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Bovespa cai mais de 1% com preocupações domésticas

G1 Economia Nesta quinta-feira, o principal índice da bolsa caiu 1,10%, a 118.329 pontos. Com nova queda, bolsa passa a acumular queda de 0,58% no ano. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (22), com as atenções voltadas para o agravamento da pandemia e aumento das medidas restritivas no país, além de preocupações com o quadro fiscal do país. Às 10h41, o Ibovespa caía 1,78%, a 116.222 pontos. Veja mais cotações. O dólar opera em alta, acima de R$ 5,40. Na quinta-feira, a bolsa fechou em queda de 1,10%, a 118.329 pontos. A semana acumula perda de 1,68%. Na parcial do mês e do ano, a bolsa ainda acumula queda de 0,58%. SP estuda fechar comércio à noite e nos fins de semana pra evitar novos casos de Covid Cenário global e local Nos EUA, os senadores decidem nesta sexta acerca da indicação de Janet Yellen para presidir o Departamento do Tesouro do país. Yellen participou de audiência na terça, na qual defendeu o emprego de estímulos fiscais para recuperar a economia americana mais rapidamente dos efeitos recessivos da pandemia. Os preços do petróleo caíam nesta sexta-feira, recuando ainda mais em relação às altas de 11 meses atingidas na semana passada, pressionados por temores de que novas medidas para enfrentar a pandemia na China reduzirão a demanda por combustível no maior importador de petróleo do mundo. Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas ainda para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil e a perspectiva de novas medidas restritivas para conter o aumento do número de contaminações. SP deve anunciar quarentena aos finais de semana e a partir das 20h nos dias úteis Por volta das 17h40, o Brasil deverá receber a carga de 2 milhões de doses de vacina de AstraZeneca e Oxford vindas da Índia, após um atraso de uma semana. As vacinas devem ser liberadas para distribuição já no sábado, segundo a Fiocruz. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a situação das contas públicas preocupa O mercado tem monitorado com atenção também a campanha por eleição na Câmara e no Senado para calcular riscos de nova pressão por mais gastos, que também podem vir de dentro do próprio governo. Candidatos à presidência da Câmara e Senado já falam em estender o auxílio emergencial. "O quadro sanitário não dá sinais claros de melhora enquanto o governo segue encontrando diversas barreiras para dar andamento à campanha de vacinação contra o coronavírus. Desta forma, o investidor deverá seguir avaliando de maneira cautelosa os desenvolvimentos em torno da campanha de imunização enquanto avalia os riscos de um novo atraso tanto na esfera social como na fiscal", disse Victor Beyruti, economista da Guide. Histórico de variação do Ibovespa G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Emprego: confira 479 vagas ofertadas através da Agência do Trabalho em Pernambuco

G1 Economia Costureira, cozinheiro, lavador de automóveis e recepcionista são alguns dos cargos disponíveis nesta sexta-feira (22). Interessados podem agendar atendimento pela internet. Nesta sexta-feira (22), diversas vagas temporárias foram disponibilizadas Amanda Perobelli/Reuters O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE) reúne, nesta sexta-feira (22), 479 vagas de emprego em diferentes municípios do estado. As oportunidades foram disponibilizadas através das unidades da Agência do Trabalho. Do total, dez vagas foram reservadas para o cargo de operador de atendimento receptivo (telemarketing) para pessoas com deficiência e sem necessidade de ter experiência, no Recife. Outras dez oportunidades são temporárias para o cargo de caldeireiro serralheiro, em Igarassu (confira lista completa mais abaixo). Há vagas no Recife (204), Araripina (4), Arcoverde (6), Belo Jardim (10), Bezerros (2), Cabo de Santo Agostinho (38), Camaragibe (4), Caruaru (61), Garanhuns (1), Igarassu (22), Ipojuca (6), Paudalho (3), Nazaré da Mata (2), Pesqueira (1), Petrolina (9), São Lourenço da Mata (5), Salgueiro (24), Santa Cruz do Capibaribe (43), Serra Talhada (7) e Vitória de Santo Antão (27). Os interessados devem procurar uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento, que pode ser feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Concursos e emprego Veja Mais

Alphabet, dona do Google, encerra projeto que usava balões para levar internet a áreas remotas

G1 Economia Projeto Loon começou em 2013, mas empresa disse que modelo de negócios não é sustentável. Balão satélite Loon, da Alphabet. Loon/Divulgação A Alphabet, dona do Google, anunciou na última quinta-feira (21) que irá encerrar o Projeto Loon, que usava balões para levar internet a áreas remotas. A empresa disse que não conseguiu encontrar uma maneira de manter os custos baixos o suficiente e que o modelo de negócios se tornou insustentável para o longo prazo. O Projeto Loon começou no laboratório Google X em 2013 e fazia parte de projetos experimentais da companhia – assim como os carros autônomos da Waymo. Os balões são feitos de polietileno, usam hélio e têm o tamanho de uma quadra de tênis. Eles recebem energia de painéis solares e são controlados por um programa que usa inteligência artificial. Enquanto estão no ar, funcionam como uma torre de celular e se movem com correntes de vento a 20 quilômetros de altura para levar internet via rede 4G para as pessoas. A Alphabet testava o Loon no Brasil e alguns dos balões chegaram a cair em propriedades rurais – último caso aconteceu em janeiro, em uma propriedade rural de Paraíso das Águas, no Mato Grosso do Sul. Os balões Loon foram usados em algumas situações de emergência, como em Porto Rico, após o furacão Maria passar pela ilha em 2017, e no Peru, após um terremoto em 2019. Antes do encerramento, o Loon tentou um lançamento comercial no Quênia. Um projeto piloto começou no país em julho passado, mas também será encerrado. A Alphabet disse que irá destinar US$ 10 milhões para apoiar organizações sem fins lucrativos e empresas focadas em conectividade, internet, empreendedorismo e educação no Quênia. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa libera saques de últimas parcelas para nascidos em outubro

G1 Economia Serão liberados nesta sexta os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamento do benefício para aniversariantes em outubro. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta sexta-feira (22) os saques e transferências das últimas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,5 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento desta sexta é para os trabalhadores nascidos em outubro. Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamento do benefício. O calendário de liberação segue até 27 de janeiro. Os créditos das últimas parcelas do benefício se encerraram no último dia 29 de dezembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA SEXTA: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em outubro - poderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 9 e 23 de dezembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Calendário de saques do Auxílio Emergencial Reprodução/Caixa Econômica Federal Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial Veja Mais

Dólar opera em alta e passa de R$ 5,40, com pandemia e risco fiscal no radar

G1 Economia Na quinta-feira (21), a moeda norte-americana avançou 0,95%, a R$ 5,3631. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em alta nesta sexta-feira (22), diante de receios em torno do agravamento da pandemia e de temores fiscais no Brasil. Às 10h35, a moeda norte-americana subia 1,25%, vendida a R$ 5,4302. Veja mais cotações. Na máxima, chegou a R$ 5,4332. Já o Ibovespa opera em queda de mais de 1%. Na quinta-feira (21), a moeda norte-americana avançou 0,95%, a R$ 5,3631. No mês e no ano, passou a acumular avanço de 3,39%. Analista fala sobre as expectativas das relações comerciais entre Brasil e EUA Cenário global e local No cenário local, as atenções seguem voltadas ainda para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. O agravamento da crise sanitária em meio à percepção de desorganização no governo tem tido efeitos sobre a popularidade do presidente Bolsonaro e, por sua vez, alimentado temores no mercado de criação de mais despesas — o que ameaçaria o teto de gastos, visto pelo mercado como âncora fiscal do país. Na véspera, a alta do dólar se acentuou pelo aumento dos temores fiscais no Brasil após declarações do candidato à presidência do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG) -- apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro -- de que será preciso sacrifício de premissas econômicas para manter o socorro às famílias durante a pandemia, destaca a Reuters. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a situação das contas públicas preocupa Em São Paulo, após mais uma semana de piora nos indicadores da Covid-19, o governo estadual deve anunciar nesta sexta-feira (22) regras mais restritivas de isolamento social, e determinar que todo o estado fique na fase vermelha do plano de flexibilização econômica aos finais de semana e feriados. Nos dias úteis, a fase vermelha valerá a partir de 20h. "O quadro sanitário não dá sinais claros de melhora enquanto o governo segue encontrando diversas barreiras para dar andamento à campanha de vacinação contra o coronavírus. Desta forma, o investidor deverá seguir avaliando de maneira cautelosa os desenvolvimentos em torno da campanha de imunização enquanto avalia os riscos de um novo atraso tanto na esfera social como na fiscal", disse Victor Beyruti, economista da Guide. Nos EUA, os senadores decidem nesta sexta acerca da indicação de Janet Yellen para presidir o Departamento do Tesouro do país. Yellen participou de audiência na terça, na qual defendeu o emprego de estímulos fiscais para recuperar a economia americana mais rapidamente dos efeitos recessivos da pandemia. Histórico da variação do dólar G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Inflação e pandemia cortam ganho real dos trabalhadores em 2020, aponta Salariômetro

G1 Economia Enquanto o reajuste salarial mediano dos profissionais foi de 3,5% no ano passado, o INPC médio no período foi o mesmo (também de 3,5%), mostrou estudo da Fipe. Em 2020, não houve ganho real nos salários negociados entre patrões e empregados, segundo dados do Salariômetro, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Enquanto o reajuste salarial mediano dos profissionais foi de 3,5% em 2020, o INPC médio no ano foi o mesmo (também de 3,5%). Ou seja, na prática, não houve aumento algum. Vale lembrar que o índice inflacionário (usado para reajustar o salário mínimo) acumulou alta de 5,45% em 2020. "O resultado se deve a dois fatores: à inflação menor em 2020, apesar de ter subido muito no final do ano, e à Covid-19. A pandemia atrapalhou muito o ganho dos trabalhadores", explicou Hélio Zylberstajn, coordenador do estudo e professor da FEA/USP. Em 2019, o reajuste salarial mediano foi de 4% e o INPC médio no ano, de 3,7% — resultando em um ganho real de apenas 0,3%. De 2019 a 2020, o piso salarial (mediano) passou de R$ 1.218 a R$ 1.269, o que representa um aumento de 4,2%. O salário mínimo, por sua vez, foi de R$ 998 a R$ 1.045, uma alta de 4,7%. No mesmo período, o número de negociações coletivas sobre reajuste salarial realizadas no país passou de 37.413 para 24.592 — uma queda de 34,3%. O percentual de presença, no entanto, aumentou 10,5%. De acordo com Zylberstajn, as reuniões se tornaram mais espaçadas, "porém mais focadas em temas relevantes aos trabalhadores". Por este motivo, há uma participação maior de pessoas, na contramão da quantidade de eventos. Por conta do distanciamento social, a quantidade de negociações coletivas sobre teletrabalho quase que quadruplicaram de 2019 para 2020: de 1.122 para 4.042. "Só no primeiro trimestre de 2020 [3.176], houve quase três vezes mais negociações que 2019 todo. A pandemia apressou a transformação das empresas para o teletrabalho", analisou o professor. Resultado de dezembro No mês de dezembro, o reajuste salarial ficou abaixo da inflação (-0,9%) pela única vez em 2020, por conta da alta do Índice de Preços ao Consumidor (INPC) — índice inflacionário utilizado para correção do salário mínimo. Ou seja, não houve aumento real (veja gráfico acima). No mês, 70,2% dos reajustes salariais registrados foram abaixo do índice inflacionário. Apenas 10,6%, foram acima do INPC. No ano, o percentual caiu para 25,7%. Segundo a Fipe, aumentos reais serão raros em 2021 porque as projeções para o INPC este ano "continuam altas", acima de 5%. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Google assina acordo de remuneração com mídia francesa por uso de conteúdo

G1 Economia Empresa firmou contrato com principal organização profissional da imprensa francesa, que representa jornais diários nacionais e regionais. Fachada do Google Arnd Wiegmann/Reuters O Google assinou um acordo que abre caminho para a remuneração da imprensa francesa sob "direitos conexos", semelhante ao direito autoral criado em 2019 e que deu origem a negociações acaloradas com companhias de mídia. O acordo foi assinado entre o Google e a Alliance de la Presse d'Information Générale (Apig), principal organização profissional da imprensa francesa, que representa jornais diários nacionais e regionais. "A Apig e o Google anunciam hoje um acordo sobre a remuneração dos direitos conexos sob a lei francesa", anunciaram as duas partes em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (21), ressaltando que representa "o culminar de muitos meses de negociações no quadro estabelecido pela Autoridade da Concorrência". Saiba mais: Justiça da França manda Google negociar com editoras pagamento por uso de conteúdo Este acordo "define a estrutura dentro da qual o Google negociará acordos individuais de licenciamento com os membros" da Apig, para publicações reconhecidas "por informações políticas e gerais", explicaram os signatários. Os contratos "cobrirão direitos conexos e também darão aos jornais acesso ao News Showcase", programa lançado recentemente pelo Google no qual remunera a mídia por uma seleção de conteúdo. Não se sabe quanto essa remuneração pode representar no faturamento da imprensa francesa, já que as informações financeiras do acordo é confidencial. Procurados pela agência AFP, o Google e a Apig não deram quaisquer detalhes sobre este assunto. Uma exigência similar na Austrália fez com que o Google ameaçasse bloquear sua ferramenta de busca no país. A companhia é contra um projeto de lei que a obriga a pagar meios de comunicações australianos pelo uso de seu conteúdo. Saiba mais: Google ameaça bloquear ferramenta de busca na Austrália "Novas perspectivas" De acordo com o comunicado, a remuneração será calculada individualmente e "com base em critérios como, por exemplo, o contributo para a informação política e geral, o volume diário de publicações ou mesmo a audiência mensal na Internet". Para Pierre Louette, CEO da Les Echos - Le Parisien e presidente da Apig, o acordo "marca o reconhecimento efetivo dos direitos conexos dos editores de imprensa e o início da sua remuneração por plataformas digitais pela utilização das suas publicações". Por sua vez, o chefe do Google França, Sébastien Missoffe, vê a confirmação de um "compromisso" do grupo que abre aos editores de imprensa "novas perspectivas". Histórico Apig e Google percorreram um longo caminho: a imprensa francesa acusou o Google no final de 2019 de desrespeitar os direitos conexos, semelhante ao direito autoral, criado por uma diretiva europeia e que supostamente levaria a uma melhor distribuição das receitas digitais entre jornais e agências de notícias. Logo após este novo direito entrar em vigor na França, o Google decidiu unilateralmente indexar com menos destaque os jornais que se recusassem a deixá-lo continuar a explorar os seus conteúdos (títulos, trechos de artigos e miniaturas) gratuitamente nos seus resultados de pesquisa. A imprensa francesa recorreu à Autoridade da Concorrência, que em abril de 2020 ordenou que o Google negociasse "de boa fé" com os editores, uma decisão confirmada pelo Tribunal de Apelações de Paris. Foi neste quadro de negociações que o Google afirmou, em outubro de 2020, estar perto de um acordo quadro com a Apig, e, em novembro, que tinha selado os primeiros acordos individuais (Le Monde, Le Figaro, Libération e Express). Este acordo quadro, válido por três anos, não cobre toda a imprensa escrita francesa, em particular as agências de notícias. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Últimos dias

Vale retoma produção de pelotas em Vargem Grande após quase 2 anos de paralisação

G1 Economia Ativo possui capacidade nominal de 7 milhões de toneladas por ano. Vale Divulgação/Vale Fertilizantes A mineradora Vale informou nesta quinta-feira (21) que retomou na véspera a produção de pelotas na pelotizadora de Vargem Grande, em Nova Lima (MG), que estava paralisada desde fevereiro de 2019. A empresa destacou em comunicado que o ativo possui capacidade nominal de 7 milhões de toneladas por ano, sendo que a expectativa de produção em 2021 alcança cerca de 4 milhões a 5 milhões de toneladas anuais, "conforme seu ramp-up e disponibilidade de pellet feed". "A Vale reforça seu compromisso com a retomada segura e estável de sua capacidade produtiva", afirmou a companhia. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Brasil e mais 78 países se comprometem a não impor barreiras para exportação de alimento a programa da ONU

G1 Economia Em nota, Itamaraty e Ministério da Agricultura do Brasil afirmam que restrições às vendas de produtos agrícolas em 2020 ampliaram desafios já existentes para operação do Programa Mundial de Alimentos. Arroz em casca antes de passar pelo beneficiamento, ou seja, ser descascado e limpo antes de ser embalado Paulo Lanzetta/Embrapa O Brasil e mais 78 países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) se comprometeram a não proibir ou impor restrições às exportações para o Programa Mundial de Alimentos (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem fins humanitários. A declaração conjunta foi publicada nesta quinta-feira (21). "Reconhecemos o apoio humanitário fundamental fornecido pelo Programa Mundial de Alimentos, que é urgente à luz da pandemia Covid-19 e outras crises", destacou. "Portanto, nos comprometemos a não impor proibições de exportação ou restrições sobre alimentos adquiridos para fins humanitários não comerciais do Programa Mundial de Alimentos", acrescentou a declaração. Em nota, o Itamaraty e o Ministério da Agricultura do Brasil afirmaram que a pandemia e as restrições às exportações de produtos agrícolas em 2020 "ampliaram os desafios já existentes para as operações do PMA". O Programa estima que o número de pessoas em situação de insegurança alimentar aguda, nos países em que atua, deve ter chegado a 270 milhões no ano passado, um aumento de 82% em relação ao nível pré-Covid. VÍDEOS: tudo sobre o agronegócio Veja Mais

PIB do agronegócio cresceu 16,8% até outubro de 2020, dizem CNA e Cepea

G1 Economia Atividade agrícola avançou 14,55%, enquanto pecuária aumentou 21,95%. PIB do setor pecuário aumentou 21,95% até outubro de 2020 Delfino Miranda/Divulgação O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio cresceu 16,8% entre janeiro e outubro de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A expansão refletiu a safra recorde de grãos da temporada 2019/2020 e as altas na produção de suínos, aves, ovos e leite. Produção de arroz e feijão será menor na safra 2020/2021, mas consumo também recua, diz Conab Contribuíram ainda o forte avanço dos preços agropecuários, resultado do aumento do consumo doméstico e externo, e do alto patamar da taxa de câmbio. No ramo agrícola, o PIB teve alta de 14,55% até outubro de 2020, enquanto no setor pecuário, o avanço foi de 21,95% VÍDEOS: tudo sobre agronegócios Veja Mais

Procon-SP multa banco em mais de R$ 7 milhões por descontos de empréstimos consignados não solicitados por consumidores

G1 Economia No total, foram quase cinco mil reclamações contra a instituição financeira recebidas pelo órgão estadual no ano passado. Núcleo Regional da Fundação Procon-SP, em Presidente Prudente Fundação Procon-SP O Núcleo Regional de Presidente Prudente (SP) da Fundação Procon-SP multou o Banco C6 Consignado S/A em mais de R$ 7 milhões por prática abusiva e outras infrações ao Código de Defesa do Consumidor. A multa será aplicada por meio de processo administrativo e a empresa tem direito a defesa. A notificação se deu por pedido do Procon Municipal de Junqueirópolis (SP) ao Núcleo Regional de Presidente Prudente. Depois apareceram mais casos no Estado, que foram enviados a Presidente Prudente pela Diretoria de Atendimento e Orientação ao Consumidor (Daoc) da fundação. No total, foram 4.986 reclamações contra o Banco C6 recebidas pelo Procon-SP no ano passado. Consumidores de todo o Estado reclamaram no Procon-SP que foram surpreendidos com empréstimos consignados não solicitados e com o desconto das parcelas em suas contas destinadas ao recebimento de benefícios de aposentadoria e pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os consumidores não solicitaram nem autorizaram esses empréstimos e, ao procurarem o C6, não conseguiram resolver a situação. Ao conceder empréstimo sem solicitação e fazer o desconto das respectivas parcelas, o Banco C6 cometeu prática abusiva, segundo o Procon-SP. “Além disso, a empresa aproveitou-se da idade e do fato de os consumidores serem titulares de aposentadoria e pensão; usou os dados das pessoas sem o devido consentimento e transferiu aos consumidores o ônus de comprovar que os contratos não eram válidos”, complementou o órgão estadual. “A instituição foi punida também por dificultar ou impedir o cancelamento de contratos – e a devida devolução dos valores – feitos pela internet ou telefone dentro do prazo de arrependimento legal, que é de sete dias, conforme prevê a legislação”, informou o Procon-SP. Outra infração cometida pelo banco foi não prestar as explicações solicitadas pela equipe de fiscalização do Procon-SP. A averiguação em relação ao Banco C6 foi aberta em outubro de 2020, mas com a tramitação do expediente de notificação, aguardo da resposta, análise e despacho do desfecho, a autuação saiu agora em janeiro de 2021. No total, o Banco C6 deverá arcar com multa de R$ 7.059.109,10, segundo o Procon-SP. Outro lado O G1 solicitou nesta quinta-feira (21) um posicionamento oficial do Banco C6 Consignado S/A sobre a multa aplicada pelo Procon-SP, mas até o momento desta publicação não recebeu resposta. Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região. Veja Mais

China registra primeiro surto de peste suína em quase três meses

G1 Economia Casos da doença em Guangdong atingiram 1.015 animais, matando 214 deles, disse o Ministério da Agricultura do país. Um funcionário do governo coleta amostras de urina de porcos que chegam a um matadouro no condado de Wuyi, província de Zhejiang, na China, em 27 de julho de 2020 China Daily via Reuters A China registrou nesta quinta-feira (21) um surto de peste suína africana na província de Guangdong, ao sul do país, nos primeiros casos da doença em quase três meses. A peste suína africana devastou o rebanho de porcos da China, maior consumidor global de carne de porco, a partir de um primeiro surto em meados de 2018, matando milhões de animais. A indústria se recuperou desde então, com o rebanho crescendo 31% ano a ano para 406,5 milhões de cabeças ao final de 2020. China volta a importar produção de dois frigoríficos da JBS no RS Os casos em Guangdong ocorreram em uma fazenda no condado de Pingyuan com 1.015 animais, matando 214 deles, disse o Ministério da Agricultura em comunicado, acrescentando que suspeitam que transporte ilegal de suínos possa ter causado os casos. O último surto de peste suína registrado na China foi em 26 de outubro passado, quando autoridades apreenderam um veículo que estava levando suínos ilegalmente para a província de Sichuan a partir de uma outra região. O último surto confirmado em uma fazenda foi há mais de sete meses, em 5 de junho, na província de Yunnan, segundo o site do ministério. Surto de peste suína anterior na China afetou mercado brasileiro Surto de peste suína africana na China altera dinâmica do mercado de carnes no Brasil Vídeos de Agronegócios Veja Mais

Crédito deve ter expansão de 15,4% em 2020, a maior em 8 anos, diz Febraban

G1 Economia As estimativas foram feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do país. As estimativas foram feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do país Oswaldo Cornetti/Fotos Públicas O saldo total da carteira de crédito deve apresentar crescimento mensal de 1,5% em dezembro, o oitavo avanço seguido, de acordo com a Pesquisa Especial de Crédito da Febraban, divulgada mensalmente como uma prévia da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito. Taxas de juros sobem após 8 meses de queda, aponta Anefac Caso a estimativa se confirme no próximo dia 28, quando o Banco Central fará a divulgação dos dados, o saldo total da carteira anual deve mostrar expansão de 15,4% em 2020, o maior crescimento desde 2012 (+16,4%). As estimativas da Febraban são feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do país, que representam, dependendo da linha, de 39% a 90% do saldo total do Sistema Financeiro Nacional, além de outras variáveis macroeconômicas que impactam o mercado de crédito. De acordo com Isaac Sidney, presidente da federação, o levantamento mostra que o desempenho do mês deve ser mais positivo na carteira com recursos livres, com estimativa de alta de 1,9%, liderada por linhas beneficiadas pelas compras de fim de ano, como o cartão de crédito à vista (no caso das pessoas físicas), e pela antecipação de recebíveis (para pessoa jurídica). A expectativa é que a carteira com recursos livres também feche o ano de 2020 com expansão de 15,4%. Ainda que mais contida, a carteira com recursos direcionados deve avançar 1,0% em dezembro, com estimativa de crescimento expressivo no ano, de 15,3%. “Os bancos estão provendo crédito para as empresas e as famílias, e continuarão focados em mitigar os impactos negativos da pandemia e ajudar no processo de recuperação econômica do país em 2021”, diz Sidney. De acordo com o levantamento, a carteira de pessoa física deve apresentar crescimento de 1,5% em dezembro, com desempenho homogêneo entre os diferentes tipos de recursos (livre e direcionado). Enquanto a carteira com recursos livres (+1,5%) deve ser puxada pelas linhas de consumo, a carteira com recursos direcionados (+1,4%) deve seguir liderada pelo crédito imobiliário, que tem se beneficiado das taxas de juros historicamente baixas. No ano, a carteira destinada às famílias deve crescer 10,8%. A carteira de pessoas jurídicas também deve mostrar alta de 1,5% em dezembro, o 11º avanço consecutivo. Se confirmada, fechará o ano com uma forte expansão de 21,7%, a maior desde 2008 (+36,7%). O crescimento no mês deve ser liderado pela carteira com recursos livres (+2,3%), enquanto a carteira com recursos direcionados deve apresentar uma alta mensal bem mais tímida, de 0,2%, refletindo o arrefecimento dos programas públicos de crédito. Em termos de concessão, dezembro deve apresentar crescimento mensal de 3,4%, fechando o ano de 2020 com um volume 4,9% superior ao concedido em 2019. No ano, o crescimento das concessões foi liderado pelas operações com recursos direcionados, que devem crescer 46,8% em 2020, estimulados pelos programas de crédito público. Já as concessões com recursos livres devem crescer 1,0% no ano, impactadas negativamente pela pandemia e pelo menor consumo das famílias, afetando principalmente as linhas mais cíclicas, como o cartão de crédito e a aquisição de veículos.  Em dezembro, a expansão deve ser puxada pelas concessões com recursos livres às empresas, que devem apresentar alta de 12,4%. O resultado deve ser impulsionado pelas linhas sazonais, como desconto de duplicatas e recebíveis e antecipação de faturas de cartão, beneficiadas pelas compras de final de ano, que proporcionam a antecipação destes recursos pelos lojistas. Já as concessões para pessoa jurídica com recursos direcionados deverão apresentar retração de 33,1% no mês de dezembro, impactadas pela natural redução dos estímulos dos programas públicos de crédito, embora se mantenham em elevado patamar, cerca de 32% acima do nível de dezembro de 2019. De toda forma, no ano, as concessões PJ com recursos direcionados deve quase dobrar na comparação com o ano anterior, com crescimento de 99%, o maior da série, iniciada em 2011. VÍDEOS: as últimas notícias de economia Veja Mais

Bovespa recupera os 120 mil pontos com Copom e possível hiato na vacinação contra a Covid-19

G1 Economia Nesta quarta-feira, o principal índice da bolsa caiu 0,82%, a 119.646 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, abriu em alta nesta quinta-feira (21), com entraves na vacinação contra a Covid-19 no Brasil, que corre o risco de ficar até 40 dias sem vacinas. Também pesa a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros em 2% ao ano. Às 10h32, o Ibovespa subia 0,45%, a 120.179 pontos. Veja mais cotações. O dólar opera em queda. Na quarta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,82%, a 119.646 pontos. A semana acumula perda de 0,58%. Na parcial do mês e do ano, a bolsa ainda acumula alta de 0,53%. Joe Biden reverte as medidas polêmicas de Trump; EUA retornam à OMS Cenário global e local No exterior, republicanos do Congresso dos EUA indicaram que estão dispostos a trabalhar com o novo presidente Joe Biden na prioridade de seu governo, um plano de estímulo fiscal de US$ 1,9 trilhão, mas alguns se opõe ao valor. Os investidores aguardam nesta quinta a decisão de política monetária do Banco Central Europeu em busca de pistas sobre a saúde econômica da zona do euro. Já os preços do petróleo recuavam, após dados da indústria terem mostrado um inesperado aumento nos estoques de petróleo nos Estados Unidos. Retorno dos EUA ao Acordo de Paris e OMS estão entre primeiros atos de Joe Biden Especialistas dizem como o novo governo Biden pode impactar o agronegócio brasileiro No Brasil, o Banco Central manteve a taxa básica de juros inalterada em 2% ano ano, a mínima histórica, e anunciou o fim do chamado "forward guidance", a orientação futura que indica a manutenção dos juros respeitando certas condições, o que na leitura do mercado aponta que o BC deixou a "porta aberta" para uma alta na taxa de juros nos próximos meses. Banco Central se mostra mais preocupado com a inflação, dizem analistas Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas ainda para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. O mercado tem monitorado com atenção também a campanha por eleição na Câmara e no Senado para calcular riscos de nova pressão por mais gastos, que também podem vir de dentro do próprio governo. Histórico de variação do Ibovespa G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Vale sela acordo por fatia da Mitsui em Moçambique e mira sair de negócio de carvão

G1 Economia Mineradora disse que intenção de sair do negócio está em linha com o foco da companhia em priorizar as atividades mais rentáveis e agenda ambiental, social e de governança. Logotipo da Vale em sede da empresa no Rio de Janeiro Ricardo Moraes/Reuters A Vale assinou acordo com a Mitsui para aquisição da totalidade da participação da empresa japonesa (15%) na mina de carvão de Moatize, em Moçambique, bem como compra dos 50% de participação e todos os créditos minoritários que a empresa detém no Corredor Logístico de Nacala (CLN). O acerto permitirá a estruturação da saída da Mitsui dos ativos, disse a Vale em comunicado na noite de quinta-feira, ao acrescentar que pretende também desinvestir do negócio de carvão. O acordo prevê que a Vale comprará por 1 dólar a fatia da Mitsui nos ativos de mina e logística. Após o fechamento da transação, a mineradora brasileira consolidará todos os ativos e passivos da CLN, incluindo o projeto do Corredor de Nacala, que tem cerca de US$ 2,5 bilhões de saldo remanescente, explicou a companhia. "Com o acordo para a aquisição das participações da Mitsui e, consequentemente, a simplificação da governança e da gestão dos ativos, a Vale iniciará o processo de desinvestimento da sua participação no negócio de carvão, que será pautado na preservação da continuidade operacional de Moatize e do CLN, com a busca de um terceiro interessado nestes ativos", acrescentou. A intenção de sair do negócio de carvão "está em linha com o foco da companhia em priorizar seus negócios core e sua agenda ESG (ambiental, social e de governança, na sigla em inglês)", disse a Vale. A empresa também pretende se tornar neutra em carbono até 2050, reduzindo em 33% suas emissões de escopos 1 e 2 até 2030. A Vale acrescentou que, com um futuro refinanciamento do project finance do Corredor de Nacala, simplificando sua estrutura, deverá obter economia anual estimada de aproximadamente 25 milhões de dólares. Em paralelo, a Vale anunciou iniciativas que visam reduzir custos e aumentar a produção em Moatize, que poderia alcançar um ritmo de 15 milhões de toneladas por ano no segundo semestre de 2021 e 18 milhões de toneladas por ano em 2022. Vídeos: veja mais notícias de economia Veja Mais

Emprego: confira 503 vagas ofertadas em 19 cidades de Pernambuco

G1 Economia Oportunidades disponibilizadas nesta quinta-feira (21) pela Agência do Trabalho incluem cargos como cozinheiro, costureira, mecânico, técnico de laboratório de farmácia, entre outros. Oportunidades foram disponibilizadas em diversos municípios do estado Mauricio Vieira/Secom/Divulgação O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq-PE) disponibilizaram, nesta quinta-feira (21), 503 vagas de emprego em 19 municípios do estado. As oportunidades foram oferecidas através das unidades da Agência do Trabalho. Do total, cem vagas foram reservadas para costureira de máquina industrial, no Recife. Outras dez oportunidades foram destinadas para pessoas com deficiência, para o cargo de operador de atendimento receptivo (telemarketing), também na capital pernambucana (confira lista completa mais abaixo). Há vagas no Recife (255), Araripina (4), Arcoverde (8), Belo Jardim (10), Cabo de Santo Agostinho (9), Camaragibe (4), Caruaru (68), Garanhuns (1), Igarassu (25), Ipojuca (6), Paudalho (3), Nazaré da Mata (1), Pesqueira (1), Petrolina (12), São Lourenço da Mata (5), Salgueiro (13), Santa Cruz do Capibaribe (41), Serra Talhada (13) e Vitória de Santo Antão (26). Os interessados devem procurar uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento prévio, feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Concursos e emprego Veja Mais

Ministro do TCU cobra Ministério da Saúde por falta de oxigênio em hospitais do Amazonas

