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Boeing 777X tem voo inaugural bem-sucedido nos EUA

G1 Economia Modelo tem capacidade para transportar entre 384 a 426 passageiros, e foi desenvolvido para competir com o A350 da fabricante europeia Airbus. Companhia já recebeu 340 pedidos, principalmente de sete grandes companhias aéreas. Um Boeing 777X decola durante seu primeiro voo de teste em base da empresa em Everett, Washington, no sábado (25) Reuters/Terray Sylvester A nova aeronave de longa distância da empresa americana Boeing, o modelo 777X, decolou com sucesso neste sábado (25) em seu voo de estreia, saindo de Paine Field, em Everett (Washington), nos Estados Unidos. "Sim! Decolagem do Boeing triple 7X", vibrou Josh Green, membro da equipe de comunicações da fabricante aeronáutica, no momento em que o avião deixou a pista e seguiu pelas nuvens, às 18h10 GMT (15h10 no horário de Brasília). A aeronave pousou na pista de Boeing Field, na periferia, às 22 horas (19 horas de Brasília). Um Boeing 777X decola durante seu primeiro voo de teste em base da empresa em Everett, Washington, no sábado (25) Reuters/Terray Sylvester Esse voo inaugural, que saiu de uma base aérea situada a cerca de 50 km de Seattle, marca o início de uma nova bateria de provas de voo para que a aeronave possa obter uma certificação. A potência dos motores gigantes da 777X, fabricados pela gigante americana General Electric, jorrou uma imensa quantidade de água na pista antes de que a aeronave adquirisse velocidade suficiente para poder decolar. Um Boeing 777X durante seu primeiro voo de teste em base da empresa em Everett, Washington, no sábado (25) Reuters/Terray Sylvester O 777X, que tem capacidade para transportar entre 384 a 426 passageiros, foi desenvolvido para competir com o modelo A350 da fabricante europeia Airbus. Até o momento, o modelo da Boeing já recebeu 340 pedidos, principalmente de sete grandes companhias aéreas, como a Emirates, Lufthansa, Cathay Pacific, Singapore Airlines e a Qatar Airways. As primeiras entregas do novo modelo não são esperadas antes de 2021, mesmo que anteriormente o prazo previsto fosse ainda para esse ano. A Boeing comemora o sucesso desse primeiro voo em um momento em que enfrenta uma forte crise relacionada a sua aeronave mais famosa, a 737 MAX, modelo que foi impedido de voar desde março de 2019 após acidentes que deixaram 364 mortos entre outubro de 2018 e março de 2019, atribuídos ao seu sistema de controle de voo automatizado, o MCAS. Veja Mais

Região de Piracicaba fecha 2019 com melhor saldo de emprego em seis anos, aponta Caged

G1 Economia Conglomerado teve 3,7 mil vagas abertas; Limeira, Nova Odessa e São Pedro puxaram alta. Linha de produção foi um dos setores que mais empregou na região de Piracicaba em 2019, diz Caged Thomaz Fernandes/G1 A região de Piracicaba (SP) registrou em 2019 um saldo positivo de 3.709 vagas de emprego, o melhor resultado em seis anos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24), pelo Ministério da Economia. A alta foi puxada principalmente por Limeira (SP), que criou 1.697 novos postos de serviço no ano, seguida por Nova Odessa (SP), com 625, e São Pedro (SP), com 452. Saldo de empregos na região de Piracicaba em 2019 No caso de Limeira, os setores que apresentaram os cargos que tiveram o maior saldo foram alimentador de linha de produção (378 postos criados), motorista de caminhão de rotas regionais e internacionais (276) e servente de obras (272). Já em Nova Odessa, as funções com os melhores balanços foram carregador de veículos de transportes terrestres (salgo positivo de 63 vagas), alimentador de linha de produçao (62) e auxiliar de escritório (49). E em São Pedro, os destaques foram para os cargos de alimentador de linha de produção (107), professor de nível médio do Ensino Fundamental (81) e embalador a mão (50). Série histórica Na comparação com 2018, a região criou 713 vagas de emprego a mais no ano passado. Uma melhoria gradativa do índice de empregos com carteira assinada vem sendo registrada desde 2015. Naquele ano, 19 mil vagas de serviço foram fechadas. No ano seguinte, o saldo negativo foi de 8,6 mil vagas e nos anos seguintes o balanço passou a ser positivo. No País Os dados da região refletem o cenário nacional. O Brasil criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Caged. O número resulta da diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões – que totalizaram 15.553.015 pessoas. Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, o melhor resultado desde 2013 – quando foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas formais abertas em seis anos. Veja as notícias das regiões de Piracicaba e Campinas Veja Mais

Julgamento da Bayer sobre glifosato é adiado para que negociação de acordo prossiga

G1 Economia Este seria o primeiro julgamento coletivo na disputa judicial sobre se o glifosato, substância ativa do Roundup, é cancerígeno. O glifosato é um dos herbicidas mais usados no mundo Benoit Tessier/File Photo/Reuters A Bayer disse nessa sexta-feira (24) que chegou a um acerto com advogados de reclamantes para adiar um julgamento no estado norte-americano de Missouri, que avaliaria alegações de que o herbicida Roundup, à base de glifosato, o agrotóxico mais vendido no mundo, causa câncer. Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? "Embora a Bayer esteja construtivamente engajada no processo de mediação, no momento não há um acordo abrangente. Também não há certezas ou cronogramas para uma resolução abrangente", disse a companhia em comunicado, referindo-se às negociações de um acordo. O quarto julgamento nos Estados Unidos relacionado às alegações sobre o Roundup estava programado para ter início na manhã desta sexta-feira em St. Louis, mas nunca chegou a começar, já que advogados da empresa e dos pacientes de câncer se reuniram para discutir o adiamento. Este seria o primeiro julgamento coletivo na disputa judicial sobre se o glifosato, substância ativa do Roundup, é cancerígeno, e também o primeiro a ocorrer fora da Califórnia. St. Louis é a cidade-sede da Monsanto, produtora do Roundup, que foi comprada pela Bayer em 2018, em um negócio de 63 bilhões de dólares. Três júris consecutivos consideraram a empresa responsável por casos de câncer e determinaram indenizações de milhões de dólares a cada reclamante. A Bayer está recorrendo dos veredictos. O mediador indicado pelo tribunal, Ken Feinberg, que lidera as discussões de acordos, estimou o número total de requerentes nos processos sobre o Roundup em mais de 75 mil, enquanto a Bayer disse que as intimações judiciais recebidas não atingem 50 mil. A empresa alemã afirmou nesta sexta-feira que continuará no processo de mediação, sob a boa-fé de Feinberg. Operadores afirmam que o mercado aprova a ideia de que a empresa feche um acordo sobre os processos, embora alguns alertem que a perspectiva de um acerto abrangente é incerta. Analistas estimaram que o valor de um acordo dessa natureza poderia ficar entre US$ 8 bilhões e US$ 12 bilhões. Initial plugin text Veja Mais

Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (26/01/2020)

G1 Economia Programa mostra os efeitos da estiagem na produção de uvas do RS, as chuvas no Espírito Santo, o plantio do algodão em MT e as melhores reportagens de 2019. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (26/01/2020) No Globo Rural deste domingo (19), o programa mostra os efeitos da estiagem na produção de uvas do Rio Grande do Sul, as chuvas no Espírito Santo e o plantio do algodão em Mato Grosso. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Você ainda vai relembrar as melhores reportagens de 2019. Não perca! O Globo Rural começa às 8h30. Veja Mais

1 ano após a tragédia de Brumadinho, Vale recupera valor de mercado e volta a ver lucro

G1 Economia Empresa tem um valor de mercado semelhante ao que tinha antes do rompimento da barragem, que deixou 259 mortos e 11 desaparecidos. Alta do preço do minério e operação eficiente ajudaram retomada. Um homem observa a lama depois do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Mauro Pimentel/AFP Um ano após o rompimento da barragem de Brumadinho, que deixou 259 mortos e 11 desaparecidos, a Vale conseguiu recuperar a confiança dos investidores, mitigou boa parte do impacto financeiro da tragédia e caminha para um 2020 de fortes resultados. A alta dos preços do minério, a demanda aquecida da China e a produção a baixo custo da mineradora ajudam a explicar por que ela conseguiu abrandar rapidamente os efeitos da tragédia. Ao menos junto aos investidores, os danos já foram recuperados. Na bolsa, a empresa tem um valor praticamente igual ao de um ano atrás, quando a lama de rejeitos cobriu Brumadinho e provocou uma das maiores tragédias envolvendo uma companhia privada no país. Logo após o desastre, a reação no mercado financeiro foi imediata. As ações da mineradora caíram bruscamente diante da incerteza quanto ao tamanho do impacto na operação da empresa. "As ações obviamente despencaram porque não poderia nem ser considerado acidente, já que aconteceu pela segunda vez", diz a analista Gabriela Cortez, do Banco do Brasil, que acompanha as ações da mineradora, em referência ao rompimento da barragem da Samarco em Mariana, em 2015. A Samarco pertence à Vale e à anglo-australiana BHP Billiton. As perdas na bolsa chegaram a mais de R$ 70 bilhões nos dias que se seguiram à tragédia. Mas cerca de três meses depois boa parte desse valor foi recomposto. Em 25 de janeiro de 2019, no dia do rompimento da barragem, o valor de mercado da Vale era de R$ 287,8 bilhões. No pior momento, em 7 de fevereiro, chegou a R$ 213,2 bilhões e, na última sexta-feira, estava em R$ 275,9 bilhões. Valor de mercado da Vale Arte/G1 "O mercado penalizou a companhia num primeiro momento, mas houve uma alta no preço do minério de ferro", diz Pedro Galdi, analista de investimentos da gestora Mirae. "E o mercado financeiro não tem coração, se o papel ficou barato, (o investidor) compra de novo." Procurada pelo G1, a Vale não quis comentar sobre a recuperação do valor de mercado da companhia na bolsa de valores. Para população, recuperação não veio Se para a companhia a maior parte do impacto já foi mitigada, para a população de Brumadinho as marcas da tragédia ainda são latentes e muitas perguntas permanecem sem respostas. Reportagem do G1 publicada nesta semana mostrou como os trabalhadores ainda são afetados pelo desastre. Além das 11 famílias que ainda aguardam para poder enterrar seus entes, são vários os relatos de sobreviventes que se queixam falta de assistência da companhia, enfrentam depressão e distúrbios psicológicos, e buscam por justiça. Até hoje, ninguém foi preso ou responsabilizado. Imbróglios na Justiça Embora a Vale tenha recuperado o seu valor de mercado, a mineradora enfrenta imbróglios com a Justiça. Nesta semana, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou o ex-presidente da companhia Fabio Schvartsman e mais 15 pessoas pelo crime de homicídio doloso, aquele em que há a intenção de matar. Elas também vão responder por crime ambiental, assim como a Vale e a empresa de engenharia TÜV SÜD, que havia atestado a segurança da barragem. Com a crise provocada pela tragédia de Brumadinho, Schvartsman se afastou do comando da Vale em 2 de março e foi substituído por Eduardo Bartolomeo. Fabio Schvartsman, ex-presidente da Vale, depois de conceder entrevista coletiva sobre o rompimento de barragem em Brumadinho (MG) Pilar Olivares/Reuters No ano passado, até o terceiro trimestre, a Vale provisionou, ou seja, reservou dentro do seu balanço, US$ 6,2 bilhões (cerca de 24,1 bilhões) para cobrir todos os estragos provocados por ela em Brumadinho. Nessa conta, entram compensações financeiras às famílias das vítimas, multas ambientais e gastos para descomissionar barragens a montante, modelo das duas barragens que estouraram. Por enquanto, R$ 6 bilhões em pagamentos já foram feitos, segundo a empresa. Parte saiu do "colchão" provisionado e parte saiu diretamente do caixa da empresa. A companhia calcula que, no total, considerando despesas e provisões, o desastre custe aproximadamente US$ 8 bilhões aos seus cofres entre 2019 e 2031, sendo que 75% desse valor deve estar contabilizado até 2022. Preço compensa queda na produção A recuperação da Vale também é visível nos balanços divulgados pela companhia ao longo de 2019. No primeiro trimestre, a mineradora reportou prejuízo bilionário em função de provisões para cobrir despesas com o desastre. No segundo, também teve perdas. Mas, apesar disso, a operação continuava forte e gerando receita e, já no terceiro trimestre, a empresa conseguiu reverter os prejuízos anteriores e lucrou R$ 6,5 bilhões. Os dados do quatro trimestre e do ano fechado só serão divulgados em 20 de fevereiro. Nos nove primeiros meses do ano, a empresa acumula prejuízo de R$ 264,4 milhões. Últimos resultados financeiros da Vale Arte/G1 Na ponta desse resultado, está uma forte valorização do minério de ferro. Em 2019, a tonelada encerrou o ano a US$ 90, um crescimento de quase 36% na comparação com 2018. A cotação subiu por um descompasso entre oferta e demanda mundial causado, em parte, justamente pelo desastre da Vale, que fez cair a produção da mineradora, importante exportadora global da commodity. Ao mesmo tempo, empresas do ramo na Austrália – país que também é grande vendedor de minério – tiveram a oferta comprometida ao longo de 2019 depois que um ciclone tropical destruiu portos e outras estruturas. Do lado da demanda, a procura por minério na China crescia conforme o setor siderúrgico batia recordes. Evolução do preço do minério de ferro Arte/G1 As operações paradas por conta da tragédia – não apenas da mina de Brumadinho, mas de outras que também tinham barragens semelhantes e foram interditadas pela Justiça – reduziram a capacidade de produção de minério da Vale em 93 milhões de toneladas. Mas a companhia já conseguiu reverter algumas decisões e voltar com parte das operações e espera retomar o restante das que estão paralisadas, que somam 50 milhões de toneladas, até o fim de 2021. FMI eleva estimativa de crescimento do Brasil para 2020 No acumulado dos nove primeiros meses de 2019, a produção de minério de ferro da Vale foi de 223,6 milhões de toneladas, uma queda de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em volume, as vendas também recuaram no período: foram 191,4 milhões de toneladas, queda de aproximadamente 16%. Apesar disso, puxada pela alta dos preços, em valores, as vendas totais da empresa (receita líquida) cresceram 11% na mesma comparação e somaram R$ 107, bilhões, contra R$ 97 bilhões nos nove primeiros meses de 2018. "Em 2019, com o rompimento da barragem de Brumadinho, a Vale anunciou um ajuste na sua capacidade de produzir. Nesse meio tempo, a oferta australiana ficou comprometida por causa do ciclone", afirma o Felipe Beraldi, analista da consultoria Tendências. "Junto com esse quadro da oferta, houve um bom desempenho da demanda da China por minério." Outro ponto que pesou a favor da Vale foi que ela conseguiu formar a reserva financeira para reparar os danos da tragédia sem se endividar. No fim de 2018, sua dívida líquida (dívida total menos o dinheiro guardado em caixa) era de R$ 37,5 bilhões. Em março de 2019, chegou a R$ 53,7 bilhões, mas, em setembro, caiu para R$ 33,4 bilhões. "A geração de caixa deles é muito forte, com a própria operação conseguiram honrar todos os pagamentos que tinham", destaca Gabriela, do BB. Também são um trunfo da empresa as operações no Norte do país, que extraem minério de alta qualidade a um custo baixo em comparação com o das concorrentes estrangeiras, segundo os analistas. O gigantesco complexo S11D, no Pará, inaugurado em 2016 e com investimentos anunciados de US$ 14,3 bilhões, respondeu sozinho, por 24,2% da produção de minério de ferro da empresa de janeiro a setembro de 2019. No mesmo período de 2018, a participação era de 14,9%. Diferentemente da mina de Brumadinho, lá o material é beneficiado a seco. O que esperar de 2020 Sede da Vale, no Rio de Janeiro Reuters Se o quadro atual for mantido, os analistas avaliam que a Vale deve colher um bom resultado este ano. Há quem não descarte um resultado positivo já no balanço fechado de 2019, porque não há expectativa de que a companhia volte a ter de provisionar valores significativos. Assim, a mineradora conseguiu limpar o seu balanço e ainda vai se beneficiar da cotação do minério de ferro. "Ela deve seguir pagando indenizações e isso deve aparecer ainda elevando as despesas. Mas já está provisionado, só é abatido das provisões, não afeta o balanço, só sai do caixa", diz Gabriela. O preço do minério até deve ter uma redução neste ano, mas num patamar ainda bastante confortável para a mineradora. A equipe da XP Investimentos projeta que o preço da tonelada deve ter uma cotação média de US$ 85 em 2020. "A cotação ficaria um pouco abaixo de 2019, mas em níveis muito saudáveis ainda para a empresa", diz Yuri Pereira, analista da XP Investimentos. "Essa cotação (de US$ 85) pode ser até conservadora dependendo de como for a primeira metade do ano porque a temporada de ciclones na Austrália começa agora, e o mercado está um pouco reticente depois do ano passado. E, no Brasil, há um nível de chuva mais alto, o que pode prejudicar o nível de escoamento." Antes da tragédia de Brumadinho, após passar por um processo de fortalecimento de governança, a Vale mudou sua política de remuneração aos acionistas. Ela anunciou que passaria a distribuir 30% da sua geração de caixa, medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), menos o investimento corrente. A ideia era se consolidar como uma grande pagadora de dividendos, o que também deve acontecer. "Essa é a nossa expectativa agora. Com [as operações do] Norte 'rampando' [amadurecimento das operações] com produto de qualidade e custo menor, e com a capacidade voltando, a operação rentável, a geração de caixa forte, e sem nenhum projeto previsto, não enxergo muito o que fazer com esse dinheiro [além de remunerar acionistas]", diz Gabriela, do BB. Veja Mais

Brasil e Índia assinam acordos nas áreas de segurança cibernética, biocombustíveis e ciência

G1 Economia Presidente Jair Bolsonaro e o premiê indiano Narendra Modi formalizaram parcerias em Nova Déli, neste sábado (25). Visita oficial à Índia continua até segunda-feira (27). O presidente brasileiro Jair Bolsonaro e o premiê Narendra Modi em Nova Déli, neste sábado (25) REUTERS/Altaf Hussain O presidente brasileiro Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, assinaram na manhã deste sábado (25), em Nova Déli, acordos de parceria entre os dois países nas áreas de segurança cibernética, biocombustíveis e ciência. Os governos assinaram 15 acordos de cooperação, entre os quais, parcerias para ampliar investimentos e intensificar o uso e a produção de bioenergia e combustíveis como etanol, biodiesel, bioquerosene e biogás. Outro ato também incentiva a exploração de petróleo e gás entre os dois países. Antes da viagem à Índia, onde fica até segunda-feira (26), Bolsonaro falou sobre o interesse em ver a Índia utilizar mais etanol em seus combustíveis. Na área de cibersegurança, Índia e Brasil se comprometeram a estreitar a troca de informações sobre o tema, respeitando as leis de cada país. Os dois países também aceitaram aprofundar o acordo assinado em 2006 para cooperação tecnológica entre cientistas, instituições de pesquisa e de financiamento. Um acordo também fortalece parceria no processamento de alimentos e na área agropecuária, e fortalece colaboração de produção leiteira. Mais investimentos na área de pecuária era um dos principais interesses defendidos pelo premiê indiano Narendra Modi, em visita ao Brasil, em novembro do ano passado. Na ocasião, Bolsonaro apontou o desejo de ampliar a parceria nas áreas de biocombustíveis e ciência e tecnologia. Bolsonaro vai à Índia com agenda cheia de compromissos, incluindo acordos bilaterais Visita à Índia Bolsonaro é convidado de honra de Modi para os festejos da República, neste domingo (26), em Nova Déli. O presidente brasileiro também deverá ir a Agra para conhecer o Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos do país. Ainda neste sábado, Bolsonaro deve se reunir com o presidente indiano Ram Nath Kovind e com o vice Venkaiah Naidu. Na segunda-feira (27), antes da visita ao Taj Mahal, o presidente brasileiro terá um café com empresários indianos, no qual serão apresentadas oportunidades de investimentos em infraestrutura. Ele também participará de um seminário empresarial Brasil-Índia. Segundo o Itamaraty, o Brasil deseja ampliar a venda de diferentes produtos para a Índia, um dos países mais populosos do mundo com mais de 1 bilhão de habitantes. De acordo com dados do Itamaraty, o intercâmbio comercial entre o Brasil e a Índia totalizou US$ 7,02 bilhões em 2019. As exportações brasileiras ficaram em US$ 2,76 bilhões e as importações, em US$ 4,26 bilhões. A Índia investe no Brasil nos setores de transmissão de energia, defensivos agrícolas e fabricação de veículos pesados. O Brasil investe em setores como motores elétricos, terminais bancários e componentes de veículos pesados. Veja Mais

Trump aumenta tarifas sobre produtos derivados de aço e alumínio de alguns países; Brasil está isento

G1 Economia Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, México e Coreia do Sul estão isentos das tarifas adicionais sobre produtos derivados de aço, e Argentina, Austrália, Canadá e México estão isentos das taxas adicionais sobre produtos derivados de alumínio. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na sexta-feira (24) um aumento das tarifas de importação sobre produtos derivados de aço em 25% e uma elevação de 10% nos impostos sobre produtos derivados de alumínio. Trump disse que Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, México e Coreia do Sul estão isentos das tarifas adicionais sobre produtos derivados de aço, e Argentina, Austrália, Canadá e México estão isentos das taxas adicionais sobre produtos derivados de alumínio. Trump acusa Brasil e Argentina de desvalorizarem moedas e diz que vai restaurar tarifas sobre aço e alumínio Bolsonaro diz que, após conversa com Trump, EUA desistiram de sobretaxar aço brasileiro Trump impôs tarifas sobre aço e alumínio importados para ajudar a aumentar a produção dos EUA, o que ele diz ser uma questão de segurança nacional. Desde a imposição de tarifas, disse Trump, as importações de aço e alumínio caíram, mas as importações de produtos derivados, como pregos de aço e cabos de alumínio, aumentaram. Trump disse que "os produtores estrangeiros desses artigos derivados aumentaram os envios desses artigos para os Estados Unidos, a fim de contornar os impostos sobre artigos de alumínio e artigos de aço". Ele disse que o aumento das tarifas entrará em vigor em 8 de fevereiro. Bolsonaro diz que Trump desistiu de taxar aço e alumínio do Brasil No dia 2 de dezembro, Donald Trump acusou, em uma rede social, Brasil e Argentina de desvalorizarem "maciçamente" suas moedas, e afirmou que vai reinstalar as tarifas de importação sobre o aço e o alumínio dos dois países. "Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para nossos agricultores", escreveu Trump em uma rede social. "Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todo o aço e o alumínio enviados para os EUA a partir desses países." Já no dia 20 do mesmo mês, o presidente Jair Bolsonaro informou que os Estados Unidos haviam desistido de sobretaxar o aço e o alumínio brasileiros. Veja Mais

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Preços dos combustíveis voltam a subir nesta semana, diz ANP

G1 Economia Aumento ocorre mesmo com a redução do preço da gasolina e do diesel nas refinarias. Preços tiveram alta na semana, diz ANP Marcelo Brandt/G1 Os preços dos combustíveis voltaram a subir nesta semana, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A alta ocorre mesmo com a Petrobras reduzindo os preços da gasolina e do diesel nas refinarias. Em janeiro, a estatal já promoveu dois cortes. De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor avançou 0,17%, para R$ 4,594, nesta semana. O preço do diesel teve alta de 0,24% no período, para R$ 3,8 por litro, em média. O preço do etanol também subiu na semana. O avanço foi de 0,19%, para R$ 3,247 por litro. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Preços na refinaria Na quinta-feira (23), a Petrobrás informou que o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias seria reduzido em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir desta sexta-feira. Neste mês, já é a segunda vez que a estatal corta o preço dos combustíveis. Em 14 de janeiro, a estatal diminuiu o valor da gasolina e do diesel em 3% nas refinarias. A redução no preço do combustível tem como pano de fundo a queda da cotação do petróleo no mercado internacional. Veja Mais

Oi vende fatia em operadora africana para petrolífera angolana por US$ 1 bilhão

G1 Economia Do valor total do negócio, US$ 699,1 milhões foram pagos pela Sonangol nesta sexta-feira Logo da Oi visto em loja de São Paulo Paulo Whitaker/Reuters A Oi anunciou nesta sexta-feira (24) que uma de suas subsidiárias indiretas que detinha participação no grupo angolano de telecomunicações Unitel vendeu essa fatia para a petrolífera Sonangol, também da Angola, por US$ 1 bilhão, de acordo com a Reuters. A pela subsidiária é a Africatel. Do valor total do negócio acertado, US$ 699,1 milhões já foram pagos pela Sonangol nesta sexta-feira. Outros US$ 240 milhões deverão ser pagos até o final de julho, representando um fluxo mínimo mensal de US$ 40 milhões a partir de fevereiro. A Africatel vendeu toda a participação que tinha na PT Ventures SGPS, holding portuguesa que detém 25% da Unitel e 40% da Multitel. Além da participação acionária, o negócio, que deve trazer importantes recursos para o plano de recuperação judicial da Oi, envolveu direitos de créditos de dividendos já vencidos da Unitel. Alívio no caixa Os recursos devem ajudar a empresa de telecom brasileira, que está com dificuldades que o grupo enfrenta para se reerguer no Brasil. Em recuperação judicial desde 2016, a companhia ainda enfrenta prejuízos e chegou a contratar assessores financeiros para avaliar a operação de telefonia móvel, segundo o Valor. Oi pede mais prazo para concluir recuperação judicial Em relatório divulgado no início desta semana, analistas do Bradesco BBI traçaram um cenário mais positivo para a companhia, com a expectativa de captações que somariam cerca de R$ 8 bilhões. A conta incluía a perspectiva do negócio angolano, agora confirmado, além de um empréstimo-ponte de R$ 2,5 bilhões. Nos cálculos do banco, os recursos seriam equivalentes a dois anos de caixa e ajudariam os executivos da tele a focar na recuperação das operações. O processo de recuperação judicial da Oi envolveu um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas. Veja Mais

'Ninguém faz política monetária olhando para o IPCA', diz presidente do BC

G1 Economia Roberto Campos Neto também disse que a instituição não estuda mudar regras do cartão de crédito para coibir juros altos, como foi feito com o cheque especial. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta sexta-feira (24) que a política monetária não é definida com base no IPCA, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a 'inflação oficial' do Brasil. "Ninguém faz política monetária olhado o IPCA, ainda que mais que sabemos que tem muitos fatores atípicos", disse em evento realizado pela XP Investimentos em São Paulo. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, fala em evento nesta sexta-feira Luísa Melo/G1 Na quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que o IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial do Brasil, avançou 0,71% em janeiro, no maior resultado para o mês desde 2016. A alta gerou no mercado expectativa de que o ciclo de corte dos juros básicos se encerre em breve. Entre os eventos atípicos, Campos Neto citou a pressão inflacionária dos preços da carne, que subiram com força no fim de 2019. "Nesse cenário estamos confortáveis. O choque [das proteínas] veio mais rápido, mas achamos que ele se dissipa mais rápido", afirmou. "Pra política monetária o que olhamos é um prazo mais longo do que o IPCA", reforçou. Regras do cartão de crédito ficam como estão Campos Neto também disse que a autoridade monetária não estuda nenhuma intervenção nas regras do rotativo do cartão de crédito, apesar de os juros da modalidade estarem subindo e serem "bastante altos". "Não estudamos nenhum tipo de intervenção de nenhuma forma nesse produto", afirmou. "É um produto que tem particularidades, mas queria enfatizar que não temos nenhuma medida nesse sentido", reforçou. Campos Neto afirmou que "gera indagação" o fato de a quantidade de parcelas nas compras com cartão não terem diminuído, mas sim, aumentado, com a queda dos juros. "Existia uma expectativa por parte dos reguladores de que a parcela sem juros ia diminuir o duration (prazo médio de recebimento das vendas), porque o ganho que você tem em parcelar é menor. Só que o que tá acontecendo é o contrário. O que aconteceu é que tá aumentando o duration", disse. Segundo ele, isso ocorre porque a decisão de dividir ou não a compra é do vendedor, que acaba recomendando o parcelamento para fazer com que a prestação caiba no bolso do cliente e o valor total da compra seja maior. O presidente o Banco Central disse ainda que, com exceção do rotativo do cartão e do cheque especial – que sofreu um limite de juros agora em janeiro – todas as outras modalidades de crédito "têm uma competição saudável". Veja Mais

16,5% das vagas criadas no país em 2019 foram intermitentes ou de tempo parcial

G1 Economia Essas duas modalidades responderam por 106 mil dos 644 mil novos postos de trabalho gerados no Brasil no ano passado. Do total de 644 mil vagas de emprego formal criadas no Brasil em 2019, uma fatia de 16,5% (106 mil) foram nas modalidades de trabalho intermitente ou de regime de tempo parcial, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia. Na modalidade de trabalho intermitente, houve um saldo de 85.716 empregos, envolvendo 14.007 estabelecimentos e 11.021 empresas contratantes. Ainda segundo o Caged, um total de 4.328 empregados assinaram contrato nesta condição com mais de uma empresa. Já no regime de tempo parcial, foram criados 20.360 empregos envolvendo 26.184 estabelecimentos e 22.326 empresas contratantes. Essas duas modalidades foram permitidas com a aprovação da reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro de 2017. No trabalho intermitente, o empregado ganha por hora trabalhada e não há garantia de jornada ou remuneração mínima por mês. Já o contrato de tempo parcial permite jornadas de até 30 horas semanais. SAIBA MAIS SOBRE AS MUDANÇAS DA REFORMA TRABALHISTA Trabalho intermitente pagou em média menos de um salário mínimo em 2018, mostra Dieese Somente em dezembro, houve um saldo de 8.825 empregos intermitentes. Por outro lado, foram perdidos 2.293 empregos de regime de tempo parcial. Desde a criação do trabalho intermitente, o saldo de vagas da modalidade foi positivo em todos os meses até agora – diferente do total de vagas formais, que chegou a registrar quedas bruscas em alguns momentos. Já o trabalho parcial registrou apenas dois meses com desligamentos superando as contratações. Trabalho intermitente por setores Apesar do avanço, até agora as contratações na modalidade intermitente estão bem abaixo da expectativa divulgada pelo governo na época da criação da modalidade, de criar 2 milhões de empregos em 3 anos, ou 55 mil vagas por mês. Os setores que mais contrataram na modalidade de trabalho intermitente em 2019 foram, pela ordem: r Serviços (+39.716), Comércio (+24.327), Indústria de Transformação (+10.459), Construção Civil (+10.044), Agropecuária (+971), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+118), Extrativa Mineral (+77) e Administração Pública (+4). As 10 ocupações que mais demandaram o trabalho intermitente foram: Assistente de Vendas: 6.582 Repositor de Mercadorias: 5.522 Vigilante: 3.647 Atendente de Lojas e Mercados: 3.593 Faxineiro: 3.158 Servente de Obras: 2.984 Alimentador de Linha de Produção: 2.797 Operador de Caixa: 2.765 Vendedor de Comercio Varejista: 2.003 Mecânico de Manutenção de Máquinas, em Geral: 1.788 Trabalho parcial por setores Os setores que mais contrataram no regime de tempo parcial foram Serviços (+10.620 postos), Comércio (+7.787) e Indústria de Transformação (+1.259). Na sequência, ficou Construção Civil (+424), Administração Pública (+101), Agropecuária (+99), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+64) e Extrativa Mineral (+6). Veja Mais

Divulgado edital do concurso da prefeitura de Mamanguape, PB

G1 Economia São 11 vagas em cargos com salários de R$ 4 mil. São 23 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior. Divulgação Foi divulgado o edital de concurso da prefeitura de Mamanguape, no Litoral Norte paraibano, que oferece 11 vagas em cargos de nível superior com salário de R$ 4 mil. Veja o edital do concurso para a prefeitura de Mamanguape Conforme o edital, estão disponíveis cinco vagas para auditor fiscal de débitos, duas para contador e quatro para procurador municipal. Todos os cargos são para pessoas com nível superior. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da organizadora, entre os dias 27 de janeiro e 28 de fevereiro. As taxas de inscrição custam R$ 95. As provas estão previstas para acontecer no dia 29 de março. Concurso da prefeitura de Mamanguape Vagas: 11 Nível: superior Salários: R$ 4 mil Prazo de inscrição: 27 de janeiro a 28 de fevereiro Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 95 Provas: 29 de março Edital do concurso da prefeitura de Mamanguape Veja Mais

UE, China e outros países concordam com sistema de apelação para resolver disputas na OMC

