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China suspende estreia de filme de Tarantino após pedido de filha de Bruce Lee

G1 Pop & Arte Forma como ator dos filmes clássicos de artes marciais foi retratado incomodou família e amigos, segundo site "The Hollywood Reporter". Assista ao trailer de 'Era uma Vez em...Hollywood' O lançamento do filme de Quentim Tarantino, "Era uma vez em Hollywood", foi suspenso por tempo indeterminado na China. Segundo o site "The Hollywood Reporter", o pedido foi feito pela filha de Bruce Lee, Shannon, diretamente à Administração Nacional de Cinema do país para que fossem feitas mudanças na forma como seu pai foi retratado no filme. Lee é o único personagem de ascendência chinesa no filme. G1 já viu 'Era uma vez em Hollywood', veja a análise Interpretado por Mike Moh, o ator clássico dos filmes de artes marciais é apresentado como uma pessoa extremamente arrogante que afirma que poderia "paralisar" Muhammad Ali em uma luta. Porém, amigos e familiares criticaram Tarantino, afirmando que Bruce Lee não agia desta forma. Segundo o site americano, nenhuma explicação oficial para o cancelamento foi dada pelas autoridades chineses. O filme tinha estreia prevista para o dia 25 de outubro. No Brasil, o filme foi lançado no dia 15 de agosto. Veja Mais

Semana Pop tem luto no k-pop, separação e Joelma alfinetada por roqueiro; ASSISTA

G1 Pop & Arte Programa também fala sobre parceria de Ludmilla com Cardi B e os 10 anos de League of Legends. Entenda assuntos em alta no entretenimento em poucos minutos. Semana Pop tem luto no k-pop, separação e Joelma alfinetada por roqueiro O Semana Pop deste sábado (19) mostra a alfinetada de Digão, dos Raimundos, em Joelma e também o fim de Thiaguinho e Fe Souza. Você também vai entender o luto e um debate que cresce entre fãs de k-pop. O programa vai ao ar toda semana, com o resumo do que anda bombando no mundo do entretenimento. Tem música, cinema, TV, games, quadrinhos e internet. Tudo em poucos minutos. Veja todas as edições Ouça em podcast Desta vez, os temas são: Adeus, Sulli: A morte desta cantora e atriz esquentou ainda mais um debate entre fãs de k-pop; entenda Desencana: Não teve ousadia, nem alegria pra impedir a separação de Thiaguinho e Fernanda Souza. Lud e Cardi: Em meio ao climão de Ludmilla e Anitta, as duas passaram a dividir uma parceira musical - Cardi B. 10 anos de Lol: O jogo está pertinho de fazer uma década. Agora pode dizer que você se sentiu velho. Digão vs. Joelma: E a gente achava que briga entre rock e pop era coisa do passado... Veja Mais

Dilsinho apresenta nove músicas inéditas em álbum que antecede gravação ao vivo no Recife

G1 Pop & Arte Cantor lança disco que caracteriza como 'esquenta' para o registro de show programado para dezembro. Dilsinho apresenta nove músicas inéditas em álbum, Quarto e sala, que o cantor carioca de pagode caracteriza como "esquenta" da gravação do show Open house. Programada para 19 de dezembro, em apresentação do artista no Recife (PE), o registro audiovisual do show incluirá algumas músicas lançadas em Quarto e sala, álbum produzido por Dilsinho com Bruno Cardoso e com Michel Fujiwara. Mas Open house também terá músicas novas, apresentadas nesse inédito show que dará origem a álbum ao vivo em 2020. “O álbum vai servir de esquenta para as músicas do DVD e marcará uma passagem de tempo bem nítida. As referências do álbum de estúdio são mais intimistas, tradicionais e antigas, do figurino ao jeito de se portar. O DVD Open house marca justamente essa passagem de tempo, do antigo e do novo. Como se estivéssemos de casa nova, fazendo uma festa pra receber as pessoas”, compara Dilsinho, insinuando mudança de rota em carreira que, iniciada no universo do pagode, já vem sendo redirecionada para o pop nos últimos dois anos. Capa do álbum 'Quarto e sala', de Dilsinho Caio Humb Eis, na ordem do disco, as nove músicas inéditas cantadas por Dilsinho no álbum Quarto e sala: 1. Onze e pouquinho (Marcos Carvalho e Raffa Torres) 2. Deixa pra amanhã (Rapha Lucas e Matheus Aleixo) 3. Misturados (Samuel Deolli, Davi Jonas e Lucas Santos) 4. Sogra (Pedro Mendes) 5. Pequenos Detalhes (Brunno Gabryel, Rodrigo Melim e Ronaldinho Gaucho) 6. Quarto e sala (Bruno Cardoso, Sergio Jr. e Brunno Gabryel) 7. Combinado não sai caro (Rodrigo Melim) 8. Hora de voltar (Hugo Henrique e Ciro Neto) 9. 3 Pulinhos (Rapha Lucas e Pedro Mendes) Veja Mais

Semana Pop #59 - Luto no k-pop, separação e Joelma alfinetada por roqueiro

G1 Pop & Arte Programa também fala sobre parceria de Ludmilla com Cardi B e os 10 anos de League of Legends. Entenda assuntos em alta no entretenimento em poucos minutos. O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas - inclusive no G1, no GloboEsporte.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja Mais

Saxofonista Edu Neves aborda 'Garota de Ipanema' com a voz de Zeca Pagodinho

G1 Pop & Arte Gravação anuncia 'Olayá', álbum de tom carioca que o músico lançará em 2020 com participações de Seu Jorge e do trombonista Raul de Souza. Em cena desde 1984, como saxofonista e flautista requisitado por grandes nomes da música brasileira, o carioca Eduardo Neves sempre transitou com desenvoltura pelo choro e pelo samba – ritmos da cidade natal do Rio de Janeiro (RJ) – com a tal influência do jazz. Músico e arranjador que desenvolve paralelamente uma carreira solo, Edu Neves faz pulsar essa dilatada veia musical carioca no álbum que lançará no primeiro semestre de 2020, Olayá, pautado pelo universo sonoro do Rio. Entre choro, samba, samba-jazz e funk (ritmo já donatário em bailes e barracos da cidade), o músico aborda no disco – com a própria bossa – a icônica Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) em gravação feita com a voz macia de Zeca Pagodinho, uma das mais perfeitas traduções do espírito carioca. Com capa que procura retratar a garota de fama planetária sob o prisma da diversidade contemporânea, o single tem produção musical assinada por Guto Wirtti e é a primeira amostra do álbum Olayá. Capa do single 'Garota de Ipanema', de Edu Neves com Zeca Pagodinho Arte de Raphael de Luca, Pyetra Salles, Paulo H. Lange e Lucas Ribeiro No disco, Edu Neves convida virtuoses conterrâneos para participações especiais. O trombonista Raul de Souza é convidado de Mitchie's boogie, tema de autoria do anfitrião. Já o bandolinista Hamilton de Holanda toca em Caiu atirando, composição de Neves que abre o álbum Olayá. Cantor que também simboliza a bem temperada farofa musical carioca, Seu Jorge é o solista vocal do afro-samba Tempo de amor (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966) em gravação já programada para ser lançada como single em 3 de dezembro. O álbum Olayá será editado através da Audio Porto, gravadora que entra no mercado fonográfico a partir deste mês de outubro de 2019, como desdobramento do estúdio também chamado Audio Porto e criado em Porto Alegre (RS) em 2016. Sob direção artística de Lee Martinez, a gravadora já tem no elenco, além de Edu Neves, nomes como Arthur de Faria, Bebê Kramer e Delicatessen. Veja Mais

Dalva de Oliveira reluz em disco que amaina as paixões dessa estrela dos anos 1950

G1 Pop & Arte Áurea Martins e Gonzaga Leal celebram a cantora em álbum derivado de show apresentado em 2017. Voz da era do rádio, Dalva de Oliveira é lembrada no disco 'Olhando o céu, viu uma estrela' Reprodução parcial da capa do álbum 'Dalva de Oliveira canta boleros' Mãe de muitas vozes, a cantora paulista Dalva de Oliveira (5 de maio de 1917 – 30 de agosto de 1972) ardeu na fogueira das paixões ao dar a voz aguda a um repertório folhetinesco que priorizava sambas-canção, boleros e tangos. Em 2017, o cantor pernambucano Gonzaga Leal e a cantora Áurea Martins fizeram show no Recife (PE) para celebrar Dalva no ano do centenário de nascimento dessa estrela, cuja lâmina vocal cortou e acalentou corações ao longo dos anos 1950 como uma das rainhas da era do rádio. Dois anos depois, o show Olhando o céu, viu uma estrela chega ao disco, gravado (em estúdio) e mixado entre outubro de 2018 e agosto deste ano de 2019. Com luxuosa edição em CD (cujo encarte alinha textos sobre Dalva, fotos do show, letras das músicas e minuciosa ficha técnica da gravação), o álbum Olhando o céu, viu uma estrela reverbera em fogo brando o calor do cancioneiro de Dalva, estrela que irradiou dramas conjugais em boa parte desse repertório veiculado antes da revolução da Bossa Nova em 1958 e do refinamento da MPB projetada na era dos festivais dos anos 1960. Capa do álbum 'Olhando o céu, viu uma estrela', de Áurea Martins e Gonzaga Leal Divulgação Cantora diplomada na noite carioca, já a caminho dos 80 anos que festejará em 2020, Áurea Martins compensa o desgaste natural da voz com o pleno entendimento da linguagem do samba-canção. Dominando o idioma de Bom dia (Herivelto Martins e Aldo Cabral, 1942) e de Linda flor (Yayá) (Luiz Peixoto, Marques Peixoto, Henrique Vogeler e Cândido Costa, 1929), músicas soladas pela cantora no disco, Áurea se mostra menos vocacionada para fazer a exaltação do samba A Bahia te espera (Herivelto Martins e Chianca Garcia, 1952). Gonzaga Leal segue o tom ameno de Áurea. A feminina voz do cantor imprime ternura ao baião Kalu (Humberto Teixeira, 1952) e sugere a melancolia entranhada n'A camisola do dia (Herivelto Martins e David Nasser, 1953), samba-canção revivido em número de voz, piano (o de Maurício Cezar) e violoncelo (o de Fabiano Menezes). Em sintonia com o tom tradicionalista do canto dos dois solistas, os arranjos de Cacá Barreto – diretor musical do disco, em função dividida com Cláudio Moura – soam reverentes aos cânones desse repertório que tempera o melodrama com alguma dose de lirismo poético. Dalva de Oliveira é ouvida no disco através de reproduções de trechos de entrevista de 1970 Reprodução Crises conjugais – como a amargada publicamente por Dalva e o marido Herivelto Martins (1912 – 1972) – são as musas inspiradoras de mísseis folhetinescos como os sambas-canção Segredo (Herivelto Martins e Marino Pinto, 1947), Neste mesmo lugar (Klécius Caldas e Armando Cavalcanti, 1956) – rebobinado em tom abolerado com interpretação precisa de Áurea – e Cabelos brancos (Herivelto Martins e Marino Pinto, 1949), alinhado com correção por Leal. Na contramão da fervura do canto de Dalva, cuja voz icônica é ouvida ao longo do disco através da reprodução de trechos de entrevista da artista ao Museu da Imagem e do Som em 1970, Áurea Martins e Gonzaga Leal exaltam a estrela centenária em tons outonais neste álbum que amaina as paixões da intérprete e que é aberto com registro instrumental de Hino ao amor (Hymne a l'amour) (Edith Piaf e Marguerite Monnot, 1950, em versão em português de Odair Marsano, 1956). As intervenções dos convidados quebram a linearidade do roteiro. Intérprete que sempre brilhou no teatro da canção, Cida Moreira valoriza o disco ao recitar a letra de Palhaço (Nelson Cavaquinho, Oswaldo Martins e Washington Fernandes, 1952), ao dizer texto de Socorro Lira e ao reproduzir depoimentos de Dalva. A cantora Áurea Martins reafirma no disco que domina o idioma melodramático do samba-canção Percio Campos / Divulgação A cantora Isadora Melo divide com Gonzaga Leal as interpretações de Que será (Marino Pinto e Mário Rossi, 1950) e Estrela do mar (Marino Pinto e Paulo Soledade, 1952). Com 20 faixas alocadas em 67 minutos, o álbum Olhando o céu, viu uma estrela reapresenta o suprassumo do repertório de Dalva de Oliveira, acendendo no ouvinte o desejo de (re)ouvir a voz imortal dessa cantora que atravessou os anos 1950 como facho luminoso a irradiar paixões e fracassos. Vontade potencializada pelo fato de o disco terminar – antes da faixa-bônus que reprisa Segredo em dueto de Áurea com Isadora Melo – com a Valsa da despedida (Farewel waltz) (Robert Burns em versão de João de Barro e Alberto Ribeiro, 1941) na voz da própria estrela Dalva, tão reluzente que ainda ofusca as vozes que a iluminam. (Cotação: * * *) Veja Mais

Últimos dias

Lucas Lucco apresenta seis músicas inéditas em EP gravado em bar de Goiânia

G1 Pop & Arte Embora seja mineiro, Lucas Lucco começou oficialmente a carreira de cantor em Goiânia (GO) em 2013. É por isso que o artista costuma eleger a capital de Goiás para fazer registros de shows. Foi assim, mais uma vez, neste ano de 2019. Em 16 de setembro, Lucco subiu ao palco do Madalena Gastrobar, na cidade goiana, para apresentar seis músicas inéditas em show gravado ao vivo diante de plateia de cerca de 500 pessoas. Formatadas sob direção musical de Willi Baldo, essas seis músicas – Boquinha de cerveja, Desnecessário, Disney, Ex-pegador, Sumiu do mapa e Rolo, coisa e tal – estão sendo lançadas pelo cantor sertanejo no EP De bar em bar. O disco ao vivo está sendo posto no mercado fonográfico nesta sexta-feira, 18 de outubro, um mês após a gravação do show. Os registros audiovisuais das seis músicas serão lançados paulatinamente no canal oficial de vídeos de Lucco. O da música Sumiu no mapa (Rodrigo Marco, Kaique KeF e Felipe KeF) já está disponível. Capa do EP 'De bar em bar', de Lucas Lucco Reprodução Veja Mais

