Meu Feed

Hoje

Bolsas da Europa fecham em forte alta, apoiadas por indicadores do continente

G1 Economia Na zona do euro, o índice de sentimento econômico subiu para 64,0 pontos em agosto, de 59,6 em julho, resultado melhor que a expectativa, de queda para 55,3 pontos. Os principais índices europeus encerraram a terça-feira (11) em alta consistente, com os investidores recebendo positivamente os dados de confiança no continente e permanecendo otimistas em relação ao desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19. A perspectiva de novos estímulos fiscais nos Estados Unidos também é monitorada pelos agentes financeiros, fato que dá força aos ativos de risco globais na sessão. O índice Stoxx 600 Europe terminou o dia com ganhos de 1,68%, aos 370,76 pontos. O índice DAX, de Frankfurt, subiu 2,04%, a 12.946,89 pontos. Em Londres, o FTSE 100 avançou 1,71%, aos 6.154,34 pontos e, em Paris, o CAC 40 teve ganhos de 2,41%, aos 5.027,99 pontos. Em Milão e Madrid, as referências subiram 2,84% e 2,97%, respectivamente. Na Alemanha, as expectativas econômicas aumentaram fortemente em agosto, após uma leve queda em julho, segundo o instituto de pesquisa econômica Zew informou nesta terça-feira. Segundo o Zew, na Alemanha, o indicador de expectativas econômicas subiu para 71,5 em agosto, de 59,3 em julho. O resultado veio acima da previsão de 54,5 pontos de economistas consultados em uma pesquisa do “Wall Street Journal”. "A principal conclusão é que a economia alemã está firmemente no caminho da recuperação. Mas, dado o baixo nível de onde vem a economia e algumas restrições de longo prazo à vida diária, o retorno aos níveis anteriores à crise ainda deve demorar. Esperamos que o PIB alemão alcance seu nível pré-covid no início de 2022", afirmou o economista do Berenberg, Florian Hense. Na zona do euro, o índice de sentimento econômico subiu para 64,0 pontos em agosto, de 59,6 em julho, resultado melhor do que a expectativa que era de queda para 55,3 pontos. Europa enfrenta onda de calor; Reino Unido tem praias lotadas Vacina russa Hoje, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou que o país registrou a primeira vacina contra a covid-19. Ainda que haja ceticismo de países do Ocidente e até mesmo de algumas autoridades farmacêuticas e de saúde na Rússia, a notícia também serviu para impulsionar os ativos de risco globais. "As declarações russas de que aprovaram uma vacina eficaz podem ter sido tratadas com ceticismo, mas há um sentimento de que estamos nos aproximando de um período em que tais descobertas farão diferença tangível para a perspectiva das ações de 'value', fortemente atingidas durante a pandemia", disse Joshua Mahony, analista-sênior de mercados da IG. Trump x democratas O sentimento dos investidores também ganhou impulso com sinais de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e os democratas estão abertos para reiniciar as negociações sobre um amplo pacote de ajuda econômica. Funcionários do governo e líderes democratas pediram uns aos outros para voltarem à mesa de negociações depois que Trump emitiu ações executivas sobre auxílio desemprego e outras formas de alívio no fim de semana. O mandatário americano também disse, na noite de ontem, que estava considerando "muito seriamente" um corte no imposto sobre ganhos de capital e redução de impostos para famílias de classe média. Diante de todo esse cenário, os setores cíclicos do mercado europeu registraram ganhos robustos na sessão. A maior alta diária foi observada no setor de turismo e lazer (+4,53%), que foi fortemente atingido pela pandemia da Covid-19. O segmento automobilístico também foi destaque e encerrou o dia com ganhos de 4,43%, com destaque para a alta nas ações da BMW, Peugeot e Volkswagen, que valorizaram 5,76%, 5,83% e 5,17%, respectivamente. Já os bancos, outro segmento do mercado que é considerado como intimamente ligado ao ciclo de crescimento econômico, fechou em alta de 3,85%. Os papéis dos bancos italianos Bpm e Mediobanca subiram 6,92% e 5,92%, respectivamente. Também foram destaques as altas do Santander (+5,71%) e do Standard Chartered (+5,29%). Veja Mais

Conselho do FGTS aprova distribuir R$ 7,5 bi a trabalhadores e aumenta rendimento do fundo

G1 Economia Valor é referente ao lucro de 2019 e corresponde a 66% do saldo positivo do FGTS; em 2018, 100% foram distribuídos. Recursos podem ser sacados segundo lei atual; saiba regras. O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (11) a distribuição de R$ 7,5 bilhões aos trabalhadores, o que melhora o rendimento dos recursos depositados. O conselho se reuniu por videoconferência, e o valor a ser distribuído corresponde a 66,2% do lucro do FGTS em 2019, cujo montante chegou a R$ 11,324 bilhões. Os valores serão depositados até 31 de agosto. "Esse montante, distribuído de forma proporcional aos saldos das contas vinculadas, juntamente com os juros e atualização monetárias obrigatórios do FGTS representarão uma rentabilidade total de 4,90% no ano de 2019", informou o relatório do conselho. Especial G1: Entenda como funciona o FGTS O rendimento normal do FGTS, fixado em lei, é de 3% ao ano. Com a distribuição de parte do lucro do FGTS aos trabalhadores, o rendimento dos recursos nas contas dos trabalhadores no FGTS ficará superior à caderneta de poupança, que rendeu 4,26%, e também à inflação - que teve alta de 4,31% em 2019. No ano passado, a bolsa brasileira foi a aplicação financeira que apresentou o maior retorno, superando até mesmo o investimento em ouro. Veto à distribuição de 100% A decisão desta terça-feira representa uma mudança em relação ao lucro de 2018, quando 100% do saldo positivo de R$ 12,2 bilhões foram distribuídos aos trabalhadores. A distribuição gerou rendimento de 6,18% no ano retrasado, superando a inflação, de 3,75% no período, e a caderneta de poupança (4,6%). No fim do ano passado, contudo, o presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar a distribuição de 100% do lucro, deixando a cargo do Conselho Gestor do FGTS a definição sobre o percentual a ser distribuído a cada ano. Na ocasião, o governo informou que a distribuição seria feita conforme a "saúde financeira do fundo". Como fazer o saque dos recursos? A distribuição do lucro do FGTS aprovada nesta terça-feira não muda as regras de saques de recursos previstas em lei. Atualmente, o saque do FGTS só é possível em algumas hipóteses, entre as quais: demissão sem justa causa; término do contrato por prazo determinado; compra de moradia própria; aposentadoria. Brasileiros que aderiram ao saque-aniversário do FGTS vão poder fazer empréstimo Saque-aniversário Neste ano, começou a valer também uma nova modalidade: o saque-aniversário, que permite saques anuais. Ao confirmar a mudança, que não é obrigatória, o trabalhador deixará de efetuar o saque em caso de rescisão de contrato de trabalho. Em 2020, por conta da pandemia do novo coronavírus, o governo também autorizou o saque extraordinário do FGTS, no valor de até R$ 1.045. A medida provisória que regulamentou a decisão perdeu a validade, mas a Caixa Econômica Federal informou que continuará fazendo os pagamentos. Segundo o Ministério da Economia, um decreto deve ser editado sobre o assunto. Entenda o FGTS O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho. Assim, o trabalhador pode ter mais de uma conta de FGTS, incluindo a do emprego atual e dos anteriores. Até o dia 7 de cada mês, os empregadores devem depositar em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário. Quando a data não cair em dia útil, o recolhimento deve ser antecipado. Para os contratos de trabalho de aprendizagem, o percentual é reduzido para 2%. No caso de trabalhador doméstico, o recolhimento é correspondente a 11,2%, sendo 8% a título de depósito mensal e 3,2% a título de antecipação do recolhimento rescisório. O FGTS é pago sobre salários, abonos, adicionais, gorjetas, aviso prévio, comissões e 13º salário. Quando o trabalhador é demitido sem justa causa, ele tem direito a receber o saldo do FGTS que foi depositado pelo empregador durante a vigência do contrato de trabalho mais a multa rescisória de 40% em cima desse valor total. A reforma trabalhista criou a possibilidade da demissão por comum acordo, que dá direito ao trabalhador de sacar 80% do que foi depositado de FGTS e a 20% da multa rescisória sobre o valor total (e não sobre os 80%). Os 20% que não forem sacados poderão ser retirados dentro das regras gerais de saques do fundo. Veja Mais

Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Máquina de Vendas, controladora da Ricardo Eletro

G1 Economia Dívida da empresa é da ordem de R$ 4 bilhões. Lojas físicas foram fechadas e aposta é aumentar faturamento com canais digitais. A Justiça deferiu na segunda-feira (10) o pedido de recuperação judicial solicitado na última sexta pela Máquina de Vendas, que controla a Ricardo Eletro. Dez empresas ligadas à operação de venda de produtos e serviços do grupo fazem parte do pedido. A decisão foi publicada pelo juiz Tiago Limongi, da 1ª Vara Civil de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A Laspro Consultores foi nomeada a administradora judicial. Pedidos de recuperação judicial e falência crescem no país e atingem mais as pequenas empresas Avianca Brasil tem falência decretada pela Justiça Ricardo Eletro: lojas físicas serão fechadas para dar lugar a investimento nos canais digitais Reprodução A dívida da empresa é de R$ 4 bilhões. Além da Ricardo Eletro, a empresa é dona da Insinuante, Salfer, City Lar e EletroShopping. Decisão da Justiça Na decisão, o juiz afirma que “os documentos juntados aos autos comprovam que as requerentes preenchem, ao menos em um exame formal, os requisitos legais para requerimento da recuperação judicial”. Segundo Limongi, a empresa diz que as dificuldades causadas pela pandemia neste ano afetaram o fluxo de caixa após o plano de recuperação extrajudicial, homologado em 2019. E, desde aquele ano, o objetivo era a retomada das operações por meio da concessão de linhas de crédito que permitissem a geração de fluxo de caixa e a reestruturação de suas atividades. “Contudo, alegam as requerentes que os credores, por receio em relação ao futuro das empresas, negaram-se a disponibilizar novas linhas de crédito, o que manteve suas operações em severas dificuldades”, disse o juiz, de acordo com o Valor. A empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação e depois disso, 90 dias para levá-lo a assembleia geral de credores. Crises seguidas A empresa alega que passou a enfrentar dificuldades no recebimento de produtos chineses com o início da pandemia na Ásia para, em seguida, sofrer com queima de caixa quando as medidas de isolamento social chegaram ao Brasil. "Nesse contexto, a alternativa da recuperação judicial mostra-se o caminho mais viável para que a empresa siga com suas operações normalmente e promova a reorganização administrativa e financeira necessária para superar a situação momentânea de crise e ajustar-se estruturalmente para a nova realidade com varejo, no pós-pandemia", diz a nota. A Ricardo Eletro, contudo, anunciou o fechamento de suas mais de 600 lojas físicas ao redor do país. A aposta é o crescimento dos canais digitais, que, segundo a empresa, tiveram crescimento no período de 50 mil para 350 mil visitas diárias. A Máquina de Vendas passava por processo de recuperação extrajudicial desde 2019. Bancos como Bradesco, Itaú e Santander, além da Whirlpool, estão entre os principais credores. 'Direto com o dono' No início de julho, Ricardo Nunes, fundador e ex-principal acionista da Ricardo Eletro, foi preso em São Paulo. Ele era investigado na operação "Direto com o dono", de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em Minas Gerais. De acordo com os investigadores, aproximadamente R$ 400 milhões de impostos da rede varejista foram embutidos no preço dos produtos, mas não era repassado ao estado. A filha de Ricardo, Laura Nunes, também foi presa, na Grande BH, mas teve a prisão revogada a pedido do Ministério Público, por ter contribuído com as investigações. "O valor da dívida dessa empresa está girando em torno de R$ 380 milhões com o estado de Minas Gerais. Colegas promotores da Paraíba, do Rio de Janeiro e de Goiás me ligaram hoje, interessados no compartilhamento de informações e provas. Também nesses estados esse grupo empresarial é detentor de dívidas", relatou no dia da operação o promotor de Justiça Fábio Reis de Nazareth. A Ricardo Eletro disse, naquele dia, que Ricardo Nunes e familiares "não fazem parte do seu quadro de acionistas e nem mesmo da administração da companhia desde 2019". Fundador da Ricardo Eletro, alvo de operação contra sonegação, é liberado pela Justica Histórico da empresa A primeira loja Ricardo Eletro surgiu em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, em 1989. Em pouco mais de 10 anos já estava entre as cinco maiores empresas de varejo de eletroeletrônicos do Brasil. Em 2010, a Ricardo Eletro se fundiu à rede de lojas Insinuante criando o terceiro maior grupo varejista do país, chamado Máquina de Vendas. Em seguida, incorporou as marcas Citylar, Eletroshop e Salfer, unificando as lojas com a marca da Ricardo Eletro. Em 2011, Nunes foi condenado à prisão por corrupção ativa, depois de ser alvo de denúncia da Procuradoria da República. Ele teria pago propina a um auditor da Receita para livrar a empresa de uma autuação. Ele recorreu da decisão. Em 2018, o grupo entrou com uma ação de recuperação extrajudicial e, no ano passado, foi vendido para o fundo de investimentos e reestruturação Starboard. Veja Mais

Produção de grãos no Brasil em 2020 deve chegar a 250,5 milhões de toneladas, diz IBGE

G1 Economia Se confirmado, resultado representa um aumento de 3,8% na comparação com a colheita de 2019, com mais 9 milhões de toneladas. Colheita do milho safrinha avança em Mato Grosso do Sul Aprosoja-MS/Divulgação A safra de grãos em 2020 deverá alcançar 250,5 milhões de toneladas e bater um novo recorde, de acordo com as estimativas de julho divulgadas nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se confirmado, isso representa um aumento de 3,8% na comparação com a colheita de 2019, com mais 9 milhões de toneladas. A soja deve ter crescimento recorde de 5,9%, o que corresponde a 120,1 milhões de toneladas. “A produção da leguminosa só não deve ser maior devido à produção gaúcha, que caiu em 7,3 milhões de toneladas, em relação ao ano passado, por conta da estiagem prolongada. A produção de soja no Rio Grande do Sul foi estimada em 11,2 milhões de toneladas”, disse em nota o analista do IBGE Carlos Antônio Barradas. A produção do milho é outro destaque que, embora menor que a do ano passado, deve chegar a 99,8 milhões de toneladas em 2020. Barradas também lembra que a estimativa de produção de trigo está 41% maior e deve gerar 7,4 milhões de toneladas. Paraná se prepara para colher safra maior de trigo este ano, mas seca preocupa Ele afirma que as perdas decorrentes das estiagens em algumas regiões devem ter influenciado produtores a aumentar os investimentos nas lavouras de inverno, como forma de recuperar os prejuízos. “Com a valorização do dólar, os preços do trigo no mercado interno aumentaram, melhorando as perspectivas quanto à rentabilidade do produto”, explicou o analista de Agropecuária do IBGE. Na comparação mensal, a variação de 1,3% da safra de grãos decorre do milho 2ª safra (2,2 milhões de toneladas), do trigo (416,7 mil toneladas), da soja (231,3 mil toneladas), do arroz (196,0 mil toneladas), da aveia (70,5 mil toneladas) e do feijão 3ª safra (48,5 mil toneladas). O levantamento desta terça segue em linha com o divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A diferença é que o levantamento da Conab leva em conta o calendário de safra, que começa no segundo semestre de um ano e termina no início do segundo semestre do ano seguinte. Já o IBGE considera o que é produzido nos 12 meses do ano. Veja Mais

Vendas do varejo encolhem 8,8% na semana do Dia dos Pais, aponta indicador; e-commerce cresce 22%

G1 Economia Dados são do Índice Cielo de Varejo Ampliado; vendas de chocolates, vinhos e outros alimentos cresceram em relação a 2019, enquanto que as de vestuário e acessórios encolheram 21%. Em meio à pandemia do novo coronavírus, as vendas do varejo encolheram 8,8% na semana do Dia dos Pais, na comparação com o mesmo período de 2019, segundo dados divulgados pela Cielo nesta terça-feira (11). Os números da empresa de meio de pagamentos foram mensurados por meio do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que utiliza modelos matemáticos e estatísticos para calcular o desempenho do setor e não leva em conta apenas a base de clientes da companhia. Apesar do recuo, o número é visto como um sinal de recuperação. Resultado das vendas no Dia dos Pais é melhor que esperado pelo comércio em BH “No começo do isolamento, por volta da terceira semana de março, o faturamento do varejo teve queda de cerca de 50%”, compara o gerente de Inteligência da Cielo, Pedro Lippi. No Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio, a queda foi de 26%. Ou seja, os resultados negativos do setor têm sido cada vez menos intensos. Comércio eletrônico O faturamento das lojas físicas encolheu 6,7% na semana do Dia dos Pais, enquanto que o do e-commerce saltou 22,2%. “Mostra que os varejistas estão tendo de achar alternativas para continuar vendendo”, diz Lippi. Nessa conta do comércio eletrônico, não são levados em conta os números do setor de turismo e transporte, um dos mais atingidos pela crise. Caso fossem considerados, o e-commerce amargaria uma queda de 34,2% na comparação com 2019. Entre os setores típicos de presentes, o destaque ficou com o varejo alimentício especializado, que inclui as lojas de chocolate e vinho, por exemplo. O segmento aumentou as vendas mesmo em meio à pandemia: alta de 0,9% em relação a 2019. Cosméticos e higiene pessoal (-16,4%), óticas e joalherias (-16,7%) e vestuários e acessórios (-21%) amargaram quedas de dois dígitos. Pedro Lippi destaca que os segmentos classificados como essenciais, entre os quais os de supermercados, vêm tendo desempenho superior a 2019 durante a pandemia – comportamento que se repetiu no Dia dos Pais. “Nesse contexto de crise, ter crescimento em relação ao ano passado já é bem destacável”, diz ele. Empreendedores se reinventam com vendas na internet para sobreviver à pandemia Veja Mais

Economia russa recua 8,5% no 2° trimestre em meio a pandemia de coronavírus

G1 Economia Rosstat, serviço de estatísticas da Rússia, disse que apenas o setor agrícola cresceu no segundo trimestre, enquanto os setores de commodities, varejo, transporte e serviços foram os mais atingidos. A economia da Rússia teve contração de 8,5% no segundo trimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior, mostraram dados preliminares nesta terça-feira (11), uma vez que o país foi afetado pela pandemia de coronavírus e bloqueios relacionados a sua contenção, bem como pela queda nos preços do petróleo, sua principal exportação. Após crescer 1,6% no primeiro trimestre, a economia da Rússia entrou em contração depois que o surto de coronavírus paralisou muitas atividades comerciais, levando o banco central do país a reduzir os juros a uma mínima recorde. Putin anuncia que Rússia é o 1º país a registrar vacina contra o novo coronavírus O Rosstat, serviço de estatísticas da Rússia, disse que apenas o setor agrícola cresceu no segundo trimestre, enquanto os setores de commodities, varejo, transporte e serviços foram os mais atingidos. A contração econômica no segundo trimestre, o primeiro conjunto de dados trimestrais do Rosstat para avaliar os impactos das paralisações que a Rússia começou a impor no final de março, não foi tão profunda quanto as expectativas, com uma pesquisa da Reuters com analistas do final de junho prevendo queda de 9%. Veja Mais

Novo programa do FMI com Argentina não deve ser instituído até início de 2021, diz ministro

G1 Economia Argentina enfrenta um déficit fiscal crescente, inflação alta e uma taxa de câmbio distorcida, situação agravada sob a pressão da pandemia de coronavírus. A Argentina e o Fundo Monetário Internacional (FMI) provavelmente não chegarão a um acordo sobre um novo programa de financiamento até o início do ano que vem, disse nesta terça-feira o ministro da Economia do país sul-americano. Argentina anuncia que fechou acordo com grupos de credores sobre dívida para tirar país do calote O governo, que chegou a um acordo provisório com seus credores na semana passada para reestruturar US$ 65 bilhões em dívida externa, agora está focado na negociação de um novo programa com o FMI. O novo programa substituirá um acordo de financiamento de US$ 57 bilhões com o Fundo, criado em 2018. "Essa será uma negociação difícil e complexa", disse o ministro da Economia, Martín Guzmán, em entrevista à estação de rádio local Metro 95,1. Argentina anuncia que fechou acordo com credores sobre dívidas "Vai levar meses. É até possível que um acordo só seja alcançado no início do ano que vem", disse Guzmán. A Argentina enfrenta um déficit fiscal crescente, inflação alta e uma taxa de câmbio distorcida, situação agravada sob a pressão da pandemia de coronavírus. A economia deve registrar contração de mais de 10% este ano. Veja Mais

Demanda interna por bens industriais avançou 5,2% em junho, diz Ipea

G1 Economia Resultado confirma a tendência de recuperação da atividade econômica ante a flexibilização do isolamento social. A demanda interna por bens industriais avançou 5,2% de maio para junho, informou nesta terça-feira (11) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O resultado confirma a tendência de recuperação da atividade econômica ante a flexibilização do isolamento social. Produção industrial cresce em 14 dos 15 locais pesquisados em junho, aponta IBGE Em maio, o indicador já havia subido 2,2% perante o mês anterior. Apesar dos índices positivos, houve recuo de 19,6% no indicador na passagem do primeiro para o segundo trimestre. O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais considera a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações. Desagregando o indicador, sem ajuste sazonal, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) aumentou 16,2% em junho ante maio, e as importações de bens industriais recuaram 22,5% na mesma base de comparação. Indústria tomba quase 20% no segundo trimestre em relação ao mesmo período em 2019 Ante junho de 2019, a demanda interna por bens industriais se retraiu 12,4%. Com isso, o segundo trimestre do ano apresentou queda de 19,7% em relação ao verificado no mesmo período do calendário anterior. Com relação às categorias econômicas, o desempenho de junho foi "bastante disseminado", na definição do Ipea. Só a demanda por bens de capital recuou 13,9%, enquanto a demanda por todas as demais categorias variaram positivamente na margem. O destaque ficou por conta da demanda por bens de consumo duráveis, com alta de 72,1%. Na comparação interanual, porém, o resultado é negativo para todas as categorias, refletindo as dimensão da crise sobre a indústria. Já para as chamadas classes de produção, o Ipea detectou aumento da demanda interna por bens da indústria de transformação, que avançou 2,8% em junho sobre maio. A indústria extrativa mineral avançou 59,7% na margem, afetada por um forte crescimento das importações de petróleo e gás natural. Ao todo, 15 dos 22 segmentos investigados avançaram. Entre aqueles com peso relevante, o destaque positivo ficou por conta do segmento veículos, que registrou alta de 72,4% na comparação com maio, em linha com o que já havia apontado o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE). Veja Mais

Eventual prorrogação do estado de calamidade para ampliar gasto público 'não prospera', diz Maia

G1 Economia Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (11) ao blog que a eventual prorrogação do estado de calamidade pública em 2021, com o objetivo de permitir a ampliação dos gastos públicos, "não prospera". Maia reforçou ainda que qualquer iniciativa nesse sentido precisa do aval do Congresso Nacional. O estado de calamidade em razão da pandemia do novo coronavírus vale até 31 de dezembro. Na prática, no estado de calamidade, o governo não precisa cumprir a meta de déficit primário, a regra de ouro e o teto de gastos públicos, que impede o crescimento dos gastos além da inflação. O debate sobre a eventual prorrogação surgiu na reunião da Junta de Execução Orçamentária, há cerca de três semanas. Na mesma reunião, debateu-se uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) para permitir recursos para obras a partir de gastos extraordinários, que não passariam pela regra do teto. Ambas ideias tiveram oposição da área econômica. Áreas técnicas do governo afirmam que estender o estado de calamidade tem entraves jurídicos, já que teria de ser feita por um ano, eliminando a obrigatoriedade de estabelecer a meta fiscal, uma das âncoras que indicam se o governo está ou não comprometido com o ajustes nas contas públicas. A meta inicial para 2020 era de déficit de R$ 124 bilhões, mas deve ultrapassar R$ 800 bilhões em razão dos gastos com a pandemia, autorizados pelo Congresso, que aprovou o estado de calamidade. Veja Mais

Reforma tributária: proposta do governo prevê cortar 34% dos benefícios fiscais de PIS e Cofins

G1 Economia Fim dessa parcela de benefícios fiscais foi considerado no cálculo do governo para fixar em 12% — sem perda de arrecadação — alíquota da proposta de novo tributo, que unifica PIS e Cofins. A primeira parte da proposta de reforma tributária do governo federal, enviada para análise do Congresso no mês passado, prevê o corte de R$ 28,2 bilhões em benefícios fiscais concedidos a vários setores da economia, apontam números da Receita Federal. Esse valor representa 33,8% de um total de R$ 83,7 bilhões de benefícios fiscais decorrentes de incentivos, por meio isenção ou redução de PIS e Cofins, a todos os setores beneficiados. Para compensar a parcela dos benefícios fiscais que serão mantidos de maneira a não perder arrecadação, o governo calculou que será necessário aplicar uma alíquota de 12% no novo imposto que propõe criar, a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS). Esse novo imposto reúne PIS e Cofins em um só tributo. Entre os benefícios que seriam extintos estão os direcionados a aerogeradores (usados na produção de energia eólica); ao biodiesel; às cadeiras de rodas e aparelhos assistivos; e a embarcações e Aeronaves (veja a lista completa ao final desta reportagem). "Isso tudo vai acabar. Tem muita coisa que era puxadinho", disse a assessora especial do Ministério da Economia, Vanessa Canado, responsável pela proposta de reforma tributária juntamente com o secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto. Segundo ela, essas exceções são um dos pontos que geram um sistema tributário complexo no Brasil. O corte de benefícios proposto também equivale a 8,7% do valor total projetado para o próximo ano (R$ 325,704 bilhões). Além do PIS/Cofins, também há subsídios para o Imposto de Renda, como rendimentos isentos e deduções, além do IRPJ e do IPI. Esses pontos serão discutidos mais adiante, nas demais etapas da reforma tributária. A equipe econômica do governo já anunciou a intenção de reduzir nos próximos anos o patamar de todos os gastos tributários pela metade, de cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para cerca de 2% do PIB — percentual semelhante ao registrado em 2003 e em linha com outros países. Ministro da Economia volta a prometer que a reforma tributária não aumentará impostos Tributação elevada Ao eliminar a maior parte dos benefícios fiscais do PIS/Cofins, explicou Vanessa Canado, o governo "calibrou" alíquota da futura CBS em 12% — com a premissa de que a arrecadação da União ficará estável ao redor de R$ 340 bilhões. Se outros benefícios forem mantidos pelo Congresso Nacional, explicou Vanessa Canado, a alíquota do imposto federal terá de ser maior. Por outro lado, se mais incentivos forem eliminados, a alíquota poderá ser mais baixa. Nesta segunda-feira (10), o ministro Paulo Guedes, da Economia, admitiu que poderá rever a alíquota de 12% caso se revele "exagerada". Junto com o IVA dos estados e municípios, a alíquota total do tributo nacional estaria ao redor de 30% — patamar elevado na comparação internacional. A chamada "calibragem" do valor final da alíquota, porém, ainda está sendo discutida entre o governo e os estados. Até o momento, as propostas em debate da tributação sobre o consumo mantêm o elevado peso dos impostos nessa base de tributação na comparação com o resto do mundo — o que penaliza os mais pobres. Propostas no Congresso As outras duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso também alteram os benefícios fiscais. A proposta da PEC 45, de autoria do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) elimina mais benefícios ao manter apenas o Simples Nacional no formato atual. A redução dos benefícios seria progressiva, ao longo de dez anos. Para a Zona Franca de Manaus (ZFM), o texto prevê sua progressiva substituição pela alocação de recursos do fundo de desenvolvimento regional e, no caso da cesta básica, uma devolução de recursos para as famílias de menor renda através de crédito no cartão dos programas sociais. A proposta da PEC 110, de autoria do ex-deputado Luiz Carlos Hauly, mantém os benefícios para o Simples Nacional e para a Zona Franca de Manaus (ZFM). Também fixa alíquotas menores para "itens essenciais", como alimentos, medicamentos, transporte público coletivo urbano, saneamento básico, educação, saúde, biocombustíveis, operações de seguro, produtos de higiene pessoal e gás de cozinha, entre outros. Os demais benefícios são eliminados. Paulo Guedes entrega ao Congresso primeira parte da proposta de reforma tributária Proposta do governo federal Benefícios mantidos ou alterados Pela proposta do governo, os seguintes benefícios fiscais referentes a PIS e Cofins seriam mantidos ou alterados: Benefício para a cesta básica, no valor de R$ 16,054 bilhões, será mantido sem mudanças. Porém, o governo informou que pretende eliminá-lo mais adiante na reformulação dos programas de transferência de renda. Simples Nacional continuará beneficiado, no valor de R$ 28,270 bilhões para 2021, mas sistemática mudará para permitir geração de crédito financeiro. Zona Franca de Manaus: readequação e manutenção dos benefícios vinculados ao PIS/Cofins, no valor de R$ 9,59 bilhões no ano que vem. Transporte metropolitano de passageiros: isenção das receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte público coletivo municipal de passageiros, por meio rodoviário, metroviário, ferroviário e aquaviário, com impacto de R$ 694 milhões em 2021. Agricultura e agroindústria: manutenção do crédito presumido para agroindústria na compra de insumos de produtor pessoa física ou pessoa jurídica em 15%, com impacto de R$ 804 milhões. Benefícios extintos Pela proposta do governo, os seguintes benefícios fiscais referentes a PIS e Cofins seriam eliminados: Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que vale até 2022. Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que vale até 2032. Benefício para aerogeradores: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para biodiesel: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para cadeira de rodas e aparelhos assistivos: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para embarcações e Aeronaves: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para equipamentos para uso médico, hospitalar, clínico ou laboratorial: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para gás natural liquefeito: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a indústria Cinematográfica e Radiodifusão: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para livros: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para máquinas e equipamentos do CNPq: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para medicamentos: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a indústria petroquímica: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para produtos químicos e farmacêuticos: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Programa Universidade para Todos (Prouni): renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Rede Arrecadadora: renúncia da Cofins, que não tem prazo para terminar. Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infra-Estrutura (Reidi): renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a termoeletricidade: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para o transporte escolar: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para trem de alta velocidade: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para evento esportivo, cultural e científico: renúncia de PIS/Pasep e COFINS, que não tem prazo para terminar. Benefício para a Academia Brasileira de Letras (ABL): renúncia de PIS/Pasep, que não tem prazo para terminar. Benefício para a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) - renúncia de PIS/Pasep, que não tem prazo para terminar. Benefício para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) - renúncia de PIS/Pasep, que não tem prazo para terminar. Veja Mais

Usinas do Centro-Sul elevam moagem da cana e processam 55% de volume esperado para safra, diz Unica

G1 Economia Entre abril e julho, foram processados 326,4 milhões de toneladas, 5,6% a mais que no ano passado. Favorecido por preço e clima, açúcar tem produção 47,5% maior. Colheita da cana-de-açúcar no interior de São Paulo Sérgio Oliveira/EPTV A safra da cana-de-açúcar na região Centro-Sul do país acumula alta de 5,6% na moagem em 2020, aponta relatório divulgado nesta terça-feira (11) pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). De acordo com a entidade, as usinas processaram 326,4 milhões de toneladas entre abril e o final de julho, contra 308,9 milhões no mesmo período do ciclo anterior. O montante representa 55% do volume esperado para o biênio 2020/2021, segundo estimativa da Unica. Em março, analistas do setor projetaram um processamento de 596 milhões a 604,5 milhões de toneladas para todo o período. A falta de chuvas, observada em polos produtores como a região de Ribeirão Preto (SP), ajudou a acelerar o ritmo da colheita. Na última quinzena de julho, a alta registrada foi de 1,15% na moagem, a oitava consecutiva desde o início da safra, cenário oposto ao registrado em 2019, marcado por baixas até o início de agosto. O volume de todo o mês passado, de 97,04 milhões de toneladas, é o segundo maior da série histórica do setor no Centro-Sul, e só fica atrás do obtido em julho de 2017. A elevação na quantidade veio acompanhada de uma qualidade superior da matéria-prima. O índice de concentração de açúcares totais (ATR) por tonelada de cana obtido este ano é 5,05% maior em comparação com o ano passado. Com 135,25 quilos de ATR, cada tonelada rende, em média, 60,43 quilos de açúcar. O número foi impulsionado pelo bom resultado na segunda quinzena de julho, quando o nível de ATR por tonelada chegou a 148,12, 4,87% maior que na mesma parcial de 2019. Como previram os analistas no início do ano, o açúcar segue com produção em alta de 47,64% nas usinas, estimuladas por fatores como o clima seco, por preços mais atrativos para comercialização e redução da demanda por etanol no país. A elevação é a oitava seguida nas avaliações quinzenais. Entre abril e o final de julho, o setor produziu 19,7 milhões de toneladas - diante de 13,3 milhões em 2019 - e elevou de 35,25% para 46,9% a participação do subproduto no mix das indústrias. Em contrapartida, a produção de etanol acumula baixa de 6,6%, com 14,52 bilhões de litros - 1 bilhão a menos que no ciclo 2019/2020. Com isso, a proporção de matéria-prima destinada ao subproduto em um ano caiu de 64,75% para 53,10%. Do total produzido, 10,2 bilhões foram de etanol hidratado, utilizado diretamente no abastecimento dos carros, que acumula baixa de 4,34%, e 4,2 bilhões foram de anidro - variedade misturada à formulação da gasolina -, com redução de 11,68%. De acordo com a Unica, apesar de ter havido uma recuperação na demanda por combustíveis no mês passado, as vendas seguem em baixa - até julho a retração foi de 19,19% - e os estoques das usinas ainda são 30% maiores em relação a 2019. Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Veja Mais

