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Coronavírus: boates de Berlim tentam sobreviver com baladas 'virtuais'

G1 Pop & Arte Há anos, a cena noturna da capital alemã resiste aos interesses de investidores. Agora, a pandemia pode levar muitos clubes à falência - e eles estão lutando para evitar que isso aconteça. No início de 2020, Berlim perdeu a Griessmuehle, uma das casas noturnas mais famosas da meca da música eletrônica, que teve de fechar as portas. Os donos do espaço, uma antiga fábrica no valorizado distrito de Neukölln, pretendem construir ali lucrativos escritórios. O feroz apetite de investidores e a gentrificação da capital alemã têm sido adversários constantes da vida noturna berlinense na última década. Famosa por sua liberdade e movimentos culturais alternativos, Berlim tem outras 24 casas noturnas ameaçadas, segundo a Club Commission, a associação das casas noturnas da cidade. A cultura clubber de Berlim agora encara um problema bem maior: as boates estão fechadas desde 13 de março devido ao risco de contágio pelo novo coronavírus. A pandemia do novo coronavírus ameaça uma indústria que gera 9 mil empregos, 168 milhões de euros (R$ 954 milhões) anuais em receitas diretas com eventos, quase 1,5 bilhão de euros (R$ 8,6 bilhões) em gastos de turistas (transporte, setor de hospitalidade, gastronomia, etc), e fazem parte da identidade cultural da cidade. Há anos a cena noturna da capital alemã resiste aos interesses de investidores - agora, a pandemia ameaça levar muitos clubes à falência Mensch Meier / Divulgação A pandemia ameaça uma indústria que gera 9 mil empregos, contribui consideravelmente com os cerca de 1,5 bilhão de euros (R$ 8,6 bilhões) que os turistas gastam ao ano e fazem parte da identidade cultural da cidade. "Não temos renda, só doações no momento. E, claro, temos que pagar aluguel e impostos. Até agora, as doações cobriram os custos básicos. Ficamos impressionados com a resposta de nossos amigos", diz à BBC News Brasil Nanette Flaig, integrante do coletivo SO36, um legendário clube frequentado nos anos 1970 por David Bowie e Iggy Pop e que consegue a façanha de se manter há décadas no mesmo local em Kreuzberg. "A primeira coisa que fizemos foi tentar reduzir nossos custos. Por isso, pedimos ao nosso senhorio para pagar o aluguel mais tarde e fizemos o mesmo sobre os impostos com as autoridades. Mas isso é apenas adiar a conta", afirma Elisabeth Steffen, do coletivo de organizadores do ://about blank. "É uma situação muito difícil para a cultura clubber. Ninguém sabe quanto tempo ficaremos fechados. Esse cenário pode nos matar. Estamos coletando doações e fazendo merchandising, mas isso não cobre os custos", conta Anias Meier, do coletivo Mensch Meier. Em um setor que depende da presença física de clientes em seus eventos, o isolamento social imposto pela pandemia pode significar a falência de muitas casas noturnas. É para evitar esse cenário que elas estão apostando em uma inusitada alternativa: as festas virtuais. Por isso, a associação dos clubes Club Commission criaram o United We Stream, um movimento que transmite ao vivo as perfomances de DJs de vários clubes via streaming. Os sets ocorrem diariamente, sempre em um clube diferente. Os conceitos das apresentações variam de acordo com as boates, mas os streamings mostram bandas tocando, geralmente, nos espaços tradicionais dos clubes sem a participação de ninguém além dos músicos - alguns até usam máscaras cirúrgicas - e das equipes técnicas. Mas nada disso parece afetar os artistas, que investem em suas perfomances dançando e cantando de forma animada, como se tivessem uma plateia presente. O mesmo vale para os DJs, que surgem conduzindo os seus sets, ajustando equipamentos e controlando mixers em apresentações que podem passar de quatro horas. Fachada do Mensch Meier: Clube também tem coletado doações com frequentadores Mensch Meier / Divulgação Os shows costumam trazer elementos típicos das baladas berlinenses, como a iluminação seguindo o ritmo das músicas - incluindo luzes piscando e ambientes escuros. Tudo isso captado em diversos ângulos e câmeras, inclusive com efeitos visuais para criar uma atmosfera mais realista. Os fãs participam de suas casas, do outro lado da tela do computador ou de smartphones, no isolamento, de onde podem dançar ou apenas acompanhar os sets. Para aqueles que desejam maior interação, há um chat ao vivo para comentários. Os vídeos atingem uma ampla audiência, alguns com mais de 200 mil visualizações. O público paga valores mensais ou realiza doações durante os streamings. Toda a renda é revertida para um fundo a ser acessado pelas boates seguindo diversos critérios. A idéia, explica Steffen, é que as pessoas doem aquilo que normalmente gastariam em uma balada, como a taxa de entrada e bebidas. Em troca, eles podem assistir a shows ao vivo. "Não sabemos quanto tempo isso vai durar, então temos que encontrar uma maneira de superar essa crise." "Atualmente, há 300 mil euros (cerca de R$ 1,7 milhão) no fundo. Isso não será suficiente. Mas isso também mostra que há o interesse das pessoas em salvar a nossa cultura", completa Meier. Como a receita gerada pelo projeto não é o bastante para socorrer todo o setor - que antes da pandemia pressionava políticos para que as boates fossem reconhecidas como patrimônios culturaia a serem protegidos pela cidade -, muitos clubes tiveram que recorrer ao Estado para pagar os funcionários. O governo alemão aprovou um mega pacote de 750 bilhões de euros (R$ 4,3 trilhões) para ajudar a economia do país a enfrentar a crise causa pelo novo coronavírus. Flaig diz que a ajuda do Estado, entretanto, é limitada. "O Estado ajuda a pagar os funcionários fixos com uma espécie de salário desemprego. Esse programa era normalmente destinado a trabalhadores da indústria, mas agora foi aberto para basicamente todos os que estão com problemas devido o coronavírus. Mas os estagiários são pagos com (o dinheiro das) doações porque eles não podem obter benefícios de desemprego." Em posição precária, o Mensch Meier diz que não conseguiu pagar o aluguel deste mês, mas que negociou um acordo. "Teremos que pagar o aluguel em dois anos, com juros de 4%. Não é como se pudéssemos dobrar nossas festas ou ganhar 4% a mais por todos os meses que ficamos fechados. Não podemos simplesmente fazer esse dinheiro de volta", diz Meier. A verba do United We Stream, argumenta Meier, ajudará as casas noturnas a pagar algu-mas contas nos próximos meses, mas se elas permanecerem inoperantes por muito mais tempo, o projeto não terá como salvá-las. "Em algumas semanas, as primeiras boates fe-charão. E em um ou dois meses, mais se seguirão. Nós vamos continuar lutando." Em uma situação um pouco melhor, o ://about blank conseguiu levantar 100 mil euros em uma campanha de financiamento coletivo. "Temos muito apoio e os artistas estão doando discos ou camisetas. Assim podemos dar algo a quem contribui", afirma Steffen. Ampla solidariedade Grande parte dos clubes berlineses é ligad a movimentos feministas, antifascistas e antirracistas. Logo, não é surpresa que tenham decidido destinar 8% da arrecadação com o United We Stream para uma ONG que realiza resgates de imigrantes no Mar Mediterrâneo. "A doação ao projeto de resgate marítimo é importante na cena dos clubes de Berlim. É uma posição política por valores liberais [democráticos] alternativos", defende Steffen. Pandemia ameaça indústria que gera 9 mil empregos, quase 1,5 bilhão de euros em gastos de turistas e compõe identidade cultural de Berlim BASTIAN BOCHINSKI/DIVULGAÇÃO Também não surpreende que as boates tenham escolhido enfrentar a crise juntas, em vez de competir entre si. "A solidariedade é grande entre os clubes e organizações políticas em Berlim, porque todo mundo se conhece. O resultado é muito melhor se lutarmos juntos. Por exemplo, quando nossos amigos de outro clube pedem doações, compartilhamos isso em nossas redes sociais", afirma Flaig. O streaming conjunto, diz Steffen, mostra a solidariedade não apenas entre as boates mais famosas, mas também aos empreendimentos menores que também recebem parte do dinheiro arrecadado. "Vamos ter que superar isso. Vales a pena salvar cada um de nós", completa Meier. Um alento para os fãs O isolamento social teve um impacto considerável nessa cidade em que as pistas de dança e a música eletrônica fazem parte do dia a dia de muita gente. Ainda que não substituam as festas reais, os streamings espantam a solidão. "O feedback que recebemos da nossa transmissão para uma festa mensal focada em gays muçulmanos foi enorme. É claro que não é tão bom quanto o evento de verdade, mas esse é basicamente o único lugar onde essa comunidade pode ser ela mesma. Ser gay e muçulmano ainda é um problema às vezes. É uma pequena conexão que as pessoas podem sentir", diz Flaig. Meier concorda com a colega. "Fico muito feliz quando alguém posta um vídeo dançando ou celebrando via streaming porque há uma sensação de união, uma espécie de êxtase novamente. É uma forma de arte. E a arte é uma parte vital de uma sociedade saudável. Isso, obviamente, ajuda a atravessar esses tempos difíceis." Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! https://www.youtube.com/watch?v=mRm3tfj2pds https://www.youtube.com/watch?v=tcrZd5uxajw https://www.youtube.com/watch?v=lmkZorktopE Veja Mais

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Com curadoria de Lady Gaga, OMS organiza uma série de shows virtuais para arrecadar fundos para combater a covid-19

G1 Pop & Arte Evento 'One World: Together At Home' será transmitido no dia 18 de abril em redes sociais e plataformas de streaming . Evento será realizado em parceria com a instituição Global Citizen Reprodução A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (6), em parceria com a cantora Lady Gaga e a Instituição Global Citizen, a "One World: Together At Home" ("Um Mundo: Juntos em Casa", em português), uma série de shows para arrecadar fundos no combate o novo coronavírus. Segundo Lady Gaga, os valores arrecadados irão beneficiar profissionais de saúde, que estão na linha de frente na luta contra a covid-19, e instituições de caridade locais e regionais que fornecem comida, abrigo e assistência médica àqueles que precisam de ajuda. Além de Lady Gaga, a programação musical inclui Paul McCartney, Elton John , Billie Eilish e Finneas, Lizzo, Stevie Wonder, John Legend, Chris Martin (vocalista do Coldplay), Eddie Vedder, Kacey Musgraves, J Balvin, Keith Urban, Alanis Morissette, Lang Lang e Andrea Bocelli, Billie Joe Armstrong (Vocalista do Green Day), Burna Boy e Maluma. Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, "a pandemia da covid-19 continua afetando pesadamente famílias, comunidades e nações do mundo inteiro. Mas também está dando origem a atos incríveis de generosidade, solidariedade e cooperação". O evento será transmitido digitalmente no dia 18 de abril em diversas plataformas incluindo YouTube, Facebook, Instagram e Twitter. Durante a coletiva de imprensa, Lady Gaga informou que nos últimos 7 dias, a indústria do entretenimento levantou cerca de US$ 35 milhões para o fundo de solidariedade da OMS. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Quatro paredes', Simone, 1974

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Quatro paredes', de Simone Walter Firmo ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Quatro paredes, Simone, 1974 ♪ Quando Simone viveu o primeiro grande pico de popularidade na carreira, com a explosão nacional do álbum Pedaços (1979), a artista baiana da gema já contabilizava nove discos lançados ao longo de seis anos de trajetória como cantora. Sem estourar de imediato, Simone foi angariando público e prestígio crescentes desde que iniciara a carreira em 1973, contratada pela gravadora Odeon. Apresentado em 1974, Quatro paredes – segundo álbum solo dessa cantora que então já havia integrado o elenco de três discos coletivos – ajudou Simone a pavimentar o caminho que a levaria ao estrelato na segunda metade da década de 1970. Gravado sob direção musical do maestro Lindolfo Gaya (1921 – 1987), com precisos arranjos e regências do pianista Luiz Eça (1936 – 1992), Quatro paredes é álbum de tom denso e tenso. Dramático, em uma palavra. Com o canto ainda em expansão, mas já expressivo, Simone expeliu pela boca a amargura poetizada por Hermínio Bello de Carvalho em verso da letra de Salamargo, parceria de Hermínio com Eduardo Marques, compositor da música-título Quatro paredes, bolero sufocante como boa parte do repertório do disco. Compositor e produtor que guiou Simone nos primeiros passos como cantora da esguia ex-jogadora de basquete, Hermínio Bello de Carvalho fomentou a dramaticidade que pautou Quatro paredes ao selecionar quase todo o repertório do álbum. Os títulos de algumas músicas – como Desgosto (da então iniciante Thereza Tinoco) e Nosso amor não deu nada (João de Aquino e Paulo Frederico), composição do revelador verso “Quem sabe da dor é meu coração” que Simone gravara com Aquino no anterior álbum Festa Brasil (1974) – já explicitaram o tom desiludido do disco Quatro paredes. Em tom sempre interiorizado, Simone expiou a matadeira saudade de amor nas regravações do baião Qui nem jiló (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1949) e da toada A saudade mata a gente (João de Barro e Antônio Almeida, 1948), sutil incursão do disco por trilha ruralista. Em sintonia com o título, Quatro paredes soou por vezes claustrofóbico, como na abordagem de Bodas de prata, composição inédita da então novata dupla João Bosco e Aldir Blanc. Driblando o monopólio de Elis Regina (1945 – 1982), cantora que tinha a primazia de ouvir e escolher antes as músicas da dupla que queria gravar, Simone também lançou em Quatro paredes o samba De frente pro crime, flash da violência urbana cotidiana gravado com as vozes do MPB4 no coro (o grupo regravaria o samba em 1975 no álbum Dez anos depois). Sem espaço para a leveza, o disco também apresentou registro ralentado da marcha-frevo Chuva, suor e cerveja (Caetano Veloso, 1971), cuja letra soou como súplica feita fora do ambiente carnavalesco. Samba que roçou o drama do tango no desenho das cordas do arranjo épico, Fantasia – música da lavra de João Bosco e Aldir Blanc que nunca mais foi gravada em disco após o registro original de Simone – corroborou a sensação de que Quatro paredes era disco com ares de quarta-feira de cinzas. Nem a sensualidade de Proposta (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1973), canção regravada por iniciativa de Simone, desanuviou o clima desse álbum imerso em clima de adeus, como explicitou Baião do coração (Fred Teixeira e Cirino). Quinto dos onze álbuns feitos por Simone na gravadora Odeon, na fase mais coesa e densa da discografia da Cigarra, Quatro paredes é disco que merece ser descoberto por quem conheceu essa grande cantora do Brasil somente a partir do sensual jorro feminino do álbum Pedaços. Veja Mais

Lee Fierro, atriz de 'Tubarão', morre aos 91 anos de coronavírus

G1 Pop & Arte Segundo informações da revista Variety, atriz morava em uma casa de repouso, em Ohio. Lee Fierro em cena do filme "Tubarão" Divulgação Lee Fierro, atriz que participou do filme "Tubarão", morreu aos 91 anos, após ser diagnosticada com coronavírus. A atriz, que ficou conhecida por interpretar a personagem Mrs. Kintner no longa, morreu em uma casa de repouso em Ohio, onde morava, segundo informações da revista Variety. No clássico filme de 1975, Fierro fazia o papel da mãe de Alex Kintner (Jeffrey Voorhees), a segunda vítima do tubarão branco. Lee também foi professora de teatro na Island Theatre Workshop, na ilha Martha's Vineyard, em Massachusetts, onde orientou centenas de aspirantes a atores. A atriz se mudou para Ohio em 2017 para ficar mais próxima da família. Segundo a revista Variety, a família de Lee Fierro planeja uma pequena cerimônia de despedida, seguindo as orientações de distanciamento por causa do coronavírus. Veja Mais

Lives de sertanejos alegram a quarentena, mas fogem da receita do pop mundial em isolamento

