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G1 Ouviu #67 Funk global? Batidão brasileiro quer ganhar o mundo

G1 Pop & Arte MC Zaac visita estúdio do G1 para falar de carreira internacional. Podcast analisa se funk tem força para virar o novo reggaeton e relembra hits do estilo que foram além do Brasil. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Rapper Edgar idealiza álbum 'Ultraleve' com discurso menos apocalíptico

G1 Pop & Arte Edgar Pereira da Silva soou como um profeta do apocalipse em Ultrassom (2018), álbum lançado por esse artista paulista no ano passado no embalo da projeção nacional obtida ao ser convidado por Elza Soares para inserir rap em uma das músicas mais contundentes, Exu nas escolas (Kiko Dinucci), do penúltimo disco da cantora carioca, Deus é mulher (2018). Edgar – como o rapper se apresenta artisticamente – ainda está em cena com o show baseado no álbum Ultrassom, mas já vem arquitetando ao longo deste ano de 2019 o sucessor desse disco produzido por Pupillo Oliveira. O álbum se chama Ultraleve por ser idealizado como o segundo título de trilogia iniciada com Ultrassom. A intenção do rapper é adotar discurso menos apocalíptico ao versar sobre temas como religião neste próximo disco. O álbum Ultraleve tem lançamento programado para 2020. Veja Mais

CCXP 2019 encerra com Gal Gadot, Ryan Reynolds e 'La casa de papel' neste domingo; veja destaques

G1 Pop & Arte Atriz se reúne com diretora Patty Jenkins para falar sobre 'Mulher-Maravilha 1984' no último painel do evento de cultura pop. Gal Gadot é a 'Mulher Maravilha' Divulgação Gal Gadot e a diretora de "Mulher-Maravilha 1984", Patty Jenkins, serão as responsáveis pelo encerramento do auditório principal da Comic Con Experience 2019 neste domingo (8). A CCXP acontece até o domingo (8) no São Paulo Expo, mas todos os ingressos já estão esgotados. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal Além do painel sobre o filme da heroína, o quarto e último dia do evento de cultura pop ainda terá apresentação com parte dos elencos de "La casa de papel" e de "Esquadrão 6", com presença de Ryan Reynolds ("Deadpool"). CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja programação deste domingo no auditório Cinemark, o principal do evento: 11h - Batman 80 anos - "The Dark Knight Returns: The Golden Child" - com Frank Miller, Rafael Grampá, Silenn Thomas, Justin Townsend 12h - Netflix - com parte dos elencos de "La casa de papel" e de "Esquadrão 6", com Ryan Reynolds 15h - HBO - com parte do elenco de "His Dark Materials" 16h30 - Warner Bros. 2020 17h30 - Warner Bros. apresenta: "Mulher-Maravilha 1984" - com Gal Gadot , Patty Jenkins CCXP 2019 Horários: das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

Antonio Carlos Jobim está eternizado como símbolo de um Brasil de amor em paz

G1 Pop & Arte Morto há exatos 25 anos, compositor ainda justifica o uso do adjetivo-clichê soberano para caracterizar obra pautada pela leveza. Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) se eternizou ao morrer há exatos 25 anos. Inclusive por ser inesperada, a saída de cena do compositor, arranjador, pianista e cantor carioca fez o Brasil sair do tom. Do tom maior de um cancioneiro que, 25 anos depois, ainda justifica o uso do adjetivo-clichê soberano para caracterizar compositor que criou dezenas de melodias cristalizadas entre as mais belas do Brasil de todos os tempos. Há quem considere Jobim o maior compositor do mundo e há quem sustente que Frank Sinatra (1915 – 1998) também pensava assim. Devia ser verdade, pois o referencial cantor norte-americano do século XX aceitou gravar e assinar disco com Jobim em 1967, quando o mundo já havia descoberto a beleza da obra do compositor em versões em inglês que quase nunca contentaram o criador da música. Artista repleto de humanidade, transparente na obra legada a esse mundo, Tom Jobim era de carne e osso. Tanto que, aos 67 anos, não resistiu à parada cardíaca sofrida em hospital de Nova York (EUA) quando se recuperava de aparentemente bem-sucedida operação para extração de tumor na bexiga. Se o criador era humano, a criação parece obra de outra dimensão. Esse cancioneiro simboliza a concretização da utopia de um Brasil de amor em paz. Um Brasil moderno como a Bossa Nova, revolução de 1958 do qual Jobim foi contribuinte fundamental, como compositor, sem nunca deixar de ter extrapolado o universo musical dessa bossa para sempre nova. Tom Jobim resiste como o maior compositor do Brasil Acervo TV Globo Jobim foi mestre da canção, caiu no samba com maestria – sem tanta influência do jazz como se pensa, embora tenha bebido da rica fonte da música norte-americana – e parecia sempre à beira da criação de uma sinfonia, tamanho o gosto do artista pela música dita erudita. A rigor, Jobim foi imenso no terreno da canção popular. Tão imenso que é impossível dimensionar a importância e a beleza da obra que construiu desde os anos 1950, bafejado pelos ventos de modernidade que sopraram forte na música brasileira daquela década. Jobim era sobretudo excepcional melodista. Mas Samba do avião (1960), Wave (1967) e Águas de março (1972) estão aí para provar que, se Jobim quisesse abrir mão de parceiros letristas igualmente excepcionais como Vinicius de Moraes (1913 – 1980) e Chico Buarque, o cancioneiro permaneceria soberano, imaculado, com a leveza característica do compositor. Sim, a música de Jobim sempre deixou o Brasil mais leve, mesmo quando Vinicius pesava a mão nos versos das canções de (des)amor demais e mesmo quando os anos de chumbo começaram a sufocar o país partir de 1964. O Brasil amou em paz com Tom, dentro do Tom. E, por isso mesmo, o Brasil e o mundo precisam cada vez mais da música do eterno Antonio Carlos Jobim, emblema de um planeta pacificado e amoroso. Veja Mais

Movimentos sociais de suporte às mulheres impulsionam o feminismo nas telas

O Tempo - Diversão - Magazine 'O Escândalo' e 'The Morning Show' chegam após o #MeToo com uma mudança de foco em retratos de violência contra a mulher; até 'Grey's Anatomy' abordou a sororidade Veja Mais

Últimos dias

Fãs lotam Parque Madureira para show de Anitta

G1 Pop & Arte Multidão começou a chegar mais de 7 horas antes do show. Cantora se emocionou durante apresentação. Fãs de Anitta lotam Parque Madureira Reprodução/Twitter Claro Brasil Fãs da cantora Anitta lotaram o Parque Madureira, na Zona Norte do Rio, para um show gratuito neste sábado (7). O evento 'Anitta Made in Honório' contou com esquema especial de trânsito e segurança desde as 10h. Os primeiros fãs começaram a chegar ainda mais cedo, apesar da apresentação ter sido marcada para 19h. À noite, o trânsito era intenso na Rua Carolina Lopes e Rua João Vicente, segundo o Centro de Operações da Prefeitura. Durante a apresentação, a artista, que já viveu em Honório Gurgel, também na Zona Norte do Rio, se emocionou e cantou sucessos antigos, como 'Proposta' e novos, como 'Some que ele vem atrás'. Anitta se emociona durante apresentação em Madureira Reprodução/Twitter Claro Passarelas lotadas 7 horas antes do show de Anitta no Parque Madureira Reprodução/Redes Sociai Fãs chegam ao Parque de Madureira para o show de Anitta Reprodução/TV Globo Agente da Prefeitura orienta o trânsito em Madureira Reprodução/TV Globo Fã de Anitta chega para o show da cantora no Parque Madureira Reprodução/TV Globo Fã chega para show de Anitta no Parque MAdureira Reprodução/TV Globo Anitta se apresenta no Parque Madureira Reprodução/Twitter Claro Brasil Veja Mais

Secretaria do Simples diz que vai propor revogação de medida que excluiu categorias do MEI

G1 Pop & Arte Resolução, assinada por presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, gerou reação da classe artística, atingida pela medida, e de políticos. A Secretaria-Executiva do Simples Nacional informou neste sábado (7) que vai propor a revogação da resolução que excluiu da categoria de microempreendedor individual (MEI) pelo menos 26 ocupações e atividades, a maior parte delas profissões da área artística e cultural. O anúncio da secretaria ocorreu depois da repercussão negativa da decisão, em especial no meio artístico (leia mais abaixo nesta reportagem). Publicada na edição desta sexta-feira (6) do "Diário Oficial da União", a é assinada por José Barroso Tostes Neto, presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, e valerá a partir de 1º de janeiro de 2020. Mais tarde neste sábado, o presidente Jair Bolsonaro informou, por meio de rede social, que foi dele a determinação de propor ao Comitê Gestor do Simples Nacional a revogação da medida. "Determinei que seja enviada ao Comitê Gestor do Simples Nacional a proposta de REVOGAÇÃO da resolução que aprova revisão de uma série de atividades do MEI e que resultou na exclusão de algumas atividades do regime", informou Bolsonaro. Em outra postagem, o presidente destacou que o comitê é formado por quatro representantes da União (da Receita Federal), dois dos estados e outros 2 dos Municípios. Publicada na edição desta sexta-feira (6) do "Diário Oficial da União", a é assinada por José Barroso Tostes Neto, presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, e valerá a partir de 1º de janeiro de 2020. Ao serem excluídas do MEI, as ocupações e atividades deixam de se beneficiar dessa condição para recolher o Simples Nacional, cuja tributação é menor que a das médias e grandes empresas. Os profissionais também perdem a isenção de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Repercussão A resolução provocou reações no meio cultural e político. Artistas se manifestaram em redes sociais contra a medida. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse por meio de rede social que recebeu telefonema do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que está em Madri, na COP-25. Segundo Maia, Alcolumbre afirmou que pautará na terça-feira (10) um projeto de decreto legislativo para revogar a resolução do governo. "A Câmara seguirá o Senado e votará no dia seguinte. Essa é uma decisão que não faz sentido. A cultura é a alma da nossa democracia", afirmou Maia. "Criminoso excluir atividades artísticas e culturais do MEI. Empurra mais gente ainda p/ 1 lugar obscuro sem chance d emancipação econômica baseada em seus maiores talentos", escreveu o cantor e compositor Emicida. Para o músico Lucas Silveira, da banda Fresno, trata-se de "mais uma bordoada dolorida desse governo que odeia a arte e os artistas". Segundo ele, "isso é retaliação pura contra um segmento majoritariamente contrário ao governo". Veja Mais

Zé Renato dá voz à 'triste beleza' do samba de Paulinho da Viola

G1 Pop & Arte Cantor alinha pérolas raras do compositor no álbum 'O amor é um segredo', gravado no Recife (PE) com Lula Queiroga e Tostão Queiroga. Quase dois anos após apresentar vigoroso álbum autoral de músicas inéditas, Bebedouro, lançado em janeiro de 2018, Zé Renato volta a se exercitar como refinado intérprete de obras alheias. Com a experiência de quem se elevou como intérprete ao celebrar o repertório do cantor Silvio Caldas (1908 – 1998) no álbum Arranha-céu (1994), reavivou o samba de Zé Kétti (1921 – 1999) no disco Natural do Rio de Janeiro (1996) e entrelaçou os cancioneiros de Chico Buarque e Noel Rosa (1910 – 1937) no álbum Filosofia (2001), o afinado cantor capixaba de vivência carioca dá voz à "triste beleza" da obra do compositor carioca Paulinho da Viola. Zé Renato alinha nove músicas de Paulinho da Viola em disco, O amor é um segredo – Zé Renato canta Paulinho da Viola, gravado de forma independente no Recife (PE), e programado para ser lançado na próxima sexta-feira, 13 de dezembro. Com a palavra, o intérprete: "Na triste beleza dos sambas, percebe-se o traço requintado que permeia toda a obra de Paulinho, onde situações amorosas são descritas quase como um relato onde o intérprete não tem escolha. Ou seja, o único jeito é entregar-se sem resistência e deixar-se levar pela tristeza. E assim deixei. Paulinho é um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos. Faz tempo que suas músicas ajudam a embelezar o repertório de inúmeros intérpretes. E agora, modestamente, chegou a minha vez", celebra Zé Renato. Zé Renato e Lula Queiroga em estúdio na gravação do disco 'O amor é um segredo' Leandro Alves / Divulgação Com edição em CD garantida pela Mills Records, também responsável pela edição digital, o álbum O amor é um segredo foi gravado em um único dia do mês de setembro deste ano de 2019. Nesse dia, o cantor entrou no estúdio LuniÁudio, no Recife (PE), com Lula Queiroga e Tostão Queiroga, coprodutores do disco gravado com produção musical orquestrada pelo próprio Zé Renato. Zé Renato canta Paulinho da Viola em tom minimalista, com arranjos que evidenciam a voz e o violão do artista em harmonia com a percussão de Tostão Queiroga, presente em seis das nove faixas do álbum. Com exceção de Para um amor no Recife (1971), de Minhas madrugadas (1965) – parceria de Paulinho com Candeia (1935 – 1978) lançada em disco na voz de Elizeth Cardoso (1920 – 1990) – e de Só o tempo (1982), de cuja letra foi extraído o título O amor é um segredo, o repertório do álbum apresenta pérolas raras pescadas no rico baú do compositor, algumas até então gravadas somente pelo próprio Paulinho. Zé Renato ilumina Lua (1981) com o sopro do sax barítono do maestro Spok, descobre Um caso perdido (1989), traz à tona Cidade submersa (1973) com o toque do trompete surdina de Fabinho Costa, remói Sofrer (Paulinho da Viola e José Carlos Capinam, 1978), recorda Vida (Paulinho da Viola e Elton Medeiros, 1975) e lembra Foi demais (Paulinho da Viola e Mauro Duarte, 1979). Zé Renato em estúdio Leandro Alves / Divulgação Cabe lembrar que, embora Paulinho da Viola seja um dos mais inspirados compositores do Brasil, poucos cantores dedicaram discos ao cancioneiro do compositor. Gal Costa cogitou gravar um nos anos 1990, mas o projeto não foi adiante por questões pessoais. Leila Pinheiro também pensou em projeto similar sem concretizar a ideia do álbum. Quem não disse que ia fazer, mas fez, foi a então iniciante cantora carioca Teresa Cristina, que, contratada pela gravadora Deck, aceitou a sugestão de João Augusto de estrear no mercado fonográfico com o songbook duplo A música de Paulinho da Viola, lançado em 2002, dois anos após Célia (1947 – 2017) ter cantado o compositor com Zé Luiz Mazziotti no disco Pra fugir da saudade (2000). Em 2016, a cantora Masé Sant'Anna passeou pela obra de Paulinho da Viola no álbum Um samba para o infinito. Agora chegou a vez de Zé Renato. Veja Mais

CCXP 2019 tem elenco de 'Star Wars', Kevin Feige e 'Frozen 2' neste sábado; veja destaques

G1 Pop & Arte Terceiro dia do evento de cultura terá painéis com John Boyega, Daisy Ridley, Oscar Isaac, J. J. Abrams, presidente dos estúdios Marvel e pré-estreia de animação da Disney. Keri Russell, Oscar Isaac, Daisy Ridley e John Boyega em cena de 'Star Wars: A ascensão Skywalker' Divulgação/Lucasfilm A Comic Con Experience 2019 faz um dia dedicado ao império da Disney neste sábado (7). De Pixar a "Star Wars" e Marvel, quase todas as áreas da gigante têm um painel especial neste terceiro dia de evento. A CCXP acontece até o domingo (8) no São Paulo Expo, mas todos os ingressos já estão esgotados. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal O dia no auditório principal começa com uma pré-estreia de "Frozen 2", nova animação do estúdio, e uma apresentação de um dos diretores e um dos produtores. Depois de painéis sobre produções da Pixar e da Fox e até sobre um dos parques da empresa, o presidente dos estúdios Marvel, Kevin Feige, fala sobre o futuro da editora nos cinemas. Encerrando o dia, os atores Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega, o diretor J. J. Abrams e a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, falam sobre "Star Wars: A ascensão Skywalker". CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja programação deste sábado no auditório Cinemark, o principal do evento: 10h - "Frozen 2" - Pré-estreia especial 12h - "Frozen 2" - De volta a Arendelle 12h30 - Pixar - "Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica" 13h30 - Disney Parks - Star Wars: Galaxy's Edge 14h15 - "Um Espião Animal" 15h - "Free Guy - Assumindo o Controle" - com Ryan Reynolds, Joe Kerry, Shawn Levy 16h - Marvel Studios - com Kevin Feige 17h - "Star Wars" - com Daisy Ridley, J.J. Abrams, John Boyega, Oscar Isaac, Kathleen Kennedy CCXP 2019 Quando: 5 a 8 de dezembro Horários: Sábado das 11h às 21h e domingo das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

Antologia poética traz versos sobre a resistência e a liberdade feminina

O Tempo - Diversão - Magazine Com tom político em poemas e ilustrações, “Quem Dera o Sangue Fosse Só o da Menstruação” será lançado neste sábado em Belo Horizonte Veja Mais

Turnê de Sandy e Junior teve a segunda maior bilheteria por show em 2019, diz agência

G1 Pop & Arte Levantamento da Pollstar, empresa especializada no mercado de shows, mostra que dupla só ficou atrás de Elton John e superou Post Malone, Ariana Grande e Guns N' Roses. Turnê "Nossa História", da dupla Sandy e Junior, foi a segunda mais lucrativa do mundo em 2019, segundo ranking mundial Fábio Tito/G1 A turnê de Sandy e Júnior teve a segunda maior bilheteria por show em 2019, segundo levantamento publicado pela Pollstar, empresa especializada no mercado de shows. Segundo o ranking divulgado nesta quinta-feira (5), a dupla teve bilheteria de US$ 2,26 milhões por shows (cerca de R$ 9,36 milhões). O número leva em conta a renda total média por apresentação. Sandy e Júnior ficaram atrás apenas de Elton John. "Nossa História" marcou o reencontro dos irmãos no palco para comemorar 30 anos carreira em 16 shows no Brasil, um nos Estados Unidos e outro em Portugal. Sandy e Junior, o legado: top 10 repassa 30 anos de carreira O Top 20 Gobal de Turnês é um ranking que mostra a média de bilheteria por show e também o preço médio dos ingressos. A lista da Pollstar é baseada em informações que, segundo a empresa, são fornecidas pelos produtores das turnês e pelos donos de ginásios e estádios. Procurada pelo G1, a assessoria da Live Nation, produtora da turnê, não quis confirmar as cifras divulgadas no ranking. Ranking da Pollstar (bilheteira média; preço médio de ingresso) Elton John: U$ 2.870.863; U$ 130,86. Sandy & Junior: U$ 2.260.403; U$ 54,38. Phil Collins: U$ 2.145.965; U$ 144,69. Guns N’ Roses; U$ 2.003.111; U$ 127,13. Muse; U$ 1.921.982; U$ 85,11. Post Malone; U$ 1.913.809; U$ 116,49. Ariana Grande; U$ 1.869.662; U$ 93,54. Jonas Brothers; U$ 1.700.530; U$ 104,72. Hugh Jackman; U$ 1.691.200; U$ 83,50. Tool; U$ 1.528.054; U$ 103,77. Cher; U$ 1.485.624; U$ 127,42. Eric Church; U$ 1.471.468; U$ 85,74. John Mayer; U$ 1.427.545; U$ 95,41. Iron Maiden; U$ 1.302.161; U$ 63,86. Michael Bublé; U$ 1.297.724; U$ 111,91. Little Mix; U$ 1.274.903; U$ 58,85. Bob Seger & The Silver Bullet Band; U$ 1.250.039; U$ 117,47. Zac Brown Band; U$ 1.241.128; U$ 60,24. Backstreet Boys; U$ 1.234.347; U$ 98,73. Florida Georgia Line; U$ 1.219.752; U$ 68,38. Veja Mais

'Turma da Mônica: Lições', 2º filme baseado nos quadrinhos, vai estrear em dezembro de 2020

G1 Pop & Arte Data foi anunciada em painel na Comic Con Experience, em São Paulo, nesta sexta-feira (6). Os interessados também poderão assistir alguns filmes, como o 'Turma da Mônica – Laços’ Divulgação "Turma da Mônica: Lições", segundo filme com atores baseado nos quadrinhos de Mauricio de Sousa, vai estrear em 10 de dezembro de 2020. A data foi anunciada durante painel na Comic Con Experience, em São Paulo, nesta sexta-feira (6). 'Turma da Mônica: Laços' mantém espírito do gibi Por que demorou tanto pra virar filme? Em "Turma da Mônica – Laços", lançado em junho de 2019, Kevin Vechiatto é o Cebolinha; Gabriel Moreira é o Cascão; Giulia Barreto é a Mônica; e Laura Rauseo é a Magali. Também estão no elenco Monica Iozzi, como a Dona Luísa, Paulo Vilhena como seu Cebola, e Ravel Cabral como Homem do Saco. A direção é de Daniel Rezende ("Bingo: O rei das manhãs"). Veja Mais

Netflix divulga teaser inédito da segunda temporada de 'You'; veja

O Tempo - Diversão - Magazine Na nova fase da trama, Joe Goldberg, personagem de Penn Badgley, muda de nome e de cidade Veja Mais

Maestro Letieres Leite conduz Maria Bethânia à apoteose em disco que exalta a Mangueira

