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'É a 1ª vez em 22 anos que coloco 10 dedos no teclado', diz maestro João Carlos Martins sobre luva biônica que o fez voltar ao piano

G1 Pop & Arte Depois de anunciar a despedida no ano passado, pianista se reencontrou com o instrumento neste sábado graças a um projeto desenvolvido em Sumaré. Concerto que marcou o retorno foi em comemoração aos 466 anos de São Paulo. João Carlos Martins retorna ao piano graças a luva desenvolvida em Sumaré Prestes a completar 80 anos, o pianista e maestro João Carlos Martins, referência da música clássica no Brasil e no mundo, passou por uma das grandes emoções da carreira. Depois de anunciar em fevereiro de 2019 a despedida dos pianos por conta de uma série de problemas de saúde que limitaram a movimentação de suas mãos, ele voltou a tocar em público neste sábado (25), graças a uma luva biônica desenvolvida por um designer industrial de Sumaré (SP). O projeto permitiu que o músico voltasse a ter o movimento de todos os dedos e pudesse se reencontrar com o instrumento que o consagrou. "É a primeira vez em 22 anos que eu coloco os dez dedos no teclado. Eu senti que o grande segredo na vida é levar o seu coração para o coração do público. Eu achei que mesmo com todas as limitações que eu tenho e com o milagre que o Bira fez nas minhas mãos, com essa luva biônica, eu ainda posso transmitir um pouco de emoção. E isso mexeu com meu coração, com meu cérebro, com tudo", disse o maestro em entrevista exclusiva à EPTV. Criador de luva que fez João Carlos Martins voltar ao piano conta que invenção era para 'brincadeira' À procura de novas orquestras, João Carlos Martins vai festejar 80 anos em 2020 com concerto em NY ao lado de Gal Costa O concerto que marcou o retorno de João Carlos Martins ao piano aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo, em comemoração aos 466 anos da maior cidade do país. A apresentação, com a Orquestra Bachiana Filarmônica do Sesi, teve no repertórios obras dos compositores alemães Ludwig van Beethoven e Johann Sebastian Bach. Ainda em êxtase por ter conseguido voltar a tocar com todos os dedos, o maestro contou que passa por um período de adaptação com a luva biônica, que já está na sexta versão. "Eu só podia tocar com dois polegares. Agora, eu tenho que reeducar o cérebro, acho que eu posso até recuperar a velocidade no futuro. Pode demorar um ano ou cinco anos, não sei, porque é uma musculatura que nunca usou esse terceiro, o quarto e o quinto dedo. Eu acho que eu vou recuperar a velocidade em um estudo, mas não tenho coragem de fazer em público. Em público vou fazer só coisas mais lentas por enquanto", explicou. Maestro João Carlos Martins fala pela primeira vez sobre projeto que o fez retornar ao piano Reprodução/EPTV A relação do designer industrial Ubiratan Bizarro Costa, de 55 anos, com João Carlos Martins começou na metade de 2019 e foi esmiuçada em uma reportagem do G1, onde o fã e agora amigo contou todos os processos de criação da luva biônica. Encantado com a capacidade de invenção do que chamou de "anjo da guarda", o maestro confessou que, na primeira versão do protótipo, ficou constrangido de dizer que a obra não daria certo, mas mesmo assim decidiu convidar o inventor para um almoço em sua casa. "Quando ele almoçou aqui em casa, eu percebi que eu estava diante de um gênio. Aí ele fez o primeiro protótipo, fez o segundo protótipo, eu fui para Sumaré, nós corrigimos o segundo protótipo. Qualquer coisa que eu pedia, ele ficava uma madrugada inteira trabalhando para chegar ao resultado que eu queria. Então eu só posso dizer que eu ganhei um anjo da guarda antes dos meus 80 anos", afirmou Martins. Bira já criou seis versões de luva para o maestro João Carlos Martins Fernando Pacífico / G1 'Era pra ele brincar em casa' Além de analisar imagens gravadas em concertos, Bira, como prefere ser chamado explicou que se sentiu motivado por ter desenvolvido em anos anteriores protótipos de exoesqueletos que poderiam beneficiar cadeirantes. Um dos elos, avalia, está a busca por um design minimalista, marcado pelas ideias de simples e objetivo. As mãos que antes fechavam após movimentos, voltaram a ficar estendidas com uso do invento apelidado pelo maestro de "luvas biônicas", mas que funcionam como molas para gerar o efeito esperado. No entanto, o inventor esperava que o projeto fosse usado apenas para o maestro "brincar em casa". O designer se diz fã de música clássica, principalmente pela "meticulosidade dos artistas" e porque a mãe é professora de piano. Cada par de luvas tem custo estimado de R$ 1,5 mil e, por enquanto, Bira leva uma semana para fazer artesanalmente. O desenho a mão é elaborado em 3D, passa por um software onde há análise minuciosa de "camadas" e cada luva requer pelo menos três horas de impressão. O designer Ubiratã Bizarro Costa, com luvas criadas para o maestro João Carlos Martins Fernando Pacífico / G1 Campinas 'Eu vou chegar lá' Depois de estrear a luva na apresentação deste sábado, o objetivo do maestro agora é se aprimorar para conseguir tocar "coisas mais rápidas", no concerto que fará no icônico Carnegie Hall, em Nova York, ao lado de Gal Costa, para comemorar os seus 80 anos de vida, que serão completados no dia 25 de junho deste ano. "Eu chegava a fazer 21 notas por segundo. Agora faço a cada 21 segundos uma nota, mas eu vou chegar lá. Porque a única coisa que vale na vida é a palavra esperança. E com a esperança você sempre pode provar que Deus existe e essa é a minha meta", contou o maestro, que chegou a fazer 24 cirurgias. João Carlos Martins voltou a tocar piano em público neste sábado Reprodução/EPTV Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

Autor de 'Caneta azul, azul caneta' organiza turnê na Europa: 'Andar pelo mundão'

G1 Pop & Arte Maranhense Manoel Gomes, compositor da música que virou meme, diz que tem seis países interessados no hit. Ele falou sobre sua rotina de viagens durante evento em Sorocaba (SP). Compositor de "Caneta Azul", Manoel organiza começo de carreira Carlos Dias/G1 "Blue pen, pen blue"? Os versos do compositor de "Caneta Azul" atravessarão as fronteiras brasileiras depois de ultrapassarem os limites da internet. Aos 50 anos, o maranhense Manoel Gomes planeja uma turnê na Europa para os próximos meses. A informação foi revelada ao G1 durante uma visita em uma barbearia de Sorocaba, no interior de São Paulo, em uma das viagens pelo Brasil na carreira meteórica com shows, comerciais e presença VIP em eventos. "Já tirei o passaporte e o jeito é andar pelo mundão. Só não dou conta do inglês, tem que ser português", brincou. Segundo o empresário que o acompanha, as viagens devem começar em março ou abril para seis países, entre eles Portugal e Espanha. O compositor também prepara um CD com músicas inéditas com o produtor Laércio da Costa, que ficou impressionado com o poder de "Caneta azul, azul caneta", e um evento programado para ser realizado na capital de São Paulo em uma gravação com outros artistas convidado. "A rotina está boa, está muito corrida e andando de avião para cima e para baixo. Estou seguindo o que eu queria no mundo e graças a Deus estou ganhando espaço.Eu esperava ter uma vida assim porque sempre tive a esperança. Lá na minha cidade o pessoal já gostava das minhas músicas", disse. Hit viral Semana Pop mostra 5 hits tão virais quanto 'Caneta Azul' (e por onde andam os autores) O vídeo que viralizou na web com milhares de visualizações foi publicado em outubro de 2019 e ganhou versões de artista como o DJ Alok e Wesley Safadão. A autoria foi registrada em cartório por ele, em Balsas (MA). Manoel é o mais velho de cinco irmão e compõe, segundo ele, desde a adolescência. Ao todo, são mais de 20 letras. Além da carreira musical, o maranhense está conseguindo realizar um antigo sonho de ajudar a mãe. "Estou reformando a casa da minha mãe, que sempre disse que ia fazer. Comprei todo o material e o meu irmão está reformando para mim." Initial plugin text Laércio da Costa com Manoel Gomes em seu estúdio em São Paulo: "Caneta azul, azul caneta", ganha versão em bachata Guilherme Reis e Ângelo Cunha / Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí Veja Mais

Planeta Brasil tem shows de Caetano Veloso, Baco Exu do Blues, Majur e outros

O Tempo - Diversão - Magazine Festival acontece na Esplanada do Mineirão e aposta em um cardápio diverso de atrações Veja Mais

Mariana Baltar canta Aldir Blanc com paixão e fervor em show no Rio

G1 Pop & Arte Com o toque do conjunto Água de Moringa, cantora sublinhou a atualidade do repertório do compositor em consagradora apresentação de atmosfera teatral. Resenha de show Título: Os Arcos – Paixão e morte Artistas: Mariana Baltar e Água de Moringa Local: Teatro Firjan Sesi (Rio de Janeiro, RJ) Data: 22 de janeiro de 2020 Cotação: * * * * * ♪ Um dos melhores discos de 2019, o álbum em que Mariana Baltar canta a poesia incisiva e precisa de Aldir Blanc com o toque do grupo Água de Moringa, Os Arcos – Paixão e morte, gerou show consagrador, já com vaga garantida na lista de destaques de 2020. “Já temos o show do ano”, arriscou embevecido espectador na plateia do Teatro Firjan Sesi ao fim da apresentação feita pela cantora carioca na noite de quarta-feira, 22 de janeiro. O comentário soou sem exagero para quem testemunhou a estreia do show Os Arcos – Paixão e morte na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em atmosfera de densa teatralidade, perceptível já na entrada de Baltar em cena para cantar O cavaleiro e os moinhos (João Bosco e Aldir Blanc, 1976), a intérprete deu voz às letras do compositor carioca com paixão, fervor, domínio de palco, afinação absoluta – inclusive nos agudos apoteóticos que elevaram o samba-enredo Da África à Sapucaí (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) – e com total compreensão do significado do que estava cantando. Mariana Baltar canta 'Corsário', música ausente do disco, no show 'Os arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação Essa inteligência já estava evidente no primeiro álbum dessa grande cantora, Uma dama também quer se divertir (2006), mas foi sendo depurada com os anos até chegar a maioridade no disco Os Arcos – Paixão e morte, lançado quando a artista já completava 18 anos em cena. No show, Baltar usou essa inteligência para realçar a atualidade do repertório de Aldir, sobretudo do samba carnavalesco Plataforma (João Bosco e Aldir Blanc, 1977), apresentado como recado cifrado ao prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Marcelo Crivella, por conta de controvertidas ações ligadas aos blocos que desfilam na cidade. Com direito a discurso antes do número, Baltar meteu bronca neste samba-plataforma com a mesma contundência com que fez a sublime Oração perdida (Luiz Flavio Alcofra, Jayme Vignoli e Aldir Blanc, 2011) e com que partiu a geleira de Corsário (João Bosco e Aldir Blanc, 1975) – música ausente do disco – com canto abrasivo que ferveu no samba Querelas do Brasil (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978), atualizado pela cantora com a inclusão na letra dos nomes da vereadora Marielle Franco (1979 – 2018) e do pedreiro Amarildo Dias da Silva (1965 – 2013), vítimas e símbolos de violências derivadas de recentes querelas sociais. Mariana Baltar apresenta complexa suíte de João Bosco e Aldir Blanc no fim do show 'Os arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação Cada número do show Os Arcos – Paixão e morte foi valorizado por movimento ou gestual específico da cantora, em mix de teatralidade e sentimento. “Ah, o amor é estar no inferno ao som da Ave Maria”, concluiu Baltar ao fim de Nem cais, nem barco (Guinga e Aldir Blanc, 1991), arrancando aplausos entusiásticos pela intensidade (sem excessos) do canto dramático. Entre o bolero Cara e coroa (Cristovão Bastos e Aldir Blanc, 2019) e a mencionada Nem cais, nem barco, Baltar deixou o Água de Moringa sozinho no palco para que o conjunto de choro caísse com vivacidade no samba Coisa feita (João Bosco, Paulo Emílio e Aldir Blanc, 1982), outro bônus do repertório do show. Aliás, a teatralidade e a força do canto de Baltar sobressaíram em cena sem abafar a exuberância instrumental do Água de Moringa. Ao lado de Josimar Carneiro (violão), produtor musical do disco com Carlos Fuchs, Luiz Flavio Alcofra (violão), Jayme Vignoli (cavaquinho), Marcílio Lopes (bandolim), Rui Alvim (sopros) e André Boxexa (bateria e percussões) seguiram com segurança o bloco de Baltar em desfile que caiu no samba com O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979), em número de cumplicidade com a plateia, e que terminou na cadência da marcha-rancho que pautou, no bis, O rancho da goiabada (João Bosco e Aldir Blanc, 1975). Mariana Baltar mostra domínio de palco no show 'Os arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação Antes do bis, Baltar apresentou a complexa suíte que dá nome ao disco e ao show Os Arcos – Paixão e morte. Composta em 1973 por João Bosco com Aldir Blanc, então no início da parceria, o tema foi cortado do primeiro álbum de Bosco e ganhou o primeiro registrou oficial no quarto álbum de Baltar. Apresentada pela cantora no show com figurino camaleônico, a composição Os Arcos – Paixão e morte soou no palco quase como peça erudita, tendo funcionado como anticlímax pela estranheza que diluiu a empatia da plateia com a suíte. Contudo, a ambição dessa composição simboliza a ousadia de Mariana Baltar na interpretação de músicas já gravadas por Elis Regina (1945 – 1982). Pois Baltar as encara no disco e no show sem que o ouvinte-espectador sequer se lembre de Elis ao longo de apresentação que, sim, revelou desde já um dos grandes shows deste ano de 2020. Mariana Baltar e Água de Moringa alinham 14 músicas no roteiro do show 'Arcos – Paixão e morte' ACJr / Divulgação ♪ Eis o roteiro seguido em 22 de janeiro de 2020 por Mariana Baltar e Água de Moringa na estreia nacional do show Os Arcos – Paixão e morte no Teatro Firjan Sesi na cidade do Rio de Janeiro (RJ): 1. O cavaleiro e os moinhos (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) 2. Da África à Sapucaí (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) 3. Alafim (Moacyr Luz e Aldir Blanc, 1992) 4. Corsário (João Bosco e Aldir Blanc, 1975) 5. Oração perdida (Luiz Flavio Alcofra, Jayme Vignoli e Aldir Blanc, 2011) 6. Nem cais, nem barco (Guinga e Aldir Blanc, 1991) 7. Coisa feita (João Bosco, Paulo Emílio e Aldir Blanc, 1982) – Numero instrumental com Água de Moringa 8. Cara e coroa (Cristovão Bastos e Aldir Blanc, 2019) 9. A cúmplice das noites (Aldir Blanc, 1974, com melodia feita anos depois por Josimar Carneiro, 2019) 10. Plataforma (João Bosco e Aldir Blanc, 1977) 11. Querelas do Brasil (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978) 12. O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979) 13. Os Arcos – Paixão e morte (João Bosco e Aldir Blanc, 1973 / 2019) Bis: 14. O rancho da goiabada (João Bosco e Aldir Blanc, 1975) Veja Mais

Michael Sullivan firma parceria com Celso Fonseca e planeja álbum com músicas da dupla

G1 Pop & Arte Em 1985, quando Gal Costa lançou o álbum Bem bom, Michael Sullivan e Paulo Massadas eram os compositores donatários das paradas musicais do Brasil. A parceria da dupla rendeu hits como a balada Um dia de domingo, o maior sucesso deste disco aberto por Gal com canção de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, Sorte, gravada em duo com Caetano Veloso. Decorridos 35 anos daquele encontro distante no disco de Gal, Michael Sullivan e Celso Fonseca abrem e firmam parceria inusitada. Como os compositores já fizeram cerca de dez canções, Sullivan planeja álbum com esse repertório inédito. A ideia é que, no disco, os autores deem vozes a algumas músicas da dupla sendo que outras seriam interpretadas por cantoras convidadas, reunindo nomes da geração da MPB de Gal com representantes do pop contemporâneo brasileiro, caso da cantora carioca Malía. Veja Mais

Aretuza Lovi cai com pegada no forró eletrônico no single 'I love you corote'

G1 Pop & Arte Cantora dilui a sofrência em álcool na gravação calorosa de música inédita que embute toque de arrocha. Capa do single 'I love you corote', de Aretuza Lovi Ernna Cost / Divulgação Resenha de single Título: I love you corote Composição: Aretuza Lovi, Keveny e Noise Men Artista: Aretuza Lovi Gravadora: Blacktape Cotação: * * * ♪ Dois anos após o álbum Mercadinho (2018), Aretuza Lovi está com novo produto na prateleira fonográfica. I love you corote – single lançado na sexta-feira, 24 de janeiro – tem pegada. Nesta música, composta por Aretuza com a artista baiana Keveny e com o DJ e produtor musical Noize Men, a drag queen cantora de origem goiana investe no batidão do forró eletrônico. Mencionado na letra, um toque de arrocha ajuda a apimentar a mistura forrozeira. Assinada por Noize Men com Dogz (o requisitado trio formado por Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos), a produção musical fez com que a mediana composição I love you corote resultasse calorosa na gravação promovida com clipe dirigido por Rafael Carvalho e lançado simultaneamente com o single. Ao declarar amor pelo corote, vodca temporada com essências de frutas que virou hit nas baladas, Aretuza Lovi dilui a sofrência em álcool e apresenta som atual, feito no molde do mercadão pop, mas que poderá seduzir quem não resiste ao chamado do toque da sanfona, mesmo quando esse toque vem embutido no batidão eletrônico do forró industrializado. Veja Mais

'Big Brother': as participações mais marcantes das edições com famosos

G1 Pop & Arte Celebridades são novidade no 'BBB', mas 22 países já produziram 85 edições só com famosos. Veja histórias inusitadas dos participantes, com dois brasileiros em destaque. Semana Pop: as participações mais marcantes de famosos nos Big Brothers de celebridades O "Big Brother Brasil" estreou em 2020 sua primeira edição com famosos confinados. Em ouros países, os formatos exclusivos com celebridades existem desde 2000 e, em alguns lugares, foram mais longevos que o programa original. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop deste sábado (25) conta as histórias de cinco participações inusitadas e divertidas dos "BBs" celebridades: Angie Bowie e a confusão da morte Ken Humano expulso Família Jackson e pedido curioso Recorde de reclamações da TV britânica Brasileira vice-campeã na Argentina O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

'Fervo' de Matheus VK tem axé, funk, lambada, Mart'nália e Rafael Mike

G1 Pop & Arte Já em clima de verão e de Carnaval, Matheus VK lança o EP Fervo na próxima sexta-feira, 31 de janeiro, com capa que expõe o artista em foto de Bruno Santiago com arte de Gigi Barreto. O EP é a primeira parte do álbum gravado durante uma semana, no segundo semestre de 2019, com produção de Kassin e dos beatmakers Lux Ferreira e Tomás Tróia. Previsto para ser lançado neste ano de 2020, o álbum autoral tem quatro faixas apresentadas previamente no EP Fervo. A música-título Fervo é composição de VK com Pedro Ivo Alcântara que mistura toques de flamenco (na batida do violão), funk carioca e galope nordestino. Nascido na Bahia, mas residente no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde ganhou projeção como vocalista do bloco Fogo e paixão, VK revolve as origens no axé caribenho Amor sem legenda, gravado com a participação de Mart'nália. A música foi composta pelo artista sem parceiros. Há também toque de axé em Mozão, música composta e gravada por VK com Rafael Mike, artista associado ao universo do funk carioca. Parceria de VK com Michel Klejnberg, Vou me derreter completa o EP Fervo com mix de lambada e cumbia. É a música que abre o disco folião de VK. Veja Mais

Minas Gerais em destaque

O Tempo - Diversão - Magazine Programação de hoje traz exibição de novo filme de Helvécio Ratton e curtas Veja Mais

Últimos dias

Detetive diz em julgamento que foi contratado por Weinsten para investigar mulheres assediadas

G1 Pop & Arte Investigador contou a jurados que foi contratado pelo ex-produtor. No tribunal, ele deu detalhes sobre e-mail recebido com nomes de pessoas que teriam sofrido assédio. Harvey Weinstein no tribunal de Nova York para julgamento de casos de agressão sexual em foto do dia 6 de janeiro AP Photo/Seth Wenig O júri do julgamento de Harvey Weinstein soube nesta sexta-feira (24) que o produtor contratou um detetive particular para investigar dezenas de mulheres. Ele suspeitava que elas pudessem contar para jornalistas suas agressões sexuais. Dois meses antes do início do escândalo que deu origem ao movimento #MeToo em outubro de 2017, o ex-produtor de Hollywood enviou um e-mail a um detetive particular com uma lista de pessoas que deveriam ser investigadas. A lista inclui dezenas de nomes, alguns deles destacados em vermelho para indicar as pessoas que mais preocupavam o produtor, e quem contou isso ao tribunal foi o próprio investigador contratado, Sam Anson. Segundo o detetive, a lista tinha os nomes das atrizes Rose McGowan, que Weinstein afirma que estava tentando chantageá-lo, e a atriz da série "Família Soprano", Annabella Sciorra, que na quinta-feira testemunhou sobre seu suposto estupro nas mãos do acusado. O ex-homem forte de Hollywood pode ser condenado a uma pena máxima de prisão perpétua se declarado culpado de violentar a atriz Jessica Mann em 2013 e de agredir sexualmente a ex-assistente de produção Mimi Haleyi em 2006. Sam Anson falou à corte penal de Manhattan que recebeu o email de Weinstein em 17 de agosto de 2017, mas não seguiu suas instruções. Anson, que agora trabalha para a empresa Guidepost Solutions, afirmou também teve uma conversa por telefone com Weinstein na época. "Disse que havia preocupação de que essas reportagens que estavam sendo escritos sobre ele descrevessem seu comportamento sexual de maneira negativa", lembrou. O jornal "The New York Times" e a revista "The New Yorker" publicaram extensos artigos sobre alegações de agressão sexual contra Weinstein em outubro de 2017. Mais de 80 mulheres, incluindo as atrizes Salma Hayek e Angelina Jolie, denunciaram Weinstein por assédio, agressão sexual ou estupro desde o surgimento do escândalo sobre seus supostos abusos em outubro de 2017. Weinstein nega e garante que todos os seus relacionamentos foram consensuais. A defesa mostrou para o júri mensagens trocadas entre Mann e Weinstein que mostram que ambos tinham "uma relação carinhosa". Nesta sexta-feira, a psiquiatra legista Barbara Liv foi chamada como testemunha pela promotoria para dissipar vários "mitos" sobre o estupro e disse ao júri que as vítimas de agressão sexual às vezes permanecem em contato com o agressor por anos após o incidente. "Esse contato pode variar de mensagens de texto a um relacionamento contínuo", afirmou. 'Trauma' Weinstein, que vestia um terno escuro, fez anotações em um bloco e bateu com os dedos numa mensa enquanto ouvia o depoimento de Liv. Ziv disse aos jurados que a maioria das agressões sexuais é cometida por alguém que as vítimas conhecem, e não por um desconhecido, como se acredita normalmente. A psiquiatra, que foi chamada como testemunha em mais de 200 julgamentos de agressão sexual, incluindo do comediante Bill Cosby, disse que é errado acreditar que as vítimas sempre resistem aos agressores. Outra ideia equivocada, informou, é a de que as vítimas geralmente denunciam o ataque a amigos ou à polícia. A psiquiatra afirmou que as vítimas muitas vezes permanecem caladas sobre um ataque porque têm algum carinho pelo agressor. O autor da agressão também pode ter o poder de arruinar sua carreira e outros relacionamentos, acrescentou. "Eu posso lidar com esse trauma, mas Deus me livre de que isso arruíne minha vida e me faça incapaz de seguir em frente", pensam as vítimas às vezes, segundo a psiquiatra. O advogado de defesa Damon Cheronis perguntou a Ziv se há mulheres que relatam um encontro sexual consensual como estupro anos depois, "por vergonha". "Tudo é possível. Mas não é comum", respondeu. O ator Bill Cosby foi condenado em setembro de 2018 a três anos de prisão por drogar e agredir sexualmente uma mulher há 15 anos. Veja Mais

