O programa é exibido no IGTV da cantora e também fica disponível no YouTube e no Facebook. Na atração, Miley já recebeu Alicia Keys, Selma Blair, Nicole Richie, Paris Hilton, Reese Witherspoon, Hilary Duff, Bebe Rexha, Dua Lipa, entre tantas outras celebridades. Para o programa desta quarta-feira (1), Miley convocou, além de Anitta, Ashley Longshore, Zoe Kravitz e Diplo. Miley Cyrus convoca Anitta para participar de episódio de programa criado durante isolamento Reprodução/Instagram Veja Mais

Autora libera livro de Harry Potter de graça e site com atividades para crianças em quarentena

G1 Pop & Arte 'Harry Potter e a Pedra Filosofal', primeiro volume da série, estará disponível na internet de graça como livro eletrônico e audiolivro durante o mês de abril, mas ainda sem versão em português. J. K. Rowling Reuters/Neil Hall A autora britânica J. K. Rowling está torcendo para que sua amada série de livros de Harry Potter encante as crianças entediadas em casa devido ao isolamento adotado em muitos países para deter o coronavírus. Ainda não há uma versão em português. O audiolivro estará disponível incialmente em inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e japonês, e a versão interpretada pelo ator britânico Stephen Fry estará acessível na América do Norte pela primeira vez. "Harry Potter e a Pedra Filosofal", o primeiro volume da série sobre o menino mago, estará disponível na internet de graça como livro eletrônico e audiolivro durante o mês de abril, parte de uma iniciativa para ajudar pais, cuidadores e professores a entreter as crianças isoladas, anunciou Rowling nesta quarta-feira. Um novo portal online, Harry Potter At Home, será dedicado a crianças pequenas e será lançado no WizardingWorld.com, o site oficial dos fãs de Harry Potter e da série de filmes derivados da franquia, "Animais Fantásticos". Todas as semanas, a "Wizarding Wednesdays" e uma newsletter por email oferecerão atividades criativas, questionários e ideias. "Espero que estas iniciativas deem às crianças, e até aos adultos, uma distração feliz durante seu período forçado em casa", disse Rowling. Veja Mais

Claudia Leitte aposta em 'Rebolada bruta' com funkeiro MC Zaac

G1 Pop & Arte Música promove a segunda parte de 'Bandera move', álbum trilíngue da cantora. ♪ Claudia Leitte lança na sexta-feira, 3 de abril, a segunda parte de Bandera move, álbum trilíngue que reúne músicas gravadas em português, inglês e espanhol. Na capa de Bandera move – P. II, a artista aparece em foto de Danilo Borges, em imagem incrementada com arte de Alceu Neto. A faixa escolhida para promover essa segunda parte do álbum é Rebolada bruta, música gravada pela cantora com o funkeiro paulista MC Zaac e já mostrada por Claudia Leitte em fevereiro, na temporada carnavalesca da Bahia. Gravado em novembro, sob direção de Jacques Dequeker, o clipe de Rebolada bruta entrará em rotação a partir das 13h de sexta-feira, 3, na sequência da edição do single à meia-noite. A segunda parte do álbum Bandera move chega ao mercado fonográfico quatro meses após a primeira, apresentada em dezembro em EP com quatro músicas. Esse EP inicial sinalizou que, sem deixar de ir atrás do trio elétrico, Claudia Leitte tenta com Bandera move se inserir no globalizado mercado pop latino de língua hispânica. Veja Mais

'Quarentena fitness': educadores físicos usam redes sociais para dar aulas de graça

G1 Pop & Arte Do treino funcional à yoga, atividades com peso do corpo ou com uso de livros e alimentos podem ser solução para aliviar a ansiedade e manter a saúde durante a quarentena. Veja dicas de 5 profissionais entrevistados pelo G1. Profissionais famosos na web usam redes sociais para ensinar exercícios durante quarentena Sejam treinos para suar e desestressar ou movimentos para relaxar a mente e se divertir, educadores físicos das mais diversas especialidades encontraram nas redes sociais uma forma de contribuir para o bem-estar e a saúde dos brasileiros durante a crise do coronavírus. "Saber que não está sozinho dá muito conforto. É importante conversarmos para não entrar em pânico. Minha aula é o avesso da correria da nossa sociedade: olhamos pra dentro, falamos mantras, meditamos, fazemos uma posição de cada vez. Compartilho meu estilo de vida", conta a professora de yoga Julia Oristanio, que tem feito aulas ao vivo pelas redes sociais. Coronavírus: 6 dicas da OMS para controlar o estresse e a ansiedade Para quem tem animais ou crianças, podem ser necessárias adaptações na rotina, mas o educador físico Cássio Fidlay garante que é possível fazer um bom treino em casa. "Se você se deita, os cachorros costumam vir pra cima, pulam. O ideal é reservar um momento para brincar com eles e outro para você, em cômodos separados. Tenho uma aluna que treinei por vídeo esses dias e o filho dela se divertiu. No outro dia, ela treinou em 30 minutos enquanto o filho dormia". O personal Cássio Fidlay gravou vídeos fazendo exercícios em casa Reprodução/Redes sociais O personal trainer Norton Mello é morador de São Paulo - capital que acumula o maior número de casos confirmados e mortes por covid-19 no Brasil - e contou ao G1 que dá treinos curtos ao vivo diariamente desde o dia 16 de março, quando os casos confirmados de coronavírus no país eram 234, segundo o Ministério da Saúde. Apesar de não conhecer ou ter contato pessoal com os alunos, o professor contou que tem tido um retorno intenso e positivo de quem o assiste em casa. "Como as pessoas não têm equipamentos, podem fazer atividades com o peso do corpo ou objetos que todo mundo tem, como uma cadeira. Tenho a limitação de não vê-las, por isso tento orientar e escolho movimentos que possam causar o mínimo de lesão e o peso do corpo é ideal pra isso", esclareceu. Personal Trainer Norton Mello faz vídeos de treinos ao vivo em rede social Reprodução/Redes sociais A bailarina e educadora física Aninha Calderón também está evitando execícios complexos nas postagens e deu um alerta para quem acha que "pode sair fazendo exercício". "Agachamento pode ser considerado fácil, mas pra quem não tem consciência corporal ou tem alguma lesão, não é. Por isso, passo opções de movimento com salto e sem salto, por exemplo", disse a professora que já fez coreografias para shows da Xuxa. Diante da quarentena, a carioca percebeu uma oportunidade de influenciar o pessoal a mexer o corpo "nem que seja dançando um forró sozinho na sala de casa", divertiu-se. "Gravo vídeos eu mesma fazendo os movimentos do 'Ballerón' - nome do meu método que mistura balé e ginástica. Lancei também um desafio dançando sozinha - não posso exigir que dancem junto porque nem todo mundo tem alguém ou pode encostar na pessoa em casa - e o pessoal compartilha dançando, me marca, tem sido muito legal essa troca", completou a bailarina, que já fez coreografias para Xuxa. Quarentena: profissionais de saúde dão dicas para manter a saúde mental em tempos de coronavírus A bailarina e coreógrafa Aninha Calderón dança em casa durante a quarentena Reprodução/Redes sociais Criando um hábito no confinamento "Não tem desculpa para não começar agora", desafiou o professor Cássio Fidlay. Coronavírus: como manter a rotina de atividades físicas mesmo em quarentena "Acredito que a quarentena, além de necessária, pode ser uma oportunidade pra quem é sedentário porque há varias opções de exercício não só para sair do tédio, como para pegar gosto - dentro ou fora de casa depois que a quarentena acabar", sugeriu. Para a yogi Julia, as aulas online são mais simples e têm conversas sobre a filosofia milenar da prática - o que ela considera ideal para quem quer começar no yoga. "Tenho recebido muitas mensagens de gente que enrolava para começar e que está aproveitando a quarentena para isso. É uma aula de muito bate-papo, mais básica. Com certeza uma forma maravilhosa de começar o nosso dia de forma mais positiva, nos exercitando". O momento de isolamento, no entanto, pode nos conectar ainda mais para vigiarmos a saúde uns dos outros, de acordo com a professora Marcela Gorgulho, que dá aulas de crossfit. "Temos que nos cuidar de longe mesmo. Que tal usarmos esse tempo para rever a forma como estamos nos comportando enquanto sociedade? Vamos ligar para as pessoas que amamos e pedir para sossegarem em casa. E mais: liguem para os amigos para treinarem juntos". Treinando a solidariedade Seguidores da professora Marcela toparam o desafio que ela fez nas redes sociais durante a quarentena. Reprodução/Redes sociais Mais do que cuidar da saúde física, Marcela lembra que cuidar de si através dos exercícios é também um gesto de empatia. "Não podemos deixar a peteca cair agora e ir para o hospital correndo o risco de se contaminar, ocupar os profissionais de saúde que estão precisando se dedicar a quem está com coronavírus. Se movimentar aumenta nosso sistema imunológico", explicou. Brasileiros que moram em várias partes do mundo também estão de quarentena e Norton contou que tem recebido mensagens de agradecimento de muitos que estão se sentido sozinhos em casa. "Encaro isso como uma forma de poder ajudar as pessoas. Uma moça que me assiste lá da Noruega escreveu dizendo que lá as pessoas lá são bem mais frias e que já se sente minha amiga porque sou uma das pessoas que ela mais tem visto pelo celular - já treinamos juntos todos os dias", contou em meio a risos. A bailarina Aninha lembrou a dificuldade econômica que vem com a crise do coronavírus para milhares de profissionais liberais e ressaltou a atividade física como uma forma de relaxamento diante da tensão da quarentena. "Uma menina veio me agradecer, disse que é autônoma e está muito pessimista, então o exercício a tem ajudado a mudar o foco. Eu também trabalho praticamente como autônoma, então também estou nessa situação", lamentou. Ao final da conversa com o G1, a yogi Julia quis deixar uma mensagem de esperança e de cuidado que devemos ter com nós mesmos e com os outros, seja através de uma aula ou mesmo do compartilhamento de notícias. "Vamos pegar no celular para fazer algo positivo, para espalhar paz, ao invés de disseminar notícia que às vezes a gente não sabe nem da onde vem e contribuir pra uma histeria coletiva. Que além de exercitar o corpo, exercitemos a mente", concluiu. A professora de Yoga Julia Oristanio marca encontros com alunos nas redes sociais Reprodução/Redes socais Veja Mais

Wallace Roney, trompetista de jazz americano, morre aos 59 anos vítima do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Músico, que ficou conhecido ao tocar com Miles Davis, estava internado desde quarta-feira (25) em hospital nos Estados Unidos. Wallace Roney toca em apresentação Divulgação/Silvio Tanaka O trompetista americano Wallace Roney, conhecido por tocar com Miles Davis, morreu nesta terça-feira (31) por complicações causadas pelo novo coronavírus. De acordo com o site da Rádio Pública Nacional (NPR, da sigla em inglês) americana, ele estava internado em hospital nos Estados Unidos desde quarta-feira (25). A notícia foi divulgada por sua noiva, Dawn Felice Jones. Veja Mais

Jorge e Mateus farão show ao vivo pela internet no próximo sábado

G1 Pop & Arte Fãs intensificaram pedidos por 'lives' de sertanejos após show de Gusttavo Lima pela internet. Dupla pediu ajuda nas redes sociais para escolher repertório. Jorge e Mateus se apresentam no quarto dia do Festival Virada Salvador André Carvalho/Ag Haack A dupla Jorge e Mateus é mais uma no grupo de artistas que apelaram aos shows transmitidos pela internet para manter a conexão com os fãs durante a quarentena causada pela pandemia do coronavírus. Os sertanejos farão uma "live" no próximo sábado (4), a partir das 20h, em seu canal no YouTube. Os dois pediram ajuda aos fãs nas redes sociais para escolher o repertório da apresentação. Pedidos de fãs No último sábado (28), Gusttavo Lima fez um show pela internet. O "Buteco em Casa" ultrapassou a marca de 10 milhões de visualizações. A apresentação foi transmitida da fazenda do cantor, em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia, e teve mais cinco horas de duração. O sucesso levou fãs a intensificarem pedidos por "lives" de outros sertanejos, incluindo Jorge e Mateus. No domingo (29), a dupla confirmou que atenderia o pedido, mas ainda não havia divulgado a data do show. Veja Mais

Chris Cuomo, âncora da CNN nos EUA e irmão do governador de Nova York, é diagnosticado com coronavírus

G1 Pop & Arte Apresentador do 'Cuomo Prime Time' diz que está isolado em casa e vai apresentar programas de lá. Seu irmão, Andrew Cuomo tem se destacado na luta contra o vírus nos EUA. Chris Cuomo, jornalista da CNN dos EUA Divulgação / CNN Chris Cuomo, apresentador da CNN nos EUA e irmão do governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, disse nesta terça-feira (31) que foi diagnosticado com o novo coronavírus. Veja famosos disgnosticados com o novo coronavírus O jornalista afirma que está em isolamento em casa e vai apresentar programas de lá. Ele é o âncora do programa "Cuomo Prime Time" e comentarista de outras atrações da emissora. Ele escreve que espera "não ter transmitido para meus filhos e Christina [sua esposa]", mas não diz se teve contato com Andrew Cuomo. Seu irmão assumiu um papel de protagonismo na luta contra o vírus à frente do estado mais atingido dos EUA. Leia mais: Andrew Cuomo, a força tranquila no meio do caos Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

'BBB20': votação para 10º paredão bate recorde um dia antes de resultado da eliminação

G1 Pop & Arte Segundo o apresentador Tiago Leifert, disputava já havia recebido 550 milhões de votos na noite desta segunda-feira (30). Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez disputam a permanência no jogo. Tiago Leifert, apresentador do Big Brother Brasil Globo/Victor Pollak A votação do paredão entre Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez nem chegou ao fim, mas já bateu recorde no reality show. té a noite desta segunda-feira (30), o décimo Paredão do "BBB20" já contava com 550 milhões de votos, conforme anunciou o apresentador Tiago Leifert. "Queria comunicar a todos que batemos o recorde. Nosso recorde anterior era 416 milhões de votos, mais ou menos, que a gente atingiu em uma terça-feira, na hora em que a gente encerrou a votação. Hoje é segunda, 24 horas antes de encerrar a votação, a gente já bateu esse recorde." Até então, o recorde estava para paredão entre Gizelly, Guilherme e Pyong, que aconteceu no dia 3 de março e eliminou o hipnólogo. Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez estão no paredão Globo Um dia antes do anúncio feito por Tiago, Boninho, diretor do reality show, comentou em seu Instagram que a plataforma chegou a sair do ar ao longo da votação e que ela estava bastante acirrada. "Incrível. Derrubaram a plataforma de votação. Já chegamos em 75 milhões de votos e quem sai está se alternando a cada minuto. Vai ser na casa decimal! Divertido ver essa troca", escreveu Boninho. O nome do eliminado será divulgado na noite desta terça-feira (31). Initial plugin text Veja Mais

'Stop' (ou 'Adedonha') une jogadores com nostalgia durante quarentena e apps crescem 1000%

G1 Pop & Arte Versões brasileiras para celulares e computadores do jogo clássico ganham adeptos em época do novo coronavírus e entram para listas de mais baixados. Veja trailer de 'Stop' Em época de isolamento por causa da pandemia do novo coronavírus, jogos online têm promovido um sentimento de proximidade entre pessoas obrigadas a ficarem distantes. Por causa disso, versões digitais do clássico de escola "Stop" (ou "Adedonha", "Adedanha" e outras de suas variantes regionais) têm apresentado um alto crescimento de popularidade no Brasil. Veja lista com 15 games para jogar durante dias de quarentena e isolamento 'Gartic' cresce 1600% durante quarentena: veja dicas para game de desenho para celulares O game de celulares "Stop", exclusivo para aparelhos Android e iPhones, chegou ser o 3º gratuito mais baixado na loja da Apple e o 16º entre os do Google. De acordo com sua desenvolvedora, a brasileira Fanatee, o app apresentou um crescimento de 1000% durante o pico — foi, em uma semana, de uma média de 10 mil downloads por dia a 100 mil. Logo atrás está o também brasileiro "Stopots", que compartilhou a 3ª colocação entre os iPhones, mas não repetiu o sucesso do colega entre Androids e atingiu no máximo a 36ª colocação. Mesmo assim, com uma versão disponível para navegadores de computadores, apresentou crescimento semelhante. Segundo o estúdio Onrizon, do também popular "Gartic", o game tinha um recorde de 1.800 jogadores antes do isolamento. Na última semana, chegou a mais de 20 mil. "Nesse momento tão conturbado que a gente está vivendo, jogos como 'Stop' fazem a gente ter um pouco de distração, além de relembrar os tempos de criança. Traz uma nostalgia gostosa em meio a tanto caos", conta Paloma Oliveira, de 20 anos. Desde o isolamento, ela e os amigos têm jogado toda sexta-feira ou sábado, conversando ao mesmo tempo através de chamada de vídeo. "Fora que tem sido um meio super legal de reunir pessoas dos nossos mais diferentes círculos sociais. Por exemplo, consigo juntar o pessoal do serviço, do projeto social que faço parte, o Kali, da faculdade, família, todo mundo jogando junto, se divertindo e se conhecendo." Assista ao trailer de 'Stopots' Um jogo de palavras No jogo, com diversos nomes em todo o país, em uma explicação bem simplificada, os participantes escolhem diferentes categorias, como cidade ou nome. Depois, devem preencher cada um dos campos com uma palavra começada por uma letra sorteada no começo da rodada. Quando o primeiro terminar, todos param (daí o nome mais conhecido, "Stop", que significa "Pare", em inglês), e os pontos são distribuídos de acordo com palavra escolhida e sua raridade. Com um jogo tão popular nas escolas, afinal, existe apenas papel e caneta, é difícil de acreditar que seja tão difícil estabelecer sua origem. Tanto que as próprias empresas responsáveis pelos apps tentaram, mas não sabem ao certo a história. "A gente estudou bastante. Sabe que você não encontra como surgiu? É um jogo que existe em vários países do mundo, mas a gente não conseguiu detectar de onde saiu", conta Rogério Silberberg, presidente executivo da Fanatee. "Provavelmente é uma coisa muito antiga, porque existe em todos os países europeus latinos, e também alguns outros, como a Alemanha. Na Espanha por exemplo, tem uns sete, oito nomes." Em 'Stop', é preciso dar palavras válidas começadas pela mesma letra para diferentes categorias Reprodução Adedxnha pelo país No Brasil não é tão diferente. De acordo com Henrique Moreira, fundador da Onrizon, "Stop" é mais popular em SP. Em MG e RJ, é "Adedanha" ("o grito que se faz na hora que os jogadores vão colocar os dedos para escolher a letra"). Em grande parte do nordeste, o nome sofre uma mutação para "Adedonha". "E em outros lugares específicos leva outros nomes. 'Salada de frutas' na Bahia. Tem regiões que chamam de 'Nome, lugar, objeto'", conta o executivo. Como uma maranhense que passou grande parte da vida no Pará e que agora mora no DF, Gabriella Suzuki, de 19 anos, mostra melhor as muitas identidades do jogo. "Em Belém é 'adedonha no papel'. Aqui no DF é 'stop' mesmo. E no Maranhão eu já ouvi dos dois jeitos", diz ela. "Eu jogo desde que aprendi a escrever porque a minha família gosta muito. Então é simplesmente algo que faz parte da minha alma, sei lá." Essa experiência familiar influencia também na hora de enfrentar os conhecidos, mesmo com ligação de vídeo ou de áudio. "Jogo com os amigos com ajuda da minha família, porque sou safada", brinca. "E porque a minha mãe é muito boa." 'Stopots' também valida as respostas do jogadores Reprodução Analógico para digitais A brincadeira também ajuda a conectar quem não tinha a tradição na escola e prefere os clássicos eletrônicos. "Eu só jogava videogame na infância. Por isso que jogar 'stop' online está mais aceitável pra mim", conta João Ricardo Cararo Lazaro, de 27 anos. "Não é todo amigo ou amiga que joga os MMO (multiplayer massivos online, como "World of Warcraft"). Aí a gente consegue abranger mais amigos pra se reunir, jogando um jogo mais simples assim." O gosto foi tanto que Lazaro quase se conectou até com um vizinho do prédio da frente quando estava na sacada do apartamento. "Tinha um carinha com laptop no sofá e ouvi ele falando que a letra da vez era F. Ele falou: 'fruta com F. Socorro'. Gritei: 'figo'. Ele não gostou de perceber que eu estava ouvindo eles, ficou um silêncio depois." Veja Mais

