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G1 Ouviu #96: Os jingles mais colantes da história: relembre 16 músicas de propagandas

G1 Pop & Arte Compositores e cantores explicam o poder de um jingle de sucesso. Qual o segredo da cola que fez tantas músicas de propaganda grudarem na memória de quem assiste TV e ouve rádio? Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

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Netos de Luiz Gonzaga divulgam 'nota de nojo' por uso de música do compositor em live de Bolsonaro

G1 Pop & Arte Música 'Riacho do Navio' foi tocada pelo presidente da Embratur, que alterou versos para fazer referência a trecho da transposição do São Francisco inaugurado por Bolsonaro. Netos do cantor e compositor Luiz Gonzaga divulgaram uma "nota de nojo" na qual repudiaram o uso de uma música do avô em live do presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (2). Procurada pela TV Globo, a assessoria do Palácio do Planalto disse que não vai comentar a nota dos familiares do cantor. A música é "Riacho do Navio". Assina a composição, além de Luiz Gonzaga, Zé Dantas. Na abertura da live, a música foi tocada na sanfona e cantada pelo presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Gilson Dantas. Ele alterou alguns versos da letra original para fazer referência ao fato de Bolsonaro ter inaugurado um trecho da transposição do rio São Francisco, no Ceará. Os netos de Luiz Gonzaga que redigiram a nota são filhos do também músico Luiz Gonzaga do Nascimento Jr., o Gonzaguinha. "Diante da impotência e da impossibilidade de processo por propaganda indevida, por dupla apropriação, da canção de Luiz Gonzaga e Zé Dantas e do projeto do Rio São Francisco; nós, filhos de Luiz Gonzaga do Nascimento Jr, netos de Luiz Gonzaga, o Gonzagão, apresentamos uma NOTA DE NOJO diante deste governo mortal e suas lives", escreveram Amora Pêra Gonzaga do Nascimento, Nanan Gonzaga, Daniel Gonzaga. Bolsonaro apresentou uma live na quinta-feira (2), ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães (à esquerda), e do ministro do Desenvolvimento Regional (Rogério Marinho), à direita. Ao fundo, o presidente da Embratur tocou e cantou a música 'Riacho do Navio', com alterações da letra Reprodução Procurada, a assessoria de comunicação da Presidência da República ainda não havia se manifestado sobre a nota até a última atualização desta reportagem. Os netos de Luiz Gonzaga também afirmaram que não autorizam o uso de música do avô pelo governo federal. "Não estamos de acordo com o uso da canção Riacho do Navio, nem sua alteração, nem sua execução (com duplo sentido) pelo Senhor Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, em transmissão ao vivo pelo Senhor Presidente.E, AINDA QUE SIMBOLICAMENTE, não autorizamos ao Governo Federal o uso das canções assinadas por nenhum de nossos familiares, ou, ao menos, das respectivas partes que nos cabem", disse outro trecho da nota. O texto também traz críticas ao governo Bolsonaro. "Governo que faz todos os gestos ao seu alcance para confundir e colocar em risco a população do Brasil, enquanto protege a si mesmo e aos seus", afirmam os netos de Luiz Gonzaga. Veja a íntegra da nota: NOTA DE NOJO Diante da impotência e da impossibilidade de processo por propaganda indevida, por dupla apropriação, da canção de Luiz Gonzaga e Zé Dantas e do projeto do Rio São Francisco; nós, filhos de Luiz Gonzaga do Nascimento Jr, netos de Luiz Gonzaga, o Gonzagão, apresentamos uma NOTA DE NOJO diante deste governo mortal e suas lives. Governo que faz todos os gestos ao seu alcance para confundir e colocar em risco a população do Brasil, enquanto protege a si mesmo e aos seus. Não estamos de acordo com o uso da canção Riacho do Navio, nem sua alteração, nem sua execução (com duplo sentido) pelo Senhor Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, em transmissão ao vivo pelo Senhor Presidente. E, AINDA QUE SIMBOLICAMENTE, não autorizamos ao Governo Federal o uso das canções assinadas por nenhum de nossos familiares, ou, ao menos, das respectivas partes que nos cabem. Sonhamos com o dia em que nosso país volte a ser e a ter respeito e honestidade em relação à sua história, suas injustiças e desequilíbrios. Sonhamos o dia em que se volte a reconhecer, dentro do país, a importância da Cultura, das artes Brasileiras, e seu imenso legado por gerações, assim como o é em todo o mundo. Sonhamos com o dia em que a informação e o conhecimento sejam distribuídos democraticamente à todes, para, apenas recomeçar, sanarmos essa doença que não faz distinção, além da social, como costuma ser na nossa violenta história. E depois, para que o poder e o espaço, em toda instância, possa ser equalizado e distribuído. Sonhamos dias sem mortos pela violência do Estado, seja ela direta ou indireta. Finalmente; sonhamos com quando poderemos dançar e cantar abraçados, sem medo, nos bailes de forró e nas tantas festas as quais o Brasil faz e das quais é feito. Trabalhamos todos os dias por realizar estes sonhos, que não são apenas por nós, mas por todas as gentes deste país. Por hora, trabalhamos em casa, cumprindo as indicações internacionais da Organização Mundial de Saúde e pedimos que, todos que possam, também o façam. 03/07/2020 Amora Pêra Gonzaga do Nascimento Nanan Gonzaga Daniel Gonzaga Veja Mais

'kidding': uma série fofa, absurda, original e imperdível

G1 Pop & Arte Jim Carrey em cena de 'Kidding' Divulgação A chegada de "Kidding" por aqui é uma das coisas mais legais deste ano bosta de 2020. A série, criada por Dave Holstein, estreou em 2018, é verdade - mas aí o Globoplay já trouxe logo a primeira e a segunda temporadas juntas, então a gente total perdoa a demora. Porque "Kidding" é uma série fofa, querida, que dá um quentinho no coração, mas também é sarcástica, esperta, engraçada, inesperada. E um pouco triste. É meio absurda (alguns personagens são fantoches, por exemplo, e tem um episódio que é basicamente um musical infantil). E é, sem dúvida, uma das séries mais originais que eu vejo nos últimos anos. O protagonista, vivido por Jim Carey (que está excelente com seu cabelinho chanel, é preciso dizer), é basicamente o homem mais bonzinho do mundo. Ele é Jeff – ou Mr. Pickles, como é conhecido -, um apresentador infantil amado por crianças de várias gerações que encara esse trabalho como uma missão de vida. Seu programa tem franquias em dezenas de países, centenas de produtos licenciados, e ainda assim ele vive uma vida sem luxos, sem nenhum comportamento de estrela, e parece amar sinceramente todas as crianças do mundo. Às vezes parece um idiota, quase sempre é um gênio. Parks and Recreation, Homecoming, Ozark, Upload e mais séries boas pra ver agora Mais séries otimas? Tem aqui Quando a série começa, Jeff está enfrentando o luto pela morte do filho, um ano atrás, lidando (mal) com o fim de seu casamento e a revolta adolescente de seu outro filho (que é gêmeo idêntico do irmão que morreu). Está tentando convencer seu pai, diretor de seu programa e CEO das organizações Pickles e, portanto, seu chefe, de que é preciso falar sobre morte para as crianças no programa, do qual participa ainda sua irmã, Didi (Catherine Keener), criadora dos fantoches e mãe de uma família bem disfuncional. A série trata de luto, perda, dramas familiares e faz tudo isso com delicadeza e ironia, às vezes beirando a maluquice total – especialmente na segunda temporada, que começa esquisita, fica hilária e termina com a gente abraçando a TV em lágrimas. Que também são de alegria. Porque (e desculpe se aqui eu fico piegas como o Mr. Pickles) encontrar uma série assim é um privilégio e uma sensação boa demais. Então: não deixe de ver. A vida já está muito difícil pra gente deixar passar uma joia como “Kidding”. * Ah, mesmo que você esteja fazendo uma maratona, nunca aperte a opção "pular a abertura": a abertura dessa série dura tipo 10 segundos, é diferente a cada episódio e sempre genial. * Ah2: vários episódios da série são dirigidos por Michel Gondry, de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”. Veja Mais

Diego Lula estrela 'PanYCirco', série em que conversa durante jantar feito por chefs renomados

G1 Pop & Arte Seriado de sete episódios falará de violência de gênero, feminicídio, mudanças climáticas, racismo, aborto, legalização das drogas, imigração e Covid-19, no Amazon Prime Video. Diego Lula estrela a série PanYCirco Divulgação/Amazon Prime O ator mexicano Diego Luna apresentou nesta quinta-feira o programa que irá comandar no serviço de streaming Amazon Prime Video, no qual conversará com personalidades de diversas áreas sobre temas de atualidade em torno de uma mesa que será servida por reconhecidos chefs de cozinha. "Hoje finalmente apresentamos #PanYCirco. Uma mesa aonde além de comer, nos sentaremos para debater, refletir e nos confrontar sobre esses temas que polarizam e incomodam. Sempre com o propósito de nos escutarmos", disse Luna no Instagram. Composta por sete episódios, a série irá abordar temas como violência de gênero e feminicídio, mudanças climáticas, racismo e identidade, descriminalização do aborto, legalização das drogas, imigração e até a Covid-19, em um episódio gravado remotamente durante o confinamento. Entre os convidados estarão o ator Gael García Bernal, a ativista da Frente Indígena de Organizações Binacionais, Odília Romero, a secretária de Governo do México, Olga Sánchez Cordero, e o ex-presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. Outros convidados incluirão ganhadores do prêmio Nobel, profissionais da indústria do Cinema, da Música e da Literatura, cientistas, e até um astronauta.  A série semanal estreia exclusivamente na Amazon Prime Video no dia 7 de agosto de 2020 para assinantes de mais de 200 países.  (Reportagem de Lucila Sigal) Veja Mais

Príncipe Andrew se diz 'perplexo' diante do apelo para cooperar no caso Epstein

O Tempo - Diversão - Magazine Em 2019, mulher afirmou ter tido relações sexuais com o filho da rainha Elizabeth, forçada pelo empresário, quando tinha apenas 17 anos Veja Mais

Kevinho é convidado de 'Festa' de David Carreira, astro pop de Portugal

G1 Pop & Arte ♪ A explosão do funkeiro MC Kevinho ainda faz barulho em Portugal três anos após o artista paulista ter ganhado projeção mundial quando, em 4 de outubro de 2017, Madonna postou em rede social vídeo em que as filhas da cantora, Estere e Stelle, cantavam e dançavam ao som da música Olha a explosão, funk lançado por Kevinho em single editado em dezembro de 2016 e remixado em 2017 com visibilidade planetária. Deve ter sido no rastro do sucesso internacional de Olha a explosão que o cantor e compositor David Carreira, astro pop de Portugal, convidou – ou foi motivado pela gravadora Sony Music a convidar... – Kevinho para participar de Festa. Primeiro single de 8, próximo álbum de Carreira, a música Festa será apresentada na próxima sexta-feira, 10 de julho. Festa é composição feita por Carreira com o DJ Télio e com Nuno Ramos. Incrementada com a participação de Kevinho, a gravação de Festa foi formatada pelo produtor francês Dany Sinthé para ganhar o devido polimento pop. Veja Mais

'Iron Man VR' vai além do 'truque' da realidade virtual com game completo, diz desenvolvedor

G1 Pop & Arte 'Este é um jogo de verdade, que por acaso é de RV', diz o designer Ryan Darcey, que trabalhou no game do herói da Marvel. Jogo é lançado esta sexta-feira (3) no PlayStation VR. O novo game do Homem de Ferro, "Iron Man VR", chega ao PlayStation VR nesta sexta-feira (3) como uma das últimas tentativas da Sony de provar que a realidade virtual pode ser mais do que um – caro – truque tecnológico. Com um modo história que promete mais de dez horas e um preço acima da média para o gênero, R$ 164,90, o lançamento coloca o jogador no lugar do herói da Marvel, do ponto de vista de onde muitos fãs sempre imaginaram estar, dentro da armadura. "Este é um jogo de verdade, que por acaso é de RV (realidade virtual)", diz um dos designers do game, Ryan Darcey. "Desde o começo falamos com a Sony que queríamos uma campanha do começo ao fim. Missões paralelas e essas coisas." Assista ao trailer de 'Iron Man VR' História independente Sem ligação com o universo cinematográfico da Marvel, "Iron Man VR" apresenta um Tony já experiente como o Homem de Ferro, que tem de enfrentar uma inimiga que representa seu passado como fabricante de armas. "Nos inspiramos em muitas coisas, principalmente nos quadrinhos. A saga 'Demônio na garrafa' foi uma inspiração gigante para a gente", conta Darcey, sobre o arco dos anos 1970 das HQs que lidava com o alcoolismo de Stark. Através do óculos de realidade virtual e dos controles do PS VR (que exige um PlayStation 4 para funcionar), o jogador veste a armadura e pode voar, disparar lasers e mísseis como o herói para impedir os ataques da mercenária tecnológica Ghost. "Ela é muito importante para a nossa história. Estávamos querendo explorar o aspecto que o Tony stark é seu pior inimigo, e é isso que o torna interessante", diz o designer. "Então a Ghost é um fantasma do passado dele, essa vida dele como fabricante de armas. E isso é tudo o que eu posso falar nesse momento." Ghost é a vilã de 'Iron Man VR' Reprodução Mais do que um truque Com as pessoas presas em casa por causa da pandemia do novo coronavírus, a indústria de games cresceu. Com ela, aumentou também o mercado para jogos em realidade virtual. Tanto que a IDC, empresa de dados sobre a indústria, prevê um crescimento de 30% nas vendas de aparelhos do tipo em 2020. Mesmo assim, a Sony enfrenta o desafio de popularizar seu PS VR em uma época de transição de gerações de consoles, já que em dezembro deve lançar o novo PlayStation 5. Desde seu lançamento em 2016 até janeiro, o aparelho tinha vendido 5 milhões de unidades. O número é considerável, mas pequeno quando comparado com as 106 milhões de unidades vendidas do PlayStation 4. Por isso a importância de um "Iron Man VR", um lançamento ambicioso que tenta melhorar o prestígio de jogos de realidade virtual. Vistos ainda como um passatempo curioso, eles ainda não justificam o alto investimento em um aparelho, que atualmente custa mais de R$ 2.700 – além do console. "O que podemos fazer é tentar lançar o melhor jogo possível. Poder trabalhar com gigantes como Sony e Marvel ajuda demais, para criar jogos que são mais do que um 'truque', que você joga duas horas e depois esquece." 'Iron Man VR' coloca o jogador dentro da armadura do Homem de Ferro Divulgação Veja Mais

Demi Lovato lamenta morte do avô em uma postagem emocionante

O Tempo - Diversão - Magazine A cantora ainda desabafou nas redes sociais sobre o fato de não ter velório por conta da pandemia do novo coronavírus Veja Mais

Produtores de 'Democarcia em Vertigem', de Petra Costa, passam a votar no Oscar

O Tempo - Diversão - Magazine Sete brasileiros acabam de se tornar membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood Veja Mais

Johnny Depp vai processar tabloide britânico por difamação

O Tempo - Diversão - Magazine Ex-mulheres do ator serão testemunhas em julgamento em que ele acusa jornal de divulgar a notícia falsa de que teria agredido Amber Heard Veja Mais

De Michael Jackson a política: confira 13 documentários que chegam ao Globoplay

O Tempo - Diversão - Magazine Emissora libera neste mês de julho 13 produções de diversos segmentos para seus assinantes Veja Mais

Astros britânicos se mobilizam para salvar indústria de shows e festivais

O Tempo - Diversão - Magazine Em carta aberta, 1.500 artistas, dentre eles Paul McCartney, Dua Lipa e Annie Lennox, chamam governo a agir com urgência Veja Mais

Fernando Caruso e Paulo Vieira fazem de casa programa de jogos e bate-papo

O Tempo - Diversão - Magazine 'Cada Um No Seu Quadrado' estreia nesta sexta-feira (3) e receberá famosos para falar de suas vidas e brincar Veja Mais

Galinha Pintadinha faz 'live' que mistura teatro, fantoches e músicas do desenho

O Tempo - Diversão - Magazine Com mais de 17 bilhões views no país, personagem faz transmissão ao vivo nesta quinta-feira (2), às 19h Veja Mais

Fernanda Takai amplia conexão com o Japão em 'Love song' de álbum solo

G1 Pop & Arte Cantora compõe e grava música com Maki Nomiya, integrante do extinto duo Pizzicato Five. ♪ Neta de japoneses oriundos de Hyōgo, Fernanda Takai amplia a forte conexão com o Japão no quarto álbum solo de estúdio, Será que você vai acreditar?, programado para ser lançado em 10 de julho. Cantora projetada como integrante do duo japonês Pizzicato Five (1985 – 2001), Maki Nomiya é a convidada e parceira de Takai em música do disco, Love song. Maki canta a parte em japonês da letra da composição. “Ter a Maki comigo neste disco celebra mais uma vez nossa amizade musical e também a relação entre o Brasil e Japão. Fizemos essa música sobre um amor que está distante, do outro lado do mundo, mas que sobrevive a todas as dificuldades”, conta Takai em nota da gravadora Deck sobre o álbum produzido por John Ulhoa. O discurso de Takai foge da mera retórica promocional. Cabe lembrar que, há 21 anos, a estética musical do grupo Pizzicato Five influenciou a artista na gravação da música Made in Japan (John Ulhoa e Mioshi) para o álbum Isopor (1999), do grupo Pato Fu. Para essa gravação, Takai teve algumas aulas de japonês. Começou nessa gravação, de forma pública, a relação musical de Takai com o Japão. A artista conheceu o país em 2005 e começou a estudar mais intensamente o idioma japonês em 2007, ano em que voltou ao Japão. A habilidade com a língua do país a permitiu gravar Kobune (2009), versão em japonês – escrita por Ryosuke Itoh – da canção O barquinho (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961), um dos standards do repertório da Bossa Nova. E por falar no gênero, Takai e a cantora nipônica Lisa Ono fizeram em 2019 turnê pelo Japão com o show intitulado Bossa amorosa. Além da faixa em dueto com Maki Nomiya, Takai faz outra conexão internacional no álbum solo Será que você vai acreditar?. Residindo atualmente em Toulouse, na França, a cantora e compositora Virginie Boutaud é a parceira e convidada de Takai na canção O amor em tempos de cólera, de título alusivo ao nome de um dos livros mais famosos do escritor colombiano Gabriel García Márquez (1927 – 2014). “Pensamos nessa canção como um carinho, um momento de aconchego em tempos tão difíceis”, caracteriza Takai, artista nascida no Amapá e criada em Minas Gerais. Virginie Boutaud – para quem não viveu os anos 1980 e não liga o nome à música – foi a vocalista da banda paulistana Metrô, de grande visibilidade no universo pop brasileiro em meados daquela década. Anunciado em maio com o single Terra plana (John Ulhoa), o álbum Será que você vai acreditar? já gerou outros dois singles, Não esqueça (Nico Nicolaiewsky) e Não creio em mais nada (Totó, 1970). Veja Mais