G1 Pop & Arte Gusttavo Lima mostra carisma, arrecada doações, alegra fãs e precede outras 'lives de sala cheia' no Brasil, mas difere do isolamento de outros popstars; G1 analisa maratona de lives. Tudo começou com popstars globais como Chris Martin, John Legend e Elton John, sozinhos em casa, fazendo transmissões simples ao vivo para se conectar com os fãs e incentivar o isolamento e doações para caridade. Todo mundo entrou na onda. Mas alguns artistas brasileiros estão criando um modelo diferente: a live de quarentena com a sala cheia. A live de Gusttavo Lima foi o primeiro fenômeno da música pop brasileira desde o início do período de isolamento social. Foram impressionantes cinco horas de puro carisma musical e etílico - uma alegria necessária para milhares de fãs em casa. No entanto, a grande produção demandou a presença de várias pessoas na casa do cantor. Ele fugiu da receita das lives em isolamento real que estavam sendo feitas antes por estrelas pop no Brasil e no mundo. Astros como Dave Grohl, Mariah Carey e Billie Eillish não tiraram suas equipes de casa para entreter os fãs e arrecadar doações. O modelo caseiro foi o mesmo em "festivais de lives" nos primeiros dias de quarentena no Brasil, como #TamoJunto e #FiqueEmCasaBR e #MúsicaEmCasa. O podcast G1 Ouviu analisou uma maratona de lives e explicou como a de Gusttavo foi diferente. Ouça acima. Gusttavo Lima faz show pela web por causa da quarentena e tem mais de 10 milhões de visualizações Reprodução/Gusttavo Lima Live de sala cheia O G1 enviou a Gusttavo Lima perguntas sobre a transmissão e a presença da equipe técnica, mas não teve retorno. O "Buteco em casa" de Gusttavo Lima teve picos de mais de 700 mil espectadores simultâneos no YouTube e 160 mil no Instagram, no dia 28 de março. O segundo "Buteco" já está marcado para 11 de abril. Trecho da transmissão ao vivo de Gusttavo Lima mostra pessoas trabalhando na casa dele durante a live Reprodução Foi um absurdo de audiência. É como a versão digital de um megaevento físico como Rolling Stones em Copacabana. Muitos popstars mundiais não conseguem reunir tanta gente em uma live nesses dias de quarentena. Mas não foi só o número de espectadores que impressionou. Uma diferença importante foi do número de pessoas que estavam presentes na casa do cantor para realizar a produção luxuosa. Jorge e Mateus e Léo Santana seguiram a 'sala cheia' Uma semana depois, Jorge e Mateus ainda bateram de longe essa marca já alta. A live no sábado (4), que também teve garçom servindo cerveja, banda acompanhando e várias pessoas no local de gravação, chegou a 3 milhões de espectadores simultâneos. Durante a transmissão, circulou nas redes sociais uma imagem que mostra a aglomeração de pessoas nos bastidores. Segundo a assessoria de Jorge e Mateus, no total, 18 pessoas participaram do projeto e houve um revezamento ao longo do processo de produção. Imagem da live da dupla Jorge & Mateus com muita gente no mesmo espaço Reprodução / Instagram Com público menor, Léo Santana foi mais explícito no modelo da "sala cheia", colocando quatro músicos atrás dele na live feita na sexta-feira (3). Live de Léo Santana com músicos na sala Reprodução Na live de Gusttavo Lima, havia câmeras, garçom servindo cerveja e churrasco, violonista e uma equipe de vídeo que ocupava um escritório improvisado atrás da sala. Só entre as que apareciam ao fundo em algumas cenas, eram cerca de dez pessoas - umas de máscara, outras não. Técnico troca microfone de Gusttavo Lima enquanto garçom serve cerveja durante live Reprodução A live de Jorge e Mateus tinha, além do garçom, quatro músicos de apoio, mais de uma câmera e ainda pessoal técnico para a gravação. Jorge disse ao vivo que a equipe era a mínima necessária e que estavam todos de máscara - segundos depois de um roadie aparecer sem máscara. Astros distantes Elton John na cozinha de casa durante o iHeart Living Room Concert Divulgação O cenário com cerveja e churrasco de Gusttavo Lima era bem diferente, por exemplo, de Elton John sozinho em sua cozinha, incentivando os espectadores a ficarem isolados também. Foi de lá que ele apresentou o programa iHeart Living Room Concert. Elton John mostrou vídeos de Dave Grohl, Billie Eilish e Finneas, Mariah Carey, Billie Joe do Green Day e outros dos músicos mais famosos do mundo. Todos sozinhos, em gravações simples. Só durante a transmissão, o iHeart Festival arrecadou US$ 8 milhões em doações. Gusttavo Lima mostra seu filho durante live, e imagens ao fundo mostram estrutura de produção e pessoas circulando na casa Divulgação Chris Martin deu o tom A onda mundial de lives como uma das soluções para a música pop em isolamento começou com Chris Martin, líder do Coldplay. O mundo ainda estava começando a implantar medidas de distanciamento social necessárias para deter o avanço do coronavírus. Também sozinho, sem nenhuma produção, Chris Martin tocou, conversou, incentivou os fãs a ficarem em casa, e anunciou o festival beneficente Together At Home. Teresa Cristina, Coldplay e Miley Cyrus estão entre os artistas que estão fazendo apresentações on-line Reprodução/Redes sociais dos artistas O festival criado por Chris Martin junto com a ONG Global Citizen teve John Legend, Camila Cabello e Shawn Mendes, Nial Horan e outros nas salas de suas casas. Nenhum chegou perto da produção de Gusttavo Lima ou Jorge e Mateus. Era todo mundo solitário ou com a família. O lamento de Marília No Brasil, Marília Mendonça fez lives no modelo caseiro, também com picos de 160 mil pessoas no Instagram. Durante a transmissão de Gusttavo Lima, ela escreveu no Twitter: "Olá, Gusttavo Lima, gostaria de dizer, em nome do sindicato dos “fazedores de ao vivo” que o Sr. está inviabilizando o conceito live e que não vai dar pra te copiar. Obrigada." Initial plugin text Além de Marília, outros internautas falaram sobre o tamanho da produção . Mas a maioria dos comentários eram de elogios ao show. Com o microfone dourado na mão, Gusttavo mostrou o tamanho do seu carisma. Cachaça e publis Ele fez propaganda de cerveja, bebeu bastante o produto anunciado e virou um bêbado daqueles que não param de falar e cantar. Gusttavo Lima com parte da equipe da live ao fundo Reprodução Além de bebida e música, a transmissão de Gusttavo Lima, e as semelhantes na semana seguinte, tiveram inúmeras propagandas de produtos. Os merchans são boa notícia para um mercado musical que encara uma enorme crise à frente e precisa achar novos modelos para se sustentar. Doações Ainda na parte financeira, Gusttavo Lima anunciou que, durante a transmissão, arrecadou R$ 100 mil e toneladas de donativos para instituições de caridade. Outros shows seguintes também arrecadaram milhares de reais, segundo os cantores. Necessário e louvável. Mas se a ideia fosse só entreter e arrecadar sem se isolar, certamente Chris Martin teria feito uma produção nível Coldplay com luzes, efeitos especiais e uma equipe gigante. Dinheiro e público para isso ele tem. Mas, como diz o nome do festival, Together at Home, a ideia dele era não tirar várias pessoas de casa. A meta da Global Citizen é arrecadar ao menos US$ 10 milhões, que serão cobertos em dobro pelo Facebook. Somados aos US$ 8 milhões do iHeart Festival, é uma boa quantia arrecadada sem precisar tirar técnicos de casa nesse momento. Dave Grohl no iHeart Living Room Concert Reprodução Diferente de mercados, farmácias, jornalismo, transportes... Durante o período de quarentena, há atividades essenciais definidas pelo governo federal, como supermecados, farmácias, transportes e o jornalismo, que dão insumos e informações essenciais neste período, e não podem parar. Não há menção à transmissão de eventos musicais ao vivo nestes decretos. Mas o mercado musical tem definido por conta própria no mundo que os músicos, mesmo os mais famosos, fiquem em casa com suas famílias e façam as lives para os fãs na mesma situação. Ministro dá a orientação Na transmissão de Jorge e Mateus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, apareceu em vídeo, falou aos artistas que fazem show de casa e reforçou a orientação de isolamento. "Importante que a música chegue, mas que a gente não aglutine, que não coloque as pessoas no mesmo lugar", disse o ministro. Equipe de Gusttavo Lima durante live do cantor Reprodução Veja Mais

Roberta Miranda manda abraço em forma de música com rap de Daniel Del Sarto

G1 Pop & Arte Clipe da composição inédita encadeia imagens, feitas por celular, de artistas como Zeca Pagodinho, Wanderléa e Péricles. Capa do single 'Te abraço com a música', de Roberta Miranda Reprodução ♪ Roberta Miranda lança Te abraço com a música, composição inédita de autoria da artista, de batida dançante. Lançada em single na última sexta-feira, 3 de abril, a gravação de Te abraço com a música ganha clipe colaborativo, gravado em quatro dias em produção viabilizada pela internet com as participações de artistas em imagens captadas via celular. No single e no clipe, Te abraço com a música incorpora rap escrito e falado pelo ator e cantor Daniel Del Sarto. Roberta inseriu o rap na música quando a gravação já estava sendo finalizada com produção musical e arranjo de Jovani Silveira. O clipe de Te abraço com a música encadeia imagens de artistas que dublam o verso-refrão-título da música. O elenco do vídeo inclui, entre outros nomes, Zeca Pagodinho, Wanderléa, Péricles, Salgadinho, Tânia Mara e a fadista Mariza, vista no clipe em imagem enviada de Portugal. O clipe de Te abraço com a música entrou em rotação no fim da noite de domingo, 5 de abril. Veja Mais

Zeca Baleiro encerra primeiro dia do Quarentena Festival

O Tempo - Diversão - Magazine Evento virtual criado pelo tradicional grupo teatral Os Satyros vai desta segunda (6) a 12 de abril com atrações de teatro, música e literatura Veja Mais

Organizações adiam importantes eventos de moda

O Tempo - Diversão - Magazine Semanas de Moda Masculina e de Alta-Costura de Paris, que estavam programadas para acontecer de 23 a 28 de junho e de 5 a 9 de julho, respectivamente, foram canceladas Veja Mais

Após acusações de estupro, Corinthians desiste de convidar Felipe Prior

O Tempo - Diversão - Magazine O ex-BBB é acusado de ter estuprado duas mulheres e tentado estuprar uma terceira, após uma festa de jogos universitários Veja Mais

Fãs se chocam com suposto vídeo de Ezra Miller pegando fã pelo pescoço

O Tempo - Diversão - Magazine Astro de "Liga da Justiça" teria se excedido numa brincadeira combinada com uma fã e precisou ser contido; assunto foi parar nos Trending Topics do Twitter Veja Mais

Chico César roga ao céu o fim da peste em música sobre pandemia do coronavírus

G1 Pop & Arte Cantor lança a canção 'Se essa praga morresse', composta sob o efeito do isolamento social. ♪ “Será que o tal do tão propagado caos / Vai causar iluminação? / ... / Será que o ser que do escuro sairá / É ciência ou religião?”, reflete e questiona Chico César, sem chegar a uma conclusão, nos versos de música inédita composta sob o efeito do isolamento social para contenção da pandemia do coronavírus. Intitulada Se essa praga morresse, a música foi apresentada pelo cantor e compositor paraibano no início da madrugada desta segunda-feira, 6 de abril. Munido do próprio violão, Chico cantou a música em vídeo postado em rede social. Na letra de Se essa praga morresse, o artista roga ao céu o fim da pandemia, caracterizada na letra como peste. Eis a letra de Se essa praga morresse: Se essa praga morresse (Chico César) Eu só queria que essa praga morresse Que esse vírus infitete sumisse Que acabasse logo o disse-me-disse Que alguém gritasse que isso tudo findou-se E alumiasse essa escuridão Eu só queria que você me abraçasse Me convidasse pra ir numa delicatessen Uma padaria talvez fosse mais fácil Pra rirmos muito até doer o osso Da fantasia de não soltar a mão Será que é mau desejar o mal ao mal Pra haver evolução? Será que o tal do tão propagado caos Vai causar iluminação? Será será que aqui permanecerá Hora extra e serão? Será que o ser que do escuro sairá É ciência ou religião? (Sei não, sei não, sei não) Se o infinito escutasse minha prece Pagava o preço por mais alto que fosse Só peço ao céu apenas que se apresse De uma vez por todas leve logo essa peste E me desculpe pela postulação Eu só queria que você não pensasse Que isso tudo é só esquisitice Que o afastamento aumentou minha maluquice De alguma forma do seu jeito me amasse E me levasse quente no coração Veja Mais

'BBB20': 'Pretendo ter minha vida com a Marcela', diz Daniel

O Tempo - Diversão - Magazine Inicialmente, a médica tentou não se envolver com o ator, mas acabou engatando um relacionamento com ele dentro do jogo Veja Mais

Enquete: quem você quer eliminar no Paredão do 'BBB20': Marcela, Fly ou Babu?

O Tempo - Diversão - Magazine O resultado do 12º paredão do reality será divulgado na próxima terça-feira (7) Veja Mais

Últimos dias

Gabi é eliminada do 'BBB20' com 59,61% dos votos

G1 Pop & Arte Babu e Thelma, que também estavam no paredão, se salvaram e permanecem na casa. Gabi é a 11ª eliminada do BBB 20 Reprodução/TV Globo Gabi Martins foi eliminada do "BBB20" neste domingo (5) com 59,61% dos votos. Ela foi a 11ª a deixar a casa. Com isso, Babu e Thelma continuam na casa. Thelma recebeu 36,28% dos votos e Babu, 4,11%. Em conversa com o apresentador Tiago Leifert depois de deixar a casa, Gabi falou sobre a experiência de participar do programa. "Meu coração está bem triste, mas eu estou mandando toda a energia positiva para eles. Eu acho que às vezes eu não conseguia me expressar tão bem", afirmou. Nova líder e paredão Logo após a eliminação, foi feita a prova do líder, vencida por Thelma, e feito um novo paredão. A líder indicou Flayslane. Depois, os participantes foram divididos em dois grupos e declaram seus votos. Babu e Marcela foram os mais votados e completaram o paredão. Veja Mais

Gilberto Gil arrasa cantando "Volare" com a neta, Flor

O Tempo - Diversão - Magazine Uma das obras mais icônicas do cancioneiro italiano, a música de Domenico Modugno narra um sonho Veja Mais

Dupla Jorge & Mateus dá mau exemplo ao driblar regra de isolamento social em live patrocinada

