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'A Casa do Dragão': veja semelhanças entre nova série da HBO e 'Succession'

O Tempo - Diversão - Magazine Produção estreia neste domingo (21) e traz de volta o universo de 'Game of Thrones' Veja Mais

Plácido Domingo é citado em áudio de investigação sobre quadrilha de tráfico sexual, diz jornal argentino

G1 Pop & Arte Tenor espanhol teria se encontrado com mulher da quadrilha. Em gravações, ela indica que ele usava os servços do grupo, que inclui tráfico de menores. Ele foi acusado de assédio em 2019. Plácido Domingo durante concerto em 2016 REUTERS/Heinz-Peter Bader Gravações obtidas em uma investigação sobre uma grande quadrilha de tráfico sexual na Argentina envolveram o nome do tenor espanhol Plácido Domingo, segundo inforrmações publicadas nesta quinta-feira (18) pelo jornal argentino "La Nación". A operação policial mirava em um grupo que usava a Escola de Ioga de Buenos Aires para realizar encontros e praticar crimes de extorsão e tráfico sexual, inclusive de menores. Já foram presas 19 pessoas e realizadas várias apreensões e gravações, com o nome do cantor em três delas. A primeira gravação, segundo o jornal, inclui um encontro sexual entre o cantor e uma mulher envolvida com o grupo. Em conversas seguintes, a mulher iindica que ele se envolveu com a quadrilha em outros momentos e teve diversos encontros com ela. "Ele já me chamou e montou uma operação para eu ficar no hotel sem os agentes perceberem", ela diz em uma das gravações, em referência ao cantor. Em 2019, Plácido Domingo foi acusado de assédio sexual por dezenas de mulheres, incluindo cantoras, dançarinas, musicistas e outras profissionais. Ele disse que as acusações foram um "julgamento midiático". Veja Mais

'Não aceito mais fazer personagem trans ou travesti', diz Silvero Pereira

O Tempo - Diversão - Magazine Ator, que atualmente está no ar em Pantanal, estreou na TV na pele da travesti Elis Miranda, em A Força do Querer Veja Mais

Marcelo D2 fuma maconha com os filhos e conversa sobre o tema de forma natural

O Tempo - Diversão - Magazine 'Eu acho meio estranho de ter uma família que não faz isso, que o pai fuma escondido dos filhos e os filhos fumam escondido dos pais', opina o músico Veja Mais

Sessão da Tarde (18/8): Veja o filme que a Globo vai exibir hoje

O Tempo - Diversão - Magazine A Vingança Das Damas De Honra vai ao ar às 15h30, logo após O Cravo e a Rosa Veja Mais

'Golpe das flores', tensão pré-show e noite de bebedeira: sertanejos contam causos vividos nas festas de rodeio

G1 Pop & Arte Israel e Rodolffo, Guilherme e Benutto, Vinícius, Allana Macedo e outros cantores relembram histórias vividas nos bastidores e palcos das festas de peão. Artistas sertanejos contam causos vividos em festas de rodeio "Golpe das flores", tensão pré-show, realizações de sonhos e noites de bebedeira. Essas são algumas das histórias vividas por artistas sertanejos em várias festas de rodeio espalhadas pelo Brasil. Sejam artistas estreantes ou veteranos, todos têm algo para contar sobre causos nos palcos, bastidores ou até mesmo em meio ao público. O g1 perguntou para alguns artistas que já passaram por esses eventos para saber se eles tinham histórias marcantes para compartilhar, e o resultado foi uma lista de causos divertidos e emocionantes. (Assista no vídeo acima ou leia depoimentos abaixo). Leia também: Circuito Sertanejo reúne eventos até novembro; veja programação Juan Marcus e Vinicius e o "golpe das flores" Juan Marcus & Vinícius se apresentam no Palco Amanhecer em Barretos Marcel Bianchi/Divulgação Donos dos hits "Alguns Defeitos" e "Hora Marcada", Juan Marcus e Vinícius relembraram que já sofreram um "golpe das flores" em plena apresentação no palco. "Tinha um cara na frente [do palco], cheio de flores, aqueles caras que fica vendendo flor, e aí ele oferecendo pra mim, falando: 'pega, pega'. E eu: 'não, não, não'. Não queria, mas fui, peguei, distribuí pra todo mundo, mandei beijo...", relembra Vinícius. "Na hora que eu desci do palco, ele falou: 'Deu R$ 350 reais'. Falei: 'oi?'. Rapaz, mas foi um rolo. Enfim, morri nos R$ 150. Ou seja, não peguem nada de estranhos. Achei que fosse um presente, distribuí no palco do Barretão." Leia também: Estouro de artistas sertanejos durante pandemia altera tradição de palcos na Festa do Peão de Barretos Clayton e Romário 'até o sol raiar' Clayton e Romário Reprodução/Instagram A dupla Clayton e Romário iniciou a carreira artística há 15 anos, quando o pai deles os levou para uma temporada em Barretos. Com isso, a cidade paulista e a tradicional Festa de Peão ficaram marcadas na trajetória da dupla, que atingiu o sucesso com as lives no meio da pandemia. "A gente dormia dentro da van. A gente ia dormir 7 horas da manhã, que era a hora que o som acabava. Porque o Jerominho [Jerônimo Luiz Muzetti, presidente do grupo Os Independentes], não sei se vocês conhecem, mas pensa num homem que gosta de festa", relembra Romário. "Jerominho é o dono da festa lá, então assim, vai até o sol raiar. Então aí, acabava lá, 10 horas da manhã, já tava acordado, já tava suando." "E a gente ficava o dia inteiro andando naquele parque do peão, conhecendo, vendo os artistas passar som naqueles palcos, a gente ficava olhando: 'bicho, será que um dia nós vamos tá aqui nesse palco?'. E hoje a gente tá podendo sentir essa emoção de realizar esse sonho", celebra Clayton. Leia mais: Clayton e Romário celebram estreia em Barretos após sucesso com lives: 'A gente vai chorar quando subir no palco' Netto e Henrique em 'show para oito pessoas' Netto e Henrique Reprodução/Instagram A dupla Netto e Henrique estreia nos palcos de Barretos nesta edição, mas já curtiu o evento como fãs, no meio do público. "Lembro que eu fui em Barretos quando Henrique e Juliano nem estavam fazendo muito sucesso. O show deles começou 5h30, e tinha eu e mais, sei lá, oito pessoas só assistindo ao show deles", recorda Henrique. "Lembro certinho, nunca esqueci disso. E esse ano, a gente vai estar naquele mesmo palco. Então é uma realização enorme." Leia também: Netto fala sobre nova formação de dupla após morte de Henrique: 'Fiquei um tempo sem saber o que fazer' Allana Macedo: 'bebi, esqueci, só lembro que cantei' Allana Macedo Reprodução/Instagram Allana Macedo é mais uma artista que fará seu primeiro show completo no palco de Barretos. Mas a cantora já esteve na festa, tanto no público quanto fazendo uma participação especial, momento de grande celebração para Allana. "Sei que fiquei dois duas em Barretos, fui até amanhecer, muita coisa eu não lembro, porque bebi todas de felicidade. Tava feliz demais, não é sempre que a gente tá em Barretos", conta Allana. "Então a gente quer aproveitar ao máximo. Acho que minha história é essa. Cantei, desci toda feliz, 'vamos beber', e esqueci (risos). Só lembro que cantei. E voltei pra casa sã." Leia também: Lauana Prado, Allana Macedo e Maria Cecília falam sobre baixa presença feminina na Festa do Peão de Barretos Guilherme e Benuto com 'muitas histórias, mas poucas para contar' Guilherme e Benuto se apresentam no Villa Country, em São Paulo, durante evento de lançamento da Festa do Peão de Barretos 2022 Fábio Tito/g1 Guilherme e Benuto brincaram que já passaram por muitas histórias em Barretos, mas nem todas podem ser reveladas. "A gente tocou uma vez com o trio [Villa Baggage], mas eu já tinha tocado umas quatro vezes antes com dupla, porque eu toco sanfona e tocava pras duplas, eu era freelancer", relembra Guilherme, que fará estreia em Barretos enquanto dupla nesta edição do evento. "Então já fui quatro vezes, ia lá, tomava todas, tava nem aí pra nada...", relembra. "Lembra aquela vez que foi maior galera, ficamos numa chácara lá...nossa... História tem um monte, o problema é poder contar, né? Esse que é o problema", brinca Benuto. Leia mais: Guilherme e Benuto se destacam em ranking de mais tocadas com músicas próprias desde formação de dupla Israel e Rodolffo em 'show para pouquíssimas pessoas' Israel e Rodolffo no São João 2022 de Campina Grande, PB Bruna Couto/g1 Um dos destaques da festa de 2022, Israel e Rodolffo recordaram das vezes em que já tocaram para um público bem pequeno. "Cantamos pra pouquíssimas pessoas ali. E os perrengues sempre acontecem, só mudam de formato", contou Israel, antes de Rodolffo entregar que o parceiro tem "as histórias mais 'massa'" vividas, tanto em Barretos quanto em outros palcos que já passaram ao longo dos anos. "As engraçadas, as que tem mais engajamento", destacou Rodolffo. "As minhas quedas, né?", questionou Israel, já arrancando risadas do parceiro e logo emendando: "Cantamos pra pouquíssimas pessoas ali, já aconteceu. E os perrengues sempre acontecem, só mudam de formato, mas a gente graças a Deus tem bastante experiência e vivência nesse ramo, a gente sabe como funciona tudo, são 27 anos de história, então a gente entende ali o que que tá acontecendo no momento, mas os perrengues acontecem." Leia mais: Israel, dupla de Rodolffo, se emociona ao falar sobre morte do pai na pandemia: 'Retomada está sendo muito difícil até hoje' Vinicius em 'tensão pré-show com repertório de veteranos' João Bosco e Vinícius durante show em Barretos 2017 Mateus Rigola/G1 Parceiro de João Bosco, o cantor Vinícius relembrou de um momento de tensão pré-show ao ver o repertório de uma dupla veterana. Em uma das edições da Festa do Peão de Barretos, a dupla iria se apresentar após Chitãozinho e Xororó. "A gente chegou para fazer o show no camarim e dentro do nosso camarim tava o repertório de show do Chitão. Eu fiquei apavorado. Falei para o João: 'Meu Deus do céu, o que que nós vamos fazer depois desses homens, gente? Que nós estamos fazendo aqui? Só tem sucesso'", recordou o cantor. "O repertório dos caras era 'Chora Me Liga' do começo ao fim. Como que vou cantar depois?", afirmou Vinícius, aos risos, citando o maior sucesso da dupla. "Eu lembro foi bizarro, porque a gente chegou no nosso camarim, eu dei de cara com aquele repertório, eu falei: 'Misericórdia! Os homens estão no palco cantando, depois é a gente, que que eu tô fazendo aqui?'." Leia mais: Vinícius, dupla de João Bosco, fala sobre arrependimento por não ter gravado hit de Henrique e Juliano Maria Cecília e Rodolfo 'babando com Shania Twain' Maria Cecília & Rodolfo agitam fãs no dia de shows do Sertanejo Pop Festival Maurício Vieira Veteranos na Festa do Peão de Barretos, Maria Cecília e Rodolfo guardam diversas histórias da festa, mas a cantora cita um show internacional que conseguiu assistir, em 2018, como o mais marcante. "Acho que, pra gente, o mais marcante foi poder assistir ao show da Shania Twain, que a gente foi e ficou ali embaixo babando nela. Aquilo foi muito especial", cita Maria Cecília. "Já fizemos show em trio elétrico em Barretos. Trio elétrico no meio dos bois. Foi muito bacana. Você entra em Barretos 6 da manhã, com sol quente, e a galera tá toda lá. Barretos é único, é especial", recorda Rodolfo. Veja Mais

Começa a Book Friday 2022: Amazon dá até 80% de desconto em livros

O Tempo - Diversão - Magazine Promoção teve início às 18h desta quinta (18) e vai até 23h59 de segunda (22) Veja Mais

Clube da Esquina: musical estreia em BH e exalta o talento e a amizade do grupo

O Tempo - Diversão - Magazine Espetáculo dirigido por Dennis Carvalho percorre a história do cinquentenário e icônico álbum 'Clube da Esquina', que reuniu Milton Nascimento, Lô Borges e um timaço de músicos e poetas Veja Mais

Nova série 'Mulher-Hulk' tem problemas nos efeitos visuais

O Tempo - Diversão - Magazine A produção da Marvel Studios tem Tatiana Maslany e Mark Ruffalo como protagonistas e estreia nesta quinta (18) Veja Mais

'Rensga Hits!' entra no universo sertanejo com história feminina

O Tempo - Diversão - Magazine Com a segunda temporada já confirmada, a série está com seus dois últimos episódios disponíveis nesta quinta (18) no Globoplay Veja Mais

'Mulher-Hulk' abraça lado cômico dos quadrinhos: 'A comédia foi o que mais me assustou', diz atriz