Cinema no Brasil tem bilheteria zero com salas fechadas por causa do coronavírus

G1 Pop & Arte Pela primeira vez, renda do final de semana foi nula; bilheteria da semana anterior já tinha caído quase totalmente, diz empresa de monitoramento Comscore. Cinemas de grandes redes vão ficar fechados por medidas contra coronavírus Divulgação Pela primeira vez, a bilheteria de cinema no final de semana no Brasil foi zero, com todas as salas fechadas por causa da pandemia do novo coronavírus, anunciou nesta segunda feira a empresa de monitoramento Comscore. Na semana anterior, entre quinta-feira (19) e domingo (22), a bilheteria já tinha caído para quase nada no país, devido às medidas necessárias para evitar o avanço do coronavírus. O filme mais visto, "Bloodshot", teve 166 pagantes em todo o país. Veja Mais

Riachão, alegre sambista-cronista da Bahia, deixa obra inexplorada

G1 Pop & Arte Morte do compositor, aos 98 anos, põe em foco cancioneiro irreverente que, na memória popular, se resume a 'Cada macaco no seu galho' e 'Vá morar com o diabo'. ♪ OBITUÁRIO – É difícil dimensionar, em quantidade, a obra autoral do cantor e compositor baiano Clementino Rodrigues (14 de novembro de 1921 – 30 de março de 2020), o sambista conhecido como Riachão, apelido lhe atribuído na infância que virou nome artístico. “Conhecido”, no caso, é força de expressão, pois, a rigor, o nome de Riachão quase nunca extrapolou as fronteiras da cidade natal de Salvador (BA), embora o artista seja aclamado pela crítica de todo o Brasil. Foi na cidade de Salvador (BA) que Riachão saiu de cena na madrugada desta segunda-feira, 30 de março, aos 98 anos. De acordo com familiares, morreu dormindo, sem poder festejar o centenário vislumbrado no título, Se Deus quiser vou chegar aos 100, do álbum que planejava gravar neste ano de 2020 com repertório inédito e autoral. Estimada em mais de 500 composições, a maioria nunca registrada em disco, a própria obra do compositor parece resumida, na memória popular, aos sambas Cada macaco no seu galho (1972) – lançado nas vozes de Caetano Veloso e Gilberto Gil em gravação feita há 48 anos na volta dos cantores ao Brasil após exílio na Europa – e Vá morar com o diabo (2000), este propagado na voz da cantora Cássia Eller (1962 – 2001) em gravação feita um ano após o registro do autor em dueto com Caetano. Cronista irreverente do samba da Bahia, Riachão personificou a alegria da cidade de Salvador (BA), evocando uma malandragem do bem na obra construída com assinatura pessoal e com inspiração na efervescência rítmica do samba de roda, do partido alto e da chula. Consta que compôs a primeira música na adolescência, por volta dos 15 anos, e não mais parou. Riachão em ilustração de Mike San Chagas, feita para livro infantil escrito pela cantora Vânia Abreu, fã de Riachão Divulgação Iniciada na era do rádio em Salvador (BA), nas décadas de 1940 e 1950, a carreira de Riachão demorou a decolar. Mesmo tendo músicas gravadas por cantores associados ao forró, sobretudo Jackson do Pandeiro (1919 – 1982), Riachão somente obteve a chance de registrar a própria obra em disco em 1973, no embalo da repercussão do samba Cada macaco no seu galho nas vozes de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Mesmo assim, Riachão teve que dividir o álbum Samba da Bahia (1973) com os conterrâneos contemporâneos Batatinha (1924 – 1997) e Panela (1937 – 1999). Na (generosa) parte que lhe coube neste disco coletivo, Riachão registrou músicas como Vou chegando, Fufú e Pitada de tabaco. O primeiro álbum solo, Sonho de malandro, veio ao mundo oito anos mais tarde, em 1981, por via independente, com músicas como Eu também quero e Quando o galo cantou. Neste disco, os títulos das composições Baleia da Sé e Lavagem do Bonfim já sinalizaram que a inspiração de Riachão vinha sobretudo da Bahia Natal, musa inspiradora de crônicas musicais como Incêndio no Mercado Modelo, composição da década de 1950. Os álbuns Humanenochum (2000) – repleto de convidados como Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Ivone Lara (1922 – 2018) e Tom Zé – e Mundão de ouro (2013) deram continuidade à discografia espaçada de Riachão. Figura extrovertida, Riachão irradiou alegria somente estancada em 2008, ano em que acidente de carro matou a mulher e dois filhos do artista. Aos poucos, o sambista recuperou a alegria de viver. Deus não quis que ele chegasse aos 100 anos, como pediu no título do disco que não teve tempo de gravar, mas Riachão se vai aos 98 anos já tendo garantida a imortalidade artística e deixando no mundo um cancioneiro vivaz que, por ter sido pouco registrado, merece documentação urgente antes que se perca na tradição oral e no tempo. Veja Mais

Ken Shimura, comediante japonês, morre aos 70 anos após ser diagnosticado com coronavírus

G1 Pop & Arte Ator estava internado desde 20 de março. Segundo seus agentes, ele apresentou sintomas de uma severa pneumonia. Ken Shimura, comediante japonês, morre aos 70 anos após ser diagnosticado com coronavírus Reprodução/Facebook O comediante japonês Ken Shimura morreu na noite deste domingo (29), aos 70 anos, após ser diagnosticado com coronavírus. Segundo seus agentes, Ken apresentou sintomas de uma severa pneumonia. Em 17 de março, ele relatou cansaço e, três dias depois, foi hospitalizado. O ator testou positivo para a Covid-19 em 23 de março, se tornando a primeira celebridade no Japão a ser diagnosticada com a doença, segundo a imprensa internacional. Ken era presença constante nos programas da TV japonesa, aparecendo com frequência nas atrações de variedades. Ele era descrito como "Robin Williams do Japão". O ator começou sua carreira na comédia em 1974 e, em uma de suas entrevistas, disse que se inspirava no comediante americano Jerry Lewis. Ken Shimura estava escalado para estrelar o próximo filme do cineasta Yoji Yamada, "God of Cinema". O estúdio Shochiku, responsável pelo longa, adiou a produção por tempo indeterminado. Veja Mais

Ator David Schramm, da série 'Wings', morre aos 73 anos nos EUA

G1 Pop & Arte Motivo da morte não foi anunciado até a noite deste domingo (29). Ele interpretou o personagem Roy Biggins na série de TV nos anos 90 nos EUA. David Schramm Divulgação O ator David Schramm, que ficou conhecido nos EUA com o personagem Roy Biggins na série de TV "Wings", morreu aos 73 anos, disse neste domingo (29) o site especializado "Deadline". A causa da morte não foi divulgada até a publicação desta reportagem. A série de TV, que ganhou no Brasil o título "De Pernas Pro Ar", foi produzida entre 1990 e 1997, com sucesso nos EUA. David Schramm também atuou em produções como a série limitada "Kennedy" (1983) e o filme "Um rosto sem passado" (1989). Veja Mais

Alan Merrill, compositor de 'I love rock 'n' roll', morre aos 69 anos devido ao coronavírus

G1 Pop & Arte Ele escreveu uma das músicas mais conhecidas do rock, lançada em 1975 e depois popularizada por Joan Jett em 1982. Filha do músico disse que teve dois minutos para se despedir. Alan Merrill Divulgação / Laura Merrill Alan Merrill, músico americano que compôs a música "I love rock 'n' roll", morreu aos 69 em Nova York devido ao novo coronavírus, disse sua filha, Laura, neste domingo (29). Alan lançou a música "I love rock 'n' roll" em 1975, com sua banda Arrows. Em 1982, a canção foi regravada por Joan Jett and the Blackhearts, e se tornou uma das mais conhecidas da história do rock. Ele estava internado no hospital Mount Sinai, em Nova York. Sua filha disse no Facebook que teve dois minutos para se despedir do pai antes de ser retirada da sala do hospital. "A gente provavelmente não vai conseguir fazer um funeral para velar seu corpo. Eu acabo de perder o grande amor da minha vida e não vou poder abraçar ninguém porque eu fui exposta e preciso de me isolar por duas semanas... sozinha", escreveu Laura. "Por favor fiquem seguros... Ninguém é imune e isso é muito real", ela disse. Initial plugin text Veja Mais

G1 Ouviu #82 - O novo disco do Pearl Jam, 'Gigaton', e o legado do grunge

G1 Pop & Arte Podcast comenta o primeiro disco da banda de Seattle em sete anos e discute a história e o que sobrou do grunge trinta anos após o último grande movimento do rock; ouça. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Iza apronta segundo álbum com 'misturinha' de reggae, ragga, dancehall e trap

G1 Pop & Arte ♪ Iza aproveita a quarentena para aprontar o segundo álbum, o aguardado sucessor de Dona de mim (2018). Gravado em estúdio e previsto para este ano de 2020, o disco já tem repertório selecionado. “O que vai no álbum a gente já definiu”, revelou a cantora e compositora carioca em live com Lexa na sexta-feira, 27 de março. Também já está certo que o disco extrapolará o universo do soul e do R&B contemporâneo, ritmos que identificaram Iza no universo pop em um primeiro momento da carreira da artista. “Cada vez mais tenho me sentido muito, muito, apaixonada pelo reggae, ragga, dancehall. Sempre gostei muito de trap. Então acho que meu próximo trabalho vai ser uma misturinha disso”, adiantou Iza no papo com Lexa. Embora o álbum já venha sendo formatado há tempos, há músicas ainda sem a voz final da cantora. Mas o fato é que, se não houver atraso no cronograma da gravadora Warner Music devido à pandemia do coronavírus, Iza lança o segundo álbum no segundo semestre de 2020. Veja Mais

'1 contra todos' leva anti-herói injustiçado à liderança de cartel em sua última temporada

G1 Pop & Arte Série, com primeiro ano no Globoplay, estreou final nesta sexta-feira (27). Júlio Andrade e Sílvio Guindane falaram com G1 sobre encerramento da história. João Fernandes e Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox Os últimos quatro anos não foram fáceis para Cadu Fortuna. Ao contrário do que seu sobrenome pode indicar, o anti-herói de "1 contra todos" enfrentou uma espiral de azar que o levou de um defensor público falsamente acusado à liderança de um cartel de drogas. A série estreou sua última temporada nesta sexta-feira na Fox — a primeira delas está disponível no Globoplay. Nestes últimos oito episódios, o personagem que deu duas indicações ao Emmy Internacional a Júlio Andrade ("Sob pressão") tenta voltar a algum tipo de normalidade. Mas seu destino, criado pelo diretor Breno Silveira ("Gonzaga: de pai pra filho"), logo dá um jeito de tirá-lo novamente dos eixos. "É o Cadu, né. Se ele se desse bem não teria série. Então logo no começo não dá certo", conta Andrade em entrevista ao G1. "Essa temporada ele começa até tentando se descontaminar dessa história do tráfico, que ele construiu junto com o Pepe (Roberto Birindelli), e voltar às origens da família, reconstruir uma nova família. A série é essa tensão, né?" Julia Konrad e Roberto Birindelli em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox Lua ou despedida O ator afirma que a decisão de encerrar a jornada do anti-herói parte da decisão de dar um curso natural à sua trajetória. "Foi um combinado meio que entre a gente. Acho que tanto da minha parte quanto do Breno e das outras pessoas da equipe", diz Andrade. "Não que '1 contra todos' não pudesse (continuar), mas a minha opinião é que o Cadu, eu não sei, não tenho na minha cabeça para onde ele iria mais. Até brinquei outro dia: 'ele iria para a lua', sabe? Vender drogas na lua. O companheiro de elenco Sílvio Guindane ("A divisão"), intérprete da travesti Mãe, compartilha a opinião. Ele conta que, apesar de concordar com a decisão de que era necessário encerrar o ciclo, sentirá falta dos companheiros. Sílvio Guindane em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox "Estou órfão. Há quatro anos com a mesma equipe, com as mesmas pessoas, com o Julinho, com o Breno. Esse ano foi uma dor no coração. 'Como assim a gente não vai filmar?'", brinca ele. "É uma das coisas mais chatas da nossa profissão. A gente passa 12 horas com essas pessoas, vira uma família. No '1 contra todos' eu cresci. Julinho teve filho, eu tive filho, a gente foi crescendo junto e, quando pára, a gente sente falta de estar ali naquele núcleo." Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox Veja Mais

Roger Waters suspende turnê norte-americana por causa do coronavírus

G1 Pop & Arte Ex-baixista e líder do Pink Floyd tinha mais de 30 shows marcados nos EUA e no Canadá entre julho e outubro. Roger Waters durante show em Curitiba Giuliano Gomes/PR Press Roger Waters, ex-baixista e líder da banda britânica Pink Floyd, anunciou na sexta-feira (27) a suspensão da turnê que o levaria à América do Norte na segunda metade do ano, em meio à epidemia de coronavírus. Waters, de 76 anos, tinha mais de 30 shows planejados nos Estados Unidos e no Canadá entre julho e outubro. Initial plugin text "Tive que adiar minha turnê 'This is not a drill' até o próximo ano. Que pena, mas se salvar uma vida, vale a pena", disse o músico em sua conta no Twitter. A Organização Mundial da Saúde informou na sexta-feira que os casos de coronavírus excedem 500 mil em todo o mundo e que as mortes somam mais de 20 mil. Veja Mais

Bon Jovi, príncipe Harry e coro militar lançam música beneficente; ouça 'Unbroken'

G1 Pop & Arte Cover de canção do cantor foi gravada em fevereiro, em um de últimos compromissos de Harry como membro da família real. Lucros irão para fundação que apoia ex-militares. Bon Jovi posa com o príncipe Harry durante gravações de uma música Reprodução/Instagram do cantor Jon Bon Jovi se uniu ao príncipe britânico Harry e a um coral militar para lançar uma rergravação da música "Unbroken" nesta sexta-feira. O objetivo dos dois é aumentar a conscientização sobre o Transtorno de Estresse Pós-Traumático. O príncipe acompanhou o cantor e o coral do Invictus Games na gravação da faixa no Abbey Road Studios, em Londres, no mês passado, em um de seus últimos compromissos como membro sênior da família real. "Ele foi maravilhoso quando veio nos ver. Ele nos deu um grande abraço", disse Caroline Beazley, membro do coral que foi baleada enquanto servia às Forças Armadas britânicas em Belfast em 1994. "Fui ferida há vários anos e me escondi por longos anos por várias razões", afirmou ela à agência Reuters. "Fazer parte do coral para mim ... É fazer parte de um grupo de pessoas que meio que te entende." Os lucros com a venda da música, escrita por Bon Jovi, irão para a fundação que apoia o Invictus Games, evento esportivo para militares veteranos doentes e feridos, uma das causas favoritas de Harry. Os pais de Bon Jovi serviram no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. Harry serviu no Exército britânico. Veja Mais

Tekashi 6ix9ine vai sair da prisão mais cedo por causa da pandemia de coronavírus, diz site

G1 Pop & Arte Rapper preso em 2018 vai cumprir resto da sentença em prisão domiciliar, segundo site Vulture. Daniel Hernandez, conhecido como Tekashi 6ix9ine, foi condenado a dois anos de prisão depois de testemunhar contra gangue. Foto de arquivo de show em 2018 na semana de moda de Milão AP Photo/Luca Bruno O rapper Tekashi 6ix9ine, preso no final de 2018, vai ser liberado da prisão e cumprir o resto da sentença em casa por risco de contaminação com o novo coronavírus. Segundo o site Vulture, a decisão consta em uma ação judicial. Veja Mais

Léo Santana é criticado por anunciar doação condicionada a número de espectadores em 'live'

G1 Pop & Arte Cantor disse que doaria dez cestas básicas a cada 10 mil pessoas assistindo transmissão pela internet. Ele se defendeu: 'Peço desculpas se me expressei de forma errada'. Léo Santana se defende após anunciar doação de dez cestas básicas a cada 10 mil espectadores em 'live' Reprodução/Instagram/Léo Santana Mais um artista a usar as transmissões ao vivo para manter a conexão com os fãs em tempos de quarentena, Léo Santana marcou um show pela internet para esta sexta-feira (3). Mas o cantor foi criticado nas redes sociais ao anunciar que faria doações condicionadas à quantidade de pessoas assistindo à apresentação. "A cada 10 mil pessoas que entrarem na 'live', eu doarei dez cestas básicas para algumas comunidades de Salvador", disse, ao divulgar a data da transmissão. "Se bater 100 mil pessoas, 100 cestas." Cantor se defendeu Após a repercussão negativa, Léo se defendeu. "Não serão dez cestas básicas doadas. Seria muito injusto da minha parte - até burrice - usar a minha rede social para divulgar dez cestas básicas, como as pessoas interpretaram. Eu mesmo peço desculpas se me expressei de forma errada", explicou, nesta quarta (1º). "A ideia da minha 'live' é fazer com que, quanto mais pessoas assistindo, mais alimento seja doado. Só que, independentemente disso, eu já vou fazer minha doação. Uma parte minha, do meu coração." Segundo o cantor, empresários parceiros também vão contribuir para arrecadar doações durante a transmissão. O modelo de "live" solidária tem sido adotado por artistas para arrecadar doações e ajudar quem precisa durante a pandemia do novo coronavírus. Veja Mais

Daniel Azulay, vítima de coronavírus, é homenageado por cartunistas em exposição virtual; VEJA