Jornalista Sérgio Noronha morre no Rio

G1 Pop & Arte Comentarista teve passagem pela TV Globo e pela Rádio Globo, entre outros veículos. O jornalista Sérgio Noronha durante uma cobertura esportiva na TV Globo Reprodução/Memória Globo O jornalista Sérgio Noronha morreu nesta sexta-feira (24) no Rio, aos 87 anos. Comentarista com passagem pela TV Globo e pela Rádio Globo, entre outros veículos, ele sofria de Mal de Alzheimer e estava internado há 10 dias no Hospital Rio Laranjeiras, na Zona Sul, onde sofreu uma parada cardíaca. A informação foi confirmada pelo amigo Arnaldo Cezar Coelho ao Globoesporte.com. "Perdi um amigo. Conheci Seu Nonô quando ele jogava futebol na Urca na década de 60. Ele era o cara que sentava no paredão e ficava me pressionando quando era juiz. Ali conheci ele. Depois ele foi para o Jornal do Brasil, Rádio Globo... A vida toda foi meu companheiro, um parceiro de vida toda de frequentar a minha casa", disse Arnaldo. Noronha teve uma pneumonia no Retiro dos Artistas, onde vivia, e ficou internado sete dias no CTI do hospital. Na última quinta-feira, ele foi transferido para o quarto, mas passou mal e teve uma parada cardíaca. O Hospital Rio Laranjeiras informou, por volta das 18h, que o Retiro dos Artistas foi avisado sobre o falecimento. Às 18h05, o Retiro dos Artistas informou que tinha sido avisado sobre a morte e que um representante da instituição estava a caminho do hospital. Galvão Bueno e Sérgio Noronha (D) no Pan de 2007 Reprodução/ Memória Globo A trajetória profissional Para muitos nas redações por onde passou, Sérgio Noronha era conhecido como Seu Nonô. No rádio, em revista ou na televisão, o jornalista é uma das vozes mais respeitadas do mundo esportivo. Sérgio Noronha teve passagens pela revista O Cruzeiro, Jornal do Brasil, Diário Carioca, Correio da Manhã – onde participou da reforma gráfica orientada por Jânio de Freitas – e Última Hora; e nas revistas Senhor e TV Guia. Em 1975, Noronha, passou a integrar a equipe de Esportes da Globo e a assinar uma coluna no Jornal O Globo. Em 1976, foi para a TV Educativa. Em 1982, apesar de ainda trabalhar na TV Educativa, o jornalista participou da cobertura da Globo da Copa do Mundo da Espanha. Após a Copa do Mundo, o jornalista passou a ser comentarista esportivo da Rádio Globo. Teve, ainda, passagens pela Rádio Tupi, pelo canal SporTV e pela TV Bandeirantes. Veja Mais

Justiça determina que viúva de Gugu receba pensão de R$ 100 mil por mês

O Tempo - Diversão - Magazine O juiz ressalta que o valor é equivalente ao que Gugu destinou para o sustento de sua mãe, Maria do Céu Veja Mais

Organização do Grammy nega acusações de fraude em processo de indicação dos artistas

G1 Pop & Arte Ex-diretora da Academia da Gravação, Deborah Dugan disse que seleção dos indicados é cheia de conflitos de interesse. Premiação acontece neste domingo (26). Dua Lipa ganhou Grammy de revelação e de melhor gravação dance Mario Anzuoni / Reuters Os organizadores do Grammy negaram, na quinta-feira, acusações de que os indicados para os principais prêmios são fraudados, chamando as alegações de "categoricamente falsas e enganosas". Alegações de que o processo de indicações para o Grammy é cheio de conflitos de interesse foram feitas em uma queixa apresentada no início desta semana pela ex-diretora-executiva da Academia da Gravação, Deborah Dugan, após ser colocada em licença administrativa. Dugan repetiu as alegações em entrevistas para dois programas matinais na quinta-feira, poucos dias antes da cerimônia do Grammy, no domingo, em Los Angeles. A Academia informou que a premiação está mantida conforme planejado. Bill Freimuth, diretor do prêmio, negou as acusações de Dugan: "As alegações ilegítimas de que membros ou comitês usam nosso processo para promover indicações para artistas com quem eles têm relacionamentos são categoricamente falsas, enganosas e erradas." Freimuth disse que o objetivo da Academia "é garantir que o processo dos Prêmios Grammy seja conduzido de maneira justa e ética e que o júri faça suas escolhas com base apenas na excelência artística e nos méritos técnicos das gravações elegíveis". Dugan foi afastada em 17 de janeiro, cinco meses depois de ser a primeira mulher a assumir o cargo de executiva-chefe e presidente da Academia de Gravação. À época, a organização informou que a medida fora tomada em resposta a uma alegação de má conduta feita contra Dugan por um membro sênior da equipe, mas não deu detalhes. Dugan apresentou uma queixa que alegava discriminação de gênero, retaliação ilegal e remuneração desigual. Em dezembro, a Academia informou que dobraria o número de mulheres em seu júri até 2025, acrescentando 2.500 integrantes. Veja Mais

Ivete Sangalo renova o tempo de alegria com EP carnavalesco

G1 Pop & Arte Música-título 'O mundo vai' sobressai no disco e se impõe como clássico instantâneo do repertório folião da cantora. Capa do EP 'O mundo vai', de Ivete Sangalo Rafa Mattei / Divulgação Resenha de EP Título: O mundo vai Artista: Ivete Sangalo Gravadora: Universal Music Cotação: * * * ♪ Por mais que venha fazendo conexões com artistas de outros segmentos musicais nos últimos anos, como manda lei vigente na indústria da música pop, Ivete Sangalo é essencialmente uma boa cantora associada ao Carnaval. Foi como vocalista da Banda Eva que a baiana Ivete despontou nacionalmente em 1993, despertando a atenção de ninguém menos do que Maria Bethânia pela voz quente e afinada. O mundo vai – EP lançado por Ivete nesta sexta-feira, 24 de janeiro, com três músicas inéditas – reconecta a artista com essa origem carnavalesca. Produzido por Radamés Venâncio, o disco lega um clássico instantâneo para o repertório de shows dessa cantora que sempre brilhou mais no palco pelo carisma incendiário. De pegada agalopada, a música-título O mundo vai (Ivete Sangalo, Gigi, Ramon Cruz, Samir Trindade, Radamés Venâncio e Tierry Coringa) é simplesmente irresistível como os melhores hits da época áurea da axé music. O mundo vai é aquela música feita para todo mundo “tirar o pé no chão” – como manda a cantora no shows que faz Brasil afora – e ir atrás do trio elétrico pulando que nem pipoca. “Bota lá no grupo que o couro tá comendo”, canta Ivete em verso da letra dessa música que se conecta com tradições da axé music sem abrir mão de linguagem atual, mais coloquial e conectada com os tempos digitais. É tempo de alegria industrializada na Bahia. No disco O mundo vai, Ivete acena para essa indústria e para as pipocas de Salvador (BA) e de outros cidades do Brasil com alta dose de romantismo pop. Ciente de que nestes tempos às vezes mais importa um post do que um som para ficar bem na foto, a cantora divide com o youtuber piauiense Whindersson Nunes uma das duas músicas românticas do disco, Coisa linda, composição de autoria de Samir Trindade. Nunes faz o papel de cantor sem constrangimento e sem fazer graça. E, justiça seja feita, dentro do contexto do disco, o humorista funciona tanto quanto Tom Kray, o outro convidado de Ivete. Cantor anteriormente conhecido como Tomate, Kray canta Não me olha assim com Ivete. Essa composição de Luciano Luila, Ivan Lawinscky, Paulo Dutinni, Adenilson Peluso e Arthur Ramos poderia soar como tantas outras (triviais) canções de amor já gravadas por Ivete na carreira solo iniciada em 1999. No disco O mundo vai, a canção é ajustada ao tom carnavalizante do EP, sendo introduzida pelo toque de berimbau e embasada com baticum que remete à batida do samba-reggae. Tanto Coisa linda como Não me olha assim deverão enternecer seguidores de Ivete, já habituados com a diluição pop do repertório da cantora. Para quem nem sempre vai atrás do trio elétrico desta verdadeira baiana, a grande música do EP é a faixa-título O mundo vai. Com ela, vai rolar novamente a festa de Ivete Sangalo. Veja Mais

Dilsinho se apresenta pela primeira vez no Planeta: 'Dá um friozinho na barriga diferente'

G1 Pop & Arte Pagodeiro, que tem uma média de 20 shows por mês, faz sua estreia na sexta-feira, dia 31 de janeiro. Ele promete um show especial para o festival. Cantor vai fazer a primeira participação no Planeta Atlântida Rodolfo Magalhães / Divulgação O cantor carioca Dilsinho, vai fazer sua estreia no Planeta Atlântida 2020. A apresentação do pagodeiro acontece na sexta-feira, 31 de janeiro. “Pisar pela primeira vez em um palco sempre dá um friozinho na barriga diferente. Estou preparando um show especial para o festival”, disse em entrevista ao G1. Nascido e criado na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro, Dilsinho se considera um apaixonado por música desde infância. Mas foi como compositor que começou a ganhar espaço no mundo do samba, escrevendo para nomes como Thiaguinho, Bom Gosto e Alexandre Pires. “Nessa época fiz grandes amigos e comecei a ter mais espaço no meio como compositor, mas o meu sonho sempre foi cantar, queria ouvir minha voz na rádio. Foi aí que decidi agarrar todas as oportunidades que apareciam”, conta. Hoje, com uma média de 20 shows por mês, Dilsinho está conquistando cada vez mais fãs e prestígio no mercado musical, com muitos hits como “Pouco a pouco”, “12 horas”, “Refém” e “Péssimo Negócio”. “Cada música tem suas características, mas o resultado sempre traz o mesmo sentimento: orgulho”, conta. Em entrevista ao G1, o cantor fala sobre os últimos lançamentos, as parcerias e os planos para 2020. G1 - Vai ser a sua primeira vez no Planeta Atlântida. O que espera do festival? Dilsinho - Pisar pela primeira vez em um palco sempre dá um friozinho na barriga diferente. Estou preparando um show especial para o festival, com sucessos, músicas do meu novo projeto e dos anteriores também, e prometo não deixar ninguém parado. Espero que todos curtam junto comigo! G1 - São muitos hits na sua carreira. “12 horas”, “Refém”, “Péssimo Negócio” e mais recentemente “Onze e pouquinho”, por exemplo, que está bombando nas rádios aqui no Rio Grande do Sul. Fala um pouco sobre como é o processo de produção dessas músicas e porque você acha que elas se tornam hits? Dilsinho - O processo por trás do lançamento de uma música tem muita coisa envolvida. Letra, arranjo, produção, guias, estratégia de lançamento, enfim, muitas coisas. Durante todas essas etapas as vezes conseguimos identificar, através do nosso feeling, se a música vai ser um sucesso ou não. Outras vezes acontece de gostarmos, mas aí não colocamos muita “fé” nela, e no final ela estoura. Cada música tem suas características, mas o resultado sempre traz o mesmo sentimento: orgulho. G1 - Você também tem muitas parcerias com artistas nacionais como Ivete, Luan Santana, Sorriso Maroto, entre outros. Como surgem essas parcerias e qual a importância delas pra você? Dilsinho - É indescritível você gravar uma música para um projeto seu com uma pessoa que você é fã. A ansiedade começa logo no convite, que fica aquela sensação de “será que vai rolar?” [risos]. Todos os feats que eu fiz até hoje eu tenho muito carinho muito grande e todos os artistas são meus amigos. Recentemente gravei meu novo DVD “Open House”, em Recife/PE, e tive a participações do Thiaguinho, Henrique e Juliano, Marco e Atitude 67. G1 - Você tem marcas impressionantes na internet, sendo um dos 10 artistas mais ouvidos no ano no Spotify. A que se deve esse sucesso? Dilsinho - Sou só gratidão! Devo muito disso a Deus, sem ele nada seria possível. Aos meus fãs, que me apoiam e incentivam desde sempre. À minha equipe, minha família. E a todos vocês que escutam e curtem Dilsinho. Muito obrigada! G1 - Você faz uma média de 20 shows por mês. Sobra tempo pra parar, pensar e criar coisas novas? Como é esse processo? Dilsinho - Às vezes é difícil, muita correria, mas a gente consegue dar conta. No final do ano passado foi muito complicado para mim essa questão do tempo porque, além dos meus shows, eu estive a frente de toda produção do meu DVD, ao lado do Bruno Cardoso, do Sorriso Maroto, e do Michel Fujiwara. G1 - Você gravou agora em dezembro seu novo DVD no Recife. Conta um pouco como foi a experiência e sobre esse projeto “Portas da sua casa”. Dilsinho - Meu novo DVD se chama “Open House”, gravei no dia 19 de dezembro, em Recife/PE com participações especiais de Thiaguinho, Atitude 67, Henrique e Juliano e Marco, como mencionei anteriormente. Essa foi a primeira vez que me envolvi 100% em um projeto e fiz questão disso. Acho muito importante o artista estar próximo de todas as decisões, mas dessa vez eu estive a frente de tudo. É mais um filho meu que saiu do papel e eu estou muito ansioso para que vocês possam ver o resultado. Ficou incrível. G1 - Qual é a sua relação com o público gaúcho? Dilsinho - O público gaúcho tem um calor diferente. Toda vez que me apresento pelo estado tenho a mesma sensação de estar sendo recebido em casa, sabe? E isso é único, inexplicável, aquece o coração. Pois ficamos mais tempo na estrada do que na nossa própria casa. Me espera que eu tô chegando ein galera? Temos um encontro marcado no Planeta Atlântida 2020. G1 - O que vem por aí em 2020 na carreira? Dilsinho - 2020 vai ser ano de lançamento do Open House, espero rodar o país inteiro e também fora dele, para espalhar esse novo DVD que ficou sensacional e, eu tenho certeza que vocês vão se amarrar. Esse novo ano promete ser melhor do que 2019 e eu estou pronto para ele. Vamos com tudo! Veja Mais

23ª edição norteia-se pela temática "A Imaginação como Potência"

O Tempo - Diversão - Magazine Ao todo, serão exibidos 113 filmes, mas a programação traz, ainda, debates, cortejo, sarau e muito mais Veja Mais

"Vaga Carne" será exibido no Festival de Berlim

O Tempo - Diversão - Magazine O média-metragem, que tem direção de Grace Passô, integrará a mostra Forum Expanded Veja Mais

Melim celebra bom momento da carreira: 'Queremos transmitir coisas boas'

G1 Pop & Arte Banda se apresenta no Planeta Atlântida 2020 no sábado, 1º de fevereiro. É a segunda vez que os três irmãos participam do festival. Rodrigo, Gabriela e Diogo se apresentam no festival na segunda noite (1º) Sérgio Blazer / Divulgação O Planeta Atlântida já não é mais uma novidade na carreira da Banda Melim. O grupo, composto pelos irmãos Rodrigo, Gabriela e Diogo, se apresenta pela segunda vez no festival em 2020. A apresentação será no sábado (1º). A banda toca pela primeira vez no Palco Planeta, o maior palco do festival. “O show do ano passado foi pura positividade e carinho, galera cantando do início ao fim, foi emocionante. Ficamos muito felizes de sermos convidados mais uma vez”, revela Rodrigo. Lançados para o Brasil no programa SuperStar, da Globo, em 2016, os irmãos estão com a carreira cada vez mais consolidada, com hits de sucesso e parcerias com grandes nomes da música nacional, como Sandy, Ivete Sangalo, Nando Reis e Anitta. “Pra nós foi uma honra participar do trabalho desses artistas incríveis, que são inspirações pra gente”, diz. Em entrevista ao G1, por e-mail, a banda fala sobre a expectativa e os planos para o show no Planeta, e adianta um novo álbum e uma nova turnê em 2020. G1 - Vocês vão fazer a segunda apresentação da banda no Planeta Atlântida 2020, já que estrearam na edição do ano passado. Como foi essa experiência na carreira de vocês? Rodrigo Melim - Ficamos muito felizes de sermos convidados pra tocar no Planeta mais uma vez, um festival que a gente adora. O show do ano passado foi pura positividade e carinho, galera cantando do início ao fim, foi emocionante. G1 - Qual a expectativa para o show de 2020? Rodrigo Melim - Curtir bastante, transmitir coisas boas, somar na vida das pessoas com música e mensagem, aproveitar pra celebrar o ótimo momento da nossa carreira e matar a saudade do público gaúcho. G1 - Neste ano que passou vocês fizeram parcerias com artistas como Sandy e Ivete Sangalo. Como foram estes trabalhos? Rodrigo Melim - Pra nós foi uma honra participar do trabalho dessas artistas incríveis, tanto a Sandy quanto a Ivete são inspirações pra gente, as canções ficaram lindas, ganharam clipes e foram muito bem recebidas por todos. Tivemos outros convites também, como Nando Reis e Rael, dois caras que adoramos, cada parceria é como um presente que a gente recebe. G1 - Recentemente vocês lançaram um trabalho com a Anitta também, a música "Meu Mel". Falem um pouco sobre essa parceria? Rodrigo Melim - Sim, encontramos ela numa apresentação que fizemos juntos, de lá fomos nos conhecendo, nos aproximando, até que rolou esse convite super especial, e o difícil foi conciliar as agendas pra fazer o clipe. Aproveitamos que a gente ia tocar no mesmo cruzeiro e gravamos! Anitta é uma artista admirável, super profissional, adoramos trabalhar juntos e "Meu Mel" ficou demais. G1 - O que estão preparando para o show do Planeta. De repente alguma parceria? Rodrigo Melim - A ideia é que seja algo bem alto astral e cheio de amor, preparamos um show diferente do ano passado, no repertório tem canções do nosso primeiro álbum, alguns feats que fizemos, novas releituras, e o single "Gelo" não pode faltar. G1 - Qual a relação que a Melim tem com o público gaúcho? Rodrigo Melim - Fomos abraçados com muito carinho pela galera do Sul, são muito educados e receptivos, acho que o som que um artista faz diz muito sobre o público, o fato de cantarmos coisas leves, good vibes e positivas, acaba atraindo pessoas de bem. Estamos ansiosos pra rever essa galera toda. G1 - Quais são os planos da banda para o ano de 2020? Rodrigo Melim - 2020 terá muitas surpresas, nova turnê, novo álbum e quem sabe até um DVD. Estamos trabalhando bastante pra isso acontecer da melhor forma. G1 - Mandem um recado para o público gaúcho que está ansioso para acompanhar o show de vocês. Rodrigo Melim - Galera linda, logo estaremos aí no Planeta Atlântida pra cantarmos muito, vivermos um momento único e inesquecível, esperamos todos vocês, viu? Um beijão nosso e até lá! Veja Mais

Romero Britto faz pintura com retrato do presidente Jair Bolsonaro

G1 Pop & Arte Senador Flávio Bolsonaro publicou em suas redes sociais homenagem ao presidente. Pintura de Romero Britto retrata o Presidente Jair Bolsonaro e foi divulgada por Flávio Bolsonaro Reprodução/Instagram/flaviobolsonaro O senador Flávio Bolsonaro publicou em suas redes sociais na quarta-feira (22) uma pintura de Romero Britto com uma homenagem ao Presidente Jair Bolsonaro. "Visita ao ateliê do fenômeno e orgulho brasileiro Romero Britto. Nova arte no forno em homenagem ao presidente", escreveu Flávio. Artista de renome internacional, Romero Britto nasceu em Pernambuco, mas mora nos Estados Unidos há mais de 25 anos. Ele tem uma galeria em Miami e outra em São Paulo e já expôs suas obras no Museu do Louvre, em Paris. A ex-presidente Dilma Rousseff e o governador de São Paulo João Doria estão entre políticos que já foram presenteados por Britto. Veja Mais

Ana Furtado se emociona após conseguir ver cores pela primeira vez; veja

O Tempo - Diversão - Magazine Apresentadora tem dificuldade para enxergar, principalmente, verde, vermelho e marrom Veja Mais

Rita Benneditto louva bumba meu boi do Maranhão ao cair no samba

G1 Pop & Arte Cantora mistura ritmos em single autoral em que apresenta música inédita gravada sob direção musical de Luis Filipe de Lima. Resenha de single Título: Benneditto seja Composição: Rita Benneditto Artista: Rita Benneditto Gravadora: Elza Ribeiro Produções Cotação: * * * ♪ Rita Benneditto até tentou, mas não conseguiu cantar para subir. O sucesso fenomenal do show Tecnomacumba – estreado em 2003 e ainda em cartaz com casas cheias, em especial no circuito cultural da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – ainda pauta os caminhos profissionais dessa expressiva intérprete maranhense radicada em terras cariocas. Gravado em outubro de 2019, o inédito single autoral Benneditto seja – programado para ser lançado na sexta-feira, 24 de janeiro – ecoa temáticas afro-brasileiras na batida de samba de cadência maranhense. Formatada por Luis Filipe de Lima, diretor musical e violonista (de sete cordas) do single, a levada de Benneditto seja evoca o Bumba Meu Boi do estado do Maranhão – com referência específica ao sotaque de Pindaré, típico da Baixada Maranhense – e também a sonoridade dos blocos do Carnaval da região. O cavaco de Thiago da Serrinha puxa para o samba carioca. Já o acordeom de Kiko Horta chama para sons dos interiores do Brasil. Com maior poder de sedução no canto do que na arte da composição, Rita Benneditto apresenta samba que promove sincretismo religioso na letra que versa sobre São Benedito – santo católico também louvado por epítetos como Mouro e Negro – e que também evoca a figura de Pai Benedito, preto velho cultuado nos rituais de Umbanda, religião brasileira de matriz africana. Com capa que expõe a artista em foto de Thais Gallart, o single Benneditto seja ainda alude ao pai de Rita, Fausto Benedito Ribeiro, cujo sobrenome foi adotado pela cantora – nascida Rita de Cássia Ribeiro em junho de 1966 na cidade de São Benedito do Rio Preto (MA) – quando mudou o nome artístico há oito anos para evitar disputa judicial com outra cantora que se apresentava com o nome Rita Ribeiro. Em 2012, quando Rita Ribeiro virou Rita Benneditto, a artista já tinha lançado cinco álbuns, incluindo os registros de estúdio e ao vivo do show Tecnomacumba. Evocativo das origens dessa cantora extremamente afinada, o single Benneditto seja promove o ainda inédito show Samba de Benneditto, com o qual Rita dará voz às diversas modalidades do samba feito no Brasil. Em cena desde o início dos anos 1980, mas projetada em escala nacional somente a partir da edição do primeiro álbum em 1997, Rita Benneditto tem cacife para cantar em qualquer terreiro. Veja Mais

Cida Moreira põe Tulipa Ruiz, Siba e Falamansa em 'Copo de veneno'

G1 Pop & Arte Cantora lança em março o álbum com a trilha sonora do programa que protagoniza no Canal Brasil. Cida Moreira Murilo Alvesso / Divulgação Cida Moreira lança em 10 de março o álbum com a trilha sonora de Um copo de veneno, programa criado por Murilo Alvesso e estruturado em 10 episódios que estão sendo veiculados pelo Canal Brasil nas madrugadas de quarta-feira. Editada em disco pela gravadora Joia Moderna, a trilha sonora de Um copo de veneno reúne 12 músicas abordadas pela cantora paulistana ao longo dos 10 episódios. São músicas inéditas na voz dessa intérprete teatral personificada como a dama do cabaré brechtiano. Formado predominantemente por músicas brasileiras, o repertório do disco inclui Efêmera (Tulipa Ruiz e Gustavo Ruiz, 2010), Eu sou a diva que você quer copiar (André Vieira, Leandro Pardal e Wallace Viana, 2014), Marcha macia (Siba, 2015), Prezadíssimos ouvintes (Itamar Assumpção e Domingos Pellegrini, 1983) e Você me vira a cabeça (Me tira do sério) (Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, 2001), hit na voz da cantora Alcione. Pautada pela acidez que costura o programa, cujo roteiro é calcado na mistura de músicas e textos, a trilha sonora de Um copo de veneno também inclui Private dancer (Mark Knopfler, 1984) – sucesso da cantora norte-americana Tina Turner – entre incursões de Cida pelos repertórios de Eduardo Dussek, Falamansa e Kiko Dinucci. Veja Mais