Número de passageiros em aeroporto do Reino Unido cai 88% em meio a restrições

G1 Economia Aeroporto de Heathrow no Reino Unido reiterou seu pedido para a realização de testes de Covid-19 nos aeroportos. O aeroporto de Heathrow no Reino Unido reiterou seu pedido para a realização de testes de Covid-19 nos aeroportos nesta terça-feira (11), uma vez que relatou uma queda de 88% no número de passageiros em julho devido às restrições de viagens que afirma que estão prejudicando a economia do país. Passageiros chegam ao aeroporto de Heathrow, em Londres Toby Melville/ Reuters O Heathrow, que pertence a um grupo de investidores que inclui a espanhola Ferrovial, a Qatar Investment Authority e a China Investment Corp, disse que 60% de suas rotas permaneceram paralisadas, exigindo que os passageiros fiquem isolados por 14 dias na chegada ao destino. Apesar de milhares de britânicos passarem férias no exterior após meses de isolamento social, o governo já impôs a quarentena a quem chega da Espanha, Luxemburgo, Bélgica, Bahamas e Andorra. Na semana passada, o ministro das Finanças, Rishi Sunak, disse que o governo não hesitaria em adicionar mais países à sua lista de quarentena quando questionado se a França também poderia entrar no grupo. No entanto, o Heathrow acredita que os testes em passageiros podem manter as rotas operando com segurança e reiniciar outras para ajudar na recuperação econômica do Reino Unido. "Dezenas de milhares de empregos estão sendo perdidos porque o Reino Unido continua isolado de mercados cruciais como os Estados Unidos, Canadá e Cingapura", disse o presidente-executivo do Heathrow, John Holland-Kaye. "O governo pode salvar empregos com a introdução de testes para cancelar a quarentena de países de alto risco, enquanto mantém o público protegido de uma segunda onda de Covid." Mais de 860 mil passageiros viajaram pelo Heathrow em julho - uma queda de 88% em relação ao ano anterior, mas um ligeiro aumento no tráfego desde o início da pandemia, impulsionado pela criação pelo governo do Reino Unido dos primeiros "corredores de viagens" em 4 de julho. Veja Mais

Grandes empresas dos EUA formam grupo para aumentar contratação de minorias em Nova York

G1 Economia Grupo pretende contratar 100 mil pessoas de comunidades negras, latinas e asiáticas de baixa renda até 2030. Líderes de grandes empresas dos Estados Unidos, incluindo bancos e gigantes da tecnologia, formaram um grupo com o objetivo de aumentar a contratação de indivíduos de comunidades minoritárias em Nova York. O grupo, chamado de New York Jobs CEO Council, que conta com presidentes-executivos de 27 empresas, pretende contratar 100 mil pessoas de comunidades negras, latinas e asiáticas de baixa renda até 2030. Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, Arvind Krishna, da IBM e Julie Doce, da Accenture vão copresidir o grupo. Nos EUA, pretos, hispânicos e outras minorias estão entre os mais atingidos pela Covid-19 O grupo ainda inclui empresas como Amazon, Google, Microsoft e Goldman Sachs, de acordo com um comunicado à imprensa. "A crise econômica de hoje está exacerbando a desigualdade econômica e racial e expondo barreiras sistêmicas às oportunidades", disse Dimon em um artigo no Wall Street Journal na segunda-feira. "Os jovens de comunidades de baixa renda e de minorias são os que mais sentem esse fracasso. A menos que trabalhemos ativamente para fechar a lacuna, o Covid-19 vai piorar as coisas", disse o artigo em coautoria com Félix V. Matos Rodríguez, reitor da City University of New York. Veja Mais

No Brasil, 40% dos jovens com ensino superior não têm emprego qualificado

G1 Economia Levantamento da consultoria iDados aponta que 525 mil trabalhadores com diploma, entre 22 e 25 anos, são considerados sobre-educados - exercem ocupações que não exigem faculdade; pandemia deve agravar esse cenário. Camila, Bruna e Bruno têm ensino superior, mas não conseguem emprego na área de estudo Acervo pessoal Filha de empregada doméstica, Camila Striato Martinez, de 22 anos, foi a primeira pessoa da família a concluir uma faculdade. Bruna Klingspiegel, também de 22 anos, se formou em história e fez pós-graduação. Bruno Vinícius Moreira Rodrigues, de 27, se graduou em direito há três anos. Os diplomas dos três, no entanto, permanecem nas gavetas. Camila, Bruna e Bruno estão entre os milhares de jovens brasileiros com ensino superior que as sucessivas crises econômicas enfrentadas pelo Brasil nos últimos anos têm empurrado para ocupações de baixa qualidade. No primeiro trimestre de 2020, 40% dos brasileiros entre 22 e 25 anos com faculdade no currículo eram considerados sobre-educados, revela um levantamento realizado pela consultoria iDados. Ou seja, eram 525,2 mil jovens graduados que estavam em ocupações que não exigem ensino superior. Desde 2014, os jovens que entraram ou se formaram no ensino superior enfrentam um mercado de trabalho bastante fragilizado. Nesse período, entre 2015 e 2016, houve uma forte recessão provocada pelos vários desequilíbrios macroeconômicos e pela turbulência política do governo Dilma Rousseff. Os anos seguintes foram de baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), insuficientes para recuperar todas as perdas da economia. Agora, a dura crise provocada pela pandemia do coronavírus deve agravar ainda mais esse cenário. "Houve uma formação muito grande de pessoas com ensino superior nos últimos 10 anos", afirma a pesquisadora do iDados e responsável pelo levantamento, Ana Tereza Pires. "As pessoas que se formaram a partir de 2015 enfrentaram um cenário de crise, em que elas não conseguiam mais encontrar uma vaga compatível com o nível de estudo." O levantamento realizado pelo iDados tem como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "O principal motor (para esse elevado nível de sobre-educação) foi a desaceleração da economia", diz Ana Tereza. "A crise econômica fez com que as pessoas não conseguissem encontrar vagas em níveis compatíveis com a formação delas." E as perspectivas são de piora desse quadro atual, alerta o professor titular e coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. “A pandemia está provocando o fechamento de negócios e queda generalizada de emprego e renda no país. Muitos desses jovens não estão conseguindo encontrar emprego nem no setor informal, então tudo o que eles aprenderem na faculdade e no ensino médio está sendo depreciado, eles não estão utilizando”, diz. "Isso vai fazer com que o salário deles, no futuro, seja ainda menor e a probabilidade de ficarem desempregados aumenta muito", destaca Naercio. Desemprego sobe para 13,3% em junho e país tem nova queda recorde no número de ocupados Fim dos auxílios federais pode aumentar taxa de desemprego Os jovens sobre-educados Pelo país, os jovens sobre-educados revelam a frustração por não exercer a profissão de estudo no ensino superior. Camila Striato Martinez Entrevista com Camila Striato Martinez Camila Striato Martinez, de 22 anos, foi a primeira pessoa da família a concluir uma faculdade. Filha de uma empregada doméstica e formada em história, está desempregada e sobrevive com trabalhos esporádicos, ajuda dos pais e auxílio emergencial. Seu sonho é dar aulas. "No começo do ano, eu participei de algumas entrevistas em escolas e cursinhos, mas nada foi muito para frente e aí veio a pandemia", diz Camila. "Agora, eu não estou trabalhando em nada, estou desempregada, ainda procuro vagas na área da educação, mas ainda está muito difícil." Para Camila, por ora, há pouca perspectiva de que as coisas possam melhorar nesse cenário de pandemia. "É frustrante fazer um curso durante quatro anos, numa universidade renomada, e não ter esse reconhecimento, esse retorno na área do trabalho, diz Camila. Bruna Klingspiegel Entrevista com Bruna Klingspiegel O mesmo cenário se repete com a também historiadora Bruna Klingspiegel, de 22 anos. Ela não consegue um trabalho fixo desde 2018. "Só existe vaga de estágio e, quando a gente se forma, parece que as oportunidades acabaram", afirma. Bruna também tem uma pós-graduação em dramaturgia, mas não viu suas chances no mercado de trabalho aumentarem. Decidiu, então, partir para uma segunda graduação, de jornalismo. "Eu vou sobrevivendo com esses trabalhos esporádicos e com a grana que ganho a cada dois meses, três meses", diz. "Na minha área não vou conseguir nada, então vou ter de começar a abrir mais, começar a procurar coisas que não estejam relacionadas ao que eu me formei mesmo." Bruno Vinícius Moreira Rodrigues Entrevista com Bruno Vinícius Moreira Rodrigues Bruno Vinícius Moreira Rodrigues se graduou em direito há três anos, mas só conseguiu entrar no mercado de trabalho formal como analista de crédito numa empresa do setor de agronegócio. "Terminei (a graduação) no fim de 2017, fiz o curso inteiro pelo ProUni", diz Bruno. "No início de 2018, eu passei no exame da OAB, mas, desde então, eu não atuei (na área). Fiz um estágio em um escritório de advocacia, mas fui demitido, porque o escritório perdeu um grande contrato." Bruno, que hoje está com 27 anos, ainda planeja retomar a carreira de advogado, mas, por ora, não consegue conciliar as duas atividades nem tem a segurança de abrir mão de um emprego fixo: "Eu não tenho tempo de ficar pegando causas. Eu cuido de duas filiais da empresa em que trabalho, então meu tempo é bem corrido." Faculdade ainda vale a pena? Embora o cenário do mercado de trabalho esteja fragilizado, um curso de ensino superior ainda faz muita diferença no país. A taxa de desocupação é menor entre aqueles trabalhadores com diploma universitário. "Ter ensino superior no Brasil continua sendo uma grande vantagem frente a outros trabalhadores", diz Ana Tereza. "Por mais que os jovens não estejam conseguindo encontrar vagas compatíveis com a formação deles, é importante lembrar a taxa de desemprego entre quem tem ensino superior é muito mais baixa do que, por exemplo, quem tem só ensino médio ou menos." A consequência para o país, no entanto, de ter jovens capacitados em ocupações que exigem baixa qualificação, é bastante perversa. Esses trabalhadores sobre-educados vão ter um salário mais baixo do que poderiam alcançar e uma produtividade menor, o que dificulta o enriquecimento do país. A economia brasileira lida com um problema crônico com a sua produtividade. Ela está estagnada há 40 anos. Em 2019, um trabalhador brasileiro produziu o mesmo do que em 1980. Produtividade estagnada PNAD e PNAD Contínua/IBGE; IBRE/FGV. Elaboração Cátedra Ruth Cardoso "Nós temos vários problemas que explicam essa baixa produtividade estrutural", diz Naercio. "Temos um problema de capital humano, de educação. Desde a primeira infância, as crianças têm baixo investimento para desenvolver suas habilidades, não só de raciocínio, de aprendizado em português e matemática, mas de habilidades socioemocionais." A melhora de produtividade brasileira passa por várias questões estruturais, segundo o economista do Insper, como melhorar a qualidade da educação, o ambiente de negócios do Brasil e aumentar a concorrência do país. "Ainda falta mais qualificação do jovem brasileiro, para que ele possa seguir carreiras de ponta”, diz Naercio. “Por outro lado, tem um problema estrutural do nosso ambiente de negócios totalmente deturpado, da falta de concorrência e infraestrutura. Se o país não fizer reformas estruturais para melhorar a concorrência internacional, simplificar a estrutura tributária e incentivar pesquisa e desenvolvimento, o Brasil não vai conseguir crescer.” *Colaborou João Paulo Machado, da GloboNews Veja Mais

Cancelamentos de Boeing 737 Max chegam a quase 400 aeronaves em 2020

G1 Economia Recertificação do modelo ainda está em jogo mais de um ano após sua suspensão mundial por causa de dois acidentes fatais. Aviões modelo Boeing 737 MAX 8 estacionados em depósito de aeronaves do aeroporto de Victorville, na Califórnia Mike Blake/Reuters A Boeing perdeu 43 encomendas para seus aviões 737 MAX em julho, elevando o total de cancelamentos do jato este ano para 398, enquanto entregou apenas 4 de suas outras aeronaves a clientes, segundo dados mensais nesta terça-feira (11). Com base em um padrão de contabilidade mais rígido, a Boeing disse que os cancelamentos de pedidos agora estão em 857 para o MAX, cuja recertificação ainda está em jogo mais de um ano após sua suspensão mundial por causa de dois acidentes fatais. Com histórico de acidentes, Boeing 737 MAX fará voos de teste para certificação As quatro entregas - uma de cada um dos cargueiros 767 e 777 e dois 787 Dreamliners – representam uma queda em relação aos 19 aviões no ano anterior, elevando o total para 74 aeronaves até agora neste ano. A Boeing entregou um recorde de 806 aeronaves em todo o ano de 2018, antes do início da crise do 737 MAX. As companhias aéreas pagam a maior parte do preço de compra quando recebem a aeronave, então a falta de entregas é um impacto direto na receita do fabricante de aviões. Autoridades devem começar testes para certificação do 737 Max, da Boeing A Boeing não ganhou novos pedidos em julho e seus cancelamentos incluem 35 pedidos feitos anteriormente para o 737 MAX pela AerCap Holdings e Alafco. Os novos cancelamentos do 737 MAX no mês passado foram da Canada Jetlines, de cinco pedidos, a Avolon descartou dois pedidos e um cliente de um jato executivo cancelou um pedido. Boeing registra fortes perdas no 2º trimestre Além disso, a Boeing removeu nove aviões 737 MAX de sua carteira de pedidos para ajustar os jatos encomendados em anos anteriores, mas com pouca probabilidade de entrega no momento. Numa base ajustada, 52 aviões foram cancelados no mês passado, elevando a perda de pedidos para 836 no ano até julho. Os pedidos brutos da empresa, sem cancelamentos, somaram 59 aviões nos primeiros sete meses de 2020. Veja Mais

Mourão diz que setor privado será 'protagonista do desenvolvimento sustentável’ na Amazônia

G1 Economia Vice-presidente afirma que Estado não terá o papel central no processo. Ele participou de painel com representantes de países que abrigam a floresta amazônica. O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, declarou nesta terça-feira (11) que o setor privado será o “protagonista do desenvolvimento sustentável” da Amazônia. Esse protagonismo não caberá ao poder público, na opinião de Mourão, que chefia o Conselho Nacional da Amazônia Legal. Mourão participou de uma videoconferência com representantes de países que abrigam a floresta amazônica, como Colômbia, Peru e Bolívia. Também nesta terça ocorrerá um encontro, por vídeo, com os presidentes dos países amazônicos. Em seu discurso, lido em espanhol, Mourão destacou a importância de incentivar a bioeconomia como forma de desenvolver e preservar a floresta. Para ele, as empresas serão protagonistas nesse processo que exige criatividade e inovação, características "próprias do espírito empreendedor do setor privado". "O protagonista do desenvolvimento sustentável na Amazônia será o setor privado, não o Estado", disse Mourão. O vice-presidente afirmou que o Brasil trabalhará com o apoio de empresas e da sociedade civil para a bioeconomia ser a "nova fronteira da expansão da atividade humana na selva amazônica". Mourão defendeu que, além de combater crimes ambientais, é preciso desenvolver a região. Ele citou como eixos estratégicos dessa bioeconomia uma infraestrutura sustentável e o mapeamento de cadeias globais de valor compatíveis com os produtos da selva. O vice citou a necessidade de usar os rios da região para escoar produtos, a partir de pequenos portos em povos existentes na Amazônia. Ele ainda sugeriu que bancos financiem esses empreendidos, liderados pelo setor privado. "Para que tudo isso funcione, é necessário que se coloque dinheiro. Então, o financiamento por parte de bancos privados e bancos de desenvolvimento é fundamental", argumentou. Desmatamento Mourão voltou a citar que os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam alta no desmatamento desde 2012, com um salto no último ano, o primeiro da gestão do presidente Jair Bolsonaro. O vice reconheceu que o Brasil é cobrado pela preservação da floresta e explicou que o governo deflagrou em maio a Operação Verde Brasil 2. A ação é executada por militares das Forças Armadas para combater crimes ambientais na Amazônia. Sem citar países ou políticos estrangeiros, Mourão voltou a dizer que há “desinformação” sobre a realidade da Amazônia e a criticar a postura “de alguns que se aproveitaram da crise para avançar em interesses protecionistas e renovar atitudes colonialistas". Em 2019, o governo brasileiro teve de enfrentar uma crise diplomática com o governo francês em razão da preservação da Amazônia, quando os presidentes Jair Bolsonaro (Brasil) e Emmanuel Macron (França) trocaram críticas em discursos e entrevistas. Na oportunidade, Bolsonaro e militares que atuam no governo, entre os quais o próprio Mourão – general da reserva da Exército, reafirmaram a soberania do Brasil em seu território amazônico. Bolsonaro diz que Macron terá de retirar 'insultos' antes de o Brasil aceitar dinheiro Veja Mais

Bovespa opera em alta com melhora nos mercados globais

G1 Economia Na segunda-feira, bolsa subiu 0,65% e fechou a 103.444 pontos. Painel da B3, a bolsa brasileira Estadão Conteúdo/Cris Faga .se O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta terça-feira (11), favorecida pela melhora do apetite a risco no mercado global, em meio ao anúncio da Rússia sobre vacina contra o Covid-19 e apostas de mais estímulos econômicos nos Estados Unidos. Às 10h17, o Ibovespa tinha alta de 0,55%, a 104.013 pontos. Veja mais cotações. Na segunda-feira, a bolsa fechou em alta de 0,65%, a 103.444 pontos. O acumulado do mês é de alta de 0,52%. No ano, o Ibovespa tem queda de 10,55%. Cenário "O dia está amanhecendo com mais um movimento de 'risk-on' generalizado, com bolsas em alta, dólar fraco, commodities metálicas não preciosas em alta e metais preciosos em queda", observou o estrategista Dan Kawa, da TAG Investimentos, de acordo com a Reuters. Ele destacou em comentários a clientes que o destaque da manhã é a notícia de que a Rússia teria aprovado a primeira vacina contra o Covid-19 e já estaria vacinando a sua população. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira que o país tornou-se o primeiro do mundo a dar aprovação regulatória para uma vacina contra a Covid-19 depois de menos de dois meses de testes em humanos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que está discutindo com autoridades de saúde da Rússia o processo para uma possível pré-qualificação pela OMS da vacina. O chefe do fundo soberano da Rússia, Kirill Dmitriev, disse que a vacina será produzida no Brasil e a fabricação dela na América Latina começará em novembro, desde que obtida aprovação regulatória. Nos EUA, o dia é positivo com esperanças de um acordo sobre ajuda federal para os 30 milhões de norte-americanos desempregados. O presidente norte-americano, Donald Trump, escreveu em uma rede social que os principais democratas do Congresso querem se reunir com ele para discutir estímulos, após negociações entre democratas e Trump não avançarem na semana passada. Do lado das commodities, os futuros de referência do minério de ferro na bolsa chinesa de Dalian fecharam em alta, mesmo viés adotado pelos preços do petróleo. Investidores do mercado brasileiro também analisam a ata da última reunião do Copom, na qual o Banco Central reduziu a Selic a 2%. No documento, o BC disse que a Selic está perto do limite e novos cortes podem ser temporalmente espaçados. Da temporada de balanços, BTG Pactual divulgou mais cedo queda de 4,1% no lucro líquido recorrente do segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$ 987 milhões. Na noite da véspera, a Cosan reportou prejuízo de R$ 174,4 milhões no segundo trimestre, revertendo lucro de um ano antes; e Itaúsa mostrou queda de 75,4% no lucro, a R$ 598 milhões. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Veja Mais

14 horas na moto e medo de contágio: como é a rotina de entregadores na pandemia

G1 Economia Motoboys, motogirls e entregadores de bicicleta dizem que não estão ganhando mais com a alta demanda por delivery. Alguns relatam que, com mais concorrência, precisam trabalhar mais horas para manter renda. Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery Motoboys e entregadores de bicicletas viram a demanda de serviço aumentar com a pandemia de coronavírus, mas não necessariamente estão ganhando mais com isso. Alguns relatam que, com mais concorrência, precisam trabalhar mais horas para ter a mesma renda de antes. E parte desses trabalhadores demonstrou essa insatisfação com as paralisações de julho. Com o isolamento social para prevenção da Covid-19, quem está em casa pode contar com o delivery, muitas vezes feito por aplicativo, apesar de muitos motoboys ainda sobreviverem por trabalhos particulares, com entregas de documentação, ou fixos em determinados restaurantes, como pizzarias. Em entrevistas ao G1, entregadores de vários pontos do país, como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Recife, relatam a rotina de seu trabalho e o que mudou com a chegada da doença ao Brasil. Apesar de sentirem mais respeitados por clientes, eles contam que a concorrência aumentou e convivem com medo do coronavírus. O melhor tratamento, no entanto, não é generalizado. Na semana passada, um vídeo que mostra um entregador sofrendo ofensas racistas em condomínio no interior de São Paulo viralizou na internet. Com base nas ofensas do morador, o advogado do motoboy Matheus Pires Barbosa apresentou uma representação criminal por injúria racial contra o homem; a família diz que o agressor sofre de esquizofrenia. Kleyton Campos, 32 anos, São Paulo Kleyton Campos, 32 anos, faz entrega na região de São Paulo Arquivo Pessoal “Todo mundo tá falando que o entregador tá ganhando muito dinheiro, mas não é verdade. A demanda aumentou bastante, mas muitos profissionais estão entrando na moto (nos aplicativos)”, afirma Kleyton Campos, de 32 anos, que trabalha como motoboy há mais de 12 anos em São Paulo. Ele teve que mudar sua rotina durante a pandemia de coronavírus: perdeu o trabalho que tinha fixo em uma empresa de entregas depois do início da crise pela baixa demanda no transporte de documentos. A solução foi mudar o foco totalmente para os aplicativos de delivery, que antes eram apenas um maneira de complementar a renda. A média de faturamento, segundo ele, é de R$ 1 por km rodado. “Tenho que trabalhar até 14 horas por dia para manter o que ganhava antes da pandemia”, relata Kleyton. Antes, segundo o motoboy, ele trabalhava cerca de 8 horas por dia. Entre uma encomenda e outra durante a pandemia, Kleyton tem notado uma mudança na maioria dos clientes: o jeito de tratar o motoboy. “Eu sentia que antes da pandemia o meu trabalho não era valorizado, era discriminado. Eu percebi que nesse tempo de pandemia as pessoas mudaram”, afirma Kleyton. “As pessoas estão com afinidade com o motoboy. Estão gratas”, disse. Em um episódio que o marcou, ele relata um presente inesperado quando fazia entregas. “Ela (a cliente) me deu um ovo de páscoa. Fiquei emocionado”, relembra. Anna Rafaella, 25 anos, Brasília Anna Rafaella, 25 anos, faz entregas de bicicleta em Brasília Arquivo Pessoal Além das motos, outro tipo de forma de delivery em expansão é por meio de bicicletas. Anna Rafaella, de 25 anos, de Brasília, trabalha há 1 ano e meio pedalando pela capital federal levando entregas. “No início, era só um complemento de renda, pois eu ainda estava na universidade e fazia estágio, de forma que sobravam apenas os fins de semana para ficar online nos aplicativos de entrega. Como gostei da experiência, resolvi continuar nessa profissão após me formar, e hoje a minha renda provém integralmente dela”, explica Anna. Com o início da pandemia, ela também notou a mudança no trato por parte dos clientes: “Foi possível notar a preocupação com nós entregadores. Recebi várias mensagens de agradecimento, e pessoas pedindo para eu não esquecer de me proteger. É legal ver esse cuidado comunitário em tempos de pandemia”. Ela relata também mudanças nos pagamentos feitos pelas empresas de aplicativos. “Antes mesmo da pandemia os valores já estavam diminuindo. Na verdade, as promoções, dinâmicas (tarifas mais altas quando a procura está alta) e taxas extras é que reduziram ou deixaram de existir”, conta. “O domingo sempre foi um dia bom: antes eu conseguia aproximadamente R$ 150 nesse dia da semana. Hoje, se eu mantivesse o mesmo número de horas trabalhadas, não conseguiria nem a metade do valor. Então, a solução é trabalhar mais”, explica a entregadora. Com a renda em baixa, ela está fazendo uso do auxílio emergencial do governo durante a pandemia. “Estou usando para pagar meu aluguel”, disse. Josinei Rodrigues, 32 anos, Campinas Josinei Rodrigues, 32 anos, de Campinas (SP) abandonou os aplicativos na pandemia Arquivo Pessoal Enquanto muitos estão chegando para os aplicativos de entrega, Josinei Rodrigues, de Campinas (SP), resolveu abandonar os apps e, durante a pandemia, está fazendo apenas serviços de entregas particulares. “O aplicativo é muito bom quando chega na sua região, a taxa é boa, ele paga bem. Mas, quando começa a agregar muitos entregadores, ele abaixa o preço”, relata Josinei Rodrigues. Outro motivo para largar o atendimento via app foi a violência em sua região. “Está acontecendo muito roubo de motoboy aqui”, afirma Josinei. Além do medo de assaltos, o entregador diz tomar todos os cuidados de prevenção contra a Covid-19. “Eu tenho 3 crianças em casa. Quando chego, já vou tirando as roupas em um local separado e tenho toda precaução”, relata. Alice Rebello, 30 anos, Rio de Janeiro Alice Rebello, de 30 anos, faz entregas há 5 anos no Rio de Janeiro Arquivo Pessoal Entregadora no Rio de Janeiro há 5 anos, Alice Rebello da Costa, de 30 anos, trabalha com a sua moto depois do expediente diário normal. Além de ser motogirl, ela atua na área de seguros. “É complemento da minha renda, aquele dinheiro que realiza os desejos da minha vida. Tinha o sonho de comprar uma moto antes de começar com as entregas”, relembra. “Como uso os aplicativos, eu posso ligar eles a hora que quiser”, pondera Alice. Ela relata que não é de hoje, porém, que os entregadores reclamam das condições de trabalho. “Essa paralisação não é só motivada por esse momento, isso já vem de tempo. Essa briga é por melhor remuneração, algo que nos dê respaldo. Sem entregador, como vão oferecer o serviço?”, questiona. Mesmo com as dificuldades, Alice se declara uma apaixonada pela profissão: “Se eu não tivesse outra carreira, eu efetuaria a profissão de motogirl 100% do tempo. Seria um grande prazer”, explica. Felipe Mateus, 23 anos, Recife (PE) Felipe Mateus, 23 anos, de Recife (PE), entrou para o serviço entregas após perder emprego Arquivo Pessoal Depois de perder o emprego em uma empresa, Felipe Mateus, de 23 anos, começou a fazer entregas no Recife (PE). Ele está trabalhando com os aplicativos há cerca de 5 meses, ou seja, um pouco antes da crise do coronavírus estourar no Brasil. Ele ressalta a flexibilidade da profissão como um dos pontos positivos. "Eu mesmo faço meu horário, meu trabalho", disse. Sua rotina é trabalhar das 11 da manhã às 21h, e notou o recente aumento da concorrência. "Antes da pandemia a gente não via tanto motoboy na rua como hoje", afirma. "Muita gente está trabalhando com isso para não ficar parada". Felipe também relata que gosta de "ver a expressão no rosto das pessoas" ao fazer as entregas: "Dizem que somos guerreiros, lutadores". Mas ele também vê o medo por parte dos clientes pelo contato com os entregadores. "Tem gente que não gosta que a gente entregue diretamente nas mãos", conta. Para o recifense, em alguns lugares os entregadores estão correndo riscos por falta de medidas preventivas. "Ficamos muito em aglomerações, esperando pedidos. E vai chegando mais e mais gente", afirma. David Lima, 20 anos, Soure (PA) David Lima, Soure (PA), trabalha como entregador de pizzaria Arquivo Pessoal Em Soure, na Ilha de Marajó (PA), David Lima, de 20 anos, faz entregas para uma pizzaria há 1 ano e meio. Ele relata que o que mudou foi o uso de máscaras e álcool gel, além do número de entregas. "Dobrou (o serviço). Por um lado, a gente trabalha mais; e, por outro, o medo aumentou", diz. "Ficamos com medo de levar a doença para casa". David aponta que algumas pessoas tratam os entregadores como se estes estivessem infectados pela Covid. Durante a pandemia, ele está trabalhando das 6 da tarde até meia-noite como entregador, mas concilia com o trabalho em uma autopeça. "Aí, no outro dia, tenho que acordar às 7h da manhã". Ewerton de Lima Pereira, 31 anos, Osasco (SP) Rizolito, motoboy há 11 anos, nunca trabalhou por aplicativo Arquivo Pessoal Trabalhando há 11 anos na profissão de motoboy, Ewerton de Lima Pereira, o Rizolito, é apaixonado pelo que faz. "É muito interessante você ser livre; é muito interessante você fazer o seu próprio salário", diz. Mas, para ter os rendimentos para sustentar a família durante a pandemia, ele praticamente está preparado para atender pedidos a qualquer hora. "Na nossa profissão é um dia pelo outro. Geralmente, eu saio de casa às 7h da manhã e volto após às 18h. Mas, se eu chegar em casa e o telefone tocar de novo, eu vou de novo. Não tem horário", diz. Ao contrário de muitos que estão entrando na profissão atualmente, ele se mantém por sua própria clientela. "Eu nunca precisei trabalhar por aplicativo porque trabalho no particular há anos. Eu tenho uma carteira de clientes muito grande, mas se precisar eu vou no maior barato (trabalhar com os apps)", afirma. Mas a pandemia afetou diretamente seus negócios. "Os trampos diminuíram, sim, na pandemia. Principalmente a quantidade de clientes que eu tinha. Agora, essa carteira que eu tinha caiu 90%, mas os 10% que sobraram estão me chamando descontroladamente. O faturamento caiu, mas estou administrando". Motoboy recebe ofensas racistas no interior de SP Motoboy é vítima de agressões verbais e racismo ao fazer entrega em condomínio de Valinhos Veja Mais

Últimos dias

Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para 11 de agosto; inscrições são pela web

G1 Economia Entre as oportunidades, há funções de salgadeiro, caseiro, carpinteiro, promotora de vendas, pintor, técnico em eletrônica, entre outros. Há vagas para carpinteiro no Sine Amapá Arquivo/ Secom-ES O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego em Macapá para esta terça-feira (11). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail sinetrabalhador@sete.ap.gov.br. As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para terça-feira: almoxarife caseiro carpinteiro mestre doceiro mestre de obras promotora de vendas pintor de obras salgadeiro técnico em eletrônica Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá Veja Mais