G1 Pop & Arte 'Daniel Azulay é coisa nossa' conta com cerca de 60 artistas como Mauricio de Sousa e Spacca em tributo a desenhista que morreu na sexta-feira (27). Mauricio de Sousa faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Mauricio de Sousa A Associação dos Cartunistas do Brasil organizou uma exposição virtual para homenagear Daniel Azulay, desenhista e artista plástico que morreu na última sexta-feira (27) vítima do novo coronavírus. Com mais de 60 artistas participantes, como Mauricio de Sousa e Spacca, a mostra "Daniel Azulay é coisa nossa" celebra a carreira do criador da "Turma do Lambe-lambe" e apresentador de programas infantis na TV. Aos 72 anos, o vencedor de um prêmio honorário no HQMix, o principal dos quadrinhos brasileiros, lutava contra uma leucemia quando contraiu a nova forma do vírus. Confira abaixo a homenagem na íntegra: Exposição 'Daniel Azulay é coisa nossa', da Associação dos Cartunistas do Brasil Divulgação Afonso Carlos Fernandes faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Afonso Carlos Fernandes Aldo Costas faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Aldo Costas Alessandro Driê faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alessandro Driê Alex Soares faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alex Soares Alisson Affonso faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alisson Affonso Alisson faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alisson André Camargo faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/André Camargo André Ribeiro faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/André Ribeiro Armando Marcos faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Armando Marcos Augusto Minighiti faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Augusto Minighiti Augusto Minighiti faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Augusto Minighiti Aurélio Gomes faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Aurélio Gomes Baptistão faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Baptistão Brum faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Brum Cacinho faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Cacinho Carlos Araújo faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Carlos Araújo Carlos Nacci faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Carlos Nacci Cesar Guedes faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Cesar Guedes Chico Pereira faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Chico Pereira Claudio Duarte faz em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Claudio Duarte Claudio Teixeira faz em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Claudio Teixeira Claudio faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Claudio Daniel Baptista faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Daniel Baptista Daniel Kondo faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Daniel Kondo Daniel Suárez faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Daniel Suárez Décio Ramirez faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Décio Ramirez Douglas de França faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Douglas de França Ed Carlos faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Ed Carlos Eder Santos faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Eder Santos Edra faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Edra Fausto faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fausto Fernandes faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fernandes Fraga faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fraga Fred faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fred Gau faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Gau Gecelmo Oliveira faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Gecelmo Oliveira Gisele Henriques faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Gisele Henriques Glen Batoca faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Glen Batoca Jean Claude S Ribeiro faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jean Claude S Ribeiro Jhota Melo faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jhota Melo Joaquim Monteiro faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Joaquim Monteiro Jorginho faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jorginho Jótah faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jótah Julinho Sertão faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Julinho Sertão Júlio Cesar Delgado faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Júlio Cesar Delgado Kadu Farias faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Kadu Farias Leonardo Thomaz faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Leonardo Thomaz Luciano Giovani faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Luciano Giovani Magah faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Magah Marco Cortez faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Marco Cortez Marcos Vaz faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Marcos Vaz Mauro Miranda faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Mauro Miranda Mauro faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Mauro MIG faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/MIG Moisés faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Moisés MOR faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/MOR Nei Lima faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Nei Lima Nelson Fernandes faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Nelson Fernandes Nico faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Nico Osmar Ritter faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Osmar Ritter Paulo Arts faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Paulo Arts Paulo Sergio Jindelt faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Paulo Sergio Jindelt Quinho faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Quinho Ribamar Araújo faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Ribamar Araújo Samuca faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Samuca Sapão faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Sapão Spacca faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Spacca Synnöve Hilkner faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Synnöve Hilkner Tako faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Tako Will Leão faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Will Leão Veja Mais

Mestre do balé Wilhelm Burmann morre aos 80 anos após contrair coronavírus

G1 Pop & Arte Ele teve insuficiência renal depois que seu tratamento foi complicado pela nova forma do vírus. Wilhelm Burmann dá aula nos Estados Unidos em 2006 Rosalie O'Connor Photography/via Reuters Wilhelm Burmann, professor e treinador destacado dos maiores nomes do balé mundial durante mais de quatro décadas, morreu de insuficiência renal depois que seu tratamento foi complicado pelo novo coronavírus, disse uma amiga próxima. Burmann morreu pacificamente na segunda-feira (30), cinco dias antes de seu aniversário de 81 anos, no hospital Mount Sinai West da cidade de Nova York, onde foi diagnosticado com o vírus, disse Jane Haugh, amiga e responsável pela saúde dele. "Se não existisse o coronavírus no mundo, poderíamos ter estado na cabeceira de Willy. A questão teria sido mais simples ou restrita ao seus rins", disse ela à Reuters na noite de terça-feira (31). "Existem muitas ideias para celebrar sua vida, mas ninguém pode fazer nenhum plano neste momento". As aulas de Burmann em Nova York atraíam um grande número de alunos, não somente de estrelas do balé, mas de dançarinos modernos e da Broadway querendo refinar sua arte sob o olhar meticuloso do mestre. Ele ensinou em vários estúdios antes de se unir à Steps on Broadway em 1984, onde oferecia cinco aulas por semana até estas serem suspensas no dia 20 de março devido ao surto de coronavírus. Entre seus alunos regulares estavam celebridades como Julio Bocca e Alessandra Ferri, do American Ballet Theatre, e Wendy Whelan e Maria Kowroski, do Balé da Cidade de Nova York (NYCB). A morte de Burmann põe fim a uma era de professores lendários, como Stanley Williams, Maggie Black e David Howard, em Nova York. O casamento de música e movimento com uma sensibilidade do século 21 definiu sua abordagem. Veja Mais

Kim Jaejoong, cantor de K-pop, mente que tem Covid-19 em pegadinha de 1º de abril

G1 Pop & Arte Cantor da banda JYJ causou revolta mentir sobre diagnóstico de coronavírus. Após críticas, artista pediu desculpas. Kim Jaejoong, cantor de K-pop, mente que tem Covid-19 em pegadinha de 1º de abril Reprodução/Instagram Kim Jaejoong, do grupo de K-pop JYJ, causou revolta ao fazer uma pegadinha no 1º de abril, conhecido como Dia da Mentira. Em sua página no Instagram que conta com quase dois milhões de seguidores, Kim Jaejoong afirmou que estava com coronavírus. "Me descuidei", dizia Kim na publicação. Os fãs, então, começaram a se preocupar com o cantor e a enviar mensagens de apoio. Mas pouco depois, ele confessou que se tratava de uma brincadeira e recebeu críticas. "Como você pode fazer uma brincadeira com uma situação tão séria?", escreveu um internauta. “Isso é realmente decepcionante", comentou outro. Em seguida, Kim deletou a publicação. Ainda nesta quarta-feira (1), o cantor usou a mesma página na rede social para fazer um pedido de desculpas "a todos que estão sofrendo com coronavírus". 'Eu errei, eu sei', disse Kim Jaejoong, que ainda completou afirmando que "aceitará todas as punições possa receber por causa do post'. Veja Mais

Lindsay Lohan anuncia retorno à música em meio a pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte Último single da atriz e cantora, 'Bossy', foi lançado em 2008. Lindsay Lohan em boate de Atenas, na Grécia, em 2016 AP/Yorgos Karahalis Lindsay Lohan, que está com a carreira em baixa há uma década devido a uma série de problemas legais e pessoais, anunciou na terça-feira que está retornando à música com um novo single. "Estou de volta!", disse a atriz e cantora de 33 anos, nas redes sociais, junto a um compilado de vídeos que mostrava altos e baixos de sua carreira. Lohan também publicou um link para que os fãs salvem sua nova música em uma plataforma de streaming. Ela não faz referências a título, data de divulgação ou mais detalhes. O anúncio inesperado rapidamente se tornou um dos principais assuntos comentados nas redes sociais. A estrela de "Meninas Malvadas" se internou seis vezes em clínicas de reabilitação entre 2007 e 2013. Ela também teve diversas passagens pela prisão e por tribunais devido a diferentes acusações, como roubo, dirigir sob efeito de álcool e posse de drogas. Ela morou em Londres, Dubai e Grécia. Embora mais conhecida pela carreira nas telas, o último single de Lohan, "Bossy", foi lançado em 2008. No ano passado, ela participou do reality show "Lohan Beach Club", da MTV, que acompanhava seus esforços para inaugurar uma casa noturna e conduzir negócios no ramo de restaurantes na Grécia. Lohan também fez uma participação na série de comédia britânica "Sick Note" em 2018. Initial plugin text Veja Mais

Miley Cyrus convoca Anitta para participar de episódio de programa criado durante isolamento

G1 Pop & Arte Cantora americana criou talk show para debater como 'manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis'. Miley Cyrus convoca Anitta para participar de episódio de programa criado durante isolamento Reprodução/Instagram Miley Cyrus convocou Anitta para participar do projeto "Bright Minded: live with Miley" (Mentes brilhantes: ao vivo com Miley). A cantora americana criou o programa durante o período de isolamento com a intenção de debater com seus convidados como "manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis" e conversar sobre os mais variados temas. A cantora transmite a atração direto de sua casa e o foco é manter as boas vibrações e a energia positiva durante esta fase de isolamento por causa do coronavírus. O programa é exibido no IGTV da cantora e tembém fica disponível no YouTube. Na atração, Miley já recebeu Alicia Keys, Selma Blair, Nicole Richie, Paris Hilton, Reese Witherspoon, Hilary Duff, Bebe Rexha, Dua Lipa, entre tantas outras celebridades. Para o programa desta quarta-feira (1), Miley convocou, além de Anitta, Ashley Longshore, Zoe Kravitz e Diplo. Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus Miley Cyrus cria programa durante fase de isolamento social por coronavírus Reprodução/Instagram Veja Mais

Games gratuitos para quarentena: Veja lista de jogos para celulares que mais se popularizaram

G1 Pop & Arte Games brasileiros estão entre aqueles que mais cresceram em downloads desde começo de medidas para conter pandemia do novo coronavírus. Os jogos para celulares que apresentaram os dois maiores crescimentos de downloads no país desde o começo das medidas de isolamento e quarentena, motivadas pela pandemia do novo coronavírus, são brasileiros — e proporcionam experiências com outras pessoas. 15 games para jogar durante dias de quarentena e isolamento "Gartic" e "Stop" podem não ter chegado ao topo da lista da loja do Google de games gratuitos mais baixados na segunda metade de março, mas foram os que conseguiram a maior explosão de popularidade no período. No entanto, ao analisar os 60 aplicativos do jogos mais baixados no Brasil nesta terça-feira (31), é possível visualizar outros games que passaram por fenômenos semelhantes. Na lista, há desde histórias interativas e projetos inspirados em "Minecraft" até testes de conhecimentos e o clássico atirador de bolinhas. Conheça abaixo os games que conseguiram o maior nível de popularidade em menor tempo em março e saiba onde baixá-los (a lista desconsidera lançamentos muito recentes, já que campanhas de publicidade influenciam muito no segmento, sustentado por propagandas): 1 - "Gartic" Veja trailer de 'Gartic' Android iPhone O jogo brasileiro de desenhos e adivinhação conseguiu um aumento de 1600% na média de downloads por dias em uma semana. Com isso, surgiu em uma lista na qual nem aparecia e chegou à 13ª posição em seis dias. O crescimento foi tão rápido que prejudicou os servidores e pegou de surpresa até seus desenvolvedores, que orientam novos jogadores a testar a versão internacional, dois fatores que podem explicar a queda na lista do Google. "O 'Gartic' tem uma coisa primeiramente nostálgica, de jogos de quando a gente era menor mesmo e tinha esse contato próximo com amigos. Essa nostalgia traz uma coisa familiar, de contato próximo, de amizade que é bastante forte", afirma a jogadora Mariana Rizardi, de 25 anos. 2 - "Stop" Veja trailer de 'Stop' Android iPhone Outro game brasileiro que conseguiu muito sucesso durante a quarentena, o app chegou à 26ª posição em uma semana, depois de um aumento de 1000% no pico de usuários ativos. A versão para celulares do clássico da época da escola coloca diversos jogadores para se desafiarem e lembrarem de palavras de diferentes categorias começadas pela mesma letra. "Nesse momento tão conturbado que a gente está vivendo, jogos como 'Stop' fazem a gente ter um pouco de distração, além de relembrar os tempos de criança. Traz uma nostalgia gostosa em meio a tanto caos", conta Paloma Oliveira, de 20 anos. 3 - "LokiCraft" 'LokiCraft' Divulgação Android "LokiCraft" é o primeiro desta lista com uma proposta bem parecida ao gigante "Minecraft". Isso talvez explique como um jogo que não aparecia entre os mais baixados até o dia 25 esteja atualmente na 55ª posição em um crescimento rápido e constante. Nele, os jogadores podem vagar por ambientes variados e obter materiais para construir suas próprias casas, tomando sempre cuidado com os perigos desse mundo aberto. 4 - "My Story: Choose your own path" 'My Story: Choose your own path' Divulgação Android iPhone O jogo com diferentes histórias interativas apareceu como um dos mais baixados no Google um pouco antes da ampliação do isolamento, no dia 11, mas desde então estabilizou o crescimento e não deixa o top 10 desde quinta-feira (26). Nele, os jogadores podem escolher entre diferentes narrativas e decidir os rumos da vida dos protagonistas, como a de uma ícone da moda que participa de um programa de encontros. 5 - "Perguntados 2" 'Perguntados 2' Divulgação Android iPhone "Perguntados 2" já aparecia na lista antes do isolamento, mas pulou da 170º colocação no dia 15 para a 33º no dia 24. No game, continuação de outro que experimentou popularidade semelhante, jogadores podem desafiar amigos ou desconhecidos em um teste de conhecimentos gerais nas mais variadas categorias. 6 - "Craft Vegas" 'Craft Vegas' Divulgação Android Desenvolvido pelo mesmo criador de "LokiCraft", "Craft Vegas" oferece uma opção mais urbana para os amantes de blocos de construção e mineração. O game seguiu caminho semelhante ao de seu "primo" de criação. Apareceu entre os mais baixados no dia 25 e subiu rapidamente até a 34º posição, mas parece estar estabilizando. Talvez uma competição em família aconteça em breve. 7 - "Bubble Shooter: Magic Snail" 'Bubble Shooter: Magic Snail' Divulgação Android iPhone Se "Stop" era um representante de um grande analógico do colégio, "Bubble Shooter" faz parte de um clássico dos games, os atiradores de bolinhas, na qual esferas coloridas explodem suas iguais para liberar uma estrutura. Com presença constante na lista antes do início do isolamento, pulou da 96ª colocação no dia 15 até a 46ª no domingo (30). 8 - "Gardenscapes" 'Gardenscapes' Divulgação Android iPhone "Gardenscapes" poderia não estar nessa lista, afinal já aparecia entre os mais baixado no começo de março, mas a arrancada nos últimos dias merece atenção. Na 44ª colocação no dia 26, atualmente tem o 6º maior número de downloads por dia. O jogo é uma grande mistura de gêneros típicos de games para celulares, com os famosos agrupamentos de três figuras iguais, uma jardim para arrumar e personalizar, personagens para conhecer e um fator social, que permite que as pessoas sejam "vizinhas" de contatos do Facebook. 9 - "Perguntados" 'Perguntados' Divulgação Android iPhone Versão mais leve, mais antiga e muito mais popular que sua continuação, "Perguntados" está poucas posições na frente, mas com um crescimento menos elevado, o que significa que talvez seja ultrapassado em breve. Veja Mais

'BBB': paredão com Prior, Manu e Mari passa de 1 bilhão de votos e bate recorde

G1 Pop & Arte Resultado sai na edição desta terça-feira (31) do reality show da TV Globo. Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez estão no paredão TV Globo A votação do paredão entre Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez no "BBB20" passou da marca de 1 bilhão de votos, após pouco mais de 30 horas de votação aberta. O nome de quem sai do reality show da TV Globo será divulgado na noite desta terça-feira (31). "Muito obrigado pelo engajamento absurdo que este paredão está causando. A gente se encontra à noite com uma edição histórica, uma eliminação histórica, um paredão histórico", disse o apresentador Tiago Leifert. Até a noite de segunda-feira (30), o décimo paredão do "BBB20" contava com 550 milhões de votos, como havia anunciado Leifert: "Queria comunicar a todos que batemos o recorde. Nosso recorde anterior era 416 milhões de votos, mais ou menos, que a gente atingiu em uma terça-feira, na hora em que a gente encerrou a votação. Hoje é segunda, 24 horas antes de encerrar a votação, a gente já bateu esse recorde." Até então, o recorde era do paredão entre Gizelly, Guilherme e Pyong. No dia 3 de março, Pyong acabou elimiado. Boninho, diretor do reality show, comentou em seu Instagram que a plataforma chegou a sair do ar ao longo da votação. "Incrível. Derrubaram a plataforma de votação. Já chegamos em 75 milhões de votos e quem sai está se alternando a cada minuto. Vai ser na casa decimal! Divertido ver essa troca", escreveu Boninho. Veja Mais

Andrew Jack, ator de 'Star wars', morre aos 76 anos, vítima do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Ele viveu o personagem Caluan Ematt em 'Star wars: O despertar da força' e 'Star wars: Os últimos Jedi'. Andrew Jack em 'Star wars - O despertar da força' Divulgação O ator inglês Andrew Jack, que interpretou o personagem Caluan Ematt em filmes da série "Star wars", morreu aos 76 anos devido ao novo coronavírus, nesta terça-feira (31), em Londres. Andrew Jack atuou nos filmes "Star wars: O despertar da força", de 2015, e "Star wars: Os últimos Jedi", de 2019. Ele também atuava como dublador para TV e cinema como e consultor de voz e sotaque para grandes produções como "Vingadores: Ultimato". Initial plugin text Veja Mais

Show comandado por Elton John, direto da cozinha, arrecada US$8 milhões para caridade

G1 Pop & Arte Evento on-line no domingo à noite, apresentado pelo cantor, contou com Billie Eilish, Backstreet Boys, Lizzo, Alicia Keys, Mariah Carey, Lady Gaga e outros. Elton John, Mariah Carey e Demi Lovato aderem campanha e citam por quem estão em isolamento social Reprodução/Instagram Uma transmissão beneficente no fim de semana com apresentações online ao vivo de estrelas da música em suas casas arrecadou quase US$ 8 milhões para duas instituições de caridade que atendem a socorristas e norte-americanos que enfrentam dificuldades econômicas em meio à crise do coronavírus, informaram patrocinadores. O show de domingo à noite, apresentado por Elton John em sua cozinha, contou com Billie Eilish, Backstreet Boys, Lizzo, Alicia Keys, Mariah Carey, Lady Gaga e Tim McGraw - todos usando smartphones, câmeras domésticas ou plataformas online. A emissora Fox exibiu o programa de uma hora, chamado "iHeart Living Room Concert for America", ao vivo, sem interrupção comercial, atraindo 8,7 milhões de telespectadores, segundo a Fox. 'Festival da sala' está disponível na íntegra; veja A era das lives: shows à distância são solução na quarentena Coronavírus é tema de quase 500 músicas As músicas foram intercaladas com breves histórias pessoais de enfermeiros, médicos, caminhoneiros, funcionários de mercados e outros trabalhadores essenciais, no momento em que milhões de norte-americanos entraram na segunda semana de confinamento em casa para conter a propagação do coronavírus. O show, também transmitido nas estações de rádio iHeart em todo o país, instou os ouvintes a doar para duas instituições de caridade, a Feeding America e a First Responders Children's Foundation. Até a noite de segunda-feira havia sido levantado quase 8 milhões de dólares para as duas organizações, incluindo US$ 500 mil doados pela gigante de produtos domésticos Procter & Gamble e uma quantia correspondente da Fox. Veja Mais