G1 Economia Benjamin Zymler pediu informações sobre falta de planejamento para lidar com crise e disse que, desde outubro, TCU emite alertas sobre 'novas ondas' da Covid-19. O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Benjamin Zymler cobrou do Ministério da Saúde, nesta semana, informações sobre a falta de planejamento para prever e lidar com a falta de oxigênio no Amazonas. Zymler também requisitou dados sobre as medidas adotadas para resolver o colapso na saúde do estado. Em comunicado lido ao plenário do TCU nesta quarta-feira (20), o ministro disse ter determinado, na segunda (18), que a área técnica do tribunal pedisse esclarecimentos ao Ministério da Saúde sobre a crise no fornecimento de oxigênio hospitalar. Nesta quarta, o Amazonas registrou 5.009 novos casos de Covid-19 e bateu o recorde de registros diários. Desse total, 3.632 novos casos foram confirmados em Manaus e 1.377 em cidades do interior. Em todo o estado, o número de infectados chegou a 238.980. Também nesta quarta, foram confirmados 148 novos óbitos (56 das últimas 24 horas e 92 confirmados após investigação), e o total de óbitos saltou para 6.598. Conselho Federal de Enfermagem faz vistoria em hospitais do Amazonas O ministro pediu ainda informações sobre os instrumentos usados pelo Ministério da Saúde para controlar a destinação de recursos públicos para a previsão e o controle do abastecimento de insumos críticos como o oxigênio. A determinação do dia 18 pede também que a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) preste informações sobre a situação do estoque de insumos no Hospital Universitário Getúlio Vargas, em Manaus. REDES SOCIAIS: Ministério Público investiga desvio de doses da vacina contra Covid em Manaus COLAPSO NO INTERIOR: Defensores públicos denunciam morte de 30 pacientes com Covid e síndromes respiratórias Avisos desde outubro Durante a sessão desta quarta, Zymler afirmou que o TCU apontava a necessidade de maiores ações do Ministério da Saúde desde outubro. Segundo o ministro, nesse período, o governo deveria ter se preparado para enfrentar uma possível "segunda onda de contágio" da Covid-19. “A União, e consequentemente o Ministério da Saúde, possui responsabilidade pela coordenação e supervisão do sistema de saúde de média e alta complexidade”, destacou o ministro no comunicado. Com o aumento do número de contaminações por Covid-19, o estado do Amazonas enfrenta há mais de uma semana uma grave crise no fornecimento de oxigênio medicinal. Com o sistema de saúde no limite, o estado já transferiu mais de 130 pacientes para outros estados e para o Distrito Federal. Initial plugin text Veja Mais

Empresa de segurança digital Malwarebytes revela que também foi vítima dos hackers da SolarWinds

G1 Economia Invasores entraram na rede explorando credenciais frágeis em um software da Microsoft. Fabricante de antivírus disse que hackers tivessem acesso a alguns e-mails, mas que sistemas de produção e software não foram atingidos. Divulgação A fabricante de antivírus Malwarebytes revelou nesta terça-feira (19) que sua rede foi comprometida pelos mesmos hackers que invadiram os sistemas da SolarWinds. A companhia destacou, porém, que não há qualquer evidência de alteração em seu software ou risco para seus clientes. É a quarta fornecedora de soluções de segurança a admitir que foi vítima dos ciberespiões. As outras três são a FireEye, a Microsoft e a CrowdStrike. Tanto a invasão à Malwarebytes como a da CrowdStrike iniciaram através do Azure Active Directory e aplicativos do Microsoft 365. O elo entre os invasores da Malwarebytes e o grupo que atacou a SolarWinds foi estabelecido pela própria Microsoft, que detectou uma atividade suspeita nas aplicações em nuvem do Office 365 na conta da fabricante de antivírus. Essa atividade tinha características já associadas ao mesmo grupo que invadiu a SolarWinds. "Após uma extensa investigação, determinamos que o atacante apenas teve acesso a uma parcela limitada de e-mails internos da companhia. Não encontramos evidências de acesso não autorizado aos nossos ambientes internos locais e de produção", afirmou a Malwarebytes. No caso da CrowdStrike, que foi atacada pelo mesmo canal, a empresa alegou que os hackers não obtiveram nenhuma informação porque a companhia não usa o serviço de e-mail da Microsoft. Muitas das outras vítimas desse grupo de hackers foram invadidas por meio do software Orion, da SolarWinds. Com acesso amplo aos sistemas da SolarWinds, eles conseguiram sabotar uma atualização do software, que foi distribuída aos clientes da empresa por meio de um canal oficial. Na prática, o programa de espionagem chegou aos clientes da SolarWinds sem levantar qualquer suspeita. No entanto, o governo dos Estados Unidos já havia alertado que esta não é a única técnica empregada pelos invasores para alcançar a rede dos alvos, e que havia também um ataque baseado em credenciais (usuários e senhas) frágeis. Na prática, os hackers tentavam adivinhar ou roubar as senhas dos alvos. A identidade dos hackers ainda está em aberto. A empresa de segurança digital FireEye, a primeira a revelar a existência da campanha e a admitir que foi invadida, identifica o grupo pelo código "UNC2452". Especialistas da fabricante de antivírus Kaspersky acharam algumas semelhanças técnicas com o Turla, um grupo de hackers russos, mas outros especialistas especulam sobre a possibilidade de associação ao "Cozy Bear", uma equipe de ciberespiões supostamente mantida pelo serviço de inteligência do governo russo. Pesquisadores apontam semelhanças técnicas entre programa espião da SolarWinds e grupo 'Turla' Hackers atacaram empresa de tecnologia de redes para invadir governo dos EUA e FireEye Especialistas encontram 4º programa espião O programa de espionagem distribuído no pacote de atualização do Orion vem sendo chamado pelos especialistas de "Sunburst". O Sunburst foi injetado na atualização do Orion por outro programa malicioso, o "Sunspot", que monitorava a atividade de preparação do software para injetar as modificações no momento correto. Por ser muito específico, o "Sunspot" foi usado unicamente contra a SolarWinds. O "Sunburst", por outro lado, chegou à rede de todos os quase 18 mil clientes da companhia que baixaram a atualização adulterada. Esses códigos são originais e foram desenvolvidos especificamente para as necessidades dos hackers. A FireEye identificou ainda um terceiro programa, chamado de "Teardrop". Esse programa foi usado para instalar um software de controle remoto da Cobalt Strike, uma empresa que fornece ferramentas comerciais para testes de segurança simulados. Porém, essas ferramentas são usadas com certa frequência por grupos de espionagem digital em operações reais – em outras palavras, não se trata de algo feito sob medida como os outros três. Nesta segunda-feira (18), especialistas da Symantec identificaram o quarto código malicioso inédito associado à operação. Eles o chamaram de "Raindrop". De acordo com a empresa, são conhecidos apenas quatro casos até o momento em que esse programa foi usado. O "Raindrop" tem a mesma função do "Teardrop" – instalar a ferramenta Cobalt Strike – mas é utilizado em outros computadores da rede atacada e tem características técnicas diferentes em relação ao anterior. Na prática, essas diferenças podem despistar investigadores que não estiverem cientes de ambas as versões. Especialistas em segurança estão enfrentando desafios para encontrar todas as peças do quebra-cabeça operacional dos hackers. Ainda que a atualização sabotada da SolarWinds tenha chegado a quase 18 mil clientes, os estágios posteriores da invasão foram distribuídos a um número limitado de alvos e com variações na execução – as ações ocorrem com prazos diferentes, por exemplo. Com isso, é possível que certos programas usados já tenham sido removidos pelos hackers até os investigadores iniciarem a análise dos sistemas. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com 5 dicas para sua segurança digital 5 dicas de segurança para sua vida digital Assista mais vídeos para se manter seguro on-line Veja Mais

Importação de soja dos EUA pela China aumenta 52,8% em 2020, mas volume fica abaixo do esperado

G1 Economia Chineses compraram 25,9 milhões de toneladas da oleaginosa do país, abaixo das cerca de 40 milhões de toneladas necessárias para cumprir o acordo de comércio. As importações de soja dos Estados Unidos pela China aumentaram 52,8% em 2020 em relação ao ano anterior, mostraram dados alfandegários nesta quarta-feira (20), embora o aumento da compra provavelmente tenha ficado aquém do que era necessário para cumprir o acordo comercial do ano passado entre os países. O maior comprador mundial de soja no ano passado trouxe 25,89 milhões de toneladas da oleaginosa dos EUA, seu segundo maior fornecedor, atrás do Brasil, ante 16,94 milhões de toneladas em 2019. Os compradores chineses aumentaram as compras de produtos agrícolas dos EUA para cumprir a promessa da China de adquirir 36,5 milhões de dólares em produtos agrícolas em 2020 no âmbito do acordo comercial de Fase 1 assinado com Washington em janeiro passado. Esperava-se que as compras de soja representassem metade da meta monetária e as estimativas mostravam que a China precisava importar cerca de 40 milhões de toneladas para fechar o acordo. Além da pressão para cumprir o acordo comercial, as importações de soja também aumentaram à medida que a China recompõe rapidamente seu rebanho suíno depois que ele foi dizimado pela mortal peste suína africana (PSA) nos últimos dois anos. Os processadores chineses compram a oleaginosa para transformar em farelo e alimentar principalmente o gado, suínos, e também fabricar óleo de soja. Em dezembro, as entradas da commodity dos EUA aumentaram para 5,84 milhões de toneladas, ante 3,09 milhões no mesmo mês do ano anterior, mostraram dados da Administração Geral das Alfândegas. Os embarques do Brasil, maior fornecedor de soja da China, foram de 1,18 milhão de toneladas em dezembro, ante 4,83 milhões um ano antes, já que as vendas diminuíram no fim do ano após volumes abundantes adquiridos em meses anteriores. Em 2020, os embarques brasileiros foram de 64,28 milhões de toneladas, um aumento de 11,46% em relação aos 57,67 milhões de toneladas de 2019 e quase dois terços do total das importações anuais. As importações de soja da China em 2020 atingiram um recorde de 100,33 milhões de toneladas. Espera-se que a China importe ainda mais soja neste ano com forte demanda e boas margens de esmagamento. As processadoras de Rizhao, na província de Shandong, um importante centro de esmagamento de grãos, podem ganhar cerca de 237 iuans (36,64 dólares) com cada tonelada de grãos moída, cerca de duas vezes mais do que há um ano. Veja Mais

Jack Ma, fundador do Alibaba, ressurge em vídeo após meses sem aparecer em público

G1 Economia O magnata chinês, que sempre gostou dos holofotes, fez sua primeira aparição pública desde outubro. O sumiço gerou diversas especulações, mas nenhuma ainda foi confirmada. Jack Ma, fundador do Alibaba, ressurge em vídeo após meses sem aparecer em público Reprodução/Jzol O fundador do grupo Alibaba, Jack Ma, fez sua primeira aparição pública desde outubro nesta quarta-feira (20). Após inúmeras especulações sobre seu paradeiro, o influente magnata chinês apareceu em uma reunião por vídeo com um grupo de professores. As ações da empresa dispararam com a notícia. Alibaba: como o magnata chinês Jack Ma perdeu US$ 11 bilhões em 2 meses e está na mira das autoridades chinesas Ainda não se sabe o motivo de seu sumiço por cerca de três meses, mas há quem diga que Jack Ma havia sido detido, ou que estava escondido em meio a uma repressão regulatória do Partido Comunista da China. No vídeo em que reaparece, segundo a agência Reuters, o empresário participava de uma cerimônia para professores rurais organizada por sua fundação de caridade. No vídeo de 50 segundos, Ma falou de uma sala com paredes cinza, uma grande pintura e arranjos florais. Não estava claro onde ficava a sala. Imagens datadas de 10 de janeiro, com Jack Ma visitando uma escola na China, também foram reproduzidas. O Alibaba e sua fundação de caridade confirmaram que Ma, um ex-professor de inglês, participou de uma cerimônia online para professores rurais organizada pela fundação nesta quarta-feira, segundo a agência Reuters. Eles se recusaram a fornecer mais comentários. As especulações sobre o paradeiro de Ma surgiram após a notícia de que ele fora substituído no episódio final de um reality show do qual havia sido juiz e em meio a uma repressão regulatória de Pequim a seu extenso império de negócios. O bilionário não aparecia em público desde 24 de outubro, quando atacou o sistema regulatório chinês em um discurso em um evento em Xangai. Isso o colocou em rota de colisão com autoridades e levou à suspensão do IPO de 37 bilhões de dólares do Ant Group, subsidiária financeira do Alibaba. Ma tem uma fortuna estimada em US$ 52,9 bilhões, segundo o ranking de bilionários da Bloomberg, e aparece na lista como a 25ª pessoa mais rica do mundo. Ações do Alibaba fecham em alta Após a notícia do reaparecimento de Ma, as ações do Alibaba, gigante chinesa do setor de vendas pela internet, fecharam em alta de 8,5%. "O reaparecimento de Jack Ma deu aos investidores tranquilidade", disse Steven Leung, diretor de vendas da corretora UOB Kay Hian, em Hong Kong. Mesmo permanecendo 11% abaixo dos níveis anteriores, as ações crescentes já amenizaram as perdas sofridas depois que a empresa se tornou alvo de uma investigação antitruste aberta no final do ano passado, na China. O serviço mais popular do Ant Group, o Alipay, começou como plataforma de pagamento do Alibaba Reuters As autoridades chinesas suspenderam em novembro a estreia do Ant Group, que teria o maior IPO da história, na Bolsa de Xangai. O grupo, dono da gigante de pagamentos online Alipay, gerou preocupação entre os reguladores financeiros sobre suas investidas nos setores de seguros, empréstimos ao consumidor e gestão de patrimônio. As autoridades chinesas justificaram a sua decisão de suspender o IPO do Ant Group pela obrigação de transparência da empresa, na sequência de um endurecimento da regulamentação sobre empréstimos pela Internet. Pequim acredita que esta nova regulamentação prejudica os resultados do Ant Group e isso reduz a promessa da empresa de dividendos para seus futuros acionistas. Na ocasião, o grupo pediu desculpas aos investidores e prometeu devolver os valores já investidos. O serviço mais popular do grupo, o Alipay foi essencial para o crescimento do Alibaba e tem sido mais usado do que cartões de crédito na China, o que foi classificado pelas autoridades como "concorrência desleal". De acordo com a BBC, o magnata teria provocado a ira das autoridades chinesas ao criticar publicamente os bancos chineses controlados pelo Estado, comparando-os a "casas de penhores" que não têm vocação para a inovação. Embora Ma tenha se afastado de cargos corporativos e conferências de resultados, ele mantém uma influência significativa sobre o Alibaba e a Ant. Ele também continua a ser mentor de talentos de gestão na "Alibaba Partnership", um grupo de 35 membros de gerentes de empresas. VÍDEO: veja reportagem do Fantástico sobre o sumiço de Jack Ma Mistério na China: por onde anda Jack Ma, um dos homens mais ricos do planeta? VÍDEOS: as últimas notícias de economia Veja Mais

7 empresas selecionam para vagas de emprego e estágio; veja lista

G1 Economia Cyrela, XP, Taqe, Serasa, Grupo GR, Mag Seguros e Mindsight são as empresas com seleções abertas no país. As empresas Cyrela, XP, Taqe, Serasa, Grupo GR, Mag Seguros e Mindsight estão selecionando para vagas de emprego e estágio. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Cyrela A Cyrela abriu inscrições para o Programa de Estágio em Obras 2021, que selecionará 64 estagiários para atuação nos canteiros de obras da companhia, em São Paulo. Os profissionais terão carga horária semanal de 30 horas. Estão aptos a participar candidatos que tenham previsão de formatura para dezembro de 2021 e dezembro de 2022 e estiverem cursando Engenharia. As inscrições vão até o dia 19 de fevereiro pelo link: https://cyrela.gupy.io/jobs/647063 Entre os benefícios do programa, os estudantes terão bolsa-auxílio compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, vale transporte, vale refeição, Gympass, day off de aniversário, seguro de vida e acesso as plataformas de bem-estar como o Zenklub e Allya, que oferece descontos e parcerias com diversos estabelecimentos. XP A XP abrirá 100 vagas para mulheres ao longo do primeiro trimestre de 2021 para as áreas de negócios e tecnologia. A empresa quer ter pelo menos 50% de mulheres em seu quadro de colaboradores, em todos os níveis hierárquicos, até 2025. As vagas abrangem todos os níveis de experiência profissional, em funções como estagiária, analista, coordenadora, gerente, supervisora, gerente de produtos e engenheira de software, e todas são válidas para Pessoas com Deficiência (PCD). As profissionais poderão se candidatar de qualquer lugar do Brasil ou do mundo, em linha com o programa #XPdeQualquerLugar. Das 100 vagas, quase metade é na área de Tecnologia. São posições como Engenheira de Software, Product Manager, Analista de Data Analytics para todas as senioridades, entre outras. Além dessas vagas tech, as demais estão concentradas principalmente na área de Relacionamento com Cliente, em diferentes níveis. Porém, há ainda posições de Analista sênior de Risco de Mercado, Analista de Enquadramento de Fundos Sênior e Analista Pleno de Planejamento Financeiro. As informações detalhadas sobre as vagas e como se candidatar estão disponíveis em https://boards.greenhouse.io/xpincmlhr3 ou na página da empresa no Linkedin, em https://br.linkedin.com/company/xp-inc. Taqe A Taqe, plataforma de recrutamento e seleção digital, reúne mais de 2.300 vagas no estado de São Paulo. Empresas como, Grupo Fleury, NeoBpo, ServCredi, entre outras, estão recrutando profissionais em diferentes áreas. As oportunidades são para a capital paulista e também para as regiões de Mogi das Cruzes, Embu, Guarulhos, Osasco, Barueri, São Bernardo do Campo e Itu. Todo o processo seletivo acontecerá via aplicativo da Taqe. Os participantes encontrarão um quiz que irá testar diversos tipos de conhecimentos, tais como habilidades técnicas, comportamentais e atributos de personalidade, indo bem além do já conhecido currículo tradicional. Na Taqe, candidatos traçam um perfil profissional e são direcionados para as empresas que mais se adequem ao seu perfil. Para ter acesso às vagas, com mais informações, os interessados devem acessar o site http://www.taqe.com.br/vagas. Serasa A Serasa está com 88 vagas para os escritórios de Blumenau e São Paulo, nas áreas de tecnologia, produto, negócio e marketing. Interessados devem se inscrever no site www.serasa.com.br/carreiras. Grupo GR O Grupo GR está com 23 vagas abertas para os cargos de controlador de acesso, porteiro, vigilante, auxiliar de serviços gerais, líder de limpeza e operador de varredeira em Campinas e região. Os pré-requisitos estão listados no link https://grupogr.com.br/ e a candidatura à vaga é gratuita, pelo site, no campo Trabalhe Conosco. A empresa não recebe currículos por e-mail ou contato telefônico. Mag Seguros A Mag Seguros está com mais de 70 vagas abertas para diversas áreas, como Marketing, Jurídico, Comercial e TI, em diferentes regiões do país. As oportunidades disponíveis vão desde cargos de assistente à liderança, com formato de contratação CLT, para funções como Assistente de mídia, Analista de Recursos Humanos Jr., Arquiteto de Soluções em TI, Agente Comercial, Promotor de Vendas e Gerente Comercial. As vagas estão divididas entre as cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Bauru, Caxias do Sul, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, entre outras. Os interessados devem se candidatar pelo link: https://trabalheconosco.vagas.com.br/mongeral-aegon/oportunidades. Dentre os inúmeros benefícios para os colaboradores da MAG Seguros estão, além do salário, vales alimentação e refeição, universidade corporativa, Gympass, fundo de pensão e planos de saúde e odontológicos. Mindsight A Mindsight está com vagas abertas para o seu Programa de Inovação, que consiste em identificar talentos que gostariam de direcionar suas carreiras para trabalhar com pessoas, dados e tecnologia. O programa conta com 15 vagas para as áreas de desenvolvimento web, ciência de dados, gestão de produto, P&D, UX design, customer success, vendas, administrativo e growth hacking. Não é necessário ter uma formação específica, porém, é desejável ter experiência em assuntos de gente e conhecimento na área escolhida, além de interesse em evoluir o RH no Brasil por meio da tecnologia e psicologia organizacional. As inscrições vão até dia 20 de janeiro neste link: https://jobs.kenoby.com/mindsight-talentos. Assista a mais notícias de Economia: Veja Mais

Na primeira reunião de 2021, Copom deve manter juro básico em 2% ao ano, prevê mercado

G1 Economia Com fraco nível de atividade no começo deste ano, apesar das pressões inflacionárias, analistas veem juros começando a subir somente a partir de agosto. Pela primeira vez em 2021, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reunirá nesta quarta-feira (20) para definir o nível da taxa básica de juros. Segundo expectativa dos analistas do mercado financeiro, a taxa deve permanecer na mínima histórica de 2% ao ano. Se confirmada a previsão do mercado financeiro, essa será a terceira vez consecutiva em que a taxa será mantida. A decisão será anunciada pelo BC por volta das 18h30. Copom mantém taxa básica de juros da economia em 2% na última reunião de 2020 A definição da taxa de juros se dá em meio à alta dos preços das "commodities" (produtos com cotação internacional, como petróleo, minério de ferro e soja) e à valorização do dólar, a moeda norte-americana. Esses fatores pressionam a inflação no começo deste ano. Por outro lado, a economia dá sinais de desaquecimento no início de 2021 em relação ao registrado no último semestre do ano passado. O fim do auxílio emergencial do governo federal, segundo economistas, está contribuindo para o fraco nível de atividade no primeiro trimestre — e atuando para conter a inflação. Como é tomada a decisão O Copom fixa a taxa básica de juros com base no sistema de metas de inflação, olhando para o futuro pois as decisões demoram de seis a nove meses para terem impacto pleno na economia. Neste ano, a meta central é de 3,75%, mas o IPCA pode ficar entre 2,25% a 5,25% sem que a meta seja formalmente descumprida. Para 2022, a meta central é de 3,5% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. Em 2020, pressionado pelos preços dos alimentos, o IPCA somou 4,52%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância. Foi a maior inflação anual desde 2016. Avaliação dos economistas Com fraco nível de atividade no começo deste ano, apesar de pressões inflacionárias decorrentes da alta das "commodities", economistas dos bancos consultados pelo Banco Central, em pesquisa semanal, veem juros começando a subir somente a partir de agosto. A previsão é de que a taxa termine 2021 em 3,25% ao ano. Na semana passada, em videoconferência com investidores, o diretor de Política Monetária do BC, Bruno Serra, confirmou que a economia terá uma "desaceleração natural" por conta do fim do auxílio emergencial e explicou que o aumento recente dos preços das "commodities" decorre de: auxílios fiscais no Brasil, e em outros países, que gerou aumento do consumo; decisões de alguns países limitarem a produção de petróleo, elevando seu preço; dificuldades climáticas na produção de alimentos, que também gera alta. Com o fim do auxílio emergencial no começo deste ano, Daniel Xavier, economista sênior do banco ABC Brasil, estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) desse período virá próximo de zero, ou seja, sem crescimento. Por outro lado, os preços das "commodities", em conjunto com as pressões do dólar alto, tendem a pressionar a inflação no curto prazo, acrescentou o analista. "As pressões de inflação que são vistas hoje em dia estão muito associadas ao comportamento de 'commodities', mais o real depreciado. Então, são elementos voláteis da inflação e, para olhar a tendência, é bom olhar os núcleos [de inflação], que estão rodando ainda em taxas baixas. A tendência ainda é moderada [para a inflação]. Boa parte desse choque tem caráter transitório", declarou Xavier. Ele projeta aumento do juro básico da economia a partir de agosto, momento no qual o Banco Central já estará fixando os juros com base na meta de inflação de 2022, que é de 3,5%, ou seja, menor do que o objetivo central deste ano (3,75%). "Nosso cenário base é de inicio das altas em agosto, em ritmo moderado de 25 basic points [0,25 ponto percentual]", concluiu. VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Sem receber apoio na OMC, Índia tirou Brasil da lista de prioridades para vacinas contra Covid-19

G1 Economia Ana Flor: Brasil deixou de ser prioridade para Índia nas vacinas contra Covid-19 A Índia vem deixando claro, nos últimos dias, que vender vacinas para o Brasil não é prioridade do país. Parte do motivo está na posição brasileira de não apoiar o país asiático em um pedido recente de suspensão temporária das patentes sobre suprimentos para o combate à Covid-19 – incluindo os imunizantes. Nos últimos dias, segundo fontes ouvidas pelo blog, o Brasil tentou reverter a posição, sem obter resposta da Índia. O Itamaraty foi procurado, mas ainda não tinha se manifestado oficialmente até a última atualização desta reportagem. Em outubro, a Índia apresentou uma proposta à Organização Mundial do Comércio (OMC) para a licença compulsória (quebra de patente) temporária de produtos relacionados ao combate da pandemia. Apesar da posição histórica do Brasil – considerado exemplo do uso desse tipo de quebra de patentes para medicamentos genéricos, no passado –, a decisão do governo Jair Bolsonaro foi de alinhamento aos Estados Unidos, à União Europeia e ao Japão. Com isso, a proposta da Índia, apoiada pela África do Sul, perdeu força. Brasil fica de fora de lista de países para os quais a Índia vai exportar primeira leva de vacinas Segundo duas fontes da diplomacia brasileira ouvidas pelo blog, a posição brasileira causou mal-estar e, desde então, as relações entre a chancelaria brasileira e a indiana esfriaram bastante. A Índia deve exportar lotes de vacinas para seis países ainda esta semana, mas o Brasil não está nessa lista. Em abril, quando Jair Bolsonaro quis importar insumos para a produção de cloroquina – medicamento cujo uso é defendido pelo governo, mesmo sem ter eficácia contra a Covid-19 –, o presidente brasileiro chegou a ligar para o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Desta vez, para tratar das doses a serem trazidas do laboratório indiano Serum, o esforço presidencial se resumiu ao envio de uma carta. Ana Flor fala sobre negociação de vacinas do Brasil com a Índia Após fracasso na importação de vacina, avião que iria à Índia decola de Viracopos para levar oxigênio até Manaus “A falta de apoio do Brasil foi considerada pela Índia fator essencial para a proposta não deslanchar na OMC”, afirmou uma das fontes ouvidas pelo blog. A Índia seria a grande beneficiária de um acordo na OMC, já que é um dos principais produtores de genéricos e insumos para medicamentos. Mas a decisão também ajudaria o Brasil. A África do Sul, que ficou ao lado da Índia, assinou contrato com o Serum e deve receber, nos próximos dias, 1,5 milhão de doses da vacina da Astrazeneca vindas da Índia. O país africano tem pouco mais de um quarto da população brasileira. Bolsonaro pede ajuda à Índia para antecipar envio da vacina de Oxford Enquanto isso, o Brasil pode ter que esperar até março para conseguir trazer os imunizantes produzidos em solo indiano. VÍDEOS: vacinas contra a Covid-19 Veja Mais

Preços do petróleo sobem por otimismo com estímulos antes da posse de Biden

G1 Economia Janet Yellen, indicada para comandar o Tesouro dos EUA, pediu para os parlamentares 'agirem grande' no próximo pacote de alívio ao coronavírus. Os preços do petróleo acompanharam os mercados acionários norte-americanos e avançaram nesta terça-feira (19), antes da posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, por expectativas de que novos estímulos governamentais acabem fazendo com que a economia global volte a crescer. Os contratos futuros do petróleo Brent para entrega em março fecharam em alta de US$ 1,15, ou 2,1%, a US$ 55,90 por barril, enquanto o petróleo dos EUA (WTI) avançou 0,62 dólar, ou 1,2%, para US$ 52,98 o barril. O primeiro contrato do WTI, para fevereiro, expira na quarta-feira (20). Saiba quais são as primeiras medidas do governo Biden-Harris Os principais índices de Wall Street subiram nesta terça, diante de resultados positivos de grandes bancos norte-americanos e de comentários da indicada para secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, antes da posse de Biden, que ocorrerá na quarta-feira. Yellen pediu para os parlamentares norte-americanos "agirem grande" no próximo pacote de alívio ao coronavírus, acrescentando que os benefícios superam os custos de uma dívida maior. "À medida que nos aproximamos do início da era Biden no governo dos EUA, agora os operadores têm expectativas de que o pacote de estímulos prometido (de US$ 1,9 trilhão) tenha um rápido efeito positivo nos mercados", disse o head de Mercados de Petróleo da Rystad Energy, Bjornar Tonhaugen. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Google beneficiou Facebook em seu sistema de publicidade digital, diz jornal

G1 Economia Documento obtido pelo 'New York Times' mostra que empresas fizeram pacto para ter benefícios em anúncios on-line e 'cooperar' caso fossem investigadas. Companhias negam que tenham tido vantagem indevida. Fachada do Google. Arnd Wiegmann/Reuters O Google e o Facebook possuem um acordo com vantagens indevidas no mercado de publicidade digital, mostram documentos do processo antitruste liderado pelo Texas contra a gigante das buscas. Os papeis baseiam uma reportagem do último domingo (17) do jornal "New York Times". O acordo incluía benefícios concedidos pelo Google ao Facebook na compra de espaços publicitários na internet. Em troca, a rede social de Mark Zuckerberg se comprometeu a não criar um concorrente direto ao sistema de leilão do buscador e gastar um montante pré-definido todos os anos – cerca de US$ 500 milhões. As duas empresas, juntas, representam mais do que 60% do mercado de publicidade digital, segundo um levantamento de 2019 da consultoria eMarketer. O pacto entre as companhias foi citado pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, em um processo que acusa o Google de conduta anticompetitiva. Paxton afirmou que a empresa "usou o seu poder de monopólio para controlar preços" no mercado de publicidade digital. O Google é alvo de dois outros processos nos EUA: o Departamento de Justiça acusa a companhia de abusar de poder de mercado para impedir a concorrência e 38 estados e territórios americanos alegam monopólio sobre os mecanismos de busca e os mercados publicitários. O acordo O documento obtido pelo "New York Times" está no processo liderado pelo Texas e diz que os executivos do Google viram uma "ameaça existencial" quando o Facebook anunciou, em 2017, que iria testar um novo sistema de leilão de anúncios on-line. Esse sistema, chamado "header bidding", permitiria que sites oferecessem seus espaços publicitários para vários leiloeiros ao mesmo tempo. Os leiloeiros são empresas como o Google, que mediam a venda de anúncios na internet. A ideia foi abandonada pelo Facebook em 2018, ano em que a rede social se tornou parceira do projeto "Open Bidding" do Google. Com o "Open Bidding", o Google permitiu que outros leiloeiros competissem pelos espaços em sua plataforma, com a cobrança de uma pequena porcentagem para cada venda. Para que o Facebook entrasse na jogada, o Google propôs uma condição mais vantajosa, incluindo vantagem de tempo para enviar lances do leilão e mais dados sobre as pessoas que visualizariam aquele anúncio. A reportagem do "New York Times" diz ainda que o Facebook tinha uma porcentagem de vitórias garantidas nos leilões e que as empresas concordaram em "cooperar" caso fossem investigadas por órgãos reguladores. A rede social prometeu dar lances em 90% dos leilões que pudesse identificar os usuários que viriam um anúncio e que gastaria cerca de US$ 500 milhões por ano após 4 anos do início do acordo. O que dizem o Google e o Facebook Em uma publicação em seu blog oficial no sábado (17), o Google não negou o acordo com o Facebook – pelo contrário, a companhia diz que a participação da rede social não é nenhum segredo. A empresa negou que ofereça condições mais vantajosas ao Facebook e disse que as taxas que cobra de outros leiloeiros é mais baixa do que a média do mercado. A companhia afirmou que a acusação liderada pelo procurador-geral do Texas é "enganosa" e que irão mostrar nas cortes que as alegações estão erradas. O Facebook disse em comunicado que "parcerias como essas são comuns na indústria" e que possui acordos com diversas outras empresas. "Qualquer sugestão que esses tipos de acordos prejudicam a concorrência não tem base", afirmou. Processo contra o Facebook O Facebook sofre uma acusação separada e não relacionada diretamente com o Google. A rede social foi processada por manter seu domínio nas redes sociais usando conduta anticompetitiva. São citadas como partes dessa estratégia as compras dos então rivais em ascensão Instagram e WhatsApp pela companhia - em negócios bilionários fechados em 2012 e 2014, respectivamente. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Mercados europeus caem com ressurgimento de preocupações sobre lockdown

G1 Economia Bolsas europeias começaram o dia com otimismo depois que dados confirmaram que a China foi uma das poucas economias a registrar crescimento ao longo de 2020. Lockdowns na Europa estão conseguindo deter segunda onda da Covid-19 Getty Images via BBC As ações europeias recuaram nesta terça-feira (19), pressionadas pelas ações de varejistas, de viagens e bancos, já que a possível prorrogação do lockdown em razão do coronavírus na Alemanha levantava preocupações sobre os danos aos balanços corporativos e ao crescimento econômico. Depois de ganhar quase meio por cento na abertura, o índice pan-europeu STOXX 600 passou a cair à medida que a sessão desenrolava-se e fechou em queda de 0,2%. O DAX da Alemanha também caiu 0,2%, mesmo com a pesquisa do instituto de pesquisa econômica ZEW mostrando que o sentimento dos investidores na maior economia da Europa melhorou mais do que o esperado em janeiro. Europa em lockdown: França, Portugal e Itália impõem isolamento social mais rígido O CAC 40 da França caiu 0,3% e o FTSE 100 de Londres teve queda de 0,1%. As bolsas europeias começaram o dia com otimismo em relação à força econômica da China depois que dados confirmaram que a segunda maior economia mundial foi uma das poucas a registrar crescimento ao longo de 2020. No entanto, a perspectiva de lockdowns mais longos manteve os investidores cautelosos, já que a chanceler alemã, Angela Merkel, e os governos estaduais concordaram em estender o lockdown para a maioria dos centros comerciais e escolas até 14 de fevereiro, disseram fontes à Reuters. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,11%, a 6.712 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,24%, a 13.815 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,33%, a 5.598 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,25%, a 22.441 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,67%, a 8.199 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,35%, a 5.077 pontos. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Índia pede que WhatsApp cancele atualização de política de privacidade