G1 Pop & Arte Mesmo tardio, o disco em que Maria Bethânia exalta a Mangueira chega em tempo de acentuar o grande acerto do encontro da cantora baiana com o maestro conterrâneo Letieres Leite, condutor da Orkestra Rumpilezz, saudada pela inovação de cruzar majestosamente a música afro-brasileira com o universo do jazz. Insinuado no corrente show Claros breus, feito pela cantora sob direção musical de Letieres, esse êxito resplandece em Mangueira – A menina dos meus olhos, álbum que Bethânia lança pelo selo Quitanda, através da gravadora Biscoito Fino, nesta sexta-feira, 6 de dezembro, para retribuir a homenagem lhe prestada há três anos pela tradicional agremiação carnavalesca em enredo campeão do Carnaval carioca de 2016. São os arranjos de Letieres que conduzem a intérprete à apoteose. Ao orquestrar mix bem urdido de cordas, percussões e sopros, o maestro renova a sonoridade de Bethânia – com mais força do que no show Claros breus – e justifica esse disco que transita entre o salão e o terreiro, sem tirar o pé da avenida. Embora original, a sonoridade de Letieres remete eventualmente às orquestrações de álbum, Livro (1997), em que Caetano Veloso mostrou onde o Rio de Janeiro é mais baiano. Em Mangueira – A menina dos meus olhos, Bethânia também aponta onde a Bahia pode ser mais carioca. Capa do álbum 'Mangueira - A menina dos meus olhos', de Maria Bethânia Gilda Midani Essa ponte Rio-Bahia já tinha sido sinalizada em 31 de outubro com a edição do single A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, 1957), em que sutil toque do ijexá é inserido na cadência bonita desse samba do ilustre compositor mangueirense Nelson Cavaquinho (1911 – 1986), de quem Bethânia também acende Luz negra (Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso, 1961) com dramaticidade dosada e enquadrada na moldura afro-sinfônica de Letieres Leite. No teatro com as cores verde e rosa, Bethânia (re)cita poema do escritor moçambicano Mia Couto, Sombras da água, em A flor e o espinho com a mesma altivez com que declama a letra de Sei lá, Mangueira (1968), elevando os versos escritos por Hermínio Bello de Carvalho com melodia de Paulinho da Viola. Ainda assim, o arranjo de Letieres Leite paira na mesma altura. Sem molejo para cantar os sambas Mangueira (Assis Valente e Zequinha Abreu, 1935) e A Mangueira é lá no céu (Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho, 1970), propagados originalmente pelo Bando da Lua e pela cantora Clementina de Jesus (1901 – 1987), respectivamente, Bethânia contrabalança essa falta de ritmo com o canto já maturado e com a personalidade forte que lhe tornou uma intérprete tão grande que nem cabe explicação. Maria Bethânia canta sambas lançados pelo Bando da Lua e Clementina de Jesus no disco produzido e arranjado por Letieres Leite Divulgação / Fevereiros Ao alternar canto e récita de versos do já antológico samba-enredo História pra ninar gente grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Luiz Carlos Máximo, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca, 2018), Bethânia acentua a moral esquerdista dessa história enquanto se impõe no disco, como a lembrar que nenhum maestro, por mais genial que seja, e Letieres é gênio, lhe ofusca no estúdio e muito menos no palco. Mesmo soberana, a dona do enredo abre espaço e pede passagem para Tantinho da Mangueira e Caetano Veloso puxarem sambas-enredos perdedores na disputa pela primazia de celebrar Bethânia na Avenida Sapucaí no desfile da Mangueira no Carnaval de 2016. São sambas criados a partir do enredo o enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá, criado pelo já consagrado carnavalesco Leandro Vieira. Com a voz potente, Tantinho canta com o pé no chão o samba que compôs com Alípio Carmo, André Braga, Guilherme Sá, Jansen Carvalho e Marcos Túlio. Caetano entra na avenida com o filho Moreno Veloso para cantar outro samba-enredo da mesma safra mangueirense, tão ou ainda mais bonito do que o de Tantinho. Letieres Leite e Maria Bethânia no estúdio, na gravação do disco 'Mangueira - A menina dos meus olhos' Reprodução / Instagram Letieres Leite Com as presenças de Caetano e Moreno, o Rio fica ainda mais baiano. E a Bahia mais carioca. Confortável dentro dessa ponte Rio-Bahia, Maria Bethânia encerra ao modo dela o desfile de exaltações do álbum, cujo desleixo na criação da arte da capa (assinada por Gringo Cardia com Gilda Midani) permite inclusive que o disco seja interpretado como sendo da Mangueira e como se chamasse Maria Bethânia – A menina dos meus olhos. No arremate de álbum com apenas nove faixas, a intérprete canta somente trecho do samba-enredo Maria Bethânia – a menina dos olhos de Oyá (Alemão do Cavaco, Almyr, Cadu, Lacyr D Mangueira, Paulinho Bandolim e Renan Brandão, 2015), enfatizando ao fim o verso "Não mexe comigo que eu sou a menina de Oyá" com o brio costumeiro. Destemido, Letieres Leite mexeu. Pelo menos na sonoridade da cantora, e cabe enfatizar que é conduzida pelo maestro baiano que Maria Bethânia chega à apoteose neste desfile de exaltações à Mangueira. (Cotação: * * * *) Veja Mais

Taylor Swift lança 'Christmas Tree Farm' e clipe encanta fãs

G1 Pop & Arte Vídeo traz imagens da cantora em família nas festas natalinas. Taylor Swift lança ‘Christmas Tree Farm’ Reprodução/Instagram Taylor Swift divulgou nesta sexta-feira (6) a música e clipe “Christmas Tree Farm”. Em clima natalino, Taylor mostra algumas imagens da infância em família nesta época do ano. As imagens encantaram os fãs, que deixaram mensagens nas redes sociais falando sobre a pequena Taylor. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text "Eu realmente cresci em uma fazenda de árvores de Natal. Em uma casa de biscoito de gengibre, no fundo da deliciosa floresta de guloseimas. Onde, curiosamente, essa música é o nosso hino nacional”, escreveu Taylor ao divulgar o clipe. Initial plugin text Essa não é a primeira vez que Taylor lança uma música natalina. Em outubro de 2007, a cantora divulgou um EP só com músicas de festas de final de ano. Veja Mais

Cultura ainda é para poucos

O Tempo - Diversão - Magazine Levantamento do IBGE mostra que apenas 10% das cidades brasileiras têm cinema; presença de teatros atinge 20% Veja Mais

The Who retorna após 13 anos, com álbum que poderia ter sido lançado nos anos 70; G1 ouviu

G1 Pop & Arte Pete Townshend, 74 anos, e Roger Daltrey, 75, lançam disco 'WHO' nesta sexta-feira (6). É complicada a vida do Who. Ao ouvir o primeiro álbum da banda inglesa após 13 anos sem lançamentos, é inevitável a sensação de "já ouvi isso antes". E você pode lidar com isso da forma que quiser: Até que enfim tenho 11 novas músicas que retrabalham tudo o que já usaram (riffs marcantes, letras incisivas, revezamentos de vozes). E ainda é um álbum mais "clássico", sem feats e sem atualizar beats (sintetizadores, no caso). É rock, precisa de mais? Para que eu vou ouvir paródias de canções dos anos 60 e 70 que eu já sei de cor? Eles não queriam morrer antes de ficarem velhos? Não precisavam morrer, é claro, mas será que tinha como respeitarem o legado, pelo menos? A capa do novo álbum do Who Divulgação Capa, nome do disco e arranjos deixam claro que a ideia do grupo (hoje, basicamente uma dupla) era fazer tudo o mais simples possível. O guitarrista Pete Townshend, 74 anos, e o vocalista Roger Daltrey, 75, têm a companhia do baterista Zak Starkey (sim, o filho do Ringo) e do baixista Pino Palladino. Como a relação entre os dois não é tão amistosa, Pete chegou a dizer ao G1, na primeira e única vinda ao Brasil, que nunca mais lançaria um disco com o Who: Pete Townshend descarta novo disco do The Who e elogia Kendrick Lamar Mudaram de ideia. Mais de 55 anos após suas primeiras gravações, o Who volta falando sobre o incêndio na Grenfell Tower ("Street Song", quase neta de "Baba O’Riley") e sobre reincarnação (“I’ll Be Back”, boa para uma choradinha). Há outras letras emocionantes, como a de "Beads on one string", sobre arrependimentos. Na primeira ouvida, porém, a mais impactante é a de "All This Music Must Fade". Segundo Pete, a música que abre o disco é dedicada "a todos os artistas que já foram acusados de plagiar a música de alguém". "Eu sei que você odiar essa música", avisa Roger, logo no começo. "O que é meu é seu, o que é seu é meu, o que é meu é seu, o que é seu é meu... Quem se importa com essa p...?", pergunta Pete, no fim. É essa sensação de que os dois estão falando e tocando o que querem, sem se importarem muito com a crítica (que, no geral, vem curtindo) que faz "WHO" ser um bom álbum. E faz sentido que ele seja lançado e elogiado no fim dos anos 2010. Ou no começo dos anos 70. 'The Who' divulga duas músicas do novo álbum Veja Mais

Coringas da CCXP contam se preferem Joaquin Phoenix ou Heath Ledger no papel

G1 Pop & Arte Fãs vestidos como o personagem se multiplicam na feira de cultura pop e se dizem na torcida por Phoenix no Oscar. Evento vai até domingo (8), no São Paulo Expo. Jessica Trevisan foi à CCXP 2019 vestida de Coringa na versão de Phoenix, mas prefere a de Heath Ledger Thaís Matos/G1 Joaquin Phoenix até merece indicação, mas a academia de cinema não está preparada para premiá-lo por sua atuação em "Coringa". Pelo menos é o que pensa a maioria dos cosplayers do personagem na CCXP 2019. Em ano com filme de origem do vilão, visitantes fantasiados do personagem se multiplicaram na feira. O comediante Giacomo Biaggio tem dois motivos para torcer por Phoenix: "Adorei a adaptação e o personagem também faz stand-up". Giacomo Biaggio foi de Coringa na Comic Con Experince 2019 Thaís Matos/G1 "Achei sensacional mostrar a comédia como algo subjetivo e abordar a realidade dura por trás da comédia de forma séria", diz. "Espero que seja indicado a melhor filme também. É um filme de arte, a academia gosta, tem grande chance." Heath Ledger ou Joaquim Phoenix? Trailer de 'Coringa' A estudante Jessica Trevisan está vestida como a versão de Phoenix, mas sua preferida é a de Heath Ledger. Ela torce por Phoenix, mas acha que a academia "não está preparada para premiar quadrinhos". "Ele merece porque, de alguma forma, a gente se identifica pelo lado da empatia. A gente sente que ele estava certo, apesar da violência. O ator passa essa verdade", defende. O cosplayer profissional Jean Markus diz que não tem discussão: "Heath Ledger era coadjuvante e levou o filme nas costas. O melhor Coringa". Ele não é fã do filme da versão de Phoenix. Não pelo ator, mas pelo personagem. "Achei que ele estava muito burro, o Coringa geralmente é mais sagaz". Cosplayer profissional Jean Markus na Comic Con Experience 2019 Thaís Matos/G1 Apesar disso, el acha que o ator será indicado, mas não leva. O estudante Eric Ferraz Gazzola escolheu a versão de "Batman, o príncipe encantado das trevas", sem adaptação para o cinema. "Me reconheço nele porque ele é mais piadista, não é tão mau. E a roupa dele é muito estilosa, o Coringa é um personagem de estilo", diz Gazzola. Para ele, por mais que tenha o Robert De Niro com "O Irlandês", Joaquin Phoenix tem alguma chance no Oscar. Eric Ferraz Gazzola escolheu a versão de Coringa de Batman, o príncipe encantado das trevas, sem adaptação para o cinema Thaís Matos/G1 "Você sente a risada dolorosa dele, capta o resultado das ações dos outros sobre ele", diz. Mas sua versão preferida é a de Jack Nicholson. A dentista Larissa Cruz é a única que não defende a atuação de Phoenix. "Ele se esforça demais. Pra mim, parece um palhaço assassino genérico e não o Coringa. Não me convenceu", diz. Sua fantasia na feira é uma "mistura de todos". "Mas tem mais do Coringa dos jogos, o melhor." Larissa Cruz foi a única cosplayer de Coringa que não defendeu a atuação de Joaquin Phoenix nesta quinta-feira (5), primeiro dia de CCXP 2019 Thaís Matos/G1 Veja Mais

Maria Bethânia improvisa saudações a Iansã na volta do show 'Claros breus' ao Rio de Janeiro

G1 Pop & Arte Nunca o vermelho sobressalente no cenário e no figurino – criado pela estilista Gilda Midani para Maria Bethânia vestir na turnê do show Claros breus – fez tanto sentido como na volta do espetáculo à cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de quarta-feira, 4 de dezembro. Era dia de Iansã, orixá que simboliza Santa Bárbara na mitologia afro-brasileira do Candomblé. Devota da senhora das nuvens de chumbo, a cantora baiana improvisou saudações ao orixá feminino, cantando trechos a capella de Iansã (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1972) – música que lançou há 47 anos no álbum Drama (1972) – e de recente samba do repertório de Arlindo Cruz também intitulado Iansã (2017) e gravado pelo sambista há dois anos com o filho Arlindo Neto, parceiro de Acyr Marques na composição. Gritos de "Eparrei!" foram ouvidos na plateia da casa KM de Vantagens Hall nesses dois números e no solo do percussionista Luizinho do Jejê, mestre dos tambores. Na reestreia carioca de Claros breus, show idealizado para a cantora reviver os tempos em que se apresentava em boates na noite carioca dos anos 1960, Bethânia exibiu lampejos da luminosidade da temporada de estreia no clube Manouche enquanto saudou Iansã. Foi nessa charmosa casa carioca com clima de cabaré e atmosfera íntima de boate que a artista acendeu Claros breus em quatro concorridas apresentações feitas nas quintas-feiras de julho para público de 100 pessoas. Maria Bethânia e o pianista Marcelo Galter na reestreia carioca do show 'Claros breus' na noite de 4 de dezembro Mauro Ferreira / G1 Ao ser transposto para grandes casas, a partir de agosto, o show teve o roteiro progressivamente alterado para a inclusão de sucessos mais facilmente digeríveis pelo público. Na apresentação de 4 de dezembro, vista por Caetano Veloso, Bethânia tirou músicas como O universo na cabeça do alfinete (Lenine e Lula Queiroga, 2015), Juntar o que sentir (Renato Teixeira, 2001), Gota de sangue (Angela Ro Ro, 1979) e Bar da noite (Bidu Reis e Haroldo Barbosa, 1953) – ausências sentidas pela (pequena) parcela mais atenta e exigente do público. Em contrapartida, a cantora manteve os sucessos adicionados ao roteiro em apresentações anteriores, acrescentando ainda Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956) e Bandeira branca (Max Nunes e Laércio Caldas, 1970), hit carnavalesco da cantora Dalva de Oliveira (1917 – 1972), do qual Bethânia cantou somente breve trecho a capella. Entre acréscimos e retiradas, o saldo foi positivo, sobretudo quando a cantora entoou Músicas, música (Roque Ferreira, 2019) com a mesma intensa luminosidade da temporada inicial de Claros breus no Manouche. Veja Mais

Pabllo Vittar lança clipe de 'Amor de Que'; assista

O Tempo - Diversão - Magazine Já para a caracterização, Pabllo Vittar aparece com cinco looks diferentes e um cabelo cor de fogo, além de penteados variados Veja Mais

Angela Ro Ro, a que 'tudo sentiu, disse e fez', chega em forma aos 70 anos

G1 Pop & Arte Nascida em 5 de dezembro de 1949, Angela Ro Ro – "a que não tem censura nem nunca terá" – chega aos 70 anos em aparente harmonia consigo mesma, sem álcool e tendo o amor como único aditivo cotidiano. A versão light de Angela Maria Diniz Gonçalves talvez soasse como mera quimera nos anos 1980 e 1990, décadas em que essa cantora, compositora e pianista carioca atravessou tempos de forte turbulência emocional. Mas a vida é mesmo assim, a vida louca vida tem dessas coisas e Ro Ro celebra o 70º aniversário nesta quinta-feira, 5 de dezembro, em forma, amada pelo público e apoiada na obra que construiu desde os anos 1970. Criado com doses fartas de sensibilidade, o cancioneiro autoral da artista irrompeu há 40 anos como as lavas de vulcão represado em um dos melhores primeiros álbuns de todos os tempos da música brasileira. O repertório do álbum Angela Ro Ro (1979) – revivido pela artista ao longo deste ano de 2019 no show Pilotando o piano – ainda embasa carreira que gerou posteriormente pérolas como Só nos resta viver (1980) e Cobaias de Deus (1989, com letra demolidora de Cazuza) entre períodos de menor produtividade nas fases em que desafinou. Sim, ela desatinou. Mas Angela Ro Ro sempre se assumiu na vida e na música. Eu desatino, aliás, é o título do sexto álbum da cantora, lançado em 1985 como o derradeiro título da fase mais regular da discografia de Ro Ro. Primeira cantora de sucesso a se apresentar como lésbica, rejeitando termos socialmente mais convenientes como "bissexual", Angela Ro Ro sempre ardeu na fogueira das paixões. Por isso, agita e usa o humor irreverente, por vezes ferino, como combustível pronto para apaziguar as chamas acesas na vida e em canções como a Balada da arrasada (1979) e Cheirando a amor (1979). Como não há "humor que nunca se aborreça", a artista às vezes pode sair do tom, embora amor dentro de si ela sempre tenha demonstrado ter. Pela humanidade, pelos animais, pelo planeta Terra. Musicalmente, Angela Ro Ro harmoniza o lamento desesperado do blues, a atitude contestatória do rock, o suingue maroto do boogie e a melancolia dramática do samba-canção em obra que resiste ao tempo. Não fosse a compositora de Gota de sangue (1979) e Amor, meu grande amor (1979, com letra de Ana Terra), entre outras músicas que seduziram cantoras como Marina Lima (a primeira a dar a voz a Ro Ro em 1979 com gravação lapidar de Não há cabeça) e Maria Bethânia (intérprete original de Fogueira em 1983), Angela poderia ter se firmado somente como intérprete. Porque Angela é, também, uma grande intérprete, dona de voz rouca que lhe rendeu o apelido Ro Ro, incorporado ao nome artístico e não raro gravado erroneamente com o acento circunflexo. Para "quem tudo sentiu, disse e fez", como sintetizou em verso de Não há cabeça, Ro Ro surpreende ao completar 70 anos com saúde, em forma vocal, consciente de que, sendo a vida bela (e, sim, "é bonita, é bonita e é bonita"), "só nos resta viver". A nós, resta saudar os 70 anos de Angela Maria Diniz Gonçalves. Veja Mais

Fama 'cárcere privado', inveja do Marshmello, saudade do futebol raiz: a vida de Gustavo Mioto

G1 Pop & Arte Ao G1, cantor fala de começo de carreira impulsionado por pai contratante de shows, compara letras do sertanejo com aula de filosofia e diz que rejeição de roqueiros é natural. Gustavo Mioto gravou, no mês passado, DVD em Fortaleza com participação de Xand Avião e Wesley Safadão. Mas o maior hit deste cantor paulista de 22 anos não tem convidados: "Solteiro não trai" soma mais de 140 milhões de views no YouTube e entrou no top 10 brasileiro de 2019 no Spotify. Gustavo teve um começo de carreira mais fácil do que o de outros sertanejos. Quando surgiu, em 2015, ninguém entendeu como aquele rapaz de 18 anos havia conseguido lançar música com participações de Anitta, Luan Santana, Gusttavo Lima, Cristiano Araújo, Jorge & Mateus... Ele é filho de Marcos Mioto, um dos maiores contratantes de shows sertanejos do Brasil. O DVD foi gravado na cidade da família, Votuporanga (SP). Um pouco por ter acompanhado os bastidores das turnês de outros sertanejos com o pai, Mioto fala ao G1 com serenidade sobre qualquer assunto. Fala que a fama é um "cárcere privado" e diz que teve a ajuda do pai no começo, mas agora tem que correr por conta própria. Mioto fala das letras do sertanejo, da rejeição de fãs de rock, de ansiedade e da saudade de jogar futebol raiz, "rasgando o pé no chão". Os desabafos de sertanejos foram tema do podcast G1 Ouviu. Ouça acima. Gustavo Mioto grava DVD em Fortaleza Christopher Bueno/Divulgação G1 - Você gosta de ser famoso? Pergunto isso porque tem muito artista, principalmente sertanejo, que reclama da fama... Gustavo Mioto - Eu acho que todo mundo vai sentir isso né. Eu sempre gostei, eu sempre achei muito bom o sucesso e sempre tive medo da fama. Eu acho que a fama é um cárcere privado. Então, acho que todo mundo vai te falar isso. "A vida perfeita talvez seja a vida do Daft Punk ou do Marshmello, que usam máscaras. Eles fazem muito sucesso na carreira e tudo mais, mas tira a máscara e ninguém sabe quem é, né? Então, acho que isso é uma certa liberdade. Você dá menos a sua cara a tapa para o povo, sabe?" Toda escolha implica perda, né? Então, acho que a gente tem que abrir mão de alguma coisa. Eu sinto muita falta de poder jogar bola na rua, de poder ir no clube, de poder jogar tênis. Poder andar de bicicleta na rua. Já aconteceu de eu conseguir alugar, por exemplo, um mini campinho na cidade que a gente vai tocar. E aí eu consegui jogar uma bola com a equipe. Isso acontece direto, mas eu sinto falta do raiz mesmo, sabe? De estar lá no interior descalço na rua rasgando o pé no chão. G1 - Qual artista está na sua playlist e eu vou ficar surpreso quando souber que ele está lá? Gustavo Mioto - Eu sempre fui muito eclético, né? Desde quando eu tocava em banda de baile, eu tive que aprender a ouvir de tudo. Eu gosto muito de Abba, por exemplo. Eu gosto de Charlie Brown, de Capital. Eu comecei a tocar guitarra por causa do John Mayer, sou muito fã do Ed Sheeran. Sempre gostei muito da parte do rock... G1 - E porque você acha que tanta gente que gosta de rock diz que odeia sertanejo? Por que você acha que existe essa rejeição? "Tem essa rejeição por uma questão de gosto mesmo. Assim como tem gente que não curte o rock muito pesado, vai existir o cara que não curte a música mais melódica também, a música que é um pouco mais sentimental, como é o sertanejo. O próprio povo que gostava de rock falava mal do emo, assim como o sertanejo raiz fala mal sertanejo universitário." Sempre vai ter alguém com um gosto diferente, não adianta a gente achar que só por que o sertanejo toca mais, ele vai agradar todo mundo. Não vai ser assim, né? Esse preconceito sempre via ser assim. A gente não tem que agradar todo mundo, não. Anitta participa de 'Coladinha em mim', de Gustavo Mioto Reprodução/YouTube/Gustavo Mioto G1 - Muita gente não sabe que você não está sempre vivendo o que você está cantando. Você sente que tem fã que pensa que você está meio que interpretando um personagem? Gustavo Mioto - Existe isso, sim. Mas acaba sendo natural, né? Se você canta uma música sobre ser solteiro, a galera já acha que você está cantando pra ele, que é como ele. A gente tem que ver o que as pessoas esperam ouvir... Elas têm que ver a letra e pensar "Porra! É mesmo! Eu não tinha pensado nisso". "É como a gente assistir uma aula de filosofia, sabe? Quando a pessoa consegue traduzir em uma frase um pensamento que você tem na sua cabeça, meio abstrato. Eu acho que a gente cria meio que gritos de guerra dentro das músicas." G1 - O seu começo de carreira foi diferente, já gravando com Luan Santana, Gusttavo Lima, Anitta e muita gente, de cara, porque seu pai é um dos maiores contratantes de shows do Brasil. Como ser filho dele, um cara que todo mundo no meio conhece, tornou as coisas mais fáceis pra você? Gustavo Mioto - Pois é, na real os feats que aconteceram na minha carteira realmente vêm boa parte por meio da carreira dele. Principalmente lá no começo, quando a gente ainda não tinha nenhuma música indo muito bem nas rádios e tal. Depois teve "Impressionando os anjos", com música rodando muito bem e tal... Mas antes, realmente, muita coisa veio através dele. A galera toda [da indústria do entretenimento] me conhece desde muito novo, né? Comecei a viajar com ele dede muito cedo. Eu acho que esse lance de "todo mundo conhecer ele" é um pouco relativo. A galera do meio, do show business conhece. Mas a galera que fica lá embaixo, que compra o ingresso e fica com a lanterna para cima, não sabe quem ele é. Então, acho que é tipo uma via de mão dupla, né? Ao mesmo tempo que algumas portas estão abertas sempre, outras não estão. A maioria que está aberta e eu vou ter que segurar aberta. Cabe a mim sabe usar isso aí. G1 - Você está cantando bem melhor do que antes. Você vem fazendo aula, como é sua rotina com fono, professor de canto? Gustavo Mioto - Eu faço aula, né? Faço também fono e tudo mais. Mas eu acho que a confiança vem da estrada, né? Você vê as pessoas realmente querendo te ver. Aí você se sente mais à vontade para expressar. Faz parte ter essa confiança, sim. Você vê as pessoas cantando suas músicas e elas começam a acreditar no que você quer escrever, no que você quer cantar. Então, você começa a ter mais confiança em si mesmo. G1 - Estamos ouvindo muitos relatos de ansiedade entre os cantores. Muitos culpam a agenda lotada de shows... Como você lida com isso? Gustavo Mioto - Olha, eu acho que a ansiedade é o mal do século, né? Eu acho que todo mundo tem vivido muito nessa de correr com as coisas. Agora, ainda mais porque a mídia está muito rápida... Então, tem que escolher o repertório de DVD, escolher mais 15 músicas... A ansiedade já está meio implantada automaticamente no nosso dia a dia, né? E se engana ou mente muito quem fala que não surta. É impossível eu te dizer um nome de um artista que não tem problema mental de vez em quando, que não tem um defeito. Acho que são 100%. No meu tempo de vida, eu nunca vi ninguém que pelo menos um dia não tenha falado: "hoje foi foda". Dá uma apertada [no peito], você quer sair correndo. Gustavo Mioto investe em sertanejo pop aos 18 anos G1 - Mas o que você faz para tentar conter essa ansiedade? Gustavo Mioto - A gente tenta controlar, né? Eu tento voltar para casa para ver a família. E eu levo meu violão para a cama, para o quarto do hotel... Fico ensaiando, fico estudando [música], então tem que achar uma forma de terapia para te distrair. Tenho um lance de não fazer mais do que 25 shows por mês. Se não fizer isso, a gente viaja 30 dias e vai tudo no automático. Parece que só tiram a gente da gaveta, colocam na gaveta, tiram da gaveta, colocam na gaveta... Acho que isso é muito perigoso e prefiro viver mais. Tenho essa exigência aqui em casa. G1 - Você falou sobre a necessidade de hoje lançar cada vez mais músicas e acompanhar a performance delas no YouTube, no Spotify. Você vê muito esses relatórios? Gustavo Mioto - Pois é, esse negócio eu aprendi há pouco tempo. Aprendi a me desligar um pouco dos números, sabe? Porque eu já tive a prova que eu tenho canções com mais números que não vão muito bem no povo e eu já tive canções com menos números que vão muito melhor do que as que tem mais. Eu já vi vários artistas com mais números que os meus e a música não "chega" ao vivo igual. E já vi artista com menos números que os meus e "chegarem" muito mais. Então, a gente tem que tomar muito cuidado com números. Já foi a época em que você não tinha como fraudar ou dar uma mentida, forçar isso aí a subir. É muito massa estar na frente dos rankings, mas se na hora do palco ou da bilheteria a resposta não fora mesma, não interessa. G1 - Todos os sertanejos costumam dizer que pegam fãs. Você está solteiro ou prefere evitar? Gustavo Mioto - Eu acho que a gente não pode comer o pão onde ganha a carne. Acho muito perigoso isso e eu acho que não é bom misturar esse tipo de coisa. Mas, assim, são coisas do coração, né? Quando envolve coisa do coração, aí eu já não posso te prometer nada né... Porque aí, por exemplo, pode ser que bati o olho em alguém, que bota o sorriso, pode ser que bata um cheiro. Não tenho nada contra fazer isso e não julgo quem faz, mas eu acho que deve evitar, mas aparenta ser uma coisa natural sim. Veja Mais