Um crime ambiental no meio do caminho

O Tempo - Diversão - Magazine Um ano após o rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, livro de jornalista mineira traz à tona histórias marcadas pela lama Veja Mais

Hayley Williams, do Paramore, lança 'Simmer', primeira música da carreira solo

G1 Pop & Arte Nome do novo projeto solo da cantora é Petals for Armor. Nova canção tem arranjo soturno e sons de batidas, sussurros e camadas de vozes, com letra sobre controlar raiva. Hayley Williams, vocalista do Paramore, lançou nesta quarta-feira (22) a primeira música de sua carreira solo, chamada "Simmer". O nome do novo projeto solo de Hayley Williams é Petals for Armor. "Simmer" tem arranjo soturno e sons de batidas, sussurros e camadas de vozes. Na letra, Hayley canta sobre saber a hora certa de ter raiva e de ser mais contido. "Como traçar a linha entre ira e misericórdia?", pergunta ela. Hayley Williams no vídeo de 'Simmer' Divulgação E o Paramore? O Paramore, banda de pop rock americano da qual ela faz parte, segue na ativa mas está em uma pausa. O álbum mais recente é "After Laughter", com um som mais pop e dançante do que outros do grupo, antes associado ao emo e ao punk pop. Paramore une letras pessimistas e pop colorido em melhor disco da carreira; G1 ouviu Do pesado ao meloso, Paramore vem ao Brasil e cita influência de No Doubt Veja Mais

Museu do Amanhã, no Rio, sofre cortes e suspende terças-feiras gratuitas

O Tempo - Diversão - Magazine A medida estava prevista no plano de trabalho firmado entre a prefeitura da cidade Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) Veja Mais

Jude Law diz que faz jejum intermitente para poder curtir um banquete

O Tempo - Diversão - Magazine Na dieta adotada pelo ator, ele só come oito horas por dia entre o meio-dia e às 20h Veja Mais

Regina Duarte chega a Brasília e almoça com Bolsonaro no Palácio do Planalto

G1 Pop & Arte Atriz foi convidada pelo presidente para assumir a Secretaria Especial da Cultura, mas ainda não confirmou se aceitará o cargo. Ela repetiu que está 'noivando' com o governo. Regina Duarte falou com jornalistas ao desembarcar no aeroporto de Brasília Reprodução/TV Globo A atriz Regina Duarte chegou a Brasília no início da tarde desta quarta-feira (22) e foi para o Palácio do Planalto, onde foi recebida pelo presidente Jair Bolsonaro em um almoço. Convidada pelo presidente para assumir a Secretaria Especial da Cultura, ela ainda não confirmou se entrará para o governo. Ao desembarcar no aeroporto de Brasília, a atriz foi questionada sobre o convite do presidente. Regina Duarte disse, como fez no início da semana, que ainda está "noivando". "Vou continuar conversando. Noivando, noivando", respondeu. Questionado sobre o que falta para casar com o governo, a atriz disse: "Aí essa pergunta é complicada." Chegada de Regina Duarte em Brasília foi tumultuada O presidente convidou Regina Duarte para o cargo no fim da semana passada, quando o então secretário da Cultura, Roberto Alvim, foi demitido. Alvim caiu após ter publicado um vídeo nas redes sociais em que fez um discurso com frases usadas por Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do governo nazista de Adolph Hitler. Na segunda-feira (20), a atriz teve uma conversa com Bolsonaro no Rio de Janeiro. Foi quando disse que estava "noivando" com o governo. Na reunião, ficou acertado que a atriz iria a Brasília conhecer a secretaria e fazer uma espécie de teste no cargo. A Secretaria Especial da Cultura herdou as atividades do antigo Ministério da Cultura, extinto por Bolsonaro no início do mandato do presidente, no ano passado. Regina Duarte também foi questionada no desembarque se a pasta voltará a ter status de ministério numa eventual gestão dela. "Não sei e não acho que isso é importante agora", respondeu a atriz. Veja Mais

Novo titular da Cultura decidirá sobre continuidade do edital anunciado por Alvim, diz secretaria

G1 Pop & Arte Ex-secretário, que anunciou edital sobre prêmio na área de cultura, foi demitido após usar frases semelhantes às de ministro da Alemanha nazista. Edital não foi publicado. A Secretaria Especial da Cultura informou nesta quarta-feira (22) que caberá ao próximo titular do órgão reavaliar a continuidade do Prêmio Nacional das Artes. Em discurso para divulgar o prêmio nas redes sociais na semana passada, o então chefe da secretaria, Roberto Alvim, usou frases semelhante ao do ministro de Adolf Hitler da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo. O episódio levou à demissão do secretário. No discurso, Alvim prometeu patrocinar produções inéditas em diferentes áreas da cultura, como óperas, contos, espetáculos teatrais, pintura e escultura. O valor total do prêmio, segundo o governo federal, é de R$ 20,625 milhões. Em nota divulgada nesta quarta, a secretaria afirmou que o edital com as regras para a entrega do prêmio não foi publicado. “A Secretaria Especial da Cultura informa que o edital do Prêmio Nacional das Artes não chegou a ser publicado no Diário Oficial da União. Caberá ao novo secretário reavaliar a continuidade do Prêmio”, diz a nota da secretaria. Convidada para assumir a vaga de Alvim, a atriz Regina Duarte visitará Brasília nesta quarta. Ela ainda não aceitou formalmente o convite do presidente Jair Bolsonaro. Regina Duarte vai a Brasília para conhecer estrutura da Secretaria Especial de Cultura Discurso para lançar prêmio de artes A declaração de Alvim foi dada em vídeo postado na página da Secretaria Especial de Cultura no YouTube nesta quinta-feira (16) para divulgar um concurso nacional de artes. O vídeo ganhou grande repercussão nas redes sociais e tanto o nome do secretário Alvim quanto o de Goebbels foram parar entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil. O vídeo, em que Alvim aparece sentado a uma mesa de gabinete com uma imagem de Bolsonaro e uma bandeira do Brasil, tem como música de fundo a obra Lohengrin, de Richard Wagner (1813-1883). O artista é um maestro e compositor alemão que escreveu ensaios nacionalistas e antissemitas, e foi tomado pelos nazistas como exemplo de superioridade musical e intelecto. O discurso de Goebbels consta do livro “Joseph Goebbels: Uma biografia”, do historiador alemão Peter Longerich. Compare os discursos: Roberto Alvim “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada.” Joseph Goebbels “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada." Veja Mais

'BBB20': Bruna Marquezine brinca com fato de Manu Gavassi ter se tornado meme em estreia

G1 Pop & Arte 'Não esperava menos dela', diz atriz, sem esconder sua torcida pela amiga no reality show. Programa começou nesta terça-feira (21). Manu Gavassi e Bruna Marquezine Gabriel Siqueira/Divulgação Manu Gavassi virou meme logo na estreia do "BBB20", que aconteceu na noite desta terça-feira (21). As caras e bocas da cantora desde a entrada na casa até o momento da prova de resistência renderam divertidas imagens compartilhadas pelos internautas. 'BBB20': veja quem são os participantes desta edição Sem esconder sua torcida pela amiga desde o dia do anúncio dos nomes dos participantes, Bruna Gavassi também entrou na série de publicações sobre a amiga. Gabriel o Pensador e Manu Gavassi tentam atualizar som por meio do trap; G1 ouviu Bruna respondeu uma postagem no Twitter que dizia que "A Manu já virou um meme" e escreveu: "Não esperava menos dela". Initial plugin text Bruna ainda pediu para os internautas a atualizarem sobre as novidades do jogo, já que não estava conseguindo acompanhar o programa. Initial plugin text Confira os memes com Manu Gavassi na internet após estreia do "BBB20: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Kiko Dinucci ecoa Baden Powell com força rítmica do violão 'hardcore' que conduz o álbum 'Rastilho'

G1 Pop & Arte Artista apresenta incendiário segundo disco solo com repertório que, entre músicas autorais, inclui samba lançado pelo cantor Cyro Monteiro em 1955. Capa do álbum 'Rastilho', de Kiko Dinucci Criação de Pablo Saborido Resenha de álbum Título: Rastilho Artista: Kiko Dinucci Gravadora: Edição independente do artista Cotação: * * * * 1/2 ♪ “Rastilho é um disco de violão. Nele, o instrumento sobrepõe tudo, todas as vozes, todas as letras. Quem canta é a madeira”, sintetiza Kiko Dinucci em texto sobre o viçoso segundo álbum solo do artista. Arremessado no mercado fonográfico na terça-feira, 21 de janeiro, com repertório quase inteiramente autoral, Rastilho mantém Dinucci na linha de frente da cena música paulistana. No primeiro álbum solo, Cortes curtos (2017), o músico afiou a guitarra de toque punk para mostrar, entre o rock e o samba, a fervura da chapa na cidade de São Paulo (SP). Disco que preserva a alta temperatura de Cortes curtos, medida pela audição de músicas como Febre do rato, Rastilho transpõe para o violão a quentura de um Brasil decomposto por injustiças sociais, como sugere a imagem da capa tropicalista assinada por Pablo Saborido. Como violonista, Dinucci parte do legado afro de Baden Powell (1937 – 2000), ecoado já no tema instrumental que abre o disco, Exu Odara, sem se limitar a reproduzir as lições do mestre. Discípulo ousado, Dinucci aproxima territórios musicais, unindo em Marquito a aridez do sertão nordestino à aspereza do velho oeste que reverbera em trilhas sonoras de filmes do gênero. Há também algo de cinematográfico no sertão em que grita Dadá entre os grunhidos de Kiko e da convidada Ava Rocha, herdeira de Glauber Rocha (1939 – 1981). Na peleja de Deus contra o diabo na terra brasilis, o rapper paulistano OGI engrossa o discurso e o caldo de Veneno após medir forças vocais com Juçara Marçal neste afro-samba punk. Emblemática nos porões da cena musical paulistana dos anos 2010, a voz de Juçara Marçal é recorrente em Rastilho, disco (primorosamente) gravado e mixado por André Magalhães e Bruno Buarque, na cidade de São Paulo (SP), entre setembro e novembro de 2019. Juçara se segura firme entre os golpes de violão dados por Dinucci na execução de Gadá e integra o coro feminino – encorpado com as vozes de Dulce Monteiro, Maraísa e Gracinha Menezes – que sacraliza o canto em iorubá Olodé, saudação aos orixás caçadores previamente apresentada como o primeiro single do álbum Rastilho. O quarteto feminino de pastoras também faz coro nos sambas Foi batendo o pé na terra – incursão de Dinucci pela roda baiana – e Tambú e candongueiro, releitura da composição gravada por Dinucci há 12 anos com o Bando Afromacarrônico no álbum Pastiche nagô (2008). Em Rastilho, Dinucci também atualiza o samba Vida mansa (José Batista e Norival Reis, 1955), lançado há 65 anos na voz do cantor carioca Cyro Monteiro (1913 – 1973). Nem a anemia do canto de Dinucci na faixa esvai a força rítmica do artista no toque do violão, condutor deste disco que acaba no samba que lhe dá nome, Rastilho. Rastilho, o samba, aponta rastro de destruição provocada pelo “temporal que mal começou”. “Vamos explodir”, anuncia repetidas vezes o coro das pastoras, antes de elas começarem um “lalaiá laiá laiá” harmonizado sobre a percussão da madeira do violão em chamas de Dinucci. Rastilho, o álbum, se impõe como barril de pólvora prestes a explodir, detonado pelo violão hardcore do idealizador e produtor musical deste disco incendiário. A madeira queima e arde em fogo alto, elevando o nome de Kiko Dinucci na cena brasileira. Veja Mais

Lauana Prado chega ao topo após 14 anos de tentativas, 3 reality shows e uma mudança de nome

G1 Pop & Arte Cantora goiana explica como virou a dona da música mais ouvida no YouTube em 2019. G1 pegou carona com a nova estrela sertaneja para entender o sucesso de 'Cobaia'. Estirado no chão, um cãozinho quase é pisado várias vezes no camarim do Centro de Tradições Nordestinas, na Zona Norte de São Paulo. "Cuidado com o Patz", avisa Lauana Prado, dona do cachorro. Ela também é dona de “Cobaia”, música mais ouvida no YouTube brasileiro em 2019. O simpático pet da raça spitz anão foi batizado com o nome do remédio que mudou a vida da cantora sertaneja de 30 anos: "É meu remédio de insônia, o nome comercial do Zolpidem. Eu preciso tomar. Eu fiz consulta com psiquiatra por conta da questão do sono. Eu sou muito diurna e em 2019 comecei a viajar muito. A rotina é muito complicada pra mim. Não me deu efeito colateral nenhum. Eu durmo feito um neném.” O G1 acompanhou a cantora goiana na van que a levou de sua casa, um imponente apartamento próximo ao aeroporto de Congonhas, até o lugar de seu 152º show em 2019. Mayara Lauana Pereira e Vieira falou sobre sucesso, mas também sobre a vontade de desistir da carreira após três reality shows, uma mudança de nome e quatro de cidade. Foram 14 anos de tentativas antes de estourar, no ano passado. Mayara Prado e Lauana Prado: a cantora sertaneja no começo da carreira e após mudar nome artístico, em foto de 2019 Divulgação Ao chegar no camarim, onde come meia dúzia de sushis, de pé mesmo, tem orgulho de falar para todo mundo que conseguiu "dormir o dia inteiro". No resto do papo, parece menos espontânea e mais escolada do que outras estrelas do feminejo, o sertanejo de letras com sofrência empoderada. A falta de malícia de Marília Mendonça, Simone & Simaria ou Maiara & Maraísa não tem nada a ver com ela. Diferentemente de suas colegas, Lauana parece que pensa bem antes de falar. A voz só fica menos empostada quando o assunto é o Patz. O cão ou o remédio. Quantos shows você faz por mês? “Eu sempre tento manter um limite de 17. Eu seguro bem.” Já vi gente que faz menos, 12, mas já vi gente com 25 ou mais... "Eu não faço isso de jeito de nenhum.” Já fez?“ “Cara, já. A logística é uma coisa que pesa muito. No tempo de barzinho, era diferente. Uma coisa é ficar em uma cidade só, daí você faz 20 shows tranquilo, não é tão pesado quanto 10 viajando. Cinco anos atrás, minha energia era outra também. Então, penso no futuro... Quero me preservar, mas sem deixar de trabalhar. Quero manter minha saúde mental e física.” Eternamente caloura? Lauana Prado dá carona ao G1 e fala da carreira Lauana era chamada por outro nome em sua fase de shows de calouros. Mayara Prado participou de dois programas do Raul Gil (“Jovens Talentos”, em 2011, e “Mulheres que Brilham”, de 2014). A vitória no segundo rendeu contrato de um ano com a gravadora Sony. Antes, foi semifinalista do “The Voice”, em 2012. Ela diz que já “perdeu oportunidades” por isso: “Tem essa coisa de você cansar a imagem. As pessoas do mercado me diziam: isso aí não dá certo, artista deixa de ser novidade, você meio que vira carne de vaca, que eles chamam, popular demais.” Mas foi por meio dos programas de TV que ela conheceu cantores e produtores que seriam importantes para a fase Lauana. Ela morou e fez faculdade em São Luís, nasceu em Goiânia e passou a infância em Araguaína, no Tocantins. Em 2014, a vinda para São Paulo foi, segundo ela, “dar um passo pra trás pra dar dois pra frente”. “Eu fazia noite, ganhava um valor legal, R$ 5 a 6 mil por mês. Tive que abrir mão desses contratantes.” Lauana Prado canta no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, em dezembro de 2019 Caio Duran/Divulgação Nas entrevistas após o estouro de “Cobaia”, quase sempre conta que pensou em desistir da música: “Essa coisa da resiliência, você se depara com um possível desestímulo, com aquela coisa do ‘nossa, será? melhor não continuar’. Era difícil você lidar com o desejo de fazer acontecer versus a impossibilidade por falta de grana pra investimento, de questões com empresários. Durante uns 11 anos, eu tive muita dificuldade.” Se não continuasse, seria publicitária. Ela se formou em Publicidade e Propaganda na Universidade Federal do Maranhão. “Fiz estágio e trabalhos esporádicos, mas eu já cantava. Trabalhei com jingle, campanhas e na área de redação publicitária... A faculdade me ajudou a ler teleprompter, a saber me apresentar, me ajudou pra caramba. Alguns artistas não conseguem se comunicar." 100 fotos em uma noite Fazer show não é só deitar no camarim, esperar a hora do show, ir lá cantar e ir embora. Na noite do show visto pelo G1, em São Paulo, Lauana tira mais foto do que influenciador de Instagram. No fim da maratona de selfies, beijinho e poses, ela se joga no sofá e grita por Patz, o cachorro. "Nem começou o show e já tô cansada. Acho que atendi umas cem pessoas." O atendimento a fãs e todo tipo de gente demora mais de uma hora. Ela tem que explicar quem ela é para uma criança de três anos e aceitar pedidos estranhos como o de um cara que quer pedir a noiva em casamento (e fica falando de 30 em 30 segundos que o anel que comprou é “caro demais”). Lauana Prado no camarim do show na Festa do Peão de Barretos 2019 Caio Duran Ela grava stories para o Instagram da atração de abertura (Fernanda Salgado, com quem competiu no “Jovens Talentos”) e para a casa de shows. Tem gente que diz que está fazendo aniversário (a equipe canta “Parabéns pra você” rapidamente) e uma moça que entrega à ídola uma sacola cheia de pequis. É como assistir ao programa “A Praça é Nossa”, sendo Lauana uma Carlos Alberto sertaneja. "É pequi que você quer, é pequi que você vai ter", diz a tal moça, repetindo a frase como se fosse um bordão humorístico. Outra presenteia com uma garrafa de vinho, entre as bebidas favoritas de Lauana. Está bem informada: Lauana toma duas tacinhas antes do show. Um menino erra o cumprimento e beija o cílio da cantora. “É foda”, diz Lauana, coçando o olho. Uma fã mostra uma tatuagem realista nas costas, com o rosto da ídola. Chorando, ela se justifica: "É que eu te amo tanto". De Coldplay e Guns a 'Milu' e 'clássicos' O show de Lauana começa com “Cobaia”. E termina com “Cobaia”. Na verdade, começa com um discurso meio autoajuda, que pergunta “Você é de verdade, você tá aqui de verdade?” Quem está ali de verdade, certamente, é a bachata, ritmo latino derivado do bolero. Quase todos os arranjos têm bongo e sanfona, mesmo para músicas que possam parecer distantes como “Quando a chuva passar”, famosa com Ivete Sangalo, ou “The Scientist”, do Coldplay. Enquanto apresenta sua música de letra mais séria, “Tem que respeitar”, uma amiga bem na frente do palco finge estar cantando com um microfone de uma TV local. Lauana ri ao cantar versos como “Não é porque usa roupa curta / Que o coração dela é vulgar / Não é porque se entrega de primeira / Que ela não é pra casar”. Lauana Prado faz selfie com celular de fã no palco Amanhecer da Festa do Peão de Barretos 2019 Caio Duran/Divulgação O set tem outros covers como “Meu Abrigo”, do Melim; “Bem pior que eu”, da Marília Mendonça; “Péssimo negócio”, do Dilsinho; “Milu”, do Gusttavo Lima; e “Ferida Curada”, de Zé Neto & Cristiano. Ela canta ainda “Is this love”, do Bob Marley, quando um de seus dreads enrosca em uma das cordas do ukulele. O show é completado por músicas próprias (como a nova “Viva-voz”) e versões de Chitãozinho & Xororó, Zezé & Luciano, João Paulo & Daniel e Leandro & Leonardo. Os “clássicos” são interrompidos por uma pergunta: “Quero convocar a legião de roqueiros do CTN. Quem é roqueiro aí?” É a hora de uma sequência pop rock com um quê de Alok. Rolam trechos de “Start me up”, dos Rolling Stones, “Sweet Child o mine”, do Guns N’ Roses, “Hotel California”, do Eagles, e “Malandragem”, de Cássia Eller. Em todas, Lauana toca guitarra e balança os cabelos. Os cabelos já tiveram mais dreads. Hoje, são mais discretos. Ela diz saber que o visual a fez se destacar em relação a tantas cantoras. Esse look chamativo é completado por cada vez mais tatuagens. Um dos braços já está quase “fechado” e ela quer começar a tatuar o outro. Me chame pelo outro nome Quando se mudou para São Paulo, em 2014, bateu na porta de estúdios, dentre eles o de Fernando Zork, produtor e parceiro do cantor Sorocaba. Também procurou por Dudu Borges, Ivan Miyazato, William Santos e outros. Com ajuda deles, emplacou músicas com vários artistas, de Thiaguinho a Roberta Miranda. Lauana Prado durante gravação de DVD no Hopi Hari, em São Paulo, em outubro de 2019 Divulgação Em vez de entrar para o escritório de Fernando, resolveu abrir o próprio. O Escala1 existe há dois anos e permite que ela dê a palavra final sempre. "É a melhor coisa da vida." Mesmo assim, Fernando foi importante na repaginada da carreira. Além de ser produtor musical, sugeriu que mudasse de nome. Ela diz que a troca teve um pouco a ver com o estouro de Maiara & Maraísa, Naiara Azevedo e Simone & Simaria. "Quando eu surgi como Mayara Prado, essas artistas existiam mas em outra proporção. O trabalho delas acelerou muito mais rápido do que o meu", reconhece. "Eu passei a ser 'a outra Maiara'. São nomes similares." Lauana foi o nome escolhido por ser "muito exclusivo, diferente". "Existiram críticas de pessoas que me conheciam como Mayara Prado. Tem gente que acha o nome feio." Lauana Prado e Fernando Zor, da dupla com Sorocaba Divulgação A mudança de nome veio com a mudança de visual, com dreads e mais tatuagens. "Antes, eu segurava um pouco mais, por conta do preconceito. No começo, eu sentia um olhar diferente. Por ser mulher, por sair do padrão, mas hoje eu entendo como algo positivo. É uma marca minha." "Meu trabalho tem ganhado destaque por ser diferente, sair um pouco do que já tem. Não adianta eu querer fazer o que a Marília faz, a Marília é incrível no que ela faz. Ela é rainha do que ela faz. Então, se eu fizer algo que for parecido com ela, eu não vou ter o meu nicho, né?" Aceita esse emprego de 'Cobaia'? Lançada no fim de 2018, "Cobaia" é cria do compositor baiano Buno Caliman. Ele é o autor de "Domingo de manhã" (Marcos & Belutti), "Camaro amarelo" (Munhoz & Mariano) e "Escreve aí" (Luan Santana). Após ser negada por outros artistas, Fernando pensou em gravá-la com Sorocaba. Mas acabou mostrando para Lauana. "Eu achei genial. A versão do Caliman era mais romântica, mais Raul Seixas. Eu trouxe pra minha realidade, para uma versão feminina." Ela e Fernandomudaram parte da letra, mas não assinam como compositores. Por que não assinou com ele? “Ah, na verdade, tivemos um acordo. No que eu poderia te expor é isso.” Ele deu exclusividade em troca de assinar sozinho? “Isso. Exatamente isso.” A, até que é normal... São só negócios. “Sim. Business.” Logo que virou hit, "Cobaia" foi criticada por ter na letra uma mulher submissa que aceita "o emprego de cobaia" de seu amante: pegando toalha e tudo mais. "A gente teve receio de como a letra ia chegar para o público. A interpretação da maioria sempre foi mais no sentido da sagacidade de você conquistar alguém se colocando fantasiosamente submisso. Na verdade, você está curtindo a relação daquele jeito. Tem feminista que bateu o pé no começo dizendo que não era legal. Mas outras mulheres se sentiram representadas." Que voz rasgada é essa? "Eu tenho uma anatomia das cordas vocais muito exclusiva. Isso me dá esse rasgado, me dá essa rouquidão." Sim, e diferentemente de outros cantores, falando e cantando sua voz é muito parecida... "Isso é uma coisa que é muito nítida, né? Às vezes, eu estou em um lugar público e passo despercebida, mas quando eu abro a boca sabem que sou eu." Tem algum cuidado diferente por ter essa voz mais rasgada? "Exige muitos cuidados. Eu faço fonoterapia semanalmente. Inalação, eu faço todos os dias. Faço exercícios vocais. No começo, a demanda me prejudicava um pouco mais. Hoje, eu tenho uma vivência maior e tem esse acompanhamento clínico muito próximo." A cantora e compositora Lauana Prado Divulgação/ Assessoria de imprensa Lauana Prado Em 2018, Lauana ia à academia quatro vezes por semana. Agora, vai quatro vezes por mês. Só quer saber de dormir, mas também tem outros hobbies. "Eu gosto de ler. O último livro que li foi 'O poder da presença' [da psicóloga Amy Cuddy]. Me deu muita bagagem até pro meu trabalho. A gente trabalha com linguagem corporal. Mostra o quão é importante é a gente estar de corpo e alma presentes nas atividades que a gente exerce." Lauana também gasta seu tempo livro vendo "palestras motivacionais" do TED Talks. "Elas falam de assuntos atuais, principalmente sobre questões de internet versus vida real. Acho sensacionais. Como são curtas, eu consigo ver no aplicativo. Palestras que falam sobre questões de vida financeira, enfim." Como será 2020? Nos próximos meses, Lauana quer uma rotina menos corrida. "Vivi algumas coisas em 2019 que me deram bagagem e vou conseguir distribuir melhor o meu tempo. Vou conseguir me organizar melhor. As coisas vão acontecendo, vão precisando de você.. Quando você vê, você não tem férias, não tem tempo pra você, não tem tempo para escrever, que é uma coisa que eu preciso." Após estourarem de vez, a maioria dos artistas do sertanejo deixa de compor. Mas Lauana quer fugir da regra. "É importante continuar compondo. Porque a personalidade da música está nisso. Se você solta a rédea, você fica na mão de compositores que são competentíssimos, mas não são você. Você não consegue dar continuidade a uma personalidade artística." Veja Mais