G1 Economia Autoridades do país entendem que novos termos não deveriam ser obrigatórios e questionam tratamento diferente na União Europeia. Ícone do WhatsApp. Dado Ruvic/Reuters O governo da Índia solicitou que o WhatsApp cancele a nova política de privacidade, prevista para entrar em vigor em 15 de maio. A mudança nos termos passou a ser comunicada no início de 2021 e prevê o compartilhamento de novos dados com o Facebook, dono do app. Segundo o app, as novidades valem somente para conversas com empresas. SAIBA MAIS: Veja o que se sabe e o que ainda falta esclarecer na nova política do WhatsApp WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens O Ministério da Tecnologia da Informação da Índia enviou uma carta para o presidente-executivo do WhatsApp, Will Cathcart, afirmando que a nova política causou "graves preocupações em relação à escolha e autonomia dos cidadãos indianos" e pede o recuo da nova política, segundo a agência de notícias indiana PTI. “Quaisquer alterações unilaterais nos termos de serviço e privacidade do WhatsApp não seriam justas e aceitáveis”, diz a carta. Os usuários do aplicativo não têm opção de não compartilhar informações entre as empresas do Facebook. O ministério também enviou uma série de perguntas para entender mais sobre a coleta de dados e questionou o WhatsApp sobre o tratamento diferenciado dado a usuários na União Europeia, que podem optar pelo compartilhamento de dados. No bloco europeu, o WhatsApp precisa seguir um conjunto de regras diferente do restante do mundo, por causa da lei de proteção de dados local. O anúncio de alterações na política de privacidade gerou desconfiança entre usuários – aplicativos concorrentes como o Telegram e o Signal foram baixados milhões de vezes desde que a notificação surgiu para usuários do WhatsApp. Na última sexta-feira (15), o aplicativo adiou o início dos novos termos. Inicialmente, eles valeriam a partir do dia 8 de fevereiro, mas o WhatsApp afirmou que as novidades só vão ter efeito em 15 de maio. Segundo o app, a data mudou para que as pessoas "tenham mais tempo de entender a política". Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Importações de milho e trigo pela China têm nível recorde em 2020

G1 Economia Aperto na oferta doméstica de milho elevou preços internos, gerando demanda por produtos mais baratos. As importações de grãos pela China saltaram para níveis recorde em 2020, mostraram dados da alfândega na segunda-feira (19), após um aperto na oferta doméstica de milho ter levado os preços a máximas em anos, gerando demanda por importações mais baratas. A China, maior mercado agrícola do mundo, adquiriu um recorde de 11,3 milhões de toneladas de milho importado no ano passado, incluindo 2,25 milhões de toneladas apenas em dezembro, segundo a Administração Geral de Alfândegas. Exportações do agro voltam a superar US$ 100 bilhões em 2020, lideradas por soja e carnes As importações de milho em 2020 foram mais que o dobro do volume do ano anterior e excederam pela primeira vez sua cota anual, que havia sido fixada em 7,2 milhões de toneladas. A China também importou um recorde de 8,38 milhões de toneladas de trigo, contra uma cota de 9,64 milhões de toneladas. Em 2019, a China usou apenas 67% de sua cota anual para milho e um terço da cota para trigo. A China acelerou a compra de grãos globais no ano passado devido à forte demanda do setor de suínos e à redução na oferta doméstica de milho. As importações devem seguir altas neste ano por motivos similares, segundo analistas. Os futuros do milho na China subiram 40% nos últimos dois meses e atingiram máximas recordes na semana passada. VÍDEOS: veja mais notícias do agronegócio Veja Mais

Venda de vinhos tem alta de 31% em 2020, impulsionada pela quarentena

G1 Economia Pandemia do coronavírus reduziu comemorações que priorizavam outras bebidas; expectativa para 2021 é mais contida por conta da crise econômica. Vinho: foram 501,1 milhões de litros comercializados em 2020 contra 383,9 milhões de litros no ano anterior. Freepik Na contramão de setores que sofreram com a pandemia do coronavírus, o mercado de vinhos teve alta de 31% em 2020. Ao todo, foram 501,1 milhões de litros comercializados em 2020 contra 383,9 milhões de litros no ano anterior. Como mostrou o G1 em outubro, as vendas subiram no ano passado por conta do isolamento social. Subiu a preferência pela bebida para momentos de lazer em casa. Wine pede suspensão de sua entrada na bolsa O levantamento final de 2020 foi cedido com exclusividade ao G1 pela Ideal Consulting, empresa que mede o comércio entre as vinícolas e supermercados, lojas e restaurantes, somando importações. Os números captam, portanto, a formação de estoque e não a venda na ponta. A venda de vinhos nacionais subiu 32,4% no ano passado, enquanto os importados tiveram crescimento de 26,5%. Assim, o produto brasileiro ganhou 3 pontos percentuais no mercado. A preferência por vinhos daqui é efeito direto do dólar mais alto. A moeda americana teve alta acumulada de 29% no ano, elevando junto o preço de produtos importados. A boa notícia para produtores é que os vinhos finos brasileiros ganharam 2 pontos percentuais do mercado, um crescimento de 100% em 2020. Casal pede vinho barato em restaurante de NY e recebe garrafa de US$ 2 mil por engano Os finos são aqueles de qualidade mais alta, feitos com uvas próprias para a produção da bebida (vitiviníferas). São eles que tentam bater de frente com produtores vizinhos, como Argentina, Chile e Uruguai, e que têm ampla procura de quem aprecia a bebida. "Foi um ano atípico. O desafio para 2021 será sustentar esse crescimento, com as pessoas voltando às suas rotinas, com crise econômica, câmbio desfavorável e aumento do preço dos vinhos brasileiros por conta da falta de insumos", diz Felipe Galtaroça, CEO da Ideal Consulting. Segundo Galtaroça, a moeda americana será decisiva também no ano que virá. Por conta das pressões de mercado de commodities, por exemplo, as vinícolas brasileiras sofreram com a falta de garrafas e caixas de papelão nos últimos meses. As importadoras, diz, também aproveitaram para formar estoque com o enfraquecimento do dólar depois das eleições americanas. Houve, então, queda de procura em dezembro e haverá nos primeiros meses deste ano. Felipe Galtaroça, CEO da Ideal Consulting: mercado de vinhos sofrerá pressão da crise econômica e falta de insumos produtivos Divulgação Mercado de vinhos comemora crescimento recorde nas vendas Consumo A Ideal estima ainda que o volume consumido em litros por habitante no Brasil tenha crescido substancialmente. Em 2019, cada brasileiro bebia, em média, 2,13 litros de vinho ao ano, segundo a empresa. O resultado apurado de 2020 foi de 2,78 litros no ano. A autoridade máxima nessa estatística, a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), nem mesmo divulgou o resultado para 2019. Em 2018, o número apurado no Brasil foi de 2 litros anuais para cada habitante. A diferença para outros mercados é considerável. O líder do ranking da OIV foi Portugal, que teve consumo de 62 litros per capita naquele ano. Franceses beberam 50 litros em média. Italianos, 44 litros. Argentinos, 25 litros. Em outras palavras: a cada garrafa bebida por um brasileiro, mais de 30 são consumidas por um português. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia , Veja Mais

Ministro diz não ver prejuízo se privatização da Eletrobras ficar para o segundo semestre

G1 Economia Bento Albuquerque (Minas e Energia) afirmou que se não for privatizada estatal não manterá participação na geração e transmissão de energia. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta segunda-feira (18) que não haverá prejuízo se a votação pelo Congresso Nacional da privatização da Eletrobras ficar para o segundo semestre deste ano. A expectativa da pasta era que o projeto fosse aprovado ainda no primeiro semestre. O ministro afirmou que, se não for privatizada, a Eletrobras não terá como manter a participação atual na geração e na transmissão de energia elétrica. "Não há prejuízo. A empresa está lá, está fazendo aquilo que ela pode fazer. Ela não tem recursos que seriam necessários para manter a participação dela na geração e na transmissão de energia, mas ela está sendo muito bem administrada”, disse. Saiba qual pode ser o impacto da privatização da Eletrobras na economia No fim da tarde desta segunda-feira, Albuquerque se reuniu por mais de duas horas com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para planejar a articulação junto ao Congresso da aprovação de projetos econômicos considerados de maior prioridade para as duas pastas. Albuquerque negou que para isso seja necessária a vitória de Arthur Lira (PP-AL)— que tem o apoio do governo — para a presidência da Câmara. A eleição será no próximo dia 2. "Nós trabalhamos com o Congresso Nacional, com as lideranças políticas, quaisquer que sejam elas", disse. Segundo Albuquerque, a articulação com o Congresso começará após a eleição das presidências da Câmara e do Senado, quando as comissões legislativas estiverem constituídas. Os dois ministros também debateram a atuação conjunta dos ministérios nos leilões de geração e transmissão de energia anunciados para 2021. Além da Eletrobras, Albuquerque apontou como prioritários o projeto que remete o regime de exploração do polígono do pré-sal ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), a modernização do setor elétrico e a Nova Lei do Gás. VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Ações europeias fecham em alta com salto de Stellantis e papéis de luxo

G1 Economia Papéis da Stellantis saltaram 7,6% no primeiro dia de negociação após a finalização da fusão de US$ 52 bilhões entre Fiat Chrysler e PSA. As ações europeias subiram nesta segunda-feira (18) uma vez que o forte avanço dos papéis da montadora Stellantis e das ações de luxo ajudou a reverter as perdas iniciais do mercado devido a preocupações com a recuperação econômica e perdas da rede francesa de supermercados Carrefour. O índice pan-europeu STOXX 600 encerrou em alta de 0,2% após oscilações ao longo da sessão. As negociações globais são com os mercados acionários dos Estados Unidos fechados em decorrência do feriado do Dia de Martin Luther King. O DAX alemão subiu 0,4%, impulsionado por um salto de 4,8% dos papéis da Adidas, enquanto o FTSE 100 do Reino Unido caiu 0,2% e o CAC 40 da França subiu apenas 0,1%. As ações italianas tiveram desempenho superior uma vez que os papéis da Stellantis saltaram 7,6% no primeiro dia de negociação após a finalização da fusão de US$ 52 bilhões entre Fiat Chrysler e PSA. Fusão da Fiat e Peugeot cria 4ª maior montadora do mundo Ações de luxo como Richemont e LVMH estiveram entre os principais impulsos do índice STOXX 600 após "calls" de alta por corretoras. As bolsas europeias registraram pouco entusiasmo com os dados que mostraram uma recuperação trimestral melhor do que o esperado na economia da China, já que os investidores temiam que as rígidas restrições pelo coronavírus e possíveis desafios à vacinação no continente pudessem prejudicar o crescimento no primeiro trimestre. Os papéis do Carrefour tiveram queda de 6,9% após as tratativas acerca de uma possível aquisição, no valor de 16,2 bilhões de euros, pelo concorrente canadense Alimentation Couche-Tard serem desfeitas no fim de semana. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,22%, a 6.720 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,44%, a 13.848 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,10%, a 5.617 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,53%, a 22.498 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,29% a 8.254 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,42%, a 5.059 pontos. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Nasdaq tem segundo recorde consecutivo com transição presidencial

G1 Economia Índice foi impulsionado por ações da Apple, Facebook e outras tecnológicas. Curiosos olham através das janelas da Nasdaq Richard Drew/Associated Press O Nasdaq alcançou um novo recorde no fechamento esta quinta-feira (21) em um mercado otimista com a transição presidencial, mas as ações petroleiras caíram diante da perspectiva de medidas do novo presidente americano, Joe Biden. Impulsionado pelas ações da Apple, Facebook e outras tecnológicas, o Nasdaq subiu 0,6%, a 13.530,91 pontos, o segundo recorde consecutivo. Enquanto isso, o S&P 500 também alcançou um novo máximo em 3.853,07 pontos, com um pequeno ganho de 0,1%. O principal índice Dow Jones Industrial Average fechou em terreno negativo ao cair 0,1% a 31.176,01 pontos. Em um mercado otimista pela proposta de um plano de estímulo de US$ 1,9 trilhão do presidente Biden, as ações petroleiras foram afetadas por alguns anúncios do mandatário, que cancelou a permissão para o oleoduto Keystone XL entre Canadá e Estados Unidos e congelou um plano para extrair petróleo no Refúgio Nacional de Fauna Salvagem do Ártico. Biden também devolveu os Estados Unidos ao acordo de Paris sobre as mudanças climáticas. Estas decisões se refletiram em preços díspares do petróleo. Na véspera da publicação das reservas comerciais de petróleo nos Estados Unidos correspondentes à semana passada, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em março fechou estável em US$ 56,10 (+0,03%) em Londres. E o barril de WTI recuou 0,33% em Nova York, a US$ 53,31. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Justiça dos EUA rejeita pedido da Parler para que Amazon restaurasse a hospedagem da rede social

G1 Economia Usada por muitos apoiadores de Trump, Parler é acusada de não tomar medidas contra posts que incitam violência. Imagem mostra aplicativo e página da rede social Parler Olivier Douliery/AFP A Justiça Federal dos Estados Unidos rejeitou nesta quinta-feira (21) um pedido da Parler para que Amazon restaurasse a hospedagem da rede social na internet. Após a invasão ao capitólio em 6 de janeiro, a Parler foi desativada da internet depois de ser suspensa pelos provedores. A juíza Barbara Rothstein, em Seattle, disse que o Parler falhou em demonstrar que prevaleceria no mérito de suas reivindicações, ou que o interesse público apoiava uma liminar exigindo a restauração do serviço. A Amazon Web Services suspendeu Parler em 10 de janeiro. A gigante de internet disse que o Parler violou seu contrato ao ignorar repetidos avisos para lidar efetivamente com o crescimento de conteúdo violento, incluindo chamadas para assassinar políticos democratas proeminentes, executivos de negócios e a mídia. O Parler disse que a Amazon não tem direito contratual de excluí-la e o fez por "animosidade política" para beneficiar o Twitter, um cliente maior da Amazon que o Parler disse não censurar conteúdo violento direcionado aos conservadores. Muitos apoiadores do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usam o Parler, que afirma ter mais de 12 milhões de usuários. O Parler não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Veja Mais

VÍDEOS: Plano de negócios, vendas online... veja dicas para montar sua empresa

G1 Economia Veja uma série de reportagens com especialistas de empreendedorismo para pequenas e médias empresas. Veja uma série de reportagens com especialistas de empreendedorismo para pequenas e médias empresas. Veja Mais

Facebook mantém conta de Trump suspensa e deixa decisão final para comitê independente

G1 Economia Rede social disse que restringir publicações em perfis do ex-presidente americano era necessária e correta, mas que veredito para bani-lo será dado por grupo de supervisão. Donald Trump em último discurso como presidente dos Estados Unidos Carlos Barria/Reuters O Facebook anunciou nesta quinta-feira (21) que a decisão final sobre a suspensão das contas do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, será tomada pelo seu Comitê de Supervisão, fundado no ano passado. O grupo dará o veredito sobre o destino dos perfis de Trump no Facebook e no Instagram, que permanecem bloqueados. Não há um prazo para bater o martelo. O Facebook restringiu as contas do republicano em 7 de janeiro, um dia após apoiadores de Trump invadirem o Capitólio – ação que resultou na morte de 5 pessoas. A plataforma disse na ocasião que Trump ficaria suspenso por tempo indeterminado e que estaria impedido de fazer novas publicações por pelo menos duas semanas – data que coincidia com a posse do presidente eleito Joe Biden, realizada na última quarta (20). O objetivo da medida era auxiliar uma transição de poder pacífica, segundo a plataforma. Com Joe Biden empossado, o Facebook direcionou a decisão final sobre os perfis de Trump ao Comitê de Supervisão. Saiba mais: Twitter transfere conta do presidente dos EUA para Joe Biden Conselho de supervisão do Facebook analisa seus primeiros casos "Além da determinação do conselho em manter ou reverter a suspensão, o Facebook acolherá quaisquer observações ou recomendações do conselho sobre suspensões quando o usuário for um líder político", disse a companhia em comunicado desta quinta (21). "Acredite você ou não que a decisão foi justificada, muitas pessoas estão desconfortáveis com a ideia de que empresas de tecnologia tenham o poder de restringir líderes eleitos. Muitos argumentam que empresas privadas como o Facebook não deveriam estar tomando essas grandes decisões por conta própria. Nós concordamos", afirmou a rede. O conselho de supervisão independente do Facebook é formado por 40 membros, entre eles pessoas de todos os continentes, incluindo ex-juízes, advogados, jornalistas, ativistas de direitos humanos. O Comitê de Supervisão é um órgão independente, que recebeu um investimento de US$ 130 milhões da rede social para funcionar como uma espécie de alta corte. Ele conta com um estatuto próprio, que prevê suas obrigações e sua relação com o Facebook. Pelo estatuto, as decisões são finais, o que significa que o Facebook é obrigado a acatar o que o Comitê decidir — goste Mark Zuckerberg ou não. Trump suspenso das redes sociais Outras plataformas também restringiram as contas de Trump. O Twitter suspendeu de forma definitiva a conta pessoal do republicano. A rede alegou que os posts recentes do presidente incitavam a violência. Na terça (19), o YouTube anunciou que estendeu a suspensão do canal de Trump por mais sete dias. Ele está impedido de enviar novos vídeos ou fazer transmissões ao vivo. A plataforma também desativou indefinidamente os comentários nos vídeos do canal. O YouTube alega que a decisão está relacionada a "preocupações sobre o potencial contínuo de violência". Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Itália faz homenagem a profissionais de saúde em moeda especial de 2 euros

G1 Economia Tributo é destinado a todos que estejam na linha de frente no combate à pandemia do coronavírus. Cada país da zona do euro pode emitir duas moedas comemorativas por ano. Homem mostra a moeda comemorativa de 2 euros, em homenagem aos profissionais de saúde durante a pandemia da doença do coronavírus. REUTERS/Guglielmo Mangiapane A Casa da Moeda da Itália colocará em circulação uma moeda comemorativa de 2 euros em homenagem aos profissionais da saúde. Trata-se de um agradecimento a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos que estão na linha de frente do combate à pandemia do coronavírus. O verso da moeda traz o retrato de um homem e uma mulher, usando aparatos médicos e máscaras. É grafada também a palavra "Grazie", que significa obrigado em italiano. Profissionais de saúde são escolhidos 'Guardiões do Ano' pela revista 'Time' Segundo o Banco Central Europeu, cada país da zona do euro pode emitir duas moedas comemorativas de 2 euros por ano. A face de valor continua padrão, mas está permitido no verso um desenho festivo. Apenas as moedas desse valor podem ser personalizadas. "A maioria comemora o aniversário de acontecimentos históricos ou assinala eventos atuais de relevância histórica. A primeira moeda comemorativa de €2 foi emitida pela Grécia, por ocasião dos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004", diz o BCE. Veja abaixo mais imagens da moeda de 2 euros Homem mostra a moeda comemorativa de 2 euros, em homenagem aos profissionais de saúde durante a pandemia da doença do coronavírus. REUTERS/Guglielmo Mangiapane Frente e verso da moeda comemorativa de 2 euros, em homenagem aos profissionais de saúde durante a pandemia da doença do coronavírus. REUTERS/Guglielmo Mangiapane Gravadora trabalha em uma moeda comemorativa de 2 euros, em homenagem aos profissionais de saúde durante a pandemia do coronavírus. REUTERS/Guglielmo Mangiapane VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Twitter bloqueia conta da embaixada da China nos EUA

G1 Economia Plataforma afirmou que perfil violou suas políticas ao fazer publicação que defendia a política do país em relação aos uigures muçulmanos. Ícone do Twitter, em smartphone Thomas White/Reuters O Twitter bloqueou a conta da embaixada da China nos Estados Unidos por conta de uma publicação que defendia a política do país asiático em relação aos uigures muçulmanos em Xinjiang. A rede social disse que o post violou sua política contra a "desumanização" de pessoas. O Ministério das Relações Exteriores da China disse nesta quinta-feira (21) que estava confuso com a medida e que era responsabilidade da embaixada mostrar o que seria uma desinformação e esclarecer a verdade. A conta da embaixada chinesa, @ChineseEmbinUS, publicou um tuíte neste mês que dizia que as mulheres uigures foram emancipadas e não eram mais "máquinas de fazer bebês", citando um estudo divulgado pelo jornal estatal China Daily. SAIBA MAIS: China deteve muçulmanos uigures por causa da religião, mostram documentos oficiais China persegue uigures no exterior com apoio de países árabes, aponta investigação da BBC A horas do fim, governo de Trump classifica a China como autora de genocídio contra os uigures A publicação foi removida pelo Twitter e substituída por um aviso informando que não estava mais disponível. Embora o Twitter oculte publicações que violam suas políticas, ele exige que os proprietários de contas excluam manualmente essas publicações. A conta da embaixada chinesa não publicou nenhum novo tuíte desde 9 de janeiro. A suspensão da conta da embaixada ocorre um dia depois que o governo Trump, em suas horas finais, acusou a China de cometer genocídio em Xinjiang, o que foi endossado pelo novo governo Biden. O governo Biden não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre a ação do Twitter. O Twitter é bloqueado na China, mas foi adotado pela mídia estatal e diplomatas chineses, muitos dos quais utilizam a plataforma para defender agressivamente as posições de Pequim. "Tomamos medidas em relação ao tuíte que você mencionou por violar nossa política contra a desumanização, que afirma: Proibimos a desumanização de um grupo de pessoas com base em sua religião, casta, idade, deficiência, doença grave, nacionalidade, raça, ou etnia", disse um porta-voz do Twitter nesta quinta-feira. A embaixada chinesa em Washington, que aderiu ao Twitter em junho de 2019, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, disse em entrevista nesta quinta-feira que estava confusa com a ação do Twitter. "Existem inúmeros reportagens e informações relacionados a Xinjiang que são contra a China. É responsabilidade de nossa embaixada nos EUA esclarecer a verdade", disse ela. "Esperamos que eles não apliquem critérios duplos sobre este assunto. Esperamos que eles possam discernir o que é correto e verdadeiro da desinformação sobre este assunto." Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Governo lança projeto para possibilitar abertura de empresas de forma virtual em um dia

G1 Economia Sistema já está vigente na cidade de São Paulo, e a próxima etapa é estender para o Rio de Janeiro. Ainda não há data para que o sistema esteja disponível em todo país. O Ministério da Economia iniciou um projeto, chamado de "balcão único", que visa possibilitar a abertura de empresas de forma virtual em apenas um dia. Atualmente, o tempo médio de abertura de empresas no país é de mais de 17 dias. De acordo com a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, o novo sistema, já implementado no município de São Paulo, possibilita a coleta de todos os dados necessários para o funcionamento da empresa por meio preenchimento de um formulário eletrônico único, disponível na internet. "Todos os passos necessários para o registro e funcionamento do negócio poderão ser realizados em um único procedimento, de forma on-line, com respostas automáticas, e sem custo. É, sem dúvida, uma revolução na abertura de empresas no Brasil”, avaliou o diretor do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, André Santa Cruz. Anteriormente, em São Paulo, o empreendedor tinha que entrar em quatro portais diferentes – dois no governo federal, um no estado e um no município – para realizar o registro e dar início ao funcionamento da empresa, além de realizar outros sete procedimentos, informou o governo federal. Com o novo sistema, tudo poderá ser feito em um só ambiente virtual: recebimento das respostas necessárias da Prefeitura; registro da empresa; obtenção do número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e inscrições fiscais; desbloqueio do cadastro de contribuintes; recebimento das licenças, quando necessárias; e ainda o cadastro dos empregados que serão contratados. Também permitirá que os empreendedores possam, no momento da abertura da empresa, realizar o cadastro de empregados pelo e-Social. Após São Paulo, segundo o Ministério da Economia, o projeto deverá ser estendido ao município do Rio de Janeiro (RJ). Depois, para todo o país. Ainda não há data definida para isso ocorrer. De acordo com a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, os sistemas dos estados ainda têm de ser adaptados, mas há demanda por parte dos governos estaduais. O novo sistema para abertura de empresas, de acordo com o Ministério da Economia, permitirá que o Brasil ganhe posições no ranking Doing Business, do Banco Mundial, quanto à facilidade de fazer negócios. Atualmente, o Brasil ocupa a 138ª posição no quesito “abertura de empresas”, entre os 190 países avaliados. VÍDEOS: veja as últimas notícias de economia Veja Mais

Confira as vagas de emprego disponíveis nesta quinta (21) em Petrolina, Araripina e Salgueiro

G1 Economia Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho Divulgação/ Reprodução Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (21) em Petrolina e Salgueiro, Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis GR1 de quarta-feira, 20 de janeiro Veja Mais

Especialistas dizem como o novo governo Biden pode impactar o agronegócio brasileiro

G1 Economia Mais comprometido com a agenda ambiental e climática, novo presidente dos EUA deve pressionar para que o Brasil fortaleça políticas nessas áreas. Para o agro nacional, isso significaria mais compromisso do setor em eliminar formas de produção que ainda causam desmatamento. Joe Biden no dia da posse - 20 de janeiro Patrick Semansky/Pool via Reuters O novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomou posse nesta quarta-feira (20), anunciando medidas de fortalecimento da agenda climática e ambiental. Para o agronegócio brasileiro, um dos maiores exportadores do mundo, isso pode significar uma pressão maior para que o setor que reforce medidas de combate ao desmatamento, avaliam especialistas ouvidos pelo G1. Além disso, os dois países disputam o maior cliente do agronegócio no mundo, a China - e a guerra comercial entre os EUA e a potência asiática acabou beneficiando as exportações do Brasil. Mas a expectativa é de que Biden tenha um relacionamento menos tenso com os chineses do que seu antecessor, Donald Trump. Veja abaixo os possíveis impactos para o agronegócio nacional com o novo governo dos EUA. Pressão ambiental Diferentemente de Trump, Biden é mais comprometido com a agenda ambiental e, por isso, especialistas avaliam que ele pode pressionar mais para que o Brasil e, consequentemente, o agronegócio, fortaleçam políticas nessa área. O novo presidente chegou a citar o Brasil em debate com Trump durante a campanha eleitoral, em setembro, dizendo que haveria "consequências econômicas significativas" se o país não parasse de destruir a floresta. Queimadas no Pantanal em 2020 Jornal Nacional/ Reprodução "Enquanto diversos países do mundo criticaram as queimadas no Pantanal e o desmatamento na Amazônia, Trump se manteve em silêncio. Ele não ajudava o Brasil, mas não atrapalhava. Agora vai mudar porque o Biden já chega com uma agenda ambiental e climática forte", diz o especialista em gestão ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Raoni Rajão. Rajão é autor de um estudo divulgado pela revista "Science" em julho de 2020 que afirmou que até 22% da soja e pelo menos 17% da carne bovina, produzidas na Amazônia e no Cerrado e exportadas para a União Europeia, poderiam ter rastros de desmatamento ilegal. O especialista da UFMG acredita ainda que uma pressão ambiental dos EUA poderia acabar gerando penalizações para produtos nacionais. "O Biden tem uma posição diferente do Trump em relação ao multilateralismo e, por isso, ele deve voltar a fortalecer a OMC [Organização Mundial do Comércio]. Uma das funções dela é estabelecer regras para os mercados internacionais, como penalizações, se um alimento está contaminado, por exemplo. Hoje não existe nenhuma regra na OMC em relação a produtos que venham do desmatamento, mas isso pode mudar", diz. Para Felipe Serigatti, pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), apesar da expectativa de que Biden direcione esforços para acordos multilaterais, é pouco provável que ocorra alguma penalização ao Brasil via OMC em relação a questões ambientais. Isso tendo em vista que a entidade está enfraquecida há muitos anos. Os EUA são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, mas as vendas da agropecuária representaram apenas 5,7% do total das exportações para aquele país, enquanto a indústria de transformação detém 86% desse volume, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Imagem do agronegócio Serigatti está otimista com o governo de Biden e avalia que o Brasil deve aproveitar este momento para "mitigar os problemas ainda existentes" no agronegócio. "Se o pessoal está oferecendo recursos para que a gente resolva o problema do desmatamento, vamos aproveitar a oportunidade para revertê-lo", diz o pesquisador da FGV, se referindo à declaração de Biden, durante o mesmo debate eleitoral, de que ele levantaria "US$ 20 bilhões (...) para o Brasil não queimar mais a Amazônia". Para Serigatti, o grande desafio do agronegócio daqui para a frente é trabalhar para reverter a imagem negativa do setor, construída tanto por declarações de lideranças de outros países como do Brasil. 'Depender da soja brasileira é endossar o desmatamento da Amazônia', diz Macron "Precisamos trabalhar para reverter essa imagem mostrando as coisas positivas que já temos. Quando a gente olha para a produção de grãos, por exemplo, nós já adotamos técnicas de baixa emissão de carbono", aponta Serigatti. "E, em relação à pecuária, nós fizemos, de 2010 a 2018, uma recuperação de pastagens degradadas do tamanho do Reino Unido." O presidente da consultoria Datagro, Plinio Nastari, diz que o Brasil "é um grande protagonista da agenda climática" e que, por isso, o retorno dos EUA ao Acordo de Paris, anunciado horas antes da posse de Biden, só traz benefícios. O consultor destaca ainda que a experiência de Biden como legislador o fez visitar diversas vezes o Brasil e que isso faz com ele conheça a realidade do país. "Não podemos desprezar que 46% da matriz energética brasileira é renovável. Nós somos o país que mais substituiu combustíveis líquidos fósseis em todo o planeta. Nós já substituímos mais de 45% da gasolina e 12% do diesel", diz Nastari. "O retorno de Biden ao Acordo de Paris é muito salutar. É um acordo do qual o Brasil faz parte, mas que não tem atuado muito. Mas não há saída para nós a não ser embarcar de forma mais séria nas questões ambientais, caso contrário, vamos ficar na contramão do mundo”, afirma Marcello Brito, presidente do conselho diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). "A vastíssima produção do agronegócio é feita sob normas muito fortes, até maiores do que no mundo todo. Há, sim, problemas que precisam ser resolvidos dentro do setor, mas a nossa produção é feita sob regras muito rígidas", completa Brito. Nastari, da Datagro, diz que ainda há muito desconhecimento com relação ao desmatamento. “O que motiva é a atividade ilegal e criminosa, que não está ligada à produção organizada de alimentos, que está suportada por certificações”, afirma. "O setor organizado da produção de alimentos, a agroindústria, não desmata porque sabe que será penalizado. Tudo está ficando integrado, digitalizado, não tem como você esconder mais", conclui o consultor. Disputa pela China Brasil e EUA são grandes competidores na venda de grãos, disputando o maior cliente mundial, que é a China. O agronegócio brasileiro aumentou as exportações para o país asiático durante o governo Trump, depois que a China praticamente parou de comprar soja dos EUA em meio à longa disputa que culminou com um acordo comercial em janeiro de 2020. Por esse acordo, que ainda vigora, a China se comprometeu a adquirir US$ 36,5 milhões em produtos agrícolas dos EUA apenas no ano passado. Exportação de soja pelo Porto de Paranaguá José Fernando Ogura/AEN Para Serigatti, ainda que haja uma expectativa de que o governo de Joe Biden tenha uma relação melhor do que Trump com os chineses, isso não significa que os dois países irão parar de "disputar por hegemonia" no cenário global. Ou seja: as tensões não deixarão de existir. Segundo ele, o acordo entre EUA e China também não significa que o Brasil irá diminuir as suas vendas de produtos agrícolas ao país asiático no curto prazo. Importação de soja dos EUA pela China fica abaixo do esperado "A China está demandando muitos grãos, recompondo o seu rebanho de suínos (que usam a soja como ração). E ninguém consegue atender a esta demanda como o Brasil", afirma. VÍDEOS: posse de Biden Veja Mais

Matriz da Iberia compra Air Europa pela metade do preço previsto

G1 Economia Em novembro de 2019, acordo para a compra foi de 1 bilhão de euros, mas crise provocada pela pandemia de coronavírus fez negócio ser fechado por 500 milhões de euros. A International Airlines Group (IAG), proprietária da Iberia, entre outras companhias aéreas, confirmou nesta quarta-feira (20) a aquisição da espanhola Air Europa, mas pela metade do preço previsto, 500 milhões de euros, devido aos danos que a pandemia provocou no setor. A IAG, que em novembro de 2019 havia acordado pagar 1 bilhão de euros (US$ 1,21 bilhão) pela companhia aérea, anunciou em um comunicado ter chegado a um acordo com seu atual proprietário, o grupo turístico espanhol Globalia, para reduzir o preço em 50%. Negócio foi fechado por 500 milhões de euros Divulgação "IAG e Globalia anunciam hoje que emendaram o acordo original", afirmaram em um comunicado conjunto. Além disso, a IAG, que vai comprar a Air Europa através da Iberia, não pagará nada até o final do sexto ano seguinte à data de aquisição, ou seja, 2027, afirmaram. A pandemia de Covid-19 fez derrubar a demanda por voos internacionais, deixando em solo aviões em todo o mundo e provocando perdas de milhares de postos de trabalho no âmbito de drásticas reestruturações. Neste contexto, a Air Europa recebeu em novembro 475 milhões de euros em empréstimos do governo espanhol, que considera a companhia aérea, a segunda maior da Espanha depois da Iberia, como uma empresa "estratégica". Com uma frota de 52 aeronaves, a Air Europa efetua voos nacionais, europeus e internacionais que incluem América Latina, Estados Unidos, Caribe e o norte da África. A IAG - proprietária ainda da British Airways, Aer Lilngus e Vueling, entre outras - afirmou, sem dar mais detalhes, que o novo acordo com a Globalia está condicionado ao resultado das negociações em curso entre a Iberia e o governo espanhol sobre os termos não financeiros para ajudar a Air Europa. O grupo assegura que espera concluir a aquisição no segundo semestre de 2021, lembrando que ainda não recebeu a luz verde da Comissão Europeia. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Fitch: Pandemia é fator central para risco de rebaixamento de economias da América Latina