Gigantes da internet criticam restrições de Trump a trabahadores estrangeiros

G1 Economia Empresas como Apple e Facebook são contra medida do presidente dos EUA que proibiu entrada de trabalhadores estrangeiros durante a pandemia. Amazon, Apple, Facebook, Microsoft, Netflix, Twitter e outras empresas de tecnologia entraram nesta segunda-feira (10) com processo contra restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos à entrada de trabalhadores estrangeiros no país durante a pandemia. O processo foi aberto na Califórnia. As empresas alegam que as restrições prejudicam as empresas norte-americanas e impactam a economia do país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu em junho uma ordem para suspender a entrada de uma série de trabalhadores estrangeiros até o fim do ano, alegando proteger empregos de norte-americanos em meio à pandemia. Entre os prejudicados pelas restrições estão trabalhadores com habilidades específicas que entravam no país com vistos de tipo H-1B e executivos e funcionários especializados que são transferidos dentro de uma mesma empresa via vistos L, ambos usados por empresas de tecnologia. Trump suspende concessão de alguns vistos de trabalho para estrangeiros No processo, as empresas argumentam que a determinação de Trump pode causar dano irreparável às empresas, trabalhadores e economia do país e que foi baseada em uma "presunção falsa" de que serviria para proteger trabalhadores norte-americanos. "Competidores globais no Canadá, China e Índia, entre outros, estão aproveitando oportunidades e atraindo indivíduos bem treinados e inovadores", afirmam. "E as empresas norte-americanas estão enfrentando dificuldades para se ajustarem e contratarem talentos para trabalharem em locais fora das fronteiras de nosso país". Veja Mais

Exportação de carne suína do Brasil cresce 48% em julho com impulso da Ásia

G1 Economia Vendas ao exterior somaram US$ 203 milhões no mês. Já embarques de carne de frango caíram 5,7% no período. Funcionários de frigorífico na China embalam cortes de porco em imagem de 2017; país é o maior produtor mundial da carne Dominique Patton/Reuters As exportações de carne suína do Brasil voltaram a superar a marca mensal de 100 mil toneladas em julho, novamente puxadas pela firme demanda asiática, disse nesta segunda-feira (10) a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo a entidade, o volume embarcado dos produtos (in natura e processados), de 100,4 mil toneladas, é 47,9% superior ao de igual período do ano anterior. As receitas somaram US$ 203,1 milhões no mês, alta de 37,3%. "As lacunas deixadas pela peste suína africana nos países asiáticos ainda impactam a demanda local por produtos importados, e o Brasil está consolidado como um fornecedor confiável para a região", disse em nota o presidente da ABPA, Francisco Turra, referindo-se à doença que dizimou criações de suínos na Ásia, especialmente na China. De acordo com os dados da associação, entre janeiro e julho as vendas brasileiras para a Ásia somaram 456 mil toneladas, alta de 82,9% na comparação anual e equivalente a 78,6% do total exportado pelo setor. Consumo aquecido faz criadores de porcos de MG receberem o maior valor da história Ao todo, as vendas do setor cresceram 38,78% nos sete primeiros meses do ano, para 579,9 mil toneladas. A China adquiriu 282,1 mil toneladas de carne suína do Brasil no período, avanço de 143% no ano a ano. O volume não inclui as exportações para Hong Kong, que apuraram alta de 17%, a 107,7 mil toneladas. "Esse é um comportamento consistente no mercado asiático, que deve perdurar ao longo dos próximos meses", afirmou Turra. Carne de frango Carne de frango: exportações em baixa Reprodução/TV TEM Os embarques de carne de frango do Brasil, por sua vez, terminaram julho com queda de 5,7% em relação a mesmo mês do ano passado, totalizando 364,6 mil toneladas, segundo a ABPA. As receitas atingiram US$ 498,2 milhões, recuo de 25% no ano a ano. Apesar disso, a ABPA ainda acredita que as exportações da proteína devam manter a alta no acumulado do ano – entre janeiro e julho, foram embarcadas 2,471 milhões de toneladas, leve avanço de 0,5% ante os sete primeiros meses de 2019. "O volume exportado em julho deste ano foi acima da média efetivada em 2019, de 351 mil toneladas mensais. O comportamento mensal das exportações deste ano indica que a alta acumulada deverá se manter", disse o diretor-executivo da associação, Ricardo Santin. Consumo e exportações aquecidas de carne de frango animam criadores de SC Veja Mais

Bovespa abre em leve alta

G1 Economia Nesta sexta-feira, bolsa fechou em queda de 1,30%, a 102.775 pontos. Painel da B3, a bolsa brasileira Estadão Conteúdo/Cris Faga O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, abriu em leve alta nesta segunda-feira (10), em sessão beneficiada por valorização em praças acionárias do exterior e avanço dos preços do petróleo. Às 10h12, o Ibovespa subia 0,37%, a 103.170 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa fechou em queda de 1,30% nesta, a 102.775 pontos, acumulando recuo de 0,13% na parcial da semana e do mês. No ano, o Ibovespa tem queda de 11,13%. Governo gastou 54% dos recursos para combate à crise da Covid-19 Cenário No exterior, os mercados avaliavam decretos do presidente Donald Trump assinados no fim de semana para apoiar a economia até que um estímulo mais concreto possa ser aprovado. Os decretos, destinados a benefícios de auxílio-desemprego e proteção contra despejos, vieram após o fracasso nas negociações entre a Casa Branca e os principais democratas no Congresso sobre novas medidas de estímulo para ajudar a maior economia do mundo a combater o coronavírus. Os índices acionários da China fecharam em alta nesta segunda, uma vez que dados sinalizando perda de força da deflação ao produtor reforçaram as esperanças de uma recuperação econômica da pandemia. Mas as tensões sino-americanas continuavam pesando sobre o sentimento depois que o gabinete do alto representante de Pequim em Hong Kong denunciou sanções impostas por Washington a autoridades chinesas e de Hong Kong. No Brasil, o mercado melhorou a projeção para o tombo do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, para uma retração 5,62%, ante estimativa anterior de queda de 5,66%, segundo pesquisa Focus do Banco Central. Após a queda para a mínima histórica de 2% ao ano na semana passada, os analistas das instituições financeiras seguem prevendo manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Veja Mais

Dólar opera em queda, abaixo de R$ 5,40, de olho na cena externa

G1 Economia Na sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 1,32%, a R$ 5,4133. Na semana, avanço foi de 3,76%. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em queda nesta segunda-feira (10), em sessão marcada por atenções divididas entre as tensões sino-americanas e decretos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para apoiar a maior economia do mundo após falhas nas negociações de estímulo da Casa Branca com o Congresso. Às 10h11, a moeda norte-americana caía 0,98%, a R$ 5,3602. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 1,32%, a R$ 5,4133. Na semana e na parcial do mês, o dólar acumulou avanço de 3,76%. No ano, tem alta de 35%. O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional de até 10 mil contratos com vencimento em novembro de 2020 e março de 2021. Cenário externo e local No exterior, os mercados avaliavam decretos do presidente Donald Trump assinados no fim de semana para apoiar a economia até que um estímulo mais concreto possa ser aprovado. Os decretos, destinados a benefícios de auxílio-desemprego e proteção contra despejos, vieram após o fracasso nas negociações entre a Casa Branca e os principais democratas no Congresso sobre novas medidas de estímulo para ajudar a maior economia do mundo a combater o coronavírus. Continuava no foco também o decreto de Trump que acelera a venda do TikTok e do WeChat nos EUA e a nova rodada de sanções americanas a 11 indivíduos, que incluem Carrie Lam, líder de Hong Kong. Na cena doméstica, o mercado melhorou a projeção para o tombo do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, para uma retração 5,62%, ante estimativa anterior de queda de 5,66%, segundo pesquisa Focus do Banco Central. Após a queda para a mínima histórica de 2% ao ano na semana passada, os analistas das instituições financeiras seguem prevendo manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano. A projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar. No Brasil, além do fator internacional, também tem peso a questão fiscal. Os riscos fiscais apontados pelo Copom continuam no radar, no momento em que as discussões em torno do Orçamento de 2021 se aproximam. Por que o dólar continua acima de R$ 5 mesmo quando se enfraquece no mundo? 100 mil mortes por Covid-19: Congresso e STF decretam luto Variação do dólar em 2020 Economia G1 Veja Mais

Preços do petróleo sobem por dados positivos da China e demanda em alta

G1 Economia Barril de Brent subia ao redor de 1%, perto de US$ 45. Os preços do petróleo subiam nesta segunda-feira (10), apoiados por uma melhoria em dados industriais chineses e por um aumento na demanda por energia à medida que países aliviam restrições de circulação adotadas devido ao coronavírus, mas operadores seguiam cautelosos devido às tensões entre Estados Unidos e China e incertezas sobre o pacote de estímulos nos EUA. O petróleo Brent subia 0,42 dólar, ou 0,95%, a US$ 44,82 por barril, às 8h08 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,57 dólar, ou 1,38%, a US$ 41,79 por barril. O presidente executivo da petroleira saudita Saudi Aramco, Amin Nasser, disse no domingo que vê a demanda por petróleo se recuperando na Ásia devido à gradual abertura das economias. A deflação dos preços ao produtor na China diminuiu em julho em meio à alta dos preços globais do petróleo e com a atividade industrial retornando aos níveis pré-coronavírus, em mais um sinal de recuperação na segunda maior economia do mundo. "Com a demanda por petróleo ainda avançando devagar, e com a produção sob controle devido ao pacto da Opep+ para restrição de oferta, os preços estão muito baixos para incentivar um crescimento da produção nos EUA. O mercado de petróleo segue desabastecido", disse o analista Giovanni Staunovo, do UBS. Presidente Trump assina decretos para estimular economia dos EUA Veja Mais

País tem ao menos 95 concursos públicos abertos para mais de 10 mil vagas; veja LISTA

G1 Economia Há vagas para todos os níveis de escolaridade em todas as regiões do país. Na Prefeitura de Rio Azul (PR), salários chegam a R$ 16.338. selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 Pelo menos 95 concursos públicos estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (10) no país para preencher mais de 10 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade e em grande parte na área de Saúde. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Além das vagas para preenchimento imediato, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Somente na Polícia Militar do Paraná, são 2.400 vagas, com salários de até R$ 4.263,67. Veja o edital. Já no processo seletivo do Instituto Nacional de Ciências da Saúde (INCS) são oferecidas 467 vagas, com salários de até R$ 5.200 no Paraná em São Paulo. Veja o edital. Na Prefeitura de Rio Azul (PR), o processo seletivo para 19 vagas oferece salários de até R$ 16.338,38 para o cargo de médico. Veja o edital. Entre os principais concursos federais abertos estão: Comando da Aeronáutica, com 289 vagas no exame de admissão do curso de formação de sargentos para o segundo semestre de 2021 Exército, com 98 vagas no Quadro de Engenheiros Militares Nesta segunda-feira, ao menos 5 órgãos abrem inscrições para 200 vagas. Confira abaixo: Prefeitura de Arapiraca (AL) Inscrições: até 10/08/2020 2 vagas Salários: até R$ 3.000,00 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Crissiumal (RS) Inscrições: até 11/08/2020 1 vaga Salários: até R$ 1.697,73 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de Giruá (RS) Inscrições: até 12/08/2020 3 vagas Salários: até R$ 1.400,00 Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura de Imbé de Minas (MG) Inscrições: até 09/09/2020 108 vagas Salários: até R$ 7.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Campo Belo (MG) Inscrições: até 02/11/2020 87 vagas Salários: até R$ 10.656,96 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Desemprego chega a 13,3% e atinge 12,8 milhões no segundo trimestre, diz IBGE Veja Mais

Aprenda a fazer abobrinha recheada com patê de ricota

G1 Economia Prato é uma boa pedida para servir na entrada de uma refeição. Receita é de Tatilene Lopes. Receita foi ensinada no Rondônia Rural. Abobrinha recheada com patê de ricota é receita do Rondônia Rural Rede Amazônica/Reprodução O Rondônia Rural deste domingo (9) ensinou como preparar uma receita de abobrinha recheada com patê de ricota. A receita é uma boa entrada para qualquer prato principal, segundo Tatilene Lopes, cozinheira que ensina o passo a passo. Ingredientes Para cozimento da abobrinha será necessário: uma colher de chá de Sal pimenta do reino a gosto folha de louro abobrinha (o quanto desejar cozinhar) Para o patê será necessário: queijo ricota fresco (340 g) uma folha de chicória duas folhas de rúcula sal a gosto uma xícara de leite uma xícara de creme de leite 100 ml de azeite castanha do Brasil a gosto (picadas) Modo do preparo do patê Abobrinha recheada com patê de ricota Adicionar todos os ingredientes líquidos no liquidificador, adicionar o queijo logo em seguida e bater até engrossar. Depois, tirar do liquidificador e adicionar as castanha picadas. Modo de preparo das abobrinhas Fazer pequenos cortes em formatos de copinhos, com boleador ou uma colher retirar o miolo deixando um fundo para não vazar o recheio. Logo após, colocar na água fervendo para dar uma leve cozida em seguida retirar colocar na água fria. Depois só rechear com o patê. Servir com uma salada mix de folhas. Colaborou*: Armando Júnior, da Rede Amazônica Rondônia. Veja Mais

Produção de milho movimenta economia de cidade do Mato Grosso

G1 Economia No município de Sorriso, região norte do estado, a valorização do cereal tem gerado emprego e aumento de investimentos. Produção de milho movimenta economia de cidade do Mato Grosso A valorização e o aumento da produção de milho têm movimentado a economia do município de Sorriso, no médio norte de Mato Grosso (MT), maior produtor do cereal do país. Mesmo em meio à pandemia de Covid-19, crescem os investimentos e as vagas de emprego na região. Nos últimos 5 anos, o milho passou a ocupar uma área quase 30% maior na cidade, demandando mais gente no campo. Em época de colheita, por exemplo, são gerados cerca de 2.500 empregos diretos nas fazendas e na agroindústria. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Além disso, a safra do cereal injeta em torno de R$ 60 milhões na economia de Sorriso. Neste ano, a safra deve bater recorde, com previsão de uma colheita de 3,5 milhões de toneladas, crescimento de 5% em relação à última colheita. Um dos beneficiados desta expansão é Matheus Teixeira do Nascimento, que trocou um emprego em uma borracharia para trabalhar em uma fazenda de milho da cidade. "Na borracharia, eu ganhava uns R$ 1.200 por mês, mas não dava para fazer nada. Aqui eu ganho uns R$ 2.500 por mês e tem alojamento, comida, almoço, janta, tudo...muito melhor", diz Matheus. Agroindústria Além das fazendas, novas vagas também surgem nas indústrias que processam o milho. Por conta da pandemia, uma fábrica de etanol de Sorriso passou a produzir álcool 70% e, para isso, teve que contratar 12 pessoas. Uma delas foi a Larissa Bianca, que, após ficar por dois meses desempregada, ocupou uma das vagas como encarregada de produção. A usina que ela trabalha opera desde 2015 e, de lá para cá, já ampliou em 17 vezes a sua capacidade de produção de etanol. A empresa faz a moagem de 210 toneladas de milho por dia, o que resulta em 85 mil litros de etanol, além de 45 toneladas de DDG - um composto usado para alimentar animais. "A demanda por combustível e proteína é grande. Uma das principais atrações é a verticalização do produto primário. Você pegar a matéria-prima, o milho no caso, e transformar isso em proteína, em energia, em etanol, óleo e geração de energia... um produto com energia renovável", diz Adriano Soriano, engenheiro responsável pela usina. Investimentos Em uma outra propriedade de Sorriso, parte do lucro com a comercialização do milho foi investida em um barracão para armazenar grãos, sementes e máquinas. "A gente acaba construindo, lógico, para melhorias na fazenda, né? Esses investimentos têm que acontecer", diz o agricultor Sérgio Esteves. Já na empresa de Pedro de Moraes Filho, a demanda cresceu tanto, que ele está construindo um novo silo que terá capacidade para estocar mais 100 mil toneladas de grãos. São mais de R$ 19 milhões investidos na construção, sem nenhum financiamento. "É o crescimento do mercado de milho e a reserva que nós vínhamos fazendo durante todos esses anos, para chegar nesse momento e construir essa nova obra", diz Pedro. Veja Mais

Paraná se prepara para colher safra maior de trigo este ano, mas seca preocupa

G1 Economia Produtores do estado esperam que a produção seja 76% maior do que em 2019, porém algumas regiões não chove há mais de um mês. Paraná se prepara para colher safra maior de trigo este ano, mas seca preocupa Produtores do Paraná esperam colher 3,700 milhões de toneladas de trigo neste ano, quantidade 76% maior do que em relação ao ano passado. Com o bom desempenho nas lavouras, 15% da produção de trigo estimada já foi vendida, e a saca de 60 quilos está na média de R$ 60, preço 25% mais elevado do que em agosto de 2019. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Mas, apesar do otimismo, produtores estão preocupados com a estiagem. Em algumas regiões do Paraná, não chove há mais de um mês. "É uma cultura que não necessita de muita chuva no decorrer do período, porém, em determinadas fases, precisa, sim, para que ela tenha um bom arranque", diz o economista da Deral/Seab, Vicentini Esser. Veja Mais

Empresa cria tapete para higienizar sapatos

G1 Economia Primeiro, a pessoa pisa em uma parte úmida que tem sanitizante para limpar a sola. Depois, seca em um outro tapete e entra no ambiente de sapato limpo. Empresa cria tapete para higienizar sapatos Nos tempos de prevenção do coronavírus, uma empresa de Barueri, na Grande São Paulo, criou um tapete que higieniza sapatos. O tapete é 2 em 1. Primeiro, a pessoa pisa em uma parte úmida que tem sanitizante para limpar a sola. Depois, seca em um outro tapete e entra no ambiente de sapato limpo. A empresa fabricava produtos de polietileno para companhias aéreas e academias. Com a crise, o faturamento caiu 90%, segundo um dos sócios. “Fomos pra um segmento na área de sanitização. Tentamos unir a ideia da empresa com um produto inteligente pra essa época”, afirma o empresário Peter Klaus Gessert. A empresa investiu R$ 250 mil reais para fazer protótipos e novas formas. E usa o mesmo equipamento de rotomoldagem. As bases do tapete têm talas antiderrapantes. A grama sintética é feita com cerdas especiais para limpeza. É nessa grama que antes do uso, o cliente coloca uma mistura de água com desinfetante. “Tínhamos 15 clientes com muito faturamento. Agora, são 500, mil, dois mil clientes. Todo mês tem mais. Os clientes que já compraram estão recomprando, mas sempre tem dois, três mil clientes novos por mês querendo nossos produtos”, explica Peter. Os tapetes são vendidos pelo site e WhatsApp em três tamanhos e custam de R$ 120 a R$ 300. LOJA LAGUNA Telefone: (11) 4375-4744 Whatsapp: (11) 97057-3803 Facebook: www.facebook.com/lojalaguna Instagram: www.instagram.com/laguna.corp www.lojalaguna.com.br Veja Mais

Casal transforma área em refúgio para animais silvestres em Lins

G1 Economia Espécies passam por processo de readaptação à natureza. Casal transforma área em refúgio para animais silvestres em Lins Reprodução/TV TEM Ivan Tadeu Antunes e Cristiene Antunes são médicos e, além de tratar de pessoas, gostam de cuidar da natureza. Eles transformaram uma fazenda no município de Lins (SP) em um paraíso para animais silvestres. O projeto começou há cerca de 20 anos com o plantio de algumas espécies de árvores nativas. Hoje, a Estância Natureza tem mais de 10 mil árvores e abriga tamanduás, tatus, capivaras, veados e, principalmente, aves. Ivan conta que a área era usada exclusivamente para pastagem de gado. Eles fizeram o enriquecimento florestal, plantando também árvores frutíferas para atrair os animais. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 09/08/2020) Casal transforma área em refúgio para animais silvestres em Lins A fazenda recebe até 200 pássaros por vez. Eles são trazidos de centros de triagem de Botucatu, Barueri e do Parque Ecológico do Tietê (SP). O local tem 26 bebedouros e 23 comedouros, que são abastecidos com frutas e sementes. Cada ave que chega ao local tem uma história. Muitas foram vítimas de acidentes nas estradas, foram mantidas em cativeiro ou, até mesmo, foram vítimas de maus-tratos. O processo de reabilitação pode levar meses. A tenente da Polícia Militar Ambiental Ana Paula Arruda explica que tudo é feito com autorização do Ibama e as aves são monitoradas após a soltura. Esse momento do retorno à natureza é sempre um dos mais esperados. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo Veja Mais

Odebrecht inicia processo para venda da Braskem

G1 Economia Companhia confirmou que deve vender toda a sua participação na Braskem. A Odebrecht iniciou atos preparatórios para estruturar um processo de alienação privada de até a totalidade de sua participação na Braskem, empresa da qual é controladora, informou a Braskem em um comunicado. Logo da Odebrecht Paulo Whitaker / Reuters "A Braskem S.A. ... vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado em geral que recebeu, nesta data, correspondência enviada por sua acionista controladora, Odebrecht S.A (“ODB”), informando que, em cumprimento a compromissos assumidos com credores concursais e extraconcursais, a ODB deu início aos atos preparatórios para estruturar um processo de alienação privada de até a totalidade da participação de sua titularidade na Companhia", disse a Braskem em comunicado enviado na noite de sexta-feira (7). Segundo o comunicado, a Odebrecht adotará "as providências necessárias para organizar um processo dessa natureza, com o apoio de assessores legais e financeiros". Em julho, a justiça homologou o processo de recuperação judicial da Odebrecht e de outras 11 empresas do grupo. Veja Mais

Mercado Livre torna-se a maior empresa da América Latina em valor de mercado

G1 Economia Empresa é a única argentina entre as as 20 maiores da região; Brasil tem 13 companhias na lista. O Mercado Livre tornou-se a maior empresa da América Latina em valor de mercado, segundo levantamento da consultoria Economatica. A empresa argentina dobrou de tamanho em 2020 com avanço do comércio eletrônico em meio à pandemia do novo coronavírus. Com valor equivalente a US$ 59,3 bilhões ao fim do pregão desta sexta-feira (7), o Mercado Livre registra valorização de 108,7% em relação ao seu valor em 1º de janeiro de 2020. Naquela ocasião, a empresa valia US$ 28,4 bilhões. Lucro dos grandes bancos cai 40% no 2º trimestre, para menor valor desde 2016 No início do ano, a Petrobras era a líder do continente, com valor de mercado equivalente a R$ 101 bilhões. Depois da sequência de circuit breakers na bolsa brasileira, a Vale assumiu o topo da lista, que mantinha na maior parte dos pregões até esta semana. Com a nova configuração, a empresa argentina (originalmente, Mercado Libre) é a única entre as 20 maiores da região, de acordo com essa métrica. O Brasil tem 13 companhias na lista, enquanto o México tem quatro. Colômbia e Peru tem uma. Veja abaixo. o O Mercado Livre divulga seus resultados no próximo dia 10, mas as expectativas são positivas vista a evolução do comércio eletrônico durante a pandemia. No primeiro trimestre, a empresa registrou prejuízo de US$ 21 milhões, mas a receita cresceu 70,5%, a US$ 652,1 milhões. No Brasil, o Magazine Luiza segue lógica parecida e aparece em 11º lugar na lista. No primeiro trimestre, a empresa teve queda de 76,7% no lucro, que somou R$ 30,8 milhões contra R$ 132,1 milhões no mesmo período de 2019. Mas a receita também subiu 22% no período, para R$ 6,5 bilhões. Dentre as demais brasileiras na lista, estão os quatro principais bancos do país, apesar da queda severa dos lucros durante a crise. O lucro líquido conjunto dos grandes bancos brasileiros no segundo trimestre deste ano foi 40% menor do que em mesmo período de 2019. Juntas, as quatro instituições financeiras tiveram lucro de R$ 12,1 bilhões no segundo trimestre de 2020. A redução contra igual período do ano passado foi de 40%, quando a soma foi de R$ 20,4 bilhões. Mesmo com preços ainda descontados pela crise, dentro do top 10 na América Latina, o Itaú Unibanco ocupa o quarto lugar. Bradesco, o oitavo. Maiores empresas da América Latina em 7 de agosto de 2020 G1 Economia Veja Mais

Petróleo fecha em queda na sessão, mas anota ganhos na semana

G1 Economia O contrato do Brent para outubro fechou em queda de 1,53%, a US$ 44,40 por barril, e os contratos para setembro do WTI recuaram 1,74%, a US$ 41,22 por barril O petróleo fechou em queda nesta sexta-feira (7), com os investidores seguindo a preocupação geral do mercado depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou, na quinta (6), um decreto que limita as operações dos aplicativos chineses TikTok e Wechat. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas O tema eleva as preocupações de que as duas maiores economias do mundo podem reativar a guerra comercial. Uma reunião entre altos representantes dos governos de ambos os países está marcada para 15 de agosto, na qual a pauta será o frágil acordo comercial de “primeira fase” vigente desde janeiro. O contrato do Brent para outubro, a referência global, fechou em queda de 1,53%, a US$ 44,40 por barril, na ICE, em Londres, enquanto os contratos para setembro do WTI, a referência americana, recuaram 1,74%, a US$ 41,22 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). O petróleo foi prejudicado na sessão também pela alta do dólar. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana ante uma cesta de divisas fortes, subia, nesta sexta, 0,70%, a 93,439. “O dólar americano está realizando uma recuperação ampla após uma semana de pressão. Os EUA estão aumentando a pressão sobre a China antes das negociações comerciais em 15 de agosto”, observou, em nota a clientes, o estrategista-chefe da AxiCorp, Stephen Innes. Dados do mercado de trabalho dos EUA Mesmo os dados positivos do mercado de trabalho americano, que reforçam a confiança dos investidores na recuperação econômica americana e reduzem os temores sobre a demanda pela commodity, não foram suficientes para dar impulso à commodity. De acordo com o relatório do "payroll" de julho, divulgado mais cedo pelo Departamento do Trabalho dos EUA, o país criou 1,763 milhão vagas no período, enquanto a taxa de desemprego caiu a 10,2%. Os dados, porém, indicam que a criação de vagas nos últimos três meses não chega a compensar nem metade do tombo sofrido entre fevereiro e abril. Existem, hoje, nos EUA, 13 milhões de empregos a menos do que em fevereiro, antes da pandemia atingir a economia americana. Contudo, o petróleo ainda anotou ganhos na semana depois que os estoques americanos registraram seu maior declínio semanal consecutivo em um ano. O Brent avançou 2,54% no acumulado semanal, enquanto que o WTI subiu 2,35% no período. Veja Mais

JBS abre 5,2 mil vagas de emprego

G1 Economia Oportunidades estão espalhadas em 16 estados e no Distrito Federal. A JBS anunciou nesta sexta-feira (7) a abertura de 5,2 mil novas vagas de emprego em 16 estados brasileiros e no Distrito Federal. As oportunidades de trabalho são para as atividades de corte, abate e desossa de carnes de bovinos, aves e suínos. Também há vagas em centros de distribuição, lojas, incubadoras de aves e nas fábricas de ração das empresas do grupo. Logo da JBS Paulo Whitaker/Reuters As vagas são destinadas para cargos na Seara, Friboi, JBS Couros, JBS Novos Negócios e Swift. O candidato interessado deve ser inscrever no site da empresa (clique aqui) ou entrar em contato com uma unidade da empresa para participar dos processos seletivos. Veja Mais

Caixa abre 12 agências neste sábado para saque de auxílio emergencial e FGTS no ES

G1 Economia Agências ficam em Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Guarapari, Linhares, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. Caixa Econômica Federal abre 12 agências no Espírito Santo neste sábado (8) Reprodução/TV Gazeta A Caixa Econômica Federal abre 12 agências no Espírito Santo neste sábado (8) para atendimento de beneficiários do auxílio emergencial de RS 600 e do saque emergencial do FGTS. Em todo o país, 770 agências estarão abertas. As agências ficam em Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Guarapari, Linhares, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. Veja aqui a lista de agências que estarão abertas As pessoas nascidas de janeiro a abril poderão realizar o saque em espécie do auxílio emergencial. Já os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro poderão sacar o FGTS emergencial, conforme calendário criado para evitar aglomerações em agências e unidades lotéricas. O banco estará aberto das 8h às 12h. A Caixa afirmou que todas as pessoas que chegarem dentro deste horário serão atendidas e não é preciso fazer fila antes da hora de abertura. Deputados defendem que governo prorrogue o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 Initial plugin text Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo Veja Mais

Desemprego nos EUA recua para 10,2% em julho, mas criação de vagas perde força

G1 Economia Foi a terceira queda mensal seguida do indicador, após atingir em abril o maior patamar desde a Segunda Guerra Mundial. A taxa de desemprego nos Estados Unidos recuou para 10,2% em julho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Departamento do Trabalho do país. Foi a terceira queda mensal seguida da taxa, que atingiu seu pico, de 14,7%, em abril - o maior patamar desde a Segunda Guerra Mundial. Em julho, foi de 11,1%. Desemprego nos EUA Economia G1 O número de desempregados recuou em 1,4 milhão, para 16,3 milhões de pessoas - ainda 10,6 milhões a mais que em fevereiro. Apesar da queda no desemprego, foram criados no mês passado 1,8 milhão de postos de trabalho - bem abaixo das 4,8 milhões de vagas recuperadas em junho e das 2,699 milhões de vagas em maio. "Essas melhoras no mercado de trabalho refletem a contínua retomada da atividade econômica que havia sido reduzida devido à pandemia do coronavírus e aos esforços para contê-la", apontou o Departamento do Trabalho em nota. No mês passado, houve "ganhos notáveis" no emprego em lazer e hospitalidade, governo, varejo, serviços profissionais e de negócios, outros serviços e atenção à saúde. Veja Mais

ABC Brasil vê lucro recorrente cair 50,8% no segundo trimestre

G1 Economia O banco obteve ganhos de R$ 61,6 milhões no período. O Banco ABC Brasil nesta sexta-feira (7) informou que teve lucro recorrente de R$ 61,6 milhões no segundo trimestre, uma queda de 50,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior e baixa de 23,9% ante o primeiro trimestre. Segundo o ABC, a redução do lucro ocorreu em função do aumento das despesas com provisão para devedores duvidosos (PDD); queda do patrimônio líquido remunerado a CDI; redução da receita de serviços; e a majoração da alíquota da CSLL. A carteira de crédito expandida encerrou junho com saldo de R$ 32,065 bilhões, crescimento de 3,1% em relação ao trimestre anterior e de 18,5% em 12 meses. As despesas de PDD atingiram R$ 93,2 milhões, com alta de 53,3% no trimestre e de 382% no ano. A inadimplência ficou em 1,0%, de 1,0% e 1,1%. A receita de serviços teve queda anual de 32,4%, a R$ 59 milhões. Já as despesas administrativas caíram 0,9%, a R$ 115,5 milhões. Projeto quer limitar juros do cartão de crédito e do cheque especial cobrados pelos bancos O retorno (ROAE) recorrente foi de 6,0% no segundo trimestre, de 8,0% no primeiro trimestre e 13,0% no segundo trimestre de 2019. O índice de Basileia do ABC ficou em 15,7%, de 14,6% e 17,9%, na mesma base de comparação. Veja Mais

China classifica de 'repressão política' ações de Trump que podem banir TikTok e WeChat dos EUA

G1 Economia Presidente dos EUA assinou ordens que podem interromper operações de aplicativos chineses dos EUA em 45 dias caso não sejam vendidos. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas A China denunciou nesta sexta-feira (7) o que considera "manipulação e repressão políticas" dos Estados Unidos pela proibição dos aplicativos chineses TikTok e WeChat decretada por Donald Trump. O presidente americano anunciou na quinta-feira que os dois aplicativos símbolos da tecnologia digital chinesa devem interromper as operações nos Estados Unidos em um prazo de 45 dias, caso eles não sejam vendidos para companhias americanas por suas empresas de origem. O porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wengbin, acusou Washington de "colocar interesses egoístas acima dos princípios de mercado e da norma internacional", segundo a agência France Presse. Os Estados Unidos "fazem uma manipulação e uma repressão política arbitrárias que só podem levar ao seu próprio declínio moral e prejudicar sua imagem", acrescentou. A ordem executiva de Trump proíbe "qualquer transação por qualquer pessoa, ou com relação a qualquer propriedade, sujeita à jurisdição dos Estados Unidos, com a ByteDance" (controladora do TikTok), a partir de 45 dias. A medida aumenta a pressão sobre a ByteDance para que conclua as negociações de venda da plataforma de vídeos para a Microsoft, além de criar outra fonte de confronto entre a Casa Branca e Pequim. O presidente também assinou um decreto contra a plataforma WeChat, do grupo chinês Tencent. O WeChat é um aplicativo de troca de mensagens instantâneas para dispositivos móveis e concorrente do WhatsApp. Ele foi lançado em janeiro de 2011 e um dos apps de mensagens mais usados no mundo, com mais de 1 bilhão de usuários mensais ativos. TikTok ameaça entrar na Justiça Em um comunicado, a empresa que gerencia o aplicativo ameaça entrar na Justiça contra a decisão de Trump que proíbe transações comerciais com empresa que gerencia aplicativo. "Utilizaremos todos os meios os meios disponíveis para assegurar que o Estado de Direito deve ser respeitado e que nossa empresa e nossos usuários recebam um tratamento equilibrado", diz o comunicado da ByteDance, proprietária chinesa da rede social TikTok. "Se não for junto ao governo americano, então será nos tribunais." Trump assina decreto proibindo qualquer transação com a dona do TikTok O que Trump alega Donald Trump alegou "urgência nacional" no caso do aplicativo de vídeos TikTok, muito popular entre os adolescentes, que Washington acusa, sem apresentar provas, de espionar os usuários americanos em benefício de Pequim. As ordens foram assinadas no mesmo dia em que o Senado votou, por unanimidade, um projeto de lei do senador Josh Hawley que proíbe funcionários federais de usar o aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok em dispositivos cedidos pelo governo. O aplicativo foi criticado por parlamentares norte-americanos e pelo governo Trump, que alegam questões de segurança nacional devido ao fato de ser controlado pela companhia chinesa ByteDance. Ambas as ordens executivas dizem que os aplicativos "captura(m) automaticamente vastas faixas de informações de seus usuários ... essa coleta de dados permite que o Partido Comunista Chinês acesse as informações pessoais e proprietárias dos americanos". Na segunda-feira (3), Trump aceitou a possibilidade do TikTok ser comprado por um grupo americano, mas a transação terá que acontecer antes de 15 de setembro, quando a plataforma será proibida. A Microsoft está em negociações com a ByteDance para adquirir as operações da rede social nos Estados Unidos. As ações do gigante chinês Tencent, proprietário da plataforma WeChat, fechou em queda nesta quinta-feira depois da decisão de Trump. A baixa nesta sexta-feira registrada na bolsa de Hong Kong foi estimada em 5,04%. Veja Mais