Letícia Sabatella solta a voz no cabaré com sua Caravana Tonteria em BH

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz convida o público a entrar numa viagem musical em duas apresentações no Sesc Palladium Veja Mais

Matheus Santiago coloca na praça o seu novo single, 'Rebentação'

O Tempo - Diversão - Magazine Cantor e compositor cearense radicado em Minas desde 2014 vive em Mariana Veja Mais

Claudia Leitte aposta em 'Perigosinha' na temporada de verão

G1 Pop & Arte Perigosinha é o título da próxima música de Claudia Leitte. Em rede social, a cantora postou trecho da gravação dessa composição que já vem mostrando em shows e que vai lançar em single direcionado para a temporada pré-carnavalesca do verão de 2020. Coube ao produtor musical Laércio da Costa arranjar e formatar em estúdio essa música inédita. Perigosinha é a segunda música a ser lançada por Claudia Leitte desde que a artista retomou a carreira em outubro – com shows e com a edição do single Bandera (Claudia Leitte, Edwin Serrano, Marco Daniel Borrero, Mark Landon e Priscilla Renea Hamilton, 2019) – após período dedicado exclusivamente aos cuidados com a filha Bella, nascida em agosto. Se Bandera era single trilíngue, com letra em inglês que embutia trechos em português e algumas palavras em espanhol, Perigosinha é música composta em português com apelo popular, como sinalizam versos como "Perigosinha / Sem defeito ela é santinha / Quando bebe fica louca, louca, louca, louca / Perigosinha / Tá cheia de malicinha / Quando bebe fica louca, louca, louca, louca / Perigosinha / Ai ai ai, ai ai ai, ai ai ai ai / Perigosinha". Veja Mais

Quadro de Gauguin pintado no Tahiti é vendido por 9,5 milhões de euros

G1 Pop & Arte 'Te Bourao II' retrata um riacho com pássaros e flores em ricas paletas de azul e verde e foi pintado em 1897. 'Te Bourao II', quadro de Paul Gauguin Reuters/Christian Hartmann/File Photo Um quadro do pintor francês pós-impressionista Paul Gauguin foi arrematado por 9,5 milhões de euros em um leilão em Paris nesta terça-feira (3).  "Te Bourao II", que retrata um riacho com pássaros e flores em ricas paletas de azul e verde, foi pintado em 1897, quando Gauguin vivia na ilha Polinésia do Tahiti. A obra era a única de Gauguin que tinha um proprietário particular, e uma de uma série de nove pinturas produzidas pelo artista em um projeto muito maior intitulado "De onde viemos? O que somos? Para onde estamos indo?".   Nascido em 1848, Gauguin foi influente no movimento simbolista como pintor, escultor e ceramista, e conquistou uma fama mais ampla após sua morte em 1903. O francês também influenciou artistas como Pablo Picasso e Henri Matisse. Veja Mais

Banda Armada luta nas trincheiras do rock com single duplo 'Ditadura assassina'

G1 Pop & Arte Disco ganha edição em compacto de vinil com capa que expõe arte alusiva a imagens do regime de 1964. O nome da banda Armada está em sintonia com o espírito de luta de Ditadura assassina, single duplo lançado por esse quinteto paulistano de rock nesta quarta-feira, 4 de dezembro, em edição digital e em compacto de 45 RPM fabricado em vinil pela gravadora indie Neves Records com tiragem limitada de 250 cópias. Com capa que expõe arte criada pelo ilustrador brasiliense Paulo Rocker com a intenção de evocar imagens do regime instaurado no Brasil em 1964, o single duplo Ditadura assassina se alinha com a tensão política latente no país ao longo deste ano de 2019. Banda surgida em 2017 das cinzas do Blind Pigs, grupo paulista de punk dissolvido em 2016, Armada alveja a ditadura brasileira de 1964 e as repugnantes consequências do regime totalitário – como a promulgação em dezembro de 1968 do Ato Institucional Nº 5 (AI-5) – com duas músicas inéditas. Nas trincheiras, cuja gravação também pode ser ouvida em lyric video, narra na primeira pessoa a história de soldado enviado para lutar na guerra, onde perde a inocência da juventude ao testemunhar os horrores dessa guerra. A rua de trás versa sobre os anos de chumbo com alusões aos tempos atuais. Contracapa do single duplo 'Ditadura assassina', da banda Armada Ilustração de Paulo Rocker Ambas as músicas são composições assinadas por Henrique Baliú, vocalista da Armada, com o guitarrista Ricardo Galano. Baliú e Galano formam o quinteto com Alexandre Galindo (guitarra), Arnaldo Rogano (bateria) e Mauro Tracco (baixo). Com exceção de Galano, todos os músicos integraram o grupo Blind Pigs. Na arte exposta na contracapa do single, os cinco integrantes da Armada são apresentados em fichas que remetem às usadas pelo Departamento de Ordem Pública e Social, o Dops, um dos mais sanguinários órgãos de repressão postos em ação pelo regime de 1964. O single duplo Ditadura assassina dá continuidade à discografia iniciada pela Armada em novembro de 2017 com o single Eterno marujo, amostra inicial do primeiro e (por ora) único álbum da banda, Bandeira negra, editado em 2018. Veja Mais

Lucas Lucco lança projeto com menos shows após superar crise: 'Prefiro isso a me matar'

G1 Pop & Arte Cantor levou dois anos para superar crises de pânico e depressão, com terapia, 'ajuda divina' de remédios e diminuição de shows. Ouça esse e outros desabafos sertanejos em podcast. O novo projeto de Lucas Lucco, "De bar em bar", mostra como a estrada é, ao mesmo tempo, aliada e inimiga dos sertanejos. Projetos ambiciosos com registros itinerantes de shows estão em alta. Mas vários artistas, inclusive Lucco, contam como a vida na estrada não é só glamour. Os desabafos de sertanejos foram tema do podcast G1 Ouviu. Ouça acima. Para o cantor mineiro de 28 anos, o desafio do projeto, que começa em Goiânia e vai para bares de outras cidades, é ainda maior. Ele teve uma crise em 2015, que o levou a faltar à gravação de um DVD e a fazer um desabafo no Instagram sobre ansiedade e depressão. “Uso remédios para conseguir voar, uso remédios pra dormir, pra acordar, pra me manter calmo, pra conseguir ficar dentro de um hotel... São mais de 3 anos sem praticamente ter um momento pra mim e pra minha família”, escreveu o cantor, que tinha estourado em 2013 com “Mozão”. Como Lucco consegui superar essa crise e lançar este projeto baseado na estrada? Ele contou ao G1 que ainda teve fases piores do que a do desabafo em 2015, mas hoje está “mil porcento melhor” Terapia, “ajuda divina” de remédios e diminuição do número de shows foram as soluções. Leia abaixo. Lucas Lucco na gravação do projeto 'De bar em bar' Divulgação/Marcel Bianchi G1 - O 'De bar em bar' remete a um sertanejo até mais festivo do que o normal hoje. Parece só alegria. Mas um projeto desse tem todo o glamour que aparenta? Lucas Lucco - Não posso ser mal agradecido. Hoje em dia melhorou muito. A gente vai de avião fretado, de carro, tem condição de arrumar da melhor forma. Antigamente era muito mais sofrido. Era só "busão", muitas horas de viagem, ônibus estragava. Hoje em dia, graças a Deus, controlo muito o número de shows por mês, não passo de 12. Isso já ajuda a poder ficar mais em casa, ter tempo para a vida pessoal. Mas glamouroso é como as pessoas veem. Eu vejo como uma forma de ganhar o pão. É meu trabalho, meu emprego. G1 - Como você avalia aquele desabafo que você fez em 2015? Como você conseguiu resolver, ou não, aquelas situações que você citava lá? Lucas Lucco - Ter falado foi ótimo. Isso me aproximou das pessoas, me deixou mais humano. Porque é uma coisa muito comum, que pode acontecer com todos nós. E isso deixou as pessoas mais tranquilas, vendo alguém do meio artístico passar pelo mesmo que elas podem estar passando. A ansiedade e a depressão são coisas que você não pode deixar de lado.Tem que estar sempre se policiando, em alerta. Evitando pensamento negativo, qualquer tipo de cilada da mente. E com auxílio de profissionais. Lógico que vai diminuindo a intensidade de consultas, de encontros com psiquiatras ou psicanalistas. "Tive muito auxílio de fármacos na época. Acho que os remédios são um auxílio muito grande e divino. Acho que Deus deu a oportunidade de ter os remédios para auxiliar. Mas a gente também não pode colocar toda a nossa fé no fármaco. Acho que é tudo mais mental, espiritual e psíquico do que qualquer outra coisa." Lucas Lucco e Pabllo Vittar cantam 'Permanecer' G1 - Na época de crise, enquanto estava na estrada, dava para fazer terapia à distância? Lucas Lucco - Dava, eu fiz muito FaceTime. Mas assim que tive oportunidade, freei minha agenda. Tive que resolver um emaranhado de coisas com escritório, contratos. Hoje sou eu o gestor da minha carreira toda. Consegui estabelecer uma meta mensal de shows. Sei até onde posso ir, qual é meu limite. Então posso fazer esses encontros pessoalmente. G1 - Além da logística, em relação à parte de saúde mental, você consegue dominar 100% daqueles problemas ou ainda tem um desafio? Lucas Lucco - O desafio é sempre presente e necessário. Na questão emocional estou 1000% melhor. Porque o sucesso me pegou de surpresa. Isso me fez ficar muito ansioso, me gerou uma carga emocional muito grande. Por isso aconteceu o desabafo em 2015. Essa síndrome de burnout desencadeou várias outras coisas. O excesso de trabalho gerou uma ansiedade muito grande. Hoje, todo o estudo que eu fiz de mim mesmo, esse mergulho para dentro de mim foi muito importante. "Estou levando a vida profissional e pessoal de uma forma muito melhor. Isso não tem nada que pague. Não tem 30 shows por mês que pague isso. Eu prefiro ficar ali nos meus 12, fazendo o que eu posso, tranquilamente, tendo uma vida mais saudável em todos os sentidos, do que me matar. Do que ter mais dinheiro e menos tranquilidade." Lucas Lucco durante a gravação do projeto 'De bar em bar' Marcel Bianchi/Divulgação G1 - O diagnóstico foi de síndrome de burnout? Lucas Lucco - O diagnóstico foi burnout que desencadeou a depressão. Aí depois eu tive muitas crises de pânico. Isso durou um tempo. Depois que eu fui diagnosticado, ainda fiquei uns dois anos ainda tratando. Superava, piorava, superava, piorava... Tiveram muitas partes piores ainda do que a que eu relatei em 2015. Só que acabou que eu não abri isso depois. Eu fiquei num estado tão ruim que não queria nem falar sobre. Foi uma coisa para o meu aprendizado mesmo. E graças a Deus consegui sair. G1 - Hoje como é sua rotina de análise? Lucas Lucco - Uma vez a cada 15 dias, e é uma terapia integrada, sabe? Eu tenho gostado mais disso. O estudo tem me ajudado com isso, tem sido uma terapia também. Mais voltado para a espiritualidade. Veja Mais

Entrevista: Fabíola Moulin aposta na continuidade

O Tempo - Diversão - Magazine Gestora assume o cargo deixado por Juca Ferreira e fica interinamente também à frente da FM Veja Mais

Painel de ‘Star wars’ na CCXP tem fila de 24 horas, tributo a Carrie Fisher, choro e cena inédita

G1 Pop & Arte Diretor J.J. Abrams e elenco com Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega participaram do evento em São Paulo neste sábado (7) Público do painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação O primeiro painel de “Star wars” em uma Comic Con Experience no Brasil fez muitos fãs chorarem com clipes da saga e imagens de Carrie Fisher, intérprete da princesa Leia, que morreu em 2016. "Todos sentimos a presença dela todos os dias no set", disse Oscar Isaac, durante a participação no evento em São Paulo, neste sábado (7). “Carrie não aprovaria que a recriássemos digitalmente”, disse o diretor J.J. Abrams para explicar por que usou imagens já gravadas pela atriz no nono episódio da franquia, “A ascensão Skywalker”. Oscar Isaac e John Boyega no painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação O novo filme é uma história de amizade, disse o diretor. “Pela primeira vez o grupo principal vai para uma missão junto, isso é muito importante.” Para Daisy Ridley, isso põe um ponto final na curiosidade sobre a origem e os pais de Rey. “Não entendo por que há tanto questionamento. A jornada de Rey quer dizer: você pode escolher sua família, a família dela são os amigos.” Daisy Ridley no painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação O elenco acabou se transformando em família também. “Me senti muito mais confortável nesse filme com a personagem. Nós nos amamos muito, são seis anos juntos, são minha família”, disse Daisy. A equipe mostrou uma cena inédita de perseguição ao trio de protagonistas. De acordo com o diretor, é uma cena do começo de “A ascensão Skywalker”. Mais de 24 horas de fila Para conseguir um lugar no auditório, fãs da saga passaram mais de 24 horas na fila pelos convites. Os amigos Weslley Bispo e Pamela Santos chegaram ao local às 16h desta sexta-feira (6). O painel estava marcado para 17h deste sábado. “Valeu muito a pena, assisto desde criança e me emocionei muitas vezes aqui”, contou Pamela. J. J. Abrams no painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação Os amigos Nayara Sevciuc e Rafael Canti viajaram de Curitiba só para ver a apresentação de “Star wars”. “Chegamos na fila às 17h. Foi difícil passar a noite no chão, mas a gente fez amizade com outros fãs e no final compensou o perrengue. Chorei do começo ao fim, ainda mais quando mostrou a Carrie Fisher”, disse Nayara. Felippe Talli se juntou a quatro amigos para enfrentar a noite no chão do estacionamento. “Foi difícil, um dos nossos amigos passou mal de frio, mas resistimos. O painel foi perfeito.” Veja Mais

'Free guy' é 'De volta para o futuro' para esta geração, diz Ryan Reynolds na CCXP 2019

G1 Pop & Arte Equipe mostrou primeiro trailer do filme no evento. História conta nascimento de um super-herói. “Free guy”, novo longa da Disney, ganhou seu primeiro trailer durante a Comic Con Experience 2019, em São Paulo, neste sábado (7). Assista acima. O filme conta a história de uma caixa de banco que descobre ser um personagem de videogame. Para Ryan Reynolds, protagonista do longa, é um “De volta para o futuro” para a nova geração. “Foi um roteiro que nós amamos, com ação, comédia e aventura”, contou o ator, durante painel do filme na CCXP. Ryan Reynolds e Jodie Comer em 'Free guy' Divulgação Além do trailer, a equipe mostrou duas cenas do longa: Uma na realidade do jogo, quando o personagem de Ryan Reynolds descobre que estava vivendo em um videogame; Uma no mundo real, quando os peonagens de Joe Keery e Jodie Comer descobrem que o jogo deu certo. Apesar de ser um filme com dupla realidade, o foco é nos personagens reais e seu desenvolvimento, disse o diretor Shawn Levy. "É sobre uma pessoa tentando se dar bem em um mundo de cínicos.” Com Ryan Reynolds, Joe Keery, Taika Watiti e Jodie Comer no elenco, o diretor disse que muito do filme foi fruto de improviso. É uma longa especialmente para fãs de game. “Têm muitos easter eggs de videogame, além de streamers famosos”, destacou o diretor. Veja Mais

Aos 40 anos, Luciana Mello já começa a festejar 35 anos de carreira

G1 Pop & Arte Cantora inicia comemoração com single em que regrava samba lançado por Arlindo Cruz. Embora tenha somente 40 anos, Luciana Mello já caminha em 2020 para os 35 anos de carreira iniciada em 1985, quando tinha somente seis anos e entrou em estúdio com o pai, Jair Rodrigues (1939 – 2014), para gravar participação em disco do artista, começando na sequência uma trajetória como cantora mirim de projetos infantis. Com planos de festejar a efeméride com disco de sambas e com registro audiovisual de show, além de minidocumentário, a artista paulistana começa a comemoração com a edição do single Como um caso de amor. Neste single, gravado com produção musical e arranjo do violonista Walmir Borges, Luciana Mello regrava o samba de André Renato e Ronaldo Barcellos lançado há oito anos na voz do bamba Arlindo Cruz em registro feito para o álbum Batuques e romances (2011). A letra faz exaltação ao samba. A (re)gravação de Como um caso de amor foi feita por Luciana com os toques de músicos virtuosos como Carlinhos Sete Cordas (violão de sete cordas), Jota Moraes (piano) e Mauro Diniz (cavaco). Já distanciada do pop que a projetou há quase 20 anos com o álbum Assim que se faz (2000), Luciana Mello redirecionou a carreira progressivamente para o samba e a MPB, em sintonia com o tom do real primeiro álbum solo da artista, Luciana Rodrigues, lançado em 1995 e batizado com o nome artístico então adotado por Luciana Mello. O apego crescente da cantora ao samba já rendeu disco dedicado ao gênero, Na luz do samba (2016), editado há três anos. Veja Mais

Quem deu play? Usuários do Spotify estranham nomes de artistas que não ouviram em 'retrospectiva pessoal'