As influenciadoras britânicas que recebem ofertas de até R$ 550 mil por sexo

G1 Pop & Arte Uma delas diz que as redes sociais viraram 'um catálogo' para que homens selecionem suas próximas 'conquistas'. Tyne-Lexy conta que tinha 19 anos quando recebeu a primeira oferta de dinheiro por sexo Lee Palace via BBC Influenciadoras famosas recebem diariamente ofertas de dinheiro em troca de sexo, contaram algumas delas ao programa de Victoria Derbyshire, da BBC. De acordo com uma delas, as redes sociais tornaram-se "um catálogo" para que homens selecionem sua próxima "conquista". "É prostituição de luxo — é assustador pensar que, se eles me mandaram mensagens, provavelmente o fizeram com outras milhares de garotas bonitas no Instagram", diz Tyne-Lexy Clarson. Ela conta que tinha apenas 19 anos quando recebeu a primeira proposta desse tipo: um estranho ofereceu 20 mil libras (R$ 110 mil) para que ela jantasse com ele. O conteúdo das ofertas só piorou depois que ela participou da segunda temporada do reality show Love Island. Por email, uma agência ofereceu a ela 50 mil libras (R$ 274 mil) por cinco noites em Dubai — a proposta continha um termo de confidencialidade garantindo que os detalhes das exigências feitas a ela durante a viagem permaneceriam em segredo. Tyne-Lexy conta que recusou, mas teme que influenciadoras menos bem-sucedidas podem se sentir pressionadas a "manter as aparências" e tornar-se vulneráveis a esse tipo de transação. "É muito dinheiro para algumas pessoas, quantias que podem mudar a vida de alguém." 'Transação importante' Rosie Williams, que participou da terceira temporada de Love Island, diz que recebeu uma oferta de 100 mil libras (R$ 548 mil) por ano, além de roupas e bolsas de luxo, para ser acompanhante de um homem em Dubai. Rosie diz que essas propostas não são discutidas entre as influenciadoras Rosie Williams via BBC Ao programa, ela mostrou uma das mensagens recentes, de um homem que dizia estar em Dubai. No texto, ele afirmava que o contato podia surpreendê-la, mas que tinha uma "transação importante" que gostaria de compartilhar com Rosie — uma linguagem, segundo ela, bastante usada nesse tipo de comunicação. A influenciadora diz que nunca se sentiu tentada por ofertas do tipo, mesmo diante da grande quantia de dinheiro. Para Rosie, esse é um lado não previsto da fama. "Você ouve alertas sobre as críticas, sobre o fato de que sua vida vai mudar dramaticamente, mas nunca ninguém te avisa que você pode ser comprada por um homem." De acordo com ela, ninguém fala sobre esse assunto no mundo das influenciadoras. "Ou você está numa posição em que não precisa disso, então não discute o tema, ou você já aceitou uma dessas ofertas e tem vergonha de dizer." 'Degradada e violada' A produção do programa de Victoria Derbyshire viu diversas mensagens recebidas pelas influenciadoras. As abordagens variam, de homens sugerindo sexo de forma direta a intermediários representando um cliente rico. Provas enviadas por uma fonte anônima, que se identificou como uma estrela de reality show, mostram que ela recebeu uma oferta de 10 mil libras (R$ 55 mil) por sexo, durante uma viagem de férias. "Isabel" conta que foi contatada no Instagram por um homem dez anos anos mais velho que ela, depois de aparecer em um programa de talentos na TV britânica. "Primeiro, ele me ofereceu bolsas de marcas de luxo. Ele tinha um fetiche por ser financeiramente dominante, então ficava excitado por gastar centenas de libras em produtos para mim", explica. "Eu também estava sofrendo para manter meus seguidores engajados. Acho que foi por isso que aceitei a oferta." "Ele foi muito agradável quando eu estava lá. No jantar, começamos a beber e ele fez perguntas sobre as minhas finanças — eu contei que tinha uma dívida de 5 mil libras (R$ 27 mil). Ele disse: 'Transe comigo e eu te dou o dobro disso'." "Isabel" diz que aceitou a oferta. "Fiquei muito decepcionada comigo mesma, me senti degradada, violada." Ela insiste, porém, que essa não é uma forma de prostituição. "É uma relação orientada a um objetivo específico, que progride com o tempo... Enquanto no caso da prostituição você combina uma quantia com um estranho." Exploração O grupo feminista Object (palavra que, em inglês, pode significar tanto "objeto" como "opor-se a alguma coisa"), que luta contra a objetificação sexual de mulheres, diz que entende por que influenciadoras aceitam as ofertas "altamente tentadoras". Heather Brunskell-Evans, integrante do Object, diz que "as mulheres que estão envolvidas com isso não vão querer falar em prostituição. A realidade é que elas estão vendendo seus corpos por dinheiro". "Esses homens estão oferecendo a elas tudo de que precisam para ser bem-sucedidas como influenciadoras, mas, no fim das contas, isso é exploração. E essas mulheres terão de fazer coisas por dinheiro com as quais elas não querem ser associadas, que as deixam envergonhadas." O agente de celebridades Rob Cooper afirma que as ofertas não se restringem a mulheres. Ele cita o caso de um homem que recebia propostas de dinheiro em troca de sexo regularmente. "Eu diria que influenciadores conhecidos ou estrelas de reality shows recebem mensagens assim diariamente." De acordo com ele, as redes sociais deveriam exigir a identidade das pessoas que criam contas em suas plataformas — como o passaporte ou o número da identidade. Um porta-voz do Facebook afirmou que "o aliciamento sexual não é tolerado pelo Instagram, e aqueles que violarem nossas regras repetidamente serão banidos. Queremos que o Instagram seja um espaço seguro para que as pessoas se expressem. Investimos bastante em ferramentas e tecnologias para evitar o assédio na plataforma". Veja Mais

Rapper YG é preso nos Estados Unidos por suspeita de roubo

G1 Pop & Arte Americano é mantido sob fiança de US$ 250 mil. Ele foi preso dois dias antes de sua apresentação no Grammy 2020, que acontece no domingo (26). YG canta no Coachella, em 2019 Amy Harris/Invision/AP O rapper YG foi preso nesta sexta-feira (24) em sua casa, em Los Angeles, por suspeita de roubo. Ele tem apresentação marcada na premiação do Grammy 2020 no domingo (26). Keenon Jackson, o nome de batismo de YG, está detido sob fiança de US$ 250 mil, segundo o site da revista "Hollywood Reporter". A polícia não deu mais detalhes sobre a prisão ou sobre o suposto roubo. Em julho, as autoridades vasculharam sua casa por causa de um tiroteio em Compton que matou uma pessoa. O rapper não foi ligado ao caso. YG deve se apresentar na premiação ao lado de nomes como John Legend e Meek Mill em um tributo a Nipsey Hussle, rapper morto a tiros em 2019. Veja Mais

'Bambi' vai ganhar nova versão realista da Disney, diz revista

G1 Pop & Arte Segundo 'Hollywood Reporter', filme deve usar tecnologia parecida à do novo 'O rei leão' e já tem roteiristas contratadas. Cena de 'Bambi' Divulgação A Disney vai lançar uma nova versão realista de outra de suas animações clássicas, "Bambi" (1942). Segundo o site da revista "Hollywood Reporter", a ideia é usar a mesma tecnologia de regravações recentes como "Mogli - O menino lobo" (2016) e "O rei leão" (2019). Para a atualização da história, o estúdio contratou as roteiristas Geneva Robertson-Dworet ("Capitã Marvel") e Lindsey Beer ("Sierra Burgess é uma loser"). A produtora Depth of Field ("A despedida") vai cuidar do filme. O original contava a história de um jovem cervo que cresce na floresta com a ajuda de seus amigos, um coelho e uma gambá, e foi indicado a três Oscars. Ainda não há previsão de lançamento para a nova versão. Veja Mais

Quem é você em cada rede social? Famosos espalham meme surgido com cantora de 74 anos

G1 Pop & Arte 'Dolly Parton Challenge' começou depois de cantora americana de country postar nesta semana. Anitta, Mark Rufalo, Will Smith e Gloria Groove já entraram na brincadeira. Anitta entrou na brincadeira do 'Dolly Parton Challenge', meme de postar foto de acordo com o perfil de cada rede social Reprodução/Instagram/Anitta O novo meme do momento é postar uma foto em quatro situações diferentes, de acordo com o estilo das redes sociais, Facebook, Tinder, Instagram e Linkedin. As montagens engraçadas estão bombando nas redes sociais e começaram com a cantora de country de 74 anos, Dolly Parton. Ela foi uma das primeiras a postar a brincadeira nesta terça-feira (21). O movimento até ficou conhecido no exterior como "Dolly Parton Challenge". "Arranje uma mulher que consegue fazer tudo", escreveu a cantora com o mosaico com fotos históricas de sua carreira. Dolly Parton foi uma das primeiras a postar mosaico com fotos de acordo com cada rede social Reprodução/Instagram/Dolly Parton Ao longo da semana, outros artistas como Mark Rufalo, Ellen DeGeneres, Kerry Washington, Anitta e Gloria Groove entraram na brincadeira. Veja abaixo. Anitta, cantora Initial plugin text gLOI Arlindinho, cantor Initial plugin text Arnold Schwarzenegger, ator Initial plugin text Camila Pitanga, atriz Initial plugin text Cara Delevingne, atriz Initial plugin text Carolina Dieckmann, atriz Initial plugin text Donatella Versace, estilista Initial plugin text Fernanda Paes Leme, atriz Initial plugin text Glória Groove, cantora Initial plugin text Jimmy Fallon, apresentador Initial plugin text Jonas Brothers, cantores Initial plugin text Juliana Paes, atriz Initial plugin text Kerry Washington, atriz Initial plugin text Lázaro Ramos, ator e apresentador Initial plugin text Mark Ruffalo, ator Initial plugin text Miley Cyrus, cantora Initial plugin text Nanda Costa, atriz Initial plugin text Naomi Campbell, modelo Initial plugin text Pedro Calais, vocalista do Lagum Initial plugin text Rafa Brites, apresentadora Initial plugin text Tais Araújo, atriz Initial plugin text Viola Davis, atriz Initial plugin text Veja Mais

Stone Temple Pilots cancela turnê para vocalista se recuperar de hérnia de disco

G1 Pop & Arte Médicos de Jeff Gutt aconselharam cirurgia imediata, segundo comunicado. Turnê estava prevista para começar em 5 de fevereiro no Canadá. Jeff Gutt, vocalista do Stone Temple Pilots, foi diagnosticado com grave hérnia de disco e vai precisar de um tempo para se recuperar Divulgação/Site StoneTemplePilots A turnê da banda Stone Temple Pilots foi cancelada para o vocalista Jeff Gutt se recuperar de uma hérnia de disco. "Nosso irmão Jeff tem uma severa hérnia de disco e os médicos aconselharam uma cirurgia imediata, que vai exigir semanas de descanso e fisioterapia", diz o comunicado no Instagram da banda nesta sexta-feira (24). "Espera-se que a Gutt se recupere totalmente, e a banda espera remarcar a turnê acústica ainda neste ano", continua. A banda iria fazer uma série de shows acústicos do disco "Perdida", que vai ser lançado em 7 de fevereiro. Este é o segundo trabalho com Gutt na liderança da banda. A turnê tinha 15 datas marcadas, com início no dia 5 de fevereiro, em Vancouver, no Canadá. Quem comprou ingressos receberá reembolso nos pontos de compra. A Stone Temple Pilots esteve no Brasil no começo de 2019, e cantou no mesmo dia do Bush. Initial plugin text Veja Mais

Antonio Carlos & Jocafi emergem renovados das águas da BaianaSystem no single 'Miçanga'

G1 Pop & Arte Gravada pela dupla com a banda, música inédita soa leve como brisa do mar. Capa do single 'Miçanga', da BaianaSystem e Antonio Carlos & Jocafi Cartaxo Resenha de single Título: Miçanga Composição: Russo Passsapusso, Antonio Carlos, Jocafi, Sekobass, Roberto Barreto e Bira Marques Artistas: BaianaSystem e Antônio Carlos & Jocafi Gravadora: Máquina de louco Cotação: * * * * ♪ Antes da axé music da década de 1980 e antes mesmo da música elétrica feita pelo novo baiano Moraes Moreira em carreira solo iniciada em 1975, o Brasil conheceu a baianidade nagô de Antonio Carlos & Jocafi. Essa dupla baiana ganhou expressão nacional na primeira metade dos anos 1970 com outro axé. Antônio Carlos Marques Pinto e José Carlos Figueiredo conquistaram o Brasil com cancioneiro que rendeu sambas de sotaque baiano e algumas músicas influenciadas pela africanidade do Candomblé. Tudo feito com apelo popular. Progressivamente esquecidos a partir da década de 1980, Antonio Carlos & Jocafi emergiram em meados dos anos 2010 nas águas da BaianaSystem. Vocalista e compositor da banda soteropolitana, Russo Passapusso tem a dupla como sólida referência musical. A ponto de estar arquitetando desde 2017 um álbum com Antonio Carlos & Jocafi, intitulado Alto da maravilha. A conexão de Russo com os antecessores deu no mar da BaianaSystem, cujo terceiro álbum, O futuro não demora (2019), apresentou parcerias da banda com a dupla em músicas como Água (Antonio Carlos, Jocafi, Ubiratan Marques e Russo Passapusso) e Salve (Russo Passapusso, Seko Bass, Antonio Carlos, Jocafi e BNegão). Miçanga – single inédito gravado e assinado pela BaianaSystem com Antonio Carlos & Jocafi – aporta nas plataformas de áudio nesta sexta-feira, 24 de janeiro, reforçando a conexão da banda com a dupla. Composição inédita creditada a Russo Passsapusso, Antonio Carlos, Jocafi, Sekobass, Roberto Barreto e Bira Marques, Miçanga se banha no mar do samba da Bahia em gravação produzida por Seko Bass e Russo Passapusso com suingue pautado pela levada da guitarra baiana de Roberto Barreto. Tendo outras peças musicais no colar, Miçanga extrapola a roda do samba baiano, destilando latinidade intercontinental no piano de Bira Marques. A engenhosa mixagem de Daniel Ganjaman equilibra com precisão os sons dos instrumentos, valorizando single que bafeja leveza. Com letra que põe na roda citação da tradicional cantiga marinha Caranguejo peixe é, Miçanga soa como substancial sobra do álbum O futuro não demora. O single é como brisa praieira que amortece o calor do sol e do pancadão da BaianaSystem ao mesmo tempo em que traz à tona Antonio Carlos & Jocafi com sopro de renovação na trajetória da dupla revelada em 1969. Veja Mais

'Big Brothers' de celebridade são sucesso pelo mundo: Qual é o perfil de quem ganha?

G1 Pop & Arte Atores, atrizes e ex-participantes de reality shows costumam se dar bem em programa, mas não-famosos também já venceram. Homens venceram em 59% das 85 edições do 'BB'. Tamar Braxton, Rodrigo Alves, Angie Bowie, Ryan Thomas e La Toya Jackson participaram de edições do 'Big Brother Celebridades' Divulgação Seja uma edição única e tímida lá nos primórdios dos anos 2000 ou mais de 20 em quase duas décadas com astros do mundo inteiro, o "Big Brother" dedicado a celebridades foi um fenômeno mundial. Foram 85 edições em 22 países de todos os continentes. Aqui no Brasil, pela primeira vez uma edição recrutou famosos para formar metade do time de confinados, em 2020. O país que mais se empenhou na franquia de celebridades foi o Reino Unido, com 22 edições de 2001 a 2018. Lá, o derivado teve mais edições que o original, com 19 entre 2000 e 2018. Quanto mais famoso, melhor? A fama não garante preferência no reality, de acordo com os resultados registrados nesses países. Na Argentina, por exemplo, o menos famoso foi o vencedor: entre figuras públicas escaladas para o programa, foi justamente o ex-brother Diego Leonardi a levar o prêmio. E, no Reino Unido em 2006, a vencedora foi a única não famosa entre os 11 confinados. Para ela, a fama veio depois do programa. Após vencer o “BB”, se tornou apresentadora de TV. Entre as profissões que mais venceram edições VIP, estão: Ator ou atriz: 15 Ex-participantes de realities: 13 Cantores: 12 Apresentadores: 11 Atletas: 7 Comediantes: 5 Também ganharam filhos de famosos, modelos, drag queen e até um mágico. As mulheres venceram em 41% dos programas dedicados a celebridades, enquanto os homens foram campeões em 59% deles. A Espanha foi o país de mais sucesso para elas: as mulheres venceram todas as sete edições do “Gran Hermano VIP”, que foi ao ar de 2004 a 2019. Curtos e explosivos As primeiras edições com estrelas foram curtíssimas, com oito dias de programa. As últimas, tiveram pouco menos de 30. As edições com celebridades, ou pessoas VIPs como alguns países chamaram, foram sempre curtas. Mas a pouca duração do programa não impediu que os confinados protagonizassem barracos e momentos inusitados. Um dos momentos mais marcantes foi quando Angie Bowie, ex-esposa de David Bowie, soube da morte do cantor ao vivo, em 2016, e contou a seus colegas de confinamento. Eles acharam, no entanto, que se tratava de Gavid Gest, confinado com eles no programa. Após muita comoção, constaram que Gest estava bem e acharam que Angie tinha feito uma pegadinha de mau gosto. Outra polêmica fez do "Big Brother celebridade" de 2018 o dono do episódio com mais reclamações da história da TV inglesa. A atriz Roxanne Pallett acusou o ator Ryan Thomas de ter dado um soco nela durante uma discussão. Depois, as filmagens mostraram que Thomas não havia encostado na atriz. Ela se desculpou e Thomas foi o campeã da edição, última a passar no Reino Unido. Já teve influencer nessa casa Serginho no 'BBB' em 2010 Divulgação/TV Globo Esta não foi a primeira vez que o “BBB” recrutou gente conhecida. Em 2010, Tessália e Serginho eram os brothers influenciadores digitais antes do termo sequer existir. Tessália era a Twittess no Twitter. No "Big Brother", foi vista como uma das vilãs da casa e saiu com 78% na terceira semana. E Serginho era o Sr. Orgastic no Fotolog. No programa, ficou até a 11ª semana quando saiu em um paredão com seu amigo Dicesar. Veja Mais

Baianas Ozadas vai homenagear Gilberto Gil neste Carnaval

O Tempo - Diversão - Magazine Mais um cantor e compositor baiano entra no radar do bloco, que também traz um novo vocalista Veja Mais

Bienal Mineira do Livro será realizada no BH Shopping

O Tempo - Diversão - Magazine Evento será retomado na capital entre 22 e 31 de maio, após um hiato de quatro anos Veja Mais

Posto de número dois da Cultura será temporariamente ocupado por pastora, informa secretaria

G1 Pop & Arte De acordo com assessoria, convite foi feito pelo ministro do Turismo, ao qual o órgão é subordinado, e por Regina Duarte, que ainda não anunciou se assumirá Secretaria da Cultura. A Secretaria Especial de Cultura informou nesta quinta-feira (23) que a atriz Regina Duarte e o ministro Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, convidaram a pastora evangélica Jane Silva, atual secretária da Diversidade Cultural, para ocupar temporariamente o cargo de secretária-adjunta do órgão. Nessa condição, Jane Silva assume provisoriamente o comando da secretaria, já que o secretário Roberto Alvim foi exonerado na semana passada, e a atriz Regina Duarte, convidada para o posto, ainda não anunciou se aceitará. Segundo a assessoria da pasta, Jane Silva ocupará a vaga até que haja uma definição sobre a nomeação da atriz para chefiar a secretaria. Regina Duarte está em Brasília nesta quinta, onde participa de reunião na sede do órgão, localizado na Esplanada dos Ministérios. Em discurso para divulgar o Prêmio Nacional das Artes nas redes sociais na semana passada, o então chefe da secretaria, Roberto Alvim, usou frases semelhantes às utilizadas pelo ministro da Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo. A repercussão negativa da fala levou à queda do secretário. Nesta quarta (23), após a exoneração do então secretário-adjunto, José Paulo Soares Martins, o cineasta Josias Teófilo afirmou ao jornal "O Globo" que foi sondado para ocupar o cargo. Veja Mais

Autor de 'Pingos de amor', Paulo Diniz faz 80 anos com obra em processo de redescoberta

G1 Pop & Arte Há projetos de documentário, biografia e tributo para despertar o interesse pelas músicas desse artista famoso na década de 1970. O cantor e compositor pernambucano Paulo Diniz completa 80 anos na sexta-feira, 24 de janeiro Max Levay / Divulgação ♪ MEMÓRIA – Há quem pense que ele é baiano, por conta dos versos de músicas como Bahia comigo (1972) e sobretudo Quero voltar pra Bahia (1970), compostas com o já falecido parceiro Odibar Moreira da Silva, este, sim, oriundo da Bahia. Mas o cantor e compositor Paulo Diniz é pernambucano, nascido em 24 de janeiro de 1940 em Pesqueira (PE), cidade encrustada no agreste de Pernambuco. Atualmente recluso em Boa Viagem, bairro abastado do Recife (PE), Paulo Diniz chega aos 80 anos na sexta-feira, 24, com a obra em processo de reavaliação e redescoberta. Em evidência no início da década de 1970, quando o artista residia no Rio de Janeiro (RJ), cidade para onde migrara nos anos 1960 para trabalhar no rádio, o cancioneiro autoral de Paulo Diniz destaca músicas como Pingos de amor – mais uma parceria do compositor com Odibar, lançada em 1971 na voz de Diniz e revitalizada pelo grupo Kid Abelha em gravação de 2000 – e Um chope pra distrair, outra parceria com Odibar, também de 1971. Essas músicas deverão ecoar nos próximos anos em diversas plataformas. Max Levay prepara documentário sobre o artista. O jornalista pernambucano José Teles arquiteta o projeto de biografia sobre o autor de O chorão no dentista (1967), música de titulo alusivo ao nome do primeiro sucesso do cantor, O chorão (Edson Mello e Luiz Keller, 1966). Paralelamente, jovens compositores do Recife (PE) redescobrem o cancioneiro – até então desconhecido por essa geração – de Diniz. O cantor, compositor e pianista Zé Manoel, por exemplo, integra o elenco de tributo que reverencia o legado do compositor e que está previsto para entrar em cena neste ano de 2020 na cidade de São Paulo (SP). O próprio Paulo Diniz planeja festejar os 80 anos com lançamento de música inédita. De todo modo, para muitos, composições como Ponha um arco-íris na sua moringa – outra parceira com Odibar, de 1970 – podem soar como inéditas no Brasil pop sertanejo de 2020. Sem Odibar, Paulo Diniz musicou versos de poetas como Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987) e Manuel Bandeira (1886 – 1968). Mas foi mesmo com Odibar que Paulo Diniz escreveu as páginas mais bem-sucedidas da história desse octogenário artista na música brasileira. Páginas que merecem ser reabertas para celebrar os 80 anos do artista. Veja Mais