G1 Economia Crescimento mais lento também irá comprometer os esforços dos governos para colocar os déficits e a dívida pública de volta a um caminho mais sustentável e descendente. Fitch Ratings Reuters As economias latino-americanas irão recuperar-se neste ano da recessão do ano passado, mas os riscos para essas perspectivas estão, quase todos, inclinados para o lado negativo, disseram analistas da agência de classificação de risco Fitch Ratings nesta quarta-feira (20), mencionando particularmente a evolução da pandemia da Covid-19. O crescimento mais lento também irá comprometer os esforços dos governos para colocar os déficits e a dívida pública de volta a um caminho mais sustentável e descendente, assim como aumentam as pressões públicas para gastos em face da segunda onda do vírus, alertaram. Shelly Shetty, diretora-gerente de soberanos da Fitch, disse que a forma como a região lida com a segunda onda, o ritmo das distribuições de vacinas, o volume de imunizantes a serem aplicados e a fragilidade de forma geral dos sistemas de saúde pública devem ser monitorados. "Não vemos muitos riscos de alta... (vemos) vários riscos de baixa", disse Shetty, em uma apresentação online. O Peru irá registrar o maior crescimento na região este ano, superior a 5%, enquanto a economia do Brasil avançará um pouco mais de 3%, limitada por um aguardado endurecimento da política fiscal, disse ela. A recuperação deve ser apoiada por um crescimento de 8% da China, fortes preços globais de commodities, política monetária interna acomodatícia e efeitos de base favoráveis, disse ela. O déficit orçamentário médio na região cairá a 3% do Produto Interno Bruto (PIB), mas os déficits fiscais permanecerão altos para os padrões históricos, a uma média de 6% do PIB. O déficit do Brasil será de 7% do PIB, disse Shetty. "A consolidação será um processo de vários anos", disse ela, observando que mais da metade de todas as perspectivas de ratings soberanos para a América Latina são negativas, a mais elevada para qualquer região no mundo, e sem perspectivas positivas. No México, o analista da Fitch Charles Seville destacou que a estatal Petroleos Mexicanos (Pemex) pode precisar de mais apoio financeiro do governo, talvez de até 1,5 ponto percentual do PIB. Isso não seria uma "mudança de jogo" para o rating soberano do México, mas dificilmente seria um fator positivo, disse Seville. O rating soberano da Fitch para o México é "BBB-", um nível acima do grau especulativo, com perspectiva estável Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Depen retoma provas de concurso público para 309 vagas

G1 Economia Cargos são de nível médio e superior; salários vão até R$ 6.030,23. O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) retomou as provas objetivas e discursiva do concurso público, que estavam previstas para setembro do ano passado e foram suspensas devido à pandemia. Agora, as provas serão aplicadas no dia 28 de fevereiro deste ano. A retomada do concurso seguirá todas as regras de prevenção à Covid-19 em todas as etapas e as medidas de prevenção ao coronavírus serão divulgadas no edital de consulta aos locais de provas, bem como nos demais editais de convocação para cada fase, no site https://www.cebraspe.org.br/concursos/DEPEN_20. Veja o edital no site do Cebraspe O concurso público do Depen oferece 309 vagas em cargos de nível médio e superior. Veja os cargos: Nível superior: Especialista Federal em Assistência à Execução Penal, especialidades de Enfermagem, Médico Clínico, Médico Psiquiatra, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional. Nível Médio: Agente Federal de Execução Penal Vagas: 15 vagas para Especialista Federal em Assistência à Execução Penal 294 vagas para Agente Federal de Execução Penal Salários: R$ 6.030,23 para o cargo de agente R$ 5.865,70 para o cargo de especialista Locais das vagas: Os candidatos serão lotados na sede do Depen, em Brasília/DF, ou em uma das cinco penitenciárias federais, localizadas nas cidades de Brasília/DF, Campo Grande/MS, Catanduvas/PR, Mossoró/RN e Porto Velho/RO, de acordo com o interesse e a necessidade da administração. As prova objetivas e discursiva para ambos os cargos serão realizadas nas 26 capitais e no Distrito Federal, além dos municípios de Mossoró (RN) e Catanduvas (PR). Haverá ainda exame de aptidão física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e Curso de Formação. Assista a mais notícias de Economia: Veja Mais

Veja as vagas de emprego disponíveis nesta quarta (20) em Petrolina, Araripina e Salgueiro

G1 Economia Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho, emprego Natalia Filippin/G1 Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (20) em Petrolina e Salgueiro, Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis GR2 de terça, 19 de janeiro Veja Mais

Veja 10 erros ao abrir uma empresa: de trabalhar como hobby a confundir PF com PJ

G1 Economia Consultores falam sobre o que não deve ser feito ao começar um novo negócio. Principais equívocos estão relacionados a falhas em planejamento, gestão e comportamento do empreendedor, diz Sebrae. Veja 10 erros ao abrir uma empresa: de trabalhar como hobby a confundir PF com PJ Motivação e um bom produto nem sempre são garantias para um negócio ser bem sucedido. Muito pelo contrário, sem diretrizes básicas para o desenvolvimento e preservação da empresa a longo prazo, aquele “trabalho dos sonhos” pode estar fadado ao fracasso. O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) afirma que equívocos no planejamento, na gestão empresarial e no comportamento do empreendedor são as principais causas do fechamento de empresas no Brasil. Plano de negócios: como montar o seu 5 passos para começar um negócio digital Como base em recomendações de consultores em empreendedorismo, o G1 reuniu quais são os 10 erros principais ao abrir uma empresa. Eles vão de levar a empreitada como um lazer a confundir as contas de Pessoa Física (PF) e Pessoa Jurídica (PJ). Confira a lista: 1. Tratar a empresa como hobby Tirando aqueles casos nos quais, de fato, a empresa é apenas um lazer para seu dono, o negócio não deve ser tratado como tal. Não é porque você ama plantas que se tornará um bom empresário do ramo, por exemplo. “A atuação tem que ser escolhida não com base naquilo que a pessoa quer vender ou gostaria de vender. Ela pode ter hobby, mas o hobby vende? Talvez transforme isso em um negócio que pode não dar certo”, explica o consultor de marketing Conrado Adolpho. Para quem vai começar, escolher um nicho que goste pode ser um norte para guiar o negócio, mas isso não é garantia de sucesso. “Você não vai passar o dia fazendo aquilo”, diz Rodrigo Fizman, CEO do grupo Solum, que trabalha com a gestão de pequenas e médias empresas. Ou seja, não poderá passar o dia fazendo os arranjos, no caso de uma floricultura, porque a parte administrativa consumirá muito de seu tempo. Conheça sete passos para montar um plano de negócios 2. Começar sem plano de negócios O plano de negócios é um documento que traz referências importantes sobre a empresa, para que o empreendedor possa calcular os riscos, avaliar alternativas e evitar decisões falhas. Entre os pontos analisados devem estar quem são os clientes, concorrentes e fornecedores. Precisa ser feito antes de começar o negócio de fato, para servir como alicerce, mas essa não é a realidade dos novos empresários no Brasil. “A maioria não sabe o que é [o plano de negócios]”, afirma Conrado Adolpho. O consultor também alerta que o plano de negócios não deve ser algo estático. “Quando você entra no mercado, aquele negócio não se mostra como planejou”, diz. “É necessário mudar o plano, então o conceito que se trabalha muito é a modelagem do negócio, que é fazer um modelo, que vai mudar quando você começar a interagir com o mercado.” O Sebrae recomenda mais de 6 meses de planejamento, para o empreendedor conhecer melhor o mercado que vai atuar. 5 passos para começar um negócio digital ou levar sua empresa para a internet 3. Escolher o ponto de venda errado Não adianta vender sorvete no Polo Norte. Esse é um exemplo extremo, mas a dica é válida para quem começa um negócio. Escolher o ponto de venda para o seu produto é fator básico, mas também crucial para a longevidade do empreendimento. “A maioria das pessoas pensa no produto, como roupa, mas o ideal é analisar bem a concorrência para saber qual o público de sua área”, explica Conrado. Por isso, é necessário ir a campo, conhecer as pessoas da região, saber seus gostos e suas peculiaridades demográficas, com idade e sexo. Escolha do ponto comercial é determinante para o sucesso da empresa 4. Confundir PF com PJ Para controlar as contas da empresa é necessário um mínimo conhecimento de finanças, mas, se o empreendedor misturar os gastos de Pessoa Física (PF) com de Pessoa Jurídica (PJ), a dificuldade pode ser ainda maior. “Ele gasta o aluguel dele que deveria pagar a comissão do vendedor. E então pega empréstimo, mas o empréstimo ‘come’ a parte de lucro dele. Então, começa uma ciranda financeira”, exemplifica Conrado Adolpho. Essa mistura entre assuntos pessoais e da empresa vai além somente da conta bancária, empresário Rodrigo Nunes, sócio com sua mulher na franquia Ad Clinic, aponta que saber separar a vida privada da de trabalho é um dos segredos para sucesso de sua empresa. “Temos reuniões marcadas apenas para falar sobre o trabalho”, diz Nunes, explicando como separar a vida profissional da pessoal. Uma outra dica importante é separar um pró-labore, que é o valor retirado pelos sócios, fixo. Desse modo, haverá uma organização para não tirar dinheiro extra dos lucros da empresa. Saiba como organizar as finanças da empresa durante a crise do novo coronavírus 5. Não buscar formação específica A história do autodidata de sucesso pode ser muito bonita, mas essa é uma realidade de poucas pessoas. Para os especialistas, buscar uma formação teórica é um dos pilares para um negócio bem-sucedido. Marketing em vendas, gestão de pessoas e educação financeira estão entre os temas indicados por consultores para quem vai cuidar de seu negócio. O Sebrae, por exemplo, fornece uma série de cursos e informações gratuitos para empreendedores, inclusive com aulas via WhatsApp. 6. Subestimar custos É indicado prever os gastos e os lucros, mas muitas vezes as contas acabam sendo muito maiores do que se esperava. “É importante você colocar os números no papel. Você vai fazer 'futurologia', você vai chutar. Depois que você fizer tudo, corte pela metade as vendas e dobre os custos. Então, terá um ponto de partida”, diz o gestor Rodrigo Fiszman. Outros pontos importantes são controlar os indicadores de resultado e manter o fluxo de caixa organizado. 7. Não dar atenção aos clientes Aquele ditado popular não pode ser esquecido ao se abrir um negócio. “O cliente é quem manda”, relembra Fiszman. “Você precisa ter um foco no cliente muito grande, escutar o que ele quer”. Ou seja, simplesmente ignorar quem são os seus futuros compradores não é uma boa ideia. Um exemplo prático é não fazer a análise de qual o gosto dos clientes da área onde será instalado o seu ponto de venda, por exemplo. E também é preciso focar no atendimento e técnicas de venda. "Venda não é improviso, venda é treino", afirma Eder Max, consultor do Sebrae. Um dos caminhos, segundo o especialistas, é fazer a chamada venda consultiva, ouvindo as necessidades do comprador. Para isso, também é necessário conhecer aprofundadamente o produto que se comercializa. 8. Excesso de otimismo Aquele otimismo exagerado também pode prejudicar o futuro da empresa. Na hora de fazer planos, o indicado é começar com o conjunto mais enxuto possível, como explica o consultor Conrado Adolpho. “O raciocínio é como eu consigo montar um negócio pequeno o suficiente para, mesmo que eu venda pouquinho no início, ainda consiga ter algum lucrinho para não mexer na reserva de emergência”, explica. Também não é apropriado gastar toda a sua reserva de dinheiro, apostando tudo no novo negócio. “O empresário monta um negócio dos sonhos e pensa: eu consigo manter esse negócio por um ano, não. Ele tem que pensar: o que eu consigo manter com o lucro da própria empresa”, diz Conrado Adolpho. 9. Esquecer das burocracias Para negócios pequenos, a dica básica é contratar contador, advogado e focar em bons contratos com fornecedores, mas o ponto principal e seguir corretamente as obrigações com funcionários. “Me preocuparia mais com a justiça trabalhista. Nesse caso, você tem um problema sério que pode acontecer desde o primeiro dia", afirma o consultor Conrado Adolpho. 10. Não saber a hora de parar Se tudo está dando errado, outro equívoco é seguir forçando algo que não traz resultados. De acordo com os especialistas, é importante tentar várias alternativas antes de desistir, mas também não se pode perder todas as reservas antes de fechar o negócio. Conheça empresários que estão superando a crise Veja Mais

Quem é quem no governo Biden: Janet Yellen, chefe do Tesouro

G1 Economia Janet Yellen trabalhou na Casa Branca no governo de Bill Clinton e foi chefe do Federal Reserve durante a gestão de Obama. Com a nomeação para atuar no Tesouro, ela terá ocupado os principais cargos relacionados à gestão da economia nos EUA. Janet Yellen, durante entrevista na Universidade de Harvard, no dia 27 de maio de 2016 AP Photo/Charles Krupa O chefe do Departamento do Tesouro é a maior autoridade da política fiscal dos Estados Unidos, ou seja, quem toma as decisões a respeito dos gastos governamentais do país. Yellen diz que novo governo deve focar nos trabalhadores e indica novo pacote de estímulos nos EUA Biden nomeou Janet Yellen para esse cargo. Ela já foi antes presidente do Federal Reserve (conhecido como Fed), órgão responsável pela política monetária do país. Yellen vai ocupar, em governos diferentes, os dois cargos mais importantes da economia do país. Formada em economia pela Brown University, ela foi trabalhar no Fed depois de formada. De lá, ela se tornou assessora da Casa Branca durante o governo de Bill Clinton. Joe Biden escolhe Janet Yellen para comandar a secretaria do Tesouro Yellen voltou ao Fed, mas com um cargo mais importante: ela virou a chefe do banco na Costa Oeste do país. Em 2013, o presidente do Fed decidiu deixar o posto, e Yellen foi nomeada para ocupá-lo. Nos anos em que esteve na liderança, ela deu prioridade à criação de empregos, uma política que funcionou, os EUA foram diminuindo sua taxa de desemprego incessantemente nos anos seguintes. A desigualdade passou a ser parte das preocupações do Fed a partir da gestão de Yellen --antes, o órgão não incluia essa questão entre as suas tarefas. Veja os vídeos mais assistidos do G1 Veja Mais

YouTube suspende canal de Donald Trump por mais uma semana

G1 Economia Plataforma estendeu por mais 7 dias a atividade do presidente americano. Desde 12 de janeiro, ele não pode enviar novos vídeos e fazer transmissões ao vivo por ter violado políticas de incitação à violência. O presidente dos EUA, Donald Trump Erin Scott/Reuters/Arquivo O YouTube disse nesta terça-feira (19) que estendeu a suspensão do canal de Donald Trump por mais sete dias, de acordo com informações da Reuters. Em 12 de janeiro, a plataforma da Alphabet, dona do Google, tirou a página do ar por violar as políticas de incitação à violência após o ataque ao Capitólio dos Estados Unidos por partidários do presidente. O canal de Trump fica impedido de enviar novos vídeos ou fazer transmissões ao vivo por no mínimo mais uma semana. A empresa também desativou indefinidamente os comentários nos vídeos do canal. Nesta terça, o YouTube disse que estava estendendo a suspensão por "preocupações sobre o potencial contínuo de violência". A posse de Joe Biden como novo presidente dos Estados Unidos está marcada para esta quarta-feira (20). O democrata, inclusive, já está em Washington. Na véspera de deixar o cargo, Trump fez um discurso transmitido pelo YouTube da Casa Branca. "Agora que eu me preparo para entregar o cargo a um novo governo, eu quero que saibam que o movimento que criamos está apenas começando", afirmou. Trump banido das redes As plataformas online e as empresas de mídia social têm tomado medidas contra aqueles que encorajaram ou se envolveram na violência em Washington no último dia 6 de janeiro. O Twitter, por exemplo, já baniu a conta do presidente americano permanentemente. Já o Facebook e Instagram suspenderam as contas de Trump até a posse de Joe Biden, marcada para o dia 20 de janeiro. A suspensão ocorreu após comentários que ele fez em uma entrevista coletiva, que foi transmitida na plataforma na semana passada. A ação do Youtube contra o presidente ocorreu depois que grupos de direitos civis dos EUA disseram à Reuters que estavam prontos para organizar um boicote publicitário contra a empresa se ela não suspendesse o canal de Trump. VÍDEOS: manifestantes pró-Trump invadem Congresso dos EUA Veja Mais

MP do Contribuinte Legal: em um ano, governo negocia R$ 81,9 bilhões mas só arrecada R$ 1,7 bi

G1 Economia Negociação dos acordos começou em dezembro de 2019. Valor arrecadado no ano passado ficou abaixo da estimativa do Ministério da Economia, que previa retorno de R$ 5,5 bilhões em 2020. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional negociou, entre dezembro de 2019 e o fim de 2020, o pagamento de R$ 81,9 bilhões em acordos de transação ligados à dívida ativa da União. Do valor negociado, no entanto, só R$ 1,7 bilhão foi pago até o mês passado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (18) pelo Ministério da Economia e ficam abaixo da previsão de arrecadação feita pela pasta na regulamentação dos acordos. Na época, o governo estimou que arrecadaria R$ 5,5 bilhões com a renegociação em 2020. Segundo o Ministério da Economia, de dezembro de 2019 a janeiro de 2021, foram efetivados 268.215 acordos de transação, o que permitiu que 819.194 inscrições na dívida ativa da União fossem regularizadas. Os acordos de transações tributárias foram regulamentados pela medida provisória 899, de outubro de 2019, que ficou conhecida como “MP do Contribuinte Legal”. A medida, que foi transformada em lei em 2020, trazia regras para incentivar acordos entre a União e seus devedores. No caso de cobrança da dívida ativa, a lei permite descontos de até 50% sobre o total do débito, percentual que poderá chegar a 70% para pessoa física e micro ou pequena empresa. Com a regulamentação da transação tributária o governo pretendia receber ao menos parte de uma dívida trilionária. A negociação também visa reduzir o número de processos no âmbito administrativo e judicial. Veja Mais

Demanda por crédito nos pequenos negócios dobrou em 2020, diz Sebrae

G1 Economia Segundo pesquisa da instituição, nos últimos seis meses do ano, a proporção de empresários que procuraram um novo empréstimo passou de 18% para 38%. No entanto, o aumento não foi acompanhando pelo crescimento do número de pequenos negócios tomadores de crédito. A proporção de pequenos negócios que tentaram um novo empréstimo nos bancos passou de 18% para 38% nos últimos seis meses de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) divulgada nesta terça-feira (19). Alternativas ao crédito: especialistas dão dicas para pequenas e médias empresas Em meio à pandemia, concessões de crédito somam R$ 3,4 trilhões entre março e dezembro, diz Febraban No segundo trimestre do ano, durante a fase mais difícil da pandemia do coronavírus, o volume de crédito concedido pelos bancos aumentou em 35%, comparado ao mesmo período de 2019, passando de R$ 65 bilhões para R$ 87 bilhões. No entanto, o aumento no total de financiamentos concedidos não foi acompanhando pelo crescimento do número de pequenos negócios tomadores de crédito. “Não houve um aumento no número total de pequenos negócios tomadores de crédito, mas houve um crescimento considerável no volume de crédito e um recorde de 79% na proporção de empréstimos tomados como Pessoa Jurídica. Sob influência da pandemia houve, por um lado, uma mobilização do governo para oferecer programas de crédito emergenciais e, por outro, a necessidade de crédito por parte dos empresários diante de crise profunda”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Entre os pequenos negócios, a expansão do volume do crédito ficou concentrada nas Empresas de Pequeno Porte (EPP), que receberam 83% das novas concessões, seguidas das microempresas com 12% e dos microempreendedores individuais (MEI) com 5%. Já o número total de pequenos negócios tomadores de empréstimo bancário cresceu apenas 1%. “Os dados indicam que, neste contexto, as empresas que conseguiram crédito já possuíam um relacionamento bancário e foram favorecidas por uma boa organização financeira”, afirma Melles. Dificuldades continuam O levantamento do Sebrae aponta que, apesar dos obstáculos históricos para o acesso ao financiamento, o ano de 2020 apresentou uma queda no nível de dificuldade na obtenção de empréstimos bancários, segundo avaliação dos próprios empresários. Em 2019, 69% dos pequenos negócios encontraram dificuldade. Essa porcentagem caiu para 63% em 2020. A demanda por um novo empréstimo mais que dobrou em bancos por parte de donos de empreendimentos de pequeno porte. Enquanto em 2019, 18% dos empresários tentou obter um crédito, em 2020 esse percentual foi de 38%. Os recursos foram utilizados principalmente para capital de giro, de acordo com o Sebrae. Entre os novos empréstimos ou financiamentos tomados, 55% foram feitos por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), lançado pelo Governo Federal para atender aos fortes impactos da crise. Governo confirmou em outubro terceira fase de crédito para micro e pequenas empresas Os relatos de dificuldades dos empresários junto aos bancos também caíram expressivamente, principalmente sobre as taxas de juros - de 44% para 18% - e exigência de garantias - de 20% para 11%. De acordo com o estudo, essa queda é reflexo do Pronampe e da disponibilização de novas linhas de crédito com garantias do Sebrae, via Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), entre outros fundos garantidores. Mesmo com uma melhora no cenário de crédito bancário, o Sebrae destaca que um dos principais desafios para 2021 ainda é a redução da burocracia, considerada um fator importante para facilitar a aquisição de empréstimo. Pequenas empresas estão recuperando empregos perdidos, diz Sebrae O trabalho mostra ainda que as demais formas de financiamento não bancários, comuns entre os pequenos negócios, como negociar prazo com fornecedores, passar cheque pré-datado e usar recursos de amigos e parentes, também foram bem menos utilizados em 2020, se comparado a todos os demais anos em que a pesquisa foi realizada. Confira outras informações da pesquisa: Em 2020, apesar de uma forte contração das fontes de financiamento além dos bancos, aumentou a proporção de pequenos negócios que utilizam recursos de bancos oficiais - de 8% para 13%; O número total de pequenos negócios tomadores de crédito passou de 5,8 milhões no segundo trimestre de 2019 para 5,9 milhões no mesmo período de 2020. 2020 registrou a maior proporção (79%) de pequenos negócios que pegaram empréstimos em bancos como PJ desde a criação do estudo, em 2019. Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil lideram o ranking dos bancos mais procurados pelos pequenos negócios, mas as instituições financeiras não tradicionais, como o Sicoob, Banpará e Sicredi, são mais bem avaliadas em termos de satisfação. Enquanto a demanda por capital de giro aumentou nos últimos seis meses, as demais tiveram queda, como por exemplo, empréstimo para reforma ou ampliação do negócio e compra de máquinas e equipamentos. Conheça empreendedores que estão superando a crise Veja Mais

IMC é notificada por KFC por descumprimento de contrato

G1 Economia Companhia brasileira considera abrir um procedimento arbitral contra a rede americana. Com a Pizza Hut, outra rede de lanchonetes cujas lojas brasileiras são administradas pelo grupo, a IMC conseguiu acordo. A International Meal Company (IMC) foi notificada pela rede de lanchonetes americana KFC por descumprimento de contrato, especificamente em relação às metas e ao prazo de abertura de lojas, afetados, segundo a companhia, pelo cenário de pandemia. A IMC, que é a master franqueda da KFC no Brasil, diz que não chegou a um acordo com a companhia dos Estados Unidos, havendo divergências quanto à aplicação de penalidades e à revisão dos prazos e metas, e que considera abrir um procedimento arbitral contra a KFC para resolver o caso. A empresa brasileira chegou a apresentar no foro da capital de São Paulo um pedido liminar para manter o contrato em vigor enquanto a questão não fosse resolvida, mas o pedido foi negado hoje. Segundo o entendimento da IMC, a denúncia da KFC não afeta o direito de manter as lojas abertas no país e nem mesmo a possibilidade de abrir novas unidades da rede. Com a Pizza Hut, outra rede de lanchonetes cujas lojas brasileiras são administradas pela IMC, a companhia brasileira conseguiu acordo. Os termos do contrato original foram revisados e o prazo para inauguração de unidades foi expandido, diz a IMC em comunicado. Vídeos: veja as últimas notícias de economia Veja Mais

Lojas dos shoppings de Mogi e Suzano reúnem mais de 20 de emprego nesta terça; veja lista

G1 Economia Interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. Shopping de Suzano tem 14 vagas de emprego Willian Ruiz/TV Diário As lojas dos shoppings de Mogi das Cruzes e Suzano reúnem 22 oportunidades de emprego nesta terça-feira (19). Os candidatos devem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. As oportunidades são para as funções de vendedor, coordenador, operador de caixa, gerente, ajudante de cozinha, atendente, chapeiro, consultor de vendas, professor de ginástica e assistente administrativo PCD. Oportunidades em Mogi das Cruzes Vagas de emprego no shopping de Mogi das Cruzes O Mogi Shopping fica na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001 e funciona das 10h às 22h. Para mais informações o telefone é 4798-8800. Oportunidades em Suzano Vagas de emprego no shopping de Suzano As vagas também estão disponíveis no site. O Suzano Shopping fica na Rua Sete de Setembro, 555 e funciona das 11h às 21h. Para mais informações o telefone é 2500-7940. Assista a mais notícias Veja Mais

Preço do aluguel tem alta de 2,48% em 2020, diz FipeZap

G1 Economia Indicador teve alta de 0,43% em dezembro, novamente abaixo da inflação registrada por IPCA e IGP-M. Goiânia teve o maior aumento do preço médio no mês, de 1,17% Fernanda Carvalho/Fotos Públicas msmosicO O oooiO nooo O preço médio dos novos alugueis residenciais teve alta de 2,48% em 2020, segundo o Índice FipeZap. O indicador foi divulgado nesta terça-feira (19), e fecha o último mês do ano, de dezembro, com valorização de 0,43%. No resultado anterior, o valor de locação subiu 0,03%, interrompendo uma sequência de 5 meses de queda. Mesmo acelerando em dezembro, a alta novamente foi menor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo IBGE, e que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), da FGV. No ano, a alta nos de preços de aluguel só venceram o IPCA em 5 das 11 capitais monitoradas. Goiânia lidera o índice, com valorização acumulada de 8,87% em 2020. As outras quatro são Belo Horizonte (6,24%), Recife (5%), Salvador (4,96%) e Brasília (4,91%). A menor valorização anual foi em Fortaleza (0,26%). Em seguida, estão Rio de Janeiro (0,7%), Florianópolis (0,82%), São Paulo (1,14%) e Porto Alegre (1,27%). Curitiba foi a única cidade que teve desvalorização de preços de aluguel no ano: -0,37%. Variação do preço de locação de imóveis residenciais no Índice FipeZap G1 Economia Preço médio Em relação ao mês anterior, o preço médio do aluguel residencial em dezembro subiu, ficando em R$ 30,46/m². Entre as 11 capitais monitoradas, São Paulo permaneceu com o maior valor (R$ 40,06/m²), seguida de Brasília (R$ 32,16/m²), Recife (R$ 31,50/m²) e Rio de Janeiro (R$ 30,74/m²). O menor preço médio ficou em Fortaleza, R$ 17,34/m²). Inquilinos brasileiros começam o ano negociando o valor do aluguel Rentabilidade Para quem investe em imóveis, o melhor negócio está em Recife. A rentabilidade foi de 0,50% ao mês. Em seguida, vêm Salvador (0,44% a.m.), São Paulo (0,43% a.m.) e Porto Alegre (0,41% a.m.). A pior rentabilidade está em Fortaleza, com 0,29% ao mês. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 0,32% a.m. A média do FipeZap foi de 0,39% ao mês entre as capitais. VÍDEOS: veja as últimas notícias de economia Veja Mais

Ministros da zona do euro prometem apoio fiscal contínuo no enfrentamento ao coronavírus

G1 Economia Autoridades da região alertaram que a pandemia está piorando os desequilíbrios econômicos do bloco. Os ministros das Finanças da zona do euro reiteraram nesta segunda-feira (18) apoio fiscal contínuo para suas economias e discutiram o desenho de planos de recuperação pós-pandemia, enquanto a Comissão Europeia alertou que a crise da Covid-19 está piorando os desequilíbrios econômicos do bloco. Presidente do Eurogrupo, Paschal Donohoe Reuters "Nossa discussão de hoje reconfirmou o consenso muito forte sobre a necessidade de manter uma posição orçamentária de apoio", disse o presidente do Eurogrupo - que reúne os ministros das Finanças do bloco -, Paschal Donohoe, em entrevista coletiva após a reunião. "Os ministros também enfatizaram a importância de coordenar nossos esforços a nível da zona do euro e o fato central de que podemos realizar mais coletivamente do que individualmente." Em uma nota preparada aos ministros, a Comissão informou que a pandemia estava pressionando países, já altamente endividados, a assumirem mais dívidas e aumentando os problemas em áreas como competitividade e emprego. Essas divergências entre as economias que compartilham a mesma moeda aumentam o risco de crises e tornam a política monetária única do Banco Central Europeu (BCE) menos eficaz. Para evitar isso, a UE concordou com um pacote de recuperação de 750 bilhões de euros, a ser emprestado e reembolsado em conjunto, que financiará reformas e investimentos em cada um dos 27 países-membros da UE para impulsionar o potencial de crescimento, evitando o aumento da dívida. "Teremos de prestar muita atenção aos desequilíbrios decorrentes do impacto social da crise, que ainda não foram totalmente sentidos. Devemos evitar um agravamento das já preocupantes desigualdades dentro das nossas comunidades e entre os nossos países", afirmou Paolo Gentiloni, comissário europeu para Assuntos Econômicos e Financeiros. Antes de conseguirem obter os recursos do pacote de recuperação, os governos da UE devem traçar planos para gastá-lo sob a orientação da Comissão. Os planos têm de cumprir os requisitos da UE de tornar as economias mais verdes, mais digitalizadas, melhorar a resistência a crises e impulsionar o crescimento potencial. Eles também precisam levar em conta as recomendações individuais de cada país, emitidas pela Comissão no ano passado. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Ambev fecha acordo com startup FNM e Agrale para produção de mil veículos elétricos

G1 Economia Veículos vão para transportadoras que prestam serviços de distribuição para a cervejaria, somando-se a cerca de 1.600 outros elétricos que estão sendo produzidos em Resende (RJ) pela Volkswagen. Cervejaria Ambev Divulgação A Ambev fechou parceria com a startup brasileira FNM e com a montadora nacional Agrale para produção de mil veículos elétricos incluindo caminhões e vans, como parte dos planos da fabricante de bebidas de ter metade de sua frota rodando com energia limpa até 2023. O valor do investimento não foi revelado, com a Ambev afirmando apenas que o projeto é "viável economicamente devido ao menor custo de energia e manutenção". Com cerca de 5.300 caminhões, a Ambev tem uma das maiores frotas dedicadas do país. E é com a conversão dessa estrutura que a companhia planeja reduzir em 25% a emissão de CO2 em toda sua cadeia até 2025. Os veículos da parceria vão para transportadoras que prestam serviços de distribuição para a cervejaria, somando-se a cerca de 1.600 outros elétricos que estão sendo produzidos em Resende (RJ) pela Volkswagen Caminhões e Ônibus, dos quais 100 devem começam a rodar já este ano. Segundo a Ambev, comparado aos 5.300 caminhões da frota atual, cada caminhão elétrico da FNM/Agrale permitirá reduzir a emissão de CO2 em 126 mil quilos por ano. O veículo piloto fará rotas de entrega de bebidas no Rio de Janeiro, com autonomia de até 100 quilômetros por dia. A nova parceria envolve a startup de soluções de logística FNM (Fábrica Nacional de Mobilidades), conhecida como FêNêMê, que participou de um programa de aceleração da Ambev, em 2019. Por meio da FNM, os caminhões terão um sistema anti-colisão com inteligência artificial e câmeras integradas. O reabastecimento será feito em pontos de recarga em centros de distribuição da Ambev, que usam energia solar. "As parcerias resultaram em um veículo com tecnologias de ponta que agora poderá ser exportado para outros países e outras empresas", afirmou à Reuters Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev. O anúncio significa um reforço na produção nacional de veículos elétricos, segmento para o qual montadoras do mundo inteiro estão migrando rapidamente, o que pode ser um vetor para a Agrale, que produz tratores, caminhões, chassis para ônibus, utilitários, motocicletas, vans, motores e geradores.  Os veículos terão motores da europeia Danfoss, baterias da norte-americana Octillion e baús Randon. A Danfoss Editron e a Octillion estudam instalar fábricas no Brasil, disse a Ambev. Na semana passada, a Reuters publicou que o Mercado Livre, maior portal de comércio eletrônico da América Latina, vai começar a oferecer aos entregadores no Brasil financiamento para compra de veículos elétricos. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Preços do petróleo fecham quase estáveis após aumento inesperado em estoques dos EUA

G1 Economia Estoques de petróleo aumentaram em 2,6 milhões de barris na semana passada. Os preços do petróleo terminaram esta quinta-feira (21) praticamente estáveis, depois que dados do setor mostraram aumento inesperado nos estoques da commodity nos Estados Unidos, reacendendo preocupações relacionadas à demanda por combustíveis em meio à pandemia, mas esperanças de novos estímulos norte-americanos deram suporte ao mercado. Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 0,02 dólar, a US$ 56,10 por barril, enquanto o petróleo dos EUA (WTI) recuou 0,18 dólar, para US$ 53,13 o barril. Campo de exploração de petróleo no RN Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação Ambos os contratos de referência haviam avançado nos dois dias anteriores, apoiados por expectativas de gastos massivos em alívio à pandemia de Covid-19 nos EUA, com o novo governo do presidente Joe Biden. Na noite de quarta-feira, porém, dados do setor mostraram que os estoques de petróleo norte-americanos aumentaram em 2,6 milhões de barris na semana passada, enquanto analistas ouvidos pela Reuters esperavam queda de 1,2 milhão de barris. A divulgação dos números oficiais sobre os estoques da commodity no país foi adiada em dois dias, para sexta-feira, por causa do feriado de Martin Luther King Jr. e da posse de Biden. "Estamos em compasso de espera até recebermos o relatório de estoques", disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago. "O mercado está aguardando para ver o que acontece com os estoques amanhã e com os estímulos mais para frente." Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Tereos abre 600 vagas de emprego na região de Ribeirão Preto; veja a lista