Baco Exu do Blues escancara ansiedades no jorro angustiado de álbum gravado na quarentena

G1 Pop & Arte Rapper preserva a contundência do discurso em nove músicas inéditas que abordam racismo, sexo e Jair Bolsonaro sob o impacto da pandemia do coronavírus. Capa do álbum 'Não tem bacanal na quarentena', de Baco Exu do Blues Guil Resenha de álbum Título: Não tem bacanal na quarentena Artista: Baco Exu do Blues Gravadora: 999 / Altafonte Cotação: * * * * ♪ Preso em casa cheio de tesão. O título da quarta das nove músicas de Não tem bacanal na quarentena – álbum lançado por Baco Exu do Blues sem aviso prévio e disponível nos aplicativos de música a partir desta terça-feira, 31 de março – exemplifica a ansiedade que pauta o disco improvisado pelo rapper baiano neste período de isolamento social. O rapper convocou o engenheiro de som Dactes e, em três dias, produziu disco que, por força das circunstâncias, passa a ser o terceiro álbum da discografia do artista projetado há três anos com a edição do álbum Esú (2017). Baco prefere caracterizar o disco como EP, mas a quantidade de músicas do disco – nove, todas inéditas e autorais – configura Não tem bacanal na quarentena inapelavelmente como álbum, apresentado primeiramente no canal de vídeo do artista na segunda-feira, 30 de março. Com capa criada por Guil com alusão explícita à capa de Ready to die (1994), primeiro álbum de estúdio do rapper norte-americano The Notorious B.I.G. (1972 – 1997), Não tem bacanal na quarentena ocupa o lugar do álbum Bacanal, gravado por Baco em 2019, em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com participações de Ney Matogrosso, Duda Beat, Hamilton de Holanda, BK, Urias e Kiko Dinucci. O disco sairia neste segundo semestre, mas teve o lançamento adiado por conta da pandemia. Embora não tão elaborado e original como o do álbum Bluesman (2018), o discurso de Baco neste álbum improvisado preserva a habitual contundência da linguagem do rapper, com o benefício da atualidade. “Coronavírus me lembra a escravidão / Brancos de fora vindo e fodendo com tudo”, dispara o artista em versos de O sol mais quente. Baco encadeia ansiedades, ódios, raivas e desejos no jorro angustiado de disco que transborda testosterona na batida sensual de Ela é gostosa pra c... (faixa gravada com Maya) e da já mencionada Preso em casa cheio de tesão, música em que o rapper faz dueto com Lellê. Faixa ambientada nesse clima sensual, Humanos não matam deuses é raro instante de calmaria em disco (in)tenso que junta os rappers Celo Dut, Vírus e Young Piva em Dedo no c... é gritaria, faixa assentada em beat hipnótico cuja suavidade contrasta com a virulência do discurso. Entre beats de DKVPZ, LZ e Nansy Silvvz, Baco Exu do Blues volta a bater na tecla do racismo em Jovem preto rico – esfregando na cara da sociedade o preconceito dos racistas que identificam perigo na ascensão social de jovem negro – e Tropa do Babu, cujo título se refere ao ator Babu Santana, atualmente confinado na casa do programa BBB 20 (TV Globo). Outro alvo de Baco é o presidente Jair Bolsonaro. Sons de panelaço contra o presidente turbinam Tudo vai dar certo, faixa formatado com a adesão de 1LUM3, codinome artístico de Luiza Soares. No arremate do disco, Amo Cardi B e odeio Bozo corrobora o discurso corrosivo de Baco. “O Papa é pop / A quarentena é pop”, conclui Baco Exu do Blues no fluxo agoniado de álbum impregnado de ansiedade e impressionante atualidade. Veja Mais

Mariano, que faz dupla com Munhoz, é diagnosticado com coronavírus

G1 Pop & Arte Cantor sertanejo divulgou teste positivo em rede social. 'Mas eu estou bem, não estou com sintomas fortes, estou bem tranquilo', afirmou. Mariano canta em show Reprodução/Instagram/mariano O cantor Ricardo Mariano Gomes, da dupla sertaneja Munhoz e Mariano, afirmou nesta segunda-feira (30) que foi diagnosticado com o novo coronavírus. "Infelizmente saiu o resultado do meu exame, e eu também fui detectado positivo para o Covid. Mas eu estou bem, não estou com sintomas fortes, estou bem tranquilo", disse Mariano em sua conta no Instagram, sobre a infecção causada pela nova forma do vírus. Ele conta que o irmão apresentou sintomas ao longo da semana, passou mal no sábado (28) e teve de ser internado. Mesmo assim, afirma estar assintomático. "Não estou com dores, não estou com falta de ar. Não estou com nada." Mariano aproveitou para pedir para que os fãs tomem cuidado. "Fiquem em casa. A gente acha que nunca vai acontecer com a gente, mas o negócio realmente não está brincadeira", afirmou ele. "Redobrem os cuidados aí com higienização, com a saúde de vocês." Ele se junta a uma lista crescente de artistas diagnosticados com o novo coronavírus em meio à pandemia, que já conta com Tom Hanks, Di Ferrero e Fernanda Paes Leme. Mariano, que faz dupla com Munhoz, diz em rede social que teste para novo coronavírus deu positivo Reprodução/Instagram/mariano Veja Mais

Sam Smith adia lançamento de disco por causa da crise do coronavírus e muda título que citava morte

G1 Pop & Arte 'To die for', que sairia em maio, vai ganhar novo nome e outra data em 2020, ainda não anunciados. 'O nome e o lançamento agora não pareciam certos', diz o cantor. Sam Smith canta em show no Lollapalooza 2019 Fábio Tito/G1 Sam Smith adiou o lançamento do seu terceiro disco, que sairia no dia 1º de maio, para uma data ainda não definida em 2020. O título do álbum tinha sido anunciado como "To die for" (motivo para morrer, em tradução livre), mas o cantor diz que não vai usar mais este nome. "O título e o lançamento agora não pareciam certos", disse o cantor em comunicado aos fãs nesta segunda-feira (30). Ele diz que o disco vai sair até o final do ano, e mesmo assim vai lançar faixas novas até lá. Initial plugin text Veja Mais

Filho de Martinho da Vila, Tunico da Vila gravita em torno da dinastia no álbum 'Fases da vida'

G1 Pop & Arte ♪ Filho de Martinho da Vila, o cantor, compositor e percussionista carioca Tunico da Vila lança o terceiro álbum, Fases da vida, na sexta-feira, 3 de abril. Embora reúna 12 músicas no repertório quase inteiramente autoral, o disco já chega ao mundo com baixo teor de novidade. É que, das 12 faixas, somente quatro são inéditas. A música-título Fases da vida, o samba Te levo pro boteco, o partido alto Na beira do mar (gravado com adesões de Dudu Nobre, Martinho da Vila e Xande de Pilares) e Pelos caminhos de um só (faixa em que Xande de Pilares também figura como convidado) formam o lote de novidades do repertório do disco produzido por Rildo Hora. Outras quatro músicas – Quero quero (2019), Madalena do Espírito Santo (Coração de Deus) (2019), Que paixão tão linda é essa (2019) e É dia de rede no mar (2019) – foram apresentadas em singles lançados ao longo do ano passado. Quero quero, cabe lembrar, se diferencia no disco por trazer o samba para o universo do hip hop, já que Tunico regravou a música do pai Martinho da Vila – lançada pelo compositor no álbum Presente (1977) – com intervenções dos rappers BK, Dexter, Rappin' Hood, Kamau e Rashid, além do coletivo Melanina MC's e do próprio Martinho. Já as quatro músicas restantes do álbum Fases da vida foram lançadas em 6 de março no EP Cadê você, cavaquinho?, batizado com o nome do samba de Tunico gravado com a participação de Péricles. No EP, Tunico também apresentou Iakalaiá (semba, ritmo angolano embutido na raiz do samba), Rio de fé (samba maxixado gravado com a cantora Ana Clara) e De fato e de direito (ode ao bairro carioca de Vila Isabel, terra de Tunico, habitada por bambas imortais como Noel Rosa e o próprio Martinho da Vila). O álbum Fases de vida flagra Tunico da Vila gravitando em torno da nobre dinastia e das presenças de convidados ilustres, com a ambição de iniciar ciclo com a edição do disco. Veja Mais

Trilha para quarentena : G1 indica álbuns lançados no isolamento, de Pabllo Vittar a Pearl Jam

G1 Pop & Arte G1 comenta lançamentos para ouvir boa música em casa: Pearl Jam faz grunge maduro, Dua Lipa faz pérola pop, Pabllo une trance e louvor, novo rap brasileiro brilha com Djonga e Orochi. Eddie Vedder, do Pearl Jam (esquerda) e Pabllo Vittar, que lançaram bons discos durante o período do isolamento social por causa do coronavírus Divulgação Os discos lançados durante os primeiros dias de isolamento social por causa do coronavírus dão chances de ouvir boa música em casa. No rock, o Pearl Jam lançou seu disco mais elogiado em mais de vinte anos, "Gigaton". No pop, Dua Lipa é um fenômeno entre a crítica gringa com "Future nostalgia". No pop nacional, Pabllo Vittar se destaca com faixa ousada ao unir louvor e trance, "Rajadão". O rap do Brasil tem lançamentos de dois novos ídolos atrevidos, Orochi e Djonga. Ainda teve Childish Gambino, The Weeknd, Letrux, faixas novas de Ludmilla pagodeira... Pearl Jam "Gigaton", primeiro disco do Pearl Jam em sete anos, não disfarça a passagem do tempo. A banda está em compasso com a atualidade, seja em músicas raivosas sobre política e um planeta sombrio, seja em reflexões sobre o envelhecimento. No site Metacritic, que agrega as notas das principais resenhas dos veículos internacionais, o disco está com a melhor avaliação desde "Binaural" (2000), que foi o primeiro compilado. Ou seja, o trabalho do Pearl Jam mais elogiado em ao menos vinte anos. Ouça o podcast acima e leia mais. Pearl Jam Divulgação Dua Lipa "Future Nostalgia" faz valer o título. São onze músicas retrô futuristas, que reimaginam a música dançante dos anos 70 e 80. Dua é uma das maiores apostas da música pop, mas com algo a dizer, desde que surgiu com "New Rules", em 2017. No agregador de resenhas Metacritic, o disco está com a nota 89 em 100, uma das mais altas entre todos os lançamentos do ano. Leia mais. Capa do álbum 'Future Nostalgia' de Dua Lipa Divulgação Pabllo Vittar A cantora lançou novas faixas do disco "111", e o grande destaque é Rajadão (Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu), música aliciante em cuja introdução dá para perceber a potência vocal de Pabllo Vittar, por vezes abafada entre beats eletrônicos. É uma ousada mistura de trance e louvor laico. Leia mais. Capa do disco '111', de Pabllo Vittar Divulgação Rap nacional: Djonga e Orochi Djonga não quer andar na linha. Em seu quarto disco, "Histórias da minha área", ele faz rap com um vocal rasgado que parece de funk melódico - "das antigas, proibidão, de bandido mesmo", ele define. O rapper não quer seguir padrões de estilo e nem ditar regras sociais. Leia entrevista. Djonga disse no podcast G1 Ouviu que não conseguia nem contar quantos shows tinha cancelado por causa do coronavírus. Ele disse que contava com a renda de streaming para tentar amenizar. Ouça: Outro MC que renova a cena de rap do Brasil, Orochi, lançou na sexta-feira (27) seu álbum de estreia, "Celebridade". Ele também segue uma linha atrevida e é um fenômeno no YouTube, com mais de 200 milhões de visualizções. Sobre o timing do lançamento, Orochi diz ao G1: "É hora de pensar como usar a minha voz para conscientizar o meu círculo de pessoas diante dessa calamidade. E o bom do isolamento é que a mensagem vai chegar com poucas interferências, cada um vai poder ouvir com calma tudo o que eu quero dizer em cada verso das músicas." "Por conta da quarentena, preciso divulgar mais o material nas redes sociais. Como eu comecei cedo no rap, tenho um público que me segue e que gosta do meu trabalho há um tempo. Preciso valorizar isso e trabalhar mais o meu contato com eles", ele afirma. Orochi Pedro Darua / Divulgação E mais... A maior audiência de streaming nos EUA neste período é de "After hours", do The Weeknd, mas na sexta-feira (27) ele passou a ser ameaçado por "3.15.20", de Childish Gambino, além de Dua Lipa. No pop brasileiro, ainda teve o novo disco da Letrux, "Aos prantos" (leia mais) e as novas faixas da guinada pagodeira de Ludmilla (leia mais). Ludmilla Reprodução / Facebook Ludmilla Veja Mais

Fernanda Paes Leme anuncia alta médica após contaminação por coronavírus: 'sorriso tá largo'

G1 Pop & Arte Em postagem, atriz diz ainda: 'não posso mais transmitir o corona a ninguém". Fernanda testou positivo para a Covid-19 após participar de festa de casamento de irmã de Gabriela Pugliesi. A atriz Fernanda Paes Leme fez uma postagem neste domingo (29) em uma de suas redes sociais anunciando que recebeu alta médica após 14 dias de isolamento domiciliar devido ao coronavírus. Fernanda Paes Leme Reprodução/Instagram "Botei até vestido e o sorriso tá largo porque após 14 dias desde o primeiros sintoma, em isolamento domiciliar e agora assintomática, estou de alta médica. Não posso mais transmitir o corona a ninguém", disse em um dos trechos. Fernanda também afirmou que está aliviada , mas não tranquila. "Saio de um isolamento e continuo de quarentena. Sigo nossa jornada de dúvidas, medos e incertezas com o mundo e comigo. Ainda irei fazer uma série de exames, quando tiver a oportunidade, para descobrir como estou por dentro, se existe uma consequência disso tudo". Initial plugin text A atriz agradeceu à família, amigos e aos vizinhos que deixaram comida na porta da casa dela durante o período de isolamento. "Meus vizinhos do bem, fofos e queridos que faziam brotar um sorriso no meu rosto a cada toque de campainha.", escreveu Fernanda. Há três dias, a atriz tinha relatado uma piora em alguns sintomas apresentados após ser diagnosticada com coronavírus. Fernanda testou positivo para a Covid-19 após participar do casamento da irmã da influencer Gabriela Pugliesi, na Bahia. Fernanda está no 14º dia de isolamento. Na ocasião, ela relatou dor de barriga e vômito. "E eu achando que tava acabando. Mas está acabando. Estou no 14º dia de confinamento, mas faltam dois dias”, afirmou. Fernanda, explicou que se isolou antes de apresentar os primeiros sintomas da doença. Veja Mais

Giulia Be propaga cena romântica no single 'Se essa vida fosse um filme'

G1 Pop & Arte Giulia Be apresenta outra música do EP que lançará neste primeiro semestre de 2020 Divulgação ♪ Duas semanas após lançar o single autoral (Não) era amor, Giulia Be apresenta mais uma amostra do primeiro EP da carreira, previsto para este primeiro semestre de 2020. Se o single anterior nega o amor que asfixiava relacionamento abusivo, o atual Se essa vida fosse um filme eterniza cena romântica da vida da artista carioca. A música foi composta por Giulia Be com inspiração no namoro da cantora com Kim Rocha. A mudança de tom de um single para outro é intencional. “Cada música do EP vai mostrar um lado diferente que, espero, resulte no final em um lindo trabalho”, justifica Giulia em nota oficial sobre o single Se essa vida fosse um filme. Capa do single 'Se essa vida fosse um filme', de Giulia Be Divulgação Veja Mais

'Festival da sala' tem Elton John, Dave Grohl, Billie Eilish e mais; veja lives deste domingo (29)

G1 Pop & Arte Desataque do dia é o iHeart Living Room Concert, apresentado por Elton John, que tem Camila Cabello, Alicia Keys, Backstreet Boys, Camila Cabello, Billie Joe, Sam Smith, Mariah Carey... Dave Grohl, Billie Eilish e Elton John são atrações do IHeart Living Room Concert Divulgação Na onda de lives feitas na casa de músicos durante a quarentena do coronavírus, este domingo (29) tem o projeto mais ousado nessa linha até agora. É um grande festival ancorado por Elton John, com estrelas do pop à distância. O iHeart Living Room Concert (festival da sala de estar, na tradução literal), terá apresentações de Dave Grohl (Foo Fighters), Billie Eilish, Camila Cabello, Alicia Keys, Backstreet Boys, Camila Cabello, Billie Joe (Green Day), Sam Smith, Mariah Carey e mais. O iHeart Radio vai transmitir as apresentações. Além do festival, o dia tem outras lives programadas. No Brasil, continuam as séries #TamoJunto e #MúsicaEmCasa (clique nos nomes para ver a programação completa). O G1 lista as principais lives deste domingo (29) abaixo. O bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. Na tentativa e erro, as transmissões apontam caminhos para a música pop em quarentena. O G1 fez um intensivão de lives e conversou sobre os desafios deste formato; leia. A lista abaixo está toda no horário de Brasília. Lives deste domingo (29) Sofi Tukker - 14h - Link Bia Bedran (infantil) 16h - Link (TamoJunto) Tuyo - 17h30 - Link (TamoJunto) Paula Fernandes - 19h - Link (TamoJunto) Paulo Miklos - 20h - Link (TamoJunto) Ben Gibbard (Death Cab for Cutie) - 20h - Link Moreno Veloso - 21h - Link (TamoJunto) Baby do Brasil - 21h30 - Link (TamoJunto) iHeart Living Room Concert - Elton John, Dave Grohl (Foo Fighters), Billie Eilish, Camila Cabello, Alicia Keys, Backstreet Boys, Camila Cabello, Billie Joe (Green Day), Sam Smith, Mariah Carey e mais - 22h - Link Diplo - 0h - Link Veja Mais

Dani Black entra em sintonia com Mariana Nolasco através de 'Ser amado'