Jane Fonda é detida de novo em protesto nos EUA

G1 Pop & Arte Jane Fonda, atriz de 81 anos, foi mais uma vez detida em um protesto de ativistas ambientais em Washington, nos EUA, nesta sexta-feira (18). Vídeos nas redes sociais mostram a atriz sendo algemada e levada em uma viatura policial. O protesto do grupo Oil Change International exigia medidas contra o aquecimento global. Ela já havia sido detido na semana passada pelo mesmo motivo. Veja Mais

Zoë Kravitz será Mulher-Gato em novo filme do Batman

G1 Pop & Arte Além da atriz, filme de Matt Reeves tem Robert Pattinson e Paul Dano no elenco. Previsão de estreia é para 2021. Zoe Kravitz vai viver Mulher-Gato nos cinemas Angela Weiss / AFP Zoë Kravitz ("Big Little Lies") será Mulher-Gato na próxima adaptação do Batman para o cinema. O filme será dirigido por Matt Reeves e tem estreia marcada para junho de 2021. A atriz recebeu elogios de duas veteranas que já interpretaram a personagem. "Mensagem especial para a eternamento graciosa e extremamente forte Zoë Kravitz. Continue brilhando, rainha, e bem-vinda à família", disse Halle Berry, protagonista do filme de 2004 dedicado à Mulher-Gato. Já Michelle Pfeiffer, que deu vida à personagem no filme "Batman: O Retorno", de 1992, disse que estava muito feliz com a escolha e deu um conselho: "Garanta que, durante o planejamento do uniforme, eles pensem em como você vai ao banheiro", brincou a atriz durante o programa "Good Morning America". Também estão confirmados Robert Pattinson como o Homem Morcego e Paul Dano como o vilão Charada. O ator britânico conhecido pela saga "Crepúsculo" assume o papel interpretado até o momento no universo cinematográfico da editora por Ben Affleck. Com 32 anos, Pattinson se tornará o ator mais jovem a viver o herói nos cinemas. Veja Mais

BTS lança remix de 'Make it right' com Lauv; OUÇA

G1 Pop & Arte Grupo sul-coreano e artista americano lançaram vídeo com imagens de shows e animação. BTS faz parceria com Lauv Divulgação O super grupo de k-pop BTS e o artista pop americano Lauv lançaram nesta sexta (18) o remix de "Make It Right". A música vem acompanhada de um MV (music video, gíria kpoper para clipe) com imagens de shows do BTS e uma animação sobre um garoto triste. Assista abaixo: Lauv é uma das atrações confirmadas na edição do Lollapalooza 2020. Veja a lista completa. Veja Mais

Taiguara refaz o caminho de Geraldo Vandré em disco póstumo com gravações inéditas

G1 Pop & Arte EP 'Como Lima Barreto' apresenta músicas nunca registradas oficialmente e reaviva a 'voz operária' do cantor uruguaio que se fez ouvir no Brasil dos anos 1960 e 1970. Embora nascido no Uruguai, o cantor e compositor Taiguara Chalar da Silva (Montevidéu, 9 de outubro de 1945 – São Paulo, 14 de fevereiro de 1996) se projetou no Brasil inflamado dos anos 1960 como espécie de guerrilheiro da canção. Taiguara foi um dos artistas que levantaram a voz potente contra o autoritarismo do regime militar instaurado no Brasil em 1964. A face engajada do cantor se fez visível sobretudo ao longo dos anos 1970, década em que o artista teve músicas e discos censurados. Taiguara se orgulhava de ter "voz operária", como brada em verso do chamamé Voz do Leste, música de ritmo gaúcho que lançou há 35 anos em gravação feita pelo compositor com a dupla Cacique & Pajé para o álbum Canções de amor e liberdade (1984). Música composta quando Taiguara morava na periférica zona leste da cidade de São Paulo (SP), Voz do Leste reaparece no canto de Taiguara em disco com registros inéditos do artista. Capa do EP 'Como Lima Barreto', de Taiguara Antonio Guerreiro Com quatro gravações inéditas extraídas de áudios de fitas cassetes do colecionador Marcello Pereira Borghi, tratadas em estúdio pelo engenheiro de som Leonardo Nakabayashi, o EP Como Lima Barreto aporta na sexta-feira, 18 de outubro, nas plataformas de música através de parceria das gravadoras Kuarup e Saravá Discos. Na capa, Taiguara é visto em imagem inédita de Antonio Guerreiro, extraída de ensaio feito por Taiguara com o fotógrafo em 1973 para o álbum Fotografias. Com produção musical de Zeca Baleiro, como informa a capa do disco, o EP Como Lima Barreto reverbera a "voz operária" de Taiguara, sobretudo na gravação ao vivo que abre o disco. Nesse registro, antes de cantar a já mencionada Voz do Leste, Taiguara interpreta Pra dizer que não falei de flores, histórico hino guerrilheiro do compositor paraibano Geraldo Vandré, vítima de perseguições da ditadura por conta dessa marcha aliciante que incendiou a plateia de festival de 1968 ao conclamar o povo a lutar usando as flores como armas na guerra contra a opressão. Taiguara tem a música inédita 'Paulistana' apresentada no disco produzido por Zeca Baleiro Antonio Guerreiro / Divulgação Antes de dar voz à canção popularmente conhecida como Caminhando, com a adesão do público, Taiguara faz discurso em que exalta Vandré – "... Soube usar essa terra fértil para passar a mensagem mais importante da época e nos acordar em um canto irmão e coletivo" – e, antes, traça a linha evolutiva da Bossa Nova, da qual Taiguara foi improvável discípulo no álbum que apresentou o cantor ao Brasil em 1965. O intérprete marcha pelos acordes simples (mas poderosos) de Caminhando com voz e o violão reverentes ao registro clássico da música por Vandré. Na sequência, o EP Como Lima Barreto apresenta música inédita de Taiguara, Paulistana, exemplo da veia romântica do guerrilheiro. Para vir à tona, a melodiosa e lírica Paulistana ganhou os toques adicionais do piano, do acordeom e o baixo de Adriano Magoo, músico da banda de Zeca Baleiro. Na sequência, o disco apresenta o primeiro registro fonográfico oficial do samba-enredo que inspirou o nome do EP, Tal como Lima Barreto. Taiguara canta no disco póstumo um samba-enredo em tributo ao escritor Lima Barreto Reprodução / Capa de disco Composto em exaltação ao escritor carioca Lima Barreto (1881 – 1922) para a escola de samba Unidos da Tijuca, mas nunca utilizado, o samba está em sintonia com a postura engajada de Taiguara. "Na vida, infelizmente, quem não luta não é gente", sentencia o guerrilheiro da canção em verso do samba. Completando o lote de gravações inéditas, o EP traz Ave menina, música feita pelo compositor nos anos 1980 para a segunda esposa, Eliane Potiguara. Há registros ao vivo da música na internet com o autor, mas Taiguara nunca a registrou em disco. A gravação apresentada no EP foi finalizada com os toques do baixo acústico de Fernando Nunes e do violão de Rogério Delayon. Além do alto documental, o disco Como Lima Barreto tem importância potencializada pelo fato de reverberar a "voz operária" de Taiguara em momento em que o Brasil precisa de guerrilheiros das canções para impor o valor da arte. (Cotação: * * * *) Veja Mais

Mulher de ator que interpretou Tarzan é morta a facadas por filho nos EUA

G1 Pop & Arte Valerie Lundeen foi morta por Cameron Ely, de 30 anos, que em seguida foi baleado e morto pela polícia de Santa Bárbara, na Califórnia. Ron Ely, ator que intepretou o Tarzan na TV nos anos 1960 Divulgação Valerie Lundeen, esposa de Ron Ely, ator que interpretou o Tarzan na série de TV dos EUA nos anos 1960, foi morta a facadas pelo filho do casal, Cameron Ely, na quarta-feira (16), segundo a polícia de Santa Bárbara, na Califórnia. Cameron Ely, de 30 anos, foi morto a tiros em seguida pelos policiais. Representantes da polícia disseram que ele "se mostrou uma ameaça" quando os agentes chegaram ao local do crime, e foi baleado. Ron Ely, de 81 anos, está em segurança, informaram as autoridades de Santa Bárbara. A polícia não divulgou mais detalhes sobre o crime. Ron Ely como o Tarzan na série de TV dos EUA dos anos 1960 Divulgação Veja Mais

Alicia Alonso, lenda cubana do balé, morre aos 98 anos

G1 Pop & Arte Ela morreu devido a uma doença cardiovascular. A bailarina Alicia Alonso, fundadora do Balé Nacional de Cuba, na abertura do 25º Festival Internacional de Balé de Havana Alexandre Meneghini/Reuters A lendária bailarina e coreógrafa cubana Alicia Alonso morreu nesta quinta-feira (17) em Havana aos 98 anos, informou o Ballet Nacional Cubano. Alonso, a única latino-americana a ter o título simbólico de "prima ballerina assoluta" (concedido aos bailarinos mais excepcionais), morreu às 11h locais, segundo o porta-voz da companhia que ela fundou em 1948 e dirigiu até a sua morte. Ela morreu devido a uma "doença cardiovascular". "Alicia Alonso se foi e nos deixa um vazio enorme, mas também um legado intransponível. Ela colocou Cuba no altar do melhor da dança mundial. Obrigado Alicia por seu trabalho imortal", tuitou o presidente cubano Miguel Diaz Canel. Muitos evocam a dançarina disciplinada e temperamental como poucas outras, que seduziu o público com seus giros virtuosos, bem como a coreógrafa exigente que fazia repetir incansavelmente os movimentos em busca da perfeição. Outros a veem como a grande dama cubana que deu sua alma ao falecido Fidel Castro. Foi com o apoio do líder cubano que sua escola criada em 1948 ganhou impulso, a partir de 1959. Alonso, que estreou na Broadway em 1938, ficou quase cega aos 20 anos de idade, depois de sofrer um duplo descolamento de retina. Ela dançou quase toda a sua vida sendo guiada pelas luzes do palco, segundo seu marido e diretor do Museu Nacional de Dança, Pedro Simón. Ela se aposentou em novembro de 1995, aos 74 anos. A reinterpretação que fez durante meio século do personagem do famoso balé romântico "Giselle" elevou-a aos altares da dança clássica. A crítica foi unânime: Alicia Alonso nasceu para que Giselle não morresse. Veja Mais

Emicida reúne Fernanda Montenegro, Marcos Valle e Zeca Pagodinho no álbum 'AmarElo'

G1 Pop & Arte Disco sai em 30 de outubro com 11 músicas e com capa que expõe foto de crianças indígenas. Zeca Pagodinho e Emicida em estúdio na gravação da música 'Quem tem um amigo (Tem tudo)' Reprodução / Instagram Emicida Com capa engajada que expõe crianças indígenas em foto da ativista Claudia Andujar, o terceiro álbum de estúdio de Emicida, AmarElo, será lançado em 30 de outubro com 11 músicas produzidas por Nave. Heterogêneo, o time de convidados do disco concilia nomes ligados ao universo do hip hop – como Drik Barbosa (na música 9nha) e MC Tha (na faixa Ordem natural das coisas) – com artistas de outros universos. A maior surpresa nesse time é Fernanda Montenegro. Celebrada pelo Brasil neste mês de outubro de 2019 pelos 90 anos de vida completados na quarta-feira, 16, a atriz carioca figura na faixa Ismália, música gravada por Emicida com a adesão da cantora Larissa Luz. Outro estranho no ninho do hip hop é o sambista Zeca Pagodinho, convidado do rapper paulistano na música Quem tem um amigo (Tem tudo), faixa que também reúne a dupla Os Prettos e a Tokyo Ska Paradise Orchestra. Capa do álbum 'AmarElo', de Emicida Claudia Andujar Cantor, compositor e pianista projetado no universo carioca da Bossa Nova, Marcos Valle reforça o time de colaboradores do álbum AmarElo, participando, ao lado de Thiago Ventura, da música Pequenas alegrias da vida adulta. Já a cantora Fabiana Cozza engrossa o coro da faixa que abre o disco, Principia, ao lado das Pastoras do Rosário e do Pastor Henrique Vieira. Detalhe: uma das inspirações para a criação da expressiva capa do disco AmarElo é a a capa de Stakes is high (1996), álbum do grupo americano de rap De La Soul, conhecido por atuar no hip hop na contramão da linha violenta gangsta. "O rap é compreendido por um estereótipo que é o mesmo dado às pessoas pretas, como a raiva e a pobreza. Muitas vezes, o discurso das músicas corroborou com isso. Por mais que a denúncia seja valiosa, ela achata a experiência e não faz justiça a tudo o que somos. Em AmarElo, a gente foge desse espectro previsível do que o rap pode ser", ressalta Emicida. Emicida em estúdio durante a gravação do álbum 'AmarElo' Reprodução / Instagram Emicida Veja Mais

Chaves, Chapolin e sua turma terão novos programas de TV, remakes, filmes e desenhos