G1 Pop & Arte Imagem em circulação nas redes sociais mostra que havia um clima de festa na apresentação dos cantores sertanejos. ♪ ANÁLISE – Assunto na internet ao longo da madrugada deste domingo, 5 de abril, a live da dupla sertaneja Jorge & Mateus tem gerado comentários e, com razão, vem sendo condenada no tribunal das redes sociais de forma inapelável. Intitulada Na garagem e patrocinada por marca de cerveja, com apoio de um restaurante, a longa live dos cantores na noite de sábado, 4 de abril, contabilizou 3,1 milhões de acessos simultâneos ao longo das quatro horas e meia de duração. Pareceu até show profissional, no estilo de apresentações acústicas que, não raro, geram registros audiovisuais no universo sertanejo. A questão é que uma imagem exposta em redes sociais mostrou que havia pessoas demais no espaço armado para o show na casa do empresário da dupla. E uma imagem vale por mil palavras, como diz o clichê. Por mais que Jorge & Mateus tenham enfatizado na live a necessidade do distanciamento social para a contenção da pandemia de coronavírus e por mais que (de acordo com a assessoria dos cantores) tenham seguido as normas de segurança do Ministério da Saúde, com o uso de luvas e álcool gel pelos profissionais envolvidos na produção, a imagem falou mais alto e insinuou um clima de festa, de confraternização. Tudo o que não é permitido em tempos de quarentena. Imagem da live da dupla Jorge & Mateus com muita gente no mesmo espaço Reprodução / Internet O efeito do mau exemplo é potencializado pelo alcance massivo do som da dupla. Se a insinuação de aglomeração tivesse acontecido em live de um artista da cena indie, o exemplo seria ruim da mesma forma. Mas o alcance da imagem seria menor e, portanto, teria consequências menores. Numa live que mobilizou milhões de seguidores da dupla, a questão se torna grave porque, sabe-se, há ainda uma resistente parcela da população do Brasil que contraria as normas da quarentena e insiste em circular nas ruas, favorecendo a propagação do coronavírus. A imagem exposta nas redes sociais com várias pessoas na live de Jorge & Mateus mostra que, a rigor, foi driblada a regra de isolamento social. Até porque não havia necessidade da presença de tanta gente no mesmo ambiente. Qual a necessidade de um garçom circular ali, servindo a cerveja da empresa patrocinadora? Nenhuma. Ficou claro que a intenção foi tão somente justificar o patrocínio obtido para a produção da live. Como o mal já está feito, espera-se tão somente que nenhum outro artista vá reproduzir em lives futuras o mau exemplo de Jorge & Mateus. Veja Mais

Lives de domingo: João Neto & Frederico, Scalene, Parangolé e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Unha Pintada, Vintage Culture, Jefferson Moraes, Os Parazin, DJ Henrique de Ferraz, Cida Moreira e outros fazem transmissões ao vivo pela internet para fãs em casa; veja lista. Parangolé, João Neto e Frederico e Scalene fazem lives neste domingo (6) Divulgação Este domingo (5) não tem uma programação de lives tão cheia quanto no sábado (4), mas a lista ainda tem Parangolé, João Neto & Frederico e Gustavo, do Scalene. Veja abaixo a lista do G1 com as principais lives deste domingo (5). Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja as lives deste domingo (5): Jefferson Moraes e Os Parazin - à partir das 12h - Link - O Villa Mix Esperança vai ter a live dos dois artistas e também shows gravados. Não foi informado o horário de cada um. Unha Pintada - 16h - Link Cida Moreira - 16h30 - Link (#ZiriguidumEmCasa) Tony Salles, do Parangolé - 17h - Link Vintage Culture - 18h - Link João Neto e Frederico - 18h - Link DJ Henrique de Ferraz - 18h - Link Guto Goffi - 19h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Gustavo Bertoni, do Scalene - 19h - Link - (Sala de Casa Natura Musical) Erikah Badu - 21h - Link Rita Benneditto - 21h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Rodrigo Amarante - 21h30 - Link (#TamoJunto) Valesca Popozuda - Meia-noite - Link Diplo - Meia-noite - Link Veja Mais

Discos para descobrir em casa – '...Desta vida, desta arte...', Marina Lima, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum '...Desta vida, desta arte...', de Marina Lima Fotossíntese ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – ...Desta vida, desta arte..., Marina Lima, 1982 ♪ Em 1981, ao lançar o álbum Certos acordes, Marina Lima começou a se impor como compositora com o sucesso da canção Charme do mundo (Marina Lima e Antonio Cicero, 1981). Três anos depois, a cantora e compositora consolidou a obra autoral com o estouro do álbum Fullgás (1984), disco em que adotou sonoridade eletrônica na formatação das músicas. Contudo, entre Certos acordes e Fullgás, houve um álbum, ...Desta vida, desta arte..., que surtiu menor efeito no mercado. Lançado em 1982 pela gravadora Ariola, esse quarto álbum de Marina apresentou a artista de cabelo curto e com a obra autoral ainda em progresso, mas já com um punhado de boas canções, todas assinadas com o irmão poeta Antonio Cícero, com exceção do rock que abriu o disco, Acho que dá, composto com Tavinho Paes em Búzios (RJ). Não é à toa que, na foto da capa, Marina apareceu escrevendo o próprio nome, sinalizando a intenção de reforçar a própria assinatura no universo pop brasileiro. Na avaliação de Marina, ...Desta vida, desta arte... é disco que resultou aquém do potencial por conta da mixagem – equivocada, no entender da artista – feita pelo produtor Marco Mazzola à revelia de Marina e do guitarrista Pisca, nome fundamental na formatação do álbum. Satisfeita com o bom acabamento do álbum anterior Certos acordes, feito com Pisca, Marina repetiu a parceria com o guitarrista no disco de 1982. Último dos três álbuns lançados pela cantora via Ariola, ...Desta vida, desta arte... foi gravado sob direção musical de Pisca, criador – em parceria com a própria Marina – dos arranjos das 10 faixas. O repertório começou a delinear a personalidade de Marina, artista de alma carioca, como enfatizaram os versos escritos por Antonio Cicero para Este ano. “Eu sou do Rio / E o Rio explode / ... / Nada me freia / O tempo corre / Na minha veia e diz: pode”, celebrou Marina em Este ano. Na velocidade do rock, Meu tempo (Estou aprendendo) expôs a veia poética contemporânea de Cicero como letrista, fundamental para a consolidação da obra autoral de Marina. Bonita composição feita para Maria Bethânia, que havia lançado O lado quente do ser (Marina Lima e Antonio Cícero) no álbum Talismã (1980), Mapa-múndi (Marina Lima e Antonio Cicero) acabou sendo apresentada pela própria autora em gravação adornada pelo toque do violão de Rosinha de Valença (1941 – 2004), nem sempre devidamente evidenciado na mixagem que fez sobressair os pianos tocados por Eduardo Souto Neto e Pisca, parceiro de Marina e Cicero na canção É a vida que diz. Momento mais interiorizado do álbum, embebido em melancolia destilada pela saudade, a canção Essas coisas que eu mal sei... (Marina Lima e Antonio Cicero) juntou a artista com Zizi Possi em encontro inédito. Zizi – cabe lembrar – tinha sido lançada como cantora em 1978, mesmo ano da estreia de Marina no mundo do disco. As intérpretes se harmonizaram. Aliás, mesmo que já começasse a escrever o próprio nome como compositora em 1982 com canções modernas como Depois me diz (outra da fértil lavra com Cicero), Marina mostrou em duas faixas do álbum ...Desta vida, desta arte... a habilidade para se apropriar de canções alheias como intérprete sagaz. Ao dar voz a Emoções (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1982), clássico instantâneo lançado no ano anterior na voz do autor Roberto Carlos, Marina interiorizou o fox em arranjo urdido somente com o violão da própria Marina e o toque da gaita de Rildo Hora. A mesma fluência foi percebida na abordagem de Noite e dia, parceria de Lobão com Júlio Barroso (1953 – 1984) lançada por Marina em gravação que jamais foi superada pelos registros posteriores da Gang 90 (a banda new wave criada por Julio) e de Lobão. Detalhe: Marina foi uma das musas inspiradoras da canção, dividindo o pódio com a absurdette Alice Pink Pank. Embora ainda estivesse achando o próprio caminho, em busca que a conduziria ao estouro de Fullgás (1984), Marina já mostrou charme e personalidade de sobra neste ...Desta vida, desta arte..., álbum menos conhecido, mas importante para apontar para a artista a trilha que deveria ser seguida a partir de então, sem a interferência de Mazzola, como a cantora ressaltou em 2005, em depoimento para a edição em CD de ...Desta vida, desta arte..., disco a ser descoberto. Veja Mais

Titãs cantam para 'as pessoas na sala de jantar' no EP 'Trio acústico 1'

G1 Pop & Arte Grupo recicla músicas com críticas sociais que já soam inócuas no registro de show minimalista. Capa do disco 'Trio acústico EP 01', dos Titãs Divulgação Resenha de EP Título: Titãs – Trio acústico EP 01 Artista: Titãs Gravadora: Warner Music Cotação: * * * ♪ Seria injusta e cruel com os Titãs qualquer comparação do atual registro do show Trio acústico com a gravação ao vivo que, em 1997, resultou no Acústico MTV da banda paulistana. Blockbuster da discografia do grupo, cujo rock vinha perdendo a adesão popular na década de 1990 por conta de álbuns pesados como Tudo ao mesmo tempo agora (1991) e Titanomaquia (1993), o álbum Acústico MTV dos Titãs reconciliou o grupo com o chamado grande público e bateu recordes de vendagem, gerando hits e a pressão por desnecessário Volume dois (1998). Decorridos 22 anos do segundo acústico, os Titãs sobrevivem no mercado, reduzidos a um trio formado por Branco Mello (na voz e no baixo ou violão), Sergio Britto (na voz e no piano ou baixo) e Tony Bellotto (no violão ou guitarra acústica). Em cena pelo Brasil desde 2019 com turnê de show acústico, o trio apresenta neste mês de abril de 2020 o primeiro dos três EPs que compõem o álbum Titãs – Trio acústico, gravado em estúdio. A formação mais enxuta gera registros mais minimalistas, mas nem por isso menos eficientes, como atesta a audição do EP 01, lançado na sexta-feira, 3. Reouvida na voz de Sergio Britto, parceiro de Paulo Miklos na composição, Porque eu sei que é amor (2009) ganha vida e sutil acento de soul / R&B. Um dos singles do álbum A melhor banda de todos os tempos da última semana (2001), a canção Isso ressurge na voz do autor Tony Bellotto, que estreia na função de vocalista da banda, sem comprometer, tanto em Isso quanto em Querem meu sangue (They harder they come) (Jimmy Cliff, 1972, em versão em português de Nando Reis, 1984). Quando os Titãs recorrem a hits mais batidos do repertório da banda, o resultado de Trio acústico EP 01 por vezes soa menos envolvente. Reouvida na voz de Branco Mello, Sonífera ilha (Ciro Pessoa, Branco Mello, Marcelo Fromer, Tony Belloto e Carlos Barmarck, 1984) se salva, escorada no charmoso clipe – em que várias personalidades dublam trechos da canção – e no perene apelo popular da canção, primeiro sucesso dos Titãs. Já Miséria (Arnaldo Antunes, Paulo Miklos e Sergio Britto, 1989) perde parte da contundência no registro que roça clima camerístico no toque do piano de Sergio Britto, solista da música lançada no álbum Õ blésq blom (1989), de cujo repertório o trio também retoma O pulso (Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Tony Bellotto, 1989). Música conduzida pelo violão e pelo canto de Branco Mello, Tô cansado – parceria de Branco com Arnaldo Antunes lançada no álbum Cabeça dinossauro (1986) – se ressente da ausência do clima punk do disco em que foi apresentada ao universo pop. Do mesmo álbum Cabeça dinossauro, Família (Arnaldo Antunes e Tony Bellotto) aparece em cadência de reggae pop. A questão é que, neste disco Trio acústico, a crítica social de Familia e de outras músicas do EP 01 já soa inócua porque os Titãs – na justa luta pela sobrevivência – já parecem cantar para “as pessoas na sala de jantar ocupadas em nascer e morrer” perfiladas pelos Mutantes em Panis et circensis (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1968). Verdade seja dita: tudo soa digno neste primeiro dos três EPs que compõem o álbum Trio acústico. Mas fica no ar a pergunta: para e por quem o pulso dos Titãs ainda pulsa? Veja Mais

João Bosco lança o álbum 'Abricó-de-macaco'

G1 Pop & Arte Disco sai em 17 de abril e reúne convidados como Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda. ♪ Nome de ornamental árvore da Amazônia, Abricó-de-macaco é o título do álbum que João Bosco lança em 17 de abril em edição digital. Um DVD chegará ao mercado fonográfico na sequência (não imediata) com o registro audiovisual das músicas gravadas pelo cantor, compositor e violonista mineiro no estúdio Casa do Mato, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), no último trimestre de 2019. Cantores associados ao universo carioca do samba, Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda integram o time de convidados de Bosco em Abricó-de-macaco, primeiro trabalho fonográfico do artista desde o álbum de músicas inéditas Mano que zuera (2017). João Bosco posa em estúdio com convidados e equipe técnica do álbum 'Abricó-de-macaco' Marcos Hermes Veja Mais

As cenas de 'lives' da quarentena que já entraram para a história do entretenimento brasileiro

G1 Pop & Arte Bebedeira de Gusttavo Lima, oração com filtros divertidos e choro de Sandy e Junior estão entre momentos marcantes das transmissões ao vivo. Perdeu? O Semana Pop explica. As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Na quarentena causada pelo coronavírus, os shows e outras transmissões ao vivo que acontecem na internet são a saída para se divertir. E, nessa nova realidade, alguns momentos dessas "lives" já entraram para a história do entretenimento brasileiro. O Semana Pop deste sábado (4) explica cinco dessas cenas: A bebedeira ao vivo de Gusttavo Lima Marília Mendonça cantando Pabllo Vittar A oração com filtros divertidos A polêmica doação de Léo Santana Sandy e Junior chorando de saudade O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Gusttavo Lima faz show pela web por causa da quarentena e tem mais de 10 milhões de visualizações Reprodução/YouTube do cantor Veja Mais

Sergio Rossi, estilista italiano de sapatos de luxo, morre aos 85 anos vítima do coronavírus

G1 Pop & Arte Ele tinha sido internado na cidade de Cesena, na Itália. O estilista italiano Sergio Rossi Reprodução/Instagram/gianvitorossi O estilista italiano de sapatos de luxo Sergio Rossi morreu aos 85 anos depois de ser hospitalizado com o novo coronavírus, disse a prefeita de sua cidade-natal nesta sexta-feira (3). A Itália tem mais mortes de coronavírus do que qualquer país do mundo – eram 13.915 fatalidades até quinta-feira. Os idosos têm sido particularmente vitimados. Rossi morreu na quinta-feira (2) na pequena cidade de Cesena, no centro do país. "Adeus, mestre", escreveu seu filho, o também estilista Gianvito Rossi, no Instagram. "Ele esteve entre os fundadores do distrito de calçados femininos de alto nível da área de Forlì e Cesena em meados do século 20", disse Luciana Garbuglia, prefeita de San Mauro Pascoli, onde Rossi nasceu em 1935 e fundou sua marca. O grupo de luxo francês Kering assumiu a grife em 1999, e depois a repassou para o fundo de capital privado italiano Investindustrial em 2015, quando Rossi já tinha se aposentado. Initial plugin text Veja Mais

Empresa promete carro 0 km a Babu após ele perder prêmio na Prova do Líder

O Tempo - Diversão - Magazine Ator já tinha ficado próximo de ganhar um carro em outras ocasiões durante provas no "BBB 20" Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Omaggio a Federico e Giulietta', Caetano Veloso, 1999