Maria Bethânia canta valsa lançada por Orlando Silva em 1939

G1 Pop & Arte Gravação inédita da cantora integra o segundo álbum do baterista carioca Marcelo Costa. Em 1º de junho de 1939, quando Orlando Silva (1915 – 1978) entrou nos estúdios da gravadora RCA Victor para gravar a valsa Número um, o cantor carioca já mobilizava multidões. Apresentada em disco de 78 RPM editado em setembro daquele ano de 1939, a gravação original da valsa dos compositores cariocas Benedito Lacerda (1903 – 1958) e Mário Lago (1911 – 2002) ajudou a manter Orlando no auge. Desde então registrados por vários intérpretes, os versos altivos da valsa ganham pela primeira vez a voz de Maria Bethânia em gravação inédita feita pela cantora para o segundo álbum do baterista e percussionista Marcelo Costa, Vol. 2, programado para ser lançado neste ano de 2020 pela gravadora Biscoito Fino. Maria Bethânia com Marcelo Costa, em cujo disco marca dupla presença Acervo pessoal Marcelo Costa Bethânia figura duplamente no disco. Além de cantar Número um, a intérprete dá voz, na abertura do álbum Vol. 2, aos versos de Meu bom, música de 1987 de autoria do cantor e compositor Marcelo Costa Santos – homônimo do músico – que também abriu o primeiro volume, só que na voz de Caetano Veloso. Sequência do Vol. 1, disco lançado em agosto, Vol. 2 reúne elenco estelar e predominantemente feminino que – além de Maria Bethânia – inclui Marisa Monte, Roberta Sá, Mart'nália, Teresa Cristina, Jussara Silveira, Mariana de Moraes e Paula Morelenbaum. Ney Matogrosso é o único representante masculino do time de convidados do álbum Vol. 2. Veja Mais

Salma Hayek produzirá série sobre Eva Perón

G1 Pop & Arte Atriz uruguaia Natalia Oreiro será responsável por interpretar a mítica ex-primeira dama argentina no projeto intitulado 'Santa Evita'. Salma Hayek posa no tapete vermelho do Globo de Ouro 2020 Jordan Strauss/AP A atriz mexicana Salma Hayek irá produzir a série "Santa Evita", baseada no bem-sucedido livro homônimo do escritor Tomás Eloy Martínez, do qual a principal personagem é a mítica ex-primeira dama argentina Eva Perón, uma figura reconhecida internacionalmente por sua luta pelos mais desfavorecidos. A série de ficção, que chegará na América Latina em 2021, será protagonizada pela atriz uruguaia Natalia Oreiro, que interpretará Eva Perón, e pelos argentinos Ernesto Alterio, no papel do Moori Koenig, e Darío Grandinetti no papel do ex-presidente Juan Domingo Perón. O ator Diego Velázquez interpretará "El Periodista" e o espanhol Francesc Orella, da série "Merlí", será o doutor Pedro Ara, que foi encarregado de embalsamar o corpo de Evita. Argentinos pedem beatificação de Evita Perón "Santa Evita" seguirá a intrigante história de Eva Perón depois de sua morte por câncer aos 33 anos de idade em 1952. Seu corpo foi velado por milhões de pessoas até que em 1955 a ditadura militar que destituiu Perón do poder sequestrou seus corpo embalsamado para que não se convertesse em objeto de culto. Como esposa do general Perón, Evita tinha se transformado em uma figura influente na Argentina e seu cadáver, que sofreu agressões e passou por um périplo entre Buenos Aires e o norte da Itália, marcou a política do país por décadas. A série será dirigida pelo colombiano Rodrigo García, filho do escritor Gabriel García Márquez, junto do diretor e roteirista argentino Alejandro Maci, enquanto a adaptação ficará a cargo das autoras e atrizes argentinas Marcela Guerty e Pamela Rementería. Veja Mais

Como 'Salve-se Quem Puder' vai reproduzir furacão nos primeiros capítulos da novela

G1 Pop & Arte Ambientados em Cancún, no México, começo terá devastação que muda vida dos personagens. Estreia é nesta próxima segunda-feira (27) na TV Globo. Cena do furacão de 'Salve-se Quem Puder' Divulgação/Globo Depois de quase um ano de produção, a nova novela das 19h da TV Globo, "Salve-se Quem Puder" vai reproduzir nas telas a passagem de um furacão. Ambientados em Cancún, no México, os primeiros capítulos da trama, que estreia na próxima segunda-feira (27), levam ao público a devastação causada pelo furacão que modifica a trajetória das protagonistas, estreladas pelas atrizes Deborah Secco, Juliana Paiva e Vitória Strada. Para simular o furacão, a equipe de efeitos visuais da novela escaneou, em cinco dias, uma área de 154 hectares da cidade mexicana por meio de fotogrametria aérea. Eles foram reproduzidos em 3D nos Estúdios Globo. Elenco da novela participa do lançamento de ‘Salve-se Quem Puder’ Globo/Reginaldo Teixeira “A gente extraiu toda essa parte de Cancún virtualmente, quase que uma maquete eletrônica, mas a partir de fotos aéreas feitas de drones. Todos os equipamentos que nós temos e utilizamos na nossa produção são equipamentos utilizados em qualquer outra produção hollywoodiana”, diz Bruno Netto, supervisor executivo de efeitos visuais da novela. Juliana Paiva, que interpreta a personagem Luna Furtado - uma estudante de fisioterapia e camareira de um resort no México que foi abandonada pela mãe brasileira, interpretada pela atriz Flávia Alessandra - disse que as gravações das cenas do furacão foram um desafio. "Foi água, correnteza, vento. Eu nunca tinha visto essa estrutura tão grande. A gente se sentia em um estúdio de Hollywood", contou a atriz. Parte das gravações foram feitas em uma piscina de ondas de um parque aquático desativado na Zona Oeste do Rio. O elenco também viajou para o México para as gravações. Deborah Secco participa de evento da novela 'Salve-se Quem Puder' Globo/Reginaldo Teixeira Veja Mais

O conflito urbano sem maniqueísmo

O Tempo - Diversão - Magazine “A Divisão” mostra a investigação de sequestros no Rio dos anos 90 Veja Mais

Jessica Simpson escreve sobre abuso sexual sofrido na infância em seu novo livro

G1 Pop & Arte Cantora conta em 'Open Book' que ataques começaram aos 6 anos e que mais tarde a levaram ao abuso de bebidas alcoólicas e remédios. Jessica Simpson anuncia publicação de seu livro, 'Open Book' Reprodução/Instagram/jessicasimpson A cantora, atriz e designer de moda Jessica Simpson vai contar em seu livro de memórias, "Open Book", sobre o abuso sexual sofrido quando ainda era criança. Em trechos publicados nesta quarta-feira (22) pela revista "People", Simpson escreve que o abuso começou quando ela "dividiu a cama com a filha de um amigo da família" quando tinha 6 anos. "Começava com cócegas nas minhas costas e então ia para coisas que eram extremamente desconfortáveis", diz a cantora. "Eu queria contar para os meus pais. Eu era a vítima, mas de alguma forma eu achava que eu estava errada." Ela só conseguiu falar para os pais aos 12 anos, durante uma viagem de família, mas que seu pai não reagiu. "Nunca mais ficamos na casa dos amigos dos meus pais novamente, mas também nunca conversamos sobre o que eu havia falado." Veja Mais

Secretaria anuncia exoneração do número dois da Cultura

G1 Pop & Arte Órgão não informou o motivo. José Paulo Soares Martins substituía Roberto Alvim, demitido. Atriz Regina Duarte foi convidada para assumir secretaria e almoçou com Bolsonaro nesta quarta. A Secretaria Especial da Cultura informou nesta quarta-feira que o secretário adjunto do órgão, José Paulo Soares Martins, foi exonerado. A secretaria não informou o motivo da exoneração, que deve ser publicada no "Diário Oficial da União". José Paulo Soares Martins estava na Cultura desde junho de 2016. Ele assumiu o comando da secretaria após a demissão de Roberto Alvim, na semana passada. Nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro almoçou no Palácio do Planalto com a atriz Regina Duarte, convidada para assumir o posto. Em discurso para divulgar o prêmio nas redes sociais na semana passada, o então chefe da secretaria, Roberto Alvim, usou frases semelhantes às utilizadas pelo ministro da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo. O episódio levou à demissão do secretário. Comparação dos discursos Saiba o que disseram Alvim e Goebbels: Roberto Alvim - “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada.” Joseph Goebbels - “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante – ou então não será nada." Vídeo de Roberto Alvim fez referência a discurso nazista Prêmio Nacional das Artes Nesta quarta-feira, a Secretaria Especial da Cultura informou que caberá ao próximo titular do órgão decidir sobre o futuro do Prêmio Nacional das Artes. No discurso que levou à sua demissão, Alvim prometeu patrocinar produções inéditas em diferentes áreas da cultura, como óperas, contos, espetáculos teatrais, pintura e escultura. O valor total do prêmio, segundo afirmou Alvim no discurso, seria de R$ 20,6 milhões. Em nota divulgada nesta quarta, a secretaria afirmou que o edital com as regras para a entrega do prêmio não foi publicado. Regina Duarte vai a Brasília para conhecer estrutura da Secretaria Especial de Cultura Regina Duarte Ao desembarcar no aeroporto de Brasília nesta quarta, a atriz Regina Duarte foi questionada sobre o convite do presidente. Ela disse, como fez no início da semana, que ainda está "noivando". "Vou continuar conversando. Noivando, noivando", respondeu. Questionada sobre o que falta para se casar com o governo, a atriz disse: "Aí essa pergunta é complicada". Após o encontro, o presidente Bolsonaro publicou, em uma rede social, uma foto em que aparece abraçado com Regina Duarte. Na legenda, escreveu: "O noivado continua...". Bolsonaro também não indicou se o convite foi aceito oficialmente pela atriz. Veja Mais

Taylor Swift revela que mãe enfrenta um tumor no cérebro

O Tempo - Diversão - Magazine A questão familiar deve interferir no número de shows da turnê de seu novo disco, "Lover" Veja Mais

'Parasita': por que o filme sul-coreano está fazendo história em Hollywood

G1 Pop & Arte No próximo dia 09 de fevereiro, o longa vai concorrer ao Oscar em seis categorias, incluindo melhor filme. Filme 'Parasita' abre a programação que ocorre até quarta-feira (15) no CIC Divulgação O texto abaixo contém detalhes da trama. "Estou um pouco envergonhado de sentir que somos os parasitas de Hollywood agora!" Com esta declaração, o ator sul-coreano Lee Sun-kyun, estrela do filme Parasita, arrancou risos no domingo (19) durante a cerimônia de premiação do SAG Awards, entregue pelo Sindicato dos Atores dos EUA. O longa fez história ao se tornar o primeiro filme de língua estrangeira a vencer a principal categoria da noite — Melhor Elenco de Filme. Elenco do filme "Parasita" celebra prêmio no SAG Awards Jean-Baptiste Lacroix / AFP O filme sul-coreano de humor ácido, que em alguns momentos flerta com o terror, tem conseguido um sucesso sem precedentes nas cerimônias de premiação de Hollywood. No SAG Awards, o elenco de Parasita sobressaiu entre outros grupos de atores já consolidados na indústria cinematográfica, que participaram de filmes como O Irlandês, Era Uma Vez em... Hollywood e O Escândalo. No Globo de Ouro, a produção sul-coreana ganhou a estatueta de melhor filme estrangeiro e foi indicada em duas outras categorias. No dia 09 de fevereiro, vai concorrer ao Oscar em seis categorias, incluindo melhor filme. Mas a que se deve o grande sucesso do filme nas premiações americanas? A história "Que tipo de filme é esse?", perguntou o crítico Anthony Lane, da revista The New Yorker, quando escreveu sua resenha sobre o longa. E não foi o único a se fazer essa pergunta. A premissa é simples. Os caminhos de duas família se cruzam — uma é muito rica e a outra muito pobre. As interações entre elas revelam as diferenças sociais e expõem problemas de classe. Mas Parasita é um enredo coerente que combina sangue e humor, ternura e devastação em pouco mais de duas horas. "Com frequência, as pessoas me dizem que a história é muito estranha no melhor sentido possível", disse recentemente o diretor Bong Joon-ho em uma exibição do filme em Hollywood. "Acho que as pessoas gostaram do quão absurda é a história, dizem que é muito difícil de prever", acrescentou. De fato, se a princípio parece que se trata apenas da história de um jovem proveniente de uma família desempregada (que vive em um porão) e chega à casa luxuosa de uma família rica para dar aulas de inglês, a trama se complica (e muito). Trailer de 'Parasita' O jovem acaba inventando maneiras de os novos chefes empregarem o resto da sua família, sem saber que são seus parentes. E uma noite eles fazem uma descoberta macabra no porão da mansão. Apesar do universo absurdo em que a história entra, as reflexões sobre a pobreza e a riqueza adquirem um tom universal. Um exemplo é a sequência do filme em que chuvas fortes provocam inundações que, para a família pobre, implicam na destruição de sua casa, enquanto para a outra representam apenas a interrupção de um acampamento. "Em qualquer sociedade, há pessoas que têm e pessoas que não têm bens materiais, e esses grupos coexistem", disse o ator Song Kang-ho a jornalistas na noite de premiação do SAG Awards. Quando perguntaram recentemente a Bong Joon-ho por que ele acreditava que seu filme ressoava em todo o mundo, ele respondeu que "todos os personagens vivem em uma área cinzenta. A família pobre comete erros, mas é adorável, ​​e a família (rica) é mesquinha, mas amigável ao mesmo tempo. Não há vilões". Sucesso de crítica e bilheteria Quando estreou no festival de cinema de Cannes em maio do ano passado, os críticos aclamaram o filme como favorito para ganhar a Palma de Ouro, principal prêmio do evento. A partir dali, o filme ganhou um destaque intenso, arrecadando quase US$ 140 milhões em bilheteria no mundo todo e permanecendo por 18 semanas consecutivas em cartaz em Los Angeles. Joon-ho já contava com uma célebre trajetória cinematográfica, sendo considerado um dos melhores cineastas do século 21, de acordo com o site especializado Metacritic. Park So-dam e Choi Woo-sik em cena de 'Parasita' Divulgação Parasita ganhou ainda elogios da imprensa, que classificou o filme como "elegante e robusto". E não foram apenas os críticos que enalteceram o longa, mas também cineastas premiados, como o mexicano Guillermo del Toro. "Eu amo e admiro Bong Joon-ho desde Memórias de um Assassino (2003), ele me surpreende, me deleita e me emociona sempre. Então, dizer que este é o melhor filme dele significa muito para mim. E é. Um filme cheio de tristeza, inteligência e profundidade. Irreverente, mas sensível. Impressionante", escreveu em sua conta no Twitter. Em quase 20 anos de carreira, o cineasta sul-coreano explorou principalmente dois gêneros de filmes: ficção científica e policial, com um toque esporádico de humor, indica o site Metacritic. Veja Mais

Pearl Jam lança a música 'Dance of the Clairvoyants'; ouça

O Tempo - Diversão - Magazine Com pouco mais de quatro minutos, a canção foi a primeira publicada pelo grupo desde o álbum "Lightning Bolt", de 2013 Veja Mais

Moleque dos hits Kevinho se apresenta no Planeta: 'O funk está conquistando seu espaço'

G1 Pop & Arte Cantor é o novo fenômeno do funk no Brasil. Ele vai estar no Planeta Atlântida na sexta-feira (31). Funkeiro fará sua primeira participação no Planeta Atlântida Divulgação Aos 13 anos, o sonho era ser jogador de futebol, mas depois de uma brincadeira, em que resolveu gravar funk no estúdio, o sonho mudou. O jovem Kevinho, conhecido hoje como moleque dos hits, trocou o futebol pelos shows na região de Campinas (SP), onde nasceu. Foi aos 14 anos que ele decidiu ir sozinho para São Paulo tentar a carreira de cantor. "Quando eu estava desistindo porque nada dava certo, recebi uma mensagem pelo Facebook do Marcelo Portuga me chamando para trabalhar com ele. Deu certo. Ele é meu empresário até hoje", contou em entrevista ao G1. O jovem cantor empilha sucessos e parcerias com grandes artistas nacionais, e quer mostrar um pouco da sua carreira no show que fará no Planeta Atlântida 2020, na sexta-feira (31). "Será um show inesquecível. Quando faço show aí [no RS] percebo que a galera canta do início ao fim e conhecem todos os funks", conta. Para ele, o ritmo tende a crescer cada vez mais. "O Brasil está vendo o crescimento do funk e que a cada dia estamos conquistando um público maior", destaca. Sobre os planos para o ano de 2020, ele entrega: "Quero lançar um clipe a cada 20 dias". Confira a entrevista completa abaixo. G1 - Kevinho, é sua primeira participação no Planeta. Qual a sua expectativa para o show? Kevinho - O público do Rio Grande do Sul sempre me recebeu muito bem. Quando faço show aí, percebo que a galera canta do início ao fim e conhecem todos os funks. Participo de alguns festivais como o Villa Mix e outros pelo Brasil, mas estar no Planeta Atlântida é a primeira vez, e com certeza será um show inesquecível. Estou ansioso para subir no palco do Planeta. Aguardem que o MLK (muleke) dos Hits está chegando no Sul. G1 - Você é muito novo, mas já tem muitos hits tocando nas rádios, e fazendo shows por todo o Brasil. Como foi para você alcançar esse sucesso? Kevinho - Comecei novo, com apenas 13 anos eu já sabia que queria cantar funk. Morava em Campinas, interior de São Paulo e mudei sozinho para Capital para tentar a carreira de cantor. Quando eu estava desistindo porque nada dava certo, recebi uma mensagem pelo Facebook do Marcelo Portuga me chamando pra trabalhar com ele. Deu certo. Ele é meu empresário até hoje. G1 - Você tem parcerias com muitos artistas renomados do Brasil como Simone & Simaria, Gusttavo Lima e Wesley Safadão. Como é para você gravar com estes artistas? Kevinho - Parcerias são importantes na carreira de qualquer artista. Gravei também com Anitta, Dennis DJ, e outros, a lista está grande [risos]. Na próxima semana, gravo com o rapper Tyga uma música que fizemos juntos. Ele chega no Brasil para alguns shows e vamos gravar o clipe da música que é um hitmaker. Aguardem... G1 - Este ano o Planeta Atlântida vai receber pelo menos quatro grandes nomes do funk nacional. Você, Anitta, Dennis DJ e Kevin O Chris. Como você vê esse crescimento do funk no Brasil e até no mundo? Kevinho - O funk está conquistando seu espaço. Faz muito tempo que estamos trabalhando pra isso. Tem muita gente boa mostrando qualidade do nosso estilo, como você mesmo citou que estarão no Planeta: Anitta Dennis DJ, Kevin O Chris. O Brasil está vendo o crescimento do funk que a cada dia estamos conquistando um público maior. G1 - Como você monta o repertório de um show como o Planeta? Está preparando alguma surpresa? Kevinho - Já estou preparando novidades para a apresentação no Planeta Atlântida. O que posso adiantar é que não faltará as músicas "Olha a Explosão", "Um Nora pra cada Dia" e outras. Aguardem. G1 - Quais são seus planos profissionais para 2020? Kevinho - Já tenho gravação com Maiara e Maraisa para lançar, com Tyga que vou gravar na próxima semana e muitas outras novidades para este ano. Quero lançar um clipe a cada 20 dias. Vou deixar minha equipe louca [risos]. G1 - Deixa um recado pra galera que vai acompanhar o seu show no Planeta. Kevinho - Galera do Sul e de todo Brasil, que estará no Planeta Atlântida, o MLK dos Hits tá chegando pra bagunçar geral. Eu acreditei que estaria aí um dia. Por isso que sempre digo: Acredite nos seus sonhos. Eu acreditei. E vc. Acredita? Cantor de 21 anos promete muitas surpresas na sua apresentação no festival Divulgação Veja Mais

Família real britânica terá série feita por criador de 'Family Guy'

O Tempo - Diversão - Magazine A sátira em cartum 'O Príncipe', de Gary Janetti, mostrará o ponto de vista do príncipe George, de seis anos Veja Mais

De criador a personagem

O Tempo - Diversão - Magazine Artista Miguel Gontijo é homenageado pela pintora e atriz Juçara Costa em livro e mostra na Biblioteca Pública Veja Mais

Baterista do Aerosmith processa banda e diz que companheiros dificultam seu retorno

G1 Pop & Arte Joey Kramer acusa grupo de obrigá-lo a participar de testes para voltar a tocar, depois de período afastado por lesões em 2019. Joey Kramer toca no show do Aerosmith no São Paulo Trip Celso Tavares/G1 O baterista do Aerosmith, Joey Kramer, entrou com um processo contra a banda. Ele afirma que seus companheiros estão dificultando seu retorno ao grupo após um período afastado e pede que a Justiça o ajude a voltar a tocar, segundo o site TMZ. De acordo com a ação, Kramer, um dos membros originais da banda, teve de se afastar após sofrer pequenas lesões no primeiro semestre de 2019. Para voltar ao grupo, ele diz que os demais – Steven Tyler, Joe Perry, Tom Hamilton e Brad Whitford – pediram que ele gravasse sessões de teste, para determinar se ele "conseguia tocar no nível apropriado". O baterista diz que isso nunca foi exigido de nenhum outro integrante, e que todos já tiveram de se afastar em algum momento ao longo dos 50 anos de carreira do grupo. Depois das gravações, seus companheiros o impediram de voltar, afirmando que ele não tinha energia suficiente. Segundo Kramer, se continuar afastado ele deve perder momentos importantes, como a apresentação do Aerosmith na premiação do Grammy, neste domingo (26). A banda ainda não se pronunciou a respeito. Veja Mais

Ludmilla comenta festa pré-Grammy com Adele, Lizzo e Billie Eilish: 'Elogiaram minha roupa e tudo'

G1 Pop & Arte 'Não vou fingir costume nenhum', escreveu cantora em post. 62ª edição do prêmio acontece neste domingo (26). Ludmilla compartilhou foto do look que usou na festa do Spotify, pré-Grammy 2020, nesta quinta-feira (23) Reprodução/Instagram/Ludmilla A cantora Ludmilla participou da festa do Spotify para os artistas indicados na categoria "Revelação" nesta quinta-feira (23), em Los Angeles, e resolveu compartilhar como foi a experiência com seus fãs. "Genteee ontem eu fui pra festa global do Spotify e não vou fingir costume caralho nenhum kkk", escreveu a cantora em um post nesta sexta-feira (24). "Eu tava do lado da Adele, Lizzo, Billie Eilish e outros artistas que eu admiro pra caralho e que nunca imaginei estar perto, muito menos lá junto, bebendo, dançando. Eles elogiaram minha roupa e tudo gente!" A cantora ainda disse que respondeu todas as perguntas, mesmo com seu "inglês enrolation". Billie Eilish e Lil Nas X cantaram na festa e estão entre os artistas mais indicados ao Grammy 2020. A premiação acontece no domingo (26), em Los Angeles. Billie Eilish canta com o irmão e produtor Finneas O'Connell em festa pré-Grammy do Spotify nesta quinta-feira (23) Willy Sanjuan/Invision/AP Veja Mais

Alice Caymmi dissipa energia da batida do Àttooxxá no primeiro single do álbum 'Elétrika'