G1 Economia Medida temporária foi alternativa encontrada após Estados Unidos paralisaram o órgão de apelação da OMC no mês passado. Dezessete membros da Organização Mundial do Comércio, incluindo União Europeia e China, concordaram nesta sexta-feira (24) em criar um mecanismo temporário para resolver disputas comerciais depois que os Estados Unidos paralisaram o órgão de apelação da OMC no mês passado. A Comissão Europeia disse que os membros da OMC envolvidos concordaram que essa medida de contingência preservará o sistema de disputas em duas etapas da OMC até que seu próprio Órgão de Apelação fique operacional novamente. Washington congelou o Órgão de Apelação, que atua como um tribunal supremo para o comércio internacional, bloqueando as nomeações por mais de dois anos. Dois dos três membros do órgão chegaram ao fim de seus mandatos em dezembro, deixando-o incapaz de emitir decisões. Sete pontos para entender a paralisia que ameaça a OMC Donald Trump diz que OMC foi injusta com os Estados Unidos por muitos anos A UE já havia se unido à Noruega e ao Canadá anteriormente para formar um órgão de apelação separado que poderia resolver disputas. Os outros países que se inscreveram nesta sexta-feira são Brasil, Austrália, Chile, China, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Coreia do Sul, México, Nova Zelândia, Panamá, Cingapura, Suíça e Uruguai. Enquanto os Estados Unidos estão fora do grupo, o presidente dos EUA, Donald Trump, falando em Davos na quarta-feira, prometeu uma ação "muito dramática" para a OMC, sediada em Genebra. O diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, deve visitar Washington em breve. Uma fonte da UE disse que o fato de o governo Trump estar envolvido com a OMC é bem-vindo para o bloco, e que muitos membros do órgão acreditam que a OMC precisa ser reformada para refletir as mudanças na economia global, incluindo a ascensão da China. Veja Mais

Presunto de Parma, Prosecco e uísque Scotch... veja produtos europeus que serão protegidos no acordo UE-Mercosul

G1 Economia Fabricantes do Brasil e de outros integrantes do bloco sul-americano não poderão usar os nomes de 357 itens: confira lista completa. Pacto ainda não tem data para valer. Produção de presunto de Parma na Itália FOOD-ITALY/HAM REUTERS/Stefano Rellandini O acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, anunciado em junho do ano passado e que ainda não está em vigor, prevê que os sul-americanos irão proteger os nomes de 357 produtos europeus. Isso significa, por exemplo, que o único presunto de Parma que poderá ser vendido no Mercosul com essa nomenclatura será o produzido na própria cidade de Parma, na Itália. Também ficarão proibidas expressões como "tipo", "estilo" e "imitação" associadas aos nomes de produtos protegidos. A relação dos itens não foi divulgada na época do anúncio do acordo, mas estava disponível no site do Ministério da Relações Exteriores nesta quinta-feira (23). VEJA A LISTA COMPLETA O acordo também prevê que chocolates e doces, vinhos e outras bebidas alcoólicas e refrigerantes provenientes da União Europeia terão tarifas de importação eliminadas progressivamente, ou seja, ficariam mais baratos. E que 36 produtos do Brasil e outros de seus vizinhos também serão protegidos com a chamada indicação geográfica. Entre os itens nacionais, estão o queijo Canastra, a linguiça Maracaju e o café Alto Mogiana. Quando começa a valer? O pacto UE-Mercosul não tem data para começar a valer porque ainda precisa ser aprovado pelos parlamentos de todos os países envolvidos. Mesmo depois disso, a implementação dessa proteção aos produtos não será imediata: existe um prazo de transição entre 5 e 7 anos, dependendo do item. Veja como deverá ser o caso de alguns produtos: Vinho Prosecco (Itália): produto poderá ser utilizado apenas por produtores brasileiros por até 10 anos após a aprovação do acordo. Na Argentina e no Paraguai, o limite será de 5 anos. Produtores deverão deixar clara a origem do produto; Presunto de Parma (Itália): este nome ou “Presunto tipo Parma” pode ser usado por um período máximo de 7 anos a partir da entrada em vigor do acordo, desde que fique clara a origem do produto; Queijo Parmigiano Reggiano (Itália): será permitida a utilização do termo “Parmesão”, desde que o produto tenha sido registrado antes da aprovação do acordo comercial. Já o termo “Parmigiano Reggiano” poderá ser usado até 5 anos após o início do pacto; Vinho Bordeaux (França): termo “vinho Bordô” poderá ser utilizado por até 7 anos após a aprovação do acordo, desde que o produtor deixe clara a origem da bebida; Vinho Bourgogne (França): este nome e similares (Borgonha e Borgoña) poderão ser usados por até 7 anos, a partir do começo do acordo, mas o produtor deverá deixar clara a origem do vinho; Queijo Comté (França): produto poderá ter este nome por até 5 anos após o início do pacto, desde que esteja calara a origem do produto. Na lista, há também o uísque Scotch (Reino Unido),queijo S.Jorge (Portugal) e as cervejas de Bremen e Munique (Alemanha). Existem também produtos que o Brasil já protege, como o vinho do Porto (Portugal); Cognac, Champagne e queijo Roquefort (França). Initial plugin text Veja Mais

Braskem vai paralisar em definitivo produção de cloro soda em Camaçari

G1 Economia Segundo a companhia, a paralisação reflete o fim do prazo de vida útil da unidade. A petroquímica Braskem anunciou nesta quinta-feira (23) que paralisará em definitivo em abril a produção de cloro soda em Camaçari (BA), que tem capacidade anual de produção de 79 mil toneladas de soda cáustica e 64 mil toneladas de cloro. Segundo a companhia, a paralisação reflete o fim do prazo de vida útil da unidade e terá início, "seguindo os padrões de segurança aplicáveis e visando a proteção das pessoas, comunidades e do meio ambiente" e afirmou que as demais operações industriais da Braskem não serão afetadas. O anúncio ocorre dias após a Braskem ter acertado com autoridades federais e estaduais de Alagoas acordo para reparação de prejuízos a milhares de vítimas de fenômeno de afundamento e rachaduras de solo que atingiu Maceió. O acordo envolveu o pagamento pela companhia de R$ 2,7 bilhões. Veja Mais

Casa Branca diz que está levando a sério roubo de informações do celular de Jeff Bezos

G1 Economia Homem mais rico do mundo e fundador da Amazon, Bezos supostamente foi hackeado após receber um vídeo do príncipe herdeiro da Arábia Saudita pelo WhatsApp. ONU pede investigação sobre suposta invasão do celular do bilionário Jeff Bezos A Casa Branca afirmou nesta quinta-feira (23) que está levando a sério as denúncias de que a Arábia Saudita teria invadido e roubado dados do celular de Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo e fundador da Amazon. A declaração foi dada pelo porta-voz Hogan Gidley, que falou sobre o assunto com repórteres, dizendo ainda que não tinha mais informações sobre o caso, de acordo com a agência Reuters. Na terça-feira (21) foi revelado que o príncipe herdeiro teria enviado um vídeo, pelo WhatsApp, para o executivo com um código malicioso, que teria levado ao roubo de informações. A resposta da Casa Branca veio depois da reação de outros órgãos internacionais, como a ONU, que se posicionaram sobre a polêmica na quarta-feira (22). A Arábia Saudita é um importante parceiro comercial e aliado fundamental dos EUA no Oriente Médio, principalmente contra o Irã. O que se sabe até agora sobre a suspeita de invasão do celular de Jeff Bezos Bezos supostamente teve o celular hackeado em maio de 2018 depois de receber uma mensagem no WhatsApp enviada por Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita. A informação foi publicada na terça-feira (21) pelo jornal britânico "The Guardian". Em razão das possíveis implicações do caso na geopolítica internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu na quarta-feira (22) que os Estados Unidos e outras autoridades relevantes investiguem a suspeita de invasão do telefone. Segundo o relatório da ONU, as informações recebidas sugerem o envolvimento do príncipe saudita no caso. MBS, como ele é conhecido, teria a intenção de vigiar o bilionário para "influenciar, se não silenciar", reportagens do jornal "The Washington Post", do qual Bezos é dono. Veja o que se sabe sobre a suspeita de invasão do celular de Jeff Bezos por príncipe saudita Guilherme Luiz Pinheiro/G1 Como teria sido a espionagem? A suspeita é de que um programa de espionagem tenha sido instalado no iPhone de Bezos por meio de um vídeo enviado pelo WhatsApp. Segundo o jornal britânico "The Guardian", uma análise técnica feita a pedido da equipe de Bezos no telefone do bilionário revelou que ele recebeu um vídeo no formato MP4 enviado pela conta pessoal do príncipe Mohammed bin Salman, herdeiro da coroa árabe, que estava entre seus contatos. Um vídeo pode roubar informações do seu celular? O vídeo foi enviado em 1º de maio de 2018, segundo a análise. Horas depois, uma quantidade de dados maior que a usual passou a sair do celular de Bezos. Isso durou alguns meses e mais de 4 GB de dados foram transmitidos do aparelho dele, de acordo com a consultoria que vistoriou o telefone. Fundador da Amazon, o norte-americano Jeff Bezos é o homem mais rico do mundo, de acordo com o ranking de bilionários da revista "Forbes". A fortuna do empresário está estimada em mais de US$ 131 bilhões. Initial plugin text Veja Mais

Governo estuda opção de convocar militares da reserva para reduzir fila do INSS, diz Mourão

G1 Economia Ideia anunciada inicialmente pelo governo era a de contratar os militares. No entanto, Palácio do Planalto avalia que medida pode não ser aprovada pelo Tribunal de Contas da União. Mourão disse que governo pode optar por convocar militares da reserva para atuar no INSS O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta quinta-feira (23) que o governo estuda convocar militares da reserva para atuar na redução da fila de pedidos de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Inicialmente, o governo havia anunciado que os militares seriam contratados. No entanto, o Palácio do Planalto identificou que a medida pode encontrar resistência no Tribunal de Contas da União (TCU). Cerca de 2 milhões de pedidos aguardam a análise do INSS, que não está conseguindo lidar com o volume de solicitações. De acordo com Mourão, o TCU apontou que a contratação de militares da reserva “está rompendo o princípio da impessoalidade”, já que a medida ficaria restrita aos militares. Por isso, o governo estuda fazer uma convocação, para em seguida ceder os militares ao INSS. “Olha, o TCU está dizendo que está rompendo o princípio da impessoalidade ao você direcionar a contratação exclusivamente para o grupo militar. Direciona porque é mais barato. Agora, existem formas de fazer sem colocar isso como um rompimento da impessoalidade. O Ministério da Defesa convoca e cede, e não coloca diretamente sob as mãos do INSS. Isso está sendo estudado pelo pessoal na área jurídica”, disse Mourão. O vice-presidente presidente está à frente do Planalto em razão de uma viagem oficial do presidente Jair Bolsonaro à Índia. Antes de embarcar, Bolsonaro afirmou que o governo ainda não publicou o decreto para implementar as medidas emergenciais para o INSS, anunciadas na semana passada, porque aguarda o aval do TCU. Quando anunciou as medidas, o governo informou que a seleção dos militares será feita pelo Ministério da Defesa. Atualmente, 7.820 servidores do INSS fazem a análise de documentos para a concessão de benefícios. Com a chegada dos militares, funcionários do INSS devem sair do atendimento e reforçar a análise. A expectativa é que o número de analistas chegue a 10 mil. 1,3 mi de brasileiros esperam há mais de 45 dias por uma resposta do INSS Contratação de civis Questionado se, diante das ponderações do TCU, o governo poderia abrir a contratação para civis, o presidente em exercício afirmou que essa opção seria mais cara, o que exigiria uma avaliação do gasto. "O que acontece? Se você for contratar civil é contrato temporário, é mais caro. Então, tem que olhar a questão orçamentária", afirmou. Mourão explicou que o secretário de Previdência, Rogério Marinho, discute com o TCU os ajustes nas regras para o emprego dos militares na força-tarefa do INSS. Veja Mais

Amazon pede que Justiça dos EUA interrompa contrato da Microsoft com Pentágono

G1 Economia Empresas disputaram em 2019 por projeto de computação em nuvem do Departamento de Defesa, avaliado em US$ 10 bilhões. A Amazon entrou com uma petição na Justiça na quarta-feira (22) para impedir que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e a Microsoft deem continuidade a um acordo para contratação de serviços de computação em nuvem até que um tribunal decida sobre um protesto da empresa em relação ao contrato. O projeto chamado de Infraestrutura de Defesa Corporativa Conjunta (JEDI, na sigla em inglês) faz parte de uma modernização digital mais ampla do Pentágono, com o objetivo de torná-lo mais ágil tecnologicamente e é avaliado em US$ 10 bilhões de dólares. A Microsoft foi escolhida em outubro de 2019 como empresa que levaria o contrato e seria responsável pela implementação do projeto. Bezos, fundador da Amazon, e Trump: presidente dos EUA foi acusado pela empresa de fazer 'pressão imprópria' em contrato do Departamento de Defesa France Presse A Amazon, originalmente considerada a favorita para obter o acordo, havia indicado na semana passada que entraria com uma ordem de restrição temporária para exigir que o Pentágono e a Microsoft adiassem as atividades iniciais do contrato. Computação em nuvem: onde a Amazon faz mais dinheiro Em um comunicado, a Amazon Web Services, divisão de computação em nuvem da Amazon, disse que "é prática comum manter o desempenho do contrato enquanto um protesto está pendente, e é importante que sejam revistos os inúmeros erros de avaliação e a interferência política flagrante que impactaram a decisão do prêmio Jedi". O processo de aquisição foi adiado por reclamações legais e alegações de conflito de interesses. Mais recentemente, a Amazon culpou o presidente dos EUA, Donald Trump, de fazer "pressão indevida "contra a empresa. Amazon acusa Trump de 'pressão imprópria' em contrato com Pentágono O secretário de Defesa, Mark Esper, rejeitou a acusação e disse que o Pentágono fez sua escolha de maneira justa e livre, sem influência externa. Amazon acusa Trump de fazer pressão contra empresa em contrato bilionário com Pentágono Veja Mais

Governo veta uso no Brasil de antimicrobianos para promover crescimento de animais

G1 Economia A proibição, válida para os produtos tilosina, lincomicina e tiamulina, entra em vigor imediatamente. O Ministério da Agricultura decidiu nesta quinta-feira (23) proibir em todo o Brasil a importação, fabricação e comercialização de aditivos utilizados para promover o crescimento de animais produtores de alimentos que contenham três determinados tipos de antimicrobianos. Por que o uso de antibióticos na agropecuária preocupa médicos A medida, que consta de instrução normativa publicada no "Diário Oficial da União" desta quinta-feira, vem em meio a preocupações globais com a preservação da efetividade de antibióticos para seres humanos que usam esses antimicrobianos. A pasta havia sinalizado o veto ainda em dezembro de 2018, quando informou a intenção de proibir os produtos, utilizados para induzir o crescimento de animais, e abriu prazo para manifestação de interessados. Na época, o ministério informou que há recomendações da Organização Mundial de Saúde para "restrição completa de todas classes de antimocrobianos importantes na medicina humana para promoção de crescimento de animais produtores de alimentos". A proibição, válida para os antimicrobianos tilosina, lincomicina e tiamulina, entra em vigor de imediato. Importadores ou fabricantes detentores de registros para aditivos com esses produtos deverão recolher estoques remanescentes no comércio em até 90 dias. Os registros dos aditivos ainda serão cancelados, segundo a publicação do ministério. Produtos em estoque ou provenientes de recolhimento do mercado poderão ser reprocessados para exportação ou adequação como produto veterinário com fins terapêuticos, desde que autorizado pela pasta. Veja Mais

Arrecadação sobe 1,69% em 2019, para R$ 1,5 trilhão, melhor resultado em cinco anos

G1 Economia Informações foram divulgadas nesta quinta-feira pela Secretaria da Receita Federal. A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais teve um aumento real (descontado a inflação) de 1,69% em 2019, e somou R$ 1,537 trilhão, segundo números divulgados pela Secretaria da Receita Federal nesta quinta-feira (23). Trata-se do melhor resultado, para um ano fechado, desde 2014, ou seja, em cinco anos. De acordo com o Fisco, contribuíram, para o aumento da arrecadação neste ano, os seguintes fatores: Crescimento da economia brasileira, que, segundo a previsão de analistas do mercado financeiro, deve ficar em cerca de 1,2% no ano passado (resultado ainda será divulgado pelo IBGE). Parte do crescimento da arrecadação do ano passado ainda está relacionada ao resultado de 2018, pois as empresas recolheram esses valores no primeiro trimestre de 2019. Arrecadação atípica de R$ 13 bilhões em IRPJ e CSLL em 2019 influenciada pelas "alterações nas regras de compensações tributárias, a exemplo das estimativas mensais dos tributos". Crescimento das receitas com "royalties" do petróleo, com alta real 1,28% no ano passado, contra 2018, para R$ 61,011 bilhões. No ano anterior, haviam somado R$ 58,214 bilhões. Alta do crédito bancário para empresas e pessoas físicas, que gerou aumento real de 8,44% no Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), para R$ 40,890 bilhões. Apesar do resultado da arrecadação, no ano passado, os números oficiais mostram que houve desaceleração no ritmo de crescimento, na comparação com o ano anterior. A taxa de alta real, de 1,67%, foi menor do que a expansão real de 4,76% registrada em 2018 (na comparação com 2017). Meta fiscal O comportamento da arrecadação é importante porque é uma referência para a busca da meta fiscal, ou seja, o resultado para as contas públicas. Para 2019, a meta do governo é de um déficit (resultado negativo, sem contar as despesas com juros) de até R$ 139 bilhões. No ano passado, o rombo fiscal somou R$ 120 bilhões. Foi o quinto ano seguido de rombo nas contas públicas. Até julho deste ano, o governo efetuou bloqueios no orçamento para tentar cumprir a meta fiscal e, somente no mês passado, anunciou liberação de recursos A liberação deu fôlego financeiro para os ministérios, que, devido a restrições orçamentárias impostas pelo governo desde o início do ano, vinham enfrentando dificuldades maiores para executar seus projetos. Veja Mais

3 empresas selecionam 1,4 mil vagas de emprego

G1 Economia Oportunidades são para o setor de varejo e de tecnologia da informação. As empresas GFT, Zenvia e Luandre estão com 1.367 vagas de emprego abertas. Veja os detalhes das seleções abaixo: GFT A GFT, empresa global de tecnologias para transformação digital e projetos, está com 50 vagas para a área de salesforce, que oferece oportunidades em diferentes níveis para as funções de desenvolvedores, analistas funcionais e arquitetos. As posições estão divididas em três programas. O primeiro é a contratação de profissionais com experiência comprovada em salesforce e atuação em projetos. O segundo é destinado a pessoas de outras tecnologias que queiram migrar de carreira, não sendo necessário que o profissional seja da área de TI - nesses casos, a companhia oferece o treinamento para que eles consigam agregar valor aos projetos. E o terceiro é para estagiários, que passarão por capacitação em lógica de programação, linguagens, arquitetura, metodologias ágeis e treinamento na plataforma salesforce. Entre os benefícios estão a possibilidade de carreira no exterior e incentivos para crescimento profissional, como a ajuda de custo para faculdade, cursos de pós-graduação, idiomas e certificações. Os currículos deverão ser enviados para o time de Talent Aquisition: TA.Team.Brazil@gft.com com o título "Carreira Salesforce". Luandre A Luandre seleciona para 1.177 vagas no setor de varejo, sendo a maioria para oportunidades de contratação CLT. Confira: Efetivas: 982 vagas Operador de Loja: R$ 1.000,00 – R$ 2.000,00 Promotor de Vendas: R$ 2.000,00 – R$ 3.000,00 Vendedor Hunter: R$ 2.000,00 – R$ 3.000,00 Gestor de Vendas: R$ 5.000,00 – R$ 6.000,00 Gerente Comercial: R$ 15.000,00 – R$ 16.000,00 Temporárias: 195 vagas Operador de Loja: R$ 1.000,00 – R$ 2.000,00 Vendedor Interno: R$ 1.000,00 – R$ 2.000,00 Estoquista: R$ 1.000,00 – R$ 2.000,00 Vendedor Externo: R$ 4.000,00 – R$ 5.000,00 Consultor de Vendas: R$ 7.000,00 – R$ 8.000,00 Os candidatos interessados podem acessar o site da Luandre e fazer o cadastro gratuitamente, para participar do processo seletivo. Zenvia A Zenvia, plataforma de comunicação que simplifica a relação entre empresas e consumidores, terá 140 oportunidades profissionais ao longo do ano. Há processos abertos para diversas áreas nos escritórios de Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP), sendo 50 delas destinadas a desenvolvedores, profissionais de tecnologia e produto. Para o mês de janeiro, a companhia acaba de anunciar posições em diversos níveis. São elas: Analista de Inteligência de Mercado Sênior (RS ou SP) Analista de Negócios Pleno (SP) Analista de Suporte Júnior (RS) Analista de Segurança da Informação Júnior (RS) Engenheiro(a) de Dados Sênior (RS) Especialista em Contabilidade (RS) Estagiário(a) de Negócios (SP) Executivo(a) de Negócios Júnior (SP) Executivo(a) de Vendas Indiretas Pleno (SP) Executivo(a) de Vendas Indiretas Sênior (SP) Desenvolvedores plenos (RS) Desenvolvedores plenos (SP) Interessados podem se inscrever, bem como consultar os pré-requisitos para cada uma das oportunidades, neste site. Veja Mais

As 10 habilidades no trabalho mais procuradas no mundo, segundo o LinkedIn

G1 Economia Há certas capacidades que pessoas podem aplicar em diferentes áreas de trabalho; habilidade que lidera ranking do LinkedIn este ano pode ser usada por advogados, banqueiros e qualquer profissional que use informações digitais. Pela primeira vez, a capacidade de lidar com a tecnologia blockchain subiu ao topo da lista. Getty Images Há uma década, surgiu uma tecnologia associada a criptomoedas que poucos entendiam e aparentemente tinha um alcance limitado. Nada mais longe da realidade. Mas o blockchain ganhou tanta força que agora se tornou essencial. Blockchain é uma espécie de livro contábil digital público que registra transações e informações de maneira verificável e permanente, o blockchain requer profissionais especializados que possam lidar com isso. E adivinhe quem são os profissionais mais em demanda no mundo: os especialistas em blockchain, de acordo com uma análise da plataforma profissional LinkedIn. As habilidades de trabalho desses profissionais estão sendo usadas em inúmeras áreas — serviços financeiros, setor jurídico, energia, saúde, agricultura e até no varejo. Basicamente, são profissionais com a capacidade de armazenar, validar, autorizar e mover dados pela internet usando essa tecnologia. E esta área não está aberta apenas para os codificadores. Como o blockchain é usado em contratos, é provável que seja necessário que equipes de advogados especialistas em tecnologia analisem as complexidades de como as cadeias de blocos se encaixam no direito contratual tradicional. Especialistas em blockchain podem trabalhar em áreas como finanças, Direito, energia e comércio. Getty Images Até o Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) incluiu "especialistas em blockchain" em uma lista de profissões cuja importância aumentará nos próximos quatro anos. É a primeira vez que esses profissionais ficam no topo da lista de habilidades profissionais do LinkedIn. A empresa mediu a demanda por mão de obra observando os perfis de seus usuários para determinar a frequência com que as pessoas eram contratadas de acordo com suas habilidades. A seguir, as 10 habilidades (ou conhecimentos) mais procuradas no mundo: Gerenciamento de blockchain; Computação na nuvem: a tecnologia que permite armazenar e gerenciar dados na internet. Envolve a arquitetura, design e entrega de sistemas em nuvem; Raciocínio analítico: a capacidade de interpretar dados e descobrir ideias que ajudem a tomar decisões de negócios. Inteligência artificial: a combinação de algoritmos para máquinas desenvolverem capacidades semelhantes às do ser humano. Design UX (Experiência do usuário): design com foco na experiência dos usuários do produto, em particular na tecnologia. Análise comercial Marketing Vendas Computação científica Produção de vídeo A criatividade lidera a lista de 'soft skills' exigidas pelas empresas. Getty Images Na área de "soft skills", relacionada à capacidade dos trabalhadores em estabelecer relacionamentos, a criatividade ficou no topo da lista. No entanto, a inteligência emocional subiu para o "top 5", entendida como a capacidade de perceber, avaliar e responder aos colegas. Em ordem decrescente, os mais importantes são: criatividade, persuasão, colaboração, adaptabilidade e inteligência emocional. Veja Mais

Bolsas da China caem 3% por temores de impactos de surto de vírus

G1 Economia Cidade chinesa de Wuhan, epicentro do coronavírus, foi isolada e teve transporte público, trens e voos cancelados. Os índices acionários da China recuaram cerca de 3% nesta quinta-feira (23), maior queda em quase nove meses, uma vez que os investidores se desfizeram de ações relacionadas a restaurantes, cinemas, companhias aéreas e parques temáticos após o isolamento da cidade de Wuhan para conter o coronavírus. Autoridades de Wuhan, epicentro do surto do novo coronavírus que matou 17 e infectou quase 600 pessoas, fecharam as redes de transporte urbano e suspenderam voos. As medidas drásticas assustaram investidores, que buscaram segurança nos títulos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,1%, na maior perda diária em quase nove meses. O índice de Xangai teve queda de 2,75%. O CSI300 marcou sua pior semana desde maio de 2019, enquanto o índice de Xangai teve a maior queda na semana desde agosto do ano passado. Os mercados financeiros da China ficarão fechados a partir de sexta-feira para o feriado de uma semana do Ano Novo Lunar. As vendas se intensificaram à tarde conforme chegavam notícias sobre novos casos de infecção na China, e sobre o cancelamento de eventos de entretenimento. Perguntas e respostas: o que se sabe sobre o coronavírus China tem 17 mortes e quase 600 pessoas infectadas pelo coronavírus Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,98%, a 23.795 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,52%, a 27.909 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 2,75%, a 2.976 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 3,10%, a 4.003 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,93%, a 2.246 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX permaneceu fechado. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,60%, a 3.234 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,63%, a 7.088 pontos. Veja Mais

Jeff Bezos: o que se sabe até agora sobre a suspeita de invasão do celular do homem mais rico do mundo

G1 Economia Fundador da Amazon teria sido vítima de espionagem iniciada por arquivo de vídeo enviado pelo príncipe herdeiro da Arábia Saudita via WhatsApp. Entenda o caso. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu nesta quarta-feira (22) que os Estados Unidos e outras autoridades relevantes investiguem a suspeita de que o celular do dono da Amazon, Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, tenha sido invadido por meio de um vídeo enviado por um príncipe árabe. Como um vídeo pode roubar informações do celular? Segundo o relatório da ONU, as informações recebidas sugerem o envolvimento do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, para vigiar o bilionário no intuito "de influenciar, se não silenciar" reportagens do jornal "Washington Post", do qual Bezos é dono, sobre o país. Veja o que se sabe até agora sobre o caso: Veja o que se sabe sobre a suspeita de invasão do celular de Jeff Bezos por príncipe saudita Guilherme Luiz Pinheiro/G1 Quem é Jeff Bezos? Fundador da Amazon, o norte-americano Jeff Bezos é o homem mais rico do mundo, de acordo com o ranking de bilionários da revista Forbes. A fortuna do empresário está estimada em mais de US$ 131 bilhões. O jornal Washington Post é um investimento pessoal de Jeff Bezos, e não da Amazon AFP Além da Amazon, Bezos comprou em 2013 o jornal americano "The Washington Post", cujo jornalista e articulista Jamal Kashoggi — famoso por ser crítico ao governo saudita — foi assassinado em uma embaixada da Arábia Saudita na Turquia em outubro de 2018. Como teria sido a espionagem? A suspeita é de que um programa de espionagem tenha sido instalado no iPhone de Bezos por meio de um vídeo enviado pelo WhatsApp. Segundo o jornal britânico "The Guardian", uma análise técnica feita a pedido da equipe de Bezos no telefone do bilionário revelou que ele recebeu um vídeo no formato MP4 enviado pela conta pessoal do príncipe Mohammed bin Salman, herdeiro da coroa árabe, que estava entre seus contatos. O vídeo foi enviado em 1º de maio de 2018, segundo a análise. Horas depois, uma quantidade de dados maior que a usual passou a sair do celular de Bezos. Isso durou alguns meses e mais de 4 GB de dados foram transmitidos do aparelho dele, de acordo com a consultoria que vistoriou o telefone. Baseado nessa análise, o relatório de especialistas da Comissão de Direitos Humanos da ONU também citou que o roubo de dados pode ter sido realizado pelo Pegasus-3, um programa de computador comercializado pela empresa israelense especializada em soluções de espionagem NSO Group. Ela detém uma reconhecida capacidade para realizar ataques sofisticados, inclusive contra o WhatsApp. O Pegasus-3 já teria sido usado em 45 países, inclusive no Brasil. A atuação da NSO no WhatsApp levou o Facebook, dono do aplicativo, a mover um processo, contra ela, em outubro passado, alegando que a espionagem de usuários viola os termos de uso da plataforma e causa prejuízos para a companhia. Em novembro último, o WhatsApp disse que corrigiu uma falha que podia atacar celulares com arquivos de vídeo, mas afirmou que não havia qualquer informação que indicasse que esta brecha foi utilizada em ataques reais. Qual a ligação entre o príncipe e Bezos? Mohammed bin Salman, conhecido como MBS, é príncipe e herdeiro do trono da Arábia Saudita. Ele e Bezos se conheciam. Uma foto divulgada em 2016 pelo Palácio Real saudita mostra o empresário ao lado de MSB e outros convidados. Em outubro de 2018, 6 meses depois do suposto ataque ao telefone de Bezos, o jornalista e articulista do "Washington Post", Jamal Kashoggi — famoso por ser crítico ao governo saudita — foi brutalmente assassinado em no consulado da Arábia Saudita na Turquia. O caso teve repercussão mundial. Mohammed bin Salman virou líder da Arábia Saudita em 2017 Reuters/Sergio Moraes Inicialmente, a Arábia Saudita classificou a acusação de que o jornalista foi morto no consulado como “infundada” e “mentirosa”, e negou a morte. Mas o "Washington Post", que pertence a Bezos, citou a existência de uma gravação de áudio que mostraria como o jornalista foi interrogado, agredido e morto no local. Dias depois, autoridades sauditas confirmaram a morte, que foi classificada como um "erro sério", do qual o príncipe "não estava ciente". No ano passado, Mohammed bin Salman disse em entrevista a uma TV americana que assumia toda a responsabilidade, mas negou ter ordenado o crime. No entanto, especialistas da ONU que acompanham as investigações suspeitam de seu envolvimento. Dizem que Bin Salman teria um padrão de espionagem contra seus opositores semelhante ao que foi levantado no caso Bezos. E que, em relação ao empresário, a intenção dele era de influenciar, se não silenciar" reportagens do jornal "Washington Post" sobre o país. Por isso, a ONU pediu investigação imediata do suposto hackeamento pelos EUA e autoridades competentes. Dados do celular de Bezos vazaram? Cerca de 9 meses depois de ter sido supostamente hackeado, Bezos veio a público denunciar o tabloide americano "National Enquirer" por usar fotos íntimas para chantageá-lo. Um mês antes da denúncia, o bilionário havia anunciado um divórcio e teve detalhes de uma relação extraconjugal revelados pelo mesmo tabloide minutos após o anúncio da separação. Jeff Bezos e sua ex-esposa MacKenzie Danny Moloshok/Foto de arquivo/Reuters O caso levou o dono da Amazon a iniciar uma investigação contra a editora da publicação, a American Media Inc (AMI). A equipe de Bezos chegou a afirmar que a cobertura do caso feita pela National Enquirer teve "motivações políticas". Na época, o bilionário mencionou laços da AMI com o presidente dos EUA, Donald Trump, e também com a a Arábia Saudita. Até o momento, não se sabe, no entanto, se suposta invasão do celular está relacionada com a exposição das fotos íntimas. A análise técnica do celular de Bezos apontou, segundo a ONU, que o príncipe mandou mensagens de WhatsApp para o empresário em novembro de 2018 e fevereiro de 2019, em que relevaria ter informações privadas e confidenciais sobre a vida pessoal do empresário. Além disso, durante o mesmo período, Bezos e teria sido amplamente atacado nas redes sociais sauditas como um oponente do reino, o que os especialistas da ONU descreveram como "parte de uma campanha massiva e clandestina on-line". O que dizem os envolvidos? Jeff Bezos ainda não se manifestou sobre a suspeita de que o vídeo enviado pelo príncipe provocou a invasão de seu celular. Nesta quarta (22), ele tuitou uma foto de 2019, da cerimônia de 1 ano do assassinato de Kashoggi, usando apenas a hashtag #Jamal Initial plugin text A Arábia Saudita, por meio de sua embaixada nos Estados Unidos, considerou a suspeita de envolvimento da coroa saudita no caso Bezos como "absurda", em post feito também no Twitter na última terça (21). E também defendeu que exista uma investigação, mas não apontou quem deveria fazê-lo. Initial plugin text O WhatsApp foi procurado pelo G1 nesta quarta, mas, até a publicação deste texto, não houve retorno. Em maio passado, o aplicativo divulgou ter encontrado uma vulnerabilidade em seu sistema que permitiria que hackers instalassem de maneira remota um tipo de "spyware", um software espião, para ter acesso a dados do aparelho, em alguns telefones. Em outubro, anunciou que processou a empresa israelense NSO Group, especializada na criação de programas espiões comerciais voltados a entidades de segurança pública, por usar essa vulnerabilidade no recebimento de chamadas em vídeo para enviar códigos maliciosos a 1.400 usuários do WhatsApp entre abril e maio daquele ano. A NSO nega que seu software seja usado de forma ilícita e alega que suas soluções são vendidas exclusivamente para autoridades policiais que necessitam investigar criminosos e terroristas. Mas não informa quem são seus clientes. É possível usar vídeo para invadir celular? Segundo o especialista em segurança digital e colunista do G1, Altieres Rohr, é possível que um arquivo de vídeo recebido pelo aplicativo de mensagens levar ao vazamento de dados armazenados no smartphone. Porém, apenas em condições específicas. Rohr afirmou que, para garantir que o ataque funcione, normalmente o criminoso precisa recolher todas as informações possíveis sobre o alvo, como a versão do sistema e o modelo do aparelho. “Por essa razão, esses ataques são considerados sofisticados e não fazem parte das ameaças "de massa" enfrentadas pela maioria das pessoas. Para Bezos, no entanto, esse não é um cenário irreal”, disse o especialista. Qualquer falha de programação em um aplicativo precisa ser corrigida pelo desenvolvedor e aplicada pelos usuários com as atualizações de software. A atualização pode depender apenas do app (como o WhatsApp, o Gmail, o YouTube e assim por diante), mas também pode ser necessário atualizar todo o sistema, caso o problema esteja presente em um componente comum que é apenas reaproveitado pelo aplicativo. Como se prevenir? Independentemente de onde uma falha está, a solução é a mesma: manter o sistema e todos os aplicativos sempre atualizados. Para usuários de Android, isso pode ser mais difícil, porque nem todos os fabricantes de smartphones são transparentes quanto aos prazos de atualização. Porém, Altieres Rohr explicou que, para casos mais específicos, como o de Bezos, nem a atualização será capaz de evitar a invasão. Pessoas muito expostas, como ele, podem ser atacadas por falhas inéditas e desconhecidas. Veja Mais