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Omaggio a Federico e Giulietta', de Caetano Veloso Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Omaggio a Federico e Giulietta, Caetano Veloso, 1999 ♪ Ao lançar o álbum Caetano, em 1987, Caetano Veloso apresentou no repertório a canção Giulietta Masina. Como o título já explicitava, o cantor e compositor baiano reverenciou na música a atriz italiana Giulietta Masina (1921 –1994), esposa do cineasta italiano Federico Fellini (1920 – 1993). Com letra que espoucou flashes da memória afetiva de Caetano, cinéfilo que descortinou o poético mundo barroco dos filmes de Fellini nos cinemas transcendentais da cidade natal de Santo Amaro da Purificação (BA) e de Salvador (BA), a canção Giulietta Masina chegou aos ouvidos da musa inspiradora do compositor. Tanto que, nos anos 1990, a atriz italiana Maddalena Fellini (1929 – 2004) – irmã do cineasta – convidou Caetano a fazer show em homenagem a Federico e a Giulietta na cidade italiana de Rimini, terra natal de Fellini. Lançado em setembro de 1999, o álbum ao vivo Omaggio a Federico e Giulietta é o registro do show apresentado dois anos antes, em outubro de 1997, no Teatro Nuovo, em San Marino, cidade vizinha de Rimini. Primeiro álbum de Caetano após o blockbuster Prenda minha (1998), título recordista na discografia do cantor por ter ultrapassado o milhão de cópias no embalo do estouro da gravação da canção Sozinho (Peninha, 1996), Omaggio a Federico e Giulietta sequer ameaçou roçar este alto patamar comercial. Até pela natureza particular do disco-show, cujo roteiro encadeou músicas e cenas de filme passado somente na cabeça da Caetano. Repleta de referências e impressões pessoais, o repertório de Omaggio a Federico e Giulietta reciclou músicas do repertório autoral de Caetano – como Lua lua lua lua (1974), Cajuína (1979) e Trilhos urbanos (1979), em cuja letra o compositor refez o percurso memorialista da vida descoberta nas telas de Santo Amaro (BA) – entre abordagens de temas de filmes de Fellini e de composições estrangeiras inseridas no universo felliniano, caso da canção norte-americana Let's face the music and dance (Irving Berlin, 1936), usada pelo cineasta no filme Ginger e Fred (1986). Munido somente do próprio violão, Caetano brilhou especialmente no show ao dar voz à canção italiana Come prima (Vincenzo Di Paola, Sandro Taccani e Mario Panzeri, 1957), evocando João Gilberto (1931 – 2019), presença fundamental já saudada silenciosamente no roteiro com a lembrança do samba Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958). No roteiro pessoal de Caetano, a canção-oração Ave Maria (Erothides de Campos, 1939) representou a melancolia expressada nos filmes de Fellini – como o cantor explicou no texto escrito para o encarte da edição em CD do álbum Omaggio a Federico e Giulietta. Mesmo que a referência fosse demasiadamente íntima, a beleza irradiada por interpretações como a do samba Chora tua tristeza (Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini, 1960) careceu de explicação racional para ser apreciada. Com o toque lírico do violoncelo de Jaques Morelenbaum, chamado ao palco por Caetano juntamente com o violonista Luiz Brasil, o cantor fez Coração vagabundo (Caetano Veloso, 1967) bater no tom aconchegante desse recital. Outros músicos, como o baixista Jorge Helder e o baterista Carlos Bala, entraram em cena ao longo da apresentação. Encerrado com Gelsomina (Nino Rota e Michele Galdieri, 1954), tema do filme La strada (1954), o álbum Omaggio a Federico e Giulietta ficou no mundo como filme que não precisa ser entendido para ter a beleza admirada em qualquer tempo ou lugar. Veja Mais

Gizelly, do 'BBB 20', compara maquiagem de Thelma a barro e é criticada

O Tempo - Diversão - Magazine Diálogo na madrugada desta sexta-feira (3) foi condenado por muitos internautas, que chegaram a subir hashtags como #foragizelly e #gizellyracista Veja Mais

'Malhação' termina nesta sexta (3) com conversa sobre coronavírus

O Tempo - Diversão - Magazine No último episódio, os protagonistas Pedro Novaes (Filipe) e Alanis Guillen (Rita) vão narrar o desfecho das histórias de cada personagem da trama Veja Mais

Vida pós 'BBB 20': Tudo em paz entre Prior e Bruna Marquezine

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Estreia de 'La Casa de Papel' é destaque desta sexta (3) de isolamento

O Tempo - Diversão - Magazine Estreia da quarta-temporada já Netflix á agita fãs brasileiros; vídeos inéditos sobre a exposição "John Lennon em Nova York" também é ótima opção para a quarentena Veja Mais

'La casa de papel': atores falam do sucesso de Nairóbi e Berlim e novas relações no fim da série

G1 Pop & Arte Alba Flores, Pedro Alonso, Esther Acebo e Rodrigo de la Serna falam ao G1 sobre Nairóbi, Berlim, Estocolmo e Palermo. Última temporada estreia nesta sexta (3). Elenco de ‘La casa de papel’ comenta sucesso e relação dos personagens "La casa de papel" chega ao fim nesta sexta (3) com dois coadjuvantes que roubaram o protagonismo da série: Nairóbi (vivida por alba Flores) e Berlim (interpretado por Pedro Alonso). Em entrevista ao G1, os atores explicam o sucesso de seus anti-heróis e comentam relações ternas e explosivas que aguardam os espectadores. Quando estiveram no Brasil, em dezembro de 2019, os atores foram ovacionados durante a participação na Comic Con Experience. "Não tenho nem ideia [do motivo do sucesso], não sei, eu me pergunto e talvez daqui a alguns anos volte a olhar e entenda com mais distância", diz Alba Flores. "Existem alguns valores na Nairóbi que têm muito a ver com empatia, senso de comunidade, amor por um trabalho bem feito. Muitos valores que são muito admiráveis e que nesta sociedade estamos carentes de mais pessoas assim. E ao mesmo tempo, todo mundo tem essa parte dentro. E é a parte que temos todos e que queremos que ganhe." 3ª temporada de 'La casa de papel' Netflix/Divulgação Já Pedro Alonso entende Berlim como um alívio para a parte mais irracional do ser humano. "Eu acredito que Berlim é a chave do alívio, quando alguém sente que sua vida está impossível." "Berlim não é a solução, mas gera um alívio ver esse semelhante a animal fazendo essas coisas. Porque, em algum momento, suspende sua própria perturbação pessoal, que todos nós temos na vida, e faz com que você se divirta com as barbáries que normalmente gostaria de fazer - e que certamente não fará", diz o ator. Vamos falar de sororidade? Nairóbi e Estocolmo na quarta temporada de La casa de papel Divulgação/Netflix Para Alba, Nairóbi só conseguiu crescer na trama porque teve o apoio de outras atrizes e personagens fortes. A relação da personagem com Estocolmo (vivida por Esther Acebo) se desenvolveu na terceira parte da série, numa tentativa da produção de humanizar e aprofundar os personagens. "Me lembro de estar na frente da Esther, como sua personagem, e funcionávamos como um espelho muito bonito, de duas maneiras de ser mãe muito diferentes, de duas cabeças e de maneiras muito diferentes de pensar. Mas, nessa diversidade, um apoio, uma escuta. E um ombro para apoiar uma à outra com muita profundidade", disse Alba. Esther disse que Estocolmo, que só entrou para o bando na terceira temporada, seguirá assustada na parte final, mas "o medo vai tirar o melhor dela". A personagem será responsável por conduzir momentos de sobriedade em meio ao caos. Fraternidade? Berlim e Palermo em cena da quarta temporada de 'La casa de papel' Divulgação/Netflix Outra relação que será mais desenvolvida na quarta parte é entre Palermo e Berlim. Rodrigo de la Serna, que interpreta Palermo, diz que os fãs podem esperar um ato heroico como o de Berlim no fim da segunda temporada (que salva o assalto e o grupo). Mas vai ser difícil consertar o coração quebrado de seu personagem. "Palermo é um ser muito miserável, mas também tem seu altruísmo e razão de vida: defender com unhas e dentes, até as últimas consequências, o plano que eles conceberam juntos", diz Rodrigo. "Talvez fosse possível pedir um pouco mais de empatia com os colegas, mas ele está muito ensurdecido por esse amor e muito magoado e não pode ter empatia pelas pessoas porque está emocionalmente quebrado." Serna prometeu momentos "muitos fortes" dessa relação. "Há tantas possibilidades. Fizemos cenas muito importantes desse vínculo que mostram porque esse homem está tão quebrado emocionalmente. Eu não quero ser o grandiloquente, mas as possibilidades narrativas do encontro romântico, sexual, amoroso e de outras dimensões de dois papéis como os nossos...", provoca, deixando a conclusão no ar. O que esperar da última temporada? 'La Casa de Papel': assista ao trailer da 4ª temporada Na quarta parte da série, o truque do roteiro é brincar com tempo e espaço e desconstruir certezas a cada par de episódios. O plano de assalto, tão bem desenvolvido na Casa da Moeda, onde se passaram as duas primeiras temporadas, tem menos destaque no Banco da Espanha, onde a turma de assaltantes tenta roubar as reservas nacionais de ouro. Todo mundo está perdido, um membro do grupo está entre a vida e a morte, uma peça importante do bando de assaltantes se rebela e o professor já não tem controle sobre a situação. Além de conduzirem um assalto com reféns na principal instituição financeira espanhola, eles ainda lidam com muita pressão pessoal e emocional. Quem acompanha a série desde o início pode chegar à temporada final achando que já conhece tudo sobre os personagens e o mecanismo de suas ações. E é aí que a equipe quer fisgar o espectador. As sequências de ação e violência ainda existem, mas demoram a chegar. Primeiro, há muitas doses de um terror psicológico que traz profundidade aos personagens e sentido às ações. Há também trocas de casais e criação de novos laços entre os personagens. São nessas pequenas pausas humanas que a série cresce. Veja Mais

Rodrigo Branco volta a causar celeuma

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Léo Santana rebate acusações sobre estar se promovendo

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Com paralisação de Bollywood, confira filmes indianos para ver na quarentena

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Morre Bucky Pizzarelli, renomado guitarrista de jazz, vítima de coronavírus

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Luan Santana diz que fará faculdade; saiba o curso

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Marília Mendonça faz live na próxima quarta (8); veja agenda dos próximos dias

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Discos para descobrir em casa – 'Roberto Carlos', Roberto Carlos, 1972

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Roberto Carlos', de 1972 Carlos E. Lacerda ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Roberto Carlos, Roberto Carlos, 1972 ♪ A partir de 1968, com o fim da Jovem Guarda, Roberto Carlos iniciou cuidadosamente a transição de rei da juventude para ídolo romântico do Brasil adulto e conformista da década de 1970. Destaque da discografia amadurecida do artista, o álbum de 1971 consolidou o rito de passagem do cantor no embalo de canções como Detalhes e Amada amante, duas das muitas obras-primas da parceria de Roberto com Erasmo Carlos. Na sequência da repercussão fenomenal do LP de 1971, determinante para a conquista da realeza, o cantor lançou em dezembro de 1972 o álbum Roberto Carlos, gravado entre setembro daquele ano no estúdio da gravadora CBS em Nova York (1972). Roberto Carlos foi álbum pautado pelos arranjos de cordas orquestradas sob a regência do maestro norte-americano Jimmy Wisner (1931 – 2018). No todo, o repertório resultou menos impactante (para os padrões comportados de Roberto...) e menos coeso do que o álbum anterior de 1971. Ainda assim, o disco de 1972 legou para a posteridade joias como a a tristonha balada À distância... (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) e a confessional canção O divã (Roberto Carlos e Erasmo Carlos). Na letra de O divã, música abordada com a devida melancolia por Nara Leão (1942 – 1989) seis anos mais tarde em disco de 1978 dedicado ao cancioneiro de Roberto e Erasmo, o cantor expôs pela primeira vez, na obra, as recordações da infância e do acidente de trem que levou Roberto, então criança, a amputar parte da perna direita. Das tristes canções românticas incluídas no disco, Por amor (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) ficou esquecida, embora tenha merecido registro de Paulo Ricardo em 1999 em disco de fase em que o vocalista do RPM ambicionou o trono do Rei no universo pop roqueiro. Por amor – cabe ressaltar – foi gravada em junho de 1972 e lançada antes do álbum no 26º volume da série As 14 mais, disco no qual Roberto também apresentou Agora eu sei (Edson Ribeiro e Helena dos Santos), música alocada no fecho do álbum de 1972. Na área da sofrência, somente a canção Como vai você (Antonio Marcos e Mario Marcos) – veículo para a exposição da perfeita emissão vocal do cantor – rivalizou em beleza com a já mencionada À distância..., balada que permaneceu entre as mais bonitas de Roberto e Erasmo. Mas Você já me esqueceu (Fred Jorge), balada de fato esquecida, também teria algum potencial comercial se fosse lembrada por algum cantor da atualidade. A partir de Jesus Cristo, obra-prima black do repertório do álbum de 1970, Roberto Carlos começou a professar a fé católica em músicas de temática religiosa compostas com o irmão camarada Erasmo Carlos. A do álbum de 1972 foi A montanha, canção levada com leveza que contrabalançou o tom épico do tema. A dupla também se mostrou inspirada ao retratar com embevecimento a gravidez de mulher desconhecida em Você é linda e ao abordar a cotidiana atribulação de casal com filhos na biográfica canção Quando as crianças saírem de férias. Em tom ainda mais confessional, À janela flagrou Roberto Carlos imerso em questões existenciais. Canção composta na linha black is beautiful, mas sem a alma do soul, Negra (Maurício Duboc e Carlos Colla) também integrou este disco em que Roberto Carlos se confirmou ótimo intérprete ao dar voz e lúdico ar celestial a Acalanto (Dorival Caymmi, 1957). Por ter atravessado a década de 1970 com inspirada produção autoral, Roberto Carlos lançou discos melhores do que este álbum de 1972. Mas também fez discos piores, sobretudo a partir dos anos 1980, década em que o artista diluiu e engessou progressivamente a monumental obra autoral construída com Erasmo Carlos. Ficaram no universo pop álbuns nem sempre devidamente lembrados como o Roberto Carlos de 1972. Veja Mais

Jorge e Mateus fazem live com mais de 4 horas de duração; foto com aglomeração nos bastidores chama a atenção

G1 Pop & Arte Dupla sertaneja bateu a marca de 3,1 milhão de acessos simultâneos. Segundo assessoria de imprensa dos artistas, 'todas as normas recomendadas pelo Ministério da Saúde' foram seguidas. Jorge e Mateus fazem live com mais de 4 horas de duração Reprodução/Youtube Após muitos pedidos de fãs, Jorge e Mateus fizeram uma live de quarentena na noite deste sábado (4) e atingiram a marca de 3,1 milhões de acessos simultâneos. O show "Na garagem" durou quase 4h30 horas e segue disponível no canal do Youtube da dupla. Até a manhã deste domingo (5), o vídeo da live já somava mais de 36 milhões de visualizações. Ao longo da apresentação, a dupla sertaneja incentivou o público a fazer doações e arrecadou 172 toneladas de alimentos, 10 mil frascos de álcool gel e 200 cursos para a área da saúde. Foto com aglomeração chama atenção Durante a transmissão, circulou nas redes sociais uma imagem que mostra a aglomeração de pessoas nos bastidores. A imagem chamou a atenção dos fãs, já que é intenso o pedido para isolamento social para evitar a disseminação do coronavírus. Segundo Jorge, a gravação contava apenas com quem "era realmente essencial". O cantor disse ainda que "estavam tomando todos os cuidados necessários'. "Tem mais álcool em gel aqui do que cerveja", brincou. Bastidores da live de Jorge e Mateus realizada neste sábado (4) Segundo a assessoria de Jorge e Mateus, no total, 18 pessoas participaram do projeto e houve um revezamento ao longo do processo de produção. "Na montagem, dividimos as equipes por dias e horários. A equipe de cenário montou na sexta, a equipe de som montou no sábado de manhã, e a equipe de filmagem entrou no sábado à tarde e já ficou pra live, como mostra no vídeo." "O Jorge e o Mateus chegaram poucos minutos antes do início da live. Toda produção com o uso de máscaras e luvas. Frascos de álcool em gel foram espalhados pela casa. Não houve aglomeração. Seguimos todas as normas recomendadas pelo Ministério da Saúde." Initial plugin text Initial plugin text A live também contou com um recado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendendo o distanciamento social. "Importante que a música chegue, mas que a gente não aglutine, que a gente não coloque as pessoas no mesmo lugar. Os shows são feitos de casa. O show não pode parar, mas a aglutinação tem que parar. A gente precisa agora proteger um ao outro e o sistema de saúde se preparar para, no momento certo, a gente poder se abraçar", disse Mandetta. O vídeo foi exibido duas vezes ao longo da transmissão. Mais cedo, o ministro também tinha deixado o recado durante transmissão da live de Xand Avião. Mandetta manda recado para a população durante show de Jorge e Mateus As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Xand Avião e Lucas Lucco Antes de Jorge e Mateus, Xand Avião e Lucas Lucco também fizeram transmissões on-line, entrando na lista de lives da quarentena. Xand, que foi diagnosticado com coronavírus há alguns dias, fez a live direto de sua casa em Fortaleza. O cantor também recebeu doações e, segundo sua assessoria, arrecadou R$ 322 mil, 455 toneladas de alimentos e 1500 cestas básicas. O valor em dinheiro será doado para o Instituto da Primeira Infância, em Fortaleza. Já as toneladas de alimentos e produtos não perecíveis serão distribuídos na região de origem do doador. A apresentação teve 642 mil expectadores simultâneos. Já Lucas Lucco afirmou que arrecadou R$ 214 mil ao longo da live, além de 1 tonelada de arroz para ser distribuído para famílias da cidade Patrocínio, em Minas Gerais. Veja Mais