G1 Pop & Arte Música inédita 'A noite inteira' sinaliza que cantora volta a investir no pop genérico. Capa do single 'A noite inteira', de Alice Caymmi e Àttoxxá Reprodução Resenha de single Título: A noite inteira Composição: Alice Caymmi, Rafa Dias e Chibatinha Artistas: Alice Caymmi e Àttooxxá Gravadora: Rainha dos Raios Cotação: * * 1/2 ♪ A voz proeminente e (muito) bem colocada de Alice Caymmi na gravação da música inédita A noite inteira mantém a artista sob a aura de ser uma das melhores cantoras brasileiras surgidas nos anos 2010. Neste single gravado por Alice com o grupo Àttoxxá, um dos nomes responsáveis pela revitalização do pagode baiano, a cantora destila mel ao seguir a colmeia do pop genérico que dá o tom do mercadão nacional. Arremessado nas plataformas de áudio nesta sexta-feira, 24 de janeiro, o single A noite inteira é a primeira amostra do quinto álbum de Alice Caymmi, Elétrika, previsto para ser lançado neste primeiro semestre de 2020. O título alude ao aclamado álbum anterior de Alice, Electra (2019), mas a semelhança parece parar no nome, a julgar pelo single A noite inteira. De autoria creditada a Alice, a Rafa Dias e a Wallace Carvalho dos Santos (o Chibatinha), A noite inteira é composição banal de sensualidade que soa artificial. Todas as intenções parecem ter sido diluídas e filtradas pelo padrão pop do mercado. Pode até ser que a música aglutine seguidores, pois o time de compositores e produtores da Brabo Music – formado pelo DJ Rodrigo Gorky com Maffalda e Zebu – conhece bem os gostos desse mercado e, por isso mesmo, foi arregimentado por Alice para orquestrar a produção do álbum Elétrika. A azeitada produção musical do single A noite inteira tem o toque particular do Àttoxxá, mas o fato é que a gravação resulta aquém do potencial do grupo e tampouco acrescenta algo de relevante à discografia de Alice Caymmi, cantora de quase 30 anos (a serem festejados em março) que já mostrou ter forte personalidade para jamais ser mais uma na multidão. O encontro da cantora com o grupo resultou sem liga. É como se, em A noite inteira, Alice Caymmi dissipasse a energia do batidão geralmente eletrizante do Àttoxxá. Para ouvidos habituados ao pop comum que domina as playlists das plataformas de streaming, a música pode parecer uma joia, mas, espanado o leve brilho que a enverniza na produção, A noite inteira se revela pedra falsa. Veja Mais

Lab BH adia abertura de evento em função do mau tempo

O Tempo - Diversão - Magazine 1ª edição do pré-CarnaLab começará no dia 31 deste mês, com três blocos Veja Mais

Taylor Swift revela luta contra distúrbio alimentar

O Tempo - Diversão - Magazine Declaração está no documentário 'Taylor Swfit: Miss Americana'; cantora chegou a passar fome a ponto de achar que desmaiaria durante seus shows Veja Mais

Participante de reality britânico é detonado nas redes após sugerir venda de pele de coalas mortos em incêndios na Austrália

G1 Pop & Arte Ryan-Mark Parsons, que esteve na 1ª temporada de 'The Apprentice' na versão britânica,participou de programa de TV e falou sobre o assunto. 'Ideia completamente doente', devolveu apresentadora. Ryan-Mark Parsons durante o "Good Morning Britain " Reprodução/Youtube Ryan-Mark Parsons, participante da 15ª temporada do reality show "The Apprentice" na versão britânica, foi detonado nas redes sociais após sugerir que a pele dos coalas mortos nos incêndios florestais da Austrália sejam vendidas como produtos de luxo. O empresário Ryan, de 19 anos, falou sobre o assunto durante sua participação no programa "Good Morning Britain", no qual esteve ao lado da ativista Wendy Turner Webster. Durante os incêndios florestais na Austrália, ao menos 8 milhões de hectares foram atingidos pelos incêndios e 1 bilhão de animais foram mortos. O drama dos coalas encurralados pelo fogo nos incêndios florestais na Austrália Durante a atração, Ryan sugeriu a "capitalização" da tragédia, transformando os "animais mortos em algo que alguém poderia vestir". A justificativa de Ryan para a sugestão é que "o dinheiro gerado com as mercadorias vendidas poderiam ser revertidos para instituições que cuidam de animais" e insistiu que seu grupo de amigos estava empolgado com a sugestão, já que as peças seriam "exclusivas”, uma vez que a retirada da pele de coala é ilegal. Segundo a imprensa internacional e relatos nas redes sociais, os telespectadores ficaram horrorizados com a sugestão de Ryan, afirmando que a ideia “era completamente nojenta”, "grotesca" e que o jovem era "idiota" e "sem empatia". Susanna Reid, que apresentava a atração, chamou a atenção do jovem afirmando que "a ideia era completamente doente". Mulher salva coala que estava machucado em incêndio florestal na Austrália Veja Mais

Pesquisa sobre artistas em ascensão no YouTube aponta 10 apostas musicais para 2020

G1 Pop & Arte Lista feita pelo site de vídeos com dados de buscas e visualizações tem músicos brasileiros que despontam no funk, sertanejo, gospel, trap, pisadinha, brega-funk e outros estilos; veja. Agnes Nunes Divulgação/Ascom O YouTube divulgou nesta sexta-feira (24) uma lista de dez novos músicos "para ficar de olho" em 2020. A pesquisa foi feita pelo site de vídeos do Google a partir de dados de visualizações, tendências de buscas e menções nas redes. A lista tem brasileiros que despontam no funk, sertanejo, gospel, trap, pisadinha, brega-funk e outros estilos. A empresa destacou a "diversidade de gêneros da música brasileira" ao divulgar o levantamento. "Acreditamos que há grandes chances de estes artistas serem elevados a um novo patamar em termos de exposição e reconhecimento do público e da mídia no decorrer deste ano", disse Flávio Marcondes, diretor de Programação do YouTube Music para América Latina. Veja a lista: Agnes Nunes: cantora de R&B, já colaborou com Tiago Iorc e Xamã (saiba mais) Davizinho: cantor de pagode, prepara DVD com Rodriguinho e outros (saiba mais) Eric Land: cantor de pisadinha, aposta do escritório de Wesley Safadão (saiba mais) Guilherme & Benuto: dupla sertaneja que já compôs para Lucas Lucco e Cristiano Araújo João Figueiredo: cantor gospel que gravou "Eu vou", com participação da Casa Worship Jovem Dex: cantor de trap baiano que já soma 100 milhões de views no site JS O Mão de Ouro: DJ de brega-funk que produziu hits como “Sentadão” e “Tudo OK” (saiba mais) Pedro Sampaio: produtor e cantor carioca de funk e pop, também gravou "Sentadão" Ruxell: produtor de hits de Iza e Gloria Groove, também investe em carreira própria (saiba mais) Urias: cantora e modelo trans, amiga de Pabllo Vittar, teve destaque com "Diaba" (saiba mais) Dos dez nomes levantados pelo YouTube, três são iguais aos da lista de promessas musicais para 2020 do G1: Eric Land, Pedro Sampaio e JS O Mão de Ouro. Ouça o podcast G1 Ouviu abaixo: Rodeio de Jaguariúna teve apresentação de Pedro Sampaio Julio Cesar Costa Veja Mais

Lab BH promove três dias de pré-carnaval

O Tempo - Diversão - Magazine Nesta sexta, os convidados são os blocos Baianas Ozadas e Chama o Síndico Veja Mais

Comediante que fez piada sobre Jesus deixa a Rússia após polícia iniciar investigação

G1 Pop & Arte País adotou leis que tornam ilegal insultar sentimentos de religiosos. Críticos dizem que elas são usadas ​​para abafar dissidência e reduzir liberdade de expressão. Alexander Dolgopolov fez piadas sobre Jesus em apresentação na Rússia Reprodução/YouTube/Stand-Up Club #1 Um comediante popular deixou a Rússia temporariamente por motivos de segurança, depois que a polícia abriu uma investigação sobre uma de suas performances, na qual ele fez piadas sobre Jesus e a Igreja Ortodoxa, disse seu advogado nesta quinta-feira (23). O comediante Alexander Dolgopolov postou esta semana uma foto de um aviso do Ministério do Interior enviado ao HopHead Tap Room, de São Petersburgo, onde ele se apresentou em fevereiro de 2019, solicitando ao estabelecimento que fornecesse informações sobre ele. Nessa performance, que recebeu quase 2,8 milhões de visualizações no YouTube em nove meses, Dolgopolov fez piadas sobre a Virgem Maria e Jesus e ridicularizou sua própria fé quando criança. Leonid Solovyov, advogado de Dolgopolov, disse à Reuters que a investigação policial sobre seu cliente estava ligada a uma denúncia de que suas piadas haviam ofendido crenças religiosas. "Ele decidiu deixar a Rússia por razões de segurança", afirmou Solovyov, acrescentando que a situação é temporária. Ele não revelou a localização de Dolgopolov. A Rússia adotou leis que tornam ilegal insultar os sentimentos de religiosos e ofender as autoridades online. Os críticos dizem que elas são usadas ​​para abafar a dissidência e reduzir a liberdade de expressão no país, onde o ateísmo era a norma durante a era soviética. Veja Mais

Edital da Funarte de incentivo a bandas de música veta rock e é criticado

O Tempo - Diversão - Magazine Nas redes sociais, muitas pessoas estão apontando possível preconceito contra o estilo musical Veja Mais

Lollas Parties, eventos com atrações do Lollapalooza, terão City Colour em três cidades

G1 Pop & Arte Projeto folk do canadense Dallas Green é a primeira atração anunciada dos eventos paralelos com atrações do festival. Ele se apresenta em SP, Porto Alegre e Rio. O City and Colour, projeto folk do canadense Dallas Green, é a primeira atração anunciada das Lollas Parties, eventos paralelos com atrações do festival Lollapalooza. O show será no dia 31 de março no Cine Joia, em São Paulo. Ele também se apresenta no dia 1º de abril, no Opinião, em Porto Alegre, e no dia 3 de abril, no Circo Voador, no Rio. A nona edição do Lollapalooza acontece nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2020 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Guns N' Roses e Lana Del Rey são as atrações principais do primeiro dia do festival. Shows de Cage The Elephant, James Blake e Rita Ora também acontecem na sexta (3). Já o segundo dia tem o rapper Travis Scott e o DJ Martin Garrix como atrações principais. Brockhampton, The Lumineers são outros artistas que aparecem com destaque do sábado (4). Lollapalooza 2020: Vídeo mostra primeiras impressões do line-up do festival City Colour na Lolla Party Quando: Terça-feira (31 de março), às 22h Onde: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82, Liberdade, São Paulo - SP Ingressos: R$ 110 a R$ 260 pelo site Tickets for Fun Veja Mais

Conar diz que Pabllo Vittar 'optou por não se defender' em caso sobre clipe de 'Parabéns'

G1 Pop & Arte Segundo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, caso foi julgado em dezembro, quando ficou decidido que o ‘vídeo, por conta da publicidade de bebida alcoólica de alto teor, seja acessível apenas a maiores de idade’. Cantora alega ‘censura seletiva’. Pabllo Vittar no tapete vermelho do MTV EMA 2019 Cristina Quicler/AFP O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) informou, em nota oficial, que 'Pabllo Vittar optou por não se defender" em caso envolvendo o clipe de "Parabéns". Segundo o órgão, o caso "foi julgado em 5 de dezembro pelo Conselho de Ética. Por unanimidade, deliberou-se pela alteração, para que o videoclipe, por conta da publicidade de bebida alcoólica de alto teor, seja acessível apenas a maiores de idade e que a frase de advertência se torne legível." Na terça-feira (21), Pabllo Vittar fez uma série de vídeos no Instagram reclamando de "censura seletiva" após clipe de "Parabéns" apresentar um bloqueio de restrição de idade para maiores de 18 anos. "Recebemos uma restrição de idade no clipe de 'Parabéns', porque estou lá segurando um copo de vodca. Sendo que já havia uma mensagem lá dizendo ‘Beba com moderação’. E mesmo assim, eles quiserem restringir para maior de idade meu clipe". "A gente sabe também que têm vários outros videoclipes com conteúdo muito mais explícito, que não são restritos, não são banidos, nem sequer são lembrados. Mas atacam a drag queen a torto e a direito. (...) Diga não à censura seletiva", reclamou Pabllo. Pabllo Vittar reclama de bloqueio em clipe de 'Parabéns' Até a manhã desta quinta-feira (23), o clipe seguia com restrição de idade. Na vídeo de "Parabéns", Pabllo aparece servindo vodca em um copo. A cena dura três segundos. O G1 entrou em contato com o Conar questionando porque outros videoclipes aparecem sem restrição de idade no Youtube, mas não teve retorno do órgão até o fechamento desta matéria. Relembre 5 vídeos com bebida liberados no YouTube Outro caso Esta não é a primeira vez que o Conar abre uma representação ética contra um videoclipe de Pabllo. Em janeiro de 2019, o órgão abriu uma ação contra uma propaganda de uma cervejaria em um clipe da cantora por "desatender a recomendação do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária". Na ação, o Conar não cita qual é o vídeo, mas alega que "qualquer pessoa que apareça e, peças publicitárias divulgando cervejas e outras bebidas alcoólicas de baixos teores deve ter e aparentar 25 ou mais anos de idade. A artista tem 24 anos, segundo informação disponível na Wikipedia”. Em maio, a representação foi arquivada, após "a Ambev informar estarem erradas as informações disponíveis na internet, juntando documento de Pabllo, no qual sua data de nascimento remonta a 1993." Confira nota completa do Conar em relação ao clipe “Parabéns” de Pabllo Vittar: "Campari do Brasil - Pabllo Vittar feat. Psirico - Parabéns" O Conar abriu em 31 de outubro de 2019 processo ético contra anúncio da Skyy Vodka, inserido em videoclipe de Pabllo Vittar e veiculado em canal do YouTube. O caso foi julgado em 5 de dezembro pelo Conselho de Ética. Por unanimidade, deliberou-se pela alteração, para que o videoclipe, por conta da publicidade de bebida alcoólica de alto teor, seja acessível apenas a maiores de idade e que a frase de advertência se torne legível. Vinte e dois conselheiros participaram da reunião, na qual a Campari do Brasil apresentou defesa. Pabllo Vittar optou por não se defender, ainda que regularmente comunicado pelo Conar. A Campari ingressou com recurso contra a decisão. No Conar, cabe recurso a toda decisão de primeira instância, mas ela deve ser implementada no menor prazo possível. Veja Mais

Jean Paul Gaultier dá adeus às passarelas em desfile com show ao vivo e pede reciclagem de roupas

G1 Pop & Arte Em nota distribuída entre o público, estilista disse que 'a moda tem que mudar. Há muitas roupas, roupas que não servem para nada. Não joguem fora'. Jean Paul Gaultier em seu desfile de despedida durante a Semana da Moda de Alta Costura AP/Francois Mori Após meio século marcado por uma criatividade extravagante e um espírito transgressor no mundo da moda, o estilista francês Jean Paul Gaultier se despediu das passarelas nesta quarta-feira (22), cercado por suas musas, como Rossy de Palma e Mylene Farmer. Gaultier antecipou que o desfile seria uma grande festa com "muitos amigos", e não decepcionou. No elegante teatro musical de Châtelet, com orquestra e cantores ao vivo, o antes "enfant terrible" da moda apresentou mais de 200 looks em um ambiente de euforia, com modelos sorridentes e exageradas, além de um público que aplaudiu com entusiasmo por mais de uma hora. O estilista, de 67 anos, anunciou na última sexta-feira, de surpresa, que esse seria seu último desfile, mas garantiu que sua marca, propriedade do grupo espanhol Puig, continuaria com um projeto que seria anunciado brevemente e do qual é um "instigador". "A moda tem que mudar" "Acredito que a moda tem que mudar. Há muitas roupas, roupas que não servem para nada. Não joguem fora, reciclem", diz Gaultier em nota distribuída entre o público, explicando pelo menos de forma parcial sua decisão de colocar ponto final em seus desfiles. "Essa noite, verão minha primeira coleção de alta costura "upcycling"; abri as gavetas", disse citando a técnica que consiste em utilizar peças antigas e dar nova vida à elas. Antes de Rossy de Palma, Mylene Farmer e as irmãs Bella e Gigi Hadid desembarcarem na passarela usando as últimas criações com base de jeans, cintos de couro, seda e tule, o desfile começou com a representação de um funeral, com modelos em looks pretos totalmente estáticas. Com trilha sonora de Boy George, um caixão entrou no cenário com dois seios cônicos presos na tampa. Uma coroa de flores dizia "Moda para sempre". No final do desfile, subiu um telão para mostrar os bastidores e Gaultier com um macacão azul de trabalho, cercado por seus colaboradores, que acabaram levando-o nos ombros e enchendo-o de beijos. O desfile aconteceu durante a Semana da Moda de Alta Costura, que ocorre entre um seleto clube ao qual Gaultier pertence desde 2001 junto a outras 15 marcas, como Dior e Chanel. Jean Paul Gaultier em seu desfile de despedida durante a Semana da Moda de Alta Costura AP/Francois Mori "Inconformista" Subversivo e livre, Gaultier é um dos estilistas mais importantes de todos os tempos, e desafiou a tradição da beleza tradicional incluindo todas as orientações sexuais em seus desfiles, muito antes dos demais. Também foi precursor na fusão de gêneros na passarela. Nos anos 1980, revolucionou a moda com suas criações geniais, como o corpete cônico usado por Madonna, a saia masculina e a camiseta listrada de marinheiro, uma reinterpretação em homenagem à sua avó, que o "vestia de azul". Gaultier fez seus desfiles longe do tradicional formato rígido da passarela, montou verdadeiros espetáculos cheios de excentricidade e ousadia, mais próximos de um cabaré. "Estilista inconformista busca modelos atípicas. Rostos disformes são aceitos", dizia um anúncio que publicou nos jornais nos anos 1980. Convidou para a passarela homens mais velhos, mulheres com sobrepeso e em 2014 colocou em sua passarela a drag queen Conchita Wurst. Documento: Maria Prata entrevista Jean-Paul Gaultier Criou também figurinos para filmes como "Má educação" e "Kika", de Pedro Almodóvar, "O Quinto Elemento" de Luc Besson, e colaborou com seus desenhos coloridos no carnaval do Rio e no Dia dos Mortos do México. Muitos o consideram referência histórica, como o estilista espanhol Alejandro Gómez Palomo, cuja marca Palomo Spain desfila com sucesso em Paris há dois anos. Todos belos! "Jean Paul Gaultier tinha 17 anos quando começou a trabalhar comigo, acreditava nele e continuo acreditando nele. É o único a quem apoiei", lembrou recentemente seu mentor Pierre Cardin em uma entrevista à AFP. Em 2018, declarou que "todo mundo é belo" em seu espetáculo autobiográfico "Fashion Freak show" em Paris. Seu sucesso lhe deu asas para voar além das semanas de moda, segundo especialistas. "Há muitos anos que ouvíamos falar de Gaultier, tenho que tomar uma decisão, o momento chegará. O espetáculo lhe deu perspectivas de futuro", segundo o historiador de moda Olivier Saillard. "Era muito bonito ver o público rir, chorar, se sentir em comunhão com ele. É mais alegre que um desfile de moda que dura 11 minutos, com as pessoas fazendo fotos com seus smartphones e apenas aplaudindo", acrescenta em entrevista à AFP. Para esse especialista, Gaultier continuará "construindo aparências, mas de outra maneira". Veja Mais

Saudades do Simply Red? Vocalista fala de álbum com soul do começo da banda e baladas românticas

G1 Pop & Arte Ao G1, Mick Hucknall comenta disco 'Blue Eyed Soul' e relação com o Brasil. 'Sempre fomos influenciados pela música africana e americana, mas traduzimos em algo diferente'. Mick Hucknall se identifica como um cantor de soul e foi isso que quis mostrar no 14º disco do Simply Red. O inglês brinca com o gênero até no nome do disco, "Blue Eyed Soul", soul de olhos azuis, um termo comum para definir o grupo, nos anos 80. A ideia para este novo trabalho surgiu depois de uma conversa com um músico irlandês em uma festa. "No fim, ele disse 'você é um ótimo cantor de soul'. E eu comecei a pensar nisso, mas não foi nada planejado", diz Hucknall ao G1. James Brown, Wilson Pickett e Isaac Hayes são citados como referências para ele. O cantor de 59 anos diz que outros músicos britânicos, como Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin, também foram influenciados pelo gênero. "Sempre fomos influenciados pela música africana e americana, mas sempre fizemos uma mudança, traduzimos em algo diferente. Estou fazendo parte da tradição." "Thinking of You", "Ring That Bell" e "BadBootz" são exemplos neste 12º disco do Simply Red. Composição rápida Depois dessa conversa na tal festa, parece que as travas para um novo álbum caíram e Hucknall rapidamente começou a ter ideias. Simply Red aposta em soul e R&B em novo disco Divulgação/Dean Chalkley Ele conta que grava e escreve as letras e melodias no seu celular e depois vai lapidando com o produtor Andy Wright, já ouvido com Eurythmics e Massive Attack. “Eu tenho curtos períodos de concentração que são muito intensos. Geralmente eu escrevo uma música em 20 minutos." Mas nem sempre é assim: "Outras vezes eu começo com uma ideia, descarto, mas ela continua sempre ali no fundo da minha mente e depois reaparece." "É como se fosse completar um quebra-cabeça, sabe? Se você está sentindo falta de uma parte, você fica pensando ‘como eu completo esse desafio""? Baladas continuam lá Além das faixas com a pegada soul, há também as clássicas baladas, como "Sweet Child". As músicas românticas foram as responsáveis pelas melhores marcas da banda nas paradas. "Holding Back The Years", por exemplo, atingiu o #1 da revista Billboard em 1986 e "If You Don’t Know Me By Now", em 1989. Se este disco propõe ser um passeio pela música black americana, as baladas estão ali como um ponto de segurança para identificação imediata dos fãs? "Na verdade, eu estava expressando minha personalidade. Quando eu estou fazendo um álbum, penso nele como um todo, em coisas como 'qual o tipo de clima que eu quero?'", defende. Capa do álbum 'Men and Women', lançado pelo Simlpy Red em 1987 Divulgação "Compor músicas para um álbum é como escrever um livro. Você tem coisas diferentes acontecendo em cada capítulo. Não quero que tudo seja o mesmo, quero climas diferentes, cores e foi o que eu fiz." O disco foi gravado ao vivo no estúdio British Grove em Londres e lançado em novembro. "Eu queria fazer músicas que a banda realmente gostasse de tocar toda noite." Por falar em banda, ele fala com tranquilidade sobre as várias trocas de formação. "Eu sou o Simply Red. Eu escrevo as músicas, a visão é minha. Minha ambição é escolher os melhores músicos para o projeto e é isso que eu tenho feito ao longos desses anos". Sobre entrar nas paradas de sucesso de novo, ele diz que está nem aí: "Eu não mudo minha música para entrar nas paradas. Eu só faço minha música e pronto". Família e nova turnê Mick Hucknall, vocalista do Simply Red, durante show no Brasil em 2016 Leo Paiva/Divulgação O sucesso nos anos 80 e 90 fizeram com que Hucknall passasse muito tempo longe de casa. Mas, na última década, ele tem priorizado a família. "Foram os anos mais felizes da minha vida. Estive mais em casa para criar e ver minha filha crescer. Aqui sou apenas, não um músico famoso, e é assim que eu gosto." A única filha do casamento com Gabriella Wesberry é Romy, de 12 anos. Essa decisão também interfere na turnê do novo disco, que a princípio, vai ser apenas europeia em 2020 para ficar perto de casa. Não há planos concretos de vir ao Brasil, mas Hucknall já deixou o pedido com o empresário. “Falei que ficaria feliz em fazer shows e tocar em festivais no próximo ano. Então é possível a gente alguns shows no Brasil em 2021, depende das ofertas." Veja Mais

Tendo cegueira como ponto de partida, “Glauco” aborda amor e invisibilidade

O Tempo - Diversão - Magazine Peça está em cartaz desta quinta-feira até domingo no Teatro Marília, dentro da programação do Verão Arte Contemporânea Veja Mais

Promotoria abre acusação em julgamento de Harvey Weinstein com descrição de ataques

