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G1 Ouviu #67 Funk global? Batidão brasileiro quer ganhar o mundo

G1 Pop & Arte MC Zaac visita estúdio do G1 para falar de carreira internacional. Podcast analisa se funk tem força para virar o novo reggaeton e relembra hits do estilo que foram além do Brasil. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

CCXP 2019 encerra com Gal Gadot, Ryan Reynolds e 'La casa de papel' neste domingo; veja destaques

G1 Pop & Arte Atriz se reúne com diretora Patty Jenkins para falar sobre 'Mulher-Maravilha 1984' no último painel do evento de cultura pop. Gal Gadot é a 'Mulher Maravilha' Divulgação Gal Gadot e a diretora de "Mulher-Maravilha 1984", Patty Jenkins, serão as responsáveis pelo encerramento do auditório principal da Comic Con Experience 2019 neste domingo (8). A CCXP acontece até o domingo (8) no São Paulo Expo, mas todos os ingressos já estão esgotados. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal Além do painel sobre o filme da heroína, o quarto e último dia do evento de cultura pop ainda terá apresentação com parte dos elencos de "La casa de papel" e de "Esquadrão 6", com presença de Ryan Reynolds ("Deadpool"). CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja programação deste domingo no auditório Cinemark, o principal do evento: 11h - Batman 80 anos - "The Dark Knight Returns: The Golden Child" - com Frank Miller, Rafael Grampá, Silenn Thomas, Justin Townsend 12h - Netflix - com parte dos elencos de "La casa de papel" e de "Esquadrão 6", com Ryan Reynolds 15h - HBO - com parte do elenco de "His Dark Materials" 16h30 - Warner Bros. 2020 17h30 - Warner Bros. apresenta: "Mulher-Maravilha 1984" - com Gal Gadot , Patty Jenkins CCXP 2019 Horários: das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

Antonio Carlos Jobim está eternizado como símbolo de um Brasil de amor em paz

G1 Pop & Arte Morto há exatos 25 anos, compositor ainda justifica o uso do adjetivo-clichê soberano para caracterizar obra pautada pela leveza. Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) se eternizou ao morrer há exatos 25 anos. Inclusive por ser inesperada, a saída de cena do compositor, arranjador, pianista e cantor carioca fez o Brasil sair do tom. Do tom maior de um cancioneiro que, 25 anos depois, ainda justifica o uso do adjetivo-clichê soberano para caracterizar compositor que criou dezenas de melodias cristalizadas entre as mais belas do Brasil de todos os tempos. Há quem considere Jobim o maior compositor do mundo e há quem sustente que Frank Sinatra (1915 – 1998) também pensava assim. Devia ser verdade, pois o referencial cantor norte-americano do século XX aceitou gravar e assinar disco com Jobim em 1967, quando o mundo já havia descoberto a beleza da obra do compositor em versões em inglês que quase nunca contentaram o criador da música. Artista repleto de humanidade, transparente na obra legada a esse mundo, Tom Jobim era de carne e osso. Tanto que, aos 67 anos, não resistiu à parada cardíaca sofrida em hospital de Nova York (EUA) quando se recuperava de aparentemente bem-sucedida operação para extração de tumor na bexiga. Se o criador era humano, a criação parece obra de outra dimensão. Esse cancioneiro simboliza a concretização da utopia de um Brasil de amor em paz. Um Brasil moderno como a Bossa Nova, revolução de 1958 do qual Jobim foi contribuinte fundamental, como compositor, sem nunca deixar de ter extrapolado o universo musical dessa bossa para sempre nova. Tom Jobim resiste como o maior compositor do Brasil Acervo TV Globo Jobim foi mestre da canção, caiu no samba com maestria – sem tanta influência do jazz como se pensa, embora tenha bebido da rica fonte da música norte-americana – e parecia sempre à beira da criação de uma sinfonia, tamanho o gosto do artista pela música dita erudita. A rigor, Jobim foi imenso no terreno da canção popular. Tão imenso que é impossível dimensionar a importância e a beleza da obra que construiu desde os anos 1950, bafejado pelos ventos de modernidade que sopraram forte na música brasileira daquela década. Jobim era sobretudo excepcional melodista. Mas Samba do avião (1960), Wave (1967) e Águas de março (1972) estão aí para provar que, se Jobim quisesse abrir mão de parceiros letristas igualmente excepcionais como Vinicius de Moraes (1913 – 1980) e Chico Buarque, o cancioneiro permaneceria soberano, imaculado, com a leveza característica do compositor. Sim, a música de Jobim sempre deixou o Brasil mais leve, mesmo quando Vinicius pesava a mão nos versos das canções de (des)amor demais e mesmo quando os anos de chumbo começaram a sufocar o país partir de 1964. O Brasil amou em paz com Tom, dentro do Tom. E, por isso mesmo, o Brasil e o mundo precisam cada vez mais da música do eterno Antonio Carlos Jobim, emblema de um planeta pacificado e amoroso. Veja Mais

Rapper Edgar idealiza álbum 'Ultraleve' com discurso menos apocalíptico

G1 Pop & Arte Edgar Pereira da Silva soou como um profeta do apocalipse em Ultrassom (2018), álbum lançado por esse artista paulista no ano passado no embalo da projeção nacional obtida ao ser convidado por Elza Soares para inserir rap em uma das músicas mais contundentes, Exu nas escolas (Kiko Dinucci), do penúltimo disco da cantora carioca, Deus é mulher (2018). Edgar – como o rapper se apresenta artisticamente – ainda está em cena com o show baseado no álbum Ultrassom, mas já vem arquitetando ao longo deste ano de 2019 o sucessor desse disco produzido por Pupillo Oliveira. O álbum se chama Ultraleve por ser idealizado como o segundo título de trilogia iniciada com Ultrassom. A intenção do rapper é adotar discurso menos apocalíptico ao versar sobre temas como religião neste próximo disco. O álbum Ultraleve tem lançamento programado para 2020. Veja Mais

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Fãs lotam Parque Madureira para show de Anitta

G1 Pop & Arte Multidão começou a chegar mais de 7 horas antes do show. Cantora se emocionou durante apresentação. Fãs de Anitta lotam Parque Madureira Reprodução/Twitter Claro Brasil Fãs da cantora Anitta lotaram o Parque Madureira, na Zona Norte do Rio, para um show gratuito neste sábado (7). O evento 'Anitta Made in Honório' contou com esquema especial de trânsito e segurança desde as 10h. Os primeiros fãs começaram a chegar ainda mais cedo, apesar da apresentação ter sido marcada para 19h. À noite, o trânsito era intenso na Rua Carolina Lopes e Rua João Vicente, segundo o Centro de Operações da Prefeitura. Durante a apresentação, a artista, que já viveu em Honório Gurgel, também na Zona Norte do Rio, se emocionou e cantou sucessos antigos, como 'Proposta' e novos, como 'Some que ele vem atrás'. Anitta se emociona durante apresentação em Madureira Reprodução/Twitter Claro Passarelas lotadas 7 horas antes do show de Anitta no Parque Madureira Reprodução/Redes Sociai Fãs chegam ao Parque de Madureira para o show de Anitta Reprodução/TV Globo Agente da Prefeitura orienta o trânsito em Madureira Reprodução/TV Globo Fã de Anitta chega para o show da cantora no Parque Madureira Reprodução/TV Globo Fã chega para show de Anitta no Parque MAdureira Reprodução/TV Globo Anitta se apresenta no Parque Madureira Reprodução/Twitter Claro Brasil Veja Mais

Secretaria do Simples diz que vai propor revogação de medida que excluiu categorias do MEI

G1 Pop & Arte Resolução, assinada por presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, gerou reação da classe artística, atingida pela medida, e de políticos. A Secretaria-Executiva do Simples Nacional informou neste sábado (7) que vai propor a revogação da resolução que excluiu da categoria de microempreendedor individual (MEI) pelo menos 26 ocupações e atividades, a maior parte delas profissões da área artística e cultural. O anúncio da secretaria ocorreu depois da repercussão negativa da decisão, em especial no meio artístico (leia mais abaixo nesta reportagem). Publicada na edição desta sexta-feira (6) do "Diário Oficial da União", a é assinada por José Barroso Tostes Neto, presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, e valerá a partir de 1º de janeiro de 2020. Mais tarde neste sábado, o presidente Jair Bolsonaro informou, por meio de rede social, que foi dele a determinação de propor ao Comitê Gestor do Simples Nacional a revogação da medida. "Determinei que seja enviada ao Comitê Gestor do Simples Nacional a proposta de REVOGAÇÃO da resolução que aprova revisão de uma série de atividades do MEI e que resultou na exclusão de algumas atividades do regime", informou Bolsonaro. Em outra postagem, o presidente destacou que o comitê é formado por quatro representantes da União (da Receita Federal), dois dos estados e outros 2 dos Municípios. Publicada na edição desta sexta-feira (6) do "Diário Oficial da União", a é assinada por José Barroso Tostes Neto, presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, e valerá a partir de 1º de janeiro de 2020. Ao serem excluídas do MEI, as ocupações e atividades deixam de se beneficiar dessa condição para recolher o Simples Nacional, cuja tributação é menor que a das médias e grandes empresas. Os profissionais também perdem a isenção de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Repercussão A resolução provocou reações no meio cultural e político. Artistas se manifestaram em redes sociais contra a medida. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse por meio de rede social que recebeu telefonema do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que está em Madri, na COP-25. Segundo Maia, Alcolumbre afirmou que pautará na terça-feira (10) um projeto de decreto legislativo para revogar a resolução do governo. "A Câmara seguirá o Senado e votará no dia seguinte. Essa é uma decisão que não faz sentido. A cultura é a alma da nossa democracia", afirmou Maia. "Criminoso excluir atividades artísticas e culturais do MEI. Empurra mais gente ainda p/ 1 lugar obscuro sem chance d emancipação econômica baseada em seus maiores talentos", escreveu o cantor e compositor Emicida. Para o músico Lucas Silveira, da banda Fresno, trata-se de "mais uma bordoada dolorida desse governo que odeia a arte e os artistas". Segundo ele, "isso é retaliação pura contra um segmento majoritariamente contrário ao governo". Veja Mais

Zé Renato dá voz à 'triste beleza' do samba de Paulinho da Viola

G1 Pop & Arte Cantor alinha pérolas raras do compositor no álbum 'O amor é um segredo', gravado no Recife (PE) com Lula Queiroga e Tostão Queiroga. Quase dois anos após apresentar vigoroso álbum autoral de músicas inéditas, Bebedouro, lançado em janeiro de 2018, Zé Renato volta a se exercitar como refinado intérprete de obras alheias. Com a experiência de quem se elevou como intérprete ao celebrar o repertório do cantor Silvio Caldas (1908 – 1998) no álbum Arranha-céu (1994), reavivou o samba de Zé Kétti (1921 – 1999) no disco Natural do Rio de Janeiro (1996) e entrelaçou os cancioneiros de Chico Buarque e Noel Rosa (1910 – 1937) no álbum Filosofia (2001), o afinado cantor capixaba de vivência carioca dá voz à "triste beleza" da obra do compositor carioca Paulinho da Viola. Zé Renato alinha nove músicas de Paulinho da Viola em disco, O amor é um segredo – Zé Renato canta Paulinho da Viola, gravado de forma independente no Recife (PE), e programado para ser lançado na próxima sexta-feira, 13 de dezembro. Com a palavra, o intérprete: "Na triste beleza dos sambas, percebe-se o traço requintado que permeia toda a obra de Paulinho, onde situações amorosas são descritas quase como um relato onde o intérprete não tem escolha. Ou seja, o único jeito é entregar-se sem resistência e deixar-se levar pela tristeza. E assim deixei. Paulinho é um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos. Faz tempo que suas músicas ajudam a embelezar o repertório de inúmeros intérpretes. E agora, modestamente, chegou a minha vez", celebra Zé Renato. Zé Renato e Lula Queiroga em estúdio na gravação do disco 'O amor é um segredo' Leandro Alves / Divulgação Com edição em CD garantida pela Mills Records, também responsável pela edição digital, o álbum O amor é um segredo foi gravado em um único dia do mês de setembro deste ano de 2019. Nesse dia, o cantor entrou no estúdio LuniÁudio, no Recife (PE), com Lula Queiroga e Tostão Queiroga, coprodutores do disco gravado com produção musical orquestrada pelo próprio Zé Renato. Zé Renato canta Paulinho da Viola em tom minimalista, com arranjos que evidenciam a voz e o violão do artista em harmonia com a percussão de Tostão Queiroga, presente em seis das nove faixas do álbum. Com exceção de Para um amor no Recife (1971), de Minhas madrugadas (1965) – parceria de Paulinho com Candeia (1935 – 1978) lançada em disco na voz de Elizeth Cardoso (1920 – 1990) – e de Só o tempo (1982), de cuja letra foi extraído o título O amor é um segredo, o repertório do álbum apresenta pérolas raras pescadas no rico baú do compositor, algumas até então gravadas somente pelo próprio Paulinho. Zé Renato ilumina Lua (1981) com o sopro do sax barítono do maestro Spok, descobre Um caso perdido (1989), traz à tona Cidade submersa (1973) com o toque do trompete surdina de Fabinho Costa, remói Sofrer (Paulinho da Viola e José Carlos Capinam, 1978), recorda Vida (Paulinho da Viola e Elton Medeiros, 1975) e lembra Foi demais (Paulinho da Viola e Mauro Duarte, 1979). Zé Renato em estúdio Leandro Alves / Divulgação Cabe lembrar que, embora Paulinho da Viola seja um dos mais inspirados compositores do Brasil, poucos cantores dedicaram discos ao cancioneiro do compositor. Gal Costa cogitou gravar um nos anos 1990, mas o projeto não foi adiante por questões pessoais. Leila Pinheiro também pensou em projeto similar sem concretizar a ideia do álbum. Quem não disse que ia fazer, mas fez, foi a então iniciante cantora carioca Teresa Cristina, que, contratada pela gravadora Deck, aceitou a sugestão de João Augusto de estrear no mercado fonográfico com o songbook duplo A música de Paulinho da Viola, lançado em 2002, dois anos após Célia (1947 – 2017) ter cantado o compositor com Zé Luiz Mazziotti no disco Pra fugir da saudade (2000). Em 2016, a cantora Masé Sant'Anna passeou pela obra de Paulinho da Viola no álbum Um samba para o infinito. Agora chegou a vez de Zé Renato. Veja Mais

CCXP 2019 tem elenco de 'Star Wars', Kevin Feige e 'Frozen 2' neste sábado; veja destaques

G1 Pop & Arte Terceiro dia do evento de cultura terá painéis com John Boyega, Daisy Ridley, Oscar Isaac, J. J. Abrams, presidente dos estúdios Marvel e pré-estreia de animação da Disney. Keri Russell, Oscar Isaac, Daisy Ridley e John Boyega em cena de 'Star Wars: A ascensão Skywalker' Divulgação/Lucasfilm A Comic Con Experience 2019 faz um dia dedicado ao império da Disney neste sábado (7). De Pixar a "Star Wars" e Marvel, quase todas as áreas da gigante têm um painel especial neste terceiro dia de evento. A CCXP acontece até o domingo (8) no São Paulo Expo, mas todos os ingressos já estão esgotados. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal O dia no auditório principal começa com uma pré-estreia de "Frozen 2", nova animação do estúdio, e uma apresentação de um dos diretores e um dos produtores. Depois de painéis sobre produções da Pixar e da Fox e até sobre um dos parques da empresa, o presidente dos estúdios Marvel, Kevin Feige, fala sobre o futuro da editora nos cinemas. Encerrando o dia, os atores Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega, o diretor J. J. Abrams e a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, falam sobre "Star Wars: A ascensão Skywalker". CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja programação deste sábado no auditório Cinemark, o principal do evento: 10h - "Frozen 2" - Pré-estreia especial 12h - "Frozen 2" - De volta a Arendelle 12h30 - Pixar - "Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica" 13h30 - Disney Parks - Star Wars: Galaxy's Edge 14h15 - "Um Espião Animal" 15h - "Free Guy - Assumindo o Controle" - com Ryan Reynolds, Joe Kerry, Shawn Levy 16h - Marvel Studios - com Kevin Feige 17h - "Star Wars" - com Daisy Ridley, J.J. Abrams, John Boyega, Oscar Isaac, Kathleen Kennedy CCXP 2019 Quando: 5 a 8 de dezembro Horários: Sábado das 11h às 21h e domingo das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

Por que esta década já mudou o cinema para sempre

G1 Pop & Arte Na primeira série da BBC Culture que revisa a década nas artes e na cultura, o jornalista Nicholas Barber relembra os principais momentos do cinema dos últimos 10 anos. Yalitza Aparicio ("Roma") Divulgação Costumava ser tão simples. Se você queria ver um filme, ia ao cinema e assistia aos atores dizendo suas falas em um cenário construído. Agora, porém, talvez o cenário não exista, exceto na tela de um computador. Talvez os atores também não existam. Quanto ao cinema, por que ir quando você pode assistir ao novo filme de grande orçamento de Hollywood na TV ou no telefone? A indústria cinematográfica foi mais abalada nos anos 2010 do que em quase qualquer outra década - e as ondas de choque não diminuíram. É difícil dizer se o cinema estará presente no final da década de 2020 e qual será seu formato, se houver. Mas há uma grande chance de que, até 2030, um avatar digital de Marlon Brando tenha estrelado como o Homem-Aranha em uma aventura de realidade virtual transmitida diretamente para um canto do seu cérebro pertencente à Netflix. Ainda assim, não vamos nos preocupar com a próxima década ainda. Vamos lembrar o quão revolucionária foi essa década com o nosso guia. Streaming vira mainstream Por mais difícil que seja de acreditar, a Netflix só lançou seu serviço de streaming em 2010 e não produziu um filme próprio até "Beasts of No Nation", em 2015. Desde então, Netflix e Amazon foram responsáveis por alguns dos melhores lançamentos da década. A Amazon estava por atrás de "Manchester à Beira-Mar", "Você Nunca Esteve Realmente Aqui" e a "Guerra Fria"; a Netflix pode reivindicar créditos por "Roma", "História de Um Casamento" e "O Irlandês". Assista ao novo trailer de "O Irlandês Nem todo mundo aprova: o Festival de Cinema de Cannes se recusa a deixar filmes entrarem na competição se eles não tiverem uma exibição adequada aos cinemas. E há aqueles de nós que ainda insistem em comprar DVDs e Blu-rays, mesmo que estejamos ficando sem espaço para guardá-los. Realidade virtual As imagens geradas por computador podem não ser novidade, mas a extensão em que estão sendo usadas certamente é. Somente no último ano, tivemos Samuel L Jackson velho em "Capitão Marvel", Arnold Schwarzenegger de idade avançada em "O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio", Will Smith mais velho em "Projeto Gemini" e Robert De Niro idoso em "O Irlandês". Antes disso, tivemos Peter Cushing e Carrie Fisher digitais em "Rogue One: Uma História de Star Wars" e agora temos a perspectiva de um James Dean digital em um próximo drama da guerra do Vietnã. Will Smith em cena de "Projeto Gemini" Divulgação Outros avanços tecnológicos incluem o formato de altas taxas de quadros (mais quadros por segundo) na trilogia "O Hobbit" e "Projeto Gemini" e o desenvolvimento da realidade virtual, que agora tem sua própria vertente de competição no Festival de Cinema de Veneza. Se você tem medo de que todos vivamos agora na "Matrix", não se esqueça de que o filme "Tangerina", de Sean Baker, foi filmado com três iPhones, então a tecnologia do século 21 às vezes pode ser usada para capturar a realidade em vez de substituí-la. Diversidade Quando Ridley Scott estava lançando o épico bíblico de 2014 "Êxodo: Deuses e Reis", ele decidiu que as pessoas ideais para interpretar um grupo de egípcios antigos seriam Christian Bale, Joel Edgerton, Sigourney Weaver e Aaron Paul. Quando foi apontado que nenhum deles parecia especialmente egípcio, Scott argumentou à revista Variety: "Não posso montar um filme com esse orçamento e dizer que meu ator principal é Mohammad fulano de tal, simplesmente não vou ser financiado". E isso teria sido uma tragédia, não é? Imagine se "Êxodo: Deuses e Reis" não tivesse sido financiado! Scott estava seguindo a tradição hollywoodiana de embranquecimento, mas estava atrasado. A falta de diversidade nas indicações ao Oscar de 2015 levou a campanha #OscarsSoWhite; "Ghost in the Shell" foi condenado por escalar Scarlett Johansson em um papel que se originou no Japão e a Disney teve o cuidado de escolher atores de ascendência polinésia para darem voz a Moana no filme de mesmo nome. Enquanto isso, sucessos como "Creed - Nascido para Lutar", "Pantera Negra" e "Homem-Aranha" lembraram aos produtores que estrelas não caucasianas poderiam atrair o público em massa; "Moonlight - Sob a Luz do Luar" ganhou o Oscar de melhor filme, diretores mexicanos se tornaram presença comum no Oscar e racismo foi o tema de "Histórias Cruzadas, 12 Anos de Escravidão", "Django Livre", "Selma", "Green Book: O Guia", "Infiltrado na Klan", "Harriet" (ainda não lançado no Brasil) e muito mais. O Oscar não é mais tão branco agora. Elenco e equipe de 'Green Book' no palco para receber estatueta de Melhor Filme no Oscar 2019 Chris Pizzello/Invision/AP O futuro é feminino A queda do produtor Harvey Weinstein, acusado de assédio sexual, coincidiu com a ascensão dos movimentos Me Too e Time's Up. Mas a campanha que se seguiu não foi apenas para interromper o abuso sexual na indústria cinematográfica, mas também abordar disparidade salarial, subrepresentação feminina nos filmes e outros sinais insidiosos de sexismo institucional. Antes de as acusações de assédios em série de Weinstein serem expostas, já havia uma tendência por thrillers de ação com heroínas, como "Lucy", "Star Wars: O Despertar da Força" e "Jogos Vorazes". Posteriormente, festivais e estúdios prometeram promover o equilíbrio entre filmes dirigidos por homens e mulheres para perto de 50/50. As coisas estão mudando lentamente, mas estão mudando. A década da Disney Os historiadores do cinema se lembrarão dos anos 2010 como a década da Disney. A exploração do próprio catálogo por parte do estúdio tem sido incrivelmente inspiradora. Mês após mês, há live-action (ou, no caso de Rei Leão, uma espécie de live-action) remakes de seus desenhos animados clássicos, como Aladdin, Dumbo e Mogli. Mas o golpe de mestre da Disney foi comprar os direitos de outras empresas, principalmente as franquias Star Wars e Marvel. Cena de 'Frozen 2' Divulgação/Disney Como resultado, o filme de maior bilheteria em oito dos últimos 10 anos pertence à Disney, seja ele marcado como Marvel (quatro), Star Wars (dois), Pixar (um) ou um dos desenhos animados do estúdio ("Frozen"). A Disney também assumiu a 20th Century Fox e acaba de lançar seu próprio serviço de streaming. A década de 2020 também poderia ser a década da Disney. Super-heróis Para aqueles de nós que crescemos lendo histórias em quadrinhos de super-heróis no século 20, foi estranho nossos interesses de nichos se destacarem no entretenimento em massa. Agora parece que não passa um mês sem a Fox lançar um filme dos X-Men, a Sony lançar um filme do Homem-Aranha ou a Warner lançar um filme sobre Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha ou o Coringa. Trailer de 'Coringa' Mas nenhum deles consegue igualar o triunfo da Marvel Studios, cuja onda de sucessos de bilheteria varreu tudo à sua frente. Atreva-se a dizer que você não está impressionado com a qualidade, como fizeram Martin Scorsese e Ethan Hawke, e prepare-se para a reação dos vingadores das mídias sociais. Filmes que eram teoricamente de outros gêneros, como "Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw", "Doutor Sono" e "Frozen II" eram na verdade filmes de super-heróis disfarçados, e todos os estúdios tentavam copiar o modelo de 'universo compartilhado' da Marvel, no qual vários filmes separados acontecem na mesma realidade. Semana Pop #62 Filmes de terror Os anos 2000 foram uma década assustadoramente ruim para o terror. O sucesso de "Jogos Mortais" e suas sequências anuais levou a uma série de filmes de 'pornografia de tortura' que eram mais nojentos do que assustadores. E houve inúmeros esforços para vender personagens antigos para novos públicos, por exemplo, "Halloween: Ressurreição", "Freddy vs. Jason" e "Sexta-feira 13". Na década de 2010, por outro lado, o horror renasceu como um dos únicos gêneros em que dramas originais, com histórias provocantes e conceitos ousados podem ser feitos com um orçamento razoável e passam a ser abraçados por críticos e público. 5 clichês que ainda estão no 'pós-terror' Os exemplos principais são "Corra!" e "Nós", de Jordan Peele, "Hereditário" e "Midsommar - O Mal Não Espera a Noite", de Ari Aster, "A Bruxa e O Farol", de Robert Eggers, "Corrente do Mal", de David Robert Mitchell, "Um Lugar Silencioso", de John Krasinski, "Grave", de Julia Ducournau, e "O Babadook", de Jennifer Kent. Apenas não chame isso de 'horror elevado' - um termo esnobe que faz com que os fãs de terror busquem estacas de madeira afiadas. Comédia romântica Sempre que um filme como "Doentes de Amor" vai moderadamente bem, fãs de comédia romântica declaram que o gênero que amamos está de volta. Mas é hora de deixarmos esse relacionamento para trás e seguir adiante com nossas vidas. A rom-com (termo em inglês para comédias românticas) floresceu até a década de 1990, azedou nos anos 2000 e secou nos anos 2010. Resumidamente, foi substituída pela comédia de amigos e amigas, em que se apaixonar por aquele ou aquela importa menos do que sair com a galera, como "Missão Madrinha de Casamento". O fato é que a própria comédia caiu de posição na lista de prioridades de Hollywood. Em 2004, por exemplo, era possível ver "Todo Mundo Quase Morto", "Team America", "Meninas Malvadas", "Sideways- Entre Umas e Outras", "O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy" e "Com a Bola Toda" - prova de que a indústria estava levando a sério ser engraçada. Diretores de "Vingadores: Ultimato", Joe Russo e Anthony Russo, participaram de uma conferência na Comic-Con San Diego 2019 Richard Shotwell/AP Mas a última década viu atores de comédia como Ben Stiller e Vince Vaughn se mudarem para o drama e diretores de comédia se voltando para a televisão, docudrama político e filmes de super-heróis. Em 2006, Anthony e Joe Russo fizeram "Dois é Bom, Três é Demais"; em 2016, eles fizeram "Capitão América: Guerra Civil". Isso não quer dizer que as comédias de Hollywood não sejam mais produzidas. Eles são. Mas as comédias mais notáveis dos últimos anos foram mais sombrias e esquisitas do que aquelas do tipo de Will Ferrell, e muitas vezes filmadas longe dos EUA. "A Lagosta", "Anomalisa", "Toni Erdmann" e "Parasita" farão você rir, mas será uma risada inquieta e nervosa. Mais estranho do que ficção Os dias do documentário de sucesso estão para trás. Houve alguns exemplos de não-ficção nos anos 2010 que atraíram público, como "O Ato de Matar" e "Procurando Sugar Man", mas nada comparável a filmes como "Tiros em Columbine" e "Super Size Me - A dieta do palhaço" na década anterior. Assista ao trailer de 'A grande aposta' A nova casa do documentário é o podcast, em que casos de assassinato são descritos em centenas de episódios. Quando Hollywood quer contar uma história verdadeira, opta por um tipo chamativo de docudrama, que não apenas dramatiza os eventos, mas acrescenta estatísticas, rompe com a ideia da quarta parede, acrescenta interjeições das pessoas reais de que trata a história. Isso significa que esses filmes são mais precisos do que os filmes tradicionais "inspirados em eventos reais"? A julgar por "A Grande Aposta", "Sem Dor, Sem Ganho", "Eu, Tonya", "American Animals", "Vice", "A Lavanderia e O Escândalo" (estreia prevista para 30 de janeiro de 2020 no Brasil), a resposta é não. Mas eles podem ser mais divertidos. O fim do mundo Os anos 2000 se encerram com um bando de filmes ambientados em terrenos pós-apocalípticos: "A Estrada", "Eu Sou a Lenda", "Zumbilândia". Também havia muitos deles nos anos 2010 - sendo o maior "Mad Max", mas muitos cineastas de ficção científica adotaram uma visão ainda mais sombria do futuro. Filmes como "Interestelar" e "Alien: Covenant" sugeriram que seria melhor abandonarmos completamente o planeta e começarmos de novo em um sistema solar distante ou em uma estação espacial de luxo. Ainda assim, talvez possamos ter algum conforto em saber que já passamos do tempo em que "De Volta Para O Futuro Parte II" e "Blade Runner" se passavam - outubro de 2015 e novembro de 2019, respectivamente. E nosso próprio mundo não está tão ruim quanto o daqueles filmes. Ou está? Veja Mais

'Turma da Mônica: Lições', 2º filme baseado nos quadrinhos, vai estrear em dezembro de 2020

G1 Pop & Arte Data foi anunciada em painel na Comic Con Experience, em São Paulo, nesta sexta-feira (6). Os interessados também poderão assistir alguns filmes, como o 'Turma da Mônica – Laços’ Divulgação "Turma da Mônica: Lições", segundo filme com atores baseado nos quadrinhos de Mauricio de Sousa, vai estrear em 10 de dezembro de 2020. A data foi anunciada durante painel na Comic Con Experience, em São Paulo, nesta sexta-feira (6). 'Turma da Mônica: Laços' mantém espírito do gibi Por que demorou tanto pra virar filme? Em "Turma da Mônica – Laços", lançado em junho de 2019, Kevin Vechiatto é o Cebolinha; Gabriel Moreira é o Cascão; Giulia Barreto é a Mônica; e Laura Rauseo é a Magali. Também estão no elenco Monica Iozzi, como a Dona Luísa, Paulo Vilhena como seu Cebola, e Ravel Cabral como Homem do Saco. A direção é de Daniel Rezende ("Bingo: O rei das manhãs"). Veja Mais

Banda gaúcha Acústicos & Valvulados tenta a sorte com primeira música inédita em cinco anos

G1 Pop & Arte Em cena desde 1991, tendo sempre mantida hasteada a bandeira do rock de Porto Alegre (RS) ao longo dos 28 anos de vida, a banda gaúcha Acústicos & Valvulados apresenta a primeira música inédita em cinco anos. A composição se chama Minha sorte vai brilhar, tem letra escrita pelo guitarrista Daniel Mossmann com o baterista Paulo James e sai em single programado para a próxima sexta-feira, 13 de dezembro, pelo selo Loop Discos. Bibiana Petek assina a produção musical do single. O grupo Acústicos & Valvulados estava sem apresentar repertório novo desde 2014, ano em que lançou o álbum de músicas inéditas Meio doido e vagabundo – O fino do rock mendigo. Mesmo sem novidades, o quinteto continuou na estrada ao longo desses cinco anos, cumprindo movimentada agenda de shows. Além de Daniel Mossmann e Paulo James, a banda é integrada atualmente por Rafael Malenotti (voz), Alexandre Móica (guitarra e vocal) e Diego Lopes (baixo e vocal). Veja Mais

Kylie Rae Harris: exame toxicológico indica que cantora country consumiu álcool antes de acidente fatal

G1 Pop & Arte Cantora de 30 anos se envolveu acidente com três carros em Novo México, nos Estados Unidos, em setembro. Uma adolescente de 16 anos também morreu. A cantora Kylie Rae Harris, de 30 anos, morreu após acidente de carro Reprodução/Instagram As investigações sobre o acidente de Kylie Rae Harris foram encerradas e, segundo a imprensa internacional, a cantora country havia consumido bebida alcoólica antes do acidente fatal. Kylie, de 30 anos, se envolveu acidente com três carros em Novo México, nos Estados Unidos, em setembro. Uma adolescente de 16 anos também morreu. A polícia informou que além de ter consumido álcool, Kylie Rae Harris dirigia em alta velocidade antes da colisão. Segundo o exame toxicológico, a concentração de álcool no sangue da cantora era de 0,28, o que equivale a três vezes mais ao limite legal para direção sem prejuízos. Kylie Rae Harris começou a carreira na adolescência, cantando em pequenos festivais. A cantora passou o verão americano em turnê de seu último EP, com seu nome, lançado em março deste ano. Ela deixou uma filha de seis anos. Veja Mais

CCXP 2019 tem atriz de 'Lucifer' e elenco de 'Eu, a vó e a boi' como destaques nesta sexta-feira

G1 Pop & Arte Lesley-Ann Brandt se apresenta em auditório secundário. Evento ainda conta com pré-estreia de 'Playmobil' e elencos de 'Star Trek: Picard' e 'The Boys'. Lesley-Ann Brandt em cena de 'Lucifer' Divulgação A atriz Lesley-Ann Brandt, de "Lucifer", e parte do elenco da série "Eu, a vó e a boi" são destaques da programação desta sexta-feira (6), segundo dia da Comic Con Experience 2019. Todos os ingressos estão esgotados. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal A sul-africana, que interpreta a demônia Mazikeen, fala sobre a série e sua carreia às 15h30 no auditório Ultra. Um pouco antes, às 14h, Paulo Silvestrini, Arlete Salles, Dani Winits, Daniel Rangel, Marco Luque e Alessandra Maestrini, de "Eu, Avó e a Boi" falam sobre a série em painel da Globoplay no auditório Cinemark. O dia ainda conta com pré-estreia de "Playmobil: O filme" e com apresentação da Amazon Prime Video, com parte dos elencos de "The Expanse", "The Boys" e "Star Trek: Picard". CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja programação desta sexta no auditório Cinemark, o principal do evento: 11h - "Playmobil: O Filme" - pré-estreia exclusiva 13h - A criação de "Playmobil - O Filme" 14h - Globoplay: Gêneros - com Paulo Silvestrini, Arlete Salles, Dani Winits, Daniel Rangel, Marco Luque e Alessandra Maestrini de 'Eu, a Vó e a Boi'; George Moura, Luisa Lima, Fábio Assunção e Mariana Lima, de 'Onde Está Meu Coração'; e e Manguinha, Cassia Kis, Ana Paula Maia, Claudia Abreu e Maria Ribeiro, de "Desalma" 15h30 - Lana Parrilla: Era Uma Vez uma Rainha 16h30 - MSPVERSO - As novidades da MSP pra 2020 17h30 - Cartoon Network - "Trem Infinito" 18h30 - Amazon Prime Video - com partes dos elencos de "The Boys", "Star Trek: Picard" e "The Expanse" Elenco de 'Eu, a vó e a boi': Turandot (Arlete Salles), Celeste (Giovana Zotti), Norma (Danielle Winits) e Roblou (Daniel Rangel) Globo/Victor Pollak CCXP 2019 Quando: 5 a 8 de dezembro Horários: Quinta e sexta das 12h às 21h; sábado das 11h às 21h e domingo das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