G1 Pop & Arte Internautas acharam dupla Diego e Arnaldo e outros nomes que dizem nunca ter ouvido em suas listas. Especialista acha possível bug ou hacking; duplas e Spotify não comentam. Uma "retrospectiva pessoal" que deveria mostrar as músicas que cada usuário do Spotify mais ouviu em 2019 deixou vários brasileiros intrigados. Após a divulgação da lista na quinta-feira (5), se espalharam relatos de gente que diz nunca ter ouvido artistas de suas listas. No Twitter há muitos posts parecidos com o da usuária Natália de Moura: "Gente, deu um 'bug' nas minhas estatísticas do Spotify... Simplesmente jamais ouvi a música q consta na sexta posição. Será que mais alguém passou por isso?". Veja no final da matéria alguns dos relatos semelhantes. A maioria dos depoimentos citam a inserção de artistas sertanejos. O nome mais citado é da dupla Diego e Arnaldo, de Ribeirão Preto (SP). Há também menções a João Neto e Frederico, Luan Santana e Gusttavo Lima. Em diversas postagens, usuários da plataforma citaram que o erro poderia ser: um "bug" (problema) na contagem da plataforma invasão de hacker na conta para usar o serviço, já que ele é pago invasão de hacker não para usar o serviço, mas para inflar o número de plays dos artistas O G1 entrou em contato com o Spotify várias vezes, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Música sertaneja No mesmo dia da divulgação da retrospectiva, Diego e Arnaldo celebraram o alcance de mais de 9 milhões de plays no Spotify com “Relógio parado”, atual música de trabalho da dupla sertaneja. Initial plugin text A dupla Diego e Arnaldo é gerenciada pelo escritório goiano Mega, que também já cuidou da carreira de João Neto e Frederico, bastante citados pelos usuários. Os G1 tentou várias vezes falar com a assessoria de Diego e Arnaldo, mas não teve resposta. A assessoria de imprensa de João Neto e Frederico informou: "A dupla não fez e tão pouco concorda com qualquer tipo de compra de plays. Todos os números alcançados são resultado de um trabalho contínuo de divulgação, promoções, e ações com os fãs". As assessorias de Luan Santana e Gusttavo Lima também não deram retorno sobre o questionamento até o fechamento desta matéria. Em entrevista recente ao G1, o cantor Gustavo Mioto falou sobre a questão de números em plataformas musicais. "Eu já tive a prova que eu tenho canções com mais números que não vão muito bem no povo e eu já tive canções com menos números que vão muito melhor do que as que tem mais." "Já foi a época em que você não tinha como fraudar ou dar uma mentida, forçar isso aí a subir. É muito massa estar na frente dos rankings, mas se na hora do palco ou da bilheteria a resposta não fora mesma, não interessa." 'Jabá 2.0' O número que você vê abaixo de um clipe no YouTube ou de uma faixa no Spotify é cada vez mais importante para os músicos. Ter muitos "plays" na internet indica sucesso, rende direitos autorais e leva a convites para shows, festivais e outras mídias. As suspeitas de artistas que tentam inflar números de streaming artificialmente não são novas. Em 2017, o G1 investigou este mercado do "sucesso fake", que tem sites vendendo cliques abertamente e pessoas cobrando por playlists e por lugares nestas listas. Mas a possiblidade de hackear a conta de pessoas reais no Spotify estava fora do radar. "Eu nunca vi 'phishing' (de Spotify", diz Altieres Rohr, especialista em segurança digital e colunista do G1. "Phishing" (do inglês "pesca") é um golpe em que se joga uma isca (geralmente um e-mail fraudulento) para invadir uma conta de serviço digital. Saiba mais. Invasão de conta "Em tese, não parece impossível que uma conta seja hackeada pra dar play em certas músicas", Altieres diz. "E claro, pode ter algum bug no Spotify que permita atribuir plays a outros usuários." Para ele, estas duas hipóteses parecem mais próvaveis. Há diversas formas de invadir a conta de um usuário de serviço online. "Tem a possibilidade de 'credential stuffing', que é quando usam uma senha vazada de outro serviço. Se a pessoa usou a senha no Spotify em outro lugar e rolou um vazamento, podem entrar na conta." Como é possível vincular a conta do Spotify ao Facebook, a invasão também pode partir daí. "Existe bastante 'phishing' de Facebook. Então se você perder o Facebook, perde tudo atrelado a ele". Confira publicações com reclamações: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Vitrine para a literatura de Minas, 2ª edição da revista 'Chama' é lançada

O Tempo - Diversão - Magazine Publicação será distribuída gratuitamente em evento literário que reúne, ainda, a feira de autores independentes Textura e o projeto Pensar Edição, Fazer Livro Veja Mais

Celebrado álbum de Alanis Morissette vira musical na Broadway

O Tempo - Diversão - Magazine "Jagged Little Pill", disco de estreia da cantora e compositora canadense, vai completar 25 anos em junho de 2020 Veja Mais

'Eu, a vó e a boi' é crônica ácida da polarização do Brasil, diz Paulo Silvestrini na CCXP

G1 Pop & Arte Comédia do Globoplay com Arlete Salles e Vera Holtz surgiu na internet. História acompanha famílias rivais. Yolanda, a Boi (Vera Holtz), Roblou (Daniel Rangel) e Turandot (Arlete Salles) de 'Eu, a Vó e a Boi', série do Globoplay Estevam Avellar/TVGlobo "Eu, a vó e a boi", nova série de comédia do Globoplay, surgiu de uma história no Twitter, mas retrata muito mais que as redes sociais. "É bastante contemporânea, uma crônica ácida e inteligente. A gente encontra ali um pouco da nossa vida, do momento que estamos vivendo nesse país. É a representação das pessoas com sentimentos tão apaixonados e antagônicos", explicou o diretor Paulo Silvestrini. "É a polarização, o ódio de todos os lados que estamos vivendo", completou Arlete Salles, uma das protagonistas da série, durante o painel do Globoplay na Comic Con Experience nesta sexta-feira (6). O roteiro de Miguel Falabella apresenta duas famílias afastadas pela rivalidade de suas matriarcas: Turandot, vivida por Salles, e a boi, representada pela Vera Holtz. Painel do Globoplay aconteceu na Comic Con Experience 2019 nesta sexta-feira (6) Thais Matos/G1 O diretor se inspirou em filmes de faroeste para montar o clima de tensão, além de ter referências do diretor Quentin Tarantino. Na série, os personagens conversam diretamente com o público, com inspiração em outros sucessos do gênero como "Modern Family" e "Fleabag", citou a equipe durante o evento. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja Mais

Ludmilla ironiza proposta de deputado contra música 'Verdinha'

O Tempo - Diversão - Magazine Deputado federal Junio Amaral, do PSL de Minas Gerais, apresentou moção de repúdio contra a música da cantora Veja Mais

Camila Cabello diz que novo álbum 'Romance' é sobre se apaixonar

G1 Pop & Arte 'Quando eu tinha 20 anos, quando comecei a fazer esse álbum, era o momento que eu realmente tive tempo de sair para viver a vida', disse cantora, sobre segundo álbum. Camila Cabello Reprodução/Instagram Camila Cabello está recuperando o tempo perdido. A cantora de 22 anos ganhou fama seis anos atrás ao integrar o grupo Fifth Harmony, e se manteve em alta seguindo carreira solo, responsável pelos sucessos "Havana" e "Señorita", dueto com o namorado Shawn Mendes. Lançado nesta sexta-feira, o novo álbum de Cabello, "Romance", foi inspirado pela sensação de se apaixonar, disse a cantora. "Eu realmente não tive a experiência normal de sair com os amigos, ter encontros e frequentar a escola", afirmou a artista, que abandonou o ensino médio para seguir carreira na música. "Quando eu tinha 20 anos, quando comecei a fazer esse álbum, era o momento que eu realmente tive tempo de sair para viver a vida. Todo esse álbum é apenas sobre a intensidade de, sabe, estar em um relacionamento sério pela primeira vez, se apaixonar", contou a cantora à Reuters. Fãs vibram com Camila Cabello e outros artistas no Z Festival, em Porto Alegre As apresentações ao vivo de "Señorita" ao lado de Mendes viralizaram neste ano, mas a cantora prefere não apontar quantas músicas de "Romance" são sobre o relacionamento do casal. "Eu nunca gosto de dizer 'Ah, aquela música é sobre ele'. Mas acho que, sei lá, as pessoas vão descobrir", acrescentou. Em sua curta carreira, Cabello já ganhou mais de 60 prêmios, incluindo artista do ano no MTV Video Music Awards de 2018. De origem latina, a cantora também se vê como modelo para imigrantes nos Estados Unidos. Ela passou os primeiros anos de sua vida entre Havana e a Cidade do México antes de se mudar para a Flórida aos 6 anos. "Eu definitivamente sinto que tenho a responsabilidade de compartilhar minha história e a história da minha família, porque acredito que é importante que as pessoas meio que humanizem as questões." Veja Mais

'As Golpistas', 'Brooklin: Sem Pai Nem Mãe' e 'O Juízo' são estreias da semana nos cinemas; VÍDEO

G1 Pop & Arte Jennifer Lopez é cotada ao Oscar por atuação em filme de strippers. 'Suspense sobrenatural' brasileiro destaca família Montenegro no elenco e na equipe. 'As Golpistas', 'Brooklin: Sem Pai Nem Mãe' e 'O Juízo' são estreias da semana nos cinemas Os brasileiros vão poder ver nos cinemas, a partir desta quinta-feira (5), o novo filme de Jennifer Lopez, que interpreta a líder de um grupo de golpistas strippers nos Estados Unidos, um suspense brasileiro com Fernanda Montenegro e um drama de detetive com elenco estrelado. Assista ao vídeo acima. 'As Golpistas' 'As Golpistas': Veja o trailer O filme com Jennifer Lopez conta uma trama inusitada em que um grupo de strippers arma um plano para se dar bem em cima de seus clientes ricos de Wall Street. O roteiro é inspirado em um caso real que aconteceu nos Estados Unidos anos atrás. Lopez é a líder do grupo e está sendo cotada ao Oscar pelo papel. Já a atriz Constance Wu é uma jovem stripper que precisa ajudar a avó. As cantoras Cardi B e Lizzo também estão no elenco. Leia resenha. 'Brooklin: Sem Pai Nem Mãe' Assista ao trailer de 'Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe' Lionel Essrog (Edward Norton) é um detetive que sofre da síndrome de Tourrete em Nova York nos anos 1950. Depois que seu chefe e mentor Frank (Bruce Willis) morre, ele começa a investigar o que pode estar por trás do assassinato. Inspirado nos filmes de detetive dos anos 50, "Brooklin: Sem Pai Nem Mãe" é um projeto pessoal e o segundo longa que Edward Norton dirige. Alec Baldwin, Willem Dafoe e Gugu Mbatha-Raw completam o elenco estrelado. 'O Juízo' Assista ao trailer do filme 'O Juízo' O "suspense sobrenatural" conta a história de uma família que se muda para uma fazenda e começa a ser assombrada por fantasmas de escravos dos seus antepassados. Com Fernanda Montenegro, Carol Castro, Felipe Camargo e Criolo, o filme é dirigido por Andrucha Wadddington ("Sob Pressão" e "Chacrinha"). O longa também marca a estreia de Joaquim Torres, neto de Fernanda Montenegro no cinema, já o roteiro é de Fernanda Torres. Veja Mais

Liga de blocos de rua faz evento na cidade neste fim de semana

O Tempo - Diversão - Magazine Programação tem os grupos que mais arrastam multidões, como Baianas Ozadas e Monobloco Veja Mais

Margot Robbie exibe cena de 'Aves de Rapina' na CCXP: 'Feminismo não é só para mulheres'

G1 Pop & Arte Elenco e diretora estão no Brasil para divulgar novo longa da DC, com estreia marcada para 6 de fevereiro. Margot Robbie no painel de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash Margot Robbie, a diretora Cathy Yan e o elenco de "Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa" apresentaram a primeira cena do filme nesta quinta-feira (5) durante a Comic Con Experience 2019. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal O filme mostra Arlequina independente do Coringa e como ela reúne as anti-heroínas do time. "Não me sentia pronta para me despedir da personagem depois de 'Esquadrão Suicida', então pensei que seria legal se o mundo visse a história da perspectiva dela", contou a atriz. Rosie Perez, Ella Jay Basco, Jurnee Smollett-Bell, Margot Robbie, Mary Elizabeth Winstead, Cathy Yan e a mediadora do painel, Mari Moon, na apresentação de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash Na cena exibida, Arlequina chora porque terminou com o Coringa (Jared Leto), e decide queimar o lugar com produtos químicos no qual foi derrubada pelo vilão em "Esquadrão Suicida" (2016) ao ouvir das amigas que não o superou. Ao ir embora, ela anuncia que esta será a história de uma nova e independente Arlequina. Robbie diz que o filme é feminista, mas que não é limitado a isso. "Feminismo não é só para mulheres. Homens também podem ser feministas", afirmou. Margot Robbie participa de painel sobre 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash Para a atriz, o filme não seria tão libertador sem o toque da diretora Cathy Yan. "No segundo que a Cathy chegou com uma perspectiva feminina sobre o filme, sentimos que estávamos no caminho certo", disse Margot. Foi justamente a força das heroínas que chamou a atenção de Cathy para o projeto. Este é seu segundo filme como diretora, que estreou com "Dead Pigs" (2018). "É uma história inspiradora, de mulheres aprendendo a trabalhar juntas. E essa é a Gotham da Arlequina e não do Batman", disse a cineasta antes de apresentar um pouquinho da cidade famosa dos quadrinhos. Público vibra no painel de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash 'Estado constante de dor' O filme é cheio de sequências de ação. Para encararem as gravações, as atrizes treinaram boxe e kickboxing por cinco meses. Jurnee Smollet-Bell ("True blood"), a Canário Negro, revelou que, durante o treinamento, viveu em "estado constante de dor". "Doía para ir ao banheiro", brincou. Mas o foco nas lutas foi muito importante para entrar no filme. "Como mulher, nosso corpo é sempre objetificado. E aprender a lutar foi empoderador porque comecei a ver meu corpo como uma máquina, ver a minha força." As atrizes Mary Elizabeth Winstead ("Fargo"), que interpreta Caçadora; Rosie Perez ("Segurando as pontas"), que dá vida a Renee Montoya; e a jovem Ella Jay Basco, que interpreta Cassandra Cain em seu primeiro filme, também participaram da apresentação. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja Mais

'Mulan' ganha novo trailer com desafios que personagem enfrentará; ASSISTA

G1 Pop & Arte Filme é inspirado na animação da Disney e estreia em 26 de março no Brasil. Liu Yifei interpreta a heroína. Assista ao 2º trailer de 'Mulan' O filme "Mulan", inspirado na animação da Disney, ganhou novo trailer nesta quinta-feira (5). Assista acima. Os desafios que a heroína Mulan, interpretada pela atriz chinesa Liu Yifei, terá que enfrentar são destaques no novo vídeo. Donnie Yen, Jet Li e Li Gong também estão no elenco do longa que estreia em 26 de março no Brasil. O novo longa é inspirado na animação de 1998, que arrecadou mais de US$ 300 milhões no mundo todo. Na história original, a jovem chinesa se disfarça de homem para evitar que seu pai tenha que se juntar ao exército do país. "É meu dever proteger a minha família", diz Mulan no segundo trailer, antes de sair de casa para ir ao campo de batalha no lugar do pai. O primeiro trailer do filme foi divulgado em julho. Yifei, de 30 anos e também conhecida como Crystal Liu, é uma das atrizes mais populares da atual geração na China. Além de participar de produções do país, ela atuou em inglês em filmes americanos como "O reino proibido" (2008) e "O imperador" (2014). Liu Yifei como Mulan em primeira foto do novo filme da personagem Reprodução/Twitter/Disney Veja Mais

Documentário de Taylor Swift ganha nome e novos detalhes

O Tempo - Diversão - Magazine A produção vai se chamar 'Taylor Swfit: Miss Americana' Veja Mais

Álbum em que Gilberto Gil flertou com a 'disco music' ganha edição de 40 anos em LP

G1 Pop & Arte Lançado em 1979, 'Realce' causou controvérsia pela abordagem pop de samba-canção de Dorival Caymmi. Gilberto Gil confere a edição em LP do álbum 'Realce' na série 'Clássicos em vinil' Reprodução / Facebook Polysom Em 1979, os embalos de sábado à noite ainda agitavam os frenéticos dancin' days, influenciando a música do Brasil e do mundo. Cantor e compositor antenado com os ritmos do universo pop, como já mostrada no visionário álbum Refavela (1977), Gilberto Gil flertou com a disco music na purpurinada gravação de Realce, música que batizou o LP lançado pelo artista baiano naquele ano de 1979. Gravado nos Estados Unidos, no estúdio Westlake Audio de Hollywood (Los Angeles, EUA), o álbum Realce ganha edição comemorativa de 40 anos no formato original de LP. Produzida na série Clássicos em vinil, da Polysom, a reedição de Realce em LP chega ao mercado fonográfico na segunda quinzena deste mês de dezembro de 2019, ainda em tempo de celebrar as quatro décadas do disco lançado em agosto de 1979. Capa da nova edição em LP do álbum 'Realce', de Gilberto Gil Divulgação Em Realce, disco gravado com produção musical orquestrada por Marco Mazzola, o sempre antenado Gil já experimentou o tecnopop que daria o tom de boa parte da música produzida no Brasil e no mundo na década de 1980. Jerry Hey (tecladista e arranjador do grupo norte-americano de funk Earth, Wind & Fire) e Steve Lukather (guitarrista da então novata banda norte-americana de rock Toto) foram músicos dos EUA arregimentados para a gravação desse álbum em que, além da composição-título Realce, Gil apresentou músicas que atravessariam gerações, casos sobretudo de Toda menina baiana e de Super-homem, a canção, um dos hits do disco. O álbum Realce foi bem recebido no geral, mas a abordagem pop do samba-canção Marina (Dorival Caymmi,, 1947) causou controvérsias na época, mais por se tratar de uma música do compositor Dorival Caymmi (1914 – 2008) – dono de cancioneiro até então imaculado – do que pelo arranjo propriamente dito. Veja Mais

Pantone anuncia 'classic blue' como cor de 2020

G1 Pop & Arte A empresa americana de consultoria de cores divulgou tonalidade que deve ser tendência no próximo ano. Pantone anuncia 'classic blue' como cor de 2020 Divulgação A cor de 2020 será a “classic blue”, segundo a Pantone. A empresa americana de consultoria de cores escolhe anualmente a cor que deve ser tendência no ano em moda, design e cultura. Para o próximo ano, segundo a Pantone, a tonalidade específica na cartela de cores será a "19-4052 Classic Blue", que é sugestiva do céu ao entardecer, conforme comunicado. "Uma tonalidade atemporal e duradoura, elegante em sua simplicidade. Traz sensação de paz e tranquilidade para o espírito humano, oferecendo refúgio. Ajuda na concentração, trazendo a percepção de clareza", informou a empresa. Initial plugin text Em 2019, a Pantone definiu "Living Coral" como cor do ano. Associações com céu ao anoitecer e com a tonalidade dos recifes subáquaticos foram destacadas na escolha. A referência da cor na cartela é PANTONE 16-1546. No ano anterior, "ultravioleta" foi a eleita. A decisão se baseava, entre outros fatores, em ícones da cultura pop, como Jimi Hendrix e David Bowie, ambos marcados por tons de roxo. Veja Mais

Carol Castro diz que 'O Juízo' vem em momento mais seguro da carreira: 'Kikito me deu carimbo de autenticidade'

G1 Pop & Arte Atriz protagoniza suspense de Andrucha Waddington que estreia nesta quinta (5). Elenco também tem Felipe Camargo, Criolo, Fernanda Montenegro e Lima Duarte. A personagem de Carol Castro começa e termina "O juízo" ao volante do carro do diretor Andrucha Waddington. É representativo, ela diz emocionada, deste momento em que sente que tomou a direção, finalmente, de sua carreira. O suspense chega nesta quinta-feira (5) com Carol em um papel diferente da carreira: mãe de um adolescente, ela é responsável por manter a estranha família ilesa. Com 35 anos de idade e 20 de profissão, a atriz é agradecida por sua trajetória, mas tem um porém: por muito tempo, diz ter feito muitos papéis sensuais. “No início da carreira teve esse momento de fazer personagens parecidos e muito porque eu não tinha maturidade e nem experiência para me posicionar, me defender ou escolher o que eu gostaria de fazer. Hoje eu tenho mais bagagem, estou em um lugar de escolher o que eu faço.” Assista ao trailer do filme 'O Juízo' Agora, ela tem uma pequena ajuda para ter mais segurança na hora de aceitar ou rejeitar papéis: um Kikito, prêmio do festival de cinema de Gramado, como melhor atriz coadjuvante pelo filme “Veneza”. "Isso também traz um reconhecimento, um carimbo de autenticidade ali, é muito importante." Ela ficou conhecida na TV, rodou o brasil no teatro, mas gosta mais de fazer cinema. Apesar disso, acha que essa “richa” tem que acabar. “Eu acho uma besteira.” Até o fim de dezembro, ela roda uma comédia em São Paulo. Para 2020, ainda não há planos. “Fica difícil estar em um projeto já pensando em outro. As coisas vão acontecendo.” Carol Castro, Felipe Camargo e Joaquim Torres Waddington em 'O Juízo' Divulgação/Dan Behr Criolo, Felipe Camargo e Joaquim Torres Waddington também estão no elenco. Fernanda Montenegro e Lima Duarte atuam como coadjuvantes, mas foram imprescindíveis para a criação da atmosfera de suspense de “O Juízo”. A história foi escrita por Fernanda Torres, mas não impediu que Montenegro levantasse questões. “Eles questionavam várias coisas, foi uma grande preparação”, diz Carol. Fantasmas de ex-escravos No filme, a família principal é assombrada pelo fantasma de dois ex-escravos de seus antepassados. “É o carma brasileiro, que a gente carrega dos nossos antepassados.” E a casa onde o filme acontece carrega essa história. “Deixo da sala de jantar era a senzala.Então só a locação já nos colocava nesse desconforto histórico que nos acompanha.' O Brasil tem apostado em suspense e terror. Nos últimos dois anos, foram "Morto não fala", "A sombra do pai", "Animal cordial" e "Boas boas maneiras". Bastidores da gravação do filme 'O Juízo', com Fernanda Montenegro Divulgação/Globo Filmes "O juízo" é, de certa forma, precursor desse movimento. Fernanda Torres escreveu o roteiro em 2012. O filme só foi rodado em 2016. “Ela mesma diz que nessa época o cinema brasileiro estava muito voltado para comédias ou cinema muito realista, estava faltando esse gênero. Vários dos suspenses de agora foram gestados nessa época”, conta Carol. Para a atriz, isso é um "ótimo sinal". "Indica que estamos abrindo um leque, para mostrar que o cinema brasileiro pode ir muito além das comédias e filmes sociais." Veja Mais

Cemig anuncia atrações de fim de ano

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Gloria Maria aparece em público pela primeira vez após cirurgia no cérebro

O Tempo - Diversão - Magazine Jornalista esteve no Cine Odeon, no Rio de Janeiro, para o lançamento do filme "Roberto Carlos em Jerusalém 3D" Veja Mais

Vera Magalhães será a nova apresentadora do 'Roda Viva', da TV Cultura

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Toquinho bate 'Papo final' com Maria Rita em álbum de músicas inéditas