Andréia Horta estreia nova temporada de “O País do Cinema”, no Canal Brasil

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz mineira também tem outros projetos engatilhados como série sobre Hospital Colônia de Barbacena e novela na Globo Veja Mais

Karol Lannes, a Ágata de 'Avenida Brasil', retoma trabalho como professora

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz dá aulas de inglês em Campo Grande, onde cursa também faculdade de artes cênicas Veja Mais

'De volta para o futuro' faz 35 anos; confira previsões certas e erradas da saga

O Tempo - Diversão - Magazine É bom lembrar, também, que o filme de 1985 está de volta ao catálogo da Netflix no Brasil Veja Mais

Rapper diz ter tido caso com mulher de Will Smith com autorização do ator

O Tempo - Diversão - Magazine August Alsina, 27, disse que foi apresentado a Jada Pinkett Smith, 48, em 2015 por seu filho, Jaden; ela nega o romance Veja Mais

Justiça do RJ determina que Val Marchiori pague indenização por danos morais a Ludmilla por comentário racista

G1 Pop & Arte Decisão da 3ª Vara Cível da Ilha do Governador prevê o pagamento de R$ 30 mil. Juíza afirma que fala ofendeu a cantora e outras mulheres negras. A cantora Ludmilla no desfile do Salgueiro de 2016 Rodrigo Gorosito/G1 Uma decisão da 3ª Vara Cível da Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, condenou a socialite Val Marchiori a pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à cantora Ludmilla por causa de um comentário feito durante a transmissão do carnaval de 2016 na Rede TV. A socialite já havia sido condenada pela mesma fala em uma decisão anterior. Ludmilla desfilava pelo Salgueiro com uma fantasia que tinha um aplique no cabelo e Val fez o seguinte comentário: “A fantasia está bonita, a maquiagem... agora, o cabelo... Hello! Esse cabelo dela está parecendo um bombril, gente!”, afirmou a socialite. Na decisão, a juíza Françoise Picot Cully afirmou que houve ofensa à honra de Ludmilla e de outras mulheres negras. “Ao pontuar que o cabelo crespo visualizado no vídeo parecia com 'bombril', a primeira ré desqualificou um traço típico da raça negra, e ofendeu a honra subjetiva da autora. No cenário indicado, conclui-se que estão reunidos os elementos determinantes da formação do dever de indenizar”, diz a decisão. Ela classificou que a fala trata de maneira pejorativa um traço associado aos negros. “A primeira ré, ao atuar como comentarista de carnaval em rede aberta de televisão, colocou-se a tecer comentários pejorativos, de cunho racista, ao comparar o cabelo da autora com a palha de aço conhecida pela marca bombril. Neste ponto, é notório que são as pessoas de pele negra, majoritariamente, que apresentam cabelos 'armados' e volumosos, como uma de suas características peculiares, identificadoras da raça. Ao pontuar que o cabelo crespo visualizado no vídeo parecia com bombril, a primeira ré desqualificou um traço típico da raça negra, e ofendeu a honra subjetiva da autora”, afirma a sentença. O valor foi definido com base nos ganhos financeiros da socialite. A decisão prevê o pagamento dos R$ 30 mil com correção monetária a partir da publicação da sentença e juros desde a data em que o comentário foi proferido. Defesa vai recorrer A advogada de defesa de Val Marchiori, Katia Antunes, informou ao G1 que irá recorrer da decisão para “esclarecer os fatos”. Segundo ela, Val fez comentários sobre os “adornos e vestimentas e jamais sobre características físicas das pessoas que desfilavam”. A defesa acredita ainda que irá conseguir “esclarecer em juízo que a opinião proferida pela Val de forma nenhuma quis ser ofensiva, preconceituosa ou racista e que esses temas precisam ser combatidos sem banalização e de forma mais responsável, para que se possa verdadeiramente alcançar a mudança desejada na sociedade”. Veja Mais

Larissa Manoela tem estreia na Globo adiada para 2021

O Tempo - Diversão - Magazine Diretor de 'Além da Ilusão', novela de estreia da atriz na emissora, diz que o momento agora é de esperar a pandemia passar Veja Mais

'BBB21' reabre inscrições e terá entrevista virtual com candidatos por causa de pandemia

G1 Pop & Arte Processo seletivo online já existia em outras edições, mas desta vez será aplicado a todos os que forem selecionados após a inscrição. O Big Fone do "BBB 20" Globo/Victor Pollak O "Big Brother Brasil" reabriu as inscrições para quem sonha em participar do reality show. Para a edição de 2021, os candidatos que forem selecionados vão participar de uma entrevista virtual por conta da pandemia. Segundo comunicado da produção, "a banca virtual já existia nas outras edições, mas, devido à pandemia do novo coronavírus, desta vez será realizada com todos os selecionados". Outra mudança após a reabertura das inscrições é a divisão dos candidatos por região -- Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste – e, não mais, por cidade. "Quem já se inscreveu também não precisa se preocupar com a alteração, pois a migração do cadastro por região será feita automaticamente, de acordo com as informações fornecidas pelo candidato no questionário", alerta a produção do "BBB21" em comunicado. Os planos do top 5 do 'BBB20' para depois do programa Veja Mais

Chico Pinheiro expõe musicalidade sem fronteiras no álbum 'City of dreams'

G1 Pop & Arte Violonista e guitarrista paulistano se situa no mundo do jazz brasileiro em disco autoral programado para 17 de julho. Capa do álbum 'City of dreams', de Chico Pinheiro Fernanda Faya com arte de Marina Pappa Resenha de álbum Título: City of dreams Artista: Chico Pinheiro Gravadora: Inpartmaint Cotação: * * * * ♪ Tivesse a trilha sonora do Brasil mantido o alto nível da era da MPB, Chico Pinheiro estaria sendo aclamado cotidianamente como um dos grandes violonistas e guitarristas do país pela refinada musicalidade reiterada no oitavo álbum do artista, City of dreams, programado para ser lançado em escala mundial em 17 de julho com 11 faixas. Dentro do atual panorama musical brasileiro, no qual a MPB pulsa às margens da indústria, restou ao músico e compositor paulistano – radicado em Nova York (EUA) – o mercado internacional, alvo primordial deste disco gravado por Pinheiro com Bruno Migotto (baixo), Chris Potter (saxofones), Edu Ribeiro (bateria) e Tiago Costa (piano). Ao se unir a esse quarteto para tocar repertório inteiramente composto e arranjado pelo próprio chico Pinheiro, o artista mostra o domínio da língua do jazz sem fronteiras, como atesta as audições dos temas Long story short e Invisible lights. Só que, mesmo situado na terra universal do jazz, o álbum City of dreams se (im)põe no mundo como disco de um violonista brasileiro. Basta ouvir Estrada real para que salte aos ouvidos, logo no primeiro dos quatro minutos da faixa, ecos da escola do violão brasileiro, ainda que o (inicialmente) autodidata Pinheiro tenha se diplomado na referencial Berklee College of Music de Boston (Massachusetts, EUA). Se Estrada real reverbera influências de Dori Caymmi pelo caminho, inclusive nos vocais de Pinheiro, Gesture mostra que, assim como todos os grandes músicos surgidos no Brasil a partir dos anos 1960, Chico Pinheiro se nutriu da soberania da música de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) sem que tivesse deixado de delinear a própria assinatura na cena do jazz brasileiro. Até porque há um lirismo nas execuções de Theme e de Interlude que parece ter vindo da canção sentimental brasileira. Já Encantado cai sem ortodoxia no suingue do samba, com a brasilidade que soa mais diluída na frenética pegada jazzística de Vila Madalena, provável reminiscência da origem do artista nascido há quase 45 anos, em dezembro de 1975, na cidade de São Paulo (SP). Farol sinaliza que, acima de fronteiras musicais, o som feito por Chico Pinheiro no álbum City of dreams é do mundo. Até porque, nesse vasto mundo, parece haver mais gente a valorizar a estupenda musicalidade do artista do que no desafinado Brasil de 2020. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Ivete Sangalo', Ivete Sangalo, 1999

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Ivete Sangalo', de Ivete Sangalo Walter Carvalho ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Ivete Sangalo, Ivete Sangalo, 1999 ♪ Lançado em julho de 1999, o primeiro álbum solo de Ivete Sangalo demorou quase um ano para cumprir a alta expectativa com que foi concebido para solidificar a trajetória luminosa dessa cantora e compositora baiana nascida em maio de 1972 em Juazeiro (BA), cidade natal de João Gilberto (1931 – 2019). Após seis bem-sucedidos álbuns como vocalista da Banda Eva, lançados entre 1993 e 1998, Ivete Maria Dias de Sangalo era a grande aposta da gravadora Universal Music no segmento milionário da axé music naquele ano de 1999. Para evitar erros nesse disco decisivo para a carreira da artista, que vendera milhões de CDs na banda com a qual tinha sido eleita a revelação de 1992 no circuito de Salvador (BA), a companhia fonográfica escalou o tarimbado produtor musical Marco Mazzola para dar forma no estúdio ao som que seria apresentado pela cantora no álbum intitulado Ivete Sangalo e gravado de abril a junho de 1999, entre estúdios da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e de Salvador (BA). Esse som era a mistura percussiva da música afro-pop-baiana que triturava ritmos caribenhos em coquetel apimentado com o samba e com a batida do samba-reggae sintetizada pelo músico Antônio Luís Alves de Souza (1955 – 2009), o Neguinho do Samba, em Salvador (BA) – cidade onde Ivete iniciara a carreira de cantora, aos 17 anos, com shows apresentados em bares do bairro nobre de Ondina no fim dos anos 1980, antes de ser descoberta pelo empresário da Banda Eva. “Vou correndo atrás do trio / Sou gerador da folia / Em qualquer canto que eu for / Tem Carnaval, meu amor”, gabou-se Ivete ao afirmar a vocação de cantora de trio elétrico em versos de Música pra pular brasileira (Davi Salles), faixa que sintetizou o espírito folião do repertório da cantora no álbum Ivete Sangalo com direito à citação da marchinha carnavalesca Índio quer apito (Haroldo Lobo e Milton de Oliveira, 1960). Música pra pular brasileira se nutriu da cadência elétrica do frevo baiano. Dona de voz e carisma notáveis, Ivete Sangalo se valeu da vocação para animar folias quando gravou Canibal, música de autoria da própria Ivete que garantiu sucesso para a cantora nos Carnavais fora de época na região nordeste antes de o disco emplacar, já no ano 2000, um sucesso realmente nacional. Parceria de Carlinhos Brown com Luiz Caldas, 100 o seu amor reafirmou a baianidade pop nagô do som de Ivete com arranjo de espírito timbaleiro. Em Tá tudo bem (Alexandre Peixe), música que atravessou gerações e avenidas, Ivete deu voz à canção romântica turbinada com a batida do samba-reggae. Esse romantismo ganhou acento soul na gravação de Medo de amar, balada composta por Ivete e cantada pela autora em dueto com Ed Motta, cantor que, então contratado pela mesma gravadora Universal Music, vivia fase pop de grande popularidade na carreira. Já Monsieur samba (Gal Sales e Jamoliva) soou como pagode embalado para gringo, com o toque carioca do cavaquinho de Alceu Maia. Samba-reggae de tonalidade romântica, Eternamente (Davi Salles) trouxe o álbum Ivete Sangalo de volta para o universo pop baiano em que também se situaram o agitado axé Tô na rua (Gal Sales e Xexéu II) – faixa pautada pela swingueira dos metais – e Chuva de flor (Marquinho Carvalho), além da regravação de Bota pra ferver (Durval Lelys, 1994), sucesso da banda Asa de Águia. Já Tenho dito representou flerte de Ivete com o universo da MPB de acento mais latino, embora a faixa tenha remetido ao frenesi dos axés na abordagem da cantora. Composição de João Bosco, lançada pelo autor dez anos antes no álbum Bosco (1989), Tenho dito mostrou o apurado senso rítmico desta cantora em gravação com toque de jazz latino que valorizou música menos sedutora do cancioneiro de Bosco. Exemplo de que o repertório do álbum poderia ter sido selecionado com maior rigor, Destino (Gal Sales e Jamoliva) resultou em faixa digna de nota somente pelo toque da guitarra baiana de Armandinho. Duas regravações – ambas feitas com arranjos do pianista César Camargo Mariano – projetaram o álbum Ivete Sangalo de forma negativa e positiva. A lembrança de Sá Marina (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, 1968), música lançada pelo cantor carioca Wilson Simonal (1938 – 2000) há mais de 30 anos, provocou polêmica porque Elza Soares – então em fase de menor sucesso – também tinha gravado Sá Marina no álbum Elza ao vivo – Carioca da gema (1999), sem autorização para o registro fonográfico, e se viu pressionada pela gravadora a retirar a faixa do disco porque a composição teria sido cedida com exclusividade para Ivete. Diante da repercussão negativa do caso na imprensa, prejudicial à imagem de Ivete, a gravadora Universal Music acabou autorizando a permanência de Sá Marina no disco independente de Elza. De todo modo, Sá Marina passou despercebida com Ivete entre as 14 faixas do disco, também arranjado por músicos da Banda do Bem, integrada na época por Radamés Venâncio nos teclados e Letieres Leite no saxofone. Radamés se tornaria maestro de Ivete no futuro. Já Letieres seria aclamado como maestro da inovadora Orquestra Rumpilezz. Em contrapartida ao ostracismo à que ficou relegada a gravação de Sá Marina, a belíssima canção Se eu não te amasse tanto assim – obra-prima da parceria de Herbert Vianna com Paulo Sérgio Valle, escrita com lirismo romântico e arranjada com maestria por César Camargo Mariano – se tornou o maior sucesso do álbum Ivete Sangalo e um dos maiores hits da carreira da cantora ao ser propagada na trilha sonora da novela Uga uga (TV Globo, 2000 / 2001) a partir de maio de 2000, ainda em tempo de fazer com que o álbum Ivete Sangalo se tornasse, enfim, o grande sucesso esperado tanto pela gravadora quanto pela artista. Enquanto Se eu não te amasse tanto assim continuava estourada nas rádios e na novela, Ivete Sangalo já lançava o álbum Beat beleza (2000), segundo título de discografia solo que rendeu álbuns com hits ainda mais massivos como Festa (2001) e Clube Carnavalesco Inocentes em Progresso (2003), título mais diferenciado da irregular obra fonográfica da artista. Embora nunca tenha feito um grande disco à altura da voz, talvez porque tenha escorado a carreira no carisma com que costuma turbinar shows incendiários próprios para animar micaretas e trios elétricos, Ivete Sangalo sempre teve axé e fez história no universo da música para pular brasileira em trajetória bem-sucedida desde a Eva e, fora da banda, pavimentada com o mesmo êxito a partir deste bom disco solo de 1999. Veja Mais

Capas de discos do Nirvana serão lançadas em versões de quebra-cabeça

O Tempo - Diversão - Magazine Os produtos com as artes clássicas de 'Nevermind' e 'In Utero' chegam ao mercado em setembro Veja Mais

Morre Carl Reiner, ator de 'Onze Homens e Um Segredo', aos 98 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Também produtor, roteirista e diretor, ele morreu de causas naturais segundo o site da revista 'Variety' Veja Mais

Esposa de Fábio Porchat aparece de toalha durante live

G1 Pop & Arte Nataly Mega até que tentou desviar da câmera, mas não deu certo. "Todo mundo te viu. Cara, e ela tá ainda pelada", brincou o humorista. Esposa de Porchat aparece pelada durante live Reprodução/Instagram Durante uma transmissão ao vivo na noite desta sexta-feira (03) com o político Guilherme Boulos, Fábio Porchat foi surpreendido quando a sua esposa, a produtora Nataly Mega, passou pela frente da câmera, com apenas uma toalha na cabeça. O momento foi compartilhado nas redes sociais pelo próprio humorista, que se divertiu com a situação e pediu desculpas para o convidado. "Todo mundo te viu. Cara, e ela tá ainda pelada", brincou Porchat. "Acho que o pessoal gostou, deu uma aumentada aqui. A live subiu legal". Assista: Initial plugin text Veja Mais

Filme de Michael Bay sobre coronavírus tem produção 'vetada' por Federação Americana de Artistas

G1 Pop & Arte Segundo entidade, produtores 'não foram transparentes' sobre protocolos de segurança adotados. Demi Moore e Craig Robinson estão no elenco. O diretor Michael Bay no Copacabana Palace Célio Silva O filme "Songbird", do diretor americano Michael Bay sobre a pandemia do novo coronavírus, teve sua produção "vetada" pela Federação Americana de Artistas de Televisão e Rádio nesta quinta (2). De acordo com a entidade, "os produtores não foram transparentes sobre seus protocolos de segurança". O Sindicato também diz que os produtores não se tornaram signatários do acordo sobre a volta das filmagens. A equipe do filme esperava começar a produção agora, já que, desde o dia 12 de junho, trabalhos de filmagens estão permitidos em Hollywood, mas sob regras sanitárias e de segurança. Dentre elas, estão o uso obrigatório de máscara, equipe reduzida e essencial nos sets, redução de cenas com contato físico, testagem da equipe e limpeza constante das mãos. Bay ("Transformers") assina a produção do longa. A direção é de Adam Mason, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes. No elenco, estão Demi Moore ("Ghost"), Craig Robinson ("The Office"), Paul Walter Hauser ("Infiltrado na Klan") e Peter Stormare ("Fargo"). Segundo a sinopse inicial do filme, ele abordará um mundo pós-pandemia. "Um vírus ainda mais sério continua a sofrer mutação", diz o texto. Veja Mais