G1 Pop & Arte Dia foi marcado pelas declarações de abertura da acusação e da defesa do poderoso produtor de cinema, acusado de estupro e de abuso sexual. Harvey Weinstein chega a seu julgamento em Nova York Spencer Platt/Getty Images North America/AFP A Promotoria deu início à sua acusação no julgamento de Harvey Weinstein em Nova York, nesta quarta-feira (22) com descrições de alguns de seus supostos ataques sexuais contra mulheres desde os anos 1990. Segundo os promotores, o poderoso produtor de cinema é um predador sexual "especialista" que abusou de seu poder como todo-poderoso de Hollywood para abusar de atrizes. Por usa vez, a defesa insistiu que, após os supostos crimes, produtor de cinema julgado em Nova York manteve uma relação de amizade com suas acusadoras. Weinstein, de terno azul, sacudia a cabeça de um lado para o outro e fazia anotações para seus advogados, enquanto a promotora de Nova York, Meghan Hast, apresentou-o ao júri como um valentão de 136 kg que estuprou, humilhou e manipulou várias mulheres, deixando-as traumatizadas por anos. "Vai ficar claro, neste julgamento, que o acusado sabia que estava abusando de pessoas indefesas e inocentes", disse Hast ao júri, destacando que muitas de suas vítimas cresceram em lares problemáticos. "Não sabiam que estavam caindo em sua armadilha, sob falsas pretensões. Achavam que tinham conseguido um grande papel. (Weinstein) Era a velhinha na casa de doces que atrai as crianças", acrescentou. A promotora disse que Weinstein deixou sua acusadora, Mimi Haleyi, uma ex-assistente de produção, jogada no chão "imóvel, como um peixe morto", após atacá-la com violência em seu apartamento de Nova York em julho de 2006. Ela acusou Weinstein de tratar a atriz Jessica Mann, que garante ter sido estuprada pelo acusado em um quarto de hotel em Nova York em março de 2013, como "uma boneca de pano". Weinstein, de 67 anos, pai de cinco filhos e divorciado duas vezes, pode ser condenado a uma pena máxima de prisão perpétua se for considerado culpado de abuso sexual predatório contra Haleyi e Mann. O caso é emblemático para o movimento #MeToo, e começa a ser julgado dois anos depois do surgimento do escândalo que incriminou-o e derrubou dezenas de homens poderosos acusados de abusos sexuais. Desde 2017 mais de 80 mulheres, incluindo muitas atrizes famosas, acusaram Weinstein de conduta sexual inapropriada. Weinstein, que reformulou a cena do cinema independente com filmes como "O Paciente Inglês" e "Shakespeare Apaixonado", nega as acusações e afirma que os encontros sexuais que teve foram consensuais. A defesa O advogado de defesa, Demon Cheronis, disse que as alegações iniciais da Promotoria eram falsas e que eles têm centenas de e-mails entre Jessica Mann e o acusado provando que mantinham "uma relação carinhosa". Ele disse que Mann descreveu Weinstein como "seu namorado ocasional" em 2014, um ano após o suposto estupro. Também mostrou que a atriz mandou uma mensagem a Weinstein com a frase "te amo, grandão!", e outra que diz "obrigada por seu apoio incondicional e sua amabilidade". De acordo com Cheronis, as acusadoras de Weinstein se deram bem com ele até o movimento #MeToo ganhar força, em 2017, e o produtor se tornar uma persona non grata. Ambas partes buscam convencer o júri, composto por cinco mulheres e sete homens, que devem chegar a um veredito unânime - se o acusado é culpado ou inocente das acusações. Após uma seleção tensa, que durou duas semanas, a defesa conseguiu manter fora do júri jovens brancas - consideradas mais favoráveis ao movimento #MeToo. Não se espera que Weinstein deponha em seu processo, que deve terminar por volta de 6 de março. O produtor chegou à corte caminhando com dificuldade, mas sem o andador que utilizou nas últimas audiências após sua recente cirurgia nas costas. Veja Mais

'Project: Mara', game sobre 'terror mental', é o novo game da Ninja Theory

G1 Pop & Arte Jogo da desenvolvedora de 'Hellblade' usará pesquisa e relatos reais para 'recriar os horrores da mente'. 'Project: Mara' ganha teaser; assista A Ninja Theory, desenvolvedora de jogos como "Hellblade: Senua's Sacrifice", anunciou nesta quarta-feira (22) que está trabalhando no novo game "Project: Mara", um "título experimental que explora novas formas de contar histórias". Assista ao teaser acima. Segundo a empresa, o projeto é uma "representação fundamentada e realista do terror mental, baseado em relatos vividos reais e pesquisa aprofundada com o objetivo de recriar os horrores da mente tão precisamente e realisticamente quanto possível". Ainda não há previsão de lançamento, mas como a desenvolvedora faz parte dos estúdios do Xbox, o game deve ser lançado para o console da Microsoft e para computadores. Atualmente, a Ninja Theory trabalha em "Senua's Saga: Hellblade 2", o primeiro exclusivo da próxima geração do Xbox. Cena do teaser de 'Project: Mara' Divulgação Veja Mais

Regina Duarte diz que noivado com governo ainda não é casamento

O Tempo - Diversão - Magazine A atriz programou um período de teste em Brasília para decidir se aceita a nomeação no lugar de Roberto Alvim, que foi demitido Veja Mais

A diversidade que o Baixo Centro abriga

O Tempo - Diversão - Magazine 14ª edição, que acontece a partir do dia 3, foi inspirada nos movimentos protagonizados pela juventude de BH Veja Mais

Terry Jones, membro do Monty Python e ícone da comédia, morre aos 77 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Ator sofria de uma rara forma de demência e integrou a trupe de comédia considerada revolucionária para o humor britânico Veja Mais

'Minha mãe é uma peça 3' se torna maior bilheteria do cinema nacional

G1 Pop & Arte Comédia de Paulo Gustavo arrecadou R$ 138 milhões em quatro semanas de exibição. Paulo Gustavo e Rodrigo Pandolfo em 'Minha mãe é uma peça 3' Divulgação "Minha mãe é uma peça 3" se tornou a maior bilheteria do cinema nacional, segundo anunciou a distribuidora Downtown Filmes nesta quarta-feira (22). O terceiro filme de Paulo Gustavo como a divertida Dona Hermínia estreou em 26 de dezembro e arrecadou R$ 138 milhões em quatro semanas de exibição, segundos dados da Com Score divulgados na segunda-feira (20). Em relação a espectadores, o público da comédia brasileira foi de 8,7 milhões. Neste filme, Dona Hermínia se vê com o ninho vazio pois seus filhos estão formando novas famílias: Marcelina (Mariana Xavier) está grávida e Juliano (Rodrigo Pandolfo) vai casar. Além disso, ela terá que lidar com a volta do ex-marido, Carlos Alberto (Herson Capri). O G1 maratonou os três filmes da franquia e constatou que o terceiro filme está mais emocionante e mais politicamente correto, com: Queda de piadas com gordofobia Diminuição de humor com estereótipos gays Aumento das piadas com doença e saúde Cada vez mais gracinhas citando famosos Maratona 'Minha mãe é uma peça': veja análise dos três filmes Veja Mais

Ex-presidente do Grammy faz acusações contra Academia e processo para indicação de artistas

G1 Pop & Arte Deborah Dugan, que deixou o cargo na última semana sob acusação de má conduta, cita comitê secreto e revela que Ariana Grande ficou de fora de categoria em 2019 para favorecimento de outro artista. Deborah Dugan, presidente afastada do Grammy Charles Sykes/Invision/AP Deborah Dugan, que deixou o cargo da presidência do Grammy na última semana sob acusação de má conduta, fez uma série de acusações contra a Academia. Entre as denúncias, segundo a revista Variety, Deborah cita um comitê secreto e afirma que Ed Sheeran e Ariana Grande ficaram de fora da categoria Música do ano em 2019 após o favorecimento de outro artista por parte do conselho. Na última semana, a Academia de Gravação, cujos membros escolhem os vencedores anuais dos prêmios da indústria musical, informaram que forçaram Dugan a sair de licença "à luz de preocupações ventiladas pelos membros do conselho diretor, inclusive uma alegação formal de má conduta feita por um membro da equipe da Academia de Gravação". A organização não fez mais comentários sobre a natureza da alegação ou da relação de Dugan com ela, mas garantiu que o espetáculo da premiação, que acontece em 26 de janeiro, seguirá como planejado, com Harvey Mason Jr. como presidente interino. Dugan assumiu o cargo em 1º de agosto como primeira mulher presidente e executiva-chefe da entidade. Grammy 2020 divulga indicados; veja lista e ouça as músicas De acordo com a Variety, a lista de denúncias por parte de Deborah Dugan inclui uma seção sobre o processo de indicações para o Grammy. Segundo ela: Alguns membros do conselho nos “comitês secretos” que escolhem os indicados ao Grammy representam ou têm relacionamento com artistas indicados Os membros de conselhos usavam esses comitês como uma oportunidade para promover artistas com quem eles têm relacionamentos Os membros desse comitê também manipulam o processo de indicação para garantir que determinadas músicas ou álbuns sejam indicadas quando o produtor do Grammy (Ken Ehrlich) quiser que uma música em particular seja executada durante o show Era permitido ao comitê indicar artistas que não estavam na lista inicial de 20 nomes possíveis para uma categoria O comitê chegou a selecionar artistas que estavam nesta lista inicial para participar do comitê de votação da categoria para a qual foram indicados. Como resultado, um artista que inicialmente estava classificado na posição de número 18 entre os 20 iniciais da categoria "Canção do ano" de 2019 acabou indicado. Assim, Ed Sheeran e Ariana Grande, que haviam recebido votos dos membros da Academia, acabaram ficando de fora da lista. Outras acusações Em sua denúncia aberta junto à Comissão para a Igualdade de Oportunidades de Emprego, Deborah Dugan acusa a Academia de Gravação de retaliação contra ela, criando um pretexto falso para deixá-la de licença. Dugan ainda alega que Neil Portnow, ex-CEO da Academia, "supostamente estuprou uma artista", que não teve seu nome identificado, mas foi descrita como "estrangeira”. Segundo Deborah Dugan, "essa foi a verdadeira razão pela qual o contrato de Neil não foi renovado" e disse, ainda, que o conselho "estava ciente de o incidente". Em junho de 2018, Neil Portnow anunciou que deixaria o cargo de chefe da Academia de Gravação após ser acusado de machismo. Dugan ainda cita que: Joel Katz, que por décadas foi um dos principais executivos da academia, a assediou sexualmente, tentando beija-la durante um jantar Katz e seu escritório de advocacia recebiam uma exorbitante quantia da Academia, incluindo US$ 250 mil por ano (além de reembolso prévio de viagens e gastos com intercorrências) apenas para estar de plantão, caso a diretoria precisasse de aconselhamento jurídico. Há "claros conflitos de interesses e negociações indevidas por parte dos membros do Conselho e irregularidades na votação em relação às indicações ao Grammy Awards, tudo isso possibilitado pela mentalidade do "clube do bolinha" que administra a Academia” Resposta da Academia A Academia enviou um comunicado, falando sobre o processo de investigação sobre denúncias de má conduta de Duga, mas não citou as acusações feitas pela ex-presidente da Academia. “É curioso que a Sra. Dugan nunca deixou claras essas graves alegações até uma semana depois que as queixas legais foram feitas contra ela pessoalmente por uma funcionária que alegou que a Sra. Dugan havia criado um ambiente de trabalho ‘tóxico e intolerável’ e engajado em ‘conduta abusiva e de bullying’. Quando a Sra. Dugan falou sobre seus ‘incômodos’ ao RH, ela especificamente instruiu o RH a ‘não fazer nada’ em resposta." "De qualquer forma, nós imediatamente iniciamos investigações independentes para rever tanto a potencial falha de conduta da Sra. Dugan quanto as subsequentes alegações. Ambas investigações continuam em curso. A Sra. Dugan foi afastada administrativamente apenas depois de oferecer seu posto e demandar US$ 22 milhões da Academia, que é uma organização sem fins lucrativos. Nossa lealdade sempre será aos 25 mil membros da indústria musical. Nós sentimos muito que a Maior Noite da Música esteja sendo roubada deles devido às ações da Sra. Dugan e estamos trabalhando para resolver esta questão o mais rápido possível”. Veja Mais

'BBB20' estreia com casa dividida por muro e prova de imunidade para um dos grupos

G1 Pop & Arte Novos poderes do líder, celular liberado e muro dividindo participantes estão entre as novidades da edição. Famosos e anônimos vão dividir a casa no reality show da Globo. Integrantes do grupo Pipoca conhece a casa no primeiro dia do 'BBB20' Reprodução/Globo O "BBB20" começou nesta terça-feira (21) com a inédita presença de grupos de famosos convidados e participantes anônimos. Ao chegarem à casa, no entanto, os integrantes perceberam que estavam divididos por um muro. Veja tudo o que você tem que saber do 'Big Brother Brasil' Na estreia do BBB20, participantes descobrem que a casa está dividida em grupos por um muro Reprodução/TV Globo O apresentador Tiago Leifert, mais uma vez no comando do programa, anunciou que este começo seria marcado por uma prova de imunidade, na qual o vencedor garantiria tranquilidade para todo o seu grupo. Os competidores disputam o prêmio de R$ 1,5 milhão. 'BBB20': veja quem são os participantes desta edição Depois, Leifert anunciou que o muro que divide os grupos Camarote e Pipoca cairá nesta quinta-feira (22). O apresentador também confirmou que esta edição do Big Brother Brasil terá a Casa de Vidro. Os 18 participantes do BBB20, anunciados no sábado (18) Divulgação/Globo O grupo Pipoca, dos anônimos, entrou primeiro. Eles se empolgaram com a casa, percebendo aos poucos que talvez o local estivesse dividido por um muro. Depois começaram as tradicionais apresentações de cada um dos membros. Entre os integrantes do Camarote, os famosos, a primeira a entrar foi a cantora e atriz Manu Gavassi. Depois de se apresentarem, os grupos perceberam que não estavam sozinhos e tentaram descobrir quem estava do outro lado. "Vocês também são famosos?", perguntou alguém do Camarote. Do outro lado, os participantes brincaram sobre possíveis celebridades que estariam ali. O almoço já deixou clara a diferença de status, com os anônimos preparando sua refeição e os famosos servidos por garçons. Veja Mais

Ozzy Osbourne revela que foi diagnosticado com Parkinson

O Tempo - Diversão - Magazine Em entrevista, ex-vocalista do Black Sabbath falou sobre a doença e os problemas de saúde que enfrenta desde 2019 Veja Mais

Gretchen aproveita onda de latinidade em single gravado com cantor cubano

G1 Pop & Arte Além da voz de Eri Ramo, música 'Sigue el ritmo' tem o sopro do saxofonista Esdras de Souza. Há 40 anos, quando Gretchen lançou a música Conga, conga, conga (Mister Sam, 1980), os sons e ritmos latinos dos países de língua hispânica ainda não estavam tão entranhados na música do Brasil como em 2020. Por isso mesmo, é justo que a cantora carioca aproveite a onda de latinidade que se ergueu no universo pop brasileiro com a absorção de ritmos como reggaeton e bachata no funk e no sertanejo. É nessa onda que Gretchen surfa em Sigue el ritmo, single que a artista lançou nesta sexta-feira, 24 de janeiro. Sigue el ritmo é música bilíngue gravada por Gretchen em espanhol, com trecho em português, com a adesão vocal do cantor cubano Eri Ramo e com o sopro do saxofonista Esdras de Souza. Residente nos Estados Unidos, Ramo divide com Gretchen a interpretação dessa música de frenético ritmo dançante. Em determinando momento, a letra e a batida de Sigue el ritmo citam o samba, gênero matricial deste país também latino chamado Brasil. Veja Mais

Planeta Atlântida anuncia Luísa Sonza e horários de 51 shows; veja

O Tempo - Diversão - Magazine Como de costume, o evento aposta em uma escalação bem variada quando se fala em gêneros musicais; ingressos custam de R$ 200 a R$ 660 Veja Mais

E a água?

G1 Pop & Arte Sequência de fotos da bica da favela Santa Marta, 1978 Luiz Alphonsus "Lata d'água na cabeça Lá vai Maria, lá vai Maria Sobe o morro e não se cansa Pela mão leva a criança Lá vai Maria Lata d'água na cabeça Lá vai Maria, lá vai Maria Sobe o morro e não se cansa Pela mão leva a criança Lá vai Maria Maria lava roupa lá no alto Lutando pelo pão de cada dia Sonhando com a vida do asfalto Que acaba onde o morro principia" (Marchinha do Carnaval de 1955 de Luiz Antonio e Jota Jr.) Carlos Costa Ribeiro, meu mestre em questões ambientais, me dizia que a água do Rio de Janeiro era tão bem tratada que não havia necessidade de filtrá-la. Podia-se beber direto da bica. Afirmava isso com um ar sério e sempre me acalmava quando eu fazia mil manobras para esterilizar os objetos e a água para o banho do meu filho nascido prematuro. Suas palavras me tranquilizavam momentaneamente, mas logo depois, desconfiada, começava o longo processo de higienização. Lá se vão quarenta anos. O bebê é hoje um homem feito. Andamos todos amalucados com tantas informações que chegam pelas inúmeras redes. Pessoas alertando para os coliformes fecais e outros falando até em escherichia coli em quantidades anormais na água que chega às torneiras. Médicos e enfermeiras atestam o grande aumento de pessoas com infeção intestinal e vômitos que atribuem à água que bebem. O verão escaldante não ajuda, o pânico se alastra e esvazia as prateleiras dos supermercados de água mineral, para aqueles que o bolso permite. A maioria do povo se vira como pode. As autoridades custaram a se manifestar e só vieram a público cerca de quinze dias depois do primeiro alerta feito por um cliente da Cedae. Desde o começo disseram em nota que não era nada, não era nada, apenas algas, as agora famosas geosminas, produzidas pela poluição dos rios que chegam à bacia do Guandu e desembocam na estação de tratamento. Enquanto isso, as famosas fake news, os populares boatos e o disse-que-me-disse correm à solta deixando mães aflitas e pessoas enojadas diante da turbidez da água barrenta e mal cheirosa. Que saudade do Carlos! Sei que não posso trazê-lo de volta para nosso convívio e mesmo assim, nos últimos dias, tenho me pegado, volta e meia, quase ligando para ele. O que Carlos diria sobre a água turva e mal cheirosa que está sendo oferecida aos cidadãos do Rio de Janeiro? Certamente, desta vez seria mais cauteloso e sugeriria esperar exames mais acurados, mas ainda assim, acho, confiaria na capacidade dos técnicos de solucionar rapidamente os problemas apresentados pela Companhia que desde 1955, passando por muitas ampliações, abastece hoje nove milhões de pessoas e, como informa sua página na internet, na vazão de 43 mil litros por segundo para Nilópolis, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Itaguaí, Queimados e Rio de Janeiro – um record no Guinness Book. Enquanto os exames não chegam, sofremos com os boatos, as teorias da conspiração e o medo de sermos contaminados. Maria, faz tempo, não carrega mais a lata d’água na cabeça. Favela e asfalto agora sofrem dos mesmos males produzidos por governantes selvagens e pela incúria dos responsáveis pelo saneamento básico. Há anos se fala na importância de cuidar dos rios que chegam à bacia do rio Guandu. Nada foi feito, transformando dessa forma a estação de tratamento, nas palavras do biólogo Mário Moscatelli, em uma estação de tratamento de esgoto. Segundo o especialista, para a massa de fezes que chega ao Guandu se converter em água potável tem de se fazer uma verdadeira alquimia com mil filtragens e muita química. No dia de São Sebastião, dia 20 de janeiro, padroeiro do Rio de Janeiro, certamente foram muitos os pedidos para que ele nos socorra. Fato é que nas próximas eleições para prefeito devem ser cobrados planos de saneamento que dependem mais da vontade política do que de verbas. O Rio de Janeiro tem jeito, mas precisamos nos mobilizar. Veja Mais

Preocupado com mudanças climáticas, Neil Young consegue cidadania americana

O Tempo - Diversão - Magazine Músico canadense vai poder votar nas eleições presidenciais dos Estados Unidos neste ano Veja Mais

Filmes em cartaz: 'Um espião animal', '1917' e 'Um lindo dia na vizinhança' chegam aos cinemas

G1 Pop & Arte Animação infantil, favorito ao Oscar de melhor filme e drama baseado em fatos com Tom Hanks são destaques entre estreias da semana. G1 comenta em VÍDEO. Confira as estreias do cinema para este final de semana Entre os filmes que entraram em cartaz nesta quinta-feira (23) estão o favorito à categoria principal do Oscar, um drama baseado em fatos com Tom Hanks e uma animação infantil dublada por Lázaro Ramos. Assista ao vídeo acima. '1917' '1917': Veja o trailer Com 10 indicações ao Oscar, "1917" é o favorito a melhor filme depois de ganhar um Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Produtores de Hollywood. Dirigido por Sam Mendes ("Beleza americana"), um dos favoritos em sua categoria, a produção conta a história de dois soldados com uma perigosa missão na Primeira Guerra Mundial. Sem grandes astros entre os protagonistas, o filme usa truques para parecer não ter cortes, como se fosse gravado de uma só vez. O recurso, somado a grandes realizações técnicas, ajuda a aproximar o público das trincheiras e da tensão do conflito. 'Um lindo dia na vizinhança' Assista ao trailer de 'Um Lindo Dia na Vizinhança' "Um lindo dia na vizinhança" conta a história do encontro e da amizade entre Fred Rogers, um dos mais importantes apresentadores infantis de TV dos Estados Unidos, e um repórter investigativo que recebeu a tarefa de escrever um perfil sobre ele. No papel do carismático Fred Rogers, que apresentou o programa "Mister Rogers' Neighborhood" de 1968 a 2001, Tom Hanks recebeu uma indicação ao Oscar como melhor ator coadjuvante. 'Um espião animal' A nova animação da Fox acabou se tornando também a nova animação da Disney, desde que a gigante comprou o estúdio. No filme, um espião internacional deve contar com a ajuda de um jovem cientista depois de ser transformado por acidente em um pombo. A versão original conta com vozes de Will Smith ("Aladdin") e Tom Holland ("Homem-Aranha: Longe de casa"). Já no Brasil o herói é dublado pelo ator Lázaro Ramos. Ele é acompanhado por Taís Araújo, no papel de uma agente da corregedoria que suspeita do protagonista. Veja Mais

Monobloco comemora 20 anos e dá a largada para o desfile em BH

O Tempo - Diversão - Magazine Ensaio do grupo acontece nesta sexta (24) à noite, no Distrital do Cruzeiro Veja Mais

Com tradição desde o comunismo, indústria de games da Polônia cresce e chama atenção do mundo