Anatel adia definição de regra que permitirá mudança em contratos da telefonia fixa

G1 Economia Contratos da telefonia fixa vão passar de concessão para autorização. Análise de processo foi suspenso após pedido de vista do conselheiro Vicente Aquino. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou nesta quarta-feira (22) a abertura de consulta pública que vai debater as regras para que concessionárias de telefonia fixa mudem seus contratos de concessão para autorização. Após a apresentação da proposta do conselheiro Emmanoel Campelo, o conselheiro Vicente Aquino pediu vista do processo. Com a mudança para autorização, as empresas deixarão de ter obrigações previstas no regime de concessão, como, por exemplo, investimentos em telefones públicos. O regulamento da Anatel trará as regras para essa mudança. Além dele, ainda serão necessários decretos para regulamentar a lei sancionada no final do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro e que permite essa mudança nos contratos. Atualmente Oi, Telefônica, Embratel, Sercomtel e Algar são concessionárias de telefonia fixa. Os contratos têm vigência até 2025. Após o pedido de vistas, Campelo afirmou que o valor das concessões está caindo e que qualquer demora na definição das regras é um jogo de "perde, perde", que prejudica tanto o governo quanto as empresas. Proposta Campelo apresentou a sua proposta nesta quarta. Ela prevê que, após a publicação do regulamento pela Anatel, as empresas terão seis meses para pedir a adaptação da licença e, após a aprovação do pedido, terão 60 dias para assinar o termo de autorização. O voto também incluía a regra para o cálculo do investimento que a telefônica deverá fazer para ter direito a essa mudança. Para alterarem os contratos, as empresas terão que fazer investimentos em internet banda larga em regiões sem interesse econômico, como pequenas cidades do interior do país. A proposta do conselheiro relator é que o cálculo desse valor leve em consideração: O quanto a companhia deixará de gastar com a mudança de concessão para autorização; O valor dos bens reversíveis, que são aqueles que integram a concessão e são considerados essenciais para a prestação do serviço; Eventuais indenizações que as empresas teriam para receber por investimentos feitos. As empresas também terão que apresentar garantias financeiras de que terão condições de cumprir os investimentos exigidos. Veja Mais

Brasileiros de baixa renda levariam nove gerações para chegar à renda média, aponta estudo

G1 Economia Brasil ocupa 60ª posição em ranking de países com maior mobilidade social. Brasileiros nascidos em famílias de baixa renda levariam, em média, nove gerações para atingir a renda média do país, segundo um relatório divulgado esta semana pelo Fórum Econômico Mundial. O dado ilustra a baixa mobilidade social do país, isto é, a baixa probabilidade de um indivíduo melhorar de vida financeiramente em relação aos seus pais. "Em termos absolutos, é a habilidade de uma criança de ter uma vida melhor que a dos seus pais", explica o documento. Na Dinamarca, país apontado como o de maior mobilidade social no ranking, a estimativa é de que seriam necessárias duas gerações para que uma pessoa nascida na classe mais baixa alcance a renda média. "Olhando para todas as economias e níveis de renda médios, as crianças nascidas em famílias menos ricas tipicamente enfrentam maiores barreiras ao sucesso que as nascidas em famílias com mais recursos. Além disso, as desigualdades estão crescendo mesmo em países que tiveram crescimento rápido", alerta o estudo. Mobilidade social Economia G1 "Na maioria dos países, indivíduos de determinados grupos se tornaram historicamente desfavorecidos e a baixa mobilidade social perpetua e exacerba essas desigualdades". O Brasil ocupa a 60ª colocação entre as nações com maior mobilidade social, atrás de países como Sri Lanka, Equador, Arábia Saudita e Vietnã. O relatório elenca 82 países. Os países nórdicos ocupam todas as primeiras posições do ranking. Logo atrás da Dinamarca, em segundo lugar, aparece a Noruega, seguida por Finlândia, Suécia e Islândia. Veja os dez melhores colocados no ranking: Ranking de mobilidade social Economia G1 Veja Mais

América Latina tem a pior perspectiva de crescimento entre emergentes, diz Citi

G1 Economia A previsão de crescimento do Citi para a Ásia é de 5,2% para este ano, enquanto para a América Latina é de 1,7%. A perspectiva de analistas do mercado é que os países emergentes devem obter uma aceleração no crescimento em 2020, apesar de uma provável desaceleração na China. No entanto, a recuperação será, em geral, sem muito brilho e a América Latina terá o desempenho mais fraco entre o grupo de nações em desenvolvimento. FMI melhora previsão de crescimento do Brasil em 2020 e vê recuperação da economia global em ritmo mais lento “Mesmo que esperemos uma recuperação cíclica para a América Latina em 2020, ainda estamos preocupados com a quase impossibilidade de a região escapar de uma armadilha de baixo crescimento”, afirmam economistas do banco Citi em relatório. A previsão de crescimento do Citi para a Ásia é de 5,2% para este ano, enquanto para a América Latina é de 1,7%. Outras regiões também superam as expectativas em relação ao desempenho econômico dos países latino-americanos. Para a Europa emergente, a perspectiva é crescimento de 2,6%. Para África e Oriente Médio, a estimativa é expansão de 3,2% este ano. “A América Latina sofre de baixo crescimento crônico, em grande parte devido a baixos índices de investimento público e privado. O investimento é baixo porque a poupança é baixa. A poupança externa não pode ajudar a cobrir brechas persistentes entre poupança e investimento doméstico, devido a fracos cenários institucionais e desequilíbrios macro recorrentes. A alta correlação entre economia e investimento está bem documentada empiricamente”, aponta o Citi. O relatório, assinado pelos economistas Ernesto Revilla, Fernando Díaz e Esteban Tamayo, ainda indica preocupações com a possibilidade de mais agitação social nos países latino-americanos, depois que uma onda de protestos no segundo semestre do ano passado causou distúrbios e mudanças em vários países da região, com destaque para o Chile, que iniciou um processo de reforma na Constituição para tentar reduzir a desigualdade social. “Não há uma maneira fácil de sair dessa armadilha. Se os governos optarem por validar a pressão em direção à redução da poupança pública (aumento dos desequilíbrios nas finanças públicas), o resultado seria o aumento da volatilidade macro. Se os governos priorizarem finanças públicas restritas, o resultado seria ciclos mais fortes e mais frequentes de agitação social”, observa o Citi. Os analistas do banco sugerem que a melhor solução seria promover reformas econômicas para aumentar a produtividade e diversificar a capacidade produtiva, mas reconhece que há obstáculos a serem considerados no atual momento político. “Parece difícil, dada a natureza contrativa de curto prazo de tais reformas, políticas fragmentadas e baixo apoio público. Isso é particularmente preocupante, uma vez que o pêndulo ideológico da região girou para os governos que dominaram a onda de sentimentos 'antiestablishment', mas que ainda precisam gerar uma narrativa coerente para o crescimento inclusivo e sustentável. Como dissemos antes, a nova macroeconomia do populismo na região pode, no fim, parecer muito semelhante à antiga”. A Capital Economics corrobora a análise. Em seu relatório mais atual sobre emergentes, os economistas da consultoria britânica afirmam: “A maioria das economias latino-americanas deve se fortalecer em 2020, mas esperamos que essas recuperações sejam lentas e frágeis. A região provavelmente será a parte com o pior desempenho entre os emergentes este ano”. Brasil Em relação ao Brasil, o Citi destaca que a narrativa de crescimento foi prejudicada por dados econômicos frustrantes no começo deste ano. O Índice Gerente de Compras (PMI) do setor industrial brasileiro recuou para 50,2 pontos em dezembro, de 52,9 em novembro, segundo a consultoria IHS Markit. Além disso, a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de novembro mostrou alta de apenas 0,6% nas vendas em novembro, abaixo da mediana de 1,3% de economistas consultados anteriormente pelo Valor Data. Já as vendas no varejo ampliado tiveram recuo de 0,5%. Trajetória de crescimento da economia brasileira diminui de ritmo no fim de 2019 “Os dados fracos minaram a narrativa de crescimento, que havia aumentado entre os investidores após o PIB do terceiro trimestre, tornando o real a moeda com pior desempenho entre os emergentes até agora em 2020”. Até o momento, o dólar se valorizou aproximadamente 4,5% ante o real no primeiro mês de 2020. Contudo, se por um lado o cenário ainda é pouco atrativo para investidores estrangeiros, o Citi observa que os investidores locais mantêm o sentimento positivo. “Considerando que o Ibovespa ainda está próximo de máximos históricos, não acreditamos que os investidores locais tenham desistido da narrativa de crescimento ainda”. Veja Mais

Marinha abre concurso com 960 vagas para formação de fuzileiros navais

G1 Economia No total, serão abertas 960 vagas em diferentes localidades do país. Inscrições começam dia 19 de fevereiro. A Marinha abriu concurso para 960 vagas para o curso de formação de soldados fuzileiros navais em nove localidades. Serão 480 vagas para a turma I, e igual número para a turma II, sendo 20% delas reservadas para candidatos negros. As inscrições devem ser feitas a partir das 8 horas do dia 19 de fevereiro até 20 de março pelo site www.marinha.mil.br/cgcfn, no link "Concursos para o CFN". Somente entre os dias 17 e 19 de março, será possível fazer a inscrição presencialmente em postos nas localidades de Marataízes (ES) e Rio Novo (MG). A taxa é de R$ 25,00, e deve ser paga em qualquer agência bancária até 23 de março. Os candidatos devem ser do sexo masculino, com 18 anos completos e menos de 22 anos no dia 1º de janeiro de 2021. Além disso, é exigido ter altura mínima de 1,54 e máxima de 2 metros. O candidato precisa ainda ter concluído, com aproveitamento, o Ensino médio ou curso equivalente, em um estabelecimento de ensino reconhecido oficialmente. Confira mais informações no edital. O processo de seleção incluirá: exame de escolaridade, de caráter eliminatório e classificatório; verificação de dados biográficos; inspeção de saúde; avaliação psicológica; teste de aptidão física de ingresso; verificação de documentos e procedimento de heteroidentificação (PH) complementar à autodeclaração para os candidatos negros autodeclarados pretos ou pardos. Todas as etapas terão caráter eliminatório. Após a conclusão do curso, o Aprendiz-Fuzileiro Naval será nomeado a Soldado Fuzileiro Naval (SD-FN) e cumprirá estágio inicial de 12 meses. Depois disso, ele passará a atuar na carreira naval do Serviço Ativo da Marinha. O concurso tem o objetivo de preencher vagas nas seguintes localidades: Unidades da MB no Rio de Janeiro (569 vagas). 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas - Manaus - AM (81 vagas) 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas - Belém - PA (37 vagas) 3º Batalhão de Operações Ribeirinhas - Ladário - MS (33 vagas) Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (BtlDefNBQR) - Aramar (14 vagas) Grupamento de Fuzileiros Navais de Natal - RN (53 vagas) Grupamento de Fuzileiros Navais de Rio Grande - RS (50 vagas) Grupamento de Fuzileiros Navais de Salvador - BA (44 vagas) Unidades da MB em Brasília - DF (79 vagas). Veja Mais

Prefeitura faz processo seletivo com 26 vagas em Espigão D'Oeste, RO

G1 Economia Vagas são para a área da saúde, segundo prevê edital. Salário de médico chega a R$ 10 mil. Hospital Municipal de Espigão do Oeste Prefeitura/Divulgação A prefeitura de Espigão do Oeste (RO) realiza nesta semana um processo seletivo para contratar 26 profissionais da área da saúde. Segundo o poder executivo, as inscrições devem ser realizadas até a sexta-feira (24). Ao todo, são 25 vagas para o cargo de técnico de enfermagem, com carga horária de 36 horas semanais. Os salários dos técnicos chegam a R$ 1.847,60. A 26° vaga do processo seletivo é para médico anestesista. O profissional contratado vai atuar no Hospital Municipal Angelina Georgetti, com uma remuneração de R$ 10.444,71. Segundo edital (veja aqui), as inscrições devem ser feitas pela internet até meio-dia de 24 de janeiro. Os contratados terão contrato fixo de 12 meses. Veja Mais

Simples Nacional: prazo para adesão de empresas termina no dia 31 de janeiro

G1 Economia Prazo é válido para novas empresas ou para quem foi excluído no ano passado e quer voltar a fazer parte desse regime de tributação que simplifica o pagamento de impostos. Página do Simples Nacional Reprodução Termina no dia 31 de janeiro o prazo para empresas pedirem a adesão ao Simples Nacional, regime que simplifica o pagamentos de impostos e oferece um tratamento tributário diferenciado para micro e empresas de pequeno porte. O prazo vale tanto para empresários interessados em aderir ao regime pela primeira vez como também para empresas que foram excluídas do Simples Nacional em 2019 e desejam voltar a optar por esse regime tributário. A solicitação de adesão é feita somente pela página do Simples Nacional. De acordo com dados da Receita Federal, atualmente são 14,1 milhões de empresas enquadradas no Simples. Em setembro do ano passado, 506 mil empresas foram excluídas do Simples em razão de dívidas com o Fisco ou irregularidades. A empresa que foi excluída pode solicitar nova opção ao Simples Nacional desde que regularize seus débitos, incluindo dívidas previdenciárias, até o final de janeiro. Segundo a Receita, até terça-feira (21), o número de novas solicitações de adesão ao Simples somavam 435,5 mil, e os pedidos deferidos até a data somavam 119,7 mil. Vale lembrar que para novas empresas, o prazo para a solicitação de opção é de 30 dias contados do último deferimento de inscrição (municipal, ou estadual), desde que não tenham decorridos 180 dias da data de abertura constante do CNPJ (para empresas abertas até 31/12/2019) ou 60 dias (para empresas abertas a partir de 01/01/2020). "Quando deferida, a opção produz efeitos a partir da data da abertura do CNPJ. Após esse prazo, a opção somente será possível no mês de janeiro do ano-calendário seguinte, produzindo efeitos a partir de então", explica a Receita. Para as empresas que já são tributadas no Simples, a renovação é automática, não sendo necessário fazer nova opção a cada ano. Empresas que optarem pelo Simples Nacional têm até 31 para confirmar a opção Entenda o Simples O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização de impostos que unifica oito impostos municipais, estaduais e federais em uma só guia de pagamento. O modelo foi criado em 2007 visando desburocratizar o pagamento de impostos e incentivar o micro e pequeno empresário. Veja perguntas e respostas no site da Receita Federal O Simples representa atualmente a maior renúncia fiscal do país, representando um valor de quase R$ 90 bilhões por ano. Atualmente, para ser enquadrada no regime, o faturamento da empresa não pode ser superior a R$ 4,8 milhões por ano. Para microempresas , o limite é de R$ 360 mil ao ano. Já para os inscritos no MEI (microempreendedor individual), cuja adesão pode ser feita em qualquer data, o teto de receita anual é de R$ 81 mil. O Sebrae estima que a redução da carga tributária pode chegar a até 80%, além de isenção de diversas contribuições. Quanto menor a empresa, maior o benefício. Para algumas empresas, entretanto, a opção pode não ser vantajosa, podendo representar aumento da carga tributária, apesar da simplificação do pagamento. Por isso é sempre importante comparar e fazer simulações. Quem não pode aderir? Não podem aderir ao Simples a empresa que, entre outros: tenha outra pessoa jurídica como acionista; participe do capital de outra pessoa jurídica; seja filial, sucursal, agência ou representação, no país, de pessoa jurídica com sede no exterior; tenha um dos acionistas com participação em qualquer outra empresa de fins lucrativos, considerando que a soma da receita bruta dessas empresas ultrapasse R$ 4,8 milhões; tenha sócio que more no exterior; constituída sob a forma de sociedade por ações; constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; exerça atividades relacionadas a energia elétrica, importação de combustíveis, automóveis e motocicletas, transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, crédito, financiamento, corretagem, câmbio, investimento, cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes, bebidas alcoólicas e cervejas sem álcool, cessão ou locação de mão-de-obra, loteamento e incorporação de imóveis, locação de imóveis próprios; possua débito, ainda exigido, com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal; esteja sem inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível. Veja Mais

Alta de juros pelo Fed foi um erro, diz Trump

G1 Economia Em entrevista à CNBC, presidente dos EUA disse que economia do país estaria crescendo perto de 4% sem as altas. A economia dos Estados Unidos estaria crescendo a um ritmo próximo de 4% se não fosse o efeito prolongado dos aumentos de juros pelo Federal Reserve, disse o presidente norte-americano, Donald Trump, à CNBC em entrevista nesta quarta-feira (22). Na foto, de 14 de janeiro, Trump fala em um evento de campanha em Milwaukee, no Wisconsin. Jeffrey Phelps/AP "Agora, com tudo isso, se não tivéssemos feito um grande aumento nos juros, acho que estaríamos perto de 4%", disse Trump à CNBC. "E eu poderia ver de 5 a 10 mil pontos a mais no Dow (Jones, o principal indicador do mercado de ações dos Estados Unidos). Mas foi demais quando eles aumentaram a taxa. Foi apenas um grande erro". O Produto Interno Bruto dos EUA aumentou a uma taxa anualizada de 2,1% no terceiro trimestre de 2019. Revisão do PIB dos EUA no 3º trimestre contribui para mais uma alta do dólar no Brasil Trump nomeou Jerome Powell no final de 2017 para suceder Janet Yellen como chairman do Fed, mas ele azedou a relação com o ex-advogado e banqueiro de investimentos em 2018 depois que Powell guiou o Fed através de uma série de aumentos da taxa de juros, criticada seguidamente pelo presidente dos EUA. Trump já chamou os aumentos de "ridículos", e acusou o Fed de minar o crescimento econômico dos EUA. O banco central dos norte-americano subsequentemente cortou os juros três vezes em 2019. Em sua entrevista à CNBC, Trump também disse que a proibição da frota 737 MAX da Boeing e a greve na General Motors haviam pressionado a economia. Veja Mais

Preços elevados do trigo no Brasil deverão seguir ao menos até setembro, diz associação

G1 Economia Valores do cereal no Paraná avançaram 18%, para R$ 1 mil por tonelada, enquanto os preços no Rio Grande do Sul saltaram 28%, para R$ 700 por tonelada. Estudo foi feito para diagnosticar perdas quantitativas e qualitativas no armazenamento de trigo Embrapa Trigo/Divulgação A pressão que tem elevado os preços do trigo no Brasil deve permanecer pelo menos até a entrada da próxima safra do cereal, em meados de setembro, disse nesta sexta-feira (24) a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo). Acompanhe a cobertura de Agro do G1 A situação é puxada especialmente pela forte alta nos valores do trigo nos mercados externos, em meio a problemas climáticos em locais como Austrália, Europa e Mar Negro, dificuldades logísticas na França, perda de produção na Rússia e expressiva demanda asiática. "Este período turbulento se estenderá, no mínimo, até a entrada da próxima safra em meados de setembro, se tudo correr bem", concluiu a entidade. Principal fornecedora de trigo do Brasil (que é importador líquido da commodity), a Argentina foi favorecida por todo o contexto, que fez com que nos últimos dois meses a cotação do cereal no país saltasse 26%, para US$ 240 por tonelada (FOB), ampliando a pressão sobre o mercado brasileiro. Localmente, a desvalorização do real frente ao dólar desde o início do ano e a quebra de safra de 33% no Paraná também contribuíram para o atual cenário, segundo a Abitrigo. Ainda, segundo a entidade, grandes mercados internos já comercializaram toda a última safra, impactando na oferta local. Recentemente, de acordo com a Abitrigo, os valores do cereal no Paraná avançaram 18%, para R$ 1 mil por tonelada, enquanto os preços no Rio Grande do Sul saltaram 28%, para R$ 700 por tonelada. Tudo isso faz com que os moinhos encarem uma forte pressão de custos, que "inevitavelmente gerará um expressivo reajuste de preços das farinhas nas próximas semanas". Veja Mais

'Ideia' do governo é contratar ex-servidores do INSS para reduzir fila de processos no órgão, diz Mourão

G1 Economia Presidente em exercício afirmou que governo poderá enviar ao Congresso medida provisória ou projeto de lei sobre o tema. Militares da reserva também participarão da força-tarefa. Mourão: ideia do governo é contratar ex-servidores do INSS para reduzir fila de pedidos O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira (24) que a "ideia" do governo é contratar ex-servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para auxiliarem na redução da fila de pedidos de benefícios do órgão. De acordo com Mourão, o governo poderá enviar ao Congresso uma medida provisória ou um projeto de lei sobre a contração dos civis. Os ex-servidores poderiam atuar na força-tarefa, que vai empregar também militares da reserva, de acordo com decreto publicado nesta quinta (23). Quase 2 milhões de pedidos aguardam uma resposta do INSS para aposentadorias e outros benefícios, como salário-maternidade e auxílio-doença. De o blog da Julia Dualib, a contratação de civis seria uma maneira de o governo evitar uma queda-de-braço com o Tribunal de Contas da União (TCU). Isso porque a Corte sinalizou que a contratação exclusiva de militares para atuar na tarefa é inconstitucional. Mourão falou sobre o assunto nesta sexta, na saída do Palácio do Planalto. Ele está exercendo a Presidência da República "A questão com o Tribunal de Contas, que está na mão do ministro Bruno Dantas, está pacificada. A questão, agora, o que é que tem que fazer: uma vez que existe a ideia de que sejam convocados os funcionários do INSS que estão aposentados, isso só pode ser por medida provisória ou por projeto de lei. É diferente do caso dos militares", disse Mourão. O presidente em exercício afirmou que a decisão de enviar a MP ou o PL será do presidente Jair Bolsonaro. “Eles [civis] serão cobertos por uma medida provisória ou projeto de lei, é isso que vai ser apresentado", afirmou. Veja Mais

Anac aumenta de R$ 20 mil para R$ 200 mil limite para multa por táxi-aéreo clandestino

G1 Economia Mudança, segundo a agência, visa fortalecer punição da multa, que em 2019 foi aplicada 24 vezes. Anac também elevou valor da multa para manutenção clandestina de aeronaves. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aumentou em 10 vezes o valor da multa aplicada contra quem faz táxi-aéreo clandestino. Com a mudança, o valor máximo da multa passou de R$ 20 mil para R$ 200 mil. Pela regra antiga, as multas para quem faz transporte aéreo clandestino de passageiro variavam de R$ 1,2 mil a R$ 20 mil. Com a nova regra, a multa mínima passa a ser de R$ 12 mil e, a máxima, para R$ 200 mil. De acordo com a agência, em 2019 foram aplicadas 24 multas por táxi-aéreo clandestino. Segundo agência, a mudança visa fortalecer os mecanismos de punição, já que os valores antigos das multas muitas vezes eram menores do que o valor cobrado pelo serviço de táxi-aéreo. Manutenção clandestina A agência também alterou as multas aplicadas contra quem faz manutenção aeronáutica clandestina. Com isso, o valor mínimo da multa passou para R$ 15 mil e o máximo para R$ 150 mil. Segundo a agência, a manutenção clandestina de aeronaves está diretamente ligada a acidades aéreos. Segundo a Anac, as novas regras começam a valer após a publicação no “Diário Oficial da União”. Para evitar o uso de táxi-aéreo clandestino a Anac tem um aplicativo "Voe Seguro táxi-aéreo", que permite a consulta online da empresa e das aeronaves contratadas para o transporte. Veja Mais

Bovespa opera em queda após renovar recorde na véspera

G1 Economia Na quinta-feira (23), o Ibovespa avançou 0,96%, a 119.527 pontos. Painel da B3, antiga Bovespa, mostra cotações dos papeis negociados na bolsa Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (24), após ter alcançado um novo recorde de fechamento na véspera, embalado pela alta das ações do setor financeiro. Às 10h11, o Ibovespa recuava 0,21%, a 119.275 pontos. Veja mais cotações. Na quinta, o Ibovespa avançou 0,96%, a 119.527 pontos. No acumulado da semana, a bolsa acumula alta de 0,88%. Na parcial do ano, já subiu 3,35%. Na véspera, a bolsa brasileira foi animada pela valorização dos papeis dos bancos. A ação do Banco do Brasil subiu 5,6% nesta quinta. O papel preferencial do Itaú e do Bradesco avançou 2,37% e 2,64%, respectivamente. Variação do Ibovespa em 2020 Arte/G1 Veja Mais

Dólar opera em alta nesta sexta com mercados de olho no exterior

G1 Economia Na quinta (23), moeda dos EUA encerrou o dia em baixa de 0,23%, vendida a R$ 4,1659. dinheiro, dólar, dólares, cédulas, notas pasja1000/Creative Commons O dólar opera em leve alta nesta sexta-feira (24), na contramão do movimento de queda da véspera, com os investidores ainda acompanhando os desdobramentos do coronavírus na China. Às 09h39, a moeda norte-americana subia 0,43%, a R$ 4,1839. Veja mais cotações. Na quinta (23), o dólar caiu 0,23%, a R$ 4,1659. No ano, a moeda acumula alta de 3,89%. O número de mortes devido ao coronavírus na China aumentou para 25, com 835 casos confirmados e 1.072 suspeitas, segundo informações da agência estatal CGTN divulgadas na noite da quinta-feira (23). Na véspera, a queda da moeda dos EUA foi amparada pela expectativa de fim dos cortes da taxa básica de juros do país (Selic), após o resultado da prévia da inflação de janeiro, apesar da cautela no exterior com a disseminação do coronavírus. Dólar - 23.01.20 Economia G1 Veja Mais

Confira as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (24) no Sertão de PE

G1 Economia As oportunidades são em Petrolina, Salgueiro e Araripina. As vagas são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco. Carteira de Trabalho Mauricio Vieira/Secom/Divulgação Foram divulgadas nesta sexta-feira (24) as vagas de emprego disponíveis para os municípios de Petrolina, Salgueiro e Araripina, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Petrolina Atendimento ao público: 7h às 13h Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Veja Mais

Pesquisa mostra as carreiras com maior dificuldade de preenchimento

G1 Economia 52% das empresas brasileiras estão com dificuldade de preencher suas vagas; pesquisa da Manpower revela ainda o que os trabalhadores querem. Profissões de ofício estão no topo do ranking de maior escassez de profissionais Daniel Wiadro/Unsplash Pesquisa divulgada pela Manpower mostra que 52% das empresas brasileiras estão com dificuldade de preencher suas vagas - crescimento de 18 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior realizada em 2018 (34%). A média global de dificuldade é um pouco maior (54%). Os dados foram coletados em 2019 com 14 mil empresas de várias partes do mundo, incluindo o Brasil. As 10 carreiras com mais dificuldades de preenchimento no Brasil são: Profissões de ofício (eletricistas, soldadores, mecânicos) Contabilidade e finanças (contadores independentes, auditores, analistas financeiros) Administração de Escritório (assistentes administrativos, assistentes de pessoal e recepcionistas) Vendas e Marketing (representantes/gerentes de vendas/ designers gráficos) TI (especialista em segurança cibernética, administradores de redes, suporte técnico) Profissionais (gerentes de projeto, pesquisadores, advogados, pessoal de compras) Supervisores (coaches, consultores, diretores) Técnicos (controladores de qualidade, pessoal técnico) Indústria (operadores de produção e de máquinas) Motorista e logística (caminhão, entrega, construção, trânsito de massa) A maior dificuldade de preenchimento de vagas tem sido verificada em empresas médias, que têm de 50 a 250 profissionais), com índice de 61%, seguida pelas grandes empresas, com mais de 250 funcionários (59%) e pelas pequenas, de 10 a 49 empregados, com 44%. O que os trabalhadores querem E o que os trabalhadores querem? De acordo com os entrevistados, o que atrai os trabalhadores para uma organização também pode ser o que gera engajamento e os fazem permanecer nela. Globalmente, veja as cinco principais necessidades e desejos que não são negociáveis para todos os trabalhadores: Remuneração é sempre importante, mas a forma como ela é oferecida importa muito mais: a remuneração é o principal fator de atração e retenção para todos os trabalhadores com menos de 65 anos, independentemente do gênero. Flexibilidade e o controle da agenda são indispensáveis e contribuem para o bem estar: a flexibilidade está entre as 3 principais prioridades para trabalhadores de todas as idades, gêneros e regiões geográficas. É o 2º fator mais importante. Informações personalizadas sobre carreira, orientadas por dados e assessment (ferramenta que avalia comportamento e competências): 81% dos trabalhadores que passaram por assessment relatam uma satisfação profissional maior. Desafios profissionais com formação, experiência e exposição: as pessoas querem desafios profissionais para desenvolver habilidades e carreiras futuras. Desafio está entre as 5 prioridades para trabalhadores de todas as idades, gêneros e regiões geográficas. Propósito é indispensável: trabalhadores querem ter orgulho do que fazem e para quem trabalham. Propósito, marca e reputação estão entre os 10 principais fatores que atraem os trabalhadores. Estratégia para conseguir talentos De acordo com o estudo da Manpower, na era digital, a estratégia para atender às necessidades dos profissionais combina quatro fatores: Formar, Comprar, Pegar emprestado e Migrar: Investir em aprendizagem e desenvolvimento para aumentar o banco de talentos Buscar no mercado e atrair o talento que não pode ser formado internamente no tempo necessário Desenvolver comunidades de talentos fora da organização, incluindo trabalhadores de meio período, freelancer, contratados e temporários para complementar as habilidades existentes Ajudar as pessoas a se movimentarem e galgarem novas funções dentro e fora da organização Veja Mais