G1 Pop & Arte Anúncio foi feito pelo Chespirito Group nesta quarta-feira durante feira em Cannes, na França. Casados na vida real, Florinda Meza e Roberto Bolaños interpretavam Dona Florinda e Chaves Divulgação Roberto Gómez Bolaños, ator e produtor mexicano morto em 2014 , será o tema de uma série biográfica e seus personagens emblemáticos voltarão às telas, anunciaram nesta quarta-feira os produtores na feira de conteúdos televisivos de Cannes. O Chespirito Group e o THR3 Media Group, com sede no México, confirmaram os planos de produzir vários programas de televisão com os personagens criados por Bolaños, incluindo o Chapolin Colorado. O comediante criou mais de cem personagens e dezenas de séries de comédia e filmes durante seis décadas de carreira que o transformaram em uma estrela na América Latina. Ele morreu em 2014 aos 85 anos. Os produtores revelaram o projeto na MIPCOM, a maior feira de conteúdo televisivo do mundo, realizada em Cannes, na França. A revista especializada "Hollywood Reporter" informou que o novo universo de Chespirito começará com uma série biográfica, que será seguida de desenhos animados, "remakes" e filmes, entre outros produtos de entretenimento. "É um projeto que meu pai só poderia imaginar em sonhos", declarou Roberto Gómez Fernández, filho do criador de "Chaves". Veja Mais

Kevinho divulga atestado médico: ausência no Rock in Rio foi por intoxicação com comida japonesa

G1 Pop & Arte Assessoria do cantor divulgou pedido de repouso por três dias. Kevinho divulga atestado médico para justificar ausência no Rock in Rio 2019 Divulgação A assessoria do cantor Kevinho divulgou atestado médico com a justificativa de sua ausência no Rock in Rio 2019: quadro de intoxicação alimentar e desidratação após jantar com comida japonesa. O pedido médico recomendava repouso de três dias. O funkeiro faria participação no show de Funk Orquestra com Ludmilla, Fernanda Abreu & Buchecha no sábado (5) no Palco Sunset. Nesta quarta (16), a assessoria do cantor disse que ele começou a passar mal no dia 3 de outubro, após o jantar japonês. "Durante toda a sexta-feira (4), Kevinho foi medicado e acompanhado por médico. Porém na madrugada do dia 5, por volta das 3h, o cantor não apresentou melhora e foi diagnosticado com um quadro de desidratação." "Com isso, o médico prescreveu repouso absoluto, o que nos levou a cancelar os dois shows daquele final de semana: a participação no Rock In Rio (RJ) e o show no Estância alto da Serra (SB) conforme nota enviada à imprensa", esclareceu a assessoria. Veja Mais

Nicki Minaj entrega colaboração com Adele durante entrevista: 'Mas ela me fez jurar segredo'

G1 Pop & Arte Em conversa com o Entertainment Tonight, rapper confirmou que as duas artistas estão trabalhando juntas e, embora não tenha dado muitos detalhes, contou que já existe um vídeo gravado. Nicki Minaj entrega colaboração com Adele durante entrevista Reprodução/Instagram Se você quiser manter algo em segredo, não conte para Nick Minaj. Durante uma entrevista ao Entertainment Tonight, a rapper entregou que está trabalhando em parceria com Adele, mesmo a cantora tento pedido segredo. "Sim, sim e sim", respondeu Minaj bastante empolgada ao ser questionada se ela e Adele estariam trabalhando em algum projeto ou até mesmo só fazendo considerações sobre uma colaboração em um futuro próximo. "Mas Adele me fez jurar segredo, então não estou permitida a falar para ninguém que estou trabalhando com ela. E que já gravamos um vídeo. E que é uma música épica", entregou Minaj sem se prolongar nos detalhes. Adele já havia revelado em outras ocasiões ser fã de Minaj. Segundo a imprensa internacional, a colaboração provavelmente fará parte de um próximo álbum de Adele. Initial plugin text Veja Mais

Felicity Huffman se apresenta em prisão para cumprir pena por escândalo com faculdade

G1 Pop & Arte Em setembro, atriz foi condenada a 14 dias de prisão e multa de US$ 30 mil após fraude para filha ser aprovada em faculdade. Felicity Huffman ao lado do marido, William H. Macy, em imagem de setembro, após atriz ser condenada em escândalo com faculdade REUTERS/Katherine Taylor A atriz Felicity Huffman, estrela de "Desperate Housewives", se apresentou a uma prisão federal na Califórnia nesta terça-feira (15) para cumprir pena de 14 dias de detenção devido a sua participação em um vasto escândalo envolvendo admissão em faculdades dos Estados Unidos. A atriz, de 56 anos, se entregou a autoridades em Dublin, Califórnia, disse seu porta-voz em comunicado. A sentença, dada pela juíza distrital Indira Talwani, determina duas semanas de prisão depois da atriz se declarar culpada de conspiração relacionada ao pagamento de US$ 15 mil (cerca de R$ 62,6 mil) para conseguir respostas corretas de um teste de sua filha para admissão na faculdade. "Huffman está preparada para cumprir a prisão que a juíza Talwani ordenou como parte da condenação imposta por atos de Huffman", disse seu porta-voz no comunicado. "Ela começará a cumprir o restante da sentença imposta pela juíza Talwani - um ano de liberdade condicional, que inclui 250 horas de serviço comunitário - quando for libertada." A atriz, que ganhou o prêmio Emmy com o seriado de TV "Desperate Housewives" e foi indicada ao Oscar de melhor atriz por seu papel no filme "Transamérica", de 2005, disse que sua filha não sabia do esquema até a atriz ser detida 12 de março. Nos dias após a prisão de Huffman, a faculdade cancelou o aval para ingresso da filha. O ator William H. Macy, marido da atriz, não foi acusado pelo esquema. Huffman está entre as 52 pessoas acusadas de participar de um esquema abrangente em que pais ricos se envolveram no suborno e fraude com um consultor de admissões de faculdades da Califórnia para que seus filhos pudessem ingressar nas melhores faculdades do país, incluindo Yale, Stanford e a Universidade do Sul da Califórnia. William "Rick" Singer, o consultor, se declarou culpado em março por acusações decorrentes do esquema organizado para corrigir respostas erradas nos exames de admissão na faculdade e subornar treinadores universitários para apresentar os filhos de seus clientes como falsos recrutas atléticos. Alguns pais se declararam culpados e foram condenados. Outros pais alegaram inocência e serão julgados, incluindo a atriz Lori Loughlin da série "3 é Demais" (Full House) e seu marido, o estilista Mossimo Giannulli. Nenhum aluno foi acusado criminalmente. Veja Mais

'League of legends' comemora 10 anos e anuncia jogo de cartas e versão para celulares e consoles

G1 Pop & Arte Em festa em São Paulo com jogadores profissionais e streamers, Riot divulgou desenvolvimento de produtos para expandir universo de seu moba. 'League of Legends: Wild Rift' será versão para aparelhos móveis e consoles Divulgação Para começar a comemoração dos dez anos de "League of legends", a Riot anunciou o desenvolvimento de diferentes jogos para expandir seu universo e em outros gêneros, uma versão para dispositivos móveis e consoles e até uma animação. O moba (arenas de batalhas multiplayer online) completa uma década no dia 27. A divulgação foi feita através de um longo vídeo transmitido pela desenvolvedora e comemorado pela comunidade de jogadores em eventos realizados em diversos países. No Brasil, a festa reuniu jogadores profissionais, streamers e jornalistas. Dentro do pacote de novidades, estão "League of legends: Wild Rift", o jogo de cartas "Legends of Runeterra", a série animada "Arcane" e mais informações sobre o jogo de luta ainda sem nome, todos passados no universo de "LoL". A empresa ainda falou sobre o projeto de um game de tiro em primeira pessoa com novos personagens, também sem título, e algumas mudanças em seu game principal e em "Teamfight tactics". 'League of legends: Wild Rift' 'League of Legends: Wild Rift' será versão para aparelhos móveis e consoles Divulgação A Riot garante que a versão para aparelhos móveis (Android e iOS) e consoles de seu moba é uma reconstrução completa do game, desenvolvida desde o começo pensada para as novas plataformas. Os comandos serão baseados em controles que abandonam a lógica de mouse e teclado, e a ideia é atingir um público maior e menos engajado através de partidas mais rápidas, que duram de 15 a 20 minutos. Com 40 heróis disponíveis no lançamento, a empresa afirma que o jogo oferecerá crossplay entre os diferentes dispositivos. "Wild Rift" deve chegar de forma gratuita no fim de 2020, primeiro para aparelhos móveis, mas testes alfa e beta devem acontecer ainda em 2019. 'Legends of Runeterra' 'Legends of Runeterra' leva 'LoL' para um jogo de cartas Divulgação O game de cartas utiliza os mesmos personagens de "LoL" e introduz alguns novos heróis a seu universo. "Legends of Runeterra" deve ser lançado para computadores e dispositivos móveis em 2020, mas já tem testes antecipados e limitados em PCs até o próximo domingo (20). Projetos L, F e A 'Project A' é o jogo de tiro em primeira pessoa ainda sem nome da Riot Divulgação A Riot ainda aproveitou para anunciar o desenvolvimento de três novos projetos que expandem de forma significativa suas ambições. Com títulos ainda provisórios, eles levam a desenvolvedora a gêneros bem diferentes dos mobas. O "Project L" é um jogo de luta anunciado na EVO 2019, em agosto, que coloca alguns dos heróis de "LoL" para se enfrentarem. Apesar de algumas imagens novas, a empresa afirmou que os fãs não devem esperar novidades em pouco tempo. Já o "Project F" também deve se passar dentro do universo do moba, mas não ganhou muitas informações. Pelas imagens, parecia se tratar de um dungeon crawler no estilo de "Diablo 3". O público pode esperar alguma jogabilidade entre diversos jogadores, já que a Riot promete que uma experiência "com seus amigos". Por fim, o "Project A" será um jogo de tiro em primeira pessoa focado em personagens e suas diferentes habilidades cujo cenário será a Terra em um futuro próximo. Novidades serão anunciadas em 2020. ''TFT e 'LoL' não foram esquecidos Senna será a nova campeã de 'League of legends' Divulgação O produto principal da Riot não foi esquecido. Além de Senna, uma nova personagem atiradora de suporte, lançada em 10 de novembro, a empresa anunciou uma mudança na mecânica dos dragões, a volta temporária do modo Ultra Rápido e Furioso (URF) com seleção de campeões completa e uma série de presentes para os jogadores entre os dias 17 e 27. Já "Teamfight Tactics", o bem-sucedido modo estilo autochess de "LoL", deve ganhar uma versão para aparelhos móveis no primeiro trimestre de 2020. 'Arcane' 'Arcane' é a série animada de 'League of Legends' Divulgação A série animada foi desenvolvida pela própria Riot, que ainda estuda como será seu lançamento e distribuição, prevista para 2020. "Arcane" contará a história das origens de duas campeãs icônicas de "LoL". Testes em festa Os anúncios foram celebrados em uma festa em São Paulo, que reuniu nomes como os jogadores profissionais Felipe "brTT", Gabriel "Kami" Bohm Santos e Matheus "dyNquedo" Rossini Miranda, e streamers como Mônica "Riyuuka" Arruda e Bianca "Thaiga" Lula. O público aplaudia e gritava a cada novidade e momento marcante da história do jogo. Depois da transmissão, ainda teve acesso a testes de "Legends of Runeterra" e "Wild Rift". Veja Mais

Pesquisadora de Porto Alegre transforma pesquisa sobre fãs de super-heróis em HQ

G1 Pop & Arte Larissa Becko virou a 'Caçadora de Fãs' no livro em que conta como foi sua pesquisa com fãs de super-heróis. No trabalho, ela traçou um perfil de quem segue alguns dos personagens mais populares da cultura pop. Larissa virou a "Caçadora de Fãs" em HQ sobre sua dissertação de mestrado Reprodução Uma história em quadrinhos que conta a trajetória de uma caçadora de fãs, em busca de personagens que são admiradores dos super-heróis das...histórias em quadrinhos. Eis o resumo do livro originado no trabalho de dissertação da estudante porto-alegrense Larissa Becko, que se tranformou ela mesma em um personagem ao pesquisar o universo do fanatismo pelos super-heróis da cultura pop. O livro "Caçadora de Fãs" foi viabilizado por campanha de financiamento coletivo na internet, e deve ser lançado até dezembro deste ano, segundo a autora. O prólogo pode ser conferido no site do projeto. A ideia do trabalho para o mestrado de Ciências da Comunicação nasceu da vontade de "olhar a audiência", segundo Larissa. "Porque é muito encantador ver o quanto as pessoas se dedicam a essas temáticas, e às vezes acabam escolhendo determinadas carreiras e profissões, nome do filho, em função deste fascínio que têm por esse universo", comenta a estudante, ela mesma uma fã de HQs. O formulário padrão que deu o pontapé inicial na pesquisa obteve mais de 1 mil respostas. Dessa amostra, Larissa selecionou seis fãs, para entrevistas qualitativas. Dentre os diversos super-heróis que povoam o imaginário dos entrevistados, alguns nomes despontaram como os preferidos. Preferência por Superman, Batman e Homem Aranha O Superman apareceu como o mais popular nas entrevistas focadas. Já no questionário, os participantes demonstraram predileção pelo Homem-Aranha e o Batman. Foi possível notar também que os fãs de super-heróis não se envolvem com as histórias apenas como um hobby, mas acabam influciados pelos quadrinhos. "Na maioria dos casos, as escolhas de vida, de carreira deles são diretamente influenciadas por esse gosto pela cultura pop", diz Larissa. Por exemplo, um dos entrevistados é ilustrador por conta das histórias em quadrinhos, e hoje sobrevive dessa produção. Ideais como moral, ética, certo e errado também aparecem balizados pelos personagens e suas condutas, observa Larissa. O meio em que as histórias são consumidas apresenta variação. O consumo das revistas é mais forte entre os fãs mais velhos. Já no caso dos mais jovens, a internet é a maior fonte de histórias e informações sobre os super-heróis. E comprar os produtos relacionados aos personagens preferidos aparece como uma constante entre todos os interessados. "Vestir a camiseta, ter o boneco na estante, o pôster pendurado na parede, esse tipo de coisa", relaciona a estudante. Estudante programa lançamento do livro para dezembro deste ano Arquivo pessoal A participação feminina De todos os respondentes do questionário, 23% são mulheres, afirma Larissa. O número, para a pesquisadora, não corresponde ao público verificado nos eventos temáticos e nas sessões de cinema de super-heróis, em comparação. "Nesses locais, a equidade [entre homens e mulheres] é muito maior", diz. Para Larissa, a baixa adesão à pesquisa acontece porque muitas mulheres não se identificam como fãs, apesar de consumirem esses produtos. "Porque isso gera para elas um esforço de ter que provar que elas são fãs, ao passo que os meninos, não". Nas entrevistas focadas, a única personagem feminina a ser citada pelos fãs de quadrinhos foi a Mulher Maravilha. 'Caçadora de fãs' Larissa se transformou em "Caçadora de Fãs" ao idealizar a história em quadrinhos originada em sua pesquisa. E a missão dessa super-heroína acadêmica é apresentar o percurso da pesquisa, e desmistificar as ideias que constuma-se ter sobre a dissertação acadêmica. "Mostrar, ilustrar para um público um pouco mais amplo, como que é uma pesquisa de campo, como que a metodologia é construída, como que o relacionamento com os autores, os colegas, os eventos, acaba acontecendo". Com o ilustrador Thiago Krening e o roteirista Fabio Mesmo, Larissa inseriu elementos de humor, fantasia e ficção, que não aconteceram de fato, mas tornam a história mais divertida. Veja Mais