Senado aprova juro máximo de 30% ao ano para operações do cartão de crédito na pandemia

G1 Economia Regra deve valer enquanto durar estado de calamidade, previsto para terminar em 31 de dezembro. Texto aplica o mesmo teto ao cheque especial; proposta será avaliada pela Câmara. O plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (6) um projeto que prevê juros de, no máximo, 30% ao ano para todas as operações do cartão de crédito durante a pandemia do novo coronavírus. A proposta também limita, ao mesmo percentual, os juros do cheque especial. A proposta foi aprovada por 56 votos a 14, com uma abstenção. A proposta vai à Câmara dos Deputados. Segundo o texto de autoria do senador Álvaro Dias (Pode-PR), os bancos ficam proibidos de cobrar taxas acima deste percentual durante a pandemia, até 31 de dezembro deste ano, considerando o decreto de calamidade pública no Brasil. Juros médio do rotativo do cartão de crédito ficou em mais de 300% ao ano, em junho A regra proposta leva em consideração os juros nominais – ou seja, sem descontar a inflação do período. Se um cliente não consegue pagar a fatura do cartão de crédito, o banco oferece dividir esse valor, com juros, nas mensalidades seguintes. Este é o chamado crédito rotativo, quando o cliente paga juros em cima de uma dívida que não conseguiu quitar. A linha inclui também saques, feitos na função crédito, em que o saldo da conta é insuficiente. A taxa do rotativo chegou a 242% em junho para o cliente regular, de acordo com o Banco Central (BC). O projeto estabelece um limite maior, com taxa anual nominal de 35%, para as chamadas "fintechs" – startups ou empresas que oferecem pelo meio digital serviços como os de cartão de crédito, conta digital, cartão de débito, empréstimos, seguros, entre outros. Pelo texto, o descumprimento das regras pode implicar na prática do crime de usura, que significa a cobrança de juros de maneira abusiva. A pena é detenção de seis meses a dois anos e multa. De acordo com a proposta, a redução da taxa de juros não valerá para o consumir que contraiu dívidas por causa de fraude ou má-fé. Os senadores aprovaram uma alteração sugerida por Rogério Carvalho (PT-SE), que delega ao Conselho Monetário Nacional (Copom) a decisão sobre o limite de juros após a pandemia. Cheque especial A proposta aprovada pelo Senado também limita em 30% ao ano os juros nominais do cheque especial. É uma espécie de empréstimo pré-aprovado, disponível quando o cliente zera o saldo da conta. Essa é uma das modalidades de crédito mais caras do país, utilizada sobretudo pela população de menor renda. Em janeiro deste ano, começou a valer o limite de 8% para a taxa mensal de juros do cheque especial. Antes, não havia limite. Essa foi a primeira vez que BC decidiu impor uma taxa máxima a uma linha de crédito com recursos livres (sem o direcionamento dos créditos imobiliários ou microcréditos, por exemplo). Com a redução estipulada, a estimativa é de que os juros caiam quase pela metade, para 151% ao ano. Em junho, por exemplo, a taxa média de juros cobrada no cheque especial foi de 300,3% ao ano. De acordo com o texto, a limitação de 30% ao ano para o cheque especial não pode causar a cobrança de outras tarifas, pelos bancos, pela disponibilização do serviço. Conforme o projeto, os juros do cheque especial ofertados a pessoas com renda inferior a dois salários mínimos devem seguir as limitações da cobrança de taxas do crédito consignado. Debate O relator do texto, senador Lasier Martins (Pode-RS), ampliou a taxa de juros para 30%. Inicialmente, o projeto de Álvaro Dias estabelecia um teto ainda mais baixo, de 20% ao ano. "Sabemos que as instituições financeiras obtêm lucros dessas linhas e de outras linhas de crédito, e continuarão a obter lucros, mesmo com a aprovação da temporária limitação de juros. Vários países como Portugal, Espanha, Alemanha e Itália já utilizam limitadores máximos, e os bancos competem livremente no mercado abaixo desses limites. Na América Latina, em que não há limitação, ainda assim as médias de juros giram em torno de 40% a 55%, bem abaixo dos valores praticados no Brasil", disse Lasier no parecer. O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), avaliou que "nada explica" os juros do crédito rotativo. "Estamos falando de 200 vezes a taxa Selic", comparou o parlamentar. Ele defendeu a criação de uma legislação permanente, que valha no período pós-pandemia, com um limite máximo de 60% ao ano para os juros do cartão. O líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), criticou o conteúdo do projeto. Para ele, fixar por lei juros interfere no mercado, o que pode impactar na "elevação de juros em outros segmentos, de outros produtos financeiros". Bancos O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, divulgou nota sobre a aprovação do projeto. “A Febraban concorda com a necessidade de reduzir o custo do crédito. Mas entende que o tabelamento, ao invés de promover alívio financeiro, pode agravar a crise por distorcer a formação de preços, criar gargalos e gerar insegurança jurídica. Por isso, vê com preocupação propostas que promovem intervenção artificial na atividade econômica e nos contratos. Situações como essas ocorreram no passado e a história já revelou que não se mostraram eficazes", ponderou. Outros pontos Confira, abaixo, outros pontos do projeto aprovado pelo Senado: Multa por atrasos O texto proíbe, até o fim deste ano, a cobrança de multas por atraso nos pagamentos de compras diretas tanto de produtos quanto de serviços. Isso também vale no caso do vencimento de prestações de operações de crédito. "Os juros estabelecidos previamente continuarão a correr sobre o saldo devedor. Vale lembrar que essas postergações já estão ocorrendo por livre negociação entre as partes credora e devedora em alguns casos.", explica o relatório de Lasier Martins. Negociação para quem perdeu renda As pessoas que tiveram redução da renda este ano, no contexto da pandemia, e não pagarem as prestações do contrato de crédito poderão negociar as dívidas "sem qualquer adição de cláusula penal ou juros". Informações ao devedor Os bancos deverão informar aos clientes com dívidas, seja no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, a possibilidade de contratação de modalidades com juros mais baixos. Fiscalização O Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, as agências reguladoras e o Banco Central deverão fiscalizar o cumprimento da lei. Veja Mais

Juiz dos EUA proíbe Uber e Lyft de classificar motoristas como prestadores de serviço

G1 Economia Empresas são acusadas de violarem legislação que exige que os motoristas sejam considerados funcionários se há controle de como eles executam funções, ou se trabalho for parte normal de seus afazeres. Um juiz na Califórnia deu ganho de causa a um pedido do Estado norte-americano para impedir que Uber e rival Lyft classifiquem seus motoristas como prestadores de serviço em vez de funcionários. A decisão do juiz Ethan Schulman, do Tribunal Superior de São Francisco, marca uma derrota para as empresas de transporte por aplicativo, que se defendem contra um processo de 5 de maio aberto pelo procurador geral Xavier Becerra e pelas cidades de Los Angeles, San Diego e São Francisco. Uber e Lyft, que ainda não dão lucro, são acusadas de violarem legislação do Estado conhecida como "Assembly Bill 5 (AB5)", que exige que as empresas classifiquem os motoristas como funcionários se elas controlarem como eles executam suas funções ou se o trabalho for parte normal de seus afazeres. Na decisão de 34 páginas que obriga as empresas a cumprirem com a legislação estadual, Schulman afirma que as partes acusadoras no processo mostraram uma "probabilidade esmagadora" de que podem provar que Uber e Lyft classificam os motoristas de maneira ilegal. "Está é uma vitória retumbante para os milhares de motoristas Uber e Lyft que trabalham duro nesta pandemia, incorrendo em todo o tipo de risco diário para levarem renda para suas famílias", disse o procurador de Los Angeles, Mike Feuer, em comunicado. Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery Schulman afirmou que sua decisão entre em vigor em 10 dias para permitir apelações, que a Lyft disse que vai encaminhar. Os eleitores da Califórnia vão decidir em novembro, em uma votação, se os motoristas de aplicativos podem ser classificados como prestadores de serviço. O Estado é o maior mercado de Uber e Lyft nos EUA. "Os motoristas não querem ser funcionários", afirmou a Lyft em comunicado. "Acreditamos que esta questão tenha que ser decidida pelos eleitores da Califórnia e que eles vão ficar do lado dos motoristas." A Uber não comentou o assunto. A legislação AB5 entrou em vigor em 1º de janeiro. Schulman disse que o público poderá enfrentar prejuízo substancial se os motoristas não tiverem direito a benefícios trabalhistas como salário mínimo, licença remunerada em caso de doença, seguro desemprego e seguro. Veja Mais

Queixas do Facebook e da Microsoft sobre App Store da Apple entram no radar da UE

G1 Economia Empresas criticaram forma que os jogos para dispositivos móveis aparecem na App Store. Em junho, a Comissão Europeia abriu quatro investigações sobre a Apple. Tim Cook, CEO da Apple, apresenta o iPhone 11 durante evento na Califórnia REUTERS/Stephen Lam Queixas do Facebook e da Microsoft sobre a maneira que seus jogos para dispositivos móveis aparecem na App Store, da Apple, podem alimentar uma investigação da União Europeia sobre os negócios da criadora do iPhone. Em junho, a Comissão Europeia abriu quatro investigações sobre a Apple, três relacionadas à App Store e suas regras restritivas, incluindo exigência para que os desenvolvedores usem o sistema de pagamentos da Apple para compras dentro dos aplicativos. As gigantes da tecnologia dos EUA, Facebook e Microsoft, são as empresas mais recentes a expressar preocupações sobre as regras da Apple, que geraram críticas de desenvolvedores de aplicativos, que afirmam que elas criam um ambiente desigual de competição. Resposta da Apple Questionada sobre as queixas, a porta-voz da Comissão Arianna Podesta disse em comunicado: "A Comissão está ciente dessas preocupações em relação às regras da App Store da Apple", mas não forneceu mais detalhes. A Apple rejeitou as críticas às regras da App Store, dizendo que todos os aplicativos são analisados de acordo com o mesmo conjunto de diretrizes cujo objetivo é proteger os clientes e fornecer um ambiente justo e nivelado para os desenvolvedores. O Facebook disse na semana passada que seu aplicativo de jogos estava disponível apenas na App Store da Apple como um serviço de streaming e que os usuários não conseguem jogar através dele. A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, disse que a empresa teve que remover totalmente a funcionalidade de jogos para garantir a aprovação da Apple para seu aplicativo Facebook Gaming. A Microsoft, que tem um serviço de streaming de jogos chamado Project xCloud, disse: "A Apple é a única plataforma de propósito geral que impede os consumidores de jogos em nuvem e serviços de assinatura de jogos como o Xbox Game Pass." "Ela trata os aplicativos de jogos de maneira diferente, aplicando regras mais brandas aos aplicativos que não são de jogos, mesmo quando eles incluem conteúdo interativo", acrescentou em um comunicado enviado por email. Diretor de cibersegurança do Facebook conversa com o Fantástico sobre investigações Veja Mais

Bolsas da Europa fecham em leve alta nesta segunda

G1 Economia Dados econômicos positivos da China impulsionaram as ações cíclicas sensíveis ao crescimento. As ações europeias fecharam ligeiramente em alta nesta segunda-feira (10), com as ações cíclicas sensíveis ao crescimento recebendo impulso da melhoria de dados econômicos da China, mas as tensões sino-americanas afetaram o setor de tecnologia. Com os volumes de negociação reduzidos conforme vários operadores entram em férias de verão, o índice FTSEurofirst 300 subiu 0,26%, a 1.414 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 0,3%, a 365 pontos. O STOXX 600 viu seu volume de negociação cair para quase 75% desua média móvel de 30 dias. O índice alemão de preços das ações, o quadro DAX, é visto na bolsa de valores em Frankfurt, na Alemanha Reuters Dados mostraram que a deflação nas fábricas da China diminuiu em julho devido ao aumento nos preços globais do petróleo e conforme a atividade industrial voltava aos níveis pré-coronavírus, aumentando as esperanças de uma recuperação na segunda maior economia do mundo. As gigantes de energia BP, Royal Dutch Shell e Total avançaram entre 1,3% e 3%, enquanto os preços do petróleo subiam. As ações do setor bancário tiveram alta de 2,0%, liderando os ganhos setoriais, enquanto o índice de viagens e lazer, que recebeu um forte golpe da crise de saúde, subiu 0,9%. Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,31%, a 6.050 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,10%, a 12.687 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,41%, a 4.909 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,69%, a 19.651 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,49%, a 7.053 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,67%, a 4.396 pontos. Veja Mais

JSL compra Transmoreno Transporte e Logística por R$ 310 milhões

G1 Economia Pelo acordo, R$ 100 milhões serão pagos em dinheiro no fechamento da transação e o restante em parcelas semestrais ao longo de 5 anos. A JSL fechou na última sexta-feira (7) contrato para a aquisição da Moreno Holding, dona da Transmoreno Transporte e Logística, por R$ 310 milhões, dentro de sua estratégia de crescimento e diversificação de serviços logísticos no país. Do valor pago, que será ajustado na data de fechamento da transação, R$ 100 milhões serão pagos em dinheiro no fechamento da transação e o restante em parcelas semestrais ao longo de 5 anos. Além disso, os vendedores farão jus a um prêmio de R$ 10 milhões de em 2025 caso determinadas condições sejam atingidas até o final de 2024. Veja Mais

Convite a Temer para missão no Líbano é sinal da nova fase de Bolsonaro

G1 Economia Bolsonaro anuncia ajuda ao Líbano e convida Temer para chefiar missão A decisão do presidente Jair Bolsonaro de convidar o ex-presidente Michel Temer para chefiar a missão do Brasil que levará ajuda ao Líbano embute um cálculo político-eleitoral e é sinal da nova figura, inaugurada há cerca de 60 dias pelo presidente da República, menos beligerante. Distante do Bolsonaro que se elegeu, cujo discurso foi anticorrupção, de mudança e com ataques ao que chamava de "velha política", a decisão de indicar Temer é um gesto para o mundo político e busca ainda a simpatia da bastante numerosa comunidade libanesa no Brasil. Temer tem origem libanesa. A escolha também coloca luz sobre uma relação que vem se desenvolvendo nos últimos meses, de conversas frequentes entre Bolsonaro e Temer. Segundo relatos de pessoas próximas aos dois, o atual presidente se aconselhou com Temer diversas vezes sobre os problemas que enfrenta, como embates com o Judiciário. Até mesmo a aproximação do Congresso, em especial o Centrão, é tema das conversas dos dois. Temer, que presidiu a Câmara dos Deputados, já foi uma das lideranças do Centrão. Temer responde a processos na Lava Jato do Rio de Janeiro e já teve prisão decretada, posteriormente convertida em medidas preventivas. O ex-presidente pediu à Justiça para viajar e aguarda autorização. Veja Mais

Cidades do Alto Tietê oferecem mais de 240 oportunidades de emprego nesta segunda-feira

G1 Economia As vagas são destinadas para diversas funções e níveis de escolaridade e são nas cidades de Suzano, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Guararema e Ferraz de Vasconcelos. Alto Tietê tem vagas de emprego abertas em cinco cidades Heloise Hamada/G1 Os programas de encaminhamento ao emprego da região do Alto Tietê estão oferecendo 244 oportunidades nesta segunda-feira (10). As vagas são destinadas para diversas funções e níveis de escolaridade nas cidades de Suzano, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos e Guararema. PATs Os Postos de Atendimento ao Trabalhador das cidades de Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba estão com 7 vagas de emprego abertas. Os interessados devem acessar os aplicativos Sine Fácil ou CTPS Digital para realizar o cadastro. Mais informações podem ser obtidas pelo endereço de e-mail suporte.sd@sde.sp.gov.br. Vagas disponíveis no PAT de Ferraz de Vasconcelos: Serralheiro; Operador de máquinas fixas em geral. Vagas disponíveis no PAT de Itaquaquecetuba: Mecânico de manutenção de máquinas em geral (5 vagas). Balcão de Emprego de Guararema Guararema oferece 18 vagas de empregos em diversas funções. Os candidatos devem ligar para concorrer às vagas no telefones 4693-1717 ou 1432. Costureira Ensino médio completo 6 meses em carteira de trabalho Salário a combinar Possuir curso de costureira Realizar produção de peças Auxiliar de Cozinha Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Salário a combinar Auxiliar ao chefe de cozinha. Local de Trabalho: Parque Agrinco Confeiteiro Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Salário a combinar Fazer bolos, doces e salgados; auxiliar na panificação e confeitaria em geral Local de trabalho: Parque Agrinco Salgadeiro Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Salário a combinar Fazer salgados para venda no restaurante Local de trabalho: Parque Agrinco Atendente Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Salário a combinar Realizar atendimento ao cliente em restaurante e vendas. Local de Trabalho: Parque Agrinco Atendente Comercial Ensino médio completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Segunda a sexta - 7h às 17h Realizar atendimento ao cliente e vendas on-line Local de Trabalho: Centro Assistente Administrativo Superior completo 3 anos de experiência em carteira de trabalho Segunda a sexta - 7h às 16h48 Realizar controle de gestão da área administrativa e fabril; atendimento telefônico; organização de arquivos; gerência de informações; revisão de documentos e lançamento de pedidos Local de trabalho: Guararema Auxiliar de Produção Ensino médio completo 3 anos de experiência em carteira de trabalho Salário a combinar Realizar separação e abastecimento de materiais para as linhas de produção; embalagem dos produtos; auxiliar no carregamento do caminhão e auxiliar no setor de expedição Local de trabalho: Guararema Agente Funerário Ensino médio completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Segunda a sexta das 8h às 17h e sábado das 08h às 12h Possuir CNH A/B Realizar atendimento aos familiares em caso de óbito, presencial e via telefone; remoção e translado de corpos e ornamentação de corpos e urnas. Local de trabalho: Guararema Auxiliar de Serviços Gerais Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Salário a combinar Realizar plantio de árvores e hortaliças; cuidar das galinhas; manutenção de cercas e pequenos consertos Local de trabalho: Guararema Encarregado de Limpeza Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Segunda a sexta das 6h às 15h30 e sábado das 6h às 13h Auxiliar na limpeza e liderar equipe de limpeza Local de trabalho: Guararema Faxineira Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho A combinar Realizar faxina em residências e lavar e passar roupas Local de trabalho: Guararema Auxiliar de serviços gerais Ensino fundamental completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Segunda a sexta - 7h30 às 17h18 Prestar auxílio em construção civil; construção de muros e plantio de grama Lolca de trabalho: Fukushima Auxiliar de Recursos Humanos Ensino médio completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Segunda a sexta - 7h30 às 17h30 Dominar o pacote Office e experiência com auditorias Realizar processo de recrutamento e seleção; admissão; treinamentos admissionais; tratamento de cartão de ponto; manutenção do cadastro de funcionários; escala de funcionários; lançar atestados médicos e arquivo de documentos Local de Trabalho: Itapema Assistente Administrativo Ensino médio completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Segunda a sexta - das 8h às 18h Realizar emissão e entrada de notas fiscais; cotação de fretes; cotação de compras; emissão de pedidos de compras; acompanhamento de entregas; preparação de documentação para licitações e acompanhamento e renovação de licitações. Local de trabalho: Guanabara Vendedor Ensino médio completo 6 meses de experiência em carteira de trabalho Salário a combinar Possuir CNH A/B. Realizar atendimento ao cliente e prospecção de clientes; vendas; faturamento; cobrar e receber; organizar entregas e retiradas; organização e arquivo de contratos gerados e auxiliar na área de manutenção e logística Local de trabalho: Ipiranga Aprendiz Ensino médio cursando Segunda a sexta - 11h às 17h Realizar atendimento ao cliente e auxilio na área administrativa Local de trabalho: Centro Caseiro (casal) Ensino médio completo 5 anos de experiência na função Salário a combinar Realizar manutenção da piscina; jardinagem; execução de pequenos reparos (vazamento, troca de lâmpadas); limpeza e organização da casa; lavagem de roupas; preparo de refeições e rotinas da cozinha Local de trabalho: Guararema Suzano Mais Emprego No programa de encaminhamento ao emprego de Suzano há 165 oportunidades disponíveis. Os interessados devem encaminhar os currículos para o e-mail suzano.vagas@gmail.com ou deixar presencialmente no Centro Unificado de Serviços, localizado na Rua Paulo Portela, 210, Centro. Para mais informações, entrar em contato pelo telefone (11) 4745-2264 ou pelo e-mail suzanomaisemprego@gmail.com. Vagas disponíveis em Suzano: Consultor de negócios - ativo de vendas/ Home Office (100 vagas): Ser maior de 18 anos; Ensino médio completo; Possuir conhecimentos em informática; Não é necessário experiência; Ter computador ou notebook, sistema operacional Windows 7, Processador i3 e acesso à internet banda larga; Para candidatar-se acessar: rh.tmktbrasil.com.br/candidato. Mecânico de motos (1 vaga): Ensino médio completo; Experiência de pelo menos seis meses, com comprovação em carteira; Local de trabalho: Suzano/SP; Possuir CNH A; Salário: R$ 1.500 + vale-transporte. Manutenção elétrica e hidráulica (1 vaga): Ensino fundamental completo; Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira; Possuir CNH B; Possuir conhecimentos básicos em elétrica e hidráulica; Se tiver experiência com piscinas será um diferencial; Possuir disponibilidade de horário. Pedreiro (11 vagas): Ensino fundamental; Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira; Residir em Suzano, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Poá/SP; Local de Trabalho: Suzano/SP. Servente de obras (22 vagas): Ensino fundamental; Experiência de pelo menos seis meses, com comprovação em carteira; Residir em Suzano, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Poá/SP; Local de trabalho: Suzano/SP. Zelador (1 vaga): Ensino médio completo; Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira; Possuir CNH B; Local de trabalho: Mogi das Cruzes/SP. Corretor de imóveis (2 vagas): Ensino médio completo; Experiência de pelo menos seis meses, sem comprovação em carteira; Possuir CNH B e carro próprio; Local de Trabalho: Suzano/SP. Funileiro industrial (1 vaga): Escolaridade: indiferente Experiência de pelo menos seis meses, com comprovação em carteira; Local de Trabalho: Suzano/SP. Técnico de assistência técnica (1 vaga): Escolaridade: Ensino médio completo; Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira; Local de Trabalho: Suzano/SP. Mecânico de manutenção temporário (5 vagas): Escolaridade: ensino médio completo; Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira; Local de Trabalho: Suzano/SP. Caldeireiro (10 vagas): Escolaridade: ensino médio completo; Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira; Local de Trabalho: Suzano/SP. Emprega Mogi Já nas três unidades do programa de encaminhamento ao emprego de Mogi das Cruzes há 54 vagas e os interessados devem acessar a plataforma do Emprega Mogi para realizar o cadastro. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 4699-1900, (11) 4699-2784, (11) 4798-6315 ou pelo WhatsApp (11) 97422-4273. Confira as oportunidades em Mogi das Cruzes: 1/2 Oficial marceneiro (1 vaga); 1/2 Oficial de cozinha (1 vaga); Almoxarife PCD (1 vaga); Auxiliar comercial (1 vaga); Auxiliar de expedição (1 vaga); Auxiliar de licitações (1 vaga); Auxiliar de manutenção industrial (1 vaga); Auxiliar de manutenção predial (1 vaga); Auxiliar de PCD em confecção (1 vaga); Auxiliar de serviços gerais PCD (4 vagas); Caseiro (1 vaga); Costureira (1 vaga); Cozinheiro (2 vagas); Eletricista veicular diesel (1 vaga); Fonoaudióloga (4 vagas); Gerente de produção industrial (1 vaga); Mecânico de máquina de sopro (1 vaga); Mecânico e alinhador para centro automotivo (3 vagas); Motorista de caminhão fora de estrada (1 vaga); Motorista de carreta (1 vaga); Operador de laminadora de pentes (1 vaga); Operador de motoscraper (2 vagas); Operador de rolo (1 vaga); Operador de utilidades caldeira (2 vagas); Perfurador de roto pneumática (1 vaga); Pizzaiolo (2 vagas); Prensista de parafuso dupla ação (1 vaga); Psicopedagogo (4 vagas); Recepcionista (2 vagas); Sistema de informação – TI (1 vaga); Sondador de solos (2 vagas); Trabalhador rural (2 vagas); Técnico em edificações (1 vaga); Técnico de manutenção de equipamentos de imagem (2 vagas); Técnico em mecatrônica (2 vagas); Zelador (1 vaga). Mais informações sobre as vagas e requisitos para o processo seletivo, podem ser encontradas na plataforma do Emprega Mogi. Veja Mais

FGTS emergencial: Caixa libera novos saques para trabalhadores nascidos em julho nesta segunda; veja calendário

G1 Economia Calendário seguirá mês de nascimento do beneficiário. Cada trabalhador poderá sacar até R$ 1.045 de contas ativas (do emprego atual) ou inativas (de empregos anteriores). A Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira (10) o crédito dos novos saques do FGTS para os trabalhadores nascidos em julho. Os pagamentos serão feitos em poupança social digital da Caixa e, em um primeiro momento, os recursos estarão disponíveis apenas para pagamentos e compras por meio de cartão de débito virtual. Nesta etapa, poderão ser pagos até R$ 3,3 bilhões. Veja tira-dúvidas sobre novos saques do FGTS de até R$ 1.045 Veja como consultar o saldo e a data de liberação dos novos saques do FGTS O saque em espécie ou transferências, também dos aniversariantes de julho, estão liberados a partir de 17 de outubro (veja o calendário completo mais abaixo). A liberação dos créditos para os nascidos em janeiro começou em 29 de junho, e os saques para esse grupo começaram em 25 de julho. Liberação Essa nova liberação do saque do FGTS se deu por meio de uma medida provisória, em razão da pandemia do novo coronavírus, que afetou as atividades econômicas e a renda dos trabalhadores. A MP, no entanto, perdeu a validade no último dia 4, depois que o Congresso deixou de votar a medida no tempo previsto. A Caixa informou, no entanto, que vai manter o calendário de pagamentos. Segundo o Ministério da Economia, um decreto deve ser editado disciplinando a produção dos efeitos. MP perde validade nesta terça, mas decreto deve garantir saque extraordinário do FGTS Calendário Para evitar aglomerações nas agências, a Caixa fixou datas diferentes para a liberação do crédito em conta e para o saque em espécie ou transferência dos valores. O calendário considera o mês de nascimento do trabalhador. Veja as datas a seguir: Calendário saque emergencial FGTS Valor dos saques Terão direito aos saques os trabalhadores que tenham contas ativas (do emprego atual) ou inativas (de empregos anteriores) do FGTS. Cada trabalhador poderá sacar até R$ 1.045. Se o trabalhador tiver mais de uma conta de FGTS, o saque será feito primeiro das contas de contratos de trabalho extintos (inativas), iniciando pela conta que tiver o menor saldo. Depois, o dinheiro será sacado das demais contas, também iniciando pela que tiver o menor saldo. Independentemente do número de contas do trabalhador, o valor não pode passar de R$ 1.045. Assim, ninguém poderá tirar mais do que esse valor, ainda que tenha duas ou três contas com saldos superiores a essa quantia. A previsão é que a operação movimentará durante todo o calendário mais de R$ 37,8 bilhões para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores. Poupança digital A movimentação do valor do saque emergencial poderá, inicialmente, ser realizada somente por meio digital com o uso do aplicativo Caixa Tem, sem custo. Veja passo a passo para abrir a poupança digital Logo após o crédito dos valores, será possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code. O trabalhador também poderá realizar o pagamento de contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral. A conta poupança social digital é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil. A partir da data de disponibilização dos recursos para saque ou transferência, os trabalhadores poderão transferir os recursos para contas em qualquer banco, sem custos, ou realizar o saque em espécie nos terminais de autoatendimento da Caixa e casas lotéricas. Consulta de saldo e informações de saque Saques do FGTS Divulgação A Caixa disponibilizou os seguintes canais de atendimento para o saque emergencial FGTS: Site fgts.caixa.gov.br: Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário; Informar que não deseja receber o valor do saque; Solicitar o desfazimento do crédito feito na poupança social digital. Central de Atendimento CAIXA 111, opção 2: Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário. Internet Banking Caixa: Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário; Informar que não deseja receber o valor do saque; Solicitar o desfazimento do crédito feito na poupança social digital. APP FGTS - Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android - Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares iOS (Apple) Consultar o valor do saque; Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário; Informar que não deseja receber o valor do saque; Solicitar o desfazimento do crédito efetuado na poupança social digital. Cancelamento e desfazimento do crédito automático Se o trabalhador não quiser receber o saque emergencial, pode informar essa opção pelo App FGTS com pelo menos 10 dias antes da data prevista para o crédito na poupança social digital, conforme o calendário. Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, o trabalhador poderá solicitar o seu desfazimento. Os valores retornarão à conta do FGTS devidamente corrigidos, sem prejuízo ao trabalhador. A solicitação de desfazimento do crédito do saque emergencial não pode ser desfeita. Caso não haja movimentação na conta poupança social digital até 30 de novembro, o valor será devolvido à conta FGTS com a devida remuneração do período, sem nenhum prejuízo ao trabalhador. Se após esse prazo o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo App FGTS até 31 de dezembro. Veja Mais

Governo gastou até início de agosto 54% da verba destinada a ações contra a pandemia