Cantora britânica Marianne Faithfull é internada com coronavírus

G1 Pop & Arte Artista começou a carreira com a música 'As Tears Go By' e fez parcerias com The Beatles e Mettalica. A cantora e atriz inglesa Marianne Faithfull, em fotos de 1981 e de 2014 Arquivo/AFP A cantora e atriz britânica Marianne Faithfull, de 73 anos, foi hospitalizada em Londres com infecção pelo coronavírus Sars-CoV-2. Ela começou a carreira com a música "As Tears Go By" e fez parcerias com The Beatles e Mettalica. Faithfull também namorou com Mick Jagger. O que os famosos diagnosticados com a doença estão fazendo no isolamento De acordo com o "The Guardian", a artista já passou por uma série de problemas de saúde. Durante o tempo em que viveu como sem teto na década de 70, sofreu de anorexia e foi viciada em heroína. Em 2006, foi diagnosticada com câncer de mama. Um ano depois, anunciou que tinha hepatite C. Ainda segundo o jornal, Faithfull tem artrite e uma lesão no quadril. Em entrevista à revista Billboard, o empresário da artista, François Ravard, disse que o quadro é "estável" e que a cantora "está respondendo ao tratamento". Veja Mais

Roberto Irineu Marinho fala sobre a intervenção pela qual passou

O Tempo - Diversão - Magazine Presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo enfrentava uma cirrose hepática não alcoólica Veja Mais

Katy Perry revela sexo do bebê após anunciar gravidez em videoclipe

G1 Pop & Arte 'É uma menina', escreveu a cantora na legenda de uma foto do noivo, o ator Orlando Bloom. Orlando Bloom em foto em que Katy Perry revela o sexo do bebê do casal Reprodução/Instagram Depois de anunciar que estava grávida no videoclipe da música "Never Worn White", Katy Perry usou as redes sociais para anunciar o sexo do bebê. "É uma menina", escreveu a cantora na legenda de uma foto em que mostra o noivo, o ator Orlando Bloom, com a cara cheia de uma espuma rosa. O casal está à espera do primeiro filho. No espaço para incluir a localização nas postagens, Katty incluiu a legenda "Girls run the world (as garotas comandam o mundo)". Initial plugin text Katy Perry e Orlando Bloom estão juntos há cerca de três anos. A cantora foi casada com Russell Brand, de quem se separou em 2011, após 14 meses de casados. Recentemente, Katy Perry afirmou que seu novo álbum deve sair nos próximos meses. O último disco da cantora, "Witness", foi lançado em 2017. Katy Perry e Orlando Bloom Reprodução/Instagram Veja Mais

'BBB20': Prior faz elogios e convida Bruna Marquezine e Manu para ir à Disney

O Tempo - Diversão - Magazine Fora da casa, o arquiteto teve a chance de bater um papo por mensagem com a atriz e parece que se tornaram amigos Veja Mais

Semana Pop #80: Cenas de 'lives' da quarentena que já entraram para a história do entretenimento

G1 Pop & Arte Bebedeira de Gusttavo Lima, oração com filtros divertidos e choro de Sandy e Junior estão entre momentos marcantes das transmissões ao vivo. Perdeu? Ouça no Semana Pop. Você pode ouvir o Semana pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

'Mulan' estreia em julho e 'Viúva Negra' em novembro após adiamentos de filmes da Disney

G1 Pop & Arte Estúdio anunciou mudanças em seu calendário por causa do novo coronavírus, com 'Os Eternos', 'Shang-Chi' e 'Doutor Estranho 2' em 2021 e 'Thor: Love and Thunder' em 2022. Assista ao trailer de Viúva Negra A Disney anunciou uma série de mudanças em seu calendário de estreias dos próximos anos depois de adiar lançamentos de 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus. "Mulan", que tinha estreia prevista para o dia 27 na América do Norte, foi adiado para o dia 24 de julho. Já "Viúva Negra", que seria lançado em 1º de maio, agora ficou para 6 de novembro. As mudanças empurraram diversos outros lançamentos, como os da Marvel e da Fox. Veja como ficou o calendário nos Estados Unidos: Assista ao 2º trailer de 'Mulan' "Mulan" - 24 de julho "The French Dispatch" - 16 de outubro "Viúva Negra" - 6 de novembro "Free Guy - Assumindo o controle" - 11 de dezembro "West Side Story" - 18 de dezembro (sem alteração) "The Last Duel" - 25 de dezembro (sem alteração) "Os Eternos" - 12 de fevereiro de 2021 "Shang-Chi" - 7 de maio de 2021 "Jungle Cruise" - 30 de julho de 2021 "Doutor Estranho 2" - 5 de novembro de 2021 "Thor: Love And Thunder" - 28 de fevereiro de 2022 "Pantera Negra" - 6 de maio de 2022 (sem alteração) "Capitã Marvel 2" - 8 de julho de 2022 Novo "Indiana Jones" (sem nome definido) - 29 de julho de 2022 Veja Mais

Morreu, em decorrência do coronavírus. o quadrinista Juan Giménez

O Tempo - Diversão - Magazine O argentino estava radicado já há um bom tempo na Espanha, de onde retornou recentemente Veja Mais

Makely Ka faz apresentação ao vivo hoje, na web

O Tempo - Diversão - Magazine "O show é homônimo ao disco que estou gravando. São 12 músicas instrumentais, sendo 11 minhas e uma do Tavinho (Moura), 'Encontro das águas'", conta ele Veja Mais

Série de ficção científica da Amazon quer falar sobre humanidade

O Tempo - Diversão - Magazine Inspirada em uma coleção de ilustrações do artista sueco Simon Stalenhag, "Tales from the Loop", nova série da Amazon Prime Video, estreia nesta sexta-feira (3) Veja Mais

Luan Santana quer voltar a estudar e diz em rede social que fará faculdade

O Tempo - Diversão - Magazine Músico de 26 anos, que segue em carreira na música sertaneja há mais de uma década, afirmou que pretende cursar administração para gerir seus negócios Veja Mais

Rede Minas exibe especial com José Maria Rabêlo

O Tempo - Diversão - Magazine O fundador do icônico semanário “Binômio”, marco da imprensa alternativa no Brasil, discorre sobre seus livros e, claro, sobre sua trajetória Veja Mais

Oprah Winfrey doa US$ 10 milhões para ajudar americanos em situação de vulnerabilidade durante pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte Apresentadora anunciou que doação será voltada para iniciativas de combate à doença, incluindo um novo empreendimento para ajudar a conseguir alimento. A apresentadora Oprah Winfrey faz um discurso ressaltando conquistas das mulheres após aceitar o prêmio Cecil B. Demille na noite da 75ª edição do Globo de Ouro, em Beverly Hills, Califórnia Paul Drinkwater/NBC via Reuters A apresentadora norte-americana Oprah Winfrey anunciou nesta quinta-feira (2) a doação de US$ 10 milhões (cerca de R$ 52 milhões) para iniciativas de combate ao coronavírus, incluindo um novo empreendimento para ajudar a conseguir alimento para americanos em situação de vulnerabilidade durante a epidemia de coronavírus.  Oprah Winfrey, uma das mais ricas e influentes mulheres dos EUA, fez o anúncio em suas redes sociais.  "Estou doando US$ 10 milhões no total para ajudar americanos durante essa pandemia em cidades por todo o país, e nas áreas em que cresci", disse Oprah Winfrey. A apresentadora de 66 anos nasceu no Estado do Mississippi e foi criada em Milwaukee e no Tennessee.  Initial plugin text Parte do dinheiro irá para uma inova iniciativa chamada America's Food Fund, lançada em conjunto com a Apple, a Ford Foundation, Laurene Powell Jobs e o ator Leonardo DiCaprio. O empreendimento irá ajudar os mais impactados pela epidemia de coronavírus no país, incluindo as crianças que dependem de merenda escolar, famílias de baixa renda, idosos e indivíduos que enfrentam dificuldades de emprego.  "Eu ainda me lembro minha infância com a minha mãe em Milwaukee quando estávamos sem mais nenhum benefício social e às vezes precisávamos de assistência para que nossa família apenas sobrevivesse. Em momentos assim, muitas pessoas ficam muito mais vulneráveis", disse Winfrey.  Veja Mais

Banda Hotelo faz homenagem a profissionais da saúde e fala sobre período de 'isolamento juntos'

G1 Pop & Arte Quarteto, que mora junto em SP, lançou três músicas sobre isolamento durante a pandemia da Covid-19. Banda faz músicas 'good vibes' na mesma linha de Melim e Anavitória. Veja clipes. Deco, Conrado, Julio e Tito com as cachorinhas Mia e Pipa Divulgação Deco, Conrado, Julio e Tito moram há mais de dois anos juntos em uma casa, em São Paulo. Por lá, eles têm um estúdio para que ensaiar e gravar as músicas da banda Hotelo. O quarteto segue praticamente na ativa neste período de isolamento para conter a disseminação do coronavírus. E nos últimos dias, já gravaram e lançaram três músicas sobre pandemia e quarentena: "Há 10 dias em casa, mas vai passar", "Fica em casa, lava a mão" e "Obrigado por cuidar de nós". As três canções têm uma inegável pegada "good vibe", uma expressão que ajuda a resumir as letras e arranjos do Hotelo. Eles fazem parte de uma cena de uma MPB mais pop e jovem, da qual fazem parte artistas como Melim, Tiago Iorc, Anavitória, Vitor Kley e Lagum. "Nossa intenção era deixar as pessoas ouvirem essas canções mais alegres e que saíssem um pouco realmente dessa tensão. A procurou trazer o tema de uma maneira leve", explica Conrado ao G1. "Essa é uma das principais funções da banda, trazer sempre alegria, esperança, mensagens positivas, pra criar uma conexão com a pessoa, pra ela lavar a alma quando estiver escutando uma música." Homenagem aos profissionais da saúde "Obrigado por cuidar de nós" surgiu após uma proposta de Daniel Zukerman durante uma live do ator e humorista. "Ele lançou esse desafio de a gente fazer uma composição relacionada aos profissionais da saúde, a galera que está arriscando a vida nesse período. E a gente aceitou. Estamos muito felizes com o resultado", diz Deco, vocalista do grupo. Apesar de ser a terceira música sobre o tema lançado nos últimos dias, o grupo não está trabalhando somente com rimas focadas na pandemia. "A gente tem feito música de tudo quanto é tema agora. Porque acho que a gente está vivendo esse período que é muito doido, isolados em quarentena, então acho que o coração fica cheio de assunto para falar." "Vem composição relacionada a quarentena, claro, mas também sai música de amor, sai música de cotidiano, de tudo o que é tema. Estamos produzindo bastante", explica o vocalista. Além da produção musical, os músicos estão usando o tempo livre em casa para fazer exercícios físicos. Eles também estão se distraindo com jogos de videogame e tabuleiro, futebol e botão e xadrez. Participação especiau au? Os últimos trabalhos da Hotelo têm contado com uma participação especial. A cachorrinha Mia, umas das adotadas pelo quarteto, aparece toda tranquila em cena enquanto os músicos apresentam suas canções. Nos comentários dos vídeos, muitos são sobre a convidada. "A gente percebe cada vez mais a aptidão da Mia pra coisa, porque a gente se junta pra filmar e ela já vai lá, fica sentadinha no meio, querendo aparecer. Ela tem tino pra estrela de cinema", diz Tiago, brincando. Veja Mais

Empresas terão até 12 meses para fazer reembolso de ingresso de shows

O Tempo - Diversão - Magazine Ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio anunciou que será editada uma medida provisória para regular a questão Veja Mais

Angela Ro Ro posta foto com a nova namorada

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora de 70 anos está passando a quarentena com a amada em Saquarema, litoral fluminense Veja Mais

Canal do YouTube transmite versões de musicais da Broadway durante pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte 'The shows must go on!' vai disponibilizar de forma gratuita uma obra do produtor Andrew Lloyd Webber por fim de semana. Cena de 'Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat' Reprodução/YouTube/Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat O canal no YouTube "The shows must go on!" vai começar nesta sexta-feira (3) a disponibilizar versões de musicais do produtor Andrew Lloyd Webber , um dos principais nomes da Broadway. A primeira delas será "Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat", baseada na história bíblica do "manto de mil cores" de José, filho de Jacó. No dia 10, o musical transmitido será "Jesus Christ Superstar", a rock opera sobra os últimos dias de Jesus. Cada uma das obras ficará disponível por 48 horas, para que as pessoas isoladas em suas casas possam ver ao longo do fim de semana. No vídeo do anúncio, Webber destaca que entre as produções programadas está "By Jeeves", obra que fracassou em seu lançamento em 1975, mas que depois se transformou em um sucesso após ser reescrita em 1996. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Nação', Clara Nunes, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Nação', de Clara Nunes Arte de Elifas Andreato ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Nação, Clara Nunes, 1982 ♪ Há 37 anos, na madrugada de um sábado de aleluia, (12 de agosto de 1942 – 2 de abril de 1983), Clara Nunes foi morar no infinito e virou constelação após enfrentar, guerreira, 28 dias de agonia em CTI de hospital por conta de complicações decorrentes de operação de varizes. A cantora mineira saiu de cena aos 40 anos, no auge artístico. O canto luminoso atingia picos de maturidade, dando voz a um Brasil mestiço que reluziu nas cores vivas de Nação, último álbum de Clara. Cores expostas na capa criada por Elifas Andreato para o disco. Álbum gravado de maio a julho de 1982 sob direção de produção de Renato Correa, com produção executiva de Paulo César Pinheiro, Nação foi lançado no inicio do segundo semestre daquele ano de 1982 com repertório primoroso – composto por dez músicas, sendo nove então inéditas – que evidenciou a expansão da identidade do canto de Clara. Em 1982, Clara Nunes já tinha conseguido o objetivo de ser percebida como uma cantora de música brasileira, ainda que o samba fosse mote e norte do repertório da artista. Nação reforçou essa identidade. Obra-prima da discografia nacional, Nação abriu com o samba que lhe dá título. Em Nação, a música, João Bosco – compositor então gravado pela primeira vez pela mineira conterrânea – e Aldir Blanc se juntaram ao parceiro ocasional Paulo Emílio para ressignificar signos exaltados na Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939), samba-emblema de tempos idos. Os letristas reimaginaram o Brasil sob a ótica de nação do Candomblé, Jeje, com referência ao orixá Oxumaré que, na palheta de cores do arco-íris da letra, evocou o universo afro-brasileiro recorrente no repertório adotado por Clara Nunes a partir dos anos 1970. A letra do samba enfileirou símbolos mitológicos para poetizar a formação da terra indígena que, nas mãos de colonizadores, virou a nação conhecida como Brasil. Somente a ambiciosa faixa-título valeria o disco. Contudo, o álbum Nação apresentou outras músicas de altíssimo nível, alinhando pérolas já raras em 2020. Na época do lançamento do disco, a gravadora EMI-Odeon promoveu três das dez faixas em programas de rádio e TV. Além da música-título Nação, o público ouviu o samba-enredo Serrinha (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro) e Ijexá (Edil Pacheco). Tributo à escola de samba Império Serrano, Serrinha foi segundo título da série de homenagens a agremiações carnavalescas cariocas, sequência idealizada pelos compositores Mauro Duarte (1930 – 1989) e Paulo César Pinheiro e iniciada com Portela na avenida (1981), sucesso do álbum anterior da cantora, Clara (1981). Já a composição do baiano Edil Pacheco apresentou o “novo som Ijexá”, propagado em Salvador (BA), mas então pouco ouvido além das fronteiras da Bahia. Foi na cadência do ijexá, aliás, que o bamba carioca Nei Lopes compôs Afoxé pra Logun, versando sobre a dualidade de Logun, orixá “meio Oxossi, meio Oxum” – duplicidade também presente Oxumaré, regente do samba Nação. Compositores de dois anteriores sucessos blockbusters de Clara, Conto de areia (1974) e A deusa dos orixás (1975), Romildo Bastos e Toninho Nascimento figuraram duplamente no álbum Nação como autores de Menino velho e de Vapor de São Francisco, inspiradas músicas que reforçaram a brasilidade vivaz e sem clichês que pautou o disco. O repertório do álbum Nação resultou tão grandioso que até uma (grande) música inédita de Chico Buarque passou despercebida. Trata-se do dolente samba-canção Novo amor, escrito sob ótica feminina – com a maestria habitual do autor no gênero – e abordado posteriormente por Nana Caymmi (no álbum Alma serena, de 1996) e por Fabiana Cozza (em tributo a Clara Nunes lançado em 2013), sem que essas duas grandes cantoras tenham alcançado a dimensão do registro de Clara. Fora da roda do samba, Clara Nunes deu voz em Nação ao baião Cinto cruzado, parceria de Guinga (compositor que já gravava em 1974) com Paulo César Pinheiro, autor dos versos repletos de referências ao universo sertanejo nordestino fundado (musicalmente) por Luiz Gonzaga (1912 – 1989). Na mesma levada nordestina, a cantora também repisou nesse sertão ao reavivar Mãe África (Sivuca e Paulo César Pinheiro, 1978) – única regravação de repertório – para pedir a benção ao povo nagô entranhado na gênese da nação brasileira. No arremate do álbum Nação, a cantora desfolhou o lirismo de Amor perfeito (Ivor Lancellotti e Paulo César Pinheiro) com dose precisa de sentimento no canto depurado. Merecem ainda menções honrosas, pela excelência e adequação às músicas, os arranjos do álbum, criados por Dori Caymmi, Geraldo Vespar (atualmente com 82 anos), Nelsinho do Trombone (1925 – 1996) e Sivuca (1930 – 2016). Em Nação, tudo – canto, repertório e arranjos – se harmonizou e reluziu sob a luz imortal de Clara Nunes, sabiá que voou para outra dimensão há 37 anos. Veja Mais