Grazi Massafera recusa convite para 'Verdades Secretas 2', diz jornal

G1 Pop & Arte Atriz não retornará à série por ter outros projetos, segundo a colunista Patrícia Kogut. Grazi viveu a personagem Larissa, modelo viciada em crack. Larissa (Grazi Massafera) e Visky (Rainer Cadete) em 'Verdades Secretas' Globo/Estevam Avellar Grazi Massafera recusou convite para participar de "Verdades Secretas" 2, continuação da série, segundo divulgou a coluna da Patrícia Kogut, no Jornal "O Globo". De acordo com a colunista, a atriz recusou voltar à série porque já tem outros projetos. A produção está prevista para se iniciar em janeiro de 2021. Em "Verdades Secretas", Grazi viveu a modelo Larissa, viciada em crack. Pelo papel, concorreu ao Emmy Internacional em 2016 na categoria de melhor atriz. A confirmação sobre a continuação de "Verdades Secretas" foi feita em outubro de 2019. A sequência será dirigida por Amora Mautner e terá a atriz Camila Queiroz, que viveu a protagonista Angel, no elenco. Elenco da produção brasileira 'Verdades secretas', exibida pela TV Globo, celebra após ganhar o Emmy Internacional, considerado o Oscar da TV mundial. A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos Luiz C. Ribeiro/Globo Exibida em 2015, a produção brasileira exibida fez grande sucesso e venceu o Emmy Internacional em 2016. Em agosto de 2018, o autor Walcyr Carrasco começou a preparar a continuação. "Escrever 'Verdades Secretas 2' é um sonho. Estou feliz!", ele disse. A novela das 23h acompanhou um triângulo amoroso envolvendo mãe e filha, com o lado obscuro do mundo da moda como pano de fundo. Camila Queiroz, Rodrigo Lombardi e Drica Moraes faziam os personagens principais. Grazi Massafera, Marieta Severo, Reynaldo Gianecchini, Agatha Moreira e Rainer Cadete também estavam no elenco. Ainda não há data prevista para a estreia da produção. Novela ‘Verdades Secretas’ conquista Emmy Internacional Veja Mais

Moacir Santana supera até arroz queimado e vence repescagem no 'Mestre do Sabor'

O Tempo - Diversão - Magazine Chef baiano levou a melhor ao servir um arroz com linguiça de pernil com ovo perfeito e segue na disputa Veja Mais

Bloco do Sargento Pimenta carnavaliza, em single, pedido de socorro feito pelos Beatles em 1965

G1 Pop & Arte ♪ Em 19 de julho de 1965, o grupo inglês The Beatles lançou pedido de socorro em forma de canção pop intitulada Help! e batizada com o nome do filme – estrelado pela banda – que entraria em cartaz no fim daquele mesmo mês. Canção creditada a John Lennon (1940 – 1980) e a Paul McCartney, como era praxe na discografia dos Beatles, mas a rigor escrita basicamente por Lennon com pequena colaboração de McCartney, Help! teve o pedido de socorro suavizado pela batida de rock que ditou o ritmo do single com a gravação original da música. Somente Tina Turner daria a devida densidade a Help! em antológico registro de 1984. Decorridos 55 anos da edição do disco gravado pelos Beatles em abril de 1965, o Bloco do Sargento Pimenta carnavaliza o pedido de socorro do grupo ao pôr no mercado nesta sexta-feira, 3 de julho, single em que tenta fazer folia fora de época com gravação inédita de Help!. Capa do single 'Help!', do Bloco do Sargento Pimenta Arte de Yuri Amorim Com capa que expõe arte criada por Yuri Amorim, o single Help! foi gravado pelo Bloco do Sargento Pimenta com produção musical e arranjo do guitarrista Leandro Donner. A voz principal é do também guitarrista Felipe Fernandes. O baticum das percussões dá o tom carnavalesco da gravação, adornada com sopros. Pondo literalmente o bloco na rua desde o Carnaval de 2011, a trupe do Sargento Pimenta surgiu em 2010, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com inspiração na paixão de 13 amigos pelo som dos Beatles. De início, a intenção era somente animar o Carnaval carioca com repertório formado por músicas dos Fab four arranjadas na cadência de ritmos brasileiros. Aos poucos, o Sargento Pimenta caiu na folia fonográfica, lançou álbum em 2017 e, desde então, vem arremessando singles ocasionais, já tendo no currículo apresentações em Londres, na Inglaterra, sendo uma delas no lendário Cavern Club, em Liverpool, terra natal dos Beatles. Veja Mais

Lives de hoje: Karol Conka, Parangolé, Sambô e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda de lives desta sexta-feira (3). Karol Conka no Palco Sunset do Rock in Rio 2019 Adriano Ishibashi/ Framephoto/ Estadão Conteúdo Karol Conka e as bandas Parangolé e Sambô fazem lives nesta sexta (3). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Sambô - 18h - Link Breno Ruiz (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Parangolé - 20h - Link Wanda Sá e Nelson Faria - 20h - Link Karol Conka - 21h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Joelma - 22h45 - Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

"Silêncio na Floresta" é excelente opção para quem gosta de suspense

O Tempo - Diversão - Magazine Baseada na obra de Harlan Coben, produção polonesa fisga o espectador desde o primeiro capítulo Veja Mais

Globo não renova contrato de Débora Nascimento

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz foi dispensada da emissora um dia após o ex-marido, José Loreto também deixar o elenco global Veja Mais

Elza Soares faz live nesta quinta e inaugura série de shows online do #ArteSalva

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora se apresenta às 20h e passeia por sucessos de seu repertório em projeto do Governo de Minas Veja Mais

Geoffrey Rush receberá equivalente a R$ 10,7 mi em indenização por difamação

O Tempo - Diversão - Magazine Jornal 'Daily Telegraph' foi condenado por publicar queixa de atriz que acusava o vencedor do Oscar de toques inapropriados Veja Mais

Tiago Abravanel negocia com a direção da Band e pode assumir lugar de Lacombe

O Tempo - Diversão - Magazine Neto de Silvio Santos esteve na emissora nesta quarta-feira; ele poderá dividir a bancada do 'Aqui na Band' com Mariana Godoy Veja Mais

Após rejeitar Globo, Manu Gavassi conversa com Netflix sobre possíveis projetos

O Tempo - Diversão - Magazine Segundo colunista, cantora e ex-BBB vai estrelar como atriz em uma série jovem da plataforma de streaming Veja Mais

Fabiana Cozza saúda o mensageiro dos orixás no álbum que lança em setembro

G1 Pop & Arte Moyseis Marques e Luiz Antonio Simas são os compositores da música apresentada pela cantora em single programado para 10 de julho. ♪ Fabiana Cozza dá sequência neste mês de julho à série de três singles em que adianta faixas do álbum que lançará em setembro com músicas inéditas compostas para saudar divindades de religiões de matrizes africanas e indígenas. Em 10 de julho, a cantora paulistana apresentará o segundo single do álbum, Bravum de Elegbara. Uma das denominações de Exu, Elegbara é orixá tratado nos cultos afro-brasileiros como o detentor do poder, o senhor dos caminhos. Saudação a esse orixá africano, Bravum de Elegbara é música inédita composta por Moyseis Marques (artista ligado ao universo do samba carioca) com letra de Luiz Antonio Simas. “A música fala sobre Exu (Elegbara), seus sentidos, fundamentos, a metáfora por detrás dele. Exu é o mensageiro dos orixás, o lugar dos cruzos, das contradições e similitudes. Exu é o lugar da fala, da comunicação, é através de sua boca que todos os orixás deixam os seus recados”, contextualiza Fabiana Cozza. Fabiana Cozza gravou Bravum de Elegbara com os toques afros dos percussionistas Cauê Silva, Douglas Alonso e Xeina Barros. A percussão embasa o arranjo criado pelo baixista Fi Maróstica, produtor do álbum. Os cellos de Adriana Holtz e Vana Bock adornam o fonograma. Capa do single 'Bravum de Elegbara', de Fabiana Cozza Divulgação Bravum de Elegbara chega ao mundo um mês após a edição, em 19 de junho, do single com a gravação de Senhora negra (Sérgio Pererê, 2017), música cantada por Cozza em sublime feitio de oração em louvor a Aparecida, santa rainha do povo banto. Na sequência de Bravum de Elegbara, em agosto, a artista arremessará nas plataformas o terceiro single deste álbum de aura sagrada em que da voz a músicas de compositores como Alfredo Del-Penho, Douglas Germano, Giselle de Santi, Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Roque Ferreira e Tiganá Santana, além dos já mencionados Luiz Antonio Simas (letrista de três músicas), Moyseis Marques e Sérgio Pererê. Esses compositores fizeram as músicas especialmente para o disco, a pedido de Fabiana Cozza. Senhora negra é a única música já pré-existente do repertório do álbum. Veja Mais

Lives de hoje: Elza Soares, Margareth Menezes, Teresa Cristina, Babado Novo e mais shows

G1 Pop & Arte Nesta quinta (2), Paula Lima também entrevista Bia Ferreira. Veja horários. Elza Soares faz live pelo Sesc MG nesta quinta (2) Divulgação Elza Soares, Margareth Menezes, Teresa Cristina e Babado Novo fazem lives nesta quinta-feira (2). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Paula Lima entrevista Bia Ferreira - 16h - Link Lula Ribeiro (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Babado Novo - 20h - Link Elza Soares (Sesc MG) - 20h - Link Margareth Menezes - 20h - Link Trap Show com Murilo Couto - 20h - Link Teresa Cristina - 22h - Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

Chefs falam sobre expectativa para repescagem no 'Mestre do Sabor'

O Tempo - Diversão - Magazine Os concorrentes comentam a chance de voltar ao programa Veja Mais

Cine104 reprisa títulos e exibe inéditos durante o mês de julho, em suas redes

O Tempo - Diversão - Magazine Cada filme fica disponível durante 48 horas, e poderá ser acessado gratuitamente, por meio do Vimeo Veja Mais

Dono de sebo que teve 3.000 livros queimados ganha o triplo em 48 horas

O Tempo - Diversão - Magazine Ambulante teve cerca de 3.000 obras incendiadas por um vândalo e moradores de BH se mobilizam para ajudá-lo Veja Mais

Arlindinho conta que Arlindo Cruz voltou a falar após AVC: 'Começando a querer formar frases'

G1 Pop & Arte Sambista falou sobre estado de saúde do pai durante live para o Teatro Rival em 9 de junho. 'Deve ter uns 30 sambas ali pra sair'. Arlindinho e Arlindo Cruz Reprodução/Instagram Arlindinho, filho do cantor Arlindo Cruz, contou que o pai voltou a falar. Durante uma live do Teatro Rival, em 9 de junho, o sambista celebrou as primeiras palavras do sambista após AVC que sofreu em 2017. Arlindo teve alta do hospital e voltou para casa um ano e três meses depois do incidente. Questionado por Marcos Salles sobre o estado de saúde do pai, Arlindinho comemorou: "Cara, vou confessar uma coisa pra vocês: ele falou. Está dando de 8 a 12 palavras". "Está começando a querer formar frases. 'Sim, não, eu'. Ontem ele falou 'eu aqui'. Aí a palavra que ele falava, a gente de fato não estava entendendo, porque ainda está muito baixinho." Arlindinho afirmou que o pai às vezes fica agoniado por não conseguir falar tudo. "Aí ele chora, fica triste, fica um pouco mais quietinho. Daqui a pouco ele volta. Mas nunca esteve tão bem. Está no momento máximo da recuperação", celebrou o cantor. Ele também afirmou que algumas palavras ditas por Arlindo ainda são fora de um contexto. "Às vezes umas palavras perdidas, do nada ele solta um 'porra'. Mas em alguns momentos, ele está completamente dentro do contexto, tentando de fato se comunicar com a gente." "Deve ter uns 30 sambas ali pra sair. Assim que ele conseguir falar tudo, tenho certeza que vão vir novos sambas da melhor qualidade. Vai vir um disco triplo", brincou Arlindinho. Durante a entrevista, Arlindinho ainda cantou o samba da X-9 Paulistana em homenagem ao sambista no carnaval de 2019 e relembrou o trecho da canção que diz: "Não subestime um filho de Xangô a recompor a vida". "E graças a Deus, o que a gente pensou lá naquele momento, está se materializando através da recuperação dele. Ele está recompondo, reescrevendo a vida. Acho que vai ser a canção mais bonita que ele vai poder fazer em toda a história." Marcos Salles entrevista Arlindinho em live do Teatro Rival Reprodução/Instagram Veja Mais

Angela Ro Ro anuncia live após relatar dificuldade financeira e fazer apelo em rede social

G1 Pop & Arte 'Vai ser uma beleza', celebrou a cantora. Em publicação inicial, ela havia informado que tentou vender 'uma live barata, mas ninguém se interessa'. Angela Ro Ro Murilo Alvesso Após relatar dificuldade financeira e fazer apelo em rede social, Angela Ro Ro anunciou sua primeira live. A apresentação online da cantora acontece no dia 11 de julho, às 21h30. "Contando com a presença de vocês! Sorte e saúde a todos! Grata pelo carinho", escreveu a cantora na legenda de um vídeo no qual faz um convite ao público. “Meus queridos. Estou convidando vocês pra assistirem minha live no Festival Cultura em Casa, no dia 11 de julho, às 21h30. Procura saber nas redes sociais. Vai ser uma beleza, eu conto com vocês. Tudo de bom, até lá." Initial plugin text Em apelo inicial, Angela relatou que estava passando por dificuldades financeiras e que já havia tentado vender "uma live barata, mas ninguém se interessa". Na ocasião, a cantora postou o número de sua conta bancária e disse aos seguidores: "Quem puder depositar apenas R$ 10, agradeço". Um dia depois, fez uma nova publicação agradecendo a ajuda: "Sou grata". Angela Ro Ro completou 70 anos de idade em 5 de dezembro de 2019. A cantora fez uma turnê que comemorou os 40 anos do seu marcante disco de estreia. O Blog do Mauro Ferreira falou sobre a turnê e sua carreira - leia. Veja Mais

Depois de Renato Aragão, José Loreto é mais um artista a deixar a Globo

O Tempo - Diversão - Magazine Segundo nota divulgada pela emissora, ator de 36 anos pode voltar a trabalhar na casa com contrato por obras fixas Veja Mais

Maneva faz hits de Djavan e Raul Seixas virarem reggae em álbum derivado de live da banda

G1 Pop & Arte Quinteto toca até 'Evidências' na cadência do ritmo jamaicano em disco lançado no dia em que o mundo celebra o ritmo propagado por Bob Marley nos anos 1970. ♪ Embora o Brasil comemore o Dia Nacional do Reggae em 11 de maio, data da morte do compositor jamaicano Bob Marley (1945 – 1981), cuja obra foi o principal veículo de exportação do gênero para o mundo nos anos 1970, todo o universo pop elegeu 1º de julho como o Dia Internacional do Reggae. Pegando carona na data comemorativa do mundo, a banda paulistana Maneva lança nesta quarta-feira, 1º de julho de 2020, o álbum Tudo vira reggae. Gravado na live feita pelo grupo em 30 de maio, na transmissão ao vivo feita na Estância Alto da Serra (SP), o disco faz jus ao título Tudo vira reggae e reapresenta sucessos de Alceu Valença, Chitãozinho & Xororó, Djavan, Hyldon, Raul Seixas (1945 – 1989) e Titãs, entre outros nomes, na cadência do ritmo jamaicano de cepa mais pop(ulista). Embora viessem pavimentando a trajetória da banda com repertório autoral, Tales de Polli (voz e violão), Felipe Sousa (guitarra), Fernando Gato (baixo), Diego Andrade (percussão) e Fabinho Araújo (bateria) optaram pelo caminho mais fácil ao trazer para o universo do reggae esses hits alheios, colhidos no que os músicos chamam de “memória afetiva”. Entraram no roteiro da live músicas como Anunciação (Alceu Valença, 1983), Epitáfio (Sérgio Britto, 2001), Eu te devoro (Djavan, 1998), Evidências (José Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989), Metamorfose ambulante (Raul Seixas, 1973) e Na rua, na chuva, na fazenda (Hyldon, 1973). Capa do álbum 'Tudo vira reggae', da banda Maneva Divulgação As abordagens de todas essas músicas em ritmo de reggae estão incluídas no álbum Tudo vira reggae e no roteiro do show em formato de drive-in que a banda Maneva fará no sábado, 4 de julho, no ginásio Allianz Parque, na cidade de São Paulo (SP), dentro do projeto Arena sessions. A live, o disco e o show Tudo vira reggae ocuparam o lugar, na agenda do grupo, do projeto itinerante 15 anos pelo Brasil, interrompido antes do início por conta da pandemia do covid-19. A ideia era gerar álbum ao vivo comemorativo dos 15 anos do Maneva – banda formada em 1995 na cidade de São Paulo (SP) – com a reunião de registros de shows feitos pelo grupo de reggae nas principais capitais do Brasil, em rota que abrangeria todas regiões do país. Por ora, o projeto itinerante está adiado e o quinteto permanece em cena, na medida do possível, com a sentença de que tudo pode virar (pop) reggae. Veja Mais

Produtores de 'Democracia em vertigem' e mais brasileiros entram para Academia de Hollywood

G1 Pop & Arte Lista anual tem 817 novos membros que votam no Oscar. Entre brasileiros estão os produtores Mariana Oliva e Tiago Pavan, de 'Democracia em vertigem', animador Otto Guerra e mais. Tiago Pavan, um dos produtores de 'Democracia em vertigem', ao lado de Petra Costa, diretora do filme, no tapete vermelho do Oscar 2020. Tiago entrou neste ano para a Academia de Hollywood; Petra faz parte desde 2018 Eric Gaillar/Reuters A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou nesta terça-feira (30) os novos membros da entidade que organiza o Oscar. A lista tem 819 votantes de 68 nacionalidades, em uma tentativa de aumentar a diversidade. A lista inclui Mariana Oliva e Tiago Pavan, produtores do documentário "Democracia em vertigem", que foi indicado em 2020. A diretora do filme, Petra Costa, já faz parte da Academia desde 2018. Também estão entre os brasileiros o animador Otto Guerra ("Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock'n'Roll"), a montadora Cristina Amaral ("Um Filme de Verão” “Person”) e os documentaristas Julia Bacha (“Naila and the Uprising" e “Budrus”) e Vincent Carelli ("Martírio" e “Corumbiara"). Cineasta gaúcho Otto Guerra finge que tropeça no tapete vermelho de Gramado em 2017 Diego Vara/ Pressphoto Julia Bacha nasceu no Rio, mas atua principalmente nos EUA. Já Vincent Carelli nasceu em Paris, mas foi criado no Brasil e faz filmes ligados aos povos indígenas. Cinema colorido A Academia de Hollywood destacou a diversidade ao divulgar os novos membros. Há alguns anos a entidade tenta reponder às críticas sobre a falta de representatividade entre os membros, indicados e vencedores, como na campanha #OscarsSoWhite. Toda a equipe principal do filme sul-coreano "Parasita", grande vencedor de 2020, a atriz de origem chinesa Awkwafina e a atriz de origem nigeriana Cynthia Erivo, por exemplo, estão entre os novos membros. Elenco e equipe de 'Parasita' no palco para receber estatueta de melhor filme no Oscar 2020 Mario Anzuoni/Reuters Segundo a academia, entre os 819 novos votantes, 45% são mulheres, 36% são de "comunidades étnicas que eram pouco representadas" e 49% são de outros países além dos EUA. A entrada eleva a porcentagem total de membros a 33% de mulheres, 19% de "entidades étnicas que eram pouco representadas" e 20% de não-americanos. A entidade conta com mais de 10 mil votantes. Entre os outros brasileiros que já fazem parte da Academia de Hollywood estão Alice Braga, Rodrigo Santoro, Carlinhos Brown, Kleber Mendonça Filho, Walter Carvalho, Sônia Braga, Fernanda Montenegro, Walter Salles, Rodrigo Teixeira e José Padilha. Veja Mais