G1 Economia Do total de R$ 509,9 bilhões em despesas autorizadas, R$ 275,1 bilhões foram efetivamente desembolsados, de acordo com painel Siga Brasil, do Senado. O governo federal desembolsou até o início de agosto R$ 275,14 bilhões para financiar as ações de combate ao novo coronavírus e de alívio dos reflexos da pandemia no país. Esse valor corresponde a 53,95% do total do orçamento de R$ 509,97 bilhões já autorizados para gastos relacionados à pandemia. Os números foram obtidos em consulta ao Siga Brasil, ferramenta mantida pelo Senado em que é possível acompanhar a execução orçamentária e que dispõe de um espaço com informações específicas sobre os gastos relacionados ao enfrentamento do coronavírus. A última atualização dos números foi em 5 de agosto. Liberação de saque do Auxílio Emergencial provoca filas nas agências de João Pessoa TV Cabo Branco/Reprodução De acordo com o Siga Brasil, a ação do governo com maior desembolso até o momento é o pagamento do auxílio emergencial, destinado a garantir renda a trabalhadores informais afetados pelas medidas de restrição adotadas visando desacelerar o contágio pela Covid-19. Até o dia 5 de agosto, haviam sido pagos R$ 167,6 bilhões direcionados ao auxílio emergencial, o que equivale a 60,93% do total dos gastos. Em segundo lugar está o auxílio financeiro do governo federal aos estados e municípios, cujo desembolso atinge R$ 30 bilhões, o equivalente a 10,93% do total desembolsado. Em 22 de julho, o Tribunal de Contas da União (TCU) concedeu 15 dias para o Ministério da Saúde explicar a estratégia de gastos no combate ao novo coronavírus. Até junho, a pasta gastou 29% do total aprovado. Relator do caso, o ministro Benjamin Zymler afirmou que há "baixa" execução dos recursos destinados ao ministério para combater a pandemia. O G1 procurou a assessoria do Palácio do Planalto para comentar a execução orçamentária das ações voltadas ao enfrentamento da pandemia e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem. Dados do Tesouro Nacional Os dados estão em linha com os números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional, por meio do painel de monitoramento das despesas da União no combate à Covid-19 – instrumento que traz informações atualizadas diariamente. De acordo com painel do Tesouro Nacional, foram gastos R$ 275,9 bilhões pelo governo até este domingo (9), de um total de R$ 512 bilhões aprovados. O pagamento foi de 53,88% do total. A maior parte dos recursos está relacionada com auxílio emergencial, com despesas de R$ 167,65 bilhões - o equivalente a 65,9% de um total aprovado de R$ 254,4 bilhões. Já no auxílio financeiro aos estados e municípios, foram liberados R$ 39,94 bilhões, pouco mais da metade dos R$ 79,19 bilhões autorizados. O programa de crédito condicionado à manutenção do emprego, que terminou no fim de julho, porém, contou somente com R$ 3,91 bilhões gastos, do total de R$ 34 bilhões previstos (parte do governo). Parte da dotação autorizada (R$ 12 bilhões) foi direcionada ao Pronampe – linha de crédito para as micro e pequenas empresas que já se esgotou. 100 mil mortos No sábado (8), o Brasil superou a marca dos 100 mil mortos pela Covid-19, cerca de cinco meses após os registros oficiais dos primeiros casos do novo coronavírus no país. MEMORIAL DAS VÍTIMAS DE COVID-19 Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, até as 8h deste domingo (9) o Brasil tinha 100.546 mortes por coronavírus confirmadas. O número é o dobro das vidas perdidas pela tropa brasileira na Guerra do Paraguai, segundo estimativas. Também é mais que o dobro do total de brasileiros que contraíram a gripe espanhola. Considerando todas as vítimas de acidentes aéreos do planeta nos últimos 60 anos, só no Brasil a Covid-19 matou três vezes mais. 100 mil mortes por Covid-19: Congresso e STF decretam luto Veja Mais

Saiba como fazer o controle das finanças da propriedade

G1 Economia Publicação da Universidade Federal de Viçosa ajuda o agricultor. Veja como baixar. Saiba como fazer o controle das finanças da propriedade Nesses tempos de pandemia, tem muito agricultor revendo os gastos para fechar as contas da propriedade. E, para auxiliar estes produtores rurais, a Universidade Federal de Viçosa, de Minas Gerais, criou a publicação “Controle e planejamento financeiro para agricultura familiar”. O livro traz noções de contabilidade para fechar o caixa no positivo. Para baixar a publicação, clique aqui. Veja Mais

Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 09/08/2020

G1 Economia Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Após a reabertura do comércio em SP, alguns negócios faturam e outros lutam para sobreviver Espaço Hibisco Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1645 - Vila Olímpia São Paulo/SP– CEP: 04548-005 Telefone: (11) 3586.4384 E-mail mariatereza@egpo.com.br Notebook Repair Rua Santa Ifigênia, 15 – Loja 15 D – Santa Ifigênia São Paulo/SP – CEP: 01207-000 Whatsapp: (11) 95942.5507 E-mail: nilsonco@hotmail.com Redes Sociais: https://www.facebook.com/noterepair/ https://www.instagram.com/notebookrepairstaefigenia/ Shopping Century Rua Santa Ifigênia, 15/21 - Santa Ifigênia São Paulo/SP - CEP: 01207-001 Telefone: (11) 3315-9032 (Administração) E-mail: shoppingcenturyoficial@gmail.com FecomercioSP Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista São Paulo /SP - CEP: 01313-020 Telefone: (11) 3254-1700 www.fecomercio.com.br Redes Sociais: www.twitter.com/fecomercio www.facebook.com/fecomercio www.instagram.com/fecomerciosp/ Veja a reportagem: Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80% CENTER PANOS – UNIDADE PAULÍNIA Av. Brasília, 7 - Santa Cecília (Centro) Paulínia / SP – CEP: 13140-344 Telefone: (19) 3933-3888 Whatsapp: (19) 98726.0383 E-mail: paulinia@centerpanos.com.br Facebook: www.facebook.com/pauliniacp Instagram: www.instagram.com/centerpanospaulinia www.institucional.centerpanos.com.br Veja a reportagem: Startup brasileira lança spray que elimina o coronavírus de roupas Visto.Bio https://visto.bio/ Instagram: @visto.bio UMA | Raquel Davidowicz Rua Girassol, 273 - Vila Madalena São Paulo / SP - CEP: 05433-000 Telefone: (11) 3813-5559 email: uma@uma.com.br www.uma.com.br Facebook: www.facebook.com/UMAbrasil Instagram: www.instagram.com/umabrasil/ Veja a reportagem: Empresa cria tapete para higienizar sapatos LOJA LAGUNA Telefone: (11) 4375-4744 Whatsapp: (11) 97057-3803 Facebook: www.facebook.com/lojalaguna Instagram: www.instagram.com/laguna.corp www.lojalaguna.com.br Veja a reportagem: Programa de empréstimos sem juros salva negócio de estilista B.for Rua: Ricardo Landmann,490, Santo Antônio Joinville/SC Telefone: (47)98823-2012 www.bfor.com.br Redes sociais: @b.fortees Veja a reportagem: Empresa cria álcool gel para pets eficaz contra o coronavírus CAT MY PET Telefone: (11) 2507-9325 Whatsapp: (11) 98532-0106 www.catmypet.com Instagram: www.instagram.com/catmypet Facebook: www.facebook.com/catmypet INSTITUTO PET BRASIL Av. Paulista, 1159 - 10º andar - Sala 1016 - Bela Vista São Paulo / SP – CEP: 01311-200 Telefone: 5034-6974 www.institutopetbrasil.com Veja Mais

Startup brasileira lança spray que elimina o coronavírus de roupas

G1 Economia O teste feito no laboratório da Unicamp, credenciado da Anvisa, mostra que o spray inibe 99,9% do vírus a partir do primeiro minuto de contato. Startup brasileira lança spray que elimina o coronavírus de roupas Uma startup brasileira lançou um spray que elimina o coronavírus de roupas. É uma solução que dá segurança ao consumidor e evita o desperdício de água com lavagem constante de roupas. O ritual já é conhecido: álcool gel, tapete higiênico, luvas e medição de temperatura. Na hora de provar a roupa, em uma loja em São Paulo, tem mais uma novidade: um spray que elimina o coronavírus. O spray antisséptico foi criado por uma startup de São Paulo, que já tinha lançado em 2014 um outro produto que evita o cheiro de suor nas roupas. A produção é feita em Santa Catarina. A tecnologia foi desenvolvida pelo empresário Renan Serrano. “A gente tem patente que foi comprovada internacionalmente, que nossa formulação previne contra a proliferação de micro-organismos, bactérias nocivas e fungos também. Então, o que fizemos foi melhorar a formulação, trazer ativos que garantam maior segurança pro usuário”, explica o empresário Renan Serrano. O teste feito no laboratório da Unicamp, credenciado da Anvisa, mostra que o spray inibe 99,9% do vírus a partir do primeiro minuto de contato. O spray que inativa o coronavírus de roupas foi selecionado entre as cinco melhores soluções no desafio Pandemic Challenge da Singulary University, nos Estados Unidos. Ele pode ser comprado pelo site da startup por R$ 150. O frasco rende 200 aplicações, dá segurança e ajuda a economizar água. “Sempre que saio, separo a roupa e boto para lavar. Aí a gente mantém proteção e economiza água, porque não preciso lavar roupa sempre que sair”, fala a cliente Tatiana Kauffmann. Visto.Bio Site: https://visto.bio/ Instagram: @visto.bio UMA | Raquel Davidowicz Rua Girassol, 273 - Vila Madalena São Paulo / SP - CEP: 05433-000 Telefone: (11) 3813-5559 E-mail: uma@uma.com.br Site: www.uma.com.br Facebook: https://www.facebook.com/UMAbrasil Instagram: https://www.instagram.com/umabrasil/ Veja Mais

Agricultor planta hortaliças para restaurantes de alta gastronomia

G1 Economia Produção inclui vegetais de diferentes cores, formatos e tamanhos. Agricultor planta hortaliças para restaurantes de alta gastronomia Reprodução/TV TEM A beleza da paisagem rural no sítio de Ubaldo Angelin, em Piedade (SP), ganha um atrativo a mais nos canteiros destinados às hortaliças. São vegetais um pouco diferentes daqueles que encontramos em feiras e supermercados. A produção inclui cenouras roxas, brancas e violetas. Algumas têm o formato redondo. No local também tem berinjela redonda e branca, conhecida como berinjela ovo. No total, são cerca de 15 variedades de hortaliças. Algumas plantações ficam em estufas. É o caso das abóboras, que são amarelinhas e bem pequenas. As beterrabas de diferentes cores chamam a atenção. Quem não se surpreende com uma que é alaranjada por fora e amarela por dentro, ao contrário do roxo tradicional? No espaço dos tomates e das pimentas também há bastante variedade. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 09/08/2020) Agricultor planta hortaliças para restaurantes de alta gastronomia Manter uma produção assim exige custos maiores. Um dos principais gastos é com as sementes, que precisam ser importadas. O engenheiro agrônomo Alfredo Watanabe explica que os cuidados são redobrados para evitar o ataque de pragas e doenças e reduzir ao máximo o uso de defensivos. Depois de colhidos, os vegetais são higienizados e separados. A produção é preparada de acordo com os pedidos dos chefes de cozinha. A produção abastece restaurantes renomados da capital paulista. Nos últimos meses, Ubaldo, como muitos pequenos produtores, sentiu o impacto da pandemia, que obrigou o fechamento de restaurantes. Daqui para a frente, a ideia é tentar se recuperar à medida que os estabelecimentos forem voltando às suas atividades. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo Veja Mais

Morre o vice-presidente de negócios de atacado do BB, Walter Malieni

G1 Economia Malieni entrou no BB aos 15, como aprendiz, e teve uma carreira de 35 anos na instituição, tendo sido vice-presidente em algumas áreas e presidente da empresa de planos de previdência privada aberta do banco, a Brasilprev. Agência do Banco do Brasil na cidade de Abreu e Lima, no Pernambuco Elvys Lopes/TV Globo O Banco do Brasil anunciou na sexta-feira (7) o falecimento de seu vice-presidente de Negócios de Atacado, Walter Malieni. "Com grande tristeza, o Banco do Brasil comunica o falecimento do vice-presidente de Negócios de Atacado, Walter Malieni Junior, ocorrido nesta data, em São Paulo", afirmou o banco em nota, sem mencionar detalhes. Malieni entrou no BB aos 15, como aprendiz, e teve uma carreira de 35 anos na instituição, tendo sido vice-presidente em algumas áreas e presidente da empresa de planos de previdência privada aberta do banco, a Brasilprev. Ele era graduado em economia pela Universidade Mackenzie e tinha feito cursos de pós no IBMEC, na USP e no próprio Mackenzie. Além de ser vice-presidente, também foi do conselho de diversas empresas ligadas ao Banco do Brasil, como o Banco Patagônia e a Brasilprev, e da BRF. Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal, divulgou uma nota em que lamenta a morte. "Recebi com tristeza a notícia da morte do vice-presidente do Banco do Brasil Walter Malieni. Em nome de todos os colaboradores da Caixa, expresso meus sentimentos aos seus familiares e amigos." André Brandão será o próximo presidente do Banco do Brasil. Ele está de saída do HSBC e vai substituir Rubem Novaes. Veja Mais

Máquina de Vendas, controladora da Ricardo Eletro, fecha lojas e pede recuperação judicial

G1 Economia Dívida da empresa é da ordem de R$ 4 bilhões. Lojas físicas foram fechadas e aposta é aumentar faturamento com canais digitais. Ricardo Eletro: lojas físicas serão fechadas para dar lugar a investimento nos canais digitais Reprodução A Máquina de Vendas, controladora da varejista Ricardo Eletro, entrou com pedido de recuperação judicial nesta sexta-feira (7). A dívida é de R$ 4 bilhões. O pedido foi protocolado na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. Além da varejista, a empresa é dona da Insinuante, Salfer, City Lar e EletroShopping. "É sabido, por parte de todos os colabores, credores e fornecedores, o esforço que vinha sendo feito pela empresa para superar as crises anteriores. Havia um processo de retomada em curso, mesmo com a estrutura de capital ainda fragilizada, que foi interrompido por conta da pandemia de Covid-19", diz nota da empresa. Pedidos de recuperação judicial e falência crescem no país e atingem mais as pequenas empresas O texto prossegue: "A Máquina de Vendas entende que está no caminho certo e vê a recuperação judicial como um momento transitório na jornada de reconstrução do seu negócio." A empresa alega que passou a enfrentar dificuldades no recebimento de produtos chineses com o início da pandemia na Ásia para, em seguida, sofrer com queima de caixa quando as medidas de isolamento social chegaram ao Brasil. "Nesse contexto, a alternativa da recuperação judicial mostra-se o caminho mais viável para que a empresa siga com suas operações normalmente e promova a reorganização administrativa e financeira necessária para superar a situação momentânea de crise e ajustar-se estruturalmente para a nova realidade com varejo, no pós-pandemia", diz a nota. Avianca Brasil tem falência decretada pela Justiça A Ricardo Eletro, contudo, anunciou o fechamento de suas mais de 600 lojas físicas ao redor do país. A aposta é o crescimento dos canais digitais, que, segundo a empresa, tiveram crescimento no período de 50 mil para 350 mil visitas diárias. "Está sendo lançado um novo modelo de negócio, inédito para o setor de varejo da Ricardo Eletro, por meio do qual qualquer pessoa, empresa ou loja terá a possibilidade de vender os produtos da empresa, aproveitar a marca, a malha logística e toda estrutura digital da Ricardo Eletro para se tornar sua parceira", afirma a nota. A Máquina de Vendas passava por processo de recuperação extrajudicial desde 2019. Bancos como Bradesco, Itaú e Santander, além da Whirlpool, estão entre os principais credores. 'Direto com o dono' No início de julho, Ricardo Nunes, fundador e ex-principal acionista da Ricardo Eletro, foi preso em São Paulo. Ele era investigado na operação "Direto com o dono", de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em Minas Gerais. De acordo com os investigadores, aproximadamente R$ 400 milhões de impostos da rede varejista foram embutidos no preço dos produtos, mas não era repassado ao estado. A filha de Ricardo, Laura Nunes, também foi presa, na Grande BH, mas teve a prisão revogada a pedido do Ministério Público, por ter contribuído com as investigações. "O valor da dívida dessa empresa está girando em torno de R$ 380 milhões com o estado de Minas Gerais. Colegas promotores da Paraíba, do Rio de Janeiro e de Goiás me ligaram hoje, interessados no compartilhamento de informações e provas. Também nesses estados esse grupo empresarial é detentor de dívidas", relatou no dia da operação o promotor de Justiça Fábio Reis de Nazareth. A Ricardo Eletro disse, naquele dia, que Ricardo Nunes e familiares "não fazem parte do seu quadro de acionistas e nem mesmo da administração da companhia desde 2019". Fundador da Ricardo Eletro, alvo de operação contra sonegação, é liberado pela Justica Histórico da empresa A primeira loja Ricardo Eletro surgiu em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, em 1989. Em pouco mais de 10 anos já estava entre as cinco maiores empresas de varejo de eletroeletrônicos do Brasil. Em 2010, a Ricardo Eletro se fundiu à rede de lojas Insinuante criando o terceiro maior grupo varejista do país, chamado Máquina de Vendas. Em seguida, incorporou as marcas Citylar, Eletroshop e Salfer, unificando as lojas com a marca da Ricardo Eletro. Em 2011, Nunes foi condenado à prisão por corrupção ativa, depois de ser alvo de denúncia da Procuradoria da República. Ele teria pago propina a um auditor da Receita para livrar a empresa de uma autuação. Ele recorreu da decisão. Em 2018, o grupo entrou com uma ação de recuperação extrajudicial e, no ano passado, foi vendido para o fundo de investimentos e reestruturação Starboard. Veja Mais

Frigorífico na Bélgica confirma 67 casos de Covid-19

G1 Economia A Westvlees testou e colocou em quarentena 197 funcionários do departamento de cortes de carne de sua fábrica de Westrozebeke. Frigorífico Divulgação Uma unidade de processamento de carne suína na Bélgica relatou nesta sexta-feira (7) 67 infecções por Covid-19, disse à Reuters um executivo da empresa, que se junta a uma série de frigoríficos do mundo com surtos da doença. A Westvlees testou e colocou em quarentena 197 funcionários do departamento de cortes de carne de sua fábrica de Westrozebeke, em Flandres Ocidental, na quarta-feira, depois que alguns trabalhadores relataram a infecção. A empresa vai testar todos os 850 funcionários da unidade na semana que vem como forma de precaução, afirmou o gerente de produção da companhia, Manuel Goderis, nesta sexta. O setor de cortes está fechado e reabrirá somente em 17 de agosto, no mínimo. "Por ora, não há razão para acreditar que haverá outros casos", disse Goderis. Um relatório publicado em abril pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) indica que as condições nas unidades de processamento de carnes podem facilitar a disseminação do vírus, incluindo o trabalho em linhas de produção que dificultam o distanciamento social e as demandas físicas que tornam complicado o uso de equipamentos de proteção facial. Funcionários de frigoríficos infectados representam 15% dos casos no Rio Grande do Sul Veja Mais

Auxílio Emergencial e FGTS: Caixa vai abrir 770 agências para pagamento neste sábado

G1 Economia Serão liberados saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para trabalhadores nascidos até abril e do crédito do FGTS para nascidos em fevereiro. A Caixa Econômica Federal (CEF) vai abrir 770 agências neste sábado (8), das 8h às 12h, para pagamento de valores depositados em poupança social digital do banco, referentes ao Auxílio Emergencial e ao saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Veja aqui a lista de agências. Serão liberados neste sábado saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,8 milhões de beneficiários do programa nascidos em abril e que estão nos lotes 1 a 5. Saques e transferências também serão liberados para 981 mil beneficiários nascidos entre janeiro e abril e que estão entre os que tiveram o pedido liberado no último dia 3: beneficiários do sexto lote; e do primeiro lote, que receberam a primeira parcela em abril mas tiveram os pagamentos suspensos. Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Também terão saques e transferências liberados os trabalhadores nascidos em fevereiro, que tiveram o depósito de até R$ 1.045 do FGTS feito em poupança social digital do banco no último dia 6 de julho. Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTE SÁBADO: AUXÍLIO EMERGENCIAL Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, poderão sacar ou transferir: Nascidos em abril: - aprovados no primeiro lote poderão sacar a terceira e a quarta parcelas; - aprovados no segundo lote poderão sacar a segunda e a terceira parcelas; - aprovados no terceiro e quarto lotes poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no quinto lote poderão sacar a primeira parcela Nascidos de janeiro a abril - aprovados no sexto lote poderão sacar a primeira parcela - aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a terceira e quarta parcelas Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Poderão sacar ou transferir: Trabalhadores nascidos em fevereiro que tiveram o crédito do valor em poupança social digital Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento da parcela atual. Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. AUXÍLIO EMERGENCIAL Lote 1, Parcela 4 Economia G1 Lote 2, Parcela 3 Economia G1 Lotes 3 e 4, Parcela 2 Economia G1 Lote 5, Parcela 1 Economia G1 SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Calendário de saque emergencial do FGTS Caixa Veja Mais

Produção de veículos cai 36% em julho, diz Anfavea

G1 Economia Comparação é com o mesmo período de 2019. Produção de veículos na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação/Volkswagen A produção nacional de veículos caiu 36,2% em julho, na comparação com o mesmo período de 2019. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (7) pela associação das fabricantes, a Anfavea. Foram produzidos 170.287 carros, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus no último mês, contra 266.992 do ano passado. Em relação a junho, quando foram produzidas 98.447 unidades, houve um crescimento de 73%. No acumulado de janeiro a julho, a queda foi de 48,3% — 899.553 unidades em 2020, contra 1.741.297 em 2019. Montadoras negociam adiar nova fase de regras de emissões Com a queda na produção e vendas por causa da crise do coronavírus, a Anfavea afirmou que está negociando com o governo o adiamento da nova fase de emissões de poluentes para veículos novos. O Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) tem sua próxima etapa prevista para entrar em vigor em 2022 para veículos leves, em sua 7ª fase, e para pesados, em sua 8ª etapa. “Estamos discutindo o tema (adiamento) com os ministérios do Meio Ambiente, Casa Civil e Economia”, afirmou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea. De acordo com o executivo, o objetivo é cumprir as próximas metas 2 ou 3 anos depois da data atual, ou seja, até 2025. Para a próxima fase do Proconve, as montadoras terão que investir cerca de R$ 12 bilhões, disse a Anfavea. “Diante da crise gerada pela maior pandemia dos últimos 100 anos, precisamos debater prazos de investimentos mais realistas, e também outras soluções de curto prazo que permitam reduzir ainda mais as emissões da frota veicular nacional”, disse Moraes. Com a crise causada pela pandemia, a entidade afirma que as montadoras perderam entre R$ 60 bilhões a R$ 80 bilhões, em torno de 30% a 40% de seu faturamento. Esta matéria está em atualização. Veja Mais

Dólar opera em alta de olho em tensões nos EUA e vai a R$ 5,43

G1 Economia Na quinta-feira, moeda norte-americana fechou em alta de 0,95%, a R$ 5,3427. Foto de arquivo mostra notas de dólar nos EUA Reuters/Rick Wilking O dólar opera em alta nesta sexta-feira (7), com os mercados de olho na escalada das tensões entre Estados Unidos e China após o presidente Donald Trump assinar ordens para banir os aplicativos TikTok e WeChat, caso eles não sejam vendidos para companhias americanas. Às 10h44, a moeda norte-americana subia 1,43%, vendida a R$ 5,4193. Na máxima até o momento chegou a R$ 5,4303. Veja mais cotações. Na quinta-feira, o dólar fechou em alta de 0,95%, a R$ 5,3427. Na parcial da semana e do mês, o dólar já subiu 2,41%. No ano, tem alta de 33,24%. Nesta sexta-feira, o Banco Central fará leilão de swap tradicional de até 10 mil contratos com vencimento em novembro de 2020 e março de 2021. t Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA ficam acima de um milhão pela 20ª semana seguida Cenário externo e local Os investidores avaliam nesta sexta a divulgação de dados sobre inflação no Brasil e emprego nos Estados Unidos. Por aqui, o IBGE apontou que a inflação ficou em 0,36%, em julho, puxada por gasolina e energia elétrica. A taxa é a maior do ano e a mais alta para um mês de julho desde 2016, quando registrou 0,52%. O resultado também representa uma aceleração frente a junho, quando o IPCA foi de 0,26%. A criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos desacelerou de forma significativa em julho em meio ao ressurgimento das infecções de Covid-19, o que forneceria a evidência mais clara de que a recuperação econômica da recessão causada pela pandemia está vacilando. A taxa de desemprego do país, no entanto, caiu pelo terceiro mês seguido, para 10,2%. No radar dos investidores também estão as tensões comerciais entre China e EUA após Trump apresentar plano para proibir transações dos Estados Unidos com o aplicativo TikTok, da ByteDance, e o WeChat, de propriedade da Tencent. A China reagiu dizendo que considera "manipulação e repressão políticas" dos Estados Unidos. O porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wengbin, acusou Washington de "colocar interesses egoístas acima dos princípios de mercado e da norma internacional". Por aqui, os agentes repercutem também a aprovação no Senado de um teto de 30% ao ano para os juros do cartão de crédito e do cheque especial até o fim do ano. “Se a lei entrar em vigor, vemos consequências negativas para a economia como um todo. Geralmente, os limites das taxas de juros acabam afetando os consumidores finais. De fato, esses limites podem levar a concessões de empréstimos mais restritivas dos bancos e, portanto, a uma escassez de liquidez, essencial para as pessoas e empresas após a pandemia”, afirmam analistas do Citi em relatório. Por que o dólar continua acima de R$ 5 mesmo quando se enfraquece no mundo? Variação do dólar em 2020 Economia G1 Veja Mais

Reembolso de passagem aérea: entenda as mudanças com a nova lei

G1 Economia Empresas têm prazo de 12 meses para devolver o dinheiro ao cliente ou 18 meses para ceder novos serviços no mesmo valor. Senado aprova MP que autoriza empresas aéreas a reembolsar passagens em até 12 meses Sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, a lei 14.034/2020 é considerada uma das principais medidas de conservação de caixa para companhias aéreas, tão afetadas pela pandemia do novo coronavírus. Mas as mudanças para o consumidor também são relevantes. A principal delas é que ficou formalizado o prazo de 12 meses para reembolso de voos cancelados, a partir da data marcada para o voo. Se o voo fosse nesta sexta-feira (7), por exemplo, as empresas teriam até o dia 7 de agosto de 2021 para retornar o dinheiro, com correção monetária. Bolsonaro sanciona com vetos lei que dá 12 meses para reembolso de passagem aérea Veja abaixo as principais novidades da lei, e saiba como proceder caso seu voo seja cancelado. As regras valem para voos entre 19 de março e 31 de dezembro de 2020. 1. Reembolso em dinheiro Cada companhia aérea tem seu processo próprio para retornar o dinheiro ao consumidor, mas todas estão obrigadas a devolver o dinheiro de voos cancelados entre 19 de março e 31 de dezembro, se o cliente assim quiser. O prazo de devolução é de 12 meses, contados a partir da data da viagem que não aconteceu. Antes da medida, as empresas aéreas tinham até 30 dias para fazer o reembolso. Como o consumidor terá que esperar mais para ter de volta o depósito, a nova lei estabelece correção monetária do valor pago pelo cliente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), do IBGE. O pagamento, inclusive, pode ser realizado antes, a critério das companhias aéreas. 2. Desistência de voo Se, em vez de cancelamento, o passageiro desistir de fazer a viagem, são aplicados os mesmos prazos para reembolso das passagens. A diferença é que a empresa está autorizada a cobrar encargos que estiverem previstos no contrato de prestação de serviço. Mas, se o cliente optar por remarcar a passagem, não pode ser cobrada nenhuma multa. A única obrigação do cliente é manter "as condições aplicáveis ao serviço contratado", o que significa manter o destino da viagem. As regras não se aplicam se a passagem tiver sido comprada 7 dias ou mais antes da data de embarque e o consumidor desistir da passagem depois de 24 horas do recebimento do comprovante de compra. 3. Troca por serviços Como alternativa, as companhias aéreas podem oferecer aos consumidores também a possibilidade de substituir o valor do voo cancelado por um novo serviço da empresa, em forma de créditos. A escolha pelo reembolso em dinheiro ou pelo voucher é do consumidor. O valor mínimo do voucher, a ser usado para produtos ou serviços da aérea, é o preço da passagem paga pelo cliente, independentemente se a viagem foi paga em dinheiro, cartão ou milhas. O crédito pode ser usado pelo próprio consumidor ou por terceiros que ele indique. A empresa tem até 7 dias para disponibilizar o voucher. O prazo para utilização é maior: 18 meses a partir do recebimento do requerimento de crédito. 4. Realocação de passageiro Por lei, sempre que houver cancelamento do voo, as companhias aéreas devem oferecer opção de reacomodação em um novo voo. Vale tanto para deslocamentos da própria empresa como de concorrentes que tenham vagas e partam para o mesmo destino. Veja Mais

Inscrições para concurso da prefeitura de Mogeiro, PB, terminam nesta sexta-feira (7)

G1 Economia São ofertadas 72 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade e salários de até R$ 6,9 mil. Terminam nesta sexta-feira (17) as inscrições para o concurso da prefeitura de Poço Dantas, no Sertão paraibano Divulgação Terminam nesta sexta-feira (7) as inscrições para o concurso da prefeitura de Mogeiro, na Mata paraibana. Estão sendo ofertadas 72 vagas, para os os níveis fundamental, médio e superior de escolaridade, com salários de até R$ 6,9 mil. Veja o edital do concurso para a prefeitura de Mogeiro As inscrições devem ser feitas pela internet, no site da organizadora do concurso, ou presencialmente na sede da prefeitura, no horário das 9h às 13h. As taxas de inscrição custam R$ 75 para cargos de nível fundamental, R$ 85 para cargos de nível médio e técnico e R$ 115 para cargos de nível superior. Os cargos com maiores salários são os de médico USG, médico clínico geral, médico dermatologista e ginecologista. Já os cargos de auxiliar administrativo, gari, médico clínico geral e técnico em enfermagem são os que oferecem mais vagas, com sete oportunidades cada. Também há vagas para agente de endemias, atendente de consultório dentário, digitador, enfermeiro, fonoaudiólogo, médico pediatra, médico psiquiatra, motorista, nutricionista, operador de máquinas, professor de artes, professor de geografia, professor de história, professor de matemática, professor de português, psicólogo clínico, técnico agrícola, técnico em laboratório e técnico em piscicultura. As provas estão previstas para acontecer no dia 13 de setembro. Concurso da prefeitura de Mogeiro Vagas: 72 Nível: fundamental, médio e superior Salários: a partir de R$ 1.045 até R$ 6,9 mil Prazo de inscrição: até esta sexta-feira (7) Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 75 (fundamental), R$ 85 (médio) e R$ 115 (superior) Provas: 13 de setembro Edital do concurso da prefeitura de Mogeiro Veja Mais

'A gente não quer romper o teto de gastos de forma nenhuma', diz secretário do Tesouro

G1 Economia Bruno Funchal deu declaração após ter sido questionado sobre tema em videoconferência. Teto foi criado em 2016 e vale por 20 anos, mas alguns setores políticos querem alterar regra. O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou nesta quinta-feira (6) que o governo não quer desrespeitar a regra do teto de gastos "de forma nenhuma". Funchal deu a declaração após ter sido questionado sobre o tema em uma videoconferência organizada pelo site Jota. A emenda constitucional do teto de gastos foi promulgada em 2016, vale por 20 anos e prevê que os gastos da União (Executivo, Legislativo e Judiciário) não podem crescer acima da inflação do ano anterior. Conforme o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz, alguns setores políticos do governo e do Congresso Nacional defendem modificar a regra. "A gente não quer romper o teto de gastos de forma nenhuma. A gente quer o máximo de transparência possível e fazer o que é correto. Fazer o que é correto e respeitar o teto de gastos. Não existe jeitinho, tem que fazer o correto do jeito que tem que ser feito. Jeitinho, isso acaba sendo percebido e não tem outra alternativa", afirmou Funchal. Mais cedo, nesta quinta-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que "não há espaço" para o governo aumentar as despesas obrigatórias. Maia também tem dito que o "grande desafio" de 2021 será impedir mudanças na regra do teto de gastos. Taxa de juros Durante a apresentação na live do Jota, Bruno Funchal afirmou que o teto de gastos foi uma das grandes medidas que levaram a uma queda na curva de juros e que, sempre que se observa discussões sobre flexibilização da regra, há piora nas previsões para as taxas de juros. "Cada vez que a gente observa algum tipo de discussão sobre o teto, esse tipo de discussão isso se reflete na taxa de juros, se reflete no risco e acaba encarecendo para o próprio governo rolar essa dívida. Será que vale a pena fazer um pouco mais investimento público ao custo de ter juros mais altos e menos investimentos privados", afirmou. Funchal afirmou ainda que o teto é "forte" por si só e que o debate que deve ser feito para acomodar novos gastos com, por exemplo, programas de transferência de renda. Auxílio emergencial Questionado durante a transmissão ao vivo se há espaço fiscal para prorrogação do auxílio emergencial, o secretário do Tesouro afirmou que, "enquanto houver pandemia", o governo precisa avaliar a prorrogação. Segundo ele, é preciso avaliar se a economia está voltando à normalidade e também qual seria o tamanho da ajuda extra. "Enquanto houver pandemia e uma situação de necessidade a gente precisa avaliar. Se observar que está voltando a uma normalidade, a necessidade é menor. Se a economia estiver em uma situação que você consegue voltar à normalidade não tem porque fazer essa renovação. Agora chegando no prazo e vendo a necessidade é uma decisão política de avaliar no tempo essa necessidade, se precisa ou não precisa, e qual a dimensão", afirmou. Veja Mais