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, Tatiana Maslany fala sobre desafios de interpretar heroína em nova série da Marvel, que estreia nesta quinta-feira (18). Tatiana Maslany fala sobre comédia e heroína de 'Mulher-Hulk' Não é difícil imaginar que interpretar uma super-heroína da Marvel seja algo desafiador, até mesmo para uma ganhadora de um Emmy como Tatiana Maslany. Em "Mulher-Hulk: Defensora de heróis", ela ainda "ganha" quase 40 centímetros de altura e muitos músculos após a transformação na personagem. Mas não foi isso que intimidou a atriz. G1 já viu: 'Mulher-Hulk' quase compensa computação gráfica terrível com humor e carisma de Tatiana Maslany "A comédia foi definitivamente a coisa que mais me assustou", conta a canadense de 36 anos em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima. Graças a computação gráfica e tecnologia de captura de movimentos, Maslany ganhou pele verde e passou de seus 1,63 metro para os mais de 2 metros da heroína na nova série da Marvel, que estreia nesta quinta-feira (18). Tatiana Maslany em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Mesmo assim, foi o lado cômico dos quadrinhos que a atriz, conhecida por interpretar até 14 personagens diferentes na TV na ficção científica "Orphan Black", mas achou desafiador. "Quando li o primeiro roteiro, descobri que era um senso de humor tão específico. Jessica Gao (a produtora-executiva e roteirista-chefe da série) tem um cérebro que ninguém mais tem, mas ela é muito identificável. Sinto que ela ama seres humanos dessa forma na qual ela consegue ver cada uma das coisinhas estranhas que fazemos." Mark Ruffalo e Tatiana Maslany em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Poder de sangue Na série, Maslany interpreta Jennifer Walters, uma advogada aparentemente comum, que – assim como seu primo Bruce Banner (Mark Ruffalo) – divide seu corpo com uma versão verde e musculosa de si mesma após um acidente. Ao contrário de seu parente mais famoso, no entanto, a personagem não se transforma em um monstro descontrolado após a transformação, mantendo a consciência desde a primeira vez. A habilidade pode parecer um ótimo começo para quem deseja se tornar um super-herói, mas não é tão bem recebida pela protagonista, que passa a ter dificuldades para equilibrar sua antiga carreira com os novos poderes. Tatiana Maslany, Ginger Gonzaga e Drew Matthews em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Super meta A comédia tão forte na série vem da inspiração maior para a produção nos quadrinhos. A personagem criada em 1980 por Stan Lee e John Buscema estrelou um celebrado arco no final da década e no começo dos anos 1990, escrito e desenhado pelo lendário John Byrne, no qual aparecia muito consciente de estar em uma HQ. Ou seja, muitos anos antes de um certo mercenário ficar famoso por sua metalinguagem, a heroína já "quebrava a quarta parede" e conversava diretamente com o público. A característica, aliás, é reproduzida na série. "Eu gostaria de dizer que ela fazia isso muito antes do Deadpool ou de 'Fleabag'", afirma em coletiva de imprensa a diretora de seis dos nove episódios da temporada, Kat Coiro. "É como se fosse uma extensão do superpoder dela. É como se ela pensasse: 'Eu sei que estou, tipo, falando com a câmera. Eu sei que vocês aí estão assistindo a isso'. E há algo nisso, esse tipo de super autoconsciência que é, tipo, quem ela é", completa Maslany. Tatiana Maslany em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Veja Mais

Conheça Bibi, compositora que transformou feminejo fictício de ‘Rensga Hits!’ em álbum real

G1 Pop & Arte Mineira de 26 anos é a principal autora das dez músicas originais da série do Globoplay. Ela decidiu ser compositora aos 5 anos e já escreveu para Anitta, Pabllo Vittar, Luisa Sonza e Wanessa. Compositora e cantora mineira Bibi Divulgação Na série "Rensga Hits!", Alice Wegmann vive uma cantora e compositora que sonha em virar estrela do feminejo. A atriz teve aulas de canto e se inspirou em Marília Mendonça para resolver a parte vocal. O outro desafio era criar a faceta de autora. Por trás de Raíssa Medeiros, a personagem compositora, está Bibi, a autora real. A mineira de 26 anos ajudou a escrever as dez músicas originais da série. A série do Globoplay se passa em Goiânia, no mercado do feminejo (seis episódio já estão disponíveis; assista aqui). O podcast g1 ouviu conversou com Alice Wegmann e Bibi. Ouça abaixo e leia mais a seguir: Alice Wegmann interpreta Raíssa Medeiros, uma jovem do interior traída pelo noivo. Ela abandona o altar e segue o sonho de virar compositora e cantora em Goiânia. Raíssa tem a música "Desatola bandida", feita após a fuga do altar, roubada por Gláucia Figueira (Lorena Comparato). Os outros astros sertanejos da série - e do álbum - são Enzzo Gabriel (Maurício Destri), David Cafajeste (Alejandro Claveaoux), e a dupla mais famosa da cena: Téo e Tamires (Sidney Santiago e a Jennifer Dias). Na série, as canções foram feitas pelos personagens sertanejos. Por isso, elas precisavam ter o jeito de cada um. Bibi, a Raíssa da vida real A cantora e compositora Bibi Divulgação Bibi é o nome artístico de a cantora e compositora Gabriele Oliveira Felipe, mineira de 26 anos. Ela começou a carreira trabalhando por cinco anos no estúdio de Dudu Borges, consultor da série e namorado de Alice Wegmann. A mineira já escreveu músicas para Anitta (“Desce Pro Play" e “Não Perco Meu Tempo”) Pabllo Vittar ("Number one"), Luisa Sonza ("“Pior Que Possa Imaginar”), entre outros. Ela conta que escolheu a profissão quando tinha cinco anos de idade. A menina adorava o filme "Show bar", que conta a história de uma jovem que sonhava em viver de música em Nova York. A trilha do longa é escrita por Diane Warren, autora preferida de Bibi. "Eu chamei meus pais e falei: 'Eu já decidi que vou ser cantora quando eu crescer. E amo o Brasil, mas eu quero fazer coisas internacionais também. Papai, você tem dinheiro para eu estudar inglês?'", ela conta. A artista precoce nasceu em Santa Bárbara, no interior de Minas Gerais, mas vivia se mudando por conta do trabalho do pai no Banco do Brasil. Nas cidades em que morou - inclusive Goiânia - ela fazia planos de viver de música e forçava as amiguinhas a formar bandas com ela. Quando começou a fazer faculdade de publicidade na ESPM, em São Paulo, a mãe viu um anúncio de um curso de Dudu Borges. Bibi se inscreveu e acabou trabalhando no estúdio dele por cinco anos. Foi dali que ela despontou como uma das jovens compositoras mais requisitadas no pop brasileiro, com serviços para Anitta, Luisa Sonza e Pabllo Vittar. Seu trabalho tende mais para o pop, ela sabe tudo de k-pop, mas nos cinco anos com Dudu, também ficou fluente em sertanejo. Trabalho afinado Os compositores tiveram que fazer um trabalho afinado com os roteiristas da série - Renata Corrêa, Bia Crespo, Nathalia Cruz, Victor Rodrigues e Otavio Chamorro. "Se há fluidez na música é porque houve fluidez no texto", elogia Bibi. O trabalho era imaginar como seriam as canções reais dos músicos fictícios. "Depois de um mergulho no roteiro eu alinhei com o Dudu [Borges] e a gente montou um time de compositores para convidar". Cada parceiro de Bibi era pensado para a característica dos personagens. A trilha não tem só feminejo sofrência. Para as músicas mais de "pegação", do personagem David Cafajeste, eles chamaram Gabriel Agra, autor de hits como "10%", "Alô Ambev" e Bebi Liguei". Para as mais emotivas, uma das parceiras foi Paula Mattos, que já escreveu para muitos cantores homens antes de emplacar sua própria carreira no feminejo. Uma tarefa específica foi escrever a faixa "Nota 100", um sertanejo com dancinha que faz piada com a impotência sexual masculina. O toque de irreverência teve ajuda de Day, da dupla Day e Lara. E a principal inspiração para as músicas da personagem principal, a compsitora Raíssa, foi a vida da própria Bibi. "Eu lembrei muito da criança que fui em Goiânia. Eu tenho essa paixão pela música que me move, e vi isso na Raíssa. Ela está ali seguindo essa necessidade de escrever. Eu lia o roteiro e falava: 'Cara, eu sei o que que é isso'". Vamos, galera, mulheres Compositora e cantora mineira Bibi Divulgação "Rensga Hits!", o álbum, tem uma ficha técnica rara no sertanejo: uma maioria de compositoras mulheres. São quatro autoras (Bibi, Paula Mattos, Day e Lara) e três homens (Gabriel Agra, Cesar Lemos e Davi Ávila, da dupla com Bruninho). Na vida real, até o repertório de cantoras do feminejo costuma ter maioria de compositores homens. Essa equipe de maioria feminina na produção "ocorreu naturalmente, mas acho que colabora muito para para essa força feminina da série", comemora Bibi. "Há poucas mulheres escrevendo e produzindo, e isso não acontece só no sertanejo, mas em vários segmentos do país: pop, funk, MPB... Mais ou menos 17% dos compositores do Brasil são mulheres - entre os que são filiados a sociedades de arrecadação de direitos", ela lamenta. "Eu acho muito importante a gente ter essa esse balanço das energias do feminino e do masculino, sabe? E eu acho que muitas vezes 'Rensga' é sobre isso", diz a compositora. Veja Mais

Sem herança milionária, filho de Hebe tenta vender mansão

O Tempo - Diversão - Magazine Marcello fez questão de dizer que ficou com uma herança, porém modesta, sem falar em valores Veja Mais

Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes começa sexta (19) e retorna às ruas

O Tempo - Diversão - Magazine Até o dia 28 de agosto acontece a 25ª edição do evento com o tema “Inconfidência Mineira” e reúne mais de 200 atrações gastronômicas Veja Mais

Roberta Miranda se diz 'trissexual' e comenta namoro com travesti aos 16 anos

O Tempo - Diversão - Magazine 'Acho que foi minha primeira e única paixão', declarou a cantora sempre discreta com relação à sua vida pessoal Veja Mais

Anne Heche: causa da morte da atriz é divulgada

G1 Pop & Arte Artista morreu aos 53 anos na sexta-feira (12), em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ela dirigia veículo que bateu em uma casa e pegou fogo. Anne Hech morre após grave acidente de carro; relembre carreira da atriz A causa da morte da atriz Anne Heche foi divulgada nesta quarta-feira (17). Ela dirigia o carro que bateu em uma casa e pegou fogo no dia 5 de agosto. A atriz foi socorrida, mas morreu na sexta-feira (12). Quem foi Anne Heche? Atriz fez dezenas de filmes e séries, namorou Ellen DeGeneres e acusou Harvey Weinstein de assédio Segundo o documento do departamento médico-legal de Los Angeles, Anne morreu por "inalação de fumaça e ferimentos termais (queimaduras)". As informações foram divulgadas pelo site da revista "People". Ainda de acordo com o documento, foi constatado que uma "fratura no esterno devido a trauma contuso" foi "condição significativa" em sua morte. Anne Heche posa para fotos em cima de um carro em Pasadena, Califórnia, em setembro de 2020 Chris Pizzello/AP/Arquivo Anne Heche tinha dezenas de obras em seu currículo, incluindo os longas "Seis dias, sete noites", "Donnie Brasco" e "Geração Prozac", e a série "Chicago P.D.: Distrito 21". No dia 5 de agosto, ela bateu seu carro em uma casa, que pegou fogo, em Los Angeles, nos Estados Unidos. De acordo com a investigação, a atriz estava em alta velocidade quando saiu da via e atingiu a residência. Segundo a revista "Variety", pouco antes de bater o veículo, ela já havia se envolvido em outro acidente na região. Atriz Anne Heche bate carro e é hospitalizada em Los Angeles Uma representante da atriz informou que a artista ficou em "condição extremamente crítica" após o acidente. Depois de ficar em coma, sua morte foi declarada na sexta-feira (12). Os aparelhos foram desligados no domingo (14), para que seus órgãos pudessem ser doados. Carreira Heche ficou conhecida na década de 1980 por interpretar as gêmeas Vicky Hudson e Marley Love na novela "Another World" (1987-1991), trabalho pelo qual recebeu o Prêmio Emmy Daytime. Ao longo de quase três décadas, atuou em filmes como "Disposto a Tudo", "As Aparências Enganam", "Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado", "Psicose", entre outros. Entre as séries que Heche atuou estão "Homens às Pencas", "Masters of Science Fiction" e "Hung". A atriz estava no elenco de algumas obras que devem ser lançadas em breve, como "What Remains" (já finalizado, mas sem previsão de lançamento), e "Supercell", "Chasing Nightmares" e "Wake" (todos em fase de pós-produção). Dois deles devem ser lançados entre 2022 e 2023: "Wildfire" e "Full Ride". Veja Mais