G1 Pop & Arte Veja a letra da composição gravada pelos artistas para o disco em que o cantor registra parcerias com Paulo César Pinheiro. Toquinho lança no primeiro semestre de 2020 um álbum autoral com músicas inéditas compostas pelo artista paulistano com letras de Paulo César Pinheiro. Uma dessas músicas, Papo final, foi gravada por Toquinho em dueto com a cantora Maria Rita. O disco de Toquinho será editado pela gravadora Deck entre março e abril de 2020, 14 anos após Mosaico, álbum de 2006 em que o cantor, compositor e violonista também registrou somente músicas compostas em parceria com o carioca Paulo César Pinheiro, um dos letristas mais afiados da MPB. Maria Rita e Toquinho em estúdio na gravação do samba 'Papo final' Otávio Souza / Divulgação ♪ Eis a letra do samba Papo final: Papo final (Toquinho e Paulo César Pinheiro) Não... Claro que não Já não dá mais Lhe dou razão Não fui capaz Essa é a questão De amar em paz Não tem perdão Eu sei Bem que avisei Mas volto atrás Sem condição Inda me apraz Mas não tem paixão Que momento foi que foi desfeito Nem eu percebi direito Foi uma lição Pro nosso coração Pois eu perdi meu chão E eu feri meu peito Vem Não dá mais não Deixa pra lá Foi decisão Vamos tentar Não faz pressão Vamos voltar Sem solução Talvez Não tem talvez Mas por favor Sem forçação Mas foi amor Pra mim foi ilusão Veja Mais

Mães de fãs de Shawn Mendes dão bronca em cantor após cancelamento de show: 'Moleque'

G1 Pop & Arte Cantor se apresentou no Rio de Janeiro na noite desta terça-feira (3), três dias após cancelar uma das apresentações da turnê no Brasil para 'repouso total das cordas vocais'. Shawn Mendes Reprodução/Instagram Na noite desta terça-feira (3), Shawn Mendes se apresentou no Rio e fez seu segundo e último show no Brasil durante a passagem de sua turnê no país. No total, seriam três apresentações, mas o cantor cancelou uma delas, a que aconteceria no sábado (30), para “repouso total das cordas vocais”. "Fico de coração partido ao fazer isso, mas meus médicos me disseram que eu não posso me apresentar hoje à noite ou correria o risco de causar danos a longo prazo à minha voz. Eu amo tanto vocês e peço desculpas do fundo do meu coração. Eu prometo que vou compensar vocês na próxima vez que voltar à América do Sul. Te amo", disse em nota na ocasião. Fãs lamentaram a decisão do cantor. Muitos já estavam até no local do show quando foi anunciado o cancelamento. Dias após o cancelamento, muitas mães e irmãs de fãs entraram nas redes sociais do cantor para dar bronca. “Moleque” e “irresponsável” são algumas palavras usadas por elas. Os desabafos aconteceram em sua maioria após Shawn confirmar a apresentação do Rio de Janeiro e subir ao palco da Jeunesse Arena. Initial plugin text "Como mãe de uma adolescente que te ama ... estou te odiando! Foram meses de espera para te ver, economias, sem comprar nada para ir ver você. E aí você cancela. Poderia pelo menos ter feito um playback, as fãs não ligariam o que elas queriam mesmo era te ver. Minha filha não para de chorar porque acho que um dos sonhos dela estava sendo realizado para de repente ser tudo cancelado", escreveu uma mãe. "Meses atrás, minha filha chorava de felicidade quando soube que conseguimos comprar os ingressos. No dia do show ela chorou de desespero e frustração. Total descaso! Sem falar nos gastos e toda a logística para irmos pra São Paulo, porque somos de Porto Alegre. Lamentável", comentou outra. "Moleque irresponsável! Cai fora logo! Queremos nosso dinheiro reajustado, financiamos sua turnê pra sermos tratados feito lixo", escreveu mais uma. "Dois dias após o descaso com o show de São Paulo já está bom? Tirando foto e se preparando pro show no Rio? Ridículo! Estragou o sonho da minha irmã e de muitos fãs." "Parece que ainda estou vivendo um pesadelo, minha filha respira Shawn Mendes. O sonho dela e de tantas outras foram destruído. Saímos de Belo Horizonte para São Paulo para voltar frustada. Que tristeza ver tantas meninas chorando, inclusive minha filha, pois ganhou de aniversário a ida ao show. Uma péssima experiência na qual nunca vamos esquecer." "Sarou, moleque irresponsável? Já deu um mergulho na piscina do Fasano e no mar também? Absurdo sua atitude perante os fãs de todo o Brasil que foram te ver no show oficial em São Paulo." "Falta de profissionalismo organização e o desrespeito com os fãs. Esse garoto precisa crescer e aprender a ter mais respeito com o seu público. Isso não se faz e o mais triste foi a indiferença por parte dele. Não teve consideração nenhuma. Nunca mais quero ouvir falar desse moleque." Após o show do Rio de Janeiro, Shawn Mendes segue para a Argentina, onde fará duas apresentações em Buenos Aires. Primeiro show em São Paulo O canadense se apresentou nesta sexta (29) no Allianz Parque, em São Paulo, com muita performance e simpatia, mas pouco alcance vocal. Mendes levou o público à loucura com um protesto. Em meio a problemas ambientais na Amazônia e nas praias brasileiras, discursou pelo clima durante a música "Youth". Com a frase "Climate action now" em sua guitarra, pediu ação e que o público "não deixe que lhe tirem sua juventude". Filho de português, ele mandou diversas mensagens em português para os fãs. "Eu tenho gratidão por vocês, eu te amo." No primeiro em show em São Paulo, ele cantou 26 músicas em quase duas horas. Intercalou sucessos com músicas menos reproduzidas de seus três discos, além de dois covers. Shawn Mendes cancela show e fãs se desesperam Veja Mais

Diretores de 'Frozen 2' comentam polêmica sobre Elsa ser ou não lésbica: 'É uma história sobre família'

G1 Pop & Arte Chris Buck e Jennifer Lee falam ao G1 sobre força da nova trilha sonora e pressão para repetir sucesso. Eles explicam 2ª parte e a chance de um 3º filme. Veja entrevista em VÍDEO. Diretores e produtor de 'Frozen 2' dizem que sentiram saudade dos personagens Não foram só os fãs de "Frozen" que sentiram saudade de Elsa, Anna e Olaf. Chris Buck e Jennifer Lee, diretores dos filmes, também sentiram falta dos personagens e citam isso como um dos motivos para criarem a continuação. Veja vídeo acima. Depois do sucesso do filme de "Let It Go", em 2013, a dupla voltou a trabalhar com os personagens no curta "Frozen Fever" dois anos depois. Neste momento eles viram que "Frozen 2" poderia existir. O filme estreou nos Estados Unidos, mas chega ao Brasil em 2 de janeiro. G1 já viu: 'Frozen 2' Perguntas e respostas "Quando começamos a ver os personagens ganhando vida novamente, olhamos um pro outro e eu falei 'ah sinto falta desses caras, realmente sinto saudade deles'", afirma Buck em entrevista ao G1, em Los Angeles. Ele estará na Comic Con Experiente, nesta semana. Outro motivo apontado por Jennifer Lee foi a necessidade de explicar a origem dos poderes de Elsa. "O Peter (Del Vecho, produtor dos filmes) voltou de uma viagem falando 'Todo mundo fica me perguntando porque a Elsa tem poderes'", conta. Namorada de Elsa x conservadores Antes do lançamento do filme, um movimento na internet pedia que Elsa tivesse uma namorada. Por outro lado, grupos conservadores defenderam um boicote à "Frozen 2" se a produção discutisse a sexualidade da personagem. "Frozen 2" estreia no Brasil em 2 de janeiro de 2020 Divulgação Questionados sobre o assunto, Jennifer Lee foi direta: "A gente não entra em política". "Anna e Elsa se tornaram inspiração para tantas pessoas ao redor do mundo e o filme é uma história sobre irmãs, sobre família", afirma ela. No filme, o romance fica apenas com o casal Anna e Kristoff. Pressão para repetir os números? O sucesso inesperado do primeiro filme aumenta a expectativa para "Frozen 2", mas será que o time sente a pressão por músicas tão cativantes como "Let It Go" ou números de espectadores batendo a casa dos bilhões? O produtor Peter Del Vecho já deixa claro a intenção do estúdio ao afirmar que escalar a mesma equipe não foi em vão. "Nós trouxemos de volta o time original do primeiro filme, estamos construindo 'Frozen 2' da mesma forma que o primeiro. Espero que o mundo receba bem o filme, até porque temos muito orgulho do que criamos", afirma. Anna e Olaf em "Frozen 2" Divulgação/Disney Mas não rola uma competiçãozinha? Até porque a marca de maior animação de todos os tempos foi batida por "Rei Leão" neste ano. Lee despista e joga a ideia para sua equipe. "Somos competitivos entre nós, no sentido de que queremos criar a melhor história e que não vamos parar até que a gente consiga", defende. Músicas fortes Del Vecho reproduz o discurso de boa parte do time, de acordo com as entrevistas e os painéis vistos pelo G1 em Los Angeles, ao defender que o ponto de partida é sempre a história. As músicas são criadas para contribuir com o enredo das aventuras de Elsa e Anna, assim como os figurinos,a escolha do cenário e até a criação de personagens novos. Quanto a trilha sonora, Del Vecho está satisfeito com o resultado final. "Eles entregaram músicas que a nossa equipe e atores já saíram cantando, exatamente como eles fizeram no primeiro. Então, sim, acho que foram bem sucedidos", afirma. Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, compositores de "Let It Go" e consequentemente vencedores do Oscar de "Canção Original", criaram sete novas músicas para o novo filme, incluindo "Into the Unknown". 'História completa' Os diretores chegaram a falar na D23 Expo, feira de lançamentos de produtos da Disney, que os dois filmes funcionam como uma "história completa". Isso pode ser o fim da história entre as duas irmãs? Buck pede calma. "Fazer cada um desses filmes é uma jornada de três ou quatro anos e algumas vezes o sentimento é que você está correndo uma maratona e o fim é tudo que você consegue ver. A gente não passou dessa fase ainda…", afirma. Mas deixa em aberto: "Você pode nos perguntar isso daqui a um ano?". Veja Mais

Quando o riso é diversão e também resistência

O Tempo - Diversão - Magazine Sexta edição da mostra BH in Solos acontece a partir desta quarta-feira nos teatros do Sesiminas e do Sesc Palladium Veja Mais

Kevin Feige apresenta teaser de 'Eternos' e cenas de 'Viúva Negra' na CCXP 2019

G1 Pop & Arte Presidente da Marvel mostrou vídeos inéditos neste sábado (7). Kevin Feige durante painel da Marvel na CCXP, em São Paulo Divulgação Kevin Feige, diretor da Marvel Studios, apresentou um teaser do filme “Eternos” e cenas inéditas de “Viúva Negra” durante a CCXP 2019, neste sábado (7). O teaser de “Eternos” mostrou os heróis caracterizados e cenas de combates. O filme ainda está em gravação, segundo Feige. O elenco tem Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee, com direção de Chloé Zhao. Feige também apresentou duas cenas inéditas de “Viúva Negra”, filme solo da vingadora vivida por Scarlett Johansson. Nas cenas, a heroína interage com a família, formada pelos personagens de David Harbour, Rachel Weisz e Florence Pugh. Veja Mais

Resolução exclui do Simples Nacional microempreendedores das áreas artística e de ensino

G1 Pop & Arte Decisão do Comitê Gestor do Simples Nacional foi publicada no 'Diário Oficial da União'. Tributação de microempreendedor individual é menor que a das médias e grandes empresas. Resolução publicada na edição desta sexta-feira (6) do "Diário Oficial da União" excluiu da categoria de microempreendedor individual (MEI) pelo menos 26 ocupações e atividades que se beneficiavam dessa condição para recolher o Simples Nacional, cuja tributação é menor que a das médias e grandes empresas e proporciona isenção de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). A resolução é assinada por José Barroso Tostes Neto, presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, e valerá a partir de 1º de janeiro de 2020. A maior parte das ocupações excluídas é de profissões da área artística e cultural, entre as quais cantor e músico independente, produção teatral, ensino de arte e cultura, atividades de sonorização e iluminação, ensino de música, produção musical, produção teatral e instrutor de artes cênicas (veja a lista das ocupações excluídas ao final desta reportagem). O MEI existe há dez anos, com o objetivo de incentivar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos a baixo custo. Podem aderir ao programa negócios que faturam até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e têm no máximo um funcionário. Ao se cadastrar como MEI, o microempreendedor é enquadrado no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). O registro de MEI permite ao microempreendedor ter benefícios previdenciários, número no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), emitir notas fiscais, alugar máquinas de cartão e ter acesso a empréstimos com juros baixos e a apoio técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). MEI é a única fonte de renda de quase 4,6 milhões de pessoas Reações A resolução provocou reações no meio cultural. Artistas se manifestaram em redes sociais contra a medida. "Criminoso excluir atividades artísticas e culturais do MEI. Empurra mais gente ainda p/ 1 lugar obscuro sem chance d emancipação econômica baseada em seus maiores talentos", escreveu o cantor e compositor Emicida. Para o músico Lucas Silveira, da banda Fresno, trata-se de "mais uma bordoada dolorida desse governo que odeia a arte e os artistas". Segundo ele, "isso é retaliação pura contra um segmento majoritariamente contrário ao governo". O cantor e compositor Marcelo Café, de Brasília, é MEI há mais de cinco anos, como músico independente. Para ele, a resolução levará artistas para a informalidade. "Essa resolução coloca toda a cadeia cultural na informalidade. É uma crueldade, além de ser um contrassenso. Você vai colocar quase 5 milhões de pessoas na informalidade, deixar de contribuir para o INSS, prejudicar essas pessoas nessas contribuições e em uma futura aposentadoria, prejudicando toda a cadeia produtiva do país", declarou. Governo Na manhã deste sábado, o G1 procurou as assessorias do Palácio do Planalto e do Ministério da Economia e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem. O presidente Jair Bolsonaro chegou a Brasília no início da tarde, após compromisso no Rio de Janeiro, mas não conversou com jornalistas, como costuma fazer, na portaria da residência oficial do Palácio da Alvorada. Ocupações excluídas As profissões que a resolução exclui do MEI são as seguintes: Astrólogo independente Cantor/músico independente Disc jockey (DJ) ou video jockey (VJ) independente Esteticista independente Humorista e contador de histórias independente Instrutor de arte e cultura em geral independente Instrutor de artes cênicas independente Instrutor de cursos gerenciais independente Instrutor de cursos preparatórios independente Instrutor de idiomas independente Instrutor de informática independente Instrutor de música independente Professor particular independente Proprietário de bar e congêneres, com entretenimento, independente Outras atividades de serviços pessoais não especificadas anteriormente Produção musical Atividades de sonorização e iluminação Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza Produção teatral Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente Ensino de artes cênicas, exceto dança Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial Cursos preparatórios para concursos Ensino de idiomas Treinamento em informática Ensino de música Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, com entretenimento Veja Mais

Quarteto paulistano de rock Violet Soda põe energia no primeiro álbum

G1 Pop & Arte Passou somente um ano e meio entre a criação da banda Violet Soda em 8 de junho de 2018 e o lançamento do primeiro álbum desse quarteto paulistano de garage rock que recicla influências do punk e do grunge. No meio desse curto caminho até o lançamento do álbum Violet Soda (Deck / Forever Vacation Records) na sexta-feira, 6 de dezembro, houve os EPs Here we go again e Tangerine – lançados em junho e em novembro de 2018, respectivamente – e um registro ao vivo em estúdio, além de convite para abrir show de Pitty na turnê Matriz. A alta velocidade com que Karen Dió (voz e guitarra), Murilo Benites (guitarra), Tuti AC (baixo) e André Dea (bateria) estão sobressaindo na cena roqueira underground da cidade de São Paulo (SP) está em sintonia com a energia imprimida no álbum Violet Soda, gravado no estúdio paulistano Costella com produção musical dividida entre Alexandre Capilé (de bandas como Sugar Kane, Ator Morto, Water Rats) e João Lemos (do grupo Molho Negro). O repertório inédito e autoral contabiliza nove músicas compostas com letras em inglês e ouvidas na voz de Karen Dió, também guitarrista do quarteto. Entre as músicas do disco Violet Soda, há Charlie, Girl!, I'm trying (eleita o primeiro single do álbum), Lazy guy, Scars, You don't know me e What do I do. Capa do álbum 'Violet Soda' Divulgação Veja Mais

As reações do funk às mortes de Paraisópolis: Artistas e produtor falam de bailes e preconceito

G1 Pop & Arte Semana Pop explica o que é o Baile da 17, onde 9 pessoas morreram após ação da PM, e mostra relatos de Anitta e outros, que falaram sobre experiências nesse tipo de evento; ASSISTA Semana Pop mostra as reações às mortes de Paraisópolis O Semana Pop deste sábado (7) mostra as reações de nomes do funk às mortes de nove pessoas em um baile de Paraisópolis, comunidade de São Paulo. Anitta e outros falam das próprias experiências nesses eventos e do preconceito contra o ritmo. Veja todas as edições Ouça em podcast No programa, você vai entender o que é o Baile da 17, onde as mortes aconteceram após uma ação da Polícia Militar, e ouvir os posicionamentos de três personalidades sobre o episódio. Anitta, cantora que iniciou a carreira cantando funk em bailes no Rio FP do Trem Bala, um dos principais DJs do movimento conhecido como funk 150 bpm Kondzilla, principal produtor de funk de São Paulo O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está em alta no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou outros assuntos. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Praça da Liberdade: um espaço que pulsa

O Tempo - Diversão - Magazine Livro “Uma Praça Chamada Liberdade”, de Thais Guimarães e Carlos Ávila, capturam diversas cenas que estimulam outros olhares para a cidade Veja Mais

'Onde está meu coração' aborda dependência química: 'Questão de saúde pública e não de polícia'

G1 Pop & Arte Produção do Globoplay acompanha médica dependente e consequências para a família. Elenco e autor apresentaram a série em painel na CCXP 2019. Equipe e elenco de "Onde Está Meu Coração" participou do painel do Globoplay na Comic Con Experience 2019 nesta sexta-feira (6) Thaís Matos/G1 "Onde está meu coração", nova série do Globoplay sobre uma médica dependente química, quer falar sobre drogas com sensibilidade, sem reproduzir preconceitos. "Não queremos dar respostas, mas lançar luz sobre essa questão tão delicada e sensibilizar as famílias brasileiras", disse George Moura, um dos criadores da série, durante conversa na CCXP 2019 nesta sexta (6). A história mostra a entrada das drogas em todas as classes sociais brasileiras. Letícia Colin, Mariana Lima e Fábio Assunção formam a família protagonista. Amanda (Letícia Colin) e Miguel (Daniel Oliveira) em cena de 'Onde Está Meu Coração' Fábio Rocha/TV Globo Para Mariana, é um trabalho quase social. "A gente costuma marginalizar a droga, achar que ela está só nas periferias." "Acreditamos que a dependência química não é questão de polícia, mas de saúde pública", defendeu Moura. "Eu conheci, durante a minha vida, os vários lados dessa história. É um privilégio falar desse problema em uma série, e não com o uso roubado da minha imagem", disse o Fábio Assunção, que enfrentou a dependência nos últimos anos. Após apresentar a série, o autor defendeu a força da cultura nacional. "Nós não somos diabólicos, não somos vagabundos. Trabalhamos. E acreditamos na cultura e nos livros como solução, e não nas armas", disse Moura. Após a declaração, grande parte do público se manifestou contra o presidente Jair Bolsonaro, em coro que durou mais de 30 segundos. A série terá 10 episódios com cerca de 40 minutos e estará disponível no primeiro semestre de 2020. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja Mais

Londres terá exposição do ABBA até agosto de 2020

G1 Pop & Arte Itens pessoais, fotos, discos de ouro e trajes estarão à mostra em mostra aberta nesta sexta-feira (6). Membro da produção da exposição do ABBA em Londres faz selfie em frente ao palco REUTERS/Lisi Niesner Do santuário de um fã de carteirinha a uma réplica do palco do concurso de canções Eurovision de 1974 em que a banda triunfou com "Waterloo", uma nova exposição que abre em Londres na sexta-feira (6) revisita o sucesso enorme da sensação pop sueca ABBA. Itens pessoais, como o boletim escolar do membro Bjorn Ulvaeus, e fotos, discos de ouro e trajes, estarão à mostra em "ABBA: Super Troupers A Exposição", que fica na arena O2 de Londres até agosto de 2020. Um fã do ABBA também compartilhou centenas de suvenires que colecionou durante mais de 40 anos, incluindo almofadas, echarpes, insígnias e até decorações natalinas. "Tenho uma lembrança vaga deles vencendo o Eurovision Song Contest, mas em 1975, quando 'I do, I do, I do' foi lançada, existe algo de único na introdução de saxofone que me pegou pelo ouvido, e não demorou muito para eu relacionar as duas coisas", disse Andrew Boardman, fã de 56 anos, à Reuters em uma prévia da exposição. "Dali em diante, foi todo e qualquer trocado (para comprar suvenires do ABBA). Tudo foi aumentando e aumentando. Quando comecei a trabalhar foi ficando cada vez maior." O ABBA, formado por Ulvaeus, Benny Andersson, Agnetha Faltskog e Anni-Frid Lyngstado, conquistou fama global depois de vencer o Eurovision Song Contest de 1974. A banda teve um êxito comercial imenso com uma sucessão de hits nos anos 1970 e 1980, como "Dancing Queen", "Mamma Mia" e "Thank You for the Music". Londres terá exposição do ABBA até agosto de 2020 REUTERS/Lisi Niesner Veja Mais

Banda gaúcha Acústicos & Valvulados tenta a sorte com primeira música inédita em cinco anos

G1 Pop & Arte Em cena desde 1991, tendo sempre mantida hasteada a bandeira do rock de Porto Alegre (RS) ao longo dos 28 anos de vida, a banda gaúcha Acústicos & Valvulados apresenta a primeira música inédita em cinco anos. A composição se chama Minha sorte vai brilhar, tem letra escrita pelo guitarrista Daniel Mossmann com o baterista Paulo James e sai em single programado para a próxima sexta-feira, 13 de dezembro, pelo selo Loop Discos. Bibiana Petek assina a produção musical do single. O grupo Acústicos & Valvulados estava sem apresentar repertório novo desde 2014, ano em que lançou o álbum de músicas inéditas Meio doido e vagabundo – O fino do rock mendigo. Mesmo sem novidades, o quinteto continuou na estrada ao longo desses cinco anos, cumprindo movimentada agenda de shows. Além de Daniel Mossmann e Paulo James, a banda é integrada atualmente por Rafael Malenotti (voz), Alexandre Móica (guitarra e vocal) e Diego Lopes (baixo e vocal). Veja Mais

Kylie Rae Harris: exame toxicológico indica que cantora country consumiu álcool antes de acidente fatal