Petróleo avança com expectativa de estímulos nos EUA e de aumento da demanda

G1 Economia O contrato do Brent para outubro avançou 1,32%, a US$ 44,99 por barril, e o contrato do WTI para setembro subiu 1,74%, a US$ 41,94 por barril. Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (10), impulsionados pela expectativa por estímulos fiscais nos Estados Unidos e pela projeção positiva para a demanda da Saudi Aramco, a estatal saudita de petróleo. O contrato do petróleo Brent para outubro, a referência global da commodity, fechou em alta de 1,32%, a US$ 44,99 por barril, na ICE, em Londres. O contrato do WTI, a referência americana, para setembro, por sua vez, subiu 1,74%, a US$ 41,94 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York. Os investidores continuam atentos às perspectivas de um acordo para a aprovação de novos estímulos fiscais nos EUA. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou no fim de semana decretos autorizando a extensão de benefícios a milhões de americanos desempregados, durante a pandemia de Covid-19, e cortando impostos sobre a folha de pagamentos. Presidente Trump assina decretos para estimular economia dos EUA "A base legal para Trump fazer muito com ordens executivas é frágil. Ele não chegará longe", diz Holger Schmieding, economista-chefe do Berenberg Bank, que adiciona, porém, que os políticos devem chegar a um acordo em breve, com a aproximação das eleições. "É muito provável que tenhamos um acordo nesta semana para estender o suporte até o fim do ano." O petróleo também recebe algum suporte depois que o executivo-chefe da Saudi Aramco (a estatal saudita de petróleo), Amin Nasser, reportou projeções positivas para a demanda, no fim de semana, dizendo que espera que ela continue a subir ao longo do ano. Apesar de uma queda de 73% nos lucros da companhia no segundo trimestre, Nasser disse que a petroleira ainda planeja pagar US$ 75 milhões em dividendos neste ano. Os investidores seguem atentos também às tensões entre os EUA e a China, depois que o país asiático anunciou que irá aplicar sanções contra 11 cidadãos americanos, incluindo os senadores republicanos Ted Cruz, Marco Rubio, Tom Cotton, Josh Hawley e Pat Toomey, além do deputado Chris Smith e pessoas ligadas a organizações não governamentais. A medida vem depois que os EUA sancionaram autoridades chinesas e de Hong Kong, na última sexta-feira (7), sob a acusação de restringir as liberdades civis na cidade semiautônoma. A deterioração nas relações entre as duas maiores economias do mundo precede uma reunião entre representantes comerciais de alto escalão dos dois governos no fim desta semana. Veja Mais

Balança comercial tem superávit de US$ 2 bilhões no início de agosto

G1 Economia No acumulado do ano, saldo positivo soma US$ 32 bilhões, com alta de 16,3% em relação ao mesmo período de 2019. Números são do Ministério da Economia. A balança comercial registrou superávit de US$ 2,095 bilhões no início de agosto, até este domingo (9), informou o Ministério da Economia nesta segunda-feira (10). O superávit acontece quando as exportações superam as importações. Quando ocorre o contrário, é registrado déficit comercial. Na parcial deste mês, as exportações somaram US$ 4,845 bilhões, valor 8,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Já as importações totalizaram US$ 2,751 bilhões, recuo de 22,3% na mesma comparação. Na parcial de agosto, de acordo com dados oficiais, houve crescimento 35,5% nas exportações de produtos agropecuários e de 3,6% nas vendas externas da indústria de transformação. Por outro lado, caíram as vendas na indústria extrativista (-0,9%). Já no caso das importações, foi registrado recuo de 5,7% nas compras externas de produtos agropecuários, de 79,8% da indústria extrativa e de 19,6% em aquisições produtos da indústria de transformação. Acumulado de 2020 No acumulado deste ano, até 9 de agosto, a balança comercial registrou superávit de US$ 32,080 bilhões, informou o Ministério da Economia. Apesar do montante positivo, o resultado é 16,3% maior que o saldo de US$ 27,592 bilhões registrado no mesmo período do ano passado. De acordo com o governo, no acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 125,737 bilhões (queda de 6,2% na comparação com o mesmo período do ano passado). A média diária foi de US$ 832 milhões. As importações somaram US$ 93,657 bilhões, com recuo de 11,5% em relação ao mesmo período de 2019. A média diária foi de US$ 620 milhões. Veja Mais

Concurso suspenso do Censo 2020: prazo para resgatar taxa de inscrição via aplicativo termina nesta segunda

G1 Economia IBGE vai divulgar no próximo dia 17 outra forma de devolução para quem não resgatar via aplicativo. Termina nesta segunda-feira (10) o prazo para os trabalhadores inscritos no processo seletivo para o Censo 2020 resgatarem os valores pagos em taxa de inscrição por meio do aplicativo Carteira Digital BB, do Banco do Brasil. Com o adiamento do Censo para 2021 em função da pandemia de Covid-19, a seleção para contratar temporariamente 208.695 pessoas foi cancelada em 17 de março. De acordo com o IBGE, das 100.735 pessoas que pagaram a taxa de inscrição do concurso, cerca de 60 mil já resgataram os valores. Para que os demais cerca de 40 mil inscritos possam reaver as taxas pagas, o IBGE vai divulgar, na próxima segunda-feira (17), outra forma de devolução do dinheiro. Ao todo, serão restituídos R$ 2.823.775,95 entre os 100.735 candidatos que pagaram a taxa de inscrição até o cancelamento do processo seletivo. As taxas foram de R$ 35,80 para concorrer a funções de nível médio (agente censitário) e de R$ 23,61 para disputar as vagas de ensino fundamental (recenseador). Os inscritos para mais de um cargo receberão os valores em uma única parcela. IBGE começa a restituir inscritos para o processo seletivo do censo 2020 Como pedir a devolução via aplicativo Para resgatar, é preciso baixar o aplicativo Carteira Digital BB Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares iOS (Apple) Não é preciso ser correntista do banco para se cadastrar no aplicativo, que funciona como uma conta de pagamento digital apenas para transferência de valores e não cobra nenhuma taxa ou tarifa para pagamentos, transferências ou saques. Após baixar a Carteira Digital bB na loja de aplicativos do celular, o candidato deve selecionar “criar carteira bB” e em seguida preencher o cadastro com CPF, nome completo, data de nascimento e número do celular. Na sequência, o beneficiário deve selecionar a opção “receber” na tela inicial do aplicativo e responder às perguntas de segurança baseadas nas informações fornecidas quando se inscreveu no processo seletivo. Em seguida, é só clicar em “confirmar” e aguardar até o dia 19 de maio, quando o dinheiro já estará disponível na conta da Carteira Digital bB. Com o valor liberado no aplicativo, o beneficiário poderá: Sacar a quantia em qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil; Transferir para outra conta (TED); Transferir para um contato que também tenha a Carteira Digital bB ativa; Realizar pagamentos com código de barras ou em estabelecimentos credenciados. Em caso de dúvidas sobre o aplicativo, o candidato pode entrar em contato com o Banco do Brasil por telefone 0800 729 5293, chat no próprio aplicativo e e-mail: atendimento@carteirabb.com.br. Veja Mais

Confira as vagas de emprego em Piracicaba e Santa Bárbara d'Oeste nesta segunda

G1 Economia Centro de Atendimento ao Trabalhador de Piracicaba e Santa Bárbara d'Oeste oferecem, ao todo, 170 vagas; os atendimentos são feitos por telefone e e-mail. O Centro de Atendimento ao Trabalhador de Piracicaba (SP) e de Santa Bárbara d’Oeste (SP) oferecem, ao todo, 170 vagas de emprego com carteira assinada. Há opções para alfabetizados, trabalhadores com ensino fundamental e médio e cursos específicos. As vagas podem ser encerradas sem aviso prévio. Devido à pandemia de coronavírus, em Piracicaba os interessados nas vagas devem realizar o encaminhamento das entrevistas pelo telefone (19) 3437-2221 e informar ao atendente a vaga de interesse, o número do CPF e o e-mail pessoal. Já em Santa Bárbara d’Oeste, os candidatos devem ligar no telefone (19) 3499-1015 ou enviar um e-mail para empregos@santabarbara.sp.gov.br com o currículo anexo, informando a vaga desejada. Confira as opções. Santa Bárbara d'Oeste Desenvolve Santa Bárbara fica em shopping na Rua do Ósmio Comunicação/Prefeitura de Santa Bárbara d'Oeste Vagas para alfabetizado Acabador; Auxiliar de limpeza; Gesseiro; Marceneiro; Meio oficial marceneiro; Motorista carreteiro rodoviário; Padeiro (a); Pedreiro; Serralheiro esquadria alumínio. Vagas para ensino fundamental Agente de limpeza; Cortador; Encanador predial/ industrial; Telhadista. Vagas para ensino médio Auxiliar de marketing/Mídia digital; Costureira (o); Desenhista de arte final; Encarregado (a) de loja; Mestre de obras; Operador de máquinas (trator esteira); Orçamentista; Revisor de tecido; Serralheiro. Vagas que exigem cursos Açougueiro (a) (chefe): curso de corte e manipulação de carnes; Auxiliar de produção (área química): deverá possuir curso técnico em química (PCD); Montador de acessórios automotivos: curso de mecânico automotivo; Operador (a) de pá carregadeira: curso de pá carregadeira; Torneiro de produção: curso de programador CNC. Piracicaba Semtre em Piracicaba Carol Giantomaso/G1 Vagas para alfabetizado Assistente administrativo (PCD); Cozinheiro; Operador de pá carregadeira. Vagas para ensino fundamental Auxiliar de Limpeza; Empacotador (PCD); Laboratorista; Motorista Carreteiro; Soldador; Torneiro mecânico; Torneiro mecânico "D". Vagas para ensino médio Ajudante de serralheiro; Atendente de Loja; Atendente Recepcionista em restaurante; Auxiliar de Cozinha; Auxiliar de Depósito; Auxiliar de Reposição; Controlador de Acesso; Cozinheiro; Encarregado de Estoque; Fiscal de Caixa; Fiscal de Loja; Operador de Caixa; Operador de loja (PCD). Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba. Veja Mais

Educação Financeira #101: como planejar a sua aposentadoria com os juros baixos

G1 Economia Corte da Selic mudou cenário de longo prazo dos investimentos e o que os brasileiros podem e devem fazer com os seus investimentos para a aposentadoria. A queda da taxa básica de juros afetou não apenas o quadro de investimentos no curto prazo. Mudou também o cenário de longo prazo e o que os brasileiros podem e devem fazer com os seus investimentos para a aposentadoria. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 2,25% para 2%. O corte renovou o menor patamar histórico para a taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. Neste episódio, o G1 conversou com o professor do Insper Ricardo Rocha e com o tesoureiro do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Emerson Costa Lemes. O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas - inclusive no G1, no GloboEsporte.com e no Gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Logo podcast Educação Financeira - matéria Comunicação/Globo Veja Mais

Bolsas da China sobem com esperança de recuperação da pandemia

G1 Economia Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,36%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,75%. Os índices acionários da China fecharam em alta nesta segunda-feira, recuperando perdas iniciais uma vez que dados sinalizando perda de força da deflação ao produtor reforçaram as esperanças de uma recuperação econômica da pandemia. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,36%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,75%. O subíndice do setor financeiro do CSI 300 terminou com ganho de 1,34%, o de consumo subiu 0,11%, o imobiliário saltou 3,08% e o de saúde caiu 0,62%. Os ganhos se deram depois que dados mostraram que a deflação dos preços ao produtor na China diminuiu em julho em meio à alta dos preços globais do petróleo e conforme a atividade industrial avança para os níveis pré-coronavírus, ampliando os sinais de recuperação na segunda maior economia do mundo. O índice de preços ao produtor caiu 2,4% em julho sobre o ano anterior, informou a Agência Nacional de Estatísticas nesta segunda-feira, contra queda de 2,5% esperada em pesquisa da Reuters e recuo de 3,0% em junho. Já o índice de preços ao consumidor subiu 2,7% na base anual, ritmo mais forte em três meses e ante expectativa de avanço de 2,6% e aumento de 2,5% em junho. China determina sanções a 11 americanos em medida de represália Mas as tensões sino-americanas devem continuar pesando sobre o sentimento depois que o gabinete do alto representante de Pequim em Hong Kong denunciou sanções impostas por Washington a autoridades chinesas e de Hong Kong. Estados Unidos anunciam sanções contra Hong Kong Veja as cotações de fechamento das principais bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei permaneceu fechado. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,63%, a 24.377 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,75%, a 3.379 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,36%, a 4.724 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,48%, a 2.386 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,51%, a 12.894 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES não teve operações. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,76%, a 6.110 pontos. Veja Mais

Publicitário Enio Mainardi morre vítima da Covid-19

G1 Economia Informação foi confirmada neste sábado (8) por seu filho, o jornalista Diogo Mainardi. Enio foi responsável por campanhas de sucesso entre os anos 1970 e 1980. Enio Mainardi em entrevista ao 'Programa do Jô', em maio de 2013 Reprodução/TV Globo Morreu neste sábado (8), aos 85 anos, o publicitário Enio Mainardi, pai do jornalista Diogo Mainardi. A informação foi confirmada por Diogo em seu site, 'O Antagonista'. Segundo o jornalista, o pai estava internado com Covid-19. "Nosso último encontro foi em 26 de abril de 2019. Viajei a São Paulo com meu filho mais velho e deixei-o na casa de meu pai. Eles gravaram um vídeo juntos. É assim que vou recordá-lo – com esse amor exuberante", escreveu Diogo. Enio Mainardi nasceu em Pindorama (SP), em 24 de maio de 1935. Ele ganhou destaque na publicidade brasileira entre as décadas de 1970 e 1980, sendo responsável por campanhas de sucesso, como as das marcas Tostines e do extrato de tomate Elefante. O publicitário também é autor de dois livros: 'Nenhuma Poesia é Inocente' (2007) e 'O Moedor' (2013). Veja Mais

Produtores de café do sul de Minas Gerais investem no tratamento dos grãos para conseguir mais vendas

G1 Economia Agricultores possuem tecnologias para separar frutos de maior valor agregado, permitindo melhores negociações do produto e mais renda. Produtores de café de MG investem no tratamento de grãos para conseguir mais vendas O café é cultivado em mais de 250 mil propriedades rurais do Brasil, e a maior parte da atividade é composta por pequenos e médios agricultores. E para garantir uma boa renda, o cafeicultor precisa cuidar muito bem da qualidade do grão antes e depois da colheita. O provador de café da Cooperativa Agrária de Machado (Coopama), do Sul de Minas, explica o que um grão de qualidade deve oferecer. "Um café com qualidade é um café, doce, floral… um café frutado. É um café em que ele (produtor rural) soube trabalhar no terreiro, cuidou." Assista a todos os vídeos do Globo Rural No linguajar do campo, o café é um tipo de lavoura "manhosa", ou seja, daquela que se precisa prestar atenção do começo ao fim. Só que não basta tratar bem dos pés para ter um produto de qualidade. O cuidado com os grãos após a colheita é fundamental para não comprometer todo o trabalho de uma safra. Produtores antenados Cientes da importância desta etapa, os agricultores Arthur Moscofian Júnior e Alexandre Moscofian, pai e filho, vêm aprimorando cada vez mais o trato do café. “Hoje, o cafeicultor ganha dinheiro no pós-colheita, ele pode produzir pequena quantidade, grande quantidade, mas, se não tiver um pós-colheita de acordo, ele perdeu dinheiro”, explica Arthur. É com esse olhar empresarial que a família de Serrania passou a adotar como palavra de ordem "seleção", ou seja, separar os melhores frutos para o processamento dos grãos, e isso tem feito a diferença no produto final. Como é feito A propriedade conta com equipamentos que separa com precisão os grão: o cereja, que é o café maduro e que tem maior valor, o boia, que agrega frutos seco e levemente danificados, com preço intermediário, e o verde, colhido antes da hora e que vale menos. Com uma separação mais rigorosa, que seleciona o café em seus três níveis de maturação, as possibilidades de conseguir um mercado melhor aumentam. E com os grãos devidamente separados, o agricultor sabe para quem vender cada tipo e, assim, negociar valores mais altos. Depois da fase de separação, o café ainda vai passar por pelo menos mais uma etapa importante dentro da fazenda: a secagem. A secagem é vista como uma corrida contra o tempo pelo agricultor. Normalmente, o processo dura 18 dias, mas, com uso da tecnologia, esse prazo pode cair para 6 dias. Para acelerar a secagem do café no terreiro, desde o ano passado a fazenda da família Moscofian utiliza uma enzima produzida a partir da fermentação de dois fungos. É um tratamento biológico aplicado nos frutos, e serve tanto para o cereja, quanto para o boia e o verde. “Além de estimular a seca mais rápida, ela também cessa o processo daquela fermentação negativa, que é onde perderíamos a qualidade”, explica o administrador da propriedade, Nathan Martins. Para complementar o trabalho do terreiro, a propriedade conta com caixas de ventilação. O vento, seja ele quente ou frio, sobe através de dutos, passa pelo café e agiliza a secagem. Além da velocidade, os grãos ficam protegidos da chuva e do ataque de fungos. Investimento Alexandre Moscofian explica que a estrutura toda de beneficiamento não saiu barata, custou por volta de R$ 400 mil. Porém, afirma que dá para fazer algo parecido gastando menos, em torno de R$ 120 mil. “Lavador, em torno de R$ 30 mil. Duas caixas (de ventilação), sai em torno de R$ 25 mil, e a máquina de cor (que separa os frutos), em torno de R$ 35 mil a estrutura como um todo”, diz. Perguntado se é um investimento que se paga fácil, o agricultor afirma que, teoricamente, sim. Porém, cabe ao produtor rural conseguir vender melhor o café beneficiado. Outra sugestão é que grupos de produtores comprem em conjunto a estrutura. Diante de tanta tecnologia para garantir a qualidade do café, vale dizer que os investimentos da família no pós-colheita começaram há quase 15 anos. Uma mudança de conceito, algo que não havia sido visto pela gerações anteriores. “Nem pelo meu avô, nem pelo meu pai e, por muitos anos, nem por mim também. Eu sou engenheiro, queria saber de alta produtividade, mas quando fazia conta, não fechava, não tinha lucra. Então, para ter lucro, começamos a fazer um café diferenciado”, afirma Arthur. Veja Mais

Produtores do Centro-Oeste investem em boi 'padrão China' com mercado pagando mais pela arroba

G1 Economia Indústria paga até R$ 10 a mais pelo 'padrão China' do que por um boi comum. Tipo se diferencia por ser jovem, com 30 meses de vida, sem doenças ou restrições veterinárias. Produtores investem em boi 'padrão China' com mercado pagando mais pela arroba Produtores do Centro-Oeste estão investimento mais no boi "padrão China", já que o mercado tem pago mais pela arroba dele do que por um boi comum. O boi 'padrão China' é, em linhas gerais, um animal jovem, sem doenças ou restrições veterinárias, com no máximo até quatro dentes e 30 meses de vida. Segundo criadores de gado, a indústria paga até R$ 10 a mais pela arroba do 'padrão China' do que pelo boi comum. Isso significa que um boi 'padrão China' de vinte arrobas vale R$ 200 a mais. Assista a todos os vídeos do Globo Rural "A vantagem de produzir esse animal jovem, que é destinado ao mercado chinês, é que você encurta o tempo do animal na sua fazenda, aumenta sua receita, aumenta seu fluxo de caixa na sua fazenda e você antecipa o abate em torno de um ano com o animal confinado", diz o pecuarista de Mundo Novo, em Goiás. "Se o animal não fosse confinado, ele iria morrer só no ano seguinte, no final das águas, talvez com menos peso do que ele saiu do confinamento e você não teria nenhuma bonificação por isso. O animal confinado tem uma terminação de carcaça superior e consegue os prêmios que a indústria oferece", acrescenta. Veja Mais

Empresa cria álcool gel para pets eficaz contra o coronavírus

G1 Economia O produto, certificado pela Anvisa, leva álcool de cereais e um agente germicida que é eficaz contra o coronavírus. Empresa cria álcool gel para pets eficaz contra o coronavírus Os donos de pet se depararam com um problema quando o coronavírus chegou: como fazer a limpeza dos bichos de estimação depois de um passeio e evitar que eles possam transmitir a doença, sem causar problemas para o animal? Uma empresa do setor foi atrás de uma resposta – encontrou: um álcool gel especial para animais de estimação. O produto faz parte de uma linha lançada pela empresa especializada no mercado pet. Com a pandemia, eles criaram em março um programa de adoção para gatos abandonados e faziam lives para promover a campanha. “Foi através dessas lives, dos relatos dos veterinários, que falavam que todos os dias chegavam inúmeros pets intoxicados devido à higienização errada, que a gente acabou desenvolvendo essa solução que é uma linha de álcool gel pra pets”, conta a empresária Agnes Cristina. Os produtos, certificados pela Anvisa, levam álcool de cereais, o mesmo usado em cosméticos, desodorantes e essências, e não o etílico, utilizado no álcool gel tradicional. O principal componente é um agente germicida usado em enxaguantes bucais. “É esse agente germicida que tem a eficácia de matar bactérias, vírus, todo os germes que entram em contato com o animal, inclusive a Covid”, explica a veterinária e farmacêutica Pauta Traldi. Agnes Cristina explica que a linha é composta por três produtos: “Um produto que é específico pro animal, um produto que é específico pro tutor e outro pra casa deles. Então, é uma solução completa: a do animal pode ser lambida, a da casa seca super rápido e a do tutor ainda tem uma questão de hidratação pras mãos”. Mesmo com a pandemia, a maioria dos setores do segmento pet registrou crescimento no primeiro trimestre de 2020. No comércio eletrônico, a alta foi de 65%. No de pet care, do qual faz parte a linha, o aumento foi de 7%. A aposta da empresa foi certeira, apesar de ter sofrido no início da crise. “A gente teve queda porque o nosso foco é acessórios, então a gente caiu o faturamento, mas depois com esse linha pet a gente recuperou e aumentou em 60% o faturamento”, conta o empresário Diogo Petri. Os produtos são vendidos em pet shops e no site da empresa. CAT MY PET Telefone: (11) 2507-9325 Whatsapp: (11) 98532-0106 www.catmypet.com Instagram: www.instagram.com/catmypet Facebook: www.facebook.com/catmypet INSTITUTO PET BRASIL Av. Paulista, 1159 - 10º andar - Sala 1016 - Bela Vista São Paulo / SP – CEP: 01311-200 Telefone: 5034-6974 www.institutopetbrasil.com Veja Mais

Pai e filho se unem para salvar empresa da família, e faturamento do negócio aumenta em 80%

G1 Economia Filho do dono levou o mundo digital para dentro da loja de material para artesanato, que não tinha qualquer tipo de operação online. Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80% Neste Dia dos Pais, uma família dona de um negócio no interior de São Paulo tem uma razão a mais para comemorar. Com a pandemia, pai e filho se uniram para salvar a empresa. César Pietrobom é dono de uma franquia de material para artesanato. Ele está no ramo de tecidos há 14 anos, junto com a mulher. Mas há quatro meses, dá expediente em casa. “Dia 19 de março, eu afastei definitivamente da loja, que eu sou transplantado, a minha imunidade é baixa, eu tomo imunossupressor”, conta César. A loja, em Paulínia, interior de São Paulo, fechou no começo da quarentena. A família enfrentava o drama de manter o faturamento sem atendimento, como milhões de empresários. “Então o meu filho Ítalo falou: ‘pai, vou dar uma força pra você na loja’. Então nós decidimos que ele ia começar a ajudar assumir a loja no meu lugar”. Ítalo é o filho mais novo do casal. Ele é arquiteto de 27 anos e chegou para transformar o negócio. Ítalo levou o mundo digital para dentro da loja, que não tinha qualquer tipo de operação online. “O meu pai, como não é um grande fã de redes sociais, ele tinha um pé atrás. Mas aí conversamos, implementamos e arriscamos, tínhamos que arriscar. Porque ou era isso ou era nada”, diz o empresário Ítalo Pietrobom. A empresa passou a se comunicar com os clientes por aplicativos de mensagem, investiu em divulgação pelas redes sociais, criou logística para separar pedidos e fazer entregas. Resultado da transformação digital liderada pelo Ítalo: hoje, mesmo com a loja física reaberta, as vendas online representam cerca de 40% do faturamento do negócio. Agora, o Ítalo trabalha, junto com a mãe, dona Roberta. O jovem também propôs a diversificação dos produtos: a loja passou a vender tecido antiviral e outros materiais para confecção de máscaras. O resultado dessa verdadeira revolução foi que, em junho, o faturamento do negócio subiu 80% em relação ao mesmo mês do ano passado. Agora, os jantares da família Pietrobom viraram reuniões de trabalho para discutir o futuro da empresa. E hoje, é dia de comemoração dupla. “Um dia para comemorar o Dia dos Pais, e um dia para comemorar a união da família em torno de um negócio”, celebra Ítalo. CENTER PANOS – UNIDADE PAULÍNIA Av. Brasília, 7 - Santa Cecília (Centro) Paulínia / SP – CEP: 13140-344 Telefone: (19) 3933-3888 Whatsapp: (19) 98726.0383 E-mail: paulinia@centerpanos.com.br Facebook: www.facebook.com/pauliniacp Instagram: www.instagram.com/centerpanospaulinia Site: www.institucional.centerpanos.com.br Veja Mais

Trump assina decretos de ajuda econômica após fracasso de negociações com Congresso

G1 Economia Medidas darão US$ 400 adicionais por semana a dezenas de milhões de norte-americanos, de acordo com o presidente norte-americano. Presidente Trump assina decretos para estimular economia dos EUA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou neste sábado (8) uma série de decretos para oferecer alívio econômico adicional aos norte-americanos atingidos pela pandemia do coronavírus depois que seus negociadores não conseguiram chegar a um acordo com o Congresso. Trump disse que as medidas darão US$ 400 adicionais por semana a dezenas de milhões de norte-americanos que ficaram desempregados durante uma crise de saúde que deixou mais de 160.000 mortos no país, menos do que os US$ 600 aprovados anteriormente. Desemprego nos EUA recua para 10,2% em julho, mas criação de vagas perde força Algumas das medidas podem ser contestadas na Justiça, já que a Constituição dos Estados Unidos dá autoridade ao Congresso sobre os gastos federais. "Este é o dinheiro de que precisam, é o dinheiro que desejam, é um incentivo para voltar ao trabalho", disse Trump sobre a extensão do pagamento por desemprego. Os republicanos argumentam que manter os pagamentos no nível anterior, mais alto, teria sido um desincentivo para os norte-americanos desempregados tentarem voltar ao trabalho, embora vários economistas, incluindo alguns do Federal Reserve, rejeitem essa afirmação. Trump também disse que suspenderá a cobrança de impostos sobre a folha de pagamento, que financiam a Previdência Social e outros programas federais, uma ideia que ele levantou várias vezes, mas foi rejeitada pelos democratas e seus próprios republicanos no Congresso. Veja Mais

Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (09/08/2020)

G1 Economia Programa mostra como cafeicultores de Minas Gerais estão investindo na qualidade do produto. E mais notícias do campo. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (09/08/2020) O Globo Rural deste domingo (9) mostra como cafeicultores de Minas Gerais estão investindo na qualidade do produto. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda a riqueza gerada pelo milho em Mato Grosso, a colheita da erva mate no Rio Grande do Sul, pecuaristas ganhando mais para vender bois para a China e mais notícias do campo. Não perca! A partir das 8h30. Veja Mais

Bolsonaro edita MP que facilita venda de ativos da Caixa

G1 Economia Texto autoriza subsidiárias da Caixa, como Seguridade e Loterias, a formarem novas subsidiárias e a adquirir participação em outras empresas. MP será analisada pelo Congresso. O governo federal publicou em edição extra do "Diário Oficial da União", nesta sexta-feira (7), uma medida provisória (MP) que autoriza empresas subsidiárias da Caixa Econômica Federal – como a Caixa Seguridade e a Caixa Loterias – a formar novas subsidiárias e adquirir controle ou participação societária em empresas privadas. De acordo com o governo, a medida viabilizará um plano de venda de ativos da Caixa. O banco tenta se desfazer de áreas menos lucrativas ou estratégicas para, com isso, saldar dívidas e impulsionar operações em outros setores (veja detalhes abaixo). Por se tratar de uma medida provisória, a autorização passa a valer a partir desta sexta-feira. O texto ainda precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias. Caso contrário, perderá a validade. A autorização prevista na proposta é válida até o dia 31 de dezembro de 2021. Segundo o governo, esse prazo será suficiente para a realização de “reestruturações” na Caixa. "Essa medida é o primeiro passo para o desinvestimento e alienação de ativos da Caixa. Com essa reestruturação, pretende-se diminuir a atuação do banco em setores como o mercado de seguros e setores considerados não estratégicos", informou a Secretaria Geral da Presidência da República. O Palácio do Planalto diz ainda que as mudanças previstas no plano de desinvestimento de ativos não afetará políticas públicas tocadas pela Caixa, como o Bolsa Família e o financiamento imobiliário. “Ao contrário, permitirá que a Caixa foque seus recursos e esforços nessas atividades”, disse o governo, em nota divulgada após a publicação da medida. Em janeiro, governo federal planejava arrecadar R$ 150 bilhões com privatizações em 2020 Privatizações Nesta quinta-feira (6), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo vai propor, em até 60 dias, a privatização de três ou quatro grandes empresas públicas. O ministro afirmou considerar que as privatizações constituem uma estratégia para melhorar as contas públicas – afetadas pela pandemia do novo coronavírus. Guedes, contudo, não citou quais empresas estatais serão colocadas à venda. Na reunião ministerial de 22 de abril, Guedes fez referência ao Banco do Brasil. "Tem que vender essa porra logo", disse ao presidente Jair Bolsonaro e demais ministros. Plano antigo A ideia de vender ativos da Caixa Econômica Federal não é nova para o governo Jair Bolsonaro. No primeiro mês de governo, o presidente do banco, Pedro Guimarães, já manifestava intenção de ofertar quatro ativos ao mercado. A Caixa é uma estatal 100% pública, diferentemente da Petrobras e Banco do Brasil, que negociam ações na bolsa. A venda de suas subsidiárias possibilitaria levantar recursos para pagar uma dívida de R$ 40 bilhões do banco com a União. "Penso em fazer um IPO [abertura de capital na bolsa] menor. Não vou querer fazer uma operação gigante na bolsa e depois colocar o preço lá embaixo", disse Guimarães à época. Segundo o executivo, a intenção do banco é abrir capital dos ativos não somente na B3, mas também no exterior. "É muito importante para a governança da Caixa que ela seja listada na bolsa de Nova York", afirmou o presidente do banco. Veja Mais

Criação de imposto único nacional sobre consumo exigirá alíquota elevada, diz secretário da Receita

G1 Economia Governo negocia com estados a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) nacional, englobando PIS-Cofins, ICMS estadual e ISS municipal. A manutenção do atual nível de arrecadação do setor público exigirá que um futuro imposto nacional sobre o consumo de bens e serviços — que englobaria o PIS e o Cofins, federais; o ICMS estadual; e o ISS, municipal — tenha uma alíquota elevada, admitiu nesta sexta-feira (7) em videoconferência o secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto. O governo enviou em julho, ao Congresso Nacional, como parte da reforma tributária em discussão com os parlamentares, uma proposta para unificar em um IVA (Imposto sobre Valor Agregado) somente os impostos federais. Mas continua negociando com estados e municípios a criação de um tributo nacional mais amplo — envolvendo também o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Serviços (ISS) — as propostas de reforma tributária do consumo que já tramitavam no Legislativo contemplam um imposto nacional. Para substituir o PIS-Cofins por um imposto sobre o consumo federal, a área econômica propôs uma alíquota de 12% que, com a inclusão dos tributos estaduais e municipais, segundo analistas, poderá se elevar para cerca de 30% — nível alto para padrões internacionais. Estudo de Sérgio Gobetti e de Rodrigo Octávio Orair, técnicos de planejamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta alguns países que, neste momento, têm os maiores impostos agregados: Hungria (IVA de 27%); e Noruega, Suécia e Dinamarca (25%). O valor final da alíquota, porém, ainda não está definido e é alvo de discussões entre União, estados e municípios. Secretário especial da Receita explica proposta da reforma tributária do governo Na videoconferência da qual participou — promovida pelo site Congresso em Foco, pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e pelo Movimento Viva — José Barroso Tostes Neto foi questionado sobre a alíquota do futuro IVA nacional. O secretário da Receita Federal observou que a tributação sobre o consumo que existe atualmente no Brasil representa a maior de todas as bases, ficando acima de 45% de todos os valores arrecadados, superando, portanto, a participação da tributação sobre a renda e sobre o patrimônio. Segundo analistas, esse formato de tributação prejudica os mais pobres. "Qualquer incidência que substitua todas essas outras, para promover o mesmo nível de arrecadação, não poderá ter uma alíquota baixa. Certamente a alíquota poderá ser até inviável, mas essa alíquota única que substitua todas as outras hoje existentes, na verdade, vai tornar transparente a carga hoje que é cobrada de bens e serviços. Não vejo como possa ser de forma diferente, dentro do princípio de que a arrecadação deva se manter", disse Tostes Neto. Em audiência na última quarta-feira (5) com a comissão da reforma tributária do Congresso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, previu uma alíquota do IVA nacional superior a 30%. "Nos nossos cálculos, se você tiver o IVA e quiser garantir a arrecadação de municípios, estados e União, o IVA seria mais de 30%, não é só 25% não. O que significa a asfixia do setor de serviços", declarou o ministro. O secretário da Receita Federal também avaliou na videoconferência que as propostas em discussão provocam "realocação de carga tributária entre empresas e setores, no conjunto geral dos contribuintes". De acordo com analistas consultados pelo G1, a proposta de unificação do PIS e do Cofins, do governo federal, vai acarretar um aumento de tributação para o setor de serviços – o mais importante da economia. Ministro da Economia volta a prometer que a reforma tributária não aumentará impostos Veja Mais