Pabllo Vittar revela a capa de 'Parabéns', single gravado com Psirico

G1 Pop & Arte Pabllo Vittar revelou em rede social a capa de Parabéns, segundo single do terceiro álbum da cantora, 111. Gravado com o grupo baiano Psirico, personificado na figura do vocalista e percussionista Marcio Victor, o single Parabéns tem lançamento confirmado para quinta-feira, 18 de outubro. Já o álbum trilíngue 111 continua previsto para 1º de novembro, data do 25º aniversário de Vittar. O repertório concilia músicas gravadas em português, em inglês e em espanhol. Lançado três meses depois do single inicial Flash pose (Maffalda, Zebu, Aluna Francis, Arthur Marques, Charlotte Aitchison, Pablo Bispo e Rodrigo Gorky, 2019), Parabéns mistura funk e pagode baiano com alta dose de beats eletrônicos. Veja Mais

Em autobiografia, Elton John diz que Michael Jackson não conseguia lidar com a companhia de adultos

G1 Pop & Arte Livro foi lançado nesta terça-feira (15). Nele, John conta que conheceu Michael quando ele tinha 14 anos. 'Era o garoto mais adorável que você pode imaginar.' Elton John durante 22ª Conferência Internacional sobre a Aids em Amsterdã. REUTERS/Yves Herman Elton John lançou nesta terça-feira (15) sua "primeira e única autobiografia oficial". "Esta é a verdadeira história da minha vida, contada por mim. Espero que todos vocês gostem", escreveu o cantor em uma publicação no Instagram. O livro leva o nome de "Me, Elton John". Em um dos trechos, o cantor fala sobre Michael Jackson. Segundo o jornal The Independent, John diz que o cantor morto em 2009 "não conseguia lidar com a companhia de adultos". Elton John recorda de um incidente em que encontrou Michael jogando videogame com o filho de 11 anos de sua empregada doméstica depois de tê-lo convidado para um jantar com seu então futuro marido, David Furnish. Initial plugin text O cantor lembra que Jackson parceria terrível durante o evento e não conseguia comer nada do que foi servido no jantar. "Após um tempo, depois de ficar calado na mesa, ele desapareceu. Quando finalmente o encontramos, duas horas depois, ele estava em uma cabana no jardim da Woodside onde minha empregada doméstica vivia." "Ela estava sentada lá, assistindo Michael Jackson jogando videogame com o filho dela de 11 anos de idade. Por alguma razão, ele não conseguia lidar com a companhia de adultos." John conta que conheceu Michael quando o cantor tinha cerca de 14 anos. "Ele era o garoto mais adorável que você pode imaginar. Mas com o passar dos anos, ele começou a se isolar do mundo e da realidade, assim como Elvis Presley fez." "Deus sabia o que estava acontecendo em sua cabeça, e Deus sabia que as drogas prescritas estavam contaminando ele, mas todas as vezes que eu o vi em seus últimos anos, eu saia pensando que aquele pobre rapaz estava completamente perdido". "Ele estava verdadeiramente doente mentalmente e era uma pessoa perturbadora de estar por perto. Isso era muito triste, mas ele era uma pessoa que você não conseguia ajudar. Ele se foi para um mundo próprio cercado de pessoas que diziam a ele apenas o que ele queria ouvir." Veja Mais

Margaret Atwood e Bernardine Evaristo recebem Booker Prize

G1 Pop & Arte É a terceira vez desde sua criação, há 50 anos, que o prêmio recompensa dois livros ao mesmo tempo. A escritora anglo-nigeriana Bernardine Evaristo e a canadense Margaret Atwood: vencedoras do Booker Prize Tolga AKMEN / AFP A canadense Margaret Atwood e a anglo-nigeriana Bernardine Evaristo receberam nesta segunda-feira (14) o Booker Prize, o mais prestigioso prêmio literário em língua inglesa. Atwood foi premiada por "The Testaments" e Evaristo por "Girl, Woman, Other". É a terceira vez desde sua criação, há 50 anos, que o prêmio recompensa dois livros ao mesmo tempo. "The Testaments" é a esperada sequência de "The Handmaid's Tale" ("O Conto da Aia"), uma distopia misógina que se tornou um verdadeiro manifesto feminista em escala mundial. "O Conto da Aia", publicado em 1985, transformou-se em uma exitosa série de televisão em 2017 que reviveu as vendas do livro, cuja edição em inglês atingiu oito milhões de cópias no mundo todo. Com frequência cotada para o Prêmio Nobel de Literatura, Atwood, de 79 anos, já ganhou o Booker Prize em 2000 por seu romance histórico "The Blind Slayer" ("O Assassino Cego"). "Estou muito surpresa, eu teria pensado que era idosa demais", reagiu Atwood, usando um broche do movimento ecologista Extinction Rebellion. Evaristo impressionou o júri com sua obra "Girl, Woman, Other", um romance ambicioso que se concentra em mulheres negras de vários contextos e gerações, questionando permanentemente a cor e o racismo, em relação à cultura ou ao sexo. De Barbados até a Nigéria, todas as protagonistas se encontram em Londres, com um laço familiar, de amizade ou inimizade. Evaristo considerou "incrível" compartilhar o Booker Prize com Atwood, que qualificou de "uma lenda". Quatro mulheres finalistas Lançado em 1969, o Booker Prize premia a cada ano o autor do "melhor romance escrito em inglês e publicado no Reino Unido" com um cheque de 50 mil libras esterlinas (cerca de R$ 261 mil) que será compartilhado pelas duas laureadas, e lhes garante uma notoriedade internacional imediata. O prêmio já foi atribuído a dois autores em 1974 e em 1997. No ano passado, o prêmio foi entregue à escritora Anna Bruns, a primeira norte-irlandesa a recebê-lo, por sua obra "Milkman". Entre os seis finalistas selecionados este ano havia quatro mulheres. A americana Lucy Ellmann estava selecionada por "Ducks, Newburyport", um romance de mil páginas construído ao redor do monólogo de uma dona de casa de Ohio. Para Joanna MacGregor, membro do júri, o romance se concentra na "complexidade enlouquecedora da vida familiar". Elif Shafak, a escritora mais lida na Turquia, foi selecionada por "10 Minutes 38 Seconds in This Strange World", sobre as lembranças de uma prostituta nos bairros baixos de Istambul. Também ganhador do prestigioso prêmio em 1981 por "Midnight Children" (Os Filhos da Meia-Noite), Salman Rushdie, de 72 anos, foi indicado por "Quichotte", uma versão moderna da epopeia do herói de Miguel de Cervantes. Finalmente, o nigeriano Chigozie Obioma concorria com "An Orchestra of Minorities", que conta a história de um criador de galinhas em um pequeno povoado da Nigéria. Até 2013 o Booker Prize era reservado aos cidadãos dos Estados da Commonwealth, mas em 2014 se abriu a outros países de língua inglesa. Veja Mais

Digão, dos Raimundos, questiona Joelma por usar roupa com nomes de bandas punk: 'Para usar tem que ouvir'

G1 Pop & Arte Vocalista dos Raimundos postou foto, perguntou 'como assim?' para ex-vocalista do Calypso, e ainda marcou as bandas Misfits e Discharge. O vocalista dos Raimundos, Digão, questionou a ex-vocalista do Calypso, Joelma, por ela usar uma jaqueta com o nome de bandas punk. Em uma publicação no Instagram, ele compartilhou a imagem e escreveu: "Como assim, Joelma? Para usar, tem que ouvir e AMAR!". Digão ainda marcou os perfis das bandas punk Misfits e Discharge, avisando aos roqueiros americanos e ingleses sobre os nomes na jaqueta da artista paraense. O vocalista e guitarrista ainda escreveu, em inglês "F*-se a moda" abaixo da imagem. A foto original foi publicada por Joelma no dia 2 de abril de 2019. Digão e os Raimundos se apresentaram recentemente com o CPM 22 em show no Palco Mundo do Rock in Rio. Veja como foi. Leia mais: Greta Van Fleet ouve guitar heroes brasileiros e elege Chimbinha favorito: 'Ele é demais' Digão questiona Joelma por usar roupa com nomes de bandas punk Reprodução / Instagram Veja Mais

Dois papos ligeiros sobre censura (I)

G1 Pop & Arte Toda censura é burra. Autoritária, preconceituosa, violenta, castradora, repulsiva, ditatorial, indefensável e, além de tudo, burra. Começa por produzir efeitos contrários aos das intenções do censor, fazendo crescer o interesse das pessoas pela exposição, peça de teatro, programa de TV, filme, livro ou música que, em nome da moral ou dos bons costumes, decide-se proibir. A propósito de seu recém-lançado livro “O herói mutilado – Roque Santeiro e os bastidores da censura à TV na ditadura”, a jornalista Laura Mattos observa que toda a censura é política. A moral e os bons costumes que pretende preservar são, na verdade, falsos valores defendidos por quem está no poder. Ela cita como exemplos a tentativa de apreender quadrinhos com beijo gay na Bienal do Livro, peça que o CCBB não quer encenar pelo caráter ideológico e cartilhas escolares que o governador de São Paulo manda recolher. Sem falar na guerra ao “teatro de esquerda” que novo diretor da Funarte declarou, começando por demitir todo mundo que se atrevia a pensar diferente dele. Laura Mattos está certa: toda censura é política. Ou será que alguém vê uma defesa da família brasileira na condenação de obras de arte sobre negros, índios, favelados, pensadores de oposição, LGBT e outros alvos habituais? A autora do livro, centrado no talento contestador e frequentemente proibido do dramaturgo Dias Gomes, faz uma pesquisa sobre o papel da censura na História do Brasil, voltando até 1843, quando o Conservatório Dramático Brasileiro, instituído ao tempo de Pedro II, só aprovava obras teatrais que não atentassem contra, já então, “a moral e os bons costumes”. Segundo a pesquisa, nos 176 anos que se seguiram, não houve um só governo brasileiro – democrático ou não – que de alguma forma não recorresse à censura. Esta, contudo, é constatação que requer certos cuidados na interpretação. Censuras que antigamente estabeleciam com qual idade se podia assistir a este ou àquele espetáculo tem um significado. Burra também, pois até hoje não sei que mal teria feito a mim e à minha família assistir, em 1946, à estreia de “Gilda” na tela do Carioca, quando a cena mais ousada do filme mostra Rita Hayworth tirando a luva preta para desnudar o braço enquanto cantava “Put the blame on Mame”. Estávamos no primeiro ano pós-ditadura Vargas e ainda era possível achar-se feio o que era bonito. Com o tempo, as coisas foram mudando, e a censura etária perdeu o caráter de proibição. Como também foram mudando as cabeças de outros governos, sempre no sentido de tornar mais livre o homem, a arte, a cultura. Outros governos, é claro, não ditatoriais. Ou não, como o atual, tão sintonizados com o passado. A pesquisa pede interpretação cuidadosa para que, com ela, não se justifique ou simplesmente se explique a proibição de livros, filmes, peças de teatro, ou a guerra ao teatro de esquerda, como partes de nossa História. São burras como todas as outras censuras, mas indesculpáveis. Ou muito menos desculpáveis do que a que só me deixou ver “Gilda” quando braços nus, mesmo lindos como os de Rita Hayworth, já não levavam tanta gente ao cinema. De volta aos dias de hoje, parece que a censura vem se fazendo mais burra à medida que o tempo avança. Não só por levar mais gente a ver o que querem proibir, mas também por ser ela – como sempre foi – exercida por gente despreparada, burocratas desinformados, cumpridores de ordens, censores que se propõem a pensar da mesma maneira que o chefe, o qual, por ser “o chefe”, passa a impressão de que pensa certo. Um exemplo é o que levou aquele mesmo diretor da Funarte a fazer do Teatro Glauce Rocha uma casa de espetáculos dedicada ao público cristão. Quer dizer, como o chefe descobriu-se cristão, evangélico, o Brasil acima de tudo, Deus acima de todos, o chefiado decidiu transformar o palco do velho teatro, no Centro do Rio, num local onde não há lugar para peças escritas ou montadas por judeus, muçulmanos, umbandistas, ateus ou mesmo cristãos, se de esquerda. Veja Mais