Number Teddie representa nova geração do 'pop ansioso' em estreia no Rock in Rio

G1 Pop & Arte Pop rock com letras angustiadas são a marca do cantor que saiu de Manaus para SP em depressão, dormiu 6 meses em sofá de estúdio, virou compositor de Pabllo Vittar Pop rock sem barreiras de estilo e letras angustiadas, sem medo de expor problemas de saúde mental, ora em baladas tocantes, ora em explosões de raiva. A descrição desse "pop ansioso" cabe em Olivia Rodrigo e outros ídolos dos EUA. Uma revelação brasileira que abraça a angústia pop é o cantor Number Teddie. Ele estreia no Rock in Rio no dia 9 de setembro, sexta-feira, no Palco Supernova. VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2022 Ele lançou os singles "Eu deveria ter comido seus amigos", "Poderia ser pior", "Hahaha" e "Prêmio", e leva ao festival seu primeiro álbum, lançado pela Sony Music. Quem é Number Teddie Há um ano o ex-professor de inglês Geovane Aranha, 25 anos, o Number Teddie, viajou de Manaus para São Paulo após ter crises de ansiedade e depressão. Sem dinheiro nem trabalho, ele foi dormir no sofá do estúdio de um produtor musical que tinha conhecido pelo Instagram, Rodrigo Gorky. Entre noites no sofá, ele terminou o álbum sobre crises de saúde mental, mágoa com ex-namorado, dramas familiares e a imaginação do próprio enterro na Disney ("ao lado do Mickey"). A base é de pop punk, mas as referências vão do country de Dolly Parton ao rock mirim nipônico do Babymetal. Nesse meio tempo, ele tinha que acordar correndo quando Pabllo Vittar chegava para gravar no estúdio - Rodrigo Gorky é um dos produtores da cantora. Number Teddie acabou virando coautor de "Number One", de Pabllo e outras faixas de Urias e Alice Caymmi. Ele assinou com a Sony Music. Pequeno Teddie Number Teddie Divulgação Filho de um contador e uma bibliotecária que gostava de espetáculos musicais e o levava para assistir, Geovane diz que começou a cantar aos três anos de idade. "Eu lembro que falava para o professor de matemática: 'ai, eu não preciso estudar isso porque vou ser um cantor muito famoso'. Isso com seis anos de idade." Mas Manaus não dava essa chance, mesmo que ele insistisse para a mãe pegar o Chevette dela e o levar a agências de talentos locais. "Tinha uma agência de modelo do lado da minha escola. Com 9 anos eu saí da escola com minha mochila do Galinho Chicken Little, entrei lá e falei: 'Posso cantar para vocês?'. O cara falou: 'Não'. E eu falei: 'Mas eu quero cantar'. E ele: 'Vai embora, a gente está em horário de almoço'." Não rolou. Autodidata Com essa cara de pau, ele começou a compor aos nove anos e mexer em programas de edição de som para produzir suas músicas no quarto quando adolescente. Em 2020, ele lançou um EP caseiro e mandou as músicas para todo mudo que conseguiu achar. "Ia nas gravadoras e empresários, mandava e-mail e ninguém me respondia". Em julho de 2020, recebeu uma resposta no Instagram de Rodrigo Gorky, elogiando as músicas e dando dicas. "Começamos a trabalhar a distância num álbum", ele lembra. O trabalho ia bem e Number Teddie ia mal. "Tinha acabado de ser demitido, perdido gente da minha família, não sabia o que ia acontecer, estava com um quadro de depressão. Aí o Gorky me chamou para passar uns dias na casa dele". Ele foi com passagem só de ida e os dias viraram 6 meses. Confessional "Eu conseguia ver o sofrimento, a depressão, e como fazer as músicas ajudava a melhorar um pouco o que ele ia passando. Foi praticamente uma sessão de terapia", diz Rodrigo. "Foi uma pessoa extremamente tímida no começo do processo e, no final, era um artista completo", Gorky. Junto com Zebu, produtor que também trabalha com Pabllo, Jão e outros nomes em alta do pop brasileiro, eles formatavam as canções confessionais. Uma delas é a que imagina a própria morte num parque da Disney. "Nessa música eu falo sobre a morte do meu pai, é uma coisa muito pesada". Enquanto isso, ele começou a ser chamado a compor para outros artistas. Essas faixas não são pessoais, mas mesmo assim ele sofreu. Primeiro, ajudou Urias ("eu vomitei de nervoso no dia", ele lembra); depois, Pabllo ("tive uma crise nesse dia e tinha acabado de voltar do hospital"). Pop punk pessoal Mas é nas próprias músicas que ele expõe toda essa ansiedade. "O disco é um retrato de mim, não só nesse período de depressão, mas também crescendo e virando uma pessoa". "Ele escreve muito pessoalmente. O Rafael Fadul, que mixou o disco falou: 'Parece que você está escutando um áudio de WhatsApp ou um amigo seu falando'", comenta Zebu. 'Pop ansioso' de Selena, Ariana e Camila tem contraindicação? Psiquiatras avaliam letras O caminho pelo pop punk e pela guitarra foi consciente. A justificativa de Number Teddie dá uma pista da razão de esse estilo estar voltando a ser popular entre os jovens. "A guitarra tem um som eufórico e desconfortável, com o qual eu falo da minha ansiedade e meu desconforto". Mordida na Apple Mas o single "Eu deveria ter comido seus amigos", uma explosão de ressentimento contra um ex, a la Olivia Rodrigo, foi lançado às pressas depois que Gorky mostrou a faixa para um conhecido que trabalha na Apple no Brasil. O conhecido gostou e a música foi passando de mão em mão na empresa até sair do Brasil ganhar as graças do principal diretor de música da Apple Music, Zane Lowe. "Ele falou que foi bom ver o clipe para conhecer o psicopata que está por trás dessa música", comemora Number Teddie aos risos. A moral lá fora ajudou a adiantar o lançamento da música no Brasil, pela Sony Music, que assinou com ele e agora aposta em Number Teddie. "Ele está no começo de algo incrível”, disse o apresentador. Number Teddie mostra o vídeo da estreia no programa, revendo animado, e comemora também o novo espaço após os seis meses no sofá. "É uma kitnet de 25 metros quadrados aqui perto do estúdio", mostra satisfeito. Veja Mais

Grupo 'Menos é Mais' vira fenômeno da internet e faz pagode de Brasília 'invadir' territórios

G1 Pop & Arte Quinteto é uma das atrações do Jaguariúna Rodeo Festival, onde irá dividir o palco com sertanejos e DJ Alok no dia 23 de setembro. Confira a entrevista exclusiva ao g1. Grupo de pagode Menos é Mais Reprodução/Instagram/grupomenosemais Com pouco mais de cinco anos de carreira, o grupo de pagode "Menos é Mais" ostenta números que chamam a atenção na internet. Ao todo, os vídeos do grupo já somam mais de 1,5 bilhão de visualizações no YouTube, pondo-se em pé de igualdade com muitos nomes do sertanejo, estilo que há alguns anos domina as paradas e a atenção do público quando o assunto é música popular no Brasil. E aos poucos o quinteto vai “invadindo” territórios e festas dominados pela bota e o chapéu também fora do mundo virtual, como o Jaguariúna Rodeo Festival, onde divide o palco no dia 23 de setembro com Henrique e Juliano, Ícaro e Gilmar e DJ Alok. VEJA TAMBÉM + ENTREVISTA: Gustavo Mioto mantém rotina intensa para festejar 10 anos com 10 projetos e relembra início: 'Achavam que só estava ali pelo meu pai' ESPECIAL: Confira a página do Rodeio de Jaguariúna Estranhos no ninho? Nada disso, afinal eles estão acostumados a trilhar caminhos tortuosos ou, ao menos, não tão óbvios. Para começar, o grupo é de Brasília, onde o samba e o pagode esteve até então restrito a circuitos alternativos. “Realmente Brasília nunca teve grupos de pagode fazendo sucesso nacional. No entanto, o Distrito Federal tem o Clube do Choro, Escola de Música e várias ótimas formações de samba como o Coisa Nossa, Amor Maior, Adora a Roda. Procuramos mostrar ao Brasil em nossos shows esses nomes”, conta Gustavo Góes, percussionista do Menos é Mais. Além dele, completam o quinteto os amigos Duzão (vocal) e os também percussionistas Jorge Farias, Paulinho Felix e Ramon Alvarenga. Por essa formação, dá para deduzir que ritmo é o que dita a música dos brasilienses, que têm entre os destaques do repertório músicas como “Melhor Eu Ir”, Ligandos os Fatos”, “Sonhos de Amor” e “Deixa eu Te Querer”. Em um vídeo que reúne trechos de todas essas canções, nomeado de “Churrasquinho do Menos é Mais”, eles chegaram a atingir 662 milhões de visualizações no YouTube. Assista abaixo: Início e pandemia Mas até nesse sucesso, o quinteto chegou por caminhos não convencionais. Formado em 2016, o canal dos pagodeiros foi inaugurado em 2018. Quando o projeto estava embalando, veio a pandemia, que obrigou as rodas de samba a tomarem distância do público. Por incrível que pareça, teve início aí a arrancada do sucesso e a explosão de visualizações dos vídeos. “Foi um sentimento estranho. Porque é difícil medir sucesso dessa forma. O que significa ter 1 milhão de acessos num vídeo? Isso é sinal de sucesso? Quanto de sucesso?”, questiona Góes, confessando uma certa angústia dos integrantes, que viam sua grande oportunidade de carreira só ser sentida através de algoritmos. Isso dá uma ideia do que foi o retorno aos palcos quase dois anos depois, já num novo patamar de reconhecimento. “Vinha gente falar com a gente, dizer que estava com depressão na pandemia e se alegrou com nossa música, nossos vídeos”, afirma o percussionista. Grupo Menos é Mais grava 1º álbum de músicas autorais Divulgação/André Kazuo Pagode nos rodeios E é neste clima de euforia que Menos é Mais chega a Jaguariúna. Góes destaca que o grupo já fez duas festas de rodeio na carreira, no entanto, o evento no interior de São Paulo deve marcar o maior público da carreira dos pagodeiros. “Estamos animados e preparando algumas novidades, como um medley de hits sertanejos vertidos ao pagode”, adianta. Ele também se alegra com o fato de poder mostrar seu trabalho em um lugar que, no passado, pouco dava atenção ao estilo que seu grupo toca. “Essa absorção de estilos é um caminho da indústria da música atual, não há mais espaço para segmentos isolados. Todo mundo se interessa por tudo”, finaliza. Grupo de pagode Menos É Mais durante show em Manaus Reprodução/Instagram/MenoséMais Programação 16/09 - Sexta-feira Hugo e Guilherme Ana Castela Pedro Sampaio Wesley Safadão Sevenn 17/09 - Sábado Jorge e Mateus Lauana Prado Zé Neto e Cristiano Dennis 23/09 - Sexta-feira Henrique e Juliano Menos é Mais Ícaro e Gilmar Alok 24/09 - Sábado Gusttavo Lima Gustavo Mioto Vintage Culture VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas Veja Mais

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'Malvadão' no Rock in Rio: como Xamã leva rap ao topo e chega ao festival com um dos hits do ano

G1 Pop & Arte Rapper que estará no Palco Sunset explicou sua trajetória e seus versos espontâneos com cenas do 'cotidiano brasileiro', de 'bunda com fermento' e 'preço da passagem'. Xamã começou 2022 fazendo seu rap com versos livres furar a bolha do estilo nas paradas, e chega ao fim do ano com a mesma missão no palco do Rock in Rio. Ele canta no Palco Sunset no dia 3 de setembro, sábado, com os rappers indíginas Brô MC's de convidados. VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2022 "Malvadão 3" chegou ao número 1 com citações brasileiríssimas a "bumbum com fermento", "bigodin finin" e "preço da passagem". O rapper contou ao podcast g1 ouviu sua trajetória desde a época em que vendia amendoim até o sucesso recente. Ouça abaixo e leia mais a seguir: Leia os principais tópicos da conversa: Como Xamã cria seus versos? "Todas as músicas que eu construo são como uma história em quadrinhos. Está acontecendo um monte de coisas, parece que aquelas imagens estão em movimento. Eu crio a melodia e tento colocar palavras do cotidiano do brasileiro, que ele usa diariamente. Você encanta a pessoa com uma melodia bacana e coloca um texto, um mini-roteiro de dois minutos, e as pessoas se identificam. Eu crio de duas maneiras. O beat é feito pelo NeoBeats, o DJ Gustah, a galera que produz para mim. Eles criam a melodia e eu escrevo a letra em cima. Mas muitas das vezes eu lapido com o tempo. Eu escrevo muito no 'freestyle': a primeira coisa que vem na mente, a coisa mais espontânea possível. Aí com o tempo você vai dando uma bordadinha ali. E o processo de criação são vários. Às vezes estou no carro olhando na janela e vem uma coisa na minha mente. Não tem um método comum. " Como nasceu 'Malvadão 3'? "Essa eu escrevi num estúdio aqui no Rio com uns amigos. A gente sempre coloca um drink, escuta umas batidas e fica curtindo no estúdio, inventando melodias, fazendo freestyle. E surgiu assim de uma forma muito espontânea com os amigos, bebendo, cantando. A maioria das músicas legais, que eu gosto, foram criadas assim, de uma forma bem irresponsável mesmo. Nada de 'vou fazer uma música', e ficar ali sentado esperando para fazer. Assim comigo não rola. Tem que ser uma coisa muito espontânea com os amigos bebendo, cantando, rindo. Essa música acho que tem esse espírito alegre. Ela foi feita com essa energia." O rapper Xamã Divulgação/Facebook do cantor Quais são as referências? "Eu gosto muito, muito do Black Alien. Foi a pessoa que mais me inspirou, com certeza. E rock internacional, por causa das melodias das guitarras, pego muita referência. E música brasileira. Aquilo que você já ouviu na sua rua, numa mercearia ou num programa de domingo. Aquela que toca na rua, quando você pega um ônibus, no carro. Que fala de amor, da vida que nem sempre é incrível, mas é divertida, de conquistas difíceis. Desde bossa nova a pagode. Mistura tudo na panela de um brasileiro comum." Por que canta tanto sobre preço das passagens? "Eu morava em Sepetiba, Zona Oeste do Rio, depois da última estação de trem, que é Santa Cruz. Quando eu conseguia a condução para chegar no lugar, todo o resto das coisas era mais tranquilo. Desde quando eu trabalhava em loja até depois, quando eu trabalhei com música, sempre foi uma coisa muito difícil para mim a passagem. Porque ela comia toda a grana que eu conseguia fazer. Era o dinheiro de comer, o de viver, e o da passagem, que era 50% disso." Initial plugin text "Eu falei disso no Poesia Acústica 6. Aí virou meio que um bordão, e eu fiz da mesma forma no Poesia Acústica Paris, em que a gente já tava em outro momento da carreira. Como eu trabalhava sempre precisando muito de conduções públicas, eu acho justo continuar falando disso, faz parte da minha história. Quantos outros brasileiros devem viver isso?" Xamã RSoares / DIvulgação Como foi o início da trajetória? "Comecei a trabalhar numa loja de roupas e rolava rap o dia inteiro. Descobri que tinha aptidão para fazer rimas e vender as coisas. Sempre tive problema de abordar a pessoa. 'Compra isso aqui', e a pessoa tomava um susto. Mas quando chegava rimando a pessoa achava incrível e até comprava. Depois comecei fazer as batalhas de rap. E falei: vou ser um músico. Larguei a loja e comecei a trabalhar nos trens e nos ônibus do Rio, fazer uma renda para continuar acreditando no sonho. E ao invés de oferecer o bagulho, 'compra o amendoim, o drop, o Halls', eu fazia o rap do flow do vendedor de amendoim. Era muito mais fácil chegar rimando, a pessoa já abre o coração. Aí comecei a usar isso como slogan nas batalhas de rap. Camila Queiroz e Xamã com Manu Gavassi no MTV Miaw 2022 Cleiby Trevisan/Divulgação Foi um recurso que conseguia para vender o que precisava. Aí quando eu comecei a fazer minhas músicas eu vendia as minhas ideias. Eu uso essa mesma forma de abordagem para poder chegar nas pessoas. Quando você rima, canta, deixa tudo mais colorido. O Estudante (primeiro parceiro de dupla) já era mais conhecidão, aí a gente começou a fazer uns trampos. Ele conhecia a galera do Cone Crew, e a gente gravou no estúdio do Maomé a 'Deus abençoe o rolê', acho que o nosso primeiro som. A gente tinha dificuldade porque, primeiro, não sabia o que estava fazendo. [risos] Não tinha a mínima noção, era mais paixão. E morava na Zona Oeste, que era longe pra caramba. Sempre tinha o problema das passagens e horários, a batalha do trem que demorava quatro horas para chegar." "A gente cantou em muitos microfones ruins no Rio. Fizemos shows sem microfone, shows que foram três pagantes. Foi uma coisa muito de início, para saber se ia fazer isso mesmo ou não. Foram dois anos intensos." Quer levar o rap para o mainstream? "Com certeza. Acho que a gente já está fazendo isso, voando como besouros, batendo aqui e ali, mas conseguindo, voando. É uma tendência mundial. Eu acho que o rap vai ganhar corpo, não só por mim, mas com outros gigantes chegando junto comigo, gente que tem mais tempo e outros mais novos." Veja Mais