Ambulante que fez um sebo a céu aberto em BH tem 3.000 livros queimados

O Tempo - Diversão - Magazine Odilon Tavares montou uma ‘livraria’ a céu aberto em uma calçada na região Centro-Sul da cidade; nas redes sociais, moradores se mobilizam e tentam conseguir novas obras para o ambulante Veja Mais

Lei Aldir Blanc: entenda pacote de R$ 3 bilhões para cultura com auxílio de R$ 600 para artistas informais

G1 Pop & Arte Objetivo é ajudar profissionais e organizações culturais que perderam renda em razão da crise do coronavírus. Lei prevê repasse a estados e municípios para gestão de espaços culturais e linhas de crédito para micro e pequenas empresas do setor. O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta segunda-feira (29), o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional com ações emergenciais para o setor cultural. O texto prevê o pagamento de auxílio de R$ 600 mensais para artistas informais como parte de um pacote de R$ 3 bilhões para a área, que serão transferidos da União para estados, Distrito Federal e municípios. A lei Aldir Blanc, como ficou conhecida, tem objetivo de ajudar profissionais e organizações culturais que perderam renda em razão da crise do coronavírus. O texto foi publicado no "Diário Oficial da União" na madrugada desta terça-feira (30), com veto ao artigo que estabelecia prazo de até 15 dias para o repasse pelo governo federal. Na manhã desta terça, foi publicada, ainda, uma medida provisória que adicionou três pontos relativos aos prazos de pagamento, à devolução dos recursos e ao teto de repasses pelo governo federal. Veja, abaixo, perguntas e respostas sobre a lei. Bolsonaro sanciona projeto que prevê o repasse de R$ 3 bilhões para a área da cultura O que é a lei de apoio emergencial à cultura? A lei 14.017 estabelece o repasse de recursos financeiros da União para estados, Distrito Federal e municípios. O valor do repasse estabelecido pela lei é de R$ 3 bilhões e se destina principalmente a três finalidades: Pagamento de uma renda emergencial aos trabalhadores da cultura em três parcelas de R$ 600 (leia mais abaixo); Subsídio mensal para manutenção de micro e pequenas empresas e demais organizações comunitárias culturais e também de espaços artísticos que tiveram que paralisar as atividades por causa da pandemia; Realização de ações de incentivo à produção cultural, como a realização de cursos, editais, prêmios. Segundo o projeto, de autoria da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), o objetivo é ajudar profissionais da área e os espaços que organizam manifestações artísticas que, em razão da pandemia do novo coronavírus, foram obrigados a suspender os trabalhos. Ela ficou conhecida popularmente como “Lei Aldir Blanc”, em homenagem ao músico e compositor que morreu em maio, vítima do coronavírus. Quem pode receber o auxílio de R$ 600? Segundo o texto, se enquadram como trabalhadores da cultura: artistas, contadores de histórias, produtores, técnicos, curadores, trabalhadores de oficiais culturais e professores de escolas de arte e capoeira. Quais são os requisitos necessários? Para estar apto a receber, o trabalhador precisa preencher alguns requisitos: Ter trabalhado ou atuado socialmente na área artística nos 24 meses anteriores à data da publicação da lei; Não ter emprego formal; Não receber outro benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal (com exceção do Bolsa Família); Ter renda familiar mensal de até meio salário-mínimo por pessoa ou total de até três salários-mínimos; Não ter recebido mais de R$ 28.559,70 em 2018; Não receber auxílio emergencial. Quantas parcelas do auxílio serão pagas a artistas? A lei estabelece o pagamento de três parcelas mensais de R$ 600. Os pagamentos se referem aos meses de junho, julho e agosto. Além disso, ela também diz que o auxílio pode ser prorrogado no mesmo prazo de prorrogação do auxílio emergencial. Atualmente, o governo estuda prorrogar o pagamento do auxílio, mas ainda não definiu quantas parcelas e qual o valor delas. Como será feita a divisão dos recursos entre estados e municípios? O texto já estabelece como deve ser feita a divisão: 50% fica destinado aos estados e ao Distrito Federal. Já a repartição do dinheiro entre os estados segue duas formas distintas: 80% dele será repassado aos estados em proporção ao tamanho de sua população e os outros 20% seguem os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). Os outros 50% serão enviados aos municípios e ao Distrito Federal. A divisão entre eles é parecida com a feita pelos estados, mas quem define os critérios de rateio dos 20% é o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Existe um prazo para o uso desse recurso? As cidades têm até 60 dias para usar o dinheiro repassado, a partir da data do recebimento do recurso. Caso não utilizem esse valor no prazo, ele tem que ser revertido ao fundo estadual de cultura ou outros órgãos responsáveis pela gestão de recursos culturais no estado onde está o município. A lei não trata de recursos repassados aos estados e não utilizados. No entanto, uma medida provisória publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (entenda abaixo) prevê que os recursos que forem enviados aos municípios e não forem utilizados nem repassados em seguida aos estados deverão ser devolvidos à União em até 120 dias. A MP também não trata de valores repassados diretamente aos estados que não tenham sido utilizados. E quais as regras para o pagamento de subsídio a espaços culturais? O subsídio para manutenção de espaços, pequenas empresas e organizações comunitárias pode variar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil por mês. Os critérios serão estabelecidos pelo gestor local. Para poder receber o valor, eles precisam estar inscritos em pelo menos um cadastro de projetos culturais do estado ou Distrito Federal. Segundo o texto, se enquadram nessa categoria teatros, livrarias, sebos, ateliês, feiras, circos, produtoras de cinema, e várias outras categorias, desde que tenha gestão independente. Espaços ligados à administração pública (como prefeituras e governos estaduais) e a empresas não têm direito de receber o subsídio. Haverá linha de crédito especial? A Lei também prevê que bancos federais poderão disponibilizar linhas de crédito e condições para renegociação de dívidas a trabalhadores do setor cultural ou a micro e pequenas empresas. As linhas de crédito serão destinadas a fomento de atividades e comora de equipamentos. Já o pagamento dos débitos só será feito a partir de 180 dias após o fim do estado de calamidade pública e deve ser feito mensalmente, em até 36 meses. Para empregadores, tanto a linha de crédito como as condições para renegociação de dívidas serão concedidas diante do compromisso de manutenção do número de empregos que tinham no dia 20 de março de 2020. De onde sairão os recursos para repasse? O projeto prorroga por um ano o prazo para aplicação de recursos em projetos culturais já aprovados e estabelecidos em algumas leis, como o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), o Plano Nacional de Cultura (PNC) e o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O que a medida provisória publicada junto com a sanção da lei altera? A medida provisória adicionou três pontos ao texto. O primeiro deles, diz que o repasse do governo federal para estados e municípios deve ocorrer dentro do prazo estabelecido pelo regulamento, mas não cita que prazo é esse. Trecho do projeto de lei aprovado pelo Congresso previa a liberação do recurso em até 15 dias, mas item com o prazo foi vetado pelo Presidente. O segundo item da MP estabelece que os estados têm até 120 dias para usar os recursos liberados aos municípios e não utilizados ou terão de devolvê-los à União. Já o terceiro diz que os pagamentos serão feitos até que se atinja o teto do valor repassado (R$ 3 bilhões). Estados e municípios podem complementar com recursos próprios caso queiram. Semana Pop faz homenagem aos artistas vítimas do novo coronavírus no Brasil Veja Mais

Péricles lança álbum 'Pericão retrô' e comenta pausa: 'Chance de cuidar de perto da minha filha'

G1 Pop & Arte Ao G1, cantor fala de aniversário dele na quarentena, das lives e comenta gravação de álbum com músicas antigas. 'Intenção é fazer um carinho no coração do público.' Péricles com os filhos Lucas Morato e Maria Helena Reprodução/Instagram A quarentena de Péricles está bem agitada. Ao longo dos três meses em casa, o cantor: Fez duas lives – e se prepara para a terceira no dia 4 de julho; Lançou músicas nas plataformas digitais (as canções foram gravadas durante uma das apresentações online); Ficou uma semana internado no hospital para tratar uma infecção urinária; E celebrou seu aniversário de 51 anos com uma festa virtual. Além disso, o cantor tem aproveitado o período integral em casa para curtir a filha, Maria Helena, que acaba de completar de 6 meses. "Se existe um lado bom nisso tudo é a chance que eu tive de poder cuidar dela de perto, efetivamente. Com meu filho [o também cantor Lucas Morato, de 27 anos] eu tive, pelo menos até um ano de idade. Durante um ano eu consegui." "Mas esse período de pandemia faz com que a gente viva o tempo todo. Eu não saio de casa pra nada, só quando tenho que levá-la ao pediatra, isso uma vez por mês. Pra mim está sendo um período maravilhoso poder estar mais perto dela todo esse tempo", diz Péricles em entrevista ao G1. A conversa aconteceu um dia após ao aniversário do cantor, celebrado em sua casa. O momento de cantar o "Parabéns a Você" foi virtual. Péricles Divulgação "A gente vive um novo normal, né? Mas eu creio que em breve isso tudo vai passar e acho que a gente vai dar mais amor aos encontros, aos abraços, a ficar mais com nossos familiares e amigos." "Esse ano, passei aqui em casa com minha família, uma parte da família. Minha mãe passou na casa dela e na hora do parabéns a gente ligou pra um, pra outro, e fizemos um grande parabéns virtual, mas que valeu a pena, com a mesma dose de carinho. Foi diferente esse ano, mas quem sabe ano que vem a gente possa rir desse momento." Pericão Retrô Durante a quarentena, Péricles alterou, mas não adiou planos de um novo álbum para este período. Assim como outros artistas, o cantor utilizou o material gerado em suas lives para colocar um novo disco no mercado. Isso enquanto prepara um novo disco de inéditas previsto para lançar ainda em 2020. "Surgiu a ideia de a gente lançar essas canções, que são sete ao todo. São canções que alegram muito e, principalmente, alegram nossos fãs, que pedem muito nos shows, nas lives. A intenção é fazer um carinho no coração do nosso público." O álbum "Pericão retrô" está disponível nas plataformas digitais. E é por esses canais que o cantor acredita que estão surgindo os novos ídolos do samba e pagode, e não mais nas rodas de samba. "A modalidade mudou. Esse novo normal fez com que esses ídolos aparecessem de outra forma." "Vejo muita gente boa, que a gente não conhecia e não conheceria se não fossem as plataformas digitais. E eu vejo com bons olhos. Posso citar o Vou pro Sereno, Vitinho, Billy SP, o Galocantô, que já vem fazendo um bom trabalho nas rodas de samba aí. Tem muita gente boa fazendo um bom trabalho, mas que aparece mais nas plataformas digitais." Boas mensagens O cantor também tem marcado presença nas redes sociais. No Twitter, Périclesr compartilha com seus fãs letras de música, mensagens de bom dia todas as manhãs e algumas brincadeiras. Ele evita se envolver ou dar opiniões polêmicas. "Tudo parte do respeito, né? Eu respeio todo mundo pra ser respeitado e creio muito que isso funciona. Não posso combater fogo com fogo. Tento passar boas mensagens, porque é disso que a gente precisa." "Não que eu me coloque alheio a tudo o que acontece, mas se eu passar boas mensagens, voltam boas mensagens, boas energias e isso circula." Péricles dança 'Havana' em DVD 'Mensageiro do Amor' Veja Mais

Editoras condenam fala racista de David Starkey e afirmam que não publicarão mais livros do historiador

G1 Pop & Arte Em recente entrevista, historiador declarou que 'a escravidão não foi genocídio, caso contrário não haveria tantos negros na África ou na Grã-Bretanha'. David Starkey durante entrevista para Darren Grimes no YouTube Reprodução/YouTube A HarperCollins, responsável por publicar obras de David Starkey, condenou as recentes falas racistas do historiador e anunciou que não vai publicar mais seus livros. Na terça-feira (30), em entrevista para Darren Grimes em seu canal no YouTube, Starkey afirmou que "a escravidão não foi genocídio, caso contrário não haveria tantos negros na África ou na Grã-Bretanha. Você sabe, muitos deles sobreviveram". Starkey ainda caracterizou os protestos da Black Lives Matter, após a morte de George Floyd, como "violência" e "vitimização". Em comunicado, a HarperCollins afirmou que as declarações de Starkey eram "abomináveis". "As opiniões expressas por David Starkey em sua recente entrevista são abomináveis e nós as condenamos sem reservas. Nosso último livro com o autor foi em 2010 e não publicaremos mais livros com ele", afirmou a editora. Starkey assinou em 2006 um contrato com a editora para o lançamento de quatro livros. Havia previsão de lançamento para da segunda parte de sua biografia em setembro. Initial plugin text Um representante da Hodder & Stoughton, que publicou em 2015 o livro de Starkey “Magna Carta: The Medieval Roots of Modern Politics”, também declarou ao The Guardian que não publicaria mais as obras do historiador. "Condenamos sem reserva o racismo de qualquer forma. Publicamos um livro de David Starkey em 2015 como um projeto que marcara o 800º aniversário da Magna Carta, coincidindo com um documentário de TV. Não publicaremos mais qualquer outro de seus livros." Nesta sexta-feira (3), após as críticas, David Starkey renunciou a sua posição de membro honorário na Fitzwilliam College, na Cambridge University. A Universidade aceitou a renúncia com efeito imediato e afirmou: "Nosso corpo acadêmico e estudantes é diverso e todos são bem vindos. Não toleramos racismo". A instituição ainda declarou que "os membros honorários têm a mesma responsabilidade que todos os membros de nossa faculdade em defender nossos valores". Veja Mais

Festival belga Paradise City acontece em barcos e diminui público de 10 mil para 400 pessoas

G1 Pop & Arte Evento com line-up voltado para a música eletrônica foi realizado no parque dos castelo de Ribaucourt, a 20 quilômetros de Bruxelas, na Bélgica. Festival Paradise City aconteceu no parque dos castelo de Ribaucourt, a 20 quilômetros de Bruxelas, com 400 pessoas Divulgação/Site do evento Um festival belga de música eletrônica reinventou seu formato para adaptar-se às novas normas de saúde em tempos de coronavírus: o público comparece em grupos de oito pessoas em barcos para respeitar o distanciamento físico. Na quinta-feira à noite, no parque dos castelo de Ribaucourt, a 20 quilômetros de Bruxelas, apenas 400 pessoas participaram nesta edição especial do festival Paradise City. O máximo permitido para eventos ao ar livre. "Somos o primeiro evento com público na Bélgica desde o fim do confinamento. As pessoas estão muito emocionadas. Todos querem se divertir, ver os artistas tocando", declarou à AFP um dos organizadores, Antoine De Brabandere. O festival, que normalmente reúne 10 mil pessoas por dia, foi cancelado em sua versão habitual. Festival Paradise City aconteceu no parque dos castelo de Ribaucourt, a 20 quilômetros de Bruxelas, com 400 pessoas Divulgação/Site do evento "Estávamos decepcionados, refletimos sobre como fazer algo", explica Brabandere. "Pensamos que os barcos seriam ideais porque as pessoas ficam em sua bolha de amizades, não se aproximam dos demais, e é uma experiência um pouco especial". Em um mês os barcos foram projetados e depois construídos em questão de dias. Os fãs são aconselhados a não dançar com muita empolgação a bordo das pequenas embarcações de madeira, a remo, no lago. Um barco de resgate também foi mobilizado, apesar da água ter apenas 40 cm de profundidade, como comprovaram alguns fãs de música eletrônica no primeiro dia do festival, na quarta-feira. Excepcionalmente, a entrada é gratuita e os ingressos foram distribuídos por sorteio. Os contemplados tinham o direito de convidar sete amigos. Rachel Kremers, uma advogada de 27 anos, não imaginou que compareceria a um festival este verão (hemisfério norte). "É melhor que as 'lives', que você assiste do sofá", afirma a jovem, convidada por um amigo, em meio a um grupo que pedia bebidas em um posto antes embarcar. Ela conta que nem olhou o cartaz do evento ao aceitar o convite. Os artistas programados para a primeira noite eram todos belgas: BeraadGeslagen, Lola Haro, uma DJ da Antuérpia, e Charlotte Adigéry. Em um barco, cercado por amigos, Lua Huyghebaert, de 25 anos, não escondia a felicidade. "É a primeira vez que saímos para uma festa de verdade. Acho fenomenal", disse a jovem, que compareceu às duas edições anteriores do festival. A fórmula será repetida? "Espero que seja temporário", declara Antoine De Brabandere. "O mais importante em um festival é conhecer pessoas, não permanecer em uma bolha". Veja Mais

Ludmilla lança 'Cobra venenosa' em parceria com DJ Will 22

G1 Pop & Arte Divulgada em meio às brigas da cantora com Anitta, faixa ganha videoclipe ainda nesta sexta-feira (3). Ludmilla lança 'Cobra venenosa' em parceria com DJ Will 22 Reprodução/Instagram Ludmilla lançou na madrugada desta sexta-feira (3) a música "Cobra venenosa". Em parceria com DJ Will 22, que já colaborou em outras canções da funkeira, a faixa teve seu primeiro trecho divulgado há algumas semanas, em meio às brigas públicas entre ela e Anitta. Após o lançamento, Ludmilla compartilhou nas redes sociais alguns versos da música e anunciou que um clipe será lançado ainda nesta sexta-feira (3). "Estou preparados?", questionou a cantora em sua rede social. Dias antes, Ludmilla contou em seu Instagram que, para as filmagens do clipe, todas as pessoas envolvidas foram submetidas a testes de Covid-19. Com isso, descobriu que tanto ela quando a mulher, Bruna Gonçalves, testaram positivo para anticorpos da doença. Semana Pop explica treta de Anitta e Ludmilla, ponto a ponto Veja Mais