G1 Economia Analista de laboratório, tratorista e mecânico estão entre as oportunidades para as unidades de Colina (SP), Guaíra (SP) e Pitangueiras (SP). Profissionais vão atuar na safra 2021/2022. Tereos abre vagas em unidades de Colina (SP), Guaíra (SP) e Pitangueiras (SP). Divulgação A Tereos Açúcar & Energia Brasil, subsidiária do grupo Tereos, está com 600 vagas de emprego abertas nas unidades industriais de Colina (SP), Guaíra (SP) e Pitangueiras (SP) para a safra 2021/2022. Os interessados devem enviar currículo até 15 de fevereiro para o e-mail recrutamento.saojose.br@tereos.com. Os candidatos devem morar em Colina, Barretos, Guaíra, Jaborandi, Pitangueiras, no distrito de Ibitiuva e Bebedouro ou ter disponibilidade de mudança para essas localidades. A empresa busca profissionais para as seguintes funções: Área industrial analista de laboratório operador de extração operador de utilidades operador de produção de açúcar mecânico industrial Área agrícola tratorista motorista operador de colhedor mecânico eletricista Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Veja Mais

Conab vê queda de até 30,5% na safra de café do Brasil em 2021

G1 Economia Volume deve ficar entre 43,85 milhões e 49,58 milhões de sacas de 60 quilos no ano. Relatório da estatal atribui o desempenho a "problemas climáticos" e à bienalidade negativa da variedade arábica. Conab vê queda de até 30,5% na safra de café do Brasil em 2021 Divulgação A safra de café do Brasil em 2021 deve ficar entre 43,85 milhões e 49,58 milhões de sacas de 60 quilos, o que representaria queda de entre 21,4% e 30,5% na comparação com o ano passado, projetou a estatal Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em seu primeiro levantamento sobre a temporada. A produção de café arábica foi estimada entre 29,7 milhões e 33 milhões de sacas, com recuo de entre 32,4% e 39% frente ao ano anterior. Entenda como o novo governo Biden pode impactar o agronegócio brasileiro Já a safra de café robusta foi projetada no intervalo entre 14,13 milhões de sacas e 16,6 milhões de sacas, o que poderia representar desde uma redução de 1,2% até aumento de 16% na comparação anual, de acordo com a Conab. O recuo na produção deve vir apesar de um aumento de 1,2% na área total cultivada com café no Brasil neste ano, para 2,18 milhões de hectares, segundo relatório da estatal, que atribui o desempenho a "problemas climáticos" e à bienalidade negativa da variedade arábica. A área com café arábica deve avançar 1,1%, para 1,77 milhão de hectares, enquanto para robusta é estimada alta de 2%, para 409,6 mil hectares. "Ao contrário da área em produção que é a menor dos últimos 20 anos, a área em formação é a maior desse período, reflexo da grave seca que assolou os cafezais e induziu os produtores a aproveitar o ano de bienalidade negativa e destinar uma maior área para realizar tratos culturais nos cafezais", acrescentou a Conab. Assista vídeos sobre Agronegócios no G1 Veja Mais

Twitter suspende conta do novo Congresso da Venezuela

G1 Economia Empresa diz que o perfil @LaNuevaAsamblea violou regras da plataforma. O Twitter suspendeu na última terça-feira (19) uma conta ligada ao novo Congresso Nacional da Venezuela, a @LaNuevaAsamblea. A plataforma diz que houve violação a suas regras, mas não detalhou quais foram os motivos. Twitter suspende conta @LaNuevaAsamblea, ligada ao parlamento venezuelano Reprodução/Twitter A suspensão aconteceu duas semanas depois de Luis Parra, deputado pró governo de Nicolás Maduro, ser eleito o novo chefe do Congresso. A oposição, liderada pelo autodeclarado presidente Juan Guaidó, acusa a votação de ser um "golpe no parlamento". Em comunicado enviado ao G1, o Twitter afirmou que "tem regras que determinam os conteúdos e comportamentos permitidos na plataforma, e violações a essas regras estão sujeitas às medidas cabíveis", sem detalhar quais diretrizes foram desrespeitadas. A conta @AsambleaVE, controlada pela oposição, continua ativa e tem o selo de verificação da rede social. Esse perfil representa eleitos em 2015 – considerada as últimas eleições democráticas do país pela maior parte da comunidade internacional. Eleições na Venezuela Em dezembro passado, a Venezuela passou por eleição legislativa que sofreu um boicote da oposição de Nicolás Maduro. O pleito teve abstenção de 69% dos eleitores, segundo agências de notícias. A coalizão chavista, formada pelo PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) e seus aliados, recebeu 68% dos votos e obteve a maioria dos 227 assentos do parlamento. SAIBA MAIS: Partido de Maduro vence eleições na Venezuela com alta abstenção e boicote da oposição A maior parte da oposição, que é liderada por Guaidó, não participou dessas eleições, alegando que haveria fraudes. Pelo menos 18 países não reconheceram os resultados – incluindo o Brasil e os Estados Unidos. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

BCE mantém juros e programa de compra de ativos inalterados, como esperado

G1 Economia Conselho já havia aprofundado medidas de estímulos em dezembro. Banco Central Europeu projeta um crescimento do PIB de 3,9% em 2021 na zona do euro. Nota de 100 euros Yara Nardi/Reuters O Banco Central Europeu (BCE) manteve, sem surpresa, suas políticas inalteradas na reunião desta quinta-feira (21) A taxa de depósito ficou em -0,50%, a de refinanciamento em zero e a empréstimos em +0,25% ao ano. O ritmo de compras de ativos manteve-se em 20 bilhões de euros por mês, reforçando o compromisso da autoridade com compras líquidas e reinvestimento do principal, e o volume do Programa de Emergência Pandêmica (PEPP) em 1,85 trilhão de euros (US$ 2,240 trilhões). A falta de surpresa vem do fato de que em dezembro o Conselho do BCE já havia aprofundado as medidas de estímulos, como o aumento em 500 bilhões do PEPP até março de 2022, o que significa que continuará a absorver a maior parte da dívida emitida pelos países da zona do euro neste ano. Houve também a extensão do Programa de Refinancimento de Longo Prazo aos Bancos (TLTRO), com mais três leilões até junho de 2022. A expectativa fica agora concentrada na entrevista coletiva que a presidente do BCE, Christine Lagarde, concederá ainda nesta quinta. Lagarde indicou na semana passada que, embora a previsão do BCE divulgada em dezembro de um crescimento do PIB de 3,9% este ano seja “muito claramente plausível”, os riscos aumentariam se os bloqueios nas economias permanecerem em vigor após março - algo que parece cada vez mais provável dados os últimos dados extremamente preocupantes da pandemia no continente. O BCE, neste cenário, já reconheceu que não espera atingir sua meta de inflação de quase 2% pelo menos nos próximos três anos. Vídeos: veja mais notícias de economia Veja Mais

Dólar cai a R$ 5,25 após Copom e de olho em estímulos nos EUA

G1 Economia Na quarta-feira, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,61%, a R$ 5,3128. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em queda nesta quinta-feira (21), em meio à fraqueza generalizada da divisa norte-americana no mundo por esperanças de um grande plano de estímulo nos Estados Unidos e com o mercado digerindo a sinalização de política monetária do Banco Central do Brasil após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter mantido a taxa básica de juros em 2% ao ano, como o esperado. Às 10h30, a moeda norte-americana caía 1,01%, a R$ 5,2591. Na mínima até o momento recuou a R$ 5,5320. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em queda de 0,61%, a R$ 5,3128. No mês e no ano, passou a acumular avanço de 2,42%. Joe Biden chega à Casa Branca desfazendo medidas de Donald Trump Cenário global e local No exterior, republicanos do Congresso dos EUA indicaram que estão dispostos a trabalhar com o novo presidente Joe Biden na prioridade de seu governo, um plano de estímulo fiscal de US$ 1,9 trilhão, mas alguns se opõe ao valor. Os investidores aguardam nesta quinta a decisão de política monetária do Banco Central Europeu em busca de pistas sobre a saúde econômica da zona do euro. Já os preços do petróleo recuavam, após dados da indústria terem mostrado um inesperado aumento nos estoques de petróleo nos Estados Unidos. Retorno dos EUA ao Acordo de Paris e OMS estão entre primeiros atos de Joe Biden Especialistas dizem como o novo governo Biden pode impactar o agronegócio brasileiro No Brasil, o Banco Central manteve a taxa básica de juros inalterada em 2% ano ano, a mínima histórica, e anunciou o fim do chamado "forward guidance", a orientação futura que indica a manutenção dos juros respeitando certas condições, o que na leitura do mercado aponta que o BC deixou a "porta aberta" para uma alta na taxa de juros nos próximos meses. Banco Central se mostra mais preocupado com a inflação, dizem analistas Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas ainda para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. O mercado tem monitorado com atenção também a campanha por eleição na Câmara e no Senado para calcular riscos de nova pressão por mais gastos, que também podem vir de dentro do próprio governo. Histórico da variação do dólar G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia s Veja Mais

BC do Japão melhora perspectiva de crescimento para próximo ano e mantém taxas de juros

G1 Economia Banco do Japão elevou previsão de crescimento para o próximo ano fiscal de 3,6% para 3,9%. Exportações do Japão têm em dezembro primeira alta anual em dois anos. O banco central do Japão deixou inalterada sua política monetária nesta quinta-feira (21) e melhorou a projeção econômica para o próximo ano fiscal, mas alertou para os crescentes riscos às perspectivas uma vez que as medidas de emergência contra o coronavírus ameaçam a frágil recuperação. O presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, disse que a diretoria também discutiu a revisão de suas ferramentas de política monetária a ser feita em março, embora tenha dado poucas indicações sobre qual será o resultado. "Nossa revisão não irá focar apenas em lidar com os efeitos colaterais de nossa política. Precisamos torná-la mais eficaz e ágil", disse Kuroda em entrevista á imprensa. Como esperado, o banco central manteve suas metas sob o controle da curva de rendimentos em -0,1% para os juros de curto prazo e em torno de 0% para os rendimentos dos títulos de 10 anos. Em novas projeções trimestrais, o Banco do Japão melhorou a previsão de crescimento para o próximo ano fiscal a uma expansão de 3,9% ante 3,6% há três meses, com base nas esperanças de que o enorme pacote de gastos do governo vai aliviar o impacto da pandemia. No Japão, o ano fiscal usado pelo governo e empresas para fazer o registro contábil começa em abril. Mas ofereceu uma visão mais desanimadora sobre o consumo, alertando que os gastos com serviços continuarão sob "forte pressão de baixa" devido ao novo estado de emergência adotado este mês. "A economia do Japão está acelerando como tendência", disse o banco central no relatório. Embora Kuroda tenha reiterado a prontidão do banco para aumentar o estímulo, ele mostrou esperanças de que as exportações robustas e a distribuição esperada das vacinas melhorem as perspectivas para a recuperação. "Não acho que o risco de o Japão cair de volta em deflação seja alto", disse ele, sinalizando que o banco central ofereceu estímulo suficiente por enquanto para aliviar o impacto da Covid-19. Muitos analistas esperavam que o Banco do Japão optasse pela manutenção da política monetária antes da revisão em março, que busca tornar suas ferramentas sustentáveis. Primeiro-ministro do Japão diz que manterá pandemia sob controle para realizar Olimpíadas Exportações do Japão têm em dezembro primeira alta anual em dois anos As exportações do Japão aumentaram pela primeira vez em dois anos em dezembro diante dos embarques para a China, mostraram dados do governo, oferecendo alguma esperança para as autoridades que contam com a recuperação liderada pelas exportações em meio ao ressurgimento do coronavírus. Dados do Ministério das Finanças nesta quinta-feira mostraram que as exportações do Japão aumentaram 2,0% em dezembro na comparação com o ano anterior, contra expectativa de 2,4% em pesquisa da Reuters e após recuo de 4,2% no mês anterior. Esse foi o primeiro aumento anual desde novembro de 2018. Entretanto, em um sinal de preocupação, as exportações de carros caíram 4,2% no ano até dezembro, com os embarques para a União Europeia despencando 32,2%. A queda acontece no momento em que montadoras como Toyota Motor Corp e Nissan Motor Co Ltd devem cortar a produção de veículos neste mês devido à falta de semicondutores, conforme a demanda se recupera da crise do coronavírus. Para todo o ano de 2020, as exportações de carros do Japão caíram 20%, maior queda desde que os embarques caíram em mais da metade durante a crise financeira global de 2009. Essa foi a principal influência para a queda de 11,1% das exportações no ano, mostraram os dados. As importações caíram 11,6% no ano até dezembro, em linha com a expectativa, levando a um superávit comercial de 751 bilhões de ienes (7,25 bilhões de dólares). Vídeos: veja mais notícias de economia Veja Mais

INSS: o que muda nas regras para pedir aposentadoria e pensão em 2021

G1 Economia Principais mudanças são nas regras de transição, que permitem que os segurados que contribuem ao INSS se aposentem antes da idade mínima estabelecida pela reforma da Previdência, e também nas idades para recebimento da pensão por morte. A reforma da previdência completou um ano em novembro de 2019 e trouxe uma série de mudanças para o brasileiro conseguir a aposentadoria. Entre elas, há as regras de transição que terão mudanças em 2021. Além disso, portaria divulgada no final de dezembro do ano passado aumentou as faixas etárias de beneficiários para recebimento da pensão por morte. Saiba o que muda com a reforma da Previdência Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 5,45%; teto sobe para R$ 6.433 Contribuição ao INSS muda em fevereiro: saiba quanto você vai pagar As regras transitórias para aposentadoria são uma espécie de "meio termo" para os segurados que já estavam contribuindo ao INSS antes da reforma, mas que ainda não concluíram os requisitos para dar entrada na aposentadoria. O objetivo é permitir que os atuais trabalhadores se aposentem antes da idade mínima estabelecida pela reforma (65 anos para homens e 62 anos para mulheres). E o segurado poderá sempre optar pela forma mais vantajosa. Se o segurado já cumpria os requisitos para se aposentar antes de 13 de novembro de 2019 e ainda não pediu o benefício, ou pediu em data posterior, terá o direito respeitado no momento em que o INSS conceder a sua aposentadoria - e ficam valendo as regras de antes da reforma. O advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, João Badari, alerta que é fundamental que o segurado fique atento às principais mudanças que irão ocorrer neste ano e realize um planejamento adequado. Veja o que muda na pensão por morte e nas regras de transição para aposentadoria em 2021, de acordo com Badari: Pensão por morte O governo estabeleceu no final do ano passado nova regra para a pensão por morte, que acrescentou um ano em cada faixa etária para o recebimento do benefício por cônjuges e companheiros. A regra vale para óbitos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2021, de acordo com as seguintes faixas etárias: se tiver menos de 22 anos de idade, a pensão será paga por 3 anos; se tiver entre 22 e 27 anos de idade, a pensão será paga por 6 anos; se tiver entre 28 e 30 anos de idade, a pensão será paga por 10 anos; se tiver entre 31 e 41 anos de idade, a pensão será paga por 15 anos; se tiver entre 42 e 44 anos de idade, a pensão será paga por 20 anos; se tiver 45 anos ou mais, a pensão será vitalícia. Para óbitos ocorridos até 31 de dezembro de 2020, continuam valendo as regras anteriores, mesmo que o pedido da pensão por morte seja feito neste ano. Se o segurado faleceu em dezembro de 2020, e sua esposa tinha 44 anos, por exemplo, o pagamento da pensão será vitalício. Se o óbito ocorrer em janeiro de 2021, a pensão só será vitalícia se a esposa tiver 45 anos na data do falecimento do seu marido. Se tiver 44 anos, receberá o benefício por 20 anos. Para ter direito é preciso que o segurado tenha contribuído por 18 meses antes do óbito e pelo menos dois anos após o início do casamento ou da união estável. Transição por sistema de pontos Pelo chamado sistema de pontos, o trabalhador deverá alcançar uma pontuação que resulta da soma de sua idade mais o tempo de contribuição. O número está em 87 para as mulheres e 97 para os homens, respeitando o tempo mínimo de contribuição (35 anos para homens e 30 anos para mulheres). A transição prevê um aumento de 1 ponto a cada ano, chegando a 100 para mulheres (em 2033) e 105 para os homens (em 2028). Em 2021, o número passará para 88 pontos para mulheres e 98 pontos para os homens. Por exemplo, se em 2020 uma mulher com 57 anos de idade e 30 de contribuição poderia se aposentar, em 2021 será preciso ter, no mínimo, 58 anos de idade e 30 de contribuição (poderá dar entrada também com 57 anos e 6 meses de idade e 30 anos e 6 meses de contribuição, ou 57 anos de idade e 31 de contribuição.) A regra tende a beneficiar quem começou a trabalhar mais cedo. É aplicável para qualquer pessoa que já está no mercado de trabalho e é a que atinge o maior número de trabalhadores. O valor da aposentadoria seguirá a regra de 60% do valor do benefício integral por 15 anos de contribuição para mulheres e 20 para os homens, crescendo 2% a cada ano a mais. O percentual poderá passar de 100% do salário médio de contribuição, mas o valor é limitado ao teto do INSS (atualmente em R$ 6.101,06). Transição por tempo de contribuição + idade mínima Nessa regra, a idade mínima começa em 56 anos para mulheres e 61 para os homens, subindo meio ponto a cada ano até que a idade de 65 (homens) e 62 (mulheres) seja atingida. Em 12 anos acaba a transição para as mulheres e em 8 anos para os homens. Nesse modelo, também é exigido um tempo mínimo de contribuição: 30 anos para mulheres e 35 para homens. Em 2021, as mulheres precisarão ter 57 anos e os homens, 62 anos, com o mínimo de 35 anos de contribuição para os homens e 30 para as mulheres. A remuneração será calculada a partir da média de todos os salários de contribuição, com a aplicação da regra de 60% do valor do benefício integral por 15/20 anos de contribuição, crescendo 2% a cada ano a mais. O percentual poderá passar de 100% do salário médio de contribuição, mas o valor é limitado ao teto do INSS (atualmente em R$ 6.101,06). Transição por idade Nessa regra, para os homens, a idade mínima continua sendo de 65 anos. Para as mulheres começa em 60 anos. Mas, desde 2020, a idade mínima de aposentadoria da mulher é acrescida de seis meses a cada ano, até chegar a 62 anos em 2023. O tempo mínimo de contribuição exigido é de 15 anos para ambos os sexos. Portanto, a mudança nessa regra de transição é só para as mulheres, que terão que completar 61 anos em 2021. A remuneração será calculada a partir da média de todos os salários de contribuição, com a aplicação da regra de 60% do valor do benefício integral por 15/20 anos de contribuição, crescendo 2% a cada ano a mais. O percentual poderá passar de 100% do salário médio de contribuição, mas o valor é limitado ao teto do INSS (atualmente em R$ 6.101,06). Transição com pedágio de 50% Nessa regra, quem estava a, no máximo, 2 anos de cumprir o tempo mínimo de contribuição (35 anos para homens e 30 anos para mulheres) na data da aprovação da reforma, poderá se aposentar sem a idade mínima, mas vai pagar um pedágio de 50% do tempo que falta. Por exemplo, quem estiver a um ano da aposentadoria deverá trabalhar mais seis meses, totalizando um ano e meio. Neste caso nada muda. Isso porque o segurado continuará tendo que cumprir os 50% de pedágio. Porém, nesta regra incide o fator previdenciário - fórmula matemática que envolve três fatores: idade no momento da aposentadoria, tempo de contribuição e a expectativa de sobrevida calculada pelo IBGE no ano em que a aposentadoria foi requerida. As projeções do IBGE mostram que a expectativa de vida ao nascer cresce a cada ano, com base em projeções demográficas que analisam a população como um todo. E, à medida que a expectativa de sobrevida (por quanto tempo as pessoas viverão após determinada idade) também sobe, com as pessoas vivendo mais, essa tendência reduz o valor da aposentadoria pelo fator previdenciário. Ou faz com que o segurado tenha de trabalhar mais para ter o mesmo benefício. Como a tabela de expectativa de vida subiu recentemente, o trabalhador terá que trabalhar cerca de 2 meses a mais em 2021 para compensar o fator previdenciário e manter o mesmo benefício que receberia antes de dezembro de 2020. Ou o fator previdenciário poderá prejudicar o segurado e reduzir o valor final do benefício em até 40%. O valor do benefício será a média das 100% maiores contribuições, reduzido pelo fator previdenciário. Regras de transição previstas na reforma para quem já trabalha Infografia G1 Assista a mais notícias de Economia: Veja Mais

Cade aprova compra de portfólio de medicamentos da Takeda pela Hypera

G1 Economia Conselho de defesa da concorrência determinou que Hypera deve vender Xantinon, marca de medicamento indicado para tratamento do fígado. Desinvestimento já foi analisado e aprovado. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira (20), por unanimidade, a compra de portfólio de medicamentos da Takeda pela Hypera. A lista de produtos vendidos para a Hypera é formada por: Eparema, Nenê-Dent, Albocresil, Venalot, Nebacetin, Neosaldina, Ad-Til, Alektos, Nesina, Dramin e Xantinon. Segundo a Hypera, com a compra do portfólio por US$ 825 milhões (cerca de R$ 4 bilhões), a farmacêutica se torna líder em medicamentos que não precisam de prescrição médica, com participação de 20% no mercado. Em sessão extraordinária realizada por videoconferência, o Cade avaliou que a aquisição não provocará problemas concorrenciais no Brasil. Para isso, no entanto, as farmacêuticas devem fazer uma operação de desinvestimento (ou seja, vender a um terceiro) dos medicamentos Xantinon e Xantinon Complex, indicados para tratamento do fígado e metabolismo de gordura. Para cumprir a exigência, a Hypera vendeu o Xantinon para a União Química ainda no ano passado, operação que já foi analisada pelo Cade e aprovada de forma definitiva em novembro de 2020, sem possibilidade de recursos. Com a condição cumprida, nesta quarta, os conselheiros do Cade aprovaram que a Hypera assuma o portfólio de medicamentos da Takeda. Relatora do processo no Cade, a conselheira Paula Farani de Azevedo votou pela aprovação da venda. Segundo ela, a venda do Xantinon permite que a União Química tenha condições de concorrer com a Hypera no mercado de remédios para distúrbios do fígado. “O negócio desinvestido confere ao concorrente da indústria farmacêutica condições de impor rivalidade efetiva”, afirmou a relatora. Os outros quatro conselheiros acompanharam a relatora, de modo que a decisão foi unânime. Para concluir a operação, a Hypera comprará a totalidade das ações de uma nova empresa a ser incorporada no Brasil, e que deterá as linhas dos produtos que antes pertenciam à Takeda. Veja Mais

Trump perdoa ex-engenheiro do Google condenado por roubar segredos comerciais

G1 Economia Indulto presidencial para Anthony Levandowski foi concedido às vésperas da troca de governo. Outras 72 pessoas também foram beneficiadas. Levandowski em apresentação de carro autônomo do Uber em São Francisco em dezembro de 2016 Eric Risberg/AP Donald Trump concedeu nesta quarta-feira (20) perdão total a um ex-engenheiro do Google condenado por roubar segredos comerciais sobre carros autônomos da companhia, meses antes de chefiar a unidade rival do Uber. O indulto presidencial foi concedido horas antes de Trump deixar o cargo nos EUA. Outras 72 pessoas também receberam o perdão, incluindo personalidades como o ex-aliado Steve Bannon, estrategista da campanha do republicano em 2016. Veja FOTOS da posse de Biden Anthony Levandowski, de 40 anos, foi condenado em agosto passado a 18 meses de prisão após se confessar culpado em março. O ex-engenheiro transferiu mais de 14 mil arquivos do Google, incluindo cronogramas de desenvolvimento e designs de produtos, para seu laptop pessoal antes de sair da empresa e enquanto negociava uma nova função com o Uber. Ele não estava preso, mas um juiz disse que ele poderia entrar em custódia assim que a pandemia de Covid-19 diminuísse. A Casa Branca disse que Levandowski "pagou um preço significativo por suas ações e planos de dedicar seus talentos para promover o bem público". A Waymo, da Alphabet, uma unidade de tecnologia automotiva autônoma do Google, não quis comentar, segundo a agência de notícias Reuters. A empresa chegou a descrever o crime de Levandowski como "uma traição" e sua sentença "uma vitória para as leis de segredo comercial". O perdão foi apoiado por vários líderes na indústria de tecnologia que se aliaram à Trump, incluindo os investidores Peter Thiel e Blake Masters e o empresário Palmer Luckey, de acordo com a Casa Branca. Ao todo, Trump concedeu o perdão a 73 pessoas e comutou as sentenças de outras 70 - a lista completa de beneficiados pode ser vista aqui. O indulto garante o perdão pleno para crimes federais. Relembre o caso Anthony Levandowski era funcionário do Google, onde participava do projeto para desenvolver a tecnologia de veículos que dispensam motorista. O engenheiro saiu para criar uma empresa de caminhões autônomos, que acabou comprada pelo Uber em 2016. Levandowski, então, passou a trabalhar no desenvolvimento de carros autônomos para a startup e foi o porta-voz da empresa no lançamento dos primeiros testes com público, também em 2016, algo em que o Uber foi pioneiro nos EUA. Em 2017, a Alphabet, dona do Google, o acusou de roubar informações de seu projeto, "baixando mais de 14 mil arquivos confidenciais" antes de sair, para levar para a concorrência. O Uber negou que tivesse usado qualquer segredo do rival, alegando que seu projeto de carros autônomos era diferente. O caso foi levado à Justiça e terminou com um acordo em que o Uber pagaria US$ 245 milhões à empresa do Google. Antes dessa decisão, Levandowski anunciou que estava se afastando do projeto no Uber. Posteriormente, foi demitido, por supostamente se negar a ajudar no processo jurídico. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Bovespa opera em alta com posse Biden, Copom e vacinas no radar

G1 Economia Na terça-feira, o principal índice da bolsa caiu 0,50%, a 120.636 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta quarta-feira (20), com as atenções voltadas para a posse do presidente eleito dos Estados Unidos, enquanto no Brasil a decisão de juros e o desenrolar das vacinas seguiam no foco. Às 10h26, o Ibovespa subia 0,54%, a 121.283 pontos. Veja mais cotações. Já o dólar opera em queda. Na terça-feira, a bolsa fechou em queda de 0,50%, a 120.636 pontos. Na parcial do mês e do ano, a bolsa ainda acumula alta de 1,36%. Quais são os efeitos para o Brasil com a posse de Biden? Cenário global e local No exterior, permanecia o clima mais positivo ao risco nos mercados após na véspera a indicada para comandar o Tesouro dos Estados Unidos, Janett Yellen, defender grandes gastos para estimular a economia. As bolsas de valores da Europa subiam, enquanto os futuros de Wall Street estavam perto de máximas recordes. O petróleo também ganhava terreno. Nos Estados Unidos, o presidente eleito Joe Biden anunciou nesta quarta-feira, horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo, incluindo o retorno dos EUA à OMS (Organização Mundial da Saúde) e ao Acordo de Paris para o Clima e a reversão de várias outras decisões do atual presidente americano, Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o México e o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA. Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia a partir das 18h30 a decisão sobre o nível da taxa básica de juros. A expectativa dos analistas é que a taxa deve permanecer na mínima histórica de 2% ao ano, com muitos no mercado contando que o BC retirará do comunicado a promessa de manter os juros caso certos critérios sejam respeitados. O entendimento seria o primeiro passo para se vislumbrar uma volta da alta da Selic. As atenções seguem voltadas para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou nesta terça-feira (19) que a entrega da vacina de Oxford contra a Covid-19 vai atrasar de fevereiro para março por ainda não ter recebido da China um dos insumos para a fabricação do imunizante. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. O mercado tem monitorado com atenção a campanha por eleição na Câmara e no Senado para calcular riscos de nova pressão por mais gastos, que também podem vir de dentro do próprio governo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia e Veja Mais

Bolsas da China fecha em alta, com setor de saúde e veículos elétricos liderando ganhos

G1 Economia O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,72%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,47%. O mercado acionário da China fechou em alta nesta quarta-feira (20), com os papéis de veículos elétricos e saúde liderando os ganhos, enquanto o banco central manteve a liquidez abundante para sustentar a recuperação econômica da Covid-19. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,72%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,47%. O súbíndice de veículos de nova energia ganhou 4,6%, enquanto o de saúde teve alta de 3,57%. O banco central da China injetou um total líquido de 278 bilhões de iuanes no dia através de operações de recompra reversa, segundo cálculos da Reuters. Na Europa, as bolsas operavam em alta, enquanto investidores apostam em um grande pacote de alívio fiscal nos Estados Unidos com Joe Biden assumindo a presidência da maior economia do mundo. Veja as cotações de fechamento das bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,38%, a 28.523 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,08%, a 29.962 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,47%, a 3.583 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,72%, a 5.476 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,71%, a 3.114 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,45%, a 15.806 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,10%, a 2.998 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,41%, a 6.770 pontos. China constrói centro de quarentena para 4 mil pessoas Vídeos: veja mais notícias de Economia Veja Mais

Indenizações do seguro DPVAT passam a ser pagas pela Caixa; saiba o que muda e veja como pedir

G1 Economia Mesmo com a mudança de gestão, o seguro continuará ativo. Os pagamentos em casos de morte e invalidez causadas por acidentes de trânsito chegam a R$ 13.500. Veja perguntas e respostas. Todas as indenizações são pagas individualmente, sem importar quantas vítimas se envolveram no acidente Marcos Serra Lima/G1 A Caixa assumiu em 2021 a gestão dos recursos e pagamentos das indenizações do DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). O seguro DPVAT foi criado há quase 50 anos para indenizar cidadãos envolvidos em acidentes de trânsito, sejam eles motoristas, passageiros ou pedestres. Com a mudança de gestão, o seguro passa por alterações nos formatos de solicitações e pagamentos das indenizações. Vale lembrar, que embora o pagamento do DPVAT esteja suspenso em 2021, o seguro continua existindo. Entenda como funciona o DPVAT e o que muda para 2021. IPVA 2021: veja calendário e como consultar valores por estado e no DF Quem tem direito? Qualquer vítima de acidente de trânsito envolvendo veículos automotores (carros, motos, ônibus e caminhões), sejam motoristas, passageiros ou pedestres, e seus beneficiários. As indenizações são pagas independentemente da apuração de culpados e do reconhecimento do veículo. São cobertos casos de morte, invalidez permanente total ou parcial, e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada por danos físicos causados pelos acidentes de trânsito. Qual o valor das indenizações? R$ 13.500 em caso de morte; até R$ 13.500 em caso de invalidez permanente, variando conforme a lesão da vítima (100% para total; 75% para as perdas de repercussão intensa; 50% para as de média repercussão; 25% para as de leve repercussão); até R$ 2.700, considerando os valores gastos pela vítima em seu tratamento. Como solicitar e receber a indenização? Depende da data em que o sinistro ocorreu. Todas as indenizações são pagas individualmente, sem importar quantas vítimas se envolveram no acidente, e os pedidos devem ser feitos em até 3 anos a partir do diagnóstico. Acidentes ocorridos até 2020 Caso o acidente tenha acontecido até o dia 31 de dezembro de 2020, a solicitação deve ser feita à Seguradora Líder, antiga responsável pelo DPVAT. O processo pode ser realizado pelo aplicativo Seguro DPVAT, pela central telefônica da seguradora ou em um dos pontos físicos de atendimento. Neste caso, o pagamento é feito diretamente na conta corrente ou poupança do beneficiário em até 30 dias após a aprovação do pedido. Veja os canais no link https://www.seguradoralider.com.br/. Acidentes ocorridos a partir de janeiro de 2021 Para acidentes ocorridos a partir do dia 1º de janeiro de 2021, os pedidos deverão ser feitos nas agências da Caixa, mediante a apresentação de toda a documentação requerida por lei. Um aplicativo, chamado de App DPVAT, deve ser lançado em breve. Sob responsabilidade da Caixa, o pagamento será feito em até 30 dias após a aprovação da solicitação, em uma Conta Poupança Social Digital da Caixa, no aplicativo Caixa Tem. Caso o beneficiário não possua este tipo de conta, o banco afirmou que fará a abertura gratuitamente. A Caixa lançou uma página sobre o DPVAT, para tirar dúvida dos beneficiários, e também disponibilizará o telefone 0800 726 0207. Quais são os documentos exigidos? Em todos os casos são necessárias cópias de documentos de identificação da vítima, comprovante de residência e do boletim de ocorrência do acidente. Há documentações específicas para cada tipo de indenização. Despesas ambulatoriais e médicas Boletins de atendimentos médico-hospitalares, ou equivalentes, comprovantes das despesas acompanhados das respectivas requisições e/ou receituários médicos, e cópias do laudo da lesão e dos exames realizados. Invalidez permanente Laudo do Instituto Médico Legal (IML) informado a extensão das lesões físicas ou psíquicas da vítima, boletim de atendimento médico hospitalar ou ambulatorial, e relatório detalhado do tratamento. Morte Certidão de óbito da vítima. Mais detalhes sobre as informações que devem constar em documentações e relatórios, além de possíveis variações pela diferença de cobertura pelas instituições, podem ser consultados nos sites da Seguradora Líder e da Caixa. Por que a taxa não foi cobrada em 2021? Mesmo antes de o DPVAT ter sua direção alterada, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), vinculado ao Ministério da Economia, determinou que o seguro teria prêmio zero (valor cobrado) para o exercício de 2021. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a cobrança foi suspensa neste ano porque o DPVAT tem recursos em caixa suficientes para a operação. Os recursos são de valores pagos em anos anteriores e que não foram utilizados. Seguro DPVAT não será cobrado em 2021 Para onde vai o pagamento do DPVAT? 50% são destinados ao pagamento das indenizações; 45% vão para o Ministério da Saúde (pagamento do atendimento médico de vítimas); 5% vão para programas de prevenção de acidentes. Segundo Solange Vieira, superintendente da Susep, o governo deve encaminhar ao Congresso ainda neste primeiro semestre uma nova política para o DPVAT. Ela estimou que os pedidos de indenizações podem chegar a 600 mil ao longo de 2021. Quantos são indenizados por ano? De acordo com dados divulgados pela Seguradora Líder, antiga detentora do DPVAT, o seguro pagou 353.232 indenizações em 2019. Deste total, 67% foram para invalidez permanente, 22% para despesas médicas e 11% para morte. Em relação ao ano de 2018, o número de pagamentos por mortes subiu 6%, contra 3% de invalidez permanente. Em despesas médicas, as indenizações cresceram 25%. A seguradora aponta, porém, que os números de 2019 referem-se às ocorrências no período e em anos anteriores, observado o prazo prescricional de 3 anos para solicitar o benefício. As motocicletas representam maioria entre os veículos com indenizações pagas. Entre os 353.232 pagamentos, 273.667 (ou 77%) foram motos. Os automóveis ficaram em segundo lugar, com 16%. E quem pagou a mais em 2020? No ano passado, ainda gerenciado pela Seguradora Líder, o DPVAT passou por um impasse que gerou variação nos valores. Na época, o prêmio do seguro passou por uma redução de 68% — o novo valor foi suspenso por Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Após alguns dias, Toffoli voltou atrás de sua própria decisão e manteve a redução dos valores. Com o vaivém, muitos proprietários de veículos pagaram o valor maior do seguro, no período em que a redução de valores estava suspensa. Com a revogação da medida, a Seguradora Líder abriu um programa de restituição para quem havia pagado a mais — que ainda está disponível, sem prazo para término. O G1 questionou a seguradora para obter números atualizados sobre o andamento dos reembolsos e aguarda retorno. VÍDEOS: as últimas notícias de economia o Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa libera saques de últimas parcelas para nascidos em setembro