Petrobras inicia fase não vinculante para venda da BSBios

G1 Economia Processo de venda vai ocorrer por meio da comercialização de ações detidas pela subsidiária Petrobras Biocombustíveis(PBio) na empresa. A Petrobras iniciou a fase não vinculante para venda da totalidade de sua participação na BSBios Biodiesel, que ocorrerá por meio da comercialização das ações detidas pela subsidiária Petrobras Biocombustíveis (PBio) na empresa, informou a estatal nesta quinta-feira (23). A petroleira disse em comunicado que os potenciais compradores habilitados para esta fase vão receber um memorando com informações mais detalhadas da empresa a ser vendida, além de instruções para o restante do processo, incluindo para o envio das propostas não vinculantes. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 A PBio possui uma parcela de 50% na BSBios. Os outros 50% são detidos pela RP Biocombustíveis, que também irá vender sua participação no mesmo processo, conduzido exclusivamente pela subsidiária da Petrobras. Segundo a estatal, a BSBios possui duas usinas de biodiesel: uma em Passo Fundo (RS), com capacidade de produção de 288 mil metros cúbicos por ano e previsão de ampliação em 2020 para 414 mil metros cúbicos ao ano, e outra em Marialva (PR), com capacidade para produzir 414 mil metros cúbicos ao ano. O processo de desinvestimento começou em meados de dezembro do ano passado, quando a Petrobras divulgou o "teaser" para a venda. Veja Mais

Em Davos, Guedes diz que avalia imposto sobre cigarro, álcool e produtos com açúcar

G1 Economia Em Davos, ministro disse que o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do “imposto do pecado” para diminuir o consumo de produtos que fazem mal para a saúde. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (23) que ainda não há uma definição para a cobrança de tributos sobre cigarros, álcool e produtos com açúcar numa eventual proposta de reforma tributária a ser apresentada pelo governo. Em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial, o ministro disse que o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do "imposto do pecado" para diminuir o consumo de cigarros, álcool e produtos com açúcar. Paulo Guedes participa de painel em Davos Walter Duerst/Fórum Econômico Mundial/Divulgação "Não tem nada definido, tem um grupo de fazendo a reforma tributária. Fala-se de tributos e impostos e existe esse conceito de tributar coisas que fazem mal para a saúde", disse Guedes em entrevista concedida para a GloboNews. "Por um lado, você reduz o consumo (com a cobrança desse imposto). Então, se o cigarro faz muito mal para a saúde, você bota o imposto. E por outro lado: ‘ah eu vou fumar de qualquer jeito’, então está bom, mas, pelo menos, paga o imposto aqui porque nós vamos ter que cuidar da sua saúde lá na frente", acrescentou. Segundo o ministro, a proposta da reforma tributária do governo deve ser apresentada num prazo de duas a três semanas. Guedes apontou que as reformas estão caminhando, mencionando o pacto federativo e o "pacto mais Brasil, menos Brasília". "O nosso compromisso é ter reformas até o final do governo, e se ele (Bolsonaro) for reeleito elas continuam", disse. Moeda continental Na entrevista, Guedes também disse que é possível o surgimento de uma moeda continental na América do Sul. "Eu brinco e chamo (a moeda) de peso-real porque todas as moedas na América Latina são pesos, e o Brasil tem real." Mais cedo, o ministro da Economia afirmou que o dólar deve diminuir a sua importância e o mundo poderá ter 4, 5 ou 6 moedas fortes daqui a 20 anos. "Uma moeda continental seria muito interessante para o Brasil. E eu não tenho dúvida nós vamos avançar em direção para a conversibilidade. Isso é um projeto nosso, de governo. O Banco Central vai trabalhar buscando a conversibilidade do real. O real vai virar uma moeda forte no continente", disse. Veja Mais

Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel nas refinarias

G1 Economia Estatal vai reduzir o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir de sexta-feira (24). Refinaria da Petrobras em Paulínia (SP) Paulo Whitaker/Reuters A Petrobrás informou nesta quinta-feira (23) que vai reduzir o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir desta sexta-feira (24). Neste mês, já é a segunda vez que a estatal corta o preço dos combustíveis. Em 14 de janeiro, a estatal diminuiu o valor da gasolina e do diesel em 3% nas refinarias. A redução no preço do combustível tem como pano de fundo a queda da cotação do petróleo no mercado internacional, destaca a agência Reuters. Os preços do petróleo caíram mais de 2% na quarta-feira (22), com o superávit previsto pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) para o mercado e preocupações com a demanda em meio ao surto de coronavírus na China, que ofuscou interrupções de produção na Líbia. O petróleo Brent encerrou a sessão de quarta em queda de US$ 1,38, ou 2,1%, a US$ 63,21 por barril, enquanto o petróleo nos Estados Unidos recuou US$ 1,64, ou 2,8%, para US$ 56,74 o barril. Nesta quinta-feira, os preços também operam em queda. Neste início de ano, os preços do petróleo do tipo Brent chegou a tocar o US$ 70 por barril com o aumento das tensões entre Estados Unido e Irã, depois que o Qassem Soleimani, chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país, morreu em um ataque com drone norte-americano. Preços nos postos O repasse dos ajustes de preço nas refinarias para o consumidor final nos postos depende de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis. Na semana passada, os preços dos combustíveis subiram, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o levantamento, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor avançou 0,6%, para R$ 4,586. Na semana passada, o preço do combustível permaneceu estável. Já o preço do diesel avançou 0,2% na semana, para R$ 3,791 por litro, em média. O preço do etanol também teve alta na semana. O avanço foi de 1,8%, para R$ 3,241 por litro. Veja Mais

Lucro da American Airlines supera estimativas com forte demanda de viagens

G1 Economia Empresa está sob pressão desde a suspensão mundial das aeronaves 737 MAX da Boeing em março do ano passado. A American Airlines divulgou lucro trimestral que superou as estimativas de Wall Street nesta quinta-feira (23), com a forte demanda de viagens e menores custos de combustível que reduziram o impacto de cancelamentos de voos da companhia aérea norte-americana devido à suspensão do 737 MAX. Aviões da American Airlines no pátio do Aeroporto de Phoenix, nos EUA, em imagem de arquivo. Ross D. Franklin/Arquivo/AP Photo A American, como sua concorrente Southwest Airlines, está sob pressão desde a suspensão mundial das aeronaves 737 MAX da Boeing em março do ano passado. A American, que possui 24 jatos MAX em sua frota, indicou que manterá o avião fora de seu cronograma de voos até o início de junho. A companhia aérea disse nesta quinta-feira que cancelou 10 mil voos no trimestre devido à suspensão. Também divulgou que espera um lucro ajustado para 2020 entre US$ 4 e US$ 6 por ação, em comparação com a estimativa média dos analistas de US$ 5,10 por ação, segundo dados da Refinitiv. O lucro líquido aumentou para US$ 414 milhões, ou US$ 0,95 por ação, no quarto trimestre de 2019, contra US$ 325 milhões, ou US$ 0,70 por ação, no ano anterior. A receita aumentou 3,4%, para US$ 11,3 bilhões. Excluindo itens, a American teve lucro de US$ 1,15 por ação, acima da estimativa média dos analistas de US$ 1,14 por ação, de acordo com dados da Refinitiv. Veja Mais

É possível que um smartphone seja contaminado com vírus apenas com uma visita a uma página web?

G1 Economia Tira-dúvidas também responde perguntas sobre ameaças de divulgação de vídeos íntimos e dados de visitação no Facebook. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Como um smartphone Android pode ser contaminado? A única forma de ser contaminado por um vírus ou malware no Android é instalando um app? Ou também posso contaminar meu celular Android acessando um site? – Joas Maia Existem dois tipos de situações: aquelas em que o sistema funciona como deve, e aquelas em que uma brecha de segurança levou o sistema a se comportar de um modo indevido e inadequado. Se o sistema e os aplicativos do aparelho estiverem funcionando da maneira correta, a resposta é simples: uma contaminação por malware só deve acontecer caso um aplicativo malicioso seja instalado. Um vírus é um tipo de programa (aplicativo) e, portanto, apenas a instalação e um aplicativo poderia desencadear uma contaminação. No entanto, hackers podem encontrar brechas que retiram o sistema do seu funcionamento normal. Com essas falhas, é possível criar situações que normalmente são impossíveis, incluindo a instalação de vírus por páginas web, arquivos de imagem e vídeo (como aconteceu com o fundador da Amazon Jeff Bezos), proximidade de redes sem fio, entre outras. Brecha Stagefright foi corrigida em 2015. Vulnerabilidade podia ser explorada por meio de muitos aplicativos para contaminar o Android por meio de arquivos de mídia. Zimperium/Divulgação Os limites do que é possível vão depender das falhas que foram encontradas e da possibilidade de exploração. Por exemplo, algumas versões do sistema ou até certos tipos de chip usados por cada modelo podem ser mais ou menos vulneráveis a falhas específicas. O sistema do aparelho também não importa. Pode ser um aparelho Android ou um iPhone, como demonstraram os ataques que atingiram uma etnia minoritária na China. Pode parecer que, com tantas possibilidades para os hackers, a guerra está perdida. Mas não é assim. Explorar falhas em smartphones não é uma façanha simples e os ataques reais que exploram essas brechas, quando são realizados, normalmente ficam restritos a poucos alvos. Por conta disso, o cenário mais comum de contaminação é sempre a instalação de um aplicativo, seja acidentalmente ou por uma pessoa próxima interessada em suas mensagens. Para ficar protegido de falhas de segurança, é importante manter o seu sistema atualizado. Se você receber uma notificação informando que uma nova versão está pronta para ser baixada ou instalada, prossiga com a atualização o mais breve possível. A atualização elimina as falhas, o que fecha as portas de entrada alternativas que hackers podem ter encontrado. Mensagem fraudulenta ameaça divulgar vídeo íntimo, mas não mostra o vídeo supostamente capturado Pierre Amerlynck/Freeimages.com Cobranças falsas para não divulgar vídeo íntimo Li uma reportagem no G1, "E-mail falso de hackers cobra R$ 300 para não divulgar suposto vídeo íntimo gravado sem autorização"... Achei muito interessante, pois eu recebi um e-mail desse, com os mesmos dizeres, mas tudo em inglês. Só não sei como proceder agora... O que devo fazer para me livrar desses caras? Como sei se isso é real? Será que eles têm acesso à minha câmera mesmo? – Ana Cristina Eu li uma matéria do G1 sobre golpes feitos por hackers relacionados com sites adultos. Eu recebi uma mensagem parecida com a que foi exibida na matéria, onde alguém pede um valor de aproximadamente R$ 300 para não divulgar imagens íntimas. Eu gostaria de saber sobre como se manter seguro desses hackers. Inclusive, eu formatei meu computador e mudei a conta. Isso é suficiente para afastar esses criminosos ou existem chances de eles ainda estarem tendo acesso ao meu computador (às informações ou à câmera)? – Thaysa Ellen Como explicado no texto anterior, estes e-mails são falsos. A ameaça é vazia e o suposto invasor não tem acesso a nada. Se o "hacker" em questão realmente tivesse um vídeo, ele provavelmente o enviaria junto com a "ameaça" para provar que o material existe. E mesmo que o material existisse, também não adiantaria pagar, porque o criminoso poderia simplesmente repetir a ameaça, pedindo cada vez mais dinheiro. Thaysa, você não precisava ter formatado o computador. Em muitos casos, como a ameaça é totalmente falsa, não é nem sequer necessário mudar a senha. Você pode utilizar o serviço MinhaSenha para conferir se alguma senha sua foi vazada na internet e trocar apenas as senhas comprometidas (pode ser que sua senha comprometida seja a de alguma outra rede social ou serviço, e não a do seu e-mail). Infelizmente, não é possível interromper o recebimento destes e-mails. Não deve nem adiantar bloquear o remetente, porque o criminoso provavelmente vai continuar enviando as mensagens a partir de endereços novos. O que se deve fazer é marcar as mensagens como spam (lixo eletrônico) para que elas não apareçam mais na caixa de entrada. Com o tempo, todas as mensagens semelhantes, não importa qual seja o remetente, vão cair direto no spam e sua caixa de entrada ficará livre. Visitas no Facebook Quero saber quem visita meu Facebook. Como faço? – Alice Esta função não existe e qualquer serviço ou aplicativo que prometa mostrar quem visitou seu perfil está engando você, roubando seus dados ou fazendo essas duas coisas ao mesmo tempo. Se você tiver uma página no Facebook, e não um perfil pessoal, você poderá conferir o número de visualizações que uma publicação recebeu. No entanto, você ainda não poderá saber quem foram essas pessoas que visualizaram o conteúdo. A única informação é o número total de visitantes. Portanto, não existe forma de ver o nome dos visitantes, seja nas páginas ou em perfis pessoais. Algumas pessoas colocam em seus perfis a frase "[nome da pessoa] será notificado da sua visita", mas isso é uma brincadeira. Essas pessoas não receberão notificação alguma. Não acredite em nada que prometa "revelar" essa informação para você, porque apenas o Facebook tem esses dados. Se o Facebook não oferece a informação, ninguém mais pode oferecê-la. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Veja Mais

Câmara Municipal de Salgueiro abre inscrições para concurso público

G1 Economia As inscrições podem ser realizadas até o dia 19 de fevereiro pelo site da Consulpam. Câmara de Vereadores de Salgueiro Reprodução/ Câmara de Vereadores de Salgueiro A Câmara Municipal de Salgueiro abriu nesta quinta-feira (23) as inscrições para um concurso público. As vagas disponíveis são para Contador (1), Procurador Legislativo (1), Agente Administrativo (6), Auxiliar de Serviços Gerais (4), Assistente da Ouvidoria (1), Recepcionaista (1), Técnico em Informática (4), além de vagas para cadastros reserva. As inscrições podem ser realizadas até o dia 19 de fevereiro pelo site da Consulpam. A taxa é de R$130 para nível superior, R$80 para nível médio e R$60 para nível fundamental. O pagamento deverá ser feito por meio de boleto bancário. A isenção pode ser solicitada nos dias 23 e 24 de janeiro. O Concurso Público será realizado em duas etapas: prova objetiva e de títulos. A data, o horário e o local da realização das avaliações serão disponibilizados em até cinco dias antes da data do certame, no link área do candidato. O cartão de identificação não será enviado pelos Correios. O Resultado final está previsto para ser divulgado no dia 17 de abril de 2020. O prazo de validade do concurso será de dois anos contado desde a data de sua homologação, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. Veja Mais

Expectativa de inflação para os próximos 12 meses aumenta, aponta FGV

G1 Economia Segundo levantamento, expectativa para os 12 meses seguintes subiu para 5% em janeiro, interrompendo a tendência de queda iniciada em agosto. A expectativa de inflação dos consumidores brasileiros para os 12 meses seguintes foi para 5% em janeiro, ou 0,2 ponto acima da taxa anterior, interrompendo a tendência de queda iniciada em agosto de 2019, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pelo levantamento. Em relação ao mesmo mês de 2019, houve estabilidade nas expectativas. “Após permanecer por dois meses consecutivos no nível mínimo da série histórica, a expectativa de inflação dos consumidores aumentou nas faixas de renda mais baixas, onde a alta no preço das carnes tem maior relevância devido ao seu maior peso na cesta de consumo desses consumidores. Como parte das expectativas se baseiam em inflação passada, é esperado que esse efeito se dissipe nos próximos meses”, diz Renata de Mello Franco, economista da FGV. Prévia da inflação oficial fica em 0,71% em janeiro, diz IBGE Inflação entre os mais pobres supera índice geral em 2019, diz Ipea Analisando a frequência da inflação prevista por faixas de respostas, a parcela dos consumidores que projetam valores abaixo da meta de inflação atual (4,0%) diminuiu, de 52,4% em dezembro de 2019 para 48,4% em janeiro de 2020. Por outro lado, a proporção de consumidores projetando dentro dos limites inferior e superior da meta de inflação (entre 2,5% e 5,5%) para 2020 aumentou, de 63,5% para 64,7%, a maior parcela nos últimos seis meses. Na análise por faixas de renda, não houve variação das expectativas de inflação apenas para as famílias com renda familiar mensal acima de R$ 9,6 mil, permanecendo estável em 4,0% desde setembro de 2019. Na outra ponta, para os consumidores com renda mais baixa, até R$ 2,1 mil, a expectativa mediana aumentou 0,4 ponto, para 5,8%, influenciada pela alta da carne, segundo a FGV. A expectativa para a inflação nos próximos 12 meses faz parte da Sondagem do Consumidor realizada mensalmente pela FGV com mais de 2,1 mil entrevistados em sete capitais do país (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília e Recife), em geral, nas três primeiras semanas de cada mês. Aproximadamente 1,6 mil entrevistados respondem a respeito da expectativa para os preços todos os meses, segundo a FGV. Essa sondagem foi realizada entre os dias 2 e 21 de janeiro. Veja Mais

França fecha acordo com EUA para avançar em negociações de imposto digital global, diz ministro

G1 Economia Segundo ministro das Finanças francês, acordo abre a perspectiva de uma solução internacional para a tributação de serviços digitais. O ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire, disse nesta quinta-feira (23) que a França chegou a um acordo com os Estados Unidos sobre as bases para negociações futuras de um imposto digital global, no nível da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). "Tivemos longas conversas esta manhã com o secretário do Tesouro dos EUA e o secretário-geral da OCDE, e estou feliz em anunciar que encontramos um acordo entre a França e os Estados Unidos, fornecendo a base para o trabalho na tributação digital na OCDE", disse Le Maire no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça. "É uma boa notícia, porque isso reduz o risco de sanções norte-americanas e abre a perspectiva de uma solução internacional para a tributação digital", acrescentou. Os Estados Unidos chegaram a ameaçar aumentar as tarifas sobre produtos franceses em retaliação ao imposto francês. O governo Trump considera as taxa aos serviços digitais discriminatória para as empresas norte-americanas. O imposto francês sobre os serviços digitais, conhecido como "Gafa" (pelas iniciais do Google, Apple, Facebook e Amazon), foi promulgado em 2019 e obriga que as empresas de tecnologia na França paguem 3% de seu faturamento. França aprova imposto sobre ganhos de gigantes da tecnologia Reino Unido também quer imposto digital O Reino Unido também quer adotar um imposto de serviços digitais sobre as receitas de empresas como Google, Facebook e Amazon, afirmou nesta quinta-feira a ministra dos Negócios britânica, Andrea Andreassom. "Os Estados Unidos e o Reino Unido estão comprometidos em entrar em um acordo comercial e temos um relacionamento muito forte que remonta a séculos. Portanto, algumas das divergências que possamos ter sobre questões específicas não prejudicam de maneira alguma o excelente, forte e profundo relacionamento entre os EUA e o Reino Unido", disse Leadsom à Talk Radio. "Sempre há negociações e conversas difíceis, mas acho que, no que diz respeito ao imposto sobre tecnologia, é absolutamente vital que essas grandes multinacionais que estão gerando quantias incríveis de receita e lucro sejam tributadas, e o que queremos fazer é trabalhar internacionalmente com o resto do mundo para cobrir isso com um regime adequado que garanta que elas estejam pagando sua parte justa", acrescentou. Segundo o plano britânico, as empresas de tecnologia que gerarem pelo menos 500 milhões de libras (US$ 657 milhões de dólares) por ano em receita global pagarão uma taxa de 2% do dinheiro que ganham dos usuários do Reino Unido a partir de abril de 2020. Veja Mais

Ciee seleciona estudantes do Alto Tietê para vagas de estágio remunerado

G1 Economia As oportunidades são para atuar nas cidades de Mogi das Cruzes e Suzano. Ciee de Mogi das Cruzes oferece vagas de ensinos médio, técnico e superior Quetura Cristina da Silva/CIEE O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) está selecionando estudantes para nove oportunidades de estágio nas cidades do Alto Tietê nesta quinta-feira (23). As vagas são para as cidades de Suzano e Mogi das Cruzes, para ensino médio, técnico e superior. Os interessados devem acessar o site do CIEE para receber mais informações e fazer cadastro para participar da seleção. Estão disponíveis 4 vagas para os estudantes do ensino médio. Duas são para trabalhar em Mogi das Cruzes, com remuneração de R$ 600 e horário das 8h às 13h e das 13h às 18h. Também há mais duas vagas em Suzano com horário das 13h às 18h, e com bolsa-auxílio de R$ 500 e R$ 800. Já para os alunos de cursos técnicos, há uma vaga para técnico de gestão em administração, das 11h às 18h em Suzano, e outra para técnico em saúde bucal, das 13h às 19h, em Mogi das Cruzes. As duas vagas têm bolsa-auxílio de R$ 600. Para os alunos de graduação, também há oportunidades de estágio. Duas vagas são para estudantes de administração, uma em Mogi das Cruzes, das 9h às 16h, com remuneração de R$ 500, e outra em Suzano, das 9h às 16h, e bolsa-auxílio de R$ 750. A última vaga é para a área de marketing, para trabalhar em Mogi das Cruzes, com remuneração de R$ 800 e horário das 9h às 16h. Veja Mais

Produção de petróleo do Brasil alcança 1 bilhão de barris pela 1ª vez na história em 2019

G1 Economia No ano passado, produção de petróleo avançou 7,78% e chegou a 1,018 bilhão de barris. A produção de petróleo do Brasil avançou 7,78% no ano passado e ultrapassou a marca de 1 bilhão de barris pela primeira vez na história, acumulando 1,018 bilhão de barris no período, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta quarta-feira (22). Plataforma de exploração de petróleo Reprodução/ TV Globo Já a produção de gás natural do país cresceu 9,46% no ano passado, somando 44,724 bilhões de metros cúbicos. Diretor-geral da ANP diz que deixará mandato antes do fim Segundo a agência reguladora, o pré-sal foi responsável pela produção de 633,98 milhões de barris no consolidado de 2019, além de 25,906 bilhões de metros cúbicos de gás natural - altas de 21,56% e 23,27% na comparação anual, respectivamente. Dezembro representou um novo recorde mensal para a produção de petróleo no país, com bombeamento médio de 3,106 milhões de barris por dia, alta de 15,44% ante igual período de 2018 e 0,52% acima do recorde verificado exatamente no mês anterior. Já a produção média de gás natural atingiu no mês passado o recorde de 137,8 milhões de metros cúbicos/dia, avanço de 21,19% no ano a ano e crescimento de 0,87% em relação a novembro, disse a ANP. A produção no pré-sal correspondeu a 66,82% da produção nacional em dezembro, com 2,655 milhões de barris de óleo equivalente por dia. O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor no período. Veja Mais

Brasil deve ter conversas com Arábia Saudita sobre adesão à Opep em julho

G1 Economia Declaração foi do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, durante viagem à Índia. Exportações de petróleo do Brasil devem avançar para 1,4 milhão de barris por dia em 2020 Reuters O Brasil começará a discutir sobre sua adesão à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), durante uma visita à Arábia Saudita em julho, disse nesta quarta-feira (22) o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, durante viagem à Índia. Porém, ele ressaltou que o país não espera se tornar membro do grupo ainda neste ano. O presidente Jair Bolsonaro insinuou a ideia de uma adesão à Opep em outubro. A proposta, porém, não foi bem recebida pelo setor de petróleo, uma vez que produtores temem que nesse caso o Brasil - que se tornou exportador líquido no ano passado - tenha que aderir a cortes de produção acertados entre a Opep e outros produtores. Brasil seria bem-vindo a participar da Opep, diz secretário-geral do grupo Após encontro com o ministro do Petróleo da Índia, Dharmendra Pradhan, Albuquerque disse que viajará à Arábia Saudita em meados deste ano e que, na ocasião, dará início às negociações. "A Arábia Saudita está na presidência do G20. Eu estarei lá em julho, e então nós podemos começar a discutir", disse o ministro, acrescentando que não espera que uma eventual adesão se concretize em 2020. Questionado se o país estaria disposto a restringir sua produção em linha com termos da Opep, Albuquerque afirmou que trata-se de "uma questão de negociação" e que é preciso "começar discussões". Expectativas para a produção do Brasil O ministro, que chegou a Nova Délhi antes da visita oficial do presidente Jair Bolsonaro, marcada para o final desta semana, disse que as exportações de petróleo do Brasil devem avançar para 1,4 milhão de barris por dia em 2020, ante 1,1 milhão de barris em 2019, enquanto a produção tende a crescer 13%, para 3,5 milhões. Durante a visita de Bolsonaro, a Índia espera assinar acordos com o Brasil, incluindo um memorando de entendimento para cooperação no setor de petróleo e gás natural, afirmou o país asiático em comunicado nesta quarta-feira. Segundo o ministro indiano de Petróleo, empresas do país expressaram interesse em obter mais petróleo do Brasil, desde que termos comerciais favoráveis sejam oferecidos. Em 2019, as exportações de petróleo do Brasil para a Índia recuaram 23%, para cerca de 47 mil barris, de acordo com dados de agências marítimas obtidos por fontes da indústria. Brasil participa como observador de reunião da Opep em Viena Veja Mais

Defensoria Pública do DF autoriza concurso com 60 vagas para analista

G1 Economia Salário inicial é de R$ 5.241. Seleção é para vagas imediatas e formação de cadastro reserva. Sede da Defensoria Pública do Distrito Federal TV Globo/Reprodução A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) autorizou a realização de um concurso com 60 vagas imediatas e formação de cadastro reserva para o cargo de analista de apoio à assistência judiciária. O salário inicial é de R$ 5.241, sendo R$ 4.641 de remuneração base e mais R$ 600 de gratificação judiciária. Para assumir o cargo, os candidatos aprovados precisam ter curso superior de direito. A autorização foi publicada no Diário Oficial do DF de terça-feira (21). Segundo a Defensoria Pública, informações sobre edital ou início das inscrições serão divulgadas em breve. Diário Oficial traz autorização para concurso da DPDF Reprodução O último concurso para o cargo ocorreu em 2014 e foi realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). à época, também foram oferecidas 60 vagas: 15 imediatas e 45 de cadastro reserva. Já no ano passado, a DPDF realizou concurso para defensores públicos com 12 vagas. A banca responsável pela seleção foi o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Leia outras notícias da região no G1 DF. Veja Mais

Governo ainda não publicou decreto com medidas emergenciais e demora no INSS continua

G1 Economia São quase 2 milhões de pedidos de brasileiros aguardando uma resposta do INSS para aposentadorias e outros benefícios, como salário-maternidade e auxílio-doença. Governo ainda não publicou decretos com medidas emergenciais para o INSS O governo federal ainda não publicou os decretos que vão implementar as medidas emergenciais anunciadas na semana passada para reduzir a fila do INSS. São quase 2 milhões de pedidos de brasileiros aguardando uma resposta do INSS para aposentadorias e outros benefícios, como salário-maternidade e auxílio-doença. Desses, 500 mil estão a espera de documentos que dependem do segurado, mas quase 1,5 milhão estão parados por falha no sistema. Não há prazo de quando a situação será normalizada. A expectativa do governo é de oito meses. A reportagem da TV Globo apurou que os decretos podem ser publicados no fim desta semana ou no início da próxima. Oficialmente, o governo afirma que os decretos ainda estão sendo preparados, inclusive o que deve estabelecer a contratação de 7 mil militares da reserva. A seleção dos militares será feita pelo Ministério da Defesa. Hoje, 7.820 servidores do INSS fazem a análise de documentos para a concessão de benefícios. Com a chegada dos militares, funcionários do INSS devem sair do atendimento e reforçar a análise. A expectativa é que o número de analistas chegue a 10 mil. Segundo o governo, o decreto também vai incluir medidas de desburocratização do atendimento do INSS, como o fim da obrigação em autenticar documentos e atualizar certidões ao longo da tramitação. Veja Mais

Governo libera pedidos de seguro-desemprego atrasados por causa de saque imediato do FGTS

G1 Economia G1 publicou há uma semana reportagem que mostrava atraso na liberação do seguro-desemprego por causa do saque imediato de até R$ 998 do FGTS. No mesmo dia, a Secretaria do Trabalho informou que todos os trabalhadores com dificuldade de acesso ao seguro-desemprego teriam seus pedidos liberados até esta quarta. A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia informou nesta quarta-feira (22) que foram reprocessados 67.523 requerimentos de seguro-desemprego que estavam pendentes por conta da nova modalidade de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No último dia 16, o G1 publicou reportagem que mostrava relatos de segurados com atraso na liberação do seguro-desemprego por causa do saque imediato de até R$ 998 do FGTS. No mesmo dia, a Secretaria do Trabalho informou que todos os trabalhadores com dificuldade de acesso ao seguro-desemprego teriam seus pedidos reprocessados e liberados até esta quarta. Já os benefícios solicitados a partir de segunda-feira (20) deveriam ser liberados automaticamente. Segundo o governo, o pagamento das parcelas está agendado para começar em 28 de janeiro. A regra estabelece que a liberação da primeira parcela ocorra 30 dias após a data do requerimento. As demais são pagas com intervalo de um mês contado da primeira parcela. Segundo a secretaria, pedidos que não tinham outros impedimentos já foram liberados e novas solicitações não devem ser bloqueadas. Caso isso ocorra, haverá um novo reprocessamento. A consulta à situação do requerimento poderá ser realizada pela internet ou pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. O motivo para o atraso na liberação dos pedidos de seguro-desemprego é que toda movimentação que ocorre no FGTS interfere no recebimento do seguro-desemprego. E, se o trabalhador retirar o FGTS por outro motivo além da rescisão do contrato de trabalho, o seguro-desemprego é notificado e o beneficiário tem de entrar com um recurso administrativo 557 para ter o benefício liberado. Isso acontece porque, no cadastro do Ministério da Economia, constará mais de uma informação sobre o FGTS dele. Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, os relatos de trabalhadores sobre divergências entre o saque imediato do FGTS e a concessão do benefício começaram a chegar na segunda quinzena de dezembro. Após a detecção do problema, o Ministério da Economia iniciou os processos corretivos nos seus sistemas para solucionar a questão, com suporte da Caixa. Benefício liberado A assistente social Vanessa Rodrigues, que terá de esperar 60 dias para liberação do seguro-desemprego Arquivo pessoal A assistente social Vanessa Fernandes, de 36 anos, teve o benefício liberado nesta quarta-feira, em um posto credenciado pela Secretaria do Trabalho em São Paulo. Ela relatou ao G1 que estava com problemas para a liberação do seguro-desemprego após ser demitida no Natal. Ela descobriu que tinha que entrar com o chamado 'recurso 557' porque o dinheiro do saque imediato do FGTS havia sido depositado automaticamente em sua conta poupança da Caixa, o que teria bloqueado a liberação do benefício. O FGTS da rescisão do contrato e a multa de 40% sobre o saldo do fundo ela já recebeu. Vanessa, que trabalhou por 17 anos com carteira assinada e nunca havia solicitado seguro-desemprego, conta que foi informada no começo deste mês pela atendente da Superintendência Regional do Trabalho que era preciso fazer um recurso para contestar a retenção do benefício por causa da liberação do saque imediato do FGTS. E recebeu um prazo de 60 dias para começar a receber o seguro-desemprego. Têm direito ao seguro-desemprego trabalhadores demitidos sem justa causa, que também podem sacar o valor de FGTS depositado pelo último empregador mais a multa de 40% sobre o total. A liberação da parcela ocorre sempre 30 dias após a requisição. No entanto, com a divergência no sistema, os trabalhadores relataram extensão do prazo para cerca de 60 dias. A assistente social, que não sabia nem quanto iria receber de benefício, ficou feliz da vida ao receber a informação nesta quarta de que serão 5 parcelas. "Fico feliz por saber que terei um amparo até conseguir uma nova oportunidade. Mas espero não chegar nem a três porque sou movida a trabalho". O que causou o problema A Secretaria do Trabalho explica que, por motivos de segurança, é feita uma série de conferências em diversas bases de dados toda vez que o trabalhador pede o seguro-desemprego. O processo ocorre para verificar a identidade do trabalhador e se ele realmente tem direito ao benefício. Uma das apurações é nos registros do FGTS, onde deveria constar “demissão sem justa causa” como última informação. Isto impede, por exemplo, a concessão de benefícios a trabalhadores que foram demitidos por justa causa ou tiveram seu contrato por prazo determinado encerrado, dois casos que não dão direito ao pagamento. Com a introdução das novas modalidades de saque do FGTS, o fluxo de registros no sistema do FGTS foi alterado. A opção pelo saque tem aparecido como última informação, onde o sistema do seguro-desemprego busca a informação de “demissão sem justa causa”. Quando isso acontece, o sistema indica uma pendência e o trabalhador não consegue solicitar o benefício, explica a secretaria. Demora de até meses, aponta advogada A advogada trabalhista Bianca Canzi, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, explica que, após a demissão, o trabalhador deve requerer um código de saque para o FGTS, e é por meio deste mesmo sistema e código que é solicitada a liberação do seguro-desemprego, feita pelo Ministério da Economia. Porém, segundo ela, devido à recente liberação do saque imediato do FGTS, foi gerada uma divergência no sistema, que mostra que o trabalhador já fez o saque do FGTS, o que impede a entrada no seguro-desemprego. Segundo a advogada, qualquer utilização do FGTS para fins que sejam diferentes da demissão sem justa causa gera alteração do código de saque e a notificação do recurso. Quando isso acontece, o trabalhador deve fazer o recurso nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego e outros postos credenciados pela Secretaria Especial do Trabalho e Previdência. “A orientação a esses trabalhadores é de que entrem com um pedido administrativo de indeferimento, no qual leva em torno de 40 dias ou mais para ser analisado e, após a análise, leva em média mais 40 dias para liberação do valor, ou seja, aproximadamente três meses”, diz. FGTS x seguro-desemprego Entenda os direitos do trabalhador sobre seguro-desemprego O FGTS é uma contribuição que deve ser feita mensalmente pelo empregador, através de depósito em uma conta vinculada da Caixa Econômica Federal, correspondente a 8% do salário do funcionário. Entre as hipóteses de saque do FGTS estão demissão sem justa causa, compra da casa própria, aposentadoria e doenças graves. O seguro-desemprego é um benefício pago quando o empregado é dispensado sem justa causa. O trabalhador recebe entre 3 a 5 parcelas, dependendo do tempo trabalhado. O trabalhador recebe 3 parcelas do seguro desemprego se comprovar no mínimo 6 meses trabalhado; 4 parcelas se comprovar no mínimo 12 meses; e 5 parcelas a partir de 24 meses trabalhado. Para solicitar o seguro-desemprego pela 1ª vez, o profissional precisa ter atuado por pelo menos 12 meses com carteira assinada em regime CLT. Para solicitar pela 2ª vez, precisa ter trabalhado por 9 meses. Já na 3ª e demais, no mínimo 6 meses de trabalho. O prazo entre um pedido e outro deve ser de, pelo menos, 16 meses. O valor mínimo do seguro-desemprego é de R$ 1.039 (valor do salário mínimo) e o máximo, de R$ 1.813,03. Veja Mais