Cinema drive-in: filmes, ingressos, programação e horários

G1 Pop & Arte Pelo menos dez estados aderiram aos drive-ins. Há também projetos de implementação em outros três para as próximas semanas. Cinema drive-in em Praia Grande (SP) Divulgação/Ivan Ferreira O que começou como uma alternativa isolada, corresponde hoje à maior parte da receita de cinema em um Brasil de salas fechadas pela pandemia: os cines drive-in cresceram no país e são opção em pelo menos dez estados: Distrito Federal Goiás Mato Grosso Mato Grosso do Sul Paraná Rio de Janeiro Rondônia Santa Catarina São Paulo Concentrados principalmente nas capitais, a maior parte dos cinemas do estilo no Brasil são feitos em estacionamentos de shoppings, prédios e até universidades. Nos últimos finais de semana, a bilheteria dos dez filmes mais vistos no país arrecadou mais de R$ 120 mil, puxada principalmente pelos drive-ins. A previsão é que o número de locais funcionando aumente ainda mais: há projetos de instalação de drive-ins em pelos menos outros três estados (Bahia, Pernambuco e Espírito Santo). Nos locais em que os governos municipais e estaduais liberam o funcionamento, eles têm regras sanitárias, como número limitado de pessoas por carro e higienização de comidas e bebidas à venda. Quais filmes são exibidos? A programação é dividida por clássicos (como "E.T.: O Extraterrestre") e filmes mais recentes. O suspense "O Homem Invisível" liderou a bilheteria no Brasil no fim de junho por conta da boa performance em cinemas do estilo. "Nasce uma estrela" também tem ido bem nas últimas semanas. Filmes que fazem sucesso com crianças e adolescentes também tomam boa parte da programação "Sonic - O filme", "Shazam" e "Angry Birds: O Filme" são exemplos disso. Cinemas drive-in pelo Brasil Amanda Paes/G1 Veja, abaixo, a lista de cinemas drive-in no Brasil: Distrito Federal Imagem aérea do Cine Drive-in de Brasília Divulgação/Site oficial Cine Drive-in Onde: Autódromo, Asa Norte - Brasília Quando: todos os dias Horários: a partir das 18h05 Valor: a partir de R$ 14 por pessoa Link para informações e ingressos Drive-in do Taguatinga Shopping, no DF Taguatinga Shopping/Divulgação Taguatinga Shopping Onde: Qs 1, Rua 210 - Lote 40 - Brasília Quando: todos os dias Horários: a partir das 18h30 Valor: a partir de R$ 60 por carro Capacidade: 90 carros Link para ingressos Goiás Cine drive-in com tela de 14 metros de altura começa nesta quinta-feira, em Goiânia Drive Gyn/Divulgação Drive Gyn Onde: Av. Dep. Jamel Cecílio, 3300, Jardim Goiás - Goiânia Quando: todos os dias Horários: a partir das 18h10 Valor: a partir de R$ 65 por carro Link para informações e ingressos Mato Grosso CineSesc Drive-in Onde: Sesc Arsenal - Rua 13 de Junho, S/N - Centro Sul - Cuiabá Quando: terças, quintas e sextas Horário: 19h30 Valor: gratuito Capacidade: 45 carros Link para informações Mato Grosso do Sul Autocine do Morenão Onde: R. Ufms, Universitário - Campo Grande Quando: todos os domingos Horário: 18h Valor: gratuito Capacidade: 70 carros Link para informações Minas Gerais Drive-in Cinear Alphaville Onde: Avenida Princesa Diana, 55, Alphaville Lagoa dos Ingleses - Nova Lima Quando: de quarta a domingo Horários: a partir das 18h30 Valor: a partir de R$ 60 por carro Capacidade: 100 carros Link para ingressos Drive-in Cinear Mix Garden Onde: Rua Projetada, 65, Jardim Canadá - Nova Lima Quando: de quarta a domingo Horários: a partir das 18h30 Valor: a partir de R$ 60 por carro Capacidade: 100 carros Link para ingressos Paraná Somos + Curitiba Onde: R. Itajubá, 143 - Novo Mundo, Curitiba Quando: de quarta a domingo Horários: a partir das 14h Valor: R$ 70 por carro Capacidade: 65 carros Link para informações Família Madalosso Onde: Curitiba (PR) Quando: de terça a domingo Horários: 19h Quanto: Doação de 5kg de alimento não perecível Link para ingressos Planeta Drive-in Onde: Curitiba (PR) Quando: de terça a domingo Horários: 16h, 19h e 22h Quanto: R$ 80 por carro Capacidade: 180 carros Link para ingressos Rio de Janeiro Cine Drive-In, da Cinesystem Onde: Uptown Barra - Av. Ayrton Senna, 5500 - Barra da Tijuca Quando: Horários: Valor: a partir de R$ 20 por pessoa Capacidade: 75 carros Link para ingressos Drive-in das Artes Onde: Cidade das Artes - Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro Quando: Todos os dias Horários: a partir das 17h30 Quanto: R$ 88 por carro Capacidade: 104 carros Link para ingressos Lovecine drive-in theater Onde: Jeunesse Arena - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca - Rio de Janeiro Quando: de quinta a domingo Horários: a partir das 15h Valor: R$ 100 por carro Capacidade: 180 carros Link para informações e ingressos Rondônia Cinema drive-in em Cacoal, RO. Cineart/Divulgação Cineart drive-in Onde: Cacoal Shopping - Rua Antônio Deodato Durce, Nº 3500, Cacoal Quando: quarta, sexta sábado e domingo Horários: 21h Valor: R$ 25 para uma pessoa e pode chegar a R$ 60 para cinco Capacidade: 44 carros Link para ingressos Santa Catarina Drive Park Onde: Music Park - Rodovia Jornalista Maurício Sirotsky Sobrinho, 1050 - Jurerê - Florianópolis Quando: de quinta a domingo Horários: a partir das 18h30 Valor: a partir de R$ 25 por pessoa Link para ingressos São Paulo Cinema drive-in Arena estaiada Divulgação/Flash Bang Arena Estaiada Drive-in Onde: Avenida Ulysses Reis de Mattos, 320, Real Parque - São Paulo Quando: terça a domingo Horários: a partir das 18h Valor: R$ 100 por carro de até quatro pessoas Capacidade: 100 carros Link para ingressos Arena Sessions Onde: Alianz Parque - Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca, São Paulo Quando: de quarta a domingo Horários: a partir das 15h Quanto: a partir de R$ 80 por carro Capacidade: 285 carros Link para ingressos 16 de junho - Sessão para convidados do cinema drive-in no Memorial da América Latina, na cidade de São Paulo, nesta terça-feira (16). O cinema drive-in estreia para o público nesta quarta-feira (17) com sessões esgotadas até julho Marcello Zambrana/Agif - Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo Belas Artes Drive-in Onde: Memorial da América Latina – Entrada pela Rua Tagipuru s/no. – Portão 2 - São Paulo Quando: de terça a domingo Horários: a partir das 17h30 Valor: R$65,00 para carro com até 4 pessoas Capacidade: 100 carros Link para ingressos 12 de junho - Movimentação de veículos e pessoas durante primeira sessão ao ar livre do cinema Drive-in do CTN (Centro de Tradições Nordestinas), na Zona Norte da cidade de São Paulo Anderson Lira/Framephoto/Estadão Conteúdo Cine CTN Onde: Centro de Tradições Nordestinas, Rua Jacofer, 615 - Bairro do Limão - São Paulo Quando: de quarta a domingo Horários: a partir das 19h Valor: R$ 50 para carros com duas pessoas, R$ 60 para carros com três e R$ 70 para carros com quatro Capacidade: 107 carros Link para ingressos Público usa máscara em cine drive-in de Praia Grande, em São Paulo Divulgação/Ivan Ferreira Cinesystem Onde: Litoral Plaza, Av. Ayrton Senna da Silva, 1511 - Praia Grande Quando: todos os dias Valor: a partir de R$ 15 por pessoa Capacidade: 60 carros Link para ingressos Banana Cine drive-in Onde: Rodovia Washington Luiz, 234, Fazenda Canchim - São Carlos Quando: todas as sextas Horários: 21h Valor: a partir de R$ 40 por carro Capacidade: 102 carros e 19 caminhonetes Link para ingressos Cine Drive-in Limeira Onde: Av. Carlos Kuntz Busch, 800, Parque Egisto Ragazzo - Limeira Horários: 19h Quanto: Doação de 5kg de alimento não perecível Capacidade: 70 carros Link para informações Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Isso é que é forró!', Jackson do Pandeiro, 1981

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Isso é que é forró!', de Jackson do Pandeiro Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Isso é que é forró!, Jackson do Pandeiro, 1981 ♪ Quando o compositor Sebastião Batista criou o samba Cabeça feita, pensou no jeito manemolente do canto de Martinho da Vila. Era para o sambista fluminense que Sebastião pretendia oferecer a composição – plano interrompido quando Jackson do Pandeiro lhe pediu música para o repertório do álbum que gravava em 1981. Cabeça feita acabou abrindo esse álbum – intitulado Isso é que é forró! – em gravação apimentada com o ritmo de Jackson do Pandeiro e transposta para o universo musical nordestino, com direito ao nome do artista nos créditos da composição. Produzido por Armando Pittigliani, o álbum Isso é que é forró! foi editado em 1981 pelo selo Polyfar, da gravadora Polygram, e se tornou o canto de cisne de José Gomes Filho (31 de agosto de 1919 – 10 de julho de 1982), um Zé da Paraíba que, nascido na cidade de Alagoa Grande (PB), deixou de ser mais um na multidão quando se tornou um dos reis da nação musical nordestina. O rei do ritmo! Esse epíteto veio com o tempo, mas bem podia ter sido carimbado no cantor, compositor e músico paraibano já no momento em que Jackson entrara em cena em escala nacional, em 1953, galgando as paradas, no ritmo veloz de um rojão, com as gravações do coco Sebastiana (Rosil Cavalcanti, 1953) e de Forró em Limoeiro (Edgar Ferreira, 1953). Estrela local da Paraíba de 1936 até 1947, e de Recife (PE) a partir de 1948, tendo sido contratado pela gravadora Copacabana na capital de Pernambuco, Jackson do Pandeiro reinou em todo o Brasil nos anos 1950 – com sucesso que se estendeu até meados dos anos 1960 – quando se mostrou craque nas divisões com que turbinava o canto de cocos, xaxados, sambas, rojões, emboladas e baiões sem deixar de ser tomado pelo micróbio do frevo, o que aconteceu já em 1954. À esperteza do canto, Jackson aliou a destreza no toque do pandeiro, instrumento que incorporou ao nome artístico e no qual se fixou após experimentos com a zabumba e a bateria na infância e adolescência musical. Artista que influenciou compositores como Gilberto Gil e Lenine, Jackson do Pandeiro amargou período de ostracismo na segunda metade dos anos 1960, mas discípulos tropicalistas, como Gil e Gal Costa, ajudaram a reconduzir o rei para o trono quando regravaram músicas do repertório do cantor. Esse retorno aos holofotes fez com que o artista gravasse discos com regularidade ao longo da década de 1970. E essa discografia poderia ter tido continuidade na década de 1980 se, em julho de 1982, a um mês de completar 63 anos, Jackson do Pandeiro não tivesse saído de cena em hospital de Brasília (DF), vítima de complicações decorrentes de diabetes. Último álbum de discografia que propagou um Nordeste lúdico, sem a densidade de parte do cancioneiro do outro rei da música nordestina, Luiz Gonzaga (1912 – 1989), Isso é que é forró! sintetizou a arte maior desse Jackson brasileiro, sem inventar moda, em 11 músicas gravadas pelo cantor e ritmista com músicos como o sanfoneiro Severo Silva (1950 – 2015), o percussionista João Gomes (no triângulo), o zabumbeiro Geraldo Gomes (irmão de Jackson que adotava o nome artístico de Cícero) e o ritmista Melquíades Lacerda (ganzá, maracas e reco-reco), entre outros instrumentistas familiarizados com o ritmo do rei. Neste derradeiro álbum, Jackson do Pandeiro apresentou, dentro de universo forrozeiro, músicas então inéditas como Tem pouca diferença (Durval Vieira) – composição que seria regravada três anos depois por Gal Costa com Luiz Gonzaga no álbum Profana (1984) – e Herança de meu pai (Benício Guimarães), exemplo da ideologia machista imperante nos forrós da época e refletida em temas como Quem tem um não tem nenhum (Durval Vieira e Jorge Paulo), ode à bigamia masculina. Nessa seara machista, Mãe solteira (Antonio Rodrigues e Severino Ramos) soou – ou, pelo menos, deveria ter soado... – preconceituosa, intolerável e impoliticamente correta já naquele ano de 1981. Caiu bem melhor no disco a malícia lúdica de Samambaia trepadeira (Gervásio Horta). “Isso é que é forró!”, ressaltou Jackson ao reproduzir o título do álbum em verso improvisado na letra de Eu vou pra lá (Benício Guimarães), propaganda da festa nordestina. Nessa festa, sempre teve samba à moda nordestina. Parceria de Jackson com Valdemar Lima, Competente demais mostrou que o rei também sabia se virar bem no ritmo quando a ordem era samba. Já Mundo cão (Jackson do Pandeiro e Rogéria Ribeiro) fez crítica social ao retratar a rotina dura do trabalhador – protesto que reverberou em 2005 em regravação do grupo carioca de samba Casuarina – sem diluir a animação do disco, gravado com coro feminino não creditado na ficha técnica original do LP de 1981. São Tomé (Jackson do Pandeiro e Assunção Corrêa) e Bola de pé em pé (Jackson do Pandeiro e Sebastião Batista) – lance certeiro no coração das torcidas de times como Corinthians e Flamengo – mantiveram o pique do forró neste disco em que Jackson do Pandeiro jogou para a galera do nordeste, sem preocupação de acenar para o público da MPB. O álbum Isso é que é forró! coroou com coerência a trajetória deste rei que, no apogeu da glória dividida com Almira Castilho (1924 – 2011), parceira na música e na vida, domava o ritmo, quebrando tudo, adiantando e atrasando o tempo, mas sempre chegando junto no fim. E o fim chegou para Jackson do Pandeiro em 1982, ano em que Elba Ramalho gravou a derradeira composição do artista, No som da sanfona, parceria com Kaká do Asfalto. No samba ou no forró, José Gomes Filho – um imortal Zé da Paraíba – era cabeça feita ! Veja Mais

Mineiros criam vaquinha para ajudar dono de sebo que teve livros queimados

O Tempo - Diversão - Magazine Ambulante teve cerca de 3.000 obras incendiadas por um vândalo e moradores de BH se mobilizam para ajudá-lo a comprar uma carretinha para transportar as obras; em dois dias, mais de dez mil exemplares foram doados Veja Mais

Versão online do FIQ em Casa termina nesta sexta (3); veja programação

O Tempo - Diversão - Magazine Iniciado no dia 5 de junho, o Festival Internacional de Quadrinhos de BH contou com lives, podcasts e conteúdos exclusivos com a participação de artistas dos quadrinhos e da animação de diferentes partes do país Veja Mais

Procon-SP multa patrocinadora de live de Simone e Simaria por vender títulos de capitalização em forma de doações

G1 Pop & Arte Multa de R$ 212,7 mil foi aplicada por publicidade enganosa e estabelecimento de cláusulas abusivas, segundo o órgão. Dupla diz que não tem responsabilidade sobre marcas. Empresa já patrocinou Léo Santana, Wesley Safadão e Marcos e Belutti, entre outros artistas. Simone e Simária durante Live das Coleguinhas 2 Reprodução/Youtube/Simone e Simária A Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de São Paulo multou, nesta quarta-feira (1º), a empresa Vale Sorte Distribuidora em R$ 212,7 mil por desrespeitar direitos do consumidor após anunciar durante uma live das cantoras Simone e Simaria. O órgão acusa a empresa de publicidade enganosa e estabelecimento de cláusulas abusivas. Segundo nota do Procon, a empresa dizia que angariava doações para o Hospital do Câncer de Londrina, mas vendia, na verdade, títulos de capitalização da modalidade "filantropia premiável". Nessa modalidade, a instituição não recebe diretamente o valor da doação, mas sim o direito de resgate do título. Quem compra o título concorre a prêmios. De acordo com o Procon, essa informação não foi esclarecida durante o anúncio na live e nem no regulamento do site. "Essas doações eram formalizadas por meio da aquisição de títulos de capitalização, remetendo o consumidor a um site que não disponibilizava o Regulamento do negócio. Por deixar de informar dado essencial do serviço, a prática configura como publicidade enganosa por omissão". Procurada pelo G1, a A Vale Sorte disse que ainda não foi notificada sobre a multa. A assessoria das cantoras Simone e Simaria lamentou o ocorrido, mas disse que elas não têm responsabilidade sobre o conteúdo veiculado pelas marcas. "A dupla S&S, através de seus representantes, ao tempo que lamenta todo o ocorrido, uma vez que preza pela máxima lisura e legalidade em sua atuação artística e empresarial, certifica que não guarda responsabilidade quanto a marcas, produtos e serviços cuja veiculação midiática por si realizadas decorrem de contratações publicitárias." A Vale Sorte já patrocinou outros artistas, entre eles Léo Santana, Wesley Safadão e Luan Santana. Os artistas Marcos e Belutti, Festival 360, Dilsinho e Naiara Azevedo também fizeram lives com a Live Sorte e foram procurados pelo G1, mas não quiseram comentar o caso. Leo Santana e Wesley Safadão não haviam retornado até a última atualização desta reportagem. No site da empresa, está disponível o mesmo modelo de título de capitalização para a live do grupo Roupa Nova, marcada para esta sexta (3), às 21h. Veja Mais

Experimental: Quatroloscinco estreia performance audiovisual nesta quinta-feira

O Tempo - Diversão - Magazine Durante a pandemia, grupo belo-horizontino criou projeto que reúne trechos de suas obras autorais; às 20h, produção será exibida no Circuito em Casa Veja Mais

VÍDEOS: Música

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Primeira temporada de 'Malhação' ganha reprise em comemoração aos 25 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Novelinha tinha no elenco nomes como Carolina Dieckmann, Fernanda Rodrigues, Cláudio Heinrich e André Marques Veja Mais

Astros britânicos se mobilizam e pedem apoio do poder público para salvar indústria de shows e festivais