Últimos dias

De Tony Ramos a 'Dragon Ball': veja as 10 estreias dos cinemas desta semana

O Tempo - Diversão - Magazine As estreias brasileiras incluem ainda 'Maior que o Mundo', baseado no romance de Reinaldo Moraes, e 'Meu Álbum de Amores', de Gabriel Leone Veja Mais

'Uma pitada de sorte', filme com Fabiana Karla e Mouhamed Harfouch, ganha trailer; assista

G1 Pop & Arte Comédia romântica estreia nos cinemas no dia 15 de setembro. Fabiana Karla vive cozinheira aspirante em 'Uma Pitada de Sorte'; trailer Foi divulgado nesta quarta-feira (17) o trailer de "Uma Pitada de Sorte", comédia romântica cabiana Karla e Mouhamed Harfouch. Foi lançado nesta quarta-feira (18) o trailer do filme "Uma pitada de sorte", com Fabiana Karla e Mouhamed Harfouch. A comédia romântica é dirigida por Pedro Antônio e estreia nos cinemas no dia 15 de setembro. Ela conta história da carismática Pérola, que sonha em abrir seu próprio restaurante, mas parece estar bem longe de realizar seu desejo. Nada parece que vai dar certo para a moça e ela vive tão assoberbada que não percebe nem que seu melhor amigo, Lugão (Harfouch), é completamente apaixonado por ela. Na comédia, Pérola vive com a mãe e um irmão menor adotivo. Seu grande sonho é ser reconhecida como chef e enquanto seu desejo não se torna realidade, a moça trabalha como animadora de festas infantis e sous chef (o segundo no comando de uma cozinha) em um restaurante na Zona Sul do Rio. Tudo começa a mudar na vida de Pérola quando ela é aprovada num teste para ser auxiliar de um renomado chef em um programa de televisão. Veja Mais

Pouso Alegre recebe primeira edição da UniFarra Universitária

O Tempo - Diversão - Magazine Evento acontece nesta sexta-feira, a partir das 21h, no SerraSul Shopping, e também terá atrações locais Veja Mais

Tove Lo faz versão de vídeo de cantora curitibana que viralizou com remix de bossa nova e gritos de vendedor na praia

G1 Pop & Arte Cantora sueca incluiu sua voz em vídeo criado pela brasileira Tafnes Taborda. 'Hit internacional, família. Exquece'. Tove Lo faz versão de vídeo de cantora curitibana que viralizou com remix de bossa nova e gritos de vendedor na praia Reprodução/Instagram Tove Lo já falou ao g1 sobre sua relação com o funk brasileiro. E agora, a cantora sueca também mostrou que entende de bossa nova ao fazer uma versão de um vídeo viral criado pela cantora curitibana Tafnes Taborda. No vídeo original, Tafnes faz uma remix de bossa nova com os gritos de um vendedor de refrigerante na praia. Publicado originalmente em 30 de julho no TikTok, o vídeo já conta com mais de 785 mil curtidas na plataforma. Tafnes repostou a produção em seu Instagram e apresentou como "Tempero brasileiro". Na nova versão, postada por Tove Lo nesta terça-feira (12), a cantora sueca incluiu sua voz no remix, além de uma bateria. O vídeo conta com mais de 216 mil curtidas. Tafnes celebrou no Instagram: "hit internacional, família. Exquece". Initial plugin text Veja Mais

Cirque du Soleil retorna ao Brasil com 'Bazzar'

O Tempo - Diversão - Magazine Após um hiato de quase três anos, causado pela pandemia do novo coronavírus, a trupe multinacional volta a se apresentar em solo brasileiro Veja Mais

De 'Mona Lisa' a Banksy, relembre roubos famosos de arte além do golpe da falsa vidente no Rio

G1 Pop & Arte Quadro de Tarsila de Amaral, estimado em R$ 250 milhões, foi recuperado após roubo planejado pela filha da vítima, diz a polícia, e roubo já entrou para a lista de maiores do país. Semana POP - Roubos de Arte Quatro pessoas foram presas no último dia 10 por suspeita de dar um golpe que causou cerca de R$ 725 milhões de prejuízo a uma idosa no Rio de Janeiro. O valor inclusive foi atingido com o roubo de alguns quadros. Um deles era o "Sol Poente" de Tarsila de Amaral, que é estimado em R$ 250 milhões e que foi recuperado debaixo da cama de um dos suspeitos presos. Só essa pintura já colocaria o episódio todo entre alguns dos maiores roubos de arte do Brasil. Relembre abaixo alguns dos casos mais famosos do mundo e do país: 'Mona Lisa' Jornalistas de máscara em frente à 'Mona Lisa', enquanto o museu do Louvre se prepara para reabrir as portas Charles Platiau/Reuters Não é fácil ser o quadro mais famoso do mundo. A "Mona Lisa", de Leonardo Da Vinci, já foi atacada com uma torta, uma xícara, tinta vermelha, ácido e até com uma pedra. Mas em 1911 a pintura desapareceu do museu do Louvre, na França. Detetives procuraram pela obra por mais de dois anos e chegaram até a investigar Pablo Picasso como um dos suspeitos. A "Mona Lisa" só foi encontrada em dezembro de 1913, quando o ladrão, o italiano Vincenzo Peruggia, entrou em contato com um negociante de arte de Florença e falou que tinha o retrato. Peruggia tinha trabalhado no Louvre e ainda guardava o uniforme. Ele simplesmente foi até a pintura, a tirou da moldura e a levou por debaixo da roupa. Ele serviu seis meses de prisão, mas foi considerado um grande patriota na Itália, terra de Da Vinci. Os gritos 'O grito', de Edvard Munch Divulgação/Museu Munch "O grito", de Edvard Munch também é um dos quadros mais conhecidos do planeta. Tanto que não bastou apenas um roubo, mas dois. Duas versões da pintura, que pertencem à Noruega, foram roubadas - e recuperadas - ao longo da história. Em 1994, ladrões simplesmente levaram uma escada até a janela da Galeria Nacional de Oslo, subiram e levaram a obra. Os responsáveis chegaram até a deixar um bilhete. "Obrigado pela péssima segurança". O quadro foi encontrado pelos investigadores três meses depois. Dez anos depois foi a vez de sua gêmea. Dois homens mascarados e armados entraram no Museu de Munch, também em Oslo, renderam seguranças e turistas e roubaram "O grito" e "A madonna", do mesmo pintor. A polícia levou dois anos até chegar às obras, ambas danificadas por água, e prender os ladrões. Os falsos policiais 'Jesus na tormenta do Mar da Galiléia', de Rembrandt Divulgação/Museu Isabella Stewart Gardner Em 1990, dois ladrões disfarçados como policiais entraram no museu Isabella Stewart Gardner, nos Estados Unidos, e falaram pros funcionários que estavam investigando um distúrbio. Eles fugiram com 13 obras de arte, incluindo pinturas de Rembrandt, Vermeer e Manet. O FBI ainda procura pistas que levem aos autores e às obras. Tanto que o museu oferece uma recompensa de US$ 10 milhões a quem fornecer qualquer informação que leve à recuperação delas. Museu da Chácara do Céu Dez anos depois, inquérito sobre roubo de obras de arte de museu no Rio segue aberto Por um bom tempo, o roubo do museu Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, foi considerado por alguns como o maior da história da arte no Brasil. Em 2006, quatro homens invadiram o local, renderam os seguranças, e levaram quatro quadros de mestres, como Picasso, Monet, Matisse e Salvador Dalí. Juntas, as obras tinham valor estimado em US$ 50 milhões – o que dá cerca de R$ 255 milhões. Elas também não foram recuperadas. Banksy Mural de Banksy recuperado pela polícia após ser roubado do Bataclan Ufficio Stampa Carabinieri/Divulgação via REUTERS Um dos casos recentes mais conhecidos foi o do roubo de uma pintura feita pelo misterioso artista britânico Banksy. A obra, que retratava uma menina triste com um véu, tinha sido feita na famosa casa noturna Bataclan, em Paris, em homenagem às 90 vítimas do ataque terrorista realizado no local em 2015. A pintura foi roubada no começo de 2019, mas foi encontrada pela polícia em junho de 2020 em uma fazenda na Itália. Em junho de 2022, oito pessoas foram condenadas por sua participação no crime. Veja Mais

Livro revela bastidores e desafios da imprensa na cobertura da pandemia

O Tempo - Diversão - Magazine 'Nós Também Estivemos na Linha de Frente', do jornalista mineiro Marcelo Freitas, será lançado nesta quarta-feira (17), em Belo Horizonte Veja Mais

Academia pede desculpas a atriz indígena ridicularizada no Oscar de 1973

O Tempo - Diversão - Magazine Há quase 50 anos, Sacheen Littlefeather subiu ao palco do Oscar em nome de Marlon Brando para falar sobre a representação dos nativos americanos nos filmes de Hollywood Veja Mais

Escritora Julia Braga lança romance de suspense 'Para Sempre Seu' em SP

O Tempo - Diversão - Magazine A obra, que é voltada ao público jovem adulto, é a quarta obra da autora brasiliense publicada em versão física Veja Mais

Minas Gerais uniu o Sepultura à cachaça: baixista explica por que a banda investe na bebida

G1 Pop & Arte Paulo Jr participou do podcast do g1 que conta como surgiu a caipirinha e traz curiosidades sobre a chegada da cana-de-açúcar ao Brasil. Paulo Jr, baixista do Sepultura: "Uma cachaça de boa qualidade é sempre bem-vinda", conta. Marina Melchers Pinga, mé, saideira, marvada... a lista é longa para se referir à cachaça, bebida brasileira feita a partir da cana-de-açúcar e que é ingrediente principal da caipirinha, outro ícone nacional. A banda Sepultura investe em uma marca de cachaça desde 2017. Até agora a banda já teve parceria com duas destilarias. Em entrevista ao podcast “De onde vem o que eu como”, o baixista Paulo Jr lembrou que sempre que volta para Belo Horizonte aproveita para tomar uma cachacinha. E explicou que a origem mineira fez com que a banda apostasse no negócio. Ouça abaixo. “Gosto, sim , de tomar uma boa cachaça, saborear com moderação e comer um torresminho, né? Faz parte da nossa cultura de boteco!”, contou. Banda Sepultura investe em marca de cachaça desde 2017. Marcos Hermes É Minas, uai Minas Gerais é o maior produtor de cachaça do país: quase 70% dos estabelecimentos que fabricam a bebida estão no estado, segundo o Anuário da Cachaça de 2021. A cachaça do Sepultura, que leva o nome da banda, é produzida em Sacramento, na região do Triângulo Mineiro. Mas a Capital Nacional da Cachaça é o município de Salinas, no norte do estado. O produtor Aldeir Xavier conta que, por lá, a bebida é herança de família. “Aqui em Salinas é comum encontrar produtores de cachaça que vêm de famílias com tradição na bebida há muito tempo”, reforça Xavier. 'Cock-tail' em tradução literal do inglês: rabo de galo, drinque brasileiro com cachaça. Albert Coelho/Arquivo Pessoal Gracyanne Barbosa consome 40 ovos por dia; ela dá receita de pudim de clara no novo podcast do g1 De onde vem o que eu como: g1 vai à 'capital do morango' e explica por que ele não é fruta Sabia que as hortaliças tomam 'banho' com sabão? De onde vem? A cana-de-açúcar chegou ao Brasil no século 16. Mas a origem dessa planta é a Ásia, como explica o pesquisador Mauro Xavier, do Instituto Agronômico: “O centro de origem da cana são as ilhas de Java, da Indonésia e da Nova Guiné. Depois ela foi para a Índia, de lá para o Egito e depois para a Europa. Com as navegações, a cana chegou ao Brasil”. Cana é matéria-prima que gera energia elétrica para 12 milhões de residências do país Resíduos da cana-de-açúcar geram o biogás, que vira energia elétrica e combustível substituto do diesel O segundo episódio do podcast “De onde vem o que eu como” traz muitas outras curiosidades sobre a cachaça, a cana-de-açúcar e a caipirinha. Você sabe por que a caipirinha foi inventada? Conhece todos os apelidos da cachaça? Sabe diferenciar cachaça e aguardente? Então, bora ouvir o podcast! 2º episódio do podcast "De onde vem o que eu como" vai trazer curiosidades sobre a caipirinha e a cachaça Foto: Comunicação/Globo Veja Mais