G1 Pop & Arte Depois de ser notado com sucesso da série 'The Witcher', mercado do país deve subir para quase US$ 850 milhões nos próximos quatro anos. Sede da CD Projekt em Varsóvia, na Polônia Kacper Pempel/Reuters O monótono exterior de dois prédios dos anos 1970 em um bairro industrial de Varsóvia esconde as atividades da empresa de games CD Projekt, onde desenvolvedores, roteiristas e outros membros do estúdio tentam criar seu próximo sucesso global. Maior economia da Europa Oriental, a Polônia silenciosamente se transformou em uma das principais exportadoras de videogames, graças aos baixos custos de mão-de-obra, uma força de trabalho jovem e educada e uma próspera tradição enraizada no período comunista do país. Após a bem sucedida série "The Witcher", da CD Projekt, colocar o país no mapa, investidores estrangeiros estão à procura de desenvolvedores promissores num mercado em rápido crescimento. "As pessoas estão começando a notar a Polônia", disse Borys Musielak, sócio-fundador da empresa de capital de risco SMOK Ventures, que está conversando com dois investidores asiáticos para financiar empresas de jogos locais e, em janeiro, fez seu primeiro investimento junto com um parceiro finlandês. "Houve principalmente investidores-anjo e de private equity, mas grupos globais de capital de risco estão de olho na região". O crescente mercado de videogames e eSports da Polônia valia US$ 664 milhões em 2019 - acima dos US$ 400 milhões em 2014 - e deve subir para quase US$ 850 milhões nos próximos quatro anos, segundo dados da PwC. 'The Witcher 3' é RPG cheio de diálogos, mas ação e mundo aberto trazem bastante liberdade Bruxão O sucesso do mundo de fantasia medieval "The Witcher" foi um dos principais impulsionadores do crescimento. Baseado numa popular série de livros poloneses, que foram usados também como base para uma série que estreou em dezembro, os jogos venderam mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo. O lançamento, ainda neste ano, do jogo de aventura futurista "Cyberpunk 2077" deve aumentar o foco no setor, que teve oito empresas listadas na principal bolsa de valores polonesa entre 2015 e 2019. "Historicamente, muitas dessas empresas escolheram a bolsa para se financiar porque não havia muitas maneiras de obter capital", disse Mariusz Gasiewski, chefe de jogos e aplicativos para celular do Google na Polônia. "Agora está ficando mais fácil à medida que mais interesse vem do exterior". Keanu Reeves em 'Cyberpunk 2077' Reprodução/YouTube/Xbox O valor combinado dos estúdios de games listados saltou 82% para mais de 32 bilhões de zlotys (US$ 8,36 bilhões) em 2019, liderados pela CD Projekt, com avaliação de cerca de 27 bilhões de zlotys e próxima do valor da refinaria PKN Orlen, maior empresa da Polônia, avaliada em 36 bilhões de zlotys. O amor da Polônia por videogames vem desde o período comunista do país, quando estudantes corriam para os mercados de rua para comprar jogos piratas. "Para a geração anterior, o rock & roll era uma janela para o mundo com o qual todos sonhávamos, depois vieram os jogos e jogávamos para entender o que estava acontecendo no Ocidente", disse Grzegorz Miechowski, presidente do estúdio 11 bits, cujo jogo "Frostpunk" retrata uma distópica Inglaterra do século XIX. Quase metade da população de 38 milhões de pessoas da Polônia se identifica como "gamer", e existem cerca de 400 empresas do setor ativas - superando uma estimativa de 12 na Alemanha - com cerca de 100 títulos poloneses chegando ao mercado global a cada ano. O país abriga um festival internacional de videogame, além de um dos maiores eventos de eSports do mundo, o Intel Extreme Masters, que em 2019 atraiu 232 milhões de espectadores. O governo tomou conhecimento do crescimento do setor, distribuindo cerca de 300 milhões de zlotys por meio de um programa financiado pela União Europeia para conceder a desenvolvedores em estágio inicial financiamento para ajudar a tirar do papel seus projetos de games. Veja Mais

Grammy 2020 aumenta destaque a artistas jovens nas principais categorias

G1 Pop & Arte Lizzo, Billie Eilish e Lil Nas X estão entre os cantores mais indicados da 62ª edição da premiação, que acontece no próximo domingo (26). Billie Eilish, Lizzo e Lil Nas X estão entre os indicados ao Grammy 2020 Divulgação/EvanAgostini/AP Do pop ao rap, de Billie Eilish a Bon Iver e Rosalía, os principais candidatos aos prêmios Grammy de domingo estão transformando gêneros musicais tradicionais com uma fusão de estilos. A sensação adolescente Eilish, a cantora Lizzo e o rapper country Lil Nas X lideram as indicações na premiação mais importante da indústria da música em uma lista que favorece mulheres e novatas em detrimento a estrelas estabelecidas, como Taylor Swift, Ed Sheeran e Bruce Springsteen. Embora o rap e o R&B tenham ultrapassado o rock em 2017 como gêneros musicais dominantes nos Estados Unidos, os quatro principais prêmios do Grammy - álbum, gravação, música do ano e artista revelação - são disputados por artistas que desafiam rótulos. Veja todos os indicados ao Grammy 2020 Eilish, de 18 anos, que teve um ano marcado por sucessos como "Bad Guy" e "All the Good Girls Go to Hell" de um álbum gravado com seu irmão Finneas em um quarto de Los Angeles, é um exemplo disso. "O que ela está fazendo é único", disse Melinda Newman, editora executiva da Billboard para a costa oeste dos EUA e Nashville. Billie Eilish ao Fantástico: 'Acho ótimo que não agrado só a um grupo' "Ela abrange o alternativo, ela abrange rock, pop e pop alternativo. Ela se encaixa em algum lugar daquele gênero indefinível e estranho que traz muitos elementos diferentes", acrescentou Newman. Eilish tem seis indicações ao Grammy, incluindo álbum, gravação e música do ano, além de artista revelação e melhor performance solo de pop. Lizzo, de 31 anos, uma flautista de formação clássica, lidera o prêmio com oito indicações, enquanto o novato Lil Nas X, de 20 anos, que concorre em seis categorias, bateu recordes da Billboard no ano passado com seu country-rap "Old Town Road", com colaboração de Billy Ray Cyrus. G1 Ouviu - Lizzo e DaBaby - 'Truth hurts - remix' Outros candidatos a álbum do ano incluem "Norman F***ing Rockwell", de Lana Del Rey, cujo estilo varia do pop barroco ao rock psicodélico, e o "I, I" de Bon Iver, que conta com a participação de quase 50 músicos. "Obviamente, o Grammy está trabalhando para se tornar mais diversificado e inclusivo em todos os aspectos, incluindo o júri, e acho que você vê isso na lista de indicações mais diversa deste ano", disse Newman, da Billboard. A cerimônia do Grammy será transmitida ao vivo direto de Los Angeles, no domingo (26), pela emissora CBS. Lana Del Rey - 'Doin' time' - G1 Ouviu Veja Mais

Annabella Sciorra testemunha no julgamento de Harvey Weinstein: 'Ele me estuprou'

G1 Pop & Arte Segundo atriz, ataque aconteceu entre os anos de 1993 e 1994. Crime prescreveu com o tempo, mas acusação espera que relato mostre que produtor é um predador sexual. Annabella Sciorra chega ao julgamento de Harvey Weinstein em Nova York Richard Drew/AP Photo A atriz de "Os Sopranos" Annabella Sciorra, que afirma que o produtor de Hollywood Harvey Weinstein a estuprou nos anos 90, testemunhou nesta quinta-feira (23) contra ele no segundo dia de seu julgamento em Nova York por crimes sexuais. A atriz de 59 anos entrou no tribunal do estado de Manhattan usando um vestido azul marinho, de acordo com um jornalista da AFP presente na sala. "Eu estava tentando tirá-lo de cima de mim", afirmou Sciorra, acrescentando que ela dava socos e chutes, mas que Weinstein a segurou. "Ele subiu em mim e me estuprou." Segundo ela, o ataque aconteceu em seu apartamento no final de 1993 ou no começo de 1994. A promotoria espera que o testemunho de Sciorra ajude a convencer o júri de que o acusado é um predador sexual. Sua suposta violação ocorreu há tanto tempo que o crime foi prescrito e, portanto, não faz parte do processo. Weinstein, 67 anos, é acusado de praticar sexo oral com a ex-assistente de produção Mimi Haleyi contra sua vontade em 2006 e de estuprar a atriz Jessica Mann em 2013, em um caso emblemático pelo movimento #MeToo contra assédio e agressão sexual. Se ele for considerado culpado pelos crimes dos quais é acusado, o ex-todo-poderoso produtor de filmes enfrentará uma sentença máxima de prisão perpétua. A promotora-adjunta Meghan Hast disse que Sciorra estava em choque e com muito medo de chamar a polícia. Recentemente, contou sua história publicamente em outubro de 2017 ao jornalista Ronan Farrow da revista "The New Yorker". "Ele a deixou física e emocionalmente arrasada, desmaiada no chão", contou a procuradora. Numa oportunidade posterior, Weinstein chegou ao quarto de hotel da atriz em Cannes em roupas íntimas, com uma garrafa de óleo de bebê em uma mão e uma fita de vídeo cassete na outra. Sciorra deverá passar por um duro interrogatório por parte da defesa. Em suas alegações iniciais, o advogado de Weinstein, Damon Cheronis, disse que Sciorra contou uma vez que "fez uma loucura" com o produtor de cinema. "Não a descreveu como estupro porque não era", disse Cheronis. Mais de 80 mulheres denunciaram Weinstein por assédio, agressão sexual ou estupro desde o escândalo sobre seus supostos abusos em outubro de 2017. No entanto, a maioria dos crimes prescreveu e Weinstein só será julgado por supostos ataques contra Haleyi e Mann. Harvey Weinstein chega a seu julgamento em Nova York Spencer Platt/Getty Images North America/AFP Veja Mais

Rock in Rio Lisboa 2020 anuncia Ivete Sangalo como nova atração

G1 Pop & Arte Cantora se mantém como única brasileira a se apresentar em todas as edições da versão portuguesa do festival, que acontece em junho. Ivete Sangalo anima festa de 15 anos do Rock in Rio Lisboa Divulgação/Rock in Rio O Rock in Rio Lisboa 2020 anunciou nesta quinta-feira (23) Ivete Sangalo como sua nova atração. Ela se apresenta em 20 de junho, dia com shows de Camila Cabello e Black Eyed Peas. Com isso, ela se mantém como a única brasileira a marcar presença em todas as edições do festival em Portugal. Em 2019, ela também cantou em comemoração dos 15 anos do Rock in Rio Lisboa. A 9ª edição portuguesa acontece nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, e conta também com Foo Fighters, The National, Liam Gallagher e Post Malone já confirmados. "Estou muito feliz e realizada por estar mais uma vez nesse festival incrível. Já estou que não me aguento pra chegar logo junho e eu poder cantar em Lisboa, mostrar minhas músicas novas, que estão lindas, com meus sucessos, e prestigiar por mais um ano o Rock in Rio Lisboa", afirmou Ivete em nota. Completando 35 anos em 2020, o Rock in Rio comemora também a indicação a dois prêmios internacionais como melhor festival de 2019, o NME Awards e o Pollstar Awards. Veja Mais

'Parasita' vai ganhar versão em preto e branco nos cinemas

G1 Pop & Arte Diretor Bong Joon-ho já assistiu à nova versão duas vezes e disse que 'parece uma fábula'. Sul-coreano é indicado a seis Oscars. Filme 'Parasita' abre a programação que ocorre até quarta-feira (15) no CIC Divulgação O sul-coreano "Parasita", indicado a seis Oscars, voltará aos cinemas em preto e branco. A estreia da nova versão do filme de Bong Joon-ho será no Festival Internacional de Roterdã, na Holanda, no final de janeiro. Depois disso, ele ganhará sessões em salas nos Estados Unidos. A versão foi criada antes da estreia mundial do filme no Festival de Cannes, onde ganhou a Palma de Ouro em maio de 2019. Trailer de 'Parasita' "Será fascinante ver como a experiência visual muda quando um filme idêntico é apresentado em preto e branco. Eu assisti duas vezes agora, e às vezes o filme parecia mais uma fábula e me dava a estranha sensação de que eu estava assistindo uma história dos velhos tempos", disse o diretor. "Na segunda vez que assisti, o filme parecia mais realista e nítido, como se estivesse sendo cortado por uma lâmina." 11º filme estrangeiro a ser indicado na categoria principal do Oscar, "Parasita" tem seis indicações, incluindo direção, roteiro original e edição. Veja Mais

Madonna cancela segundo show em Lisboa por causa de 'dores associadas a uma lesão'

G1 Pop & Arte Empresa promotora do evento publicou comunicado oficial e pediu desculpas aos fãs. Cantora aparece usando bengala em vídeo publicado em rede social. Madonna estreia turnê de "Madame X" Reprodução/Instagram Madonna cancelou mais um show na capital portuguesa, Lisboa, a cidade que inspirou seu mais novo álbum, "Madame X", pois sofre com dores decorrentes de "lesões". O anúncio foi feito nesta quarta-feira (22) pela empresa promotora da turnê. A promotora Everything Is New divulgou uma nota no Facebook pedindo desculpas aos fãs e agradecendo-lhes os "votos pela recuperação de Madonna". "Lamentamos sinceramente a decepção para os fãs devido às mudanças imprevistas e de última hora no cronograma", afirmou o comunicado. Initial plugin text Em suas redes sociais, Madonna compartilhou um vídeo em que é vista subindo uma escada com bengala. Durante o fim de semana, Madonna também compartilhou um vídeo dela em banho de gelo pós-show. Initial plugin text Madame X é o 14º álbum de estúdio da cantora norte-americana e foi inspirado por sua vida em Portugal e pela cultura e música tradicionais do país, incluindo o fado. Segundo a promotora, espera-se que o show final de Madonna dos oito inicialmente programados em Lisboa, na quinta-feira, continue como programado. A turnê continuará em Londres e Paris. Outros cancelamentos O concerto de quarta-feira à noite foi o segundo show que a estrela cancelou desde o início de sua turnê europeia em 12 de janeiro em Lisboa, onde vive desde meados de 2017. "Desculpe, tive que cancelar esta noite", escreveu a cantora de 61 anos no Instagram, após o primeiro cancelamento no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no domingo (19). "Mas preciso ouvir meu corpo e descansar!" Antes do início da série de apresentações, Madonna cancelou a estreia alegando problemas na produção. Em outubro, a cantora fez uma breve pausa na turnê para cuidar de uma lesão no joelho. Veja Mais

Biografia de Fred Rogers tem trunfos, mas peca ao se afastar da realidade

O Tempo - Diversão - Magazine “Um Lindo Dia na Vizinhança", que estreia nesta quinta, traz Tom Hanks no papel do popular apresentador de TV e pastor presbiteriano Veja Mais

Causa da morte de Juice Wrld foi overdose acidental

G1 Pop & Arte Legista afirma que rapper morreu por abuso de oxicodona e codeína. Ele tinha 21 anos quando foi atendido após convulsão em dezembro de 2019, mas não resistiu. O rapper Juice Wrld canta durante show no palco Daytime do festival iHeartRadio Music em Las Vegas, nos EUA, em 21 de setembro de 2019 Matt Winkelmeyer/Getty Images for iHeartMedia/AFP/Arquivo A causa da morte do rapper Juice Wrld foi uma overdose acidental de oxicodona e codeína, divulgou o escritório do médico legista do condado de Cook nesta quarta-feira (22). O cantor morreu em 8 de dezembro de 2019 após sofrer uma convulsão em um aeroporto de Chicago, nos Estados Unidos. Ele tinha 21 anos. Initial plugin text Fontes policiais dizem que Jarad Anthony Higgins, mais conhecido pela música "Lucid Dreams", estava sangrando pela boca quando os paramédicos chegaram ao local. Ele foi levado rapidamente ao hospital, mas morreu pouco depois. A causa da convulsão não divulgada até a última atualização desta reportagem. "Todas as lendas estão despencando do topo, triste realidade, jovens morrendo, juventude demoníaca. Cadê os que passaram dos 27 anos? Nós não estamos conseguindo nem passar dos 21", cantava Juice Wrld em "Legends". Veja Mais

Aos 50 anos, Armandinho apronta álbum gravado entre Rio e Los Angeles

G1 Pop & Arte Cantor de pop reggae lança o single 'Minha mina' com amostra do disco autoral de músicas inéditas. Aos 50 anos de vida, festejados nesta quarta-feira, 22 de janeiro, Armando Antônio Silveira insiste na juventude. Armandinho – como o cantor e compositor gaúcho é conhecido no universo brasileiro do pop reggae – aproveita a data do 50º aniversário para lançar música inédita, Minha mina. Composição revelada dois meses após o single Amor vem cá, apresentado em novembro de 2019, Minha mina integra o repertório do álbum autoral de músicas inéditas que Armandinho irá lançar neste ano de 2020. O álbum marca a conexão do artista com o produtor carioca Rafael Ramos. Sob a batuta de Rafael, Armadinho gravou quatro músicas na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Formatada com músicos como Eduardo Lyra e Marcelo Lobato, Minha mina é uma delas. As demais faixas do álbum foram gravadas em Los Angeles (EUA), onde o cantor de Porto Alegre (RS) se reuniu com time de músicos que inclui o lendário Carlton “Santa” Davis, baterista jamaicano que tocou com ícones mundiais do reggae como Bob Marley (1945 – 1971) e Peter Tosh (1944 – 1987). O último álbum de músicas inéditas de Armandinho, Sol loiro (2013), foi lançado há sete anos. Capa do single 'Minha mina', de Armadinho Reprodução Veja Mais

'A morte está aí, qualquer hora ela chega', diz Tarcísio Meira

O Tempo - Diversão - Magazine O ator, que em dezembro de 2019 fez um desabafo ao falar de morte, voltou a tocar nesse assunto Veja Mais

Para lidar com coronavírus, chineses ficam em casa e assistem a filmes sobre vírus

G1 Pop & Arte Filmes e jogos sobre doenças estão entre os mais populares na China nesta semana. Pessoas estão deixando de viajar e ir ao cinema com medo de contaminação. Passageiros usam máscaras para evitar a contaminação pelo coronavírus em estação ferroviária de alta velocidade, em Hong Kong, nesta quarta-feira (22) Kin Cheung/AP Ameaçados por um novo surto viral, muitos chineses estão recorrendo a um jogo de simulação online e a um drama chamado "A Gripe" para buscar mecanismos de defesa. O coronavírus já matou 17 pessoas e infectou mais de 400 em um surto originário da cidade central de Wuhan, que vem espalhando globalmente o medo de contágio e agitando os mercados financeiros. O "Plague Inc.", aplicativo desenvolvido pela britânica Ndemic Creations, é nesta quarta-feira (22) o jogo pago mais popular entre usuários do sistema iOS na Apple Store chinesa. O jogo permite que usuários criem e evoluam uma doença para destruir o mundo. Veja perguntas e respostas sobre o vírus e a doença pulmonar "A melhor forma de dominar o medo é confrontar o medo", disse um comentário na rede social Weibo. Também nesta quarta-feira (20), o drama sul-coreano "A Gripe" é o filme mais buscado no site Douban, uma rede social chinesa que permite aos usuários registrar informações e criar conteúdos relacionados ao mundo do entretenimento. Um documentário sobre o surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) de 2003 liderava as buscas na TV. Além disso, 11 das 14 principais publicações na plataforma Toutiao eram relacionados a pneumonia, assim como mais da metade dos 50 tópicos mais lidos no Weibo. China confirma nove mortes provocadas pelo coronavírus; já são 440 casos O surto do coronavírus coincide com as festas chinesas do Ano Novo Lunar no fim de semana, quando milhões de pessoas voltam para casa ou viajam para fora da China. Mas a bonança habitual das indústrias de turismo e consumo pode ser afetada, já que algumas pessoas cancelaram viagens e estão evitando áreas públicas como cinemas e shoppings.   Sucessos de bilheteria previstos para estrear no feriado viram a venda de ingressos diminuir. Em Wuhan, os espectadores que pagaram antecipadamente receberam reembolso, de acordo com as plataformas de reserva de ingressos Maoyan e Taopiaopiao. "É compreensível que o vírus possa impedir as pessoas de ir aos cinemas", lamentou uma gerente de cinema de Pequim, que pediu para não ser identificado. Ela incentivou a ida das pessoas, mas reforçou a necessidade de tomar medidas preventivas, como usar máscaras. Initial plugin text Veja Mais

3ª Semana da Visibilidade Trans e Travesti: por mais acolhimento e respeito

O Tempo - Diversão - Magazine Plantões de apoio jurídico e de saúde integral, assim como mostra de performances e caminhada, marcam o evento em BH Veja Mais

Isabella Taviani encarna 'Chapeleiro maluco' dândi na capa do álbum 'A máquina do tempo'

G1 Pop & Arte Veja a imagem do disco que será lançado pela artista em 31 de janeiro com inéditas músicas autorais. Esta é a capa do oitavo álbum de Isabella Taviani, A máquina do tempo, programado para ser lançado em 31 de janeiro. Com arte criada por Philippe Leon a partir de imagem de Fotonauta, a capa do disco expõe a cantora carioca em ilustração que evoca o Chapeleiro maluco, personagem criado pelo escritor inglês Lewis Carroll (1832 – 1898) para o livro As aventuras de Alice no país das maravilhas (1865). Taviani explica o conceito da capa do álbum em que dá voz a músicas autorais como A vida vive sem você (lançada como single em março de 2018) e Não brinca comigo (parceria de Taviani com Myllena apresentada neste mês de janeiro), entre outras composições ainda inéditas: “Para encarnar esta personagem que o meu álbum A máquina do tempo exigia, eu precisava de um figurino mais teatral, mais impactante, conforme a sonoridade desse disco leve, divertido, debochado e surrealista em alguns momentos. Então a gente foi buscar referências de seriados e filmes que falassem sobre a viagem no tempo. A figurinista Natália Duran e eu chegamos a essa mistura de Chapeleiro maluco em estilo dândi, com cartola, bengala, relógio de bolso e peruca branca! Enfim, uma grande brincadeira que eu adorei fotografar”, relata Isabella Taviani. Veja Mais

Terry Jones, do 'Monty Python', morre aos 77 anos

G1 Pop & Arte Fundador do grupo de comédia britânica morreu após ‘batalha contra uma forma rara de demência’, segundo comunicado. Terry Jones no Creative Arts Emmy Awards em Los Angeles, em 2010 AP Photo/Chris Pizzello, file Terry Jones, fundador do grupo de comédia britânica Monty Python, morreu nesta terça-feira (21), aos 77 anos. A família confirmou a morte do artista através um comunicado. “Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de nosso amado marido e pai, Terry Jones”. “Terry morreu na tarde desta terça-feira (21), aos 77 anos, com sua mulher, Anna Soderstrom, ao seu lado, após uma batalha extremamente corajosa, mas sempre bem-humorada, contra uma forma rara de demência”. Em 2016, Jones revelou ter sido diagnosticado com demência frontotemporal um ano antes, se tornando um representante público da doença. Em 2017, ele esteve na cerimônia do Bafta e falou sobre o assunto. Além do Monty Python, Jones trabalhou em uma série de projetos, incluindo a série televisiva “Ripping Yarns”. Jones também fez diversos documentários e escreveu cerca de 20 livros infantis. “Seu trabalho com o 'Monty Python’, seus livros, programas de TV, poesias e outros trabalhos permanecerão vivos para sempre”, disse a família de Terry em comunicado. "Nós, sua esposa, Anna, os filhos Bill, Sally e Siri e toda a família, gostaríamos de agradecer aos maravilhosos médicos e cuidadores de Terry por tornar os últimos anos não apenas suportáveis, mas muitas vezes alegres". Veja Mais

Tico Santa Cruz abre parceria com Frejat em álbum da banda Detonautas

G1 Pop & Arte Enquanto promove o single O que tiver de ser, apresentado em 17 de janeiro, a banda Detonautas Roque Clube prepara o álbum autoral de músicas inéditas que lançará neste ano de 2020. Trata-se do sétimo álbum de estúdio da banda carioca, o primeiro desde VI (2017), disco lançado há três anos. O repertório desse próximo álbum inclui a primeira parceria de Tico Santa Cruz – vocalista e compositor do grupo – com Roberto Frejat. Composta na terça-feira, 21 de janeiro, a música foi feita a partir de versos escritos pelo poeta e cordelista cearense Bráulio Bessa. “Hoje tive o privilégio de fazer uma canção com um dos meus ídolos no rock!”, exultou Tico Santa Cruz em rede social. Veja Mais

Globoplay anuncia parceria com Roku, empresa americana de TVs inteligentes que chega ao Brasil

G1 Pop & Arte Plataforma de streaming vai estar acessível através de botão próprio em controles das televisões da empresa, fabricadas em parceria com a AOC. Maria Casadevall é Julia em "Ilha de Ferro", uma das séries do Globoplay Divulgação/Globoplay O Globoplay vai ser uma dos primeiros serviços de streaming nacionais disponíveis na plataforma da Roku, uma empresa americana de televisões inteligentes que anunciou nesta terça-feira (21) seu lançamento no Brasil. Em parceria com a fabricante AOC, a companhia vai lançar as Roku TVs, aparelhos com o sistema operacional da empresa, que dá ao público acesso a diferentes serviços de streaming. Um botão Globoplay presente nos controles remotos das televisões vai permitir que os usuários acessem diretamente a plataforma. "A Roku será um parceiro fundamental na expansão do Globoplay. Vai melhorar a experiência de quem consome serviços de streaming na TV, vai trazer mais competição e qualidade ao mercado", disse Erick Brêtas, diretor geral do Globoplay, que participou do lançamento. Veja Mais