G1 Pop & Arte Dua Lipa, Coldplay, Eric Clapton, Sam Smith, Rod Stewart, entre outros astros da música, enviaram carta aberta ao ministro da Cultura com pedido de plano de apoio. Dua Lipa no American Music Awards 2019 Chris Pizzello/Invision/AP De Annie Lennox aos Rolling Stones, passando por Paul McCartney e Depeche Mode, os grandes astros da música britânica fizeram um chamado para salvar a indústria dos shows e dos festivais, ameaçada pela crise do novo coronavírus. Em carta aberta ao ministro britânico da Cultura, Oliver Dowden, 1.500 artistas e personalidades do mundo da música exortam o governo a agir com urgência. Entre os signatários estão Dua Lipa, Skepta, Rita Ora, Coldplay, Eric Clapton, Annie Lennox, Sam Smith, Rod Stewart, Liam Gallagher, Florence + The Machine, George Ezra, Depeche Mode, Iron Maiden, Lewis Capaldi e Little Mix. Muitos deles deviam se apresentar na temporada dos festivais, cancelada pela pandemia que já deixou cerca de 44 mil mortos no Reino Unido, o balanço mais letal de toda a Europa. "A cena britânica tem sido um dos maiores sucessos do país do ponto de vista social, cultural e econômico nestes últimos dez anos", destacam os signatários. Mas sem que se preveja o fim das medidas de distanciamento físico e sem apoio financeiro, "o futuro dos shows e festivais e o futuro de centenas de milhares de pessoas que vivem disso se anuncia sombrio". "Até que estas empresas possam voltar a trabalhar, o que ocorrerá provavelmente o mais tardar em 2021, o apoio do governo será crucial para impedir quebras em massa e o fim desta indústria de primeiro plano no mundo", acrescentam. Os signatários pedem uma agenda para a reabertura das salas de concertos com um plano de apoio e o acesso a um dispositivo de crédito, assim como a isenção total do Imposto sobre o Valor Agregado sobre as vendas de entradas para shows. Segundo um estudo acrescentado à carta aberta, o setor tem 210 mil empregos e suas empresas representaram 4,5 bilhões de libras esterlinas em 2019 (US$ 5,6 bilhões). A cantora Dua Lipa, "orgulhosa" por ter se apresentado tanto em pequenos locais quanto em grandes palcos, passando por festivais, destacou em um comunicado que a possibilidade para outros artistas britânicos "de seguir o mesmo caminho está em perigo" sem a ajuda dos poderes públicos. Já Liam Gallagher, "impaciente" por tocar para seus fãs, afirma que é preciso apoiar a indústria dos shows e as pessoas formidáveis que a fazem, "até que possamos voltar a tocar no palco". Veja Mais

A live virou álbum: Artistas transformam shows on-line em novos projetos musicais

G1 Pop & Arte Péricles, Wesley Safadão, César Menotti & Fabiano e outros contam por que resolveram lançar singles, EPs e DVDs gravados em transmissões no YouTube e nas redes sociais. Wesley Safadão grava DVD durante live Reprodução/Instagram Talvez a frase mais dita sobre o setor da música nos últimos tempos seja: "Fomos os primeiros a parar e seremos os últimos a retornar". Ainda assim, durante a pandemia de coronavírus, o mercado tenta se movimentar. Primeiro, surgiram as lives. Agora, elas começam a render alguns frutos e geram novos projetos. Seja em formato de DVD, EP ou single, os registros feitos durante as transmissões online estão sendo disponibilizados aos poucos pelos artistas nas plataformas digitais. Desta forma: Eles cobrem os buracos dos projetos pré-planejados, mas que foram impossibilitados por conta da pandemia; E criam mais uma conexão com o público, para que eles não fiquem sem lançamentos neste período. Planejamento Antes mesmo de transmitir a live, alguns artistas já anunciaram que o material online renderia um projeto extra. Foi o caso de Wesley Safadão, que gravou a segunda edição do DVD "WS em casa" durante uma de suas lives. No caso do cantor, o projeto já estava nos planos de carreira antes da pandemia, mas acabou adiado. A ideia inicial era fazer o registro em 31 de março em São Paulo, mesmo local onde foi filmada a primeira edição. No fim, Safadão teve realmente sua própria casa como palco para a filmagem, seguindo à risca o nome do projeto. "Tudo é novo para nós. E as lives foram a forma que nós artistas encontramos para continuar a levar nossa arte até o público. Em consequência disso, o mercado musical tem sido transformado e movimentado com esse formato novo", afirma o cantor. Safadão garante que, mesmo já tendo em mente que a transmissão online se tornaria um DVD, fez toda a produção seguindo à risca as normas para evitar contaminação de coronavírus. O resultado foi o triplo de tempo para a execução da parte logística. "Para preparar um local para a live com cenário, luz, som, coisas que em dois, três dias estariam prontas. Estão levando sete ou até dez dias para ser feito. Um dia vai uma equipe reduzida e monta o cenário, no outro a galera da iluminação e assim por diante. Tudo planejado para manter o distanciamento social seguro e evitar qualquer tipo de aglomeração." Assim como o cantor, César Menotti & Fabiano também executou um plano fora dos planos, se podemos dizer assim. Antes da pandemia, a ideia da dupla era lançar algo em agosto ("uma época que você lança, trabalha três meses e já pega o comecinho das festas de fim de ano"), mas os irmãos acabam de lançar um álbum digital produzido com material da transmissão de uma das lives. "A gente, de fato, já prevendo tudo isso que estava acontecendo e que não teríamos mais uma sequência de shows esse ano, pensamos em tentar extrair um projeto da live", explica César Menotti. César Menotti & Fabiano Divulgação / Som Livre A dupla, que já almejava simplicidade no próximo projeto, seguiu o cronograma para o registro. "Lógico que a gente, como artista, tem aquela vaidade de levar uma coisa muito massa, coisas mais grandiosas, mas a gente se pegou com esse problema nesse momento. Então a gente tem procurado fazer as coisas com muito carinho, muito bem feitas, com antecedência, mas trabalhando com um número muito reduzido de pessoas. Isso impossibilita de fazer grandes produções." Tudo mais simples Para os sertanejos, em especial, que nos últimos tempos se acostumaram a produzir álbuns com megaproduções, as novas gravações têm mudado a forma até de olhar o mercado. "Foi até bom essa coisa porque a gente sabe agora que pode fazer tudo na simplicidade", destaca Maiara. Ela e a irmã, Maraisa, se uniram a Marília Mendonça para a "Live das Patroas". A transmissão rendeu um álbum, que será lançado em 10 de julho. Nele, constam cinco faixas inéditas e algumas regravações de modão. Diferente de alguns artistas que seguem com a apresentação no ar, o trio optou para derrubar a live do YouTube logo após a transmissão, mantendo, de certa forma, um suspense para o lançamento. "As lives estão sendo essenciais pra gente estar produzindo conteúdo. É a hora de a gente focar nisso, em material, em conteúdo novo, pra galera poder ir se familiarizando e quando a gente voltar para os shows, vai ter música nova, vai ter um material incrível." "Estamos aproveitando essa fase de reclusão pra fazer esses produtos. E a gente quer fazer mais", diz Maiara. Maiara e Maraisa se unem a Marília Mendonça no projeto "Live das Patroas" Reprodução/Instagram O projeto entre as três já era planejado há tempos, mas por causa das agendas cheias, não conseguiam tirá-lo do papel. A pausa com a pandemia, ao menos nesse sentido, foi positiva. Mas apesar do período produtivo, a cantora não vê a hora de voltar aos palcos. "Esse lance que estamos fazendo das lives é só pra gente poder ir segurando até voltar. Ninguém quer viver disso, não. A gente ir para o show." "Não tem coisa melhor do que você sentir o calor do público, aquela troca de energia no palco". Um lançamento por ano Quem também investiu em projetos pós-live foi Péricles. O cantor completa esta semana um ano do lançamento de seu último disco, o DVD "Mensageiros do amor". Por isso, seguindo o planejamento anual, já tinha no cronograma um novo material para colocar no mercado neste período. E assim o fez. Enquanto segue na preparação de seu álbum de inédita, fatiou sua live e lançou um EP. "Ao todo, são sete canções que alegram muito e, principalmente, alegram nossos fãs, que pedem muito nos shows, nas lives. A intenção é fazer um carinho no coração do nosso público", diz Péricles. Capa do álbum 'Pericão retrô', de Péricles Divulgação "Ao invés de pincelar de fato, pegamos as sete juntas pra ficar o mais próximo possível e pra mandar com qualidade também", explica Péricles. Todas as escolhidas músicas são regravações, já seguindo a tendência nostálgica da quarentena. "A intenção é agradar o público. Mas muita gente, nesse momento, vive um período muito grande de nostalgia, de saudosismo, porque existiu uma pausa pra cuidar de si. As pessoas estão mais nostálgicas porque fizeram reflexões da própria vida", conta o sambista. A banda Maneva também optou por trazer clássicos para seu novo álbum, fruto da transmissão da live "Tudo vira reggae". Nele, o grupo regrava clássicos do rock, sertanejo, forró, entre outros ritmos, e acrescenta às canções as batidas que são base de sua carreira. Dentre as cerca de três horas de live, foram selecionadas dez canções. “Foi um processo doloroso [de seleção]. A gente optou por canções que são eternas na nossa concepção, aquelas que fazem uma grande diferença na vida das pessoas ou que marcaram grandes momentos na vida das pessoas." "São artistas talentosíssimos, expoentes em seus respectivos segmentos, são donos de obras singulares, como 'Anunciação', do Alceu Valença, que é um gênio ao nosso ver. Também tem Raul Seixas, Chitãozinho e Xororó, Cláudio Zoli. Foi uma longa caminhada pra gente chegar nessas dez aí. Baita resenha." Banda Maneva Leonardo Rocha / Divulgação As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Estrelas solitárias', Cauby Peixoto, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Estrelas solitárias', de Cauby Peixoto Frederico Mendes ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Estrelas solitárias, Cauby Peixoto, 1982 ♪ Ídolo da era do rádio, Cauby Peixoto (10 de fevereiro de 1931 – 15 de maio de 2016) teve o brilho reavivado no alvorecer dos anos 1980 em álbum resultante da iniciativa de mobilizar compositores da MPB para oferecer músicas para o cantor fluminense de voz de barítono, nascido na cidade de Niterói (RJ). Lançado em 1980, o álbum Cauby! Cauby! apresentou composições inéditas de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Caetano Veloso, Jorge Ben Jor e Roberto Carlos (com Erasmo Carlos), entre outros nomes. Ironicamente, o sucesso do álbum foi a música que Chico Buarque não fez para Cauby, Bastidores, mas da qual o cantor se apropriou com tamanha personalidade que ofuscou a gravação simultânea de Cristina Buarque, irmã de Chico e verdadeira musa inspiradora da canção. No rastro do estouro de Bastidores, música que se tornaria um dos maiores sucessos da carreira iniciada por Cauby na década de 1950, a canção Loucura – oferta da então badalada Joanna em parceria com Sarah Benchimol – entrou na trilha sonora da novela Baila comigo (TV Globo, 1981) e gerou mais um hit para o disco. Animada com a repercussão do disco Cauby! Cauby!, a gravadora Som Livre arquitetou um segundo álbum no mesmo molde. Com música-título assinada por Gonzaguinha (1945 – 1991) e com capa que expôs o cantor em foto tirada por Frederico Mendes na Praia do Pepino, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o álbum Estrelas solitárias foi lançado em 1982 e, ao contrário dos prognósticos otimistas, passou despercebido pelo público sem legar sequer um sucesso mediano para Cauby, mesmo com músicas inéditas de compositores do porte de Fagner, Ivan Lins, Johnny Alf (1929 – 2010) e Marcos Valle (com Paulo Sérgio Valle). Contudo, entendidos na obra do cantor sabem que o álbum Estrelas solitárias é um dos melhores títulos da discografia de Cauby Peixoto. Iniciada em fevereiro de 1951 com a edição do disco de 78 rotações que apresentou o samba Saia branca (Geraldo Medeiros) e a marcha Ai! Que carestia (Victor Somón e Liz Monteiro), essa discografia heterogênea contabilizou 48 álbuns lançados entre 1955 e 2015 com o cantor ainda vivo. Títulos póstumos foram adicionados a essa obra para reviver o cantor imortalizado por sucessos como os sambas-canção Conceição (Jair Amorim e Valdemar de Abreu, 1956) e Nono mandamento (René Bittencourt e Raul Sampaio, 1958). Foi para esse cantor de aura mítica e estilo grandiloquente de interpretação, que por vezes soou over por ter pecado por excessos (inclusive na indumentária espalhafatosa), que renomados compositores da MPB criaram o repertório do álbum Estrelas solitárias. Produzido por Max Pierre, com a colaboração de Aramis Barros, o disco emoldurou a voz de Cauby com arranjos criados pelos maestros César Camargo Mariano, Eduardo Souto Neto e Lincoln Olivetti (1954 – 2015), por vezes com fidelidade ao tom arrebatado do cantor. Aberto com Tua presença, balada composta por Maurício Duboc e Carlos Colla no padrão das canções da dupla gravadas por Roberto Carlos, o álbum Estrelas solitárias prosseguiu com o fox vintage Então tá, contribuição de Guto Graça Mello e Naila Skorpio para o repertório. Canção romântica de Silvio Cesar, Palavras mágicas evidenciou o tom de canto ligeiramente mais comedido adotado por Cauby no disco sem perda da assinatura vocal desse intérprete passional que aprendera lições de musicalidade com o irmão Moacyr Peixoto (1920 – 2003). Grande cantor que soube tirar proveito das jogadas marqueteiras criadas nos áureos anos 1950 pelo empresário, Edson Collaço Veras (1914 – 2005), o controvertido Di Veras, Cauby foi estrela solitária que alimentou lendas dentro e fora dos bastidores. Ao compor a canção-título Estrela solitária, Gonzaguinha captou bem o céu e o inferno existencial de ídolos como Cauby. Contudo, a voz de timbre inigualável pairou acima de qualquer rótulo ou solidão, como Cauby comprovou ao interpretar, nesse álbum de 1982, canções como Ousadia – parceria de Irinea Maria com Zezé Motta – e a então recente valsa Luiza (Antonio Carlos Jobim, 1981), única regravação do repertório inédito por opção e conceito. Compositor então em evidência por ter tido a música Abandono (1974) regravada por Roberto Carlos em álbum de 1979, Ivor Lancellotti mostrou, com a composição Como é que pode, bom domínio do universo melodramático de Cauby Peixoto, cantor que fez nome nos anos 1950 com repertório pautado por boleros e sambas-canção de aura folhetinesca. Inspirada canção de Pedro Lopes e Américo de Macedo, únicos nomes desconhecidos no time estelar de compositores, Fênix pareceu fazer alusão ao renascimento artístico de Cauby pelo fato de o cantor ter atravessado a década de 1970 com menor visibilidade na mídia e no mercado fonográfico. Música de Ivan Lins, História de amor soou mais adequada ao intimismo das boates do que à extroversão do auditório da Rádio Nacional, palco de Cauby na fase de maior popularidade em carreira que, a partir dos anos 2000, seria dominada por discos retrospectivos e songbooks com os cancioneiros de compositores e/ou cantores como Baden Powell (1937 – 2000), Frank Sinatra (1915 – 1998), Nat King Cole (1919 – 2005) e Roberto Carlos. Em 1982, contudo, Cauby estava mergulhado no presente. No geralmente refinado repertório do álbum Estrelas solitárias, Johnny Alf brilhou com Gesto final, canção sobre amor gay, simbólica por ter sido ofertada por compositor homossexual para cantor também homossexual – ambos confinados dentro do armário ao longo das respectivas vidas por questões sociais da época em vieram ao mundo. Aberta com a voz do próprio Johnny Alf, captada ao vivo, a faixa Gesto final foi conduzida pelo piano Rhodes de César Camargo Mariano, criador do arranjo mais delicado do álbum. Fagner foi feliz na ideia de associar o canto de Cauby aos versos passionais da poeta portuguesa Florbela Espanca (1894 – 1930) sem mostrar a mesma felicidade ao musicar o poema Tortura para o cantor. No fim do álbum, a canção Vou enlouquecer, de Marcos Valle Paulo Sérgio Valle, concentrou alta dose de paixão no canto requintado de Cauby, mais uma vez emoldurado por arranjo de César Camargo Mariano. Com a mesma sofisticação do disco de 1980, o álbum Estrelas solitárias talvez tenha passado despercebido pelo repertório a rigor menos aliciante e por ter contido os arroubos de Cauby Peixoto, intérprete de tons inflamados, com os quais habituou os ouvidos do público igualmente passional, pelo qual, no íntimo, esse grande cantor do Brasil sempre quis ser saudado aos gritos de “Cauby! Cauby!”. Veja Mais

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Vítimas de Harvey Weinstein receberão acordo de US$ 18,9 milhões

G1 Pop & Arte Ex-produtor foi condenado a 23 anos de prisão por estupro e agressão sexual em março. Pagamentos precisam ser aprovados por dois tribunais. Harvey Weinstein no Tribunal de Nova York nesta quinta-feira (20) Alec Tabak/Pool via REUTERS Várias mulheres que sofreram assédio e agressão sexual quando trabalhavam para Harvey Weinstein, condenado por estupro e outras acusações em fevereiro, receberão quase US$ 19 milhões no âmbito de uma ação coletiva, anunciou a procuradora-geral de Nova York. Os pagamentos, que devem ser aprovados por dois tribunais, são o resultado de uma ação apresentada contra o ex-produtor de cinema, que atualmente cumpre uma pena de 23 anos de prisão, e o estúdio The Weinstein Company. "Harvey Weinstein e The Weinstein Company falharam com suas funcionárias. Depois de todo o assédio, ameaças, discriminação e discriminação de gênero, estas sobreviventes finalmente receberão algo de justiça", afirmou a procuradora Letitia James em um comunicado. Ex-produtor de Hollywood, Harvey Weinstein é condenado a 23 anos de prisão O processo estabelece que Weinstein "pediu ou forçou funcionárias mulheres a estabelecer contatos sexuais não desejados para manter seus empregos ou avançar em suas carreiras". Um advogado de várias vítimas de Weinstein criticou o acordo proposto. Douglas Wigdor, que tem entre suas clientes Tarale Wulff, uma garçonete que afirmou ter sido estuprada no apartamento de Nova York do ex-produtor em 2005, descreveu o acordo como uma "completa traição". Ele disse que, pelo acordo, Weinstein "não aceita responsabilidade por suas ações" e não pagará com seu próprio dinheiro. Wigdor também afirmou que a proposta impede as vítimas que não desejam aceitar o acordo de buscar outras vias de compensação e que, portanto, vai contestar o mesmo no tribunal. A declaração da procuradora-geral não menciona um acordo de US$ 25 milhões de dólares alcançado com dezenas de mulheres em dezembro. Weinstein foi declarado culpado em fevereiro por ato sexual criminoso e estupro, em um veredicto chave para o movimento #MeToo. A sentença anunciada no mês seguinte representou a queda definitiva do ex-produtor de cinema de 68 anos, que foi acusado de comportamento sexual agressivo por quase 90 mulheres, incluindo as atrizes Angelina Jolie e Salma Hayek. Veja Mais