Padre Marcelo Rossi lança música inspirada pela agressão que sofreu em missa

G1 Pop & Arte Single tem participação do cantor Gusttavo Lima e anuncia EP que será editado pelo religioso ainda em 2019. "Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente". Foi com essa frase que o padre Marcelo Rossi se manifestou sobre a agressão que sofreu quando ministrava missa na cidade de Cachoeira Paulista (SP), em 14 de julho deste ano de 2019, e caiu do palco ao ser violentamente empurrado por uma mulher diagnosticada posteriormente com distúrbios mentais. Sem sofrer danos graves, o padre cantor atribuiu ao divino o milagre de ter saído sem sequelas do acontecimento. E é com esse mesmo espírito que o religioso – ordenado padre em dezembro de 1994 e na carreira musical desde 1998 – anuncia nesta segunda-feira, 14 de outubro, o lançamento de EP através da edição do single Maria passa à frente & pisa na cabeça da serpente. Capa do single 'Maria passa à frente & pisa na cabeça da serpente', de padre Marcelo Rossi com Gusttavo Lima Divulgação Inspirada pela agressão, a música Maria passa à frente & pisa na cabeça da serpente foi composta por Rossi e gravada pelo padre com o cantor pop sertanejo Gusttavo Lima. Na letra, Rossi propaga discurso de superação das quedas literais e metafóricas. “O inimigo pode até tentar, mas nunca vai te derrubar / Você pode até cair, mas logo vai se levantar / Quem tem Maria como mãe, tem sempre o amor de Jesus”, canta Marcelo Rossi nessa composição que integra o EP previsto para ser lançado pelo religioso ainda neste ano de 2019. Veja Mais

Drik Barbosa, voz feminina do rap, exercita a liberdade de gênero musical no primeiro álbum

G1 Pop & Arte Produzido por Grou, disco inclui dancehall, canção de levada R&B e faixa inspirada pelo pagode dos anos 1990. Voz feminina que vem sobressaindo no universo predominantemente masculino do hip hop, de início sob as bençãos do mano Emicida, Drik Barbosa refletiu no primeiro EP, Espelho (2018), a libertação das correntes machistas usadas para tentar aprisionar as minas. Ao lançar o primeiro álbum, Drik Barbosa, a rapper paulistana dá continuidade ao exercício da liberdade em sentido mais amplo. Drik se apresenta e se posiciona como rapper, mas com toda a liberdade de gênero musical. Tanto que se permite até reverberar ecos do pagode dos anos 1990 na batida sintetizada de Tentação (Grou, Drik Barbosa, Raoni, Thiago Jamelão e Lira), música cantada por Drik com a adesão do Àttøøxxá, grupo soteropolitano que tem o pagode baiano como uma das principais referências sonoras. Capa do álbum 'Drik Barbosa' Bruno Trindade Além das fronteiras do hip hop, a artista insere rap na romântica levada R&B da canção Até o amanhecer (Grou e Drik Barbosa) com a mesma naturalidade com que acompanha a velocidade de 150 BPM do funk Quem tem joga (Grou, Drik Barbosa, Gloria Groove, Karol Conka e Emicida), música gravada por Drik com Gloria Groove e Karol Conka e apresentada em maio como primeiro single do álbum lançado na sexta-feira, 11 de outubro. O disco chega ao mercado fonográfico precedido por outros singles, como o trap Rosas (Drik Barbosa, Grou, Cínico e Lira) e Liberdade (Grou, Emicida e R.A.E), faixa gravada com a adesão vocal de Luedji Luna e com o discurso da rapper inglesa R.A.E. Música que cai bem no suingue percussivo, Liberdade ratifica o discurso feminino deste disco que prega a emancipação das minas. É fato que o necessário discurso do álbum Drik Barbosa por vezes soa bem mais forte do que a música em si, geralmente assinada por Grou, produtor do álbum gravado sob a direção artística de Evandro Fióti, CEO da gravadora Laboratório Fantasma. Drik Barbosa Bruno Trindade / Divulgação Essa diferença de peso entre o som e o discurso é também efeito de Drik transitar pelo pop em repertório que inclui aliciante dancehall, Renascer, música de Grou em que Drik celebra a vida com os versos da cantora e compositora congolesa Marissol Mwaba, autora da letra cantada pela rapper paulistana com a convidada Denise de Paula. Parceria de Drik com o padrinho artístico Emicida, Sonhando reverencia as minas que precederam a rapper no universo brasileiro do hip hop, como Camila CDD e Negra Li, citadas nominalmente na letra. Drik Barbosa Bruno Trindade / Divulgação Sonhando fecha o álbum em sintonia com a narrativa autobiográfica de Herança (AuraSoul, Diego Amani, Grou, Drik Barbosa e Anna Tréa), alocada no início deste disco que também inclui parceria da rapper com os manos Rincon Sapiência e 2B em Tão bom. Música impregnada das boas vibrações recorrentes no disco, Tão bom mostra que Drik Barbosa segue a batida do coração e a do mercado sem trair a origem – Grave (Grou e Drik Barbosa) faz exaltação da ancestralidade – e sem perder a ternura até quando endurece o discurso de afirmação feminina, absolutamente fundamental em um mundo em que mulheres são vítimas do jugo machista ainda entranhando na sociedade de origem patriarcal. Por isso mesmo, respeite e ouça a mina Drik Barbosa! (Cotação: * * * 1/2) Veja Mais

Público do Rock in Rio perdeu até bengala no metrô; veja como recuperar

G1 Pop & Arte Concessionária contabilizou 500 itens esquecidos nas estações. Metade já voltou para os donos. Objetos deixados nas estações do metrô durante o Rock in Rio podem ser recuperados O público de foi de metrô ao Rock in Rio deixou para trás 500 itens nas estações. Entre os objetos esquecidos nos sete dias de festival estão documentos, carteiras, remédios e até um pé de chinelo e uma bengala. Metade dos ‘perdidos’ já foi ‘achada’, mas muitos objetos ainda estão à espera dos donos. Os clientes que perderam ou esqueceram algum objeto nos trens ou nas estações do MetrôRio podem ir diretamente ao Espaço do Cliente, na Estação Carioca, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h30 às 17h30. Todos os itens recolhidos ficam armazenados no centro administrativo da concessionária por até 60 dias. Depois desse prazo, os objetos são destinados a doações para instituições sociais. Veja Mais

Rock in Rio 'lado b': tensão com Drake, surto do Guns, 'vidente' de Rita Lee e mais histórias do evento

G1 Pop & Arte G1 falou com jornalistas que cobriram todas as edições. Ouça bastidores de exigências do Guns, 'toca Raul' de Springsteen, 'água benta' de Will.I.am 'olhar vetado' de Freddie Mercury e mais. Longe dos holofotes também acontece muita coisa no Rock in Rio. O podcast de música G1 Ouviu foi atrás dessas histórias com jornalistas que acompanharam os bastidores desde 1985 até 2019. Clique acima para ouvir e veja abaixo os bastidores que foram contados por cada jornalista. Axl Rose (esquerda) na janela de hotel em Buenos Aires, Argentina, em 1992, na turnê que também passou pelo Rock in Rio II, no Brasil STR/AFP/Arquivo A crise de Rita Lee em 1985 - Nelson Motta conta como ela enfrentava fase difícil com drogas e chegou a consultar um vidente para que o show desse certo. Mas o destino era outro... O olhar proibido para Freddie - Também no primeiro Rock in Rio, Pedro Só relembra a exigência surreal do líder do Queen para todo mundo, até os outros artistas brasileiros. Happy Mondays é puro êxtase? - Camilo Rocha fala da banda inglesa que foi manchete por prometer trazer mil comprimidos de ecstasy ao Brasil. A boy band que acordou punk - Pedro Só conta que a entrevista com o New Kids on the Block, a boy band do momento em 91, teve músicos marrentos e uma treta com a imprensa. As exigências do Guns N' Roses - Zeca Camargo e Pedro Só lembram as excentricidades de Axl: telefone pela janela, entrevistadora exigida e camarim ostentação. O maior 'toca Raul ' da história em 2013 - Como Bruce Springsteen resolveu tocar 'Sociedade alternativa', de Raul Seixas no Rock in Rio? Álvaro Pereira Jr. explica sua participação. 2019: Perrengue com Drake e 'água batizada' de Will.i.am - Sobre a última edição, Guilherme Guedes descreve a tensão nos bastidores com Drake reclamando da iluminação e do tamanho do palco, o que quase levou ao cancelamento do show. Ele também conta que WIl.i.am, do Black Eyed Peas, esqueceu uma garrafinha em entrevista que parecia ser água - mas era uma bebida que passarinho mexicano não bebe... Axl Rose no Maracanã, em 1991 Reprodução Veja Mais

Manu da Cuíca é bicampeã na Mangueira ao ter samba escolhido para o Carnaval de 2020

G1 Pop & Arte Uma das compositoras do cultuado samba-enredo História pra ninar gente grande, com o qual a escola de samba Mangeira se (con)sagrou campeã do Carnaval carioca neste ano de 2019, Manuela Oiticica – conhecida artisticamente como Manu da Cuíca – já se pode ser considerar bicampeã. Ela é a compositora – em parceria com Luiz Carlos Máximo – do samba-enredo escolhido pela agremiação verde-rosa para disputar o Carnaval de 2020 com o enredo A verdade vos fará livre. O samba de Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo concorreu com outros dois sambas na disputa que deu a vitória à dupla já na madrugada deste domingo, 13 de outubro. Eis a letra do samba-enredo com o qual a Mangueira vai tentar o bicampeonato em 2020: "Mangueira Samba que o samba é uma reza Se alguém por acaso despreza Teme a força que ele tem Mangueira Vão te inventar mil pecados Mas eu estou do seu lado E do lado do samba também Eu sou da Estação Primeira de Nazaré Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra do Buraco Quente Meu nome é Jesus da Gente Nasci de peito aberto, de punho cerrado Meu pai carpinteiro desempregado Minha mãe é Maria das Dores Brasil Enxugo o suor de quem desce e sobe ladeira Me encontro no amor que não encontra fronteira Procura por mim nas fileiras contra a opressão E no olhar da porta-bandeira pro seu pavilhão Eu tô que tô dependurado Em cordéis e corcovados Mas será que todo povo entendeu o meu recado? Porque de novo cravejaram o meu corpo Os profetas da intolerância Sem saber que a esperança Brilha mais que a escuridão Favela, pega a visão Não tem futuro sem partilha Nem Messias de arma na mão Favela, pega a visão Eu faço fé na minha gente Que é semente do seu chão Do céu deu pra ouvir O desabafo sincopado da cidade Quarei tambor, da cruz fiz esplendor E num domingo verde-e-rosa Ressurgi pro cordão da liberdade" Veja Mais

Mallu Magalhães grava o quinto álbum solo com Mario Caldato Jr. e Marcelo Camelo

G1 Pop & Arte Mallu Magalhães com Mario Caldato Jr. em estúdio de Lisboa Joanalinda / Reprodução Instagram Mallu Magalhães Mallu Magalhães começou esta semana a gravar efetivamente o quinto álbum solo de estúdio. Radicada em Portugal, a cantora e compositora paulistana dá forma em Lisboa ao sucessor do álbum Vem (2017) com Mario Caldato Jr. e com Marcelo Camelo, arquiteto do azeitado disco anterior da artista. Músicos como o baterista Domenico Lancellotti e o guitarrista Gabriel Muzak foram arregimentados para a gravação. Com inédito repertório autoral, o álbum – cabe lembrar – já vem sendo preparado há meses por Mallu. Em julho, a artista informou em rede social que estava "curtindo as primeiras bases do disco novo". Veja Mais

'O macho é necessário, mas o machão é um horror', diz Fernanda Montenegro sobre 'A vida invisível'

G1 Pop & Arte Atriz diz que drama de duas irmãs 'não é contra o macho, mas contra o machão'. Estreia mudou para 21 de novembro pela campanha para Oscar de filme internacional. Fernanda Montenegro em cena do filme 'A vida invisível de Eurídice Gusmão', do diretor Karim Aïnouz Divulgação/Bruno Machado Fernanda Montenegro define "A vida invisível", filme no qual atua e que representa o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar de filme internacional, como a história de "mulheres buscando uma saída para suas vidas" Ela vive Eurídice, irmã de Guida, no drama de desencontros das duas mulheres nos anos 50, interpretadas na juventude por Carol Duarte e Julia Stockler. Elas falaram sobre o filme em uma entrevista em São Paulo junto com o diretor Karim Aïnouz, o produtor Rodrigo Teixeira e os atores Gregorio Duvivier e Maria Manoella. Fernanda Montenegro exaltou a falta de "didatização dos sentimentos" no filme. "Não há um 'como queríamos demonstrar', diz a atriz que completou 90 anos na última quarta-feira (16). Assista ao trailer de "A vida invisível" "O macho é necessário, mas o machão é um horror", diz Fernanda sobre as figuras masculinas que são vilãs de "A vida invisível". "O filme não é contra o macho, é contra o machão", ela explica. A personagem Eurídice é uma pianista que tem dificuldade de encarar a profissão por oposição do pai e do marido, vivido por Gregório Duvivier. "Queria que fosse um folhetim de rasgar o coração", diz o diretor. "Eu faço o Antenor, marido abusivo - desculpe a redundância", ironizou Gregório durante a entrevista coletiva. Seu objetivo era encarnar "um homem de outro tempo, mas ao mesmo tempo real." "A grande tragédia da personagem (Eurídice) é que ela se crucificou, se suicidou diante do processo da vida. A vocação dela não foi absoluta a ponto de passar por cima", diz a atriz. Elenco de 'Vida Invisível' participa de lançamento do filme em São Paulo G1/Rodrigo Ortega Questionada na entrevista sobre o que a salvou de ter um destino diferente da personagem Eurídice e ter sua realização artística, Fernanda diz: "A vocação". "O que é a vocação senão a busca de liberdade?", ela pergunta. Oscar A produção alterou a data de lançamento no Brasil para o dia 21 de novembro por conta da campanha do Oscar. "A Amazon está com uma campanha pesada. Espero que culmine com um Oscar em fevereiro", diz o produtor Rodrigo Teixeira. Cena do filme 'A vida invisível' Divulgação Veja Mais

Ana Maria comemora 20 anos do 'Mais Você' com programa especial e entrevista com Faustão

G1 Pop & Arte Apresentadora comandou programa ao vivo de São Paulo e relembrou momentos da carreira. Ana Maria Braga entrevista Faustão em comemoração de 20 anos do 'Mais Você' Reprodução/TV Globo Ana Maria Braga completou 20 anos à frente do "Mais Você" e o programa desta sexta-feira (18) foi especial: feito ao vivo dos estúdios de São Paulo, encontros com apresentadores da casa e entrevista com Faustão. O apresentador também tem motivos para comemorar: completou, em 2019, 30 anos no comando do "Domingão". Juntos, Ana Maria e Faustão relembraram momentos importantes de suas carreiras na TV Globo e da aventura do apresentador em sua cozinha. O apresentador agradeceu a colega. "O mais importante numa carreira, que hoje serve de exemplo, é você ter uma certa coerência. Serve para toda profissão. No teu caso especificamente, você fala sério e se expõe totalmente. É transparente mesmo.Você gosta do que faz, sabe como fazer, gosta do que faz e não perde". Ana Maria começou o programa de dentro de um helicóptero e chorou ao chegar à emissora. Com seu bordão "Acorda, menina", disse que o coração estava "batendo forte". "Nervosa porque a gente saiu daqui há quase 12 anos". "Antes de mais nada, quero agradecer o coração enorme que existe na Rede Globo, em geral. O que senti chegando aqui essa manhã, desde da portaria e todos os corredores, foi uma energia tão boa, tão bonita. Prometi que não ia chorar", disse chorando. Ela relembrou momentos marcantes e inusitados dos primeiros programas, com entradas de moto, gravações fora do estúdio e até voo de balão. Louro José, parceiro da apresentadora, também veio a São Paulo e fez participação no "G1 em 1 minuto", no estúdio do G1. O programa terminou com uma grande festa, bolo e champanhe. Veja Mais

QUIZ: Qual filme da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo mais combina com você?