G1 Pop & Arte Cantor também lança o single 'O que você criou', amostra do álbum 'Frequência rara ao vivo'. ♪ Dani Black lança outras duas músicas inéditas somente duas semanas após apresentar os singles Feitos de luz e Temor estranho, primeiras amostras do repertório autoral do álbum Frequência rara ao vivo, previsto para abril. As novidades são Ser amado e O que você criou. Ambas as composições são ouvidas em singles extraídos da gravação de show apresentado pelo artista paulistano na cidade natal de São Paulo (SP) em 2019. Ser amado mostra Dani Black em sintonia com Mariana Nolasco, cantora paulista convidada a participar do registro audiovisual do show nessa música. Já O que você criou é solo de Dani que, acompanhando-se ao violão, dá voz a versos reflexivos como “Nem que a morada do invisível / Faca o possível pra te proteger / O problema que você criou / É o problema que você vai ter / ... / O que você criou é o que você vai ter”. Capa do single 'O que você criou', de Dani Black Reprodução Primeiro álbum de Dani Black desde Dilúvio (2015), disco lançado há cinco anos, Frequência rara ao vivo antecede álbum de estúdio também intitulado Frequência rara e gravado com repertório similar, mas não exatamente igual. O cantor optou por inverter a ordem convencional do mercado fonográfico e, antes do disco de estúdio, apresenta o registro ao vivo do show. Veja Mais

Daniel Azulay ficou conhecido como desenhista e criador da 'Turma do lambe-lambe'

G1 Pop & Arte Artista plástico e educador de 72 anos lutava contra a leucemia e morreu vítima do novo coronavírus. Daniel Azulay agradece pelo prêmio da carreira dado no HQMix em 2018 Reprodução/Facebook/Daniel Azulay Daniel Azulay ficou conhecido no Brasil como o desenhista e educador responsável pela criação da "Turma do lambe-lambe", um grupo de personagens infantis que protagonizou programas de TV e quadrinhos. Ele morreu aos 72 nesta sexta-feira (27) vítima do novo coronavírus, no Rio de Janeiro. Nascido no Rio em 30 de maio de 1947, Azulay foi um desenhista autodidata que se formou em Direito pela Universidade Cândido Mendes em 1969. Na mesma época, começou a publicar suas primeiras histórias em quadrinhos e cartuns em revistas e jornais. Com o tempo, também se provou pintor, músico, escritor, ilustrador de livros infantis, apresentador de TV e educador, dedicando grande parte de sua carreira a desenvolver arte e educação para crianças e jovens. 'Turma do lambe-lambe' A maior invenção de Azulay foi a "Turma do lambe-lambe", criada em 1975. Os personagens estrelaram um programa de televisão por 15 anos na TVE e na Bandeiras, com o artista sempre no comando, aproveitando para falar de arte e de desenho para o público infantil. Nos anos 1980, Azulay também ensinou o público da TV a fazer brinquedos de sucata, esculturas de bexiga e a brincar e desenhar usando a imaginação com jogos de raciocínio. Em 1996, retornou à Band-Rio com seu programa "Oficina de Desenho Daniel Azulay". Entre 2003 e 2005, apresentou a "Turma do Lambe-Lambe", no canal fechado TV Rá-Tim-Bum, e "Azuela do Azulay" no Canal Futura, que contava com participações dos personagens. A turma também ganhou sua própria série em quadrinhos pela editora Abril entre 1982 e 1984. Em 2018, Azulay chegou a receber um troféu pela carreira no HQMIX, principal premiação da mídia no Brasil. Nos últimos anos, também ensinou desenho a crianças pela internet e criou o curso de ilustrações Oficina de Desenho, com unidades no Rio. O artista plástico lutava contra uma leucemia e contraiu o coronavírus, segundo parentes. Azulay estava internado havia duas semanas no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca. Veja Mais

Paris e Milão cancelam semanas de moda por causa de pandemia do coronavírus

G1 Pop & Arte Eventos aconteceriam em junho e julho. Desfiles italianos foram adiados para setembro. Modelo desfila na Semana de Moda de Milão, em 2019 Alessandro Garofalo/Reuters A Fashion Week de Paris, prevista para junho, a Semana de Alta Costura, para julho, e os desfiles da Semana da Moda Masculina de Milão, previstos para junho, foram cancelados por causa da pandemia do novo coronavírus, informaram nesta sexta-feira (27) a Federação francesa de alta costura e moda e a Câmara Nacional de Moda italiana. "Não há condições para que aconteçam" os eventos de moda parisienses, "diante do aumento da epidemia de Covid-19 que está avançando no mundo da moda", indicou a federação francesa em um comunicado. "Medidas enérgicas são necessárias para garantir a saúde das empresas, dos seus funcionários e de todos que trabalham em nossa indústria", explicou a FHCM em comunicado. Diante das condições atuais, "a Fashion Week de moda masculina, prevista de 23 a 28 de junho, e a Semana de Alta Costura, de 5 a 9 de julho, não poderão acontecer", ressaltou o texto. Decisão semelhante tomou a Câmara Nacional da Moda italiana, que adiou os desfiles de moda masculina para setembro. "A decisão foi necessária devido à difícil situação causada pela propagação da pandemia", explicou a câmara em um comunicado, detalhando que os desfiles masculinos ocorreriam "por ocasião da edição dos desfiles de moda feminina de setembro de 2020". "Trabalhamos também em novos formatos digitais e novas modalidades de encontros para dar vida, durante os dias previstos para os desfiles masculinos, a outros momentos de narração (...) para as marcas e empresas de luxo", acrescentou. Veja Mais

Preta Gil recebe alta após diagnóstico de coronavírus: 'Estou curada'

G1 Pop & Arte Cantora fez série de vídeos no Instagram e chamou a atenção dos vizinhos: 'Não transmito mais, não precisa correr de mim'. Preta Gil recebe alta após diagnóstico de coronavírus Reprodução/Instagram Preta Gil compartilhou com seus seguidores que recebeu alta após ser diagnosticada com coronavírus. Ao longo dos últimos dias, a cantora relatou nas redes sociais todos os sintomas, seu quadro de saúde e sua rotina diária após testar positivo para a Covid-19. Preta se apresentou no casamento da irmã de Gabriela Pugliesi, na Bahia, em fevereiro. Dias depois, soube que três convidados da cerimônia haviam sido diagnosticados com coronavírus, incluindo Gabriela. Durante a fase de isolamento, Preta permaneceu em um hotel, em São Paulo. E, nesta quinta-feira (26), ela retornou para sua casa, no Rio de Janeiro, com o marido, Rodrigo Godoy. "A gente vai dormir juntos, na nossa cama", celebrou Preta. A cantora ainda chamou a atenção de alguns vizinhos. "Alô, vizinhos, estou curada, não transmito mais, não precisa correr de mim." Rodrigo, que também aparece no vídeo, entregou: "É, já correram hoje, eu vi". "É muito feio o preconceito”, seguiu Preta. “E as pessoas, quando souberem que alguém está com corona, não saiam fazendo fofoca. Liga, se solidariza, pergunta se precisa de alguma coisa. Tem que apoiar. Ainda mais as pessoas que não tem tanta estrutura, que não tem os privilégios que eu tenho. Elas vão ter que contar com a boa vontade da família, amigos, vizinhos. Apoiem as pessoas. Elas precisam de amor, carinho, apoio". Veja Mais

Canal do YouTube transmite versões de musicais da Broadway durante pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte 'The shows must go on!' vai disponibilizar de forma gratuita uma obra do produtor Andrew Lloyd Webber por fim de semana. Cena de 'Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat' Reprodução/YouTube/Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat O canal no YouTube "The shows must go on!" vai começar nesta sexta-feira (3) a disponibilizar versões de musicais do produtor Andrew Lloyd Webber , um dos principais nomes da Broadway. A primeira delas será "Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat", baseada na história bíblica do "manto de mil cores" de José, filho de Jacó. No dia 10, o musical transmitido será "Jesus Christ Superstar", a rock opera sobra os últimos dias de Jesus. Cada uma das obras ficará disponível por 48 horas, para que as pessoas isoladas em suas casas possam ver ao longo do fim de semana. No vídeo do anúncio, Webber destaca que entre as produções programadas está "By Jeeves", obra que fracassou em seu lançamento em 1975, mas que depois se transformou em um sucesso após ser reescrita em 1996. Veja Mais

Anitta e Nego do Borel figuram em álbum do cantor angolano Preto Show

G1 Pop & Arte Intitulado 'Banger', disco sai em 17 de abril e também traz o rapper Rincon Sapiência entre os convidados. Preto Show com Nego do Borel (à direita) em estúdio do Brasil Reprodução / Instagram ♪ Em 2 de outubro de 2019, o cantor angolano Preto Show desembarcou no Brasil para gravar com artistas do país para álbum desse astro em evidência no universo do hip hop africano. Os encontros de Preto Show com colegas brasileiros poderão ser conferidos em 17 de abril, data programada para o lançamento do álbum do rapper, Banger, disco idealizado e gravado com a intenção de extrapolar as fronteiras musicais angolanas. Anitta, DJ Will 22, MC Rita, Nego do Borel – visto com Preto Show no estúdio na foto acima, postada em rede social de Preto – e Rincon Sapiência são representantes do Brasil no vasto time de colaboradores arregimentados pelo artista angolano para o álbum Banger. Anitta participa da música intitulada Dança comigo. Os nomes das faixas gravadas por Preto Show com Nego do Borel e Rincon Sapiência ainda não foram revelados. Veja Mais

Ellis Marsalis Jr., pianista e um dos pais do jazz, morre aos 85 anos por complicações do coronavírus

G1 Pop & Arte Ellis Marsallis, em imagem de abril de 2019 Sophia Germer / Arquivo / AP Photo O pianista Ellis Marsalis, considerado um dos país do jazz no final do século 20, morreu aos 85 anos nesta quarta-feira (1º). A causa foram complicações associadas ao novo coronavírus, informou seu filho, o saxofonista Brandford, outro grande nome do jazz, sem revelar onde o pai morreu. "Meu pai era um gigante como músico e como professor, mas ainda maior como pai”, disse Branford. Ellis também é pai do trompetista Wynton Marsalis. Marsalis passou décadas como músico, compositor e professor rigoroso em Nova Orleans. "Ellis Marsalis era uma lenda", escreveu o prefeito LaToya Cantrell, de Nova Orleans, no Twitter. "Ele foi o protótipo do que queremos dizer quando falamos sobre o jazz de Nova Orleans". Ellis Marsalis formou músicos de sucesso, entre eles Terence Blanchard, Donald Harrison Jr., Harry Connick Jr. e Nicholas Payton. Veja Mais

Leandro Lehart diz que ficou na UTI por causa do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Músico já está em casa e conta que está bem em um vídeo no Instagram, mas disse que ficou seis dias internado e passou 'dias terríveis'. Leandro Lehart em vídeo no qual diz que foi para a UTI por causa do novo coronavírus Reprodução Leandro Lehart disse em seu perfil no Instagram nesta quarta-feira (1) que ficou seis dias na UTI após ter contraído o novo coronavírus. O cantor e compositor do Art Popular, de 48 anos, diz que está bem, mas passou "dias terríveis". Ele diz que passou mal após organizar o show Samba Cura Live, que aconteceu no dia 21 de março. "Eu passei muito mal e aí eu tive uma pneumonia por causa do covid-19. Fiquei seis dias na UTI, passei dias terríveis, mas quero dizer que eu estou novo, e estou muito bem graças a Deus", ele disse "Me silenciei por uma opção. Achei que era mais importante ficar quieto. Hoje estou em casa, estou em alta, feliz e rezando pelos doentes da covid-19", diz o músico. Veja abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Filho de Carlinhos Brown entra no 'Fluxo frenético' da banda Neotribais

G1 Pop & Arte Integrado por Miguel Freitas com Bruno Souri e Gonçalo Santana, trio debuta com single produzido por Dudu Marote. ♪ Filho mais velho de Carlinhos Brown, Miguel Freitas parece ter puxado ao pai. Pelo menos no que diz respeito à ideologia musical. Tanto que Miguel integra com Bruno Souri e Gonçalo Santana a banda Neotribais, criada com a intenção de combinar ancestralidade e contemporaneidade através de mix de percussões afro-baianas, guitarras de pegada roqueira e beats eletrônicos. No recém-lançado primeiro single, Fluxo frenético, o trio harmoniza o toque do opanijé – ritmo usado para evocar o orixá Omulu nos ritos do Candomblé – com batidas de drum'n'bass e trap. Produtor musical popularizado na década de 1990 por dar polimento pop ao som de grupos como o Skank, Dudu Marote dá forma a esse primeiro single do Neotribais. Marote também assina a produção musical do segundo single do trio, X, com lançamento previsto (mas ainda não confirmado) para maio. Sem pensar em álbum nessa fase inicial, a banda pretende lançar série de singles ao longo dos próximos meses, concentrando esforços atualmente na divulgação da música Fluxo frenético, cujo clipe tem edição agendada para 10 de abril. Veja Mais

Registros raros dos Cariocas evidenciam modernidade do grupo vocal na década de 1940

G1 Pop & Arte Extraídas de programas de rádio veiculados entre 1946 e 1949, gravações inéditas mostram a influência da música norte-americana na formação do conjunto. Os Cariocas, em formação dos anos 1940 Divulgação / Filme 'Eu, meu pai e Os Cariocas' ♪ MEMÓRIA – É fácil entender porque, das 12 gravações inéditas do conjunto vocal Os Cariocas apresentadas pelo músico e pesquisador paulista Gabriel Gonzaga no blog Girando no prato, metade mostra o grupo dando vozes refinadas a pérolas da canção norte-americana. É que os grupos vocais norte-americanos foram as matrizes iniciais de conjuntos similares que se formaram no Brasil e no mundo a partir da década de 1930. Mesmo com o D.N.A. personalíssimo do cantor e arranjador vocal Ismael Netto (7 de dezembro de 1925 – 31 de janeiro de 1956), paraense que formou em 1942 esse conjunto que seria uma das perfeitas traduções da bossa carioca ao longo dos 74 anos de vida, Os Cariocas também beberam muito da influência do jazz (sobretudo da era da swing) nessa fase inicial. Por isso, a seleção inclui os foxes That's your red wagon (Don Raye, Gene de Paul e Richard M. Jones, 1946), Everybody loves my baby, my baby (Al Nevins, Artie Dunn e Mortie Nevins, 1924), Old man Harlem (Hoagy Carmichael e Rudy Vallee, 1933), Oh, lady be good! (George Gershwin e Ira Gershwin, 1924) e On the sunny of the street (Jimmy McHugh e Dorothy Fields, 1930). Por ter ficado dissociado das vozes dos Cariocas ao longo do tempo, esse repertório valoriza ainda mais esses registros inéditos, extraídos do arquivo da Rádio Nacional, onde foram feitos entre 1946 e 1949 em programas da então hegemônica emissora de rádio que projetava músicas e ídolos com alcance realmente nacional. Somente o malabarismo vocal dos Cariocas em Oh, lady be good! – em abordagem irradiada em 1º de setembro de 1948 no programa Um milhão de melodias – já justificaria a existência desse tesouro. Dentre as 12 relíquias, o registro do dengoso samba Não quero não! (Assis Valente, 1938) – irradiado em 31 de outubro de 1947 no programa Nas asas de um Chipper – soa especialmente emblemático porque flagra Os Cariocas reverenciando o conjunto antecessor Bando da Lua, intérprete original do samba. Detalhe: em 1947, Os Cariocas ainda nem haviam estreado em disco, o que aconteceria somente em maio de 1948 com disco de 78 rotações por minuto com o então inédito samba Adeus, América (Geraldo Jacques e Haroldo Barbosa), fina ironia para quem cantava muito em inglês. Adeus, América reaparece nestes 12 registros inéditos em abordagem com a cantora Emilinha Borba (1923 – 2005), estrela da era de ouro da Rádio Nacional. Nessa fase inicial, o grupo Os Cariocas reunia Ismael Neto – criador de harmonizações vocais de beleza inebriante como as do samba Você já foi à Bahia? (Dorival Caymmi, 1941), reverência ao conjunto Anjos do Inferno irradiada em janeiro de 1949 no programa Um milhão de melodias – e Severino Filho (21 de fevereiro de 1928 – 1º de março de 2016), integrante que assumiu com maestria o comando, a primeira voz e as harmonizações vocais do conjunto em 1956, ano da precoce morte de Ismael. Com Ismael e Severino, estavam também Emmanuel Furtado, o Badeco (morto em outubro de 2014), Jorge Quartarone, o Quartera (falecido em julho de 2011) e Waldir Viviani. Nessas gravações, arranjadas por maestros magistrais como Radamés Gnattali (1906 – 1988) e Guerra-Peixe (1914 – 1993), Os Cariocas mostram que já tinham bossa antes mesmo da bossa que renovou e arejou o repertório do grupo na década de 1960. Tanto que diminuem o ritmo do samba-de-breque Risoleta (Raul Marques e Moacir Bernardino, 1937) no tom macio e sereno de gravação irradiada em outubro de 1949 no programa Dicionário Toddy. Dessa mesma apresentação no programa da Rádio Nacional, o blog Girando no prato também traz à tona o samba-canção Marina (Dorival Caymmi, 1947) em número em que Os Cariocas abrem espaço para a voz solista do cantor Nelson Gonçalves (1919 – 1998), intérprete original da música, e um registro (com arranjo épico) do samba-jongo Salve Ogum (Mário Rossi e Pernambuco, 1948). De valor inestimado para seguidores da música brasileira, o tesouro revelado por Gabriel Gonzaga no domingo, 29 de março, atesta que Os Cariocas foram modernos desde sempre. Veja Mais

Bruna Marquezine chora após Manu Gavassi escapar de Paredão e permanecer no 'BBB20'

G1 Pop & Arte Atriz ainda afirmou que vai cancelar amizade com 'amigos que se decidirem no futuro participar de qualquer reality show'. 'Não passo por isso de novo nem com cachê.' Bruna Marquezine e Manu Gavassi Reprodução/Instagram Bruna Marquezine não segurou as lágrimas ao ver que a amiga Manu Gavassi permaneceu no "BBB20" após ser indicada para o Paredão. A cantora encarou a berlinda com Felipe Prior e Mari Gonzalez. Prior acabou eliminado com 56,73 dos votos. Desde domingo (29), quando foram anunciados os nomes dos indicados ao Paredão, Bruna organizou mutirões de votação para fazer com que Manu permanecesse no jogo. "Eu não tô creditando que eu tô chorando por causa de Big Brother. Olha, Manuela, você me paga. Obrigada a todo mundo que votou... movido pela força do ódio, ou porque eu tava maluca aqui pedindo, a toda a torcida da Manu, que sei que é gigante. Ela ficou" vibrou Bruna. Bruna Marquezine chora após Manu Gavassi seguir no ‘BBB20’: ‘Você me paga’ A atriz ainda comentou que vai cancelar relacionamentos com amigos que, no futuro, decidam participar de realities shows. "Venho por meio deste comunicar aos meus amigos que se decidirem no futuro participar de qualquer reality show a amizade será automaticamente cancelada. Não passo por isso de novo nem com cachê", escreveu Bruna. Initial plugin text Veja Mais

Felipe Prior comenta eliminação do 'BBB20': 'nesse paredão eu estava muito confiante'