CCXP 2019: Fotos

G1 Pop & Arte Veja fotos da feira de cultura pop e dos fãs do evento em São Paulo. Fã mostra fantasia de Demogorgon da série 'Stranger Things', na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 CCXP acontece entre quinta-feira (5) e domingo em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Público anda perto do estúdio da Warner na Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Estande do Globoplay na Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayer de Doutor Estranho tira fotos na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayer posa na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayer de Thor posa com fã na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Vestido de Shazam, homem posa na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Fã posa com homem caracterizado como Shazam na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Cosplayers de heróis tiram fotos com fãs na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Jovem vestido como Harry Potter posa para foto na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Trailer de 'Breaking Bad' é um dos destaques da CCXP Marcelo Brandt/G1 CCXP 2019 acontece até domingo em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Jovens participam da CCXP 2019 em São Paulo Marcelo Brandt/G1 Homem vestido de Coringa posa na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Star Wars também está entre os filmes preferidos de quem frequenta a CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Criança participa da CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Fã se prepara para 'batalha' ao posar na Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Fãs de cultura pop descansam durante a CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Público participa da Comic Con Experience 2019 Marcelo Brandt/G1 Estande destaca o Telecine na CCXP 2019 Marcelo Brandt/G1 Veja Mais

Maria Bethânia improvisa saudações a Iansã na volta do show 'Claros breus' ao Rio de Janeiro

G1 Pop & Arte Nunca o vermelho sobressalente no cenário e no figurino – criado pela estilista Gilda Midani para Maria Bethânia vestir na turnê do show Claros breus – fez tanto sentido como na volta do espetáculo à cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de quarta-feira, 4 de dezembro. Era dia de Iansã, orixá que simboliza Santa Bárbara na mitologia afro-brasileira do Candomblé. Devota da senhora das nuvens de chumbo, a cantora baiana improvisou saudações ao orixá feminino, cantando trechos a capella de Iansã (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1972) – música que lançou há 47 anos no álbum Drama (1972) – e de recente samba do repertório de Arlindo Cruz também intitulado Iansã (2017) e gravado pelo sambista há dois anos com o filho Arlindo Neto, parceiro de Acyr Marques na composição. Gritos de "Eparrei!" foram ouvidos na plateia da casa KM de Vantagens Hall nesses dois números e no solo do percussionista Luizinho do Jejê, mestre dos tambores. Na reestreia carioca de Claros breus, show idealizado para a cantora reviver os tempos em que se apresentava em boates na noite carioca dos anos 1960, Bethânia exibiu lampejos da luminosidade da temporada de estreia no clube Manouche enquanto saudou Iansã. Foi nessa charmosa casa carioca com clima de cabaré e atmosfera íntima de boate que a artista acendeu Claros breus em quatro concorridas apresentações feitas nas quintas-feiras de julho para público de 100 pessoas. Maria Bethânia e o pianista Marcelo Galter na reestreia carioca do show 'Claros breus' na noite de 4 de dezembro Mauro Ferreira / G1 Ao ser transposto para grandes casas, a partir de agosto, o show teve o roteiro progressivamente alterado para a inclusão de sucessos mais facilmente digeríveis pelo público. Na apresentação de 4 de dezembro, vista por Caetano Veloso, Bethânia tirou músicas como O universo na cabeça do alfinete (Lenine e Lula Queiroga, 2015), Juntar o que sentir (Renato Teixeira, 2001), Gota de sangue (Angela Ro Ro, 1979) e Bar da noite (Bidu Reis e Haroldo Barbosa, 1953) – ausências sentidas pela (pequena) parcela mais atenta e exigente do público. Em contrapartida, a cantora manteve os sucessos adicionados ao roteiro em apresentações anteriores, acrescentando ainda Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956) e Bandeira branca (Max Nunes e Laércio Caldas, 1970), hit carnavalesco da cantora Dalva de Oliveira (1917 – 1972), do qual Bethânia cantou somente breve trecho a capella. Entre acréscimos e retiradas, o saldo foi positivo, sobretudo quando a cantora entoou Músicas, música (Roque Ferreira, 2019) com a mesma intensa luminosidade da temporada inicial de Claros breus no Manouche. Veja Mais

Angela Ro Ro, a que 'tudo sentiu, disse e fez', chega em forma aos 70 anos

G1 Pop & Arte Nascida em 5 de dezembro de 1949, Angela Ro Ro – "a que não tem censura nem nunca terá" – chega aos 70 anos em aparente harmonia consigo mesma, sem álcool e tendo o amor como único aditivo cotidiano. A versão light de Angela Maria Diniz Gonçalves talvez soasse como mera quimera nos anos 1980 e 1990, décadas em que essa cantora, compositora e pianista carioca atravessou tempos de forte turbulência emocional. Mas a vida é mesmo assim, a vida louca vida tem dessas coisas e Ro Ro celebra o 70º aniversário nesta quinta-feira, 5 de dezembro, em forma, amada pelo público e apoiada na obra que construiu desde os anos 1970. Criado com doses fartas de sensibilidade, o cancioneiro autoral da artista irrompeu há 40 anos como as lavas de vulcão represado em um dos melhores primeiros álbuns de todos os tempos da música brasileira. O repertório do álbum Angela Ro Ro (1979) – revivido pela artista ao longo deste ano de 2019 no show Pilotando o piano – ainda embasa carreira que gerou posteriormente pérolas como Só nos resta viver (1980) e Cobaias de Deus (1989, com letra demolidora de Cazuza) entre períodos de menor produtividade nas fases em que desafinou. Sim, ela desatinou. Mas Angela Ro Ro sempre se assumiu na vida e na música. Eu desatino, aliás, é o título do sexto álbum da cantora, lançado em 1985 como o derradeiro título da fase mais regular da discografia de Ro Ro. Primeira cantora de sucesso a se apresentar como lésbica, rejeitando termos socialmente mais convenientes como "bissexual", Angela Ro Ro sempre ardeu na fogueira das paixões. Por isso, agita e usa o humor irreverente, por vezes ferino, como combustível pronto para apaziguar as chamas acesas na vida e em canções como a Balada da arrasada (1979) e Cheirando a amor (1979). Como não há "humor que nunca se aborreça", a artista às vezes pode sair do tom, embora amor dentro de si ela sempre tenha demonstrado ter. Pela humanidade, pelos animais, pelo planeta Terra. Musicalmente, Angela Ro Ro harmoniza o lamento desesperado do blues, a atitude contestatória do rock, o suingue maroto do boogie e a melancolia dramática do samba-canção em obra que resiste ao tempo. Não fosse a compositora de Gota de sangue (1979) e Amor, meu grande amor (1979, com letra de Ana Terra), entre outras músicas que seduziram cantoras como Marina Lima (a primeira a dar a voz a Ro Ro em 1979 com gravação lapidar de Não há cabeça) e Maria Bethânia (intérprete original de Fogueira em 1983), Angela poderia ter se firmado somente como intérprete. Porque Angela é, também, uma grande intérprete, dona de voz rouca que lhe rendeu o apelido Ro Ro, incorporado ao nome artístico e não raro gravado erroneamente com o acento circunflexo. Para "quem tudo sentiu, disse e fez", como sintetizou em verso de Não há cabeça, Ro Ro surpreende ao completar 70 anos com saúde, em forma vocal, consciente de que, sendo a vida bela (e, sim, "é bonita, é bonita e é bonita"), "só nos resta viver". A nós, resta saudar os 70 anos de Angela Maria Diniz Gonçalves. Veja Mais

Fama 'cárcere privado', inveja do Marshmello, saudade do futebol raiz: a vida de Gustavo Mioto

G1 Pop & Arte Ao G1, cantor fala de começo de carreira impulsionado por pai contratante de shows, compara letras do sertanejo com aula de filosofia e diz que rejeição de roqueiros é natural. Gustavo Mioto gravou, no mês passado, DVD em Fortaleza com participação de Xand Avião e Wesley Safadão. Mas o maior hit deste cantor paulista de 22 anos não tem convidados: "Solteiro não trai" soma mais de 140 milhões de views no YouTube e entrou no top 10 brasileiro de 2019 no Spotify. Gustavo teve um começo de carreira mais fácil do que o de outros sertanejos. Quando surgiu, em 2015, ninguém entendeu como aquele rapaz de 18 anos havia conseguido lançar música com participações de Anitta, Luan Santana, Gusttavo Lima, Cristiano Araújo, Jorge & Mateus... Ele é filho de Marcos Mioto, um dos maiores contratantes de shows sertanejos do Brasil. O DVD foi gravado na cidade da família, Votuporanga (SP). Um pouco por ter acompanhado os bastidores das turnês de outros sertanejos com o pai, Mioto fala ao G1 com serenidade sobre qualquer assunto. Fala que a fama é um "cárcere privado" e diz que teve a ajuda do pai no começo, mas agora tem que correr por conta própria. Mioto fala das letras do sertanejo, da rejeição de fãs de rock, de ansiedade e da saudade de jogar futebol raiz, "rasgando o pé no chão". Os desabafos de sertanejos foram tema do podcast G1 Ouviu. Ouça acima. Gustavo Mioto grava DVD em Fortaleza Christopher Bueno/Divulgação G1 - Você gosta de ser famoso? Pergunto isso porque tem muito artista, principalmente sertanejo, que reclama da fama... Gustavo Mioto - Eu acho que todo mundo vai sentir isso né. Eu sempre gostei, eu sempre achei muito bom o sucesso e sempre tive medo da fama. Eu acho que a fama é um cárcere privado. Então, acho que todo mundo vai te falar isso. "A vida perfeita talvez seja a vida do Daft Punk ou do Marshmello, que usam máscaras. Eles fazem muito sucesso na carreira e tudo mais, mas tira a máscara e ninguém sabe quem é, né? Então, acho que isso é uma certa liberdade. Você dá menos a sua cara a tapa para o povo, sabe?" Toda escolha implica perda, né? Então, acho que a gente tem que abrir mão de alguma coisa. Eu sinto muita falta de poder jogar bola na rua, de poder ir no clube, de poder jogar tênis. Poder andar de bicicleta na rua. Já aconteceu de eu conseguir alugar, por exemplo, um mini campinho na cidade que a gente vai tocar. E aí eu consegui jogar uma bola com a equipe. Isso acontece direto, mas eu sinto falta do raiz mesmo, sabe? De estar lá no interior descalço na rua rasgando o pé no chão. G1 - Qual artista está na sua playlist e eu vou ficar surpreso quando souber que ele está lá? Gustavo Mioto - Eu sempre fui muito eclético, né? Desde quando eu tocava em banda de baile, eu tive que aprender a ouvir de tudo. Eu gosto muito de Abba, por exemplo. Eu gosto de Charlie Brown, de Capital. Eu comecei a tocar guitarra por causa do John Mayer, sou muito fã do Ed Sheeran. Sempre gostei muito da parte do rock... G1 - E porque você acha que tanta gente que gosta de rock diz que odeia sertanejo? Por que você acha que existe essa rejeição? "Tem essa rejeição por uma questão de gosto mesmo. Assim como tem gente que não curte o rock muito pesado, vai existir o cara que não curte a música mais melódica também, a música que é um pouco mais sentimental, como é o sertanejo. O próprio povo que gostava de rock falava mal do emo, assim como o sertanejo raiz fala mal sertanejo universitário." Sempre vai ter alguém com um gosto diferente, não adianta a gente achar que só por que o sertanejo toca mais, ele vai agradar todo mundo. Não vai ser assim, né? Esse preconceito sempre via ser assim. A gente não tem que agradar todo mundo, não. Anitta participa de 'Coladinha em mim', de Gustavo Mioto Reprodução/YouTube/Gustavo Mioto G1 - Muita gente não sabe que você não está sempre vivendo o que você está cantando. Você sente que tem fã que pensa que você está meio que interpretando um personagem? Gustavo Mioto - Existe isso, sim. Mas acaba sendo natural, né? Se você canta uma música sobre ser solteiro, a galera já acha que você está cantando pra ele, que é como ele. A gente tem que ver o que as pessoas esperam ouvir... Elas têm que ver a letra e pensar "Porra! É mesmo! Eu não tinha pensado nisso". "É como a gente assistir uma aula de filosofia, sabe? Quando a pessoa consegue traduzir em uma frase um pensamento que você tem na sua cabeça, meio abstrato. Eu acho que a gente cria meio que gritos de guerra dentro das músicas." G1 - O seu começo de carreira foi diferente, já gravando com Luan Santana, Gusttavo Lima, Anitta e muita gente, de cara, porque seu pai é um dos maiores contratantes de shows do Brasil. Como ser filho dele, um cara que todo mundo no meio conhece, tornou as coisas mais fáceis pra você? Gustavo Mioto - Pois é, na real os feats que aconteceram na minha carteira realmente vêm boa parte por meio da carreira dele. Principalmente lá no começo, quando a gente ainda não tinha nenhuma música indo muito bem nas rádios e tal. Depois teve "Impressionando os anjos", com música rodando muito bem e tal... Mas antes, realmente, muita coisa veio através dele. A galera toda [da indústria do entretenimento] me conhece desde muito novo, né? Comecei a viajar com ele dede muito cedo. Eu acho que esse lance de "todo mundo conhecer ele" é um pouco relativo. A galera do meio, do show business conhece. Mas a galera que fica lá embaixo, que compra o ingresso e fica com a lanterna para cima, não sabe quem ele é. Então, acho que é tipo uma via de mão dupla, né? Ao mesmo tempo que algumas portas estão abertas sempre, outras não estão. A maioria que está aberta e eu vou ter que segurar aberta. Cabe a mim sabe usar isso aí. G1 - Você está cantando bem melhor do que antes. Você vem fazendo aula, como é sua rotina com fono, professor de canto? Gustavo Mioto - Eu faço aula, né? Faço também fono e tudo mais. Mas eu acho que a confiança vem da estrada, né? Você vê as pessoas realmente querendo te ver. Aí você se sente mais à vontade para expressar. Faz parte ter essa confiança, sim. Você vê as pessoas cantando suas músicas e elas começam a acreditar no que você quer escrever, no que você quer cantar. Então, você começa a ter mais confiança em si mesmo. G1 - Estamos ouvindo muitos relatos de ansiedade entre os cantores. Muitos culpam a agenda lotada de shows... Como você lida com isso? Gustavo Mioto - Olha, eu acho que a ansiedade é o mal do século, né? Eu acho que todo mundo tem vivido muito nessa de correr com as coisas. Agora, ainda mais porque a mídia está muito rápida... Então, tem que escolher o repertório de DVD, escolher mais 15 músicas... A ansiedade já está meio implantada automaticamente no nosso dia a dia, né? E se engana ou mente muito quem fala que não surta. É impossível eu te dizer um nome de um artista que não tem problema mental de vez em quando, que não tem um defeito. Acho que são 100%. No meu tempo de vida, eu nunca vi ninguém que pelo menos um dia não tenha falado: "hoje foi foda". Dá uma apertada [no peito], você quer sair correndo. Gustavo Mioto investe em sertanejo pop aos 18 anos G1 - Mas o que você faz para tentar conter essa ansiedade? Gustavo Mioto - A gente tenta controlar, né? Eu tento voltar para casa para ver a família. E eu levo meu violão para a cama, para o quarto do hotel... Fico ensaiando, fico estudando [música], então tem que achar uma forma de terapia para te distrair. Tenho um lance de não fazer mais do que 25 shows por mês. Se não fizer isso, a gente viaja 30 dias e vai tudo no automático. Parece que só tiram a gente da gaveta, colocam na gaveta, tiram da gaveta, colocam na gaveta... Acho que isso é muito perigoso e prefiro viver mais. Tenho essa exigência aqui em casa. G1 - Você falou sobre a necessidade de hoje lançar cada vez mais músicas e acompanhar a performance delas no YouTube, no Spotify. Você vê muito esses relatórios? Gustavo Mioto - Pois é, esse negócio eu aprendi há pouco tempo. Aprendi a me desligar um pouco dos números, sabe? Porque eu já tive a prova que eu tenho canções com mais números que não vão muito bem no povo e eu já tive canções com menos números que vão muito melhor do que as que tem mais. Eu já vi vários artistas com mais números que os meus e a música não "chega" ao vivo igual. E já vi artista com menos números que os meus e "chegarem" muito mais. Então, a gente tem que tomar muito cuidado com números. Já foi a época em que você não tinha como fraudar ou dar uma mentida, forçar isso aí a subir. É muito massa estar na frente dos rankings, mas se na hora do palco ou da bilheteria a resposta não fora mesma, não interessa. G1 - Todos os sertanejos costumam dizer que pegam fãs. Você está solteiro ou prefere evitar? Gustavo Mioto - Eu acho que a gente não pode comer o pão onde ganha a carne. Acho muito perigoso isso e eu acho que não é bom misturar esse tipo de coisa. Mas, assim, são coisas do coração, né? Quando envolve coisa do coração, aí eu já não posso te prometer nada né... Porque aí, por exemplo, pode ser que bati o olho em alguém, que bota o sorriso, pode ser que bata um cheiro. Não tenho nada contra fazer isso e não julgo quem faz, mas eu acho que deve evitar, mas aparenta ser uma coisa natural sim. Veja Mais

Ancine retira divulgação de filmes brasileiros de sede e site

G1 Pop & Arte Artistas usam redes sociais para divulgar produções nacionais em resposta ao órgão. Habituado na década de 1940, "A Vida Invisível" mostra os conflitos e dificuldades enfrentadas por duas irmãs num ambiente patriarcal Divulgação A Ancine (Agência Nacional do Cinema) retirou a divulgação de filmes nacionais de sua sede e seu site no último mês. De sua sua sede, a agência tirou cartazes que divulgavam produções recentes em suas áreas comuns na última sexta-feira (29), a pedido de sua diretoria. "Eles foram retirados das áreas comuns, como corredores. Dentro dos setores, não houve ordem. Na comunicação ainda temos. A assessoria internacional ainda tem. É prerrogativa de cada área" disse Érico Cazarré, assessor de comunicação do órgão. Já do site, foram retirados banners com filmes e festivais no dia 14 de novembro. Segundo Cazarré, a ação foi feita em conjunto com o presidente da Agência. "Nós tínhamos uma aba que mantinha a divulgação de filmes, cartazes e trailer. Eu retirei a aba como um todo. E uma outra que divulgava eventos e festivais." De acordo com Cazarré, a decisão foi tomada para seguir "princípios de isonomia". "Se eu tenho um cartaz de um filme aqui, eu tenho que ter de todos. Eu sei que no clima que as coisas andam, as coisas são levadas para outro lado." Nas redes sociais, atores, atrizes, diretores, produtores e cinemas responderam à ação da Ancine com a divulgação de filmes nacionais. "Em resposta à retirada dos cartazes de filmes brasileiros das paredes e plataformas digitais da Ancine. Eles retiram, nós espalhamos e relembramos aqui. Me orgulho de fazer parte de tantas produções nacionais. Viva o nosso Cinema Nacional", disse Glória Pires ao divulgar filmes em que participou durante toda a carreira. Initial plugin text Divulgando quase uma dezena de longas, Alinne Moraes comentou: "Absurda a retirada dos cartazes de filmes brasileiros das paredes e plataformas digitais da Ancine". Initial plugin text Paulo Miklos também mandou um recado ao órgão. "Alô Ancine, pode pendurar este cartaz na parede", disse em referência à arte do filme "The Friendly man". Initial plugin text Ísis Valverde, Débora Falabella, Tatá werneck, Thalita Carauta, Miá Mello, Alice Wegman, Guta Stresser, Monica Iozzi e outros artistas também aderiram á campanha com as hashtags "o cinema brasileiro em cartaz" e "Ancine sem filme e sem cartaz". G1 em 1 Minuto: 'Se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine', diz Bolsonaro Veja Mais

Banda Armada luta nas trincheiras do rock com single duplo 'Ditadura assassina'

G1 Pop & Arte Disco ganha edição em compacto de vinil com capa que expõe arte alusiva a imagens do regime de 1964. O nome da banda Armada está em sintonia com o espírito de luta de Ditadura assassina, single duplo lançado por esse quinteto paulistano de rock nesta quarta-feira, 4 de dezembro, em edição digital e em compacto de 45 RPM fabricado em vinil pela gravadora indie Neves Records com tiragem limitada de 250 cópias. Com capa que expõe arte criada pelo ilustrador brasiliense Paulo Rocker com a intenção de evocar imagens do regime instaurado no Brasil em 1964, o single duplo Ditadura assassina se alinha com a tensão política latente no país ao longo deste ano de 2019. Banda surgida em 2017 das cinzas do Blind Pigs, grupo paulista de punk dissolvido em 2016, Armada alveja a ditadura brasileira de 1964 e as repugnantes consequências do regime totalitário – como a promulgação em dezembro de 1968 do Ato Institucional Nº 5 (AI-5) – com duas músicas inéditas. Nas trincheiras, cuja gravação também pode ser ouvida em lyric video, narra na primeira pessoa a história de soldado enviado para lutar na guerra, onde perde a inocência da juventude ao testemunhar os horrores dessa guerra. A rua de trás versa sobre os anos de chumbo com alusões aos tempos atuais. Contracapa do single duplo 'Ditadura assassina', da banda Armada Ilustração de Paulo Rocker Ambas as músicas são composições assinadas por Henrique Baliú, vocalista da Armada, com o guitarrista Ricardo Galano. Baliú e Galano formam o quinteto com Alexandre Galindo (guitarra), Arnaldo Rogano (bateria) e Mauro Tracco (baixo). Com exceção de Galano, todos os músicos integraram o grupo Blind Pigs. Na arte exposta na contracapa do single, os cinco integrantes da Armada são apresentados em fichas que remetem às usadas pelo Departamento de Ordem Pública e Social, o Dops, um dos mais sanguinários órgãos de repressão postos em ação pelo regime de 1964. O single duplo Ditadura assassina dá continuidade à discografia iniciada pela Armada em novembro de 2017 com o single Eterno marujo, amostra inicial do primeiro e (por ora) único álbum da banda, Bandeira negra, editado em 2018. Veja Mais

Lucas Lucco lança projeto com menos shows após superar crise: 'Prefiro isso a me matar'

G1 Pop & Arte Cantor levou dois anos para superar crises de pânico e depressão, com terapia, 'ajuda divina' de remédios e diminuição de shows. Ouça esse e outros desabafos sertanejos em podcast. O novo projeto de Lucas Lucco, "De bar em bar", mostra como a estrada é, ao mesmo tempo, aliada e inimiga dos sertanejos. Projetos ambiciosos com registros itinerantes de shows estão em alta. Mas vários artistas, inclusive Lucco, contam como a vida na estrada não é só glamour. Os desabafos de sertanejos foram tema do podcast G1 Ouviu. Ouça acima. Para o cantor mineiro de 28 anos, o desafio do projeto, que começa em Goiânia e vai para bares de outras cidades, é ainda maior. Ele teve uma crise em 2015, que o levou a faltar à gravação de um DVD e a fazer um desabafo no Instagram sobre ansiedade e depressão. “Uso remédios para conseguir voar, uso remédios pra dormir, pra acordar, pra me manter calmo, pra conseguir ficar dentro de um hotel... São mais de 3 anos sem praticamente ter um momento pra mim e pra minha família”, escreveu o cantor, que tinha estourado em 2013 com “Mozão”. Como Lucco consegui superar essa crise e lançar este projeto baseado na estrada? Ele contou ao G1 que ainda teve fases piores do que a do desabafo em 2015, mas hoje está “mil porcento melhor” Terapia, “ajuda divina” de remédios e diminuição do número de shows foram as soluções. Leia abaixo. Lucas Lucco na gravação do projeto 'De bar em bar' Divulgação/Marcel Bianchi G1 - O 'De bar em bar' remete a um sertanejo até mais festivo do que o normal hoje. Parece só alegria. Mas um projeto desse tem todo o glamour que aparenta? Lucas Lucco - Não posso ser mal agradecido. Hoje em dia melhorou muito. A gente vai de avião fretado, de carro, tem condição de arrumar da melhor forma. Antigamente era muito mais sofrido. Era só "busão", muitas horas de viagem, ônibus estragava. Hoje em dia, graças a Deus, controlo muito o número de shows por mês, não passo de 12. Isso já ajuda a poder ficar mais em casa, ter tempo para a vida pessoal. Mas glamouroso é como as pessoas veem. Eu vejo como uma forma de ganhar o pão. É meu trabalho, meu emprego. G1 - Como você avalia aquele desabafo que você fez em 2015? Como você conseguiu resolver, ou não, aquelas situações que você citava lá? Lucas Lucco - Ter falado foi ótimo. Isso me aproximou das pessoas, me deixou mais humano. Porque é uma coisa muito comum, que pode acontecer com todos nós. E isso deixou as pessoas mais tranquilas, vendo alguém do meio artístico passar pelo mesmo que elas podem estar passando. A ansiedade e a depressão são coisas que você não pode deixar de lado.Tem que estar sempre se policiando, em alerta. Evitando pensamento negativo, qualquer tipo de cilada da mente. E com auxílio de profissionais. Lógico que vai diminuindo a intensidade de consultas, de encontros com psiquiatras ou psicanalistas. "Tive muito auxílio de fármacos na época. Acho que os remédios são um auxílio muito grande e divino. Acho que Deus deu a oportunidade de ter os remédios para auxiliar. Mas a gente também não pode colocar toda a nossa fé no fármaco. Acho que é tudo mais mental, espiritual e psíquico do que qualquer outra coisa." Lucas Lucco e Pabllo Vittar cantam 'Permanecer' G1 - Na época de crise, enquanto estava na estrada, dava para fazer terapia à distância? Lucas Lucco - Dava, eu fiz muito FaceTime. Mas assim que tive oportunidade, freei minha agenda. Tive que resolver um emaranhado de coisas com escritório, contratos. Hoje sou eu o gestor da minha carreira toda. Consegui estabelecer uma meta mensal de shows. Sei até onde posso ir, qual é meu limite. Então posso fazer esses encontros pessoalmente. G1 - Além da logística, em relação à parte de saúde mental, você consegue dominar 100% daqueles problemas ou ainda tem um desafio? Lucas Lucco - O desafio é sempre presente e necessário. Na questão emocional estou 1000% melhor. Porque o sucesso me pegou de surpresa. Isso me fez ficar muito ansioso, me gerou uma carga emocional muito grande. Por isso aconteceu o desabafo em 2015. Essa síndrome de burnout desencadeou várias outras coisas. O excesso de trabalho gerou uma ansiedade muito grande. Hoje, todo o estudo que eu fiz de mim mesmo, esse mergulho para dentro de mim foi muito importante. "Estou levando a vida profissional e pessoal de uma forma muito melhor. Isso não tem nada que pague. Não tem 30 shows por mês que pague isso. Eu prefiro ficar ali nos meus 12, fazendo o que eu posso, tranquilamente, tendo uma vida mais saudável em todos os sentidos, do que me matar. Do que ter mais dinheiro e menos tranquilidade." Lucas Lucco durante a gravação do projeto 'De bar em bar' Marcel Bianchi/Divulgação G1 - O diagnóstico foi de síndrome de burnout? Lucas Lucco - O diagnóstico foi burnout que desencadeou a depressão. Aí depois eu tive muitas crises de pânico. Isso durou um tempo. Depois que eu fui diagnosticado, ainda fiquei uns dois anos ainda tratando. Superava, piorava, superava, piorava... Tiveram muitas partes piores ainda do que a que eu relatei em 2015. Só que acabou que eu não abri isso depois. Eu fiquei num estado tão ruim que não queria nem falar sobre. Foi uma coisa para o meu aprendizado mesmo. E graças a Deus consegui sair. G1 - Hoje como é sua rotina de análise? Lucas Lucco - Uma vez a cada 15 dias, e é uma terapia integrada, sabe? Eu tenho gostado mais disso. O estudo tem me ajudado com isso, tem sido uma terapia também. Mais voltado para a espiritualidade. Veja Mais

Elencos de 'Eu, a Vó e a Boi', 'Onde Está Meu Coração' e 'Desalma' vão à CCXP 2019

G1 Pop & Arte Equipes das séries inéditas do Globoplay participarão de evento de cultura pop, que acontece dos dias 5 a 8 de dezembro, em São Paulo. Elenco de 'Eu, a vó e a boi': Turandot (Arlete Salles), Celeste (Giovana Zotti), Norma (Danielle Winits) e Roblou (Daniel Rangel) Globo/Victor Pollak Os elencos de "Eu, a Vó e a Boi", "Onde Está Meu Coração" e "Desalma" participarão da Comic Con Experience 2019. Atores, atrizes e diretores das três séries inéditas do Globoplay participarão do painel "Comédia, Drama e Suspense" na sexta-feira (6) às 14h. Os convidados são: Paulo Silvestrini, Arlete Salles, Dani Winits, Daniel Rangel, Marco Luque, Alessandra Maestrini, de "Eu, Avó e a Boi"; George Moura, Luisa Lima, Fábio Assunção e Mariana Lima, de "Onde Está meu Coração"; e Manguinha, Cassia Kis, Ana Paula Maia, Claudia Abreu e Maria Ribeiro, de "Desalma". Na quinta-feira (5), o Globoplay também vai organizar uma conversa entre o diretor Cao Hamburguer, homenageado da CCXP 2019, com as atrizes Gabriela Medvedovski, Ana Hikari, Daphne Bozaski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira sobre "As Five", série derivada de "Malhação: Viva a Diferença". O Globoplay vai estar na feira com um estande de quase 1000 metros quadrados. Entre as ambientações, estão: a floresta de "Desalma", um teleférico com cenários de "Evil", a TARDIS de "Doctor Who" e um escape game inspirado na animação "Miraculous Ladybug". Veja Mais

Alexandre Caldi e Itamar Assiere adicionam jazz e músicas ao álbum 'Os afro-sambas'

G1 Pop & Arte Duo de instrumentistas cariocas recria o disco de 1966, reiterando a influência do repertório composto por Baden Powell e Vinicius de Moraes. Um dos títulos essenciais e mais influentes da discografia brasileira, o álbum Os afro-sambas de Baden e Vinicius é também um dos discos mais cultuados e revisitados desde que foi lançado em 1966 pela Forma, gravadora indie de atuação (artisticamente) marcante na década de 1960. O flautista e saxofonista carioca Alexandre Caldi se uniu ao pianista conterrâneo Itamar Assiere para formar duo e se aventurar no álbum Afro+Sambas pela trilha de disco histórico que registra oito sambas de temática africana – termo, a rigor, mais correto do que afro-samba, já que o nome desse subgênero soa como pleonasmo pelo fato de todo samba já embutir a matriz africana pela própria natureza. Os oito sambas foram compostos entre 1962 e 1965 com músicas do compositor e violonista fluminense Baden Powell (1937 – 2000) e letras do compositor e poeta carioca Vinicius de Moraes (1913 – 1980) em parceria que se revelou fundamental. Capa da edição em CD do álbum 'Afro+sambas', de Alexandre Caldi e Itamar Assiere Arte de Leo Caldi Em Afro+Sambas, álbum editado pela gravadora Biscoito Fino, Caldi e Assiere adicionam a influência do jazz e três músicas ao repertório original, fazendo com que o disco chegue ao mercado fonográfico com 11 faixas. Em texto escrito para o encarte da edição em CD de Afro+Sambas, Caldi explicita a intenção de abordar o repertório do álbum de 1966 sem excessiva reverência aos arranjos originais do maestro César Guerra-Peixe (1914 – 1993). "(...) Nos sentimos à vontade para ousar. O repertório permanece tão inspirador que nos permitimos desconstruções, devaneios harmônicos e improvisos livres em nossos arranjos", justifica o saxofonista no texto do encarte. Dentro dessa liberdade estilística, perceptível nos arranjos jazzísticos e na execução de temas como Tempo de amor e Tristeza e solidão, o duo se permitiu inclusive alterar no álbum Afro+Sambas a ordem das músicas, diferente da disposição do repertório no LP de 1966. O que permanece igual nos dois discos é a abertura com Canto de Ossanha, o afro-samba de melodia mais inspirada. Na gravação de Caldi e Assiere, a tensão impetuosa do tema é preservada pelo melhor arranjo original do disco (todos de Caldi com exceção de Bocochê, tema orquestrado por Assiere). Itamar Assiere e Alexandre Caldi lançam o álbum 'Afro+sambas' André Pinnola / Divulgação Com melodia que rivaliza em beleza e força com a de Canto de Ossanha, o afro-samba Consolação (1963) não integra o repertório do álbum de 1966, mas é incorporado por Assiere e Caldi ao disco Afro+Sambas com o arranjo feito em 1966 pelo pianista Luiz Eça (1936 – 1992) para o Tamba Trio. Outra adição de Caldi e Assiere ao repertório original é Labareda (1963), reacendida pelo duo com o calor do tema incorporado por Baden Powell ao cancioneiro de Os afro-sambas de Baden e Vinicius quando ele regravou o disco em 1990. Em vez de Berimbau (1963), composição que se ajustaria perfeitamente ao repertório, o duo completa as 11 faixas com a adição de Samba novo (1979) ao cancioneiro de Afro+Sambas. Trata-se da única composição do disco assinada somente por Baden Powell, que renovou o repertório do samba com Vinicius de Moraes ao se pautar pela matriz rítmica do Candomblé. Mesmo gravado em precárias condições técnicas, o álbum Os afro-sambas de Baden e Vinicius permanece clássico propiciando releituras como a de Assiere e Caldi. No álbum Afro+Sambas, o duo propaga a influência desse repertório já atemporal. Veja Mais