Bolsas da Europa sobem e acumulam ganhos na semana apoiadas por telecomunicação e tecnologia

G1 Economia Índice pan-europeu STOXX 600 terminou em alta de 0,3%, elevando os ganhos na semana a 2%. As ações europeias fecharam em alta nesta sexta-feira (7) e acumularam ganhos na semana, uma vez que investidores se concentraram em uma temporada de balanços corporativos amplamente favorável e na melhora de dados econômicos na Europa em vez de nas tensões EUA-China. Os principais índices passaram a manhã no vermelho, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, proibiu transações nos EUA com os proprietários dos aplicativos chineses de mensagens WeChat e de compartilhamento de vídeo TikTok, aumentando ainda mais o atrito com Pequim. Prosus - grupo global de serviços de internet com ações listadas em Amsterdã e com seu maior investimento na Tencent - caiu 4,0%. Os mercados, no entanto, se estabilizaram mais tarde, impulsionados por papéis de telecomunicações, tecnologia e assistência médica. O índice pan-europeu STOXX 600 terminou em alta de 0,3%, elevando os ganhos na semana a 2%. Com a maior parte da temporada de ganhos na Europa terminada, investidores ficaram aliviados com o fato de a maioria das empresas ter superado previsões muito reduzidas de analistas para lucros trimestrais. Números da Refinitiv mostram que cerca de 60% das empresas do STOXX que divulgaram balanços ultrapassaram as estimativas. Hikma Pharmaceuticals saltou 10,9%. A empresa informou que havia começado a fabricar remdesivir, medicamento da Gilead (com sede nos EUA) aprovado para a Covid-19, e também elevou suas perspectivas de vendas anuais para duas de suas maiores divisões. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Deutsche Telekom, que possui 43% da T-Mobile, subiu 2,7%, depois que a empresa norte-americana atraiu mais clientes mensais do que o esperado para o segundo trimestre e disse ter superado a rival AT&T. As ações da Standard Life Aberdeen tiveram leve alta. A gestora de ativos informou que pagaria dividendos apesar da queda de 30% em seu lucro. Em Londres, o índice Financial Times avançou 0,09%, a 6.032,18 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,66%, a 12.674,88 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,09%, a 4.889,52 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,21%, a 19.516,43 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,11%, a 6.950,50 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,25%, a 4.367,31 pontos. Veja Mais

Mourão vê pressão de países que não preservaram florestas e diz que fala de Guedes 'não atrapalha'

G1 Economia Ministro disse a estrangeiros que eles 'destruíram' as próprias florestas. Segundo Inpe, alertas de desmatamento aumentaram em 12 meses; Mourão vê 'inversão de tendência'. Vice-presidente Hamilton Mourão concede entrevista no Palácio do Planalto, nesta sexta (7) Guilherme Mazui/G1 O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira (7) que o Brasil sofre pressão de países que não preservaram as próprias florestas e que a declaração do ministro Paulo Guedes (Economia) a estrangeiros sobre preservação "não atrapalha". Mourão deu as declarações ao ser questionado sobre a participação de Paulo Guedes, nesta quinta (6), em uma videoconferência promovida por um instituto de Chicago (EUA). Na transmissão ao vivo, o ministro da Economia, pediu aos estrangeiros que sejam "gentis" com o Brasil porque eles "destruíram" as próprias florestas. Guedes afirmou: "Eu só peço que vocês sejam gentis, pois nós somos muito gentis. Nós entendemos sua preocupação. Tendo vivido tudo o que vocês viveram, vocês querem nos poupar de destruir nossas florestas, como vocês destruíram as de vocês. Vocês querem nos poupar de perseguir índios, nativos. Nós entendemos isso." Questionado nesta sexta se a declaração do ministro da Economia atrapalha o diálogo com investidores estrangeiros, Mourão respondeu: "Não é questão de que é o jeito mais adequado. É que as vezes a gente sofre determinadas pressões oriundas de países que não fizeram o trabalho deles em outro período da história. [...] Não atrapalha, o Guedes ele só ajuda." Mourão chefia o Conselho Nacional da Amazônia Legal e tem se reunido com investidores brasileiros e estrangeiros para discutir a proteção do meio ambiente. 'Vocês desmataram seus países', diz Paulo Guedes a estrangeiros Para o vice Hamilton Mourão, a exploração da Amazônia deve seguir os "parâmetros atuais" da sociedade. "Haveria aquela corrida do ouro na Califórnia e no Alasca, que ocorreu no século 19, em pleno século 21 com aquelas características? Não haveria. É a mesma coisa que acontece na Amazônia. A exploração da Amazônia tem que se dar dentro dos parâmetros que são da humanidade de hoje, e não de dois séculos atrás", disse. Segundo Mourão, o investidor procura locais com respeito ao meio ambiente, à questões sociais e com boa governança. "Isso faz parte do diálogo, isso não é problema [a fala de Guedes]. O investidor ele vem aonde ele vai ganhar dinheiro. Hoje o investidor por pressão, vamos dizer assim, daqueles que colocam dinheiros nos fundos de investimento, ele busca lugares onde haja respeito ao meio-ambiente, respeito a questão social e que haja governança, que o dinheiro dele dê lucro", disse. Alertas de desmatamento na Amazônia caem em julho, mas no ano dados são alarmantes Desmatamento Mourão também comentou números de alertas de desmatamento divulgados pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Segundo o Inpe, os alertas na Amazônia aumentaram 34,5% no período de um ano. De agosto de 2019 até 30 de julho deste ano, houve alertas de desmatamento de 9.125 km² de área da floresta. Entre agosto de 2018 e julho de 2019, esse número tinha ficado em 6.844 km². Já os dados comparados dos meses de julho de 2020 e 2019 registraram queda nos alertas neste ano: em 2020, os dados, que ainda não consideram o dia 31 de julho, apontam 1,5 mil km² de áreas com alertas de desmate. No ano passado, o total foi de 2,2 mil km². "Houve uma inversão da tendência, tínhamos há mais de um ano uma tendência de aumento do desmatamento e, pela primeira vez, a gente tem a inversão da tendência", disse Mourão nesta sexta. O vice-presidente disse que o governo trabalha para "colocar o desmatamento dentro do mínimo aceitável", mas não especificou um número. Perguntado sobre a estratégia para manter a tendência de queda registrada em julho, defendeu a repressão aos crimes ambientais. "É pressão em termos de repressão enquanto a gente não conseguir avançar, no que considero que é a busca da solução melhor, que é a regularização fundiária", disse. O governo realiza desde maio a Operação Verde Brasil 2, executada pelas Forças Armadas para combater crimes ambientais. Nesta quinta-feira, k Ministério da Defesa suspendeu uma operação de combate a garimpos ilegais na terra indígena Munduruku, no Pará. A decisão foi anunciada um dia depois de o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, se encontrar com garimpeiros e indígenas favoráveis ao garimpo, que pediram que a operação fosse suspensa. Veja Mais

Mais de 40 milhões de brasileiros gostariam de trabalhar, mas não encontram trabalho ou deixaram de procurar, aponta IBGE

G1 Economia Número de desocupados diante da pandemia subiu para 12,4 milhões na terceira semana de julho. Outras 28 milhões de pessoas fora da força de trabalho, mas que gostariam de trabalhar. Mais de 40 milhões de brasileiros gostariam de trabalhar mas não encontram trabalho ou deixaram de procurar, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fazem parte desse grupo cerca de 12,4 milhões de pessoas desocupadas e outros 28 milhões de pessoas fora de força de trabalho, mas que gostariam de trabalhar. De acordo com os dados da Pnad Covid, o número de desempregados na semana entre os dias 12 e 18 de julho ficou acima do registrado na semana anterior, quando eram 12,2 milhões. A taxa de desemprego, no entanto, ficou estável em 13,1%. Número de desempregados no Brasil Economia G1 A população fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurando trabalho) passou de 76,9 milhões para 76,2 milhões de pessoas. Das 28 milhões de pessoas entre elas que disseram que gostariam de trabalhar, 18,6 milhões não procuraram por conta da pandemia ou por não encontrarem ocupação na localidade onde moram. Não ocupados que gostariam de trabalhar Economia G1 Afastados pelo distanciamento social A pesquisa do IBGE apontou que caiu, pela 8ª semana seguida, o número de pessoas temporariamente afastadas do trabalho devido ao distanciamento social: de 7 milhões na segunda semana de julho, passou para 6,2 milhões na terceira semana. No início de maio, quando a pesquisa começou, 16,6 milhões haviam sido afastados por conta do isolamento. Com isso, cerca de 10,4 milhões retornaram ao trabalho. “Como o total de pessoas não afastadas do trabalho aumentou na terceira semana de julho, isso indica que a maioria das pessoas que estavam afastadas pelo distanciamento voltaram para o trabalho que tinham antes da pandemia”, explicou em nota a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira. Também ficou estável o número de pessoas que trabalhavam de forma remota (8,2 milhões) na terceira semana de junho. Esse grupo diminuiu, pela primeira vez, na semana anterior. No início de maio, 8,7 milhões estavam trabalhando de casa. Pessoas ocupadas em trabalho remoto Economia G1 Informalidade A taxa de trabalhadores na informalidade recuou para 32,5% na terceira semana de julho, para 26,6 milhões de pessoas. No início de maio, 29,9 milhões (35,7%) estavam na informalidade. Entre os informais estão os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira; empregadores que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente. Pnad Covid X Pnad Contínua O levantamento foi feito entre os dias 12 e 18 de julho por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas. Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes a julho, e apontaram uma alta do desemprego para 13,3%, com queda recorde no número de ocupados. Veja Mais

Bolsas da China recuam diante tensões com os EUA, mas têm ganho semanal

G1 Economia Mercados reagiram à ordens de Trump que podem banir aplicativos chineses TikTok e WeChat dos EUA em 45 dias caso não sejam vendidos As ações da China terminaram em queda nesta sexta-feira (7) depois que o governo dos Estados Unidos revelou um plano para proibir transações dos Estados Unidos com o aplicativo TikTok, da ByteDance, e o WeChat, de propriedade da Tencent, mas registraram ganhos semanais com dados comerciais positivos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,2%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1%. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira a proibição de transações norte-americanas com a chinesa ByteDance, proprietária do aplicativo de compartilhamento de vídeo TikTok, e com a Tencent, operadora do WeChat, a começar em 45 dias. Para aumentar a pressão, funcionários do governo Trump também pediram que o presidente retire empresas chinesas da lista de firmas negociadas nas bolsas norte-americanas caso não atendam aos requisitos de auditoria dos EUA até janeiro de 2022. Na semana, os principais índices ainda registraram ganhos, com os investidores comemorando mais sinais de recuperação econômica e o apoio contínuo da política monetária de Pequim. O índice de Xangai saltou 1,3% na semana, enquanto o CSI300 teve alta de 0,3%. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Veja as cotações de fechamento das principais bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,39%, a 22.329 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,60%, a 24.531 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,96%, a 3.354 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,15%, a 4.707 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,39%, a 2.351 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,66%, a 12.828 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,53%, a 2.545 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,62%, a 6.004 pontos. Veja Mais

Ampliar faixa de isenção do IR favorece quem ganha mais, aponta Tesouro Nacional

G1 Economia Na semana passada, Guilherme Afif, assessor especial ministro Paulo Guedes, disse que governo vai propor aumento da faixa de isenção dos atuais R$ 1.903,99 para cerca de R$ 3 mil. O aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), uma das propostas que a equipe econômica do governo discute para a reforma tributária, pode se tornar uma medida regressiva e agravar a distribuição de renda no Brasil, segundo avaliação da Secretaria do Tesouro Nacional. De acordo com relatório de dezembro do ano passado da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil tem a segunda maior concentração de renda do mundo, atrás somente do Catar. Segundo o relatório, a parcela do 1% mais rico da população concentra 28,3% da renda total do país. Na semana passada, o assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, afirmou, em entrevista ao G1, que o governo vai propor o aumento da faixa de isenção do IR dos atuais R$ 1.903,99 por mês para cerca de R$ 3 mil. Na avaliação do Tesouro, os principais beneficiários do aumento da faixa de isenção seriam os que ganham mais de R$ 1.951 por mês — 20% da população. Esses passariam a pagar menos imposto de renda, dinheiro que o governo utiliza para financiamento de programas sociais e custeio da máquina pública. "Alterações sobre o Imposto de Renda podem ser progressivas ou regressivas. Rever isenções sobre o IRPF é exemplo de medida progressiva e reduz distorções. Por outro lado, o aumento da faixa de isenção do IRPF, é, sim, uma medida regressiva, ou seja, tende a piorar a distribuição de renda ao favorecer as parcelas mais ricas da população. O resultado líquido dessas duas medidas depende do desenho da reforma tributária que venha a ser feita", afirmou o Tesouro Nacional em resposta a questionamento do G1. Na campanha eleitoral de 2018, o então candidato a presidente, Jair Bolsonaro, à época do PSL, prometeu uma isenção maior ainda no Imposto de Renda da Pessoas Física. A promessa era que seria isento quem ganha até cinco salários mínimos (até R$ 5.345, em valores atuais). O adversário de Bolsonaro no segundo turno, Fernando Haddad (PT), fez a mesma proposta. Nesta quarta-feira (5), em audiência pública na comissão da reforma tributária, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que ampliar a faixa de isenção de cerca de R$ 1,9 mil para R$ 3 mil geraria uma perda de arrecadação de R$ 22 bilhões por ano. "Custa um Fundeb [fundo que financia a educação básica, em valores repassados pelo governo até 2026]. E a classe política tem que decidir isso. Não é o ministro da Fazenda. O congressista é eleito para tomar essa decisão. Todo ano ele tem que decidir. Reajustando todas as faixas [da tabela do IR], vai para R$ 36 bilhões [o impacto nas contas públicas]. Vai dar os dois, vai aumentar imposto para dar os dois? Essa é a decisão que o Congresso tem de tomar. Vamos encaminhar e vamos encaminhar os dados também", disse Guedes na ocasião. Segundo Paulo Guedes, outras medidas a serem propostas são a redução nas deduções; a diminuição da alíquota de 27,5% (atualmente, a mais alta); a criação de uma alíquota maior para os mais ricos; e a retomada da cobrança de imposto sobre a distribuição de lucros e dividendos para as pessoas físicas, que existia até 1996. Ministro da Economia volta a prometer que a reforma tributária não aumentará impostos Argumentos do Tesouro Na semana passada, o novo secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, apresentou um gráfico feito a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) anual 2018, com as faixas de renda da população brasileira (abaixo). Reprodução/Tesouro Nacional O secretário explicou que o gráfico divide a população brasileira em cinco partes de acordo com a a renda mensal: a primeira (Q1 no gráfico) reúne os 20% mais pobres; a segunda (Q2) entre os 20% e 40% mais pobres; até a última (Q5), que representa os 20% mais ricos, com renda mensal superior a R$ 1.951 naquele ano. "A renda mensal domiciliar mediana do Brasil é de R$ 954 [em 2018], e os 20% mais ricos ganham acima de R$ 1.951. Esse é um ponto importante. Precisamos discutir programas. Gastamos de forma considerável com programas sociais. Como a gente poderia propor debates que melhorem essa distribuição de recursos", disse Funchal na última semana. Os números sobre a renda no Brasil não captam os resultados da pandemia do novo coronavírus. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve alta do desemprego no país no começo de julho. Apesar disso, houve impacto positivo dos auxílios emergenciais do governo. Transferência de renda De acordo com o Tesouro Nacional, os números foram apresentados em um momento em que se discute a reformulação dos programas de distribuição de renda, no contexto da pandemia do novo coronavírus — que tem gerado perda de rendimento para a população. O objetivo, segundo o Tesouro, é "promover um debate sobre a busca de um desenho mais eficaz das políticas distributivas, que as torne mais progressivas e mais focadas nas parcelas da população que realmente precisam, sem que para isso seja necessário aumentar as despesas e ampliar a pressão fiscal". De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, um estudo do Banco Mundial mostra que parte dos programas de transferência de renda beneficiam a parcela mais rica da população, ou seja, que ganham acima de R$ 1.101,00 (Q4 e Q5 no gráfico). Ele citou as isenções de IRPF para dependentes e aposentados, e o abono salarial. Por outro lado, entre os programas bem avaliados pelo Banco Mundial, com foco nos mais pobres, estão Bolsa Família, o benefício previdenciário rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). "Toda essa discussão de programas de transferência de renda, de renda mínima, que vai se acelerar nos próximos meses, traz algumas mensagens. Existe um custo associado para controlar diversos programas que fazem a mesma coisa. A gente pode reorganizar esses programas e focalizar [nos mais pobres]", disse Bruno Funchal na semana passada. Segundo ele, "a reorganização traz um benefício de gestão, ter um bom programa bem desenhado, e que a gente consegue fazer uma boa gestão, e a segunda mensagem é fazer com que esse programa seja mais eficiente, transferir renda para aqueles que têm menor renda. Esse é o debate que a gente precisa fazer". Em 2018, o antigo Ministério da Fazenda, então sob o comando de Eduardo Guardia, divulgou um estudo apontando que a correção da faixa de isenção do IRPF de dobrar a faixa de isenção do IR, dos atuais R$ 1.903,99 para R$ 3.807,98, implicaria um custo de R$ 28 bilhões a R$ 73 bilhões por ano — dependendo do formato adotado. Na ocasião, a pasta avaliou que a maior parte dessa renúncia fiscal beneficiaria os declarantes mais ricos da população brasileira. "A concentração do benefício nas camadas mais ricas da sociedade ocorre porque o número de contribuintes do IRPF é muito pequeno, e a parcela pobre da sociedade já não paga esse tributo. Assim, qualquer medida que eleve a faixa de isenção irá favorecer, primordialmente, os mais ricos e reduzir ainda mais a progressividade que o IRPF confere ao sistema tributário", dizia o estudo na época. Veja Mais

Samsung anuncia que celulares da linha Galaxy S terão três 'gerações' de atualização para o Android

G1 Economia Regra vale para modelos lançados desde o S10. Companhia confirmou que modelos brasileiros seguirão 'diretriz global'. Samsung Galaxy S10, lançado em 2019, deve receber atualizações do Android pelo menos até 2022 Thiago Lavado/G1 A Samsung anunciou no evento "Galaxy Unpacked" que pretende manter o sistema operacional Android atualizado na em seus smartphones topo da linha, como a linha Galaxy S e Galaxy Note. O benefício deve valer para o Galaxy S10 e modelos mais recentes, como o Galaxy S20. Samsung lança novo Galaxy Note para enfrentar Huawei e Apple Antes, a companhia mantinha os smartphones atualizados por mais ou menos 2 anos – prazo inferior aos 3 anos oferecidos pelo próprio Google nos celulares da linha Pixel e muito inferior aos 4 anos que a Apple tem atingido com suas próprias atualizações do iOS para o iPhone. As atualizações do Android garantem a segurança do sistema e a presença das funcionalidades mais modernas. Mesmo com um processador rápido e boa capacidade de memória, um smartphone com sistema desatualizado pode parecer defasado em relação a um celular mais simples com um sistema recente. Enquanto outras fabricantes de aparelhos com Android como Nokia, Motorola, LG e Xiaomi aderiram à iniciativa "Android One" do Google, oferecendo alguns aparelhos com Android "puro" e 3 anos de atualização garantida, a Samsung manteve suas personalizações do Android em toda a linha, sem garantias explícitas de atualização para a maioria dos modelos. A fabricante sul-coreana foi uma das marcas que não respondeu ao levantamento sobre as atualizações do Android feito por este blog em 2019. O blog procurou a Samsung para saber se a nova oferta vale para o mercado brasileiro. A marca deu uma resposta positiva. "A Samsung segue um calendário de desenvolvimento, em que será contemplada no Brasil a diretriz global de atualizações do sistema operacional para até três gerações", afirmou a empresa. Se cumprir sua nova promessa, a Samsung oferecerá atualizações ainda mais completas que o Android One, já que deve atualizar o Android por três gerações. O Galaxy S20, que saiu de fábrica com o Android 10, deve receber o Android 13, por exemplo. Android One Com exceção do Google, poucos fabricantes se comprometem a lançar atualizações regulares para seus aparelhos Android por períodos superiores a dois anos. Aparelhos de baixo custo muitas vezes não recebem nenhuma atualização. O "Android One" é uma iniciativa do Google para que fabricantes lancem smartphones com personalizações mínimas para o Android, concentrando a experiência do usuário nas funções universais do sistema. Dessa maneira, fica mais fácil distribuir atualizações – inclusive para aparelhos de custo mais baixo, que normalmente ficam em desvantagem nesse quesito. As atualizações de segurança no Android One são garantidas mensalmente por 3 anos e por duas gerações do Android. Ou seja, um aparelho "Android One" que sai de fábrica com o Android 9 deve receber o Android 11 até o fim da sua vida. No Brasil, apenas a Nokia e a Motorola disponibilizam produtos na linha "Android One". Aparelhos que não fazem parte da lista do Android One dependem das regras da fabricante para as atualizações – e nem sempre essa informação existe na data da compra. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Balança comercial registra superávit de US$ 2,095 bi na primeira semana de agosto

G1 Economia Média diária de importações caiu 22,3%, mas valor exportado teve aumento de 8,4%. Dados foram divulgados pelo Ministério da Economia. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,095 bilhões na primeira semana de agosto, informou nesta segunda-feira (10) o Ministério da Economia. O superávit é registrado quando as exportações superam as importações. Quando ocorre o contrário, é registrado déficit comercial. Na primeira semana do mês foram exportados US$ 4,845 bilhões e importados US$ 2,751 bilhões. A média diária da primeira semana, que considera o valor médio por dia útil, registrou queda de 22,3% nas importações na comparação com a média diária de todo o mês de agosto de 2019. Já o valor exportado registrou um aumento de 8,4% na média diária, também na comparação com a média diária de agosto do ano passado. 57% das empresas brasileiras tiveram queda nas exportações Veja Mais

'Não é maconha': produtores de cânhamo dos EUA enfrentam ladrões e o mercado

G1 Economia Planta tem aromasemelhante ao da maconha, mas uma dose mínima de THC, o princípio psicoativo da cannabis. Quando Susan Corbett plantou cânhamo em seu terreno na Virgínia, Estados Unidos, não imaginava que ladrões roubariam suas plantas. Por esse motivo, duas câmeras monitoram suas plantações de cânhamo, uma planta cujo aroma é semelhante ao da maconha, mas que tem uma dose mínima de THC, o princípio psicoativo da cannabis. Para aqueles que ousam entrar em seu terreno, Corbett colocou cartazes que dizem em letras grossas: "Isso não é marijuana". "Não sei o que eles fazem com isso", diz sobre as plantas. "Não há THC nelas", acrescenta. O cânhamo é procurado por suas sementes, fibras e óleo, que contêm o relaxante canabioide CBD. Mas é verdade que sua planta é parecida com a da maconha, cujo cultivo é ilegal em nível federal nos Estados Unidos, embora seja permitido com restrições diferentes em muitos estados. Em um mercado supersaturado e com processo laborioso de cultivo, quem espera ganhar dinheiro com o cânhamo também diz que enfrenta suspeitas da polícia, mandato legal que obriga a queima de safras que ultrapassam os limites de THC e o problema dos furtos. "Todo mundo planta e diz 'Isso é maravilhoso'", afirma Corbett. "Eu digo, 'apenas esperem'". Não é fácil O cultivo do cânhamo é um dos mais antigos do mundo. Os Estados Unidos o baniram no século XX, autorizaram-no para fins de pesquisa em 2014 e o legalizaram em todo o país quatro anos depois. Leis foram aprovadas em 46 estados para regulamentar sua produção. A quantidade de autorizações em 34 estados cresceu 455% no ano passado em relação a 2018, de acordo com Vote Hemp, organização que defende a cultura. O cânhamo contém CBD, uma molécula não psicotrópica com efeito relaxante, vendido como suplemento ou misturado com alimentos ou bebidas. O CBD se tornou tão popular que a empresa de serviços financeiros Canaccord Genuity estima que suas vendas vão aumentar 45%, para US$ 18 bilhões, até 2024. Os produtores dizem que o cultivo do cânhamo é muito exigente. Deve ser colhido manualmente e com muito cuidado para evitar pragas e, depois, deve ser seco antes de ser vendido. Com muitas plantações no mercado e falta de processadores, muitos produtores alertam que os compradores estão desistindo de negócios já acordados. "Quando vamos ao mercado de CBD, nos dizem 'pagaremos quando eles nos pagarem', o que nos coloca em apuros com os credores", diz David Turner, da DC Hemp, que possui fazendas no estado da Virgínia. Outra peculiaridade é a presença de THC na planta. Os produtores testam constantemente o cânhamo para ter certeza de que não contém muito THC; se tiver, terão que queimá-lo. "Se eu errar, sou um traficante de drogas", aponta Turner. A mídia noticiou que policiais de diferentes partes dos Estados Unidos apreenderam carregamentos de cânhamo sob suspeita de que era maconha. Por isso, os produtores precisam estar sempre com um grande número de documentos para transportar suas safras. Quem rouba cânhamo? E ainda existem os ladrões. Bandidos rondaram os campos de Turner e arrancaram plantas no ano passado. Na fazenda de Corbett, cortaram as pontas. Fizeram isso para fumar a erva acreditando ser maconha ou para vendê-la a consumidores menos informados? Turner não tem certeza, mas disse que a polícia prendeu vários suspeitos dos roubos. Ainda assim, os produtores dizem que o verdadeiro desafio é fazer com que o óleo de cânhamo seja vendido. Turner e Corbett têm galões de óleo CBD esperando por compradores. "Certamente houve alguma supersaturação no mercado no ano passado e com isso os preços caíram significativamente", comenta Erica Stark, diretora executiva da National Hemp Association. "Ainda é lucrativo se você encontrar um comprador", garante, acrescentando que o mercado vai melhorar quando a capacidade de processar a fibra de cânhamo aumentar e o governo aprovar regulamentações para o uso de CBD como suplemento. Turner desistiu de plantar na temporada de 2020 e a Vote Hemp estima que a safra de 2019 foi muito menor do que o permitido. Veja Mais

Governo autoriza o registro de 1 princípio ativo inédito e 5 genéricos usados na formulação de agrotóxicos

G1 Economia Produtos serão utilizados como matéria-prima para o desenvolvimento de pesticidas para os agricultores. São 241 registros publicados no Diário Oficial em 2020. Pulverizador agrícola utilizado na aplicação de agrotóxicos Érico Andrade/G1 O Ministério da Agricultura liberou nesta segunda-feira (10) o registro de mais 6 agrotóxicos para utilização industrial, ou seja, produtos que serão usados como matéria-prima na elaboração de pesticidas para os agricultores. Já são 241 registros anunciados neste ano (leia mais abaixo). Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? Do total, 5 princípios ativos são genéricos de produtos já autorizados no Brasil. O outro é uma substância inédita, o herbicida Piroxasulfona, que tem registro autorizado nos Estados Unidos. Na União Europeia, nenhuma empresa pediu ainda a liberação deste pesticida. Entre as substâncias genéricas liberadas está o inseticida Dinotefuran, considerado "extremamente tóxico" para uso industrial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Porém, nos produtos liberados para uso do agricultores até agora, a classificação toxicológica é mais baixa, sendo considerado como "improvável de causar dano agudo". Há ainda a liberação para o inseticida Acefato, um dos mais vendidos no Brasil e que foi banido da União Europeia por estar associado à perda de fertilidade masculina. Além disso, a UE argumentou que seu resíduo pode causar morte de aves e espécies marinhas, como anfíbios e peixes. Registros no ano Ao todo, são 241 registros de novos agrotóxicos em 2020, segundo publicações no Diário Oficial da União, que é por onde o G1 se baseia. Desde 2005, quando o governo começou a compilar os dados de registro de pesticidas, 2020 perde apenas para 2018 e 2019 – ano em que o país teve liberação recorde de agrotóxicos. Registro de agrotóxicos no Brasil até 10 de agosto Arte G1 Até agora, são 4 princípios ativos inéditos no ano: todos pesticidas biológicos. Pela legislação brasileira, tanto produtos biológicos utilizados na agricultura orgânica quanto químicos utilizados na produção convencional são considerados agrotóxicos. Os outros 237 registros são de genéricos, sendo: 103 ingredientes químicos de agrotóxicos que são vendidos aos agricultores; 41 pesticidas biológicos vendidos aos agricultores; 93 princípios ativos para a indústria formular agrotóxicos. Novo método de divulgação Neste ano, o governo alterou a forma de divulgação do registro de agrotóxicos. Até 2019, o ministério anunciava a aprovação dos pesticidas para a indústria e para os agricultores no mesmo ato dentro do "Diário Oficial da União". A série histórica de registros, que apontou que 2019 como ano recorde de liberações, leva em conta a aprovação dos dois tipos de agrotóxicos: os que vão para indústria e os que vão para os agricultores. Em nota, o Ministério da Agricultura explicou que a publicação separada de produtos formulados (para os agricultores) e técnicos (para as indústrias) neste ano tem como objetivo "dar mais transparência sobre a finalidade de cada produto". "Assim, será mais fácil para a sociedade identificar quais produtos efetivamente ficarão à disposição dos agricultores e quais terão a autorização apenas para uso industrial como componentes na fabricação dos defensivos agrícolas", completou o ministério. Como funciona o registro O aval para um novo agrotóxico no país passa por 3 órgãos reguladores: Anvisa, que avalia os riscos à saúde; Ibama, que analisa os perigos ambientais; Ministério da Agricultura, que analisa se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos. Tipos de registros de agrotóxicos: Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos. Produto técnico equivalente: "cópias" de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo; Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor; Produto formulado equivalente: produto final "genérico". VÍDEO: Como reduzir os resíduos de agrotóxicos em alimentos Como reduzir os resíduos de agrotóxicos antes de comer frutas, legumes e verduras Veja mais notícias do Agronegócio no G1 Initial plugin text Veja Mais

Mercado melhora previsão para o PIB em 2020 e passa a estimar tombo de 5,62%

G1 Economia Foi a sexta semana seguida de melhora na projeção para a atividade econômica. Analistas mantiveram a estimativa de inflação para 1,63% neste ano. Os economistas do mercado financeiro reduziram a previsão para o tombo Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, revisando a estimativa de uma redução de 5,66% para 5,62%. Essa foi a sexta semana seguida de melhora do indicador. A projeção faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nas últimas semanas, porém, indicadores têm mostrado o início de uma retomada da economia brasileira. Entenda os impactos da pandemia de coronavírus nas economias global e brasileira No mês passado, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020. O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 9,1% em 2020. Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira. Para 2021, a expectativa do mercado financeiro de crescimento do PIB foi mantida em 3,50%. Inflação abaixo de 2% Segundo o relatório divulgado pelo BC nesta segunda-feira, os analistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa de inflação para 2020 em 1,63%. A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020. Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2021, o mercado financeiro manteve em 3% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%. Taxa básica de juros Após a queda para a mínima histórica de 2% ao ano na semana passada, o mercado segue prevendo manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa do mercado permaneceu estável em 3% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem. Outras estimativas Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar. Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 permaneceu em US$ 55 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado ficou estável em US$ 53,3 bilhões de superávit. Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, continuou em US$ 53,75 bilhões. Para 2021, a estimativa ficou estável em US$ 65,96 bilhões. Veja Mais