Roger Taylor, do Queen, promove tutoriais de bateria pelo Instagram

O Tempo - Diversão - Magazine O músico convida músicos renomados para se apresentar, em seu perfil da rede social, com tutoriais e dicas sobre o instrumento Veja Mais

Jorge Drexler fala sobre os dias com o novo coronavírus

O Tempo - Diversão - Magazine O uruguaio começou a se sentir mal ao voltar da Espanha; sua mulher também foi contaminada Veja Mais

Rennan da Penha apresenta gravação com MC Kekel no primeiro EP do álbum 'Segue o baile'

G1 Pop & Arte Disco também inclui músicas tocadas pelo DJ de funk com MC Moisés da Torre e Juninho 22. ♪ Após seis singles extraídos da gravação do show Segue o baile, lançados paulatinamente a partir de fevereiro, o DJ de funk Rennan da Penha dá continuidade à promoção do primeiro registro audiovisual da discografia. Disponível desde sexta-feira, 3 de abril, o primeiro EP do álbum Segue o baile revela mais quatro números da gravação da apresentação feita pelo artista carioca em 14 de janeiro, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), para gerar disco ao vivo e conteúdo audiovisual. No EP 1, Rennan da Penha apresenta parcerias com MC Kekel (em Cinderela), DJ Juninho 22 (em Sentadinha), DJ Lucian (em Sequência da sentada) e MC Moisés da Torre (em Sapequinha toma toma). O segundo EP do projeto Segue o baile tem lançamento previsto para maio. Já o álbum integral chega ao mercado fonográfico em junho. Capa de 'Segue o baile EP 1', do DJ Rennan da Penha Divulgação Veja Mais

G1 Ouviu #83 - A era das lives: De Coldplay a Gusttavo Lima, o pop na quarentena

G1 Pop & Arte Podcast comenta maratona de lives: Chris Martin dá o tom, Ludmilla faz pagode malemolente, Elton John comanda 'Live Aid' do isolamento, Gusttavo Lima brilha sem se isolar... Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Cantora de Porto Alegre Valéria é uma das atrações de festival online LGBT neste final de semana

G1 Pop & Arte Evento terá arrecadação de recursos para pessoas LGBT carentes. Confira programação e link de transmissão. Valéria Barcellos se apresenta nesse domingo (5) no festival MARSHA! ENTRA NA SALA Silas Lima De sua casa, em Porto Alegre, a cantora Valéria Barcellos vai se apresentar no festival LGBT MARSHA! ENTRA NA SALA, que acontece neste fim de semana, por iniciativa do coletivo de ações afirmativas para a população transgênera MARSHA. A programação é completamente online, formado que ganhou força durante a epidemia do novo coronavírus, com cada vez mais nomes da música se apresentando remotamente para seus fãs. No domingo (5), Valéria "sobe ao palco" virtual às 21h40. Outros nomes consagrados, como Liniker e Linn da Quebrada também se apresentarão. Os espectadores também poderão conferir bate-papos e outras atividades. Confira a programação completa aqui. O objetivo do festival é abrir espaço para artistas LGBT e transgênero em meio às lives popularizadas nas últimas semanas. Uma arrecadação foi aberta, e o que for doado durante a programação, será destinado parte à comunidade LGBT carente e parte às artistas participantes. Valéria está completamente isolada em casa, desde o dia 13 de março. Além dos cuidados para evitar o novo coronavírus, ela ainda trata de um câncer desde o fim do ano passado. As sessões de quimioterapia já finalizaram, mas ainda há radioterapia e consultas a fazer. "A gente fica sem imunidade alguma na quimioterapia, então tem que cuidar", comenta. Em fevereiro, a cantora contou ao G1 sobre como sua vida se transformou após o diagnóstico da doença. Devido ao câncer, ela precisou reduzir o ritmo de apresentações. Com a chegada do coronavírus, e a suspensão das atividades em bares e casas noturnas, os shows online têm sido a única alternativa para a artista. "É quase impossível para um trabalhador do entretenimento ter muitas reservas devido ao número de trabalhos que a gente fecha, a gente não é uma grande empresa, não ganha cachês milionários e pode se dar ao luxo de ter uma reserva. A gente trabalha hoje para pagar conta amanhã. Então as iniciativas online tem sido muito válidas e uma das melhores saídas", afirma. Valéria tem participado de festivais online e feito suas próprias transmissões. Os shows online, acredita a artista, devem perdurar inclusive após a pandemia, como mais uma ferramenta de divulgação, aproximação do público e união dos artistas. "Além de ser uma maneira de distrair a cabeça, [a live] demonstrou a real importância do artista nesse período pandêmico, somos nós que de certa forma aliviamos a cabeça, os olhos e o coração das pessoas nesse momento", opina. Serviço: Festival MARSHA! ENTRA NA SALA Quando: sábado (4) e domingo (5), a partir das 15h Link para transmissões e programação completa Veja Mais

Apoiador de Bolsonaro, Carlos Vereza se diz decepcionado e fecha seu perfil

O Tempo - Diversão - Magazine O ator tem feito uma série de postagens no seu perfil no Facebook, muitas delas mostrando seu apoio ao ministro da Saúde Veja Mais

Pink revela estar curada após testar positivo para coronavírus e anuncia doação de US$ 1 milhão para combate à pandemia

G1 Pop & Arte Cantora fez uma crítica ao governo pela falta de testes gratuitos e agradeceu aos profissionais da saúde. Cantora Pink revela que está curada após testar positivo para coronavírus Reprodução/Instagram A cantora Pink usou suas redes sociais para anunciar que foi diagnosticada com coronavírus. No mesmo texto que fez a revelação, a cantora explicou que já está curada e anunciou a doação de US$ 1 milhão para o combate à pandemia. O valor será revertido para duas instituições nos Estados Unidos. "Duas semanas atrás, eu e meu filho mais velho, Jameson, de 3 anos, apresentamos alguns sintomas da Covid-19." "Felizmente, nosso clínico geral tinha acesso a exames e eu testei positivo. Minha família já estava em isolamento em casa e continuamos assim nas últimas semnas, seguindo as instruções do nosso médico. Alguns dias atrás, refizemos os testes e, felizmente, deu negativo. É um fracasso absoluto que nossos governantes não tornem os testes mais amplamente acessíveis. Essa doença é séria e real", escreveu a cantora. "As pessoas precisam saber que essa doença afeta jovens e idosos, pessoas saudáveis e não saudáveis, ricos e pobres, e nós precisamos fazer testes gratuitos e amplamente acessíveis para proteger nossas crianças, famílias, amigos e nossa comunidade." "Em apoio aos profissionais da saúde que estão na linha de frente desta batalha, estou doando US$ 500 mil Fundo de Emergência do Hospital da Universidade Temple, na Filadélfia, em homenagem à minha mãe, Judy Moore, que trabalhou lá por 18 anos no centro de cardiopatia e transplante de coração", afirmou Pink. Initial plugin text A cantora anunciou, ainda, que doará outros US$ 500 mil para o Fundo de Emergência para a crise de Covid-19 da cidade de Los Angeles. "Obrigada a todos os profissionais de saúde e a todos os que estão trabalhando duro para proteger nossos entes queridos. Vocês são heróis. As duas próximas semanas serão cruciais. Por favor, fiquem em casa. Por favor. Fiquem. Em casa." Durante a fase de isolamento em casa, Pink compartilhou com seus seguidores o dia em que cortou seu cabelo sozinha. Veja lista de famosos diagnosticados com coronavírus Initial plugin text Veja Mais

Coronavírus já gerou prejuízo de mais de R$ 480 milhões no mercado musical do Brasil, mostra pesquisa

G1 Pop & Arte Levantamento com mais de 500 produtoras do Brasil identificou 8.141eventos cancelados ou adiados que tinham projeção de público de mais de 8 milhões de pessoas. O adiamento e cancelamento de shows por causa da pandemia de coronavírus já gerou prejuízo de mais de R$ 480 milhões no mercado musical do Brasil, segundo levantamento da empresa Data SIM. O G1 já havia mostrado o impacto do coronavírus na música no podcast G1 Ouviu. Ouça acima. O levantamento feito entre 536 empresas do setor indica adiamento ou cancelamento de 8.141 eventos musicais, que tinham juntos uma projeção de público de 8 milhões de pessoas. Leia mais: Mercado de shows pode quebrar com o coronavírus? Produtores pedem que fãs não peçam reembolso de ingressos A pesquisa identificou o baixo índice de participação em associação de classes (77% dos profissionais não participam de entidades coletivas). “Esses números ajudam a pensar em ações concretas para o setor, composto por muitos interesses, a maioria sem representação ou associação de classe. É hora de pensarmos coletivamente", diz em comunicado, Dani Ribas, diretora de pesquisa do Data SIM. Lollapalooza é adiado para dezembro de 2020 por causa do coronavírus “Vai ser preciso recomeçar, reinventar a música ao vivo”, afirma Pena Schmidt consultor especial do projeto. Veja a pesquisa na íntegra. Veja Mais

Logan Williams, ator de 'The Flash', morre aos 16 anos, diz site

G1 Pop & Arte Causa não foi revelada, segundo 'Hollywood Reporter'. Protagonista da série, Grant Gustin, lamentou morte: 'notícia devastadora'. Logan Williams em cena de 'The Flash' Reprodução O ator Logan Williams, que fez uma participação na série "The Flash", morreu aos 16 anos nesta quinta-feira (2). Segundo o site da revista "Hollywood Reporter", a causa da morte não foi divulgada. Ao jornal canadense "Tri-City News", a mãe do ator disse estar "absolutamente devastada". O protagonista da série, Grant Gustin, lamentou a notícia ao publicar uma foto com Williams em seu perfil no Instagram. "Eu fiquei tão impressionado não apenas pelo talento de Logan, mas por seu profissionalismo nas gravações. Meus pensamentos e orações vão para ele e sua família neste que tenho certeza ser um momento inimaginavelmente difícil para eles", escreveu. Em "The Flash", Williams interpretou um jovem Barry Allen, personagem vivido por Gustin. Initial plugin text Veja Mais

João Bosco e Vinícius discutem com Naiara Azevedo após lançarem a mesma música

O Tempo - Diversão - Magazine Sertanejos afirmam que têm contrato de um ano de exclusividade da canção "Onde Não Tinha Espaço", de autoria de Elvis Elan e Henrique Casttro; cantora rebateu dizendo ter liberação da letra Veja Mais

Bill Withers, ícone do blues e do soul americano, morre aos 81 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Compositor de grandes sucessos mundiais, como "Lovely Day", "Ain't No Sunshine" e "Grandma's Hands", ele teve complicações cardíacas; relembre seus sucessos Veja Mais

Ex-BBB Felipe Prior é acusado de dois estupros e de uma tentativa de violação

O Tempo - Diversão - Magazine Revista tem acesso a documento que acusa formalmente o ex-BBB de violentar duas mulheres e tentar contra uma terceira entre os anos de 2014 e 2018 Veja Mais

Bill Withers, autor de 'Lean on Me' e 'Lovely Day', morre aos 81 anos

G1 Pop & Arte Cantor e compositor morreu na segunda-feira (30), em Los Angeles. Bill Withers, autor de 'Lean on Me' e 'Lovely Day', morre aos 81 anos Divulgação O cantor e compositor Bill Withers morreu aos 81 anos, segundo a agência Associated Press. Três vezes premiado no Grammy, Bill é autor de "Lean On Me", "Lovely Day" e "Ain’t No Sunshine", entre outras canções que fizeram sucesso nas décadas de 1970 e 1980. Embora tenha parado suas gravações em 1985, seu trabalho seguiu influenciando artistas do R&B e hip-hop. Segundo informações de sua família, Bill Withers morreu por problemas no coração, na segunda-feira (30), em Los Angeles. "Estamos devastados com a perda de nosso amado e devoto marido e pai. Um homem solitário, com um coração motivado a se conectar com o mundo inteiro com sua poesia e música, ele falou honestamente com as pessoas e as conectou umas às outras", lamentou a família através de um comunicado. "Com uma vida extremamente privada perto da família próxima e amigos, sua música pertence ao mundo para sempre. Nesses tempos difíceis, rezamos para que suas músicas ofereçam conforto e entretenimento aos fãs." A canção "Lean on me" tem sido bastante compartilhada nas redes sociais nesse período de pandemia de coronavírus. Muitos internautas publicam versos da canção para manifestar apoio aos profissionais da saúde e outros serviços essenciais. Veja Mais

Tatá Aeroplano lembra que 'só o amor pode matar o medo' no single 'Ressurreições'