G1 Economia Serão liberados nesta quarta os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamento do benefício para aniversariantes em setembro. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta quarta-feira (20) os saques e transferências das últimas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,5 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento desta quarta é para os trabalhadores nascidos em setembro. Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamento do benefício. O calendário de liberação segue até 27 de janeiro. Os créditos das últimas parcelas do benefício se encerraram no último dia 29 de dezembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA QUARTA: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em setembro - poderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 6 e 21 de dezembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Calendário de saques do Auxílio Emergencial Reprodução/Caixa Econômica Federal Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial Veja Mais

'Cortei plano de saúde e escola dos filhos': 2 anos depois, ex-metalúrgicos da Ford seguem desempregados e endividados

G1 Economia A reportagem da BBC News Brasil falou com quatro ex-funcionários da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, fechada em 2019. Eles relataram desemprego, dificuldade para se recolocar no mercado de trabalho e queda brusca de renda. 'Vivo negociando as contas a pagar', diz um deles. Em 17 de fevereiro de 2019, a Ford anunciou que fecharia uma de suas históricas fábricas no Brasil, a planta de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A notícia foi um prenúncio do que aconteceria depois, com a saída definitiva da montadora americana do país. Um dia depois, a reportagem da BBC News Brasil foi à cidade e conversou com funcionários, pegos de surpresa com o desemprego que se avizinhava. Naquele dia, Clayton Diógenes da Silva, hoje com 45 anos, lembrou a história de sua família, toda ela ligada à multinacional. "Foi na Ford que meu pai criou cinco filhos e que eu criei meus dois", afirmou o inspetor de processo, que por 24 anos atuou na fábrica do ABC paulista. "Entrei com 19 anos, e ainda trabalhei um ano com meu pai aqui." Dois anos depois daquele anúncio, o metalúrgico ainda luta para conseguir se recolocar no mercado de trabalho. Está desempregado desde então. "Já fiz entrevistas, mandei currículos, participei de seleções, mas até agora nada. Está difícil, muitos dos meus colegas estão na mesma situação", diz. O caso de Clayton não é único entre os 2.800 funcionários diretos que foram demitidos da empresa. O número de demitidos pode ter sido bem maior, pois o corte também afetou empresas que prestavam serviços para montadoras, como terceirizadas e fornecedoras de materiais para a montagem dos veículos. Esse cenário de desemprego deve se repetir nos próximos meses em outras três regiões do país, pois na semana passada a Ford anunciou que suas três plantas restantes no Brasil também serão fechadas: em Camaçari (BA), Horizonte (CE) e Taubaté (SP). SAIBA MAIS: perguntas e respostas sobre a decisão da Ford Webstories: relembre a história da montadora no Brasil A Ford no Brasil; FOTOS Apenas na primeira, cerca de 12 mil pessoas devem perder seus empregos, segundo Elinaldo Araújo (DEM), prefeito do município baiano. A empresa americana atribuiu a decisão à pandemia de covid-19, afirmando que ela intensificou um quadro de vendas já ruim e "prejuízos significativos" no país e na América do Sul. "Com mais de um século na América do Sul e no Brasil, sabemos que estas são ações muito difíceis, mas necessárias, para criar um negócio saudável e sustentável", declarou o diretor executivo da Ford, Jim Farley, na semana passada. A decisão faz parte de uma reestruturação global da Ford com vistas a melhorar seu desempenho financeiro. Com o fim da produção no Brasil, iniciada em 1920, a empresa calcula gastos de US$ 4,1 bilhões para encerrar as operações de manufatura no país, e está trabalhando para encontrar compradores. Dos quatro ex-funcionários de São Bernardo ouvidos pela reportagem nesta semana, apenas um conseguiu recuperar o emprego de metalúrgico — recebeu a notícia da contratação na segunda-feira, exatos dois anos depois do anúncio do fechamento da Ford na cidade. Outros dois estão desempregados, e um deles conseguiu se aposentar. Clayton Diógenes da Silva e seu pai Antonio Carlos trabalharam por décadas na Ford em São Bernardo do Campo Arquivo pessoal via BBC Clayton acredita que sua idade — 45 anos — influencia na hora da contratação. "Participei de várias entrevistas. Alguns colegas mais jovens, com menos experiência e menos formação que eu, conseguiram passar. Não é culpa deles, claro. Nem minha. Mas não conheço ninguém com mais de 40 anos que tenha conseguido passar. Minha idade é considerada avançada nessa área", diz. No período de desemprego, ele não ficou parado: fez um curso técnico no Senai e outros de especialização — anos atrás, foi a Ford quem pagou sua faculdade de tecnologia em processo de produção. "Foi até engraçado entrar no Senai de novo, com 45 anos, e os colegas de turma com 18, 20… O pessoal já me chama de tiozão", brinca. O metalúrgico também tentou adiantar a aposentadoria, mas teve seu processo negado pelo INSS. Nesses dois anos, diz que precisou se adaptar à nova renda, bastante menor que a de seus tempos na Ford. "Nossa sorte foi que eu tinha dinheiro guardado, casa própria, carro pago. Minha esposa também trabalha, então conseguimos manter pelo menos nossos filhos na escola deles. Nossa prioridade era manter os estudos. Se teve um lado bom foi que hoje fico mais com meus filhos, levo eles na escola, cozinho, ajudo na lição de casa", explica. O metalúrgico Juliano de Oliveira Duarte, de 39 anos, é outro que ainda busca emprego. "Vivo de bico. Arrumo o carro de um amigo, faço instalação elétrica, tapeçaria, tudo que me chamarem…", diz. Nos últimos dois anos, a família precisou cortar gastos: escola particular dos três filhos, plano de saúde, TV a cabo e passeios no fim de semana foram eliminados das contas. "No mercado a gente só compra o básico, economizamos ao máximo. Vivemos negociando as nossas contas", diz Juliano, cuja esposa, operadora de telemarketing, também ficou desempregada nos últimos meses. O metalúrgico Juliano de Oliveira Duarte não conseguiu mais emprego depois do fechamento da fábrica da Ford em São Bernando Arquivo pessoal via BBC O metalúrgico diz que pesa contra ele um problema de saúde adquirido na fábrica da Ford em São Bernardo — por 11 anos ele atuou na linha de montagem de carros e caminhões. "Tenho um problema no ombro e no braço, que começou quando eu trabalhava lá. Cheguei a operar e ficar afastado um período da Ford. Agora, quando chego na seleção, a empresa vê que tenho esse problema e não me chama de jeito nenhum. Se você não tem 100% do que eles querem, eles nunca te chamam. As portas estão fechadas para mim", lamenta ele, que também teve um pedido de aposentadoria negado pelo INSS. Embora não reclame do período em que atuou em São Bernardo, o metalúrgico critica a postura da Ford diante das dificuldades e vislumbra um futuro parecido com o seu para os funcionários das três fábricas que irão fechar em breve. "Não tenho o que reclamar da Ford enquanto eu estive lá. Sempre foi uma empresa muito boa para os funcionários. Mas ela recebeu muitos benefícios e redução de impostos para ficar no Brasil. Quando o negócio não ficou mais viável, ela simplesmente jogou tudo para o alto e deixou todos os funcionários na mão. São pessoas que há décadas estavam na empresa", diz. 'Tive sorte' Já Sergio Soares, de 51 anos, teve um pouco mais de sorte: assim que saiu da Ford em 2019, conseguiu se aposentar. Para ele, contou o período de insalubridade, reconhecido pelo INSS. "Muitos colegas não tiveram a insalubridade reconhecida, e ainda estão tentando se aposentar. Estão parados, sem oportunidade. Eu tive sorte", explica. Se a fábrica não fechasse, ele pretendia continuar trabalhando por mais cinco anos — mesmo aposentado, viu sua renda cair consideravelmente. "Eu queria continuar para juntar dinheiro, fazer um pé de meia e terminar de pagar o financiamento da minha casa. Tive que adiantar tudo isso. O dinheiro da indenização serviu para pagar as prestações", diz ele, que por 25 anos atuou na Ford do ABC paulista. Dos quatro ex-funcionários ouvidos pelo BBC News Brasil, apenas Paulo Francisco dos Santos, 44, conseguiu novo emprego como metalúrgico — um contrato temporário de seis meses em outra montadora da região. Paulo Francisco dos Santos conseguiu novo emprego apenas nessa semana Arquivo pessoal via BBC "Recebi a notícia ontem (18/01). Estou muito feliz. Foram dois anos de muita luta, de muita dificuldade, atrasei muitas contas em casa. Muitos dos meus colegas estão na mesma situação, vivendo de bicos, desesperados para conseguir algo estável, com carteira assinada", conta ele, que por 11 anos trabalhou na montadora americana. Nesse período, Paulo trabalhou como entregador em uma empresa de comércio eletrônico — precisou comprar um carro para a tarefa. O emprego era bem diferente da estabilidade e dos benefícios oferecidos pela Ford, que pagava participação nos lucros, plano de saúde e vale-alimentação. "Como entregador, eu trabalhava 12 horas por dia, sem parar. Se eu não fosse no domingo, levava advertência e podia até ser dispensado. Era um ritmo maluco, no chicote mesmo", explica. Segundo ele, mesmo trabalhando arduamente, seus rendimentos como autônomo chegavam a R$ 2.800 "nos meses bons" — na Ford, ele ganhava o dobro disso. "Emprego de metalúrgico, registrado em carteira e com benefícios, é quase impossível de conseguir hoje em dia. Tive sorte", diz Paulo, que vai começar na nova empresa nos próximos dias. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Com manifesto em defesa da democracia, Rodrigo Pacheco lança candidatura oficial ao Senado

G1 Economia O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) ressaltou nesta terça-feira (19), em documento de lançamento oficial da candidatura à presidência do Senado, que irá se comprometer com a democracia, garantia das liberdades e respeito às leis e à Constituição. O texto (leia íntegra abaixo) será apresentado no ato de lançamento da candidatura nesta terça, um dia após o presidente Jair Bolsonaro voltar a falar que a democracia no país depende das Forças Armadas. O manifesto foi organizado para divulgar os temas que Pacheco considera prioritários em uma gestão à frente do Senado e do Congresso Nacional. O senador é apoiado pelo atual presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e conta ainda com o apoio de partidos como PSD, DEM, PP, PL, PT, Pros, Republicanos, PSC e PDT. A candidatura conta com a simpatia do Palácio do Planalto e também já recebeu declaração pública de voto do filho do presidente, senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ). A principal adversária de Pacheco é Simone Tebet (MDB-MS), que lançou sua candidatura há menos de 10 dias. Íntegra Confira, abaixo, a íntegra do texto a ser divulgado por Rodrigo Pacheco: Senhoras Senadoras, Senhores Senadores, sociedade brasileira, Com o respeito e as homenagens que presto aos meus pares, formalizo minha candidatura à presidência do Senado Federal para o período 2021/2023, movido por enorme senso de responsabilidade. Tenho 44 anos de idade, sou advogado por profissão, tive um mandato de deputado federal e atualmente represento, com orgulho, o meu Estado de Minas Gerais nesta Casa da Federação. Reconheço a necessidade de se manterem os méritos e os avanços da gestão atual, e estou ciente de que os novos desafios do Brasil demandarão novas soluções, para as quais empenharei esforços na exata medida em que me comprometo com bases que sucintamente elenco: Defender a República, a Federação e o Estado Democrático de Direito, bem como os seus princípios e preceitos orientadores; Garantir as liberdades, a democracia, as estabilidades social, política e econômica do País, bem como a segurança jurídica, a ética e a moralidade pública, com respeito às Leis e à Constituição Federal; Preservar a independência do Senado Federal, premissa fundamental para a tomada de decisões políticas livres e autônomas que sejam de interesse da Nação e dos brasileiros; Assegurar as prerrogativas dos senadores e das senadoras, legítimos representantes eleitos de seus Estados e do Distrito Federal, para o livre e eficiente exercício de seus mandatos, bem como o funcionamento pleno e otimizado de todos os órgãos que compõem o Senado Federal, com especial nota para o funcionamento regular do Colégio de Líderes para a deliberação sobre a pauta; Buscar permanentemente a unificação das instituições em torno de um objetivo comum - o bem geral - e a pacificação da sociedade brasileira, sob o manto do diálogo e da busca do consenso, tendo como paradigma a independência harmônica entre os poderes; Ter como meta a ser atingida uma sociedade justa e livre, desprovida de preconceitos e discriminação de qualquer espécie; Ter como foco imediato da atuação legislativa do Senado Federal, em virtude da pandemia e de seus graves reflexos, o trinômio: saúde pública – crescimento econômico – desenvolvimento social, com o objetivo de preservar vidas humanas, socorrer os mais vulneráveis e gerar emprego, renda e oportunidades aos brasileiros e brasileiras, sem prejuízo de outras matérias de igual relevância, que merecerão, a seu tempo, atenção e prioridade; Submeter à deliberação do plenário as reformas e as proposições necessárias e imprescindíveis para o desenvolvimento do País. Por fim, agradeço ao povo mineiro, ao meu partido político, o Democratas, bem como a todos os demais partidos e seus senadores e senadoras que já manifestaram apoio à candidatura, o que muito me honra e alegra. Veja Mais

Exportação de suco de laranja do Brasil cai 23,5% no 1° semestre da safra 2020/21

G1 Economia O mesmo cenário já havia sido visto em novembro, quando a entidade reportou queda nos embarques dos quatro primeiros meses da safra. suco de laranja fruta Pixabay As exportações de suco de laranja do Brasil atingiram 497.490 toneladas de julho a dezembro, primeiro semestre da safra 2020/21, queda de 23,5% ante mesmo período da temporada anterior, quando a produção foi maior, disse nesta terça-feira a associação de exportadores do setor CitrusBR. "Na safra passada tivemos uma produção de 1,2 milhão de toneladas de suco, 37,4% acima do período anterior. Isso permitiu recompor os estoques internacionais de suco brasileiro", disse o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, em nota. Calendário da feira: janeiro tem mamão, melancia, quiabo e pepino O mesmo cenário já havia sido visto em novembro, quando a entidade reportou queda nos embarques dos quatro primeiros meses da safra. Segundo a associação, em 30 de junho de 2019 os estoques globais de suco de laranja em poder das empresas associadas à CitrusBR eram de 253.181 toneladas. Com o processamento da safra 2019/20, 36% maior que a anterior, e após meses de ritmo forte de embarques, esses estoques foram recompostos a 471.138 toneladas ao final de junho de 2020. Netto disse que, devido à bienalidade da citricultura-- que alterna anos de maior e menor produção-- esse fenômeno tem sido comum. Em anos de safras maiores as exportações são mais intensas comparadas a ciclos menores, como o atual, principalmente nos meses iniciais de cada temporada. "Isso não significa que as exportações serão menores nesta temporada, mas indica, por enquanto, uma necessidade menor de se transferir produto para os pontos de venda mundo afora", explicou ele, considerando que parte dos compradores estão com estoques abastecidos. A safra de laranja 2020/21 da principal região produtora do mundo, situada no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, deve cair 30,36% ante a temporada passada, conforme projeção do Fundecitrus divulgada em dezembro. A redução na colheita devido a uma severa seca, que representa a maior quebra anual para a cultura desde 1988, deixou a safra estimada em 269,36 milhões de caixas, de acordo com a fundação de pesquisa do setor. Após a divulgação de tamanha quebra, o Itaú BBA avaliou que o recuo na produção citrícola deveria afetar as exportações de suco de laranja do país. Em faturamento, as exportações somaram 680 milhões de dólares no semestre, recuo de 35,9% ante a receita de julho a dezembro de 2019, informou a CitrusBR com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Entre os compradores, a Europa continua a ser o principal mercado das exportações brasileiras, com uma participação de 65,94%, seguida de Estados Unidos (26,40%), Japão (2,75%), China (2,41%) e Austrália (0,82%). Outros destinos representam 1,68%. Para a Europa as exportações totalizaram 317.288 toneladas, uma redução de 31,5% ante o mesmo período da safra 2019/20. Em faturamento, os embarques somaram 464,8 milhões de dólares, baixa de 41,6%. Na mesma linha, os embarques para os Estados Unidos também recuaram entre os meses de julho e dezembro. Foram 99.297 toneladas de suco de laranja, volume 11,4% menor em base anual, enquanto a receita caiu 19,6%, para 145,8 milhões de dólares. Veja Mais

Yellen diz que novo governo deve focar nos trabalhadores e indica novo pacote de estímulos nos EUA

G1 Economia Secretária de Tesouro afirma que os EUA devem combater práticas 'abusivas' da China no comércio internacional e que dólar será regulado pelo mercado. Ex-presidente do Fed, Janet Yellen, será a secretária de Tesouro do governo de Joe Biden. REUTERS/Gary Cameron A futura secretária de Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, comentou os primeiros passos da sua gestão a parlamentares do Senado em sua audiência de confirmação. A ex-presidente do Federal Reserve (Fed, BC dos EUA) foi indicada ao cargo pelo presidente eleito Joe Biden, que toma posse nesta quarta-feira (20). A economista deu destaque para os pacotes de ajuda à economia, tanto já anunciados como novos. O presidente eleito anunciou no último dia 14 uma proposta de estímulo econômico destinada a impulsionar a economia e acelerar a resposta dos Estados Unidos à pandemia do coronavírus. "Estarei focada no primeiro dia em fornecer apoio aos trabalhadores e às pequenas empresas, colocando em prática, de forma mais rápida e eficiente possível, o plano de ajuda que foi aprovado recentemente e, em seguida, trabalhando com o tempo para um segundo pacote que eu acho que precisamos passar por esses tempos sombrios", disse Yellen. "Nem o presidente eleito, nem eu, iremos propor este pacote de alívio sem uma avaliação do peso da dívida do país. Mas, agora, com as taxas de juros em mínimas históricas, o mais inteligente a fazer é agir de forma ambiciosa", afirmou. O pacote de auxílio proposto inclui US$ 415 bilhões para reforçar a resposta ao vírus e a distribuição das vacinas contra a Covid-19, cerca de US$ 1 trilhão em alívio direto às famílias e cerca de US$ 440 bilhões para pequenas empresas e comunidades particularmente atingidas pela pandemia. Muitos norte-americanos receberiam pagamentos de estímulo de US$ 1.400, valor acima dos cheques de US$ 600 aprovados no mês passado pelo Congresso em um pacote de alívio à pandemia. O auxílio-desemprego suplementar também aumentaria para US$ 400 semanais, ante os atuais US$ 300, e seria prorrogado até setembro. Yellen garantiu também que valor do dólar norte-americano e de outras moedas deve ser determinado pelos mercados e que os Estados Unidos deveriam se opor às tentativas de outros países de manipular artificialmente os valores de moedas para obter vantagens comerciais. Trata-se de uma menção à China, que ela definiu como "claramente o concorrente estratégico mais importante dos Estados Unidos". Yellen destacou a determinação do governo Biden em reprimir o que chamou de "práticas abusivas, injustas e ilegais" do país asiático. Em resposta a perguntas do Comitê de Finanças do Senado em sua audiência de confirmação, Yellen observou que a China tem prejudicado as empresas americanas com uma série de políticas, incluindo subsídios ilegais, dumping (venda abaixo do custo) de produtos e roubo de propriedade intelectual e barreiras à entrada de produtos norte-americanos. "Estamos preparados para usar toda a gama de ferramentas" disponíveis para responder, disse ela após anos de guerra comercial entre o governo Trump e Pequim. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Bovespa abre em alta com início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil

G1 Economia Na segunda-feira, o principal índice da bolsa subiu 0,74%, a 121.241 pontos. Bovespa - Painel da bolsa de valores de São Paulo, B3 Cris Faga/Estadão Conteúdo O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, abriu em alta nesta terça-feira (19), com o início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil — 20 estados já começaram a vacinar a população. Os investidores seguem de olho na tensão para a transição de governo nos EUA, marcada para amanhã. Às 10h33, o Ibovespa subia 0,06%, a 121.314 pontos. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o índice subiu 0,74%, fechando a 121.241 pontos. No mês, a bolsa acumula alta de 1,87%. Por que as Bolsas bateram recordes em 2020 enquanto a economia mundial afundou Dezesseis estados começam a campanha de vacinação contra a Covid-19 Cenário global e local No exterior, a perspectiva de lockdowns mais longos na Europa mantinha os investidores cautelosos. No radar dos mercados também está a audiência no Senado de Janet Yellen, secretária do Tesouro indicada por Joe Biden. Ela deve apresentar os planos de Biden na área fiscal. Na quarta-feira, Joe Biden toma posse como novo presidente dos Estados Unidos. Na semana passada, ele anunciou uma proposta de pacote de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão destinada a impulsionar a economia e acelerar a resposta dos Estados Unidos à pandemia do coronavírus. Por aqui, todas as atenções seguem voltadas para o ritmo da campanha nacional de vacinação contra o coronavírus após a Anvisa ter aprovado o uso emergencial das vacinas Coronovac e de Oxford. Até as 8 horas desta segunda-feira, apenas Acre e Rondônia não haviam recebido as doses da CoronaVac. 20 estados iniciaram a imunização desde domingo (17). O avanço da vacinação é citado por profissionais do mercado como fator crucial para a recuperação da economia e nas análises sobre os rumos da taxa de câmbio, já que uma economia em crescimento tende a atrair mais investimentos estrangeiros com potencial para baixar o preço da moeda norte-americana. Na véspera, o Banco Central divulgou que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) da instituição, considerado uma "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 0,59% em novembro, mas desacelerou na comparação com outubro (0,75%). Investidores seguem avaliando também os cenários após a inflação em 2020 ter ficado no maior nível em quatro anos, reforçando discussão sobre o momento de alta de juros no Brasil -- o que poderia aumentar a rentabilidade do real e elevar a atratividade da moeda brasileira. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne nesta terça e quarta para decidir sobre o rumo da Selic. Histórico de variação do Ibovespa G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia e Veja Mais

5 passos para começar um negócio digital ou levar sua empresa para a internet

G1 Economia Do planejamento aos cuidados com a Lei Geral de Proteção de Dados, veja dicas de como montar um empreendimento na internet. 5 passos para começar um negócio digital ou levar sua empresa para a internet A pandemia de coronavírus impulsionou as vendas online em 2020. Com medidas de isolamento social e lojas com as portas fechadas, o crescimento no faturamento do comércio online superou 38% no ano, segundo estimativa da Ebit/Nielsen. Os números dos 12 meses do ano passado ainda não foram compilados, mas, somente no primeiro semestre, o faturamento de lojas online cresceu 47%, maior alta registrada em 20 anos, segundo a consultoria. “A tendência é que o digital cresça cada vez mais. Avançamos o equivalente a 5 anos com a pandemia”, afirma Eder Max, consultor do Sebrae. “O consumidor já se acostumou a comprar de maneira digital”. Especialistas recomendam focar em 5 pontos na hora de montar o empreendimento digital: planejamento, plataforma de vendas, rede social, pós-venda e adequação a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A maioria deles serve para quem está começado, do zero, um negócio online ou migrando do meio físico para o digital (veja algumas dicas para quem quer fazer este segundo processo no final da reportagem). O motivo para a escolha do meio digital está ligada também ao custo, explica o consultor. “É mais seguro e mais barato começar só no digital. No negócio físico é necessário atrair a pessoa até o local”, afirma Eder Max. 1. Planejamento Planejar é essencial ao começar um negócio, seja no meio físico ou digital. Por isso, é importante fazer um plano de negócio, para quem está começando um empreendimento ou migrando para o digital, focando em 6 pontos: formar o preço de venda; garantir fornecedores; negociar o frete; estudar empresas da área; pesquisar números do segmento; entender quais os custos fixos e prazo de retorno do investimento; definir meios de receber os pagamentos. “É preciso entender antes de construir, tem que analisar tudo e somente depois investir”, recomenda Miklos Grof, CEO da Company Hero, startup que auxilia empresas a migrarem para o meio digital. Para Miklos, um empreendedor húngaro radicado no Brasil, é importante encontrar o chamado “Mínimo Produto Viável” (MPV), ou seja, qual o gasto mínimo para que a loja funcione dentro do que o empresário espera, um patamar para que a empresa tenha o mínimo de funcionalidade, com o menor gasto, para testar o encaixe do produto no mercado. "Um bom teste do MPV para quem não tem e-commerce é começar a vendendo apenas pelas redes sociais e WhatsApp", explica Eder Max, do Sebrae. Conheça sete passos para montar um plano de negócios 2. Plataforma de vendas Outro passo essencial é escolher qual será a sua plataforma de vendas. Além de vender diretamente pelas redes sociais para ter menor custo, os empreendedores podem optar por 2 formas mais avançadas: E-commerce (com seu próprio site de vendas). Market place (são plataformas agregadoras, como Amazon, Mercado Livre e Magalu). A escolha entre essas opções vai depender do que se mostrar mais financeiramente viável para cada negócio. Para Márcia Ogawa, sócia-líder de tecnologia da consultoria Deloitte, apostar em market place tem suas vantagens principalmente para quem está começando. Isso porque a estrutura possibilita o uso de meios de pagamento e de entrega. “Ela reduz as suas despesas e acaba tornando o negócio visível para um público maior", afirma Márcia. Mas, o consultor do Sebrae, Eder Max, indica que é importante construir um site próprio, mesmo que não efetue a venda diretamente por este meio. “Ter o site dá mais segurança para o comprador. Ele acaba funcionando como uma vitrine de loja, um endereço virtual para quem não tem o físico”, afirma. Nessa hora, é importante que o site seja compatível com smartphones. Sobre o uso de redes sociais, pode ser um modo de evitar custos e participação de terceiros na venda. "Pode usar catálogos de WhatsApp e Facebook para expor de forma organizada, mas a transação comercial é feita por fora da plataforma", explica Eder Max. O consultor aponta o uso do Pix como uma opção em alta para quem vai fazer a venda direta. Escolha correta da plataforma e plano de negócio são essenciais para começar um e-commerce 3. Redes sociais Um de seus primeiros passos deve ser abir uma página nas redes sociais, ainda quando se está engatinhando no planejamento. Nas redes sociais, você vai encontrar os seus primeiros clientes, mesmo antes de iniciar as vendas. Esse espaço não serve só para mostrar o produto, mas também é importante para o empreendedor se tornar uma verdadeira referência no assunto. Para isso, é indicado: entender do assunto para se tornar uma referência; buscar informações em livros, cursos e podcasts; postar dicas e curiosidades sobre seu produto; interagir com os seguidores; cadastrar a empresa no “Meu negócio”, do Google (página de cadastro com informações principais da empresa: telefone, endereço, etc0; caprichar no visual (cuidados com as fotos com luz ruim, escuro e fora de foco. É indicado procurar sites que oferecem templates gratuitos para postagens). A ideia é trabalhar nas postagens falando amplamente sobre o tema de seu nicho. Se for vender bolos, faça postagens sobre confeitaria em geral, por exemplo. "Tudo que você escreve, organicamente, vai funcionar a longo prazo no seu SEO”, diz o gestor Miklos Grof. O termo SEO vem de “Search Engine Optimization”, em inglês, que é a maneira como seu conteúdo melhora o posicionamento nos buscadores da internet. Só não vale exagerar nas postagens. “Cuidado para não postar demais, não ser aquele cara chato”, afirma Eder Max, do Sebrae. “A cada três posts, dois podem ser de dicas e apenas um, de venda”, recomenda. Uso adequado das redes sociais pode aproximar o cliente e trazer resultados 4. Pós-venda Além disso, o Sebrae explica que o pós-venda não se trata apenas de ouvir e resolver reclamações, o empreendedor deve: ouvir sobre a experiência de compra do cliente; ter área de atendimento ao consumidor de fácil acesso no site; oferecer diversos canais de contato como: telefone, WhatsApp, e-mail e redes sociais. Como não possui o local físico para que o cliente possa efetuar a devolução, o empreendedor do meio digital precisa seguir corretamente a política de reenvio da mercadoria não desejada pelo consumidor. "Sobre a lei do arrependimento, durante 7 dias, o empresário não pode cobrar a logística reversa”, explica Eder Max, do Sebrae. Desse modo, o vendedor tem que arcar também com o possível frete de devolução. E-commerce: saiba qual o tipo de estoque ideal para o seu negócio 5. Adequar à LGPD Por estar no ambiente online, o empreendedor precisa seguir regras específicas da LGPD. Ela entrou vigor em setembro de 2020, mas as penalidades só começam a ser aplicadas em agosto de 2021. Entre alguns pontos da lei estão: Empresas que possuem canais digitais têm que pedir o consentimento para coletar informações dos clientes, como o CPF, por exemplo. Os cidadãos podem solicitar a retificação de informações e pedir que dados sejam apagados. Se a empresa reconhecer algum vazamento de dados de clientes, por exemplo, precisará solucioná-lo e notificar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Além da LGPD, o empreendedor ainda deve estar atento ao Marco Civil da Internet e o Código de Defesa do Consumidor. “Não é somente abrir uma plataforma e começar a vender a internet”, relembra Eder Max, do Sebrae. “Quando divulga o produto, por exemplo, tem que mostrar o preço. Boa parte dos empreendedores não coloca o preço". Em alguns casos, além de multa, descumprir a legislação pode levar até a prisão. EXTRA: migrando para o online Mesmo quem tem um negócio estabelecido em meio físico pode querer migrar também para o online. Além do que já foi mencionado, o Sebrae indica algumas estratégias iniciais para isso: Se não tiver muita habilidade com ferramentas digitais, migrar para um market place, onde encontrará toda estrutura já pronta; Se tem um pouco de habilidade com ferramentas digitais, utilizar plataformas prontas de e-commerce; Se possui habilidade com as ferramentas digitais, construir o próprio site. Tanto no caso 2 como no 3, o empreendedor deve usar as redes sociais para poder gerar tráfego aos seus endereços. Vídeos de empresas que estão superando a pandemia Veja Mais