G1 Pop & Arte Cantora de 30 anos se envolveu acidente com três carros em Novo México, nos Estados Unidos, em setembro. Uma adolescente de 16 anos também morreu. A cantora Kylie Rae Harris, de 30 anos, morreu após acidente de carro Reprodução/Instagram As investigações sobre o acidente de Kylie Rae Harris foram encerradas e, segundo a imprensa internacional, a cantora country havia consumido bebida alcoólica antes do acidente fatal. Kylie, de 30 anos, se envolveu acidente com três carros em Novo México, nos Estados Unidos, em setembro. Uma adolescente de 16 anos também morreu. A polícia informou que além de ter consumido álcool, Kylie Rae Harris dirigia em alta velocidade antes da colisão. Segundo o exame toxicológico, a concentração de álcool no sangue da cantora era de 0,28, o que equivale a três vezes mais ao limite legal para direção sem prejuízos. Kylie Rae Harris começou a carreira na adolescência, cantando em pequenos festivais. A cantora passou o verão americano em turnê de seu último EP, com seu nome, lançado em março deste ano. Ela deixou uma filha de seis anos. Veja Mais

CCXP 2019 tem atriz de 'Lucifer' e elenco de 'Eu, a vó e a boi' como destaques nesta sexta-feira

G1 Pop & Arte Lesley-Ann Brandt se apresenta em auditório secundário. Evento ainda conta com pré-estreia de 'Playmobil' e elencos de 'Star Trek: Picard' e 'The Boys'. Lesley-Ann Brandt em cena de 'Lucifer' Divulgação A atriz Lesley-Ann Brandt, de "Lucifer", e parte do elenco da série "Eu, a vó e a boi" são destaques da programação desta sexta-feira (6), segundo dia da Comic Con Experience 2019. Todos os ingressos estão esgotados. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal A sul-africana, que interpreta a demônia Mazikeen, fala sobre a série e sua carreia às 15h30 no auditório Ultra. Um pouco antes, às 14h, Paulo Silvestrini, Arlete Salles, Dani Winits, Daniel Rangel, Marco Luque e Alessandra Maestrini, de "Eu, Avó e a Boi" falam sobre a série em painel da Globoplay no auditório Cinemark. O dia ainda conta com pré-estreia de "Playmobil: O filme" e com apresentação da Amazon Prime Video, com parte dos elencos de "The Expanse", "The Boys" e "Star Trek: Picard". CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja programação desta sexta no auditório Cinemark, o principal do evento: 11h - "Playmobil: O Filme" - pré-estreia exclusiva 13h - A criação de "Playmobil - O Filme" 14h - Globoplay: Gêneros - com Paulo Silvestrini, Arlete Salles, Dani Winits, Daniel Rangel, Marco Luque e Alessandra Maestrini de 'Eu, a Vó e a Boi'; George Moura, Luisa Lima, Fábio Assunção e Mariana Lima, de 'Onde Está Meu Coração'; e e Manguinha, Cassia Kis, Ana Paula Maia, Claudia Abreu e Maria Ribeiro, de "Desalma" 15h30 - Lana Parrilla: Era Uma Vez uma Rainha 16h30 - MSPVERSO - As novidades da MSP pra 2020 17h30 - Cartoon Network - "Trem Infinito" 18h30 - Amazon Prime Video - com partes dos elencos de "The Boys", "Star Trek: Picard" e "The Expanse" Elenco de 'Eu, a vó e a boi': Turandot (Arlete Salles), Celeste (Giovana Zotti), Norma (Danielle Winits) e Roblou (Daniel Rangel) Globo/Victor Pollak CCXP 2019 Quando: 5 a 8 de dezembro Horários: Quinta e sexta das 12h às 21h; sábado das 11h às 21h e domingo das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

Releitura de mito grego estreia na Ocupação Carolina Maria de Jesus

O Tempo - Diversão - Magazine Peça do Grupo de Teatro da Ocupação Carolina Maria de Jesus apresenta montagem contemporânea de 'Antígona' Veja Mais

CCXP 2019: Fotos

G1 Pop & Arte Veja fotos da feira de cultura pop e dos fãs do evento em São Paulo. Fã mostra fantasia de Demogorgon da série 'Stranger Things', na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 CCXP acontece entre quinta-feira (5) e domingo em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Público anda perto do estúdio da Warner na Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Estande do Globoplay na Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayer de Doutor Estranho tira fotos na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayer posa na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayer de Thor posa com fã na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Vestido de Shazam, homem posa na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Fã posa com homem caracterizado como Shazam na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayers de heróis tiram fotos com fãs na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Jovem vestido como Harry Potter posa para foto na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Trailer de 'Breaking Bad' é um dos destaques da CCXP Marcelo Brandt/G1 CCXP 2019 acontece até domingo em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Jovens participam da CCXP 2019 em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Homem vestido de Coringa posa na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Star Wars também está entre os filmes preferidos de quem frequenta a CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Criança participa da CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Fã se prepara para 'batalha' ao posar na Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Fãs de cultura pop descansam durante a CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Público participa da Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Estande destaca o Telecine na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Veja Mais

Princesa Leia terá papel central em encerramento da saga Skywalker em 'Star Wars'

G1 Pop & Arte Diretor J.J. Abrams disse ter imagens inéditas suficientes da atriz para fazer de Leia uma presença central no filme. Carrie Fisher em 'Star Wars' Divulgação O muito aguardado capítulo final da saga Skywalker terá um papel crucial para a princesa Leia, personagem amada de "Star Wars" interpretada pela atriz Carrie Fisher, que morreu em 2016. O roteirista e diretor J.J. Abrams disse ter imagens inéditas suficientes de Fisher --sobras da filmagem de "O Despertar da Força", de 2015-- para fazer de Leia uma presença central em "A Ascensão Skywalker", que estreia nos cinemas dos Estados Unidos no dia 20 de dezembro. Fisher morreu em dezembro de 2016, aos 60 anos. "Não poderíamos contar a história sem Leia", disse Abrams em uma entrevista concedida na quarta-feira (4). "Ela é a mãe do vilão. Ela é, em certo sentido, a mãe da resistência, da rebelião, a líder, a general", afirmou. O diretor J.J. Abrams durante promoção do filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker” REUTERS/Mario Anzuoni "Seu papel é, eu diria, integral", acrescentou. "Isso não é só uma coisa cosmética em que estamos meio que encaixando Leia". "A Ascensão Skywalker" é o nono filme da celebrada franquia espacial, que estreou em 1977 e hoje é de propriedade da Walt Disney. Nos filmes mais recentes, Leia chegou ao posto de general na liderança do combate à maligna Primeira Ordem na galáxia muito, muito distante. Seu filho é Kylo Ren (Adam Driver), o guerreiro que assumiu o comando da Primeira Ordem no final de "Os Últimos Jedi", de 2017. Trailer final de 'Star Wars: A Ascensão Skywalker' Se Fisher estivesse viva, "não há dúvida de que teríamos feito, tenho certeza, filmagens adicionais e outras coisas", disse Abrams. "Mas o fato de que tínhamos o material para fazer o que fizemos é incrivelmente gratificante". Daisy Ridley, que vive a combatente da resistência Rey, gravou cenas para "A Ascensão dos Skywalker" nas quais sua personagem interage com as imagens previamente gravadas de Fisher. "Eu estava basicamente reagindo a imagens que tinha visto dela, então foi bastante comovente, muito estranho", disse Ridley. "Mas acho que você tem uma sensação verdadeira do amor entre Leia e Rey neste filme, e Leia é uma grande parte da história". O piloto Poe Dameron (Oscar Isaac) e a mecânica Rose Tico (Kelly Marie Tran) também têm cenas que incluem diálogos com Leia, disseram membros do elenco. Abrams disse que a filha de Fisher, Billie Lourd, que aparecerá pela terceira vez como tenente das forças da resistência, também será vista na tela com a mãe. Veja Mais

Justin Bieber pede desculpas por falas racistas feitas no passado

O Tempo - Diversão - Magazine "Quero usar minha voz para lembrar que somos todos humanos e todos temos o mesmo valor aos olhos de Deus", disse o cantor no Instagram Veja Mais

Ticolé, Caneta Azul e Vovô do Slime estão entre os vídeos mais vistos no Youtube em 2019

G1 Pop & Arte Plataforma divulgou o YouTube Rewind, que elenca as publicações mais visualizadas do ano em diversas categorias e memes do ano são destaque. Confira lista. Ticolé, Caneta Azul e Vovô do Slime estão entre os vídeos mais vistos no Youtube em 2019 Reprodução/Youtube DJ Dennis até fez um medley com a música gravada de brincadeira pelos adolescentes gaúchos Matheus Gonçalves e Bruno Reis, mas o vídeo original do “Ticolé é muito bom” foi o que chamou mesmo a atenção e garantiu mais de 38 milhões de views no Youtube ao longo do ano. Com esse número, ele ficou em primeiro lugar entre os Vídeos em Alta da plataforma em 2019. Segundo listagem divulgada nesta quinta-feira (5) pelo YouTube Rewind, a retrospectiva da plataforma, o vídeo ficou à frente de “O dia em que assisti Bird Box”, de Whindersson Nunes (2º). Este, ficou em primeiro lugar na lista de vídeos mais curtidos. O hit do Ticolé ainda superou outros memes do ano, como o “vovô do slime” (4) e “Caneta Azul" (5º). Em fevereiro, o aposentado Nilson Izaias, de 70 anos chamou a atenção na plataforma com um vídeo onde mostra fofura e persistência na produção de um slime. Já em outubro, o vigilante e compositor amador Manoel Gomes lamentou o sumiço de sua caneta azul com uma canção que viralizou entre famosos e, posteriormente, ganhou produção profissional em estúdio. VÍDEOS EM ALTA Ticolé É Muito Bom ! O Dia Em Que Assisti Bird Box Finais | Free Fire Pro League Season 3 Minha Slime Deu Certo.Consegui Desta Vez. Realizei Meu Sonho Minhas Amigas Caneta Azul Esta Marcado Com Minha Letra Visita Ao Túmulo Do Chaves, Seu Madruga E Bruxa Do 71. Especial - Nego Ney Piscininha Amor - Whadi Gama Paródia Em Prova - O Rival (Episódio 1) Tudo Sobre Meu Acidente Vídeos Mais Curtidos O Dia Em Que Assisti Bird Box Minha Slime Deu Certo.Consegui Desta Vez. Realizei Meu Sonho Minhas Amigas Ticolé É Muito Bom ! Ela Encontrou Uma Calcinha Dentro Do Carro!! *Pior Briga De Todas* As Confusas Gírias Regionais Visita Ao Túmulo Do Chaves, Seu Madruga E Bruxa Do 71. A Garena Me Baniu Injustamente! Fim Da Minha Carreira? Não Pode Rir Com Julio Cocielo Nilson Izaias Papinho Reagindo A Mágicas O Gael Nasceu! Semana Pop mostra 5 hits tão virais quanto 'Caneta Azul' (e por onde andam os autores) Música O YouTube Rewind divulgou também uma listagem com os vídeos de música mais visualizados. No Global, O clipe de "Con Calma", de Daddy Yankee & Snow, ficou em primeiro lugar. Já no Brasil, a primeira colocação ficou para o vídeo de "Vou Ter Que Superar", de Matheus & Kauan em parceria com Marília Mendonça. Por aqui, o ranking foi dominado pelo sertanejo e o funk. Vídeos De Música Em Alta Global: Daddy Yankee & Snow - "Con Calma" (Video Oficial) Rosalía, J Balvin - "Con Altura" (Official Video) Ft. El Guincho Anuel Aa, Karol G - "Secreto" Anuel Aa, Daddy Yankee, Karol G, Ozuna & J Balvin - "China" (Video Oficial) Jhay Cortez, J. Balvin, Bad Bunny - "No Me Conoce" (Remix) Shawn Mendes, Camila Cabello - "Señorita" Maari 2 - "Rowdy Baby" (Video Song) | Dhanush, Sai Pallavi | Yuvan Shankar Raja | Balaji Mohan Blackpink - "'Kill This Love' M/V" Billie Eilish - "Bad Guy" Ariana Grande - "7 Rings" Estados Unidos Lil Nas X - "Old Town Road" (Feat. Billy Ray Cyrus) [Remix] Dababy - "Suge" (Yea Yea) Official Music Video Yo Gotti Ft. Lil Baby - "Put A Date On It" (Official Video) Polo G Feat. Lil Tjay - "Pop Out" by. Ryan Lynch Prod. By Jdonthatrack & Iceberg Lil Nas X - "Old Town Road" (Official Movie) Ft. Billy Ray Cyrus Offset - "Clout" Ft. Cardi B Billie Eilish - "Bad Guy" 21 Savage - "A Lot" Ft. J. Cole Ariana Grande - "7 Rings" Daddy Yankee & Snow - "Con Calma" (Video Oficial) Brasil Matheus & Kauan - "Vou Ter Que Superar" (Ao Vivo) Ft. Marilia Mendonça Marília Mendonça - "Todo Mundo Vai Sofrer" (Todos Os Cantos) Anitta & Kevinho - "Terremoto" (Official Music Video) Jorge & Mateus - "Tijolão" (Vídeo Oficial) Gusttavo Lima - "Milu"(Clipe Oficial) Marília Mendonça - "Bebaça" Feat. Maiara E Maraisa Jerry Smith Feat. Wesley Safadão - "Quem Tem O Dom" (Clipe Oficial) Matheus & Kauan - "Quarta Cadeira" (Ao Vivo Em Goiânia / 2018) Ft. Jorge & Mateus Xand Avião Feat. Gusttavo Lima - "Algo Mais (Amante)" (Dvd: Errejota) [Clipe Oficial] Enzo Rabelo - "Perfeitinha" Pitty, Kevinho, Liniker e Matheus e Kauan: a semana no G1 Ouviu Veja Mais

Mart'nália repõe o bloco de Sérgio Sampaio na rua

G1 Pop & Arte Cantora gravou a famosa marcha do compositor para a trilha sonora da série 'Eu, a Vó e a Boi'. Marcha que irrompeu em 1972 na sétima edição do Festival Internacional da Canção (FIC), ao ser defendida pelo cantor e compositor Sérgio Sampaio (1947 – 1994), Eu quero é botar meu bloco na rua resiste ao tempo com tamanha força que ainda ofusca outros títulos do expressivo cancioneiro autoral desse artista capixaba que saiu de cena há 25 anos. Tanto que a marcha ganhou dois expressivos registros ao longo deste ano de 2019. O primeiro é o de Ney Matogrosso, que abre e batiza o corrente show Bloco na rua com a composição de Sérgio Sampaio. A gravação ao vivo do show acaba de ser lançada em álbum por ora disponível somente em edição digital. O outro surpreendente registro é o de Mart'nália. A cantora carioca gravou Eu quero é botar meu bloco na rua para a trilha sonora da série Eu, a Vó e a Boi, recém-disponibilizada em primeira mão na plataforma de streaming Globoplay, da TV Globo. Ao dar voz à marcha, Mart'nália evita o acento esfuziante normalmente adotado pelos intérpretes – sobretudo quando a música desemboca no empolgante refrão – e opta por registro mais melancólico, em sintonia com o tom agridoce da trama escrita por Miguel Falabella a partir de história real contada por Eduardo Hanzo através do twitter. Não por acaso, a gravação de Eu quero é botar meu bloco na rua com Mart'nália aclimata o fecho do derradeiro episódio da série de TV. Veja Mais

CCXP 2019 tem Margot Robbie no 1º dia: veja destaques em vídeo e programação do maior auditório

G1 Pop & Arte Evento de cultura pop acontece até domingo (8) no São Paulo Expo com todos os ingressos esgotados. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento A Comic Con Experience 2019 começa nesta quinta-feira (5) na São Paulo Expo. Com os ingressos esgotados para todos os dias, o evento de cultura pop espera reunir 280 mil pessoas até o domingo (8). Assista aos principais destaques no vídeo acima. Esta décima edição reúne alguns dos maiores convidados já anunciados desde seu início como: Margot Robbie e outras atrizes do elenco de "Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)"; Gal Gadot e Patty Jenkins, a protagonista e a diretora de "Mulher-Maravilha 1984"; o trio de heróis (Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega) e o diretor (J. J. Abrams) de "Star Wars: A ascensão Skywalker"; o presidente dos estúdios Marvel, Kevin Feige; parte do elenco de séries como "La casa de papel", "His dark materials", "The Boys", "Star Trek: Picard" e "The Expanse"; o ator Ryan Reynolds em dois painéis diferentes; e elencos de "Eu, a Vó e a Boi", "Onde Está Meu Coração" e "Desalma". O evento ainda oferece a oportunidade do público conferir algumas animações antes de seu lançamento, como "Playmobil - O filme" e "Frozen 2". Confira abaixo a programação completa do auditório Cinemark, o principal da CCXP 2019: Quinta-feira (5) Margot Robbie em cena de 'Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa' Reprodução 12h30 - Castelo Rá-Tim-Bum: Cao Hamburger e os 25 anos da série 14h - Rei Leão: Dando vida à savana 15h - Homem-Aranha: Desbravando o Aranhaverso 16h - Entendendo o Terror Japonês - Com Takashi Shimizu 17h - Riot Games 18h - Sor Batman: Iain Glen 19h - Batman - 80 Anos 20h - Warner Bros. - "Aves de Rapina" - com Margot Robbie, parte do elenco e diretora Sexta-feira (6) Elenco de 'Eu, a vó e a boi': Turandot (Arlete Salles), Celeste (Giovana Zotti), Norma (Danielle Winits) e Roblou (Daniel Rangel) Globo/Victor Pollak 11h - "Playmobil: O Filme" - pré-estreia exclusiva 13h - A criação de "Playmobil - O Filme" 14h - Globoplay: Gêneros - com Paulo Silvestrini, Arlete Salles, Dani Winits, Daniel Rangel, Marco Luque e Alessandra Maestrini de 'Eu, a Vó e a Boi'; George Moura, Luisa Lima, Fábio Assunção e Mariana Lima, de 'Onde Está Meu Coração'; e e Manguinha, Cassia Kis, Ana Paula Maia, Claudia Abreu e Maria Ribeiro, de "Desalma" 15h30 - Lana Parrilla: Era Uma Vez uma Rainha 16h30 - MSPVERSO - As novidades da MSP pra 2020 17h30 - Cartoon Network - "Trem Infinito" 18h30 - Amazon Prime Video - com partes dos elencos de "The Boys", "Star Trek: Picard" e "The Expanse" Sábado (7) Elenco e diretor de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker confirmam participação na CCXP 2019 Divulgação 10h - "Frozen 2" - Pré-estreia especial 12h - "Frozen 2" - De volta a Arendelle 12h30 - Pixar - Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica 13h30 - Disney Parks - Star Wars: Galaxy's Edge 14h15 - "Um Espião Animal" 15h - "Free Guy - Assumindo o Controle" - com Ryan Reynolds, Joe Kerry, Shawn Levy 16h - Marvel Studios - com Kevin Feige 17h - "Star Wars" - com Daisy Ridley, J.J. Abrams, John Boyega, Oscar Isaac, Kathleen Kennedy Domingo (8) Gal Gadot em 'Mulher Maravilha' Divulgação 11h - Batman 80 anos - "The Dark Knight Returns: The Golden Child" - com Frank Miller, Rafael Grampá, Silenn Thomas, Justin Townsend 12h - Netflix - com parte dos elencos de "La casa de papel" e de "Esquadrão 6", com Ryan Reynolds 15h - HBO - com parte do elenco de "His Dark Materials" 16h30 - Warner Bros. 2020 17h30 - Warner Bros. apresenta: "Mulher-Maravilha 1984" - com Gal Gadot , Patty Jenkins CCXP 2019 Quando: 5 a 8 de dezembro Horários: Quinta e sexta das 12h às 21h; sábado das 11h às 21h e domingo das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

Amazon Prime Video estreia produção brasileira sobre traficante Pedro Dom

O Tempo - Diversão - Magazine "Dom" vai contar a história do chefe de quadrilha carioca Pedro Machado Lomba Neto, morto aos 23 anos, e sua relação com o pai Veja Mais

Shawn Mendes convida bailarinas de projeto social para dançar música inédita em show no Rio

G1 Pop & Arte 'Foi o melhor dia de nossas vidas', escreveu uma das garotas do projeto Na Ponta dos Pés no Instagram. Show no Rio aconteceu na terça-feira (3). Shawn Mendes convidou bailarinas para dançar no show no Rio nesta terça-feira (3) Reprodução/Instagram/ShawnMendes O cantor Shawn Mendes recebeu sete bailarinas em seu show no Rio de Janeiro nesta terça-feira (3). As meninas fazem parte do projeto social Na Ponta dos Pés. Ele compartilhou uma foto em que abraça as meninas no palco nesta quarta-feira (4). "Sete jovens garotas vieram ao palco para dançar um pedaço de música que escrevi na noite passada. Senti tanto amor e força de vocês, Rio", escreveu. A apresentação foi a segunda e última desta vinda ao Brasil. No total, seriam três shows, mas o cantor cancelou um deles, que aconteceria no sábado (30), para "repouso total das cordas vocais". 'Melhor dia da vida' Mili Gomes, de 16 anos, foi uma das bailarinas que dançou no palco com Shawn Mendes e compartilhou a experiência em um post no Instagram. Shawn Mendes compartilhou foto das bailarinas do projeto "Na Ponta dos Pés" dançando em seu show no Rio Reprodução/Instagram/ShawnMendes "Não tenho palavras para começar a falar sobre o dia que tivemos ontem, sobre conhecer o Shawn Mendes, ele é uma pessoa incrível. Só agradecer por essa oportunidade que tivemos tão especial muito importante para nós do Projeto Na Ponta dos Pés. Foi o melhor dia de nossas vidas", escreveu. Projeto social no Morro do Adeus Na Ponta dos Pés é um projeto liderado pela bailarina Tuany Nascimento desde 2012. Ela ensina balé clássico a jovens de 3 a 18 anos no Morro do Adeus, desde 2012, na única quadra do Morro do Adeus, no Complexo do Alemão. Sem conseguir auxílio para a construção de um espaço próprio para ensaios e aulas, Tuany e as alunas começaram as obras sozinhas em junho. Veja vídeo abaixo sobre o projeto. Bailarinas de projeto social no Alemão constroem espaço destinado às aulas Mães 'dão bronca' em Mendes Se os fãs do Rio de Janeiro ficaram felizes com o show nesta terça-feira (3), o sentimento não é o mesmo com os fãs paulistas. Como o cantor cancelou o show do sábado (30), apenas quem comprou o show extra na sexta-feira (29) conseguiu vê-lo cantar. Dias após o cancelamento, muitas mães e irmãs de fãs entraram nas redes sociais do cantor para dar bronca. “Moleque” e “irresponsável” são algumas palavras usadas por elas. Os desabafos aconteceram em sua maioria após Shawn confirmar a apresentação do Rio de Janeiro e subir ao palco da Jeunesse Arena. Shawn Mendes cancela show e fãs se desesperam "Como mãe de uma adolescente que te ama ... estou te odiando! Foram meses de espera para te ver, economias, sem comprar nada para ir ver você. E aí você cancela. Poderia pelo menos ter feito um playback, as fãs não ligariam o que elas queriam mesmo era te ver. Minha filha não para de chorar porque acho que um dos sonhos dela estava sendo realizado para de repente ser tudo cancelado", escreveu uma mãe. Veja Mais