G1 Pop & Arte Evento vai até o dia 30 de outubro com cerca de 300 filmes exibidos em vários espaços. Respondendo 5 perguntinhas você pode descobrir qual deles não pode perder. Qual filme da Mostra Internacional de Cinema tem mais a ver com você? Veja Mais

MPF pede à Justiça que proíba eventos no Parque Olímpico e em outras instalações da Rio 2016

G1 Pop & Arte Órgão afirma que embargo é necessário até que sejam fornecidos o laudo de vistoria do de Bombeiros e 'habite-se' da prefeitura. Segundo MPF, Rock in Rio deixou 'danos visíveis'; organização disse que desconhece casos. Piso solto no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio Danilo Pousada/ GloboNews O Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça que eventos no Parque Olímpico e em instalações olímpicas sejam proibidos. O órgão manifesta, em ação civil pública, que o embargo é necessário até que sejam fornecidos laudo do Corpo de Bombeiros, carta de "habite-se" – emitida pela prefeitura – e outros documentos para emissão de licenças de pânico e incêndio. Segundo comunicado do MPF, em junho deste ano a Justiça Federal decidiu de forma liminar (provisória) que esses documentos fossem apresentados. Agora, o que o órgão solicitou ao juízo é uma complementação ao pedido anterior. Rock in Rio Na nova manifestação, o MPF ressaltou que o Rock in Rio 2019 ocorreu "sem que houvesse a prestação de contas do Rock in Rio 2017". O órgão também destaca que diretores autárquicos não exigiram – antes do festival – a reparação integral de "danos causado pela edição passada". O MPF afirma que, em 2017, o evento deixou "danos visíveis" no Parque Olímpico, na Zona Oeste, citando que houve furto de cabos do Centro de Tênis. Segundo o MPF, o furto chegou a deixar a arena olímpica sem energia elétrica. "Para completar esse quadro, o Rock in Rio e as atividades que ocorrem cotidianamente no Parque Olímpico da Barra e no Complexo Desportivo de Deodoro parecem ocorrer sem as licenças de pânico e incêndio do Corpo de Bombeiros Fluminense (CA/CR/DAFT)", é destacado na manifestação. Em nota, a assessoria de imprensa do festival comunicou que o Rock in Rio "não foi notificado pelo Ministério Público Federal e que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos". Em relação a questionamentos feitos pelo MPF sobre licenças, o Rock in Rio alega que o evento "possui alvarás próprios, que contemplam todas as licenças dos órgãos competentes". A organização também informou desconhecer os casos de furtos de cabos citados pelo MPF (veja abaixo a íntegra da nota do Rock in Rio). Íntegra da nota do Rock in Rio "O Rock in Rio informa que não foi notificado pelo Ministério Público Federal e que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos. Sobre alguns pontos citados, comunica que o evento possui alvarás próprios, que contemplam todas as licenças dos órgãos competentes. O festival acontece na parte privada do Parque Olímpico, na parte gerida pela Prefeitura do Rio de Janeiro e em algumas arenas, pertencentes ao Governo Federal, usadas como espaços de atração do evento. Desde 2017, são firmados acordos devidamente justificados e documentados e a organização desconhece os fatos relatados de destruição e roubo relacionados após a edição de 2017. Desde que passou a ser realizado no Parque Olímpico, o Rock in Rio investe neste grande legado olímpico e faz todos os esforços para manter em boas condições toda a infraestrutura do espaço que tem um grande potencial não somente para o festival, mas para toda a cidade do Rio de Janeiro." Veja Mais

Jennifer Aniston explora mundo das notícias da TV na série 'The Morning Show'

G1 Pop & Arte Na volta aos seriados após 'Friends', atriz protagoniza com Reese Witherspoon a série do serviço de streaming da Apple. Roteiro tem olhar tenso e sombrio dos bastidores da televisão. 'The Morning Show' tem Jennifer Aniston e Reese Witherspoon no elenco Divulgação Quando Jennifer Aniston acertou sua participação em uma série para o novo serviço de streaming da Apple, sobre o cruel mundo dos telejornais matutinos, a trama parecia bastante simples até que explodiu a era #MeToo. Aniston, que se prepara para seu retorno à televisão após "Friends", acompanhou, ao lado do restante dos Estados Unidos, as demissões de apresentadores como Matt Lauer (NBC) e Charlie Rose (CBS) após acusações de assédio sexual. "Quando aconteceu o #MeToo, obviamente a conversa mudou drasticamente e o que fizemos foi incorporar isso à trama", afirma a atriz, que protagoniza "The Morning Show" ao lado de Reese Witherspoon. As duas também são produtoras da série, que estreia no dia 1º de novembro, mesma data de lançamento do serviço Apple TV+. Jennifer Aniston na série 'The Morning Show' Divulgação/Apple "Começamos a pensar como seria o tom, queríamos que fosse cru, honesto, vulnerável, confuso, não preto e branco", disse Aniston em uma entrevista em Los Angeles. O resultado é um olhar tenso, irônico e, às vezes, surpreendentemente sombrio dos bastidores de um noticiário fictício das manhãs em Nova York. Assédio de apresentador A série começa de forma bastante similar à demissão de Lauer na vida real, com a personagem de Aniston anunciando no ar a saída de seu colega apresentador, interpretado por Steve Carell, após acusações anônimas. Neste momento começa a batalha sobre quem será o substituto, com perguntas sobre o quanto a equipe de jornalistas e executivos, todos muito ambiciosos, sabia sobre as ações do colega. "É realmente sobre como as pessoas mentem para si mesmas", afirmou a roteirista produtora do show, Kerry Ehrin, que descreveu as personagens como "pessoas sombrias, perturbadas". "É impossível falar dos jornais matutinos e não abordar o #MeToo, seria algo negligente." Aniston interpreta uma mulher que ela descreveu como quase um "arquétipo de Diane Sawyer", apresentadora que é um símbolo do canal ABC, e que precisa enfrentar uma repórter obcecada interpretada por Witherspoon. As duas atrizes se encontraram com diversos apresentadores, homens e mulheres, incluindo Sawyer, Katie Couric, Gayle King, Robin Roberts e Meredith Vieira, que estimulou uma suposta vítima de seu ex-coapresentador Lauer a denunciá-lo. "George Stephanopoulos foi particularmente útil", disse Witherspoon, antes de Aniston acrescentar: "E empolgado, sem qualquer medo". A série é baseada no livro "Top of the Morning", de 2013 escrito por Brian Stelter, ex-crítico de TV do "New York Times". Ele está atualizando a obra para refletir os acontecimentos do #MeToo. Os criadores da série insistem que o programa, que satiriza as emissoras tradicionais, não está baseado em fatos concretos da vida real. Michael Ellenberg, produtor executivo de três programas da Apple, incluindo "The Morning Show", disse que a série "está olhando para a era da transmissão, enquanto ajuda a lançar um novo serviço de streaming". Outras séries "The Morning Show" é um dos nove programas que acompanham o lançamento da Apple TV+, que estará disponível em mais de 100 países a 4,99 dólares por mês. Outros programas de lançamento incluem o drama "See", no qual um vírus deixou a humanidade cega até que um par de gêmeos nasce com o poder da visão, provocando um conflito. A lista inclui "For All Mankind", que imagina como teria sido a corrida espacial se os soviéticos tivessem pousado primeiro na Lua, e uma série feminista sobre Emily Dickinson, protagonizada por Hailee Steinfeld. Oprah Winfrey lançará o primeiro episódio de seu novo clube de leitura na Apple, enquanto o ator Chiwetel Ejiofor narrará o documentário "The Elephant Queen". Também são aguardados programas produzidos ou protagonizados por gigantes de Hollywood, de Steven Spielberg e Alfonso Cuaron a Samuel L. Jackson e Will Ferrell. Veja Mais

Academia Sueca defende escolha de Peter Handke no Nobel de Literatura de 2019

G1 Pop & Arte Chefe da entidade admitiu que Handke fez 'comentários provocantes, inadequados e confusos sobre questões políticas', mas ele condenou o massacre de Srebrenica. O vencedor do prêmio Nobel de Literatura de 2019, Peter Handke, em foto de novembro de 2018 durante uma premiação de teatro. Georg Hochmut / APA / AFP A Academia Sueca defendeu a decisão de conceder o prêmio Nobel de Literatura de 2019 ao escritor austríaco Peter Handke, dizendo que ele fez comentários provocantes, mas não apoiou nenhum derramamento de sangue. A homenagem a Handke gerou críticas, inclusive de sobreviventes do massacre de Srebrenica de 1995 que pediram que a academia revogue o prêmio equivalente a US$ 930 mil que anunciou na semana passada. Em 2006, Handke discursou no funeral do falecido presidente sérvio Slobodan Milosevic, que morreu na detenção aguardando um julgamento no tribunal de crimes de guerra da Organização das Nações Unidas (ONU) em Haia devido ao seu papel nas guerras balcânicas dos anos 1990. O escritor também expressou apoio aos líderes bósnio-sérvios Radovan Karadzic e Ratko Mladic, condenados por genocídio devido ao assassinato de mais de 8 mil homens e meninos muçulmanos em Srebrenica, um enclave sob proteção da ONU. Em um artigo publicado nesta quinta-feira no jornal sueco "Dagens Nyheter", Mats Malm, o chefe da Academia Sueca, admitiu que Handke fez "comentários provocantes, inadequados e confusos sobre questões políticas". Mas ele disse que o autor não glorificou o derramamento de sangue e que condenou claramente o massacre de Srebrenica. "A Academia... não encontrou nada em seus escritos que constitua um ataque à sociedade civil ou ao respeito à igualdade de todas as pessoas", escreveu Malm. A Academia citou um artigo de 2006 publicado no jornal alemão Suddeutsche Zeitung no qual Handke disse que o massacre de Srebrenica foi o pior crime contra a humanidade na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Veja Mais

Cotado ao Oscar, 'Jojo Rabbit' tem sátira antinazista com Hitler como amigo imaginário de garoto