Frigoríficos lideram perdas na bolsa após China renegociar contratos de exportação de carne

G1 Economia Segundo jornal, desde dezembro chineses vêm impondo descontos de 30% sobre as proteínas compradas do Brasil. Setor produtivo de carne bovina comemora o bom desempenho no ano passado Assessoria/Governo/Rondônia As ações dos principais frigoríficos brasileiros na B3, a bolsa de valores de São Paulo, estão em queda nesta quarta-feira (22), após informações de que a China está renegociando os contratos de compra das carnes brasileiras. Para ministério, "euforia" chinesa já passou Os papéis da BRF, JBS e Marfrig lideravam as perdas do Ibovespa com estes dois últimos tendo suas negociações suspensas mais de uma vez após oscilação acima do permitido. Às 12 horas, BRF ON cedia 1,16%, JBS ON declinava 2,73% e Marfrig ON tinha baixa de 3,72%. Segundo reportagem do jornal "Valor Econômico" desta quarta-feira (22), os chineses estão impondo descontos de 30% sobre o valor da carne sul-americana, afetando a rentabilidade das companhias. A reportagem afirma que, desde dezembro, os importadores impuseram descontos de pelo menos US$ 1 mil por tonelada sobre cargas que já estavam no mar e até mesmo nos portos do país. Há relatos de pedidos de US$ 2,5 mil, deságio significativo. Agora, após intensas renegociações dos contratos de exportação para seu principal cliente, os frigoríficos brasileiros já operam com margem negativa nas vendas. As perspectivas a longo prazo ainda são boas, mas o que pressiona os ativos do setor neste pregão são os efeitos imediatos do imbróglio com os asiáticos. Equilíbrio só em fevereiro Além disso, existe uma preocupação adicional: o início o Ano Novo chinês, um feriado que para o país durante uma semana, paralisando também qualquer tipo de negociação. Assim, a situação e consequente equilíbrio deste mercado só ocorreria no início de fevereiro, praticamente. Vale lembrar a euforia dos frigoríficos brasileiros quando a peste suína africana passou a tomar maiores proporções na China, fazendo a produção de carne suína do país asiático chegar ao menor nível em 16 anos. Estima-se que o mercado chinês só terá condições de se recuperar em 2025. Em avaliação do banco holandês Rabobank divulgada na semana passada, as importações chinesas de carne de porco podem somar 4,2 milhões de toneladas neste ano. Caso isso aconteça, será o equivalente a toda a carne suína produzida hoje no Brasil. Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Veja Mais

Comércio cresce 2% em 2019 e vendas do Natal registraram alta de 4,1%, diz Serasa

G1 Economia Seguindo a tendência do ano, o crescimento foi impulsionado pelo setor de veículos, motos e peças. Shopping na Grande Goiânia Jamyle Amoury/G1 Goiás O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian apresentou aumento de 2% no acumulado de janeiro a dezembro de 2019, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Seguindo a tendência do ano, o crescimento foi impulsionado pelo setor de veículos, motos e peças, que teve alta de 8,4% e pelo segmento de material de construção, este com acréscimo de 4,6%. Na variação mensal — dezembro contra novembro —, o indicador apresentou queda de 0,1%. O aumento pontual da renda trazido pelas novas modalidade de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) se refletiu na variação positiva de 3,9% em dezembro contra o mesmo mês um ano antes, diz a Serasa. O destaque foi o setor de Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (6,8%), que não costuma estar ligado ao crédito como Veículos ou Materiais de Construção, explica o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, em comentário enviado à imprensa. Apenas Combustíveis e Lubrificantes apresentaram queda (-7,2%) em dezembro, mantendo os resultados negativos apresentados ao longo do ano. Vendas do comércio acumularam até novembro alta de 1,6%, segundo IBGE Natal Dados do Indicador de Atividade do Comércio – Natal mostram que as vendas na semana da data comemorativa (18 a 24 de dezembro) em 2019 registraram alta de 4,1%, comparado com o ano anterior. Esse foi o segundo maior aumento desde 2014, quando começaram as quedas consecutivas das vendas, ficando atrás apenas de 2017, ano em que houve maior liberação de recursos do FGTS. No fim de semana (21 a 23 de dezembro), o aumento foi de 4,7% em todo o país. Já na cidade de São Paulo, entre 18 e 24, a variação também foi de 4,7%, enquanto o fim de semana registrou 3,6% de crescimento. O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Natal tem como base uma amostra das consultas realizadas no banco de dados da Serasa Experian. Foram consideradas as consultas realizadas no período de 18 a 24 de dezembro de 2019 e comparadas às do período de 18 a 24 de dezembro de 2018. Para o fim de semana, foram consideradas as consultas realizadas no período de 21 a 23 de dezembro de 2019 e comparadas às do período de 20 a 22 de dezembro de 2018. Veja Mais

Microrregião de Campinas fecha 2019 com maior saldo de vagas criadas em seis anos, diz Caged

G1 Economia Construção civil volta a ter saldo positivo desde 2011, enquanto indústria completa oitavo ano seguido com mais demissões do que contratações. Carteira de trabalho Getty Images Com saldo positivo de 9.155 vagas, a microrregião de Campinas, formada por 16 municípios, encerrou 2019 com o melhor desempenho na criação de postos de trabalho com carteira assinada em seis anos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24), pelo Ministério da Economia. Entre os setores que impulsionaram as contratações estão serviços e comércio, com destaque para a construção civil, que voltou a ter números positivos desde 2011. Por outro lado, a indústria completou o oitavo ano seguido com dados negativos. O economista Roberto Brito de Carvalho, da PUC-Campinas, explica que o aumento nas vagas formais na construção têm relação com o aquecimento do mercado em 2019, com aumento da oferta de crédito para novos imóveis. "É um segmento que contrata muito mas que, de forma geral, tem uma remuneração mais baixa, que acaba não refletindo tanta na economia. Por outro lado, os cortes na indústria são preocupantes, já que são empregos com melhor nível de remuneração", explica. Saldo de vagas por setores Extrativa mineral: -5 Indústria de transformação: -2.054 Serviço Ind. de Utilidade Pública: 699 Construção civil: 1.314 Comércio: 3.823 Serviços: 5.387 Administração Pública: -99 Agropecuária, Extração Vegetal, Caça e Pesca: 90 Microrregião de Campinas Das 16 cidades que formam a microrregião de Campinas, a metrópole é que registrou o maior saldo positivo de vagas formais criadas em 2019, com 2.553. Indaiatuba (SP), com 1.695 contratações a mais do que demissões, e Vinhedo (SP), com saldo de 1.311 postos abertos, também se destacaram. Por outro lado, quatro municípios registraram mais demissões do que contratações, e fecharam 2019 no "vermelho". Foram os casos de Elias Fausto (SP), Jaguariúna (SP), Monte Mor (SP) e Valinhos (SP). Saldo de vagas formais em 2019 Americana: 529 Campinas: 2.553 Cosmópolis: 248 Elias Fausto: -19 Holambra: 551 Hortolândia: 823 Indaiatuba: 1.695 Jaguariúna: -107 Monte Mor: -69 Nova Odessa: 625 Paulínia: 627 Pedreira: 380 Santa Bárbara d'Oeste: 325 Sumaré: 18 Valinhos: -335 Vinhedo: 1.311 Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

Polícia de Londres vai começar a usar câmeras de reconhecimento facial em tempo real

G1 Economia Tecnologia tem como objetivo ajudar a reduzir a criminalidade, mas levanta preocupações e debates ao redor do mundo por medo de erros. Quepe usado por integrantes da Polícia Metropolitana de Londres, uma das mais eficientes do mundo Divulgação/London Metropolitan Police A Polícia Metropolitana de Londres afirmou nesta sexta-feira (24) que vai implementar câmeras e tecnologia de reconhecimento facial em tempo real na cidade. Segundo um comunicado as câmeras estariam conectadas a uma base de dados de suspeitos, mas não conectada com outros sistemas de monitoramento. Caso as câmeras reconheçam alguém nessa lista , gerará um alerta para que um policial aborde a situação. O objetivo é que a tecnologia ajude a enfrentar crimes sérios, como violência, uso de armas de fogo e facas, exploração sexual de crianças, entre outros. A instalação, de acordo com a polícia, será feita de modo transparente, com conversas com as comunidades e primeiro em lugares "onde a inteligência sugere que é mais provável localizar criminosos". De acordo com o comissário assistente da polícia, Nick Ephgrave, a tecnologia foi testada anteriormente e está em uso em outros lugares do Reino Unido, no setor privado. "Como uma polícia moderna, acredito que temos o dever de usar novas tecnologias para manter as pessoas de Londres a salvo", afirmou. Expansão da tecnologia e preocupações O reconhecimento facial vive um momento de aplicação generalizada, com aplicações em aeroportos, segurança nas fronteiras, bancos, lojas comerciais, escolas e tecnologia pessoal, assim como para desbloquear smartphones. Esse tipo de tecnologia também vem sendo utilizado por forças policiais, mas recebe críticas por receios de viés e imprecisão na análise. China começa a exigir reconhecimento facial para cadastro de chip de celular Alguns ativistas e pesquisadores afirmam que o potencial de erros é muito grande e que isso pode resultar na prisão de pessoas inocentes, além de que a tecnologia pode ser usada para criar bancos de dados que podem ser invadidos ou usados incorretamente. "Nós temos que garantir os direitos e a transparência para ter certeza que estamos protegendo a privacidade e os direitos humanos das pessoas. Acredito que nossa implementação cuidadosa de reconhecimento facial atinge esse balanço", disse Ephgrave. No ano passado um estudo do governo dos Estados Unidos analisou mais de 200 algoritmos de reconhecimento facial e constatou graves vieses e imprecisões. No Brasil, um sistema de reconhecimento já levou uma mulher a ser detida por engano no Rio de Janeiro (veja vídeo). Em algumas cidades dos Estados Unidos — como São Francisco, Oakland e Sommerville — o reconhecimento facial foi banido de ser usado pela polícia por governos locais. Mulher é detida por engano por erro em reconhecimento facial Veja Mais

Trabalho intermitente pagou em média menos de um salário mínimo em 2018, mostra Dieese

G1 Economia Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que em 43% dos vínculos intermitentes a remuneração foi inferior a um salário mínimo em dezembro de 2018. Além disso, entre os vínculos em 2018, 11% não tiveram renda. Ou seja, um em cada 10 contratos intermitentes não geraram renda para o trabalhador. Veja os principais resultados da pesquisa abaixo: 11% dos vínculos intermitentes não geraram atividade ou renda em 2018 40% dos vínculos que estavam ativos em dezembro de 2018 não registraram nenhuma atividade no mês Remuneração foi inferior a um salário mínimo em 43% dos vínculos intermitentes que registraram trabalho em dezembro Remuneração mensal média dos vínculos intermitentes foi de R$ 763 em dezembro Número de contratos intermitentes representou 0,13% do estoque de empregos formais, em 2018 Vínculos de trabalho intermitente ativos no final de 2018 tinham, em média, duração de cerca de 5 meses, divididos em 2 meses de espera e 3 meses de trabalho efetivo. O trabalho intermitente foi criado pela reforma trabalhista em vigor desde novembro de 2017 com a promessa do governo na época de gerar 2 milhões de empregos em 3 anos, ou 55 mil vagas por mês. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24) revelam que das 644 mil vagas de emprego criadas em 2019, 106 mil (16,5%) foram na modalidade de trabalho intermitente. Na modalidade, o trabalhador fica à disposição para trabalhar, aguardando, sem remuneração, ser chamado pelo empregador. Enquanto o trabalhador não for convocado, ele não recebe. E, quando é chamado para executar algum serviço, a renda é proporcional às horas efetivamente trabalhadas. Veja Mais

Brasil cria empregos 644 mil empregos formais em 2019, melhor resultado em 6 anos

G1 Economia Dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério da Economia. A economia brasileira gerou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia. Essa é a diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões - que totalizaram 15.553.015 pessoas. Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, melhor resultado desde 2013 - quando foram abertas empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas abertas em seis anos. Veja Mais

Confiança do consumidor cai em janeiro, aponta FGV

G1 Economia Segundo pesquisador, percepção de piora da situação financeira familiar pode estar relacionada à pressão recente dos preços de alimentos. A confiança do consumidor recuou em janeiro, segundo indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 1,2 ponto 90,4 pontos. Em dezembro, o índice tinha registrado alta de 2,7 pontos, alcançando 91,6 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2019. Apesar do recuro em janeiro, em médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,3 ponto. “Há uma percepção de piora da situação financeira familiar principalmente para os consumidores com menor poder aquisitivo, que pode estar relacionada à pressão recente nos preços de alimentos. Em relação ao futuro, houve redução do ímpeto de compras de duráveis, tendência que pode implicar num efeito redutor sobre o consumo nos próximos meses, caso se mantenha. Para que a confiança avance mais rapidamente, continua sendo necessária a aceleração da recuperação do mercado de trabalho e a redução da incerteza que ainda se mantém em níveis altos em termos históricos”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora das Sondagens. Famílias compram mais, mas melhora consistente do consumo depende do mercado de trabalho Inflação da carne perde fôlego em janeiro, mas ainda lidera impactos no IPCA-15 Em janeiro, tanto as avaliações sobre o presente quanto as expectativas em relação aos próximos meses pioraram. O Índice de Situação Atual (ISA) diminuiu 0,9 ponto, para 78,7 pontos, a primeira queda após duas altas consecutivas. Já o Índice de Expectativas (IE) recuou 1,4 ponto, para 98,9 pontos, e exerceu a maior influência para a queda do índice geral no mês. Segundo a FGV, houve queda da confiança para consumidores de todas as classes de renda, exceto para aqueles com renda familiar mensal entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil. A maior perda de confiança veio dos consumidores de maior poder aquisitivo (renda familiar mensal superior a R$ 9,6 mil), cujo índice recuou 2,4 pontos influenciado pela redução no ímpeto de compra de bens duráveis nos próximos meses. Veja Mais

Famílias compram mais, mas melhora consistente do consumo depende do mercado de trabalho

G1 Economia Brasileiros ajustam orçamento e começam a superar estragos da crise, mas inadimplência ainda está alta e emprego reage lentamente e com base na informalidade. Movimentação de pessoas na Rua 25 de Março, tradicional centro de compras popular de São Paulo Bruno Rocha/FotoArena/Estadão Conteúdo Num movimento ainda tímido, as famílias brasileiras começam a superar os estragos provocados pela crise econômica e a retomar lentamente hábitos de consumo que foram deixados de lado nos últimos anos. Mas o quadro atual ainda está distante do 'boom' de consumo vivido pelas famílias no início dos anos 2000 e uma melhora mais consistente deve se concretizar apenas com a retomada mais forte do mercado formal de trabalho. O consumo das famílias foi um dos motores da atividade econômica no ano passado – impulsionado pela liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – e deve seguir com esse papel. No biênio de 2019 e 2020, a expectativa é que o consumo cresça entre 2% e 2,5% em cada ano, segundo bancos e consultorias consultados pelo G1. "Nos principais indicadores, já há uma trajetória de recuperação do consumo", afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da consultoria Tendências. "O desempenho do consumo dentro do PIB deixa evidente essa recuperação." PIB do Brasil cresce 0,6% no 3º trimestre, puxado pelo consumo das famílias Uma série de fatores tem contribuído para que os brasileiros comprem mais: os juros estão mais baixos, há um avanço acelerado do crédito para pessoa física e o mercado de trabalho dá sinais de melhora, embora ainda tímido e calcado na informalidade. "Um dos principais estímulos para o consumo é o crédito para pessoa física, que já cresce a dois dígitos. No varejo, os segmentos sensíveis ao crédito já crescem mais de 10%", diz Luka Barbosa, economista do banco Itaú. Crédito tem maior crescimento desde 2012 e ajuda no consumo das famílias Em 2020, essa combinação ainda deve ser favorecida pela melhor composição do emprego no país, com um aumento da formalização. O Itaú, por exemplo, projeta que neste ano serão criados 881 mil empregos formais no país – número próximo ao da consultoria LCA, que espera cerca de 800 mil novas vagas no ano. Para 2019, o banco estima que a abertura de postos com carteira de trabalho assinada tenha sido de 553 mil – os dados oficiais ainda não foram divulgados. Os sinais de melhora do consumo começaram a ficar evidentes e a se espalhar por todo o país no segundo semestre do ano passado, segundo um monitoramento feito pela Kantar. No trimestre encerrado em novembro, houve aumento no comércio de todas as cestas e categorias de produtos. O destaque ficou para o setor de bebidas e perecíveis. No mesmo período, as vendas também cresceram em toda as classes econômicas e regiões do país. "É uma melhora que não está restrita só em um grupo, o que mostra uma clara tendência de recuperação", diz Ana Simões, gerente de contas da Kantar. Consumo cresceu em todas as classes no terceiro trimestre; bebidas e perecíveis lideram Cido Gonçalves/Arte G1 A expectativa de melhora no varejo em 2020 já movimentou o negócio das irmãs Amanda Aparecida dos Santos, 25, e Andressa Carolina dos Santos, 17, que têm uma confecção em São José dos Campos. Para elas, 2019 não foi de muitas vendas, mas os pedidos cresceram neste começo de ano e as duas foram até a rua 25 de março, em São Paulo, comprar matéria-prima para abastecer a produção. "A gente teve que segurar muita coisa no ano passado porque foi muito difícil. Este ano a gente está começando melhor, a procura aumentou uns 30%", conta Amanda. As irmãs Andressa (à esquerda) e Amanda dos Santos fazem compras na 25 de março para abastecer sua confecção Marcelo Brandt/G1 Cautela predomina Embora o quadro atual aponte para uma retomada do consumo, uma série de riscos ainda pairam sobre a economia brasileira e podem minar a melhora do orçamento das famílias. Boa parte dos brasileiros, sobretudo os mais pobres, ainda tem uma considerável parcela da renda comprometida com dívidas. O indicador de estresse financeiro das famílias, medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), ajuda a entender o quadro de cautela que ainda paira sobre brasileiros. Ele consiste na soma da proporção de famílias que usam algum tipo de poupança para quitar despesas correntes e daquelas que dizem estar endividadas. Nos últimos meses, esse índice deu algum sinal de melhora, mas continua acima dos 20 pontos, um patamar ainda considerado alto pelo Ibre. Em dezembro, na última leitura disponível, ficou em 22,2 pontos. No mesmo mês de 2018, estava em 23,3 pontos. Em junho de 2016, no auge da recessão, chegou a 28,2 pontos. No mês passado, 13,1% dos brasileiros estavam usando algum tipo de poupança para quitar despesas e 9,1% afirmaram estar endividados. Saúde financeira das famílias Arte/G1 "Há ainda bastante gente com a situação financeira comprometida e endividada, principalmente nas rendas mais baixas", diz Viviane Seda, pesquisadora do Ibre/FGV. "Uma melhora só vem com o mercado de trabalho. Há uma cautela muito grande. Existem muitas pessoas dentro das famílias que ainda estão sem emprego." 'Ano difícil' Maria de Jesus Castro, 58, tem carteira assinada, mas ainda luta para equilibrar o orçamento. Sem emprego formal, ela trabalhou por dois anos como motorista de aplicativo até conseguir uma vaga de doméstica no fim de 2018. Ela conta que 2019 foi um ano difícil, de quitar dívidas e organizar as finanças. "Tive que me segurar um pouco para deixar as contas em dia, pagar o aluguel. Agora as coisas estão melhorando. Em ordem, 100%, ainda não estão. Você começa devendo pequeno e o banco cresce, faz uma dívida alta. A gente tenta renegociar, mas a verdade é que as pessoas [no país] ainda estão na corda bamba." A doméstica Maria de Jesus Castro, 58, segurou os gastos em 2019 e tenta reequilibrar o orçamento Marcelo Brandt/G1 Inadimplência alta, mas em queda Apesar de ainda alto, o índice de inadimplência medido pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) vem desacelerando e, em novembro, caiu pela primeira vez em dois anos. Em dezembro, veio uma nova redução. Para a economista da entidade, Marcela Kawauti, isso indica uma melhora mais estrutural da economia, ainda que lenta. "No terceiro trimestre tivemos impulsos pontuais, como os saques do FGTS, que injetaram dinheiro na economia, e também muitos feirões [de renegociação de dívidas], mas tem uma questão mais perene por trás dessa redução da inadimplência, que é a reação do mercado de trabalho. Não fosse isso, não veríamos essa inversão [na curva do índice de contas atrasadas]." Comportamento da inadimplência Arte/G1 Marcela destaca que o fato de o índice de atrasos estar caindo dá um "viés positivo" para o crescimento do país em 2020. "A inadimplência funciona como uma âncora na recuperação econômica. Com a volta do emprego, o consumidor tem a renda recomposta, mas precisa pagar o que está devendo para voltar consumir. Ela é um intermediário entre a recuperação do mercado de trabalho e a recuperação do consumo, por isso a perspectiva é positiva." Desempregada, a auxiliar de limpeza Simone Batista, de 47 anos, faz "bico" cuidando de um senhor idoso para conseguir pagar as contas e espera conseguir um trabalho com carteira assinada em 2020. "Ano passado foi péssimo, passei o ano todo desempregada, deixei de comprar muita coisa. Imagina todo dia a pessoa batendo na sua porta querendo receber e você não ter pra pagar? Espero que 2020 seja melhor, que eu consiga um emprego." A auxiliar de limpeza Simone Batista faz bicos enquanto procura uma vaga fixa Marcelo Brandt/G1 Consumo e o peso no PIB O desempenho do consumo das famílias é importante porque ele representa uma grande fatia na composição do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de 65%. No ano passado, com os números da economia decepcionando, o governo decidiu liberar parte dos recursos do FGTS para tentar estimular a economia. A medida não é nova e foi adotada durante a gestão do ex-presidente Michel Temer em 2017, quando o PIB também crescia menos do que o esperado. Na projeção Santander, os recursos do FGTS devem ser responsáveis por metade do crescimento de 0,8% esperado para o consumo no quarto trimestre. "O FGTS dará um estímulo no quatro trimestre, mas deve haver alguma ressaca (no consumo) dado o efeito temporário na renda", afirma Lucas Nobrega, economista do banco Santander. O Santander estima que o consumo tenha avançado 2,3% no ano passado e cresça 2,5% em 2020. Veja Mais

SineBahia divulga vagas de emprego para Salvador e cidades do interior

G1 Economia Interessados devem ir a um dos postos do órgão. Confira lista. SineBahia divulga vagas de emprego para Salvador e cidades do interior Cid Vaz/TV Bahia O SineBahia divulgou as vagas de emprego disponíveis para sexta-feira (24), nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Jequié, Senhor do Bonfim e Itabuna. Os interessados devem comparecer a uma das unidades do órgão. É preciso apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade. Se houver, o candidato também pode apresentar comprovação de qualificações e/ou experiências na função por contratos e declarações. O SineBahia informa que as vagas divulgadas são apenas algumas oportunidades disponíveis e estão sujeitas ao limite de encaminhamentos. O trabalhador pode consultar listas completas e atualizadas nas unidades do SineBahia em Salvador e interior do estado. VAGAS EXCLUSIVAS PARA SALVADOR CONTROLADOR DE PRAGAS Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘AB’ ou ‘A’, moto e vivência na área Salário 1.155,00 + Benefícios 02 VAGAS MECÂNICO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES A DIESEL Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘B’ e vivência com manutenção de caminhões e ônibus 01 VAGA OPERADOR DE CAIXA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área, disponibilidade de horário e residir na Barra ou nas regiões do Calabar, Garcia, Alto das Pombas, Apipema ou Centenário Salário 1.045,00 + Benefícios 01 VAGA SUPERVISOR DE CONSTRUÇÕES E MANUTENÇÕES Ensino Técnico completo em Eletrotécnico ou similar Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘B’, vivência na área, conhecimento em comando elétrico, inversores de frequência, sistema de refrigeração, básico de civil e hidráulica, leitura e interpretação de desenho técnico e disponibilidade de horário Salário 2.300,00 + Benefícios 01 VAGA DESENHISTA INDUSTRIAL DE PRODUTO DE MODA Ensino Superior completo em Designer de Moda ou similar Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área incluindo modelagem Salário 1.800,00 + Benefícios 01 VAGA ESTOQUISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência com vendas no varejo e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas 03 VAGAS GERENTE DE LOJA Ensino Superior completo ou cursando ADM, Gestão Comercial, Gestão de Pessoas ou áreas afins - A partir do 3º sem Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possui vivência na área e disponibilidade para trabalhar aos domingos 03 VAGAS MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE AUTOMÓVEIS Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e conhecimento com veículos flex/diesel média e baixa Salário 1.400,00 + Benefícios 01 VAGA VENDEDOR INTERNO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir vivência com vendas no varejo e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas 05 VAGAS CHAPEIRO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir próximo ao Garcia Salário 1.039,00 + Benefícios 01 VAGA COZINHEIRO DE RESTAURANTE Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir próximo ao Garcia Salário 1.039,00 + Benefícios 01 VAGA MOTORISTA CARRETEIRO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possui CNH ‘E’, vivência em transportar cargas pesadas e conhecer bem a cidade de Salvador, Região Metropolitana e rodovias Salário 1.886,00 + Benefícios 05 VAGAS SALGADEIRO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir próximo ao Garcia Salário 1.039,00 + Benefícios 01 VAGA TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Ensino Técnico completo na área Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘B’, vivência na área e disponibilidade para viajar Salário 1.200,00 + Benefícios 04 VAGAS TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS Ensino Técnico completo na área de artes gráficas ou afins Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir vivência na área 01 VAGA COORDENADOR DE RESTAURANTE Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir em Itapuã, São Cristóvão, Stella Maris, Vila de Abrantes, Mussurunga, Bairro da Paz ou no município de Camaçari (região que tem acesso a Lauro de Freitas) Salário 1.450,00 + Benefícios 02 VAGAS VAGAS EXCLUSIVAS PARA UNIDADE CENTRAL DE SALVADOR PEDAGOGO (ESTÁGIO) Ensino Superior cursando Pedagogia - A partir do 3º sem Desejável: Curso de Inglês e Espanhol Bolsa estágio 600,00 + Benefícios 05 VAGAS CHURRASQUEIRO Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas Salário 1.230,00 + Benefícios 04 VAGAS COZINHEIRO DE RESTAURANTE Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir conhecimento em Buffet/self service, culinária baiana, massas, saladas, cozinha natural e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas Salário 1.230,00 + Benefícios 05 VAGAS VAGAS EXCLUSIVAS PARA LAURO DE FREITAS ATENDENTE BALCONISTA (ESTÁGIO) Ensino Médio incompleto 02 VAGAS MECÂNICO (ESTÁGIO) Ensino Médio ou Superior incompleto em Eletromecânica ou áreas afins 01 VAGA AUXILIAR DE SUSHIMAN Ensino Fundamental completo Obrigatório possuir experiência 02 VAGAS POLIDOR AUTOMOTIVO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA GESSEIRO Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 03 VAGAS EMPREGADA DOMÉSTICA NOS SERVIÇOS GERAIS Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir vivência com limpeza da casa, saber cozinhar, lavar e passar 01 VAGA CONSULTOR DE VENDAS Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir CNH ‘AB’ e carro ou moto 02 VAGAS VENDEDOR PORTA A PORTA Ensino Médio completo Não exige experiência Obrigatório residir no município de Lauro de Freitas ou Simões Filho Salário 1.114,00 05 VAGAS CHAPISTA/FUNILEIRO AUTOMOTIVO Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA PREPARADOR AUTOMOTIVO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir disponibilidade para atuar no preparo do carro para ser pintado 01 VAGA REPOSITOR DE MERCADORIAS Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 03 VAGAS VAGAS EXCLUSIVAS PARA SANTO ANTÔNIO DE JESUS RECEPCIONISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir vivência em clinica ou laboratório 01 VAGA FARMACÊUTICO/BIOMÉDICO Ensino Superior completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA ELETRICISTA AUTOMOTIVO Ensino Médio completo Experiência em sistema elétrico e eletrônico de caminhões e ônibus – Apresentar comprovação Obrigatório possuir CNH ‘B e curso de Eletromecânica 03 VAGAS TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO Ensino Técnico completo na área Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir registro no MTE 01 VAGA ENTREGADOR DE ÁGUA Ensino Fundamental completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir CNH ‘A’ 01 VAGA VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência no ramo de alimentos – Apresentar comprovação Obrigatório possuir CNH e moto 01 VAGA MANUTENÇÃO PREDIAL Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir conhecimento em manutenção corretiva/preventiva de instalações prediais como elétrica, mecânica e hidráulica, troca de realização de teste de funcionamento e disponibilidade para trabalhar em Cruz das Almas 01 VAGA ESTOQUISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir vivência com armazenamento de mercadorias, atualização/contagem de estoque no sistema, balanço, cadastramento de produtos e disponibilidade para trabalhar em Cruz das Almas 01 VAGA SERRALHEIRO Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA AUXILIAR DE PADEIRO Ensino Fundamental completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA MECÂNICO INDUSTRIAL Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA ELETRICISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir curso NR 10 01 VAGA ELETRICISTA Ensino Médio completo Obrigatório possuir cursos NR 10, NR 35, Eletricista de redes de distribuição e outros direcionados a função 50 VAGAS BLASTER Ensino Fundamental completo Obrigatório possuir curso de Blaster 11 VAGAS IMPRESSOR GRÁFICO Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA OPERADOR DE MÁQUINA EXTRUSORA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir curso de Operador de Máquina, Mecânica e áreas afins 02 VAGAS OPERADOR DE CALDEIRA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir curso NR 13 01 VAGA ELETRICISTA Ensino Técnico completo em Elétrica, Eletrotécnica, Eletroeletrônico Experiência na área de indústria– Apresentar comprovação Obrigatório residir em Valença 01 VAGA VAGAS EXCLUSIVAS PARA JEQUIÉ ALINHADOR DE VEÍCULO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA ATENDENTE BALCONISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA MONTADOR Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ensino Superior completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA VAGAS EXCLUSIVAS PARA SENHOR DO BONFIM VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar comprovação 02 VAGAS ATENDENTE DE FARMÁCIA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar comprovação 01 VAGA ELETRICISTA AUXILIAR Ensino Médio completo Obrigatório possuir cursos NR10, NR 35, Eletricista de Redes de distribuição e outros voltados para a função 10 VAGAS MECÂNICO DE EMPILHADEIRA Ensino Fundamental completo Experiência na função – Apresentar comprovação Obrigatório possuir disponibilidade para trabalhar em Campo Formoso 01 VAGA ELETRICISTA DE LINHA DE TRANSMISSÃO Ensino Médio completo Obrigatório possuir cursos NR10, NR 35, Eletricista de Redes de distribuição e outros voltados para a função 06 VAGAS ENCARREGADO DE LOGÍSTICA Ensino Médio ou Técnico completo Experiência na função – Apresentar comprovação Obrigatório possuir CNH ‘AB’ e disponibilidade para trabalhar em Campo Formoso 01 VAGA COORDENADOR DE OPERAÇÕES Ensino Médio ou Técnico completo Experiência na função – Apresentar comprovação Obrigatório possuir disponibilidade para trabalhar em Campo Formoso 01 VAGA VAGAS EXCLUSIVAS PARA ITABUNA AUXILIAR DE LAVANDERIA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA ROÇADOR Ensino Fundamental incompleto Experiência mínima de 06 meses com manutenção de máquinas que serão operadas 01 VAGA SOLDADOR Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses com solda MIG 01 VAGA SOLDADOR Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses com solda TIG 01 VAGA VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses com vendas 01 VAGA ENCARREGADO DE SEÇÃO DE PERECÍVEIS EM MERCADO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA MAGAREFE Ensino Fundamental incompleto Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses com vendas no ramo de alimentos Obrigatório possuir CNH ‘A’ ou ‘B’, carro ou moto e vivência na área de varejo 01 VAGA OPERADOR DE TELEMARKETING (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Médio completo Não exige experiência 05 VAGAS INSPETOR DE DISCIPLINA (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Médio completo Não exige experiência 02 VAGAS ANALISTA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Ensino Superior completo em Análise de Sistemas ou Ciência da Computação Experiência mínima de 06 meses com desenvolvimento de sistema WEB 01 VAGA AUXILIAR DE LIMPEZA (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Médio incompleto Não exige experiência 01 VAGA AUXILIAR DE COZINHA (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Fundamental incompleto Não exige experiência 01 VAGA ENCARREGADO DE LINHA MORTA Ensino Técnico completo em Eletrotécnica Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir cursos de RD, NR 10, NR 35 e SEP 05 VAGAS ENCARREGADO DE PODA Ensino Técnico completo em Eletrotécnica Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir cursos de RD, NR-10, NR-35 e SEP 04 VAGAS ENCARREGADO DE LINHA VIVA Ensino Técnico completo em Eletrotécnica Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir cursos de RD, NR-10, NR-35 e SEP 05 VAGAS Veja Mais

Simm tem vagas para operador de Telemarketing, empacotador, manicure e outras; confira lista

G1 Economia Interessados devem ir a um dos postos do órgão e levar documentos. Simm tem vagas para operador de Telemarketing, empacotador, manicure e outras Valter Pontes/Secom O Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-obra (Simm) divulgou as vagas de emprego disponíveis para esta sexta-feira (24), em Salvador. [Confira abaixo a lista] Os interessados devem ir na Sede do Simm, que fica na Rua Miguel Calmon, 506, no Edifício Ouro Preto, no Comércio, nas prefeituras-bairro de Itapuã, Pau da Lima e subúrbio e no posto do Simm na Boca do Rio. Os candidatos devem levar originais da Carteira de Trabalho (com o nº do: PIS, Pasep ou NIS), carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e histórico escolar, para realização de cadastro, de busca por vagas e para encaminhamento para entrevistas e seleções de trabalho/emprego. O atendimento é feito das 7h às 17h, mediante distribuição de senhas, que são entregues a partir das 6h30. Confira as vagas: Empacotador (vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Fundamental completo, sem experiência, vaga zoneada para Paralela, Vasco da Gama e Paripe. Salário: 1.039,00 + benefícios 3 vagas Repositor de Frios Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência com reposição de frios. Salário: 1.163,35 + benefícios 2 vagas Atendente de Telemarketing Ensino médio completo, 6 meses de experiência Salário (R$): a combinar + benefícios 1 Vaga Oficial de Manutenção Predial Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência em todas essas áreas: manutenção predial, pintura, alvenaria, hidráulica, elétrica e mecânica predial Salário: 1.168,46 + benefícios 1 vaga Servente de obras Ensino fundamental completo, 6 meses de experiência, ter fácil acesso a região da San Martins. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Armador de Ferragens Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência ressente. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Sushiman Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário (R$): a combinar + benefícios 1 Vaga Operador de Caixa Ensino médio completo, sem experiência, vaga zoneada para moradores dos seguintes bairros : Boa Viagem, Bonfim, Caminho de Areia, Jardim Cruzeiro, Mares, Massaranduba, Ribeira, Roma, Uruguai, Plataforma, Itacaranha, Escada, alto da Terezinha, Rio Sena, Praia Grande, Periperi, Fazenda Coutos, Paripe, Coutos, São Tomé de Paripe, Calçada, Baixa do fiscal, suburbana. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Auxiliar de limpeza Ensino médio completo, 3 meses de experiência, vaga zoneada para moradores do bairro de Pernambués e região. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Manicure Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível vivência com depilação, vaga zoneada para os bairros de CANELA /FEDERAÇÃO/GARCIA/VASCO DA GAMA/ENGENHO VELHO. Salário: a combinar + benefícios 1 Vaga Consultor de Vendas Ensino médio completo, 6 meses de experiência, desejável conhecimento em purificadores de água. Salário: a combinar + benefícios 2 Vagas Polidor de Veículos Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência com extratora de limpeza, pulverizadora, bicos de ar comprimido e polimento Salário: 1.100,00 + benefícios 1 vaga Chefe de Pista Ensino médio completo, 6 meses de experiência, Imprescindível Habilitação A/D, experiência com cargos de chefia Salário: 1.280,00 + benefícios 1 vaga Fiscal Operacional Ensino médio completo, 6 meses de experiência, Imprescindível CNH "A", possuir Moto, experiência com Cargo de Liderança no ramo de Limpeza em Vias Públicas, disponibilidade total de horário, desejável CNH "B". Salário: R$ 1.420,49 + benefícios 2 Vagas Técnica de Enfermagem Ensino médio completo, 3 meses de experiência, Imprescindível Coren Ativo e Curso na Área Salário: 1.102,00 + benefícios 2 vagas Assistente de Departamento de Pessoal Superior completo em Administração ou Recursos Humanos, 6 meses de experiência, Imprescindível Domínio com Sistemas Rubi Salário: R$ 1.600,00 + benefícios 1 vaga Supervisor Operacional Superior Completo em qualquer área, 6 meses de experiência, Imprescindível Habilitação B, possuir Carro, ter experiência em cargos de chefia, desejável conhecimento com as leis trabalhistas Salário: 2.057,62 + benefícios 1 vaga Operador de Telemarketing Ensino médio completo, 1 meses de experiência com RETENÇÃO ou VENDAS, disponibilidade para trabalhar nos turnos noite/madrugada, vaga zoneada para moradores dos bairros: 2 de Julho, Acupe de Brotas, Alto do Peru, Amaralina, Arenoso, Arraial do Retiro, Arvoredo, Baixa de Quintas, Barbalho, Barra, Barris, Boa Viagem, Boa Vista de São Caetano, Boca do Rio, Bonfim, Bonocô, Brotas, Cabula, Cabula IV, Cabula VI, Caixa D'água, Calçada, Caminho Das Árvores, Caminho de Areia, Campinas de Brotas, Campo Grande, Canabrava, Capelinha, Cidade Nova, Conjunto ACM, Cosme de Farias, Costa Azul, Curuzú, Daniel Lisboa, Doron, Engenho Velho da Federação, Engenho Velho de Brotas, Engomadeira, Estrada das Barreiras, Fazenda Grande Retiro, Federação, Garcia, Graça, Iapi, Imbuí, Itaigara, Jardim Santo Inácio, Liberdade, Luiz Anselmo, Macaúbas, Machado/Uruguai, Marechal Rondon, Mares, Massaranduba, Mata Escura, Matatu, Mont Serrat, Narandiba, Nordeste, Nordeste de Amaralina, Novo Horizonte, Ondina, Pau da Lima, Pau Miúdo, Pernanbués, Pero Vaz, Pirajá, Pituba, Resgate, Ribeira, Rio Vermelho, Saboeiro, Santa Mônica, São Caetano, São Gonçalo, São Marcos, São Rafael, Saúde, Sete de Abril, Stiep, Sussuarana, Sussuarana Velha, Tancredo Neves, Tororó, Trobogy, Uruguai, Vila Laura e Vila Rui Barbosa. Salário (R$): a combinar + benefícios 50 Vagas Veja Mais

Procon-SP multa Decolar em R$ 1,1 milhão por variar preço de hospedagem de acordo com localização do cliente

G1 Economia De acordo com órgão, a Decolar também estabeleceu em contrato uma cláusula em que se coloca como intermediária nas compras, se eximindo da responsabilidade pela prestação dos serviços e pela qualidade. O Procon-SP multou a Decolar – buscadora de passagens, hospedagem e pacotes de viagem – em R$ 1,1 milhão por infringir dois artigos do Código de Defesa do Consumidor. De acordo com o órgão, a empresa variou o preço cobrado por hospedagens de acordo com a localização de quem estava comprando. Segundo o Procon-SP, a Decolar também estabeleceu em contrato uma cláusula em que se coloca como intermediária nas compras, se eximindo da responsabilidade pela prestação dos serviços e pela qualidade. A multa, no valor de R$ 1.193.682,66, será aplicada mediante processo administrativo. Procurado pela reportagem, o Procon-SP não explicou, até o momento, os trâmites do processo, nem detalhes dos casos que motivaram a multa. Ao G1, a Decolar disse que não pratica e jamais realizou práticas abusivas para seus consumidores, e que vai recorrer da multa. "A companhia informa que trabalha com total transparência e, principalmente, em conformidade com a legislação do país", disse o comunicado. Initial plugin text Veja Mais

Fitch reduz nota da dívida argentina em moeda local para 'calote restrito'

G1 Economia Rebaixamento foi anunciado após o governo trocar voluntariamente bônus de curto prazo por títulos que vencerão em setembro. A agência de classificação de risco Fitch reduziu para "default restrito" (RD) a nota da dívida argentina de longo prazo em moeda local, mas manteve em "CC" (alto risco de calote) a dívida em moeda estrangeira. O rebaixamento ocorre depois que o governo trocou fez uma troca de dívidas locais de curto prazo, no valor de cerca de US$ 1,4 bilhões. Essa dívida, que estava em instrumentos com taxa fixa, foi trocada por outra em taxa variável, mas com vencimento posterior. A agência aponta que, apesar da troca afetar apenas uma parcela pequena dos próximos pagamentos, a ela pode fazer parte de uma estratégia mais ampla, e que trocas semelhantes possam acontecer no futuro. Assim, a nota deve ser mantida em RD até que se acredite que o programa de trocas foi finalizado. A mudança na avaliação é a mesma feita na véspera pela Standard & Poor's: na quarta-feira, a agência rebaixou a nota da dívida argentina em moeda local para "calote seletivo". Notas das agências internacionais de classificação de risco Arte G1 Governo envia ao Congresso projeto para reestruturar dívida O governo do presidente Alberto Fernández enviou na terça-feira (21) um projeto de lei ao Congresso visando reestruturar a dívida pública, e pediu "tempo" e "boa fé" a seus credores, entre eles o Fundo Monetário Internacional (FMI). "Temos uma carga da dívida que é insustentável", declarou o ministro da Economia, Martín Guzmán, que enfrenta uma recessão e inflação anual superior a 50%. O projeto autoriza o Executivo a "efetuar operações de administração de passivos, trocas (de bônus), reestruturações de vencimentos dos juros e amortizações de capital dos títulos públicos emitidos sob lei estrangeira". O ministro Guzmán destacou que o projeto busca "que o país melhore ao menos duas das três seguintes condições: prazos, taxas de juros e montante do capital". Em recessão desde 2018 e com inflação anual superior a 50%, a Argentina enfrenta uma dívida de 335 bilhões de dólares, incluindo 44 bi junto ao FMI. Veja Mais

Brasil pede à Índia corte de taxas de importação sobre o frango

G1 Economia País impõe impostos de importação de 100% sobre produtos do animal e de 30% sobre frangos inteiros. Taxação é considerada elevada pelo setor. Brasil quer entrar no mercado de carne de frango da Índia Governo do Santa Catarina/Divulgação O Brasil quer que a Índia reduza taxas sobre a importação de frango e produtos de frango, o que permitiria ao país aproveitar a crescente demanda indiana por esses produtos, impulsionada por um crescimento na renda e mudanças nos hábitos alimentares no país. Bolsonaro embarca nesta quinta para 1ª viagem oficial à Índia A Índia impõe taxas de importação de 100% sobre produtos de frango e de 30% sobre frangos inteiros, consideradas elevadas demais para que países como Brasil e EUA consigam avançar no mercado local, onde a indústria de frango tem crescido mais de 10% ao ano. "Nós gostaríamos de pedir à Índia que reduza suas tarifas sobre frango e produtos de frango, que são muito elevadas", disse à Reuters a ministra da Agricultura brasileira, Tereza Cristina, durante visita à Índia. O Brasil também gostaria de importar uma série de produtos da Índia, afirmou ela. "Nossos laços comerciais podem ser um ganha-ganha para ambos os países, uma vez que também queremos importar da Índia e oferecer conhecimento técnico nos quais podem também ter interesse", acrescentou. Além do Brasil, os EUA também querem que a Índia reduza as tarifas de importação de frango – um pedido que gera resistência da indústria local de frango, contrária a qualquer corte nas taxas. O Brasil também quer trabalhar com a Índia no setor de produção de etanol, o que ajudaria o governo indiano a adotar uso de maior mistura de etanol na gasolina, segundo a ministra. Diferentemente do Brasil, a produção do biocombustível é limitada na Índia. Questionada sobre se a delegação brasileira discutiu a questão dos subsídios da Índia para o açúcar, a ministra afirmou: "Nós não falamos nada sobre açúcar. O assunto já está na OMC (Organização Mundial do Comércio)." O Brasil alega que as exportações de açúcar da Índia não estão em linha com regras da OMC e prejudicam a livre concorrência no mercado global. Além do Brasil, a Austrália e a Guatemala também questionaram os subsídios na OMC. A Índia, que tem sofrido com excesso de oferta de açúcar, aprovou um subsídio de 10.448 rúpias (145,58 dólares) por tonelada para exportações na temporada 2019/20 – um movimento que incentivou usinas a buscar vendas no exterior. Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Veja Mais

Confiança do empresário sobe e é a maior desde junho de 2010, informa a CNI

G1 Economia Indicador subiu 1 ponto em janeiro e chegou a 65,3 pontos. Quando está acima de 50 pontos o índice mostra que os empresários estão confiantes. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 1 ponto em janeiro, na comparação com dezembro, e alcançou 65,3 pontos. É o maior patamar desde junho de 2010, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (23). Segundo a confederação, em janeiro o indicador manteve a tendência de aumento observada desde junho de 2019 e está 10,5 pontos acima da média histórica. “É importante observar que a confiança elevada se baseia não somente nas expectativas para os próximos seis meses, como também no sentimento de melhora da situação econômica corrente”, afirmou a CNI. Para a organização, o aumento da confiança dá impulso à produção e ao investimento, sobretudo quando baseada não só em expectativas, mas também na percepção de melhora dos negócios. “Os empresários estão mais otimistas porque percebem melhoras no ambiente de negócios. Os juros e a inflação estão menores e há um aumento da demanda e da produção. Desde o fim do ano passado, há uma melhora da atividade”, afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo. A pesquisa foi feita de 6 a 17 de janeiro, com 2.458 empresas. Os indicadores do ICEI, lembrou a CNI, variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima de 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes. Condições atuais e expectativas O estudo informa que o "Índice de Condições Atuais", um dos componentes do ICEI, alcançou 59 pontos, o maior nível desde junho de 2010. O índice está 4,9 pontos acima do registrado em janeiro de 2019. O "Índice de Expectativas", outro componente do ICEI, subiu para 68,4 pontos neste mês. Porém, está 2,9 pontos abaixo do verificado em janeiro do ano passado. Por regiões A confiança melhorou em quatro das cinco regiões do país. A exceção foi a região Centro-Oeste onde o índice caiu 0,7 ponto para 64,6 pontos. O Sul é a região mais otimista com índice em 67,2 pontos, seguida pelo Norte com 65 pontos, Nordeste com 64,5 pontos e Sudeste e Centro-Oeste com 64,6 pontos. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, a confiança é maior nas grandes empresas, que ficou com índice em 66,4 pontos, em seguida vem as médias empresas (64,9) e as pequenas (63,4). Veja Mais

BCE mantém política monetária e lança revisão estratégica

G1 Economia Banco reafirmou sua promessa de manter os juros nos níveis atuais ou mesmo cortá-los. O Banco Central Europeu deixou sua política monetária inalterada nesta quinta-feira (23) e lançou uma "revisão estratégica" de sua meta de inflação e ferramentas. Christine Lagarde, presidente do BC europeu, em imagem de arquivo Francois Lenoir/Reuters "O Conselho...decidiu lançar uma revisão da estratégia de política monetária do BCE. Mais detalhes sobre o escopo e cronograma da revisão serão divulgados em comunicado à imprensa hoje", disse o BCE. O banco reafirmou sua promessa de manter os juros nos níveis atuais ou mesmo cortá-los, ao mesmo tempo em que também compra títulos a um ritmo de 20 bilhões de euros por mês, até que a inflação na zona do euro avance para sua meta de pouco abaixo de 2%. "O Conselho espera que os juros do BCE permaneçam nos níveis atuais ou mais baixos até que a perspectiva de inflação mostre convergência de forma robusta para um nível suficientemente perto, mas abaixo, de 2% dentro de seu horizonte de projeção, e que tal convergência seja consistentemente refletida na dinâmica do núcleo da inflação", disse o BCE. O comunicado ficou efetivamente inalterado em relação a dezembro, sugerindo que uma estabilização nos dados econômicos da zona do euro foram considerados insuficientes para apertar a mensagem ultrafrouxa do BCE. A atenção agora se volta para a entrevista coletiva da presidente Christine Lagarde, em que anunciará o escopo da revisão estratégica do banco. Ela durará meses e abordará tópicos que vão de meta da inflação a dinheiro digital e o combate a mudanças climáticas. Com a decisão desta quinta-feira, a taxa de depósito do BCE, atualmente sua principal ferramenta de juros, permanece na mínima recorde de -0,50%. Veja Mais

Dólar

G1 Economia Na quarta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,71%, a R$ 4,1753. Notas de dólar Reuters O dólar opera em alta nesta quinta-feira (23), na contramão da véspera Às 9h01, a moeda norte-americana subia 0,29%, a R$ 4,1874. Veja mais cotações. Na quarta, a moeda norte-americana caiu 0,71%, a R$ 4,1753, após atingir R$ 4,20. Neste ano, a moeda acumula alta de 4,13%. A disseminação do coronavírus na China ainda preocupa investidores. Nesta quinta (23), os índices acionários da China fecharam com queda de cerca de 3%, maior recuo em quase nove meses, uma vez que os investidores se desfizeram de ações relacionadas a restaurantes, cinemas, companhias aéreas e parques temáticos após o isolamento da cidade de Wuhan para conter o coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,1%, na maior perda diária em quase nove meses. O índice de Xangai teve queda de 2,75%. O CSI300 marcou sua pior semana desde maio de 2019, enquanto o índice de Xangai teve a maior queda na semana desde agosto do ano passado. Os mercados financeiros da China ficarão fechados a partir de sexta-feira para o feriado de uma semana do Ano Novo Lunar. Variação do dólar em 2020 Arte/G1 Veja Mais

Bolsonaro diz que decreto com regras para militares reforçarem o INSS deve ser publicado nesta semana

G1 Economia Governo anunciou na semana passada que chamaria 7 mil militares para ajudar na redução da fila de benefícios. O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (23) que o decreto com as regras para militares da reserva serem chamados para reforçar a análise de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve ser publicado ainda nesta semana. O INSS começou o ano com cerca de 2 milhões de pedidos de benefícios (como aposentadorias e pensões) acumulados na fila. O tempo de espera está ultrapassando o máximo previsto por lei de 45 dias. Na semana passada, o governo anunciou que chamaria 7 mil militares da reserva para ajudar a reduzir a fila. A previsão é de normalizar a situação até setembro. O presidente disse que o decreto não saiu ainda porque falta fazer um ajuste com o Tribunal de Contas da União (TCU). "Olha, eu já assinei um decreto. Ontem [quarta-feira] eu mandei não publicar. Está faltando um pequeno ajuste junto com o TCU. Se o TCU der o sinal verde, publica com a minha assinatura. Caso contrário, publica amanhã [sexta] com a assinatura do [vice-presidente, Hamilton] Mourão", disse o presidente. Bolsonaro afirmou que decidiu pelo convite aos militares da reserva porque, além de ser uma alternativa prevista na legislação, exige menos burocracia que a contratação temporária de civis. "Porque militar da reserva? Porque a legislação garante. Se você contratar civis, para mandar embora é... Entra na justiça, direito trabalhista. Complica o negócio. Militar é fácil. Eu contrato hoje e demito amanhã sem problema nenhum. Problema zero. Essa é a facilidade. E o pessoal está clamando por aposentaria. Não é privilegiar o militar. Até porque não é convocação, é um convite. É a facilidade que nós temos nesse tipo de mão de obra", argumentou o presidente. Os militares deverão se ocupar de tarefas como recepcionar os segurados e fazer triagem de documentos, liberando 2.500 servidores que atualmente ocupam essas funções para analisar os processos. Será preciso treinar tanto os militares quanto os servidores do INSS para as novas atividades. Atualmente, 7.820 servidores do INSS fazem a análise de documentos para a concessão de benefícios. MP é contra a contratação Na última sexta-feira (17), o subprocurador-geral do Ministério Público no TCU, Lucas Furtado, pediu ao tribunal que suspenda a contratação dos militares. No pedido apresentado ao TCU, Lucas Furtado questiona a legalidade da medida. Isso porque, segundo ele, a contratação não poderia ser direcionada apenas a militares da reserva. "Ao meu ver, não pode haver o direcionamento da contratação para os militares da reserva, pois, nesse caso, é nítida a reserva de mercado que o governo federal está promovendo para remediar o impasse das filas de processos pendentes de análise", afirmou o procurador. Furtado também argumentou que o militar da reserva não é um funcionário público aposentado e que a disponibilidade dos militares de reserva visa atender a possíveis necessidades das Forças Armadas, não a necessidades de atividades de natureza civil. Segundo informou o governo, o custo das medidas para acabar com a fila de pedidos no INSS será de R$ 14,5 milhões por mês, valor que inclui a gratificação dos militares – que, por lei, equivale a 30% adicionais sobre a aposentadoria na reserva. Veja Mais

Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para o dia 23 de janeiro

G1 Economia São oportunidades para atendente de telemarketing, mestre doceiro, serviços gerais, promotor de vendas externo, entre outros. Sine oferece vaga para técnico em saúde bucal na capital Divulgação O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine, localizado na Rua General Rondon, nº 2350, em frente à praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas na capital. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: atendente de telemarketing auxiliar financeiro cobrador externo comprador doceira empregada domestica mestre doceiro promotor de vendas externo serviços gerais secretária executiva técnico em saúde bucal auxiliar administrativo (para pessoa com deficiência) O Sine informa que as vagas oferecidas podem sofrer alterações de um dia para o outro, pois o sistema não contabiliza os atendimentos ao longo do dia realizado nas unidades Superfácil, que funcionam após o fechamento da agência central. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá. Veja Mais

Carrefour Brasil tem alta de 11,4% nas vendas brutas do 4º trimestre

G1 Economia Vendas brutas somaram R$ 16,84 bilhões no período. O Carrefour Brasil teve alta de 11,4% nas vendas brutas do quarto trimestre ante a mesma etapa de 2018, para R$ 16,84 bilhões, informou a rede de varejo nesta quarta-feira (22). Os números excluem vendas de combustíveis. A companhia afirmou que as vendas em lojas abertas há pelo menos um ano cresceram 7,6% no período, impulsionadas por avanço de 12,7% da bandeira Carrefour. Já a divisão de atacarejo, maior do grupo no país e representada pela bandeira Atacadão, teve crescimento de vendas mesmas lojas de 5,5%. Os dados foram divulgados alguns dias depois que o rival GPA publicou relatório de vendas apontando alta de 4,3% nas vendas mesmas lojas da bandeira de atacarejo Assaí no quarto trimestre, enquanto nas outras frentes de supermercados do grupo houve queda de 0,9%. Não ficou imediatamente claro se os dados são comparáveis. Carrefour Regis Duvignau/Reuters Segundo o relatório do Carrefour Brasil, o desempenho de vendas mesmas lojas do grupo no quarto trimestre foi o melhor para o período dos últimos cinco anos, apesar da "tendência de volatilidade de inflação em diversas categorias, principalmente a carne". A empresa abriu 20 lojas Atacadão em 2019, dentro da meta, das quais 8 no quarto trimestre. A companhia afirmou que obteve ganho de participação em hipermercados, de 2,2 pontos, no quarto trimestre e no varejo de "multi-formato". As vendas no período da Black Friday, no fim de novembro, subiram 40%. Já as vendas de comércio eletrônico tiveram incremento de 40%, para R$ 802 milhões, avançando quase 52% no ano, a R$ 2,15 bilhões. O Carrefour Brasil terminou 2019 com 692 lojas no país, das quais 186 do Atacadão. Além das 20 aberturas de lojas de atacarejo, o grupo inaugurou três supermercados, cinco lojas de conveniência e dois postos de combustíveis. As ações da companhia fecharam esta quarta-feira com alta de 1,35%, enquanto o Ibovespa mostrou valorização 1,17%. Veja Mais

Latam abre 180 vagas em São Carlos para ampliar em 15% a capacidade de manutenção

G1 Economia Empresa realizará 21 novos checks de aeronaves em centro de manutenção. Centro de Manutenção da Latam em São Carlos Latam/Divulgação A companhia aérea Latam anunciou, nesta quarta-feira (22), que abriu 180 vagas para ampliar a capacidade operacional do Centro de Manutenção em 15%, em São Carlos (SP). O local, o maior da América Latina, terá 21 novos checks adicionais de aeronaves neste ano, segundo a assessoria de imprensa. Com a medida, a empresa vai contratar os profissionais ao longo deste ano, entre mecânicos, auxiliares, engenheiro e outras posições de suporte. Antes da ampliação, o centro realizava cerca de 140 checks anuais. As novas vagas para a ampliação da capacidade de manutenção já estão abertas e podem ser consultadas no site da Latam. Centro de Manutenção da Latam em São Carlos Fabiana Assis/G1 Inovações na manutenção Recentemente, o centro iniciou testes com a utilização de um drone para inspeção de aeronaves, se tornando a primeira companhia aérea da América Latina a utilizar este tipo de tecnologia. A iniciativa é resultado da parceria da Latam com a Donecle, empresa francesa desenvolvedora do equipamento, firmada em agosto de 2019. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara. Veja Mais

Abertas inscrições na seleção para Prefeitura de Vista Serrana, PB

G1 Economia São 13 vagas temporárias mais cadastro de reserva para cargos com salários de até R$ 2,5 mil. Seleção de Vista Serrana tem 13 vagas abertas Divulgação Estão abertas até 28 de janeiro as inscrições no processo seletivo para a Prefeitura de Vista Serrana, no Sertão paraibano, que oferece 13 vagas de emprego temporárias e cadastro de reserva em cargos de níveis técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.045 a R$ 2.533,32. Veja o edital da seleção para a prefeitura de Vista Serrana De acordo com o edital, o cargo com mais vagas e maior salário é o de professor classe A2, com cinco oportunidades para pessoas com ensino superior. Além destes cargos, também há vagas para psicólogo educacional, fonoaudiólogo, auxiliar de consultório dentário, enfermeiro UBS I, farmacêutico, fisioterapeuta e assistente social CRAS. As inscrições devem ser feitas presencialmente na Secretaria Municipal de Educação de Vista Serrana, localizada à Rua Abílio Garcia de Araújo, SN, no Centro da cidade. A taxa de inscrição custa R$ 20 para cargos de nível técnico e R$ 30 para cargos de nível superior. As provas estão previstas para acontecer no dia 16 de fevereiro. Seleção da Prefeitura de Vista Serrana Vagas: 13 Níveis: técnico e superior Salários: R$ 1.045 a R$ 2.533,32 Prazo de inscrição: até 28 de janeiro Local de inscrição: Secretaria Municipal de Educação de Vista Serrana Taxas de inscrição: R$ 20 (técnico) e R$ 30 (superior) Provas: 26 de novembro Edital de seleção da Prefeitura de Vista Serrana Veja Mais

Meio ambiente domina debate no Fórum Econômico Mundial, em Davos

G1 Economia Veja as reportagens exibidas no Jornal Hoje durante a semana do Fórum Econômico Mundial, na Suíça. Veja as reportagens exibidas no Jornal Hoje durante a semana do Fórum Econômico Mundial, na Suíça. Veja Mais

Suspensão do 737 MAX pode resultar em impacto de US$ 25 bilhões para Boeing

G1 Economia Aeronaves estão impedidas de voar em todo o mundo após dois acidentes que deixaram 346 mortos. A conta de prejuízos da Boeing com a interrupção no ano passado dos voos do 737 MAX pode alcançar a cifra de US$ 25 bilhões, estimaram analistas nesta quarta-feira (22), um dia depois que a fabricante norte-americana de aviões alertou sobre novo atraso no retorno da aeronave ao serviço. A aeronaves estão impedidas de voar em todo o mundo após dois acidentes que deixaram 346 mortos. Boeing 737 MAX 8 que caiu entrou na frota da Ethiopian Airlines em 2018 AFP A companhia já registrou custos de US$ 9 bilhões relacionados à suspensão dos voos, incluindo US$ 5,6 bilhões em gastos com compensação a companhias aéreas operadoras do 737 MAX e US$ 3,6 bilhões em encargos para cobertura de custos adicionais de produção. A analista Sheila Kahyaoglu, da Jefferies, afirmou que a Boeing poderá precisar aumentar o pacote de compensação aos clientes em mais US$ 10 bilhões e revisar a estimativa de custos relacionados à produção do 737 MAX em mais US$ 5,4 bilhões. "Nossas estimativas são baseadas em um retorno das entregas do 737 MAX no terceiro trimestre de 2020", disse Kahyaoglu, que reduziu o preço-alvo para a ação da Boeing de US$ 420 para US$ 390. Documentos mostram que agência de aviação americana sabia dos riscos do Boeing 737 Max A Boeing, que está aguardando aprovação de autoridades para concluir a compra do controle da divisão de aviação comercial da Embraer, anunciou na terça-feira que não espera obter aprovação para o retorno dos voos do 737 MAX até meados do ano por causa de potenciais desdobramentos relacionados ao processo de certificação e análise de autoridades sobre o sistema de controle de voo da aeronave. O vice-presidente financeiro da companhia aérea brasileira Gol, Richard Lark, chegou a dizer na véspera que a empresa esperava um retorno a serviço dos 737 MAX até abril e um acordo de compensação com a Boeing nos meses seguintes. A empresa tem encomendas de 130 unidades do avião e está com sete deles parados desde o ano passado após a suspensão global da aeronave, ocorrida após duas quedas que mataram 346 pessoas. Procurada após o anúncio da nova previsão da fabricante norte-americana, a Gol afirmou em comunicado que "tem flexibilidade no seu plano de frota para acomodar a nova data que a Boeing indica". O analista Robert Stallard, da Vertical Research, cortou a recomendação da ação da Boeing de "compra" para "manter" e reduziu o preço-alvo de US$ 388 para US$ 294. "Nós esperávamos que os resultados da Boeing fossem um desastre absoluto, mas agora isso parece mesmo garantido", disse Stallard. A Boeing deve divulgar resultados de quarto trimestre em 29 de janeiro. Representantes da empresa não puderam ser contatados de imediato para comentar o assunto. Veja Mais

Região de Presidente Prudente tem vagas abertas em concursos públicos e processos seletivos