Oscar divulga primeiras seleções para indicação a melhor filme

O Tempo - Diversão - Magazine 'Destacamento Blood', de Spike Lee, produzido pela Netflix, e animação 'Trolls 2' concorrem a uma indicação Veja Mais

Maneva transforma hits de forró, rock e sertanejo em reggae em álbum gravado em live

G1 Pop & Arte Após adiar projeto que celebra 15 anos da banda por causa da pandemia de coronavírus, grupo lança álbum especial no Dia Internacional do Reggae. Maneva transforma hits de forró, rock e sertanejo em reggae em EP registrado em live Bárbara Cotta/Divulgação O Maneva tinha muitos projetos para 2020. O grupo planejava a gravação de um DVD, que seria registrado em várias cidades do Brasil e contaria com participações no palco. Tudo para celebrar os 15 anos de carreira do grupo de reggae. Mas a pandemia de coronavírus acabou adiando tudo. Mas nem por isso a banda vai fechar o ano comemorativo sem lançamentos. O grupo aproveitou o registro da live "Tudo vira reggae", no dia 30 de maio, e transformou e um álbum com 10 faixas. Nelas, assim como transmissão online, Maneva transforma hits de forró, rock, sertanejo e outros ritmos em reggae. "A gente montou um repertório de artistas que a gente gosta e respeita muito, que fazem parte da nossa formação musical", afirmou Tales de Polli, vocalista do Maneva, ao G1. Chitãozinho e Xororó, Djavan, Raul Seixas, Titãs e Alceu Valença estão entre eles. "Durante a live, a gente não imaginou que a repercussão ia ser tão grande, que a gente ia ter um acolhimento do púbico tão grande. E a gente não teve outra opção senão transformar essa live num registro." “Apesar de ser nosso décimo álbum, é nosso primeiro só de releituras. A gente sempre foi uma banda muito autoral. Então ter um álbum só de releituras é bem marcante pra nossa carreira". O lançamento do disco acontece nesta quarta-feira (1), data em que se celebra o Dia Internacional do Reggae. E o primeiro show do projeto acontece neste sábado (4), em mais uma vertente criada para superar as barreiras da pandemia na cena musical. O grupo fará um show drive in, no Allianz Parque, em São Paulo. Lives Durante a quarentena, o Maneva já fezduas lives. "A real é que a gente só tá feliz mesmo quando a gente está compondo, cantando, fazendo show. O mercado do entretenimento foi bastante afetado. Nessa conexão com o público, a gente levantou dois pontos super importantes: que são as entidades que estão precisando de nossa ajuda e as equipes de estrada." "A gente é uma grande família, uma família musical. Durante as turnês, a gente passa mais tempo com eles do que com nossa própria família e não tem como não fazer algo por eles que fazem tanto por nós", afirma Tales. "Então além de oferecer o entretenimento, a gente tem essa oportunidade de ajudar tantas famílias. E também matar um pouquinho de saudade de tocar junto e desfrutar um da companhia do outro." Maneva canta "Pisando Descalço" em show realizado na Festa Junina de Votorantim Veja Mais

Black Alien reproduz em disco ao vivo as 12 músicas de álbum solo de 2004

G1 Pop & Arte ♪ Em abril de 2019, o rapper fluminense Black Alien deu continuidade à carreira solo com o lançamento do terceiro álbum solo, Abaixo de zero – Hello hell, disco de repertório inédito gravado com beats de Papatinho, cofundador e maestro da banda carioca de rap Cone Crew Diretoria. Um ano e três meses depois, o artista volta no tempo com a edição do primeiro álbum ao vivo da carreira solo, gravado antes do disco de 2019. O disco Babylon by Gus vol. 1 – O ano do macaco ao vivo reapresenta o repertório autoral do aclamado primeiro álbum solo de Gustavo de Almeida Ribeiro, lançado em 2004. Escrito com alta dose de crítica social, temperada com espiritualidade, o repertório do álbum Babylon by Gus vol. 1 – O ano do macaco ressurge em registros captados em show feito por Black Alien em novembro de 2018, sob a lona e o calor do Circo Voador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). No disco ao vivo, disponibilizado em 30 de junho, o cantor e compositor reproduz as doze músicas do álbum de 2004 na ordem original das faixas. Dessas doze músicas, onze foram compostas por Alien em parceria com Alexandre Basa, produtor do disco. A exceção foi América 21, parceria de Alien com Rhossi, do grupo paulistano de rap Pavilhão 9. O título Babylon by Gus aludiu ao nome do álbum ao vivo lançado em 1978 por Bob Marley (1945 – 1981) e o grupo The Wailers, Babylon by bus, e apresentou standards do hip hop nacional como Mister Niterói, alcunha deste rapper projetado nos anos 1990 como integrante da banda Planet Hemp. Veja Mais

Meme no TikTok leva 'Love', filme de 2015 com cenas de sexo, à lista de mais vistos nos EUA

G1 Pop & Arte Filme francês do diretor Gaspar Noé tem cenas de sexo reais e entrou na lista dos mais vistos na Netflix nos EUA após meme em que internautas mostram reação após ver primeira cena. Cena do filme 'Love', do diretor Gaspar Noé Divulgação O filme "Love", de 2015, entrou para a lista de mais vistos na Netflix nos EUA por causa de um meme em que os usuários do TikTok compartilham suas reações assistirem à primeira cena. O drama erótico francês dirigido pelo argentino Gaspar Noé tem cenas de sexo real e causou polêmica na época do lançamento. O filme não está disponível na plataforma de streaming no Brasil. Nos cinemas, ele foi lançado com classificação indicativa de 18 anos. Leia mais: 'Love' cria polêmica e escândalo em Cannes com sexo explícito em 3D O meme no TikTok começou por causa de outra produção em alta no Netflix, "365 Dias", que também tem cenas eróticas. "Se você gostou de 365 dias, vá ver 'Love' e mostre a sua reação", diz o áudio que viralizou no TikTok, junto com os vídeos dos internautas assustados. Cena do polêmico filme 'Love', do argentino Gaspar Noé Divulgação Veja Mais

Funarte lança projeto online com lives, shows e oficinas de capacitação

O Tempo - Diversão - Magazine Bossa Criativa também terá um edital nacional e chamada pública para apresentação de trabalhos na área das artes; live nesta terça (30) inaugura a programação Veja Mais

Festivais de cinema se reinventam e buscam manter relevância durante pandemia

O Tempo - Diversão - Magazine Como outras mostras, Festival Finos Filmes, que segue até 5 de julho, foi repaginada para sobreviver às restrições impostas pela Covid-19; CineOP deve acontecer, virtualmente, em setembro Veja Mais

Cenas deletadas e trocas de atores e de nomes: como o Black Lives Matter está mudando a cultura pop

G1 Pop & Arte Entenda os reflexos dos movimentos antirracistas em Hollywood no Semana Pop deste sábado (4). Semana pop explica como o Black Lives Matter está mudando a cultura pop Desde a nova onda de protestos antirracistas nos Estados Unidos, Hollywood têm passado por uma série de mudanças, pressionada por movimentos como o Black Lives Matter e por artistas negros. O Semana Pop deste sábado (4) mostra algumas dessas transformações, que vão desde troca de dubladores e nomes de grupos a cenas ou episódios de séries deletados. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Ludmilla lança 'Cobra Venenosa' e nega música que seja alfinetada em Anitta

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora diz que canção, disponibilizada nas plataformas nesta sexta-feira (3), foi escrita há três anos para exaltar as mulheres Veja Mais

Ator mexicano Alfonso Herrera pede explicações sobre Gretchen após descobrir memes e cantora responde

G1 Pop & Arte 'Preciso de uma explicação. Quem é ela? Os 99,9 % do PIB dos memes', escreveu o ex-RBD. Brasileira agradeceu mensagem e comentou: ‘Sou eu’. Ator mexicano Alfonso Herrera pede explicações sobre Gretchen após descobrir memes e cantora responde Reprodução/Instagram O ator e cantor mexicano Alfonso Herrera acaba de descobrir quem é Gretchen. Nas redes sociais, o ex-integrante da novela mexicana "Rebelde" (2004) quis saber quem era a cantora brasileira após ter acesso aos memes que circulam na internet. "Preciso de uma explicação. Quem é ela? Os 99,9 % do PIB dos memes", escreveu o Alfonso. Initial plugin text A resposta ao cantor veio direto da brasileira: "Sou eu", comentou Gretchen na postagem. Ela também agradeceu a mensagem. Thammy Miranda também deu explicações ao cantor: "Minha mãe". A atriz Klara Castanho também deu informações: "Uma das donas do Brasil". Em seguida, fãs de Gretchen lotaram a timeline de Alfonso com memes da cantora. Initial plugin text Initial plugin text Gretchen é a estrela de campanha contra o assédio Veja Mais

Zeca Camargo assina contrato com a Band após deixar Globo

O Tempo - Diversão - Magazine Apresentador foi convidado para, em um primeiro momento, dirigir um programa, mas deve participar de outros projetos da emissora Veja Mais

Zeca Baleiro canta ícone gay do pop lusitano no álbum 'Canções d'além-mar'

G1 Pop & Arte Veja a capa criada por Elifas Andreato para o disco em que o artista maranhense dá voz a temas de compositores portugueses como António Variações, Vitorino, Jorge Palma, José Afonso, Rui Veloso, José Cid e Fausto Rossi. ♪ Música que expôs a ideologia libertária do cantor e compositor português António Variações (1944 – 1984), ícone gay do universo pop lusitano, Canção de engate foi lançada em 1984, ano da morte do autor, e chegou ao Brasil após 33 anos na voz de Filipe Catto, em gravação de 2017. Três anos depois da primorosa abordagem de Catto, Canção de engate ganha outro registro fonográfico de artista brasileiro e ressurge na voz de Zeca Baleiro. A composição de António Variações é uma das onze músicas portuguesas revividas pelo artista maranhense no álbum, Canções d'além-mar, que Baleiro lança na próxima sexta-feira, 10 de julho, com repertório que expõe recorte afetivo do pop lusitano, sob o crivo do intérprete, para celebrar a produção musical contemporânea de Portugal. A seleção de repertório do álbum Canções d'além-mar abrange período de quase 50 anos que vai de 1960 até 2009, passando por músicas de bandas como Ala dos Namorados e Ornatos Violeta entre standards de compositores como Carlos Tê, Fausto Rossi, Jorge Palma, José Afonso (1929 – 1987), José Cid, Pedro Abrunhosa, Rui Veloso, Sergio Godinho e Vitorino, além do citado António Variações. Capa do álbum 'Canções d'além-mar', de Zeca Baleiro Arte de Elifas Andreato Elifas Andreato assina a arte exposta na capa do disco com alusão aos azulejos portugueses, uma das marcas da arquitetura e cultura de Portugal. Além de Canção de engate (António Variações, 1984), Zeca Baleiro dá voz no disco às músicas Balada de outono (José Afonso, 1960), Menina, estás à janela (Vitorino, 1975), Bairro do amor (Jorge Palma, 1977), Ali está a cidade (Fausto Rossi, 1987), Todo o tempo do mundo (Rui Veloso e Carlos Tê, 1998), Capitão romance (Nuno Prata, Elísio Donas, Manuel Cruz, Miguel Vicente ardoso e Peixe, 1999), Razão de Ser (E valer a pena) (João Gil e João Monge, 2000) e É no silêncio das coisas (José Cid, 2009). Completam o repertório do álbum as canções Tu não sabes (Pedro Abrunhosa, 2002) e Às vezes o amor (Sergio Godinho, 2006), já reveladas por Baleiro em singles editados em janeiro e em junho, respectivamente. Gravado em estúdio na cidade de São Paulo (SP), o álbum Canções d'além mar sai pelo selo de Zeca Baleiro, Saravá Discos, com distribuição digital feita via ONErpm. Veja Mais

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Carro com filhos do cantor Leonardo capota e cai em córrego em Goiás

O Tempo - Diversão - Magazine ‘Proteção de Deus’, declarou o sertanejo, que gravou um vídeo nas redes sociais para contar o ocorrido Veja Mais

Filho de Leonardo cita 'susto' após acidente de carro; cantor agradece apoio e diz que 'está tudo certo'; vídeos

G1 Pop & Arte Matheus e João Guilherme, filhos do cantor, e Leandro, sobrinho, estavam no veículo com um motorista. Parentes deles e famosos, como Cláudia Leitte e César Menotti, publicaram mensagens de gratidão e apoio. Leonardo fala sobre acidente com filhos agradece por ninguém ter se ferido O cantor Leonardo publicou, na madrugada desta quinta-feira (2), um vídeo falando sobre o acidente que os filhos João Guilherme e Matheus Vargas e o sobrinho Leandro sofreram em Goiás na noite anterior. O carro em que eles estavam caiu em um rio. Apesar do susto, ninguém se feriu gravemente. Matheus também publicou um registro falando que o acidente "foi feio" e sobre o "susto" que passou (veja abaixo). "Para felicidade de todos nós, o córrego estava com pouca água. [...] Graças a Deus os caminhoneiros ajudaram eles a saírem de dentro do carro. Só o Leandrinho teve uma dor no pulso, mas está tudo certo. Muito obrigado, meu Brasil, por tudo", disse Leonardo. Filho do cantor Leonardo, Matheus fala que estão todos bem após acidente em Goiás Matheus também fez uma publicação nas redes sociais contando que "está todo mundo bem", mas disse que se impressionou com o "susto" (vídeo abaixo). "Foi um acidente feio, mas graças a Deus e à blindagem do carro, está tudo bem. Desacreditado até agora do susto que a gente passou. Muito obrigada por todas as mensagens. 'Tamo junto'", disse. Leonardo tranquiliza todos após acidente com filhos a caminho de fazenda em Goiás Reprodução/Instagram Carro no rio O carro em que eles estavam capotou e caiu no Rio do Boi. O acidente aconteceu a 40 km de uma fazenda do artista, na tarde de quarta-feira (1º). Um vídeo mostra quando o carro é retirado da água (veja abaixo). Segundo a assessoria de Leonardo, eles seguiam para a propriedade rural, localizada em Jussara, quando aconteceu o acidente. O motorista do carro tentou desviar de uma carreta que estava na pista e capotou. O caminhoneiro ajudou no socorro das vítimas. Os filhos do cantor Matheus e João Guilherme, juntamente com o motorista, foram levados para uma unidade de saúde, mas não apresentaram ferimentos e foram liberados. Carro com filhos do cantor Leonardo cai dentro de rio em Goiás Apoio e gratidão na web Após o acidente, várias pessoas ligadas a Leonardo e à família publicaram mensagens nas redes sociais agradecendo a Deus por todos estarem bem, apesar do acidente. Esposa do cantor, Poliana fez um post falando sobre o fato. Esposa de Leonardo, Poliana posta nas redes sociais uma mensagem de agradecimento Reprodução/Instagram Mãe de João Guilherme, um dos filhos de Leonardo que sofreu o acidente, Naiara Ávila também publicou nas redes sociais uma mensagem de agradecimento por todos que se preocuparam e perguntaram sobre o filho dela. "Graças a Deus, podemos ficar em paz, pois nada aconteceu a nenhum deles", escreveu. Naiara Ávila agradece por filho João Guilherme estar bem apesar de ter sofrido o acidente Reprodução/Instagram Liz Vargas, mãe do Matheus, publicou uma mensagem de gratidão a Deus pelo fato de o filho estar bem, apesar do acidente. Ela também agradeceu a todos que mandaram mensagens preocupados. "Foi um susto daqueles, mas Deus é Pai e a Nossa Senhora Aparecida sempre está com meu menino quando eu não posso protegê-lo", escreveu. Sobrinha de Leonardo e filha do Leandro, Lyandra Mota Costa também falou sobre acidente Filha do cantor Leandro, que fazia dupla com Leonardo, Lyandra Mota Costa também tranquilizou os seguidores que perguntavam pelo estado do irmão dela - Leandrinho - e dos primos. No vídeo, ela contou que ficaram muito preocupados com a gravidade do acidente, mas celebra o fato de todos estarem bem. "Está tudo bem, graças a Deus. Só ficamos um pouco em choque. Desde quando aconteceu eu não consegui parar de agradecer a Deus porque foi um acidente muito grave e foi Deus que protegeu os meninos. Não tem explicação. Eles caíram de uma ponte muito alta", disse. Cláudia Leite, João Bosco e Vinícius, Cesar Menotti, Thiago Brava e vários outros artistas comentaram na publicação do vídeo de Leonardo demonstrando felicidade com a boa notícia de que ninguém se ferira. Famosos comentam em vídeo de Leonardo que mostra filhos e sobrinho bem após acidente Reprodução/Instagram Acidente com Pedro Leonardo Outro filho de Leonardo já havia sofrido um acidente automobilístico bem mais grave, há oito anos. No dia 20 de abril de 2012, o então cantor Pedro Leonardo perdeu o controle de seu carro e capotou na MGC-452, próximo à cidade de Tupaciguara (MG), na divisa com Goiás. Ele foi socorrido pelo Samu e levado a um hospital. Pedro foi colocado em coma induzido por causa da gravidade de seu estado de saúde. Ele teve politraumatismo na cabeça, que resultou em um pequeno edema cerebral. Pedro também fraturou o fêmur esquerdo. João Guilherme e Matheus Vargas, filhos do cantor Leonardo Reprodução/Instagram Após sofrer duas paradas cardíacas, uma delas de seis minutos, Leonardo decidiu pela transferência do filho para o hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A viagem de avião para a capital paulista ocorreu em 24 de abril de 2012. Para a remoção, foi necessário que as doses dos medicamentos que o mantinham sedado fossem aumentadas como medida de segurança. Pedro foi embarcado em um avião com UTI em Goiânia e fez um voo de cerca de uma hora e meia até o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo. No fim da tarde, ele chegou ao Hospital Sírio-Libanês, na região central, e foi encaminhado para a UTI. Ele não sofreu complicações na viagem. Ele foi evoluindo com o tratamento, período em que perdeu 27 kg. Ele recebeu alta quase três meses depois, em 9 de julho do mesmo ano. Carro em que cantor Pedro Leonardo viajava quando se acidentou Polícia Rodoviária Estadual/Divulgação Veja outras notícias da região no G1 Goiás. Veja Mais

Ludmilla recorre ao DJ Will 22 para soltar 'Cobra venenosa'

G1 Pop & Arte Colaborador de hits anteriores como 'Não encosta' e 'Onda diferente', produtor figura no single em que a cantora apresenta funk de letra alusiva à briga com Anitta. ♪ Produtor musical fluminense do município de Duque de Caxias (RJ), cidade natal de Ludmilla, DJ Will 22 estende a parceria com a artista no single Cobra venenosa, próximo lançamento da cantora e compositora. Programado para sexta-feira, 3 de julho, o single Cobra venenosa teve a capa revelada por Ludmilla em redes sociais e, nela, está estampada, como colaborador da faixa, o nome do DJ e produtor ligado ao universo do funk. A cantora recorreu a Will 22 para soltar Cobra venenosa, inédito funk em que Ludmilla alude na letra às brigas públicas com Anitta. Autor de remix proibidão de Cheguei (Wallace Vianna e André Vieira, 2016), música do segundo álbum da cantora reciclada pelo DJ em 2017, Will 22 virou parceiro e convidado de Ludmilla no single Não encosta, de 2018, ano em que o DJ fortaleceu a conexão com a cantora. Desse ano em diante, Will 22 ajudou a produzir sucessos como Onda diferente (2019), ironicamente a música composta por Ludmilla que desencadeou a briga da cantora com Anitta por direitos autorais, já que, além do rapper norte-americano Snoop Dogg, Anitta também foi creditada como autora da composição, supostamente à revelia de Ludmilla. Funk cujo refrão encadeia versos explosivos (“Eu disse limpa, limpa / Antes que caia dentro / Do cantinho da boca / Escorrendo o seu veneno”), Cobra venenosa parece chegar ao mercado fonográfico para pôr mais lenha nessa fogueira de vaidades. Veja Mais

José-Itamar de Freitas, ex-diretor do Fantástico, morre no Rio

G1 Pop & Arte Ele tinha 85 anos e estava internado desde o dia 21 de maio. Segundo parentes, ele teve complicações decorrentes da Covid-19. José-Itamar de Freitas Memória Globo José-Itamar de Freitas, ex-diretor do programa Fantástico, morreu no Rio nesta quarta-feira (1°). Ele tinha 85 anos e estava internado no Hospital São Lucas, na Zona Sul do Rio, desde o dia 21 de maio. Ele teve complicações devido à Covid-19, segundo parentes. Memória Globo: veja entrevista de Zé-Itamar a Glória Maria Nos anos 1980, sob a direção de José-Itamar de Freitas, o Fantástico era um programa mais voltado para variedades e música. Por muitos anos, o nome dele se confundiu com o "show da vida". José-Itamar de Freitas, ex-diretor do Fantástico, morre no Rio Sob o seu comando, o programa se tornou a principal vitrine da canção brasileira e de atrações internacionais no Brasil, com a exibição de videoclipes exclusivos todos os domingos. Foram 16 anos de uma parceria vitoriosa, quase sempre na direção geral do programa. “Quando você passa 16 anos num programa, tudo te marca. Acabou sendo a minha vida. Um amor enorme, convivência, amizade, tudo. Eu olho o Fantástico como sendo da família", disse Zé-Itamar, como era chamado, em entrevista à jornalista Glória Maria para os 30 anos do Fantástico, em 2003. José-Itamar de Freitas classificava as reportagens apresentadas todos os domingos como “um meio-termo entre o Globo Repórter e os telejornais diários”. Para ele, era importante aliar a capacidade de emocionar com a informação precisa. José-Itamar deixou a direção-geral do programa, em junho de 1991, para ser o diretor de reportagens da Central Globo de Jornalismo. Entrevista - José-Itamar de Freitas: trajetória no Fantástico Veja Mais

Suzanne Riediger acusa ex-namorado Fred Elboni de agressão; Escritor pede desculpas

G1 Pop & Arte Segundo influenciadora, ela foi acordada durante a noite com chutes pelo ex-namorado, que teria tentado jogá-la pela janela do quarto em que estavam. Escritor diz que não se lembra do que ocorreu. Suzanne Riediger acusa ex-namorado Fred Elboni de agressão; Escritor pede desculpas Reprodução/Instagram/Suzanne Riediger/Fred Elboni A influenciadora Suzanne Riediger acusou o ex-namorado, o escritor Fred Elboni, de agressão em uma publicação em suas redes sociais nesta terça (30). Segundo Reidiger, ele a agrediu fisicamente e tentou jogá-la da janela do prédio em que estavam. Em resposta, o escritor disse que não se lembra do que aconteceu, mas que “está se criando uma imagem de algo que não foi”. Em um vídeo, ela relatou que agressão aconteceu durante a noite. Suzanne não especificou quando o caso relatado ocorreu. Segundo Elboni, foi durante carnaval de 2017. “Dormi e, do nada, não sei se a pessoa sonhou, o que aconteceu, mas a pessoa acordou me chutando pra fora da cama. Eu saí correndo do quarto, fui pra sala. E a pessoa me pegava, me jogava pra cá e pra lá e eu correndo", disse ela. “Até que consegui ir pro banheiro. Queria me trancar no banheiro, mas ele chegou atrás de mim e me puxou, o objetivo dele era me jogar da janela. Deixou os meus braços todos machucados. Ele me chamou de todos os nomes e queria me jogar da janela. A janela estava aberta. Consegui me trancar no outro quarto da suíte”, contou. Como resposta às acusações, o escritor publicou um vídeo no qual diz que não se lembra do que aconteceu e que ex-namorada não tinha falado sobre a tentativa de jogá-la do prédio em que estavam. “Naquele dia, eu bebi, ela bebeu, voltamos pra casa um pouco mais cedo. Não houve discussão e dormimos. Acordei no outro dia de manhã. Ela fala que eu tinha apertado o braço dela durante a noite, chacoalhado e eu fiquei assustado porque eu não lembrava, como qualquer pessoa ficaria." Em seus relatos, os dois dizem que procuraram terapia após o final da viagem para tentar entender o que havia acontecido. Segundo Suzanne, o "psicólogo disse que ele estava muito estressado, bebeu, algo ativou no cérebro e precisava descontar em algo". Elboni diz que a influenciadora não havia mencionado a tentativa de jogá-la do prédio nem diretamente para ele e nem durante as sessões. “Isso nunca foi falado em terapia, nunca foi falado pra mim, eu soube como todo mundo, foi uma surpresa. Eu estava com uma imagem que te chacoalhei durante a noite e e repente eu tentei te jogar do prédio. Então acaba se criando uma imagem de algo que não foi”, disse ele. Ele também usou o vídeo para pedir desculpas à ex. "Te peço desculpa, achei que a gente tivesse resolvido juntos". Suzanne disse em suas redes sociais que o ex-namorado mentiu em seu pedido de desculpas. O G1 entrou em contato com Suzanne Riediger e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem. Veja Mais

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Shows drive-in têm buzinas no lugar de aplausos, estranhamento de artistas e cachês mais baixos

G1 Pop & Arte Ivo Meirelles, Leo Chaves e Jota Quest comentam formato de shows com carros na plateia. Veja agenda de eventos e quais artistas não aprovam. Médicos explicam riscos. Jota Quest se apresenta no Arena Sessions, evento com shows drive-in em São Paulo Divulgação Em vez de palmas e gritos, o som das buzinas e o piscar dos faróis estão dominando as plateias dos primeiros shows no Brasil após a pandemia da Covid-19. No mês passado, Ivo Meirelles, Jota Quest e Leo Chaves se apresentaram para plateias cheias... de carros. Belo, Roupa Nova, Nando Reis, Anavitória e Turma do Pagode também têm shows no formato drive-in agendados para as próximas semanas (veja agenda no fim da reportagem). O projeto com mais shows marcados é o Arena Sessions, com eventos variados e apresentações musicais no Allianz Parque, em São Paulo. A capacidade é de 285 carros, com 130 na área vip. Mesmo com preço de até R$ 550 por carro, os ingressos sempre se esgotam. Leo Chaves faz show drive-in em Santa Catarina Mas antes de o estádio do Palmeiras virar o maior espaço deste "novo" tipo de show, outros artistas já tinham se aventurado em junho. Ivo Meirelles se apresentou no espaço Arena Estaiada, perto da ponte de mesmo nome, em São Paulo, no dia 25. "Quando você entra no palco, não tem aplauso e nem buzina tem. Tem um estranhamento ali", diz o cantor ao G1. "Depois da segunda, terceira música, segue normal, com todo mundo já entendendo. Mas subir ao palco foi bem estranho." Ivo Meirelles durante show no formato drive-in em São Paulo Divulgação/Specio Histórias Em Imagens/Murilo Nascimento Aos artistas que ainda vão se aventurar pelo esquema drive-in, o sambista dá uma dica: "Tem que se concentrar no show. Cada carro tem uma, duas, três pessoas vendo. Então, tem que fazer o show imaginando o semblante das pessoas nos faróis. Tem que estar focado nisso para não se perder." Quanto vale o show? O formato não é mais o mesmo, e o cachê também não. O cantor garante que nestes tempos de crise "todo mundo tem que se flexibilizar em relação a cachê". "A flexibilização é geral. Está todo mundo perdendo alguma coisa: os artistas, os músicos, a plateia que vai de carro. O motorista não pode beber. Você não pode ir de Uber ou de táxi, então tem sempre alguém se sacrificando", diz Ivo Meirelles. Doreni Caramori, presidente da Associação Brasileira de Promotores de Eventos (ABRAPE), diz que é natural que exista uma adaptação na parte econômica com essa "nova realidade" do drive-in. "O produtor não vai ter a mesma margem, a pessoa que aluga equipamentos não vai ter a mesma remuneração e os fornecedores como um todo vão ter que se adaptar. Vão ter que criar modelos diferentes, mais do que uma sessão, custos mais enxutos. Alguns não vão topar nessa condição. É mais uma alternativa de negócio", explica Caramori. Mercado de shows pode quebrar com o coronavírus? Produtores pedem que fãs não peçam reembolso de ingressos Com menos ingressos disponíveis, a tendência é que seja mais difícil para produtores "fecharem a conta". Eventos drive-in podem se tornar dependentes de patrocínios para dar conta dos gastos com artistas do primeiro time e com a estrutura. "Em um formato novo, não só se espera valores diferentes dos praticados, como também, a aposta de novos 'players' como marcas", analisa Guilherme Marconi, diretor da produtora Diverti. Leo Chaves faz show drive-in em Santa Catarina Divulgação Leo Chaves, que formava dupla com o irmão Victor, cantou para carros e motoristas no dia 20 de junho. Foi no estacionamento da Arena Petry, em São José, cidade a 6 km de Florianópolis. O sertanejo diz ter ficado tenso antes de se apresentar para 250 carros (com até 3 pessoas por veículo). "Tinha notícia de que muitos artistas não quiseram fazer. Obviamente que se trata de um risco quando se vai fazer um evento desse", explica Leo ao G1. "Até porque ninguém conhece os moldes, é uma coisa que vai sendo adaptada. Mas quando nós subimos ao palco e vimos a quantidade de carros, as pessoas colocando os braços para fora, muita gente saindo pelo teto solar, levantando, curtindo, aquilo foi meio que um alento pra um artista que está há muito tempo sem contato com o público, sem expressar sua arte no palco." Leo sentiu falta do grito da plateia. "É um combustível. No drive-in, você não consegue perceber isso fora os momentos em que você está no intervalo. Aí você consegue ouvir gritos isolados. Não é um grito de multidão. Mas é um formato diferente e a gente sempre quer inovação." Jota Quest faz show no evento Arena Sessions, no formato drive-in, em São Paulo Divulgação Em sua primeira apresentação após mais de 100 dias longe dos palcos, o Jota Quest tocou para carros no estádio do Palmeiras. "Muito mais legal do que eu podia imaginar. A gente vive dessa energia. Pela primeira vez na vida eu gostei de um buzinaço", disse Rogério Flausino, em entrevista ao programa "Encontro com Fátima Bernardes". "Te lembra trânsito lotado, aquela confusão, estresse, aqui não... foi o contrário, quando foi o primeiro, eu falei: 'é isso aí, galera, continua'." Em qualquer desses shows, estar dentro do carro não anula os cuidados básicos para a prevenção do coronavírus. É preciso usar máscara e higienizar as mãos com álcool gel. A equipe do estádio usa bastões luminosos, como nos cinemas drive-in, para orientar os carros e indicar onde há vagas. Há pequenas caixas de som ao lado de cada vaga. Para ir ao banheiro, tem que se comunicar com a equipe do evento, por celular. Também é possível usar o telefone para pedir comidas e bebidas. Também deve ser levada em conta a estrutura para um evento de cerca de mil pessoas. Há outros profissionais envolvidos na produção, da parte de prestação de serviços (segurança, limpeza, produção, vendas) e da estrutura do show (equipe técnica, banda). Por conta disso, há artistas que não se empolgaram tanto com o formato drive-in. É o caso de Manu Gavassi. Ela era uma das atrações do Arena Sessions, mas desistiu e divulgou um comunicado cancelando o show. "Esse festival em formato drive-in no Allianz Park foi marcado tempos atrás quando tínhamos a esperança das coisas melhorarem até julho. O que não foi o caso, as coisas só pioraram", explicou Manu. "Então mesmo com todas as medidas de segurança não estou confortável de fazer a minha apresentação e estou saindo do festival. Obrigada por serem sempre tão compreensivos e transparentes comigo. Estamos juntos nesse processo de evolução." E fora do Brasil? No Brasil, eventos desse tipo com atrações mais conhecidas começaram em junho. Na Europa, o formato vem sendo testado para apresentações musicais desde maio. Dinamarca, Noruega e Alemanha foram pioneiros nos shows no estilo drive-in. Nos Estados Unidos, a produtora Live Nation anunciou o projeto Live From the Drive-In, que começa neste mês. O nome mais conhecido no line-up, mais voltado ao country, é o do rapper Nelly. Na versão britânica, a banda Kaiser Chiefs e os rappers The Streets e Dizzee Rascal estão escalados. O que mais chama atenção no projeto, porém, é a possibilidade de poder ter um espaço para curtir o show ao lado do carro. Seria uma boa opção para o mercado brasileiro quando a pandemia estiver mais controlada. Ilustração mostra a estrutura do Live From the Drive-In, projeto da produtora Live Nation, que acontece nos Estados Unidos em julho Divulgação/Live Nation Esse novo formato, com os fãs encarando a banda de fora dos carros, seria ideal para nomes importantes do rock pesado que não pretendem "tocar para carros". "É a coisa mais imbecil que eu já vi na vida", disse Robb Flynn, do Machine Head, para a revista "Kerrang". "Não serve para o metal... Eu só entendo que estejam fazendo isso porque as pessoas estão desesperadas", ponderou Schmier, do Destruction, ao site Metal Voice. Cantor dinamarquês inova ao fazer show em um drive-in durante a quarentena O que dizem os médicos? O G1 ouviu três médicos epidemiologistas para entender se a reunião de tantas pessoas, mesmo dentro de carros, pode causar a transmissão do vírus. A resposta não é tão simples e nem consensual. Os especialistas defendem que apenas pessoas que dividam a mesma casa podem estar no mesmo carro. Não é recomendável abrigar amigos, conhecidos ou parentes que não morem na mesma casa. Para Leonardo Weissmann, médico consultor da Sociedade Brasileira de Epidemiologia, drive-ins não são indicados para os países que têm registrado aumento nos casos do coronavírus. Mas mesmo em países que já tenham passado pelo pico de contágio é recomendado o distanciamento social, defende. Cantor dinamarquês Mads Langer faz show em drive-in durante pandemia de coronavírus Divulgação É muito difícil que o vírus passe pelo ar de um carro para outro, diz Oliver Nascimento, médico e professor da disciplina de pneumologia da escola paulista de medicina da Universidade Federal de São Paulo. “Mas dentro do carro, a distância mínima não é cumprida. Se uma pessoa estiver fora do carro, vendendo comida ou oferecendo outros serviços, já oferece risco”, explica ele. André Ribas, epidemiologista da Faculdade São Leopoldo Mandic, diz que não vê problemas neste tipo de evento. “Se os carros mantiverem um espaço pequeno do vidro aberto, para que haja circulação de ar, as eventuais partículas de aerossol não conseguem entrar.” No Semana Pop, relembre clássicos do cinema com momentos em drive-ins Onde ver os shows drive-in Arena Sessions (São Paulo) Allianz Parque - Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca, São Paulo Capacidade: 285 carros Ingressos de R$ 250 a R$ 550 (por carro) pelo site Sympla Turma do Pagode: 3 de julho (sexta) Patati Patatá: 11 de julho (sábado) e 12 de julho (domingo) Marcelo D2: 11 de julho (sábado) Anavitória: 17 de julho (sexta) Nando Reis: 19 de julho (domingo) O público deverá seguir regras durante a apresentação: Todas as pessoas devem usar máscaras mesmo dentro do carro; Todos terão a temperatura aferida no acesso e só serão liberadas apenas pessoas com temperatura inferior à 37,5º; Carros ficaram estacionados a uma distância de 2 metros do outro; É obrigatório que todos permaneçam dentro do veículo; Janelas podem ficar abertas, mas o público não pode colocar braços, cabeça ou qualquer outra parte do corpo para fora. Espaço Hall (Rio) Av Ayrton Senna, 5850, Rio de Janeiro Roupa nova: 10 de julho (sexta-feira), às 21h Belo: 11 de julho (sábado), às 21h Capacidade de veículos: 400 carros Ingressos de R$ 200 a R$ 200 por carro pelo site Ingresso Rápido Poa Festival (Porto Alegre) Estacionamento da EPTC, ao lado do Estádio Beira-Rio Maurício Manieri: 4 de julho (sábado), às 20h Duca Leindecker: 5 de julho (domingo), às 19h Ingressos: a partir de R$ 100 por carro pelo site Ingresso Rápido Veja Mais

Lives de hoje: Sepultura, Lô Borges, Teresa Cristina e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda de lives desta quarta-feira (1º). Sepultura Marcos Hermes / Divulgação Sepultura, Lô Borges e Teresa Cristina estão com lives programadas nesta quarta-feira (1º). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja as lives desta quarta: Jessie Ware (pago) - 15h - Link Sepultura - 16h15 - Link Julia Holter - 17h - Link Lô Borges (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Carne Doce (Cultura em Casa) - 21h30 - Link Teresa Cristina - 22h - Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

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