Inscrições para concurso do Conselho Regional de Serviço Social terminam nesta segunda (10)

G1 Economia Edital oferece 5 vagas de nível médio e superior. Conselho Regional de Serviço Social da Paraíba abre edital com 5 vagas Instituto Quadrix/Divulgação Um concurso público para atuação no Conselho Regional de Serviço Social da Paraíba (CRESS/PB) está com inscrições abertas para 5 vagas em cargos de nível médio e nível superior até esta segunda-feira (10). As inscrições podem ser feitas exclusivamente via internet, no portal do Instituto Quadrix. As vagas oferecem benefícios de vale alimentação no valor de R$ 352 e auxílio transporte. Ainda segundo o edital, esta segunda-feira também é o último dia para pagamento da taxa de inscrição. São duas vagas para assistente administrativo, duas para agente fiscal e uma para assessor de comunicação. Destas, 5% são destinadas a pessoas com deficiência. Na hipótese dessa porcentagem resultar em número fracionado, deverá ser elevada até o primeiro número inteiro subsequente, desde que não ultrapasse 20% das vagas oferecidas. Concurso do Conselho Regional de Serviço Social Vagas: 5 Níveis: médio e superior Salários: R$ 1.812,47 a 4.386,24 Prazo de inscrição: até 10 de agosto Local de inscrição: site da organizadora, Instituto Quadrix Taxas de inscrição: R$ 39 para nível médio e R$ 44 para nível superior Provas: 4 de outubro Edital do concurso do Conselho Regional de Serviço Social - prorrogação do prazo de inscrição Veja Mais

Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para 10 de agosto; inscrições são pela web

G1 Economia Entre as 19 oportunidades, têm funções de caseiro, pintor, salgadeiro, mestre doceiro, eletricista automotivo, ferreiro, técnico em refrigerações, entre outros. Entre as vagas, Sine Macapá tem oportunidade para doceiro Globo Repórter O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego em Macapá para esta segunda-feira (10). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail sinetrabalhador@sete.ap.gov.br. As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para segunda-feira: ajudante de carga e descarga de mercadoria almoxarife caseiro carpinteiro conferente de carga e descarga eletricista eletricista automotivo ferreiro mecânico florestal mestre de obra mestre doceiro montador de móveis pedreiro pintor promotora de vendas serralheiro salgadeiro técnico em eletrônica técnico em refrigeração automotiva vidraceiro Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá Veja Mais

Produção de erva-mate cai no RS, mas preço compensa produtores

G1 Economia Safra deve ser 25% menor em 2020, mas valor do quilo aumentou com queda da oferta e aumento do consumo. Produção de erva-mate cai no RS, mas preço compensa produtores A produção de erva-mate será menor no Rio Grande do Sul (RS), mas o preço tem compensado os produtores. O estado sofreu bastante com a estiagem e, por isso, deve colher 225 mil toneladas de erva este ano, 25% a menos do que em 2019. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Porém, os produtores estão recebendo R$ 1,20 pelo quilo da erva-mate, 50% a mais do que no ano passado. É que, além da queda na oferta, o consumo cresceu. Com a pandemia do coronavírus, o compartilhamento da cuia de chimarrão, um hábito dos gaúchos, diminuiu muito e isso está fazendo as pessoas comprarem mais erva. Veja Mais

Colheita de morango no DF será menor este ano com pandemia e dólar alto

G1 Economia Área cultivada teve redução de 5%. Pandemia de Covid-19 foi decretada na época do plantio da fruta, em março. Colheita de morango no DF será menor este ano com pandemia e dólar alto A safra de morango no Distrito Federal (DF) será menor este ano, diante da pandemia e do dólar alto. A estimativa é que o DF produza 6,400 mil toneladas de morango em 160 hectares. Houve uma redução de pelo menos 5% na área cultivada. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Um dos motivos para isso é que a pandemia do coronavírus foi decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) bem na época do plantio do morango, em março. "Quando começou a pandemia, a gente ficou com medo de não conseguir vender a mercadoria, porque a mercadoria estava voltando, né?, diz o produtor Renato, em Brazlândia. Além disso, na época de plantio, o dólar chegou a bater quase R$ 6, o que encareceu o cultivo, segundo a Emater. Algumas das cultivares de morango que o produtor planta são dolarizadas e muitos insumos são importados. Veja Mais

Programa de empréstimos sem juros salva negócio de estilista

G1 Economia Microempreendedora individual de Joinville, em Santa Catarina, precisava de apenas R$ 3 mil para salvar o negócio. Programa de empréstimos sem juros salva negócio de estilista A crise provocada pelo coronavírus fez muito pequeno empreendedor perceber a importância de ter capital de giro. Uma microempreendedora individual de Joinville, em Santa Catarina, precisava de apenas R$ 3 mil para tocar o negócio. E foi atrás. Bruna Teixeira Corrêa Blasius é estilista e microempreendedora individual. Ela trabalhou 10 anos para a indústria têxtil. Em 2015, montou uma marca própria de roupas femininas, com pedrarias, bordadas e frases motivacionais. Largou o emprego um ano depois e começou a faturar entre R$ 3 mil e R$ 4 mil por mês. Até chegar a pandemia. “Minha receita caiu 60% em março e pensei em alternativas atrás de várias estratégias para me reerguer”, conta. Bruna tinha que pagar costureiras terceirizadas, a aplicação do silk screen, fornecedores. A reserva de R$ 1 mil não foi suficiente. Fazendo as contas, Bruna precisava de apenas mais R$ 3 mil para quitar o restante das dívidas e assim não fechar o negócio. Ela recorreu a ajuda emergencial do Governo Federal e não conseguiu. A solução veio de uma Organização Não Governamental criada pelo programa Crédito de Confiança. “Fui atrás de empréstimo do Banco Empreendedor de Santa Catarina. Aqui estão fazendo esse empréstimo pra ajudar MEIs a juro zero. Fiz empréstimo de R$ 3 mil pra quitar dívidas e investir na coleção de verão. E pagar boletos e contas”, explica Brua. Com as contas pagas, Bruna não parou. Procurou soluções para alavancar as vendas. Contratou o serviço de uma profissional de marketing digital, aumentou sua presença em redes sociais e fez parcerias com blogueiras para divulgar a marca. Ela também colocou as roupas para venda em marketplaces. E entrega sem custo na cidade onde mora. O resultado se transformou em boas vendas, tanto que aumentou o faturamento em 10% do que vendia antes da pandemia. Com a flexibilização do isolamento, Bruna já atende em casa com hora marcada. Mas 90% das vendas ainda são online. Ela também transformou o site num e-commerce. B.for Rua: Ricardo Landmann,490, Santo Antônio Joinville/SC Telefone: (47)98823-2012 www.bfor.com.br Redes sociais: @b.fortees Veja Mais

Após reabertura do comércio em SP, alguns negócios faturam e outros lutam para sobreviver

G1 Economia Dona de restaurante preferiu não abrir as portas por causa da baixa clientela. Já as lojas de manutenção de computadores viram crescer o número de clientes. Após reabertura do comércio em SP, alguns negócios faturam e outros lutam para sobreviver De um lado, lojas fechadas ou com poucos clientes. De outro, ruas lotadas com o consumidor disputando espaço. Dois meses depois da reabertura do comércio em São Paulo, o PEGN foi ver por que alguns negócios estão faturando e outros lutam para sobreviver. Por todo lado, a gente se depara com um imóvel comercial fechado em São Paulo. São empresas que não conseguiram se manter durante a crise e entregaram os pontos. “O índice de intenção de consumo das famílias atingiu o menor patamar desde 2010. Pessoas estão insatisfeitas com emprego e isso prejudica a retomada do consumo, porque segurança é o que movimenta o consumo”, explica o assessor econômico da FecomercioSP, Guilherme Dietze. As cadeiras suspensas em um restaurante por quilo são a imagem da crise. A dona, a empresária Tereza Dias, está à frente do negócio há 24 anos, na Vila Olímpia, região nobre de São Paulo. Ela atendia 320 pessoas por dia. Para reabrir o restaurante depois da quarentena, Tereza teria custo de R$ 50 mil por mês. Decidiu manter fechado. “Não compensa, não tem como, é um passo para quebrar. Um passo para falência. Se abrir nessa situação, é passo para falência”, explica a empresária. Tereza vendeu o carro e pegou R$ 30 mil emprestados para pagar as contas. Só de IPTU, são R$ 28 mil por ano. Home office Com o pessoal usando mais os computadores de casa, disparou a procura por manutenção desses equipamentos. Na Rua Santa Ifigênia, a famosa rua de eletrônicos de São Paulo, Nilson Coelho tem uma lojinha de conserto de computadores há nove anos. Nunca trabalhou tanto. “Assim que voltou da quarentena, explodiu. Nem almoço mais”, conta. O shopping onde fica a loja do Nilson registrou aumento no conserto de todos os equipamentos. “A gente tem percebido que serviço de celular, notebook, acessórios para games, tem uma procura um pouco maior. As pessoas estão trabalhando com casa. Procuram câmera do Youtube, luz, microfone. Isso está todo dia procurando muito por conta dos encontros online”, diz a administradora do shopping, Caroline Ramos. Olhando a multidão comprando, daria até para pensar que não tem crise. Mas é o contrário, o movimento pode ser justamente reflexo da crise. A queda da renda e o empreendedorismo por necessidade estão empurrando muita gente ao comércio popular. Tem lojistas de todo o país que vão até a cidade de São Paulo comprar produtos baratos para revender nas suas cidades. A pessoa, por não achar emprego, busca produtos baratos para revender e fazer dinheiro. Famílias que compravam em shopping, agora com diminuição da renda, buscam o comércio popular. Espaço Hibisco Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1645 - Vila Olímpia São Paulo/SP– CEP: 04548-005 Telefone: (11) 3586.4384 E-mail mariatereza@egpo.com.br Notebook Repair Rua Santa Ifigênia, 15 – Loja 15 D – Santa Ifigênia São Paulo/SP – CEP: 01207-000 Whatsapp: (11) 95942.5507 E-mail: nilsonco@hotmail.com Redes Sociais: https://www.facebook.com/noterepair/ https://www.instagram.com/notebookrepairstaefigenia/ Shopping Century Rua Santa Ifigênia, 15/21 - Santa Ifigênia São Paulo/SP - CEP: 01207-001 Telefone: (11) 3315-9032 (Administração) E-mail: shoppingcenturyoficial@gmail.com FecomercioSP Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista São Paulo /SP - CEP: 01313-020 Telefone: (11) 3254-1700 Site: www.fecomercio.com.br Redes Sociais: www.twitter.com/fecomercio www.facebook.com/fecomercio www.instagram.com/fecomerciosp/ Veja Mais

Exportação de soja de Mato Grosso do Sul cresce 58% em 2020

G1 Economia Volume saltou de 2,471 milhões de toneladas para 3,915 milhões de toneladas. Em sete meses de 2020, estado já exportou 3,915 milhões de toneladas de soja Anderson Viegas/G1 MS De janeiro a julho de 2020, Mato Grosso do Sul exportou 3,915 milhões de toneladas de soja. O volume representa um incremento de 58,42% frente aos 2,471 milhões de toneladas vendidas para o exterior no mesmo período de 2019. Os dados são do Ministério da Economia. Segundo o ministério, a soja é o principal produto em receita exportado por Mato Grosso do Sul nestes sete meses de 2020. A sua comercialização resultou em uma receita de US$ 1,316 milhão. A oleaginosa “made in MS” foi vendida este ano para 14 países, mas o grande comprador é a China. O país asiático comprou 3,158 milhões de toneladas, volume que representa 80,66% do total embarcado pelo estado. Dados da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS) apontam que entre os dados de 2020, os números de julho, comparados com o mesmo mês de 2019, são ainda melhores. O incremento nas vendas neste recorte na estatística é de 128,7%, com o volume exportado saltou de 236,1 mil toneladas para 540,1 mil toneladas. “Podemos considerar questões de política externa para concretizarmos esses avanços nas exportações, só que mais importante é considerar a eficiência do agricultor brasileiro, que tem conseguido investir de maneira correta para apresentar volume e a qualidade esperada pelos mercados”, analisou o presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi. Veja Mais

Auxílio Emergencial e FGTS: Caixa libera saques e transferências de novas parcelas neste sábado

G1 Economia Serão liberados saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para trabalhadores nascidos até abril e do crédito do FGTS para nascidos em fevereiro. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera neste sábado (8) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial e do saque emergencial de até R$ 1.045 do FGTS. Para fazer o pagamento desses valores, 770 agências estarão abertas das 8h às 12h. Clique aqui para ver a lista de agências. Serão liberados neste sábado saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,8 milhões de beneficiários do programa nascidos em abril e que estão nos lotes 1 a 5. Saques e transferências também serão liberados para 381 mil beneficiários nascidos entre janeiro e abril e que estão entre os que tiveram o pedido liberado no último dia 3: beneficiários do sexto lote; e do primeiro lote, que receberam a primeira parcela em abril mas tiveram os pagamentos suspensos. Os saques e transferências para os trabalhadores desses grupos nascidos em maio serão liberados apenas na quinta (13). Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Também terão saques e transferências liberados os trabalhadores nascidos em fevereiro, que tiveram o depósito de até R$ 1.045 do FGTS feito em poupança social digital do banco no último dia 6 de julho. Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTE SÁBADO: AUXÍLIO EMERGENCIAL Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, poderão sacar ou transferir: Nascidos em abril: - aprovados no primeiro lote poderão sacar a terceira e a quarta parcelas; - aprovados no segundo lote poderão sacar a segunda e a terceira parcelas; - aprovados no terceiro e quarto lotes poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no quinto lote poderão sacar a primeira parcela Nascidos de janeiro a abril - aprovados no sexto lote poderão sacar a primeira parcela - aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a terceira e quarta parcelas Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Poderão sacar ou transferir: Trabalhadores nascidos em fevereiro que tiveram o crédito do valor em poupança social digital Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento da parcela atual. Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. AUXÍLIO EMERGENCIAL Lote 1, Parcela 4 Economia G1 Lote 2, Parcela 3 Economia G1 Lotes 3 e 4, Parcela 2 Economia G1 Lote 5, Parcela 1 Economia G1 SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Calendário de saque emergencial do FGTS Caixa Veja Mais

Fortuna de Mark Zuckerberg passa de US$ 100 bilhões, diz Bloomberg

G1 Economia Com isso, fundador e CEO do Facebook se junta a Jeff Bezos e Bill Gates como únicas pessoas que alcançaram esse patamar de patrimônio. Zuckerberg disse nesta quinta-feira (21) que Facebook adotará trabalho remoto permanente mesmo após pandemia Mark Lennihan/AP Photo A fortuna de Mark Zuckerberg alcançou pela primeira vez o patamar de US$ 100 bilhões, segundo a agência Bloomberg. Aos 36 anos, o fundador e CEO do Facebook entra para seleto grupo de pessoas que alcançaram esse patamar de riqueza. Além dele, Jeff Bezos e Bill Gates, outros gigantes de empresas de tecnologia têm mais de US$ 100 bilhões de patrimônio. Bilionários dos EUA enriqueceram ainda mais com a pandemia, aponta levantamento Grande parte da fortuna de Zuckerberg vem da participação no Facebook, de 13%, segundo a Bloomberg. De acordo com um estudo, entre março e maio, já durante a pandemia, a fortuna de Zuckerberg havia crescido 45%, chegando, na época, a US$ 80 bilhões. A análise foi baseada em dados da lista de bilionários divulgada pela revista Forbes. Recentemente, Zuckerberg, Bezos e os CEOs de Google e Apple participaram de uma inédita audiência na câmara americana para prestarem depoimento em uma investigação que apura se as empresas abusam de posição dominante no mercado e aplicam prática de monopólio. VÍDEO: Bezos amplia sua fortuna em US$ 13 bilhões em um dia Jeff Bezos, dono da Amazon, aumenta a fortuna em US$ 13 bilhões em um dia Veja Mais

Prefeitura abre seletivo para preencher 19 vagas com salário de até R$ 2,8 mil em Colorado, RO

G1 Economia Há vagas para nível médio, técnico e superior. Inscrições podem ser feitas até o domingo (9). Vagas são para a Prefeitura de Colorado do Oeste Eliete Marques/Arquivo/G1 A prefeitura de Colorado do Oeste (RO) está com inscrições abertas para preencher 19 vagas. As oportunidades são para nível médio, técnico e superior. Os salários vão de R$ 1.022,59 a R$ 2.848,74. Segundo edital, as vagas são para bioquímico (2), fonoaudiólogo (1), fiscal sanitário (6), técnico em enfermagem e técnico de radiologia (2). A inscrições podem ser feitas até o dia 9 de agosto, domingo, através da internet. Os aprovados e convocados terão carga horária de 40 horas semanais, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). As contratações do seletivo terão validade de quatro meses, mas podem ser prorrogadas, conforme prevê o edital. Toda seleção será feita através de prova de títulos. Veja Mais

Maia diz que discussão sobre controle de gastos está travada no Planalto

G1 Economia Presidente da Câmara diz não haver 'apetite' de parte do governo para discutir o tema. Aliados de Bolsonaro no Congresso aumentaram pressão para elevar investimento público. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em entrevista divulgada nesta sexta-feira (7) que a discussão sobre como melhorar o controle dos gastos públicos é travada pelo Palácio do Planalto. Em entrevista ao canal do historiador Marco Antonio Villa em uma rede social, Maia disse haver pouco “apetite” do governo em debater a melhoria do investimento público durante e após a pandemia do novo coronavírus. “Não to vendo o governo, não que o Paulo Guedes não queira, está muito mais travado no Palácio do Planalto, a discussão sobre o controle do gasto público. Não estou vendo no governo, no Palácio principalmente, não na economia, um apetite para tratar desse assunto”, disse o presidente da Câmara. A crise sanitária aumentou a pressão pela ampliação de gastos públicos para financiar medidas de retomada da economia. Em meio à pandemia, o governo já tentou driblar a regra do teto de gastos, por exemplo. A emenda constitucional que criou esse mecanismo é de 2016, vale por 20 anos e prevê que os gastos da União (Executivo, Legislativo e Judiciário) não podem crescer acima da inflação do ano anterior. Porém, por lei, os repasses do governo federal ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), por exemplo, não são submetidos à regra. Com isso, não sofrem essas restrições e podem ter um aumento maior. Assim, nas negociações da renovação do Fundeb, o governo tentou aprovar a destinação de parte dos recursos do fundo a ações de assistência social. Porém, a proposta foi rejeitada por deputados. O texto ainda precisa ser analisado no Senado. Nesta quinta-feira (6), o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou que o governo não quer desrespeitar a regra do teto de gastos "de forma nenhuma". Em episódios recentes, diante do ritmo fraco da economia, a ala política do governo e integrantes da base de apoio de Bolsonaro no Congresso aumentaram as pressões para elevar investimentos públicos no próximo ano e prorrogar o auxílio emergencial até dezembro. Como informou o colunista do G1 Valdo Cruz, esta pressão tem gerado desconforto na equipe econômica, que teme uma perda de credibilidade da política voltada ao setor. Aumento do gasto público é fundamental, mas precisa ser temporário, dizem economistas Veja Mais

Bovespa opera em queda seguindo mercados globais

G1 Economia Na quinta-feira, bolsa subiu 1,29%, a 104.125 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (7), contaminado pelo viés negativo nos mercados globais em meio ao aumento da tensão nas relações entre Estados Unidos e China, enquanto, no Brasil, o Senado aprovou teto para juros de cartão de crédito e cheque especial. Às 10h06, o Ibovespa tinha queda de 0,17%, a 103.952 pontos. Veja mais cotações. Na quinta, a bolsa fechou em alta de 1,29%, a 104.125 pontos. Com o resultado, o acumulando para o mês é de alta de 1,05%. A redução anual do índice ainda é de 10,08%. o Cenário No exterior, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou proibições para transações no país com os proprietários chineses do aplicativo de mensagens WeChat e do aplicativo de compartilhamento de vídeo TikTok, aumentando um confronto com Pequim sobre o futuro da indústria global de tecnologia. A China disse que as empresas cumprem as leis e regulamentações norte-americanas e alertou que os EUA teriam de "arcar com as consequências" de sua ação. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Também nos EUA, o mercado avalia o relatório de emprego divulgado mais cedo, que apontou uma desaceleração na criação de vagas, mas queda na taxa de desemprego para 10,1% em julho. Ainda da pauta externa, as exportações chinesas em julho tiveram a maior alta do ano, enquanto algumas importações de matérias-primas atingiram máximas recordes, ampliando as esperanças de uma recuperação mais sustentada da segunda maior economia do mundo. No Brasil, o projeto aprovado no Senado, entre outras medidas, limita os juros para o crédito rotativo do cartão de crédito e todas as demais modalidades de crédito ofertadas por meio de cartões de crédito e da linha de crédito do cheque especial a 30% ao ano durante o estado de calamidade pública. O texto segue para a Câmara dos Deputados. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Veja Mais

Inflação fica em 0,36% em julho, puxada por gasolina e energia elétrica

G1 Economia Taxa é a maior do ano e a mais alta para o mês em 4 anos. Em 12 meses, IPCA passou a acumular avanço de 2,31%, ainda abaixo do piso da meta para o ano, que é de 2,5%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, ficou em 0,36% em julho, puxada principalmente pela alta da gasolina e da energia elétrica, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a maior do ano e a mais alta para um mês de julho desde 2016, quando registrou 0,52%. O resultado também representa uma aceleração frente a junho, quando o IPCA foi de 0,26%. Apesar da aceleração em julho, a inflação permanece em patamares baixos em meio aos impactos da pandemia de coronavírus, fraca demanda e incertezas sobre o ritmo de recuperação da economia brasileira e global. No acumulado em 2020, o IPCA passou a acumular alta de 0,46%, e em 12 meses, de 2,31%, ainda abaixo do piso da meta do governo para o ano, de 2,5%. IPCA - Inflação oficial mês a mês Economia G1 Gasolina e energia puxam alta Dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, 6 apresentaram alta em julho. As medidas de isolamento para conter a disseminação do coronavírus vêm sendo flexibilizadas, depois de terem afetado de maneiras diferentes o consumo. Entretanto, os maiores pesos na inflação do mês foram exercidos por gasolina e energia elétrica devido a reajustes de preços. O maior impacto veio de transportes, que teve alta de 0,78%, com destaque para a gasolina (3,42%), que contribuiu com o maior impacto individual (0,16 ponto percentual) no índice geral. No acumulado no ano, porém, a gasolina ainda tem queda de 8,76%. O óleo diesel (4,21%) e o etanol (0,72%) também ficam mais caros em julho. Por outro lado, houve queda nos subitens transporte por aplicativo (-8,17%) e passagem aérea (-4,21%). “A gasolina continua revertendo o movimento que teve nos meses de abril e maio. Já havia subido em junho e voltou a subir em julho. Além disso, houve uma queda menos intensa das passagens aéreas em comparação com maio e junho”, destacou Pedro Kislanov, gerente da pesquisa. No grupo Habitação (0,80%), a maior contribuição (0,11 p.p.) veio do item energia elétrica (2,59%). Das 16 regiões pesquisadas, 13 apresentaram aumento, reflexo de reajustes tarifários em várias capitais. Gasolina subiu 3,42% em média no país e foi um dos itens de maior impacto no índice de inflação de julho Reprodução/G1MS Veja as taxas de variação dos grupos pesquisados Alimentação e Bebidas: 0,01% Habitação: 0,80% Artigos de Residência: 0,90% Vestuário: -0,52% Transportes: 0,78% Saúde e Cuidados Pessoais: 0,44% Despesas Pessoais: -0,11% Educação: -0,12% Comunicação: 0,51% Vestuário segue com deflação e alimentos ficam estáveis Entre os grupos que apresentaram quedas nos preços, o destaque foi vestuário (-0,52%), que registrou o 3º mês consecutivo de deflação. “Pode estar relacionado à baixa demanda por conta da pandemia”, afirma Kislanov. Já os preços de alimentos e bebidas ficou próximo da estabilidade, variando 0,01%. A alimentação para consumo no domicílio apresentou alta de 0,14%. Entre os maiores avanços no grupo alimentação, destaque para carnes (3,68%), leite longa vida (3,79%), arroz (2,20%) e frutas (1,09%). Já entre as quedas, os recuos mais relevantes foram nos preços da batata-inglesa (-24,79%), cenoura (-20,67%) e tomate (-16,78%). No item alimentação fora do domicílio (-0,29%), a queda foi puxada pelo resultado do subitem lanche (-0,86%). Os Artigos de residência (0,90%) apresentaram a maior alta entre os 9 grupos pesquisados. Os destaques, mais uma vez, foram os artigos de tv, som e informática (2,87%). Os preços dos eletrodomésticos e equipamentos (1,01%) também subiram, ao passo que os itens de mobiliário (-0,22%) seguem em trajetória de queda. Os custos de serviços (-0,11%), por sua vez, permaneceram em queda, ainda que menor do que o recuo de 0,26% no mês anterior. Rio Branco tem a maior inflação em julho Índice de inflação (em %) por região Economia G1 No que diz respeito aos índices regionais, todas as 16 áreas pesquisadas pelo IBGE apresentaram alta em julho. A maior taxa foi registrada no município de Rio Branco (0,75%), particularmente em função da alta nos preços da gasolina (7,04%). Já o menor índice foi observado na região metropolitana de Vitória (0,21%), especialmente por conta da queda nos preços da batata-inglesa (-38,28%) e do tomate (-21,19%). Nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, o índice ficou em 0,24% em ambas. Perspectivas e meta de inflação Os analistas das instituições financeiras projetam uma inflação de 1,63% em 2020, conforme a última pesquisa Focus do Banco Central. As estimativas são mantidas baixas em meio à pandemia do novo coronavírus e das incertezas sobre o ritmo de recuperação das economias brasileira e mundial. A expectativa de inflação do mercado para este ano segue bem abaixo da meta central do governo, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020. Metas para a inflação estabelecidas pelo Banco Central Aparecido Gonçalves/Arte G1 Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que foi reduzida nesta semana para a nova mínima histórica de 2% ao ano. Kislanov considera que os efeitos da flexibilização da quarentena ainda vão surgir. "Julho já tinha menos quarentena e os serviços permaneceram parecidos com junho. O efeito ainda vai demorar a aparecer, até porque temos muitos efeitos negativos sobre o mercado de trabalho e a renda das pessoas", disse o pesquisador à Reuters. "As pessoas consomem menos em alguns setores por saírem menos de casa. Vemos aumento do desemprego e pandemia gera retração econômica, e isso causa redução da massa salarial e renda per capita e afeta a demanda", completou. Copom deixa abertura para novos cortes se governo mantiver agenda fiscal, dizem economistas Ana Flor sobre taxa Selic a 2%: ‘Em termos de investimentos, se ganha menos’ Pesquisa por telefone e internet Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 1º a 28 de julho de 2020 com os preços vigentes no período de 29 de maio a 30 de junho de 2020. Por conta da pandemia de coronavírus, o IBGE suspendeu em março a coleta presencial de preços nos locais de compra e passou a coletar os valores por outros meios, como pesquisas realizadas em sites de internet, por telefone ou por e-mail. O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. INPC ficou em 0,44%, também o maior para o mês desde 2016 O IBGE também divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do mês de julho, utilizado como referência para reajustes salariais e benefícios previdenciários. O índice apresentou alta de 0,44%, também o maior resultado para um mês de julho desde 2016, quando a taxa foi de 0,64%. No ano, a variação acumulada é de 0,80% e, nos últimos doze meses, o índice apresentou alta de 2,69%. Em julho de 2019, a taxa foi de 0,10%. Veja Mais

Exportações da China saltam em julho e sinalizam recuperação mais sustentada

G1 Economia Vendas para outros países cresceram 7,2% na comparação anual, ritmo mais forte desde dezembro. As importações, por outro lado, caíram 1,4%. A economia da China parece ter ganhado ritmo em julho uma vez que as exportações tiveram a maior alta do ano enquanto algumas importações de matérias-primas atingiram máximas recordes, ampliando as esperanças de uma recuperação mais sustentada. A economia está gradualmente saindo de uma contração recorde no primeiro trimestre, mas a recuperação permanece frágil uma vez que o aumento de casos de coronavírus em todo o mundo e novas restrições podem afetar a demanda. Os gastos dos consumidores chineses também permaneceram fracos em meio a perdas de empregos e preocupação com um ressurgimento das infecções. O desempenho das exportações do país, no entanto, não tem sido tão afetado como alguns analistas temiam, enquanto sinais de estabilização na economia doméstica reduziram a urgência de mais estímulos. Em julho as exportações cresceram 7,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, ritmo mais forte desde dezembro do ano passado, mostraram dados da alfândega nesta sexta-feira, contra expectativas de analistas de queda de 0,2% e acelerando ante o aumento de 0,5% de junho. As importações, por outro lado, caíram 1,4%, ante expectativa do mercado de alta de 1,0%. O superávit comercial da China em julho foi de US$ 62,33 bilhões, ante US$ 46,42 bilhões em junho. "Os dados estão em linha com nossa previsão de as exportações se recuperaram de forma mais decisiva no segundo semestre junto com a economia global, disse Tommy Wu, economista da Oxford Economics, acrescentando que a demanda externa para outros produtos, além dos médicos, irá se recuperar gradualmente conforme a produção industrial global acelera. As exportações entre janeiro e julho de produtos têxteis, incluindo máscaras faciais, aumento 31,3% sobre o ano anterior, acelerando ante alta de 27.8% no primeiro semestre. O crescimento das vendas de equipamentos médicos também acelerou para 47,3%, de 41,4%. Mas em um sinal de que a demanda global pode estar se estabilizando, as exportações de outros produtos como eletrônicos e aparelhos celulares aumentaram enquanto as quedas de móveis e brinquedos se moderaram, mostraram os dados. Analistas atribuíram a queda nas importações de julho na base anual a preços mais fracos de commodities após alguns fortes embarques no ano anterior. Eles estão otimistas de que um aumento nos projetos de construção diante do suporte econômico irá aumentar as importações. PIB da China cresce 3,2% no segundo trimestre em relação ao ano passado Veja Mais

Gerente da Galeria do Rock relembra reabertura após quarentena: 'Emocionante'

G1 Economia Referência cultural em São Paulo, a galeria ficou três meses fechada por causa da pandemia do coronavírus. Agora, lojas de discos, moda, esportes e tatuagem lutam para sobreviver. A Galeria do Rock é uma referência cultural em São Paulo. Apesar do nome, virou palco para várias tribos e estilos de música. São sete andares de lojas de discos, moda, esportes, tatuagem. A pandemia do coronavírus afetou diretamente os negócios dos comerciantes. A galeria recebia mais de 500 mil pessoas por mês antes da quarentena fechar tudo por quase três meses. Seis lojas não resistiram e fecharam os negócios. Galeria do Rock ficou três meses fechada e lojistas comemoram reabertura Reprodução TV Globo Com a reabertura, as mudanças já começam na entrada. Grade dos dois lados, seguranças na porta, totem de álcool gel e medição de temperatura. Tudo para garantir a segurança dos frequentadores e lojistas lá dentro. Antonio de Souza Neto, conhecido como Toninho, era lojista e virou síndico do conjunto nos anos 90. Ele diz que houve muita negociação no período em que as lojas estavam fechadas: “Conversei muito com proprietários, locadores, eles facilitaram muito. Não cobraram aluguel durante o fechamento ou reduziram pela metade as locações." Com a reabertura, em junho, os clientes estão voltando. “No primeiro dia foi tão lindo. Teve gente que disse: ‘Eu tô vindo aqui gastar para poder ajudar a galeria’. A solidariedade foi tão mágica, tão fantástica, foi emocionante”, comemora Antonio. A loja do Walter Thiago é tão famosa que virou ponto turístico dentro da galeria. Só de vinis, reúne cerca de cinco mil. Um paraíso para quem gosta de rock e pop. Ele já tinha uma operação online mais estruturada e conseguiu manter 50% do faturamento. “Muita coisa mudou, mas a gente está conseguindo superar isso e dando a volta por cima. No dia a dia a gente sente que está dando uma melhorada”. Confira a reportagem completa: Veja Mais