Amber Heard contrata novos advogados para apelar de decisão contra Johnny Depp

O Tempo - Diversão - Magazine Em junho, um júri de sete pessoas decidiu que a atriz difamou o ex-marido intencionalmente e maliciosamente Veja Mais

Johnny Depp vai dirigir filme produzido por Al Pacino sobre o pintor Modigliani

O Tempo - Diversão - Magazine Esta será a primeira obra cinematográfica dirigida por Depp desde 'O Bravo', lançado em 1997 Veja Mais

Silvio Santos posa de pijama ao lado das seis filhas

O Tempo - Diversão - Magazine O apresentador apareceu em um registro raro com suas seis herdeiras, Cintia, Silvia, Daniela, Patricia, Rebeca e Renata Abravanel Veja Mais

10 anos do 'Ecce Homo' de dona Cecilia Giménez: de desastre a meme que mudou uma cidade

G1 Pop & Arte Obra mudou a vida e a rotina dos 5 mil habitantes da cidade de Borja. Que meme é esse? 10 anos da 'deforma' do Ecce Homo "Um acontecimento inqualificável." Assim começava um post, datado de 7 de agosto de 2012, do blog dedicado à cultura da pequena cidade espanhola de Borja, de apenas 5 mil habitantes. A postagem explicava que um inventário de arte religiosa da região constatou a má conservação do afresco Ecce Homo, feito pelo pintor Elias García Martínez nas paredes do Santuário da Misericórdia em Borja. "Mas, para a nossa estupefação, podemos comprovar que, no breve espaço transcorrido desde então, se produziu uma 'intervenção' cujo resultado é o que se oferece nesta imagem." O 'Ecce Homo' pelas mãos de Elias García Martínez e modificado por Cecilia Giménez no Santuário da Misericórdia em Borja, Espanha GETTY IMAGES/via BBC "Desconhecemos as circunstâncias em que [a intervenção] se produziu." Não tardou para que elas fossem reveladas. Uma paroquiana do santuário de Borja chamada Cecilia Giménez, de 81 anos à época, foi identificada como a autora da intervenção desastrada. Munida de "boa fé", tentou resolver os problemas de conservação da pintura mesmo sem dominar técnicas necessárias. O resto é história: um tsunami de chacotas varreu as redes sociais, alimentou o noticiário, os programas de humor e as rodas de conversa pelo mundo nas semanas seguintes e reverberou com tamanha força que transformaria o trabalho de Dona Cecilia em um dos maiores memes já criados pela internet. Diante do repentino interesse de um novo público pela arte sacra local, o padre do santuário chegou a solicitar ao prefeito para cobrir o quadro e assim evitar piadas. O pedido foi negado. Já a idosa, sob ameaça de processo judicial em razão do que foi classificado de "ato de vandalismo", caiu em depressão. Chorou por vários dias. Logo, porém, ela recuperou seu ânimo. Percebeu que sua obra estava "dando a volta": pouco a pouco, a ridicularização cedia lugar à apreciação, muita vezes irônica, em um fenômeno típico da cultura da web. Em pouco tempo a imagem se transformou em uma série de produtos de merchandising, como chaveiros, camisetas e imãs de geladeira, e até em uma ópera composta pelo norte-americano Andrew Flack em 2015. Dez anos depois, Borja celebra sem nenhum constrangimento o Ecce Homo transformado pelas mãos da senhora espanhola, que hoje vive em uma casa de repouso, com a saúde debilitada aos seus 91 anos. "Sua situação piorou bastante, mas ela ainda é consciente do fenômeno e vive aqui em Borja em uma residência mantida pelo governo de Aragão. Está junto com seu filho, que tem também um problema de saúde severo", disse o atual prefeito do município espanhol, Eduardo Arilla Pablo, à BBC News Brasil.José Antonio tem uma lesão cerebral e vive em uma cadeira de rodas. O outro filho de dona Cecilia, Jesusín, morreu aos 20 anos por causa de uma doença muscular rara.Ela disse em uma entrevista recente à TV pública de Aragão que, se pudesse, "voltaria a tentar reparar o Ecce Homo". A um jornal do País Basco, outra região espanhola, afirmou que sempre gostou de pintar e tem boas recordações da restauração porque a "fez com carinho". O prefeito de Borja conta que no próximo dia 10 de setembro haverá "uma cerimônia de reconhecimento a Cecilia Giménez e a Elias García Martínez" que será transmitida ao vivo pelo YouTube. É um reconhecimento também ao grande impacto causado nessa pequena cidade localizada a 60 km de Saragoça e parte da região autônoma espanhola de Aragão. "Turisticamente somos um produto mundial. Recebemos visitantes de 110 países do mundo", afirma Arilla. Turistas no Santuário da Misericórdia em Borja para ver o Ecce Homo modificado de perto GETTY IMAGES/via BBC No primeiro ano após o surgimento do caso houve uma explosão no número de turistas, com 40 mil visitantes em Borja. "Agora se estabilizou. Mas trabalhamos para que essa cadeia nunca se rompa na hotelaria da cidade", diz Arilla. Agora, o fluxo fica entre 10 mil e 11 mil visitantes anualmente que testemunham ao vivo o que se celebrizou online. Mas o que o prefeito pensa do que fez Dona Cecilia? "Como instituição não podemos permitir que essas coisas aconteçam. Temos um grande patrimônio monumental e artístico e estamos empenhados em restaurá-lo. O que aconteceu foi um erro. Mas também é verdade que, uma vez que isso aconteceu, esse é o fenômeno pop, o ícone pop", afirma. "Com todo o meu respeito à pintura original de Elias García, a obra mais importante agora se define ao modo de Cecilia Giménez." Dona Cecilia Giménez à época da realização do restauro BBC O original: "escasso valor artístico" O afresco feito por García Martínez (1858-1934) é uma reprodução de outros Ecce Homo ("Eis o Homem", em latim) do passado. É um tema comum na arte europeia entre os séculos 15 e 17, cujo título alude à frase de Pôncio Pilatos quando apresenta Jesus Cristo torturado à multidão. García Martínez foi professor da Escola de Belas Artes de Saragoça e também o patriarca de uma família de artistas do qual se destacou seu filho Honorio García Condoy, um escultor vanguardista. A pintura original de 1930 foi restaurada em 2012 com trágicas e risíveis consequências CENTRO DE ESTUDIOS BORJANOS/via BBC A família costumava passar os verões na região de Borja, e foi isso que levou Garcia Martínez a produzir o afresco dentro do santuário no ano de 1930. O prestigiado diário espanhol El País classificou a pintura original como de "escasso valor artístico". A obra não chegou a ser catalogada pelos órgãos culturais de Aragão. Afinal, Dona Cecilia fez arte? "Cecilia Giménez criou algo totalmente diferente, com muito mais impacto do que a pintura original, que não seria esquecida porque nem sequer foi lembrada antes", diz Nathalia Lavigne, curadora e pesquisadora em cultura digital. "Mas tudo aí é contexto, meme é contexto. A imagem penetrou na cultura visual contemporânea porque tinha todas as características de um meme: uma coisa de casualidade, de amadorismo e meio anárquica. Jamais foi a intenção dela o que aconteceu." O caso do Ecce Homo refeito, segundo Lavigne, se relaciona a uma questão contemporânea: agora pergunta-se menos o que é a arte e mais onde é arte. "Naquele contexto em que ela fez a restauração certamente não era arte. Mas pode ser visto dessa forma pensando numa ideia de longevidade da circulação da imagem, que vai determinar a importância sobre a vida do objeto." Durante a "reabilitação" de dona Cecilia, surgiram visões inesperadas. O cineasta espanhol Álex de la Iglesia, diretor de filmes como O Bar e O Dia da Besta, declarou no Twitter que a imagem é um "ícone de nossa maneira de ver o mundo. Significa muito". O crítico de arte americano Ben Davis chegou a colocar a restauração entre as 100 peças que definiram a década de 2010 ("uma amada obra-prima de surrealismo não-intencional"). Para Rob Horning, editor na revista eletrônica sobre tecnologia e cultura de internet Real Life, o meme na verdade "deu chance para satirizar simultaneamente a piedade da religião e a pseudo-religião da arte". O resultado desastroso também "liberou nos espectadores uma sensação de superioridade", algo como olha o que essa senhora teve coragem de fazer. Equipe que vai restaurar 'Ecce Homo' quer salvar 'obra' de idosa espanhola Cesar Manso/AFP Horning observa que o sucesso das visitas turísticas a Borja também mostra uma curiosa relação mundo offline x mundo online: é como se a parede em que está o Ecce Homo de dona Cecilia dissesse para o espectador: "Eis a internet". "A sensação deve ser bastante poderosa", diz Horning. Há no meme de dona Cecilia em 2012 alguns caminhos que tornariam característicos na internet com o passar dos anos. O caso sugeriu, por exemplo, que as consequências para alguém que viraliza, mesmo em um contexto de ridicularização, podem não ser tão graves - e uma grande repercussão consegue ser até "monetizada". Foi garantido a dona Cecilia 49% dos direitos de imagem de seu Ecce Homo, que ela aplica em um fundo para amparar pacientes que enfrentam a mesma doença que seu filho. Mas a principal lição do meme, diz o jornalista, é que a internet "se aproveita dos fenômenos e os inverte". O jogo, ao final, virou. Até dona Cecilia parece mais convencida sobre sua obra. Em 2016, durante a cerimônia de inauguração de um "centro de interpretação" de seu trabalho em Borja, declarou: "Às vezes, de tanto vê-lo, penso 'meu filho, você já não é tão feio como me parecia no começo". Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62500921 Veja Mais

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O Tempo - Diversão - Magazine O filme O Sétimo Filho é a atração de logo mais, às 15h30, da faixa vespertina Veja Mais

Pedro Gomes lança primeiro disco autoral, 'Magma', nesta segunda

O Tempo - Diversão - Magazine Ele se apresenta com banda em show que tem como palco um dos mais novos espaços da cidade, o Clube de Jazz do Café com Letras Veja Mais

'A gente não vê sertanejo preto', lamenta Jeniffer Dias, de ‘Rensga Hits!’

G1 Pop & Arte Atriz está no ar como a cantora Thamyres na nova série do Globoplay que se passa em Goiânia e conta o dia-a-dia de artistas do feminejo. Jeniffer Dias interpreta Thamyres na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo A atriz e produtora fluminense Jeniffer Dias, que está no ar como a cantora Thamyres, em "Rensga hits!", lamentou a falta de representatividade de pessoas negras na música sertaneja. "A gente não está acostumada a ver sertanejo preto. Então eu não tinha muito isso de escutar sertanejo porque não me representava muito", lamentou a artista após ser questionada por Serginho Groisman na última edição do "Altas Horas" sobre se acompanhava produções do gênero musical . Músicas dos personagens de 'Rensga Hits!' viram álbum real; saiba como foi criação 'Rensga Hits!' tem festa com elenco e famosos para celebrar estreia; veja fotos "Rensga hits!" é a nova série do Globoplay que se passa em Goiânia e conta o dia-a-dia de artistas do sertanejo em busca da fama. A série, que tem oito episódios, retrata o feminejo e estreou no Globoplay no último dia 4 de agosto. Dias, que participava ao vivo do mesão do "Criança Esperança" durante o programa, elogiou a iniciativa da produção de colocar artistas negros para interpretar cantores de sertanejo. "É incrível a série falar sobre isso, botar uma personagem preta lá. Uma dupla sertaneja preta. É incrível. É algo que pode subverter tudo isso e de repente abrir um portal de oportunidades para mais cantores pretos", completou. Na série Original Globoplay Dias faz uma dupla musical com o ator, dramaturgo e diretor, Sidney Santiago Kuanza, que interpreta seu irmão Theo. "É um prazer fazer parte desse elenco, dessa série maravilhosa, fazendo a Thamyres, uma cantora sertaneja que tem uma dupla com o Theo, que dá muito trabalho para a Thamyres. Foi muito gostoso a preparação, morar três meses em Goiânia e cantar", contou a artista. Veja Mais

g1 ouviu #207 - 'Rensga Hits!': entenda como trilha da série sobre feminejo foi criada

G1 Pop & Arte Podcast mostra caminho da produção até chegar às músicas cantadas pelos atores da série de ficção do Globoplay. Atriz Alice Wegmann e a compositora Bibi comentam faixas originais. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

Salman Rushdie: o que se sabe sobre o homem acusado pelo ataque contra o escritor em Nova York