G1 Pop & Arte Cantor regrava rock de Jorge Mautner e Nelson Jacobina no álbum 'Delírios líricos', previsto para maio. ♪ “Sete mil quartos secretos / Guardam um segredo / Só o amor / Só o amor / Só o amor pode matar o medo”. Embora soem extremamente atuais em tempos de isolamento social, os versos do rock Ressurreições são antigos. Resultado de conversa do compositor Jorge Mautner com o parceiro Nelson Jacobina (1953 – 2012) sobre as cantoras Aracy de Almeida (1914 – 1988) e Janis Joplin (1943 – 1970), a música Ressurreições foi lançada por Mautner no álbum Revirão (2006). Decorridos 14 anos, o rock Ressurreições ressurge na voz do cantor e compositor paulistano Tatá Aeroplano em gravação apresentada em single editado na quinta-feira, 2 de abril. Ressurreições é o segundo single do quinto álbum solo de Aeroplano, Delírios líricos, cujo lançamento, antes previsto para este mês de abril, foi remarcado para maio. Capa do single 'Ressurreições', de Tatá Aeroplano Luiz Romero Já presente nos roteiros de shows de Aeroplano desde o fim de 2019, a composição de Mautner e Jacobina estava há muito mais tempo no radar do artista. “Pirei demais quando escutei essa música. (Ressurreições) entrou na minha vida de uma maneira intensa. Em 2007, eu discotecava em várias festas na noite e ela fazia parte do meu set e também das minhas caminhadas pela cidade”, lembra o artista multimídia, também DJ e ícone da cena alternativa da pauliceia desvairada. Sucessor do álbum Alma de gato na discografia de Tatá Aeroplano, o álbum Delírios líricos foi gravado com os toques dos músicos Bruno Buarque (bateria), Dustan Gallas (baixo), Junior Boca (guitarra) e Lenis Rino (percussão). Antes de Ressurreições, o cantor lançou em março o single Alucinações, primeira amostra do álbum Delírios líricos. Veja Mais

Iza volta aos sábados da Globo em reprise do programa 'Música Boa'

O Tempo - Diversão - Magazine Atração exibida no Multishow entra na grade como parte das mudanças da emissora em função da pandemia do novo coronavírus Veja Mais

Coronavírus: 'A lei é ficar dentro de casa', diz Ivete Sangalo

O Tempo - Diversão - Magazine Em meio a várias músicas, que cantou segurando a escova de cabelos das filhas como se fosse um microfone, cantora também falou de racismo e a violência Veja Mais

Lives desta sexta-feira (3): Léo Santana, Márcia Fellipe, Diplo e outros shows na web

G1 Pop & Arte Júnior Groovador, Baby do Brasil, Diego & Arnaldo, Margareth Menezes, Pablo, Hozier, Aurora e outros artistas fazem transmissões em casa para fãs em quarentena; veja lista. Márcia Fellipe, Léo Sanana e Diplo Divulgação Forró de Márcia Fellipe, pagodão de Léo Santana e eletrônica de Diplo estão entre as opções de lives musicais desta sexta-feira (3). O G1 listou as principais transmissões programadas; veja abaixo. Há opções diversas. Tem o arrocha de Pablo com Tierry. O indie rock da americana Soccer Mommy aparece no canal francês La Blogothèque. Júnior Bass Groovador mostra no Instagram o baixo que seduziu Jack Black. No Brasil, continuam as séries de shows de músicos em casa #FicoEmCasaBR e #MúsicaEmCasa (clique nos nomes para ver a programação completa). Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja as lives desta sexta-feira (3): Todos os shows estão na hora de Brasília: Soccer Mommy - 14h - Link (La Blogothèque) Sofi Tukker - 14h - Link Aurora - 16h - Link (Sofasets live) Margareth Menezes - 17h - Link (#FicoEmCasa) Hozier - 18h - Link (Billboard at Home) Selvagens a Procura da Lei - 18h - Link (#FicoEmCasa) Júnior Bass Groovador - 19h - Link Diego & Arnaldo – 19h - Link (Sertanejo em Casa - Sony) Detonautas - 20h30 - Link - (#ZiriguidumEmCasa) Márcia Fellipe - 21h - Link Léo Santana - 21h - Link Baby do Brasil - 21h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Sebastián Yatra - 21h - Link (#MúsicaEmCasa) Pablo e Tierry - 21h30 - Link Diplo - Meia-noite - Link Veja Mais

"Nos Becos de São Francisco", de Thales Corrêa, está disponível gratuitamente

O Tempo - Diversão - Magazine Com temática LGBT+, longa flagra, nas frenéticas noites de São Francisco, um brasileiro em busca de uma pessoa que conheceu em um site de relacionamentos gay Veja Mais

Briga de ex-casal de influenciadores pode virar caso de polícia

O Tempo - Diversão - Magazine Abner Pinheiro acusa a ex Sthefane Pinheiro de ter o traído e ela decide protocolar queixa na delegacia Veja Mais

Tarantino revela que Brad Pitt ficou tímido para tirar a camisa em filme

O Tempo - Diversão - Magazine Astro participou de "Era uma vez em Hollywood" que lhe rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante Veja Mais

Marcos Mion posta vídeo ao lado do filho Romeo, de quem diz ser porta-voz

O Tempo - Diversão - Magazine O apresentador luta pelo direito das pessoas autistas, ao lado do seu primogênito que tem 14 anos Veja Mais

Lives de ídolos sertanejos bombam país afora

O Tempo - Diversão - Magazine Estrelas como o mineiro Gusttavo Lima, Lucas Lucco e as duplas Guilherme & Benuto e Marcos & Belutti preparam novas apresentações Veja Mais

O cantor, compositor e guitarrista Affonsinho se apresenta hoje

O Tempo - Diversão - Magazine Ele fará uma live em seu perfil no Instagram às 17h, no repertório, músicas recentes e aquelas que os fãs sabem de cor e salteado Veja Mais

A atriz Marianne Faithfull está respondendo bem ao tratamento

O Tempo - Diversão - Magazine Musa nos anos 60, e hoje atriz aplaudida por interpretações como a registrada em "Irina Palm", a britânica está estável Veja Mais

Casais em isolamento: como superar momento de convivência intensa sem destruir a relação

G1 Pop & Arte China e EUA já registraram aumento em divórcios neste período. Terapeuta e casais (famosos ou não) dão dicas de como passar por esse período sem crises. Latino e a namorada, Rafaela Ribeiro Danielly Ferreira/Divulgação As consequências da pandemia de coronavírus vão além da saúde e da economia. Em Xi'am, na China, houve um recorde no número de pedidos de divórcio nas últimas semanas, segundo o jornal "The Global Times". O tabloide "New York Post" também informou que advogados especialistas em separação relataram um aumento de 50% na busca de consultas por clientes em potencial no período de isolamento social nos Estados Unidos. A terapeuta de casal e família Pamela Magalhães explica ao G1 que essas crises acontecem porque "no período de isolamento, de confinamento, os casais são obrigados a se olharem, as famílias precisam entrar em contato, reconhecer as suas dinâmicas e o mecanismo sistêmico". "Não há distração, não tem trabalho, não tem a saidinha, não tem o 'vou buscar um cigarro lá fora e já volto', não tem happy hour de quarta, não tem futebol de quinta, não tem as viagens pra distrair, não tem a vida social ativa", diz a psicóloga. Para Patrícia, o aumento no número de separações, como os já registrados na China e nos Estados Unidos, pode acontecer também no Brasil. "Não tem nada a ver com o país. Tem a ver com a condição do confinamento em que os casais são obrigados a entrar em contato com questões. Tudo que já existia tende a agravar." Ela destaca que as pessoas estão vivendo um momento mais ansioso diante da pandemia: “Se nos rendermos a essas emoções à flor da pele e se a relação já tinha ruídos que antes eram escondidos em algum lugar do armário vai vir tudo à tona." "Situações como o distanciamento, a desconexão que já existia, agora não tem mais álibi de justificativa pra que não haja o sexo, a conversa, a convivência, a troca. Sem essas desculpas antes convenientes que existiam, o casal é obrigado a entrar em contato", completa Patrícia "Quem não tiver maturidade emocional, resiliência e disposição para se reinventar dificilmente vai sair junto dessa." O que fazer? Patrícia dá dicas para os casais passarem bem por esta fase. Reconhecer o momento: é um momento tenso, em uma atmosfera ansiosa, que é uma situação que mobiliza nosso estresse; Pra eu viver um bom dueto, preciso saber fazer uma boa carreira solo: como eu estou frente a essa situação, como meu íntimo está respondendo a tudo isso? Feito esse exercício, aí sim eu posso ir a meu parceiro e dividir com ele como me sinto; Dividir e perguntar: dividir como estou me sentindo, como é pra mim, perguntar para o outro como ele está. Criar um espaço de conversação que se possa externar as emoções exercita a cumplicidade; Manter o ambiente de casa o mais pacífico possível mesmo em meio ao caos: Pode se manter informado, não ficar alienado, mas também tem que se preservar; Alternar o dia a dia com atividades gostosas pro casal: Tudo o que promove sensação de bem estar, prazer, gasto de energia, é muito bem-vindo. Ver filmes, ouvir músicas, fazer comidinha juntos, receitinha, dar risada, conversar; Manter uma rotina mesmo em quarentena é uma possibilidade de se organizar: A disciplina traz essa sensação de segurança, sentimento de organização. Mais organizado, o dia pode ficar um pouco mais previsível e isso para o cérebro traz uma sensação de segurança. O que dizem os casais? O G1 conversou com casais para saber como está sendo o isolamento social. Todos os ouvidos nesta reportagem estão cumprindo a orientação para se manter em casa e readaptar as rotinas, com home office e aumento nas tarefas do lar. Há casais com e sem filhos. Camila e Vinicius O casal Camilla Andrade e Vinícius Navarro entre Luiza e Lara: 'Isolamento mudou radicalmente a nossa rotina' Reprodução/Instagram Morando juntos há sete anos, a farmacêutica Camilla Andrade, de 37 anos, e o advogado Vinicius Navarro, 38, trabalham em turnos opostos. "Ele em horário comercial, e eu até às 22h, com plantões aos finais de semana e feriados." Com isso, o contato físico diário dos dois se limitava a três horas. “Longos períodos, apenas nas minhas 24 horas de folga -- e quando ela é generosa, 48/72 horas”, explica Camilla. "Esse isolamento mudou radicalmente a nossa rotina, nós dois passamos a trabalhar em casa e as crianças sem escola (temos duas filhas 3 e 8 anos). Sendo assim, convivemos o tempo todo juntos, todos, exceto no período que estamos efetivamente trabalhando (7 horas/dia)." "Encaramos toda essa situação como uma oportunidade em passarmos mais tempos juntos, coisa que eu particularmente sentia muita falta. Mas a primeira semana foi desafiadora." "Ficamos perdidos na rotina das meninas, com os horários das refeições e administrar tudo isso gerou alguns atritos. Após essa fase de adaptação, tudo se encaixou e criamos uma rotina que vai desde hora para acordar, tempo disponibilizado para atividade física, momento em família e tempo a sós, somente nós dois. Hoje vemos que o isolamento nos aproximou." Lu e Marcos O cantor sertanejo Marcos em período de isolamento social na companhia da mulher, Lu Marchioto, e dos filhos Larissa, Lili e Leo Reprodução/Instagram Marcos, que forma a dupla sertaneja ao lado de Belutti, também cita uma melhora no relacionamento com o isolamento: "Nossa convivência está até melhor, porque boa parte dos atritos que aconteciam em casa, muitas vezes vinham de interferências externas. Interferência no trabalho, de amizade, falta de tempo pra eu estar em casa. Pelo fato de a gente estar vivendo pela família agora, os atritos diminuíram." Para ele, a mudança nesta fase de isolamento está no aumento das tarefas domésticas, já que está acostumado a ficar bastante tempo fora por causa da agenda de shows. Lu Marchioto, esposa de Marcos, concorda: "Esta é a hora de os casais se unirem e fortalecerem os laços, porque a gente não sabe o que vai enfrentar lá na frente". Marcos completa que o momento é bom para conversas construtivas "sobre a vida amorosa, os sonhos, as coisas que fazem falta". Diene e Fabio O casal Diene Duarte de Almeida e Fabio Costa: "Não dormimos brigados" Arquivo Pessoal A pedagoga Diene Duarte de Almeida, de 45 anos, e o advogado Fabio Costa, 44, estão casados há 13 anos, e têm uma premissa básica na relação: "Não dormimos brigados. Temos essa máxima do casamento e que vale muito nessa quarentena", diz Diene. A pedagoga diz que o máximo de tempo que passava com o marido era durante as férias, mas que apesar do aumento de tempo de convivência, a única alteração notada foi nas tarefas domésticas. "Tivemos um atrito que foi por uma questão que eu precipitei e ele ficou muito bravo. Mas eu errei, porque eu sou muito afobada. Foi na garagem e, quando a gente chegou em cima [no apartamento], já tava dando risada porque eu vi a besteira que eu fiz." “A gente tem muito bom humor, tira sarro um da cara do outro o tempo inteiro, então a convivência é muito tranquila, muito saudável”, diz ela. "A gente tem que gostar da companhia do outro. Quando você casa com quem você gosta da companhia, gosta dos assuntos, tem afinidade, é muito tranquilo. Mais do que um casamento, é uma parceria." Rafaella e Latino Morando junto com a namorada, Rafaella Ribeiro, há quase um ano, o cantor Latino cita a importância da individualidade nesse período. "Mesmo estando na mesma casa, é muito importante cada um ter seu momento de privacidade, lendo, vendo um filme, fazendo uma meditação". "O cantor diz que o casal é "bem tranquilo" e tem tentado seguir a rotina normal dentro de casa. Estamos mantendo os treinos, cozinhando e trabalhando muito'. Nesta fase de isolamento, o casal já se uniu, inclusive, para um projeto musical. Logo após o carnaval, Latino, Rafaella e alguns amigos ficaram em quarentena na casa de uma tia em Angra dos Reis após descobrirem que a anfitriã havia acabado de retornar da Itália. Durante os quinze dias que permaneceram no local, Latino decidiu fazer um clipe. "Ansioso que é, Latino resolveu fazer um vídeoclipe divertido para que não pirassem com essa reclusão. Juntou a turma que estava na casa, criaram um personagem para cada um e gravaram", explica a assessoria do cantor. Rafaella é Lili, que dá nome à música. Ela também participou do roteiro. Beatriz e Dilsinho Dilsinho e a mulher, Beatriz Ferraz Reprodução/Instagram Morando há três anos com a mulher, Beatriz Ferraz, o cantor Dilsinho vê um ponto positivo no meio da pandemia. "O lado bom de toda essa loucura é que estamos passando mais tempo juntos, consigo tomar café, almoçar, jantar em família. Coisas que parecem simples, mas não conseguia fazer com frequência devido à rotina do trabalho". Dilsinho faz uma média de 20 shows por mês. Para o cantor, a prática de exercícios físicos, a divisão das tarefas do lar e a escolha de uma série para acompanharem juntos são alguns trunfos para que a relação saia ilesa desse período. "Estamos há um bom tempo juntos e fomos aprendendo com o tempo que cada um precisa do seu espaço e personalidade." "Uma música do Jota Quest representa bem o meu pensamento: 'a nossa liberdade é o que nos prende'", explica o cantor, citando o verso de "Mais uma vez". Veja Mais

Faleceu a mineira Tânia Diniz, fundadora do "Mulheres Emergentes"

O Tempo - Diversão - Magazine A poeta criou a iniciativa há 30 anos; sua partida foi lamentada nas redes sociais por escritores, jornalistas e amigos Veja Mais

Pink anuncia que está curada e destinará fundos a duas instituições

O Tempo - Diversão - Magazine A cantora Pink revelou que ela e seu filho de três anos, Jameson, já estão recuperados da Covid-19 Veja Mais

Oito hits de Cazuza ganham a bossa de Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos em álbum ao vivo