Gilberto Gil está com foco no passado e no futuro

G1 Pop & Arte Artista revê obra em inédito documentário de Lula Buarque e programa para 2020, na Dinamarca, a gravação do show 'OK OK OK'. Aos 77 anos, festejados em junho, Gilberto Gil está com foco simultaneamente no passado e no futuro. Enquanto revê 20 anos da trajetória musical no documentário Gilberto Gil – Antologia – Vol. 1 (1968 / 87), dirigido por Lula Buarque de Hollanda e programado para ser exibido em primeira mão neste mês de dezembro no Festival do Rio, o cantor, compositor e músico baiano planeja para 2020 a gravação do show OK OK OK. Estruturado no mesmo tom afetuoso do álbum OK OK OK (2018), o espetáculo está em cena desde novembro de 2018 e ainda em turnê pelo Brasil e pelo mundo. Aliás, o registro audiovisual do show está previsto para ser feito em março em apresentação de OK OK OK no DR Koncerthuset em Copenhague, na Dinamarca. Já o filme de Lula Buarque enquadra a obra de Gil ao longo de expressivo período de duas décadas que vai de 1968 – ano do auge da Tropicália arquitetada em 1967 pelo artista com Caetano Veloso – a 1987. Enriquecido com entrevistas e inéditos registros audiovisuais, o roteiro do documentário abrange o exílio vivenciado por Gil na Europa (sobretudo em Londres), a volta ao Brasil, a feitura de álbuns revolucionários como o cultuado Refavela (1977) e o flerte do cantor com o pop dominante na década de 1980. Veja Mais

Keane encerra turnê em São Paulo sem medo de ser 'brega' e mais maduro: 'Ter filhos mudou tudo'

G1 Pop & Arte Banda fala ao G1 sobre nova fase, que rendeu performance em Espaço das Américas lotado. Álbum mais recente, 'Cause and Effect' reflete separação de tecladista e sobriedade do vocalista. Cantando para uma plateia cheia de casais e de fãs de rock melódico (e sem guitarras), o Keane fez no Espaço das Américas, em São Paulo, o último show da turnê "Cause and Effect", quinto álbum da banda. Neste domingo (1), o quarteto lotou o Espaço das Américas, com 8 mil pessoas. Foram 26 músicas em pouco mais de duas horas e vinte minutos, tempo suficiente para constatar a boa forma do vocalista Tom Chaplin. Ele se diz recuperado do vício em cocaína após várias internações a partir de 2006, dois anos após o estouro do Keane com a balada "Somewhere Only We Know". Essa foi a principal causa da pausa da banda, em 2013, até retornar em 2019. "Muito mudou nesses anos", explicou o baixista Jesse Quin ao G1, pouco antes do show. "No passado, se a gente via que um de nós estava mal, em um canto, a gente se afastava, dava espaço. Agora, a gente se aproxima um do outro e conversa mais sobre os problemas." "Tudo mudou depois que tivemos filhos. Alguém na sua vida se torna mais importante do que você", resume o músico. "Gosto muito de falar com meus filhos sobre música. Minha filha [de oito anos] sempre me chama para ouvir o que está escutando e me pergunta 'você gostou?'. Ela adora pop." "Um dia, eu toquei Laurie Anderson pra ela", lembrou, citando a artista experimental americana. "Ela ouviu e no fim falou: "Eu não gostei muito, não faz meu estilo". Adorei a resposta. Pelo menos ela ouviu até o fim." O diálogo acima é mais um indício de que o Keane é, essencialmente, uma banda de rock bonzinho. Eles se empolgam com o coro de "Olê Olê Olê Olê, Keanê Keanê" dos fãs e contam causos sem a marra de outras bandas britânicas. "Tim estava malhando com o Shawn Mendes no hotel. Ao menos, ao lado dele. Deve ter sido muito sexy, mas não vi", relatou Tom durante o show, contando um caso que une o ídolo teen canadense e o tecladista do Keane, Tim Rice-Oxley. De U2 a Taylor Swift Keane volta com rock de sofá influenciado por U2 No show, foi possível ver os dois lados bem definidos do Keane: Um com baladas melosas no piano, ótimo repertório para rádios românticas brasileiras; Outro com rocks de sofá, meio chupados do U2, o que faz sentido quando se lembra que o Keane começo como banda cover do grupo de Bono. No álbum mais recente, com músicas como "The Way I Feel" e "Stupid Things", a banda tentou ir além do britpop sem guitarras e com piano em destaque. Eles foram buscar influências bem além de Beatles e U2, sempre citadas por eles. Ariana Grande, Dua Lipa e Taylor Swift são listadas como novas referências. "É importante deixar sua mente aberta para escutar tudo o que é novo. Então, mesmo que eu não tenha o mesmo amor pelo pop moderno que o Tim tem, eu ainda escuto e é legal pegar as influências para experimentar", explica Jesse. Keane faz show em São Paulo Stephan Solon/Move Concerts O disco também tem letras que refletem o fim do casamento do tecladista. A saída de Tim de sua casa e a mudança da relação com os filhos fazem com que a banda carregue forte nas emoções do álbum. Mas isso não é problema para eles. Chaplin já disse que curte o adjetivo "brega". "Vários grupos fazem sucesso por um ou dois anos, mas daí somem. A moda passa, sabe?", explicou o vocalista ao G1. "Nós nunca tentamos ser uma banda 'cool'. Nossa tentativa é ter músicas que não são esquecidas com o passar dos anos. É a nossa motivação para continuar. Quero é ser ouvido por todo mundo, não só por quem gosta de hype ou quem é jovem." Veja Mais

Dante Mantovani, novo presidente da Funarte, é maestro e disse que 'rock leva ao aborto e ao satanismo'

G1 Pop & Arte Ele discute temas culturais em canal do YouTube e falou que abertura de Olimpíadas em 2016 foi feita por 'aberrações sonoras'. Dante Mantovani foi nomeado presidente da Funarte nesta segunda (2) Reprodução/YouTube/DanteMantovani Nomeado como novo presidente da Funarte nesta segunda-feira (2), Dante Mantovani é maestro e também tem um canal no YouTube em que discute temas relacionados à cultura. Além da graduação em Música, Mantovani é especialista em Filosofia Política e Jurídica e Mestre em Linguística. Em 2013 defendeu o doutorado em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina. O canal no YouTube tem poucos mais de 6,88 mil inscritos, e é a única rede social que continua no ar do novo presidente. Perfis no Instagram, Facebook e Twitter foram apagados na semana passada, quando seu nome começou a ser cotado para o cargo. O primeiro vídeo foi publicado em fevereiro de 2016 com o título "Para que Serve o Maestro" e tinha 1.303 visualizações até a publicação desta reportagem. Além dos temas mais técnicos da música erudita, Mantovani discute aspectos da cultura relacionados à filosofia nos vídeos. Em um deles relaciona Adorno, teórico da Escola de Frankfurt, com os Beatles e reforça teorias da conspiração de que havia infiltrados comunistas na CIA, serviço de inteligência americano. "A União Soviética levou agentes infiltrados para os Estados Unidos para realizar experimentos com certos discos realizados inclusive para crianças", disse. "Esses agentes viam, se infiltraram e vinham mudando, inserindo certos elementos para fazer experimentação, experimentos, engenharia social com crianças. Daí passaram para músicas para adolescentes." Foto de agosto de 1969 mostra participantes do Festival de Woodstock em Nova York Associated Press A partir disso, ele começa a falar sobre o surgimento de Elvis Presley. "Na década de 50 apareceu um tal de Elvis Presley com o rock lá que fazia todo mundo sacolejar, balançar o quadril. Todo mundo ama esses caras e começam a ser introduzidos certos comportamentos. O Elvis Presley, por exemplo, morreu de overdose", comentou. Ele também fala do festival de Woodstock, famoso símbolo da contracultura, e ao LSD. "Woodstock aquele festival da década de 60 que juntou um monte de gente, os hippies fazendo uso de drogas, LSD. Inclusive existem certos indícios que a distribuição em larga escala de drogas, LSD, foi feita pela própria CIA." “O rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto”, comentou. "A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo. O próprio John Lennon disse abertamente, mais de uma vez, que ele fez um pacto com o diabo, com o satanás para ter fama, sucesso", continua. 'Aberrações sonoras' O novo presidente da Funarte disse que os artistas que se apresentaram na abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 eram "aberrações sonoras". "É de se chamar atenção como que um país como o Brasil que tem grandes gênios da música, como por exemplo o Heitor Villa-Lobos, apresentam em uma abertura de uma Olimpíada aquelas aberrações sonoras que eu não tenho nem coragem de chamar de música", disse, logo depois de iniciar o vídeo tocando "Bachianas Brasileiras No. 4". Caetano Veloso, Gilberto Gil, Anitta, Marcelo D2, Paulinho da Viola, Jorge Ben Jor foram alguns dos artistas que participaram da cerimônia de abertura em agosto de 2016. Caetano Veloso, Anitta e Gilberto Gil participam da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 no Maracanã Issei Kato/Reuters "Por que o brasileiro não valoriza a sua cultura? Aliás, por que ele nem conhece sua cultura? Não é uma coisa exorbitantemente assustadora? Quer se passar uma imagem que o Brasil é uma espécie de bordel. O mundo virá aqui e terá suas aventuras, suas orgias sexuais". "O fenômeno por trás disso é a ocultação da nossa verdadeira cultura. Isso aqui é nossa verdadeira cultura: é a música clássica, música erudita de Heitor Villa Lobos, de Carlos Gomes, de Tom Jobim na música popular." Livro, documentário e curso online Mantovani é autor do livro "Ensaios sobre a Música Universal – do Canto Gregoriano a Beethoven", lançado em 2017 e produziu o curta-metragem "Deus Acima de Todos" sobre a eleição do presidente Jair Bolsonaro no ano passado. O maestro também criou um curso superior online de música, chamado "Seminário de Música". Mantovani também é seguidor das ideias de Olavo de Carvalho e, inclusive, o ideólogo de direita está entre os nomes citados nos agradecimentos de sua tese de doutorado. "Ao professor Olavo de Carvalho, cujas aulas, livros e artigos me resgataram de um mar de dúvidas que pareciam insolúveis e me propiciaram a clareza mental e a coragem necessárias para finalizar este trabalho", escreveu. Funarte Mantovani assume o cargo depois depois de Miguel Proença, que foi exonerado da presidência da instituição em novembro. Proença permaneceu nove meses no cargo, desde fevereiro. Ele assumiu no lugar do ator Stepan Nercessian. A Fundação Nacional de Artes é responsável pelo desenvolvimento de políticas públicas de fomento a artes visuais, música, circo, dança e a teatro. A instituição é subordinada à Secretaria da Cultura, atualmente vinculada ao Ministério do Turismo. Veja Mais

Mark Ruffalo defende Leonardo DiCaprio após acusação de Bolsonaro

G1 Pop & Arte Ator da franquia 'Os Vingadores' disse que presidente faz ativistas ambientais de 'bode expiatório'. Bolsonaro afirmou que DiCaprio e a organização WWF financiam queimadas criminosas na Amazônia. Mark Ruffalo disputa pela sua atuação na comédia 'Minhas mães e meu pai' Reuters O ator Mark Ruffalo, famoso por interpretar Hulk na franquia de "Vingadores", saiu em defesa do colega Leonardo DiCaprio após acusação do presidente Jair Bolsonaro. "Bolsonaro e sua galera estão fazendo de bode expiatório as pessoas que protegem a Amazônia dos incêndios que ele próprio permitiu que acontecessem. Pergunte a si mesmo: o que mudou recentemente no Brasil para que isso aconteça agora? Bolsonaro e suas políticas (não) ambientais", disse Ruffalo em suas redes sociais. Na sexta-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro acusou Dicaprio de colaborar com queimadas criminosas na Amazônia por meio de doações à WWF, organização não governamental (ONG) que atua na área ambiental. Bolsonaro acusa Leonardo DiCaprio e ONG de financiarem queimadas criminosas no Brasil "Quando eu falei que há suspeitas de ONGs, o que a imprensa fez comigo? Agora, o Leonardo DiCaprio é um cara legal, não é? Dando dinheiro para tacar fogo na Amazônia", disse na saída do Palácio da Alvorada. Ruffalo de olho no Brasil Não é a primeira vez que Mark Ruffalo se manifesta sobre a política brasileira. Durante a campanha presidencial de 2014, Ruffalo chegou a declarar apoio à candidatura de Marina Silva e a classificou como "uma das pessoas mais interessantes da política mundial". Mas o ator voltou atrás após a candidata ter retirado do programa de governo o apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. "Eu não posso, em sã consciência, apoiar um candidato que tem uma abordagem dura em questões como o casamento gay e os direitos reprodutivos, mesmo que o candidato esteja disposto a fazer a coisa certa sobre as questões ambientais”, publicou o ator em seu blog em setembro de 2014. Veja Mais

'Frozen 2' bate recorde no feriado de Ação de Graças nos EUA

G1 Pop & Arte 'Entre Facas e Segredos' estreou no cinema norte-americano acima das expectativas. "Frozen 2" estreia no Brasil em 2 de janeiro de 2020 Divulgação “Frozen 2”, da Disney, recheou a bilheteria durante o feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos ao gerar US$ 85,2 milhões (R$ 360 milhões) ao longo do fim de semana, com um recorde de US$ 123,7 milhões (R$ 524 milhões) ao longo dos cinco dias do feriado. A animação passou a melhor marca anterior do feriado de Ação de Graças, de “Jogos Vorazes: Em Chamas”, em 2013, com seus US$ 109 milhões (R$ 461,7 milhões) entre a quarta-feira e o domingo da semana do feriado. Como “Frozen 2”, “Jogos Vorazes” estreou uma semana antes de Ações de Graças. Após dois finais de semana nos cinemas, “Frozen 2” está se aproximando da marca de US$ 300 milhões na América do Norte, com US$ 287 milhões (R$ 1,21 bilhão) atualmente. “Frozen 2” fez US$ 130 milhões (R$ 550 milhões) em sua estreia, cimentando mais uma grande bilheteria para as animações da Disney. Trailer 2 de "Frozen 2" Embora “Frozen 2” tenha ficado com uma grande fatia das bilheterias, novos filmes cumpriram bem o papel de concorrência ao filme da Disney e conseguiram sólidas receitas. Impulsionado por elogios da crítica e adoração do público, “Entre Facas e Segredos”, da Lionsgate, o policial dirigido por Ryan Johnson, estreou além das expectativas, com o segundo lugar na bilheteria doméstica, arrecadando US$ 27 milhões (R$ 114 milhões) ao longo do fim de semana e US$ 41,7 milhões (R$ 176 milhões) entre quarta-feira e domingo. Antes do fim de semana, projetava-se que o mistério com Daniel Craig, Jamie Lee Curtis e Chris Evans ganharia entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões (entre R$ 84,7 milhões e R$ 105 milhões) em seus cinco primeiros dias. O filme custou US$ 40 milhões (R$ 169, 4 milhões) e deve representar uma vitória para o conteúdo original nos cinemas. Embora este final de semana de Ação de Graças não tenha superado o do ano passado, que arrecadou US$ 315 milhões (R$ 1,33 bilhão), o feriado está ajudando a reforçar o caixa de um mês de novembro frio na bilheteria. Antes do longo fim de semana, a venda de ingressos geral estava em queda de mais de 7%, segundo o Comscore. Agora, está em queda de 5,6%. Veja Mais

Pausa de Marília Mendonça com desabafo mostra dificuldades de sertanejos com fama e turnês

G1 Pop & Arte Cantora anunciou pausa para se dedicar à maternidade, neste domingo (31). G1 explica lado menos glamouroso de três dos artistas mais ouvidos do Brasil. Ouça desabafos em podcast. Quem vê os popstars do sertanejo brasileiro viajando de jatinho e levando chuva de like no Instagram acha que a vida deles é só alegria. Mas desabafos recentes como o de Marília Mendonça, que anunciou pausa na carreira neste domingo (31) para se dedicar à maternidade, mostram que a situação é muito mais complexa. Na edição desta semana do G1 Ouviu, o podcast de música do G1, artistas desabafam sobre o lado bem menos glamouroso de ser um artista de sucesso. Lucas Lucco, Gustavo Mioto e Marília relatam como a relação com os fãs, a correria das turnês e a ansiedade trazem um outro lado da fama. Marília Mendonça chora no palco antes de falar de pausa na carreira para se dedicar à maternidade Divulgação/Instagram da cantora Mas por que eles começam a carreira fazendo tantos shows? São poucos os artistas que tomam conta de sua própria agenda. A maioria está “presa” a um escritório, que fica responsável por fechar os shows. Os dois lados precisam ganhar e, com isso, a agenda fica mais intensa. O G1 já havia explicado essa dinâmica que coloca os artistas em risco. Hoje, quando se pensa em artista que reclama da fama, um nome comum é o de Marília, cantora goiana de 24 anos conhecida por cantar letras sofridas. Desde que começou a fazer sucesso, em 2016, ela diz que ser famosa é "como carregar uma cruz”. Já Mioto, cantor paulista de hits como "Solteiro não trai", define a fama como "um cárcere privado". Personagens x vida real Marília Mendonça em show do projeto 'Todos os cantos Divulgação É grande a lista de sertanejos que sofrem ou sofreram de depressão e ansiedade. E eles dizem que a rotina tem grande parte da culpa. O tema não é uma novidade e foi relatado pelo G1. Além de turnês exaustivas, outra constatação é a de que existe muito fã que não consegue separar o artista do personagem. Tem gente que esquece que eles são uma coisa no palco, mas outra totalmente diferente na vida real. Marília já explicou: "Foi bem difícil. Eu tive que explicar um pouco pra galera. Eu senti um ciúme da galera, sabe? 'A Marília não pode ser feliz, ela tem que ser nossa, ela está do lado da sofrência'. Isso é inadmissível, mas rolou muito isso." O desabafo da pausa Em um texto com uma foto em que está grávida, chorando durante uma apresentação, Marília escreveu que interrompe temporariamente sua carreira para se dedicar à maternidade. Ela está grávida de sete meses: o primeiro filho da cantora se chama Léo. "A estrada me amou, me aplaudiu, se fez minha amiga, me deu uma familia, me deu condições de cuidar da minha, me deu um bocado de gente legal me amando sem me conhecer, realizou meus sonhos, me adoeceu, me cansou, me fez chorar, me feriu, me levou pro céu e jogou no chão muitas vezes", escreveu Marília, em seu perfil no Instagram. "Estou dando uma pausa no meu AUGE, literalmente. o auge do meu amor, o auge da minha vida, o auge da minha felicidade, o auge do meu crescimento como mulher, o auge do meu amadurecimento. pensou que eu tava falando de SUCESSO, né? acertou. como eu não seria bem sucedida tendo em meu ventre o meu grande amor, que eu já escuto os sinais de chegada? enfim, com lagrimas nos olhos, anuncio que, oficialmente, pausei a minha vida pra esperar a minha vida." Initial plugin text Veja Mais

Painel de ‘Star wars’ na CCXP tem fila de 24 horas, tributo a Carrie Fisher, choro e cena inédita

G1 Pop & Arte Diretor J.J. Abrams e elenco com Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega participaram do evento em São Paulo neste sábado (7) Público do painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação O primeiro painel de “Star wars” em uma Comic Con Experience no Brasil fez muitos fãs chorarem com clipes da saga e imagens de Carrie Fisher, intérprete da princesa Leia, que morreu em 2016. "Todos sentimos a presença dela todos os dias no set", disse Oscar Isaac, durante a participação no evento em São Paulo, neste sábado (7). “Carrie não aprovaria que a recriássemos digitalmente”, disse o diretor J.J. Abrams para explicar por que usou imagens já gravadas pela atriz no nono episódio da franquia, “A ascensão Skywalker”. Oscar Isaac e John Boyega no painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação O novo filme é uma história de amizade, disse o diretor. “Pela primeira vez o grupo principal vai para uma missão junto, isso é muito importante.” Para Daisy Ridley, isso põe um ponto final na curiosidade sobre a origem e os pais de Rey. “Não entendo por que há tanto questionamento. A jornada de Rey quer dizer: você pode escolher sua família, a família dela são os amigos.” Daisy Ridley no painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação O elenco acabou se transformando em família também. “Me senti muito mais confortável nesse filme com a personagem. Nós nos amamos muito, são seis anos juntos, são minha família”, disse Daisy. A equipe mostrou uma cena inédita de perseguição ao trio de protagonistas. De acordo com o diretor, é uma cena do começo de “A ascensão Skywalker”. Mais de 24 horas de fila Para conseguir um lugar no auditório, fãs da saga passaram mais de 24 horas na fila pelos convites. Os amigos Weslley Bispo e Pamela Santos chegaram ao local às 16h desta sexta-feira (6). O painel estava marcado para 17h deste sábado. “Valeu muito a pena, assisto desde criança e me emocionei muitas vezes aqui”, contou Pamela. J. J. Abrams no painel de 'Star wars' na CCXP, em São Paulo Divulgação Os amigos Nayara Sevciuc e Rafael Canti viajaram de Curitiba só para ver a apresentação de “Star wars”. “Chegamos na fila às 17h. Foi difícil passar a noite no chão, mas a gente fez amizade com outros fãs e no final compensou o perrengue. Chorei do começo ao fim, ainda mais quando mostrou a Carrie Fisher”, disse Nayara. Felippe Talli se juntou a quatro amigos para enfrentar a noite no chão do estacionamento. “Foi difícil, um dos nossos amigos passou mal de frio, mas resistimos. O painel foi perfeito.” Veja Mais

'Free guy' é 'De volta para o futuro' para esta geração, diz Ryan Reynolds na CCXP 2019

G1 Pop & Arte Equipe mostrou primeiro trailer do filme no evento. História conta nascimento de um super-herói. “Free guy”, novo longa da Disney, ganhou seu primeiro trailer durante a Comic Con Experience 2019, em São Paulo, neste sábado (7). Assista acima. O filme conta a história de uma caixa de banco que descobre ser um personagem de videogame. Para Ryan Reynolds, protagonista do longa, é um “De volta para o futuro” para a nova geração. “Foi um roteiro que nós amamos, com ação, comédia e aventura”, contou o ator, durante painel do filme na CCXP. Ryan Reynolds e Jodie Comer em 'Free guy' Divulgação Além do trailer, a equipe mostrou duas cenas do longa: Uma na realidade do jogo, quando o personagem de Ryan Reynolds descobre que estava vivendo em um videogame; Uma no mundo real, quando os peonagens de Joe Keery e Jodie Comer descobrem que o jogo deu certo. Apesar de ser um filme com dupla realidade, o foco é nos personagens reais e seu desenvolvimento, disse o diretor Shawn Levy. "É sobre uma pessoa tentando se dar bem em um mundo de cínicos.” Com Ryan Reynolds, Joe Keery, Taika Watiti e Jodie Comer no elenco, o diretor disse que muito do filme foi fruto de improviso. É uma longa especialmente para fãs de game. “Têm muitos easter eggs de videogame, além de streamers famosos”, destacou o diretor. Veja Mais

Aos 40 anos, Luciana Mello já começa a festejar 35 anos de carreira

G1 Pop & Arte Cantora inicia comemoração com single em que regrava samba lançado por Arlindo Cruz. Embora tenha somente 40 anos, Luciana Mello já caminha em 2020 para os 35 anos de carreira iniciada em 1985, quando tinha somente seis anos e entrou em estúdio com o pai, Jair Rodrigues (1939 – 2014), para gravar participação em disco do artista, começando na sequência uma trajetória como cantora mirim de projetos infantis. Com planos de festejar a efeméride com disco de sambas e com registro audiovisual de show, além de minidocumentário, a artista paulistana começa a comemoração com a edição do single Como um caso de amor. Neste single, gravado com produção musical e arranjo do violonista Walmir Borges, Luciana Mello regrava o samba de André Renato e Ronaldo Barcellos lançado há oito anos na voz do bamba Arlindo Cruz em registro feito para o álbum Batuques e romances (2011). A letra faz exaltação ao samba. A (re)gravação de Como um caso de amor foi feita por Luciana com os toques de músicos virtuosos como Carlinhos Sete Cordas (violão de sete cordas), Jota Moraes (piano) e Mauro Diniz (cavaco). Já distanciada do pop que a projetou há quase 20 anos com o álbum Assim que se faz (2000), Luciana Mello redirecionou a carreira progressivamente para o samba e a MPB, em sintonia com o tom do real primeiro álbum solo da artista, Luciana Rodrigues, lançado em 1995 e batizado com o nome artístico então adotado por Luciana Mello. O apego crescente da cantora ao samba já rendeu disco dedicado ao gênero, Na luz do samba (2016), editado há três anos. Veja Mais

Quem deu play? Usuários do Spotify estranham nomes de artistas que não ouviram em 'retrospectiva pessoal'

G1 Pop & Arte Internautas acharam dupla Diego e Arnaldo e outros nomes que dizem nunca ter ouvido em suas listas. Especialista acha possível bug ou hacking; duplas e Spotify não comentam. Uma "retrospectiva pessoal" que deveria mostrar as músicas que cada usuário do Spotify mais ouviu em 2019 deixou vários brasileiros intrigados. Após a divulgação da lista na quinta-feira (5), se espalharam relatos de gente que diz nunca ter ouvido artistas de suas listas. No Twitter há muitos posts parecidos com o da usuária Natália de Moura: "Gente, deu um 'bug' nas minhas estatísticas do Spotify... Simplesmente jamais ouvi a música q consta na sexta posição. Será que mais alguém passou por isso?". Veja no final da matéria alguns dos relatos semelhantes. A maioria dos depoimentos citam a inserção de artistas sertanejos. O nome mais citado é da dupla Diego e Arnaldo, de Ribeirão Preto (SP). Há também menções a João Neto e Frederico, Luan Santana e Gusttavo Lima. Em diversas postagens, usuários da plataforma citaram que o erro poderia ser: um "bug" (problema) na contagem da plataforma invasão de hacker na conta para usar o serviço, já que ele é pago invasão de hacker não para usar o serviço, mas para inflar o número de plays dos artistas O G1 entrou em contato com o Spotify várias vezes, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Música sertaneja No mesmo dia da divulgação da retrospectiva, Diego e Arnaldo celebraram o alcance de mais de 9 milhões de plays no Spotify com “Relógio parado”, atual música de trabalho da dupla sertaneja. Initial plugin text A dupla Diego e Arnaldo é gerenciada pelo escritório goiano Mega, que também já cuidou da carreira de João Neto e Frederico, bastante citados pelos usuários. Os G1 tentou várias vezes falar com a assessoria de Diego e Arnaldo, mas não teve resposta. A assessoria de imprensa de João Neto e Frederico informou: "A dupla não fez e tão pouco concorda com qualquer tipo de compra de plays. Todos os números alcançados são resultado de um trabalho contínuo de divulgação, promoções, e ações com os fãs". As assessorias de Luan Santana e Gusttavo Lima também não deram retorno sobre o questionamento até o fechamento desta matéria. Em entrevista recente ao G1, o cantor Gustavo Mioto falou sobre a questão de números em plataformas musicais. "Eu já tive a prova que eu tenho canções com mais números que não vão muito bem no povo e eu já tive canções com menos números que vão muito melhor do que as que tem mais." "Já foi a época em que você não tinha como fraudar ou dar uma mentida, forçar isso aí a subir. É muito massa estar na frente dos rankings, mas se na hora do palco ou da bilheteria a resposta não fora mesma, não interessa." 'Jabá 2.0' O número que você vê abaixo de um clipe no YouTube ou de uma faixa no Spotify é cada vez mais importante para os músicos. Ter muitos "plays" na internet indica sucesso, rende direitos autorais e leva a convites para shows, festivais e outras mídias. As suspeitas de artistas que tentam inflar números de streaming artificialmente não são novas. Em 2017, o G1 investigou este mercado do "sucesso fake", que tem sites vendendo cliques abertamente e pessoas cobrando por playlists e por lugares nestas listas. Mas a possiblidade de hackear a conta de pessoas reais no Spotify estava fora do radar. "Eu nunca vi 'phishing' (de Spotify", diz Altieres Rohr, especialista em segurança digital e colunista do G1. "Phishing" (do inglês "pesca") é um golpe em que se joga uma isca (geralmente um e-mail fraudulento) para invadir uma conta de serviço digital. Saiba mais. Invasão de conta "Em tese, não parece impossível que uma conta seja hackeada pra dar play em certas músicas", Altieres diz. "E claro, pode ter algum bug no Spotify que permita atribuir plays a outros usuários." Para ele, estas duas hipóteses parecem mais próvaveis. Há diversas formas de invadir a conta de um usuário de serviço online. "Tem a possibilidade de 'credential stuffing', que é quando usam uma senha vazada de outro serviço. Se a pessoa usou a senha no Spotify em outro lugar e rolou um vazamento, podem entrar na conta." Como é possível vincular a conta do Spotify ao Facebook, a invasão também pode partir daí. "Existe bastante 'phishing' de Facebook. Então se você perder o Facebook, perde tudo atrelado a ele". Confira publicações com reclamações: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Turnê de Sandy e Junior teve a segunda maior bilheteria por show em 2019, diz agência

G1 Pop & Arte Levantamento da Pollstar, empresa especializada no mercado de shows, mostra que dupla só ficou atrás de Elton John e superou Post Malone, Ariana Grande e Guns N' Roses. Turnê "Nossa História", da dupla Sandy e Junior, foi a segunda mais lucrativa do mundo em 2019, segundo ranking mundial Fábio Tito/G1 A turnê de Sandy e Júnior teve a segunda maior bilheteria por show em 2019, segundo levantamento publicado pela Pollstar, empresa especializada no mercado de shows. Segundo o ranking divulgado nesta quinta-feira (5), a dupla teve bilheteria de US$ 2,26 milhões por shows (cerca de R$ 9,36 milhões). O número leva em conta a renda total média por apresentação. Sandy e Júnior ficaram atrás apenas de Elton John. "Nossa História" marcou o reencontro dos irmãos no palco para comemorar 30 anos carreira em 16 shows no Brasil, um nos Estados Unidos e outro em Portugal. Sandy e Junior, o legado: top 10 repassa 30 anos de carreira O Top 20 Gobal de Turnês é um ranking que mostra a média de bilheteria por show e também o preço médio dos ingressos. A lista da Pollstar é baseada em informações que, segundo a empresa, são fornecidas pelos produtores das turnês e pelos donos de ginásios e estádios. Procurada pelo G1, a assessoria da Live Nation, produtora da turnê, não quis confirmar as cifras divulgadas no ranking. Ranking da Pollstar (bilheteira média; preço médio de ingresso) Elton John: U$ 2.870.863; U$ 130,86. Sandy & Junior: U$ 2.260.403; U$ 54,38. Phil Collins: U$ 2.145.965; U$ 144,69. Guns N’ Roses; U$ 2.003.111; U$ 127,13. Muse; U$ 1.921.982; U$ 85,11. Post Malone; U$ 1.913.809; U$ 116,49. Ariana Grande; U$ 1.869.662; U$ 93,54. Jonas Brothers; U$ 1.700.530; U$ 104,72. Hugh Jackman; U$ 1.691.200; U$ 83,50. Tool; U$ 1.528.054; U$ 103,77. Cher; U$ 1.485.624; U$ 127,42. Eric Church; U$ 1.471.468; U$ 85,74. John Mayer; U$ 1.427.545; U$ 95,41. Iron Maiden; U$ 1.302.161; U$ 63,86. Michael Bublé; U$ 1.297.724; U$ 111,91. Little Mix; U$ 1.274.903; U$ 58,85. Bob Seger & The Silver Bullet Band; U$ 1.250.039; U$ 117,47. Zac Brown Band; U$ 1.241.128; U$ 60,24. Backstreet Boys; U$ 1.234.347; U$ 98,73. Florida Georgia Line; U$ 1.219.752; U$ 68,38. Veja Mais

'Eu, a vó e a boi' é crônica ácida da polarização do Brasil, diz Paulo Silvestrini na CCXP

G1 Pop & Arte Comédia do Globoplay com Arlete Salles e Vera Holtz surgiu na internet. História acompanha famílias rivais. Yolanda, a Boi (Vera Holtz), Roblou (Daniel Rangel) e Turandot (Arlete Salles) de 'Eu, a Vó e a Boi', série do Globoplay Estevam Avellar/TVGlobo "Eu, a vó e a boi", nova série de comédia do Globoplay, surgiu de uma história no Twitter, mas retrata muito mais que as redes sociais. "É bastante contemporânea, uma crônica ácida e inteligente. A gente encontra ali um pouco da nossa vida, do momento que estamos vivendo nesse país. É a representação das pessoas com sentimentos tão apaixonados e antagônicos", explicou o diretor Paulo Silvestrini. "É a polarização, o ódio de todos os lados que estamos vivendo", completou Arlete Salles, uma das protagonistas da série, durante o painel do Globoplay na Comic Con Experience nesta sexta-feira (6). O roteiro de Miguel Falabella apresenta duas famílias afastadas pela rivalidade de suas matriarcas: Turandot, vivida por Salles, e a boi, representada pela Vera Holtz. Painel do Globoplay aconteceu na Comic Con Experience 2019 nesta sexta-feira (6) Thais Matos/G1 O diretor se inspirou em filmes de faroeste para montar o clima de tensão, além de ter referências do diretor Quentin Tarantino. Na série, os personagens conversam diretamente com o público, com inspiração em outros sucessos do gênero como "Modern Family" e "Fleabag", citou a equipe durante o evento. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja Mais