G1 Pop & Arte Competidor foi o décimo a sair da edição ao receber 56,73% dos votos em decisão contra Manu Gavassi e Mari Gonzalez. Prior dá entrevista a Fernanda Keulla após eliminação do 'BBB20' Reprodução/Gshow Felipe Prior estava confiante com suas chances no "BBB20" ao ser indicado ao paredão. Ele foi eliminado do reality show nesta terça-feira (31) com 56,73% dos votos. "Nesse paredão eu estava muito confiante", contou em entrevista a Fernanda Keulla, do Gshow, após deixar o Big Brother Brasil. "Se eu volto desse paredão, eu ia voltar com uma confiança absurda. Não de ganhar o programa, mas de apontar os erros das pessoas." Ele foi eliminado ao concorrer com Manu Gavassi, que levou 42,51% dos votos, e Mari Gonzalez, que recebeu 0,76%. A decisão bateu recorde da história do reality, com mais de 1,5 bilhão de votos totais. O arquiteto puxou a cantora para o paredão após ser indicado pela líder Giselly. "Apontei a Manu porque ela não sentia prazer de nada. Isso me irritava muito", afirmou. "Na realidade, na minha cabeça, eu tinha opção ou a Manu ou a Rafa. A Marcela eu tinha a impressão que era forte por causa das coisas que aconteceram lá no início. E lá dentro está todo mundo achando que a Marcela vai ganhar o programa. vai ser divertido assistir agora aqui de fora." Sobre os concorrentes, ele disse que estava chateado. "Na real eu não estava aguentando mais ninguém na casa. Se me colocar em outra casa com outras pessoas eu aguento mais 30 dias", afirmou. "Parecia um convento aquilo. Tudo é lindo, e maravilhoso." Veja Mais

Morre, aos 90 anos, Aracy Marques Cruz, mãe do cantor Arlindo Cruz

G1 Pop & Arte Ela lutava contra um câncer e estava internada em uma clínica na Zona Norte do Rio. O corpo foi enterrado na tarde desta terça-feira (31). Aracy Cruz, mãe do cantor Arlindo Cruz, morreu nesta segunda-feira (30) no Rio Reprodução/Redes sociais A mãe do cantor Arlindo Cruz, Aracy Marques Cruz, morreu aos 90 anos nesta segunda-feira (30) no Rio. O corpo foi enterrado na tarde desta terça-feira (31) no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio. Por conta das medidas para conter o novo coronavírus, não houve velório. Cemitério do Rio cria velório online para evitar aglomerações por causa do coronavírus Dona Aracy, como era conhecida, estava internada em uma clínica na Zona Norte e lutava contra um câncer. Ela também tinha diabetes e hipertensão. Mãe do cantor Arlindo Cruz enfrentava um câncer internada em uma clínica na Zona Norte do Rio Reprodução/Redes sociais Nas redes sociais, Arlindinho Cruz, filho do cantor e neto de Aracy, prestou homenagem à avó. “Que Oxalá receba minha rainha. Chegou o dia da senhora descansar. Desde pequeno eu aprendi que a vida é grande show e todo show tem que continuar. Ninguém sabia contar histórias como você. Te amo e o show vai continuar”, disse Arlindinho. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Meu samba encabulado', Nara Leão, 1983

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Meu samba encabulado', de Nara Leão Frederico Mendes ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Meu samba encabulado, Nara Leão, 1983 ♪ Cantora tão antenada quando corajosa, Nara Leão (19 de janeiro de 1942 – 7 de junho de 1989) andou muito na contramão. Na vida e na música. Ao arquitetar o primeiro álbum, lançado em 1964, a artista subiu metaforicamente o morro para dar voz a sambistas populares com ecos da bossa nova da qual já se recusava a ser musa. Em 1971, quando a bossa já parecia esquecida em algum lugar do passado, Nara fez em Paris disco duplo com os standards do gênero. Ainda nos anos 1970, a cantora gravou songbooks e discos de duetos antes de esses dois modelos virarem moda no mercado fonográfico. Em 1983, dois anos antes da explosão da geração pagodeira carioca liderada por Zeca Pagodinho, Nara apresentou o álbum Meu samba encabulado, título já obscuro de discografia sempre imprevisível e coerente com os princípios musicais e ideológicos da artista. Com devoção a Beth Carvalho (1946 – 2019), saudada no encarte quando Nara celebrou o Cacique de Ramos ao destacar o solo de percussão do samba Meu cantar (Noca da Portela e Joel Menezes), a cantora seguiu a lição de Beth e, sem anular a própria personalidade, deu voz em Meu samba encabulado a compositores então ainda pouco ou nada badalados. Foi o caso de Luiz Carlos da Vila (1949 – 2008), autor do samba-choro Relembrando. Álbum idealizado por Nara com Túlio Feliciano, Meu samba encabulado teve o toque diferenciado da Camerata Carioca, grupo instrumental voltado para a difusão do choro, ritmo que moveu Brasileirinho (João Pernambuco com versos de José Leal, 1983) e o tema instrumental Pé-de-moleque (Radamés Gnattali, 1964). A presença luxuosa da Camerata Carioca no álbum é mérito do violonista Maurício Carrilho, produtor musical deste disco em que Nara Leão lançou joia rara de Ivone Lara (1922 – 2018) e Delcio Carvalho (1939 – 2013), Há música no ar, lapidada pelo arranjo do clarinetista Paulo Moura (1932 – 2010), também orquestrador do registro instrumental de Eu e a brisa (Johnny Alf, 1968). Sem sair do próprio tom, Nara apresentou Fundo azul – belo e pouco ouvido samba de Nelson Sargento – e perfilou o país tropical sem ufanismo e sem exuberâncias artificiais no samba Isso é Brasil (José Maria de Abreu e Luis Peixoto, 1947), título menos abordado do gênero exaltação. Indo além das fronteiras do gênero impresso no título, o álbum Meu samba encabulado singrou melancólico na correnteza intercontinental de Firuliu, música composta por Teca Calazans com inspiração em nau do folclore paraibano que transitava entre Recife (PE) e Lisboa (Portugal). Lembrança nada óbvia do cancioneiro da era do rádio, especificamente do repertório do cantor Orlando Silva (1915 – 1978), Quando a saudade apertar (Jayme Florence e Leonel Azevedo, 1942) trafegou em curso ainda mais dolente, destilando o sentimento que brotava do canto sensível de Nara. Além de refazer a reflexão de Paulinho da Viola sobre o (pouco) valor dado ao sambista na sociedade, ao regravar 14 anos (1966), Nara Leão expôs as dúvidas projetadas pelo compositor Padeirinho da Mangueira (1927 – 1987) no samba Como será o ano 2000? – uma das 13 pérolas que compuseram o rosário desfiado por Nara Leão neste reluzente e perene disco de 1983. Veja Mais

Fagner e Zeca Baleiro retomam discografia com single inédito e álbum gravado ao vivo em 2002

G1 Pop & Arte ♪ Raimundo Fagner e Zeca Baleiro voltam a gravar e a lançar disco juntos, retomando parceria fonográfica que originou há 17 anos um álbum em dupla feito em estúdio e inteiramente composto e interpretado pelos cantores. Reunidos, os artistas se preparam para lançar música inédita, Quando o sol, parceria recente dos compositores, gravada em estúdio entre dezembro de 2019 e fevereiro deste ano de 2020. Quando o sol será lançada em single – com direito a clipe com junção de imagens de fãs dos artistas na quarentena – e também como faixa-bônus do inédito álbum Raimundo Fagner e Zeca Baleiro – Ao vivo em Brasília, 2002. Previsto para ser lançado neste primeiro semestre, o álbum ao vivo é o terceiro título da discografia conjunta de Fagner e Baleiro. O registro do show foi captado em 2002, um ano antes da gravação e edição do álbum original Raimundo Fagner & Zeca Baleiro (2003). Este disco de estúdio gerou turnê pelo Brasil com show perpetuado no DVD Raimundo Fagner & Zeca Baleiro – O show, gravado ainda em 2003, em apresentação dos cantores na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e editado em 2004. Desde então, Fagner e Baleiro ocasionalmente fizeram e gravaram juntos algumas músicas, casos de Uma canção no rádio (2012) e de Samba nordestino (2014), mas até então nunca tinham lançado um outro disco em dupla. Veja Mais

Cantor uruguaio Jorge Drexler revela que teve coronavírus, mas que está recuperado

G1 Pop & Arte Artista afirmou ao canal de televisão espanhola La Sexta que passou 'alguns dias muito diferentes, com muito medo, embora tenha tido a versão leve da doença'. Jorge Drexler Reprodução/Instagram O cantor e compositor uruguaio Jorge Drexler contou que ele e sua esposa, a atriz e cantora espanhola Leonor Watling, contraíram o coronavírus, mas que já estão recuperados, segundo uma entrevista concedida ao canal espanhol de televisão La Sexta.  Drexler, que mora em Madri e recentemente compôs a canção "Codo con codo" para a conscientização sobre a prevenção ao vírus, disse que teve muito medo. "Quando voltei à Espanha vindo de Porto Rico, depois de suspender a turnê que tinha planejado, minha esposa começou a ter sintomas e se isolou em um cômodo da casa e na semana seguinte eu comecei a me sentir mal", contou o cantor. "Passei alguns dias muito diferentes, com muito medo, embora tenha tido a versão leve da doença. Ficamos bastante assustados", acrescentou Drexler sobre o coronavírus, que na Espanha infectou mais de 6.500 pessoas e deixou 838 mortos. O cantor, que promoveu apresentações em casa e publicou recentemente mensagens pedindo que seus seguidores respeitem a quarentena, disse que durante as últimas duas semanas não pôde tocar violão e que agora se sente bem. "Gostaria de dizer que sairemos disso...Temos que ter serenidade e deixar os hospitais livres para as pessoas que realmente precisam", afirmou. Initial plugin text Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Rita e Roberto', Rita Lee, 1985

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Rita e Roberto', de Rita Lee e Roberto de Carvalho Miro ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Rita e Roberto, Rita Lee, 1985 ♪ Em 2020, o coronavírus motivou Rita Lee a escrever letra, Vírus do horror, que gerou música punk. Há 35 anos, em 1985, outro vírus assustou a humanidade, o HIV, muso inspirador de Vírus do amor, música que abriu o álbum lançado pela cantora e compositora paulistana naquele ano de 1985. Imerso em atmosfera depressiva, o álbum Rita e Roberto – assim intitulado porque, de 1982 a 1990, Rita assinou todos os discos em dupla com Roberto de Carvalho, parceiro na música e na vida – interrompeu a sequência hegemônica de sucessos da artista na década de 1980. Em vez do rock pop e carnavalesco dos cinco álbuns anteriores, Madame Lee adotou tom dark em Rita e Roberto, mexendo na fórmula que já havia dado sinais de desgaste no então recente Bom bom (1983), disco afogado no tecnopop que regeu os anos 1980. O tecnopop também reverberou no disco de 1985, como atestam as audições das faixas Choque cultural e Vítima, música – formatada com solo de guitarra do mutante Sérgio Dias – que ganharia projeção dez anos mais tarde ao ser propagada como tema de abertura da novela A próxima vítima (TV Globo, 1995). Só que o tom era outro. “Old bossa / New fossa”, avisou Rita nas rimas de Molambo souvenir, entre alusão a sucesso de Maysa (1936 – 1977) e evocação vocal do hobalalá de João Gilberto (1931 – 2019). É evidente que, embora bem recebido pela crítica, o álbum Rita e Roberto surtiu menor efeito popular pelo clima deprê, representando virada de disco (e de mesa) na carreira de artista que vinha dominando as paradas e os palcos. Dentro dessa atmosfera deprê, Rita tirou alguns sarros em repertório que contabilizou nove músicas então inéditas. Yê Yê Yê fulminou estrelas artificiais do pop dos anos 1980. Faixa com bom polimento pop, Noviças do vício perfilou as celebridades ocas da época. Já Não Titia foi petardo certeiro disparado contra Ezequiel Neves (1935 – 2010), jornalista, compositor e produtor musical que Rita acreditava ter sido o disseminador do boato de que a roqueira estava com leucemia. Das nove músicas do álbum, oito ostentaram a assinatura do casal Rita Lee e Roberto de Carvalho. A exceção foi Nave Maria, parceria de Roberto de Carvalho com Caetano Veloso, autor da letra que embutiu referências religiosas. Efeito de desgaste na vida da artista, então às voltas com internações para se livrar do vício em drogas, o álbum Rita e Roberto encenou suicídio surrealista em Gloria F, faixa que perfilou a personagem-título em gravação que aglutinou no coro Paula Toller e Herbert Vianna (também na guitarra). Rita Lee segurou a onda deprê do álbum por pouco tempo. Após o disco, a cantora saiu da gravadora Som Livre, onde ingressara em 1975 para viver a década áurea da carreira fonográfica, e migrou para a EMI, companhia por onde lançou, dois anos depois, Flerte fatal (1987), álbum em que retomou com Roberto o tom pop rock carnavalesco de antes e reconquistou (por breve período) um lugar nas paradas com o hit Pega rapaz. Outros discos vieram, com e sem Roberto de Carvalho. Mas nenhum tão dark como álbum de 1985. Produzido e arranjado por Roberto de Carvalho, o álbum Rita e Roberto ficou na história como (interessante) ponto dissonante na obra fonográfica de Rita Lee. Uma ovelha negra. Veja Mais

'Festival da sala' com Elton John, Dave Grohl, Billie Eilish e outros está disponível na íntegra; veja

G1 Pop & Arte iHeart Living Room Concert teve live no domingo e agora colocou todos os shows no ar: Elton John, Camila Cabello, Backstreet Boys, Billie Joe, Sam Smith, Mariah Carey, Demi Lovato... Dave Grohl canta no iHeart Living Room Concert Reprodução Na onda de lives feitas na casa de músicos durante a quarentena do coronavírus, o domingo (29) teve o projeto mais ousado nessa linha até agora. Foi um grande festival ancorado por Elton John, com estrelas do pop à distância. Nesta segunda (30), o iHeart Living Room Concert (festival da sala de estar, na tradução literal) foi colocado no ar na íntegra para ser visto ou revisto. O vídeo tem apresentações Dave Grohl (Foo Fighters), Billie Eilish, Camila Cabello, Alicia Keys, Backstreet Boys, Camila Cabello, Billie Joe (Green Day), Sam Smith, Demi Lovato, Mariah Carey e mais. Veja abaixo: Dave Grohl, Billie Eilish e Elton John são atrações do IHeart Living Room Concert Divulgação Veja Mais

Plácido Domingo é hospitalizado no México após ser diagnosticado com coronavírus

G1 Pop & Arte Representante do tenor espanhol informou à CNN que ele 'está bem e respondendo ao tratamento'. Plácido Domingo participa de evento em NovaYork, em 2018 Reuters/Shannon Stapleton Plácido Domingo foi hospitalizado em um hospital em Acapulco, no México, com complicações relacionadas ao coronavirus. O cantor de 79 anos foi diagnosticado com a doença na última semana. O representante do tenor espanhol informou à CNN que “ele está indo bem e respondendo ao tratamento”. Plácido Domingo anunciou em seu Facebook que foi diagnosticado com coronavírus e publicou um comunicado em suas redes sociais, no domingo (22). "Sinto que é meu dever moral anunciar que testei positivo para o COVID19, o vírus Corona. Minha família e eu estamos todos em auto-isolamento pelo tempo que for considerado clinicamente necessário", disse ele. LISTA de famosos com coronavírus Veja Mais