G1 Pop & Arte Um homem de 24 anos, identificado pelas autoridades como Hadi Matar, foi acusado por tentativa de homicídio e agressão Salman Rushdie foi atacado durante palestra no oeste do estado de Nova York GETTY IMAGES/BBC O suspeito de esfaquear o escritor britânico Salman Rushdie em um evento em Nova York na sexta-feira (12/08) foi formalmente acusado por tentativa de homicídio e agressão neste sábado (13). Hadi Matar, de 24 anos, foi detido sem a possibilidade de fiança, segundo o gabinete do Procurador Distrital de Chautauqua, no Estado de Nova York. Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York Salman Rushdie: representante do Hezbollah afirma que grupo 'não sabe nada' sobre ataque a escritor O homem mora na cidade de Fairview, em Nova Jersey, de acordo com o porta-voz da polícia de Nova York, Eugene J. Staniszewski. Ele tinha um ingresso para assistir à palestra que Rushdie, de 75 anos, estava ministrando no Instituto Chautauqua, no oeste do estado de Nova York. Segundo Staniszewski, quando o escritor e apresentador do evento estavam no palco, o suspeito esfaqueou Rushdie pelo menos uma vez no pescoço e uma no abdômen. Ele também feriu levemente o moderador, Henry Reese. Após horas de cirurgia, Rushdie permanece conectado a um aparelho respirador. "As notícias não são boas. Salman provavelmente perderá um olho, os nervos de seu braço foram cortados e seu fígado foi esfaqueado e danificado", disse Andrew Wylie, seu agente literário, sobre seu estado de saúde. Salman Rushdie foi atendido por um médico que estava na plateia logo após o ataque BBC O suspeito Uma análise dos perfis de Matar nas redes sociais sugere que ele é simpático às causas do Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica, segundo a rede de televisão americana NBC News. O Exército dos Guardiães é uma importante força militar e política no Irã - no entanto, nenhum vínculo foi estabelecido definitivamente com o suspeito. Matar nasceu nos Estados Unidos de pais que emigraram do Líbano, segundo afirmou um oficial libanês à agência de notícias Associated Press. O ataque e a segurança do evento De acordo com o porta-voz da polícia, a equipe de organização do evento e pessoas que estavam na plateia pularam sobre o suspeito no momento do ataque e o derrubaram. Ele foi preso no local. Rushdie foi inicialmente tratado por um médico que estava na plateia, assim como Reese, que sofreu lesões faciais, mas já foi liberado. Staniszewski afirmou que a polícia "não tem indicação do motivo" do ataque. Em referência ao atentado contra o escritor britânico, a governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, assegurou que "um policial estadual se levantou e salvou sua vida, protegendo ele e o moderador". Uma testemunha na plateia disse ao jornal The New York Times que viu um homem alto e magro pular no palco e acertar Rushdie três ou quatro vezes no rosto, e então viu o sangue: "Ele estava coberto de sangue, havia sangue derramado por todo o chão. O sangue cobria seus olhos e suas bochechas." Um escritor identificado como Carl LeVan, que também estava participando do evento, escreveu em sua conta no Twitter que Rushdie "foi esfaqueado várias vezes antes que o atacante fosse contido pela segurança". Vários participantes indicaram que não havia revista de malas, detectores de metal ou outras medidas de segurança na entrada do evento. Ameaça de morte e asilo Rushdie, que vive nos Estados Unidos desde 2000, foi escalado para participar da conferência organizada pela organização City of Asylum (Cidade do Asilo) para falar justamente sobre "sua experiência como artista exilado nos Estados Unidos", ao lado de Henry Reese, presidente da organização. A palestra de Rushdie intitulava-se "More Than Shelter" (Mais do que Abrigo) e discutia o caráter dos Estados Unidos "como uma terra de asilo e lar para a liberdade criativa de expressão". Em 1989, Rushdie foi ameaçado de morte pelo Irã por uma da suas principais obras, o livro Versos Satânicos (Companhia das Letras), publicado em 1988. O então líder raniano, aiatolá Khomeini, condenou o livro e ofereceu uma recompensa de milhões de dólares pela morte de Rushdie — que sofreu uma tentativa de homicídio no mesmo ano. A obra do escritor foi especialmente polêmica por ter um personagem inspirado no profeta Maomé retratado de forma considerada ofensiva por líderes da comunidade muçulmana. Rushdie foi forçado a viver escondido por vários anos. A ameaça de morte causou a ruptura das relações entre o Reino Unido e o Irã por mais de uma década. Até agora, o governo iraniano permanece em silêncio sobre o ataque. No entanto, a agência de notícias oficial do país, a IRNA, publicou em seu serviço inglês informações sobre o ataque. - Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62536536 Veja Mais

Vídeo: Público celebra volta de grandes festivais no Parque Municipal de BH

O Tempo - Diversão - Magazine Festival Novos Encontros é realizado neste sábado e domingo a partir das 10h Veja Mais

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Jojo Todynho lança álbum de pagode e exalta raízes em Bangu

O Tempo - Diversão - Magazine Com o nome Jojo Maronttinni, cantora homenageia o bairro em que nasceu e afirma que o samba e pagode estão enraizados em sua história Veja Mais

Aluna do Programa Superar lança livro 'As Aparências Enganam'

O Tempo - Diversão - Magazine A experiência de Lupércia Borges com o quadro de paralisia cerebral norteia a obra, que será lançada nesta quinta, na sede da PBH Veja Mais

Alexandra Marzo fala de homenagem ao pai Claudio Marzo em 'Pantanal'

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Pantanal: Saiba o que vai acontecer com a onça Maria Marruá

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Primeira edição: Festival de Cinema de Ribeirão das Neves mira novos públicos

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Filho 'brasileiro' de viúva de Elvis diz adorar churrasco e pão de queijo

O Tempo - Diversão - Magazine O músico Navarone Garcia é filho de Priscilla Presley e do diretor e roteirista brasileiro Marco Garibaldi, e vai estar no 'The Noite' (SBT) desta terça (16) Veja Mais

Paulo Vieira participa do 'Mais Você' e diz: 'Eu quero ser relevante. Quero fazer a diferença'

G1 Pop & Arte Humorista conversou com Ana Maria Braga, relembrou fases da carreira e respondeu a pergunta sobre 'o que quer ser quando crescer'. Paulo Vieira no "Criança Esperança" Reprodução/Instagram Depois de comandar o "Criança Esperança", na noite desta segunda-feira (15), Paulo Vieira dormiu poucas horas e embarcou direto do Rio de Janeiro para São Paulo na manhã desta terça-feira (16) para participar do "Mais Você". Logo na chegada do programa, o humorista entregou o nervosismo com sua participação. "Acho que foi a coisa que fiquei mais nervoso na televisão", afirmou Paulo, antes de brincar sobre a rapidez que fez a ponte aérea no intervalo da participação dos dois programas. "Eu, na verdade, não tenho casa mais. Tenho um colchão na Globo, durmo no seu estúdio antigo no Rio. Tenho colchão e um litro de água. É assim que eu vivo." Ao longo do programa, Ana Maria mostrou diversas fases da carreira de Paulo Vieira na televisão, incluindo os quadros "Big Terapia", do "BBB", e o "Avisa lá que eu vou", do "Fantástico". A vitória de Paulo em concursos de humor no "Prêmio Multishow", em 2013, e no "Domingão do Faustão", em 2015, também foram lembradas. O humorista de 29 anos explicou que começou a fazer teatro aos 9 anos de idade. "Eu fazia árvore, pedra, galho, eu fazia de tudo", explicou ele, que fez seu primeiro trabalho profissional aos 12 anos. "Foi quando comecei a cobrar ingressos em Tocantins com a peça 'Como Educar os Pais'. Foi minha estreia." Entre as imagens mostradas de Paulo na atração, Ana Maria falou sobre a vitória do humorista no quadro "Batalha do Lip Sync", no qual ele se transformou em Elsa. A apresentadora ainda questionou Paulo sobre a motivação para a conquista do quadro. "Eu tô chegando agora na televisão, então tem uma coisa que tento sempre, sempre que me dão uma responsabilidade, tento fazer como se minha vida dependesse daquilo. Vou com gana, energia. Quero ser conhecido na casa como alguém que cumpre as demandas. Na casa e na vida", explicou ele. Ana ainda pegou Paulo de surpresa ao questionar o que ele "quer ser quando crescer" logo no retorno do intervalo, enquanto ele ainda degustava o café da manhã do programa. "Eu quero ser alguém que não bota coisa na boca quando alguém vem falar comigo", brincou o humorista, antes de ele responder o questionamento com seriedade. "Eu quero ser relevante. Quero fazer a diferença, quero ser relevante pras pessoas, minha comunidade, minha família, pro Brasil." "Quero construir coisas, dizer coisas. Quero poder ser importante, inspirar pessoas, quero dizer coisas além do que meu trabalho implica." Paulo Vieira se transforma em Elsa e vence primeiro duelo da "Batalha do Lip Sync" Reprodução/Instagram Veja Mais

Artista brasileiro mostra com seria rosto de Madonna sem plásticas e cantora aprova trabalho: 'Ótimo'

G1 Pop & Arte Trabalho ganhou aprovação e elogio da própria Madonna. Ao ver a postagem, a cantora disse que estava ótimo e ainda fez um pedido para o artista, que ele recriasse o rosto da mãe dela se estivesse viva hoje. Hidreley, de Botucatu (SP), usou recursos de inteligência artificial para recriar o rosto da cantora sem plásticas Hidreley Leli Dião /Arquivo pessoal O artista de Botucatu (SP) que viralizou na web ao “dar vida” a desenhos animados usou mais uma vez recursos de inteligência artificial para mostrar como seria o rosto de Madonna sem intervenções e cirurgias plásticas. A arte dele foi para homenagear a rainha do pop, que comemora 64 anos nesta terça-feira (16). O artista Hidreley Leli Dião aproveitou a ocasião para recriar o rosto da cantora. Ele conta que fez questão de preservar o sorriso marcante da cantora. “Ela mudou todo o rosto com as cirurgias, só ficou os olhos e o nariz. Fez de tudo, até deixou o rosto triangular”, explica Hidreley. O trabalho ganhou aprovação e elogio da própria Madonna. Ao ver a postagem, a cantora disse que estava ótimo e ainda fez um pedido para o artista, que ele recriasse o rosto da mãe dela se estivesse viva hoje. “Ei, você pode dar vida a esta fotografia? Se sim, te mando por e-mail”, disse a cantora na mensagem. Hidreley compartilhou a conversa em seu perfil no Instagram. “Quem faz aniversário é ela, mas quem ganha o presente sou eu”, comemora. Ao g1, o artista disse que está aguardando o envio da foto com melhor qualidade por e-mail para atender o pedido da rainha do pop. Cantora elogiou fez um pedido para o artista em seu perfil no Instagram Hidreley Leli Dião /Arquivo pessoal Vida aos desenhos Além da recriação de famosos sem plásticas e também de como estariam aqueles que partiram cedo, como Ayrton Senna e Leandro, da dupla com Leonardo, Hidreley "dá vida" a personagens famosos de desenhos animados. Artista de Botucatu comemora 62 anos do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, com publicação no Instagram Reprodução/Instagram Nestes casos, sobre o processo de criação, Hidreley comenta que tem "olhar artístico" para cada obra que se propõe a transformar. Para começar, ele procura rostos em banco de imagens que tenham traços semelhantes aos personagens que quer recriar. Em seguida, após a escolha da imagem base, o personagem que ganhará vida é sobreposto no Photoshop. A partir disso, o artista monta o rosto real em, no máximo, 50 minutos. Artista de Botucatu usa inteligência artificial para 'dar vida' a personagens "Estica daqui, estica dali, procuro fontes de cabelo, e por aí vai. Muitas vezes achar uma foto no banco de imagens demora muito mais do que o próprio processo digital. Levo em torno de uma hora para encontrar um rosto e uns 50 minutos no máximo para recriar. No total, são umas duas horas para concluir", finaliza. Como exemplo, Hidreley mostra o processo para criar o rosto real do Bruno, personagem do filme "Encanto" da Disney e que foi um dos projetos mais pedidos pelos seguidores. O rosto base, do banco de imagens de domínio público iStock, é um homem com tom de pele claro e olhos claros. Artista de Botucatu viraliza e se torna destaque internacional ao dar vida a personagens animados Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal Para o artista, basta "sentir que irá funcionar" e que o personagem irá se adequar ali como ponto de partida para iniciar a criação. O morador de Botucatu também é colaborador de uma revista digital há quase cinco anos. Por isso, a rotina dele é voltada para descobrir novas narrativas, mantendo hoje pouco mais de 50 mil seguidores nas redes sociais. Artista de Botucatu (SP) viraliza e se torna destaque internacional ao 'dar vida' a personagens animados Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal "Fiz dois personagens, o Moe de 'Os Simpsons', e o Aladdin, e postei no meu Instagram. Até então, eu tinha oito mil seguidores, mas o pessoal gostou muito, foi comentando sugestões e eu acolhia e criava o que me pediam. Quando me dei conta, tinha umas 20 novas imagens e novos seguidores. Em duas semanas, muita plataforma grande me procurou para entrevistas e eu estava com mais de 50 mil seguidores", comemora. O que o artista mais lê nos comentários de postagens são afirmações como "isso é gente de verdade" ou "isso é fotografia". Mas ele insiste em dizer que as produções são frutos de inteligência artificial, estudo e dedicação. Artista de Botucatu (SP) viraliza e se torna destaque internacional ao 'dar vida' a personagens animados Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal *Sob a supervisão de Mariana Bonora VÍDEOS: assista às reportagens da região Usando uma foto em preto e branco de Madonna como referência, o trabalho desenvolvido pelo artista destacou algumas partes do rosto da cantora como se tivessem envelhecido naturalmente, como as marcas nos cantos do olho, na testa e o volume no queixo.Hidreley fez questão de preservar o sorriso marcante da cantora. Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília Veja Mais

Livro ressalta a essência cultural e histórica da barroca Congonhas

O Tempo - Diversão - Magazine Idealizado pelo designer Denilson Cardoso, 'Olhares, Imagens & Devoção – O Patrimônio de Congonhas' apresenta a cidade sob a ótica de renomados fotógrafos Veja Mais

Tony Ramos vive palmeirense fanático no filme '45 do Segundo Tempo'

O Tempo - Diversão - Magazine Longa estreia nesta quinta-feira (18) nos cinemas e conta com Cássio Gabus Mendes e Ary França no elenco Veja Mais