G1 Pop & Arte Taika Waititi, diretor de 'Thor: Ragnarok', usa o humor para combater o fanatismo. Estreia nos EUA é nesta semana. No Brasil, lançamento está previsto para janeiro de 2020. Roman Griffin Davis, Taika Waititi e Scarlett Johansson em cena de "Jojo Rabbit" Divulgação Um diretor precisa de coragem para fazer uma comédia sobre um menino nazista de 10 anos e seu amigo imaginário Adolf Hitler e ainda mais ousadia para interpretar o ditador, com seu bigode e suástica. Mas Taika Waititi afirma que estava determinado a usar o humor para combater o fanatismo e o fascismo no filme "Jojo Rabbit", cotado para o Oscar e que estreia esta semana nos Estados Unidos, em um período no qual, assegura o diretor, há "muitos nazistas por perto". "Passaram 80 anos desde que Charlie Chaplin fez 'O Grande Ditador'. Então, eu não diria que é muito cedo", diz o cineasta neozelandês, descendente de judeus e maoris, em uma entrevista coletiva em Beverly Hills. "Ele segue a tradição de algumas pessoas muito inteligentes que tinham algo a dizer e usavam comédia, que na minha opinião é uma das ferramentas mais poderosas contra o fanatismo e contra regimes e ditadores", completa o diretor de "Thor: Ragnarok". Assista ao trailer de 'Jojo Rabbit' O filme, protagonizado por Scarlett Johansson, retrata a Segunda Guerra Mundial através dos olhos de um menino alemão (Roman Griffin Davis) que foi doutrinado pela juventude nazista. Ele fica consternado ao descobrir uma menina judia vivendo no sótão de sua casa. O jovem Jojo, que nunca havia encontrado um judeu, encara a menina inicialmente com temor e repugnância. Mas ao tomar conhecimento que sua mãe (Johansson) a abrigou em segredo, correndo um grande risco, se vê obrigado a passar algum tempo com ela. Classificado como uma "sátira anti-ódio", o filme começou a ser imaginado em 2011, quando a mãe de Waititi recomendou o livro "Caging Skies", que inspirou o roteiro. O lançamento - no Brasil está previsto para janeiro de 2020 - acontece no momento em que populistas de extrema direita estão em ascensão em todo o mundo, segundo Waititi. "Não havia tantos nazistas naquela época", afirma, em referência ao momento em que começou a trabalhar no projeto. "Agora, parece estranhamente relevante, mais relevante", enfatiza. "Você chega a 2019, quando o filme estreia, com um aumento dos neonazistas e de grupos de ódio. Intolerância e ódio avançam, assim como as pessoas que promovem o ódio e a intolerância", completou. Além de dirigir, escrever e produzir, Taika Waititi também atua como Hitler em 'Jojo Rabbit'. Na foto, diretor posa na festa de gala do Festival de Toronto na segunda (9) Chris Young/AP No radar do Oscar "Jojo Rabbit" poderia emular "A Vida é Bela", de 1997, outro filme de temática nazista polarizador que venceu três estatuetas do Oscar. Apesar das críticas mornas, o filme de Waititi entrou definitivamente no radar do Oscar após a vitória no Festival de Toronto. O prêmio, decidido pelo público, é um considerado um indicador confiável para o prêmio mais importante do cinema, como aconteceu com "Green Book- O Guia", "O Discurso do Rei" e "Quem Quer Ser um Milionário?". As pessoas que assistiram o filme no festival ignoraram as preocupações dos críticos sobre a estética caricatural e "hipster" da obra, e a controversa representação de Waititi de um Hitler idiota e infantil, produto da imaginação de um garoto que sofreu lavagem cerebral. Waititi disse que a princípio não queria interpretar Hitler, que pressiona Jojo a delatar a presença da jovem judia, mas que cedeu a pedido da Fox Searchlight, estúdio que comprou os direitos de exibição do filme. "A principal palavra para descrever este papel é vergonha", afirmou o cineasta. "Fiquei embaraçado na maior parte do tempo por ter que me vestir daquele jeito". Mas a decisão valeu a pena, diz Waititi, porque ter um astro de Hollywood no papel teria desviado a atenção da verdadeira preocupação do filme: o impacto da guerra e do fascismo nas mentes jovens e inocentes. Johansson entrou no projeto depois que Chris Hemsworth, seu colega de elenco em "Vingadores", mostrou o roteiro de Waititi. "Era cheio de extravagâncias e aspectos infantis, mas também era realmente comovente e forte", disse a atriz. Stephen Merchant, cocriador da série "The Office" e que interpreta um capitão sinistro da Gestapo, disse que pareceu "audacioso" fazer este filme no momento em que o "cinema convencional talvez tenha ficado um pouco mais conservador ou optado por correr menos risco". "Isto é algo que deve ser aplaudido". Veja Mais

Cleo faz boletim de ocorrência após invasão de sua conta no Instagram

G1 Pop & Arte Perfil foi recuperado, mas depoimento à polícia afirma que mais de 600 mil seguidores acessaram link publicado pelos invasores. Cleo Pires aproveita Rock in Rio 2019 Rogerio Fidalgo/AgNews A cantora e atriz Cleo fez um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo nesta quarta-feira (16) após ter sua conta no Instagram invadida pela manhã. De acordo com o depoimento, o perfil foi recuperado, mas mais de 600 mil seguidores acessaram um link suspeito publicado pelos invasores. "Verificou-se que havia sido publicada uma foto contendo um link que remetia o seguidor para uma fraudulenta inscrição para o sorteio de mil aparelhos iPhone", diz o documento. "Mais de 600 mil seguidores de sua conta acabaram acessando o referido link e provavelmente também correm risco de violação de dados de suas contas pessoais." Uma mensagem sobre doação de celular foi publicada na timeline de Cleo durante a invasão. Além disso, uma série de publicações com o mesmo conteúdo foram inseridas nos stories da conta. O material já foi deletado. Atualmente, Cleo tem 11,6 milhões de seguidores no Instagram. As postagens eram semelhantes às que apareceram na conta de Marina Ruy Barbosa quando a atriz foi hackeada em julho deste ano. Cleo tem conta do Instagram hackeada Reprodução/Instagram O boletim de ocorrência registra também que Cleo sente que a invasão de seus stories possa gerar prejuízos financeiros "já que que pode configurar quebra de contrato com seus agentes publicitários". Segundo o documento, seu assessor foi informado da troca de e-mail da conta durante a madrugada. A atriz diz que não se lembra de ter acessado nenhum link suspeito, mas que recebeu mensagens de um contato estranho através do Whatsapp, de um homem que afirmava ser da polícia. Ele foi deletado e bloqueado por ela. Veja Mais

Adriana Calcanhotto grava o show 'Margem' em dezembro

G1 Pop & Arte Adriana Calcanhotto terminou a turnê do show A mulher do Pau Brasil sem ter feito um registro ao vivo deste antológico espetáculo de tom antropofágico que se impôs como o ponto mais alto da cena brasileira de 2018. Se A mulher do Pau Brasil saiu de cena sem registro por (questionável) opção artística da cantora e compositora gaúcha, o mesmo não acontecerá com o corrente show Margem, em cartaz pelo Brasil desde agosto deste ano de 2019. A gravação audiovisual desse show marítimo já está programada para dezembro. A previsão é de que a captação de Margem – terceiro espetáculo da trilogia marinha iniciada com Maritimo (1998) e continuada com Maré (2008) – seja feita no retorno da turnê ao Maranhão, estado onde o show foi apresentado em setembro no Teatro Arthur Azevedo. Veja Mais

Fernanda Montenegro chega aos 90 anos com 3 filmes, corrida pelo Oscar e livro de memórias

G1 Pop & Arte Atriz tem mais de 80 trabalhos em televisão e cinema ao longo da carreira. Fernanda Montenegro, 90 anos Fernanda Montenegro é um dos maiores orgulhos brasileiros. A atriz é a única brasileira indicada ao Oscar em categoria de atuação, primeira a ganhar um prêmio Emmy como melhor atriz e tem personagens fortes em quase 80 filmes, novelas e minisséries e centenas de peças de teatro. Arlette Pinheiro - seu nome de batismo - completa 90 anos nesta quarta-feira (16) sem precisar se ancorar em glórias do passado. Até o final deste ano, ela estreia dois filmes. E guarda um terceiro para 2020. Estreia, em 31 de outubro, o longa “A vida invisível”, vencedor da mostra "Um certo olhar" em Cannes e representante do Brasil para disputar vaga no Oscar de melhor filme internacional. Ela interpreta a protagonista Eurídice Gusmão. Carol Duarte faz a protagonista na juventude. O suspense sobrenatural "O Juízo", ao lado do rapper Criolo. Dirigido por Andrucha Waddington tem estreia prevista para 12 de dezembro. Com lançamento marcado para janeiro de 2020, está no elenco de "Piedade”, dirigido por Claudio Assis, com Cauã Reymond, Irandhir Santos e Matheus Nachtergaele. No longa, ela é dona de um bar em Pernambuco e vê sua vida ameaçada após as ações de uma petroleira intensificarem o aparecimento de tubarões na região. A atriz não é do tipo que espera comemoração dos outros. Antecipou-se ao aniversário e lançou, em celebração da data, uma espécie de autobiografia: "Prólogo, ato, epílogo: Memórias", pela Cia das Letras. Por suas páginas, Fernanda conta a história de sua família na Europa, os primeiros encontros com Fernando Torres (de quem é viúva), a trajetória artística e também a batalha quase eterna de ser mãe em meio a tudo. Relembre os principais trabalhos no vídeo e na lista abaixo: Top 20 Fernanda Montenegro Televisão Fernanda Montenegro recebe o prêmio de melhor atriz no 41º Emmy Internacional. Cerimônia aconteceu nesta segunda (25) em NY, nos EUA. Neilson Barnard/Getty Images/AFP 'Babilônia' - 2015 Nesta novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, a personagem de Fernanda viveu um romance com a de Nathalia Timberg. As atrizes veteranas protagonizaram um beijo muito repercutido na época. 'Saramandaia' - 2013 Na segunda versão da novela, atualizada por Ricardo Linhares, a atriz era Candinha Rosado, autoritária e líder de uma das famílias mais importantes da cidade de Bole-Bole. 'Doce de mãe' - 2012 Começou como um especial de fim de ano, virou série e rendeu um Emmy de melhor atriz para Fernanda. Ela interpretou Dona Picucha, uma viúva que começa a se atrapalhar com pequenas coisas da vida e decide morar em um asilo. 'Passione' - 2010 A atriz teve grandes trabalhos pelas histórias de Sílvio de Abreu. Em "Passione", comandou, com Tony Ramos, a história de mãe e filho que se desconheciam. Fernanda Montenegro era Dona Picucha na série 'Doce de mãe' Globo/Estevam Avellar 'Belíssima' - 2006 Em 2006, Fernanda viveu uma das vilãs mais icônicas da dramaturgia brasileira. A matriarca da família Assunção era gananciosa, preconceituosa e sem escrúpulos - ela chegou a abandonar uma filha recém-nascida. A morte de sua personagem levou a uma pergunta crucial para a trama: "Quem matou Bia Falcão"? 'Zazá' - 1997 Fernanda dominou a faixa das 19h. Em "Zazá", de Lauro César Muniz, era Marisa Dumont, herdeira excêntrica da herança de Santos Dumont. 'Renascer' - 1993 Quando a novela das 21h ainda era das 20h, Fernanda viveu Jacutinga, dona de um bordel durante a primeira fase de "Renascer", de Benedito Ruy Barbosa. A participação especial foi rápida, mas bem elogiada. 'Cambalacho' - 1986 Ao lado de Gianfracesco Guarnieri, viveu a trambiqueira Naná na novela de Sílvio de Abreu, outro sucesso das 19h. Pobre e cheia das mutretas, a personagem tinha bom coração e ajudava crianças abandonadas. Mais uma vez Fernanda mostrava seu lado cômico e irônico. O sucesso da novela popularizou a expressão no país. 'Guerra dos Sexos' - 1983 "Guerra dos sexos" foi um marco das novelas das 19h. Fernanda dividiu o protagonismo com Paulo Autran, vivendo um casal de primos divididos entre amor e ódio e unidos por uma herança milionária. Charlô, a personagem, era feminista e desafiava a ordem da época. 'Brilhante' - 1981 Na trama de Gilberto Braga, ela foi Chica Newman, milionária controladora com ares de vilã. Ela era mau-caráter e tinha horror só de pensar em perder dinheiro e poder. Lutou ferrenhamente contra a censura à novela, que não podia citar a palavra homossexual. Inácio, vivido por Dennis Carvalho, era gay e filho de Chica. Fernanda lutou para que o texto seguisse na íntegra. 'Baila comigo' - 1981 A novela de Manoel Carlos foi a estreia de Fernanda na TV Globo. Na trama, ela tinha uma personagem secundária que foi ganhando espaço, a ex-atriz Sílvia Toledo. Cinema Fernanda Montenegro interpretou Dora no filme 'Central do Brasil', de 1998 Divulgação 'O amor nos tempos de cólera' - 2007 Um filme do diretor Mike Newell, baseado no romance de Gabriel García Márquez, com Javier Bardem e Benjamin Bratt e filmado na Colômbia. No filme, a brasileira foi Tránsito Ariza e brilhou mesmo em inglês. 'O outro lado da rua' - 2004 No suspense de Marcos Bernstein, vive Regina, mulher solitária que participa de um programa da polícia para denunciar pequenos delitos. O longa tem Raul Cortez e Laura Cardoso, e rendeu a Fernanda prêmios em festivais nacionais de cinema. 'O auto da compadecida' - 2000 A comédia de sucesso de Guel Arraes estrelada por Matheus Nachtergaele e Selton Mello tem uma participação super especial da atriz: ela é ninguém menos que Nossa Senhora, a própria Compadecida. Fernanda Montenegro em 'O Auto da Compadecida', de 1999 Globo 'Central do Brasil' - 1998 O filme mais prestigiado do Brasil, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor atriz por seu trabalho como a personagem Dora. Ele narra a jornada da professora aposentada Dora e do menino Josué, que acaba de perder a mãe e precisa encontrar o pai. 'O que é isso companheiro' - 1997 Dirigido por Bruno Barreto, concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 1998. No longa sobre o sequestro real de um embaixador americano por guerrilheiros, a atriz é Dona Margarida. 'Eles não usam Black-tie' Baseado na peça de Gianfrancesco Guarnieri, o filme fala sobre uma greve em uma fábrica e as consequências para as famílias de operários. Fernanda interpreta Romana, a matriarca da família principal. O longa foi indicado ao Leão de Ouro no festival de Veneza e venceu outros prêmios. 'A falecida' - 1965 Em 1965, interpretou Zulmira, personagem de Nelson Rodrigues em filme de Leon Hirszman e Eduardo Coutinho. Com uma vida pobre, o último desejo da personagem é ter um enterro luxuoso. Este foi seu primeiro filme. Veja Mais

Ator Cuba Gooding Jr. se declara inocente de agressão sexual

G1 Pop & Arte Ele é acusado de tocar indevidamente duas mulheres em Nova York. Ainda não há data para julgamento, mas nova audiência está programada para 13 de dezembro. Ator Cuba Gooding Jr. se declara inocente de agressão sexual Alec Tabak/New York Daily News Pool via AP O ator americano Cuba Gooding Jr. se declarou inocente nesta terça-feira (15) da acusação de ter tocado indevidamente duas mulheres em Nova York, enquanto outras doze o acusam da mesma prática no passado, informou o gabinete da promotoria em Manhattan. O ator de 51 anos, ganhador de um Oscar em 1997 por seu papel em "Jerry Maguire: a Grande Virada", foi denunciado por tocar os seios de uma mulher em um bar de um hotel em Manhattan, no dia 9 de junho passado. Além desta acusação, uma segunda mulher afirma que o astro tocou suas nádegas no dia 24 de outubro de 2018 em um clube noturno de Nova York. Cuba Gooding Jr. foi denunciado por quatro infrações relacionadas a estas duas acusações. A ata da promotoria menciona também denúncias similares apresentadas por outras 12 mulheres referentes a contatos físicos não consentidos ocorridos em bares ou clubes noturnos de Los Angeles, Nova York e Dallas entre 2001 e 2018. Nenhuma destas 12 mulheres foi identificada e o juiz ainda vai decidir se autoriza o depoimento delas no processo. O ator nega as acusações e, sobre o caso de junho passado, seus advogados afirmaram desde o início que as imagens das câmeras de segurança do bar mostram claramente que seu cliente não é culpado, mas o surgimento de outros depoimentos podem complicar a defesa. Ainda não foi marcada a data do julgamento, mas uma nova audiência está programada para 13 de dezembro. Cuba Gooding Jr. ganhou fama após o filme "Os Donos da Rua" (1991) e recentemente interpretou o ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson na minissérie "American Crime Story". Veja Mais