Júlio Andrade se despede de '1 contra todos' e fala sobre novelas, isolamento e 'Sob pressão'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao G1, ator comenta última temporada do anti-herói e defende futuro da série sobre médicos: 'certeza de ser a hora errada'. Júlio de Andrade têm levado uma vida agitada nos últimos dois anos. Além de estrelar duas séries de sucesso ao mesmo tempo, o ator gaúcho de 43 anos também participou de uma novela, "Amor de mãe", e de dois filmes. Em 2020, ele se despede do anti-herói de "1 contra todos", aguarda o futuro de "Sob pressão" e se prepara para um novo trabalho, um seriado sobre o sociólogo Betinho no Globoplay. "Essa perspectiva do Betinho tem me deixado muito empolgado, porque acho um personagem muito importante da nossa história que muita gente não conhece, principalmente a nova geração", afirma Andrade em entrevista ao G1. O ator atualmente está em sua casa, em São Paulo, na qual enfrenta o isolamento provocado pela pandemia do novo coronavírus. Em conversa pelo telefone, ele falou também sobre o último ano de "1 contra todos", que estreou nesta sexta-feira (27), as próximas temporadas de "Sob pressão", cujo fim foi cancelado após apelo do público, por que não gosta de fazer novelas e como escolhe trabalhos. "A novela tem uma coisa. É perigoso falar isso, mas ela se dá pela audiência. E para mim, como ator, eu gosto de construir um personagem do começo ao fim. Então essa coisa de um personagem que pode ir para um lado, pode ir para o outro, não é muito pra mim." Leia a entrevista inteira abaixo: Júlio Andrade em cena de 'Sob pressão' Divulgação G1 - O que anda fazendo nessa época de isolamento? Está em casa? Júlio Andrade - Me sinto muito privilegiado de poder estar em casa, e de poder dar esse tempo até as coisas melhorarem. Estou naquele ócio criativo, aquela coisa de ficar pensando no que fazer nessa situação. O que você como pessoa pública pode fazer para contribuir e expor sua opinião quanto a isso. E uma situação de impotência por não ter vivido nada parecido. Ainda mais na situação política do nosso país, que na minha opinião vai contra os princípios básicos de humanidade, de falta de preocupação real com o que realmente importa, o planeta, as pessoas, o cotidiano das pessoas, o emprego das pessoas. Cansado dessa briga política nesse momento em que o mundo precisa muito cair na real e ver que o que vai salvar é a ação. É que eu estou muito engajado também nessa questão do Betinho, que era um cara que agia sem nenhum vínculo político, sem nenhuma empresa. Era uma questão do povo, né. O povo se dispunha a pegar um quilo de alimento para levar em um lugar para ajudar. E você está nessa situação que não tem nem máscara ou álcool doados para poder ajudar o povo. João Fernandes e Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox G1 - Mas vamos falar de "1 contra todos". A última temporada estreou sexta. Como você avalia a evolução do Cadu ao longo dessas quatro temporadas, saindo de um defensor injustiçado até se tornar o chefe de um cartel? Júlio Andrade - Eu acho que desde o princípio do projeto, a gente tinha como principal fio condutor a ética e o caráter de um personagem que não se corrompia, por não ser culpado de nada. A gente conseguiu nas duas, três primeiras temporadas, mas acho que todo mundo ao redor dele se contaminou com o poder de um personagem, como ele foi ganhando poder e como isso influencia na vida dele. Mas nunca perdendo aquele Cadu. A gente tinha todo um cuidado para não deixar ele se corromper por completo, porque ele tem toda essa questão da família, né. Essa temporada ele começa até tentando se descontaminar dessa história do tráfico, que ele construiu junto com o pepe, e tentar voltar às origens da família, tentar reconstruir uma nova família. Mas aí é o Cadu, né. Se ele se desse bem não teria série. Então logo no começo não daria certo. E a série é essa tensão, né. Essa tensão que eu fico filmando e que as pessoas sentem assistindo. É a proposta também de uma série de ação, e eu quis de brincar um pouco disso, de ser um anti-herói. Marlon Moreno e Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação E deu super certo, porque eu acho que todo esse reconhecimento e esses prêmios se dão também a uma equipe muito talentosa, um diretor extremamente firme, o Breno (Silveira), que sabe o que quer. É um maestro. Um cara que me ensina muito, me ensinou muito sobre cinema, sobre fotografia. É um grande professor de cinema. Deu uma liga muito massa assim também, em relação aos personagens, que são personagens bem construídos, todos, principalmente os da primeira temporada. Alguns até seguem com a gente nas outras, muito ricos. E atores muito talentosos também. Porque quando a gente está trabalhando a galera chega muito nessa energia de jogo e de troca. É todo mundo junto. Todo mundo batendo bola junto. Júlio Andrade, Erasmo Carlos, Seu Jorge e Lee Taylor em cena de 'Paraíso Perdido' Divulgação G1 - A série é com certeza muito diferente de todas as coisas que você tem feito ultimamente, e são muitas. Isso te ajuda a se manter interessado na atuação ou é um desafio a mais? Júlio Andrade - Isso foi até uma escolha minha. Meu maior medo é ficar estigmatizado em um personagem só, sabe. Isso é algo que eu procuro muito a cada personagem. Procuro sempre o desafio. Tem a ver com isso também. Eu preciso ser desafiado. Tem personagem que cai na minha mão e eu aceito de bate-pronto. O Betinho foi assim. O cara ligou e eu falei: "eu quero e é meu". Tem outros que eu penso mais. "Será que é isso que eu quero?" Eu lembro que no meio de "Sob pressão" e "1 contra todos", tinha ali um tempinho vago, fui convidado para fazer o filme da Monique Gardenberg ("Paraíso perdido"). E eu aceitei, porque estava precisando de uma coisa leve. De uma história de amor, de uma família, que tinha uma boate. Eu estava precisando contar aquela história naquele momento. Vou meio nessa pilha assim, entendendo o que eu quero fazer, o que eu quero contar. Porque é uma imersão muito profunda, sabe. Eu não estou de bobeira. Quando eu entro em um projeto, não é pela grana, não é pela fama, estou preocupado que as pessoas embarquem na história, e pra isso acontecer eu preciso estar 100% comprometido. Leandro Hassum e Júlio Andrade em cena de 'Malasartes e o duelo com a Morte' Divulgação G1 - Por que decidiram encerrar a série agora? É importante saber a hora de terminar? Júlio Andrade - Acho que foi um combinado meio que entre a gente. Aconteceu também naturalmente. Acho que tanto da minha parte quanto do Breno e de outras pessoas da equipe. Claro que a gente deixa de fazer um trabalho com um pesar assim gigante, porque a gente também apostou em um veículo que a gente não está acostumado. A gente não está familiarizado. Essa questão de ficar quatro anos fazendo um personagem é a primeira que acontece comigo, assim como foi com o "Sob pressão". Foi uma escolha minha. Eu quis embarcar. Assim como foi com as novelas. Eu fui lá fiz duas novelas, para entender que eu não gosto de fazer aquilo. Acho legal, dou o maior valor. Aplaudo muito quem consegue fazer bem, porque é um ambiente muito difícil, salvo algumas exceções. Júlio Andrade, Adriana Esteves e Chay Suede em cena de 'Amor de mãe' Reprodução/Globo Mas a gente apostou em uma série, sem saber onde ia dar. E agora acabar essa série, de sucesso, que nos levou ao Emmy, que levou muita gente para a frente da televisão, deixar esse trabalho, eu nem sei. Porque é uma coisa que eu ainda estou vivendo agora. Porque com o "Sob pressão" a gente estava pronto pra acabar e lá pelo menos a gente tinha a certeza de era a hora errada, entendeu? Tanto que eu acho que houve uma resposta do público de imediato. Eu acho que é um tema que ainda tem muito a ser falado. Não que eu não ache que o "1 contra todos" não pudesse dar mais temporadas. É um personagem cativante, uma situação extrema, que prende a atenção das pessoas. Mas a minha opinião é que o Cadu, eu não sei, eu não tenho na minha cabeça para onde ele iria mais. Até brinquei outro dia.Ele iria para a lua, sabe? Vender drogas na lua. Mas também, vai saber? A vida é tão maluca. Vai que daqui uns anos a galera resolve voltar e eu estou lá velho e me chamam. Personagem de Julio Andrade na série 'Sob pressão' Reprodução/TV Globo G1 - Mas explica melhor. Por que você não gosta de fazer novelas? O tempo da novela é um pouco longo demais. E a novela tem uma coisa — é meio perigoso falar isso — que é que ela se dá pela audiência. E, para mim como ator, eu gosto de construir um personagem, do começo ao fim. Então essa coisa de um personagem que pode ir para um lado, pode ir para o outro, não é muito para mim. E é muito rápido, sabe. Um ritmo muito frenético para mim. É uma coisa mesmo de construção de personagem. Eu falo isso mas vai saber. Um dia pinta um personagem incrível em uma novela e, vai saber, eu posso voltar atrás e fazer uma. Quem me chama pra fazer são os personagens. O ator Julio Andrade, que dá vida a Gonzaguinha no filme de Breno Silveira: semelhança com o cantor asssutou até a família João Linhares/Divulgação G1 - Do que você vai sentir mais falta da produção? Júlio Andrade - A primeira coisa que me vem à cabeça é de trabalhar com meu parceiro Breno Silveira e com toda a galera que a gente juntou para fazer esse projeto. Ao mesmo tempo, eu como um ator nômade, prefiro embarcar em uma outra viagem, sabe? Acho que vou sentir uma saudade, mas é uma saudade boa, de um tempo que teve o seu fim. E espero que essa temporada seja muito curtida, porque ela foi feita com muito carinho e muito cuidado. E muito frenética também, porque a gente fez em muito pouco tempo. G1 - Com o sucesso de "1 contra todos" e "Sob pressão", como tem equilibrado as propostas para novos projetos e os compromissos que já tem? Júlio Andrade - As coisas que me oferecem na maioria das vezes são coisas muito incríveis. De pensar: "caramba, estou deixando de fazer isso". Ao mesmo tempo, eu me propus a essa aventura. Eu estou no lugar em que eu queria estar. Essa perspectiva do Betinho tem me deixado muito empolgado, porque acho um personagem muito importante da nossa história que muita gente não conhece, principalmente a nova geração. Cada trabalho que eu escolho, eu penso muito antes de escolher. Quando pintam trabalhos incríveis, penso que eu escolhi fazer isso, então não sofro muito com isso. Esse ano por exemplo é um ano diferente, que eu me proponho de tentar fazer um pouco mais com essa popularidade que eu tenho, com esse alcance que eu tenho, de fazer mesmo ações, como o Betinho fazia. O Betinho tinha essa ação de cidadania, pessoas ajudando pessoas, e eu quero fazer isso também , até pra aproveitar a notoriedade que eu tenho. Então é isso, tenho a perspectiva de mais duas temporadas do "Sob pressão", e essa série do Betinho, que era pra acontecer antes, mas agora com tudo isso eu não sei. Veja Mais

Cantor country Joe Diffie morre aos 61 anos por causa do coronavírus

G1 Pop & Arte Ele foi diagnosticado na sexta-feira (27) e morreu neste domingo (29). Cantor ganhou um Grammy e teve mais de 20 músicas no top 10 das rádios country dos EUA. Joe Diffie Divulgação O cantor country Joe Diffie morreu aos 61 anos neste domingo (29) nos EUA, por causa do novo coronavírus. Ele havia sido diagnosticado na sexta-feira (27). Joe Diffie teve uma carreira de sucesso nos EUA nos anos 90. Ele ganhou um Grammy em 1998 com a faixa Same Old Train", com Marty Stuart. Ele lançou mais de 13 discos e emplacou 20 faixas no top 10 das paradas country nos EUA, como "Home," "Ships That Don't Come In," "If The Devil Danced," "John Deere Green", "Pickup man" e "Honky Tonk Attitude." Initial plugin text Veja Mais

Rapper Bivolt interliga duas correntes de energia no primeiro álbum

G1 Pop & Arte Gravado sob direção musical de Nave, disco conserva unidade ao harmonizar R&B, dancehall e trap com as batidas do hip hop. Capa do álbum 'Bivolt', da rapper Bárbara Bivolt Divulgação Resenha de álbum Título: Bivolt Artista: Bárbara Bivolt Gravadora: Som Livre Cotação: * * * 1/2 ♪ Em cena há cerca de dez anos, Bárbara Bivolt já enfrentou (e venceu) batalhas no rap e na vida. A mais recente vitória é o lançamento neste mês de março de Bivolt, primeiro álbum desta cantora e compositora paulistana nascida e criada na Comunidade do Boqueirão, refúgio de Sabotage (1973 – 2003) na selva da cidade de São Paulo (SP) nos últimos anos de vida do rapper conterrâneo. Em Bivolt, álbum gravado sob direção musical do produtor Nave, a artista interliga duas correntes de energia na formatação de repertório de voltagem oscilante. Faixas de menor eletricidade, como 110v e Mary End (ambientada no clima de R&B recorrente no disco), são contrabalançadas com temas em que Bivolt solta faíscas típicas do discurso incisivo do hip hop. “Não me comovo com rosas, não”, avisa a rapper feminista no flow de Susuave. Xênia França reforça a corrente de Bivolt como convidada de Nome e sobrenome. Na voltagem de quem se diplomou nas batalhas das ruas, Bivolt eleva os tons do altivo discurso feminino em Murda Murda – música gravada com a dupla Tasha & Tracie – e em Cubana, faixa cujo beat tempera o rap com doses precisas do molho tropical do jazz latino, com maior pitada do jazz cubano, claro. Peixinhos é música menos eletrizante da corrente de 110v. Tipo giroflex junta Bivolt com o também emergente rapper Jé Santiago em associação com o universo do trap, também evocado em Hipnose, faixa gravada com Lucas Boombeat, da Quebrada Queer. Freestyle conecta Bivolt com o balanço do dancehall com adesão de Dada Yute e do duo Tropkillaz. Já Sigilo acaba em samba, em cadência suave, toque inusitado de disco finalizado sem a inclusão do single Vista loka, lançado em junho. Fechado com o tema 220v, o álbum Bivolt esconde uma 15ª faixa de forma inusitada. Se tocadas simultaneamente, as músicas 110v e 200v dão forma a uma nova faixa. Tal pioneirismo dá charme a mais para o álbum de estreia de Bivolt. Contudo, o maior mérito do disco é unificar duas correntes de energia sem soar fragmentado. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Traço de união', Beth Carvalho, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Traço de união', de Beth Carvalho Arte de Elifas Andreato ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Traço de união, Beth Carvalho, 1982 ♪ Em 1982, Beth Carvalho (1946 – 2019) mudou o disco. Sem sair do nobre quintal do samba carioca, a cantora arriscou álbum diferente dos discos que vinha fazendo, colhendo na fonte os melhores frutos dos pagodes. Traço de união foi álbum nascido do sonho de concretizar um sonho. Sim, Beth sonhou que dava voz a parcerias inéditas de compositores até então dissociados uns dos outros no universo musical brasileiro. E foi atrás da realização do sonho, aglutinando compositores e promovendo parcerias inusitadas como a de Luiz Carlos da Vila (1949 – 2008) com Fátima Guedes – que ofereceram Presente da natureza – e como a de Caetano Veloso com Ivone Lara (1922 – 2018), criadores de Força da imaginação, único samba mais conhecido de repertório pouco difundido. O samba que dá título ao disco, Traço de união, foi a primeira parceria de João Bosco com Martinho da Vila, compositores que bisariam a parceria quatro anos mais tarde com Odilê, Odilá (1986). Produzido por Rildo Hora dentro dos moldes habituais da obra fonográfica de Beth, Traço de união é dos títulos menos ouvidos da coesa discografia da cantora, embora a artista vivesse na época um período de auge artístico e comercial iniciado com a explosão do álbum De pé no chão (1978). Com menor apelo popular, o disco preserva o alto padrão de qualidade da obra fonográfica da artista. Basta ouvir o lírico samba-canção Camarim, parceria de Cartola (1908 – 1980) com Hermínio Bello de Carvalho que ganharia a voz de Elizeth Cardoso (1920 – 1990) em show com o violonista Raphael Rabello (1962 – 1995) perpetuado no disco ao vivo Todo o sentimento (1991). Coração poeta bateu feliz, contrariando a melancolia geralmente entranhada no cancioneiro de Nelson Cavaquinho (1911 – 1986), unido por Beth em parceria com Paulinho Tapajós (1945 – 2013). O partido alto Enquanto a gente batuca juntou Ivan Lins com os letristas Vitor Martins e Nei Lopes com a aguçada consciência social que caracterizava as respectivas obras destes compositores. Belos sambas, Disfarce (Noca da Portela e Edmundo Souto) e Meu reino (Toquinho, Almir Guineto e Luverci Ernesto) também sobressaíram no disco, mostrando que as parcerias soavam naturais, embora abertas por sugestão de Beth Carvalho. Instinto (Wilson Moreira e Sérgio Cabral), Lua vadia (Guilherme de Brito e Gracia do Salgueiro) e Mestre coração (Monarco e Dalmo Castelo) soaram menos sedutores sem destoar do conjunto harmonioso do disco. Encerrado com Vou deixar pra amanhã (João Nogueira, Maurício Tapajós e Aldir Blanc), Traço de união se ressentiu da falta de um samba arrasta-povo como tantos gravados por Beth Carvalho em álbuns anteriores. Ainda assim, é disco que conjugou o bom gosto da cantora com a obstinação de ir atrás de um sonho para concretizar a força da imaginação. Veja Mais

Por trás de vídeos no Instagram, o que famosos estão fazendo de concreto contra o coronavírus?

G1 Pop & Arte Celebridades brasileiras cantaram ‘Trem bala’ em vídeo de campanha para ajudar UTIs. Fora do Brasil, Rihanna, Justin Bieber e outros fizeram doações; assista no Semana Pop. Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus Parecia inofensiva a reunião virtual de uma turma de celebridades para cantar "Imagine", música de John Lennon, no Instagram. Mas, em meio à pandemia do coronavírus, com a tensão que tomou conta do mundo inteiro, o vídeo gerou debate na internet - algumas pessoas criticaram a tentativa de dar uma máscara "good vibe" para o problema. Veja todas as edições Ouça em podcast Por trás de ações como essa nas redes sociais, quais famosos têm projetos concretos para ajudar a diminuir os prejuízos da pandemia? O Semana Pop deste sábado (28) explica as ações de celebridades como... Rihanna Justin Bieber Ryan Reynolds e Blake Lively Xuxa Fiorella Mattheis O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Teatro Bolshoi da Rússia realiza transmissão online enquanto coronavírus restringe vida pública

G1 Pop & Arte Rússia registrou 1.036 casos do vírus e cinco mortes relacionadas. Moscou fechará cafés, restaurantes e lojas, com exceção daquelas que vendem alimentos e medicamentos. Bailarinas participam de ensaio antes de suspensão das atividades do Teatro Bolshoi Evgenia Novozhenina/Reuters O famoso Teatro Bolshoi de Moscou começou a transmitir online algumas de suas performances mais notáveis do passado, depois de ser forçado a fechar suas portas ao público como resultado de novas restrições destinadas a conter a propagação do novo coronavírus. O Bolshoi, que ficará fechado até 10 de abril, se junta a uma série de outros teatros, casas de ópera e museus russos que se voltaram ao streaming online para satisfazer as necessidades culturais dos russos durante o isolamento por causa do coronavírus. Até o momento, a Rússia registrou 1.036 casos do vírus e cinco mortes relacionadas e intensificou as medidas para conter a disseminação. Neste fim de semana, Moscou fechará todos os cafés, restaurantes e lojas, com exceção daquelas que vendem alimentos e medicamentos. Os bailarinos do Bolshoi estão se acostumando a treinar e manter a forma em casa. "É claro que é um momento muito difícil para nós", afirmou à Reuters Denis Rodkin, dançarino principal, nesta sexta-feira. "Realmente dependemos da nossa profissão... espero que isso não dure muito e que tudo volte a funcionar em breve." Enquanto isso, disse Rodkin, as performances transmitidas online podem ajudar a manter o ânimo das pessoas durante o confinamento em suas casas. "A arte e as transmissões do Teatro Bolshoi, em particular, apoiam as pessoas nessas condições difíceis", afirmou. "Elas serão inspiradas, recarregadas com arte, e tudo isso terminará." Veja Mais

Mumuzinho faz show na varanda de casa na Barra da Tijuca durante isolamento

G1 Pop & Arte 'Já que não posso sair para fazer show, faço em casa mesmo para os vizinhos', disse o cantor. Apresentação aconteceu na tarde desta sexta-feira (27). Mumuzinho faz show na varanda de casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio O cantor Mumuzinho fez um show na varanda de casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na tarde desta sexta-feira (27). A apresentação animou vizinhos durante a isolamento contra o novo coronavírus. Eles registraram e aplaudiram. “É show em casa nessa quarentena. Já que não posso sair para fazer show, faço em casa mesmo para os vizinhos”, disse o cantor de sua varanda. O show aconteceu no Condomínio Majestic Cidade Jardim na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Cantor Mumuzinho faz show na varanda de casa nesta sexta-feira (27) na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio Reprodução/Instagram No meio da apresentação, Mumuzinho pediu aplausos para funcionários que permanecem trabalhando no condomínio mesmo com as medidas para conter o novo coronavírus. “Eu queria um aplauso a todos os funcionários que estão trabalhando aqui pra gente”, pediu o cantor. O repertório do show em casa teve canções como "Conselho", de Almir Guineto, e "Eu Mereço Ser Feliz", do próprio cantor. Veja Mais

Afetado por coronavírus, Cirque du Soleil cogita decretar falência

G1 Pop & Arte Famosa companhia circense dispensou temporariamente a maior parte de sua equipe e está com dívida de aproximadamente US$ 900 milhões, segundo fontes da agência Reuters. Espetáculo "Ovo" da companhia canadense Cirque du Soleil Cirque du Soleil/Divulgação O Cirque du Soleil Entertainment Group está avaliando opções para reestruturar dívidas, entre elas um potencial decreto de falência, depois de ter sido forçado a cancelar apresentações por conta da pandemia de coronavírus, disseram pessoas familiarizadas com o assunto.  A famosa empresa circense baseada em Montreal, amplamente conhecida por suas apresentações em Las Vegas, teve de dispensar temporariamente a maior parte de sua equipe após o cancelamento de seus próximos shows devido à implantação de medidas de distanciamento social para prevenir a propagação do vírus. O Cirque du Soleil está trabalhando com consultores de reestruturação para abordar uma crise de liquidez e suas dívidas de aproximadamente US$ 900 milhões, disseram as fontes na quinta-feira (26).  Credores também estão se consultando com conselheiros enquanto se preparam para negociar com a empresa. O Cirque du Soleil ainda não decidiu como abordar suas finanças problemáticas, avisaram as fontes, que falaram em condição de anonimato para discutir deliberações ainda confidenciais. A empresa se recusou a comentar o assunto. Veja Mais

No mais...