Monark volta atrás em declaração sobre pornografia infantil: 'Castração química'

O Tempo - Diversão - Magazine Na semana passada, podcaster afirmou que não sabia se quem consumia esse tipo de conteúdo deveria ser preso Veja Mais

'Ser brasileiro é trabalhoso', afirma Antonio Fagundes

O Tempo - Diversão - Magazine Ator pode ser visto em breve na pele de Dom João VI na minissérie Independências, que terá 16 episódios e vai ser exibida pela TV Cultura Veja Mais

Gabi Martins lança faixa sobre fase solteira: 'Costumo viver o que minhas músicas estão falando'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, cantora fala sobre single 'Vou te dar trabalho' e diz que suas canções são reflexo da vida particular: 'Um artista expressa o que está no coração dele, e comigo não seria diferente'. Gabi Martins fala sobre como fases na vida pessoal refletem em sua carreira musical Em janeiro de 2022, Gabi Martins confirmou o término de seu namoro com o cantor e compositor Tierry. Os dois estavam juntos desde 2020, entre idas e vindas. Desde então, Gabi não assumiu um novo relacionamento. Mas a fase solteira rendeu projetos profissionais. Em março, a cantora lançou "Recaidinha", parceria com Marcynho Sensação. Na faixa, Gabi canta que só quer uma recaidinha com o ex, mas pede: "Só não confunda saudade com quem só quer matar vontade / Acha que ainda te amo, aí é loucura de verdade". Na sexta-feira (12), Gabi lançou mais uma canção que reflete sua atual fase. Em "Vou te dar trabalho", parceria com MC Danny, Gabi diz: "Sabe, por que eu não assumo você? / Porque eu vou te dar trabalho / Namorando eu faço um feliz, e solteira eu faço vários." "É uma música que leva a mulher para um lugar de empoderamento, de escolha, de coragem. Então é realmente essa liberdade que eu tô vivendo, esse amor-próprio, autoconhecimento. É justamente essa fase que eu tô vivendo", explica Gabi em entrevista ao g1. Gabi Martins Divulgação "Eu costumo muito viver o que as minhas músicas estão falando. Se eu estou numa fase mais romântica, eu costumo escrever mais romântico. Se eu estou numa fase mais desapegada, eu gosto de lançar músicas mais assim. Acho que tem tudo a ver com a realidade no momento. "Eu acho que um artista expressa o que está no coração dele, o que tá na mente dele. E comigo não seria diferente. Minhas músicas refletem o que eu sou nesse momento." A nova faixa é composta por DJ DG, Lucas Baiano e KO, e já ganhou uma dancinha com foco na divulgação pelo TikTok. Gabi conta que "Recaidinha" viralizou na plataforma e lhe trouxe várias oportunidades. Por isso optou por seguir a receita que já vem sendo aposta de muitos artistas há algum tempo. Leia também: Como estética dos 'desafios' no TikTok está mudando a forma de fazer música no Brasil "O TikTok é uma plataforma que tem ajudado a impulsionar muitos artistas, né? Eu gosto muito de colocar lá músicas mais dançantes, com esse tema." Para o clipe, Gabi convocou as influenciadoras Viih Tube e Júlia Puzzuoli. Sobre a escolha no convite, ela explica: "São minhas amigas e que também estão nessa fase de solteiras, que tem essa fase desapegada. Elas entendem bem a linguagem do clipe. Então a Danny, a Júlia e a Viih Tube representaram o empoderamento feminino junto comigo." Gabi Martins com Viih Tube e Júlia Puzzuoli em gravação do clipe "Vou te dar trabalho" Reprodução/Instagram Fase romântica Depois das faixas que falam sobre pegação e empoderamento, Gabi já planeja o lançamento de um EP na levada "sofrência, que vai vir numa pegada mais romântica, mais sertanejo", explica a cantora. Questionada se já está com algum romance que transforme a fase atual ou se o EP reflete uma previsão para um futuro próximo, Gabi ri antes de responder que o resultado do trabalho é uma junção de algumas fases. "Eu meio que juntei algumas fases que eu vivi e escrevi. Então são composições que eu já escrevi, e pretendo escrever mais ainda." "Mas não sei, tudo pode acontecer. Como eu tô nesse momento livre, desapegada, quem sabe não me apaixono de novo, né?" Gabi Martins Reprodução/Instagram Perseguições Recentemente, Gabi Martins desabafou que já foi perseguida por um fã. O caso foi além das redes sociais e a cantora levou a situação para a polícia. "Começou via rede social, depois foi ao vivo, de ele perseguir, de eu postar que tava num lugar e ele ir atrás, nos shows, em alguns restaurantes que eu ia... Até o endereço da minha casa ele já descobriu e mandou presentes. Então foi algo meio que assustador. Fui direto para delegacia expliquei o que aconteceu", conta. O caso aconteceu antes de sua participação no "BBB20" e, desde então, Gabi toma alguns cuidados antes de fazer qualquer postagem nas redes. "Já teve alguns casos de haters, de perseguições mais por direct. E aí a primeira coisa que eu faço, mando para meus advogados e eles me auxiliam, me dão cobertura total. E eu procuro tomar cuidado nos lugares que eu vou, postar só depois que eu sair. Porque realmente tem que tomar cuidado, tem pessoas perigosas, a internet é um lugar perigoso." 'BBB20' Em 2020, Gabi Martins participou do "Big Brother Brasil". Aquele ano foi o primeiro em que o reality contou com o grupo "Camarote", formado por participantes já famosos. "O Big Brother foi uma vitrine maravilhosa, me deu números, me trouxe oportunidades, seguidores, eu expandi meu trabalho musical, então eu devo tudo a ele", celebra. Gabi não revela valores, mas conta que a participação no programa fez seu cachê de shows multiplicar em sete vezes. Ex-BBB Gabi Martins fala de ansiedade para desfilar Matheus Rodrigues/g1 A cantora afirma que não fez um planejamento profissional para sua entrada no "BBB20", mas topou o desafio por acreditar que estava precisando de uma mudança na época. "Era uma experiência nova para mim. Eu não estava feliz com meu antigo empresário, e sabia que eu tinha que mudar de alguma forma, que eu tinha que ter alguma oportunidade." "Eu rezava para Deus e falava: 'Deus, as pessoas deviam conhecer meu coração, porque eu sou uma pessoa boa, eu trabalho muito, ainda não deu certo, mas vai dar uma hora'. E de repente surgiu o Big Brother. Eu decidi ir e foi assim", relembra a cantora. "Eu não fui preparada, não sabia o que era, eu nunca tinha acompanhado tanto assim, não era uma coisa que eu era apaixonada e viciada em jogar e acompanhar, em assistir. Mas eu fui, e dei minha cara a tapa, né? E deu certo no final." "Graças a Deus, eu não fui cancelada." Gabi Martins Beatriz Damy/AgNews Veja Mais

Conheça a primeira plataforma de streaming só de shows de música brasileira

O Tempo - Diversão - Magazine A WePlay Music TV quer se popularizar no país e lançou catálogo especial do Rock in Rio, com apresentações históricas como a de Cássia Eller Veja Mais

Arma que matou diretora no set de 'Rust' teve seu gatilho puxado, diz relatório do FBI

G1 Pop & Arte Armamento, entregue ao ator Alec Baldwin, não poderia ter sido disparado sem ter o gatilho puxado, concluiu um relatório do FBI obtido pela rede de TV 'ABC News'. Em dezembro do ano passado, ator negou que havia acionado disparador da arma. Alec Baldwin com roupa de seu personagem na gravação de 'Rust' AFP Photo/Gabinete do Xerife do condado de Santa Fe A arma que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins com um tiro acidental disparado pelo ator Alec Baldwin não poderia ter sido acionada sem ter o gatilho puxado, concluiu um relatório forense do FBI, a polícia federal americana. De acordo com o relatório obtido pela rede de TV "ABC News", a arma não poderia ter disparado “sem ter o gatilho puxado enquanto os seus componentes internos estavam intactos e funcionais”. O FBI chegou à essa conclusão depois de realizar testes de disparos acidentais com um modelo do revólver usado no disparo acidental (calibre .45 Long Colt) do set do filme "Rust", uma produção de cowboy ambientada no século 19. A conclusão vai de encontro ao que afirma o ator americano. Em dezembro, Baldwin declarou em entrevista para TV americana que não puxou o gatilho da arma que matou a diretora. "Bem, o gatilho não foi puxado. Eu não puxei o gatilho", afirmou o ator à época. "Eu nunca apontaria a arma para alguém e puxaria o gatilho para ela. Nunca." Halyna Hutchins Sonia Recchia/Getty Images/AFP Nessa mesma entrevista, Baldwin contou que estava ensaiando o posicionamento em uma cena, na qual Hutchins dava instruções a ele para poder pensar nos movimentos da câmera durante a gravação. Foi neste momento que o ator sacou o revólver e o apontou para a câmera, mas atingiu a diretora de fotografia, de 42 anos, no peito. Ele acreditava que a arma estava descarregada. A "ABC News" afirmou ainda que entrou em contato com representantes de Baldwin e de Hannah Gutierrez Reed, que coordenava as armas utilizadas no set de "Rust", mas ainda não recebeu uma resposta dos dois. Veja Mais

Polícia britânica investiga ameaça contra J.K. Rowling após mensagem de apoio a Rushdie

G1 Pop & Arte Depois de manifestar sua indignação com o ataque contra o também escritor Salman Rushdie, a autora da série 'Harry Potter' sofreu uma ameaça de morte no Twitter. A escritora britânica J. K. Rowling, autora de 'Harry Potter'. Martyn Hicks, One Young World A polícia britânica investiga uma ameaça de morte contra a autora de Harry Potter, J.K. Rowling, após um tuíte em apoio a Shalman Rushdie, esfaqueado nos Estados Unidos, anunciou uma porta-voz da polícia da Escócia, onde a escritora vive. Rowling reagiu à notícia do ataque de Rushdie no Twitter desejando melhoras e dizendo que estava "farta". Autora J.K. Rowling recebe ameaça de morte no Twitter Escritor Salman Rushdie, esfaqueado por um homem nos EUA, pode perder um olho e está em aparelho respirador Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York Um internauta, que se define em seu perfil na rede social como estudante e ativista político de Karachi, Paquistão, respondeu: "Não se preocupe, você é a próxima". A mensagem foi deletada, mas Rowling postou uma captura de tela questionando o Twitter por possíveis violações de suas regras. "Recebemos informações sobre uma ameaça online e nossos policiais estão investigando", disse a porta-voz da polícia. Salman Rushdie, que foi esfaqueado na sexta-feira, vive sob uma sentença de morte emitida em 1989 pelo então guia supremo do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, que emitiu um decreto religioso (fatwa) ordenando que os muçulmanos o matassem após a publicação do livro "Versos Satânicos". No ano passado, Rowling alegou ter recebido inúmeras ameaças de morte de, segundo ela, ativistas pelos direitos das pessoas trans. (VÍDEO: Quem é Salman Rushdie?) Quem é Salman Rushdie? Veja Mais

A pulsão múltipla e potente do território das artes visuais em Minas

O Tempo - Diversão - Magazine Os diversos expoentes que vêm despontando neste mercado se incumbem de manter a fama do estado como celeiro de grandes artistas Veja Mais

Autora J.K. Rowling recebe ameaça de morte no Twitter

G1 Pop & Arte A autora, que já recebeu diversas ameaças de morte, agradeceu o apoio recebido e avisou que a polícia já está envolvida no caso. Reprodução/Instagram A autora J.K Rowling sofreu uma ameaça de morte no Twitter. Depois de manifestar sua indignação com o ataque contra o também escritor Salman Rushdie, um homem a respondeu, sugerindo que ela também está sob o risco de um atentado contra a sua vida. "Estou me sentindo muito mal agora. Espero que ele fique bem", comentou Rowling sobre a tentativa de homicídio de Rushdie. Em seguida, o usuário @MeerAsifAziz1 a respondeu, dizendo: "Não se preocupe, você é a próxima". Escritor Salman Rushdie, esfaqueado por um homem nos EUA, pode perder um olho e está em aparelho respirador Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York Na sequência, ela pediu ajuda ao suporte da plataforma e agradeceu às manifestações de apoio que recebeu. "Obrigado pelas mensagens. A polícia já está envolvida nesta e em outras ameaças", escreveu. O dono do perfil, que agora já está desativado, se intitulava como "estudante, ativista social, ativista político e ativista de pesquisa". De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, Meer Asif Aziz é paquistanês e extremista islâmico. Além da ameaça explícita, ele teria elogiado várias vezes o homem que cometeu o ataque contra Rushdie, Hadi Matar, de 24 anos. Veja Mais

Orquestra Sinfônica de MG celebra Villa-Lobos em dois concertos inéditos em BH

O Tempo - Diversão - Magazine Gratuitas, apresentações acontecem nesta quinta (19) e no domingo (21) e também festejam o centenário da Semana de Arte Moderna Veja Mais

Alan Moore tem primeiros passos na magia revelados por HQ cheia de drama

O Tempo - Diversão - Magazine 'Palavras, Magias e Serpentes' traz a história de duas performances do artista de quando ele anunciou que era mágico Veja Mais

'Luta pela Liberdade' tem formosura, mas parece afagar o governo chinês

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'Meu gato salvou minha vida quando tive ataque cardíaco'