Frank Miller e Rafael Grampá falam sobre novo 'O Cavaleiro das Trevas'

O Tempo - Diversão - Magazine Miller se inspira em temas atuais, como os discursos de Greta Thunberg, para criar trama que reflete o conturbado momento político em que vivemos, e elogia 'Coringa' Veja Mais

'Hoje, todo mundo é geek', afirma empresário da CCXP

O Tempo - Diversão - Magazine Evento vai reunir nomes como a 'Mulher-Maravilha' Gal Gadot; o diretor J.J. Abrams, de 'Star Wars'; os atores de 'La Casa de Papel' e de 'His Dark Materials; além de artistas nacionais como Laerte Veja Mais

Biquini Cavadão revive 'Janaína' com Péricles e música de Chico Buarque

G1 Pop & Arte Single dá continuidade ao projeto 'Vou te levar comigo', que promove conexões da banda com artistas de outros segmentos. Após o estouro de várias músicas do álbum Descivilização (1991), o grupo carioca Biquini Cavadão demorou a emplacar um grande sucesso popular. Música lançada no álbum Biquini.com.br (1998), Janaína reconciliou a banda com as paradas radiofônicas e com a indústria fonográfica, tendo conquistado lugar de honra na trajetória do Biquini Cavadão. Não por acaso, Janaína – composição de autoria creditada a Álvaro Birita, André Sheik, Bruno Gouveia, Carlos Coelho e Miguel Flores – ganha um quinto registro na discografia da banda. Desta vez, Janaína reaparece em single gravado com a participação do cantor paulista Péricles – nome associado ao pagode – e com citação incidental de Cotidiano, música de Chico Buarque, lançada pelo compositor no álbum Construção (1971). Capa do single 'Janaína / Cotidiano', do Biquini Cavadão com Péricles Divulgação "Considero Construção um dos melhores discos que já ouvi. E os versos de Chico Buarque casam muito bem com a Janaína que acorda todo dia às 4:30 e que, nesta versão, tira o marido da cama às seis horas para ele trabalhar", justifica Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão. O single Janaína / Cotidiano tem lançamento marcado para sexta-feira, 6 de dezembro, e dá continuidade ao projeto Vou te levar comigo, com o qual o Biquini Cavadão faz conexões com artistas de outros universos musicais. O projetou foi apresentado em abril com a regravação da música Quanto tempo dura um mês (Álvaro Birita, Bruno Gouveia, Carlos Coelho, Miguel Flores e Gian Fabra, 2005) feita pela banda com a dupla sertaneja Matheus & Kauan. Bruno Gouveia, vocalista do grupo Biquini Cavadão, com o cantor Péricles na gravação de 'Janaína' Divulgação Veja Mais

Em novo livro, Elizabeth Rennó mostra sua poesia indivisível

O Tempo - Diversão - Magazine Escritora lança “Quântico”, nesta quinta-feira, na Academia Mineira de Letras, da qual foi presidente Veja Mais

'Personagens de humor me levaram a bons lugares', diz Deborah Secco

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz, que está em 'Salve-se Quem Puder', próxima novela das sete, fala de seu papel e lembra Darlene, de ‘Celebridades’ Veja Mais

Ryan Reynolds leva tombo após queda de barreira de proteção na plateia da CCXP; veja vídeo

G1 Pop & Arte Vídeos gravados por fãs mostram o ator canadense se aproximando do público e, em seguida, se desequilibrando por causa da queda da estrutura em auditório. A queda de uma barreira de proteção na plateia de um auditório da Comic Con Experience, em São Paulo, derrubou o ator Ryan Reynolds, durante sua participação no evento neste sábado (7). Vídeos gravados por fãs mostram o ator canadense se aproximando do público e, em seguida, se desequilibrando por causa da queda da estrutura. Pessoas que estavam apoiadas na barreira também caíram. Initial plugin text Initial plugin text Reynolds e o público foram amparados por membros da equipe de segurança do evento. Procurada, a assessoria da CCXP não comentou o episódio. O ator foi ao evento para divulgar "Free guy", novo longa da Disney. O primeiro trailer foi revelado no painel na CCXP, que também teve a participação de Joe Kerry e do diretor Shawn Levy. Na conversa com o público, Reynolds disse que a trama é um “De volta para o futuro” para a nova geração. “Foi um roteiro que nós amamos, com ação, comédia e aventura”, afirmou. Joe Keery (à esq.) e Ryan Reynolds em painel do filme 'Free guy' na CCXP, em São Paulo Divulgação Veja Mais

Disco reúne 22 sambas da safra 2020 do Carnaval de São Paulo

G1 Pop & Arte Disponível desde sexta-feira, 6 de dezembro, o disco Sambas de Enredo – Grupo Especial e Acesso 1 reúne 22 sambas-enredo que vão para a avenida em 2020 nos desfiles das principais agremiações do Carnaval da cidade de São Paulo (SP). O número de faixas é elevado porque, além dos sambas eleitos pelas 14 escolas que desfilarão no Grupo Especial com status de integrar a elite do Carnaval paulistano, o disco também traz sambas de oito agremiações que estão no Grupo de Acesso 1. Entre elas, há importantes escolas de samba de São Paulo – casos da Vai-Vai e da Nenê de Vila Matilde. Gravado ao vivo na Fábrica do Samba entre setembro e outubro, o álbum com os 22 sambas do Carnaval de São Paulo é uma produção orquestrada pela Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP). Já a produção artística do disco é de Marcelo Casa Nossa. Veja Mais

Ron Leibman, ator que interpretou o pai de Rachel em 'Friends', morre aos 82 anos

G1 Pop & Arte Causa da morte foi pneumonia, segundo agente. Leibman ganhou um Tony pela atuação em 'Angels in America' em 1993. Ron Leibman, o pai de Rachel em 'Friends', morre aos 82 anos Reprodução Ron Leibman, ator que interpretou o pai de Rachel em "Friends", morreu aos 82 anos nesta sexta-feira (6). O ator morreu em Nova York, sua cidade natal, em decorrência de uma pneumonia. A informação foi divulgada pelo agente do artista. "Ron era um ator incrivelmente talentoso, com uma carreira distinta no cinema, TV e teatro. Nossos pensamentos vão para sua esposa, Jessica, e sua família", diz o comunicado. Além do sitcom americano, o ator se destacou pela atuação na série "Kaz", que rendeu um Emmy em 1979. Já o papel em "Angels in America" rendeu o Emmy na categoria de Melhor Ator de Série Dramática em 1993. Leibman começou a carreira no final dos anos 50. Ele também participou de filmes como "Norma Rae", "Garden State" e "Zorro: The Gay Blade" e o último trabalho na televisão foi dar voz ao personagem Ron Cadillac na série "Archer". Em foto de 2005, Ron Leibman posa ao lado da esposa Jessica Walter no tapete vermelho do Emmy, em Los Angeles Chris Pizzello/AP Veja Mais

Semana Pop #66: As reações às mortes de Paraisópolis; Nomes do funk falam de bailes e preconceito

G1 Pop & Arte Programa explica o que é o Baile da 17, onde 9 pessoas morreram após ação da PM, e mostra relatos de Anitta e outros, que falaram sobre experiências nesse tipo de evento. Você pode ouvir o Semana pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. Veja Mais

Por que esta década já mudou o cinema para sempre

G1 Pop & Arte Na primeira série da BBC Culture que revisa a década nas artes e na cultura, o jornalista Nicholas Barber relembra os principais momentos do cinema dos últimos 10 anos. Yalitza Aparicio ("Roma") Divulgação Costumava ser tão simples. Se você queria ver um filme, ia ao cinema e assistia aos atores dizendo suas falas em um cenário construído. Agora, porém, talvez o cenário não exista, exceto na tela de um computador. Talvez os atores também não existam. Quanto ao cinema, por que ir quando você pode assistir ao novo filme de grande orçamento de Hollywood na TV ou no telefone? A indústria cinematográfica foi mais abalada nos anos 2010 do que em quase qualquer outra década - e as ondas de choque não diminuíram. É difícil dizer se o cinema estará presente no final da década de 2020 e qual será seu formato, se houver. Mas há uma grande chance de que, até 2030, um avatar digital de Marlon Brando tenha estrelado como o Homem-Aranha em uma aventura de realidade virtual transmitida diretamente para um canto do seu cérebro pertencente à Netflix. Ainda assim, não vamos nos preocupar com a próxima década ainda. Vamos lembrar o quão revolucionária foi essa década com o nosso guia. Streaming vira mainstream Por mais difícil que seja de acreditar, a Netflix só lançou seu serviço de streaming em 2010 e não produziu um filme próprio até "Beasts of No Nation", em 2015. Desde então, Netflix e Amazon foram responsáveis por alguns dos melhores lançamentos da década. A Amazon estava por atrás de "Manchester à Beira-Mar", "Você Nunca Esteve Realmente Aqui" e a "Guerra Fria"; a Netflix pode reivindicar créditos por "Roma", "História de Um Casamento" e "O Irlandês". Assista ao novo trailer de "O Irlandês Nem todo mundo aprova: o Festival de Cinema de Cannes se recusa a deixar filmes entrarem na competição se eles não tiverem uma exibição adequada aos cinemas. E há aqueles de nós que ainda insistem em comprar DVDs e Blu-rays, mesmo que estejamos ficando sem espaço para guardá-los. Realidade virtual As imagens geradas por computador podem não ser novidade, mas a extensão em que estão sendo usadas certamente é. Somente no último ano, tivemos Samuel L Jackson velho em "Capitão Marvel", Arnold Schwarzenegger de idade avançada em "O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio", Will Smith mais velho em "Projeto Gemini" e Robert De Niro idoso em "O Irlandês". Antes disso, tivemos Peter Cushing e Carrie Fisher digitais em "Rogue One: Uma História de Star Wars" e agora temos a perspectiva de um James Dean digital em um próximo drama da guerra do Vietnã. Will Smith em cena de "Projeto Gemini" Divulgação Outros avanços tecnológicos incluem o formato de altas taxas de quadros (mais quadros por segundo) na trilogia "O Hobbit" e "Projeto Gemini" e o desenvolvimento da realidade virtual, que agora tem sua própria vertente de competição no Festival de Cinema de Veneza. Se você tem medo de que todos vivamos agora na "Matrix", não se esqueça de que o filme "Tangerina", de Sean Baker, foi filmado com três iPhones, então a tecnologia do século 21 às vezes pode ser usada para capturar a realidade em vez de substituí-la. Diversidade Quando Ridley Scott estava lançando o épico bíblico de 2014 "Êxodo: Deuses e Reis", ele decidiu que as pessoas ideais para interpretar um grupo de egípcios antigos seriam Christian Bale, Joel Edgerton, Sigourney Weaver e Aaron Paul. Quando foi apontado que nenhum deles parecia especialmente egípcio, Scott argumentou à revista Variety: "Não posso montar um filme com esse orçamento e dizer que meu ator principal é Mohammad fulano de tal, simplesmente não vou ser financiado". E isso teria sido uma tragédia, não é? Imagine se "Êxodo: Deuses e Reis" não tivesse sido financiado! Scott estava seguindo a tradição hollywoodiana de embranquecimento, mas estava atrasado. A falta de diversidade nas indicações ao Oscar de 2015 levou a campanha #OscarsSoWhite; "Ghost in the Shell" foi condenado por escalar Scarlett Johansson em um papel que se originou no Japão e a Disney teve o cuidado de escolher atores de ascendência polinésia para darem voz a Moana no filme de mesmo nome. Enquanto isso, sucessos como "Creed - Nascido para Lutar", "Pantera Negra" e "Homem-Aranha" lembraram aos produtores que estrelas não caucasianas poderiam atrair o público em massa; "Moonlight - Sob a Luz do Luar" ganhou o Oscar de melhor filme, diretores mexicanos se tornaram presença comum no Oscar e racismo foi o tema de "Histórias Cruzadas, 12 Anos de Escravidão", "Django Livre", "Selma", "Green Book: O Guia", "Infiltrado na Klan", "Harriet" (ainda não lançado no Brasil) e muito mais. O Oscar não é mais tão branco agora. Elenco e equipe de 'Green Book' no palco para receber estatueta de Melhor Filme no Oscar 2019 Chris Pizzello/Invision/AP O futuro é feminino A queda do produtor Harvey Weinstein, acusado de assédio sexual, coincidiu com a ascensão dos movimentos Me Too e Time's Up. Mas a campanha que se seguiu não foi apenas para interromper o abuso sexual na indústria cinematográfica, mas também abordar disparidade salarial, subrepresentação feminina nos filmes e outros sinais insidiosos de sexismo institucional. Antes de as acusações de assédios em série de Weinstein serem expostas, já havia uma tendência por thrillers de ação com heroínas, como "Lucy", "Star Wars: O Despertar da Força" e "Jogos Vorazes". Posteriormente, festivais e estúdios prometeram promover o equilíbrio entre filmes dirigidos por homens e mulheres para perto de 50/50. As coisas estão mudando lentamente, mas estão mudando. A década da Disney Os historiadores do cinema se lembrarão dos anos 2010 como a década da Disney. A exploração do próprio catálogo por parte do estúdio tem sido incrivelmente inspiradora. Mês após mês, há live-action (ou, no caso de Rei Leão, uma espécie de live-action) remakes de seus desenhos animados clássicos, como Aladdin, Dumbo e Mogli. Mas o golpe de mestre da Disney foi comprar os direitos de outras empresas, principalmente as franquias Star Wars e Marvel. Cena de 'Frozen 2' Divulgação/Disney Como resultado, o filme de maior bilheteria em oito dos últimos 10 anos pertence à Disney, seja ele marcado como Marvel (quatro), Star Wars (dois), Pixar (um) ou um dos desenhos animados do estúdio ("Frozen"). A Disney também assumiu a 20th Century Fox e acaba de lançar seu próprio serviço de streaming. A década de 2020 também poderia ser a década da Disney. Super-heróis Para aqueles de nós que crescemos lendo histórias em quadrinhos de super-heróis no século 20, foi estranho nossos interesses de nichos se destacarem no entretenimento em massa. Agora parece que não passa um mês sem a Fox lançar um filme dos X-Men, a Sony lançar um filme do Homem-Aranha ou a Warner lançar um filme sobre Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha ou o Coringa. Trailer de 'Coringa' Mas nenhum deles consegue igualar o triunfo da Marvel Studios, cuja onda de sucessos de bilheteria varreu tudo à sua frente. Atreva-se a dizer que você não está impressionado com a qualidade, como fizeram Martin Scorsese e Ethan Hawke, e prepare-se para a reação dos vingadores das mídias sociais. Filmes que eram teoricamente de outros gêneros, como "Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw", "Doutor Sono" e "Frozen II" eram na verdade filmes de super-heróis disfarçados, e todos os estúdios tentavam copiar o modelo de 'universo compartilhado' da Marvel, no qual vários filmes separados acontecem na mesma realidade. Semana Pop #62 Filmes de terror Os anos 2000 foram uma década assustadoramente ruim para o terror. O sucesso de "Jogos Mortais" e suas sequências anuais levou a uma série de filmes de 'pornografia de tortura' que eram mais nojentos do que assustadores. E houve inúmeros esforços para vender personagens antigos para novos públicos, por exemplo, "Halloween: Ressurreição", "Freddy vs. Jason" e "Sexta-feira 13". Na década de 2010, por outro lado, o horror renasceu como um dos únicos gêneros em que dramas originais, com histórias provocantes e conceitos ousados podem ser feitos com um orçamento razoável e passam a ser abraçados por críticos e público. 5 clichês que ainda estão no 'pós-terror' Os exemplos principais são "Corra!" e "Nós", de Jordan Peele, "Hereditário" e "Midsommar - O Mal Não Espera a Noite", de Ari Aster, "A Bruxa e O Farol", de Robert Eggers, "Corrente do Mal", de David Robert Mitchell, "Um Lugar Silencioso", de John Krasinski, "Grave", de Julia Ducournau, e "O Babadook", de Jennifer Kent. Apenas não chame isso de 'horror elevado' - um termo esnobe que faz com que os fãs de terror busquem estacas de madeira afiadas. Comédia romântica Sempre que um filme como "Doentes de Amor" vai moderadamente bem, fãs de comédia romântica declaram que o gênero que amamos está de volta. Mas é hora de deixarmos esse relacionamento para trás e seguir adiante com nossas vidas. A rom-com (termo em inglês para comédias românticas) floresceu até a década de 1990, azedou nos anos 2000 e secou nos anos 2010. Resumidamente, foi substituída pela comédia de amigos e amigas, em que se apaixonar por aquele ou aquela importa menos do que sair com a galera, como "Missão Madrinha de Casamento". O fato é que a própria comédia caiu de posição na lista de prioridades de Hollywood. Em 2004, por exemplo, era possível ver "Todo Mundo Quase Morto", "Team America", "Meninas Malvadas", "Sideways- Entre Umas e Outras", "O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy" e "Com a Bola Toda" - prova de que a indústria estava levando a sério ser engraçada. Diretores de "Vingadores: Ultimato", Joe Russo e Anthony Russo, participaram de uma conferência na Comic-Con San Diego 2019 Richard Shotwell/AP Mas a última década viu atores de comédia como Ben Stiller e Vince Vaughn se mudarem para o drama e diretores de comédia se voltando para a televisão, docudrama político e filmes de super-heróis. Em 2006, Anthony e Joe Russo fizeram "Dois é Bom, Três é Demais"; em 2016, eles fizeram "Capitão América: Guerra Civil". Isso não quer dizer que as comédias de Hollywood não sejam mais produzidas. Eles são. Mas as comédias mais notáveis dos últimos anos foram mais sombrias e esquisitas do que aquelas do tipo de Will Ferrell, e muitas vezes filmadas longe dos EUA. "A Lagosta", "Anomalisa", "Toni Erdmann" e "Parasita" farão você rir, mas será uma risada inquieta e nervosa. Mais estranho do que ficção Os dias do documentário de sucesso estão para trás. Houve alguns exemplos de não-ficção nos anos 2010 que atraíram público, como "O Ato de Matar" e "Procurando Sugar Man", mas nada comparável a filmes como "Tiros em Columbine" e "Super Size Me - A dieta do palhaço" na década anterior. Assista ao trailer de 'A grande aposta' A nova casa do documentário é o podcast, em que casos de assassinato são descritos em centenas de episódios. Quando Hollywood quer contar uma história verdadeira, opta por um tipo chamativo de docudrama, que não apenas dramatiza os eventos, mas acrescenta estatísticas, rompe com a ideia da quarta parede, acrescenta interjeições das pessoas reais de que trata a história. Isso significa que esses filmes são mais precisos do que os filmes tradicionais "inspirados em eventos reais"? A julgar por "A Grande Aposta", "Sem Dor, Sem Ganho", "Eu, Tonya", "American Animals", "Vice", "A Lavanderia e O Escândalo" (estreia prevista para 30 de janeiro de 2020 no Brasil), a resposta é não. Mas eles podem ser mais divertidos. O fim do mundo Os anos 2000 se encerram com um bando de filmes ambientados em terrenos pós-apocalípticos: "A Estrada", "Eu Sou a Lenda", "Zumbilândia". Também havia muitos deles nos anos 2010 - sendo o maior "Mad Max", mas muitos cineastas de ficção científica adotaram uma visão ainda mais sombria do futuro. Filmes como "Interestelar" e "Alien: Covenant" sugeriram que seria melhor abandonarmos completamente o planeta e começarmos de novo em um sistema solar distante ou em uma estação espacial de luxo. Ainda assim, talvez possamos ter algum conforto em saber que já passamos do tempo em que "De Volta Para O Futuro Parte II" e "Blade Runner" se passavam - outubro de 2015 e novembro de 2019, respectivamente. E nosso próprio mundo não está tão ruim quanto o daqueles filmes. Ou está? Veja Mais

Taras e obscurantismo

G1 Pop & Arte O Muro de Berlim foi derrubado em 9 de novembro de 1989 Reuters Assisti aterrada à entrevista da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Governo Bolsonaro, Damares Regina Alves, no programa de Leda Nagle, no YouTube. Imaginem o constrangimento da entrevistadora diante de uma pastora-ministra, com voz quase infantil, descrevendo inúmeros casos de abuso sexual, inclusive o que ela própria sofreu. Fiquei nauseada ao ouvir os muitos relatos de estupros até de bebês. A ministra não estava, de modo algum, preocupada com a divulgação dos crimes e nada elucidou sobre políticas ou programas desenhados pelo seu ministério a respeito dos casos expostos. Apenas disse que era preciso alertar as crianças sobre como agirem se um adulto as molestar. Tudo isso em um clima de acirrada campanha contra a educação sexual nas escolas. Diante da entrevistadora atônita, a senhora, em vez de se colocar na posição de formuladora e executora de políticas públicas, baseada em estatísticas e números (porque foi esta a primeiríssima aplicação da estatística, voltada para as necessidades do Estado na formulação de políticas públicas), apenas repetia crimes horripilantes produzidos por psicopatas, de uma forma tão corriqueira que o telespectador não consegue distinguir se as monstruosidades relatadas são fruto de taras de um narrador que goza com o sofrimento do outro. Nunca assisti a uma entrevista que me tenha causado tanto mal. A ministra afirmou que os direitos humanos estavam até sua gestão mais voltados para as grandes metrópoles e para grupos já atendidos por muitos programas – até pode ser – e agora era preciso ampliar o escopo e voltar-se para as populações desassistidas, as comunidades e populações tradicionais entre as quais estão os povos indígenas, os quilombolas, as comunidades tradicionais de matriz africana ou de terreiro, os extrativistas, os ribeirinhos, os caboclos, os pescadores artesanais, os pomeranos, entre outros. Se não me falha a memória o conceito de “comunidades e povos tradicionais” foi produzido no início dos anos 2000 por uma comissão liderada por um antropólogo. No dia seguinte, abro o jornal e vejo que o presidente da Funarte, órgão criado em 1988 para divulgar e apoiar a cultura, afirmara em suas redes sociais que o rock and roll “propicia o aborto e o satanismo” se referindo a um Woodstock que só existiu na sua mente, uma fantasia perversa que resume o movimento hippie à distribuição de LSD pela KGB! Enquanto isso, o ministro da educação faz discursos contra a “ideologia” e, ideologizando a seu modo, só pensa nos seus moinhos de vento enquanto, de acordo com os últimos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, a educação básica no Brasil precisa com urgência de ações públicas firmes para atingirmos as metas necessárias ao bem-estar e ao desenvolvimento do País. Não estou nem falando do AI5 que volta e meia sai da boca de um dos filhos do presidente, do próprio presidente ou do seu posto Ipiranga. Estou falando de autoridades da área de direitos humanos, da cultura e da educação. Não há como amenizar tamanho descontrole. E, desgraçadamente, não temos nem como expressar nosso desalento a não ser perguntando: De onde vieram estas pessoas e quem são seus mentores além de Olavo de Carvalho? E Olavo de Carvalho veio de que tradição? A pergunta não é retórica. Tem de haver um sentido e uma causa. O que aconteceu para chegarmos a um pensamento de ultra direita – não consigo achar outra definição – tão rudimentar, para dizer o mínimo? Como explicar a guinada se até ontem vivíamos no Brasil sob a égide de um certo pensamento de esquerda que parecia não acreditar na queda do muro de Berlim, como, aliás, também não crê a ultra direita de hoje. Eu disse no blog, com mais esperança, em dezembro de 2018, “ ... prefiro acreditar na frase que dá título ao novo disco de inéditas do grande Jorge Mautner: Não há abismo em que o Brasil caiba.” Passado um ano, tenho menos esperança e mais medo do abismo. Veja Mais