Mark Blum, ator de 'You', morre aos 69 anos por complicações causadas pelo coronavírus

G1 Pop & Arte Ator também contracenou com Rosanna Arquette e Madonna em 'Procura-se Susan desesperadamente'. Mark Blum em cena de 'You' Reprodução/Netflix O ator Mark Blum, conhecido pela série "You" e pelo filme "Procura-se Susan desesperadamente" (1985), morreu aos 69 anos por complicações causada pelo novo coronavírus, de acordo com o site Deadline. Apesar dos papeis na TV e no cinema, o americano fez uma longa carreira também no teatro. Sua morte foi divulgada pela companhia de teatro Playwrights Horizons e confirmada pelo sindicato de atores dos Estados Unidos. Initial plugin text "Com amor e corações pesados, a Playwrights Horizons faz tributo a Mark Blum, um amigo querido de longa data e um artista consumado que morreu esta semana", escreveu a companhia. "Obrigado, Mark, por tudo que você trouxe ao nosso teatro, e aos teatros e audiências de todo o mundo. Vamos sentir sua falta." No cinema, além de contracenar com Rosanna Arquette e Madonna no filme de 1985, ele também participou de "Crocodilo Dundee", um ano depois. Na televisão, seu trabalho mais recente foi na série "Billions". Veja Mais

Emicida refaz voo de 'Passarinhos' em remix com banda chilena Moral Distraída

G1 Pop & Arte ♪ Em 2018, a banda chilena Moral Distraída convidou Emicida para colaborar em remix de Canción bonita, música que a banda lançara em single em 2017. Dois anos depois, o rapper paulistano – razoavelmente conhecido no universo pop do Chile – retribui o convite com a produção de outro remix. Desta vez, a colaboração acontece em música do repertório de Emicida, Passarinhos, parceria do artista com Xuxa Levy lançada no álbum Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa (2015) em gravação feita pelo rapper com a adesão vocal de Vanessa da Matta em cadência próxima do reggae. No remix turbinado com os sons de instrumentos tocados pelo produtor Marcio Arantes, Passarinhos / Pajaritos ganha versos em espanhol da Moral Distraída e endurece (um pouco) sem perder a ternura. Além da edição em single nesta quinta-feira, 26 de março, o remix de Passarinhos entra em rotação em clipe filmado no Chile sob direção de Camila Grandi. Capa do single 'Passarinhos remix', de Emicida e Moral Distraída Val Palavecino Veja Mais

Naomi Munakata, maestrina titular do Coral Paulistano, morre aos 64 anos em SP

G1 Pop & Arte Informações iniciais indicam que ela teve uma pneumonia causada por coronavírus. Por duas décadas, Naomi também foi regente do Coro da Osesp A maestrina titular do Coral Paulistano Naomi Munakata, de 64 anos. Divulgação A maestrina titular do Coral Paulistano, Naomi Munakata, morreu aos 64 anos nesta quinta-feira (26). Informações iniciais indicam que ela teve uma pneumonia causada por coronavírus. Por duas décadas, Naomi também foi regente do Coro da Osesp e foi diretora e professora da Escola Municipal de Música de São Paulo, diretora artística e regente do Coral Jovem do Estado, regente-assistente do Coral Paulistano e professora na Faculdade Santa Marcelina e na FAAM. "A família do Theatro Municipal está órfã. Perdemos no dia de hoje, aos 64 anos, a maestrina titular do Coral Paulistano Naomi Munakata. Os mais sinceros sentimentos aos amigos e familiares dessa grande artista que abrilhantou nosso palco nos últimos anos. Sentiremos sua falta Naomi", lamentou uma publicação do Theatro Municipal de São Paulo no Facebook. Naomi Munakata iniciou os estudos musicais ao piano com apenas quatro anos de idade e começou a cantar aos sete, no coral regido por seu pai – Motoi Munakata. Estudou violino, harpa e formou-se em Composição e Regência em 1978 pela Faculdade de Música do Instituto Musical de São Paulo, na classe de Roberto Schnorrenberg. A vocação para a regência começou a ser trabalhada em 1973, com os maestros Eleazar de Carvalho, Hugh Ross, Sérgio Magnani e John Neschling. Anos depois, sua trajetória foi coroada com o prêmio de Melhor Regente Coral, concedido pela APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte. Veja Mais

Festival 'É Tudo Verdade' ganha versão on-line

G1 Pop & Arte Festival Internacional de Documentários reformulou programação original, diante das restrições e fechamentos de salas de cinema por pandemia de coronavírus. Festival "É tudo verdade" 2020 Divulgação O "É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários" ganhou sua primeira versão on-line. Segundo a produção do evento, o festival "reformulou seu programa original, diante das restrições radicais de mobilidade e do fechamento das salas de cinema e centros culturais em suas sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro". Com isso, o "É tudo verdade" será dividido em duas etapas. Na primeira fase, os documentários ficarão disponíveis em um festival digital até o dia 5 de abril nos sites do Itaú Cultural e da Spcine Play. Algumas obras ficam disponíveis até junho. "Em setembro, a segunda fase apresentará a vigorosa produção inédita selecionada para as mostras competitivas brasileira e internacional e programas fora de concurso", informa o evento. Serão 30 títulos disponíveis on-line e divididos em diferentes mostras, que incluem uma homenagem a José Mojica Marins, o Zé do Caixão, que morreu em fevereiro, aos 83 anos, e vídeos que destacam a mulher como realizadora audiovisual. Confira programação de filmes: A situação do cinema - Título brasileiros dedicados à fruição cinematográfica "Cinemagia: A História das Videolocadoras de São Paulo" (Alan Oliveira - 2016) "Cine Mambembe: O Cinema Descobre o Brasil" (Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi - 1998) "Cine São Paulo" (Ricardo Martensen e Felipe Tomazelli - 2017) "O Homem da Cabine" (Cristiano Burlan - 2007) "Quando as Luzes das Marquises se Apagam - a História da Cinelândia Paulistana" (Renato Brandão. 2018) Os primeiros premiados: três longas-metragens e um curta-metragem premiados nas primeiras edições do "É Tudo Verdade" "A Pessoa É Para o Que Nasce" (Roberto Berliner. 1998) "Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos". (Marcelo Masagão. 1998) "A Negação do Brasil" (Joel Zito Araújo. 2000) "Rocha que Voa" (Eryk Rocha. 2002) Ano 1: a safra brasileira no "É tudo verdade" 1996 : Longas e curtas-metragens nacionais que foram convidados a participar em 1996 da primeira edição do "É Tudo Verdade" Longas-Metragens "Carmen Miranda - Bananas is my Business" (Helena Solberg. 1994) "No Rio das Amazonas" (Ricardo Dias. 1995) 'Yndio do Brasil" (Sylvio Back. 1995) Curtas-Metragens "Criaturas que Nasciam em Segredo" (Chico Teixeira. 1995) "São Paulo – Cinemacidade" (Aloysio Raulino, Marta Dora Grostein, Regina Meyer. 1994) "São Paulo - Sinfonia e Cacofonia" (Jean-Claude Bernadet. 1994) "Un Poquito de Água" (Camilo Tavares e Francisco “Zapata” Betancourt. 1996) "Vala Comum" (João Godoy. 1994) "Maracatu, Maracatus" (Marcelo Gomes. 1995) As diretoras no "É Tudo Verdade": Ciclo inédito de dez documentários nacionais dirigidos por mulheres que marcaram a história do festival "Aboio" (Marília Rocha. 2005) "O Aborto dos Outros" (Carla Gallo. 2008) "Carmen Miranda – Bananas Is My Business" (Helena Solberg. 1994) "Domingos" (Maria Ribeiro. 2009) "Dona Helena" (Dainara Toffoli. 2006) "Os Melhores Anos de Nossas Vidas" (Andrea Pasquini. 2003) "Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas" (Sandra Werneck, 2017) "Nasceu o Bebê Diabo em São Paulo" (Renata Druck, 2002) "O Segundo Encontro" (Veronique Ballot. 2019) "Um Passaporte Húngaro" (Sandra Kogut. 2001) Homenagem a José Mojica Marins "Maldito – O Estranho Mundo de José Mojica Marins" (André Barcisnki e Ivan Finotti. 2000" "Mojica na Neve: Esta Noite Encarnarei em Sundance" (André Barcisnki, André Finotti e Ivan Finotti. 2001) Veja Mais

Veja famosos que morreram por causa do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Dramaturgo Terrence McNally, vencedor de 4 Emmys, saxofonista Manu Dibango, lenda do afro-jazz e Vittorio Gregotti, arquiteto do Estádio Olímpico de Barcelona, estão entre vítimas. O dramaturgo Terrence McNally, vencedor de 4 Emmys e o saxofonista Manu Dibango, lenda do afro-jazz, estão entre as pessoas famosas que morreram por conta da Covid-19 no mundo. Veja a lista e saiba mais abaixo: Terrence McNally, dramaturgo Manu Dibango, saxofonista de jazz Vittorio Gregotti, arquiteto Martinho Lutero Galati de Oliveira, maestro Floyd Cardoz, chef Veja os famosos que foram diagnosticados com coronavírus O aclamado dramaturgo americano Terrence McNally morreu na terça-feira (24) aos 81 anos em um hospital na Flórida, nos EUA. McNally ganhou quatro estatuetas do Tony, o principal do teatro americano, além de um prêmio honorário pela carreira em 2019. Saiba mais. Terrence McNally no Kennedy Center, em Washington, em foto de 2010 Jacquelyn Martin/AP Photo Manu Dibango, saxofonista camaronês e lenda do afro-jazz, morreu aos 86 anos na França. A informação foi confirmada na manhã de terça-feira (23). Sua vida foi inteiramente dedicada à música. Ele ficou conhecido mundialmente com o sucesso de "Soul Makossa", em 1972, clássico do jazz. Saiba mais. Manu Dibango, lenda do afro-jazz, durante apresentação em 2019 Reprodução/Facebook O arquiteto italiano Vittorio Gregotti, que projetou o estádio olímpico dos Jogos de Barcelona de 1992, morreu no domingo (15) aos 92 anos, depois de ter sido infectado com o novo coronavírus. O arquiteto também projetou o teatro da Ópera Arcimboldi de Milão, entre muitas outras obras. Saiba mais. Arquiteto italiano Vittorio Gregotti morre aos 92 anos após diagnóstico de coronavírus Reprodução/Facebook Martinho Lutero Galati de Oliveira, maestro e criador da Rede Cultural Luther King (1970), morreu em São Paulo, na quarta-feira (25), aos 66 anos. Ele tem cinco décadas ininterruptas de produção musical e criou o Coro Luther King aos 16 anos. Saiba mais Maestro Martinho Lutero Galati morre em São Paulo Divulgação O chef Floyd Cardoz, que competiu no programa "Top Chef" e venceu o "Top Chef Masters", morreu na quarta-feira (25). Ele tinha 59 anos e também havia trabalhado em restaurantes na Índia e nos Estados Unidos. Saiba mais. O chef Floyd Cardoz em 2014 Charles Sykes/Invision/AP Initial plugin text Veja Mais

Marianne Ebert, atriz de 'Barriga de Aluguel' e 'Sonho Meu', morre aos 51 anos

G1 Pop & Arte Atriz foi diagnosticada com câncer em 2014 e, durante exame em 2019, descobriu novos tumores no cérebro, fígado, ossos e pleura. Segundo amiga, Marianne estava no Brasil com sua família. Marianne Ebert Reprodução/Instagram Marianne Ebert, atriz que participou das novelas "Barriga de Aluguel" e 'Sonho Meu", morreu aos 51 anos. Segundo Gabriela Bornstein, amiga da atriz, a morte aconteceu na terça-feira (24), em um hospital no Brasil, embora Marianne se dividisse entre o país e os Estados Unidos. "Ela estava no Brasil com sua família e faleceu no hospital junto a sua família e seu marido. Devido ao coronavírus, sei que está confuso o procedimento do velório e do funeral", contou Gabriela na manhã desta quinta-feira (26). Miguel Falabella e Glória Perez usaram as redes sociais para lamentar a morte da atriz. "Querida Marianne, você foi uma guerreira e a vida não lhe deu tréguas. Anos e anos de luta contra essa maldita doença que lhe transtornou a vida, a carreira e acabou lhe vitimando. Há, entretanto, um momento feliz e é sobre ele que eu jogo um foco de luz nesse momento de angústia: você vivendo a Sereiazinha, no palco do teatro Clara Nunes. Nós vivíamos cheios de sonhos naquela época. Que você possa descansar em paz. Amor", escreveu Miguel. Cantora, atriz e dançarina, Marianne havia se mudado para Nova York havia 25 anos e se dividia entre o Brasil e os Estados Unidos. Em agosto de 2019, a atriz criou uma página para arrecadar fundos em uma vaquinha virtual. Lá, ela relatou que que parou de trabalhar em 2014 para iniciar seu tratamento contra um tipo de câncer agressivo. "Eu acreditava que estava me curando, quando fiz alguns exames na primeira semana de agosto e novos tumores foram encontrados no cérebro, fígado, ossos e pleura (...). Os custos com meu tratamento são enormes e podem chegar a milhares de dólares em 18 meses. Muitos dos tratamentos não são cobertos por planos de saúde nem dos Estados Unidos nem do Brasil, mas apresentam resultados positivos." Ao longo do tratamento, alguns amigos organizar dois shows beneficentes em Nova York. "Estávamos tentando ajudá-la a arrecadar fundos e divulgar o quanto ela estava precisando da ajuda de todos. Não só da ajuda financeira, mas no sentido espiritual, acreditamos que quanto mais pessoas torcendo e querendo e desejando de coração o melhor pra ela, ajudaria no processo da cura", afirmou Gabriela, que fez um vídeo com imagens da atriz para homenageá-la. Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Com coronavírus, Dinho Ouro Preto diz sentir como 'se corpo estivesse em guerra'

G1 Pop & Arte Cantor relatou cansaço, febre, fraqueza, dor no corpo e dificuldade em se alimentar. 'Deve estar acontecendo uma batalha interna.' Com coronavírus, Dinho Ouro Preto diz sentir como 'se corpo estivesse em guerra' Reprodução/Instagram Diagnosticado com coronavírus, Dinho Ouro Preto usou as redes sociais nesta quinta-feira (26) para falar sobre seu estado de saúde. Em relato publicado no Instagram, o cantor disse sentir cansaço, febre, fraqueza, dores e dificuldade em se alimentar. "Deve estar acontecendo uma batalha interna, eu contra a Covid-19." "Por enquanto, acho que eu tô ganhando, porque não tô piorando”, disse o cantor. "Amigos, obrigado pelas palavras gentis que vocês me enviaram. Por aqui, tá tudo bem. A situação é a seguinte: eu sinto uma fraqueza e meu corpo doe. Hoje já é o quinto dia da luta do meu organismo contra vírus. A batalha começa pra valer sempre no final da tarde. Lá pelas 18h, minha temperatura começa a subir. E a partir daí, não consigo mais me concentrar. Não consigo muito fazer nada." "Fico prostrado, sinto enjoo e náusea. Tenho dificuldade em comer. Sinto como se meu corpo estivesse em guerra. Uma luta que me deixa exaurido. Vou dormir exausto. Durmo muito e acordo cansado. Como se, mesmo em repouso, meu corpo estivesse ocupado. Deve estar acontecendo uma batalha interna: eu contra o Covid-19. Por enquanto acho que eu tô ganhando, porque não tô piorando. Tomara que continue assim." Após o depoimento, Dinho recebeu o apoio dos seguidores, incluindo alguns famosos. "Continue se cuidando. Em pouco tempo, estará de volta", comentou Marco Túlio, guitarrista do Jota Quest. "Vai ficar tudo bem! Você vai se recuperar logo! E em breve estaremos todos juntos cantando de volta nos palcos", escreveu Tico Santa Cruz. Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Brigas, calorias e papel higiênico viram temas para comediantes nos EUA durante pandemia

G1 Pop & Arte Apresentadores usam momento de isolamento por causa do coronavírus para produzir material de humor. Plataformas de vídeos também ganham conteúdos divertidos. Imagem feita em 20 de março de 2020, em Potsdam, na Alemanha, o papel higiênico foi retirado das prateleiras Michele Tantussi/Reuters De brigas de casal ao racionamento do papel higiênico: a vida sob o confinamento do coronavírus tem proporcionado muito material de comédia para aqueles que procuram espairecer suas mentes nestes tempos difíceis. Mais de 50% dos americanos estão sob ordens de permanecer confinados em casa, e enquanto programas de comédia como "Saturday Night Live" estão em hiato, muitos recorreram à internet para se divertir. A plataforma de vídeo TikTok tem 1,3 milhão de vídeos dedicados a uma nova música sobre o coronavírus - que inclui uma coreografia de dança com tosse sincronizada. Memes da quarentena: internautas ficam em casa sem perder o bom humor Vários apresentadores de programas noturnos de comédia começaram a transmitir online em locais sem público, incluindo suas próprias casas. Stephen Colbert apareceu ao vivo em sua própria banheira, aconselhando aos espectadores que "vejam o lado bom" pois "finalmente terão a chance de observar todo o papel higiênico que compraram". "Com base no meu atual nível de inatividade e aumento do estresse, definitivamente não vou achatar minhas curvas", acrescentou o apresentador do "Late Show" do canal CBS. Já Trevor Noah mudou o nome de seu programa no Comedy Central para "The Daily Social Distancing Show" (O programa diário do distanciamento social). "Perfeitamente saudável" Comediantes menos famosos, incluindo muitos que dependem das apresentações ao vivo para sua renda, têm alcançado novas audiências online, com piadas que novamente giram em torno da pandemia. Os comediantes Taylor Tomlinson e Sam Moril, que começaram a namorar na vida real pouco antes da crise, fizeram uma série de vídeos curtos sobre o confinamento, que tiveram dezenas de milhares de visualizações. O vídeo de Gus Johnson intitulado "People who are going to parties right now" (Pessoas que estão indo a festas agora mesmo), que acumulou mais de 1,65 milhão de visualizações no YouTube, faz uma crítica ao egoísmo de muitos jovens que erroneamente se veem como imunes ao vírus. Instituições mais importantes, como a revista New Yorker, também deram um toque de humor à situação. Um artigo intitulado "Algumas pautas sobre o coronavírus" trata dos conselhos contraditórios que circulam sobre a pandemia. "Não há necessidade de entrar em pânico... O estresse é tão comum que a maioria dos americanos está sentindo agora mesmo. O que é um mecanismo de resposta perfeitamente saudável", começa. "E por 'saudável' nos referimos a incrivelmente perigoso... A boa notícia é que se continuar se estressando, poderá evitar contrair o vírus por completo, morrendo de um ataque cardíaco prematuro". Veja Mais