PIS-Pasep 2020-2021: abono salarial é pago para nascidos em janeiro e fevereiro

G1 Economia Valor do benefício varia de R$ 92 a R$ 1.100, de acordo com a quantidade de meses trabalhados no ano-base 2019. Calendário de pagamentos se estenderá até 30 de junho de 2021. O abono salarial 2020-2021 começa a ser liberado nesta terça-feira (19) para os trabalhadores com direito ao benefício nascidos em janeiro e fevereiro. Para os trabalhadores que não são correntistas da Caixa, o dinheiro é depositado em poupança social digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Para quem já tem conta na Caixa, os créditos são realizados nas contas existentes e os valores podem ser movimentados com a utilização do cartão da conta, internet banking ou APP da Caixa. Com o aumento do salário mínimo em janeiro, o valor do abono salarial varia de R$ 92 a R$ 1.100, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2019. Valores do abono salarial que serão pagos em 2021 Reprodução O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal. Já o Pasep é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil. O calendário de saques do PIS-Pasep 2020-2021 se estenderá até 30 de junho de 2021. No caso do PIS (trabalhadores do setor privado), os pagamentos são feitos de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. No Pasep (para servidores públicos), seguem o número final do benefício. Caixa começa a pagar abono salarial em poupança digital; entenda Como funciona o Caixa Tem A movimentação da poupança social digital é feita pelo aplicativo Caixa Tem, com limite mensal de R$ 5 mil. O trabalhador pode realizar compras em estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code, por meio de maquininhas de cartão, e pagar contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral pelo próprio aplicativo. Os saques podem ser realizados nos terminais de autoatendimento, lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui a partir da geração de token diretamente no app Caixa Tem. O token também pode ser gerado nas agências, com a apresentação de documento de identificação com foto. Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares iOS (Apple) Caixa inicia nesta semana o pagamento de abono para trabalhadores inscritos no PIS PIS-Pasep 2020-2021 Quem nasceu nos meses de julho a dezembro (PIS) ou tem número final de inscrição entre 0 e 4 (Pasep) recebeu o benefício ainda no ano de 2020. Já os nascidos entre janeiro e junho e com número de inscrição entre 5 e 9 receberão no primeiro semestre de 2021. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2021, prazo final para o recebimento. A Caixa vai disponibilizar cerca de R$ 15,8 bilhões para mais de 20,5 milhões de beneficiários do PIS até o final do calendário do exercício 2020/2021. Só entre os aniversariantes em janeiro e fevereiro com direito ao saque do benefício, são mais de 3,4 milhões de trabalhadores, que receberão mais de R$ 2,75 bilhões em recursos. Calendário do PIS Calendário de pagamento do PIS Reprodução Calendário do Pasep Calendário de pagamento do Pasep Reprodução/D.O.U. Qual o valor e quem tem direito? O valor do abono salarial varia de R$ 92 a R$ 1.100, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano base 2019. Só receberá o valor total quem trabalhou os 12 meses de 2019. Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2019. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil. Abono salarial 2019-2020 Cerca de dois milhões de trabalhadores que não realizaram o saque do Abono Salarial do calendário anterior, finalizado em 29 de maio deste ano, ainda podem sacar os valores. O prazo vai até 30 de junho de 2021. A consulta do direito ao benefício, bem como do valor disponibilizado, pode ser realizada por meio do app CAIXA Trabalhador, pelo atendimento CAIXA ao Cidadão - 0800 726 0207 e no site http://www.caixa.gov.br/abonosalarial/. Assista às últimas notícias de Economia Veja Mais

Preços do petróleo caem por temor com coronavírus e valorização do dólar

G1 Economia Ritmo lento da vacinação gera dúvidas sobre o quão cedo as economias poderão se recuperar. Os preços do petróleo tiveram leve queda nesta segunda-feira (18), com a valorização do dólar e temores relacionados ao aumento no número de casos de Covid-19 ao redor do mundo e ao ritmo lento de vacinação contra o coronavírus ofuscando uma recuperação trimestral acima do esperado na economia da China. Economia da China cresce 2,3% em 2020 O petróleo Brent fechou em queda de 0,35 dólar, ou 0,64%, a US$ 54,75 por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) cedeu 0,27 dólar, ou 0,52%, para US$ 52,09 o barril, em dia em que os mercados norte-americanos permaneceram fechados devido a um feriado local. "Os temores econômicos induzidos pelo coronavírus, o dólar mais forte e o sentimento mais pessimista dos investidores estão desempenhando seus papéis no fato de que o Brent está operando cerca de 3 dólares abaixo do visto na quarta-feira passada", disse Eugen Weinberg, analista do Commerzbank. Os contratos de referência haviam se recuperado nas últimas semanas, impulsionados pelos avanços da vacina contra a Covid-19 e por um corte inesperado na produção de petróleo da Arábia Saudita. O ritmo lento da vacinação, porém, gerou dúvidas sobre o quão cedo as economias poderão se recuperar. O dólar, enquanto isso, se fortaleceu pelo terceiro dia seguido nesta segunda-feira, atingindo uma máxima de quatro semanas. O preço do petróleo geralmente é cotado em dólares, o que faz com que a valorização da divisa norte-americana torne a commodity mais cara para compradores com outras divisas. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Exportação brasileira de cachaça cai 24% em 2020 com pandemia

G1 Economia Por outro lado, vendas para a Alemanha, França e Bélgica cresceram. Brasil exporta bebida para 70 países e, no ano passado, embarcou 5,57 milhões de litros, queda de 23,9% em relação a 2019. Cachaça Shutterstock As exportações brasileiras de cachaça caíram em 2020 em função das dificuldades econômicas provocadas pela pandemia do coronavírus, afirma o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac). Por outro lado, as vendas para alguns mercados europeus, como a França e Alemanha, aumentaram. No total, as empresas do Brasil exportam a bebida, atualmente, para 70 países. E, no ano passado, foram embarcados 5,57 milhões de litros de cachaça, queda de 23,9% em relação a 2019, quando foram vendidos 7,33 milhões de litros. De onde vem: cana-de-açúcar gera energia elétrica para 12 milhões de residências do país Com os embarques, o setor faturou US$ 9,5 milhões, valor 34,8% menor do que os US$ 14,6 milhões do ano anterior. “O principal fator para a queda das exportações como um todo foi o difícil contexto econômico e social gerado pela pandemia da Covid-19 que, entre tantos desafios como o isolamento social, impôs o fechamento de bares e restaurantes, impulsionou restrições à comercialização de bebidas alcoólicas em diversas regiões e, ainda, teve a adoção de 'lockdowns'", explica Carlos Lima, diretor-executivo do Ibrac. Vendas para a Europa Contudo, as vendas para alguns países europeus cresceram em relação a 2019. Os destaques são: França: +24,53% em volume; +9,45% em valor; Alemanha: +2,74% em volume; +6,44%, em valor; Bélgica: +48,43% em volume; +107,09%, em valor. Principais países importadores em 2020 Em termos de volume, os 5 principais destinos da venda da cachaça nacional foram: Paraguai (26,12%); Alemanha (19,79%); França (12,50%); Estados Unidos (12,47%); Portugal (4,55%). Já em valor, os 5 principais mercados são: Estados Unidos (23,41%); Alemanha (13,99%); França (11,86%); Paraguai (10,79%); Itália (5,37%). Investimentos O Ibrac assinou no final de 2020 um convênio com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) que prevê investimentos no valor de R$ 3,4 milhões no setor, até 2022. De acordo com o instituto, mais de 50 empresas brasileiras - de todos os portes - serão apoiadas pelo projeto “Cachaça: Taste the New, Taste Brasil”. O objetivo é ampliar a base exportadora, além de aumentar o valor das exportações de Cachaça. O projeto vai trabalhar inicialmente os mercados prioritários como Alemanha, Estados Unidos, França, México, Reino Unido, Itália e Chile, e como mercados secundários, Bélgica e Suíça. As ações do projeto incluem rodadas de negócios e participação em feiras internacionais. “A renovação e continuidade do projeto desenvolvido em parceria pelo IBRAC e pela Apex-Brasil tem o objetivo de consolidar o reconhecimento da bebida no mercado externo como um destilado genuinamente brasileiro e de qualidade internacionalmente competitiva”, diz Carlos Lima. VÍDEOS: veja mais notícias sobre o agronegócio Veja Mais

Bolsas da Europa perdem força após decisão do BCE

G1 Economia Banco Central Europeu manteve sua política monetária, mas alertou que o aumento das infecções por Covid-19 representava um risco para a recuperação. As ações europeias perderam força no fechamento do pregão desta quinta-feira (21), sob o peso das ações do petróleo e do setor imobiliário, enquanto o Banco Central Europeu (BCE) manteve sua política monetária, mas alertou que o aumento das infecções por Covid-19 representava um risco para a recuperação da zona do euro. O índice pan-europeu STOXX 600 encerrou estável, depois de chegar a subir até 0,8% no início da sessão. As principais empresas de energia, como a BP, Royal Dutch Shell e Total, recuaram mais de 2% conforme os preços do petróleo caíram depois que dados da indústria mostraram um aumento surpreendente nos estoques dos Estados Unidos. O BCE ofereceu poucas surpresas depois de manter a política monetária inalterada, enquanto sua presidente, Christine Lagarde, alertou que um novo aumento nos casos da Covid-19 e as consequentes restrições à atividade vão reduzir a atividade no curto prazo, além de afirmar que o BCE está preparado para fornecer ainda mais apoio à economia, caso seja necessário. Europa luta contra novas variantes e a propagação da Covid-19 "Lagarde abordou os progressos mistos positivos e negativos, mas concluiu que não havia motivos para alterar a avaliação mais ampla das projeções de dezembro", escreveu Carsten Brzeski, chefe global de macro do ING em uma nota. Ele, no entanto, analisou que a projeção da autoridade monetária em dezembro, de um crescimento trimestral de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, "é um pouco otimista". Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,37%, a 6.715 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,11%, a 13.906 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,67%, a 5.590 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,98%, a 22.428 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 1,00%, a 8.122 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,28%, a 5.055 pontos. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Confaz autoriza Amazonas a conceder isenção de ICMS sobre oxigênio e outros produtos hospitalares

G1 Economia No Amazonas, alíquota do ICMS sobre oxigênio hospitalar vindo de outros estados é de 18%. Estado enfrenta colapso no sistema de saúde e falta oxigênio para pacientes de Covid. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) autorizou nesta quinta-feira (21), em reunião extraordinária virtual, que o Amazonas isente o oxigênio hospitalar, produto indispensável no tratamento de casos graves de Covid-19, do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O Confaz é formado pelos secretários de Fazenda dos 26 estados e do Distrito Federal e por integrantes do Ministério da Economia. O presidente do órgão é o secretário especial de Fazenda da pasta, Waldery Rodrigues. No Amazonas, estado afetado nos últimos dias pela falta do produto, a alíquota do ICMS é de 18% sobre o oxigênio hospitalar comprado de outros estados e revendido no território. Se o produto for produzido e comercializado dentro do Amazonas, a alíquota é de 7%. A medida vem após o governo federal ter zerado, na semana passada, o imposto de importação incidente sobre cilindros utilizados para transporte de gases hospitalares, em decisão do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Amazonas recebeu 136 mil metros cúbicos de oxigênio enviados pela Venezuela Nesta quarta, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Benjamin Zymler cobrou do Ministério da Saúde o envio de informações sobre a falta de planejamento para prever e lidar com a falta de oxigênio no Amazonas. Zymler também requisitou dados sobre as medidas adotadas para resolver o colapso na saúde do estado. Crise no Amazonas Nesta quarta (20), o Amazonas registrou 5.009 novos casos de Covid-19 e bateu o recorde de registros diários. Desse total, 3.632 novos casos foram confirmados em Manaus e 1.377 em cidades do interior. Em todo o estado, o número de infectados chegou a 238.980. Também nesta quarta, foram confirmados 148 novos óbitos (56 das últimas 24 horas e 92 confirmados após investigação), e o total de óbitos saltou para 6.598. Outros produtos O Confaz também aprovou que o estado do Amazonas zere o ICMS de outros produtos, como kits de teste para Covid-19; kits de intubação e cateteres; respiradores automáticos; álcool 70%; agulhas e seringas; água oxigenada, curativos, gaze e desinfetantes; artigos de laboratório e farmácia; outros gases medicinais; além de máscaras, luvas, equipamento de proteção para profissionais de saúde, entre outros. Veja Mais

Pedidos de seguro-desemprego nos EUA caem e ficam abaixo do esperado na semana

G1 Economia Houve 900 mil novos pedidos, 36 mil a menos que o volume registrado na semana anterior. Os pedidos iniciais de seguro-desemprego caíram na última semana nos Estados Unidos, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (21). Foram 900 mil pedidos feitos na semana encerrada em 16 de janeiro, 36 mil a menos que o nível revisado de 926 mil registrados na semana anterior. Os dados são do Departamento do Trabalho. O dado ficou abaixo do consenso de 925 mil dos economistas ouvidos pelo ”The Wall Street Journal”. Estes números ainda elevados, porém, evidenciam o impacto deletério da pandemia sobre o mercado de trabalho americano. Novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA Economia G1 Os pedidos contínuos na semana encerrada em 9 de janeiro somaram 5,054 milhões, menos que os 5,300 milhões esperados. Houve uma revisão para 5,181 milhões durante a semana anterior. Neste mês, os fatores de sazonalidade coincidiram com um pico pós-feriado nos casos de covid-19, pesando sobre os dados do mercado de trabalho. A média móvel de quatro semanas para novos sinistros saltou de quase 24 mil para 848 mil na semana. Enquanto a maioria dos estados relatou quedas em novos pedidos não ajustados, alguns relataram aumentos notáveis. O Arizona, um estado que luta contra uma disseminação desenfreada do vírus, viu 15 mil novos pedidos esta semana a mais do que na anterior, e em Illinois eles aumentaram em quase 14 mil. Por outro lado, a Califórnia estimou que as novas reivindicações caíram em cerca de 59 mil, enquanto no Texas baixaram em mais de 13 mil. As reivindicações contínuas, uma medida do número total de indivíduos que ainda recebem benefícios regulares de desemprego do estado, melhoraram mais do que o esperado na semana passada e permaneceram em uma tendência de queda estável desde o pico de quase 25 milhões em maio. E com base nos dados do relatório desta semana, quase 16 milhões de americanos ainda recebiam algum tipo de seguro-desemprego, uma queda de mais de 2 milhões em relação à semana anterior. Isso incluiu cerca de 8,7 milhões de requerentes por meio dos programas federais de Assistência ao Desemprego Pandêmico e Compensação de Desemprego de Emergência Pandêmica. Joe Biden reverte as medidas polêmicas de Trump; EUA retornam à OMS Vídeos: veja mais notícias de economia Veja Mais

PIB cresceu 1,1% em novembro de 2020, indica monitor da FGV

G1 Economia Na comparação com novembro de 2019, a economia apresentou queda de -0,6%. A atividade econômica brasileira cresceu 1,1% em novembro, frente a outubro, indica o monitor do Produto Interno Bruto (PIB) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado nesta quinta-feira (21). Já na comparação com novembro de 2019, a economia teve queda de 0,6%, segundo o levantamento. A estimativa da FGV ficou acima da do Banco Central, que apontou um crescimento de 0,59% em novembro ante outubro e queda de 0,83% na comparação interanual. De acordo com o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Claudio Considera, a alta do PIB em novembro reflete o crescimento registrado nas três grandes atividades econômicas - agropecuária, indústria e serviços. "Embora ainda esteja em patamar muito abaixo do nível pré-pandemia, a economia dá sinais de retomada, ainda que lenta, no que parece ser a volta a seu antigo normal de crescimento fraco e instável. ”, apontou Considera. Veja Mais

Seleção simplificada oferece 142 vagas no Hemope com salários de até R$ 9,8 mil

G1 Economia Divulgação do edital ocorreu nesta quinta-feira (21), no Diário Oficial do Estado. Inscrição começa na segunda-feira (25) e pode ser feita até o dia 28 de janeiro. Hemope fica localizado no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife Marlon Costa/Pernambuco Press O governo do estado divulgou, no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (21), o edital da seleção pública simplificada para contratar 142 profissionais dos níveis fundamental, médio e superior para a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope). Os salários são de até R$ 9.886,16. As inscrições podem ser feitas a partir da segunda-feira (25) pela internet. É possível se inscrever até o dia 28 de janeiro. As vagas são para as unidades do Hemope no Recife e Caruaru e para os hemocentros de Garanhuns, Petrolina, Serra Talhada, Salgueiro, Ouricuri e Arcoverde. Para se inscrever, é preciso preencher um formulário de inscrição e anexar documentos como RG, CPF, comprovante de residência, certificado reservista (para candidatos do sexo masculino) e documento de comprovação de requisito para a função. As contratações são para atender à necessidade gerada devido à emergência em saúde pública causada pela pandemia da Covid-19. Segundo o edital, pessoas com mais de 60 anos, grávidas puérperas ou que se enquadrem em outro grupo de risco da Covid-19 não podem participar da seleção. O processo seletivo é realizado por meio de etapa única, de avaliação curricular, que tem caráter classificatório e eliminatório. A seleção simplificada tem validade de 12 meses e pode ser prorrogada pelo mesmo período. A divulgação do resultado preliminar está prevista para o dia 4 de fevereiro. Os recursos podem ser enviados até 5 de fevereiro. Já o resultado final tem divulgação prevista para 10 de fevereiro, pela internet. Vídeos mais vistos do G1 nos últimos 7 dias Veja Mais

Ações da China fecham em alta com esperanças de estímulo nos EUA

G1 Economia Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,62%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,07%. O mercado acionário da China fechou em alta nesta quinta-feira (21), em linha com outros mercados asiáticos diante das expectativas de mais estímulo do governo Joe Biden nos Estados Unido para aliviar os danos econômicos causados pela pandemia de Covid-19. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,62%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,07%. O índice de start-ups ChiNext avançou 2,5%, enquanto o STAR50 teve ganho de 0,1%. Republicanos do Congresso dos EUA indicaram que estão dispostos a trabalhar com o presidente na prioridade de seu governo, um plano de estímulo fiscal de US$ 1,9 trilhão, mas alguns se opõe ao valor. Liderando os ganhos, os índices de matérias-primas e de transporte do CSI300 avançaram 2,6% e 3% respectivamente. Vejas as cotações de fechamento das bolsas da Ásia Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,82%, a 28.756 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,12%, a 29.927 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,07%, a 3.621 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,62%, a 5.564 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,49%, a 3.160 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 2,20%, a 16.153 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,61%, a 3.017 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,79%, a 6.823 pontos. Índices das Bolsas americanas batem recorde com a posse de Joe Biden Vídeos: vejas mais notícias de economia Veja Mais

Ações de farmacêuticas se valorizam com mercado de vacinas; veja o ranking

G1 Economia Levantamento da consultoria Economatica mostra que a Novavax, que ainda está em fase de testagem de seu imunizante, lidera os ganhos. Profissional de saúde se prepara para aplicar a vacina da Pfizer e da BioNTech em Los Angeles, nos Estados Unidos, no dia 7 de janeiro de 2020 Lucy Nicholson/Reuters oo Empresas farmacêuticas que se dedicaram à pesquisa de vacinas contra o coronavírus colheram valorizações bilionárias na bolsa de valores de Nova York (NYSE). A Novavax lidera o ranking de melhor retorno ao acionista, acima dos 1.500% desde fevereiro de 2020. O levantamento foi feito pela consultoria Economatica, com base em ações e ADRs negociadas na NYSE e na Nasdaq. Ficam de fora, portanto, as chinesas Sinovac e Sinopharm, que têm capital aberto em bolsas asiáticas. O conceito de "retorno ao acionista" soma a valorização das cotas com distribuição de dividendos. Três vacinas contra a Covid-19 estão em revisão final para uso emergencial, diz OMS O recorte de tempo escolhido foi separado em três pontos: o primeiro é anterior ao momento mais crítico da crise do coronavírus nos mercados (21 de fevereiro) e o último, no fechamento do mercado desta terça-feira (19). Um ponto de inflexão da curva foi fixado no dia 23 de março, pior momento das bolsas na pandemia. Enquanto os mercados derretiam, a Novavax passou pelo período crítico de fevereiro a março com alta de 39%. A empresa, que acumulava, em fevereiro, cerca de US$ 205 milhões em valor de mercado, chegou nesta semana a US$ 8 bilhões. Em testes de fase 3 no Reino Unido, EUA e México, a vacina da Novavax tem duas doses e usa o método chamado "vacina recombinante". A empresa usou engenharia genética para cultivar réplicas inofensivas da proteína que o novo coronavírus usa para entrar nas células do corpo em meio a células de insetos, em laboratório. Os cientistas extraíram, purificaram a proteína e a embalaram em nanopartículas do tamanho do vírus. Brasil não sabe quando vai receber ingredientes para produzir vacina contra Covid no país A Moderna vem na sequência do ranking de retorno ao acionista, acima dos 585%. Em valor de mercado, a empresa passou de US$ 6 bilhões para mais de US$ 49 bilhões. A vacina da empresa é a das mais eficazes à disposição (passa dos 94%), feita com nova tecnologia desenvolvida com apoio do governo dos Estados Unidos. Ela introduz um pedaço do código genético do vírus no corpo humano, para que o corpo aprenda a "reconhecer" o vírus. Dessa forma, se entrar em contato com o vírus "de verdade", ele consegue se defender. O método é semelhante ao da Pfizer, que também teve valorização na janela pesquisada pela Economatica. Mas, como outras gigantes do setor, e com portfolio dedicado também a outros produtos, a alta foi menor. São Paulo começa a campanha municipal de vacinação contra a Covid-19 Pfizer, parceira de vacina da alemã BioNTech, subiu 5% entre fevereiro do ano passado e janeiro de 2021, chegando a US$ 204 bilhões. A AstraZeneca, que desenvolveu vacina em parceria com a Universidade de Oxford, teve alta de 6%, a US$ 133 bilhões. A Johnson&Johnson, que faz seu imunizante por meio da subsidiária Janssen e tem uma das fórmulas mais promissoras por necessitar de apenas uma dose, rendeu 11%, e passa a valer US$ 428 bilhões. Maiores retornos aos acionistas de farmacêuticas Novavax: alta de 1.558%, a US$ 8,1 bilhões Moderna: alta de 585%, a US$ 49,4 bilhões BioNTech: alta de 223%, a US$ 24,3 bilhões Regeneron Pharmaceuticals: alta de 32,4%, a US$ 56,9 bilhões Johnson&Johnson: alta de 11,5%, a US$ 428 bilhões AstraZeneca: alta de 6,7%, a US$ 133 bilhões Pfizer: alta de 5,9%, a US$ 204 bilhões Sanofi: alta de 3%, a US$ 126 bilhões VÍDEOS: Últimas notícias de Economia r Veja Mais

Transporte aéreo doméstico de passageiros teve queda de 52,5% em 2020, diz Anac

G1 Economia Mercado aéreo foi fortemente afetado pela pandemia e por medidas restritivas adotadas no ano passado para reduzir os casos de Covid-19. No transporte internacional, queda foi de 72%. O número de passageiros transportados em voos domésticos no Brasil em 2020 foi 52,5% menor que o registrado em 2019, informou nesta quarta-feira (20) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No ano passado as empresas aéreas brasileiras transportaram um total de 45,1 milhões de passageiros em voos dentro do país. De acordo com a Anac, esse foi o pior resultado do setor em mais de uma década. Em todo o ano de 2019, foram 95,1 milhões de passageiros transportados. O mercado aéreo foi fortemente afetado pela pandemia do novo coronavírus. Restrições e medidas de isolamento reduziram as viagens dentro e fora do país. Entretanto, os números da Anac mostram uma recuperação no setor a partir do segundo semestre de 2020. Em dezembro, o mercado aéreo registrou seu melhor resultado desde o início da pandemia (leia mais abaixo). A retração no mercado aéreo doméstico começou a ser vista a partir de março, quando medidas de isolamento social mais restritivas passaram a ser adotadas no país. Em abril, o setor registrou o seu pior resultado mensal no ano passado, quando a queda na demanda por voos foi de 93,1% em relação ao mesmo mês de 2019. Diante do cancelamento em massa de voos, o governo editou uma medida provisória que prevê o reembolso integral do valor gasto em passagens aéreas durante a pandemia. O governo também deu início a uma negociação para socorro financeiro bilionário às empresas aéreas brasileiras. O auxílio, que viria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), entretanto, nunca saiu do papel. O transporte internacional de passageiros registrou uma queda ainda maior no ano passado. De acordo com a Anac, as empresas aéreas brasileiras transportaram 6,75 milhões de passageiros para fora do país, número 72% menor que o verificado em 2019. Recuperação Os números divulgados nesta quarta pela Anac também revelam uma recuperação do mercado aéreo a partir do segundo semestre, apesar de ainda estarem abaixo do verificado antes da pandemia. Aeroportos registraram movimento intenso de passageiros em dezembro, apesar da pandemia De acordo com a agência, a demanda por voos em dezembro foi 29,5% menor que a registrada no mesmo mês de 2019 e, a oferta de assentos, 27,6% menor. Apesar de negativos, os resultados de dezembro são os melhores do setor aéreo desde o início dos efeitos da pandemia. Vídeos: notícias de economia Veja Mais

Com chances para diversas áreas de atuação, concurso público e processos seletivos têm inscrições abertas no Oeste Paulista

G1 Economia Remuneração e carga horária dependem do cargo pretendido. Os interessados devem se inscrever pela internet. Processo seletivo Reprodução/Redes sociais Cidades do Oeste Paulista têm oportunidades por meio de concurso público e processos seletivos com inscrições abertas. Há chances para diversas áreas de atuação e a remuneração depende do cargo pretendido. Os interessados devem se inscrever pela internet. Taciba A Prefeitura de Taciba está com inscrições abertas para o processo seletivo, em caráter temporário, que visa contratar profissionais de diversas áreas, em níveis fundamental, médio e superior. São ofertadas 32 vagas, além da formação de cadastro reserva. As oportunidades são para os cargos de agente comunitário de saúde (1); agente de combate de endemias (1); assistente social (1); auxiliar administrativo; auxiliar de enfermagem (2); auxiliar desenvolvimento infantil – creche (5); carpinteiro (1); coletor de lixo (3); dentista; dentista ESF; farmacêutico; fisioterapeuta; médico; médico ESF; médico pediatra (1); merendeira (1); mestre de obras; motorista (2); nutricionista (1); operador de máquinas (1); pedreiro (1); professor PEB I (5); professor PEB II – artes; professor PEB II – ciências; professor PEB II – geografia; professor PEB II – história; professor PEB II – inglês; professor PEB II – matemática; professor PEB II – português; psicólogo; serviços gerais (5) e tratorista (1). A carga horária varia de 20 a 40 horas semanais, conforme o cargo escolhido, e os salários vão de R$ 1.233,51 a R$ 14.573,36 ou de R$ 15,14 por hora-aula. Os interessados devem realizar as inscrições até as 23h59 de 31 de janeiro de 2021, exclusivamente via internet. O pagamento da taxa de inscrição varia de R$ 22,50 a R$ 62,50 e deve ser efetuado até 1º de fevereiro de 2021. Os candidatos serão avaliados mediante aplicação de prova objetiva, na data prevista de 7 de fevereiro, e prova prática para as funções de carpinteiro, merendeira, mestre de obras, motorista, operador de máquinas, pedreiro, serviços gerais e tratorista. Mais informações estão disponíveis no edital. Hospital Estadual A Secretaria de Estado da Saúde tem processo seletivo simplificado e emergencial com inscrições abertas, a fim de preencher um total de 37 vagas, em caráter temporário, de profissionais de nível superior para triagem e atendimento direto ou indireto aos pacientes confirmados ou suspeitos da Covid-19. No Oeste Paulista as oportunidades são para o Hospital Estadual de Presidente Prudente. São 10 vagas para o cargo de médico I – ginecologia e obstetrícia, sendo nove para ampla concorrência e um para candidatos com eficiência. A carga horária a ser trabalhada varia entre 24 e 30 horas semanais, com remuneração no valor de R$ 1.516,10 a R$ 3.219,30, além de vantagens pecuniárias de acordo com a unidade, acrescido de prêmio de produtividade e incentivo de até R$ 4.160,70. As inscrições, que são gratuitas, serão recebidas até as 23h59 desta quinta-feira, dia 21 de janeiro de 2021, exclusivamente pela internet. Está vedada a participação de profissionais que pertençam ao grupo considerado de risco frente à Covid-19. Os candidatos inscritos serão avaliados mediante análise de títulos, de caráter eliminatório e classificatório, conforme os critérios estabelecidos no edital oficial. Todos os detalhes estão disponíveis no edital. Euclides da Cunha Paulista A Prefeitura de Euclides da Cunha Paulista também tem processo seletivo com inscrições abertas, destinado a formação de cadastro reserva para professores. Há oportunidades para os docentes das seguintes áreas: professor de arte – PEB II; professor de creche; professor de educação física; professor de ensino fundamental – PEB I; professor de música; professor educação especial – PEB I; professor educação de jovens e adultos (EJA); professor de creche (estudante); professor de ensino fundamental – PEB I (estudante). A carga semanal de trabalho é de 30 ou 40 horas, referente à remuneração de R$ 1.443,12 a R$ 2.886,24, conforme o cargo. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, até 24 de janeiro de 2021. O valor da taxa de inscrição é de R$ 30. Como forma de seleção, os candidatos serão avaliados por meio de prova de títulos e prova objetiva, caráter classificatório e eliminatório, com duração de três horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de respostas. A prova está prevista para ser aplicada no dia 31 de janeiro de 2021, em diferentes turnos, de acordo com o cargo pretendido. O edital já está disponível para consultar mais detalhes. Lucélia A Prefeitura de Lucélia tem concurso público com inscrições abertas para a contratação, em Regime Jurídico Estatutário, de dois profissionais de níveis médio e superior para cargos na área da educação. Os aprovados e contratados deverão cumprir a carga horária de trabalho de 18 a 33 horas semanais. A remuneração varia de R$ R$ 1.119,75 a R$ 1.941,76 mensais, além de complementação de R$ 99,10 a R$ 439,38. Uma das oportunidades é para o cargo de professor de educação básica I, com curso normal em nível médio ou curso normal superior, ou licenciatura plena em pedagogia com habilitação específica para os anos iniciais do ensino fundamental. O segundo cargo disponível é para professor de educação básica II – história, com licenciatura de graduação plena, com habilitação específica ou complementação nos termos da legislação vigente, sendo portador de diploma de licenciatura em história, ou do diploma de licenciatura em estudos sociais com habilitação em história. Os interessados devem se inscrever até 28 de janeiro, exclusivamente via internet, no site da banca organizadora. A taxa de participação é de R$ 21. Os candidatos inscritos serão avaliados por meio de provas objetiva e de títulos, previstas para serem aplicadas em 7 de março de 2021. O conteúdo programático será composto por língua portuguesa, raciocínio lógico, noções de informática, noções de direito administrativo e constitucional, bem como conhecimentos específicos, didática e legislação. O edital pode ser consultado para mais detalhes. Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região. Veja Mais

Dólar opera em queda em dia de posse de Biden e de Copom

G1 Economia Na terça-feira, moeda norte-americana fechou em alta de 0,78%, a R$ 5,3456. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira *4) REUTERS/Bruno Domingos O dólar opera em queda nesta quarta-feira (20), em dia de decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros no Brasil e de posse de Joe Biden como novo presidente dos Estados Unidos. Às 10h18, a moeda norte-americana caía 0,54%, a R$ 5,3169. Veja mais cotações. Já o Ibovespa opera em alta. Na terça-feira, o dólar fechou em alta de 0,78%, a R$ 5,3456. No mês e no ano, passou a acumular avanço de 3,05%. Cenário global e local No exterior, permanecia o clima mais positivo ao risco nos mercados após na véspera a indicada para comandar o Tesouro dos Estados Unidos, Janett Yellen, defender grandes gastos para estimular a economia. Mais estímulos nos EUA significam mais liquidez que pode migrar para mercados de maior risco, como o Brasil, estimulando entrada de dólares e potencialmente baixando o preço da moeda. Nos Estados Unidos, o presidente eleito Joe Biden anunciou nesta quarta-feira, horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo, incluindo o retorno dos EUA à OMS (Organização Mundial da Saúde) e ao Acordo de Paris para o Clima e a reversão de várias outras decisões do atual presidente americano, Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o México e o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA. Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia a partir das 18h30 a decisão sobre o nível da taxa básica de juros. A expectativa dos analistas é que a taxa deve permanecer na mínima histórica de 2% ao ano, com muitos no mercado contando que o BC retirará do comunicado a promessa de manter os juros caso certos critérios sejam respeitados. O entendimento seria o primeiro passo para se vislumbrar uma volta da alta da Selic. Segundo analistas, um dos motivos para a pressão sobre o real é o juro em patamar muito baixo, que deixa a moeda mais vulnerável a operações de hedge ou de financiamento para apostas em outras divisas. As atenções seguem voltadas para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou nesta terça-feira (19) que a entrega da vacina de Oxford contra a Covid-19 vai atrasar de fevereiro para março por ainda não ter recebido da China um dos insumos para a fabricação do imunizante. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. O mercado tem monitorado com atenção a campanha por eleição na Câmara e no Senado para calcular riscos de nova pressão por mais gastos, que também podem vir de dentro do próprio governo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

INSS mantém prova de vida suspensa até fevereiro

G1 Economia Com a medida, pagamentos que dependem do procedimento não serão suspensos até o fim de março. Suspensão da exigência teve início em março de 2020, quando tiveram início as medidas de isolamento social para conter a disseminação do coronavírus. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) prorrogou por mais dois meses a interrupção de bloqueios de pagamento ou suspensão de benefícios por falta da chamada prova de vida, segundo portaria publicada nesta quarta-feira (20) no Diário Oficial da União. Com a medida, pagamentos que dependem do procedimento não serão suspensos até o fim de março, informou o INSS. A suspensão da prova de vida teve início em março de 2020, quando tiveram início as medidas de isolamento social para conter a disseminação do coronavírus, e a previsão era que voltaria a ser exigida neste começo de 2021. A nova portaria prorroga a interrupção de cortes e de benefícios, por mais duas competências, referentes a janeiro e fevereiro deste ano. A prorrogação vale para os beneficiários residentes no Brasil e no exterior. INSS fecha 2020 com quase 1,7 milhão de benefícios represados; tempo médio é de 66 dias para concessão Beneficiários realizam perícia médica na agência do INSS do Bairro Edson Queiroz, em Fortaleza Bruno Cabral/SVM Recadastramento é anual A lei prevê que, todos os anos, beneficiários do INSS precisam comprovar ao governo que estão vivos. Essa comprovação é sempre presencial e pode ser feita na instituição bancária em que o aposentado ou pensionista recebe o benefício, em uma agência do INSS, em embaixadas e consulados ou na casa de aposentados e pensionistas com dificuldade de locomoção. Quem não faz a comprovação no prazo tem o pagamento bloqueado, suspenso ou cessado. O procedimento é obrigatório e tem como principal objetivo evitar fraudes e pagamentos indevidos. A portaria publicada nesta quarta afirma que a suspensão da prova da vida não prejudica "a rotina e obrigações contratuais estabelecidas entre este Instituto e a rede bancária pagadora de benefícios, devendo a comprovação de vida junto à rede bancária ser realizada normalmente". Para fazer a prova de vida, basta ir diretamente no banco em que recebe o benefício, apresentar um documento de identificação com foto. O INSS informa que algumas instituições financeiras já utilizam a tecnologia de biometria nos terminais de autoatendimento. Pela regras, os beneficiários que não puderem ir até às agências bancárias por motivos de doença ou dificuldades de locomoção podem realizar a comprovação de vida por meio de um procurador cadastrado no INSS. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Funcionário pode se recusar a tomar vacina e usar máscara? Veja tira-dúvidas