G1 Economia Remunerações variam de R$ 666,99 a R$ 11.091,25, de acordo com o cargo escolhido pelo candidato. Prefeitura de Alfredo Marcondes abre processo seletivo para estagiários Prefeitura de Alfredo Marcondes/Divulgação Vagas para concursos públicos e processos seletivos estão abertas em seis cidades do Oeste Paulista. Remunerações variam de R$ 666,99 a R$ 11.091,25. Confira as oportunidades disponíveis: Alfredo Marcondes A Prefeitura de Alfredo Marcondes abriu processo seletivo para vagas de estagiários. Conforme o site do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), as oportunidades estão disponíveis para estudantes de administração de empresas, ciência da computação ou sistema da informação, direito, educação física e pedagogia. A remuneração para os cargos é de R$ 800. A inscrição deve ser feita pela internet até o dia 22 de janeiro. Regente Feijó A Prefeitura de Regente Feijó abre vagas para processo seletivo para a formação de cadastro reserva. Os cargos disponíveis, conforme o edital, são para professor de creche eventual, professor de educação básica I - eventual/ Sala de Atendimento Pedagógico Especializado (Sape), PEB I - eventual, PEB II - inglês eventual e PEB II - educação física eventual. O salário varia de R$ 666,99 a R$ 2.557,74 e a carga horária será de 12 a 40 horas semanais. As inscrições podem ser realizadas até o dia 30 de janeiro pelo site. Narandiba A Prefeitura de Narandiba anuncia a realização de concurso público para o preenchimento de 14 vagas, destinadas à contratação de servidores. As oportunidades disponíveis, de acordo com a descrição do edital, são: merendeiro (1), agente de controle de vetores, monitor de transporte escolar (4), secretário de escola (2), assistente social (1), enfermeiro (1), farmacêutico (1), professor de educação básica I (3), professor de educação básica II de artes, professor de educação básica II de educação física, professor de educação básica II de história e psicólogo (1). Ao ser contratado, o servidor deverá exercer regime de 15 a 40 horas semanais, sendo remunerado mensalmente no valor entre R$ 1.047,81 e R$ 2.295,65. Inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 26 de janeiro. Ouro Verde A Prefeitura de Ouro Verde anuncia a abertura de novo concurso público. As oportunidades disponíveis são para os cargos de médico (1), médico veterinário (1), motorista (1), operador de máquinas (1) e operador de vaca mecânica (1). Conforme disponibilizado no edital, os profissionais cumprirão jornadas de 10 a 40 horas semanais. A remuneração prevista varia de R$ 1.039 a R$ 2.672,48. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 26 de janeiro. Adamantina Inscrições de concursos públicos para a Prefeitura de Adamantina estão abertas. As vagas são divididas por dois editais. No primeiro edital, as oportunidades são para auxiliar de enfermagem - ESF (4), agente de receita tributária (1), cuidador domiciliar (1), enfermeiro ESF (7), médico clínico geral ESF (2), nutricionista (2), psicólogo (1), médico segurança do trabalho (1), médico pediatra (1) e médico psiquiatra (1). Vagas para eletricista (1), eletricista de autos (1), motorista (1), operador de máquina pesada (1), zelador (1) e técnico de esportes (1) estão disponíveis no segundo edital. O salário a ser recebido varia de R$ 1.123,57 a R$ 11.091,25 conforme o cargo escolhido pelo candidato. As inscrições devem ser realizadas até o dia 30 de janeiro, no site. Presidente Bernardes A Prefeitura de Presidente Bernardes abriu concurso público para preenchimento de vaga. Oportunidade disponível é para psicólogo. Conforme o edital, a carga horária é de 20 horas semanais, com salário de R$ 2.459,99. É necessário ter o nível superior completo e registro no Conselho Regional de Psicologia. Inscrições podem ser feitas até o dia 26 de janeiro, na internet. Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região. Veja Mais

'Só deixamos eles terminarem e demos divulgação', diz presidente do BNDES sobre auditoria

G1 Economia Auditoria contratada de R$ 48 milhões não encontrou irregularidades no banco. Presidente Jair Bolsonaro prometeu abrir a 'caixa-preta' da instituição. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, afirmou nesta quarta-feira (22), que a auditoria feita nas contas do banco a um custo de R$ 48 milhões – e que não encontrou irregularidades – foi contratada entre 2017 e 2018, antes da atual administração. "Não foi essa diretoria que contratou essa despesa. Quando nós chegamos em julho, o relatório estava 90% pronto. Só deixamos eles terminarem e demos divulgação dele", afirmou Montezano, que participa do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Ele negou, no entanto, a possibilidade de ser realizada uma 'auditoria da auditoria'. BNDES gasta R$ 48 milhões com auditoria para investigar transações do banco A auditoria analisou os negócios entre o banco e as empresas do grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. O resumo do relatório da investigação feita no BNDES tem oito páginas e foi realizada por auditores externos. Segundo o executivo, o relatório completo foi entregue ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União. "Cabe a eles fazer o julgamento, a análise", disse. Montezano mencionou operações realizadas pelo banco em anos anteriores, como os empréstimos direcionados à construção do porto de Mariel e à Odebrecht, e apontou ser "difícil" explicar à população que essas operações não foram ilegais. De acordo com ele, a notícia de que o banco pagou R$ 48 milhões pela auditoria foi "mal interpretada pela sociedade novamente", por isso é necessário explicar que a divulgação do relatório se trata de uma ação de transparência do banco. "O público qualificado entendeu a mensagem, entendeu que estamos sendo transparentes. O cidadão comum também começou a receber e entender isso corretamente", disse. "Nossa função como executivo do banco é trabalhar para que primeiro o banco recupere sua reputação, isso já esta acontecendo. Segundo, certificar que órgãos de controle, órgãos supervisores, garantir que a gente tem total acesso à informação. E terceiro fomentar a população com a informação adequada". O presidente do BNDES afirmou ainda que uma comparação entre os casos da Petrobras e do BNDES é "perigosa". "Acho que a analogia do que foi feito com Petrobras é muito perigosa e até infeliz. Porque na Petrobras você teve prova de crime. BNDES está na ponta oposta disso. Até hoje nenhum diretor nem funcionário foi provado de nada", apontou. 'Caixa-preta' Desde a campanha de 2018, o presidente Jair Bolsonaro tem falado em “abrir a caixa-preta do BNDES”. A abertura da “caixa-preta” foi uma das missões dadas por Bolsonaro ao presidente do BNDES, Gustavo Montezano, que tomou posse em julho. Ex-presidentes do banco, como Joaquim Levy, Luciano Coutinho, Paulo Rabello de Castro e Dyogo Oliveira chegaram a afirmar que não havia evidências de irregularidades no BNDES. A auditoria, apresentada no mês passado, não encontrou irregularidades nas oito operações investigadas. No relatório, foram analisados mais de 3 milhões de dados eletrônicos de funcionários e ex-funcionários. “A Equipe de Investigação não encontrou durante sua análise nenhuma evidência direta de corrupção em conexão com as Operações”, aponta o resumo do relatório final da investigação. O BNDES declarou, em nota, que o documento foi entregue ao Ministério Público Federal, que está analisando cada uma das operações investigadas. A OAB disse nesta terça-feira (22) que vai solicitar informações sobre o contrato com o escritório estrangeiro de advocacia. A entidade quer saber se essa contratação é legal. ‘Nada mais a esclarecer’ Em meados de dezembro, ao apresentar o plano trianual do banco, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, afirmou ter cumprido a promessa de abrir a “caixa-preta” do banco, considerada por ele, à época de sua posse, a “meta zero”, ou seja, prioritária da sua gestão. “Hoje, entendemos que não há nada, nenhum evento a mais, que requer esclarecimentos. A sociedade está com informação de qualidade e substancial”, afirmou Montezano. Veja Mais

Caged: o que os números do emprego dizem sobre o primeiro ano da economia sob Bolsonaro

G1 Economia A volta da construção, recessão na indústria e recuperação mais lenta no Nordeste — os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia vão além dos sinais de que o mercado formal está se recuperando. Carteira de trabalho Getty Images Depois de passar pela maior crise de sua história recente, o mercado de trabalho deu sinais mais claros de que está se recuperando e fechou 2019 com saldo positivo de 644.079 postos com carteira assinada. O emprego é o último pilar da economia a se recuperar dos ciclos de recessão. Primeiro, as empresas se desfazem de eventuais estoques acumulados, esperam para confirmar se o aumento de demanda de fato se sustenta no médio prazo para, aí sim, reforçarem o quadro de pessoal. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24/01) pelo Ministério da Economia, mostram não apenas que este momento chegou. Leia, a seguir, 4 fatos que os dados de emprego revelam sobre a economia no primeiro ano do governo Bolsonaro. Saldo de vagas acumulado em 12 meses BBC Modalidades 'flexíveis' se consolidam no mercado formal Dois tipos de contrato criados pela reforma trabalhista, em 2017, ganharam fôlego no ano passado. O trabalho intermitente e o parcial responderam por cerca de 106 mil das 644 mil vagas com carteira criadas no período, cerca de 16,5% do total — percentual ligeiramente superior ao registrado em 2018, 15,6%. O contrato parcial, com jornada reduzida, já existia, mas foi flexibilizado com a reforma. O intermitente é aquele em que a empresa registra em carteira o funcionário, mas sem estabelecer salário ou jornada fixa. O trabalhador pode ser convocado por alguns dias ou mesmo horas no mês, a depender da demanda por parte do contratante. Ele foi um dos pontos mais polêmicos da reforma e é frequentemente apontado por críticos como uma "formalização do bico". Os que o defendem afirmam que ele tem servido muitas vezes de porta de entrada para o contrato em tempo integral. Desde que foi instituída, a modalidade é questionada em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal. O argumento é de que ela violaria princípios constitucionais como o da dignidade humana e do valor social do trabalho. O tema está na pauta do dia 14 de maio do Supremo. Para o economista Thiago Xavier, da Tendências Consultoria, a participação mais expressiva de contratos mais flexíveis no emprego formal pode ser um reflexo da recuperação lenta da economia, mas também pode sinalizar uma mudança estrutural do mercado de trabalho. "Nesses últimos anos, o mercado sofreu influência da reforma trabalhista, do surgimento de novas formas de trabalho, além das questões conjunturais. É difícil dizer hoje o que é o quê", pondera. Brasil criou 644 mil novos empregos de carteira assinada em 2019, segundo o Caged O longo caminho da indústria Os serviços foram o setor que mais gerou emprego com carteira no Brasil em 2019. Com saldo positivo de 382,5 mil postos, respondeu por 59% do total de vagas. Em termos relativos, o estoque de emprego avançou 2,2% no período, perdendo apenas para a construção, que incrementou o estoque de emprego em 3,6%. A indústria, por outro lado, teve o pior desempenho. O setor, que já chegou a responder por mais de 20% do emprego com carteira em anos como 2004, 2006 e 2010, contribuiu com 2,8% dos postos em 2019, um saldo líquido de 18,3 mil — variação de 0,26% no estoque de emprego do setor. O desempenho é reflexo da própria atividade industrial, que chegou a ensaiar uma recuperação na saída da crise, mas voltou a ter desempenho errático em 2019. Entre janeiro e novembro, ela recuou 1,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados mais recentes da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF). Produção industrial BBC A última divulgação da pesquisa do IBGE, que apontou uma queda de 1,7% na produção apenas em novembro (na comparação com o mesmo período de 2018), acendeu um "sinal amarelo", na avaliação do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). "Não restam dúvidas de que 2019 foi um ano recessivo para a indústria", destacou a organização em sua mais recente análise. Uma das razões para isso é o setor externo. Mesmo com o dólar acima do patamar de R$ 4, as exportações não decolaram em 2019. Pelo contrário: recuaram 6,4% em relação a 2018, para US$ 223,4 bilhões. O desempenho se deve especialmente à crise na Argentina, principal destino dos produtos manufaturados brasileiros, e à desaceleração do comércio global no ano passado por conta da guerra comercial entre Estados Unidos e China. No mercado interno, como destaca a MCM Consultores em relatório, a indústria conseguiu atender parte da demanda com seus estoques acumulados — o que também contribuiu para o desempenho frustrante da produção. A surpresa positiva da construção O setor mais abalado pela crise, por outro lado, voltou a contratar depois de 5 anos. Foram 71,1 mil postos com carteira assinada, 11% do total de vagas contabilizado em 2019. Entre 2014 e 2017, o setor fechou cerca de um milhão de postos formais, um terço do saldo negativo do período: durante a crise, o Brasil fechou 3 milhões de empregos com carteira assinada. Ao contrário de outros períodos recentes em que a construção estava contratando, entretanto, desta vez não há grandes obras de infraestrutura em andamento, dada, entre outros fatores, a restrição fiscal de Estados e da União. A recuperação está sendo puxada pelo setor imobiliário, por lançamentos residenciais concentrados especialmente no Sudeste, afirma a economista Ana Maria Castelo, pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV). No primeiro semestre de 2019, as vendas de imóveis no país registraram alta de 12% em relação ao mesmo período de 2018 — e mais da metade das unidades estavam no Sudeste, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). Parte dessa alta se deve, para os especialistas, ao ciclo recente de queda nas taxas básicas de juros no país. Tentando fugir da rentabilidade menor que uma Selic a 4,5% representa para os ativos de renda fixa, por exemplo, investidores voltaram a apostar no setor. A própria queda dos juros barateia o custo do financiamento imobiliário e incentiva o consumo, acrescenta o economista Cosmo Donato, da LCA Consultores. "Esse é, afinal, um dos canais de transmissão da política monetária", diz ele, referindo-se às decisões do Banco Central, no caso, de baixar os juros — que têm como reflexo um estímulo ao consumo e à atividade econômica. Recuperação ainda mais lenta no Nordeste Na análise por regiões, Centro-Oeste e Sul tiveram melhor desempenho – o estoque de emprego cresceu 2,3% e 2% em 2019, respectivamente. O Nordeste, por sua vez, teve o pior desempenho, com alta de 1,2% no volume de empregados com carteira assinada – saldo líquido de 76,5 mil novos postos. A região foi a que mais sentiu os efeitos negativos da recessão e, nesta lenta retomada da crise, segue com desempenho pior do que a média nacional. No biênio 2015-2016, enquanto a economia encolheu 3,6% como um todo, no Nordeste o PIB recuou ainda mais, 4,3%. Já em 2019, ano em que a atividade no país se recuperou e avançou 1,2%, na região cresceu apenas 0,3%, de acordo com as estimativas da Tendências Consultoria. Se confirmada pelo IBGE, que divulga os dados de PIB regional com uma defasagem média de dois anos, a variação sinaliza que a retomada na região tem sido ainda mais lenta do que no restante do país. E o crescimento da economia tem ligação direta com a geração de emprego com carteira assinada, destaca o economista Thiago Xavier. Esse é um dado relevante especialmente em 2020, ano de eleições municipais. Para vários cientistas políticos, a situação da economia é um fator que tem forte influência sobre o voto — e o Nordeste é a região em que o presidente Bolsonaro teve pior desempenho nas eleições de 2018. Veja Mais

Recuperação da economia global deve ser difícil apesar de animação nos mercados

G1 Economia Pesquisa com 500 economistas de 46 países mostra que acordo comercial entre EUA e China não reduziu incertezas. Além disso, eles avaliam que as ações do bancos centrais para estimular a demanda não estão surtindo efeito. Uma recuperação significativa da economia global será difícil de alcançar este ano, já que muitos países ainda enfrentam uma série de riscos, apesar do sentimento de melhora com o acordo comercial entre Estados Unidos e China e da ebulição nos mercados financeiros. É o que mostra uma pesquisa da Reuters com mais de 500 economistas de 46 grandes economias, realizada entre os dias 10 a 22 de janeiro. Segundo eles, a economia global em 2019 pode estar próxima de seu nível mais fraco desde a crise financeira, graças ao protecionismo comercial e à incerteza política, mas as ações de empresas pelo mundo tiveram um ano de ruptura, com vários índices atingindo, repetidamente, máximas recordes. Helio Gurovitz: Acordo comercial entre China-EUA mantém protecionismo Economia global está anêmica e a renda provavelmente vai sofrer, diz ONU Com alta chance de a política monetária flexível dos bancos centrais continuar, essa divisão entre mercados e eventos externos a ele pode se estender até este ano. Quando perguntados sobre o que é mais provável para as economias de mercado desenvolvidas e emergentes este ano, mais de três quartos dos economistas disseram "praticamente o mesmo que no ano passado", em termos de taxas de crescimento. "As tendências de crescimento do mundo são sustentáveis, mas frágeis. Não vemos altos riscos de recessão nas principais economias, nem esperamos um aumento acentuado da inflação. Mas respeitamos a dinâmica do ciclo tardio e vários riscos políticos e de longo prazo", disse James Sweeney, economista-chefe do Credit Suisse. "A manufatura e o comércio globais estão em queda desde o final de 2018, mas os indicadores cíclicos provavelmente melhorarão em 2020. É improvável que a recuperação seja vigorosa", afirmou Sweeney. FMI reduz projeção para economia global, mas eleva a do Brasil Incerteza comercial continua Embora pouquíssimos economistas tenham previsto uma desaceleração mais profunda este ano, também não há muitos que preveem uma recuperação significativa, apesar da euforia que cerca o acordo comercial inicial entre Washington e Pequim, que aliviou quase dois anos de tensões crescentes entre as duas maiores economias do mundo. "No final, não esperamos que isso (acordo comercial) faça com que a confiança dos negócios volte à tona. Não acreditamos que a incerteza na política comercial esteja diminuindo", disse Jim O'Sullivan, macro estrategista-chefe da TD Securities. Nas últimas pesquisas da Reuters, as perspectivas de crescimento para 2020 para quase 75% das 46 principais economias foram cortadas ou mantidas em relação à pesquisa anterior. Da mesma forma, as perspectivas de inflação para quase 85% dessas economias foram reduzidas ou mantidas. A maioria dos bancos centrais deve manter seu viés de flexibilização, apesar do crescente ceticismo sobre sua capacidade de influenciar no crescimento ou na inflação. As previsões para o próximo movimento provável ainda estavam inclinadas para corte de juros em vez de um afastamento das políticas de eras de crise. Guerra comercial: entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial Embora a maioria dos grandes bancos centrais tenha conseguido evitar uma desaceleração econômica mais profunda, eles falharam coletivamente em estimular a demanda em suas respectivas economias - o que não se espera que mude pelo menos até 2021. "Esperamos que a maior parte da década de 2020 seja caracterizada por crescimento lento e inflação muito baixa", disse Jennifer McKeown, chefe de economia global da Capital Economics. Projeção para o crescimento global A expectativa é de que a economia global cresça 3,1% este ano, inalterada em relação à mediana de outubro e a mais fraca desde o início das pesquisas para esse período, em abril de 2018. Isso é apenas um pouco melhor do que no ano passado. A última previsão de crescimento mundial do Fundo Monetário Internacional (FMI) estava lentamente convergindo para o consenso da Reuters, diminuindo de 3,4% para 3,3%, seu terceiro corte direto nas perspectivas para 2020. Os bancos centrais de mercados emergentes afrouxaram agressivamente sua política monetária, mas uma recuperação nas economias em desenvolvimento também tem sido difícil, com taxas de crescimento em algumas das maiores se movendo na direção oposta. O crescimento econômico da China deve diminuir para a mínima de 30 anos de 5,9% este ano, devido ao consumo doméstico mais lento e à demanda global reduzida. A economia brasileira, em meio à sua recuperação mais fraca da recessão, acelerará este ano, mas não muito, crescendo 2,1%. Brasil cresceu quase um terço da média mundial na década Veja Mais

Rede de supermercados oferece 140 vagas de emprego para nova unidade em Indaiatuba; veja lista

G1 Economia Requisitos variam de acordo com o cargo e todas as vagas são elegíveis para pessoas com deficiência (PCD). Interessados devem enviar currículos para o site da rede. Rede de supermercados oferece 140 vagas de emprego em Indaiatuba (SP). Rede Amazônica/Reprodução Uma rede de supermercados que abrirá nova unidade em Indaiatuba (SP) está com 140 vagas de emprego abertas. Os interessados em ocupar as funções devem cadastrar o currículo no site da rede. Os requisitos mínimos para concorrer às oportunidades dependem do cargo. Todas as vagas são elegíveis para pessoas com deficiência (PCD). Veja abaixo a relação e a quantidade de cargos disponíveis. A unidade funcionará no bairro Jardim Nova Indaiá, mas a data de inauguração não foi informada pela empresa. Confira as vagas Áreas de liderança - 11 vagas Áreas de frente de caixa - 56 vagas Abastecimento - 1 vaga Manutenção - 1 vaga Recursos humanos - 1 vaga Área de alimentos perecíveis - 18 vagas Mercearia - 31 vagas Depósito/recebimento - 4 vagas Administrativo - 3 vagas Televendas - 2 vagas Prevenção - 12 vagas Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas Veja Mais

Opep avalia manter cortes até fim do ano, mas discussão está no início, diz agência

G1 Economia Organização e seus aliados deverão discutir em março a situação do mercado. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está discutindo uma prorrogação até o final do ano de cortes na oferta de petróleo, uma vez que o mercado da commodity ainda parece baixista, mas as discussões estão em uma fase inicial, disse a agência de notícias russa Tass nesta sexta-feira (24). O grupo de exportadores de petróleo deve se reunir em março, mas também pode haver uma reunião em junho para decidir sobre a política de produção, disse a agência, que citou uma fonte na Opep. A Opep e países aliados incluindo a Rússia, um grupo que ficou conhecido como Opep+, estão restringindo a produção de petróleo, em meio a um pacto programado atualmente para vencer em março. Brasil participa como observador de reunião da Opep em Viena Na quinta-feira, o secretário-geral da Opep, Mohammad Barkindo, afirmou que seria prematuro falar sobre a possibilidade de os cortes serem prorrogados ate o final do ano, também de acordo com a agência Tass. O ministro de Energia saudita, príncipe Abdulaziz bin Salman Al-Saud, também disse na quinta-feira que é cedo para pedir mais cortes, embora tenha afirmado que todas opções estão em aberto para a próxima reunião da Opep+, em março. "Não posso avaliar agora se o mercado precisa de mais cortes porque ainda não vi os balanços (de oferta e demanda) de janeiro e fevereiro", afirmou o ministro, segundo a rede de televisão Al Arabiya. Ele acrescentou que a Opep e seus aliados deverão discutir em março a situação do mercado e "decidir objetivamente" se são necessários mais cortes. Veja Mais

Bolsonaro diz que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar

G1 Economia Presidente falou ao desembarcar em Nova Délhi, na Índia. Mudança na tributação foi aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (23). Bolsonaro chega à Índia e fala aos jornalistas O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (24) que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar. "Paulo Guedes, desculpa, você é meu ministro , te sigo 99%, mas aumento de imposto para cerveja não", afirmou Bolsonaro ao desembarcar em Nova Délhi, na Índia. A mudança na tributação foi aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (23). Guedes está em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. Lá, em entrevista à GloboNews, o ministro afirmou que o governo avalia uma cobrança de tributos sobre cigarros, álcool e produtos com açúcar numa eventual proposta de reforma tributária a ser apresentada pela equipe econômica. De acordo com ele, o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do "imposto do pecado" para diminuir o consumo de cigarros, álcool e produtos com açúcar. "Não tem nada definido, tem um grupo fazendo a reforma tributária. Fala-se de tributos e impostos e existe esse conceito de tributar coisas que fazem mal para a saúde", disse Guedes. Porém, Bolsonaro disse nesta sexta ser contra a proposta. "Não tem como aumentar, não consegue mais aumentar a carga tributaria no Brasil. Todo mundo consome algo de açúcar todo dia, não da pra aumentar", complementou o presidente. Veja Mais

Usuários de iFood relatam cobranças indevidas e aplicativo culpa senhas vazadas de outros serviços

G1 Economia Empresa diz que medidas cabíveis são tomadas 'dependendo do caso' e não garante reembolso. Diversos usuários estão relatando cobranças indevidas atreladas ao aplicativo de entrega de comida iFood. Segundo os relatos e explicações dadas pela empresa aos consumidores, a fraude pode ocorrer dentro do próprio aplicativo, nas máquinas dos restaurantes ou até em contas de outras pessoas. Os casos estão registrados em redes sociais e, principalmente, no site ReclameAqui. São várias reclamações por dia — algumas com valores de centenas de reais. O blog conversou com duas vítimas da fraude. Fabio, um engenheiro de software que teve seu cartão virtual e exclusivo clonado após o uso no iFood, e um arquiteto do Rio de Janeiro (ele pediu para não ser identificado) que teve sua conta invadida para registrar vários pedidos com cartões de outras pessoas. O arquiteto, que sempre pagou seus pedidos pessoalmente e não tinha cartão cadastrado no iFood, descobriu que sua conta estava sendo usada por outras pessoas quando um entregador teve dificuldade para encontrar o endereço do pedido e ligou para pedir informações. O iFood não bloqueou os pedidos. "Após o entregador me ligar, ele usou o chat do aplicativo para conversar com o 'cliente' para pedir orientações sobre o endereço. Eu assisti a conversa ao vivo. Esse falso 'eu' modificou o número do meu celular no aplicativo, colocou o dele, mas eu tive tempo de corrigir antes de mudar a senha", conta o arquiteto. Pedidos feitos em conta roubada no iFood: todos com cartões e endereços de entrega diferentes. Plataforma não alertou usuário nem bloqueou pedidos. Reprodução Todos os pedidos falsos cadastrados foram pagos com cartões da Elo. A companhia foi questionada se saberia o motivo da recorrência dos cartões nas fraudes, mas não respondeu a essa pergunta. A bandeira apenas orientou que, em casos de fraude, o consumidor deve trocar as senhas nos aplicativos e comunicar o banco emissor do cartão. Como o arquiteto nunca cadastrou nenhum cartão no app, os cartões usados eram todos de outras pessoas e ele escapou do prejuízo financeiro. No entanto, ele teve dificuldade para obter orientações do iFood e não sabe por que sua conta foi usada. Mas Fabio, que tinha um cartão cadastrado, acabou com R$ 63 de prejuízo. Ele diz que recebeu cobranças indevidas em um cartão de crédito virtual, criado exclusivamente para uso no iFood. Os pedidos ou cobranças não foram registrados na conta dele: eles não constam no histórico de pedidos e não foram enviados os e-mails de confirmação dos pedidos. Em contato com o blog, o iFood chegou a garantir que reembolsaria o engenheiro de software. Passados quase dois meses da fraude, isso não aconteceu. O iFood foi novamente questionado e, na segunda vez, mudou seu posicionamento para afirmar que "as medidas cabíveis são tomadas de acordo com cada caso". Após o primeiro pedido no iFood, pago com um cartão virtual exclusivo para o aplicativo, outros dois pedidos foram realizados. Valores não foram ressarcidos. Reprodução O iFood também informou que não armazena as informações de cartão de crédito dos clientes e que possui um time dedicado para identificar qualquer irregularidade, seja na atuação dos restaurantes, entregadores ou clientes registrados em seu serviço. A empresa não explicou por que golpistas estão atuando na plataforma e realizando pedidos falsos em nome dos clientes, mas sugeriu que os roubos de conta ocorrem por conta de vazamentos de senhas de outros serviços. O iFood disse que, quando seus sistemas detectam que isso está acontecendo, a senha é descadastrada para proteger a conta. Esse tipo de ataque, chamado de "credential stuffing", é possível quando se utiliza uma senha idêntica em vários serviços e cadastros. Se a senha vazar de qualquer lugar onde ela foi usada, os hackers conseguem criar sistemas automáticos que encontram outros serviços onde a mesma senha funciona. O arquiteto carioca, que teve sua conta utilizada para a realização de pedidos, confirmou que a senha usada no serviço tinha sido repetida e que ela foi comprometida em um vazamento. Fabio, no entanto, tinha usado uma senha única, além do cartão exclusivo. A emissora do cartão do engenheiro de software confirmou que o código de verificação (CVV) foi o atribuído ao iFood. Até o momento não há explicação sobre como a fraude ocorreu. "Dinheiro perdido", desabafou. O que disse o iFood O iFood enviou o seguinte posicionamento ao blog: "O iFood conta com um time dedicado a investigações de fraudes para monitorar e agir caso seja identificada qualquer irregularidade, seja na atuação dos restaurantes, entregadores ou mesmo clientes cadastrados na plataforma. A empresa esclarece que não armazena informações do cartão de crédito dos clientes em seus servidores e, por isso, não houve qualquer vazamento desses dados. O iFood reitera que a segurança da informação é prioridade em sua atuação. Sobre os casos de relato de roubo de conta, esse tipo de ocorrência acontece quando criminosos usam senhas vazadas na internet para entrar em contas do iFood. Ao identificar acessos irregulares, o iFood realiza o procedimento de segurança padrão, removendo a senha, deslogando todos os dispositivos relacionados à conta e redirecionando o usuário para um novo fluxo de autenticação, em que ele precisa ter acesso ao seu e-mail ou telefone para conseguir acessar a plataforma novamente. Todas as tratativas dos casos mencionados já estão em andamento e as medidas cabíveis serão tomadas, de acordo com cada caso." Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para o dia 24 de janeiro

G1 Economia São oportunidades para assistente administrativo, cobrador interno, comprador, técnico em saúde bucal, entre outras. Sine oferece vaga para doceira e mestre doceiro Mariane Rossi/G1 O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine, localizado na Rua General Rondon, nº 2350, em frente à praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas na capital. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: auxiliar administrativo cobrador externo comprador doceira mestre doceiro promotor de vendas externo secretária executiva técnico em saúde bucal vendedor interno auxiliar administrativo (para pessoa com deficiência) O Sine informa que as vagas oferecidas podem sofrer alterações de um dia para o outro, pois o sistema não contabiliza os atendimentos ao longo do dia realizado nas unidades Superfácil, que funcionam após o fechamento da agência central. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá. Veja Mais

Sine Maceió oferta mais de 80 vagas de emprego

G1 Economia Interessados devem procurar posto do Sine no centro da cidade, com documentos pessoais, currículo e certificado de cursos. Sine Maceió tem mais de 80 vagas de emprego disponíveis Pei Fon/Secom Maceió O Sine Maceió divulgou nesta quinta-feira (23) que há 87 vagas de empregos disponíveis para quem está buscando uma oportunidade no mercado de trabalho. Veja abaixo as vagas: Operador de telemarketing – 80 vagas – Ensino médio completo, residir em Maceió e maior de 18 anos; Computação – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS, desejável morar na parte da baixa da cidade; Auxiliar de depósito – 01 vaga – Ensino médio completo, não desejável experiência na função, desejável o sexo masculino, exige habilitação CNH; Operador de empilhadeira – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS, desejável o sexo masculino; Barman – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, exige habilitação CNH; Supervisor (Sub Gerente) – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, exige habilitação CNH; Porteiro – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS, Curso de Portaria e Curso de Brigada de Incêndio; Supervisor Operacional – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS; Os interessados podem procurar o posto de atendimento do Sine Maceió, localizado no segundo piso do Shopping Popular, no centro de Maceió, com documentos pessoais, currículo e certificados de cursos. Quem quiser mais informações sobre as vagas, pode ligar para o número (82) 3312-2201. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas Veja Mais

Governo vai propor alteração no cálculo da inflação para reajuste do salário mínimo, diz secretário