Luís Capucho, voz dos marginais, expõe sombras da noite no álbum 'Crocodilo'

G1 Pop & Arte Artista já prepara outro disco autoral com músicas inéditas, 'Homens machucados', para 2020. A voz rouca de Luís Capucho – produto da incoordenação motora deste artista que desde 1996 convive com sequelas de doença provocada pela infecção do vírus da Aids – sempre ecoou o lamento triste e solitário dos que vivem à margem. Álbum autoral de músicas inéditas que Capucho lança nesta sexta-feira, 6 de dezembro, Crocodilo reverbera a densa poética existencial deste cantor, compositor, escritor, artista plástico e poeta que versa sobre o amor e o sexo praticados no submundo, nas sombras do lado escuro e gauche da vida noturna. Artista de origem capixaba radicado em Niterói (RJ) desde a adolescência, Capucho lança Crocodilo enquanto prepara para o segundo semestre de 2020 outro álbum autoral com repertório inédito, Homens machucados, produzido por Bruno Cosentino. Capa do álbum 'Crocodilo', de Luís Capucho Arte de Felipe Castro Crocodilo sucede o álbum ao vivo Antigo – Luís Capucho 95 (2013) na discografia underground deste cantor e compositor já gravado por Cássia Eller (1962 – 2001), Daúde e Gustavo Galo. Artista paulistano, Galo é um dos produtores musicais de Crocodilo, álbum de espírito gregário que alinha faixas formatadas por vários nomes. Se Galo assina a produção musical da faixa Antigamente, Lucas de Paiva montou Cérebro independente enquanto Claudia Castelo Branco encarou Girafa. Nome recorrente na ficha técnica do disco, Pedro Carneiro deu forma a Edson do Rock, ao blues Quando é noite e à composição-título Crocodilo, além de ter produzido Virginia e eu com o próprio Capucho e, com Bruno Cosentino, a balada Acalanto ao amor, única música assinada por Capucho com um parceiro. No caso, com Douglas Oliveira, autor da letra. Quinto álbum de Capucho, Crocodilo mantém o artista no ambiente noturno, esfumaçado e sexualizado de discos anteriores como Cinema Íris (2012). Veja Mais

Camila Cabello faz 'pop estável' em 'Romance', álbum salvo por vocais pouco comuns; G1 ouviu

G1 Pop & Arte Segundo e recém-lançado disco da cantora de 22 anos é bem menos angustiante e inventivo do que o primeiro. Letras e arranjos refletem namoro com Shawn Mendes. O primeiro álbum de Camila Cabello foi uma das melhores estreias de uma cantora pop dos últimos anos muito por conta de altas doses de angústia e necessidade de afirmação. "Romance", segundo e recém-lançado disco da cantora de 22 anos, é bem menos angustiante. E muito mais estável. Poderia ser chamado de acomodado, mas não chega a tanto. Antes, a moça nascida em Havana e criada em Miami tinha algo a provar: egressa da girl band Fifth Harmony, montada no "The X Factor", ela precisava mostrar que tinha talento além dos programas de calouros. Agora, Camila namora Shawn Mendes e a relação parece respingar generosamente no novo álbum. "Todo esse álbum é apenas sobre a intensidade de estar em um relacionamento sério pela primeira vez, se apaixonar", explicou Camila. Camila Cabello Reprodução/Instagram A latinidade de Cabello (inventiva e misturada ao rap de Atlanta no hit "Havana") é representada por "Señorita", dueto já conhecido com Mendes. Mas o casal entrega uma latinidade enlatada, um pop latino de laboratório. Há momentos em que o vocal anasalado e charmoso de Cabello faz lembrar mais o de Charlie XCX (a inglesa está no time de composição). Quando seu vocal não aparece tão modificado, tudo fica melhor. É justamente a forma pouco comum de cantar de Camila o elemento que salva "Romance". Há bons momentos como a fantasmagórica "My Oh My", a balada "Living Proof" (a única produzida pelo duo sueco Mattman & Robin) e a sussurrada "Used to this" (com Finneas, o irmão e produtor de Billie Eilish). Desde os tempos de Fifth Harmony, já dava para notar a capacidade de Camila de fugir do óbvio na hora de cantar. Os agudos e uivos um tanto desesperadores podem até ter rendido o maldoso apelido de Ratamila, mas são eles que fazem de "Romance" um segundo disco aceitável. Meio decepcionante, mas aceitável. Veja Mais

Nando Reis reforça elo com público jovem em single com Melim

G1 Pop & Arte Após conexão com a dupla Anavitória, artista se junta ao trio para reciclar música que compôs com Marisa Monte nos anos 1990. De todos os integrantes do grupo Titãs que partiram para a carreira solo, Nando Reis é o mais bem-sucedido do ponto de vista artístico e empresarial. Arnaldo Antunes construiu discografia relevante, mas, fora do trio Tribalistas, nunca conseguiu a adesão popular obtida por Nando a partir dos anos 2000 com discos e shows bem recebidos pelo público. E, pelo visto e ouvido recentemente, o cantor e compositor paulista está decidido a renovar esse público, se conectando com segmentos mais jovens do mercado de música pop. Após turnê e single com Anavitória, em conexão que motivou Ana Caetano e Vitória Falcão a lançar álbum somente com músicas de Nando (N, já disponível nas plataformas), o artista apresenta single com o trio Melim. Com os irmãos Diogo Melim, Gabriela Melim e Rodrigo Melim, Nando Reis recicla Onde você mora? em versão descafeinada em single que aporta no mercado nesta sexta-feira, 6 de dezembro. Onde você mora? é música de 1994, composta por Nando Reis em parceria com Marisa Monte e cedida para o grupo de reggae Cidade Negra. A propósito, foi com a gravação de Onde você mora? – feita pela banda fluminense para o álbum Sobre todas as forças (1994), o primeiro com o vocalista Toni Garrido – que o Cidade Negra iniciou fase assumidamente pop, se distanciando da origem roots do início da carreira com o vocalista Rás Bernardo. Veja Mais

Arlequinas e Mulheres Maravilhas dominam CCXP e comemoram Gal Gadot e Margot Robbie no evento

G1 Pop & Arte Fãs foram à feira de cultura pop em São Paulo vestidas como as personagens, na abertura da Comic Con Experience 2019. Larissa Corregio, Stella Artuza e Jana Romaniw 7. Mariana Bof Thais Matos / G1 Gal Gadot e Margot Robbie são as principais convidadas da Comic Con Experience 2019, evento de cultura pop que acontece até domingo (8) em São Paulo. Fãs e cosplayers das personagens dominaram a feira este ano e comemoraram o protagonismo feminino em um evento nerd. “Acho super positivo que elas sejam as maiores estrelas da edição. Mostra cada vez a força da mulher”, celebrou a contadora Claudia Marroco. Claudia Marroco Thais Matos / G1 Para a advogada Kelly Simões, esse protagonismo demorou demais para acontecer na CCXP. “Antigamente o mundo nerd era muito masculino e hoje há muitas mulheres gamers, nas séries, nos cinemas. É fantástico se identificar com os convidados, já estava na hora.” Kelly Simões Thais Matos / G1 Para as fãs, agora não é mais possível voltar atrás. “Alcançamos representatividade e respeito e tem que continuar assim”, disse a dançarina Val Melchior. Val Melchior Thais Matos / G1 A confeiteira e produtora de eventos Larissa Corregio faz cosplay há 10 anos e comemorou não só a vinda de Margot Robbie, como a fase feminista de Arlequina. “Gosto muito de como está sendo representada nesse filme. Ela não é mais a sombra do Coringa, ela se basta.” A atriz Mariana Bof Irigonhi fez até a hiena que acompanha a Arlequina na história de “Aves de Rapina”. “É minha personagem preferida e o motivo de eu ter começado a fazer cosplay. Fico muito feliz que as duas sejam protagonistas, ainda mais com um enredo tão libertador para a Arlequina, já que nesse filme ela se livra do abuso do Coringa”. Mulher Maravilha x Arlequina Andressa Bigliardi Thais Matos / G1 Se houvesse uma luta entre Arlequina e Mulher Maravilha, quem venceria? A disputa foi acirrada, mas as fãs da CCXP apostaram na amazona como vencedora. A designer de moda Andressa Bigliardi veio de Santa Catarina para o evento e costurou sua fantasia, em homenagem à versão mais antiga da Mulher Maravilha. Em uma luta entre as duas, ela não tem dúvidas de quem levaria a melhor. “Diana é uma amazona, super poderosa. Arlequina é apenas humana.” A advogada Kelly Simões também aposta na Mulher Maravilha, mas acha que não seria problema para a Arlequina. “A mulher maravilha provavelmente ganharia, mas a Arlequina sairia dando risada.” A design gráfica Stella Artuza torceria para a Arlequina, mas acha que Mulher Maravilha se sairia melhor. Para alguns fãs, a amazona não venceria essa batalha. “A Arlequina já bateu até no Super-homem, ela é forte e ousada”, defendeu Val Melchior. Mariana Bof também aposta na Arlequina “Ela é muito sagaz e consegue identificar as fraquezas do adversário.” Veja Mais

Grupo Cobra Coral abre show de João Bosco e revisita sucessos da carreira

O Tempo - Diversão - Magazine “Casa Aberta” e “Força Estranha” estão garantidas na apresentação que encerra a edição do projeto O Som do Mercado Veja Mais

'O Juízo', com Fernanda Montenegro, é filme de suspense feito em família

O Tempo - Diversão - Magazine Longa de Andrucha Waddington é escrito por sua mulher Fernanda Torres e, além da sogra, Fernanda Montenegro, tem o filho Joaquim Torres Waddington no elenco Veja Mais

Disney Channel exibe curtas-metragens de princesas na Língua Internacional

O Tempo - Diversão - Magazine Serão 12 longas estrelados por princesas da Disney, um em cada dia, às 9h30 Veja Mais

Exposição de Alceu Pena desembarca no Museu da Moda

O Tempo - Diversão - Magazine A mostra coloca sob os holofotes o trabalho de criação do mineiro por meio de recorte da sua carreira Veja Mais

Participação da cultura no total de gastos públicos diminuiu entre 2011 e 2018

G1 Pop & Arte Levantamento do IBGE também apontou que pretos e pardos, crianças de até 14 anos e pessoas sem instrução são mais afetadas pela falta de museus, teatros, cinemas e rádios em suas cidades. A participação de gastos com o setor cultural no total das despesas públicas nos governos federal, estaduais e municipais caiu 0,7% entre 2011 e 2018, segundo o levantamento “Sistemas de informações e indicadores culturais”, divulgado nesta quinta-feira (5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A cultura representa 0,21% das despesas totais, mais de 40 vezes menos do que os gastos com outros setores como saúde (8,5%) e educação (8,6%) feitos pelas três esferas de governo em 2018. Apesar de o número geral de gastos públicos no setor cultural ter aumentado de aproximadamente R$ 7,1 bilhões, em 2011, para R$ 9,1 bilhões, em 2018, o valor representou, no último ano, uma porcentagem menor do que a registrada em 2011. Gastos federais O governo federal foi quem menos deu recursos para o setor cultural, com participação de 21,1% dos investimentos em 2018. Os gastos que mais diminuíram foram os direcionados ao Fundo Nacional de Cultura, Ministério da Cultura, Instituto Brasileiro de Museus e Fundação Biblioteca nacional. Já Ancine (Agência Nacional do Cinema) triplicou sua participação, e passou a representar 35,4% dos gastos da união, ante 12,4% em 2011. Gastos estaduais A maior queda de percentual ocorreu no setor estadual. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia foram os estados com maior queda absoluta dos gastos com cultura. Apesar das quedas em dois de seus estados, a região sudeste foi a que mais investiu no setor no período. Ela concentrou 44,1% dos gastos, seguida pelo Nordeste, com 24%; Centro-Oeste, com 12,5%; Norte, com 11,8%; e Sul, com 7,6%. Acesso à cultura A pesquisa mostrou que o consumo de cultura está ligado à renda das famílias. Os gastos com atividades e produtos culturais representaram menos do orçamento das famílias que ganham até R$ 5.724 mensais. A maior porcentagem é gasta pelas famílias que ganham de R$ 9.540 a R$ 14.310. Pretos e pardos, crianças de até 14 anos, e pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto foram as mais afetadas pela ausência de equipamentos culturais como museus, teatros, cinemas e rádios, nas cidades brasileiras em 2018. O texto da pesquisa revela preocupação com o acesso potencial restrito de crianças a essas atividades. Incentivos fiscais A captação de recursos via incentivos fiscais também apresentou queda no período. Em 2011, foram captados R$ 1,325 bilhão entre renúncia fiscal e investimento direto do setor privado. O número caiu para R$ 1,272 bilhão em 2018. O sudeste é, disparado, a região com o maior valor de captação. Ela corresponde a 77,3% do valor captado. O norte foi quem ficou com a menor fatia: 0,9%. Empresas e empregados culturais A pesquisa também mediu o tamanho da indústria cultural no Brasil, por meio do número de empresas e de pessoas empregadas no setor. Entre 2007 e 2017, o número empresas culturais caiu de 353,2 mil para 325,4 mil, com 27,8 mil empresas a menos. Nos últimos cinco anos, entre 2014 e 2018, o número de trabalhadores aumentou de 5,8 para 5,9 milhões. Mas também aumentou a informalidade. O número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu, enquanto o número de autônomos aumentou. Em 2014, 45% dos trabalhadores do setor cultural tinham carteira assinada. Em 2018, apenas 34,6%. No mesmo período, os trabalhadores por conta própria foram de 32,5% para 44,%. Veja Mais

Rami Malek confirma aposentadoria de Daniel Craig do papel de James Bond: 'É claro que é seu último'

G1 Pop & Arte Elenco falou ao Good Morning America da ABC no dia do lançamento do trailer do novo longa da saga, previsto para chegar ais cinemas em abril de 2020. Daniel Crag se despede de James Bond em "007 - Sem Tempo Para Morrer" Divulgação No filme mais recente de James Bond, "Sem Tempo para Morrer", Daniel Craig veste o famoso smoking do icônico agente secreto britânico 007 pela quinta e última vez. O ator, elenco e equipe do aguardado filme, o 25º da franquia, com lançamento previsto para abril de 2020 nos EUA, revelaram pouco durante uma aparição no Good Morning America da ABC nesta quarta-feira (4) quando o primeiro trailer do filme foi exibido, mas confirmaram que Craig está se aposentando do papel. "Este filme é especialmente sentimental e significativamente memorável por várias razões, é claro que é o seu último", disse Rami Malek, outra estrela do filme, em referência a Craig, que interpreta Bond desde sua primeira aparição no papel em "Casino Royale", em 2006. Craig se mostrou relutante quando perguntado como se sentia sobre sua despedida, mas, sobre trabalhar em "Sem Tempo para Morrer", ele disse: "A maior surpresa foi o quanto me diverti e tive a chance de trabalhar com todas essas pessoas incríveis." Assista ao trailer de "007-Sem Tempo para Morrer" O trailer do filme, dirigido por Cary Fukunaga, mostrava muitas frases emblemáticas de 007, perseguições de carros em alta velocidade e explosões. Os produtores disseram que o filme mostrará Bond aproveitando uma vida tranquila na Jamaica depois de deixar o serviço ativo, antes de seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparecer pedindo ajuda. Bond então embarca em uma missão para resgatar um cientista sequestrado, o que o coloca no rastro de um misterioso vilão mascarado --interpretado pelo vencedor do Oscar Malek-- e armado com novas tecnologias perigosas. A franquia Bond é uma das mais lucrativas do mundo, com "Spectre" de 2015 arrecadando US$ 880 milhões (cerca de R$ 3,3 bilhões) nas bilheterias globais, enquanto "Skyfall" de 2012 arrecadou mais de US$ 1 bilhão (R$ 4,2 bilhão) em todo o mundo. Veja Mais

Rincon Sapiência abre comemorações dos 122 anos de BH com disco novo

O Tempo - Diversão - Magazine Em “Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps”, rapper paulista recebe Lellêzinha e Mano Brown, entre outros Veja Mais

Ru Paul terá 22 ex-participantes de Drag Race em sua nova série na Netflix

O Tempo - Diversão - Magazine Prevista para estrear no dia 10 de janeiro, a série de dez episódios mostrará a jornada de Ruby (Ru Paul) para tentar recuperar suas economias Veja Mais

Ancine retira divulgação de filmes brasileiros de sede e site

G1 Pop & Arte Artistas usam redes sociais para divulgar produções nacionais em resposta ao órgão. Habituado na década de 1940, "A Vida Invisível" mostra os conflitos e dificuldades enfrentadas por duas irmãs num ambiente patriarcal Divulgação A Ancine (Agência Nacional do Cinema) retirou a divulgação de filmes nacionais de sua sede e seu site no último mês. De sua sua sede, a agência tirou cartazes que divulgavam produções recentes em suas áreas comuns na última sexta-feira (29), a pedido de sua diretoria. "Eles foram retirados das áreas comuns, como corredores. Dentro dos setores, não houve ordem. Na comunicação ainda temos. A assessoria internacional ainda tem. É prerrogativa de cada área" disse Érico Cazarré, assessor de comunicação do órgão. Já do site, foram retirados banners com filmes e festivais no dia 14 de novembro. Segundo Cazarré, a ação foi feita em conjunto com o presidente da Agência. "Nós tínhamos uma aba que mantinha a divulgação de filmes, cartazes e trailer. Eu retirei a aba como um todo. E uma outra que divulgava eventos e festivais." De acordo com Cazarré, a decisão foi tomada para seguir "princípios de isonomia". "Se eu tenho um cartaz de um filme aqui, eu tenho que ter de todos. Eu sei que no clima que as coisas andam, as coisas são levadas para outro lado." Nas redes sociais, atores, atrizes, diretores, produtores e cinemas responderam à ação da Ancine com a divulgação de filmes nacionais. "Em resposta à retirada dos cartazes de filmes brasileiros das paredes e plataformas digitais da Ancine. Eles retiram, nós espalhamos e relembramos aqui. Me orgulho de fazer parte de tantas produções nacionais. Viva o nosso Cinema Nacional", disse Glória Pires ao divulgar filmes em que participou durante toda a carreira. Initial plugin text Divulgando quase uma dezena de longas, Alinne Moraes comentou: "Absurda a retirada dos cartazes de filmes brasileiros das paredes e plataformas digitais da Ancine". Initial plugin text Paulo Miklos também mandou um recado ao órgão. "Alô Ancine, pode pendurar este cartaz na parede", disse em referência à arte do filme "The Friendly man". Initial plugin text Ísis Valverde, Débora Falabella, Tatá werneck, Thalita Carauta, Miá Mello, Alice Wegman, Guta Stresser, Monica Iozzi e outros artistas também aderiram á campanha com as hashtags "o cinema brasileiro em cartaz" e "Ancine sem filme e sem cartaz". G1 em 1 Minuto: 'Se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine', diz Bolsonaro Veja Mais

Veja trailer de '007: Sem Tempo para Morrer', o último com Daniel Craig

O Tempo - Diversão - Magazine Filme tem a vencedora do Emmy Phoebe Waller-Bridge, de 'Fleabag' e 'Killing Eve', no time de roteiristas e o vencedor do Oscar Rami Malek, de 'Bohemian Rhapsody', no elenco Veja Mais

'Afetos Ferozes', obra de Vivian Gornick, continua atual após 30 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Autobiografia, lançada pela Todavia, é um livro feminino e feminista Veja Mais

Pitty leva dois prêmio no Women's Music Event Awards; Luísa Sonza e Iza também são premiadas

G1 Pop & Arte Duda Beat e Yasmin Santos também venceram categorias da premiação dedicada às mulheres do universo musical. Veja lista completa de vencedoras. Pitty se apresenta no Women's Music Event Awards 2019 antes de vencer duas categorias Reprodução/Instagram Pitty levou dois prêmios no Women's Music Event Awards 2019, prêmio dedicado às mulheres do universo musical. A cantora estava indicada em quatro categorias e venceu como Melhor Cantora e Melhor Música Alternativa com "Noite Inteira". A terceira edição do evento aconteceu na noite desta terça-feira (3), na Audio Club, em São Paulo. Após a conquista, Pitty celebrou nas redes sociais. "Que emoção! Noite linda e cheia de troca com mulheres incríveis. Gratidão". Luísa Sonza e Iza também saíram vitoriosas da premiação. Luísa venceu a categoria Música Popular com "Boa Menina". Já Iza ficou com Melhor Videoclipe por seu trabalho com "Brisa". "Boa Menina sem dúvidas é uma das músicas mais importantes da minha carreira! E hoje esse meu bebezinho levou o prêmio de melhor música popular", celebrou Luísa nas redes sociais. Confira lista completa de vencedoras do Women's Music Event Awards 2019: Voto popular Álbum: “O tempo é agora” – Anavitória Cantora: Pitty DJ: Anna Música Alternativa: “Noite Inteira” - Pitty Música Popular: “Boa menina”- Luísa Sonza Revelação: Yasmin Santos Videoclipe: “Brisa” - Iza Voto técnico: Compositora: Tulipa Ruiz Diretora de videoclipe: Gabi Jacob Empreendedora do ano: Ana Garcia Escuta as Minas: Josyara Instrumentista: Karina Buhr Jornalista Musical: Fabiane Pereira Produtora Musical: Mahmundi Radialista: Luka Show: Duda Beat Initial plugin text Initial plugin text Luísa Sonza comenta o que quer ver no Rock In Rio e participação no Dança dos Famosos Veja Mais

Com Leo Dias, 'TV Fama' será reformulado e ganhará nova apresentadora

O Tempo - Diversão - Magazine Jornalista será o diretor executivo do programa de fofocas; mudanças começarão em janeiro do ano que vem Veja Mais