G1 Economia Com decisão do STF pela obrigatoriedade da vacinação, a empresa poderá exigir isso dos empregados. Já em relação ao uso de máscara, as empresas podem demitir por justa causa profissionais que não cumprem regras de segurança. STF decide que a vacina contra o coronavírus é obrigatória Os funcionários que se negam a tomar a vacina contra a Covid-19 ou a usar máscara no ambiente de trabalho podem sofrer punições ou até serem demitidos, segundo advogados especializados em direito do trabalho. Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a vacinação contra a Covid-19 é obrigatória e que sanções podem ser estabelecidas contra quem não se imunizar. E que essas medidas podem ser implementadas pela União, estados, Distrito Federal e municípios. O tribunal descartou a necessidade de exigir consentimento prévio das pessoas para imunização. Veja abaixo o tira-dúvidas com Rafael Camargo Felisbino, advogado e especialista em direito e processo do trabalho; Flavio Aldred Ramacciotti, sócio da área trabalhista de Chediak Advogados; Bianca Canzi, advogada trabalhista do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados; e Fernando de Almeida Prado, advogado, professor e sócio do BFAP Advogados. A empresa pode obrigar o funcionário a se vacinar contra a Covid-19 e demiti-lo caso ele se negue? Ou impedir a entrada dele na empresa e orientá-lo a trabalhar em casa? Rafael Camargo Felisbino: O empregado que se recusar a tomar a vacina pode ser demitido por justa causa, já que estará colocando a saúde de todos os colegas em risco. Além disso, é obrigação da empresa zelar pelo ambiente e pela saúde de seus empregados. Mas é recomendável que haja uma tentativa de conversa antes de medidas mais definitivas. Ou que a justa causa seja precedida de uma advertência ou suspensão, ainda mais se esta for a primeira recusa e o empregado em questão tiver um histórico bom na empresa. Flavio Aldred Ramacciotti: Houve uma decisão do STF determinando a obrigatoriedade da vacina. Se há essa obrigatoriedade, a empresa poderá exigir isso dos empregados. Mas a questão é controversa e deverá ser resolvida com bom senso e à luz de cada caso específico. Bianca Canzi: Ainda não temos nenhum entendimento jurisprudencial e nenhuma lei. Porém, dentro do meu entendimento, a empresa poderá sim demiti-lo ou afastá-lo, pois entendo que a vacina fará parte das regras de prevenção. Fernando de Almeida Prado: A empresa não pode desligar um funcionário por justa causa porque ele se recusou a tomar vacina, da mesma forma que não pode abrigá-lo a tomar a vacina. Mesmo que o STF entenda que é uma obrigação do poder público vacinar todas as pessoas, não cabe à empresa obrigar os seus funcionários a tomarem a vacina. O que ela pode é, eventualmente, apontar para as autoridades públicas que uma pessoa está se recusando e aí o problema é da autoridade pública e não da empresa, que não pode obrigá-lo a isso. Da mesma forma, não pode impedir a entrada de um colaborador por não ter tomado vacina. A empresa pode, caso alguns funcionários apresentem risco relacionado à Covid-19, obrigá-los a trabalhar de um local que não seja a sede, pensando na saúde dos funcionários que estão presentes. É comum que algumas empresas impeçam funcionários que tiveram contato com trabalhadores ou com qualquer pessoa que tenha Covid-19 de trabalhar fisicamente na sede. Essa exigência das empresas depende de a vacina ser considerada obrigatória pelo poder público? Nesse caso, a empresa poderá exigir o comprovante de vacinação na contratação do empregado? Flavio Aldred Ramacciotti: Se a vacina, de fato, for declarada obrigatória, penso que a empresa poderá exigir o comprovante. Bianca Canzi: A vacina terá que ser considerada obrigatória pelo poder público. Porém, entendo que as empresas poderão ter seu próprio controle. Por se tratar de uma pandemia e na hipótese de a vacinação ser considerada obrigatória, a empresa poderá exigir o comprovante. Se o funcionário deixar de usar máscara, ele pode ser apenas advertido e, caso continue não obedecendo à regra de uso, ser demitido? Bianca Canzi: Empresas podem demitir profissionais que não cumprem exigências de segurança. Em alguns casos, pode até ser por justa causa se comprovado que a regra era clara, o profissional estava ciente e que gerou prejuízos para a organização. Fernando de Almeida Prado: Caso insista em não usar máscara, ele pode ser demitido, inclusive, por justa causa, caso esteja previsto nas regras da empresa. Mas tem que ser um não uso reiterado. Não pode simplesmente pegar um dia sem o funcionário usar máscara e desligá-lo imediatamente por isso. Se o funcionário não usar uma máscara, antes ele deve ser advertido e suspenso. Uma das hipóteses de justa causa previstas na CLT é a indisciplina, que é considerada quando um empregado deixa de cumprir uma regra da empresa. Flavio Aldred Ramacciotti: Se, após ser advertido, ele continuar com a postura faltosa, ou seja, continuar reiterando a falta, ele poderá ser suspenso e demitido por justa causa. Aqui cabem também o reiterado e injustificado descumprimento de uma determinação do empregador por indisciplina ou insubordinação. A empresa precisa deixar claro que os funcionários devem usar as máscaras no local de trabalho? Bianca Canzi: É obrigação da empresa deixar todas as regras claras. Fernando de Almeida Prado: A empresa precisa deixar claro que os funcionários devem usar a máscara, especialmente para validar uma eventual justa causa de algum funcionário por força da recusa do uso. Flavio Aldred Ramacciotti: É uma questão de bom senso, mas aconselho que a empresa deixe isso expresso, por meio de treinamentos e cartazes, até para demonstrar e comprovar que a empresa tem adotado medidas para a prevenção do coronavírus. A empresa deve abrir exceção do uso de máscaras para os momentos como café e refeições? Nesse caso, deve haver um local reservado para esses intervalos? Flavio Aldred Ramacciotti: A empresa deve tomar medidas que evitem aglomerações, como flexibilizar horários, disponibilizar mais máquinas de café e bebedouros e impossibilitar o uso de cadeiras próximas nos refeitórios. Bianca Canzi: Sim. Porém deve ter um local adequado, bem como uma escala de horários, para que não haja o risco de contaminação entre os funcionários. Fernando de Almeida Prado: Não, porque, dependendo do tamanho da empresa e de suas atividades, ela sequer tem um local destinado a café e refeições. É muito comum que os escritórios tenham uma copa reservada, pequena, só para tomar café e não é permitido o consumo de refeições no local. Em prol da segurança e da saúde dos demais, o funcionário que tiver interesse de tomar o café ou comer alguma coisa poderia ir para outro local e não fazer isso no trabalho. É permitido que as empresas não liberem e não autorizem, mesmo que para fins de refeição. Exceto, logicamente, se por alguma situação específica da empresa, a refeição tiver que ser realizada no local de trabalho. Isso é muito comum nas indústrias, que às vezes são afastadas dos centros urbanos e possuem um refeitório no local. Então, o refeitório tem que atender aos protocolos relacionados à Covid-19 e a refeição vai ser realizada sem o uso de máscara. Caso o funcionário contraia Covid-19, mesmo usando máscara o tempo todo, ele pode justificar que foi infectado porque a empresa deixou de cumprir as regras de prevenção e higiene? Bianca Canzi: O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que a contaminação por Covid-19 se caracteriza como acidente de trabalho e, com isso, as empresas devem redobrar os cuidados para evitar a contaminação. Para configurar um acidente do trabalho, o trabalhador terá que provar que a empresa não cumpria com as regras de prevenção e higiene. Flavio Aldred Ramacciotti: Entendo ser muito difícil a prova de que a Covid-19 foi contraída no trabalho (exceto para os casos de trabalho em locais de muito risco, como hospitais), pois o contágio pode ter acontecido em qualquer lugar. Por esse motivo, é importante que a empresa tenha provas de que adotou todas as medidas para evitar o contágio de seus empregados. Assista a mais notícias de Economia: Veja Mais

Justiça prorroga auxílio financeiro por desastre em Mariana (MG) até final do ano

G1 Economia Extensão está ligada aos efeitos da pandemia de Covid-19, mas pagamento terá uma redução de 50% a partir deste mês. Desalojados no desastre de Mariana ainda não têm casa definitiva Reprodução/JN A Justiça Federal prorrogou até o final de 2021 o auxílio financeiro emergencial pago pela Fundação Renova às pessoas afetadas pelo rompimento de uma barragem de rejeitos da Samarco em Mariana (MG), em 2015, informou o Ministério Público Federal (MPF) nesta terça-feira (19). Conforme a decisão da 12ª Vara Federal de Belo Horizonte, a extensão do auxílio está ligada aos efeitos da pandemia de Covid-19, mas o pagamento terá uma redução de 50% a partir deste mês. "O pagamento do AFE (auxílio) deve ser mantido e alongado durante todo o ano de 2021, período em que se espera a universalização da vacina, o fim da pandemia e a implementação do sistema indenizatório simplificado em toda a bacia", apontou a decisão. Ocorrido em novembro de 2015, o colapso da barragem da Samarco, joint venture formada por Vale e BHP, deixou 19 mortos e atingiu o rio Doce, no que foi considerado o maior desastre ambiental da história do Brasil. A Fundação Renova é a instituição independente criada, mediante assinaturas da Vale e BHP, para conduzir os trabalhos de reparação relacionados ao desastre. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Bolsa dos EUA fecham em alta com endosso de Yellen a mais estímulos

G1 Economia Indicada ao cargo de secretária do Tesouro disse que os benefícios de um grande pacote superam os custos de uma dívida maior. Os principais índices acionários de Wall Street subiram nesta terça-feira (19), à medida que a indicada ao cargo de secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, defendeu um forte pacote de auxílio fiscal aos parlamentares para ajudar a maior economia do mundo a enfrentar uma crise causada pela pandemia. O Dow Jones subiu 0,38%, aos 30.930,52 pontos, o S&P 500 ganhou 0,81%, para 3.798,91 pontos, e o Nasdaq teve alta de 1,53%, para 13.197,18 pontos. Em sua audiência de confirmação, Yellen disse que os benefícios de um grande pacote superam os custos de uma dívida maior. O presidente eleito Joe Biden, que assumirá o cargo na quarta-feira (20), apresentou uma proposta de pacote de estímulo de US$ 1,9 trilhão na semana passada para impulsionar a economia e acelerar a distribuição de vacinas. "Hoje é realmente tudo sobre Janet Yellen e o impulso que ela está dando sobre o estímulo", disse Thomas Martin, gerente de portfólio sênior da Globalt Investments em Atlanta, acrescentando que o foco no estímulo "define uma base para os mercados continuarem a se mover a níveis superiores". Presidente eleito dos EUA anuncia pacote econômico de US$ 1,9 trilhão Com a temporada da divulgação de balanços trimestrais em andamento, o Bank of America avançou no início da sessão depois de superar as estimativas de lucro do quarto trimestre e juntar-se ao JPMorgan JPM.N, Citigroup Inc e Wells Fargo & Co na liberação de algumas reservas de recurso para cobrir as perdas de crédito impulsionadas pelo coronavírus, reforçando sua confiança na economia. As ações reduziram os ganhos no fim, caindo 0,7%. O lucro trimestral do Goldman Sachs Group Inc, o maior banco norte-americano, mais que dobrou, superando as projeções com um ótimo desempenho em seus serviços de negociação e subscrição, mas suas ações desfizeram-se dos ganhos iniciais, terminando com queda de 2,3%. Recentemente, os principais índices de Wall Street avançaram para máximas recordes na esperança de uma rápida recuperação econômica, alimentada por um forte pacote de estímulo fiscal, além da distribuição de vacinas. Oito dos 11 setores do S&P avançaram, com o segmento de energia, sensível à economia, liderando os ganhos. O setor de serviços públicos, consumo e imobiliário foram os únicos no vermelho. Vídeos: Últimas de notícia de economia Veja Mais

Boeing 737 MAX vai receber liberação da União Europeia na próxima semana

G1 Economia Agência de Segurança da Aviação da UE é um dos últimos grandes reguladores a aprovar a volta do modelo. O avião 737 MAX da Boeing receberá autorização final para retomar os voos na Europa na próxima semana, disse o chefe do órgão de segurança aérea da União Europeia nesta terça-feira (19). A Agência de Segurança da Aviação da UE (Easa) é um dos últimos grandes reguladores a aprovar as mudanças executadas pela Boeing no MAX e no sistema anti-stall da aeronave, culpado por dois acidentes que mataram centenas de pessoas e causaram uma suspensão global nos voos do modelo em março de 2019. A agência europeia, que publicou um projeto de diretriz de aeronavegabilidade em novembro, fez muitos ajustes de apresentação após consultas públicas, disse o diretor executivo Patrick Ky em uma coletiva de imprensa online. Aeronaves 737 Max foram proibidas de voar Reuters Boeing é acusada de fraude e pagará US$ 2,5 bilhões por acidentes com o 737 Max "Esperamos publicá-lo na próxima semana, o que significa que o MAX estará liberado para voar novamente", disse Ky. Uma certificação separada da variante MAX-200 provavelmente virá nas "próximas semanas", acrescentou ele, permitindo que os voos sejam retomados antes de meados do ano. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) e autoridades brasileiras liberaram o MAX para voos em novembro. O Canadá deve seguir o exemplo na quarta-feira (20). Após as duas quedas do avião, a Easa insistiu em realizar uma revisão mais ampla e mais profunda do que normalmente conduz nos jatos da Boeing sob a autoridade primária da FAA. O presidente da Emirates, Tim Clark, na semana passada creditou a "linha muito dura" do regulador europeu por ajudar a restaurar a confiança do público no MAX. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Confaz deve autorizar concessão pelos estados de isenção de ICMS sobre oxigênio hospitalar

G1 Economia No Amazonas, alíquota do ICMS sobre oxigênio hospitalar vindo de outros estados é de 18%. Estado enfrenta colapso no sistema de saúde, e falta oxigênio para pacientes de Covid. Parentes de pacientes com Covid em Manaus dizem que oxigênio ainda está em falta nos hospitais O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) realizará reunião extraordinária na próxima quinta-feira (21) para autorizar a concessão pelos estados de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre o oxigênio hospitalar, produto indispensável no combate à pandemia da Covid-19. Com mais de 232 mil casos e 6,3 mil mortes, o Amazonas vive um caos no sistema de saúde com hospitais lotados. As unidades de saúde não têm oxigênio suficiente para todos os pacientes, o que fez o governo adotar medidas emergenciais para receber o insumo. Nesta terça-feira (19), sete pacientes morreram em um hospital de Coari (AM) por falta de oxigênio. O Ministério Público decidiu investigar as mortes por ausência de oxigênio em hospitais do estado. No Amazonas, a alíquota do ICMS é de 18% sobre o oxigênio hospitalar comprado de outros estados e revendido no território. Se o produto for produzido e comercializado dentro do Amazonas, a alíquota é de 7%. Para autorizar a isenção, o Confaz, conselho formado pelos secretários de Fazenda dos 26 estados e do Distrito Federal, deve aprovar um convênio de ICMS. Após o aval do Confaz, a isenção entrará em vigor depois que as assembleias legislativas dos estados aprovarem leis para conceder o incentivo fiscal. Duas das propostas de convênio para o Confaz autorizar a isenção do ICMS vieram do próprio estado do Amazonas. Uma propõe apenas a isenção sobre o oxigênio medicinal. A outra pede que, além do oxigênio, a isenção seja aplicada a remédios sem eficácia comprovada no tratamento para a Covid-19, a exemplo de cloroquina e azitromicina. Também estão listados na segunda proposta kits de teste para Covid-19; kits de intubação e cateteres; respiradores automáticos; álcool 80%; agulhas e seringas; água oxigenada, curativos, gaze e desinfetantes; artigos de laboratório e farmácia; outros gases medicinais; - máscaras, luvas, equipamento de proteção para profissionais de saúde. O estado do Maranhão propôs ainda um convênio para permitir o benefício fiscal nas vendas de oxigênio medicinal destinadas ao Amazonas. Na última sexta-feira (15), o governo federal voltou a zerar o imposto de importação incidente sobre cilindros utilizados para transporte de gases hospitalares, em decisão do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia. VÍDEOS: hospitais sem oxigênio no AM Veja Mais

EDP Brasil indica João Marques da Cruz para ser novo CEO

G1 Economia Atual ocupante do cargo, Miguel Setas será presidente do conselho. A elétrica EDP Brasil indicou João Marques da Cruz à presidência-executiva da companhia, após o atual CEO, Miguel Setas, ter sido nomeado para uma posição no Conselho de Administração Executivo de sua controladora, a EDP Energias de Portugal. A companhia disse em comunicado nesta terça-feira (19) que convocará uma assembleia-geral de acionistas para deliberar sobre o novo CEO, enquanto também indicará Setas para assumir o cargo de presidente de seu conselho de administração, em substituição a António Mexia. Embraer e EDP Brasil fazem parceria em pesquisa de avião elétrico O movimento da EDP Brasil vem na sequência de uma assembleia de sua controladora que aprovou Miguel Setas como um dos membros de um conselho executivo que será liderado por Miguel Stilwell de Andrade, com mandato entre 2021 e 2023. A companhia acrescentou que, apesar das mudanças no comando, "permanece a orientação estratégica da EDP Brasil". A elétrica, que opera distribuidoras de energia e tem negócios também em geração e comercialização no maior país da América Latina, estendeu mais recentemente as atividades da unidade brasileira para os setores de linhas de transmissão e geração solar. Setas estava no comando da EDP Brasil desde 2014. Natural de Portugal, ele já ocupava posições executivas em empresas do grupo no país desde 2008. Embraer cria empresa para produzir "carro voador" Em nota a clientes, analistas do Credit Suisse disseram avaliar as alterações na cúpula como neutras para as ações da companhia, mas ressaltaram que a saída de Setas "pode gerar preocupações no mercado", uma vez que a gestão do executivo à frente da empresa vinha sendo bem avaliada. "Setas aumentou a eficiência e investiu em bons ativos de transmissão", escreveram. O anúncio da EDP Brasil sobre a nomeação de um novo presidente e a escolha de Setas para liderar o conselho ocorre meses após o afastamento de membros do conselho da EDP Portugal em meados do ano passado, em meio a uma investigação no país sobre possíveis irregularidades dos executivos. A empresa tem negado qualquer ilegalidade. A EDP Energias de Portugal tem a elétrica chinesa China Three Gorges como principal acionista, com 19% de participação. O grupo EDP possui 51,2% das ações da EDP Brasil. A EDP Brasil disse em nota que a assembleia para confirmação das nomeações dos executivos no Brasil está prevista para 19 de fevereiro. A empresa acrescentou que o novo CEO, João Marques da Cruz, acumula mais de 15 anos como membro do Conselho de Administração Executivo da EDP. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Dólar opera em queda de olho na transição nos EUA e na véspera do Copom

G1 Economia Na segunda-feira (18), moeda norte-americana fechou em queda de 0,07%, a R$ 5,3042. Notas de dólar Reuters O dólar opera em queda nesta terça-feira (18), com os investidores de olho no ritmo da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, na transição de governo nos Estados Unidos e na trajetória da taxa básica de juros no Brasil. Às 10h07, a moeda norte-americana caía 0,73%, cotada a R$ 5,2655. Na mínima até o momento, recuou a R$ 5,2435. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o dólar encerrou a sessão em queda de 0,07%, a R$ 5,3042. No mês e no ano, a moeda acumula avanço de 2,26%. Estados começam a campanha de vacinação contra a Covid-19 Cenário global e local No exterior, a perspectiva de lockdowns mais longos na Europa mantinha os investidores cautelosos. No radar dos mercados também está a audiência no Senado de Janet Yellen, secretária do Tesouro indicada por Joe Biden. Ela deve apresentar os planos de Biden na área fiscal. Na quarta-feira, Joe Biden toma posse como novo presidente dos Estados Unidos. O mercado reagiu com dólar em queda quando notícias apontaram Yellen como a escolhida por Biden para comandar o Tesouro, levados por expectativa de que ela abra as torneiras de dinheiro barato para irrigar o mercado com mais liquidez. "O governo Biden deve dar suporte a uma política de dólar forte. Contudo, não acreditamos que os fundamentos são um apoio para o dólar forte e continuamos a esperar fraqueza adicional da moeda ao longo do ano", disseram em nota analistas do banco MUFG. Os preços do petróleo subiam nesta terça-feira, em meio a um otimismo de que estímulos governamentais possam impulsionar o crescimento da economia global e a demanda por petróleo, o que superava preocupações com novos lockdowns contra o coronavírus e seu efeito sobre o consumo de combustíveis. Por aqui, todas as atenções seguem voltadas para o ritmo da campanha nacional de vacinação contra o coronavírus após a Anvisa ter aprovado o uso emergencial das vacinas Coronovac e de Oxford. Até as 8 horas desta segunda-feira, apenas Acre e Rondônia não haviam recebido as doses da CoronaVac. 20 estados iniciaram a imunização desde domingo (17). O avanço da vacinação é citado por profissionais do mercado como fator crucial para a recuperação da economia e nas análises sobre os rumos da taxa de câmbio, já que uma economia em crescimento tende a atrair mais investimentos estrangeiros com potencial para baixar o preço da moeda norte-americana. Na agenda de indicadores, a FGV anunciou que a segunda prévia do IGP-M de janeiro acelerou alta para 2,37%, acumulando alta em 12 meses de 25,46%. Investidores seguem avaliando também os cenários após a inflação em 2020 ter ficado no maior nível em quatro anos, reforçando discussão sobre o momento de alta de juros no Brasil -- o que poderia aumentar a rentabilidade do real e elevar a atratividade da moeda brasileira. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne nesta terça e quarta para decidir sobre o rumo da Selic, atualmente na mínima histórica de 2% ao ano. Segundo analistas, um dos motivos para a pressão sobre o real é o juro em patamar muito baixo, que deixa a moeda mais vulnerável a operações de hedge ou de financiamento para apostas em outras divisas. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

INSS fecha 2020 com quase 1,7 milhão de benefícios represados; tempo médio é de 66 dias para concessão

G1 Economia Desse total, 1,2 milhão esperavam pela primeira avaliação dos seus requerimentos e 477 mil já haviam passado pela análise e necessitavam cumprir exigências do INSS para serem pagos. Trabalhadores reclamam que não conseguem receber auxílio do INSS Em dezembro de 2020, havia cerca de 1,7 milhão de requerimentos de benefícios previdenciários na fila para concessão. Desse total, 1,2 milhão esperavam pela primeira avaliação do Instituto Nacional do Seguro Social e 477 mil já haviam passado pela análise do instituto e necessitavam que o segurado apresentasse documentação para serem concluídos. O INSS informou ao G1 que está ampliando o número de servidores na análise e concessão de requerimentos, o que diminuirá tanto o tempo de concessão quanto o estoque de pedidos (leia mais abaixo). O tempo médio de concessão de benefícios no país era de 66 dias em dezembro. Atualmente, por lei, os pedidos devem ser analisados em um prazo de até 45 dias. O INSS conseguiu cumprir o que determina a lei entre junho e setembro, mas a partir de outubro o tempo de espera voltou a subir. Veja abaixo: Tempo médio de concessão de benefícios mês a mês Economia G1 Espera chega a 97 dias no Acre Em novembro, de acordo com o último Boletim Estatístico da Previdência Social disponível, os estados com maior tempo de espera para concessão de benefícios eram o Acre, Amapá e Tocantins. No caso do Acre, o tempo de espera era de 97 dias, mais que o dobro do estabelecido em lei. Além disso, nenhum estado tinha o prazo de análise dentro do previsto em lei. O estado com o menor tempo médio de espera era Mato Grosso do Sul, porém, 6 dias a mais que os 45 exigidos. Veja abaixo: Tempo médio de concessão de benefícios por estados Economia G1 Maioria dos pedidos depende do INSS e passa dos 45 dias Dentro do total de pedidos aguardando análise, o número dos que aguardam há mais de 45 dias eram bem maiores dos que estavam dentro do que prevê a lei. Além disso, após queda em maio e junho, o número de requerimentos na fila voltou a subir a partir de julho e, em novembro, se aproximou do número de janeiro. Em dezembro, o número voltou a cair. Desde setembro, o número de pedidos à espera de análise do INSS é maior que os que dependem de cumprimento de exigências dos segurados. Veja no quadro abaixo: Total de requerimentos na fila do INSS Economia G1 Vale lembrar que as agências do INSS ficaram fechadas por mais de cinco meses e foram reabertas em setembro de forma gradual. Atualmente, menos da metade conta com realização de perícias, que são exigidas para concessão de benefícios por incapacidade como auxílio-doença. Portanto, dentro da fila de pedidos a serem analisados pelo INSS entram os segurados que ainda não realizaram a perícia. Com o fechamento das agências no período, os servidores do atendimento foram realocados para a análise de benefícios, feitos de forma online pelos segurados. Segundo o INSS, isso permitiu acelerar o trabalho e reduzir sensivelmente o tempo médio de conclusão e o estoque de pedidos esperando resposta. No entanto, a expectativa do instituto de zerar o estoque até outubro não se concretizou. INSS vai ampliar equipe de análise O INSS informou ao G1 que está ampliando o número de servidores na análise de requerimentos de 30% para 40% do total de servidores a partir deste mês. Isso foi possível em função da contratação temporária dos aposentados e militares inativos para substituir os servidores da área de atendimento, que passarão para a área de análise. “Isso diminuirá sensivelmente o tempo de concessão, o que acarretará na diminuição de pagamento de correção, uma vez que os benefícios serão concedidos dentro do prazo previsto”, informou o INSS. Além disso, o INSS informa que está ampliando o número de servidores que atuam exclusivamente na concessão de benefício, através da implementação de programas de gestão por teletrabalho. “Esses servidores trabalham com meta mensal maior do que os demais, portanto, apresentam maior produtividade na análise de requerimentos, o que acarretará em notória queda do estoque de pedidos”, prevê. Segundo o instituto, em junho de 2019, o estoque era de 2,232 milhões – sem contar os requerimentos que dependem de cumprimento de exigências dos segurados. Em dezembro de 2019 foi reduzido para 1,632 milhão e em março de 2020, para 1,3 milhão. O INSS afirma ainda que tem analisado em média 835 mil benefícios por mês, o que inclui análises feitas pelos temporários. O INSS lembra que um acordo do instituto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU), que foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro do ano passado, prevê novos prazos para a concessão, que entrarão em vigor seis meses após a homologação, ou seja, em junho deste ano. Veja abaixo: Salário-maternidade: 30 dias Aposentadoria por invalidez comum e acidentária: 45 dias Auxílio-doença comum e por acidente do trabalho: 45 dias Pensão por morte: 60 dias Auxílio-reclusão: 60 dias Auxílio-acidente: 60 dias Benefício assistencial à pessoa com deficiência: 90 dias Benefício assistencial ao idoso: 90 dias Aposentadorias, salvo por invalidez: 90 dias Pelo acordo, os prazos para o cumprimento de decisões judiciais serão os seguintes (considerados a partir da intimação do INSS): Benefícios por incapacidade: 25 dias Benefícios assistenciais: 25 dias Concessões e recusas Já em relação às concessões e indeferimentos de benefícios, 2019 foi o ano com o maior número de recusas desde 2006. Já as concessões naquele ano só não superaram os números registrados em 2013 e 2014. Em 2020, até novembro, o número de recusas estava bem próximo do de concessões – os dados de dezembro ainda não estão disponíveis no boletim estatístico. Veja no gráfico abaixo: Benefícios concedidos e negados ano a ano Economia G1 Assista a mais notícias de Economia: Veja Mais

Exportação de café do Brasil bate recorde em 2020, diz Cecafé

G1 Economia Vendas cresceram 9,4% com relação ao ano anterior, atingindo 44,5 milhões de sacas de 60 kg. Segundo a entidade, efeito da seca ainda será avaliado. Plantação de café em Minas Gerais Reprodução/Globo Rural As exportações de café do Brasil atingiram recorde de 44,5 milhões de sacas de 60 kg em 2020, considerando a soma dos produtos verde, solúvel e torrado & moído, afirmou o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) nesta segunda-feira (18). Exportações de commodities do Brasil em 2020 têm recordes que vão do petróleo ao café De onde vem o que eu como: café é a 2ª bebida mais consumida no país e interesse por métodos de preparo cresceu na pandemia A tendência indica que o ritmo de exportações continue, mas podem ocorrer efeitos do ciclo de baixa da cultura e da longa estiagem ocorrida no ano passado, que ainda serão avaliados, de acordo com Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé. "Ainda temos café suficiente para atender os mercados. O Brasil vai continuar embarcando o máximo que é possível, mas é importante esperarmos fevereiro e março para termos um número mais seguro (sobre os estoques e safra)", afirma Carvalhaes. Em relação a 2019, o resultado dos embarques de 2020 representa alta de 9,4%. Do volume total embarcado, 40,4 milhões de sacas foram de café verde, aumento de 10,2% comparado ao ano anterior. Os cafés verdes são compostos pelos grãos tipo arábica, cujas exportações totalizaram 35,5 milhões de sacas no ano passado, alta de 8,4% ante 2019 e recorde histórico para essa variedade. Os embarques da variedade robusta (conilon) atingiram 4,9 milhões de sacas, crescimento de 24,3% e também maior volume embarcado na história, segundo o Cecafé. As exportações de café solúvel foram de 4,1 milhões de sacas, alta de 2,4% e volume recorde do produto industrializado. "Devido à pandemia da Covid-19, estamos passando por um período desafiador e, ao mesmo tempo, tivemos uma das maiores safras, batendo um recorde histórico", afirmou o presidente da entidade. Segundo o Cecafé, houve uma mudança na dinâmica de consumo da bebida imposta pelo surto do novo coronavírus no mundo, que fez com que a população parasse de frequentar as cafeterias, mas não parasse de tomar café. Além do consumo em casa, também avançaram novas modalidades de venda, como a online. Quanto à segunda onda da pandemia, que desencadeou novos lockdowns em diversos países, Carvalhaes disse que o comportamento dos consumidores será avaliado. "O consumo doméstico deverá continuar firme e forte, mas o fora do lar continuará prejudicado com esses lockdowns, principalmente na Europa", alertou o presidente. Entre os compradores, os Estados Unidos permaneceram como principal destino do café brasileiro, com 8,1 milhões de sacas exportadas para o país, equivalente a 18,3% das exportações totais no ano passado. O segundo maior destino foi a Alemanha, com 7,6 milhões (17,1%) e, em terceiro, a Bélgica, com 3,7 milhões (8,4%). "Nos dois continentes mais afetados pela Covid-19, Europa e América do Norte, o Brasil apresentou crescimento nas exportações, de 8,8% e de 3,8%, respectivamente", pontuou Carvalhaes. Retorno financeiro A receita cambial com as exportações de café no ano passado alcançou 5,6 bilhões de dólares, alta de 10,3% em relação a 2019 e equivalente a R$ 29 bilhões, representando aumento de 44,1% na conversão em moeda local, de acordo com o Cecafé. Com isso, o conselho afirmou que o setor teve participação de 5,6% nas exportações do agronegócio e de 2,7% nos embarques totais do país. Já o preço médio da saca no ano foi de 126,52 dólares. "O Brasil é o país que mais repassa preço ao produtor. De todos os ganhos que se tem nas exportações, a maior parte fica com o produtor. Mostrar recordes significa receita a mais para o produtor", disse a entidade. Dezembro recorde Ainda de acordo com o Cecafé, em dezembro o Brasil exportou 4,3 milhões de sacas de café para o mundo, dado que representa também um recorde histórico em volume exportado para o mês, além do aumento de 38,6% no comparativo anual. A receita cambial gerada no período foi de 541 milhões de dólares, crescimento de 37,1% e equivalente a 2,8 bilhões de reais, representando alta de 71,7% na conversão em reais. As exportações de cafés verdes somaram 3,9 milhões de sacas (+41,8% ante dezembro de 2019), sendo 3,5 milhões de sacas de café arábica (+46,3%) e 381 mil de robusta (+10,1%). Os cafés industrializados corresponderam a 353,1 mil sacas embarcadas (+11,3%), sendo 352 mil sacas de café solúvel (+11,5%). Vídeos: tudo sobre o agronegócio Veja Mais

Canadá vai retirar proibição a voos do Boeing 737 MAX em 20 de janeiro

G1 Economia Air Canada informou que vai retomar os voos comerciais com o 737 MAX em 1º de fevereiro. O Canadá informou nesta segunda-feira (18) que vai retirar uma proibição de quase dois anos de voos do Boeing 737 MAX em 20 de janeiro, aumentando a lista de países que liberaram o retorno da operação da aeronave após duas quedas que mataram centenas de pessoas. Foto aérea mostra vários aviões Boeing 737 MAX no aeroporto internacional Grant County em Moses Lake, nos EUA Lindsey Wasson/Reuters Separadamente, a Air Canada afirmou que vai retomar os voos comerciais com o 737 MAX em 1º de fevereiro, retornando gradualmente a operação do modelo em rotas na América do Norte. No início deste mês, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou a Boeing de conspirar para cometer fraude por não ter fornecido todas as informações sobre o processo de aprovação do 737 Max, modelo de avião que sofreu dois acidentes fatais. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais