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'Brega & Chique' entra no Globoplay; relembre história de Rafaela e Rosemere

G1 Pop & Arte Marília Pêra, Glória Menezes, Raul Cortez, Jorge Dória e Paula Lavigne estão no elenco da novela de 1987. Veja curiosidades e fotos. Glória Menezes (Rosemere da Silva) e Marília Pêra (Rafaela Alvaray) foram as protagonistas de 'Brega & Chique' (1987) Acervo Grupo Globo "Brega & Chique" é a novela que entra no Globoplay nesta segunda (26). Exibida em 1987, a trama de Cassiano Cabus Mendes tinha como foco a história de duas mulheres: Rosemere da Silva (Glória Menezes) e Rafaela Alvaray (Marília Pêra). Para ajudar a entrar no clima, o G1 publica curiosidades sobre a novela, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). As duas eram casadas, sem saber, com o mesmo homem: Herbert Alvaray e Mário Francis (Jorge Dória), que simula a morte para escapar de uma falência. Sem saber lidar com dinheiro, Rafaela vivia confortavelmente em uma mansão, mas tem que ser mudar para uma vila, onde acaba conhecendo Rosemere e se tornam amigas. Brega & Chique: Rafaela vai morar na vila de Rosemere Marco Nanini interpreta o fiel escudeiro de Rafaela, Montenegro, e traz momentos cômicos com Marília Pêra para a novela. "Tanto que o Montenegro nem era um dos personagens centrais, e acabou virando. Tinham cenas de humor, escritas para ele e Rafaela. E havia um conflito muito grande no meu personagem: só eu sabia que o protagonista da novela não estava morto. E o público também participava disso. Então, esse que era o dínamo que dava o tom da comédia”, conta Marco Nanini em depoimento ao Memória Globo. Há uma reviravolta na trama quando Herbert volta para o Brasil, após uma cirurgia plástica, com o nome de Cláudio Serra (Raul Cortez). Ele decide se aproximar e tenta reconquistar novamente as ex-mulheres. Webdoc novela - Brega & Chique (1987) 'Probrema' de Bruno Outro personagem que teve destaque na novela foi Bruno, interpretado por Cássio Cabus Mendes. Ingênuo, ele caiu no gosto do público com os erros de português que cometia regularmente. "Craro" e "probrema" foram as expressões que ficaram mais famosas e populares, principalmente entre as crianças. Patricya Travassos e Cássio Gabus Mendes em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Quem corrigia os erros era a professora Mercedes (Patricya Travassos), que acabou se envolvendo com Bruno. Patrícia Pillar, Cristina Mullins, Tato Gabus Mendes, Dennis Carvalho, Nívea Maria, Marcos Paulo, Cassia Kis também estavam no elenco de "Brega & Chique". Curiosidades Abertura causou polêmica ao mostrar o modelo Vinícius Manne com as nádegas descobertas, ao som de "Pelado", da banda Ultraje a Rigor. A Censura Federal chegou a exigir que a nudez fosse coberta com uma folha de parreira, mas após negociações a versão original foi liberada; Brega & Chique (1987): Abertura pós-censura O figurino de Marília Pêra foi inspirado nos anos 1920 com roupas de seda e cintura bem marcada; A novela também ajudou a popularizar as lentes de contato coloridas usadas por Rafaela (Marília Pêra) e Rosemere (Glória Menezes); Marco Nanini (Montenegro) e Marília tinham acessos de riso na gravação de muitas cenas de seus personagens. A cumplicidade de longa data entre os dois atores resultava em brincadeiras e improvisos tão bons que a direção deixava que fossem ao ar assim mesmo, sem interrupção do ritmo; Dennis Carvalho já trabalhava como diretor, mas participou de "Brega & Chique" como o marceneiro Baltazar e contracenava com Cássio Gabus Mendes; A novela marcou a estreia da atriz Paula Lavigne em uma novela na Globo, após um papel na minissérie Anos Dourados (1986), de Gilberto Braga. Depois, ela fez "Vale Tudo" e "Explode Coração" antes de se dedicar à produção executiva de cinema e música. Paula Lavigne em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Glória Menezes em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Jorge Dória interpretou Mário Francis e Herbert Alvaray em 'Brega & Chique' (1987) Acervo/Globo Raul Cortez e Marília Pêra em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Nívea Maria e Marília Pêra em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Raul Cortez, Glória Menezes e Marília Pêra em 'Brega & Chique' (1987) Geraldo Modesto/Memória Globo Dennis Carvalho e Hélio Souto em 'Brega & Chique' Nelson Di Rago/Acervo Grupo Globo Raul Cortez e Marco Nanini em 'Brega & Chique' Nelson Di Rago/Acervo Grupo Globo VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Datena é internado e passa por procedimento em hospital após dores no peito

O Tempo - Diversão - Magazine Ele, que está no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, publicou vídeo tranquilizando seguidores, mas sem dar maiores detalhes Veja Mais

Alanis Morissette fala tudo: fama, meditação, raiva, família e 25 anos de 'Jagged Little Pill'

G1 Pop & Arte Ao G1, cantora relembra clássico que vendeu 33 milhões de cópias e adianta projetos de biografia e monólogo na Broadway. Alanis Morissette tinha 21 anos quando apareceu fazendo pop rock cheio de raiva e peso. Lançado em 1995, "Jagged Little Pill" já vendeu mais de 33 milhões de cópias. Nem todo mundo sabe, mas era o terceiro álbum dela. Alanis tinha lançado dois álbuns de pop dançante. Outra informação que surpreende muita gente é a ligação da cantora canadense com nomes então emergentes do rock. “You oughta know”, primeiro single, tinha o baixista Flea, do Red Hot Chili Peppers, e o guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction. A banda que a acompanhava nas turnês contava com o baterista Taylor Hawkins, que depois iria para o Foo Fighters. Em entrevista por telefone, ela falou sobre o começo da carreira e sobre o álbum mais recente, "Such Pretty Forks in the Road". Lançado no fim de julho deste ano, ele tem repertório ainda confessional, desta vez sobre maternidade, insônia, depressão e outras angústias. Alanis também adiantou projetos que tem a ver com teatro (monólogo na Broadway), literatura (uma série de livros) e meditação. Alanis Morissette canta 'Ablaze' com a filha no colo em vídeo para o programa 'The Tonight Show' Reprodução/YouTube/Jimmy Fallon G1 - Eu sei que quando você está escrevendo, você diz que não se censura. Foi assim neste álbum? Alanis - Sim, mais ainda até. Eu acho que quando eu era mais nova, com 20 e poucos anos, eu cruzava meus dedos quando ia lançar uma música. Agora, que eu venho escrevendo músicas por um tempo, eu sei que uma música vai sair. Só não sei ainda sobre o que ela é. [Risos] G1 - Mas você ainda se preocupa com o que os outros podem pensar quando você lança uma música? Alanis - Não. Porque eu quando escrevo uma música é como se eu estivesse escrevendo em um diário. Quando eu lanço, as pessoas fazem com que a música seja delas, podem interpretar do jeito que elas quiserem. Então, tecnicamente, elas nem são minhas mais. G1 - Sempre que ouço 'Ablaze' agora, completo a letra na minha cabeça com suas conversas com Onyx, naquela versão de Jimmy Fallon. Você parece tão feliz cantando aquela música com ela... Como foi aquele momento e como essa versão ao vivo é meio que um resumo da música? Alanis - Uns 90% do meu tempo, eles me deixam livre pra eu fazer meu trabalho, mas às vezes eles precisam da mãe. [Risos] Eu estou trabalhando, mas digo "OK, pode vir". Aquilo não foi ensaiado ou planejado, ela apenas pulou nos meus braços e eu pensei "vamos cantar assim mesmo". Foi fofo. G1 - Você costumava ter medo de lançar um novo álbum porque associava seu estresse pós-traumático à música e à fama. Como você conseguiu parar de fazer essa associação? Alanis - Meu marido, na verdade, foi bem inspirador. Eu o vejo fazendo música de um jeito que... ele só parece estar empolgado, apaixonado por aquilo. Ele não associa com nada que o intimida. Ele asssocia escrever canções com se expressar, com felicidade. Eu me inspiro pela forma com a qual ele vê a música... e também fiz muita terapia... [risos] para que a música fosse só esse veículo de expressão barulhento; e as partes da fama, da turnê fossem uma coisa separada. G1 - Existem músicas novas que são muito poderosas e intensas como 'Sandbox Love' e 'Losing the Plot'. E você vai ter que viver o que escreveu cantando nos shows, falando sobre as letras... Como é essa experiência de repetição? Alanis - Ah, sabe que eu amo essa parte? Porque eu sou uma ativista. Então, se eu posso falar de saúde mental, ou sobre relações, casamentos, paternidade e maternidade, educação, política, qualquer coisa sobre a qual eu queira falar que surgiu de uma canção... isso é uma grande alegria. E cantá-las por vários e vários anos nos palcos. Elas me trazem os mesmos sentimentos de quando eu escrevi. Podem ser sobre medo, devastação, apreensão, arrependimento, o que for. Eu me sinto bem revivendo esses sentimentos no palco. Alanis Morissette no clipe de 'Head over Feet', lançado em 1996 Reprodução G1 - Pessoas de cinema e música estão discutindo cada vez mais relacionamentos tóxicos e abusivos, temos os movimentos metoo em vários setores... Já que você canta sobre temas semelhantes há tanto tempo, como é ver tudo isso acontecer agora? Alanis - Isso me deixa mais calma, eu me sinto menos sozinha. Eu sinto que estamos juntos em um momento de elevar a consciência. Estamos acordando juntos. Alguns estão se esperneando e morrendo de medo, mas outros estão empolgados com essa redefinição de valores nestes tempos. Eu me sinto bem menos sozinha. É uma boa sensação. G1 - Você às vezes diz que a formação dos festivais costumava ser bandas masculinas e Alanis Morissette. Como foi estar em um ambiente com tantos homens? Alanis - Bem patriarcal. O que eu fui percebendo é que eles não sabiam o que fazer comigo. Eles pensavam: "Podemos dormir com você? Ou você é a nossa irmã... ou nossa mãe?" [risos] Eles não sabiam como curtir comigo, o que era constrangedor e um pouco solitário, mas também meio engraçado. Alanis - E o quanto você acha que mudou no line-up dos festivais? Parece que está com mais diversidade, né? Alanis - Sim, muito mais diversidade, bem mais mulheres. Eu acho que quando eu estava lançando "You oughta know", 25 anos atrás, eles estavam bem apreensivos e querendo mais mulheres com músicas nas rádios. Eles diziam: "Ah não, não. Já tem uma mulher. Não pode tocar mais uma". E agora é tudo bem diferente, é claro. A coisa boa é que isso foi mudando com os anos. O gênero passou a ter muito menos a ver com ter mais ou menos pessoas em shows ou comprando álbuns. E isso é bom. G1 - Eu converso com muita gente sobre o lado invasivo da fama, sobre os danos que ela pode causar no artista, na saúde mental. Qual parte foi mais difícil para você? E em que momento você piorou? Alanis - Eu costumava ser alguém que observa as pessoas, eu ainda sou. Eu amo ficar vendo a humanidade pelo planeta inteiro. Gosto de me sentar em um banco no parque, sabe? E aí, de repente, veio a fama e todo mundo virou os olhos para mim. Não eram mais dois humanos se encontrando. Era algo do tipo: "ah, eu tenho que conseguir alguma coisa dela". [Risos] Então, isso parou minha chance de apenas contemplar. Compreensivelmente, eu passei a me preservar mais. Eu ficava mais olhando para baixo. Eu evitava algumas coisas, evitava certas circunstâncias. Não era a minha parte favorita da fama, mas era uma estratégia de sobrevivência. Paulo Vilhena (Paulo César), Alanis Morrissette, Julia Lemertz (Noêmia) e Malu Mader (Maria Clara) na novela 'Celebridade', de 2003 TV Globo/Renato Rocha Miranda G1 - Você cantou em uma famosa novela aqui, 'Celebridade'. Como foi a experiência? Alanis - Foi ótimo. Qualquer coisa que seja meio incomum, constrangedor, eu sempre me ofereço para participar. [Risos] Foi fantástico. G1 - Não é irônico que a música de que você menos gosta seja a mais ouvida no streaming e que os brasileiros gostem mais dela? Alanis - Hm... sim. [Risos] É irônico que não tenha ironias. É irônico que seja a música pela qual sou mais falada. G1 - Você tem falado muito sobre a letra, levado isso com bom humor. Mas como foi ter que responder tanto sobre ela não ter ironias? Alanis - Ah, é desagradável ver meu erro analisado todos dias, todos os anos, por 25 anos... em um caso de malapropismo [uso incorreto de uma palavra]. Mas quando Glen [Ballard, produtor] e eu escrevemos... foi a única música que eu e Glen escrevemos a letra juntos. A gente não estava, não estava ligando pra isso. A gente só estava se divertindo. Era tipo uma forma de se testar como compositores juntos. A gente amou a música, mas a letra não significava tanto assim. Depois de "Ironic", eu passei a escrever todas as músicas eu mesma, todas super pessoais. Alanis Morissette no clipe de 'Ironic', do álbum de estreia, de 1995 Divulgação G1 - Você poderia me contar mais sobre seu álbum de meditação? Alanis - Estamos no meio da gravação dele. Eu estou trabalhando com um cavalheiro chamado Dave Harrington. Eu só queria proporcionar para as pessoas porque durante a pandemia da Covid, e as eleições aqui nos Estados Unidos e tudo acontecendo, tem muito estresse no corpo, tem os incêndios aqui na Califórnia, eu tenho depressão pós-parto... Então, eu fico tipo "Ai, meu Deus". Então, eu pensei que um pouco de música para medição pode ser um presente, com certeza para mim mesma. Porque me acalma. Mas também pode servir para qualquer um que esteja ansioso agora, compreensivelmente. G1 - Eu sou uma pessoa ansiosa, como você. E eu tentei ioga, tentei um monte de coisas, mas não consigo meditar... Minha mente começa a me levar para pensamentos ruins. Que dicas você daria para pessoas como eu? Alanis - Bem, não medite. [Risos] Às vezes, meditação guiada é melhor para aqueles que como nós são... Quando eu medito, às vezes, é como todas as vozes resolvessem aparecer na minha cabeça. Jesus! [Risos] Então, uma meditação guiada pode ajudar, porque me distrai das minhas próprias vozes e eu só sigo as instruções. Mas às vezes uma caminhada pode ajudar, ou ficar perto da água, do oceano, de um lago, qualquer coisa assim. Estar perto da natureza ajuda para a gente que não consegue meditar tão rápido. Tem que andar, fazer uma caminhada e ficar observando a paisagem. E eu seguro a minha respiração o tempo todo, então... [Risos] Eu tenho que ficar me lembrando que continuar respirando. Me lembrar de continuar respirando é um bom conselho. Alanis Morissette em 1995 Divulgação G1 - Você tem o hábito de falar de suas composições como se fosse um pintor. Porque você faz isso? Alanis - O que eu amo sobre observar alguém pintando é algo bem intuitivo. Para mim, as palavras são como pintura. É como você estivesse em frente a uma tela e resolvesse usar laranja em vez de azul. É um processo parecido para escolher acordes, harmônicas e produção. "Oh, eu vou usar um som que parece meio sombrio, marrom e cinza aqui." Mesmo quando eu estou escrevendo eu digo coisas como "é, a gente precisa de um pouco mais de roxo". [Risos] E o que isso significa? É um acorde menor, sabe? As pessoas com quem eu trbaalho sabem que eu penso em termos de cores. Então, eles acarabam se acostumando. G1 - A primeira vez que te entrevistei, há cerca de doze anos, você estava um pouco decepcionada com a música e disse que gostava de fazer filmes, de trabalhar como atriz. Você se lembra de ter sentido isso? Alanis - Atuar é quase como se fosse um hobby... Atuar e tudo que eu fiz que é parecido com isso, como as participações, eram como um hobby. Eu sempre me considerei arquetipicamente como uma escritora, seja escrevendo músicas, blogs, palestras, textos e, eventualmente, escrevendo livros. 15:50 Eu penso em mim primeiro como uma escritora, segundo como uma artista... e talvez atriz seja o número onze. [Risos] Alanis e a família no clipe de 'Ablaze', de 2020 Divulgação G1 - Falando em escrever, você poderia me contar mais sobre o livro que vem escrevendo há tanto tempo? Sei que já são mais de mil páginas escritas... Quando a gente vai poder ler? Alanis - Sim! Basicamente, eu acho que vou dividir tudo em diferentes livros. Um livro será sobre espiritualidade. Outro livro será sobre casamento. Um será sobre maternidade, educação e escola em casa. Outro será sobre arte, fotografia, viagem, cultura, sabe? Acho que vou dividir em vários livros, para ser honesta. E daí terá um com a história clássica, uma biografia. G1 - E você gostaria de ver a sua vida se transformar em um filme? Alanis - Hmmm... não! Nope! [Risos] Com certeza não! Eu acho que alguma hora eu vou querer fazer uma peça sozinha no palco, na Broadway. Só contar histórias e cantar músicas. Porque eu adoro me expressar por meio da música. Seria incrível, teria um pouco de comédia, música e contação de história, sabe? Teria o contato físico com aquilo, e o contato com outras pessoas, com as vozes delas. Eu quero muito fazer isso. Mas é uma ideia para ser feita a longo prazo. Provavelmente não é pra daqui a pouco. O musical 'Jagged Little Pill', que recebeu 15 indicações ao Tony Awards 2020 Reprodução/Instagram G1 - Como foi ver suas músicas no palco de um espetáculo da Broadway e qual delas você acha que ganhou outro significado para você ver na versão teatral? Alanis - Foi como ver um lado mais objetivo das minhas músicas pela primeira vez, porque esses ótimos cantores e atores estavam as interpretando. E eu podia escutá-las, sabe? Então, chorei muito. [Risos] Eu acho que foi a música "Mary Jane", porque é uma música do marido para a esposa na história, e tem algo sobre a empatia de um homem, porque o patriarcado pega pegado com eles. Ele diz a eles que não podem sentir algumas coisas, o que é ridículo. Principalmente as pessoas altamente sensíaveis, a gente sente tudo, não importa de qual gênero a gente seja. Então, ouvir "Mary Jane" foi comovente demais para mim. G1 - Eu sei que você já pensou em deixar a música, você fazia isso toda vez que terminava uma turnê. Você mudou de ideia ou tem que terminar a próxima turnê para me responder? Alanis - Eu quero fazer música até ter 125 anos. E depois de morrer talvez eu reincarne em uma garotinha de 13 anos... G1 - Você disse que canta junto com Ever e que ele pode fazer as harmonias e canta como você. Você acha que ele pode seguir o caminho da música, das artes? Alanis - Eu acho que ele é tão... Os três, na verdade, são. Mas o Ever, o mais velho, e a Onyx amam se expressar por todas as formas: pela música, pela animação, contando histórias, dançando... então, eu dou apoio a eles, encorajo a continuarem se expressando, sem se preocuparem, sem parecer que seja um trabalho, porque eles são crianças. [Risos] Alanis Morissette em 2020 Divulgação G1 - Algumas pessoas definem você como um ícone da raiva feminina, como uma mulher raivosa. Agora é simplista, mas você diz que se tivesse que escolher um adjetivo, aquele funcionaria perfeitamente. Por quê? Alanis - Eu acho que a raiva é tão linda e tem uma reputação tão ruim, porque quando a gente pensa na raiva, a gente pensa no lado destrutivo dela. A gente pensa em armas, em guerra, em explosões, em brigas, sabe? Mas a raiva em si mesma é, na verdade, uma forma bonita de definir um limite, ou fazer uma mudança, ou ser ativista ou lutar por algo. Eu acho que é uma emoção tão linda. E por ser tão apaixonada, eu acho que a gente se assusta com o jeito que ela afeta o nosso corpo. Parece que a gente vai explodir, sabe? Se a gente consegue contê-la e transformar isso em palavra. Não há um alívio maior para o corpo e para a alma. G1 - Agora, temos mais letras abertamente sobre saúde mental, artistas como Ariana Grande e Billie Eilish cantam muito sobre isso. Acha que é importante cantar sobre isso na música pop? Alanis - Sim, eu acho. Acho que por muito tempo todas as músicas da cultura pop eram sobre ser viciado no amor, paixão e amor, amor, amor, amor... [risos] e coração partido, coração partido, coração partido. O que é ótimo, não há ainda músicas o suficiente sobre isso. Mas eu também gosto que as músicas sejam sobre... eu adoraria ouvir mais músicas sobre amizade, sobre o que é ser uma mãe, sobre o que é estar no mundo. Canções sobre o nosso dia a dia em vez só de canções sobre romances. Veja Mais

Octavio Cardozzo faz rir e chorar no intenso 'Tá Todo Mundo Mal'

O Tempo - Diversão - Magazine Terceiro disco do cantor e compositor mineiro tem 12 faixas e um clima de ode à MPB setentista Veja Mais

'Acessa BH promove discussão sobre a inclusão e a acessibilidade nas artes

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Carlos Dafé comemora aniversário com live solidária

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Lives de hoje: Milton Nascimento, Simone, Toquinho, Yamandu Costa e mais shows pra ver em casa

G1 Pop & Arte Último dia do Rio Montreux Jazz Festival domina lives deste domingo (25). Milton Nascimento, Simone, Toquinho e Yamandu Costa participam de transmissões neste domingo (25) Globo/Ramón Vasconcelos; Globo/Zé Paulo Cardeal; TV Globo/João Cotta; TV Globo/Estevam Avellar Simone faz live neste domingo (25) em comemoração ao aniversário de Milton Nascimento na segunda (26). O próprio cantor mineiro faz show no último dia do Rio Montreux Jazz Festival com participações de Samuel Rosa, Maria Gadú e Sing Harlem. Toquinho e Yamandu Costa também tocam no festival carioca, que acontece de forma virtual neste ano por conta da pandemia. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Jaques Morelenbaum CelloSambaTrio (Rio Montreux) - 16h30 - Link Jonathan Ferr (Rio Montreux) - 17h05 - Link Rio Jazz Orchestra (Rio Montreux) - 17h40 - Link Rio Montreux Jazz Festival - a partir de 17h30 - Link Simone canta Milton Nascimento - 18h - Link Anat Cohen and Friends (Rio Montreux) - 18h20 - Link Sérgio Dias Jazz Mania (Rio Montreux) - 19h20 - Link Toquinho e Yamandu Costa (Rio Montreux) - 20h10 - Link Milton Nascimento - Os Sonhos Não Envelhecem - Com: Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadu (Rio Montreux) - 21h15 - Link Funk Orquestra - 22h20 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Atriz do filme 'Rebecca', da Netflix, teve ataques de pânico após gravações

O Tempo - Diversão - Magazine Lily James protagoniza remake do clássico de Alfred Hitchcock que estreou na quarta-feira (21) na Netflix; assista ao trailer Veja Mais

Centros culturais de BH anunciam agenda para volta das atividades presenciais

O Tempo - Diversão - Magazine Museus da prefeitura, Palácio das Artes, Inhotim, Sesc Palladium, CCBB e Cine Theatro Brasil já têm programação definida para a retomada; confira regras de visitação Veja Mais

Lives de hoje: Wesley Safadão, Billie Eilish, Ana Cañas e mais shows pra ver em casa

G1 Pop & Arte Rio Montreux Jazz Festival tem Christian Scott aTunde Adjuah, Hamilton de Holanda e Orquestra Rumpilezz. Veja horários das transmissões neste sábado (24). Wesley Safadão, Billie Eilish e Ana Cañas fazem lives neste sábado (24) Globo/Estevam Avellar; Robyn Beck/AFP/Arquivo; José de Holanda/Divulgação Wesley Safadão, Billie Eilish e Ana Cañas fazem lives neste sábado (24). A cantora paulistana faz show especial em que canta Belchior, que faria aniversário na segunda (26). O Rio Montreux Jazz Festival vai transmitir shows de Christian Scott aTunde Adjuah, Hamilton de Holanda e Orquestra Rumpilezz e outros artistas a partir das 17h30. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Titãs, Ego Kill Talent, Tuyo e outros artistas - a partir das 15h - Link Rick e Renner - 17h - Link Rio Montreux Jazz Festival - a partir de 17h30 - Link Fundo de Quintal - 18h30 - Link Ana Cañas canta Belchior (#EmCasaComSesc) - 19h - Link Billie Eilish (Transmissão paga) - 19h - Link Carol Biazin - 19h - Link Edson e Hudson - 20h - Link Rionegro & Solimões e Guilherme & Santiago - 20h - Link Wesley Safadão - 20h - Link Orquestra Ouro Preto - Concerto Beethoven 250 anos - 20h30 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Lô Borges lança 'Muito Além do Fim', primeiro single de novo disco

O Tempo - Diversão - Magazine A música é a primeira faixa revelada de um álbum que ainda está em produção; single traz a participação do cantor e compositor Paulinho Moska Veja Mais

Nicole Kidman e Hugh Grant vivem casal abalado por assassinato em 'The Undoing'

O Tempo - Diversão - Magazine A produção é uma das principais apostas da HBO para o ano e traz a atriz colaborando, mais uma vez, com David E. Kelley, criador de 'Big Little Lies' Veja Mais

Taís Araújo interpretará Marielle Franco em especial da Globo

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Buddy Valastro passa por terceira cirurgia na mão após acidente em casa

G1 Pop & Arte Chef e confeiteiro sofreu grave lesão ao ficar com a mão presa em armador de pino de boliche. Buddy Valastro passa por terceira cirurgia na mão após acidente em casa Reprodução/Instagram Buddy Valastro foi submetido a uma nova cirurgia na mão após o acidente que sofreu em sua casa em New Jersey, nos Estados Unidos. Em setembro, o confeiteiro ficou com a mão presa em armador de pino de boliche e sofreu grave lesão. Na ocasião, um representante de Buddy explicou que ele estava jogando boliche na pista que tem em casa quando houve uma falha no armador de pinos. O confeiteiro tentou soltar o pino do mecanismo, mas a máquina voltou a funcionar e Buddy acabou com a mão presa. Ele passou por duas cirurgias para retirar a haste de metal, que ficou presa em sua mão, provocando uma grave lesão. Nesta quinta-feira (22), Buddy passou por uma terceira cirurgia. "Oi, pessoal. Acabei de fazer minha terceira cirurgia na mão. Tem sido um caminho difícil para a recuperação, mas sigo firme. Queria que soubessem o quanto agradeço por todo o amor e vibrações positivas", escreveu em suas redes sociais. Após o acidente, o representante de Buddy informou que o confeiteiro teria "uma batalha difícil pela frente. A mão dominante de Buddy é a direita e ele vai precisar de um prolongado processo de recuperação". Initial plugin text Veja Mais

Ademara faz sucesso com humor e pitada de crítica social, mas lamenta agressividade dos haters

G1 Pop & Arte 'São muitos homens falando coisas muito pesadas. Não é só o fato de me chamar de feia'. G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Ademara Reprodução/Instagram O primeiro post foi no Twitter, amplificado por vários compartilhamentos no Instagram. Ali, surgiram muitos pedidos para Ademara entrar para o TikTok e publicar seus vídeos de humor com uma pitada de crítica social. O início dessa trajetória nas redes sociais se deu no começo da pandemia do coronavírus, quando a atriz e jornalista de 24 anos estava de home office. Hoje, ela soma mais de 84 mil seguidores no TikTok, 190 mil no Instagram, 110 mil no Twitter e assinou contrato com o estúdio de criação Play9, com Felipe Neto como um dos sócios. "Eu faço teatro há dez anos e sou jornalista também, mas eu nunca tinha pensado em produzir conteúdo para internet, na verdade. Porque existe todo esse ambiente mais delicado de uma relação um pouco mais difícil de se construir", conta Ademara ao G1. "E aí eu tinha muita apreensão quanto a isso, principalmente porque eu ia falar sempre de temas mais politizados, pelo fato de eu me preocupar muito com isso na minha vida em geral." O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor A ideia de começar a produzir os vídeos surgiu como uma alternativa de isolamento para os planos de stand-up que Ademara começou a escrever. Ela estudou comédia no Tablado com Fernando Caruso. Natural de Igarassu, litoral norte de Pernambuco, Ademara, se mudou para o Rio para trabalhar com jornalismo. Em sua trajetória profissional na cidade, vivenciou situações de xenofobia. "O que passei, o que acabei experienciando, deu a cartada final para criação desses textos e consequentemente desses personagens." O primeiro vídeo publicado foi imitando um meme de uma menina reclamando do Enem. "Comecei a ganhar muito seguidor no Instagram, aí entendi que talvez as pessoas se interessassem pelo que eu podia construir." "Eu podia aproveitar esses textos que eu tinha de stand-up para criar um conteúdo virtual mesmo, porque eu não sabia e não sei ainda quando é que eu vou poder apresentar fisicamente. Aí foi assim que começou." Altos e baixos Ademara Reprodução/Instagram Em agosto, Ademara saltou, em apenas 20 dias, de 24 mil para 100 mil seguidores no Instagram. E celebrou. "Eu acho que isso é uma legitimação do que eu sempre fiz, mas não me dedicava quanto eu queria." "Claro que você tem sempre um ou outro amigo que incentiva, ou um ou outro familiar que incentiva, mas no momento em que eu expus, que as pessoas chegaram com essa velocidade até mim, realmente me senti mais legitimada a acreditar no que estou fazendo." "Porque tem a famigerada síndrome do impostor, que chegas aqui e diz assim: 'será que é tudo isso mesmo, será que és boa de fato?'. Então o fato de tanta gente chegar nessa velocidade meio que afirma isso pra mim, na verdade." Com o aumento de seguidores, também surgiu a parte negativa da fama na internet. Ademara teve seu perfil hackeado e se viu diante de ataques virtuais. "Eu já tenho muito hater, no Twitter principalmente, que soltam comentários tanto de xenofobia, quanto de machismo." "É complicado pra mim. São muitos homens falando coisas muito pesadas. Não é só o fato de me chamar de feia ou dizer que o humor é ruim, é chegar com uma agressividade muito sem sentido que me machuca", diz ela. Marca registrada Desde que começou a fazer sucesso nas redes, Ademara já recebeu diversas ilustrações suas feita por seguidores. Em todas, a jornalista é retratada com a mecha de fios brancos no cabelo. Ademara conta que pintou uma pequena mecha para o carnaval de 2020 e quando começou a fazer os vídeos, quase no mesmo mês, as pessoas começaram a comentar sobre o visual. "Percebi que aquilo causava também uma diferenciação, sabe, era parte da minha identidade nas redes. Aí passei a pintar mais partes do cabelo e aí tenho hoje duas grandes partes brancas e eu percebi que causava uma identificação." "Achei que permanecer talvez me ajude a firmar melhor minha imagem, porque é importante as pessoas lembrarem quem sou. Acho que ajuda a singularizar minha imagem nas redes." "Inclusive, marcas que desejem mudar a cor do meu cabelo, a gente faz parcerias, um roxo e tal", brinca já com o tom empreendedor das redes sociais. "Não basta ser bonita, tem que ser ligeira." Veja Mais

Lives de hoje: Xand Avião e Barões da Pisadinha, Flausino e Sideral e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Rio Montreux começa nesta sexta (23) com shows de João Donato e Macy Gray. Veja horários das lives. Xand Avião e Barões da Pisadinha fazem live juntos nesta sexta (23) Divulgação Xand Avião e Barões da Pisadinha, Rogério Flausino e Sideral e Simoninha fazem lives nesta sexta (23). O Rio Montreux Jazz Festival começa nesta sexta (23) com shows de João Donato e Macy Gray. A edição on-line vai até domingo (25) com shows transmitidos do Rio, Los Angeles e Nova York. LEIA MAIS: 'O homem disparou': como um jingle eleitoral genérico em ritmo de pisadinha se espalha pelo Brasil Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Rio Montreux Jazz Festival com Macy Gray, João Donato e outros - - Link Simoninha (#EmCasaComSesc) - 19h - Link Rogério Flausino e Sideral: Especial Cazuza - 20h - Link Teresa Cristina - 20h - Link Xand Avião e Barões da Pisadinha - 21h - Link KLB - 21h30 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Gloria Groove se joga no R&B e lança 'A Tua Voz', primeiro hit de novo projeto

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora mostra no novo disco, 'Affair' uma faceta mais romântica e reflexiva Veja Mais

'Uncharted', com Tom Holland, tem primeiras fotos divulgadas pela Sony Pictures

O Tempo - Diversão - Magazine O elenco também conta com nomes como Mark Wahlberg e Antonio Banderas Veja Mais

Campanha para financiamento da Mostra Udigrudi Mundial de Animação está no ar

O Tempo - Diversão - Magazine A 18ª edição está programada para acontecer de forma online e gratuita entre os dias 2 a 9 de dezembro, através do Polo Audiovisual de Cataguazes Veja Mais

Secretaria de Estado de Cultura e Turismo MG anuncia reabertura de seus espaços

O Tempo - Diversão - Magazine Equipamentos culturais de BH e do interior vão retomar as atividades com 50% de sua capacidade máxima e seguirão rígidos protocolos de segurança e saúde Veja Mais

Wagner Moura é narrador de animação do Greenpeace que alerta sobre desmatamento

O Tempo - Diversão - Magazine Filme 'Tem um Monstro na Minha Cozinha' mostra um menino que encontra uma onça em casa e alerta para a devastação das florestas Veja Mais

Netflix faz campanha para Chadwick Boseman ser indicado ao Oscar em 2021

O Tempo - Diversão - Magazine Plataforma quer que indicação dele pela atuação em 'Ma Rainey's Black Bottom', que estreia em 18 de dezembro, seja forma de homenagem Veja Mais

Em novo filme, Borat põe seguidores de Trump e seu advogado na mira

O Tempo - Diversão - Magazine "Borat Subsequent Moviefilm" (ainda sem título em português) estreia nesta sexta-feira na plataforma Amazon Prime, e segue o primeiro longa do comediante britânico, lançado em 2006 Veja Mais

Jared Leto volta a encarnar o personagem Coringa para a HBO Max

O Tempo - Diversão - Magazine O ator, que interpretou o personagem em 2016, junta-se à equipe formada por Zack Snyder, que já conta com nomes como Amber Heard Veja Mais

Duelo de MCs Nacional 2020: seletiva em Minas será nesta quarta-feira (21)

O Tempo - Diversão - Magazine Oito artistas vão se enfrentar em duelos, que serão transmitidos pela internet, de olho em uma vaga na grande final da competição, que será em dezembro Veja Mais

'Betty, a Feia', sucesso colombiano, terá primeira versão com protagonista negra

O Tempo - Diversão - Magazine A nova série está sendo produzida na África do Sul e deverá estrear em abril do próximo ano Veja Mais

Aliança Francesa apresenta prévia do espetáculo 'Temperos do Tempo'

O Tempo - Diversão - Magazine Os artistas Elise Vieira e Max Hebert contarão histórias adicionando textos de Jacques Prévert e Charles Baudelaire, entre outros Veja Mais

Tá calor? Veja preparos fresquinhos que vão muito além da trivial saladinha

O Tempo - Diversão - Magazine Gastrônomos ensinam truques e receitas para deixar bebidas e pratos ainda mais leves durante os dias quentes Veja Mais

“Presente + invisível”, com Roseane Corrêa, encerra edição 2020 de Solo Negro

O Tempo - Diversão - Magazine Artista circense, Roseane mostra vivências que perpassam toda sua vida, da infância à maternidade, com espaço para reviver os 'nãos' e os 'sins' do caminho Veja Mais

Donald Trump e comediante Sacha Baron Cohen trocam farpas: 'Não acho engraçado'

G1 Pop & Arte Filme mostra Rudy Giuliani, advogado do presidente, em situação embaraçosa. Ator disse que republicano deverá procurar novo emprego após eleições e se ofereceu para contratá-lo para interpretar um 'racista bufão'. Donald Trump, presidente dos EUA, participa de entrevista coletiva neste sábado (24) antes de embarcar no Air Force One Tom Brenner/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trocou críticas neste sábado (24) com o comediante Sacha Baron Cohen, que estreou na sexta-feira o filme "Borat Subsequent Moviefilm" (ainda sem título em português). A produção mostra Rudolph Giuliani, advogado de Trump, em uma situação embaraçosa com uma jovem mulher que fingia ser jornalista em um quarto de hotel. A bordo do avião presidencial, o presidente a jornalistas disse que não sabia da filmagem com Giuliani. "Eu não acho ele engraçado. Para mim, ele é detestável", disse Trump. Sacha Baron Cohen no segundo filme do personagem Borat Divulgação Baron Cohen usou as redes sociais para responder à declaração do presidente e ironizou: "Donald, eu aprecio a publicidade grátis para 'Borat'. Eu admito, também não te acho engraçado. Mas o mundo inteiro ri de você mesmo assim". "Eu estou sempre procurando pessoas para atuar como bufões racistas, e você vai precisar de um novo emprego depois de 20 de janeiro. Vamos conversar!", emendou o ator. Initial plugin text Cohen fez referência ao 20 de janeiro, dia previsto para a posse do presidente dos Estados Unidos. Trump disputa as eleições com o democrata Joe Biden, e o pleito está marcado para 3 de novembro — mas há estados em que a votação já começou. Continuação de 'Borat' Assista ao trailer de 'Borat 2' O filme "Borat Subsequent Moviefilm" (ainda sem título em português) estreou na sexta-feira na plataforma Amazon Prime. O primeiro longa do comediante britânico de 2006, um sucesso de bilheteria, arrecadou US$ 260 milhões e lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Assista ao trailer no VÍDEO acima. Rodado em sigilo durante o verão no hemisfério norte, quando os Estados Unidos começaram a relaxar o confinamento pelo novo coronavírus, no longa a câmera segue Baron Cohen enquanto ele interage com as pessoas comuns e políticos através de seu alter-ego desajeitado e altamente ofensivo. Embora os detalhes da trama permaneçam em segredo, uma das cenas envolve Giuliani, que chamou a polícia em julho, depois de ter concedido uma sórdida "entrevista" em um quarto de hotel para uma jovem atraente e paqueradora. No filme, o encontro parece deixar o ex-prefeito de Nova York, de 76 anos, em uma situação muito embaraçosa, literalmente com as mãos presas dentro das calças. Initial plugin text Veja Mais

Corpo de Jane di Castro, atriz e cantora, é enterrado no Rio

G1 Pop & Arte Artista lutava contra um câncer e morreu na sexta (23). O enterro foi no Cemitério Jardim da Saudade, Sulacap, Zona Oeste. Ao lado da amiga Rogéria, Jane integrou uma geração que abriu caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. O corpo da atriz e cantora Jane di Castro foi enterrado no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio, na tarde deste sábado (24). Jane lutava contra um câncer e morreu nesta sexta-feira (23), aos 73 anos. Velório e sepultamento da a atriz Jane Di Castro aos 73 anos que morre vítima de câncer, atriz performática e transexual lutou pela causa LGBTI e foi umas das pioneiras pela causa no Brasil. JORGE HELY/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO Junto com a amiga Rogéria, a artista integrou uma geração que abriu caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. Ela era admirada e respeitada pelo público e pela crítica. Ela era carioca e começou a trabalhar como cabeleireira, mas depois se dedicou aos palcos sendo dirigida por nomes como Bibi Ferreira e Ney Latorraca. Morre aos 73 anos a atriz e cantora Jane di Castro Um dos seus últimos trabalhos como atriz, foi na novela a Força do Querer, de Gloria Perez. Em outubro, Jane escreveu nas suas redes sociais que amou ter feito essa novela, e agradeceu à autora. Jane também foi uma das estrelas do premiado documentário Divinas Divas, dirigido por Leandra Leal. Jane Di Castro é uma das convidadas do Prêmio Sexy Hot 2018 Celso Tavares/G1 Em 2017, em uma entrevista para o jornalista Pedro Bial, Leandra falou da importância do trabalho de Jane e Rogéria. Veja vídeo abaixo. Nesta sexta, a atriz fez uma publicação em uma de suas redes sociais em homenagem a Jane de Castro. Em um dos trechos ela escreveu: " Minha amada Jane di Castro era maravilhosa, cantora, atriz, produtora, síndica, talentosa, disciplinada, teimosa e cheia de vida. Ela viveu a altura do seu sonho, o que exige coragem e força. Ela batalhou: saiu de casa em Oswaldo Cruz e foi ser estrela na Praça Tiradentes, depois no Rival, em Paris, Luxemburgo, NY, Copacabana. Amou e foi amada como ela desejava, foi casada por mais de 50 anos com Otavio, que conheceu na plateia de um espetáculo que ela protagonizava no Rival. Grandes momentos da sua vida e da sua carreira aconteceram lá." Morreu, aos 73 anos, a cantora e atriz Jane di Castro, símbolo do movimento LGBT No programa Estúdio I da GloboNews, o jornalista Artur Xexéo disse que Jane de Castro foi de uma geração corajosa. Jane Di Castro traz de volta um marco em sua carreira, sob a direção de Ney Latorraca "A Jane com outras colegas como Rogéria, Valéria e a Veruska lutaram contra o preconceito e mudaram a cabeça do Brasil sobre a travesti. Mais do que uma atriz, ou cantora ou artista, a Jane era uma personalidade." Leandra Leal fala sobre a importância do trabalho de Jane Di Castro e Rogéria Veja Mais

Cinemas de volta: como ficou o calendário de filmes para os próximos meses?

G1 Pop & Arte Calendário de estreias tem de heroínas ('Mulher-Maravilha 1984' e 'Viúva Negra') a terror ('Um lugar silencioso - Parte 2') e ação ('Velozes e Furiosos 9'). Semana Pop explica como ficou o calendário de filmes para os próximos meses Os cinemas estão reabrindo, com todas as precauções necessárias em tempos de pandemia. Mas em uma programação até agora dominada por clássicos e filmes recentes, os lançamentos vão voltar aos poucos. O Semana Pop deste sábado (24) atualiza o calendário de estreias. A lista de heroínas ("Mulher-Maravilha 1984" e "Viúva Negra"), cinebiografia musical, além das franquias de ação ("Velozes e Furiosos 9") e de terror ("Um lugar silencioso - Parte 2"). Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Circuito Cultural da Praça da Liberdade adere ao Outubro Rosa

O Tempo - Diversão - Magazine A ação coloriu nesta sexta prédios como o da Escola de Design, o CCBB e o Palácio da Liberdade e tem o objetivo de conscientizar sobre a prevenção do câncer de mama Veja Mais

Série 'Bárbaros' recria batalha entre o Império Romano e povos germânicos

O Tempo - Diversão - Magazine Produção da Netflix que estreou nesta sexta recria um dos mais relevantes períodos da história antiga: a Batalha da Floresta de Teutoburgo Veja Mais

Atriz Jane Di Castro morre aos 73 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Artista considerada um ícone LGBT lutava contra um câncer, mas se mantinha na ativa e estrelou, nos anos 60, o primeiro espetáculo de travestis liberado pela censura Veja Mais

Elton John ganha edição limitada de Barbie em comemoração aos 45 anos de show histórico

G1 Pop & Arte Apresentação aconteceu em Los Angeles em outubro de 1975 para 100 mil pessoas. Boneca custa US$ 50 dólares, cerca de R$ 280. Elton John ganha edição limitada de Barbie em comemoração aos 45 anos de show histórico Reprodução/Instagram/EltonJohn Elton John ganhou uma versão limitada da boneca Barbie com o figurino que usou nos shows em Los Angeles em outubro de 1975. Ela custa US$ 50, cerca de R$ 280. A homenagem celebra os 45 anos das apresentações que tiveram recorde de público com 100 mil pessoas. A cena também está no filme "Rocketman", lançado em maio de 2019. O cantor britânico falou sobre a homenagem nas redes sociais na quinta (22), dia em que a boneca foi lançada pela Mattel: "Barbie é um ícone por si só, então, tê-la homenageando meu trabalho e estilo pessoal é uma verdadeira honra", escreveu John. "Espero que ela inspire os fãs de todos os lugares a perseguir destemidamente seus próprios sonhos". LEIA MAIS: Guia de 'Rocketman' e Elton John: ouça e entenda as 21 músicas que estão no filme sobre o cantor Elton John é homenageado com Barbie na comemoração de 45 anos de show histórico Reprodução/Instagram/EltonJohn Veja Mais

Rodrigo Bocardi se despede de Glória Vanique após ela deixar Globo

O Tempo - Diversão - Magazine Jornalista usou as redes sociais para fazer uma homenagem à colega, que vai para a CNN Brasil: 'Dividimos muitos sorrisos, algumas lágrimas' Veja Mais

Rio Montreux Jazz Festival começa nesta sexta com shows de Macy Gray e João Donato; veja line-up

G1 Pop & Arte Edição on-line vai ser transmitida do Rio, Los Angeles e Nova York até domingo (25). Encontro de Milton Nascimento com Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadú é um dos destaques. Macy Gray e João Donato abrem programação do Rio Montreux Jazz Festival on-line Divulgação; Globo/Pedro Paulo Figueiredo O Rio Montreux Jazz Festival começa nesta sexta (23) com shows transmitidos pelo YouTube do festival. A cantora americana Macy Gray, João Donato e os músicos Pipoquinha, Mestrinho e Marcos Suzano, que farão uma homenagem a Luiz Gonzaga, estão entre os artistas do primeiro dia de festival. (Veja programação completa abaixo). Serão 23 shows realizados em cinco palcos diferentes entre sexta e domingo (25). Três estarão no Hotel Fairmont, em Copacabana, um em Los Angeles e outro em Nova York. As apresentações de Macy Gray, Christian Scott aTunde Adjuah e Milton Nascimento, com participação de Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadu também serão transmitidos pelo Multishow. A organização já estava com 90% do line-up preparado antes da pandemia, mas teve que mudar alguns planos para conseguir realizar o festival em 2020. "Precisamos mudar tudo, inclusive cancelando os pré-contratos já assinados. Depois de algumas reuniões, e com o aval da fundação que cuida do festival original, na Suíça, chegamos à conclusão que a alternativa possível era fazer a transmissão dos shows pela internet", explica Marco Mazzola, diretor artístico do evento. Lugar de encontros Os encontros de Milton Nascimento com Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadú, Toquinho e Yamandu Costa, e Hamilton de Holanda e Amaro Freitas são destaques da programação. As tecladistas Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco vão tocar com a percussionista Lahn Lahn, e o evento ainda contará com a big band Jazzmin’s, umas das maiores orquestras do mundo composta apenas por mulheres. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o festival de Montreux na Suíça foi cancelado este ano e deve voltar a acontecer em 2021. A primeira edição carioca do festival aconteceu em junho de 2019 com shows de Steve Vai, Al Di Meola, Stanley Clark e Maria Rita no Píer Mauá, Zona Portuária da cidade. Milton Nascimento estará ao lado de Samuel Rosa, Maria Gadu e Sing Harlem no domingo (25) João Couto/Divulgação Programação por dia: Dia 23 de outubro, sexta-feira 18h: A Cor do Som: 42 anos de Montreux Jazz Festival; 18h35: Luísa Mitre Quinteto; 19h10: Viva Gonzagão! Pipoquinha, Mestrinho e Marcos Suzano; 19h45: The Sounds Of Roberto Menescal & Marcos Valle; 20h50: Jazzmin's; 21h25: João Donato: Bossa, Jazz e Salsa; 22h30: Macy Gray. Dia 24 de outubro, sábado 17h30: Camerata Jovem do Rio de Janeiro: Uma Viagem Pelo Brasil; 18h05: Som Imaginário: Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas, Robertinho Silva, Victor Biglione e Luis Alves; 18h40: PianOrquestra; 19h30: Hamilton de Holanda e Amaro Freitas; 20h35: LUAS: Bianca Gismonti, Claudia Castelo Branco e Lan Lanh; 21h25: Stanley Jordan e Diego Figueiredo; 22h30: Orkestra Rumpilezz; 23h35: Christian Scott aTunde Adjuah. Dia 25 de outubro, domingo 16h30: Jaques Morelenbaum CelloSambaTrio; 17h05: Jonathan Ferr; 17h40: Rio Jazz Orchestra; 18h15: Anat Cohen and Friends; 19h20: Sérgio Dias Jazz Mania; 20h10: Toquinho e Yamandu Costa; 21h15: Milton Nascimento - Os Sonhos Não Envelhecem - Com: Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadu; 22h20: Funk Orquestra. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Com Covid-19, MC Marcinho relata alta de CTI e faz apelo a fãs: 'Cuidem-se'

G1 Pop & Arte Cantor disse que ficou 11 dias na UTI antes de ser transferido para outro setor. Com Covid-19, MC Marcinho tem alta de CTI O cantor MC Marcinho relatou em suas redes sociais nesta quinta-feira (22) que teve alta da CTI de um hospital após 11 dias se recuperando da Covid-19 no setor. Em um vídeo anterior, ele já tinha falado que ficou com 80% do pulmão afetado e precisou ser entubado. "Estou passando aqui para tranquilizar todos os fãs. Foram dias difíceis que passei, 11 dias no CTI com Covid, mas Deus me deu a vitória", afirmou o funkeiros, antes de agradecer médicos e funcionários da unidade. "Gente, essa doença é uma doença agressiva, e que mata. Então, cuidem-se. Não dá mole, não. Que Deus possa nos abençoar, nos guardar e que essa vacina possa chegar o mais rápido possível". Veja Mais

'Desalma' marca o reencontro em cena de Cláudia Abreu e Cássia Kis após 30 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Atrizes trabalharam juntas na novela 'Barriga de Aluguel', clássico de Gloria Perez exibido em 1990 Veja Mais

Giovanna Antonelli desmente que tenha tido valor penhorado de sua conta bancária

O Tempo - Diversão - Magazine Informação foi dada na coluna do jornalista Ancelmo Góis, de "O Globo", que depois publicou uma errata Veja Mais

Fernando Rodrigues deixa comando do 'Poder em Foco', no SBT

O Tempo - Diversão - Magazine Jornalista é mais um que deixa a emissora de Silvio Santos em 2020 e vai se dedicar a outros projetos profissionais Veja Mais

Marista reassume administração do KM de Vantagens Hall em BH

O Tempo - Diversão - Magazine Parceria com a T4F chega ao fim após oito anos, mas não representa o encerramento das atividades da casa de espetáculos Veja Mais

Gloria Vanique deixa a Globo após 13 anos e assina com a CNN Brasil

O Tempo - Diversão - Magazine Jornalista é mais um reforço para o projeto de expansão do canal de notícias no país Veja Mais

'Desalma': drama sobrenatural traz Cássia Kis como bruxa e muito mistério

O Tempo - Diversão - Magazine Produção, que também conta com as atrizes Cláudia Abreu e Maria Ribeiro no elenco, estreia nesta quinta-feira (22) no Globoplay Veja Mais

Uma imitação de Monet feita por Banksy é vendida por quase US$10 milhões

O Tempo - Diversão - Magazine A tela, feita com tinta a óleo, é intitulada "Show me the Monet" (Mostre-me o Monet) e é uma imitação ímpar da "Lagoa das Ninfeias" Veja Mais

Fernanda Vasconcellos lembra 'pulo' do peito de silicone no Copacabana Palace

O Tempo - Diversão - Magazine A atriz divertiu o apresentador de 'Que História é Essa, Porchat?', bem como os convidados, Emicida e Marcelo Tas Veja Mais

Paul McCartney lança novo álbum solo, gravado neste confinamento

O Tempo - Diversão - Magazine O álbum do ex-Beatle, "McCartney III", será lançado em 11 de dezembro, após vários meses de trabalho em seu estúdio caseiro em Sussex, no sul da Inglaterra. Veja Mais

Gkay prepara filmes e série, mas diz que não vai largar internet: 'É o que eu sei fazer de melhor'

G1 Pop & Arte Gessica Kayane tem 7,8 milhões de fãs no TikTok e quase 10 milhões no Instagram. G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Gkay Reprodução/Instagram Gessica Kayane, a Gkay, já fazia sucesso com vídeos de humor no Youtube, quando entrou no Tik Tok pela primeira vez. O começo no app, em 2018, foi para uma parceria comercial, que acabou não vingando. "E aí quando no final de 2019, começo de 2020, foi que eu comecei a usar e foi aí que descobri esse novo mundo, porque acho que o Tik Tok tira um pouco do peso do Instagram. Você tem mais liberdade lá. Você não se cobra tanto. Me sinto mais solta." Além do sucesso nas redes, Gkay preapra o lançamento de dois filmes: um deles com Tirulipa. Em janeiro de 2021, ela também grava a nova temporada da série "Os Roni". Mas ela garante que não deixará de lado os vídeos nas redes sociais. "Da internet, eu não saio. É de onde eu vim, amo fazer demais e é meu lugar. Sempre vou estar ali que é o que eu sei fazer de melhor." O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor "Acho que lá é como se fosse mais uma brincadeira. O Instagram é como se fosse meu trabalho real e o TikTok é como se fosse assim meu lazer, sabe", analisa a humorista de 27 anos. Só em 2020, entre maio e outubro, Gkay ganhou 5,4 milhões de seguidores na plataforma, saltando de 2,4 milhões para 7,8 milhões. Ela atribui parte desse crescimento à quarentena: "Foi um momento que todo mundo se voltou bem mais para o digital, ficou sendo nossa única opção, digamos assim, e as pessoas estavam sim procurando mais conteúdo de humor, até pelo momento que a gente tava vivendo, era meio que uma válvula de escape." De olho na nova audiência e aproveitando o período em casa, Gkay conta que passou a fazer mais postagens diárias. "Até porque estava mais tranquila, tinha mais tempo livre, o conteúdo era mais orgânico", explica ela. Nem tudo é piada Gkay Reprodução/Instagram Enquanto acumulava seguidores no Tik Tok e mostrava vídeos divertidos, no Twitter, Gkay desabafava sobre os prós e contras da internet. "A internet tem um lado muito bom, que é a oportunidade, ela é muito democrática, me abriu muitas portas pra tudo o que estou fazendo hoje. Só que ao mesmo tempo, é um ambiente tóxico." "A internet é um ambiente que muitas vezes você se cobra muito, você se compara muito, você fica mais ansioso. Às vezes você quer fazer coisas no seu tempo, mas na internet tudo é mais rápido, mais acelerado”, explica. "Às vezes você fica olhando vidas perfeitas, porque na internet a vida de todo mundo é boa, é incrível. E às vezes a gente fica pensando 'tá, mas porque a minha não é?' ou então 'por que não sou assim?'." "É um ambiente que é muito bom e traz muitas oportunidades, você precisa tomar muito cuidado com o que você faz, assiste, consome porque pode ser muito prejudicial." Para não deixar que o lado negativo se sobressaia ao positivo, Gkay tem acompanhamento de um terapeuta. "Mas isso não de hoje, já faz um tempo", explica. "Graças a Deus a terapia me ajudou muito. Principalmente na questão da projeção, na questão de como receber essa enxurrada de projeção e visibilidade e de opiniões sobre minha vida, opiniões que muitas vezes não são pedidas, mas que sou obrigada a receber." Descobertas sobre o humor Nas mesmas plataformas que Gkay recebe opiniões que não são pedidas, ela também vê que, com seu humor, transforma a vida de muitas pessoas que estão passando por períodos difíceis. "Antes eu recebia essas mensagens e amava, mas não entendia tão bem", confessa Gkay. Mas ela conta que sua compreensão mudou após morte de seu pai no réveillon de 2019. "Foi uma semana horrível, a pior semana da minha vida. E lembro que eu tava rolando meu feed e cai num vídeo do Tirulipa e lembro que eu ri muito." "Naquele momento de caos, de tristeza profunda, naquele momento tão ruim, foi um vídeo do Tirulipa que conseguiu me arrancar um sorriso." "Ali eu percebi o poder do humor, eu percebi que o trabalho da gente não é só um vídeo, um meme, não é só isso. É algo muito maior, é algo que de fato está ajudando as pessoas, que está transformando vidas e contribuindo para a vida das pessoas." Veja Mais

Museu de Arte Murilo Mendes (JF) discute o cinema de Adélia Sampaio

O Tempo - Diversão - Magazine O projeto tem edição virtual especial no canal do Mamm no Youtube, desta vez explorando o filme “Amor maldito”, de 1984, sobre a trágica história de amor entre duas mulheres Veja Mais

G1 Ouviu #112 - Alanis Morissette fala tudo: fama, meditação, raiva e 25 anos de 'Jagged Little Pill'

G1 Pop & Arte Cantora relembra o clássico que a apresentou ao mundo. Ela comenta o álbum mais recente, 'Such Pretty Forks In The Road', e adianta projetos no teatro e na literatura. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Dudude apresenta neste domingo, video-conferência 'Lab In-Vento'

O Tempo - Diversão - Magazine Durante dois meses, a artista, com assistência da bailarina Heloisa Domingues, realizou encontros semanais com os jovens, para desenvolvimento das práticas do laboratório Veja Mais

Filmes de Mazzaropi chegam ao streaming em novembro

O Tempo - Diversão - Magazine Doze clássicos da comédia nacional estrelados por ele, como 'Chofer de Praça' e 'Jeca Tatu', estarão em plataformas como Looke e Amazon Prime Veja Mais

O universo feminino em cena com o potente espetáculo 'Lótus'

O Tempo - Diversão - Magazine A peça fala sobre amor, superação, beleza e vida, isto dentro de um contexto de preterimento e fragilidade em que está inserida a mulher contemporânea Veja Mais

Semana Pop #109 - Na volta dos cinemas, como ficou o calendário de estreias

G1 Pop & Arte Programa deste sábado (24) mostra calendário de estreias mais aguardadas. Lista vai de heroínas ('Mulher-Maravilha 1984' e 'Viúva Negra') a cinebiografia musical. Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Tony Ramos fala sobre a história da TV no 'Conversa com Bial' desta sexta

O Tempo - Diversão - Magazine Bate-papo com o consagrado ator trouxe histórias interessantes e curiosas como qual o personagem foi um marco divisório na carreira dele Veja Mais

Projeto Solo Negro prossegue nesta sexta com 'Eu', de Led Marques

O Tempo - Diversão - Magazine A iniciativa, idealizada por Maurício Tizumba, se propõe a criar um espaço de valorização e de difusão do trabalho dos artistas negros Veja Mais

Jane di Castro, atriz e cantora, morre no Rio, aos 73 anos

G1 Pop & Arte Artista estava internada no Hospital de Ipanema, na Zona Sul do Rio, e lutava contra um câncer. Ao lado da amiga Rogéria, Jane integrou uma geração que abriu caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. Jane di Castro morre aos 73 anos Morreu nesta sexta-feira (23) a cantora e atriz Jane di Castro, aos 73 anos. Jane estava internada no Hospital de Ipanema, na Zona Sul do Rio, em tratamento contra um câncer. Junto com a amiga Rogéria, Jane integrou uma geração de artistas que abriram caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. Ela era admirada e respeitada pelo público e pela crítica. Jane Di Castro (imagem de arquivo) Celso Tavares/G1 Como atriz, participou da novela a Força do Querer, de Gloria Perez. Em outubro, Jane escreveu nas suas redes sociais que amou ter feito essa novela, e agradeceu à autora. Jane também foi uma das estrelas do premiado documentário Divinas Divas, dirigido por Leandra Leal. Em 2017, em uma entrevista para o jornalista Pedro Bial, Leandra falou da importância do trabalho de Jane e Rogéria. Veja vídeo abaixo. Jane Di Castro traz de volta um marco em sua carreira, sob a direção de Ney Latorraca No programa Estúdio I da GloboNews, o jornalista Artur Xexéo disse que Jane de Castro foi de uma geração corajosa. "A Jane com outras colegas como Rogéria, Valéria e a Veruska lutaram contra o preconceito e mudaram a cabeça do Brasil sobre o travesti. Mais do que uma atriz, ou cantora ou artista, a Jane era uma personalidade." Leandra Leal fala sobre a importância do trabalho de Jane Di Castro e Rogéria Veja Mais

Xbox Series X e S chegam ao Brasil em 10 de novembro

G1 Pop & Arte Console do Series X vai ser vendido a R$ 5 mil e Series S vai custar R$ 3 mil. Lançamento global já estava previsto para a data, mas não tinha sido confirmado no Brasil. Xbox Series X e Xbox Series S Divulgação A Microsoft anunciou nesta sexta-feira (23) que os novos consoles Xbox Series X e Series S chegam ao Brasil no dia 10 de novembro. A data já tinha sido anunciada como lançamento global, mas não havia confirmação se o país estava na lista. O Xbos Series X vai ser vendido com preço de R$ 4.999. Já a versão mais compacta e menos poderosa da nova geração da empresa, o Xbox Series S, custará R$ 2.999. O pacote inclui o console, um controle e os cabos necessários para o dispositivo. Nos Estados Unidos, o Series X vai custar US$ 499 e o Series S será vendido por US$ 299. Os consoles já estão disponíveis para pré-venda nos revendedores oficiais. "Esse é o momento mais esperado pelos nossos fãs. Estamos muito felizes em lançar os XBox Series X|S no Brasil, o que só foi possível com uma grande priorização do nosso mercado", diz Bruno Motta, gerente de Xbox para o Brasil em comunicado. "O desenvolvimento de dois consoles em paralelo, desde o início, nos permitiu oferecer o hardware mais poderoso de todos os tempos no Xbox Series X e tornar a próxima geração de jogos disponível e acessível para mais jogadores no lançamento com XBox Series S", continua Motta. LEIA MAIS: Microsoft demite apresentadora do Xbox BR que sofreu ameaças Semana Pop: O caso de Pedro Qualy e o risco das lives intermináveis VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Após sete meses fechado, Centro Cultural Yves Alves reabre com exposição inédita

O Tempo - Diversão - Magazine A mostra 'Luz do Norte: Foto em Pauta na Estrada – Amazônia' traz o trabalho de 33 artistas e vai ficar em cartaz até 21 de novembro na cidade histórica Veja Mais

QUIZ: Qual filme da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo mais combina com você?

G1 Pop & Arte Evento vai até 4 de novembro com cerca de 200 filmes. Com 5 perguntas, você pode descobrir qual deles não pode perder. Destaques da 44ª Mostra Internacional de Cinema de Cinema de São Paulo Reprodução/ Mostra Internacional de Cinema de São Paulo Qual filme da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de 2020 mais combina com você? Veja Mais

'Mania de colocar o audiovisual do Brasil para baixo', reclama Deborah Secco

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz postou 'desabafo' em seu Twitter em que reclama da forma como produções nacionais de TV e cinema são criticadas no país Veja Mais

‘Desalma’: equipe da série relata situações sobrenaturais durante as gravações

O Tempo - Diversão - Magazine Com Cássia Kis, Cláudia Abreu e Maria Ribeiro, produção entrou no catálogo do Globoplay nesta quinta-feira (22) Veja Mais

Maratona Beethoven com maestro Fabio Mechetti tem nova etapa nesta quinta

O Tempo - Diversão - Magazine A Filarmônica de Minas Gerais interpreta duas obras do compositor: "As criaturas de Prometeu, op. 43 (excertos)" e a "Sinfonia nº 1 em Dó maior, op. 21" Veja Mais

Erick Jacquin, 55, e esposa testam positivo para a Covid-19

O Tempo - Diversão - Magazine Todos os colaboradores do programa 'MInha Receita' que tiveram contato com o chef estão sendo testados, informou a Band Veja Mais

Chico Buarque, Martinho da Vila e Nélida Piñon são finalistas do prêmio Jabuti

O Tempo - Diversão - Magazine Ruy Castro e Djamila Ribeiro também estão na lista da maior premiação literária do país, cujos vencedores serão anunciados em 26 de novembro Veja Mais

Lily Allen lança edição limitada de vibrador: 'Mulheres não deveriam ter vergonha de sua sexualidade'

G1 Pop & Arte Antes de lançamento oficial, cantora informou que teria uma novidade, mas fãs esperavam que anúncio seria sobre novo álbum. Lily Allen lança edição limitada de vibrador Reprodução/Instagram Lily Allen anunciou um novo investimento além da música. Nesta quinta-feira (22), a cantora divulgou sua parceria com uma marca de vibradores. Lily investiu em uma linha própria do produto e, segundo a empresa, será uma edição limitada. "Eu estou muito empolgada em revelar algo em que eu venho trabalhando com uma de minhas marcas favoritas. Meu próprio brinquedo sexual. As mulheres não deveriam ter vergonha de sua sexualidade, e todos nós merecemos nosso próprio prazer. Espero que este pequeno brinquedo possa te ajudar a fazer isso", escreveu a cantora em seu Instagram. Initial plugin text Um dia antes, Lily fez uma publicação em seu Instagram e deixou os fãs curiosos e na expectativa de um novo álbum. "Eu tenho um grande anúncio para amanhã. Não posso falar pra vocês agora, mas se você quer se sentir empoderada e se dar um pouco de amor-próprio, fique ligada", escreveu a cantora em uma publicação na quarta-feira (21). Após a divulgação de que o lançamento era o vibrador, fãs da cantora brincaram nas redes sociais sobre as expectativas para o projeto musical, que não veio. O álbum mais recente da cantora, "No shame", foi lançado em 2018. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Camilla de Lucas lamenta má vontade com humoristas mulheres e planeja aulas de teatro

G1 Pop & Arte 'Mulher tem muito isso de dizer que ela é forçada, que quer aparecer.' G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Camilla de Lucas Reprodução/Instagram Camilla de Lucas não surgiu nas redes sociais na quarentena, mas triplicou seus seguidores nesse período ao retratar personagens que marcam presença no pagode, na igreja ou no churrasco de família. Esses "seres" estão em vídeos divertidos publicados no TikTok e no Instagram. Ela já postava vídeos de humor nas plataformas, "mas não com a mesma quantidade que faço hoje em dia". "Sei que nesse período as pessoas estão procurando mais esse tipo de conteúdo, porque é só notícia ruim, mas não foi por isso. Juntou tudo. A entrada no Tik Tok, o meu jeito de ser assim bem doidinha e essa época da pandemia, que as pessoas estão consumindo mais esse conteúdo." O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor Camilla já tinha cerca de 700 mil seguidores em junho. Hoje, chegou a 1,9 milhão de seguidores no TikTok, além de 2,5 milhões no Instagram e 2 milhões no YouTube. Ela viu o número subir ao iniciar a publicação de uma série de vídeos batizada de "saindo de fininho": "Falo situações que a gente vai super feliz, achando que é uma coisa, e quando chega lá, se depara com outra situação." O primeiro deles mostra uma pessoa toda animada com o valor atraente de uma pizza em um aplicativo, mas em seguida descobre que é o preço para o tamanho brotinho. Os bons números de Camilla na plataforma já rendem muitas parcerias publicitárias. "Quando eu vou fechar um trabalho, primeiro eu vejo a ideia da marca para ver se vai bater com o que gosto. Tem que ver o que a marca vai falar, se a marca dá liberdade de a gente cocriar com eles." Planos para atuar Camilla de Lucas Reprodução/Instagram Apesar da desenvoltura frente à câmera, Camilla não é atriz. Com 26 anos e moradora de Nova Iguaçu (RJ), ela pretende fazer um curso de teatro. "Tem algumas coisas que estão surgindo aí, algumas propostas de trabalho. Depois de alguns comentários de pessoas que já trabalham com a TV, me animei ainda mais", afirma Camilla. Sobre a abertura de mulheres no mercado do humor, Camilla acha que "precisa ainda melhorar muito". "Ninguém é obrigado a achar graça de todo mundo, tem gente que olho e também não acho graça. Mas eu vejo muitos comentários de quando é uma mulher fazendo vídeo." "Se é homem, falam 'ah homem é bobo mesmo, que legal'. Uma mulher tem muito isso de dizer que ela é forçada, que quer aparecer ou que é muito sem graça. Tem essa diferença." Ela também rebate o argumento muitas vezes usados nas redes sociais de que "está difícil fazer humor ultimamente". "Não acho que está difícil, não. O que eu acho é que antes algumas coisas eram permitidas porque as pessoas tinham medo de se posicionar. As pessoas achavam que era engraçado zoar um corpo feminino. Hoje a gente já começa a se posicionar e a dizer que não é legal você fazer esse tipo de comentário, então não é legal você colocar em uma piada." Veja Mais

Ancine aprova só um projeto em 10 meses e Ministério Público pede explicação

O Tempo - Diversão - Magazine O ofício do procurador Sergio Gardenghi Suiama diz que é "evidente a necessidade do estabelecimento de metas concretas para efetiva conclusão e contratação dos projetos" Veja Mais

Alok prepara apresentação musical para final do campeonato X2

O Tempo - Diversão - Magazine A competição será transmitida ao vivo e contará com apresentações do DJ e de seus convidados. Veja Mais

Chris Pratt é eleito 'o pior Chris de Hollywood'; famosos saem em sua defesa

O Tempo - Diversão - Magazine Com os ataques, famosos como Robert Downey Jr., 55, e Mark Ruffalo, 52, saíram em defesa do colega Veja Mais

'O homem disparou': como um jingle eleitoral genérico em ritmo de pisadinha se espalha pelo Brasil

G1 Pop & Arte Forró que pode servir para qualquer político virou fenômeno pelo interior do país. Piauiense criou letra e se juntou a paraibano que fez álbum só com modelos de jingles. Cantores de forró fazem sucesso com jingle genérico "No dia da convenção dos partidos era eu falando com alguém no WhatsApp e mais quatro ou cinco chamando ao mesmo tempo". O relato não é de um político, mas de um empresário musical, Patrício da Costa. As chamadas eram de candidatos querendo usar a música "O homem disparou". Quem já viu um evento de campanha em 2020, especialmente no interior do país, tem grande chance de ter ouvido "ele é querido, atencioso, trouxe a liberdade paro o nosso povo" e outros versos elogiosos que podem servir para qualquer candidato. "O homem disparou" tem melodia de um músico mineiro, feita para uma banda brasiliense, reciclada por um cantor piauiense e encomendada por um agente cearense. O estouro foi no projeto de um empresário paraibano: criar um álbum só com esses jingles genéricos. Paródia ou reciclagem? Como a campanha de 2020 virou um festival de hits reaproveitados O jingle disparou A ideia colou: basta buscar o nome da música no YouTube para ver cenas de carreatas e comícios com a mesma música - só muda o nome e o número do candidato. O ritmo é o da pisadinha, vertente do forró feita só no teclado que embala festas com caixas potentes, os "paredões de som". O jingle genérico que roda o Brasil também tem uma história que cruzou o país. Conheça a jornada de 'O homem disparou' em seis passos: Em 2013, a banda brasiliense Forró Perfeito lançou "Menina pavorô", escrita pelo mineiro João Silveira, que é cantor, compositor e empresário do grupo. Ela tocou muito no Nordeste na época, mas não chegou a ser hit nacional. No início de 2020, o empresário cearense Francisco Neto, que mora em São Paulo, foi procurado por um pré-candidato a prefeito no interior do Piauí, em busca de um jingle. Como ainda não era período eleitoral, ele não podia citar o nome do candidato. O jingle genérico "O homem disparou" foi composto a pedido de Francisco pelo piauiense César Araújo, com letra nova sobre um político qualquer, usando a melodia de "Menina pavorô". A faixa se espalhou pela internet e despertou o interesse do empresário paraibano Patrício da Costa, que mora em Recife e agencia o cantor cearense Karkará, do grupo Vilões do Forró. Patrício e Karkará estavam montando um álbum só com esses jingles genéricos, que pudessem ser usados por vários candidatos. Eles chamaram César para participar e cantar sua faixa. Regravada por César Araújo, Karkará e os Vilões do Forró, com direito a videoclipe, a faixa estourou de vez, usada até por campanhas que concorrem entre si. Karkará (esquerda) e César Araújo (direita) no clipe de 'O homem disparou', gravado no Piauí Divulgação Coletânea genérica "O povo ficou sete meses parado com a pandemia, sem trabalho. Aí eu pensei: vai ter campanha política, quem sabe a gente consiga vender algo? Vamos arriscar. A gente joga na internet e vê o que dá", conta Patrício. O álbum tem outras faixas como "Vamos ganhar de novo", "Tô com você de novo", "A vitória chegou" e "O povo quer o novo". "A ideia era fazer músicas que se pareçam com a história de todo candidato", explica Patrício. A prática de divulgar jingles "de demonstração" não é inédita no mercado. Há outras produtoras que fazem estas faixas básicas para os clientes arrematarem com nome e número. A diferença é que Karkará e os Vilões do Forró, já conhecidos no forró cearense, assinaram o projeto como artistas e trataram como um álbum real. E foi com uma prática comum no forró, de identificar um hit em potencial e armar uma parceria, que eles acertaram. Rivais na política, unidos no piseiro "'O homem disparou' virou febre. A gente fez também 'A mulher disparou'. Tem lugar em que os dois partidos querem", conta Patrício. A fala dele é corroborada por relatos nas redes sociais de gente que diz ouvir a música saindo de caixas de som rivais. Comentário no YouTube no clipe de 'O homem disparou' Divulgação César Araújo, de 26 anos, descreve a criação: "Fui para um estúdio caseiro de um amigo meu na zona rural de Milton Brandão, humilde igual a mim. Só botei o playback de teclado e fui fazendo parte por parte. Acho que em menos de meia hora já estava pronta", ele conta. Ele teve medo quando a música feita sem pretensão para uma pré-campanha anônima começou a se espalhar. Ele mora em Pedro II, cidade de 38 mil habitantes no norte do Piauí, mas o jingle era para Milton Brandão, município vizinho, ainda menor, de 7 mil habitantes. "Do nada a música começou a ser compartilhada. Eu não queria ter meu nome ligado a política, mas não teve jeito. Começou a explodir nas cidades vizinhas. Em um mês, me ligaram do Rio Grande do Norte. Aí me dei conta, e veio a avalanche", ele lembra. "A música já teve uma versão compartilhada pelo Ney Lima (influencer baiano com mais de 3,6 milhões de seguidores) e pelo Tirulipa", ele conta orgulhoso. Os humoristas postaram um vídeo que usa a música para divulgar uma candidata travesti fictícia. Karkará (esquerda) e César Araújo (direita) no clipe de 'O homem disparou' Divulgação Pisadinha certeira Essa simplicidade da pisadinha, forró todo feito no teclado, é uma das características que faz o estilo se espalhar pelo Brasil, como o G1 explicou nessa reportagem. "O homem disparou" segue a fórmula de novos ídolos como os Barões da Pisadinha - que o G1 também explicou aqui no 'Barômetro da pisadinha': o som forte e seco da caixa de bateria; uma frase de teclado marcante logo no início; melodia festiva que combina com as "festas de piseiro" - vide o "pararapapa" no fim da música. O homem liberou A parceria deu tão certo que Patrício virou sócio de Francisco para empresariar também a carreira de César Araújo, além de Karkará e os Vilões do Forró. Eles criaram uma linha de montagem para autorizar e customizar o jingle. César ou Karkará regravam só um pedacinho, citando o nome do cliente no refrão ("Fulano disparou") e o número da candidatura. Com isso, os empresários passam o dia todo negociando e os cantores, gravando os acréscimos. "Karkará chegou a adoecer, de tanto cantar, ficou com dor no peito", conta Patrício. Francisco diz que eles cobram entre R$ 1 mil e R$ 2 mil para liberar e gravar a faixa customizada, dependendo do tamanho da candidatura. "Eu trabalho muito com show no interior, e meu interesse é que o prefeito ganhe e contrate meu show. Então, pelo relacionamento, às vezes eu nem cobro pelo uso", conta o empresário. César diz que eles gravaram jingles para mais de 200 cidades, mas os empresários acham que foi mais e dizem que já perderam as contas. Comentários no YouTube no vídeo de 'O homem disparou' Reprodução Zona eleitoral Os empresários sabem que tem candidato que adapta por conta própria, sem pedir autorização, ou usa a versão que não cita nome mesmo. Eles dizem que vão acionar a justiça contra essas pessoas. Uma contestação judicial, no entanto, pode esbarrar na decisão do STJ que encaixou a versão eleitoral de Tiririca para uma música de Roberto Carlos como "paródia", e abriu um precedente para adaptações não autorizadas, como o G1 contou. No caso de "O homem disparou", há outra complicação: o próprio jingle genérico já era uma versão feita inicialmente sem autorização, usando a melodia de "Menina pavorô", do Forró Perfeito. Clipe de 'O homem disparou', gravado no Piauí. O jingle genérico foi composto por César Araújo (centro) e gravado em parceria com Karkará (direita), que fez um álbum só com músicas de campanha que podem se encaixar para qualquer candidato Divulgação A equipe de César e Karkará correu para resolver isso. Após o sucesso, eles assinaram com João Silveira, compositor, cantor e empresário da banda brasiliense (cujo maior hit, em 2010, foi o forró "Samara"), um acordo para a utilização da obra. Segundo Patrício, a liberação custou R$ 2,5 mil. João diz que o acordo garante a ele participação como coautor na arrecadação de direitos autorais de "O homem disparou", já cadastrada em serviços de streaming como Spotify e o próprio YouTube. João diz que nunca quis barrar a versão, e comemora o sucesso que começou com sua melodia e virou jingle festivo "Todo dia eu recebo mais de vinte mensagens falando de lugares em que estão usando a música. De certa forma, estão me divulgando também". Karkará no clipe de 'O homem disparou' Divulgação Veja Mais

Drica Moraes diz que criou relação com homem que doou medula para ela

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Casa Fiat de Cultura celebra os 120 anos do Santa Tereza com bate-papo virtual

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'Desalma' discute relação com a morte em cidade parada no tempo: 'É um encontro de almas'

G1 Pop & Arte Cássia Kis fala sobre suspense sobrenatural e personagem bruxa na série que estreia nesta quinta (22) no Globoplay. Claudia Abreu e Maria Ribeiro completam o trio protagonista. Cássia Kis fala sobre 'Desalma', nova série do Globoplay "'Desalma' é uma história de relacionamentos muito profundos que chega em um lugar incrível, que é a alma". É assim que Cássia Kis descreve a série que estrela ao lado de Claudia Abreu e Maria Ribeiro. Assista vídeo acima. O suspense sobrenatural estreia nesta quinta (22) no Globoplay com dez episódios. O povoado pacato de Brígida é o cenário de fenômenos que assombram a população por décadas e é marcado por rituais de bruxaria que buscam trazer almas de pessoas que não estão mais por aqui. Cássia Kis interpreta a feiticeira Haia, que sofre com a morte repentina da filha no final dos anos 80, primeira fase da série. As consequências dessa perda persistem por quase 30 anos, na outra fase em 2018. Cássia Kis interpreta a feiticeira Haia na série 'Desalma' Divulgação/Globoplay "Foi divertido e está sendo divertido fazer esses dois momentos. Eu sou uma mulher de 62 anos com essa cara de 305", brinca a atriz. "É uma história de uma família, de uma mulher com seu marido, ela com sua filha... Depois, o desaparecimento dessa filha e as consequências disso nestes 30 anos esse vácuo, esse buraco que essa mulher foi parar", explica. Floresta e influência ucraniana A floresta é um importante cenário para 'Desalma'; série tem 75% do elenco de novos atores Divulgação/Globoplay "Desalma" se apoia na cultura ucraniana para reproduzir a mitologia, as lendas e as festas, como Ivana Kupalla, uma das principais comemorações do calendário eslavo. "Não para Haia só, mas para a história toda é quase uma ameaça, assusta. É uma festa de tradição ucraniana linda, uma festa de amor, de relações amorosas entre meninas e rapazes e acontece uma tragédia dentro dessa festa", explica Cássia. Outro cenário importante para a série é a floresta. Na série, ela é um local de encontro, celebração e magia. "A floresta de um modo geral esconde histórias. A gente entra em uma floresta e as coisas começam sempre a acontecer os barulhos, as coisas que a gente não conhece", afirma Cássia Kis. "Dentro da floresta, nesse caso, tem gente, tem alma, tem vozes. Ela pulsa porque é floresta, porque está viva, mas pulsa mais e, de outro jeito, porque tem alma", continua. Foi lá que a filha de Haia, personagem de Cássia, morreu em uma celebração da Ivana Kupalla. Giovana (Maria Ribeiro) e as filhas Melissa (Camila Botelho) e Emily (Juliah Mello) em 'Desalma' Divulgação/Globoplay A provocação sobre a relação humana com a morte é constante na série e aparece também nas histórias de Ignes (Claudia Abreu) e Giovana (Maria Ribeiro). "Desalma' é um drama sobrenatural que fala da nossa relação com a morte e a dificuldade de aceitar as perdas. A partir dessa não aceitação que entra a atmosfera sobrenatural, com a personagem Haia (Cássia Kis), que faz parte de uma linhagem de bruxas ucranianas", explica o diretor artístico Carlos Manga Jr. Cláudia Abreu comenta estreia de 'Desalma' e chegada aos 50: 'A maturidade é subestimada' 'Direção sugerida' Para Manga Jr., representar o universo sobrenatural está mais relacionado ao que não aparece, o que não é dito do que em efeitos especiais, como voos ou paredes atravessadas pelas personagens. "Nós escolhemos a direção sugerida, aquela que não mostra. É uma série que surpreende porque não trabalha nas mensagens diretas e, sim, no subliminar", diz Manga Jr. "Se eu pudesse usar três palavras para definir a atmosfera de ‘Desalma’ seriam densidade, estranheza e rigor. É usar a tecnologia – os efeitos à nossa disposição – para que isso seja invisível". Escrita por Ana Paula Maia, "Desalma" foi gravada em locações no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro, e tem 75% do elenco de jovens atores. Antes da estreia no streaming, a série foi selecionada para exibição no festival de Berlim em fevereiro. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

‘Noturnos’: série traz adaptações dos textos mais sombrios de Vinicius de Moraes

O Tempo - Diversão - Magazine Produção em seis capítulos estreia nesta quarta-feira (21) no Canal Brasil e traz no elenco nomes como Ícaro Silva e Marjorie Estiano Veja Mais

Maíra Baldaia, Octavio Cardozzo e outros estão na Escola Itinerante de Música

O Tempo - Diversão - Magazine O projeto tem o objetivo de contribuir para a formação profissional de jovens artistas, não apenas tecnicamente, mas principalmente na inserção desses profissionais no mercado musical Veja Mais

'Nova Ordem', de Michel Franco, abre a Mostra SP dissecando o fascismo

O Tempo - Diversão - Magazine Longa é considerado 'um filme-catástrofe mexicano' e foi vencedor do grande prêmio do júri do Festival de Veneza deste ano Veja Mais

Autora mineira Marcela Dantés lança romance inspirado em episódio da vida real

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Fenômeno 'Acredite, Um Espírito Baixou em Mim' tem sessão online daqui a pouco

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