Camila Cabello faz 'pop estável' em 'Romance', álbum salvo por vocais pouco comuns; G1 ouviu

G1 Pop & Arte Segundo e recém-lançado disco da cantora de 22 anos é bem menos angustiante e inventivo do que o primeiro. Letras e arranjos refletem namoro com Shawn Mendes. O primeiro álbum de Camila Cabello foi uma das melhores estreias de uma cantora pop dos últimos anos muito por conta de altas doses de angústia e necessidade de afirmação. "Romance", segundo e recém-lançado disco da cantora de 22 anos, é bem menos angustiante. E muito mais estável. Poderia ser chamado de acomodado, mas não chega a tanto. Antes, a moça nascida em Havana e criada em Miami tinha algo a provar: egressa da girl band Fifth Harmony, montada no "The X Factor", ela precisava mostrar que tinha talento além dos programas de calouros. Agora, Camila namora Shawn Mendes e a relação parece respingar generosamente no novo álbum. "Todo esse álbum é apenas sobre a intensidade de estar em um relacionamento sério pela primeira vez, se apaixonar", explicou Camila. Camila Cabello Reprodução/Instagram A latinidade de Cabello (inventiva e misturada ao rap de Atlanta no hit "Havana") é representada por "Señorita", dueto já conhecido com Mendes. Mas o casal entrega uma latinidade enlatada, um pop latino de laboratório. Há momentos em que o vocal anasalado e charmoso de Cabello faz lembrar mais o de Charlie XCX (a inglesa está no time de composição). Quando seu vocal não aparece tão modificado, tudo fica melhor. É justamente a forma pouco comum de cantar de Camila o elemento que salva "Romance". Há bons momentos como a fantasmagórica "My Oh My", a balada "Living Proof" (a única produzida pelo duo sueco Mattman & Robin) e a sussurrada "Used to this" (com Finneas, o irmão e produtor de Billie Eilish). Desde os tempos de Fifth Harmony, já dava para notar a capacidade de Camila de fugir do óbvio na hora de cantar. Os agudos e uivos um tanto desesperadores podem até ter rendido o maldoso apelido de Ratamila, mas são eles que fazem de "Romance" um segundo disco aceitável. Meio decepcionante, mas aceitável. Veja Mais

Nando Reis reforça elo com público jovem em single com Melim

G1 Pop & Arte Após conexão com a dupla Anavitória, artista se junta ao trio para reciclar música que compôs com Marisa Monte nos anos 1990. De todos os integrantes do grupo Titãs que partiram para a carreira solo, Nando Reis é o mais bem-sucedido do ponto de vista artístico e empresarial. Arnaldo Antunes construiu discografia relevante, mas, fora do trio Tribalistas, nunca conseguiu a adesão popular obtida por Nando a partir dos anos 2000 com discos e shows bem recebidos pelo público. E, pelo visto e ouvido recentemente, o cantor e compositor paulista está decidido a renovar esse público, se conectando com segmentos mais jovens do mercado de música pop. Após turnê e single com Anavitória, em conexão que motivou Ana Caetano e Vitória Falcão a lançar álbum somente com músicas de Nando (N, já disponível nas plataformas), o artista apresenta single com o trio Melim. Com os irmãos Diogo Melim, Gabriela Melim e Rodrigo Melim, Nando Reis recicla Onde você mora? em versão descafeinada em single que aporta no mercado nesta sexta-feira, 6 de dezembro. Onde você mora? é música de 1994, composta por Nando Reis em parceria com Marisa Monte e cedida para o grupo de reggae Cidade Negra. A propósito, foi com a gravação de Onde você mora? – feita pela banda fluminense para o álbum Sobre todas as forças (1994), o primeiro com o vocalista Toni Garrido – que o Cidade Negra iniciou fase assumidamente pop, se distanciando da origem roots do início da carreira com o vocalista Rás Bernardo. Veja Mais

Arlequinas e Mulheres Maravilhas dominam CCXP e comemoram Gal Gadot e Margot Robbie no evento

G1 Pop & Arte Fãs foram à feira de cultura pop em São Paulo vestidas como as personagens, na abertura da Comic Con Experience 2019. Larissa Corregio, Stella Artuza e Jana Romaniw 7. Mariana Bof Thais Matos / G1 Gal Gadot e Margot Robbie são as principais convidadas da Comic Con Experience 2019, evento de cultura pop que acontece até domingo (8) em São Paulo. Fãs e cosplayers das personagens dominaram a feira este ano e comemoraram o protagonismo feminino em um evento nerd. “Acho super positivo que elas sejam as maiores estrelas da edição. Mostra cada vez a força da mulher”, celebrou a contadora Claudia Marroco. Claudia Marroco Thais Matos / G1 Para a advogada Kelly Simões, esse protagonismo demorou demais para acontecer na CCXP. “Antigamente o mundo nerd era muito masculino e hoje há muitas mulheres gamers, nas séries, nos cinemas. É fantástico se identificar com os convidados, já estava na hora.” Kelly Simões Thais Matos / G1 Para as fãs, agora não é mais possível voltar atrás. “Alcançamos representatividade e respeito e tem que continuar assim”, disse a dançarina Val Melchior. Val Melchior Thais Matos / G1 A confeiteira e produtora de eventos Larissa Corregio faz cosplay há 10 anos e comemorou não só a vinda de Margot Robbie, como a fase feminista de Arlequina. “Gosto muito de como está sendo representada nesse filme. Ela não é mais a sombra do Coringa, ela se basta.” A atriz Mariana Bof Irigonhi fez até a hiena que acompanha a Arlequina na história de “Aves de Rapina”. “É minha personagem preferida e o motivo de eu ter começado a fazer cosplay. Fico muito feliz que as duas sejam protagonistas, ainda mais com um enredo tão libertador para a Arlequina, já que nesse filme ela se livra do abuso do Coringa”. Mulher Maravilha x Arlequina Andressa Bigliardi Thais Matos / G1 Se houvesse uma luta entre Arlequina e Mulher Maravilha, quem venceria? A disputa foi acirrada, mas as fãs da CCXP apostaram na amazona como vencedora. A designer de moda Andressa Bigliardi veio de Santa Catarina para o evento e costurou sua fantasia, em homenagem à versão mais antiga da Mulher Maravilha. Em uma luta entre as duas, ela não tem dúvidas de quem levaria a melhor. “Diana é uma amazona, super poderosa. Arlequina é apenas humana.” A advogada Kelly Simões também aposta na Mulher Maravilha, mas acha que não seria problema para a Arlequina. “A mulher maravilha provavelmente ganharia, mas a Arlequina sairia dando risada.” A design gráfica Stella Artuza torceria para a Arlequina, mas acha que Mulher Maravilha se sairia melhor. Para alguns fãs, a amazona não venceria essa batalha. “A Arlequina já bateu até no Super-homem, ela é forte e ousada”, defendeu Val Melchior. Mariana Bof também aposta na Arlequina “Ela é muito sagaz e consegue identificar as fraquezas do adversário.” Veja Mais

Coringas da CCXP contam se preferem Joaquin Phoenix ou Heath Ledger no papel

G1 Pop & Arte Fãs vestidos como o personagem se multiplicam na feira de cultura pop e se dizem na torcida por Phoenix no Oscar. Evento vai até domingo (8), no São Paulo Expo. Jessica Trevisan foi à CCXP 2019 vestida de Coringa na versão de Phoenix, mas prefere a de Heath Ledger Thaís Matos/G1 Joaquin Phoenix até merece indicação, mas a academia de cinema não está preparada para premiá-lo por sua atuação em "Coringa". Pelo menos é o que pensa a maioria dos cosplayers do personagem na CCXP 2019. Em ano com filme de origem do vilão, visitantes fantasiados do personagem se multiplicaram na feira. O comediante Giacomo Biaggio tem dois motivos para torcer por Phoenix: "Adorei a adaptação e o personagem também faz stand-up". Giacomo Biaggio foi de Coringa na Comic Con Experince 2019 Thaís Matos/G1 "Achei sensacional mostrar a comédia como algo subjetivo e abordar a realidade dura por trás da comédia de forma séria", diz. "Espero que seja indicado a melhor filme também. É um filme de arte, a academia gosta, tem grande chance." Heath Ledger ou Joaquim Phoenix? Trailer de 'Coringa' A estudante Jessica Trevisan está vestida como a versão de Phoenix, mas sua preferida é a de Heath Ledger. Ela torce por Phoenix, mas acha que a academia "não está preparada para premiar quadrinhos". "Ele merece porque, de alguma forma, a gente se identifica pelo lado da empatia. A gente sente que ele estava certo, apesar da violência. O ator passa essa verdade", defende. O cosplayer profissional Jean Markus diz que não tem discussão: "Heath Ledger era coadjuvante e levou o filme nas costas. O melhor Coringa". Ele não é fã do filme da versão de Phoenix. Não pelo ator, mas pelo personagem. "Achei que ele estava muito burro, o Coringa geralmente é mais sagaz". Cosplayer profissional Jean Markus na Comic Con Experience 2019 Thaís Matos/G1 Apesar disso, el acha que o ator será indicado, mas não leva. O estudante Eric Ferraz Gazzola escolheu a versão de "Batman, o príncipe encantado das trevas", sem adaptação para o cinema. "Me reconheço nele porque ele é mais piadista, não é tão mau. E a roupa dele é muito estilosa, o Coringa é um personagem de estilo", diz Gazzola. Para ele, por mais que tenha o Robert De Niro com "O Irlandês", Joaquin Phoenix tem alguma chance no Oscar. Eric Ferraz Gazzola escolheu a versão de Coringa de Batman, o príncipe encantado das trevas, sem adaptação para o cinema Thaís Matos/G1 "Você sente a risada dolorosa dele, capta o resultado das ações dos outros sobre ele", diz. Mas sua versão preferida é a de Jack Nicholson. A dentista Larissa Cruz é a única que não defende a atuação de Phoenix. "Ele se esforça demais. Pra mim, parece um palhaço assassino genérico e não o Coringa. Não me convenceu", diz. Sua fantasia na feira é uma "mistura de todos". "Mas tem mais do Coringa dos jogos, o melhor." Larissa Cruz foi a única cosplayer de Coringa que não defendeu a atuação de Joaquin Phoenix nesta quinta-feira (5), primeiro dia de CCXP 2019 Thaís Matos/G1 Veja Mais

Álbum em que Gilberto Gil flertou com a 'disco music' ganha edição de 40 anos em LP

G1 Pop & Arte Lançado em 1979, 'Realce' causou controvérsia pela abordagem pop de samba-canção de Dorival Caymmi. Gilberto Gil confere a edição em LP do álbum 'Realce' na série 'Clássicos em vinil' Reprodução / Facebook Polysom Em 1979, os embalos de sábado à noite ainda agitavam os frenéticos dancin' days, influenciando a música do Brasil e do mundo. Cantor e compositor antenado com os ritmos do universo pop, como já mostrada no visionário álbum Refavela (1977), Gilberto Gil flertou com a disco music na purpurinada gravação de Realce, música que batizou o LP lançado pelo artista baiano naquele ano de 1979. Gravado nos Estados Unidos, no estúdio Westlake Audio de Hollywood (Los Angeles, EUA), o álbum Realce ganha edição comemorativa de 40 anos no formato original de LP. Produzida na série Clássicos em vinil, da Polysom, a reedição de Realce em LP chega ao mercado fonográfico na segunda quinzena deste mês de dezembro de 2019, ainda em tempo de celebrar as quatro décadas do disco lançado em agosto de 1979. Capa da nova edição em LP do álbum 'Realce', de Gilberto Gil Divulgação Em Realce, disco gravado com produção musical orquestrada por Marco Mazzola, o sempre antenado Gil já experimentou o tecnopop que daria o tom de boa parte da música produzida no Brasil e no mundo na década de 1980. Jerry Hey (tecladista e arranjador do grupo norte-americano de funk Earth, Wind & Fire) e Steve Lukather (guitarrista da então novata banda norte-americana de rock Toto) foram músicos dos EUA arregimentados para a gravação desse álbum em que, além da composição-título Realce, Gil apresentou músicas que atravessariam gerações, casos sobretudo de Toda menina baiana e de Super-homem, a canção, um dos hits do disco. O álbum Realce foi bem recebido no geral, mas a abordagem pop do samba-canção Marina (Dorival Caymmi,, 1947) causou controvérsias na época, mais por se tratar de uma música do compositor Dorival Caymmi (1914 – 2008) – dono de cancioneiro até então imaculado – do que pelo arranjo propriamente dito. Veja Mais

Pantone anuncia 'classic blue' como cor de 2020

G1 Pop & Arte A empresa americana de consultoria de cores divulgou tonalidade que deve ser tendência no próximo ano. Pantone anuncia 'classic blue' como cor de 2020 Divulgação A cor de 2020 será a “classic blue”, segundo a Pantone. A empresa americana de consultoria de cores escolhe anualmente a cor que deve ser tendência no ano em moda, design e cultura. Para o próximo ano, segundo a Pantone, a tonalidade específica na cartela de cores será a "19-4052 Classic Blue", que é sugestiva do céu ao entardecer, conforme comunicado. "Uma tonalidade atemporal e duradoura, elegante em sua simplicidade. Traz sensação de paz e tranquilidade para o espírito humano, oferecendo refúgio. Ajuda na concentração, trazendo a percepção de clareza", informou a empresa. Initial plugin text Em 2019, a Pantone definiu "Living Coral" como cor do ano. Associações com céu ao anoitecer e com a tonalidade dos recifes subáquaticos foram destacadas na escolha. A referência da cor na cartela é PANTONE 16-1546. No ano anterior, "ultravioleta" foi a eleita. A decisão se baseava, entre outros fatores, em ícones da cultura pop, como Jimi Hendrix e David Bowie, ambos marcados por tons de roxo. Veja Mais

Carol Castro diz que 'O Juízo' vem em momento mais seguro da carreira: 'Kikito me deu carimbo de autenticidade'

G1 Pop & Arte Atriz protagoniza suspense de Andrucha Waddington que estreia nesta quinta (5). Elenco também tem Felipe Camargo, Criolo, Fernanda Montenegro e Lima Duarte. A personagem de Carol Castro começa e termina "O juízo" ao volante do carro do diretor Andrucha Waddington. É representativo, ela diz emocionada, deste momento em que sente que tomou a direção, finalmente, de sua carreira. O suspense chega nesta quinta-feira (5) com Carol em um papel diferente da carreira: mãe de um adolescente, ela é responsável por manter a estranha família ilesa. Com 35 anos de idade e 20 de profissão, a atriz é agradecida por sua trajetória, mas tem um porém: por muito tempo, diz ter feito muitos papéis sensuais. “No início da carreira teve esse momento de fazer personagens parecidos e muito porque eu não tinha maturidade e nem experiência para me posicionar, me defender ou escolher o que eu gostaria de fazer. Hoje eu tenho mais bagagem, estou em um lugar de escolher o que eu faço.” Assista ao trailer do filme 'O Juízo' Agora, ela tem uma pequena ajuda para ter mais segurança na hora de aceitar ou rejeitar papéis: um Kikito, prêmio do festival de cinema de Gramado, como melhor atriz coadjuvante pelo filme “Veneza”. "Isso também traz um reconhecimento, um carimbo de autenticidade ali, é muito importante." Ela ficou conhecida na TV, rodou o brasil no teatro, mas gosta mais de fazer cinema. Apesar disso, acha que essa “richa” tem que acabar. “Eu acho uma besteira.” Até o fim de dezembro, ela roda uma comédia em São Paulo. Para 2020, ainda não há planos. “Fica difícil estar em um projeto já pensando em outro. As coisas vão acontecendo.” Carol Castro, Felipe Camargo e Joaquim Torres Waddington em 'O Juízo' Divulgação/Dan Behr Criolo, Felipe Camargo e Joaquim Torres Waddington também estão no elenco. Fernanda Montenegro e Lima Duarte atuam como coadjuvantes, mas foram imprescindíveis para a criação da atmosfera de suspense de “O Juízo”. A história foi escrita por Fernanda Torres, mas não impediu que Montenegro levantasse questões. “Eles questionavam várias coisas, foi uma grande preparação”, diz Carol. Fantasmas de ex-escravos No filme, a família principal é assombrada pelo fantasma de dois ex-escravos de seus antepassados. “É o carma brasileiro, que a gente carrega dos nossos antepassados.” E a casa onde o filme acontece carrega essa história. “Deixo da sala de jantar era a senzala.Então só a locação já nos colocava nesse desconforto histórico que nos acompanha.' O Brasil tem apostado em suspense e terror. Nos últimos dois anos, foram "Morto não fala", "A sombra do pai", "Animal cordial" e "Boas boas maneiras". Bastidores da gravação do filme 'O Juízo', com Fernanda Montenegro Divulgação/Globo Filmes "O juízo" é, de certa forma, precursor desse movimento. Fernanda Torres escreveu o roteiro em 2012. O filme só foi rodado em 2016. “Ela mesma diz que nessa época o cinema brasileiro estava muito voltado para comédias ou cinema muito realista, estava faltando esse gênero. Vários dos suspenses de agora foram gestados nessa época”, conta Carol. Para a atriz, isso é um "ótimo sinal". "Indica que estamos abrindo um leque, para mostrar que o cinema brasileiro pode ir muito além das comédias e filmes sociais." Veja Mais

Claudia Leitte aposta em 'Perigosinha' na temporada de verão

G1 Pop & Arte Perigosinha é o título da próxima música de Claudia Leitte. Em rede social, a cantora postou trecho da gravação dessa composição que já vem mostrando em shows e que vai lançar em single direcionado para a temporada pré-carnavalesca do verão de 2020. Coube ao produtor musical Laércio da Costa arranjar e formatar em estúdio essa música inédita. Perigosinha é a segunda música a ser lançada por Claudia Leitte desde que a artista retomou a carreira em outubro – com shows e com a edição do single Bandera (Claudia Leitte, Edwin Serrano, Marco Daniel Borrero, Mark Landon e Priscilla Renea Hamilton, 2019) – após período dedicado exclusivamente aos cuidados com a filha Bella, nascida em agosto. Se Bandera era single trilíngue, com letra em inglês que embutia trechos em português e algumas palavras em espanhol, Perigosinha é música composta em português com apelo popular, como sinalizam versos como "Perigosinha / Sem defeito ela é santinha / Quando bebe fica louca, louca, louca, louca / Perigosinha / Tá cheia de malicinha / Quando bebe fica louca, louca, louca, louca / Perigosinha / Ai ai ai, ai ai ai, ai ai ai ai / Perigosinha". Veja Mais

Mães de fãs de Shawn Mendes dão bronca em cantor após cancelamento de show: 'Moleque'

G1 Pop & Arte Cantor se apresentou no Rio de Janeiro na noite desta terça-feira (3), três dias após cancelar uma das apresentações da turnê no Brasil para 'repouso total das cordas vocais'. Shawn Mendes Reprodução/Instagram Na noite desta terça-feira (3), Shawn Mendes se apresentou no Rio e fez seu segundo e último show no Brasil durante a passagem de sua turnê no país. No total, seriam três apresentações, mas o cantor cancelou uma delas, a que aconteceria no sábado (30), para “repouso total das cordas vocais”. "Fico de coração partido ao fazer isso, mas meus médicos me disseram que eu não posso me apresentar hoje à noite ou correria o risco de causar danos a longo prazo à minha voz. Eu amo tanto vocês e peço desculpas do fundo do meu coração. Eu prometo que vou compensar vocês na próxima vez que voltar à América do Sul. Te amo", disse em nota na ocasião. Fãs lamentaram a decisão do cantor. Muitos já estavam até no local do show quando foi anunciado o cancelamento. Dias após o cancelamento, muitas mães e irmãs de fãs entraram nas redes sociais do cantor para dar bronca. “Moleque” e “irresponsável” são algumas palavras usadas por elas. Os desabafos aconteceram em sua maioria após Shawn confirmar a apresentação do Rio de Janeiro e subir ao palco da Jeunesse Arena. Initial plugin text "Como mãe de uma adolescente que te ama ... estou te odiando! Foram meses de espera para te ver, economias, sem comprar nada para ir ver você. E aí você cancela. Poderia pelo menos ter feito um playback, as fãs não ligariam o que elas queriam mesmo era te ver. Minha filha não para de chorar porque acho que um dos sonhos dela estava sendo realizado para de repente ser tudo cancelado", escreveu uma mãe. "Meses atrás, minha filha chorava de felicidade quando soube que conseguimos comprar os ingressos. No dia do show ela chorou de desespero e frustração. Total descaso! Sem falar nos gastos e toda a logística para irmos pra São Paulo, porque somos de Porto Alegre. Lamentável", comentou outra. "Moleque irresponsável! Cai fora logo! Queremos nosso dinheiro reajustado, financiamos sua turnê pra sermos tratados feito lixo", escreveu mais uma. "Dois dias após o descaso com o show de São Paulo já está bom? Tirando foto e se preparando pro show no Rio? Ridículo! Estragou o sonho da minha irmã e de muitos fãs." "Parece que ainda estou vivendo um pesadelo, minha filha respira Shawn Mendes. O sonho dela e de tantas outras foram destruído. Saímos de Belo Horizonte para São Paulo para voltar frustada. Que tristeza ver tantas meninas chorando, inclusive minha filha, pois ganhou de aniversário a ida ao show. Uma péssima experiência na qual nunca vamos esquecer." "Sarou, moleque irresponsável? Já deu um mergulho na piscina do Fasano e no mar também? Absurdo sua atitude perante os fãs de todo o Brasil que foram te ver no show oficial em São Paulo." "Falta de profissionalismo organização e o desrespeito com os fãs. Esse garoto precisa crescer e aprender a ter mais respeito com o seu público. Isso não se faz e o mais triste foi a indiferença por parte dele. Não teve consideração nenhuma. Nunca mais quero ouvir falar desse moleque." Após o show do Rio de Janeiro, Shawn Mendes segue para a Argentina, onde fará duas apresentações em Buenos Aires. Primeiro show em São Paulo O canadense se apresentou nesta sexta (29) no Allianz Parque, em São Paulo, com muita performance e simpatia, mas pouco alcance vocal. Mendes levou o público à loucura com um protesto. Em meio a problemas ambientais na Amazônia e nas praias brasileiras, discursou pelo clima durante a música "Youth". Com a frase "Climate action now" em sua guitarra, pediu ação e que o público "não deixe que lhe tirem sua juventude". Filho de português, ele mandou diversas mensagens em português para os fãs. "Eu tenho gratidão por vocês, eu te amo." No primeiro em show em São Paulo, ele cantou 26 músicas em quase duas horas. Intercalou sucessos com músicas menos reproduzidas de seus três discos, além de dois covers. Shawn Mendes cancela show e fãs se desesperam Veja Mais

Diretores de 'Frozen 2' comentam polêmica sobre Elsa ser ou não lésbica: 'É uma história sobre família'

G1 Pop & Arte Chris Buck e Jennifer Lee falam ao G1 sobre força da nova trilha sonora e pressão para repetir sucesso. Eles explicam 2ª parte e a chance de um 3º filme. Veja entrevista em VÍDEO. Diretores e produtor de 'Frozen 2' dizem que sentiram saudade dos personagens Não foram só os fãs de "Frozen" que sentiram saudade de Elsa, Anna e Olaf. Chris Buck e Jennifer Lee, diretores dos filmes, também sentiram falta dos personagens e citam isso como um dos motivos para criarem a continuação. Veja vídeo acima. Depois do sucesso do filme de "Let It Go", em 2013, a dupla voltou a trabalhar com os personagens no curta "Frozen Fever" dois anos depois. Neste momento eles viram que "Frozen 2" poderia existir. O filme estreou nos Estados Unidos, mas chega ao Brasil em 2 de janeiro. G1 já viu: 'Frozen 2' Perguntas e respostas "Quando começamos a ver os personagens ganhando vida novamente, olhamos um pro outro e eu falei 'ah sinto falta desses caras, realmente sinto saudade deles'", afirma Buck em entrevista ao G1, em Los Angeles. Ele estará na Comic Con Experiente, nesta semana. Outro motivo apontado por Jennifer Lee foi a necessidade de explicar a origem dos poderes de Elsa. "O Peter (Del Vecho, produtor dos filmes) voltou de uma viagem falando 'Todo mundo fica me perguntando porque a Elsa tem poderes'", conta. Namorada de Elsa x conservadores Antes do lançamento do filme, um movimento na internet pedia que Elsa tivesse uma namorada. Por outro lado, grupos conservadores defenderam um boicote à "Frozen 2" se a produção discutisse a sexualidade da personagem. "Frozen 2" estreia no Brasil em 2 de janeiro de 2020 Divulgação Questionados sobre o assunto, Jennifer Lee foi direta: "A gente não entra em política". "Anna e Elsa se tornaram inspiração para tantas pessoas ao redor do mundo e o filme é uma história sobre irmãs, sobre família", afirma ela. No filme, o romance fica apenas com o casal Anna e Kristoff. Pressão para repetir os números? O sucesso inesperado do primeiro filme aumenta a expectativa para "Frozen 2", mas será que o time sente a pressão por músicas tão cativantes como "Let It Go" ou números de espectadores batendo a casa dos bilhões? O produtor Peter Del Vecho já deixa claro a intenção do estúdio ao afirmar que escalar a mesma equipe não foi em vão. "Nós trouxemos de volta o time original do primeiro filme, estamos construindo 'Frozen 2' da mesma forma que o primeiro. Espero que o mundo receba bem o filme, até porque temos muito orgulho do que criamos", afirma. Anna e Olaf em "Frozen 2" Divulgação/Disney Mas não rola uma competiçãozinha? Até porque a marca de maior animação de todos os tempos foi batida por "Rei Leão" neste ano. Lee despista e joga a ideia para sua equipe. "Somos competitivos entre nós, no sentido de que queremos criar a melhor história e que não vamos parar até que a gente consiga", defende. Músicas fortes Del Vecho reproduz o discurso de boa parte do time, de acordo com as entrevistas e os painéis vistos pelo G1 em Los Angeles, ao defender que o ponto de partida é sempre a história. As músicas são criadas para contribuir com o enredo das aventuras de Elsa e Anna, assim como os figurinos,a escolha do cenário e até a criação de personagens novos. Quanto a trilha sonora, Del Vecho está satisfeito com o resultado final. "Eles entregaram músicas que a nossa equipe e atores já saíram cantando, exatamente como eles fizeram no primeiro. Então, sim, acho que foram bem sucedidos", afirma. Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, compositores de "Let It Go" e consequentemente vencedores do Oscar de "Canção Original", criaram sete novas músicas para o novo filme, incluindo "Into the Unknown". 'História completa' Os diretores chegaram a falar na D23 Expo, feira de lançamentos de produtos da Disney, que os dois filmes funcionam como uma "história completa". Isso pode ser o fim da história entre as duas irmãs? Buck pede calma. "Fazer cada um desses filmes é uma jornada de três ou quatro anos e algumas vezes o sentimento é que você está correndo uma maratona e o fim é tudo que você consegue ver. A gente não passou dessa fase ainda…", afirma. Mas deixa em aberto: "Você pode nos perguntar isso daqui a um ano?". Veja Mais

Elza Soares já pensa em outro álbum enquanto prepara DVD do show 'Planeta fome'

G1 Pop & Arte Ciente de que o tempo não para, Elza Soares já pensa em gravar outro álbum de estúdio em 2020, ano em que festejará 90 anos de vida. Certa, por ora, é a edição do registro audiovisual do show Planeta fome, baseado no disco homônimo lançado pela cantora carioca em setembro. Estreado dentro da programação do palco Sunset do Rock in Rio 2019, o show Planeta fome tem circulado pelo Brasil desde então. A última parada da turnê nacional foi no Circo Voador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em apresentação iniciada nos primeiros minutos da madrugada de domingo, 30 de novembro. Na volta do show ao Rio, Elza adicionou a música Banho (Tulipa Ruiz, 2018) ao roteiro original apresentado no Rock in Rio na tarde de 29 de setembro. Banho é música do disco e show anterior da cantora, Deus é mulher (2018). Esse show Deus é mulher – assim como o antológico A mulher do fim do mundo (2015) – saiu de cena sem um registro audiovisual oficial. Mas cabe lembrar que, no caso do espetáculo estreado em 2015, foi feita campanha de financiamento coletivo para a gravação e edição do DVD do show A mulher do fim do mundo. Já o DVD do show Planeta fome tem edição garantida pelo patrocínio obtido em edital cultural de empresa de cosméticos. Além da gravação ao vivo do espetáculo, mote do DVD, o vídeo incluirá making of do álbum Planeta fome. Veja Mais

Harry Styles anuncia shows no Brasil em outubro de 2020

G1 Pop & Arte Apresentações estão marcadas para os dias 7, em SP, e 9 no Rio. 'Love on Tour' também passará pela Argentina, Chile, Peru, e Colômbia. Harry Styles fará shows no Brasil em outubro de 2020 Divulgação/Tom Walker Harry Styles anunciou nesta terça-feira (3) as datas da turnê "Love On Tour" na América do Sul em 2020. No Brasil, o cantor inglês fará shows em São Paulo, no dia 7 de outubro, e no Rio, no dia 9 de outubro. A venda de ingressos começa nesta quinta-feira (5) às 10h no site Ingresso Rápido. O segundo álbum solo do ex-One Direction vai sair na próxima sexta-feira (13) e se chama "Fine Line". Além do Brasil, o cantor também vai se apresentar na Argentina, Chile, Peru e Colômbia no mesmo mês em outubro. A cantora de reggae Koffee fará a abertura dos shows na turnê na América do Sul. Harry Styles no Brasil São Paulo Quando: 07 de outubro (quarta-feira) Onde: Allianz Parque - Rua Palestra Itália Ingressos: De R$ 164 a R$ 688 no site Ingresso Rápido Rio de Janeiro Quando: 09 de outubro (sexta-feira) Onde: Jeunesse Arena - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 Ingressos: De R$ 164 a R$ 628 no site Ingresso Rápido Capa de 'Fine Line', segundo disco solo de Harry Stypes Divulgação Veja Mais

'Viúva negra' ganha trailer; assista

G1 Pop & Arte Longa com Scarlett Johansson está previsto para chegar aos cinemas em 30 de abril de 2020. Scarlett Johansson em "Viúva Negra Reprodução "Viúva negra" ganhou trailer nesta terça-feira (3). O filme é estrelado por Scarlett Johansson, que retoma o papel de Natasha Romanoff em seu primeiro filme solo, mostrando seu lado heroína fora dos Vingadores. O filme está previsto para chegar aos cinemas em 30 de abril de 2020. Além de Scarlett Johansson, o longa ainda traz no elenco Florence Pugh como Yelena Belova, Rachel Weisz como Melina Vostokoff e David Harbour no papel de Alexei Shostakov. Junto com o trailer, a Marvel divulgou o pôster do longa. Assista ao trailer de Viúva Negra Pôster "Viúva Negra Divulgação Veja Mais

Um guia para entender o populismo contemporâneo

G1 Pop & Arte Livro desfaz mitos e analisa líderes populistas de direita e de esquerda. Capa de 'Populismo – Uma breve introdução', de Simon Tormey Divulgação O populismo não é um fenômeno novo, muito menos no Brasil, mas nos últimos anos o termo vem aparecendo com frequência crescente na mídia e no debate político, na esteira da ascensão de Donald Trump, Jair Bolsonaro e outras lideranças, em variados pontos do planeta. Como "fascismo", "populismo" é uma palavra cujo significado original foi esvaziado pelo mau uso recorrente, hoje servindo basicamente, no mais das vezes, para desqualificar adversários, de forma que a leitura de "Populismo – Uma breve introdução", de Simon Tormey (Cultrix, 232 pgs. R$ 46), é recomendável, no mínimo, como uma proposta de sistematização bastante contemporânea do conhecimento sobre o tema. Professor de Ciências Sociais e Políticas na Universidade de Sydney e também autor de alguns ensaios polêmicos, como "Anti-Capitalism – A beginner’s guide" e "The end of representative democracy", Tormey se esforça para parecer isento na caracterização e na delimitação do seu objeto. Sobretudo na primeira metade do livro, ele esclarece de forma convincente diferentes aspectos conceituais e históricos do fenômeno populista, além de fazer remissão a movimentos muito recentes, como aqueles que resultaram na criação do Podemos, na Espanha, e do Syriza, na Grécia. Sua análise do movimento dos narodniks russos, dos partidos de agricultores nos Estados Unidos e do caudilhismo latino-americano também é bastante pertinente, por mostrar como processos muito diferentes de organização da política podem apresentar, como elemento comum, o apelo simplista, emocional em maniqueísta ao "povo", essa entidade abstrata e falsamente homogênea em nome da qual tantos crimes já foram cometidos. Alguns líderes populistas merecem destaque especial no livro, como Rodrigo Duterte, das Filipinas, Viktor Orbán, da Hungria e Marine Le Pen, da França. O autor também investiga as motivações do eleitorado europeu ao apostar em lideranças de direita ou centro-direita que não se enquadram no sistema convencional da política partidária: medo dos imigrantes, medo dos refugiados e medo da islamização do continente. É preciso sublinhar que não são pessoas más que sentem esses medos: são indivíduos comuns, nem de esquerda nem de direita, que sentem na pele o impacto das mudanças sociais e econômicas e querem que algo seja feito. Um dos méritos do autor é, justamente, evitar cair na armadilha de identificar o populismo com a direita, reconhecendo que existem programas, partidos e lideranças de esquerda que, para explorar a apreensão do eleitor comum, apostaram e continuam apostando no populismo, isto é, na divisão da sociedade entre o "povo" e as "elites". Uma consequência inevitável da afirmação de uma fictícia unidade do "povo" é a identificação de qualquer oposição com os interesses das elites: toda e qualquer diferença de pensamento e apresentada como contrária aos interesses da maioria da população. Daí a divisão da sociedade entre "nós" e "eles" – divisão que contamina e envenena a sociedade brasileira há quase duas décadas, diga-se de passagem. Mais que uma ideologia, portanto, o populismo é uma estratégia, que pode ser adotada tanto pela direita quanto pela esquerda. Essa estratégia consiste basicamente em: estruturar a política em termos de confronto e antagonismo entre o povo (o bem) e as elites (o mal); oferecer uma visão redentora e simplista dos problemas da nação; apostar em uma liderança carismática, cujo laço com a sociedade é mais emocional que racional; transformar adversários em inimigos, com manifesta intolerância à diferença de opinião; recorrer a um discurso simples e direto, com uma linguagem clara e, frequentemente, rude, como forma de estabelecer uma relação direta com o "povão"; explorar sentimentos negativos como o ódio que nasce da insatisfação das pessoas comuns, aí incluído o "ódio do bem", tão praticado pela chamada esquerda no Brasil; rejeitar o establishment político e os partidos convencionais por sua incapacidade de resolver uma determinada crise. Crises são, aliás, um terreno fértil para o crescimento do populismo, porque, como alternativa heterodoxa, programas populistas dependem do descontentamento da população, da percepção de que sua segurança e sua identidade estão em risco. Nesse sentido, Tormey está certo quando escreve que o populismo é um efeito da crise, não sua causa: "A instabilidade política leva ao colapso social, que leva à demanda por um líder forte, para arrumar a casa", escreve. A segunda metade do livro é bem menos interessante, oscilando entre a reiteração de algumas teses e a mal disfarçada adesão ao pensamento do teórico argentino de esquerda Ernesto Laclau – que defende, em livros como "A razão populista" o populismo como ferramenta para se chegar ao (ou conservar o) poder, o que não chega a surpreender no contexto da política latino-americana das últimas duas décadas. A simpatia pelo pensamento de Laclau faz o autor cair em evidente contradição, comprometendo a isenção aparente da primeira metade do livro. Veja Mais