G1 Pop & Arte O gato Billy acordou sua dona, Sam Felstead, pulando sobre ela e miando. Billy pulou em Sam Felstead e começou a miar enquanto ela dormia BBC Uma mulher britânica acredita que seu gato salvou sua vida ao acordá-la enquanto ela estava tendo um ataque cardíaco. Sam Felstead afirma que poderia teria morrido dormindo se Billy não tivesse saltado sobre ela e começado a miar. Assim que acordou, ela percebeu que não conseguia mover o lado direito do seu corpo. Sua mãe, então, a levou ao hospital. Dois especialistas em comportamento felino explicaram à BBC que Billy pode ter reagido a mudanças no comportamento ou na fisiologia de Felstead. 'Ele sabia' "Os médicos disseram que foi importante ter chegado no hospital logo", disse Felstead, que mora em Nottinghamshire, na região central da Inglaterra. "Ele [Billy] normalmente não se senta comigo, mas ele sabia que algo estava errado porque não me deixava em paz. Acho que ele salvou minha vida, assim como todo mundo ao meu redor." Billy pode ter reagido ao suor excessivo da dona SAM FELSTEAD Lucy Hoile, especialista em comportamento felino, acredita que Billy pode ter percebido mudanças fisiológicas ou no comportamento de Felstead, o que o deixou ansioso. "Pode ser que o fato de ele pular em cima dela e miar seja um sinal de sua ansiedade", disse ela. "Eu acredito que ele provavelmente salvou a vida dela, porque foi isso que permitiu que ela conseguisse ajuda médica, mas eu não diria que ele fez isso 'sabendo do ataque cardíaco'. Foi uma reação à situação." 'Ele foi muito esperto' Hoile disse que Billy pode ter percebido que Felstead estava suando mais do que o normal, movendo-se de maneira diferente, fazendo barulhos, ficando inquieta durante o sono ou que tenha até mesmo notado uma mudança em seu cheiro. "Eu estava molhada de suor, então talvez tenha sido isso que ele sentiu", disse Felstead. "Ele foi muito esperto, Deus o abençoe. Ele queria ficar ao meu lado o tempo todo. Normalmente ele fica sentado ao lado da minha mãe o tempo todo, ele não está interessado em mim. Ele ama minha mãe e dá muito amor a ela." Billy normalmente não dá muita atenção à dona SAM FELSTEAD Linda Ryan, especialista em comportamento clínico animal certificada para gatos, disse que Felstead poderia estar se comportando de uma maneira que fosse interessante ou angustiante para Billy. "Pode ser que o gato tenha ficado assustado ou angustiado. Os movimentos ou espasmos estavam atraindo sua atenção, porque os gatos são estimulados pelo movimento", disse ela. "É provável que isso tenha a ver com a mudança de comportamento, eu imagino. Os gatos não têm os mesmos comportamentos sociais que as espécies sociais, como cães, cavalos ou coelhos, pois são mais solitários por natureza." "Embora seja fácil acreditar que este foi um ato de altruísmo, correlação não necessariamente implica causa, portanto, é improvável que ele estivesse salvando deliberadamente a vida da dona." 'Ele não tem a menor ideia' Felstead ficou internada entre 8 e 11 de agosto. Ela fez uma angioplastia, um procedimento cirúrgico pouco invasivo para combater a obstrução de artérias que conduzem o fluxo sanguíneo até o coração. A britânica também precisará tomar medicamentos para o coração a partir de agora. "Quando saí do hospital, ele [o gato] não se aproximou de mim por horas. Não sei se eu estava com um cheiro estranho do hospital", disse ela. Ela se sente "muito grata" por Billy, mas afirma que ele é aparentemente indiferente a ela. "Eu não acho que ele tenha a menor ideia do que aconteceu", disse ela. "Contanto que eu o alimente, está tudo bem para ele." - Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62582465 Veja Mais

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Oscar: o pedido de desculpas da Academia de Hollywood a atriz indígena após 50 anos de discurso por Marlon Brando

G1 Pop & Arte Em nome de Marlon Brando, Sacheen Littlefeather rejeitou o prêmio de melhor ator em 1973. O prêmio foi apresentado por Roger Moore e Liv Ullman e acabou rejeitado Getty Images/via BBC A organização responsável pela premiação do Oscar pediu desculpas a Sacheen Littlefeather, uma mulher nativa americana vaiada no palco há quase 50 anos. A atriz e ativista apareceu na TV ao vivo em 1973 para recusar um Oscar que Marlon Brando (1924-2004) acabara de ganhar por sua atuação no filme O Poderoso Chefão. Brando rejeitou o prêmio de melhor ator como uma forma de protesto contra a deturpação dos povos nativos americanos pela indústria cinematográfica dos Estados Unidos. Na hora de receber a estatueta, ele enviou Littlefeather para representá-lo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas disse que Littlefeather sofreu abusos "injustificados" após fazer um breve discurso. "Nunca pensei que viveria para ver o dia em que ouviria isso [o pedido de desculpas]", disse ela ao Hollywood Reporter. Littlefeather, à época com 26 anos, foi hostilizada e ignorada pela indústria do entretenimento após o discurso na premiação de 1973. A fala da indígena foi, de acordo com os organizadores, a primeira declaração política na cerimônia televisionada — e deu início a uma tendência que segue viva até hoje. Apresentando-se em nome de Brando — que escreveu "um discurso muito longo", lembra Littlefeather — ela disse brevemente ao público "que ele lamentavelmente não podia aceitar este prêmio tão generoso". "E as razões para isso são o tratamento que os indígenas americanos recebem hoje da indústria cinematográfica e da televisão em reprises de filmes, e também com os recentes acontecimentos em Wounded Knee", discursou. Wounded Knee faz em referência a um violento conflito com agentes federais em um local de importância significativa para o povo Sioux, na Dakota do Sul. A fala foi recebida com vaias — e alguns aplausos — da plateia. Em 2020, Littlefeather disse à BBC que, logo após o discurso, ela teve que deixar o palco com dois seguranças. Mas ela acrescentou que a presença dos agentes "foi uma coisa muito boa" já que o ator John Wayne (1907-1979) estava nos bastidores, protegido por seis seguranças, e parecia "furioso com Marlon e comigo" — e queria ele mesmo tirá-la do palco. Littlefeather — retratada aqui numa foto de 2010 — confessa que nunca pensou que veria um pedido de desculpas Getty Images/via BBC Algumas pessoas ainda fizeram o "Tomahawk chop" — um gesto com as mãos que é considerado humilhante para os nativos americanos — enquanto ela passava. Brando havia escrito um discurso muito mais longo, mas Littlefeather foi instruída pela equipe da cerimônia de premiação para falar apenas por 60 segundos. O acontecimento foi televisionado para 85 milhões de pessoas. Alguns relatos da mídia após o evento alegaram que Littlefeather não era verdadeiramente uma nativa americana, mas que ela havia concordado em fazer o discurso para alavancar a carreira de atriz. Alguns especularam que ela seria amante de Brando. Ela afirmou à BBC que todas essas alegações eram falsas. "O abuso que você sofreu foi injustificado", escreveu David Rubin, ex-presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em uma carta a Littlefeather divulgada na segunda-feira (15/8). Rubin disse que o discurso na 45ª edição do Oscar "continua a nos lembrar da necessidade do respeito e da importância da dignidade humana". O Museu de Cinema da Academia sediará um evento em setembro, no qual Littlefeather falará sobre sua aparição no Oscar de 1973 e o futuro da representação indígena nas telas. Em resposta ao pedido de desculpas, Littlefeather declarou: "Nós, indígenas, somos pessoas muito pacientes — foram apenas 50 anos [de espera]!" Ela acrescentou que manter o senso de humor é "nosso método de sobrevivência". - Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62561278. Veja Mais

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Maiara se desequilibra ao chegar a show e brinca: 'Chegando no rolê me achando linda e a vida tentando me derrubar'

G1 Pop & Arte Cantora quase caiu ao ir de encontro aos fãs, mas foi amparada pelo produtor Juninho Moreira. 'Obrigada por ser meu alicerce'. 'Chegando no rolê me achando linda e a vida tentando me derrubar', brinca Maiara Maiara, dupla de Maraisa, quase foi ao chão assim que chegou para o show que a dupla realizou em Araras, São Paulo, na noite deste domingo (14). Enquanto acenava para os fãs, que aguardavam a dupla, a cantora se desiquilibrou, mas logo foi amparada pelo produtor Juninho Moreira, que conseguiu segurá-la em tempo. Nas redes sociais, Maiara brincou com o incidente: "Eu chegando no rolê me achando linda e a vida literalmente tentando me derrubar! Obrigada, Junhinho Moreira, por ser meu alicerce há mais de 10 anos! Cheguei Araras! Hoje nada me derruba", escreveu a cantora. Maraisa usou a postagem para brincar com a irmã: "Nois trupica mais não cai", escreveu a cantora no espaço para comentários. Maiara se desequilibra ao chegar a show, é amparada por produtor e faz brincadeira nas redes sociais Reprodução/Instagram Leia também: Maiara fala sobre alteração em nome de álbum com Maraisa e Marília Mendonça: 'Não muda o que vivemos' Lauana Prado, Allana Macedo e Maria Cecília falam sobre baixa presença feminina na Festa do Peão de Barretos Veja Mais

Ex-marido de Britney Spears é condenado por invadir casamento da cantora

G1 Pop & Arte Jason Alexander foi sentenciado a 64 dias de prisão, tempo que já foi cumprido por ele. Alexander chegou a fazer uma transmissão ao vivo de dentro do espaço onde aconteceu a cerimônia Britney e Jason Alexander reprodução O ex-marido da cantora Britney Spears, Jason Alexander, foi condenado na quinta-feira (11) por invasão e agressão. Ele foi detido ao invadir o espaço da cerimônia de casamento da artista em junho. Alexander aceitou a condenação. Um juiz sentenciou Alexander a 64 dias de prisão, o que já foi cumprido por ele. No dia 9 de junho, ele entrou no espaço onde acontecia a cerimônia de casamento de Britney com Sam Asghari. Alexander chegou a fazer uma transmissão ao vivo em seu perfil do Instagram dentro do local, e foi contido por seguranças em seguida. Segundo o TMZ, ele disse que Britney o convidou. Seu vídeo o mostrava andando pela casa da artista procurando por ela. Ao ser detido, ele disse: "Ela é minha primeira esposa, minha única esposa." A polícia do Condado de Ventura foi acionada e Alexander foi levado para uma prisão local. Amigos de infância, Britney e Alexander se casaram, em 2004. Mas a união foi anulada após 55 horas. Liberdade após fim da tutela Juntos desde 2016, depois de se conhecerem no set do clipe de “Slumber Party", Britney e Asghari anunciaram que estavam noivos em setembro de 2021, dois meses antes de a cantora se ver livre da tutela do pai após a determinação da juíza, em novembro. Britney Spears e Sam Asghari anunciam que estão noivos Reprodução/Instagram A cerimônia privada do casamento aconteceu em junho no condado de Ventura, na Califórnia. A festa teve cerca de 60 convidados, entre eles, amigos famosos, como Madonna, Paris Hilton, Kathy Hilton e Drew Barrymore. Sean Preston, de 16 anos, e Jayden James, de 15, filhos da cantora com Kevin Federline, não participaram do evento. Donatella Versace, Paris Hilton, Britney Spears, Madonna, Selena Gomez e Drew Barrymore no casamento da cantora de 'Toxic' Reprodução/Instagram/DonatellaVersace A artista chegou a engravidar de Asghari, mas perdeu o bebê em maio. O desejo de ter outro filho foi falado por Britney no emblemático depoimento que a cantora deu no caso da tutela em junho de 2021. Ela chegou a dizer que era impedida de se casar e engravidar. "Eu tenho um DIU em meu corpo agora que não me deixa ter um bebê e meus tutores não me deixam ir ao médico para retirá-lo", afirmou a cantora na época. A decisão que tornou Britney livre foi dada em novembro do ano passado. Jamie Spears controlou a vida e as finanças da filha por 13 anos. Veja Mais

Mesmo longe do mar, BH está pra peixe!

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Yuri Shevchuk, ícone do rock russo, é multado por criticar presidente Putin e ofensiva na Ucrânia

G1 Pop & Arte Em maio, o cantor lamentou que jovens do país invadido e da Rússia estejam morrendo por causa dos 'planos napoleônicos do nosso César'. Yuri Shevchuk Sergey Ponomarev/AP Photo/Arquivo Yuri Shevchuk, ícone do rock russo, foi condenado nesta terça-feira (16) na Rússia a pagar uma multa por ter criticado durante um show a ofensiva contra a Ucrânia e o presidente Vladimir Putin. Um tribunal de Ufa (centro da Rússia) declarou o cantor culpado de "ação pública destinada a desacreditar o uso das Forças Armadas russas" e impôs uma multa de 50 mil rublos (cerca de US$ 815), informou o serviço de imprensa da instância judicial em comunicado. "Estamos matando pessoas na Ucrânia, por quê? Nossos jovens estão morrendo na Ucrânia, por quê?", disse em 18 de maio, ao seu público em Ufa, o cantor de 65 anos, que lamentou que "os jovens da Ucrânia e da Rússia" morram "por causa dos planos napoleônicos do nosso César". Embora tenha sido multado, o Código Penal prevê penas de até cinco anos de prisão para este tipo de crime em caso de reincidência e circunstâncias agravantes. O cantor, ausente na audiência devido a uma quarentena relacionada ao coronavírus, afirmou em uma declaração escrita que sempre foi "contra a guerra, em qualquer país e em qualquer época". Líder do grupo de rock DDT, muito famoso na dissolvida URSS, Shevchuk denuncia há anos a influência de Putin, chegando a questioná-lo em 2010 em uma reunião exibida pela televisão. Também foi um dos líderes de um amplo movimento de protesto na Rússia em 2011-2012, que foi reprimido pelo Kremlin. Shevchuk começou sua carreira na década de 1980, ganhando popularidade graças às suas canções contra o sistema. Veja Mais

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Salman Rushdie foi desentubado e apresenta melhoras, diz agente

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Hanson: Isaac diz que jamais opinaria sobre política brasileira no palco

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