G1 Pop & Arte ♪ Em abril de 2018, o 60º aniversário de nascimento de Agenor de Miranda Araújo Neto (4 de abril de 1958 – 7 de julho de 1990), o Cazuza, foi celebrado com show em que Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos ambicionaram renovar o cancioneiro do cantor e compositor carioca com o espírito da bossa nova. Decorridos dois anos, o projeto Faz parte do meu show – Cazuza em bossa ganha registro fonográfico. A edição digital do álbum aportou nas plataformas na sexta-feira, 3 de abril, véspera do 62º aniversário de Cazuza. A gravadora Som Livre promete lançar no mercado, em breve, as edições em CD e DVD da gravação audiovisual do show, captado em 15 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em apresentação na sede da companhia fonográfica, com as presenças de convidados como Lucinha Araújo, mãe de Cazuza e avalista do projeto. O álbum disponível nas plataformas apresenta somente oito das 20 músicas do roteiro original do show, com novas harmonias que dão ar de bossa nova ao cancioneiro de Cazuza com Leila ao piano, Menescal na guitarra e Rodrigo no baixo. Rodrigo Santos, Leila Pinheiro e Roberto Menescal na gravação do álbum 'Faz parte do meu show – Cazuza em bossa' Paulo Tauil / Divulgação ♪ Eis as oito músicas cantadas por Leila Pinheiro e/ou Rodrigo Santos no álbum Faz parte do meu show – Cazuza em bossa : 1. Faz parte do meu show (Renato Ladeira e Cazuza, 1988) 2. Preciso dizer que te amo (Cazuza, Dé Palmeira e Bebel Gilberto, 1986) 3. Codinome beija-flor (Reinaldo Arias, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985) 4. O tempo não para (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988) 5. Por que a gente é assim? (Roberto Frejat e Cazuza, 1984) 6. Exagerado (Leoni, Cazuza, Ezequiel Neves, 1985) 7. Ideologia (Roberto Frejat e Cazuza, 1988) 8. Pro dia nascer feliz (Roberto Frejat e Cazuza, 1983) Veja Mais

Lives de sábado: Jorge & Mateus, Iza, Xand Avião, Rodrigo Amarante e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Vitor Kley, Projota, Dennis DJ, Erikah Baduh, Di Ferrero, Paulo Ricardo, MC Zaac, Lucas Lucco, Humberto Gessinger, Raimundos e outros tocam para fãs em quarentena; veja lista. Xand Avião, Iza, Rodrigo Amarante e Jorge & Matheus fazem lives neste sábado Divulgação A aguardada live de Jorge e Mateus é o destaque do dia de programção mais intensa de transmissões ao vivo de músicos na quarentena até agora. Veja abaixo a lista do G1 com as principais lives deste sábado (4). A programação tem até lives de dois cantores que se recuperaram da Covid-19, Xand Avião e Di Ferrero. No Brasil, continuam as séries de shows de músicos em casa #TamoJunto, #SalaDeCasa, #MúsicaEmCasa e #Ziriguidum. Neste sábado, acontece o Mix Festival Mix Em Casa. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja as lives deste sábado (4): Lucas Lucco - 14h - Link Xand Avião - 16h - Link Dennis DJ - 17h - Link Raimundos - 17h - Link (#TamoJunto) Lagum - 17h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Vitor Kley - 18h - Link - (Mix Festival Em Casa) Toni Garrido - 18h30 - Link (#TamoJunto) Projota - 18h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Marcelo Falcão - 19h - Link (Mix Festival Em Casa) Boogarins -19h - Link (#TamoJunto) George Henrique e Rodrigo - 19h - Link (#MúsicaEmCasa) Ben Folds - 19h - Link Aíla - 19h - Link - (Sala de Casa Natura Musical) Di Ferrero - 19h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Iza - 20h - Link - (Mix Festival Em Casa) MC Zaac - 20h - Link (#MúsicaEmCasa) Jorge e Mateus - 20h - Link Paulo Ricardo - 20h - Link (#TamoJunto) Humberto Gessinger - 20h30 - Link (#TamoJunto) Erikah Badu - 21h - Link Zé Renato - 21h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Rodrigo Amarante - 21h30 - Link (#TamoJunto) Diplo - Meia-noite - Link Veja Mais

Selena Gomez revela ter transtorno bipolar

G1 Pop & Arte Atriz e cantor falou sobre diagnóstico no programa online de Miley Cyrus, 'Bright Minded'. Selena Gomez no Festival de Cannes 2019 Eric Gaillard/Reuters A cantora e atriz Selena Gomez revelou ter transtorno bipolar nesta sexta-feira (3). A americana conversou a respeito do diagnóstico no programa online de Miley Cyrus, "Bright Minded". "Eu finalmente tive conhecimento do por que sofri com várias depressões e ansiedade por tantos anos", afirmou Gomez. "Recentemente, fui a um dos melhores hospitais psiquiátricos dos Estados Unidos, McClean Hospital, e discuti que depois de anos passando por muitas coisas diferente, percebi que eu era bipolar." A conversa entre as cantoras foi acompanhada ao vivo por cerca de 180 mil pessoas. "Então quando consegui mais informação, na verdade me ajudou. Não me assusta mais desde que eu soube." Veja Mais

Saiba por que o isolamento do coronavírus pode não render joias da literatura

O Tempo - Diversão - Magazine Pode parecer que a pandemia oferece matéria-prima de sobra para arte de grande qualidade, mas o processo criativo não é tão simples, dizem escritores Veja Mais

Claudia Leitte lança clipe da nova música 'Rebolada Bruta' com MC Zaac

O Tempo - Diversão - Magazine A faixa é o novo single da cantora da segunda parte do álbum 'BanderaMove' lançado também nessa sexta-feira Veja Mais

Festival LGBTQ+ online reúne mais de 20 horas de programação

O Tempo - Diversão - Magazine Shows, sets de DJs, bate-papos e oficinas fazem parte do 'Marsha! Entra na Sala' nos dias 4 e 5 e arrecada verba e doações em apoio à comunidade Veja Mais

Claudia Leitte acerta o tom das levadas românticas que dominam o EP 'Bandera move II'

G1 Pop & Arte Capa do disco 'Bandera move - P. II' Danilo Borges com arte de Alceu Neto Resenha de EP Título: Bandera move – P. II Artista: Claudia Leitte Gravadora: Edição independente da artista Cotação: * * * ♪ Das cinco músicas reunidas por Claudia Leitte no EP que apresenta a segunda parte do álbum Bandera move, uma já soa fora de hora. Lançada em single editado em fevereiro, estrategicamente antes do Carnaval, Pulsação (Tatau e Marlon Moreira) é música para trio elétrico que procurou retratar a miscigenação rítmica da folia da Bahia, já fora do domínio exclusivo da axé music. As novidades do EP Bandera move – P. II – disco inteiramente cantado em português e disponível a partir desta sexta-feira, 3 de abril – estão ambientadas em atmosferas mais serenas. A balada Só quero você (Matias Damásio) exemplifica a pulsação mais romântica desta segunda parte do disco, menos globalizada do que a primeira, lançada em outubro com repertório trilíngue. É nessa vibe e na cadência do reggae que a cantora mira o topo das playlists com a canção Meus olhos não mentem (Samir Trindade, Breno Casagrande, Renan Valim, Edu Valim e Thales Lessa). Amor amor (Felipe Escandurras e Cabrera) também gravita nessa mesma suave atmosfera pop, circundando a praia do reggae. Contudo, a aposta da cantora para promover Bandera move II destoa dessa boa vibração pop romântica. Trata-se de Rebolada bruta (Mc Zaac, Tierry e Cabrera), trivial mix de funk e reggaeton gravado pela cantora (de origem) fluminense com o funkeiro paulista MC Zaac. Curioso é que, sem a preocupação de soar “internacional” e de acenar para o mercado latino de língua hispânica, Claudia Leitte acerta com maior frequência, apresentado um som mais agradável e menos artificial. MC Zaac e Claudia Leitte se juntam em 'Rebolada bruta', música do EP da cantora Jacques Dequeker / Divulgação Veja Mais

Paramount Pictures anuncia novas datas de estreias de seus filmes

O Tempo - Diversão - Magazine Adiamentos foram necessários em função da exigência de isolamento social neste período Veja Mais

Banda Vivendo do Ócio faz parceria com o poeta 'novo baiano' Luiz Galvão

G1 Pop & Arte Compositor assina com o filho a letra de 'O amor passa no teste', faixa do álbum que o grupo de Salvador lançará em 10 de abril. ♪ Poeta e compositor baiano que escreveu boa parte das letras do cancioneiro do grupo Novos Baianos, Luiz Galvão faz parceria com a banda conterrânea Vivendo do Ócio. No quinto álbum do grupo, formado em Salvador (BA) em 2006, Luiz Galvão assina, com o filho Lahirí Galvão, a letra de O amor passa no teste. Produzido por Thiago Guerra (baterista da banda Fresno) com Gabriel Zander, responsável pela mixagem e masterização do disco, o álbum Vivendo do Ócio – previsto anteriormente para fevereiro – tem lançamento confirmado para a próxima sexta-feira, 10 de abril. Na composição do repertório formado por dez músicas autorais, o quarteto soteropolitano também faz parceria com o vocalista e guitarrista da banda pernambucana Eddie, letrista de Paredes vazias. Capa do álbum 'Vivendo do Ócio' Divulgação Precedido pelos singles Cê pode e Muito, ambos lançados em 2019, o álbum abarca música em italiano, Il tempo, apresentada em 2018. Jajá Cardoso (voz guitarra), Luca Bori (baixo e voz), Davide Bori (guitarra) e Dieguito Reis (bateria) também alinham no repertório do álbum Vivendo do Ócio as músicas inéditas Evolução, Massagem de ego, Nova ordem, O agora e Vestígios. Ao gravar o disco, a intenção da banda foi adicionar sutis toques de bossa nova, reggae e new soul ao rock que pauta o som de Vivendo do Ócio. Veja Mais

Bruna Marquezine pede desculpas a Felipe Prior após eliminação do 'BBB20' e chama a atenção do arquiteto

G1 Pop & Arte 'Não grita mais com a tua mãe nem com mulher nenhuma, tá?', escreveu a atriz em conversa virtual com o ex-brother. Conversa entre Bruna Marquezine e Felipe Prior Reprodução/Instagram Tudo em paz entre Bruna Marquezine e Felipe Prior. Ao menos é o que indica uma conversa compartilhada pelo arquiteto nas redes sociais, na qual ele e a atriz conversam após a eliminação do "BBB20". Esta semana, Bruna fez uma campanha com direito a mutirão de votação para que Prior fosse eliminado em um Paredão entre ele, Mari Gonzales e Manu Gavassi, amiga de Bruna. O arquiteto deixou a casa após a votação recorde, que atingiu a marca de mais de 1,5 bilhão de votos. No bate-papo, Bruna pediu desculpas a Felipe, mas não deixou de chamar a atenção do arquiteto. 'Desculpa aí qualquer coisa e não grita mais com a tua mãe nem com mulher nenhuma, tá", escreveu a atriz, que ainda disse: "Torço por seu crescimento, aprendizado, evolução e felicidade". O comentário da atriz se refere a uma fala do ex-brother durante uma discussão com Flay no jogo. Na briga, ele fala para a participante: "Eu grito com a minha mãe, quem é você que eu não vou gritar? Você grita comigo e eu grito com você". O comentário gerou críticas a Prior nas redes sociais. Prior comentou com a atriz que levou a situação na brincadeira, mas disse que "às vezes é difícil perder, porque sinto que foi por pouco, mas vida que segue". Felipe Prior é o décimo eliminado do 'BBB20' Reprodução/Globo Pouco antes de publicar a conversa, Prior fez um vídeo onde passa diante de uma propaganda publicitária com Bruna Marquezine no aeroporto e diz: "Acabei de encontrar no aeroporto quem me ferrou, por isso que eu saí. Pô, Bruna". Ao longo do Paredão, Prior teve Bruna fazendo campanha contra o brother, mas também teve o apoio de muitos atletas, como Neymar, Gabigol e Gabriel Medina, com quem já participou de uma live após sua eliminação. Bruna Marquezine e Manu Gavassi Reprodução/Instagram Bruna Marquezine chora após Manu Gavassi seguir no ‘BBB20’: ‘Você me paga’ Bruna Marquezine e Felipe Prior conversam após eliminação do arquiteto do “BBB20” Reprodução/Instagram Bruna Marquezine e Felipe Prior conversam após eliminação do arquiteto do “BBB20” Reprodução/Instagram Bruna Marquezine e Felipe Prior conversam após eliminação do arquiteto do “BBB20” Reprodução/Instagram Veja Mais

Ellen Pompeo, de 'Grey's anatomy', grava vídeo a pedido do governador de NY: 'Fiquem em casa'

G1 Pop & Arte Atriz lembrou que médicos e enfermeiros estão morrendo por causa da pandemia do novo coronavírus. Ellen Pompeo pede em vídeo que pessoas fiquem em casa Reprodução/Instagram/ellenpompeo A atriz Ellen Pompeo, da série "Grey's anatomy", publicou vídeo nesta quinta-feira (2) lembrando que seus seguidores fiquem em casa durante a pandemia do novo coronavírus. Segunda ela, foi um pedido do governador de Nova York, Andrew Cuomo. "Recebi muitos, até demais, telefonemas e e-mails de médicos e enfermeiros amigos meus, e o escritório do governador de nova York me ligou hoje, para pedir para mais uma vez divulgar o pedido para que todos por favor fiquem em casa", afirmou ela em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. "Os profissionais de saúde, os médicos, enfermeiros, qualquer um que trabalhe em um hospital, estão no seu limite. E agora eles estão começando a morrer. Não estamos fazendo o suficiente", diz a atriz. "E se vocês conhecem alguém que não está levando isso a sério, e que não está ficando em casa, por favor falem com eles. Por favor, precisamos ficar em casa. Por favor. É tudo o que eles estão pedindo que façamos. Não é tão difícil." Initial plugin text Veja Mais

Bucky Pizzarelli, guitarrista de jazz, morre aos 94 anos vítima do coronavírus

G1 Pop & Arte Músico gravou com Frank Sinatra e Sarah Vaughan e tocou na banda do 'Tonight Show'. Bucky Pizzarelli em apresentação nos estúdios da KNKX Seattle Reprodução/YouTube/KNKX Public Radio O guitarrista de jazz Bucky Pizzarelli morreu nesta quarta-feira (1º) aos 94 anos vítima do novo coronavírus. Muito procurado para participar de gravações de discos nos anos 1950 e 1960, ele participou da banda do "Tonight Show" entre 1964 e 1972 e tocou em gravações de nomes como Frank Sinatra e Sarah Vaughan. Ao tocar uma guitarra com sete cordas, ele era capaz de fazer a linha de baixo para si mesmo. A partir dos anos 1980, Pizzarelli passou a se apresentar com seu filho, John. Veja Mais

Tekashi 6ix9ine vai sair da prisão mais cedo por causa da pandemia de coronavírus, diz site

G1 Pop & Arte Rapper preso em 2018 vai cumprir resto da sentença em prisão domiciliar, segundo site Vulture. Daniel Hernandez, conhecido como Tekashi 6ix9ine, foi condenado a dois anos de prisão depois de testemunhar contra gangue. Foto de arquivo de show em 2018 na semana de moda de Milão AP Photo/Luca Bruno O rapper Tekashi 6ix9ine, preso no final de 2018, vai ser liberado da prisão e cumprir o resto da sentença em casa por risco de contaminação com o novo coronavírus. Segundo o site Vulture, a decisão consta em uma ação judicial. Veja Mais

Jennifer Lawrence pede que fãs exijam voto em casa durante pandemia

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz fez um apelo nas suas redes sociais em vídeo que faz parte da campanha 'RepresentUs' Veja Mais

Prior alcança 5 milhões de seguidores e dá entrevista ao 'Fantástico'

O Tempo - Diversão - Magazine Popularidade do ex-BBB aumentou após a eliminação do paredão de terça Veja Mais

Em parceria com a Disney, livraria Leitura libera e-books de graça

O Tempo - Diversão - Magazine A iniciativa visa entreter as crianças e os livros vão estar disponíveis para dowload até o dia 8 desse mês Veja Mais