Vanguart volta ao trilho autoral com duas músicas inéditas

G1 Pop & Arte 'Sente' é o primeiro dos dois singles gravados pela banda, com produção de Fabio Pinczowski, após álbum com canções de Bob Dylan. O grupo Vanguart volta ao trilho autoral neste mês de dezembro de 2019, seis meses após lançar álbum com abordagens reverentes de 16 músicas do compositor norte-americano Bob Dylan. Em novembro, a banda originária de Cuiabá (MT) registrou duas músicas inéditas em estúdio da cidade de São Paulo (SP) sob a batuta do produtor musical Fabio Pinczowski (à direita na foto). A primeira música a ser lançada – em single programado pela gravadora Deck para 13 de dezembro – se chama Sente. De autoria de Reginaldo Lincoln, baixista e vocalista da banda, Sente é canção de acento folk com letra reflexiva que versa sobre saudade e questões existenciais. A faixa foi gravada com os toques de Helio Flanders (voz, piano, trompete), Reginaldo Lincoln (voz e baixo) e Fernanda Kostchak (violino), integrantes do grupo, com as adesões de Kezo Nogueira (na bateria e na percussão) e do próprio Fabio Pinczowski, que, além de ter produzido o single, toca órgão e metalofone na gravação da música. A outra inédita canção autoral do Vanguart, de título ainda não divulgado, será lançada somente em 2020. Veja Mais

Mônica Salmaso se identifica 'total' com o Quarteto Maogani em show requintado

G1 Pop & Arte Cantora e violonistas apresentam no Rio de Janeiro um roteiro pautado por músicas pouco conhecidas pelo público. É curioso que Mônica Salmaso e Quarteto Maogani tenham esperado 24 anos para fazer, juntos, um show como o apresentado na noite de sexta-feira, 29 de novembro, no Teatro Rival, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do grupo de violonistas. Embora Salmaso tenha entrado em cena pelo teatro há exatos 30 anos, cantando na peça O concílio do amor (1989) sob direção do então iniciante encenador Gabriel Villela, a artista paulistana considera 1995 como o ano inicial da carreira. É que, nesse ano, Salmaso gravou o primeiro álbum, Afro-sambas, em duo com o violonista Paulo Bellinati. Curiosamente, nesse mesmo ano de 1995, entrou em cena o Maogani, quarteto de violões criado pelos músicos Carlos Chaves, Marcos Alves, Paulo Aragão e Sergio Valdeos (substituído na atual formação por Maurício Marques) – colegas de curso de violão de escola de música de universidade carioca – com o intuito de aliar o estudo do violão clássico à paixão pela música popular do Brasil. Cantora extraordinária, pautada tanto pelo formalismo da técnica vocal quanto pela precisão das interpretações, Salmaso teve o caminho profissional cruzado pontualmente com o do Maogani em eventuais gravações em disco e encontros em shows. Mas foram precisos 24 anos de fina sintonia para que cantora e músicos ampliassem a conexão no show Mônica Salmaso & Quarteto Maogani, reiterando a sensação de "identidade total" mencionada por Salmaso no palco do Teatro Rival. Mônica Salmaso concentra atenções em show com o Quarteto Maogani no Rio de Janeiro Mauro Ferreira / G1 Em cena, por mais que o Maogani tenha aberto a apresentação com o toque do choro Caçador de borboletas (Radamés Gnattali, 1947) em número solo instrumental, foi inevitável que, ao longo do show, o quarteto tenha soado mais como luxuoso acompanhante da cantora. Até porque Salmaso é do tipo de cantora que monopoliza atenções quando solta a voz, seja no clima bucólico de Chovendo na roseira (Antonio Carlos Jobim, 1973), no matiz quase sacro da Ave Maria (1926) do compositor paulista Erothides de Campos (1896 – 1945) ou no tom buliçoso do Forrobodó (2001), tema pouco conhecido da parceria de Edu Lobo com Chico Buarque, tendo sido composto para a trilha sonora do filme O Xangô de Baker Street (2001). Da obra de Chico com Edu, Salmaso e Maogani também atualizaram Bancarrota blues (1985) em roteiro de alto nível e pouca empatia por concentrar músicas pouco conhecidas do público, caso do Frevo de Itamaracá (Edu Lobo, 1970), cujo passo Salmaso acompanhou sem perder o fôlego. Esse roteiro incorporou músicas do repertório do mais recente disco do Maogani, Álbum da Califórnia, gravado em 2009 em Los Angeles (EUA), com produção de Sergio Mendes, e editado dez anos depois, em fevereiro deste ano de 2019, com a participação de Salmaso na já mencionada música Chovendo na roseira. Do disco, foram extraídas composições como Frevo rasgado (Gilberto Gil e Bruno Ferreira, 1968), cantado por Salmaso com vocalizes, com a mesma segurança com que inseriu pertinentes floreios vocais no medley que agregou I got rhythm (George Gershwin e Ira Gershwin, 1930) e Surfboard (Antonio Carlos Jobim, 1967). Em Easy to love (Cole Porter, 1936), outra música extraída do repertório do Álbum da Califórnia, a cantora mostrou que sabe seguir o trilho requintado da canção norte-americana. Mas foi em bom português que Salmaso embeveceu o público ao realçar o jogo de palavras francesas armado na letra de Cabrochinha (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro, 1997), ao transitar por Estrada do sertão (João Pernambuco com letra de Hermínio Bello de Carvalho, 1985) – em registro emotivo que ecoou primorosa gravação feita por Elba Ramalho em 1995 com arranjo de violões – e ao cair com graça no samba Baile no Bola (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro, 2004). Escorada nos arranjos e no toque de violões do Maogani, Mônica Salmaso mostrou realmente ter "identidade total" com o quarteto em show sofisticado que merece continuar em cena. (Cotação: * * * *) Mônica Salmaso e Quarteto Maogani encadeiam 17 músicas no roteiro do show Mauro Ferreira / G1 ♪ Eis o roteiro seguido em 29 de novembro de 2019 por Mônica Salmaso e o Quarteto Maogani no show apresentado no Teatro Rival, na cidade do Rio de Janeiro (RJ): 1. Caçador de borboletas (Radamés Gnattali, 1947) 2. Retiro (Paulinho da Viola, 1983) 3. Ave Maria (Erothides de Campos, 1926) 4. Forrobodó (Edu Lobo e Chico Buarque, 2001) 5. Nem mais um pio (Guinga e Sérgio Natureza, 2001) 6. Cabrochinha (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro, 1997) 7. Chovendo na roseira (Antonio Carlos Jobim, 1973) 8. Leilão (Hekel Tavares e Joracy Camargo, 1933) 9. Bancarrota blues (Edu Lobo e Chico Buarque, 1985) 10. I got rhythm (George Gershwin e Ira Gershwin, 1930) / 11. Surfboard (Antonio Carlos Jobim, 1967) 12. Easy to love (Cole Porter, 1936) 13. Frevo de Itamaracá (Edu Lobo, 1970) 14. Estrada do sertão (João Pernambuco com Hermínio Bello de Carvalho, 1985) 15. Baile no Bola (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro, 2004) 16. Frevo rasgado (Gilberto Gil e Bruno Ferreira, 1968) Bis: 17. Fonte abandonada (Guinga e Paulo César Pinheiro, 2003) 18. Cabrochinha (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro, 1997) Veja Mais

Shelley Morrison, atriz de 'Will & Grace', morre aos 83 anos

G1 Pop & Arte Segundo revista Variety, causa da morte foi insuficiência cardíaca. Elenco da série lamentou morte da atriz. Shelley Morrison, atriz que interpretava Rosario Salazar na série 'Will & Grace', morre aos 83 anos AP Photo/Damian Dovarganes/Arquivo Shelley Morrison, conhecida por seu trabalho como Rosario Salazar na série "Will & Grace", morreu aos 83 anos. Segundo informações da revista Variety, a causa da morte foi insuficiência cardíaca após breve doença. Ela estava em um hospital de Los Angeles. Inicialmente, a personagem de Shelley Morrison em “Will & Grace” apareceria em apenas um episódio, mas a química entre Rosario e Karen (Megan Mullally) foi tão boa, que ela permaneceu ao longo de oito temporadas na atração. Foram 68 episódios entre os anos de 1999 e 2006. Shelley Morrison tinha 50 anos de carreira artística. No Instagram, Sean Hayes, que interpretava Jack McFarland, lamentou a morte da atriz. "Ela era absolutamente divertida e tinha um coração enorme. Ela fez parte da família Will e Grace e fará muita falta. Meu coração está com seu marido, Walter, e toda sua família." Debra Messing, a Grace da série, também usou a rede social para lamentar. "Que perda. Shelley teve uma longa carreira de décadas, mas ela sempre será nossa querida Rosie." Eric McCormack, o Will da atração, também fez uma publicação sobre Shelley. "Era uma linda alma e uma atriz maravilhosa. Seu trabalho, temporada após temporada, era tão sutil e real quanto histérico. Ela fará muita falta para toda de Will and Grace". Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Shelley Morrison com Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes durante conquista do 52º Grammy, em 2010 AP Photo/Kevork Djansezian/Arquivo Veja Mais

'Órfãos da terra' vence prêmio Rose d'Or em Londres

G1 Pop & Arte Novela das 18h da Rede Globo venceu na categoria de telenovelas e desbancou produções de Portugal, Reino Unido e Bélgica. Casamento de Jamil (Renato Góes) e Laila (Julia Dalavia) em 'Órfãos da Terra' Raquel Cunha/Globo A novela "Órfãos da terra", da Rede Globo, venceu o prêmio Rose d'Or na categoria telenovela em Londres neste domingo (1). A novela das 18h, que foi ao ar de abril a setembro deste ano, desbancou produções de Portugal, Reino Unido e Bélgica. Duca Rachid e Thelma Guedes, autoras da obra, se disseram muito felizes com a vitória. Para as autoras, uma das principais razões da felicidade foi a oportunidade de tratar do temas dos refugiados. "É um tema muito sensível e atual", disseram à Globonews. A novela teve como pano de fundo o conflito sírio – guerra civil iniciada em 2011, durante a Primavera Árabe, que já provocou a morte de mais de 400 mil pessoas e também gerou um fluxo migratório de quase seis milhões de pessoas. O casal principal da trama foi formado pela síria Laila, interpretada por Julia Dalavia, e o libanês Jamil, vivido por Renato Góes. Veja Mais

Kevin Feige apresenta teaser de 'Eternos' e cenas de 'Viúva Negra' na CCXP 2019

G1 Pop & Arte Presidente da Marvel mostrou vídeos inéditos neste sábado (7). Kevin Feige durante painel da Marvel na CCXP, em São Paulo Divulgação Kevin Feige, diretor da Marvel Studios, apresentou um teaser do filme “Eternos” e cenas inéditas de “Viúva Negra” durante a CCXP 2019, neste sábado (7). O teaser de “Eternos” mostrou os heróis caracterizados e cenas de combates. O filme ainda está em gravação, segundo Feige. O elenco tem Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee, com direção de Chloé Zhao. Feige também apresentou duas cenas inéditas de “Viúva Negra”, filme solo da vingadora vivida por Scarlett Johansson. Nas cenas, a heroína interage com a família, formada pelos personagens de David Harbour, Rachel Weisz e Florence Pugh. Veja Mais

Resolução exclui do Simples Nacional microempreendedores das áreas artística e de ensino

G1 Pop & Arte Decisão do Comitê Gestor do Simples Nacional foi publicada no 'Diário Oficial da União'. Tributação de microempreendedor individual é menor que a das médias e grandes empresas. Resolução publicada na edição desta sexta-feira (6) do "Diário Oficial da União" excluiu da categoria de microempreendedor individual (MEI) pelo menos 26 ocupações e atividades que se beneficiavam dessa condição para recolher o Simples Nacional, cuja tributação é menor que a das médias e grandes empresas e proporciona isenção de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). A resolução é assinada por José Barroso Tostes Neto, presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, e valerá a partir de 1º de janeiro de 2020. A maior parte das ocupações excluídas é de profissões da área artística e cultural, entre as quais cantor e músico independente, produção teatral, ensino de arte e cultura, atividades de sonorização e iluminação, ensino de música, produção musical, produção teatral e instrutor de artes cênicas (veja a lista das ocupações excluídas ao final desta reportagem). O MEI existe há dez anos, com o objetivo de incentivar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos a baixo custo. Podem aderir ao programa negócios que faturam até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e têm no máximo um funcionário. Ao se cadastrar como MEI, o microempreendedor é enquadrado no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). O registro de MEI permite ao microempreendedor ter benefícios previdenciários, número no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), emitir notas fiscais, alugar máquinas de cartão e ter acesso a empréstimos com juros baixos e a apoio técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). MEI é a única fonte de renda de quase 4,6 milhões de pessoas Reações A resolução provocou reações no meio cultural. Artistas se manifestaram em redes sociais contra a medida. "Criminoso excluir atividades artísticas e culturais do MEI. Empurra mais gente ainda p/ 1 lugar obscuro sem chance d emancipação econômica baseada em seus maiores talentos", escreveu o cantor e compositor Emicida. Para o músico Lucas Silveira, da banda Fresno, trata-se de "mais uma bordoada dolorida desse governo que odeia a arte e os artistas". Segundo ele, "isso é retaliação pura contra um segmento majoritariamente contrário ao governo". O cantor e compositor Marcelo Café, de Brasília, é MEI há mais de cinco anos, como músico independente. Para ele, a resolução levará artistas para a informalidade. "Essa resolução coloca toda a cadeia cultural na informalidade. É uma crueldade, além de ser um contrassenso. Você vai colocar quase 5 milhões de pessoas na informalidade, deixar de contribuir para o INSS, prejudicar essas pessoas nessas contribuições e em uma futura aposentadoria, prejudicando toda a cadeia produtiva do país", declarou. Governo Na manhã deste sábado, o G1 procurou as assessorias do Palácio do Planalto e do Ministério da Economia e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem. O presidente Jair Bolsonaro chegou a Brasília no início da tarde, após compromisso no Rio de Janeiro, mas não conversou com jornalistas, como costuma fazer, na portaria da residência oficial do Palácio da Alvorada. Ocupações excluídas As profissões que a resolução exclui do MEI são as seguintes: Astrólogo independente Cantor/músico independente Disc jockey (DJ) ou video jockey (VJ) independente Esteticista independente Humorista e contador de histórias independente Instrutor de arte e cultura em geral independente Instrutor de artes cênicas independente Instrutor de cursos gerenciais independente Instrutor de cursos preparatórios independente Instrutor de idiomas independente Instrutor de informática independente Instrutor de música independente Professor particular independente Proprietário de bar e congêneres, com entretenimento, independente Outras atividades de serviços pessoais não especificadas anteriormente Produção musical Atividades de sonorização e iluminação Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza Produção teatral Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente Ensino de artes cênicas, exceto dança Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial Cursos preparatórios para concursos Ensino de idiomas Treinamento em informática Ensino de música Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, com entretenimento Veja Mais

Quarteto paulistano de rock Violet Soda põe energia no primeiro álbum

G1 Pop & Arte Passou somente um ano e meio entre a criação da banda Violet Soda em 8 de junho de 2018 e o lançamento do primeiro álbum desse quarteto paulistano de garage rock que recicla influências do punk e do grunge. No meio desse curto caminho até o lançamento do álbum Violet Soda (Deck / Forever Vacation Records) na sexta-feira, 6 de dezembro, houve os EPs Here we go again e Tangerine – lançados em junho e em novembro de 2018, respectivamente – e um registro ao vivo em estúdio, além de convite para abrir show de Pitty na turnê Matriz. A alta velocidade com que Karen Dió (voz e guitarra), Murilo Benites (guitarra), Tuti AC (baixo) e André Dea (bateria) estão sobressaindo na cena roqueira underground da cidade de São Paulo (SP) está em sintonia com a energia imprimida no álbum Violet Soda, gravado no estúdio paulistano Costella com produção musical dividida entre Alexandre Capilé (de bandas como Sugar Kane, Ator Morto, Water Rats) e João Lemos (do grupo Molho Negro). O repertório inédito e autoral contabiliza nove músicas compostas com letras em inglês e ouvidas na voz de Karen Dió, também guitarrista do quarteto. Entre as músicas do disco Violet Soda, há Charlie, Girl!, I'm trying (eleita o primeiro single do álbum), Lazy guy, Scars, You don't know me e What do I do. Capa do álbum 'Violet Soda' Divulgação Veja Mais

As reações do funk às mortes de Paraisópolis: Artistas e produtor falam de bailes e preconceito

G1 Pop & Arte Semana Pop explica o que é o Baile da 17, onde 9 pessoas morreram após ação da PM, e mostra relatos de Anitta e outros, que falaram sobre experiências nesse tipo de evento; ASSISTA Semana Pop mostra as reações às mortes de Paraisópolis O Semana Pop deste sábado (7) mostra as reações de nomes do funk às mortes de nove pessoas em um baile de Paraisópolis, comunidade de São Paulo. Anitta e outros falam das próprias experiências nesses eventos e do preconceito contra o ritmo. Veja todas as edições Ouça em podcast No programa, você vai entender o que é o Baile da 17, onde as mortes aconteceram após uma ação da Polícia Militar, e ouvir os posicionamentos de três personalidades sobre o episódio. Anitta, cantora que iniciou a carreira cantando funk em bailes no Rio FP do Trem Bala, um dos principais DJs do movimento conhecido como funk 150 bpm Kondzilla, principal produtor de funk de São Paulo O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está em alta no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou outros assuntos. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

'Onde está meu coração' aborda dependência química: 'Questão de saúde pública e não de polícia'

G1 Pop & Arte Produção do Globoplay acompanha médica dependente e consequências para a família. Elenco e autor apresentaram a série em painel na CCXP 2019. Equipe e elenco de "Onde Está Meu Coração" participou do painel do Globoplay na Comic Con Experience 2019 nesta sexta-feira (6) Thaís Matos/G1 "Onde está meu coração", nova série do Globoplay sobre uma médica dependente química, quer falar sobre drogas com sensibilidade, sem reproduzir preconceitos. "Não queremos dar respostas, mas lançar luz sobre essa questão tão delicada e sensibilizar as famílias brasileiras", disse George Moura, um dos criadores da série, durante conversa na CCXP 2019 nesta sexta (6). A história mostra a entrada das drogas em todas as classes sociais brasileiras. Letícia Colin, Mariana Lima e Fábio Assunção formam a família protagonista. Amanda (Letícia Colin) e Miguel (Daniel Oliveira) em cena de 'Onde Está Meu Coração' Fábio Rocha/TV Globo Para Mariana, é um trabalho quase social. "A gente costuma marginalizar a droga, achar que ela está só nas periferias." "Acreditamos que a dependência química não é questão de polícia, mas de saúde pública", defendeu Moura. "Eu conheci, durante a minha vida, os vários lados dessa história. É um privilégio falar desse problema em uma série, e não com o uso roubado da minha imagem", disse o Fábio Assunção, que enfrentou a dependência nos últimos anos. Após apresentar a série, o autor defendeu a força da cultura nacional. "Nós não somos diabólicos, não somos vagabundos. Trabalhamos. E acreditamos na cultura e nos livros como solução, e não nas armas", disse Moura. Após a declaração, grande parte do público se manifestou contra o presidente Jair Bolsonaro, em coro que durou mais de 30 segundos. A série terá 10 episódios com cerca de 40 minutos e estará disponível no primeiro semestre de 2020. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja Mais

Londres terá exposição do ABBA até agosto de 2020

G1 Pop & Arte Itens pessoais, fotos, discos de ouro e trajes estarão à mostra em mostra aberta nesta sexta-feira (6). Membro da produção da exposição do ABBA em Londres faz selfie em frente ao palco REUTERS/Lisi Niesner Do santuário de um fã de carteirinha a uma réplica do palco do concurso de canções Eurovision de 1974 em que a banda triunfou com "Waterloo", uma nova exposição que abre em Londres na sexta-feira (6) revisita o sucesso enorme da sensação pop sueca ABBA. Itens pessoais, como o boletim escolar do membro Bjorn Ulvaeus, e fotos, discos de ouro e trajes, estarão à mostra em "ABBA: Super Troupers A Exposição", que fica na arena O2 de Londres até agosto de 2020. Um fã do ABBA também compartilhou centenas de suvenires que colecionou durante mais de 40 anos, incluindo almofadas, echarpes, insígnias e até decorações natalinas. "Tenho uma lembrança vaga deles vencendo o Eurovision Song Contest, mas em 1975, quando 'I do, I do, I do' foi lançada, existe algo de único na introdução de saxofone que me pegou pelo ouvido, e não demorou muito para eu relacionar as duas coisas", disse Andrew Boardman, fã de 56 anos, à Reuters em uma prévia da exposição. "Dali em diante, foi todo e qualquer trocado (para comprar suvenires do ABBA). Tudo foi aumentando e aumentando. Quando comecei a trabalhar foi ficando cada vez maior." O ABBA, formado por Ulvaeus, Benny Andersson, Agnetha Faltskog e Anni-Frid Lyngstado, conquistou fama global depois de vencer o Eurovision Song Contest de 1974. A banda teve um êxito comercial imenso com uma sucessão de hits nos anos 1970 e 1980, como "Dancing Queen", "Mamma Mia" e "Thank You for the Music". Londres terá exposição do ABBA até agosto de 2020 REUTERS/Lisi Niesner Veja Mais

Maestro Letieres Leite conduz Maria Bethânia à apoteose em disco que exalta a Mangueira

G1 Pop & Arte Mesmo tardio, o disco em que Maria Bethânia exalta a Mangueira chega em tempo de acentuar o grande acerto do encontro da cantora baiana com o maestro conterrâneo Letieres Leite, condutor da Orkestra Rumpilezz, saudada pela inovação de cruzar majestosamente a música afro-brasileira com o universo do jazz. Insinuado no corrente show Claros breus, feito pela cantora sob direção musical de Letieres, esse êxito resplandece em Mangueira – A menina dos meus olhos, álbum que Bethânia lança pelo selo Quitanda, através da gravadora Biscoito Fino, nesta sexta-feira, 6 de dezembro, para retribuir a homenagem lhe prestada há três anos pela tradicional agremiação carnavalesca em enredo campeão do Carnaval carioca de 2016. São os arranjos de Letieres que conduzem a intérprete à apoteose. Ao orquestrar mix bem urdido de cordas, percussões e sopros, o maestro renova a sonoridade de Bethânia – com mais força do que no show Claros breus – e justifica esse disco que transita entre o salão e o terreiro, sem tirar o pé da avenida. Embora original, a sonoridade de Letieres remete eventualmente às orquestrações de álbum, Livro (1997), em que Caetano Veloso mostrou onde o Rio de Janeiro é mais baiano. Em Mangueira – A menina dos meus olhos, Bethânia também aponta onde a Bahia pode ser mais carioca. Capa do álbum 'Mangueira - A menina dos meus olhos', de Maria Bethânia Gilda Midani Essa ponte Rio-Bahia já tinha sido sinalizada em 31 de outubro com a edição do single A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, 1957), em que sutil toque do ijexá é inserido na cadência bonita desse samba do ilustre compositor mangueirense Nelson Cavaquinho (1911 – 1986), de quem Bethânia também acende Luz negra (Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso, 1961) com dramaticidade dosada e enquadrada na moldura afro-sinfônica de Letieres Leite. No teatro com as cores verde e rosa, Bethânia (re)cita poema do escritor moçambicano Mia Couto, Sombras da água, em A flor e o espinho com a mesma altivez com que declama a letra de Sei lá, Mangueira (1968), elevando os versos escritos por Hermínio Bello de Carvalho com melodia de Paulinho da Viola. Ainda assim, o arranjo de Letieres Leite paira na mesma altura. Sem molejo para cantar os sambas Mangueira (Assis Valente e Zequinha Abreu, 1935) e A Mangueira é lá no céu (Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho, 1970), propagados originalmente pelo Bando da Lua e pela cantora Clementina de Jesus (1901 – 1987), respectivamente, Bethânia contrabalança essa falta de ritmo com o canto já maturado e com a personalidade forte que lhe tornou uma intérprete tão grande que nem cabe explicação. Maria Bethânia canta sambas lançados pelo Bando da Lua e Clementina de Jesus no disco produzido e arranjado por Letieres Leite Divulgação / Fevereiros Ao alternar canto e récita de versos do já antológico samba-enredo História pra ninar gente grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Luiz Carlos Máximo, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca, 2018), Bethânia acentua a moral esquerdista dessa história enquanto se impõe no disco, como a lembrar que nenhum maestro, por mais genial que seja, e Letieres é gênio, lhe ofusca no estúdio e muito menos no palco. Mesmo soberana, a dona do enredo abre espaço e pede passagem para Tantinho da Mangueira e Caetano Veloso puxarem sambas-enredos perdedores na disputa pela primazia de celebrar Bethânia na Avenida Sapucaí no desfile da Mangueira no Carnaval de 2016. São sambas criados a partir do enredo o enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá, criado pelo já consagrado carnavalesco Leandro Vieira. Com a voz potente, Tantinho canta com o pé no chão o samba que compôs com Alípio Carmo, André Braga, Guilherme Sá, Jansen Carvalho e Marcos Túlio. Caetano entra na avenida com o filho Moreno Veloso para cantar outro samba-enredo da mesma safra mangueirense, tão ou ainda mais bonito do que o de Tantinho. Letieres Leite e Maria Bethânia no estúdio, na gravação do disco 'Mangueira - A menina dos meus olhos' Reprodução / Instagram Letieres Leite Com as presenças de Caetano e Moreno, o Rio fica ainda mais baiano. E a Bahia mais carioca. Confortável dentro dessa ponte Rio-Bahia, Maria Bethânia encerra ao modo dela o desfile de exaltações do álbum, cujo desleixo na criação da arte da capa (assinada por Gringo Cardia com Gilda Midani) permite inclusive que o disco seja interpretado como sendo da Mangueira e como se chamasse Maria Bethânia – A menina dos meus olhos. No arremate de álbum com apenas nove faixas, a intérprete canta somente trecho do samba-enredo Maria Bethânia – a menina dos olhos de Oyá (Alemão do Cavaco, Almyr, Cadu, Lacyr D Mangueira, Paulinho Bandolim e Renan Brandão, 2015), enfatizando ao fim o verso "Não mexe comigo que eu sou a menina de Oyá" com o brio costumeiro. Destemido, Letieres Leite mexeu. Pelo menos na sonoridade da cantora, e cabe enfatizar que é conduzida pelo maestro baiano que Maria Bethânia chega à apoteose neste desfile de exaltações à Mangueira. (Cotação: * * * *) Veja Mais

Taylor Swift lança 'Christmas Tree Farm' e clipe encanta fãs

G1 Pop & Arte Vídeo traz imagens da cantora em família nas festas natalinas. Taylor Swift lança ‘Christmas Tree Farm’ Reprodução/Instagram Taylor Swift divulgou nesta sexta-feira (6) a música e clipe “Christmas Tree Farm”. Em clima natalino, Taylor mostra algumas imagens da infância em família nesta época do ano. As imagens encantaram os fãs, que deixaram mensagens nas redes sociais falando sobre a pequena Taylor. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text "Eu realmente cresci em uma fazenda de árvores de Natal. Em uma casa de biscoito de gengibre, no fundo da deliciosa floresta de guloseimas. Onde, curiosamente, essa música é o nosso hino nacional”, escreveu Taylor ao divulgar o clipe. Initial plugin text Essa não é a primeira vez que Taylor lança uma música natalina. Em outubro de 2007, a cantora divulgou um EP só com músicas de festas de final de ano. Veja Mais

The Who retorna após 13 anos, com álbum que poderia ter sido lançado nos anos 70; G1 ouviu

G1 Pop & Arte Pete Townshend, 74 anos, e Roger Daltrey, 75, lançam disco 'WHO' nesta sexta-feira (6). É complicada a vida do Who. Ao ouvir o primeiro álbum da banda inglesa após 13 anos sem lançamentos, é inevitável a sensação de "já ouvi isso antes". E você pode lidar com isso da forma que quiser: Até que enfim tenho 11 novas músicas que retrabalham tudo o que já usaram (riffs marcantes, letras incisivas, revezamentos de vozes). E ainda é um álbum mais "clássico", sem feats e sem atualizar beats (sintetizadores, no caso). É rock, precisa de mais? Para que eu vou ouvir paródias de canções dos anos 60 e 70 que eu já sei de cor? Eles não queriam morrer antes de ficarem velhos? Não precisavam morrer, é claro, mas será que tinha como respeitarem o legado, pelo menos? A capa do novo álbum do Who Divulgação Capa, nome do disco e arranjos deixam claro que a ideia do grupo (hoje, basicamente uma dupla) era fazer tudo o mais simples possível. O guitarrista Pete Townshend, 74 anos, e o vocalista Roger Daltrey, 75, têm a companhia do baterista Zak Starkey (sim, o filho do Ringo) e do baixista Pino Palladino. Como a relação entre os dois não é tão amistosa, Pete chegou a dizer ao G1, na primeira e única vinda ao Brasil, que nunca mais lançaria um disco com o Who: Pete Townshend descarta novo disco do The Who e elogia Kendrick Lamar Mudaram de ideia. Mais de 55 anos após suas primeiras gravações, o Who volta falando sobre o incêndio na Grenfell Tower ("Street Song", quase neta de "Baba O’Riley") e sobre reincarnação (“I’ll Be Back”, boa para uma choradinha). Há outras letras emocionantes, como a de "Beads on one string", sobre arrependimentos. Na primeira ouvida, porém, a mais impactante é a de "All This Music Must Fade". Segundo Pete, a música que abre o disco é dedicada "a todos os artistas que já foram acusados de plagiar a música de alguém". "Eu sei que você odiar essa música", avisa Roger, logo no começo. "O que é meu é seu, o que é seu é meu, o que é meu é seu, o que é seu é meu... Quem se importa com essa p...?", pergunta Pete, no fim. É essa sensação de que os dois estão falando e tocando o que querem, sem se importarem muito com a crítica (que, no geral, vem curtindo) que faz "WHO" ser um bom álbum. E faz sentido que ele seja lançado e elogiado no fim dos anos 2010. Ou no começo dos anos 70. 'The Who' divulga duas músicas do novo álbum Veja Mais

'Mulan' ganha novo trailer com desafios que personagem enfrentará; ASSISTA

G1 Pop & Arte Filme é inspirado na animação da Disney e estreia em 26 de março no Brasil. Liu Yifei interpreta a heroína. Assista ao 2º trailer de 'Mulan' O filme "Mulan", inspirado na animação da Disney, ganhou novo trailer nesta quinta-feira (5). Assista acima. Os desafios que a heroína Mulan, interpretada pela atriz chinesa Liu Yifei, terá que enfrentar são destaques no novo vídeo. Donnie Yen, Jet Li e Li Gong também estão no elenco do longa que estreia em 26 de março no Brasil. O novo longa é inspirado na animação de 1998, que arrecadou mais de US$ 300 milhões no mundo todo. Na história original, a jovem chinesa se disfarça de homem para evitar que seu pai tenha que se juntar ao exército do país. "É meu dever proteger a minha família", diz Mulan no segundo trailer, antes de sair de casa para ir ao campo de batalha no lugar do pai. O primeiro trailer do filme foi divulgado em julho. Yifei, de 30 anos e também conhecida como Crystal Liu, é uma das atrizes mais populares da atual geração na China. Além de participar de produções do país, ela atuou em inglês em filmes americanos como "O reino proibido" (2008) e "O imperador" (2014). Liu Yifei como Mulan em primeira foto do novo filme da personagem Reprodução/Twitter/Disney Veja Mais

Ticolé, Caneta Azul e Vovô do Slime estão entre os vídeos mais vistos no Youtube em 2019