G1 Economia Ideia é que reajuste passe a considerar inflação de dezembro de um ano a novembro do outro, disse Waldery Rodrigues (Fazenda). Regra atual considera inflação de janeiro a dezembro. Secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Alexandro Martello (Portal G1) O secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou nesta quinta-feira (23) que o governo deve propor mudança no período considerado para o cálculo da inflação que vai corrigir o salário mínimo. Atualmente, o reajuste do mínimo, em um ano, leva em consideração a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Mercado (INPC), acumulada entre janeiro a dezembro do ano anterior. Essa regra, porém, obrigou o governo a rever a correção do salário mínimo de 2020. Como o reajuste precisa ser anunciado até 31 de dezembro, mas o INPC de um ano fechado só é conhecido no começo do próximo ano, hoje o governo corrige o valor do mínimo com base em uma previsão para a inflação. Por conta disso, inicialmente o governo informou que, em 2020, o mínimo passaria de R$ 998 para R$ 1.039. Entretanto, quando o INPC de 2019 foi oficialmente divulgado, no início de janeiro, verificou-se que o índice usado pelo governo no reajuste era menor do que a inflação, o que implicava em perda de poder de compra da população. Para evitar isso, posteriormente o governo anunciou uma nova correção do mínimo, dessa vez com o índice oficial, mais alto, e o mínimo de 2020 passou para R$ 1.045. O salário mínimo serve de base para o valor de benefícios pagos pelo governo, entre eles o piso das aposentadorias pelo INSS. "Vamos alterar a sistemática de correção do salário mínimo. Vamos mudar sem que haja nenhuma perda para o trabalhador", declarou ele, explicando que o período utilizado como referência para correção pode ser, por exemplo, de dezembro de um ano prévio até novembro do seguinte. Se esse formato fosse utilizado para a definição do mínimo de 2020, o período inflacionário usado no cálculo seria de dezembro de 2018 a novembro de 2019 - com validade do novo valor a partir de janeiro de 2020. Isso evitaria que a correção continuasse a ser feita com base na previsão do governo para o INPC. "[A proposta] vai ser encaminhada via projeto de lei ao Congresso Nacional até agosto. Vai ser uma política de salário mínimo. Muda a janela de doze meses. A diretriz básica é que temos de ter transparência, cautela, e manter o que a Constituição diz. Nossa politica é não ter nenhuma perda de poder aquisitivo para quem ganha mínimo, ou acima do mínimo", declarou Waldery Rodrigues a jornalistas. Economia com pagamento de juros O secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia também estimou que a economia com o pagamento de juros da dívida pública será de R$ 417 bilhões nos quatro anos do governo Bolsonaro, entre 2019 e 2022. Segundo ele, essa economia será possível por conta da redução da taxa básica da economia, atualmente na mínima histórica de 4,5% ao ano, e com a devolução, ao governo, de recursos emprestados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no passado, no montante de R$ 165 bilhões até 2022. "Não colocamos meta de zerar o [déficit] primário [até o fim de 2022]. A LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] coloca, para 2022, um déficit de R$ 34,1 bilhões [para o setor público]. Ainda é déficit. Nosso trabalho é redução ao máximo do déficit primário e do nominal. Não estabelecemos um ano no qual será zerado [o déficit primário], mas entendemos que sim é possível que tenhamos antes de dezembro de 2022", declarou Waldery a jornalistas. Essa previsão de economia para gastos com juros da dívida pública, disse ele, vai permitir uma queda maior na relação da dívida bruta com o Produto Interno Bruto (PIB). Recentemente, a Secretaria de Política Econômica, do próprio Ministério da Fazenda, estimou que a dívida bruta, que somou 77,7% do PIB em novembro, some 78% do PIB no fim de 2022. Para Waldery Rodrigues, porém, o recuo pode ser maior ainda, ficando até três pontos percentuais abaixo disso (75% do PIB). Ele disse, ainda, que a aprovação de medidas econômicas que o governo está encaminhando ao Legislativo, como as três propostas de emenda constitucional que tratam do pacto federativo, a PEC emergencial e dos fundos públicos, pode reduzir ainda mais a dívida pública. A expectativa do secretário é de que essas três PECs sejam aprovadas pelo Congresso Nacional no primeiro semestre deste ano, e que a reforma administrativa e a tributária passem pelo crivo dos parlamentares até o fim deste ano. "O ajuste fiscal não foi nem metade feito do que é necessário fazer para ter equilíbrio nas contas publicas. Quando iniciamos o governo, estávamos iniciando o sexto ano consecutivo de déficit. O dever de casa do ponto de vista fiscal foi bem realizado neste ano, e tem de continuar om essas reformas estruturais que modernizam o Estado e trazem o controle das contas públicas", declarou o secretário. Veja Mais

Dólar deve diminuir sua relevância daqui a 20 anos, diz Guedes em Davos

G1 Economia Segundo o ministro, o mundo deve ter de 4 a 6 moedas fortes. Paulo Guedes participa de painel em Davos Walter Duerst/Fórum Econômico Mundial/Divulgação O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (23) que o dólar deve diminuir a sua importância e o mundo poderá ter 4,5 ou 6 moedas fortes daqui a 20 anos. "Não quero dizer com isso que o dólar será substituído", esclareceu o ministro, durante a sua última apresentação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Segundo ele, moedas continentais, como o euro, por exemplo, devem ganhar força nos próximos anos. Para o ministro, faz sentido que as trocas comerciais entre países de um mesmo continente, por exemplo, sejam feitas com uma moeda local. Em Davos, Guedes diz ter ouvido de investidores maior otimismo com o Brasil 'O pior inimigo do meio ambiente é a pobreza', diz Paulo Guedes em Davos "É um fato que hoje nós temos uma grande e forte economia continental", disse. "Por quanto tempo 200 milhões de chineses vão negociar com outros chineses, que estão na China, falando sobre dólares? Eles vão falar em Renminbi (moeda chinesa)", acrescentou. Para ele, um dos fatores que define a relevância de uma moeda são questões geopolíticas, mas que a "confiança é a chave" e que o capital se direciona para os países onde há eficiência. "O mercado procura por eficiência", reforçou. "As pessoas usam as moedas que elas mais confiam", destaca. Veja Mais

Banco Central amplia rol de pessoas que terão monitoramento especial das transações financeiras

G1 Economia Circular que promove a mudança foi publicada nesta quinta-feira (23). Passam a ter monitoramento especial vereadores, deputados estaduais e parentes de segundo grau de pessoas públicas O Banco Central ampliou o número de pessoas que terão atenção especial nas análises das movimentações financeiras. Essas análises são feitas como procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. É a partir desses dados que as instituições enviam informações para o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). De acordo com a área técnica do BC, as mudanças ampliam em dezenas de milhares o número de pessoas que terão monitoramento especial das instituições financeiras. A nova regra, publicada pelo banco nesta quinta-feira (23), inclui na lista de pessoas “politicamente expostas”, entre outros: vereadores deputados estaduais parentes de segundo grau de pessoas públicas quem tenha relacionamento próximo com pessoas públicas Segundo o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do banco, João André Calvino Marques Pereira, o fato de uma pessoa ser classificada como “politicamente exposta” a eleva na classificação de risco que será feita pelos bancos. “O fato de ela ser uma pessoa politicamente exposta não quer dizer que todas as operações serão comunicadas ao Coaf. Mas o fato de ela ser politicamente exposta será levado em consideração”, afirmou. O objetivo do BC é aprimorar o combate à prática de crimes como lavagem de dinheiro, ocultação de bens e de financiamento do terrorismo. Veja Mais

China autoriza importação de melão do Brasil

G1 Economia Acordo é considerado simbólico pelo governo por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático. Melão é um dos principais produtos exportados por Rio Grande do Norte e Ceará Divulgação / Sebrae A Administração Geral de Aduana da China (GACC, órgão responsável pela sanidade vegetal e animal) autorizou a importação de melão do Brasil nessa quarta-feira (22). Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Em novembro, o país já havia fechado acordo com a China para viabilizar a exportação da fruta. A autorização é considerada simbólica pelo governo por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático. O Ministério da Agricultura afirma que ainda não foi notificado oficialmente, mas diz que a medida já entrou em vigor. A China é o maior mercado consumidor de melões no mundo - consome cerca de metade da produção mundial, o equivalente a 17 milhões de toneladas em 2017. Se o Brasil conquistar 1% do mercado chinês, o volume de exportações da fruta deverá dobrar. Em 2018, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de melão para diversos países, como Estados Unidos, Chile, Argentina, Uruguai, Rússia e União Europeia. A safra brasileira coincide com a entressafra na China. A China deverá ainda publicar a lista de fazendas e estruturas de embalo para exportação (packing houses) certificadas para a venda ao mercado chinês. Técnicos da GACC inspecionaram fazendas produtoras de melão no Rio Grande do Norte e no Ceará, entre os dias 12 e 17 de janeiro de 2020. Os estados são os maiores produtores da fruta. O objetivo da visita foi verificar as plantações nas áreas livres da mosca-da-fruta nos estados. Em setembro, o Globo Rural visitou áreas produtoras da fruta e os agricultores já tinham expectativas de boas exportações. Relembre: Produtores de melão no Ceará começam colheita de olho nas exportações Veja Mais

Bovespa opera com queda perto de 1% de olho no exterior

G1 Economia Na quarta-feira, o Ibovespa subiu 1,17%, a 118.391 pontos Bovespa REUTERS/Nacho Doce O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta quinta-feira (23), com os investidores retomando preocupações com o surto de coronavírus na China. Além disso, o mercado acompanha a divulgação da prévia da inflação de janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Às 10h36, o Ibovespa caía 0,98%, a 117.232 pontos. Veja mais cotações. Na quarta (22), o índice avançou 1,17%, a 118.391 pontos, acompanhou o viés mais positivo no exterior e encontrando suporte, principalmente, na recuperação das ações dos bancos. No acumulado do ano, a bolsa acumula alta de 2,37%. Na quarta (22), os temores de uma disseminação do coronavírus tinham sido levemente amenizados, após uma entrevista do vice-ministro da China, Li Bin à imprensa. Porém, o mercado retomou o clima de nervosismo com o vírus nesta quinta, diante das notícias de aumento do número de mortes e infecções. O surto do coronavírus já matou 17 pessoas e infectou mais 600. Wuhan, que é o epicentro do vírus, teve as suas redes de transporte urbano fechadas e voos suspensos. As medidas drásticas assustaram investidores, que se desfizeram de ações relacionadas a restaurantes, cinemas, companhias aéreas e parques temáticos logo após o isolamento da cidade de Wuhan. China isola segunda cidade para tentar frear epidemia de coronavírus Com isso, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,1% nesta quinta-feira, na maior perda diária em quase nove meses. O índice de Xangai teve queda de 2,75%. O CSI300 marcou sua pior semana desde maio de 2019, enquanto o índice de Xangai teve a maior queda na semana desde agosto do ano passado. Os mercados financeiros da China ficarão fechados a partir de sexta-feira para o feriado de uma semana do Ano Novo Lunar. Cena doméstica Internamente, o mercado acompanha a divulgação da prévia da inflação de janeiro, que é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), do IBGE. O índice avançou 0,71% em janeiro, maior resultado para o mês desde 2016. Em relação a dezembro, quando o IPCA-15 ficou em 1,05%, o índice desacelerou. Segundo o IBGE, a desaceleração foi puxada pelo preço da carne, que passou de uma alta de 17,71% em dezembro para 4,83% em janeiro. Apesar disso, foram as carnes que exerceram, novamente, a maior pressão individual sobre a inflação, de 0,15 ponto percentual sobre o indicador. Variação do Ibovespa em 2020 Arte/G1 Veja Mais

Prévia da inflação oficial fica em 0,71% em janeiro, aponta IBGE

G1 Economia Este é o maior resultado para um mês de janeiro desde 2016. Em 12 meses, indicador acumula alta de 4,34%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,71% em janeiro, conforme divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Perspectivas e meta de inflação A meta central do governo para a inflação em 2020 é de 4%, e o intervalo de tolerância varia de 2,5% a 5,5%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está atualmente em 4,5% ao ano – mínima histórica. Os analistas das instituições financeiras projetam uma inflação de 3,56% no ano, conforme aponta a última pesquisa Focus do Banco Central. Em 2019, a inflação fechou em 4,31%, acima do centro da meta, que era de 4,25% - foi a maior inflação anual desde 2016. Para 2021, a previsão do mercado financeiro é de uma inflação de 3,75%. Entenda o IPCA-15 O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA (inflação oficial). A diferença está no período de coleta, além da abrangência geográfica. Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 12 de dezembro de 2019 a 11 de janeiro de 2020 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 12 de novembro a 11 de dezembro de 2019 (base). Veja Mais

Em Davos, Guedes ouve de investidores maior otimismo com o Brasil

G1 Economia Ministro da Economia está na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. Evento vai até esta sexta-feira (24). Paulo Guedes: confiança e otimismo com o Brasil voltaram O ministro da Economia, Paulo Guedes, relatou nesta quinta-feira (23) à reportagem que tem percebido maior otimismo de investidores em relação ao Brasil. Guedes está em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. O evento começou na última segunda-feira (20) e vai até esta sexta (24). O ministro passou grande parte desta quarta (22) em conversas com investidores e CEOs de empresas e de grandes fundos de investimento. De acordo com Guedes, a receptividade dos empresários e fundos de investimento ao Brasil é excelente. "Há um ano, aqui, disse a eles para confiarem na democracia brasileira para aprovar as reformas. Tudo correu como esperava e aqui o que eu ouço é que eles não acreditavam que era possível, as expectativas eram muito adversas. O pessimismo virou 'upside' [jargão do mercado financeiro para dizer potencial de valorização]", relatou. Segundo o ministro, as empresas com quem tem conversado dizem ter registrado desempenho melhor do que esperavam em 2019 do Brasil e que estão mais otimistas para 2020. Guedes destaca que a desaceleração sincronizada dos países avançados e a estagnação da América Latina tornaram o Brasil a nova fronteira dos investimentos diretos internacionais. No entanto, o ministro pondera que o país precisa manter a agenda de reformas se quiser permanecer nessa posição. "O mundo está desacelerando e o Brasil será a nova fronteira de investimentos se prosseguir com as reformas", disse. Guedes afirma ter ouvido de investidores que "ainda mais impressionante que a amplitude da agenda de reformas foi a capacidade de entrega exibida pela democracia brasileira". Meio Ambiente Segundo o ministro, as críticas ambientais ao Brasil reportadas nesta quarta-feira foram tiradas de contexto. Na terça-feira (21), Guedes afirmou no fórum que "o pior inimigo do meio ambiente é a pobreza". A declaração do ministro foi dada quando ele comentava sobre a relação entre indústria e meio ambiente. “O pior inimigo do meio ambiente é a pobreza. As pessoas destroem o meio ambiente porque precisam comer. Eles [pessoas pobres] têm todas as preocupações que não são as preocupações das pessoas que já destruíram suas florestas, que já lutaram suas minorias étnicas, essas coisas... É um problema muito complexo, não há uma solução simples”, declarou Guedes. O ministro também afirmou que "todos precisamos de mais alimentos", mas que, dependendo dos produtos químicos necessários para produzir mais alimentos, "você não tem um meio ambiente limpo". "E essa é uma solução política. Não é simples, é muito complexa", afirmou. Sem citar Guedes diretamente, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore falou que prometer grandes colheitas na região amazônica é dar às pessoas falsas esperanças. “Hoje é amplamente entendido que o solo da Amazônia é pobre. Dizer às pessoas no Brasil que elas vão chegar à Amazônia, cortar tudo e começar a plantar, e que terão colheitas por muitos anos, isso é dar falsa esperança a elas. Há sim respostas para a Amazônia, mas não esta", disse Al Gore em um painel sobre o futuro sustentável da Amazônia. Veja Mais

Eletrobras anuncia emissão de títulos de dívida de até US$ 1,75 bilhão no mercado externo

G1 Economia Segundo a estatal, os recursos obtidos com a emissão serão utilizados para o refinanciamento de dívidas da companhia. A Eletrobras anunciou nesta quarta-feira (22) que deu início à emissão de títulos de dívida no mercado internacional com valor de até US$ 1,75 bilhão (cerca de R$ 7,3 bilhões) , de acordo com fato relevante divulgado pela empresa. Logo da Eletrobras, em prédio da estatal no Rio de Janeiro Pilar Olivares/Reuters Os títulos possuem vencimentos em cinco anos (denominados "Notes 2025") e em dez anos (denominados "Notes 2030"), informou a companhia, acrescentando que os cupons serão definidos de acordo com demanda de mercado. Além disso, a Eletrobras também comunicou uma oferta de aquisição dos títulos emitidos pela empresa no mercado externo com vencimento em 2021 - as chamadas "Notes 2021", que oferecem um cupom de 5,75%. "Os recursos líquidos obtidos com a emissão das Notes serão utilizados para o refinanciamento de dívidas da companhia, incluindo, sem limitação, para a consumação da Oferta de Aquisição das Notes 2021", informou a elétrica no comunicado. Veja Mais

Em nova decisão, TCU confirma restrições para pensão paga a filhas de servidores mortos

G1 Economia Tribunal manteve entendimento de que filhas maiores de 21 anos e com renda fixa não têm direito ao pagamento. Área técnica tinha pedido revisão para igualar postura à do STF. O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou nesta quarta-feira (22) uma decisão 2016 e que restringe o direito à pensão de filhas de servidores federais mortos. A Corte rejeitou, por 5 votos a 4, uma tentativa de flexibilizar esse entendimento. Com isso, foi mantida decisão que estabelece que não têm direito a pensão filhas de servidores mortos maiores de 21 anos e com renda fixa - seja por emprego na iniciativa privada, cargo público permanente, atividade empresarial, como sócias ou representantes de pessoas jurídicas ou de benefício do INSS. O relator do processo, ministro Raimundo Carneiro, defendia a ampliação do pagamento seguindo recomendação da área técnica do tribunal. A recomendação era no sentido de igualar o entendimento do TCU ao do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelece a perda da pensão dessas mulheres apenas quando elas se casam ou então quando assumem cargo permanente no setor público. De acordo com o TCU, a decisão do STF diz respeito a um único caso e, por isso, as restrições confirmadas nesta quarta estão valendo para os demais. A tese vencedora foi a proferida pelo ministro Walton Alencar Rodrigues, que divergiu de Carneiro. Ele afirmou que o assunto se esgotou na decisão de 2016, que analisou todos os pontos levantados novamente agora pela área técnica do tribunal. "Na prática, [voltar ao tema] significa consentir que qualquer questão, após definitivamente decidida por este plenário, pode ser atacada por qualquer denúncia ou representação de qualquer cidadão", disse Walton Alencar. Auditoria da corte realizada em 2016 encontrou mais de 19 mil indícios de pagamento indevido de pensão. Na ocasião, o ministro Raimundo Carreiro, relator do processo, pediu a interrupção do pagamento de 7.730 pensões para filhas de ex-servidores com mais de 21 anos que tinham outra fonte de renda. Veja Mais

Divulgado edital no concurso de São José da Lagoa Tapada, PB

G1 Economia São 23 vagas em cargos com salários de até R$ 5 mil. São 23 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior. Divulgação Foi divulgado o edital de concurso da prefeitura de São José da Lagoa Tapada, no Sertão paraibano, que oferece 23 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.045 a R$ 5 mil. Veja o edital do concurso para a prefeitura de São José da Lagoa Tapada De acordo com o edital, o cargo com maior salário é o de médico clínico geral do PSF, que oferece duas vagas para pessoas com ensino superior em medicina e registro no CRM. Também há vagas para assistente social, atendente de consultório odontológico, enfermeiro (Samu), enfermeiro (PSF), fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico veterinário, nutricionista, odontólogo (PSF), orientador social, professor do ensino fundamental I, professor do ensino fundamental II - matemática, psicopedagogo, psicólogo, técnico em enfermagem (PSF) e técnico em enfermagem. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da organizadora, entre os dias 27 de janeiro e 28 de fevereiro. As taxas de inscrição custam R$ 65,50 para cargos de níveis médio e técnico e R$ 90,50 para cargos de nível superior. As provas estão previstas para acontecer no dia 29 de março. Concurso da prefeitura de São José da Lagoa Tapada Vagas: 23 Níveis: médio, técnico e superior Salários: R$ 1.045 a R$ 5 mil Prazo de inscrição: 27 de janeiro a 28 de fevereiro Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 65,90 (médio e técnico) e R$ 90,50 (superior) Provas: 29 de março Edital do concurso da prefeitura de São José da Lagoa Tapada Veja Mais

Em quais circunstâncias um vídeo pode roubar informações do seu celular?

G1 Economia Fundador da Amazon Jeff Bezos teria sido vítima de espionagem iniciada por arquivo de vídeo, mas ataque só pode ser realizado em condições específicas. Jeff Bezos em foto de junho de 2014 David Ryder/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP A suspeita de que o fundador da Amazon, Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, sofreu uma espionagem em seu celular iniciada por vídeo recebido pelo WhatsApp, levanta novos questionamentos sobre a segurança nos smartphones. Pode um arquivo de vídeo recebido pelo aplicativo de mensagens levar ao vazamento de dados armazenados no smartphone? A resposta é: sim, mas somente em condições específicas. A suspeita é de que o telefone de Bezos foi hackeado a partir de um vídeo foi divulgada pelo jornal britânico "The Guardian", na última terça-feira (21). Segundo a reportagem, o arquivo malicioso foi enviado para ele pela conta pessoal de Mohammed bin Salman, príncipe e herdeiro do trono da Arábia Saudita, no WhatsApp. A reportagem cita um relatório pericial que teria sido realizado no iPhone do biliolinário em 2019, após o surgimento de fotos íntimas de Bezos que, segundo Bezos, foram usadas por um tabloide para chantageá-lo. O relatório apontou que, depois de o executivo receber o vídeo enviado pelo príncipe, em 2018, mais de 4 GB de dados foram transmitidos do aparelho dele. Até o momento, não se sabe, no entanto, se a suposta invasão do celular está relacionada com a exposição das fotos íntimas. Por conta das implicações que o caso pode ter na geopolítica mundial — devido à possibilidade de a espionagem ser uma tentativa de intimidar o jornal "The Washington Post", do qual Bezos também é dono —, a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma investigação sobre as suspeitas. A embaixada da Arábia Saudita considerou as acusações "absurdas". Quando um vídeo pode ter um vírus? Arquivos de vídeo normais possuem apenas dados que definem uma sequência de imagens para serem exibidas na tela. Portanto, eles são incapazes de comandar o smartphone para realizar outras tarefas. Em outras palavras, um vídeo, por si só, não pode obrigar um dispositivo a transmitir dados que estão armazenados nele, desde que o programa responsável por construir a sequência de imagens armazenada no vídeo funcione corretamente. Infelizmente, programas podem apresentar erros nas etapas de processamento. E esses erros podem, nos casos mais graves, permitir que os dados do vídeo sejam levados para a mesma memória onde fica a fila de instruções executadas pelo processador. Quando isso acontece, o vídeo "sequestra" a memória do aplicativo e passa a fazer parte dele, sendo capaz de manipular sua operação e desviá-lo das suas funções originais para, inclusive, espionar o smartphone ou instalar outros aplicativos de forma não autorizada. Esse processo é muito delicado, porque sistemas como o Android e o iOS adotam várias barreiras de proteção que normalmente impedem que a memória seja manipulada de forma previsível. Se algo não sair exatamente como foi planejado pelo hacker, o aplicativo vai parar de responder e terá de ser fechado, encerrando a tentativa de invasão. Ataque personalizado Para garantir que o ataque funcione, normalmente o criminoso precisa recolher todas as informações possíveis sobre o alvo, como a versão do sistema e o modelo do aparelho. Com isso, o ataque fica bem ajustado para o ambiente em que ele será realizado. No caso de Bezos, o aparelho era um iPhone; se fosse Android, o ataque apenas seria feito de forma diferente e sob medida para funcionar no sistema do Google. O alvo, e não as condições de ataque, ditavam o que seria feito. Por essa razão, esses ataques são considerados sofisticados e não fazem parte das ameaças "de massa" enfrentadas pela maioria das pessoas. Para Bezos, no entanto, esse não é um cenário irreal. A Arábia Saudita tem capacidade técnica? Diversas organizações e relatórios já citaram a possibilidade de a Arábia Saudita ser cliente da NSO Group, uma empresa israelense especializada em soluções de espionagem. O relatório da ONU sobre o caso também cita a relação entre a empresa e o país árabe. A entidade também destaca que o roubo de dados do aparelho de Bezos pode ter sido realizado pelo Pegasus-3, o software comercializado pela empresa. A NSO Group detém uma reconhecida capacidade para realizar ataques sofisticados, inclusive contra o WhatsApp. O Pegasus funciona tanto no Android como no iOS, embora o sistema da Apple não permita a instalação de programas fora da App Store. Como a empresa abusa de vulnerabilidades nos sistemas, o programa funciona clandestinamente, driblando limitações e barreiras impostas pelos fabricantes. A Anistia Internacional e o Citizen Lab, da Universidade de Toronto, apontaram o envolvimento da NSO Group em vários casos de espionagem – inclusive contra jornalistas. Jamal Khashoggi, o articulista do "The Washington Post" assassinado em outubro de 2018 na embaixada saudita, também teria sido espionado por um software fornecido pela NSO Group, de acordo com um processo movido por Omar Abdulaziz, um dissidente do regime saudita que também teria sido alvo de espionagem. A atuação da companhia israelense no WhatsApp levou o Facebook, dono do aplicativo, a mover uma ação judicial, alegando que a espionagem de usuários viola os termos de uso da plataforma e causa prejuízos para a companhia. Como o Facebook não identificou alvos específicos na ação, não se sabe se havia entre eles pessoas de interesse da Arábia Saudita. A NSO Group nega que seu software seja usado de forma ilícita e alega que suas soluções são vendidas exclusivamente para autoridades policiais que necessitam investigar criminosos e terroristas. Ao mesmo tempo, a companhia afirma que não se envolve diretamente na forma que seus clientes usam o software – o que cria um paradoxo: se a companhia não se envolve nas ações, ela não sabe contra quem seu software é usado. E, para saber contra quem o software é usado e evitar abusos de espionagem, a companhia precisa se envolver de alguma forma nas operações que empregam sua tecnologia. A NSO Group não confirma quem são seus clientes. Mas há diversos indícios encontrados por especialistas que indicam uma forte possibilidade da Arábia Saudita estar entre eles — o que garantiria ao país a capacidade técnica de realizar a espionagem em Bezos. É possível evitar esses ataques? Qualquer falha de programação em um aplicativo precisa ser corrigida pelo desenvolvedor e aplicada pelos usuários com as atualizações de software. A atualização pode depender apenas do app (como o WhatsApp, o Gmail, o YouTube e assim por diante), mas também pode ser necessário atualizar todo o sistema, caso o problema esteja presente em um componente comum que é apenas reaproveitado pelo aplicativo. No caso de vídeos, os sistemas de smartphones fornecem uma solução pronta. No Android, ela se chama MediaServer; no iOS, o nome é CoreMedia. Por essa razão, a segurança da reprodução de vídeos é uma somatória da segurança do aplicativo e do próprio sistema. Como se prevenir? Independentemente de onde uma falha está, a solução é a mesma: manter o sistema e todos os aplicativos sempre atualizados. Para usuários de Android, isso pode ser mais difícil, porque nem todos os fabricantes de smartphones são transparentes quanto aos prazos de atualização. Em novembro passado, o WhatsApp disse que corrigiu uma falha que podia atacar celulares com arquivos de vídeo, mas afirmou que não havia qualquer informação que indicasse que esta brecha foi utilizada em ataques reais (veja como atualizar seu celular). Para casos mais específicos, como o de Bezos, nem a atualização será capaz de evitar a invasão. Pessoas muito expostas, como ele, podem ser atacadas por falhas inéditas e desconhecidas. É necessário investir no monitoramento e isolamento dos ataques, pois a prevenção não é suficiente. Para a maioria dos usuários de smartphone, vale o antigo ditado: prevenir é melhor do que remediar. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Modo escuro no WhatsApp já está disponível para os usuários de versão beta

G1 Economia O modo escuro (ou noturno) proporciona maior conforto visual e promete economizar bateria. O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (22) uma atualização contendo uma das funcionalidades mais aguardadas para o aplicativo. Os usuários de dispositivos com o Android e que estavam inscritos previamente no programa de testes, já podem baixar a versão 2.20.13. Modo escuro do WhatsApp já está em testes Reprodução/G1 O modo escuro ou modo noturno proporciona mais conforto visual e também ajuda a economizar energia da bateria. Para habilitá-lo, siga os passos descritos abaixo: Abra o WhatsApp e acesse as "Configurações"; Toque na opção "Conversas" para alterar o modo de exibição; Toque na opção "Tema" e altere para "Escuro". Essa configuração será permanente. No entanto, se você preferir usar o modo escuro somente quando o celular estiver com pouca carga na bateria, marque a opção "Definido pelo Modo de Economia de bateria". Veja o passo a passo de como alternar os modos do WhatsApp (apenas para usuários em teste) Reprodução/G1 Pronto! O WhatsApp teve o seu tema alterado. Para desfazer a configuração basta repetir os passos indicados acima e ativar o modo "Claro". Impressões O visual "dark" ficou atraente e, de fato, proporciona um melhor conforto visual. Ainda é cedo para avaliar o impacto que ocorrerá na economia da bateria, pois isso varia do quanto o aplicativo será usado. Mas vale a pena conferir a novidade e tirar as suas próprias conclusões. Ainda não foi anunciada a data em que todos os usuários terão acesso a nova versão do WhatsApp. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1 Veja Mais

ONU pede investigação sobre suspeita de invasão de celular de Bezos pela Arábia Saudita

G1 Economia Relatório diz que existem suspeitas de que príncipe saudita tentou vigiar, se não silenciar, reportagens do jornal 'Washington Post', que pertence a Bezos. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu nesta quarta-feira (22) que seja feita uma investigação sobre a suspeita de que o celular do dono da Amazon, Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, tenha sido invadido por meio de um vídeo enviado a ele por um príncipe árabe. A suspeita foi divulgada pelo jornal britânico "The Guardian", na última terça (21), citando fontes. Segundo a reportagem, Bezos recebeu em 2018 uma mensagem de Mohammed bin Salman, príncipe e herdeiro do trono da Arábia Saudita, contendo um vídeo. E, a partir disso, teve o celular hackeado. Segundo o relatório da ONU, as informações recebidas sugerem o envolvimento do príncipe para vigiar o bilionário no intuito "de influenciar, se não silenciar" reportagens do jornal "Washington Post", do qual Bezos é dono, sobre a Arábia Saudita. Em 2018, o jornalista e articulista do jornal Jamal Kashoggi — famoso por ser crítico ao governo saudita — foi assassinado em uma embaixada da Arábia Saudita na Turquia em outubro de 2018. Cerca de 9 meses depois de ter sido supostamente hackeado, Bezos veio a público denunciar o tabloide americano "National Enquirer" por usar fotos íntimas para chantageá-lo. Um mês antes da denúncia, Bezos havia anunciado um divórcio e teve detalhes de sua relação extraconjugal revelados pelo mesmo tabloide minutos após o anúncio da separação. O caso levou o dono da Amazon a iniciar uma investigação contra a editora da publicação, a American Media Inc (AMI). A equipe de Bezos chegou a afirmar que a cobertura do caso feita pela National Enquirer teve "motivações políticas". Segundo o "The Guardian", o celular de Bezos está sendo inspecionado por especialistas desde que o "National Inquirer" publicou as primeiras reportagens, em janeiro de 2019. O diretor de segurança pessoal de Bezos, Gavin de Becker, já havia acusado o príncipe saudita de atacar o celular do executivo em março do ano passado, mas não deu detalhes de como isso teria acontecido. De Becker também descreveu na ocasião o "relacionamento próximo" que Mohammed bin Salman desenvolveu com David Pecker, presidente da AMI, nos meses que antecederam a reportagem sobre a relação extraconjugal de Bezos. A Arábia Saudita negou à época as acusações de que estaria envolvida na divulgação das histórias sobre Bezos e a AMI disse que recebeu de uma fonte as informações que foram publicadas. Veja Mais

Cesta básica de 2019 tem alta de 10,6% na cidade de SP

G1 Economia Valor passou de R$ 708,61 em 2018, para R$ 784,16 em 2019. No grupo dos alimentos, a maior alta foi do feijão (+62,6%) Whaun/Visual Hunt A cesta básica na cidade de São Paulo teve alta de 10,66%, segundo pesquisa do Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania. Feito em convênio com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o levantamento aponta que o valor médio da cesta era de R$ 708,61 em dezembro de 2018, valor que subiu para R$ 784,16 em dezembro de 2019. Todos os grupos tiveram alta. As variações acumuladas foram 7,55% para os produtos de Higiene, 10,96% para Alimentação, e 11,15% para Limpeza. Inflação de 2019: veja as maiores altas e maiores baixas e o que pesou mais no bolso Variação por grupo Todos os grupos tiveram alta. As variações acumuladas foram 7,55% para os produtos de Higiene, 10,96% para Alimentação, e 11,15% para Limpeza. Dos 28 alimentos pesquisados, 22 tiveram seus preços médios aumentados. Todos os cinco itens de Higiene tiveram aumento de preço e dos seis itens de Limpeza, apenas um não aumentou. As cinco maiores variações positivas foram: feijão, 62,61%; alho, 41,97%; carne de primeira, 27,18%; sabão em pó, 25,14% e carne de segunda, 22,69%. Veja Mais

Bovespa abre em alta após queda de mais de 1% na véspera

G1 Economia Na terça, o Ibovespa caiu 1,54%, a 117.026 pontos, com declínio dos papéis de bancos e Vale. Ibovespa é o principal índice da B3, a bolsa brasileira Amanda Perobelli/Reuters O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta quarta-feira (22), após queda de mais de 1%. Às 10h05, o Ibovespa subia 0,47%, a 117.576. Veja mais cotações. Na terça (21), o índice fechou em forte queda, perdendo o patamar de 118 mil pontos, após ter renovado recorde na véspera. A baixa foi pressionada pelo intenso declínio de papéis de bancos e da Vale, que têm grande peso na composição do Ibovespa. Ao final do dia, a bolsa acabou encerrando o pregão com recuo de 1,54%, a 117.026 pontos. A bolsa paulista ensaia uma melhora nesta quarta-feira, acompanhando o viés mais positivo no exterior, com o Ibovespa encontrando suporte principalmente na recuperação das ações dos bancos. Na véspera, as units do Santander lideraram as baixas, caindo 4,9%. As ações preferenciais do Itaú perderam 2,1%, enquanto as do Bradesco recuaram 3,3%. Os papéis do Banco do Brasil tiveram queda de 2,9%. Variação do Ibovespa em 2020 Arte/G1 Veja Mais