G1 Pop & Arte Plataforma divulgou o YouTube Rewind, que elenca as publicações mais visualizadas do ano em diversas categorias e memes do ano são destaque. Confira lista. Ticolé, Caneta Azul e Vovô do Slime estão entre os vídeos mais vistos no Youtube em 2019 Reprodução/Youtube DJ Dennis até fez um medley com a música gravada de brincadeira pelos adolescentes gaúchos Matheus Gonçalves e Bruno Reis, mas o vídeo original do “Ticolé é muito bom” foi o que chamou mesmo a atenção e garantiu mais de 38 milhões de views no Youtube ao longo do ano. Com esse número, ele ficou em primeiro lugar entre os Vídeos em Alta da plataforma em 2019. Segundo listagem divulgada nesta quinta-feira (5) pelo YouTube Rewind, a retrospectiva da plataforma, o vídeo ficou à frente de “O dia em que assisti Bird Box”, de Whindersson Nunes (2º). Este, ficou em primeiro lugar na lista de vídeos mais curtidos. O hit do Ticolé ainda superou outros memes do ano, como o “vovô do slime” (4) e “Caneta Azul" (5º). Em fevereiro, o aposentado Nilson Izaias, de 70 anos chamou a atenção na plataforma com um vídeo onde mostra fofura e persistência na produção de um slime. Já em outubro, o vigilante e compositor amador Manoel Gomes lamentou o sumiço de sua caneta azul com uma canção que viralizou entre famosos e, posteriormente, ganhou produção profissional em estúdio. VÍDEOS EM ALTA Ticolé É Muito Bom ! O Dia Em Que Assisti Bird Box Finais | Free Fire Pro League Season 3 Minha Slime Deu Certo.Consegui Desta Vez. Realizei Meu Sonho Minhas Amigas Caneta Azul Esta Marcado Com Minha Letra Visita Ao Túmulo Do Chaves, Seu Madruga E Bruxa Do 71. Especial - Nego Ney Piscininha Amor - Whadi Gama Paródia Em Prova - O Rival (Episódio 1) Tudo Sobre Meu Acidente Vídeos Mais Curtidos O Dia Em Que Assisti Bird Box Minha Slime Deu Certo.Consegui Desta Vez. Realizei Meu Sonho Minhas Amigas Ticolé É Muito Bom ! Ela Encontrou Uma Calcinha Dentro Do Carro!! *Pior Briga De Todas* As Confusas Gírias Regionais Visita Ao Túmulo Do Chaves, Seu Madruga E Bruxa Do 71. A Garena Me Baniu Injustamente! Fim Da Minha Carreira? Não Pode Rir Com Julio Cocielo Nilson Izaias Papinho Reagindo A Mágicas O Gael Nasceu! Semana Pop mostra 5 hits tão virais quanto 'Caneta Azul' (e por onde andam os autores) Música O YouTube Rewind divulgou também uma listagem com os vídeos de música mais visualizados. No Global, O clipe de "Con Calma", de Daddy Yankee & Snow, ficou em primeiro lugar. Já no Brasil, a primeira colocação ficou para o vídeo de "Vou Ter Que Superar", de Matheus & Kauan em parceria com Marília Mendonça. Por aqui, o ranking foi dominado pelo sertanejo e o funk. Vídeos De Música Em Alta Global: Daddy Yankee & Snow - "Con Calma" (Video Oficial) Rosalía, J Balvin - "Con Altura" (Official Video) Ft. El Guincho Anuel Aa, Karol G - "Secreto" Anuel Aa, Daddy Yankee, Karol G, Ozuna & J Balvin - "China" (Video Oficial) Jhay Cortez, J. Balvin, Bad Bunny - "No Me Conoce" (Remix) Shawn Mendes, Camila Cabello - "Señorita" Maari 2 - "Rowdy Baby" (Video Song) | Dhanush, Sai Pallavi | Yuvan Shankar Raja | Balaji Mohan Blackpink - "'Kill This Love' M/V" Billie Eilish - "Bad Guy" Ariana Grande - "7 Rings" Estados Unidos Lil Nas X - "Old Town Road" (Feat. Billy Ray Cyrus) [Remix] Dababy - "Suge" (Yea Yea) Official Music Video Yo Gotti Ft. Lil Baby - "Put A Date On It" (Official Video) Polo G Feat. Lil Tjay - "Pop Out" by. Ryan Lynch Prod. By Jdonthatrack & Iceberg Lil Nas X - "Old Town Road" (Official Movie) Ft. Billy Ray Cyrus Offset - "Clout" Ft. Cardi B Billie Eilish - "Bad Guy" 21 Savage - "A Lot" Ft. J. Cole Ariana Grande - "7 Rings" Daddy Yankee & Snow - "Con Calma" (Video Oficial) Brasil Matheus & Kauan - "Vou Ter Que Superar" (Ao Vivo) Ft. Marilia Mendonça Marília Mendonça - "Todo Mundo Vai Sofrer" (Todos Os Cantos) Anitta & Kevinho - "Terremoto" (Official Music Video) Jorge & Mateus - "Tijolão" (Vídeo Oficial) Gusttavo Lima - "Milu"(Clipe Oficial) Marília Mendonça - "Bebaça" Feat. Maiara E Maraisa Jerry Smith Feat. Wesley Safadão - "Quem Tem O Dom" (Clipe Oficial) Matheus & Kauan - "Quarta Cadeira" (Ao Vivo Em Goiânia / 2018) Ft. Jorge & Mateus Xand Avião Feat. Gusttavo Lima - "Algo Mais (Amante)" (Dvd: Errejota) [Clipe Oficial] Enzo Rabelo - "Perfeitinha" Pitty, Kevinho, Liniker e Matheus e Kauan: a semana no G1 Ouviu Veja Mais

Mart'nália repõe o bloco de Sérgio Sampaio na rua

G1 Pop & Arte Cantora gravou a famosa marcha do compositor para a trilha sonora da série 'Eu, a Vó e a Boi'. Marcha que irrompeu em 1972 na sétima edição do Festival Internacional da Canção (FIC), ao ser defendida pelo cantor e compositor Sérgio Sampaio (1947 – 1994), Eu quero é botar meu bloco na rua resiste ao tempo com tamanha força que ainda ofusca outros títulos do expressivo cancioneiro autoral desse artista capixaba que saiu de cena há 25 anos. Tanto que a marcha ganhou dois expressivos registros ao longo deste ano de 2019. O primeiro é o de Ney Matogrosso, que abre e batiza o corrente show Bloco na rua com a composição de Sérgio Sampaio. A gravação ao vivo do show acaba de ser lançada em álbum por ora disponível somente em edição digital. O outro surpreendente registro é o de Mart'nália. A cantora carioca gravou Eu quero é botar meu bloco na rua para a trilha sonora da série Eu, a Vó e a Boi, recém-disponibilizada em primeira mão na plataforma de streaming Globoplay, da TV Globo. Ao dar voz à marcha, Mart'nália evita o acento esfuziante normalmente adotado pelos intérpretes – sobretudo quando a música desemboca no empolgante refrão – e opta por registro mais melancólico, em sintonia com o tom agridoce da trama escrita por Miguel Falabella a partir de história real contada por Eduardo Hanzo através do twitter. Não por acaso, a gravação de Eu quero é botar meu bloco na rua com Mart'nália aclimata o fecho do derradeiro episódio da série de TV. Veja Mais

CCXP 2019 tem Margot Robbie no 1º dia: veja destaques em vídeo e programação do maior auditório

G1 Pop & Arte Evento de cultura pop acontece até domingo (8) no São Paulo Expo com todos os ingressos esgotados. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento A Comic Con Experience 2019 começa nesta quinta-feira (5) na São Paulo Expo. Com os ingressos esgotados para todos os dias, o evento de cultura pop espera reunir 280 mil pessoas até o domingo (8). Assista aos principais destaques no vídeo acima. Esta décima edição reúne alguns dos maiores convidados já anunciados desde seu início como: Margot Robbie e outras atrizes do elenco de "Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)"; Gal Gadot e Patty Jenkins, a protagonista e a diretora de "Mulher-Maravilha 1984"; o trio de heróis (Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega) e o diretor (J. J. Abrams) de "Star Wars: A ascensão Skywalker"; o presidente dos estúdios Marvel, Kevin Feige; parte do elenco de séries como "La casa de papel", "His dark materials", "The Boys", "Star Trek: Picard" e "The Expanse"; o ator Ryan Reynolds em dois painéis diferentes; e elencos de "Eu, a Vó e a Boi", "Onde Está Meu Coração" e "Desalma". O evento ainda oferece a oportunidade do público conferir algumas animações antes de seu lançamento, como "Playmobil - O filme" e "Frozen 2". Confira abaixo a programação completa do auditório Cinemark, o principal da CCXP 2019: Quinta-feira (5) Margot Robbie em cena de 'Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa' Reprodução 12h30 - Castelo Rá-Tim-Bum: Cao Hamburger e os 25 anos da série 14h - Rei Leão: Dando vida à savana 15h - Homem-Aranha: Desbravando o Aranhaverso 16h - Entendendo o Terror Japonês - Com Takashi Shimizu 17h - Riot Games 18h - Sor Batman: Iain Glen 19h - Batman - 80 Anos 20h - Warner Bros. - "Aves de Rapina" - com Margot Robbie, parte do elenco e diretora Sexta-feira (6) Elenco de 'Eu, a vó e a boi': Turandot (Arlete Salles), Celeste (Giovana Zotti), Norma (Danielle Winits) e Roblou (Daniel Rangel) Globo/Victor Pollak 11h - "Playmobil: O Filme" - pré-estreia exclusiva 13h - A criação de "Playmobil - O Filme" 14h - Globoplay: Gêneros - com Paulo Silvestrini, Arlete Salles, Dani Winits, Daniel Rangel, Marco Luque e Alessandra Maestrini de 'Eu, a Vó e a Boi'; George Moura, Luisa Lima, Fábio Assunção e Mariana Lima, de 'Onde Está Meu Coração'; e e Manguinha, Cassia Kis, Ana Paula Maia, Claudia Abreu e Maria Ribeiro, de "Desalma" 15h30 - Lana Parrilla: Era Uma Vez uma Rainha 16h30 - MSPVERSO - As novidades da MSP pra 2020 17h30 - Cartoon Network - "Trem Infinito" 18h30 - Amazon Prime Video - com partes dos elencos de "The Boys", "Star Trek: Picard" e "The Expanse" Sábado (7) Elenco e diretor de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker confirmam participação na CCXP 2019 Divulgação 10h - "Frozen 2" - Pré-estreia especial 12h - "Frozen 2" - De volta a Arendelle 12h30 - Pixar - Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica 13h30 - Disney Parks - Star Wars: Galaxy's Edge 14h15 - "Um Espião Animal" 15h - "Free Guy - Assumindo o Controle" - com Ryan Reynolds, Joe Kerry, Shawn Levy 16h - Marvel Studios - com Kevin Feige 17h - "Star Wars" - com Daisy Ridley, J.J. Abrams, John Boyega, Oscar Isaac, Kathleen Kennedy Domingo (8) Gal Gadot em 'Mulher Maravilha' Divulgação 11h - Batman 80 anos - "The Dark Knight Returns: The Golden Child" - com Frank Miller, Rafael Grampá, Silenn Thomas, Justin Townsend 12h - Netflix - com parte dos elencos de "La casa de papel" e de "Esquadrão 6", com Ryan Reynolds 15h - HBO - com parte do elenco de "His Dark Materials" 16h30 - Warner Bros. 2020 17h30 - Warner Bros. apresenta: "Mulher-Maravilha 1984" - com Gal Gadot , Patty Jenkins CCXP 2019 Quando: 5 a 8 de dezembro Horários: Quinta e sexta das 12h às 21h; sábado das 11h às 21h e domingo das 11h às 20h Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 - Água Funda, São Paulo Ingressos esgotados Veja Mais

Quadro de Gauguin pintado no Tahiti é vendido por 9,5 milhões de euros

G1 Pop & Arte 'Te Bourao II' retrata um riacho com pássaros e flores em ricas paletas de azul e verde e foi pintado em 1897. 'Te Bourao II', quadro de Paul Gauguin Reuters/Christian Hartmann/File Photo Um quadro do pintor francês pós-impressionista Paul Gauguin foi arrematado por 9,5 milhões de euros em um leilão em Paris nesta terça-feira (3).  "Te Bourao II", que retrata um riacho com pássaros e flores em ricas paletas de azul e verde, foi pintado em 1897, quando Gauguin vivia na ilha Polinésia do Tahiti. A obra era a única de Gauguin que tinha um proprietário particular, e uma de uma série de nove pinturas produzidas pelo artista em um projeto muito maior intitulado "De onde viemos? O que somos? Para onde estamos indo?".   Nascido em 1848, Gauguin foi influente no movimento simbolista como pintor, escultor e ceramista, e conquistou uma fama mais ampla após sua morte em 1903. O francês também influenciou artistas como Pablo Picasso e Henri Matisse. Veja Mais

Biquini Cavadão revive 'Janaína' com Péricles e música de Chico Buarque

G1 Pop & Arte Single dá continuidade ao projeto 'Vou te levar comigo', que promove conexões da banda com artistas de outros segmentos. Após o estouro de várias músicas do álbum Descivilização (1991), o grupo carioca Biquini Cavadão demorou a emplacar um grande sucesso popular. Música lançada no álbum Biquini.com.br (1998), Janaína reconciliou a banda com as paradas radiofônicas e com a indústria fonográfica, tendo conquistado lugar de honra na trajetória do Biquini Cavadão. Não por acaso, Janaína – composição de autoria creditada a Álvaro Birita, André Sheik, Bruno Gouveia, Carlos Coelho e Miguel Flores – ganha um quinto registro na discografia da banda. Desta vez, Janaína reaparece em single gravado com a participação do cantor paulista Péricles – nome associado ao pagode – e com citação incidental de Cotidiano, música de Chico Buarque, lançada pelo compositor no álbum Construção (1971). Capa do single 'Janaína / Cotidiano', do Biquini Cavadão com Péricles Divulgação "Considero Construção um dos melhores discos que já ouvi. E os versos de Chico Buarque casam muito bem com a Janaína que acorda todo dia às 4:30 e que, nesta versão, tira o marido da cama às seis horas para ele trabalhar", justifica Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão. O single Janaína / Cotidiano tem lançamento marcado para sexta-feira, 6 de dezembro, e dá continuidade ao projeto Vou te levar comigo, com o qual o Biquini Cavadão faz conexões com artistas de outros universos musicais. O projetou foi apresentado em abril com a regravação da música Quanto tempo dura um mês (Álvaro Birita, Bruno Gouveia, Carlos Coelho, Miguel Flores e Gian Fabra, 2005) feita pela banda com a dupla sertaneja Matheus & Kauan. Bruno Gouveia, vocalista do grupo Biquini Cavadão, com o cantor Péricles na gravação de 'Janaína' Divulgação Veja Mais

Anitta e outros nomes do funk falam de mortes em Paraisópolis e relatam experiência em bailes

G1 Pop & Arte 'Poderia ter sido eu', disse Anitta; Kondzilla postou que trabalha para 'mudar olhar de preconceito' sobre bailes. Nove pessoas morreram após ação da PM em festa no domingo. Moradores fazem protesto em Paraisópolis após morte de nove pessoas em ação da PM Reprodução/TV Globo Alguns dos nomes mais conhecidos da música no Brasil repercutiram, nos últimos dias, as mortes no Baile da 17, festa de funk em Paraisópolis, comunidade de São Paulo. Na madrugada de domingo (1º), nove pessoas morreram pisoteadas e outras 12 ficaram feridas após uma ação da Polícia Militar no evento, famoso entre artistas e outros profissionais do funk na capital. Anitta canta no palco Mundo no Rock in Rio 2019 Marcelo Brandt/G1 "Se fosse há uns anos, poderia ter sido eu, minha mãe e meu irmão. Uma das coisas que a gente mais fazia quando eu estava começando era cantar em baile de favela", lembrou Anitta. A cantora, hoje com repertório mais pop, iniciou a carreira cantando funk em festas de rua no Rio. No vídeo publicado no Instagram, ela acrescentou: "Se o funk incomoda tanto, se o baile incomoda tanto, vai na raiz do problema, que não é matar as pessoas. É dar educação de qualidade." Kondzilla, principal produtor de funk em São Paulo, lamentou as mortes e disse que um dos objetivos de seu trabalho é "mudar o olhar de preconceito" sobre os bailes. "Precisamos unir todas as frentes para iniciarmos um novo momento da história do funk, da juventude e das favelas de São Paulo." Initial plugin text Um dos principais representantes do movimento do funk 150 bpm no Rio, o DJ FP do Trem Bala também falou sobre o episódio. "Poderia ter sido eu, que trabalho com isso e frequento baile de favela. Poderia ter sido meus amigos, que também frequentam", disse. Initial plugin text "Nove jovens inocentes mortos. Por quê? Porque estavam lá pra dançar, pra curtir? É proibido agora fazer isso? Que preconceito é esse? Que racismo é esse?", questionou. E completou: "Nem todo o mundo tem condições de ir pra boate cara. O baile de favela é nosso lazer. Se não fosse ele, eu não seria DJ." O caso ainda gerou comentários entre nomes do rap. "Não aguento mais ficar aqui. A morte desses jovens já acabou com a minha semana", postou Marcelo D2. Initial plugin text "Doloroso demais ver as matérias sobre o ocorrido lá em Paraisópolis. Vidas tão jovens perdidas. E a humanidade que nos resta vai sendo arrancada pouco a pouco. Não tem coincidência aí, não tem acaso. Tem descaso e maldade, que atravessa gerações, sangrando a quebrada", disse Rashid. Initial plugin text O que é o Baile da 17? A festa, que na madrugada de domingo acontecia na rua Ernest Renan, em Paraisópolis, é também conhecida pela sigla Dz7. Ela existe desde o começo dos anos 2000. Segundo moradores ouvidos pela BBC News Brasil, o número 17 é uma referência a um bar de drinks que existia na favela. O evento teria surgido como um pagode em frente a esse boteco, mas, nos intervalos, os frequentadores ouviam funk em carros estacionados na rua. Vídeo mostra chegada da PM em Paraisópolis O baile cresceu e invadiu as madrugadas. Carros com aparelhos de som potentes tocam funk para até 30 mil pessoas espalhadas por vielas que, hoje, são mais comerciais do que residenciais. A festa costuma ocorrer nas noites de sexta e sábado. Mas podem começar na noite de quinta-feira e se estender até domingo. No dia da confusão, cerca de 5 mil pessoas participavam do baile. A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo instaurou um inquérito para avaliar a conduta dos policiais no evento, incluindo os abusos registrados em vídeos, que circulam nas redes sociais. Seis PMs foram afastados das ruas e já prestaram depoimento. A Policia Civil também investiga o caso. Veja Mais

Maria Bethânia revela capa do álbum em que exalta a Mangueira

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Mangueira – A menina dos meus olhos', de Maria Bethânia Reprodução Cantora que somente aderiu às redes sociais neste ano de 2019, Maria Bethânia usou o perfil de recém-aberta conta no Instagram para revelar a capa do álbum em que exalta a escola de samba Mangueira. A cantora publicou nove fotos que, reunidas, formam a imagem da capa do disco. Pela ausência de legenda, pode se tratar tanto da capa interna do encarte da edição em CD como da capa propriamente dita do álbum. Com lançamento programado pela gravadora Biscoito Fino para sexta-feira, 6 de dezembro, o álbum Mangueira – A menina dos meus olhos é a retribuição da artista à homenagem que lhe foi prestada pela tradicional agremiação carnavalesca da cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 2016, ano em que a Mangueira foi campeã com o enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá, idealizado pelo carnavalesco Leandro Vieira. No disco Mangueira – A menina dos meus olhos, produzido e arranjado pelo maestro baiano Letieres Leite, Bethânia dá voz a sambas como A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, 1957), Sei lá, Mangueira (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1968), A Mangueira é lá no céu (Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho, 1970) e Mangueira (Assis Valente e Zequinha Abreu, 1935). O repertório inclui o já antológico samba-enredo História pra ninar gente grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Luiz Carlos Máximo, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca, 2018), com o qual a escola verde-e-rosa se (con)sagrou campeã no Carnaval carioca deste ano de 2019. E por falar em samba-enredo, o cantor Tantinho da Mangueira interpreta, como solista convidado do álbum, o samba que compôs com Alípio Carmo, André Braga, Guilherme Sá, Jansen Carvalho e Marcos Tulio com base no enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá. O samba de Tantinho perdeu a disputa e não foi para a avenida, mas ficou na memória e no disco de Maria Bethânia. Veja Mais

Drake e Ed Sheeran dominam listas de mais ouvidos do Spotify nesta década; veja listas

G1 Pop & Arte Plataforma de streaming divulgou rankings dos anos 2000 e de 2019. No Brasil, Jorge & Mateus, Marília Mendonça e Anitta estão entre os destaques. Drake durante show em Toronto Arthur Mola/Invision/AP O Spotify divulgou nesta terça (3) listas com os mais ouvidos na plataforma de streaming em todo mundo e também no Brasil. Uma parte dos rankings leva em conta as audições ao longo de 2019 e a outra mostra a performance em toda a década de 2010. No Brasil, Jorge & Mateus, Marília Mendonça e Anitta estão entre os destaques. Nos anos 2010, o mais ouvido em todo mundo foi o rapper canadense Drake, seguido por Ed Sheeran e Post Malone. A canção número 1 do ranking geral é de Sheeran, “Shape of You”. Em 2019, os artistas de destaque foram Malone, Billie Eilish, Ariana Grande, Taylor Swift, Camila Cabello e Shawn Mendes. Top 10 artistas mais ouvidos do Brasil na década Jorge & Mateus Marília Mendonça Anitta Matheus & Kauan Henrique & Juliano Zé Neto & Cristiano Wesley Safadão Gusttavo Lima Ed Sheeran Alok Top 10 músicas mais ouvidas do Brasil na década Shape of You - Ed Sheeran Propaganda - Ao Vivo - Jorge & Mateus Deixe Me Ir - Acústico - 1Kilo, Baviera, Knust Hear Me Now - Alok, Bruno Martini, Zeeba Atrasadinha - Ao Vivo - Felipe Araújo, Ferrugem Notificação Preferida - Ao Vivo - Zé Neto & Cristiano Vai malandra (feat. Tropkillaz & DJ Yuri Martins) - Anitta, DJ Yuri Martins, Maejor, Mc Zaac, Tropkillaz Largado Às Traças - Ao Vivo - Zé Neto & Cristiano Ciumeira - Ao Vivo - Marília Mendonça Ao Vivo E A Cores - Anitta, Matheus & Kauan Mais ouvidos da década de 2010 em todo mundo Drake Ed Sheeran Post Malone Ariana Grande Eminem Cantoras mais ouvidas na década Ariana Grande Rihanna Taylor Swift Sia Beyoncé 'Don't call me an angel': Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey - G1 Ouviu Canções mais ouvidas na década “Shape of You” - Ed Sheeran “One Dance” - Drake “rockstar (feat. 21 Savage)” - Post Malone “Closer (feat. Halsey)” - The Chainsmokers “Thinking out Loud” - Ed Sheeran Ed Sheeran lança álbum com 22 parcerias Artistas mais ouvidos de 2019 Post Malone Billie Eilish Ariana Grande Ed Sheeran Bad Bunny Post Malone mostra lado roqueiro romântico em 'Circles' Álbuns mais ouvidos de 2019 "When We All Fall Asleep, Where Do We Go?" - Billie Eilish "Hollywood’s Bleeding" - Post Malone "thank u, next" - Ariana Grande "No.6 Collaborations Project" - Ed Sheeran "Shawn Mendes" - Shawn Mendes Billie Eilish e Justin Bieber relançam 'Bad guy (remix)' Canções mais ouvidas de 2019 “Señorita” - Camila Cabello & Shawn Mendes “bad guy” - Billie Eilish “Sunflower” - Post Malone & Swae Lee “7 Rings” - Ariana Grande “Old Town Road - Remix” - Lil Nas X & Billy Ray Cyrus Cantoras mais ouvidas de 2019 Billie Eilish Ariana Grande Taylor Swift Camila Cabello Halsey Cantores mais ouvidos de 2019 Post Malone Ed Sheeran Bad Bunny Khalid J Balvin Veja Mais

'História de um Casamento' é o grande vencedor do Gotham Awards

G1 Pop & Arte Filme tem Scarlett Johansson, Adam Driver e Laura Dern no elenco. Premiação aconteceu na noite desta segunda-feira (2). Noah Baumbach recebe um dos prêmios do Gotham Awards, no qual seu filme "História de um casamento" foi o grande vencedor. Os atores Adam Driver e Laura Dern acompanharam o diretor. Evan Agostini/Invision/AP "História de um Casamento" foi o grande vencedor do Gotham Awards, premiação dedicada ao cinema independente. O evento aconteceu na noite desta segunda-feira (2), no Cipriani Wall Street, em Nova York. O drama conta a é um retrato profundo e sensível de um casal que tenta manter a família unida mesmo depois da separação. "História de um Casamento" é estrelado por Scarlett Johansson, Adam Driver e Laura Dern. Direção e roteiro ficam com Noah Baumbach. O filme saiu com quatro prêmios. Além de vencer a categoria Melhor Filme, também levou o Prêmio do Público, o de Melhor Roteiro para Baumbach e o de Melhor Ator para Adam Driver. Confira lista completa dos vencedores do Gotham Awards: Melhor Filme: "História de Um Casamento" Prêmio do Público: "História de um Casamento" Melhor Documentário: "American Factory" Melhor Diretor Estreante: Laure de Clermont-Tonnerre ("The Mustang") Melhor Roteiro: Noah Baumbach ("História de um Casamento") Melhor Ator: Adam Driver ("História de Um Casamento") Melhor Atriz: Awkwafina ("The Farewell") Melhor Ator Estreante: Taylor Russell ("Waves") Melhor Série Estreante – Formato longo (mais de 40 minutos): "Olhos que Condenam" Melhor Série Estreante – Formato Curto (menos de 40 minutos): "PEN15" Veja Mais

Murilo Huff, namorado de Marília Mendonça, emplaca duas músicas na trilha de 'Amor de mãe'

G1 Pop & Arte Ao G1, cantor e compositor diz estar surpreso por ter músicas na novela. Ele relembra vergonha de convidar namorada para DVD e fala da ansiedade para nascimento do filho. Marília Mendonça e Murilo Huff descobriram que serão pais de um menino nesta segunda (22) Reprodução/Instagram/Marilia Mendonça Bem antes de emplacar duas músicas na novela "Amor de Mãe", o início da carreira de Murilo Huff foi como o de outros artistas: em shows em barzinhos e boates. Mas em vez de pular dos bares para os DVDs e vídeos no YouTube, ele decidiu dedicar todo seu tempo em composições. Largou o microfone e ficou três anos só escrevendo. Desde então, registrou 289 músicas no Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e emplacou músicas nas rádios na voz de outros intérpretes: "Some que ele vem atrás" (Anitta com Marília Mendonça) "Zé da Recaída" (Gusttavo Lima) "Bem pior que eu" (Marília Mendonça) "Transplante" (Marília Mendonça com Bruno e Marrone) "Por trás da maquiagem" (Michel Teló com Marília Mendonça) "Casal Modão" (Michel Teló) Te Amando Mais Que Pinga (Antony e Gabriel com Munhoz e Mariano) Apesar do sucesso na composição, o nome de Murilo Huff só ganhou destaque quando Marília Mendonça pegou os fãs de surpresa e anunciou a gravidez em junho de 2019. Namorado da cantora, Huff havia acabado de lançar o single "Dois enganados", em parceria com Marília. Era seu retorno para a carreira de cantor, com direito a um DVD. Agora, com essa música, Murilo, de 24 anos, entra para a trilha sonora da novela das 21h da Globo. "Eu não esperava. Fui pego de surpresa. Nunca imaginei que chegaria a ter uma música em uma novela como intérprete e, também, como compositor", diz o cantor ao G1. Ele assina com Danillo Davilla, Gustavo Martins Felisbino e Wallace De Melo. Murilo Huff Divulgação Murilo também canta "Idiota favorito", outra música integrante da trilha da novela, que tem ritmo para todos os gostos. MPB, funk, pop, samba, pagode, brega-funk, entre outros gêneros. A trama dos personagens, talvez o cantor não consiga acompanhar. "Já fui muito de ver novela. Hoje em dia, devido aos compromissos e correria e essa vida de músico ser uma vida noturna, é muito complicado assistir. Mas sempre dou uma lida no que está acontecendo. Não estou 100% por fora, não", diz em entrevista ao G1. Vergonha de convite A parceria em "Dois idiotas", que marca a boa fase de Murilo, demorou um pouco a sair. O cantor conta que ele e Marília já estavam juntos há algum tempo quando gravaram a canção no palco, mas teve problemas na hora de convidar a artista para o DVD. "Eu ensaiei pelo menos umas 15 vezes pra convidar ela. Nunca chamava por vergonha. Até que chegou um dia que falei: tem que chamar hoje, porque preciso marcar a data do DVD. Foi meio aos trancos e barrancos, mas convidei e ela aceitou na hora." "Fiquei muito feliz. E deu nisso aí. A música é bem aceita pelo público e superou todas as minhas melhores expectativas." Uma das fotos que Murilo Huff postou no dia do aniversário de Marília Mendonça Reprodução/Instagram/MuriloHuff Pausa nas composições O G1 já citou o fato de muitos compositores sertanejos começarem a focar só nos palcos e deixarem de escrever. Mas Murilo acredita que não vai entrar para esta lista. "Não pretendo parar. Até porque quero continuar compondo para meus projetos e as músicas que não derem certo comigo, pretendo passar para outros artistas." "É natural que quando a agenda fica cheia por um motivo, não sobre tanto espaço para fazer outras coisas como compor. Tenho consciência que vai reduzir, assim como já reduziu." Assista ao trailer da série' 'Marília Mendonça - Todos os Cantos' "Antigamente eu compunha todos os dias. Hoje em dia não mais. Tenho que cuidar da minha carreira, dos meus projetos, minha vida pessoal também." Parabéns pro papai Na vida pessoal, entra a rotina cada vez mais próxima de pai. Grávida de sete meses, Marília Mendonça já anunciou uma pausa na carreira para se dedicar a Léo, filho do casal. "Difícil dizer quem está mais ansioso. Acho que os dois da mesma forma, cada um com sua ansiedade. Mas a gente está super ansioso pra ver o rostinho dele, pegar no colo. Por nós, já podia nascer amanhã.” Veja Mais

'Uma Segunda Chance para Amar' estreia no topo da bilheteria nacional e fatura R$ 2,4 milhões

G1 Pop & Arte Filme de natal com Emilia Clarke e Henry Golding assumiu o 1º lugar depois de 'Malévola - Dona do Mal' liderar por seis semanas. Assista ao trailer de 'Uma Segunda Chance para Amar' "Uma Segunda Chance para Amar" fez uma boa estreia no Brasil e retirou "Malévola - Dona do Mal" do topo da bilheteria nacional depois de seis semanas consecutivas. A comédia de Natal com Emilia Clarke ("Game of Thrones") e Henry Golding ("Podres de Ricos") foi assistida por mais de 149 mil pessoas no período de quinta-feira (28) a domingo (1º). A renda foi de R$ 2,4 milhões. O filme de Angelina Jolie caiu para o segundo lugar e faturou R$ 2,2 milhões com um público de 143 mil. Já "Carcereiros - O Filme", outra estreia da semana com Rodrigo Lombardi, Milton Gonçalves e Kaysar Dadour, ficou em quinto lugar. Assista ao trailer do filme "Carcereiros" Veja o ranking da bilheteria nacional: "Uma Segunda Chance Para Amar" - R$ 2,4 milhões "Malévola - Dona do mal" - R$ 2,2 milhões "Os Parças 2" - R$ 2,1 milhões "Mais que vencedores" - R$ 1,5 milhão "Carcereiros - O Filme" - R$ 1,1 milhão "Coringa" - R$ 1 milhão "A Família Addams" - R$ 972 mil "Dora e a Cidade Perdida" - R$ 771 mil "Invasão ao Serviço Secreto" - R$ 688 mil "Um Dia de Chuva em Nova York" - 621 mil Cena de 'Uma Segunda Chance para Amar' Reprodução Veja Mais

'Three Women', de Lisa Taddeo, se torna best-seller ao esmiuçar vida sexual de mulheres reais

G1 Pop & Arte Autora fala ao G1 sobre livro que narra relacionamentos de 3 mulheres: uma transa com homens na frente do marido; outra processou professor com quem havia tido caso; e a terceira vive casamento em crise. Capa do livro 'Three Women' e foto da autora Lisa Taddeo Divulgação/Simon and Schuster Publishing/J. Waite “Three Women”, de Lisa Taddeo, foi publicado neste ano e tem feito sucesso: está sendo adaptado para a TV pelo canal Showtime, apareceu na lista de mais vendidos do “New York Times” e foi tema de reportagem até em veículos que tradicionalmente não dedicam tanto espaço a literatura, como a revista inglesa “The Economist”. O livro será publicado no Brasil pela editora Harper Collins e, essencialmente, é uma reportagem longa e detalhada sobre desejo feminino e sexo. Como diz o título ("Três Mulheres", em tradução literal), três mulheres são o objeto do livro, e as trajetórias afetivas delas é o tema de "Three Women". Maggie Wilken é a única que tem a identidade revelada. Ela teve um romance com seu professor de colégio e, anos mais tarde, o processou na Justiça. Às outras duas são dados nomes falsos. Uma delas, chamada de Lisa, agente imobiliária e dona de casa, é casada com um homem que não quer transar. Durante a apuração do livro, ela começou a ter um caso extraconjugal com seu antigo namorado de adolescência. A terceira, Sloane, tem relações sexuais com outros homens –e, eventualmente, com mulheres– incentivada pelo próprio marido, ora na frente dele ora sozinha, mas, nessas ocasiões, faz vídeos e os transmite. Dúvida sobre a própria identidade As três histórias são emblemáticas e cobrem uma parte grande da experiência de ser mulher no começo do século XXI, diz a autora. Mesmo o caso da personagem Sloane, que tem múltiplas relações, há, em um sentido, pontos de aproximação com histórias mais corriqueiras –a cada momento, ela pesa se cede à vontade de seu marido de vê-la com outros parceiros, diz Taddeo. “É uma história de casamento e confusão de alguém que está em dúvida em relação à identidade.” Lina, que começou a ter um caso extraconjugal, viaja grandes distâncias e aguarda por longas horas o seu amante, que não se mostra tão disposto como ela a se envolver –demora para responder mensagens, titubeia quando ela o chama para encontros etc. “Um dos pontos que eu queria que as pessoas se dessem conta ao ler o livro é de como a indiferença, como o ato de não responder uma mensagem, pode machucar alguém”, afirma Taddeo, em entrevista ao G1. Imagem de Lisa Taddeo, autora de 'Three Women' Reprodução/Simon and Schuster “Muitas mulheres não queriam ser uma Lina, mas são”, ela completa. Taddeo diz ter sido surpreendida pelo sucesso comercial. “O livro foi foi apurado antes do ‘Me Too’ (uma onda de denúncias contra assédio), mas foi publicado depois. Esse é um tema que está no espírito da época atual. ‘Three Women’, no entanto, fala sobre coisas diferentes: o ‘Mee Too’ é essencialmente sobre o que as mulheres não querem, e o livro é sobre o que elas querem. Acho que isso foi um grande motivo [pelo sucesso].” Ela afirma que houve uma certa controvérsia na forma como o livro foi recebido: para parte das leitoras afirma que as histórias não mostram mulheres que se autovalorizam de uma forma adequada. Taddeo viajou diversas vezes pelos EUA para encontrar essas três mulheres –duas delas são de cidades pequenas, onde as pessoas são incrédulas em relação ao “Me Too”, por exemplo. “O julgamento feminino contra outras mulheres, por exemplo, continua vivo e pulsante em muitas partes do país”, ela afirma. Lina, a personagem que tem um caso extraconjugal, integra um grupo de discussão formado por mulheres de sua igreja, e no livro é descrita a forma como as outras participantes se incomodam com seus relatos. “Só em alguma medida essas mulheres podem perseguir seus desejos”, diz Taddeo. Veja Mais

Governo nomeia novos presidentes da Funarte e da Biblioteca Nacional

G1 Pop & Arte Na Biblioteca Nacional, assume Rafael Alves Silva, ligado ao ideólogo Olavo de Carvalho. Na Funarte, o músico Dante Mantovani substitui Miguel Proença, exonerado em novembro. Prédio da Biblioteca Nacional, na Cinelândia, Centro do Rio Lilian Quaino/G1 O governo nomeou novos presidentes para a Biblioteca Nacional e para a Fundação Nacional de Artes (Funarte), segundo informou a edição desta segunda-feira do "Diário Oficial da União". Na Biblioteca Nacional, a presidente Helena Severo, que havia colocado o cargo à disposição na última sexta-feira (29), foi substituída por Rafael Alves da Silva. Segundo informação do jornal "O Globo", ele é seguidor do escritor Olavo de Carvalho, apontado como "ideólogo" do governo. MPF recebe representação sobre mau estado da biblioteca do Museu Nacional Em uma carta aberta, Helena Severo anunciou na sexta-feira a saída, dizendo ter sido informada pela imprensa de sua substituição, sem nenhum comunicado oficial. Na carta, ela destacou a competência técnica da equipe da Biblioteca Nacional, situada no Centro da cidade do Rio de Janeiro, e ações da gestão dela, como a reparação da fachada do prédio histórico, no Centro do Rio. Funarte Na Funarte, o nomeado é o músico Dante Henrique Mantovani. Ele substituirá Miguel Proença, exonerado da presidência da instituição, no último dia 4. Proença permaneceu nove meses no cargo, desde fevereiro. Ele assumiu no lugar do ator Stepan Nercessian. A Fundação Nacional de Artes é responsável pelo desenvolvimento de políticas públicas de fomento a artes visuais, música, circo, dança e a teatro. A instituição é subordinada à Secretaria da Cultura, atualmente vinculada ao Ministério do Turismo. Órgãos como Ancine e Funarte também são transferidos para o Ministério do Turismo Veja Mais

Ludmilla faz apenas fumaça com 'Verdinha'

G1 Pop & Arte Cantora alude à maconha em single e clipe sem acender o fogo político espalhado pelo grupo Planet Hemp ao falar explicitamente da droga em músicas dos anos 1990. Não há qualquer menção à maconha no texto enviado pela gravadora Warner Music à mídia para promover o lançamento do single e do clipe de Verdinha, música inédita que Ludmilla lançou na sexta-feira, 29 de novembro. O texto fala em "liberdade de escolha" e "quebra de rótulos" antes de sentenciar que 2019 foi um dos melhores anos da carreira da cantora e compositora fluminense. No clipe de Verdinha, filmado sob direção de João Monteiro, Ludmilla aparece em plantação de alface para evitar qualquer eventual acusação de estar fazendo apologia de droga ilícita de acordo com a lei vigente no Brasil. Mas, para não deixar dúvida, há literalmente fumaça no clipe que promove a gravação da música composta pela artista e produzida por Walshy Fire (DJ do trio Major Lazer) e pelo artista dominicano Topo La Maskara. Ou seja, por estratégica opção, Ludmilla fala sobre maconha em Verdinha sem mencionar explicitamente a droga, tal como fizera em Onda diferente, música que compôs e que, a contragosto da autora, foi parar no mais recente álbum de Anitta, Kisses (2019), em gravação feita com Snoop Dogg e a própria Ludmilla. Capa do single 'Verdinha', de Ludmilla Rodolfo Magalhães Assunto recorrente no universo pop do Brasil e do mundo, aparecendo de forma explícita ou cifrada em letras de música, o consumo de maconha é tema perigoso de ser abordado em país como o Brasil, ainda sem eficaz educação preventiva dos males provocados pelas drogas na população, sobretudo na população jovem, principal público-alvo do funk pop de Ludmilla. A questão é que Ludmilla parece falar de maconha por questão meramente mercadológica, somente para surfar em onda de sucesso. Em Verdinha e em Onda diferente, a fumaça não acende o fogo político que jogou o Planet Hemp em caldeirão fervente na fase inicial do grupo nos anos 1990. Em cena a partir de junho de 1993, a banda de Marcelo D2 falava explicitamente e repetidamente de maconha no repertório, transformando a obsessão pelo tema em luta política contra a repressão. Por isso, o Planet Hemp pagou alto preço, enfrentando perseguição policial e amargando o prejuízo gerado pela proibição e cancelamento de shows. Mas espalhou o fogo sem metáforas, levantando discussões sobre o assunto com a cara e a coragem. Planet Hemp, em 1993, com a primeira formação da banda acusada de fazer apologia do uso de maconha Dani Dacorso / Arquivo pessoal Ludmilla vai por caminho diferente do Planet Hemp e do trilho seguido anteriormente, nos anos 1980, pelo sambista Bezerra da Silva (1927 – 2005), partideiro que versava sobre maconha com irreverência. Enfim, ao compor e lançar uma música como Verdinha, Ludmilla exerce o direito sagrado da liberdade de expressão de aludir na obra autoral a um tema ainda cercado de tabus. Mas deixa a sensação de que faz apenas fumaça com Verdinha sem acender o fogo também sagrado do debate político e social sobre a controversa questão da descriminalização do usuário de maconha. Veja Mais

Ryan Reynolds leva tombo após queda de barreira de proteção na plateia da CCXP; veja vídeo

G1 Pop & Arte Vídeos gravados por fãs mostram o ator canadense se aproximando do público e, em seguida, se desequilibrando por causa da queda da estrutura em auditório. A queda de uma barreira de proteção na plateia de um auditório da Comic Con Experience, em São Paulo, derrubou o ator Ryan Reynolds, durante sua participação no evento neste sábado (7). Vídeos gravados por fãs mostram o ator canadense se aproximando do público e, em seguida, se desequilibrando por causa da queda da estrutura. Pessoas que estavam apoiadas na barreira também caíram. Initial plugin text Initial plugin text Reynolds e o público foram amparados por membros da equipe de segurança do evento. Procurada, a assessoria da CCXP não comentou o episódio. O ator foi ao evento para divulgar "Free guy", novo longa da Disney. O primeiro trailer foi revelado no painel na CCXP, que também teve a participação de Joe Kerry e do diretor Shawn Levy. Na conversa com o público, Reynolds disse que a trama é um “De volta para o futuro” para a nova geração. “Foi um roteiro que nós amamos, com ação, comédia e aventura”, afirmou. Joe Keery (à esq.) e Ryan Reynolds em painel do filme 'Free guy' na CCXP, em São Paulo Divulgação Veja Mais

Disco reúne 22 sambas da safra 2020 do Carnaval de São Paulo

G1 Pop & Arte Disponível desde sexta-feira, 6 de dezembro, o disco Sambas de Enredo – Grupo Especial e Acesso 1 reúne 22 sambas-enredo que vão para a avenida em 2020 nos desfiles das principais agremiações do Carnaval da cidade de São Paulo (SP). O número de faixas é elevado porque, além dos sambas eleitos pelas 14 escolas que desfilarão no Grupo Especial com status de integrar a elite do Carnaval paulistano, o disco também traz sambas de oito agremiações que estão no Grupo de Acesso 1. Entre elas, há importantes escolas de samba de São Paulo – casos da Vai-Vai e da Nenê de Vila Matilde. Gravado ao vivo na Fábrica do Samba entre setembro e outubro, o álbum com os 22 sambas do Carnaval de São Paulo é uma produção orquestrada pela Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP). Já a produção artística do disco é de Marcelo Casa Nossa. Veja Mais

Ron Leibman, ator que interpretou o pai de Rachel em 'Friends', morre aos 82 anos

G1 Pop & Arte Causa da morte foi pneumonia, segundo agente. Leibman ganhou um Tony pela atuação em 'Angels in America' em 1993. Ron Leibman, o pai de Rachel em 'Friends', morre aos 82 anos Reprodução Ron Leibman, ator que interpretou o pai de Rachel em "Friends", morreu aos 82 anos nesta sexta-feira (6). O ator morreu em Nova York, sua cidade natal, em decorrência de uma pneumonia. A informação foi divulgada pelo agente do artista. "Ron era um ator incrivelmente talentoso, com uma carreira distinta no cinema, TV e teatro. Nossos pensamentos vão para sua esposa, Jessica, e sua família", diz o comunicado. Além do sitcom americano, o ator se destacou pela atuação na série "Kaz", que rendeu um Emmy em 1979. Já o papel em "Angels in America" rendeu o Emmy na categoria de Melhor Ator de Série Dramática em 1993. Leibman começou a carreira no final dos anos 50. Ele também participou de filmes como "Norma Rae", "Garden State" e "Zorro: The Gay Blade" e o último trabalho na televisão foi dar voz ao personagem Ron Cadillac na série "Archer". Em foto de 2005, Ron Leibman posa ao lado da esposa Jessica Walter no tapete vermelho do Emmy, em Los Angeles Chris Pizzello/AP Veja Mais

Semana Pop #66: As reações às mortes de Paraisópolis; Nomes do funk falam de bailes e preconceito

G1 Pop & Arte Programa explica o que é o Baile da 17, onde 9 pessoas morreram após ação da PM, e mostra relatos de Anitta e outros, que falaram sobre experiências nesse tipo de evento. Você pode ouvir o Semana pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. Veja Mais

Taras e obscurantismo

G1 Pop & Arte O Muro de Berlim foi derrubado em 9 de novembro de 1989 Reuters Assisti aterrada à entrevista da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Governo Bolsonaro, Damares Regina Alves, no programa de Leda Nagle, no YouTube. Imaginem o constrangimento da entrevistadora diante de uma pastora-ministra, com voz quase infantil, descrevendo inúmeros casos de abuso sexual, inclusive o que ela própria sofreu. Fiquei nauseada ao ouvir os muitos relatos de estupros até de bebês. A ministra não estava, de modo algum, preocupada com a divulgação dos crimes e nada elucidou sobre políticas ou programas desenhados pelo seu ministério a respeito dos casos expostos. Apenas disse que era preciso alertar as crianças sobre como agirem se um adulto as molestar. Tudo isso em um clima de acirrada campanha contra a educação sexual nas escolas. Diante da entrevistadora atônita, a senhora, em vez de se colocar na posição de formuladora e executora de políticas públicas, baseada em estatísticas e números (porque foi esta a primeiríssima aplicação da estatística, voltada para as necessidades do Estado na formulação de políticas públicas), apenas repetia crimes horripilantes produzidos por psicopatas, de uma forma tão corriqueira que o telespectador não consegue distinguir se as monstruosidades relatadas são fruto de taras de um narrador que goza com o sofrimento do outro. Nunca assisti a uma entrevista que me tenha causado tanto mal. A ministra afirmou que os direitos humanos estavam até sua gestão mais voltados para as grandes metrópoles e para grupos já atendidos por muitos programas – até pode ser – e agora era preciso ampliar o escopo e voltar-se para as populações desassistidas, as comunidades e populações tradicionais entre as quais estão os povos indígenas, os quilombolas, as comunidades tradicionais de matriz africana ou de terreiro, os extrativistas, os ribeirinhos, os caboclos, os pescadores artesanais, os pomeranos, entre outros. Se não me falha a memória o conceito de “comunidades e povos tradicionais” foi produzido no início dos anos 2000 por uma comissão liderada por um antropólogo. No dia seguinte, abro o jornal e vejo que o presidente da Funarte, órgão criado em 1988 para divulgar e apoiar a cultura, afirmara em suas redes sociais que o rock and roll “propicia o aborto e o satanismo” se referindo a um Woodstock que só existiu na sua mente, uma fantasia perversa que resume o movimento hippie à distribuição de LSD pela KGB! Enquanto isso, o ministro da educação faz discursos contra a “ideologia” e, ideologizando a seu modo, só pensa nos seus moinhos de vento enquanto, de acordo com os últimos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, a educação básica no Brasil precisa com urgência de ações públicas firmes para atingirmos as metas necessárias ao bem-estar e ao desenvolvimento do País. Não estou nem falando do AI5 que volta e meia sai da boca de um dos filhos do presidente, do próprio presidente ou do seu posto Ipiranga. Estou falando de autoridades da área de direitos humanos, da cultura e da educação. Não há como amenizar tamanho descontrole. E, desgraçadamente, não temos nem como expressar nosso desalento a não ser perguntando: De onde vieram estas pessoas e quem são seus mentores além de Olavo de Carvalho? E Olavo de Carvalho veio de que tradição? A pergunta não é retórica. Tem de haver um sentido e uma causa. O que aconteceu para chegarmos a um pensamento de ultra direita – não consigo achar outra definição – tão rudimentar, para dizer o mínimo? Como explicar a guinada se até ontem vivíamos no Brasil sob a égide de um certo pensamento de esquerda que parecia não acreditar na queda do muro de Berlim, como, aliás, também não crê a ultra direita de hoje. Eu disse no blog, com mais esperança, em dezembro de 2018, “ ... prefiro acreditar na frase que dá título ao novo disco de inéditas do grande Jorge Mautner: Não há abismo em que o Brasil caiba.” Passado um ano, tenho menos esperança e mais medo do abismo. Veja Mais

Luís Capucho, voz dos marginais, expõe sombras da noite no álbum 'Crocodilo'

G1 Pop & Arte Artista já prepara outro disco autoral com músicas inéditas, 'Homens machucados', para 2020. A voz rouca de Luís Capucho – produto da incoordenação motora deste artista que desde 1996 convive com sequelas de doença provocada pela infecção do vírus da Aids – sempre ecoou o lamento triste e solitário dos que vivem à margem. Álbum autoral de músicas inéditas que Capucho lança nesta sexta-feira, 6 de dezembro, Crocodilo reverbera a densa poética existencial deste cantor, compositor, escritor, artista plástico e poeta que versa sobre o amor e o sexo praticados no submundo, nas sombras do lado escuro e gauche da vida noturna. Artista de origem capixaba radicado em Niterói (RJ) desde a adolescência, Capucho lança Crocodilo enquanto prepara para o segundo semestre de 2020 outro álbum autoral com repertório inédito, Homens machucados, produzido por Bruno Cosentino. Capa do álbum 'Crocodilo', de Luís Capucho Arte de Felipe Castro Crocodilo sucede o álbum ao vivo Antigo – Luís Capucho 95 (2013) na discografia underground deste cantor e compositor já gravado por Cássia Eller (1962 – 2001), Daúde e Gustavo Galo. Artista paulistano, Galo é um dos produtores musicais de Crocodilo, álbum de espírito gregário que alinha faixas formatadas por vários nomes. Se Galo assina a produção musical da faixa Antigamente, Lucas de Paiva montou Cérebro independente enquanto Claudia Castelo Branco encarou Girafa. Nome recorrente na ficha técnica do disco, Pedro Carneiro deu forma a Edson do Rock, ao blues Quando é noite e à composição-título Crocodilo, além de ter produzido Virginia e eu com o próprio Capucho e, com Bruno Cosentino, a balada Acalanto ao amor, única música assinada por Capucho com um parceiro. No caso, com Douglas Oliveira, autor da letra. Quinto álbum de Capucho, Crocodilo mantém o artista no ambiente noturno, esfumaçado e sexualizado de discos anteriores como Cinema Íris (2012). Veja Mais

Camila Cabello diz que novo álbum 'Romance' é sobre se apaixonar

G1 Pop & Arte 'Quando eu tinha 20 anos, quando comecei a fazer esse álbum, era o momento que eu realmente tive tempo de sair para viver a vida', disse cantora, sobre segundo álbum. Camila Cabello Reprodução/Instagram Camila Cabello está recuperando o tempo perdido. A cantora de 22 anos ganhou fama seis anos atrás ao integrar o grupo Fifth Harmony, e se manteve em alta seguindo carreira solo, responsável pelos sucessos "Havana" e "Señorita", dueto com o namorado Shawn Mendes. Lançado nesta sexta-feira, o novo álbum de Cabello, "Romance", foi inspirado pela sensação de se apaixonar, disse a cantora. "Eu realmente não tive a experiência normal de sair com os amigos, ter encontros e frequentar a escola", afirmou a artista, que abandonou o ensino médio para seguir carreira na música. "Quando eu tinha 20 anos, quando comecei a fazer esse álbum, era o momento que eu realmente tive tempo de sair para viver a vida. Todo esse álbum é apenas sobre a intensidade de, sabe, estar em um relacionamento sério pela primeira vez, se apaixonar", contou a cantora à Reuters. Fãs vibram com Camila Cabello e outros artistas no Z Festival, em Porto Alegre As apresentações ao vivo de "Señorita" ao lado de Mendes viralizaram neste ano, mas a cantora prefere não apontar quantas músicas de "Romance" são sobre o relacionamento do casal. "Eu nunca gosto de dizer 'Ah, aquela música é sobre ele'. Mas acho que, sei lá, as pessoas vão descobrir", acrescentou. Em sua curta carreira, Cabello já ganhou mais de 60 prêmios, incluindo artista do ano no MTV Video Music Awards de 2018. De origem latina, a cantora também se vê como modelo para imigrantes nos Estados Unidos. Ela passou os primeiros anos de sua vida entre Havana e a Cidade do México antes de se mudar para a Flórida aos 6 anos. "Eu definitivamente sinto que tenho a responsabilidade de compartilhar minha história e a história da minha família, porque acredito que é importante que as pessoas meio que humanizem as questões." Veja Mais

'As Golpistas', 'Brooklin: Sem Pai Nem Mãe' e 'O Juízo' são estreias da semana nos cinemas; VÍDEO

G1 Pop & Arte Jennifer Lopez é cotada ao Oscar por atuação em filme de strippers. 'Suspense sobrenatural' brasileiro destaca família Montenegro no elenco e na equipe. 'As Golpistas', 'Brooklin: Sem Pai Nem Mãe' e 'O Juízo' são estreias da semana nos cinemas Os brasileiros vão poder ver nos cinemas, a partir desta quinta-feira (5), o novo filme de Jennifer Lopez, que interpreta a líder de um grupo de golpistas strippers nos Estados Unidos, um suspense brasileiro com Fernanda Montenegro e um drama de detetive com elenco estrelado. Assista ao vídeo acima. 'As Golpistas' 'As Golpistas': Veja o trailer O filme com Jennifer Lopez conta uma trama inusitada em que um grupo de strippers arma um plano para se dar bem em cima de seus clientes ricos de Wall Street. O roteiro é inspirado em um caso real que aconteceu nos Estados Unidos anos atrás. Lopez é a líder do grupo e está sendo cotada ao Oscar pelo papel. Já a atriz Constance Wu é uma jovem stripper que precisa ajudar a avó. As cantoras Cardi B e Lizzo também estão no elenco. Leia resenha. 'Brooklin: Sem Pai Nem Mãe' Assista ao trailer de 'Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe' Lionel Essrog (Edward Norton) é um detetive que sofre da síndrome de Tourrete em Nova York nos anos 1950. Depois que seu chefe e mentor Frank (Bruce Willis) morre, ele começa a investigar o que pode estar por trás do assassinato. Inspirado nos filmes de detetive dos anos 50, "Brooklin: Sem Pai Nem Mãe" é um projeto pessoal e o segundo longa que Edward Norton dirige. Alec Baldwin, Willem Dafoe e Gugu Mbatha-Raw completam o elenco estrelado. 'O Juízo' Assista ao trailer do filme 'O Juízo' O "suspense sobrenatural" conta a história de uma família que se muda para uma fazenda e começa a ser assombrada por fantasmas de escravos dos seus antepassados. Com Fernanda Montenegro, Carol Castro, Felipe Camargo e Criolo, o filme é dirigido por Andrucha Wadddington ("Sob Pressão" e "Chacrinha"). O longa também marca a estreia de Joaquim Torres, neto de Fernanda Montenegro no cinema, já o roteiro é de Fernanda Torres. Veja Mais

Margot Robbie exibe cena de 'Aves de Rapina' na CCXP: 'Feminismo não é só para mulheres'

G1 Pop & Arte Elenco e diretora estão no Brasil para divulgar novo longa da DC, com estreia marcada para 6 de fevereiro. Margot Robbie no painel de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash Margot Robbie, a diretora Cathy Yan e o elenco de "Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa" apresentaram a primeira cena do filme nesta quinta-feira (5) durante a Comic Con Experience 2019. Veja fotos da CCXP 2019 Confira a programação completa do auditório principal O filme mostra Arlequina independente do Coringa e como ela reúne as anti-heroínas do time. "Não me sentia pronta para me despedir da personagem depois de 'Esquadrão Suicida', então pensei que seria legal se o mundo visse a história da perspectiva dela", contou a atriz. Rosie Perez, Ella Jay Basco, Jurnee Smollett-Bell, Margot Robbie, Mary Elizabeth Winstead, Cathy Yan e a mediadora do painel, Mari Moon, na apresentação de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash Na cena exibida, Arlequina chora porque terminou com o Coringa (Jared Leto), e decide queimar o lugar com produtos químicos no qual foi derrubada pelo vilão em "Esquadrão Suicida" (2016) ao ouvir das amigas que não o superou. Ao ir embora, ela anuncia que esta será a história de uma nova e independente Arlequina. Robbie diz que o filme é feminista, mas que não é limitado a isso. "Feminismo não é só para mulheres. Homens também podem ser feministas", afirmou. Margot Robbie participa de painel sobre 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash Para a atriz, o filme não seria tão libertador sem o toque da diretora Cathy Yan. "No segundo que a Cathy chegou com uma perspectiva feminina sobre o filme, sentimos que estávamos no caminho certo", disse Margot. Foi justamente a força das heroínas que chamou a atenção de Cathy para o projeto. Este é seu segundo filme como diretora, que estreou com "Dead Pigs" (2018). "É uma história inspiradora, de mulheres aprendendo a trabalhar juntas. E essa é a Gotham da Arlequina e não do Batman", disse a cineasta antes de apresentar um pouquinho da cidade famosa dos quadrinhos. Público vibra no painel de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash 'Estado constante de dor' O filme é cheio de sequências de ação. Para encararem as gravações, as atrizes treinaram boxe e kickboxing por cinco meses. Jurnee Smollet-Bell ("True blood"), a Canário Negro, revelou que, durante o treinamento, viveu em "estado constante de dor". "Doía para ir ao banheiro", brincou. Mas o foco nas lutas foi muito importante para entrar no filme. "Como mulher, nosso corpo é sempre objetificado. E aprender a lutar foi empoderador porque comecei a ver meu corpo como uma máquina, ver a minha força." As atrizes Mary Elizabeth Winstead ("Fargo"), que interpreta Caçadora; Rosie Perez ("Segurando as pontas"), que dá vida a Renee Montoya; e a jovem Ella Jay Basco, que interpreta Cassandra Cain em seu primeiro filme, também participaram da apresentação. CCXP 2019: confira atalhos e destaques de painéis e estandes do evento Veja Mais

Princesa Leia terá papel central em encerramento da saga Skywalker em 'Star Wars'

G1 Pop & Arte Diretor J.J. Abrams disse ter imagens inéditas suficientes da atriz para fazer de Leia uma presença central no filme. Carrie Fisher em 'Star Wars' Divulgação O muito aguardado capítulo final da saga Skywalker terá um papel crucial para a princesa Leia, personagem amada de "Star Wars" interpretada pela atriz Carrie Fisher, que morreu em 2016. O roteirista e diretor J.J. Abrams disse ter imagens inéditas suficientes de Fisher --sobras da filmagem de "O Despertar da Força", de 2015-- para fazer de Leia uma presença central em "A Ascensão Skywalker", que estreia nos cinemas dos Estados Unidos no dia 20 de dezembro. Fisher morreu em dezembro de 2016, aos 60 anos. "Não poderíamos contar a história sem Leia", disse Abrams em uma entrevista concedida na quarta-feira (4). "Ela é a mãe do vilão. Ela é, em certo sentido, a mãe da resistência, da rebelião, a líder, a general", afirmou. O diretor J.J. Abrams durante promoção do filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker” REUTERS/Mario Anzuoni "Seu papel é, eu diria, integral", acrescentou. "Isso não é só uma coisa cosmética em que estamos meio que encaixando Leia". "A Ascensão Skywalker" é o nono filme da celebrada franquia espacial, que estreou em 1977 e hoje é de propriedade da Walt Disney. Nos filmes mais recentes, Leia chegou ao posto de general na liderança do combate à maligna Primeira Ordem na galáxia muito, muito distante. Seu filho é Kylo Ren (Adam Driver), o guerreiro que assumiu o comando da Primeira Ordem no final de "Os Últimos Jedi", de 2017. Trailer final de 'Star Wars: A Ascensão Skywalker' Se Fisher estivesse viva, "não há dúvida de que teríamos feito, tenho certeza, filmagens adicionais e outras coisas", disse Abrams. "Mas o fato de que tínhamos o material para fazer o que fizemos é incrivelmente gratificante". Daisy Ridley, que vive a combatente da resistência Rey, gravou cenas para "A Ascensão dos Skywalker" nas quais sua personagem interage com as imagens previamente gravadas de Fisher. "Eu estava basicamente reagindo a imagens que tinha visto dela, então foi bastante comovente, muito estranho", disse Ridley. "Mas acho que você tem uma sensação verdadeira do amor entre Leia e Rey neste filme, e Leia é uma grande parte da história". O piloto Poe Dameron (Oscar Isaac) e a mecânica Rose Tico (Kelly Marie Tran) também têm cenas que incluem diálogos com Leia, disseram membros do elenco. Abrams disse que a filha de Fisher, Billie Lourd, que aparecerá pela terceira vez como tenente das forças da resistência, também será vista na tela com a mãe. Veja Mais

Participação da cultura no total de gastos públicos diminuiu entre 2011 e 2018

G1 Pop & Arte Levantamento do IBGE também apontou que pretos e pardos, crianças de até 14 anos e pessoas sem instrução são mais afetadas pela falta de museus, teatros, cinemas e rádios em suas cidades. A participação de gastos com o setor cultural no total das despesas públicas nos governos federal, estaduais e municipais caiu 0,7% entre 2011 e 2018, segundo o levantamento “Sistemas de informações e indicadores culturais”, divulgado nesta quinta-feira (5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A cultura representa 0,21% das despesas totais, mais de 40 vezes menos do que os gastos com outros setores como saúde (8,5%) e educação (8,6%) feitos pelas três esferas de governo em 2018. Apesar de o número geral de gastos públicos no setor cultural ter aumentado de aproximadamente R$ 7,1 bilhões, em 2011, para R$ 9,1 bilhões, em 2018, o valor representou, no último ano, uma porcentagem menor do que a registrada em 2011. Gastos federais O governo federal foi quem menos deu recursos para o setor cultural, com participação de 21,1% dos investimentos em 2018. Os gastos que mais diminuíram foram os direcionados ao Fundo Nacional de Cultura, Ministério da Cultura, Instituto Brasileiro de Museus e Fundação Biblioteca nacional. Já Ancine (Agência Nacional do Cinema) triplicou sua participação, e passou a representar 35,4% dos gastos da união, ante 12,4% em 2011. Gastos estaduais A maior queda de percentual ocorreu no setor estadual. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia foram os estados com maior queda absoluta dos gastos com cultura. Apesar das quedas em dois de seus estados, a região sudeste foi a que mais investiu no setor no período. Ela concentrou 44,1% dos gastos, seguida pelo Nordeste, com 24%; Centro-Oeste, com 12,5%; Norte, com 11,8%; e Sul, com 7,6%. Acesso à cultura A pesquisa mostrou que o consumo de cultura está ligado à renda das famílias. Os gastos com atividades e produtos culturais representaram menos do orçamento das famílias que ganham até R$ 5.724 mensais. A maior porcentagem é gasta pelas famílias que ganham de R$ 9.540 a R$ 14.310. Pretos e pardos, crianças de até 14 anos, e pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto foram as mais afetadas pela ausência de equipamentos culturais como museus, teatros, cinemas e rádios, nas cidades brasileiras em 2018. O texto da pesquisa revela preocupação com o acesso potencial restrito de crianças a essas atividades. Incentivos fiscais A captação de recursos via incentivos fiscais também apresentou queda no período. Em 2011, foram captados R$ 1,325 bilhão entre renúncia fiscal e investimento direto do setor privado. O número caiu para R$ 1,272 bilhão em 2018. O sudeste é, disparado, a região com o maior valor de captação. Ela corresponde a 77,3% do valor captado. O norte foi quem ficou com a menor fatia: 0,9%. Empresas e empregados culturais A pesquisa também mediu o tamanho da indústria cultural no Brasil, por meio do número de empresas e de pessoas empregadas no setor. Entre 2007 e 2017, o número empresas culturais caiu de 353,2 mil para 325,4 mil, com 27,8 mil empresas a menos. Nos últimos cinco anos, entre 2014 e 2018, o número de trabalhadores aumentou de 5,8 para 5,9 milhões. Mas também aumentou a informalidade. O número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu, enquanto o número de autônomos aumentou. Em 2014, 45% dos trabalhadores do setor cultural tinham carteira assinada. Em 2018, apenas 34,6%. No mesmo período, os trabalhadores por conta própria foram de 32,5% para 44,%. Veja Mais

Rami Malek confirma aposentadoria de Daniel Craig do papel de James Bond: 'É claro que é seu último'

G1 Pop & Arte Elenco falou ao Good Morning America da ABC no dia do lançamento do trailer do novo longa da saga, previsto para chegar ais cinemas em abril de 2020. Daniel Crag se despede de James Bond em "007 - Sem Tempo Para Morrer" Divulgação No filme mais recente de James Bond, "Sem Tempo para Morrer", Daniel Craig veste o famoso smoking do icônico agente secreto britânico 007 pela quinta e última vez. O ator, elenco e equipe do aguardado filme, o 25º da franquia, com lançamento previsto para abril de 2020 nos EUA, revelaram pouco durante uma aparição no Good Morning America da ABC nesta quarta-feira (4) quando o primeiro trailer do filme foi exibido, mas confirmaram que Craig está se aposentando do papel. "Este filme é especialmente sentimental e significativamente memorável por várias razões, é claro que é o seu último", disse Rami Malek, outra estrela do filme, em referência a Craig, que interpreta Bond desde sua primeira aparição no papel em "Casino Royale", em 2006. Craig se mostrou relutante quando perguntado como se sentia sobre sua despedida, mas, sobre trabalhar em "Sem Tempo para Morrer", ele disse: "A maior surpresa foi o quanto me diverti e tive a chance de trabalhar com todas essas pessoas incríveis." Assista ao trailer de "007-Sem Tempo para Morrer" O trailer do filme, dirigido por Cary Fukunaga, mostrava muitas frases emblemáticas de 007, perseguições de carros em alta velocidade e explosões. Os produtores disseram que o filme mostrará Bond aproveitando uma vida tranquila na Jamaica depois de deixar o serviço ativo, antes de seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparecer pedindo ajuda. Bond então embarca em uma missão para resgatar um cientista sequestrado, o que o coloca no rastro de um misterioso vilão mascarado --interpretado pelo vencedor do Oscar Malek-- e armado com novas tecnologias perigosas. A franquia Bond é uma das mais lucrativas do mundo, com "Spectre" de 2015 arrecadando US$ 880 milhões (cerca de R$ 3,3 bilhões) nas bilheterias globais, enquanto "Skyfall" de 2012 arrecadou mais de US$ 1 bilhão (R$ 4,2 bilhão) em todo o mundo. Veja Mais

Shawn Mendes convida bailarinas de projeto social para dançar música inédita em show no Rio

G1 Pop & Arte 'Foi o melhor dia de nossas vidas', escreveu uma das garotas do projeto Na Ponta dos Pés no Instagram. Show no Rio aconteceu na terça-feira (3). Shawn Mendes convidou bailarinas para dançar no show no Rio nesta terça-feira (3) Reprodução/Instagram/ShawnMendes O cantor Shawn Mendes recebeu sete bailarinas em seu show no Rio de Janeiro nesta terça-feira (3). As meninas fazem parte do projeto social Na Ponta dos Pés. Ele compartilhou uma foto em que abraça as meninas no palco nesta quarta-feira (4). "Sete jovens garotas vieram ao palco para dançar um pedaço de música que escrevi na noite passada. Senti tanto amor e força de vocês, Rio", escreveu. A apresentação foi a segunda e última desta vinda ao Brasil. No total, seriam três shows, mas o cantor cancelou um deles, que aconteceria no sábado (30), para "repouso total das cordas vocais". 'Melhor dia da vida' Mili Gomes, de 16 anos, foi uma das bailarinas que dançou no palco com Shawn Mendes e compartilhou a experiência em um post no Instagram. Shawn Mendes compartilhou foto das bailarinas do projeto "Na Ponta dos Pés" dançando em seu show no Rio Reprodução/Instagram/ShawnMendes "Não tenho palavras para começar a falar sobre o dia que tivemos ontem, sobre conhecer o Shawn Mendes, ele é uma pessoa incrível. Só agradecer por essa oportunidade que tivemos tão especial muito importante para nós do Projeto Na Ponta dos Pés. Foi o melhor dia de nossas vidas", escreveu. Projeto social no Morro do Adeus Na Ponta dos Pés é um projeto liderado pela bailarina Tuany Nascimento desde 2012. Ela ensina balé clássico a jovens de 3 a 18 anos no Morro do Adeus, desde 2012, na única quadra do Morro do Adeus, no Complexo do Alemão. Sem conseguir auxílio para a construção de um espaço próprio para ensaios e aulas, Tuany e as alunas começaram as obras sozinhas em junho. Veja vídeo abaixo sobre o projeto. Bailarinas de projeto social no Alemão constroem espaço destinado às aulas Mães 'dão bronca' em Mendes Se os fãs do Rio de Janeiro ficaram felizes com o show nesta terça-feira (3), o sentimento não é o mesmo com os fãs paulistas. Como o cantor cancelou o show do sábado (30), apenas quem comprou o show extra na sexta-feira (29) conseguiu vê-lo cantar. Dias após o cancelamento, muitas mães e irmãs de fãs entraram nas redes sociais do cantor para dar bronca. “Moleque” e “irresponsável” são algumas palavras usadas por elas. Os desabafos aconteceram em sua maioria após Shawn confirmar a apresentação do Rio de Janeiro e subir ao palco da Jeunesse Arena. Shawn Mendes cancela show e fãs se desesperam "Como mãe de uma adolescente que te ama ... estou te odiando! Foram meses de espera para te ver, economias, sem comprar nada para ir ver você. E aí você cancela. Poderia pelo menos ter feito um playback, as fãs não ligariam o que elas queriam mesmo era te ver. Minha filha não para de chorar porque acho que um dos sonhos dela estava sendo realizado para de repente ser tudo cancelado", escreveu uma mãe. Veja Mais

Toquinho bate 'Papo final' com Maria Rita em álbum de músicas inéditas

G1 Pop & Arte Veja a letra da composição gravada pelos artistas para o disco em que o cantor registra parcerias com Paulo César Pinheiro. Toquinho lança no primeiro semestre de 2020 um álbum autoral com músicas inéditas compostas pelo artista paulistano com letras de Paulo César Pinheiro. Uma dessas músicas, Papo final, foi gravada por Toquinho em dueto com a cantora Maria Rita. O disco de Toquinho será editado pela gravadora Deck entre março e abril de 2020, 14 anos após Mosaico, álbum de 2006 em que o cantor, compositor e violonista também registrou somente músicas compostas em parceria com o carioca Paulo César Pinheiro, um dos letristas mais afiados da MPB. Maria Rita e Toquinho em estúdio na gravação do samba 'Papo final' Otávio Souza / Divulgação ♪ Eis a letra do samba Papo final: Papo final (Toquinho e Paulo César Pinheiro) Não... Claro que não Já não dá mais Lhe dou razão Não fui capaz Essa é a questão De amar em paz Não tem perdão Eu sei Bem que avisei Mas volto atrás Sem condição Inda me apraz Mas não tem paixão Que momento foi que foi desfeito Nem eu percebi direito Foi uma lição Pro nosso coração Pois eu perdi meu chão E eu feri meu peito Vem Não dá mais não Deixa pra lá Foi decisão Vamos tentar Não faz pressão Vamos voltar Sem solução Talvez Não tem talvez Mas por favor Sem forçação Mas foi amor Pra mim foi ilusão Veja Mais

Pitty leva dois prêmio no Women's Music Event Awards; Luísa Sonza e Iza também são premiadas

G1 Pop & Arte Duda Beat e Yasmin Santos também venceram categorias da premiação dedicada às mulheres do universo musical. Veja lista completa de vencedoras. Pitty se apresenta no Women's Music Event Awards 2019 antes de vencer duas categorias Reprodução/Instagram Pitty levou dois prêmios no Women's Music Event Awards 2019, prêmio dedicado às mulheres do universo musical. A cantora estava indicada em quatro categorias e venceu como Melhor Cantora e Melhor Música Alternativa com "Noite Inteira". A terceira edição do evento aconteceu na noite desta terça-feira (3), na Audio Club, em São Paulo. Após a conquista, Pitty celebrou nas redes sociais. "Que emoção! Noite linda e cheia de troca com mulheres incríveis. Gratidão". Luísa Sonza e Iza também saíram vitoriosas da premiação. Luísa venceu a categoria Música Popular com "Boa Menina". Já Iza ficou com Melhor Videoclipe por seu trabalho com "Brisa". "Boa Menina sem dúvidas é uma das músicas mais importantes da minha carreira! E hoje esse meu bebezinho levou o prêmio de melhor música popular", celebrou Luísa nas redes sociais. Confira lista completa de vencedoras do Women's Music Event Awards 2019: Voto popular Álbum: “O tempo é agora” – Anavitória Cantora: Pitty DJ: Anna Música Alternativa: “Noite Inteira” - Pitty Música Popular: “Boa menina”- Luísa Sonza Revelação: Yasmin Santos Videoclipe: “Brisa” - Iza Voto técnico: Compositora: Tulipa Ruiz Diretora de videoclipe: Gabi Jacob Empreendedora do ano: Ana Garcia Escuta as Minas: Josyara Instrumentista: Karina Buhr Jornalista Musical: Fabiane Pereira Produtora Musical: Mahmundi Radialista: Luka Show: Duda Beat Initial plugin text Initial plugin text Luísa Sonza comenta o que quer ver no Rock In Rio e participação no Dança dos Famosos Veja Mais

O sucesso do áudio pornô, que atrai cada vez mais mulheres

G1 Pop & Arte Histórias eróticas sem imagens, voltadas especialmente ao público feminino, têm crescido em popularidade. Indústria de áudio pornô Getty Images A indústria pornográfica migrou das fitas para o DVD, do DVD para internet, e agora acompanha a tendência de sucesso dos podcasts com uma novidade: o áudio pornô. Ele é bem diferente do velho "disque-sexo": consiste basicamente em histórias eróticas sem imagens, voltadas principalmente para o público feminino. Nos últimos anos, houve um aumento no número de plataformas que oferecem o áudio pornô. De acordo com a revista Forbes, as startups dedicadas ao setor arrecadaram mais de US$ 8 milhões (R$ 33,6 milhões) só neste ano. Para a sexóloga Francisca Molero, diretora do Instituto Iberoamericano de Sexologia, com sede em Barcelona, vários fatores explicam a crescente popularidade dos áudios pornôs. Segundo ela, o primeiro é a "hipertrofia de alguns sentidos" que existe na sociedade contemporânea. "Há uma saturação de estímulos visuais. Chega um momento que os estímulos já não geram o mesmo efeito que geravam antes", diz Molero à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. Portanto, de acordo com a especialista, o áudio pornô ou as plataformas áudio eróticas refletem a demanda de uma parte da sociedade em usar outros sentidos. Essa demanda pode ver vista, diz Molero, no fato de estarmos cada vez mais buscando cursos de culinária ou fazendo massagens ou spas. Isso "tem a ver com os sentidos", diz ela e, acima de tudo, com a consciência de que os estamos usando. O poder da imaginação Para Molero, a audição é um sentido muito importante para o erotismo, porque deixa muito mais espaço para a imaginação. "A palavra é muito importante porque permite que você imagine muitas coisas", diz ela. O áudio — não necessariamente o pornô — também tem a vantagem de permitir que as pessoas façam outras coisas simultaneamente. "Vivemos em um sociedade cada vez mais individualista e multitarefas, e colocar fones de ouvido permite que as pessoas façam mais de uma coisa simultaneamente." Enfoque feminino "A pornografia sempre foi território masculino", diz Molero. "É uma pornografia feita para homens e com cenas de mulheres fazendo coisas que os homens pensam que as mulheres gostam, mas que na verdade são voltadas para eles." "É um modelo absolutamente desigual, onde a mulher não existe, exceto como corpo e como corpo estereotipado." O áudio pornô, no entanto, tem uma abordagem mais feminina, com muitas das plataformas fundadas por mulheres. "As mulheres sempre usaram a literatura erótica como estímulo, porque as palavras permitem que você imagine as coisas de maneira diferente", diz Molero. Plataformas populares Os formatos do áudio pornô variam. Alguns sites oferecem gravações sonoras de encontros reais, orgasmos ou sexo oral. Muitos dos áudios eróticos estão em sites conhecidos de pornografia, como o PornHub. Outros podem ser encontrados no Tumblr ou no Reddit. Normalmente nesses sites o que existe são áudios de pessoas anônimas gravadas durante o sexo. Outros sites oferecem guias de masturbação assistida, como o site Voxxx, voltado especificamente para mulheres. Mas existem várias novas plataformas que oferecem pequenas histórias eróticas, em formato de podcasts. A maioria oferece histórias apenas em inglês. Um dos mais populares é o Dipsea, um aplicativo fundado pelas americanas Gina Gutierrez e Faye Keegan. É um aplicativo com assinatura, com um custo mensal de US$ 8,99 (R$ 37,74), que dá acesso a 175 histórias com atualizações semanais. Outra plataforma popular é a Quinn, fundada por Caroline Spiegel e Jackie Hanley. É uma plataforma gratuita para usuários que, de acordo com o "The New York Times", em breve terá uma opção para sugestões pagas aos criadores das histórias. Já o site Literotica oferece ficção erótica gratuita com autores que enviam novas histórias todos os dias. Veja Mais

Ator sul-coreano Cha In-ha é encontrado morto em casa

G1 Pop & Arte Agência do artista de 27 anos confirmou a morte e pediu para que fãs não especulassem sobre o assunto em respeito à família. Esta é a terceira morte de jovens artistas do país em três meses. Ator coreano Cha In-Ha, de 27 anos, foi encontrado morto em casa Reprodução/Instagram/ChaInHa O ator sul-coreano Cha In-ha, de 27 anos, foi encontrado morto em sua casa. A agência Fantagio, que cuida da carreira do artista, enviou um comunicado confirmando sua morte nesta terça-feira (3). "É realmente com dor no coração que divulgamos a triste notícia para todos que amavam e apoiavam o ator", diz a nota. Lee Jae-ho, que atendia pelo nome artístico de Cha In-ha, chegou a postar uma foto na segunda-feira (2) em que olhava para o celular. Na legenda estava escrito em coreano: "Todo mundo, cuidado". Cha In-ha era um nome relativamente novo no entretenimento sul-coreano com pouco mais de dois anos de carreira. Ele participou do grupo Surprise U, da mesma agência Fantagio, e atuou em dramas como "The Banker" e "Miss Independent Jin Eun 2". A agência pediu ainda que as pessoas não especulassem sobre a morte do ator em respeito ao sofrimento da família. O funeral será restrito para a família, segundo a Fantagio. A causa da morte não foi divulgada até a última atualização desta reportagem. Mortes de artistas sul-coreanos Esta é a terceira morte de jovens artistas em três meses. A cantora Sulli, ex-integrante da banda F(X), foi encontrada morta também em sua casa em outubro, aos 25 anos. Um mês depois, a cantora Goo Hara, ex-integrante do grupo Kara, também morreu em casa aos 28 anos. As mortes recorrentes aumentaram os debates sobre o cyberbulling e a pressão na indústria do K-pop, popular gênero do país. Semana Pop tem luto no k-pop, separação e Joelma alfinetada por roqueiro Veja Mais

A alma branca do jornalista

G1 Pop & Arte Não conheço o jornalista Sérgio Nascimento de Camargo. Jamais li qualquer de suas pensatas nas redes sociais. Apesar disso, sinto-me no direito de escrever sobre ele. Afinal, se o presidente Jair Bolsonaro também não o conhece e mesmo assim aprova sua nomeação para presidir a Fundação Palmares, por que teria eu de estudar em detalhes a vida e a obra do moço para só então dizer o que penso dele? Basta-me o que tenho lido e ouvido em toda parte para concluir que sua nomeação foi mais um incrível equívoco cometido contra o Brasil e o brasileiro. Porque não são menos brasileiros os índios, os negros ou quem quer que viva nesta nação abençoadamente rica em diversidade. A nomeação de Camargo é o mais recente – e certamente dos mais graves – capítulos da história do que vem sendo feito contra a cultura por quem governa. Primeiro, acabaram com o ministério que cuidava do assunto, transformando-o numa secretaria do Ministério da Cidadania. Depois, investiram contra a Funarte, entregando seu teatro a Roberto Alvim, cujo objetivo seria declarar uma “guerra cultural contra a esquerda”, entendendo-se por esquerda tudo que é diferente do que ele pensa. Em seguida, transferiu-se a Secretaria de Cultura para o Ministério do Turismo, entregue a Marcelo Álvaro Antônio, um político envolvido com candidaturas-laranjas nas últimas eleições. Mais adiante, confessadamente para provocar “a classe artística”, o presidente, o da República, tirou Alvim da Funarte, promovendo-o, com suas armas de guerra, para ser nada menos do que o secretário da Cultura. Quer dizer, o dono da área: “Quer as pessoas aceitem ou não – diz Alvim para deixar clara a sua meta – nós vamos rachar o que o Brasil entende por cultura.” Foi Alvim quem escolheu Camargo para presidir a Fundação Palmares. O jornalista pensa como ele, confessando-se conservador, anti-esquerda, decidido a mudar tudo. Mas o que realmente marca sua subida ao novo posto é a posição que, sendo negro, ele assume em relação à sua raça. Alguns dos pensamentos de Camargo já foram amplamente divulgados pela imprensa. Quase sempre, em tom mais de espanto que de revolta. Aqui do meu canto, é mais revoltado que espantado que alinho alguns deles: a fundação que Camargo vai presidir leva o nome de um falso herói dos negros. Sendo feriado, o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, homenagem a Zumbi dos Palmares, causa perdas à economia. Alguns negros – por exemplo, Lázaro Ramos e Taís Araújo – deveriam ser levados à força para a África. Muitos, Taís entre eles, sofrem de vitimismo. Insistem em dizer que há racismo no Brasil. Martinho da Vila é vagabundo. Marielle Franco nunca foi negra. Era, sim, tudo aquilo que a mulher negra não deve ser. Absurdos que sejam, nenhum desses pensamentos me foi tão revelador da personalidade de Camargo quanto dizer que, se a escravidão foi ruim para os escravos, é benéfica para seus descendentes. No meu tempo, que já vai longe, quando se queria elogiar um afrodescendente (termo que ainda não existia), dizia-se que ele era “um negro de alma branca”. Quem elogiava era racista sem o saber, se é que isso é possível. Hoje, creio que a expressão se aplica melhor a pessoas como o novo presidente da Fundação Palmeiras. Negro de alma branca porque nega sua própria identidade. Volta-se contra ela. Combate os negros que lutam, não para serem aceitos, mas para terem lugar num mundo que é tanto seu quanto de qualquer ser humano que lhe seja diferente. A luta de Sérgio Nascimento Camargo é outra. Talvez ele acredite que, pensando como branco – branco racista – não seja um negro como os outros. Sua alma, pelo menos, é branca. Veja Mais

'Entre Facas e Segredos' é ótima trama de mistério com um 'dream team' de atores; G1 já viu

G1 Pop & Arte Diretor de 'Star Wars: Os Últimos Jedi' cria história digna dos melhores livros de Agatha Christie, com espaço para humor ácido e críticas sociais. Daniel Craig e Chris Evans se destacam. Entre os lançamentos de 2019 no cinema, "Entre Facas e Segredos", que estreia no Brasil no dia 12 de dezembro, é um dos mais inusitados (e melhores) deste ano. Principalmente, por três motivos: Porque trata de uma trama de mistério à moda antiga (no estilo "Quem matou?"), mas paradoxalmente ligada a várias questões polêmicas atuais, como fake news e xenofobia; Porque tem à sua frente um diretor que não tem medo de mexer nos clichês de um estilo consagrado e subvertê-los para deixa tudo com ar de novidade, como fez em "Star Wars: Os Últimos Jedi"; Porque é uma delícia de assistir. Com humor e ironia, diverte de uma maneira incomum, graças às situações inusitadas que vão surgindo. 'Entre Facas e Segredos': veja trailer A vantagem é que, desta vez, é possível que o diretor e roteirista Rian Johnson consiga agradar até mesmo o mais ferrenho admirador de histórias de suspense. Suas reviravoltas são bem aplicadas e jamais subestimam a inteligência do espectador. Isso sem falar em personagens ambíguos e bem defendidos por um elenco impecável, formado por um time dos sonhos. A trama começa como uma típica história contada por Agatha Christie, com a morte do escritor de livros de mistério Harlan Thrombey (Christopher Plummer), encontrado em seu quarto com o pescoço cortado um dia depois de completar 85 anos com sua família. Os policiais encarregados do caso, o tenente Elliott (LaKeith Stanfield, de "Corra!") e seu assistente Wagner (Noah Segan) chamam todos os parentes da vítima, além dos funcionários da casa. Entre eles está Marta Cabrera (Ana de Armas, de "Blade Runner 2049"), a enfermeira particular de Harlan. A ideia é interrogá-los e saber o que aconteceu na noite anterior ao crime. Daniel Craig e Ana de Armas em cena de "Entre Facas e Segredos" Divulgação Junto dos oficiais, está o famoso detetive particular Benoit Blanc (Daniel Craig, o 007), que usa os seus métodos nada convencionais para extrair a verdade de todos. Pouco a pouco, o investigador começa a perceber que nada nem ninguém é o que parece e todos parecem esconder segredos em relação ao morto e ao que teria levado à morte do milionário escritor. Contar mais da trama estragaria as diversas surpresas plantadas por Johnson. Mas dá para adiantar que, assim como fez em "Star Wars: Os Últimos Jedi", o cineasta subverte as regras do gênero e quebra expectativas. Ele deixa as coisas mais complicadas e surpreendentes já no meio da história. Parece o jogo 'Detetive'? Johnson parece mais preocupado em desenvolver sua ideia da maneira mais original possível, sem se esquecer a fonte que o inspirou a criar esse projeto. Isso fica bem claro, por exemplo, quando um dos personagens chega a dizer que a mansão onde o escritor morava parecia ter saído do jogo "Detetive". E isso não é por acaso. Christopher Plummer e Ana de Armas numa cena de "Entre Facas e Segredos" Divulgação Ambiguidade e hipocrisia O diretor quer deixar claro que seu filme é uma espécie de versão moderna de produções como "Os Sete Suspeitos" (que adaptou "Detetive" para o cinema) e a antiga série "Assassinato por Escrito", que até aparece sendo exibida numa TV em uma das cenas. Só que, espertamente, Johnson coloca um molho a mais, dando uma atualidade que cria uma identificação imediata com o público. Ele trabalha com personagens ambíguos e tridimensionais, bem longe da caricatura que geralmente se vê em obras do gênero. Assim, todos os membros da família são mostrados como pessoas falhas, nem boas nem completamente más. Apenas humanas e, de certa forma, ridículas. O que ajuda a tornar o humor das situações ainda mais saboroso. Uma das coisas mais divertidas é como eles gostam de enfatizar o quanto gostam da enfermeira Marta e que ela é como uma deles. No entanto, nenhum deles sabe exatamente de onde ela veio, reforçando a hipocrisia dos americanos que o diretor-roteirista queria trabalhar em "Entre facas e segredos". Chris Evans vive um jovem irônico e debochado em "Entre Facas e Segredos" Divulgação Nem tudo é o que parece Além de desenvolver bem as peças do jogo em seu tabuleiro, Rian Johnson também se preocupou em fazer um roteiro muito redondo, onde nada está por acaso na trama. É claro que isso acaba deixando o filme um pouco esticado demais, o que pode incomodar o espectador que estiver um pouco apressado para ver tudo resolvido logo. Mas quem não der muita bola para isso se sentirá bastante recompensado pela espera. Outro grande mérito do filme está no elenco. À frente dele, Daniel Craig funciona muito bem como o detetive que parece uma mistura de Sherlock Holmes e Hercule Poirot, e conta com o mesmo sarcasmo dos dois. O ator parece estar se divertindo bem mais aqui do que em qualquer filme da franquia Bond e dá ao personagem um sotaque sulista americano que fica mais convincente do que sua tentativa anterior em "Logan Lucky: Roubo em Família". Se Benoit Blanc voltasse, não seria surpresa. Além de Craig, vale destacar Chris Evans e Ana de Armas. O Capitão América surpreende como Ramson, neto de Harlan, bem diferente do bom moço que estamos acostumados a ver, com um jeito debochado e sempre com uma piada ácida na ponta da língua. Ele mostra que não está nem aí com a sua família. A atriz cubana, por sua vez, é o coração do filme. Mesmo diante de uma responsabilidade tão grande, ela não decepciona e cativa o público com seu grande carisma. Mas Johnson reserva ótimos momentos para que os outros atores e atrizes também possam brilhar no filme. Assim, Jamie Lee Curtis (de "Halloween"), Toni Collette ("Hereditário"), Michael Shannon ("O Homem de Aço"), que vivem os três filhos da vítima mostram seu habitual talento, principalmente diante de questões envolvendo sua dependência ao patriarca morto. Cena de 'Entre Facas e Segredos' Divulgação O ex-astro da série de TV "Miami Vice", Don Johnson, mostra aqui que quer ressuscitar a carreira como o marido de Jamie e se sai muito bem. Quanto a Christopher Plummer, é sempre um prazer vê-lo em ação. Os jovens Katherine Langford (da série "13 Reasons Why"), como a filha idealista de Collette, e Jaeden Martell (de "It: A Coisa"), como o filho politicamente incorreto de Shannon, também dão conta do recado. "Entre Facas e Segredos" também tem uma impecável direção de arte, que fica ainda mais evidente ao mostrar os interiores da mansão dos Thrombeys e alguns adereços, como a escultura feita de facas que fica num dos cômodos da casa. Os figurinos também são um achado, principalmente os de Blanc e dos filhos do morto. As cores revelam a personalidade de cada um deles. Pode ser que este trabalho seja lembrado em premiações. "Entre facas e segredos" se revela, no fim das contas, o melhor filme de Johnson até agora. O diretor conseguiu desta vez obter um resultado equilibrado e muito divertido que deve ficar na mente do público ao fim da sessão, já que soube encaixar as peças de uma maneira sublime. Afinal, aqui, saber quem é o assassino da história é importante, mas o desenvolvimento que ele criou é que torna essa mistura de Agatha Christie com Sir Arthur Conan Doyle algo muito cativante e elementar. Como diria o mais ilustre morador de Baker Street. Veja Mais

Aos 85 anos, João Donato arquiteta álbum de músicas inéditas para 2020

G1 Pop & Arte Disco promove a conexão do compositor e pianista com nomes da nova geração. Aos 85 anos, completados em agosto, João Donato continua em processo criativo com fôlego jovial. Na sequência de single duplo gravado com Tulipa Ruiz e editado em agosto, o compositor e pianista acriano arquiteta álbum com músicas inéditas previsto para ser lançado em 2020. A ideia é conectar Donato com artistas da nova geração – o que, a rigor, ele já vem fazendo nos últimos anos. Basta lembrar que, além do recente single com Tulipa, o artista lançou em 2016 Donato elétrico – álbum gravado com músicos jovens em time que incluiu integrantes do grupo paulistano Bixiga 70 – e, no ano seguinte, abriu parceria com o filho Donatinho no álbum Sintetizamor (2017). Veja Mais

Mariana Aydar saúda Dominguinhos no pulso final do álbum 'Veia nordestina'

G1 Pop & Arte Cantora apresenta as últimas três músicas de disco revelado em EPs editados entre abril e julho. Mariana Aydar revela na sexta-feira, 6 de dezembro, as últimas três faixas inéditas que compõem o repertório do sexto álbum da cantora e compositora paulistana, Veia nordestina, produzido por Marcio Arantes. O álbum foi paulatinamente apresentado em sequência de três EPs lançados entre abril e julho com três músicas, cada um. Capa do álbum 'Veia nordestina', de Mariana Aydar Ilustrações de Dani Acioly Das três faixas que permaneciam inéditas, uma é a regravação de Espumas ao vento (1997), o maior sucesso do cancioneiro autoral de Accioly Neto (1950 – 2000), compositor goiano de vivência pernambucana. Aydar desacelera o ritmo da composição, soprando Espumas ao vento como balada pop, com direito ao toque encorpado da guitarra de Guilherme Held. Mais dentro do eixo nordestino em que pulsa o disco, Venha ver é mix de arrocha e xote de autoria de Anastácia em parceria com Liane. A música bomba na batida eletrônica orquestrada pelo produtor Marcio Arantes, piloto do MPC, do baixo synth e das programações sobressalentes na gravação. Anastácia, para quem não liga o nome ao som, é a cantora e compositora pernambucana que foi parceira de Dominguinhos (1941 – 2013) na vida e na música. Mariana Aydar conviveu com Dominguinhos e chegou a documentar o legado do artista em filme. Mariana Aydar canta arrocha de autoria de Anastácia no disco produzido por Marcio Arantes Autumn Sonnichsen / Divulgação Por isso, faz todo sentido que o álbum Veia nordestina termine com saudação ao cantor, compositor e sanfoneiro pernambucano. Pontuada pelo toque do acordeom de Mestrinho, a gravação da canção autoral Para Dominguinhos flagra Mariana Aydar imersa em sertão inundado de saudade de artista que, de certa forma, parece ter servido de norte para a cantora seguir o pulso da veia nordestina. Essa veia oxigena álbum que dá tom contemporâneo a músicas abrigadas sob o arco rítmico dos gêneros genericamente rotulados como forró ao mesmo tempo em que se alimenta dessas ricas tradições musicais da nação nordestina. Veja Mais

Iggy Azalea lança 'The Girls' com participação de Pabllo Vittar

G1 Pop & Arte Música integra o EP 'Wicked Lips', também lançado nesta segunda-feira (2). Iggy Azalea Reprodução/Instagram Iggy Azalea divulgou nesta segunda-feira (2) seu EP "Wicked Lips". O projeto conta com quatro faixas. Entre elas, "The Girls", música que gravou em parceria com Pabllo Vittar. Em novembro, a possibilidade da parceria entre Iggy e Pabllo já deixava os fãs animados. Na ocasião, a cantora australiana fez um post no Twitter mostrando ansiedade. "Pabllo, não consigo manter esse segredo por muito mais tempo." Initial plugin text Além de "The Girls", o álbum "Wicked Lips". traz ainda a já lançada "Lola", com participação de Alice Chater, além das inéditas "Not Important" e "Personal Problem". Iggy Azalea: relembre clipes da cantora Veja Mais

'Amor de mãe': DJ Omulu comenta trilha sonora afinada com novela que põe o Rio em outro foco

G1 Pop & Arte DJ carioca emplacou pagodão e brega-funk na novela. Ele fala da trilha que mostra o Rio além da Zona Sul e explica conexões com o Nordeste e com a Regina Casé da ficção e da vida real. Omulu (esquerda), Duda Beat e Lux & Tróia Fernando Schlaepfer / Divulgação Está na cara que "Amor de mãe" mostra o Rio além da praia e da Zona Sul. Basta ver as cenas pelas ruas do subúrbio carioca. Mas dá também para ouvir isso na trilha, cheia de música brasileira, mas sem bossa-nova. O foco é outro: da MPB dos anos 1970 a vários ritmos populares atuais. Tem feminejo, funk, rap acústico, muito samba... O DJ carioca Antonio Antmaper, mais conhecido como Omulu, emplacou duas faixas: “Tô te Querendo”, com Luedji Luna e Àttøøxxá, que junta pagode baiano e afrohouse; "Meu Jeito de Amar”, brega-funk com Duda Beat, Lux & Tróia. Rio nordestino A novela das 21h começou com a história de Lurdes, vivida por Regina Casé, que sai do Nordeste para ganhar a vida no Rio. Tudo a ver com a história recente dos dois ritmos nordestinos que estão renovando sua força no Sudeste. "A gente estava tendo muitos ciclos de coisas do Rio e SP. Hoje o momento é do Nordeste, sem dúvida. Esses ritmos ficaram se aperfeiçoando e estão prontos não só para o mercado brasileiro como o mundial", diz Omulu. O DJ também é noveleiro, e comenta: "Acho que pegaram um recorte do Rio menos óbvio." "E 90% do Rio é aquilo ali. A menor parte é bossa, Ipanema, Leblon. Buscaram um Rio mais 'true'. Aquela tipo de cena debaixo da Linha Vermelha, por exemplo, é uma coisa legal e pouco explorada." LEIA MAIS: Major Lazer sonha com 'pagodão': 'Mercado é muito maior que pop americano' Arrocha, brega e funk: como os MCs e o batidão do Nordeste estão se espalhando pelo Brasil Como cultura do remix no brega-funk estica sucesso de hits e faz gênero crescer além de Recife Brasil que dá certo A atriz Regina Casé vive Lurdes em 'Amor de mãe' João Cotta/Globo Omulu é um personagem desse romance atual entre cenas populares efervescentes pelo país e um mercado sedento por conteúdo nacional, revitalizado pelo streaming. Há cinco anos, ele se destacou com produções de funk "rasteirinha", variação cadenciada e lenta do estilo carioca. Ele ajudou a conceber o som de Pabllo Vittar, antenado com vários ritmos brasileiros e com a música eletrônica gringa, no EP de estreia "Open bar" (2015). Desde então, já trabalhou com nomes que vão de Wesley Safadão a Elza Soares. Conexões Regina-Diplo-Omulu Omulu cita uma ligação mais antiga entre suas músicas e o universo de "Amor de mãe". O som do DJ não tem só a ver com a trajetória de Lurdes, mas com a de Regina Casé da vida real também. Regina é uma das conexões brasileiras de Diplo, o produtor americano entusiasta do funk, que ajudou a mostrar o potencial do batidão brasileiro no mercado global. Até hoje, quando Diplo vai a Salvador, fica hospedado na casa da atriz e apresentadora na Bahia. O antropólogo Hermano Vianna, amigo de Regina Casé, foi consultor do filme "Favela on blast" (2008), em que Diplo desbravou o funk, e depois ajudou a criar o programa "Esquenta!", que Regina desbravou esses e outros ritmos brasileiros. Não é coincidência a foto abaixo, que mostra a cantora M.I.A., na época em que ela se jogou no funk carioca junto com Diplo, ao lado de Regina Casé e da funkeira Deize Tigrona: Initial plugin text Anos depois, Diplo ajudou a avalizar a empreitada internacional de Anitta. Ele sempre teve contato com Rodrigo Gorky, do Bonde do Rolê, futuro produtor de Pabllo Vittar. E também com Omulu, com quem até hoje troca ideias que vão do funk 150 ao pagodão baiano. O DJ já fazia colagens musicais que incluíam o funk. Seu principal contato com o estilo, lá atrás, foi quando morou em Petrópolis, um berço da produtora Furacão 2000. Ele chegou a estudar Belas Artes e Ciência da Computação, mas queria mesmo fazer música. "Conheço o Diplo há uns 10 anos. Ouvi o disco dele "Florida" (2004), vi que tinha sample de baile funk e pirei. Achei o e-mail dele comecei a trocar ideia. Depois me reaproximei dele por causa do Gorky, na época em que a gente lançou a 'Open bar' da Pabllo", conta. DJ carioca Omulu Bruno Santiago Omulu prepara um disco para 2020 e vê um bom momento para a música dançante do Brasil. É uma ideia parecida com o que ele vê nas cenas de "Amor de mãe" na Linha Vermelha, que parecem de cinema americano e ao mesmo tempo são muito brasileiras. "Sempre busquei isso, uma brasilidade que dialogasse com o que rolasse nas pistas de dança ao redor do mundo." Veja Mais

Pussycat Dolls faz primeira apresentação antes de turnê que marca reunião do grupo após 10 anos

G1 Pop & Arte Nicole Scherzinger, Carmit Bachar, Ashley Roberts, Jessica Sutta e Kimberly Wyatt cantaram no 'The X Factor: Celebrity' e apresentaram trecho de música inédita. Pussycat Dolls Divulgação Pussycat Dolls fez uma breve apresentação antes de iniciar uma turnê que marca a reunião do grupo após 10 anos. Nicole Scherzinger, Carmit Bachar, Ashley Roberts, Jessica Sutta e Kimberly Wyatt se apresentaram no "The X Factor: Celebrity" e cantaram um medley dos hits do grupo, como "When I Grow Up", "Don’t Cha" e "Buttons". Além disso, elas também mostraram um trechinho da inédita "React". O grupo, que se separou em 2010, fará uma turnê comemorativa em 2020. Veja Mais