Fernanda Montenegro completa 90 anos; FOTOS

G1 Pop & Arte Atriz tem mais de 80 trabalhos entre novelas, filmes e minisséries, além de centenas de peças de teatro. Relembre momentos da carreira. Fernanda Montenegro na inauguração do complexo MG4, conjunto de novos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro Marcos Serra Lima/G1 Fernanda Montenegro GloboNews Karim Aïnouz e Fernanda Montenegro participam de abertura do 29º Cine Ceará Natinho Rodrigues/SVM Fernanda Montenegro e Juliana Paes em 'A Dona do pedaço' Globo/Raquel Cunha Fernanda Montenegro, no papel de Mercedes, durante cena da novela 'O outro lado do paraíso' em que se casa com o personagem de Lima Duarte, em março de 2018 Raquel Cunha/Globo Fernanda Montenegro lê Hilda Hilst na abertura da Flip 2018 Walter Craveiro/Divulgação Fernanda Montenegro, no papel de Rosita, posa ao lado de Kiko Mascarenhas durante gravação de 'Mister Brau', em junho de 2018 Estevam Avellar/Globo Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg em 'Babilônia', de 2015 Globo/Estevam Avellar Fernanda Montenegro como Picucha na 2ª temporada de 'Doce de mãe' Globo / Fábio Rabelo Fernanda Montenegro recebeu o troféu Mario Lago 2013 das mãos de Roberto Carlos no Domingão Faustão Globo / Alex Carvalho Fernanda Montenegro recebe o prêmio de melhor atriz no 41º Emmy Internacional em 2013 Neilson Barnard/Getty Images/AFP Fernanda Montenegro foi Candinha Rosado no remake de 'Saramandaia' Globo/Alex Carvalho Fernanda Montenegro era Dona Picucha na série 'Doce de mãe', de 2012 Globo/Estevam Avellar Fernanda Montenegro era Bete em 'Passione' TV Globo / Marcio Nunes Fernanda Montenegro era a vilã Bia Falcão na novela 'Belíssima', de 2005 Globo/Kiko Cabral Fernanda Montenegro na minissérie 'Um só coração', de 2004 TV Globo / Renato Rocha Miranda Fernanda Montenegro na minissérie 'Hoje é dia de Maria' TV Globo Fernanda Montenegro foi Tibéria na minissérie 'Pastores da noite, de 2003 TV Globo / João Miguel Júnior Fernanda Montenegro em 'O Auto da Compadecida', de 1999 Globo Fernanda Montenegro interpretou Dora no filme 'Central do Brasil', de 1998 Divulgação Ruth de Souza contracena com Fernanda Montenegro e Gianfrancesco Guarnieri em 'Cambalacho', de 1986 TV Globo Fernanda Montenegro e Paulo Autran em 'Guerra dos sexos', de 1983 Globo Fernanda Montenegro em 'Brilhante' Globo/Divulgação Fernanda Montenegro no filme 'A falecida' de 1965, baseado na obra de Nelson Rodrigues Reprodução Veja Mais

Notorious B.I.G, Whitney Houston e Soundgarden são finalistas do Hall da Fama do Rock

G1 Pop & Arte Kraftwerk, Depeche Mode, Motörhead, Nine Inch Nails e Judas Priest também estão na lista de possíveis homenageados. Novos membros serão anunciados em janeiro de 2020. Whitney Houston durante apresentação no Grammy, em 2011 AP Photo/Mark J. Terrill, Arquivo O Hall da Fama do Rock and Roll apresentou sua lista de artistas indicados, incluindo o rapper Notorious B.I.G e a cantora Whitney Houston. Os dois artistas já mortos fazem parte de uma lista de 16 nomes revelados nesta terça-feira pela instituição. Há ainda nomes do rock como Depeche Mode, Motörhead, Soundgarden, Nine Inch Nails e Judas Priest. Notorious B.I.G. - lenda do hip hop da década de 1990 e considerado um dos melhores rappers de todos os tempos - foi assassinado em 9 de março de 1997, aos 24 anos, em um contexto de rivalidade entre rappers da Costa Leste e da Costa Oeste. Seu maior inimigo, Tupac Shakur, morto em 1996, entrou para o Hall da Fama em 2017. Whitney Houston morreu aos 48 anos em 2012, após uma longa luta contra as drogas. Em dez anos, ela deixou de ser a queridinha dos americanos para se tornar protagonista da primeira página dos tabloides de escândalos. Chris Cornell se apresenta com o Soundgarden no festival Lollapalooza em Chicago, nos EUA, em agosto de 2010 Nam Y. Huh/AP/Arquivo A indicação do Soundgarden também é uma homenagem póstuma. Chris Cornell, líder da banda grunge morreu em 2017, aos 52 anos. Os nomes dos novos membros do Hall of Fame serão anunciados em Cleveland, nos Estados Unidos, em janeiro de 2020. A cerimônia ocorrerá em 2 de maio. A instituição considera elegíveis os artistas que possuem 25 anos de lançamento de sua primeira gravação comercial. Os pioneiros da música eletrônica alemã Kraftwerk também estão na lista. Os novos membros serão escolhidos por meio de uma pesquisa com mais de mil músicos, historiadores e membros da indústria que levam em consideração o trabalho de toda a carreira do artista, sua inovação, habilidade e influência. Veja Mais

Gabriel Thomaz surfa na onda da música instrumental em álbum com trio

G1 Pop & Arte Disco 'Babababa' junta o guitarrista da banda Autoramas com o baixista Jairo Fajer o baterista Bruno Peras. Na cena alternativa desde a segunda metade dos 1980, à frente de bandas cariocas como Little Quail and The Mad Birds (1988 – 1997) e a resistente Autoramas, o guitarrista Gabriel Thomaz sempre surfou na onda da música instrumental. Só que nem sempre conseguiu espaço para temas sem letras nos discos e shows da banda Autoramas. No Gabriel Thomaz Trio, grupo formado pelo guitarrista em 2016 com Jairo Fajer (no baixo) e Bruno Peras (na bateria), o artista se dedica integralmente à música instrumental. No caso, à surf-fuzz-guitarrada que dá o tom vibrante das 10 músicas autorais que compõem o repertório do primeiro álbum do trio, Babababa, recém-lançado – inclusive no formato de CD – pela gravadora HBB Records com capa que expõe arte criada por Old Boy. Capa do álbum 'Babababa', do Gabriel Thomaz Trio Arte de Old Boy Algumas músicas, como a composição-título Babababa e Ecranoplano, têm até vocais, mas jamais letras. Em essência, o que se ouve em temas como Toilet line e Horny horn é um som cheio de guitarras e efeitos que vai da surf music ao garage rock, caindo no suingue nortista do Brasil nas músicas apropriadamente intituladas Guitarrada II e Guitarrada no pelo. Produzido por Billy Comodoro, o álbum do Gabriel Thomaz Trio evidencia o toque da guitarra de Gabriel em interação com o toque baixo de Jairo Fajer, integrante da atual formação da banda Autoramas. Veja Mais

Banda Biltre acinzenta o som em single gravado com Lenine

G1 Pop & Arte Música 'Aceitar' combina o tom sombrio da letra com a levada tecnobrega do guitarrista paraense Lucas Estrela. Banda carioca que faz som normalmente solar, pautado pelo bom humor, Biltre experimenta um tom mais cinzento e um toque de existencialismo na letra de Aceitar, single que lança na sexta-feira, 18 de outubro, através do selo MangoLab. De autoria dos quatro integrantes do grupo (Arthur Ferreira, Dioclau Serrano, Diogo Furieri e Vicente Coelho), a música faz parte de ainda inédito EP colaborativo da banda. O EP abrange as já lançadas gravações feitas pela Biltre com Letrux (Vamos gozar) e com a banda Tuyo (Lara). Em Aceitar, o solista convidado é Lenine. No molde original, a composição Aceitar se aproximava do formato de um pop rock à moda da década de 1980. Na gravação, a música ganhou o tom do tecnobrega na levada do guitarrista Lucas Estrela, contraponto do tom sombrio da letra. Promessa de guitar hero paraense, Estrela forma com Lenine a dupla de convidados do single produzido e mixado por Guilherme Marques. Além de tocar guitarra na gravação de Aceitar, Lucas Estrela pilota programações, teclados e baixo synth ao lado de músicos da Biltre, banda que está em cena desde 2011. Veja Mais

'Professor é herói no país', afirma Paulo Gorgulho de volta à Globo em 'Segunda Chamada'

G1 Pop & Arte Galã nos anos 90, ator comenta possibilidade do rótulo voltar a aparecer aos 60 anos e proximidade com o tema da educação em casa. Paulo Gorgulho interpreta o diretor Jaci em "Segunda Chamada" Maurício Fidalgo/Globo Paulo Gorgulho voltou para a Globo para viver o diretor Jaci, na série "Segunda Chamada". A temática da educação é recorrente em sua vida desde jovem e também em casa. No evento de lançamento, o ator disse que alfabetizava funcionários do Hospital do Servidor Público há 40 anos. Também foi professor na Fundação Gol de Letra , do ex-jogador Raí. Já a conversa em casa é rotineira, porque sua mulher é diretora de uma escola na periferia de São Paulo. A equipe de pesquisa acompanhou a rotina de Vânia Gnaspini, mulher de Gorgulho, na escola. "A série é absolutamente calcada na realidade e na precariedade do que a gente vive", afirma o ator. “O professor é herói no país hoje, porque ele atende a questão humana também daqueles alunos nesse estrato menos favorecido da sociedade”. Gorgulho diz que o envolvimento do professor vai além de assuntos acadêmicos: "O aluno conta com o engajamento e o comprometimento e isso causa uma carga no professor, que também tem que trabalhar de manhã, de tarde e de noite. Eles precisam que correr atrás de uma profissão cada vez mais achatada e menos valorizada". "Segunda Chamada" estreia nesta terça (8) com Deborah Bloch, como Lucia, e Paulo Gorgulho, como Jaci Globo/Mauricio Fidalgo Galã nos anos 90 e hoje também? Em uma lista dos galãs da década de 90, Gorgulho tem um posto garantido por conta de "Pantanal", novela exibida na extinta rede Manchete. Apesar do foco ser nas histórias dos alunos, há também romance em "Segunda Chamada". E daqueles proibidos. Jaci e Lucia (Debora Bloch) trabalham juntos na escola e têm um caso extraconjugal. Ao ser questionado se o personagem pode ocupar o imaginário e o coração das mulheres, ele pergunta se deve mentir ou falar a verdade. Depois do pequeno mistério, responde: "Tem sim, claro que tem". O ator conta que o rótulo de galã não o incomodou décadas atrás, porque ele conseguiu deixar claro "que era um ator antes de mais nada". Paulo Gorgulho em evento de 'Segunda chamada Celso Tavares / G1 "Sempre fui muito respeitado por apontar caminhos para construção de outros personagens e sabia que isso era circunstancial", disse. "Mas se essa sua pergunta se confirmar agora, aí sim vai ser surpreendente, aí já não sei mais nada sobre a vida", afirma rindo. "Mas também não vou me negar a isso não, se isso vier bato no peito e saio jogando." Veja Mais

'Fortnite' cria 'buraco negro' que interrompe temporada e suspende jogo

G1 Pop & Arte Evento que explodiu mapa e interrompeu todas as ações foi visto por jogadores como suspense após fim da 10ª temporada, antes de anúncio de novidades. Buraco Negro em 'Fortnite' Divulgação A 10ª temporada do game "Fortnite" foi interrompida por uma espécie de "buraco negro" que fez sumir todos os elementos do jogo e o deixou em suspenso. Os jogadores comentam a interrupção como uma forma de criar suspense até o anúncio da próxima temporada, mesmo sem uma confirmação oficial da desenvolvedora Epic Games. No domingo (13), os jogadores viram um foguete explodir na ilha onde se passa o jogo e a ação ser interrompida, com um buraco negro no lugar do antigo mapa. Veja abaixo um dos registros: “Fortnite” foi a grande sensação dos games em 2018. Mesmo gratuito, o jogo faturou cerca de US$ 2,5 bilhões (R$ 9,4 bilhões) em 2018, segundo uma pesquisa divulgada pela Nielsen. O valor faz de “Fortnite” o jogo gratuito mais lucrativo de 2018. Este é o primeiro balanço anual do game de ação e tiro, lançado em julho de 2017. Para se tornar bilionário, o jogo lucra com microtransações, como venda de itens virtuais, dinheiro virtual e passe de batalha sazonal. Dentre as microtransações, estão as famosas danças do jogo e as “skins”, roupas para os personagens controlados pelas pessoas. Veja Mais

Ludmilla encontra fã que escreveu sobre rejeição de 'Onda diferente' antes de Anitta e citou preconceito

G1 Pop & Arte Cantora trocou mensagens e indicou leitura de desabafo de fã sobre caso de 'Onda diferente', composição dela que só foi aceita após interesse de Anitta: 'Negros precisam se esforçar duas vezes mais'. Ludmilla, Fernanda Abreu e Buchecha cantam com a Funk Orquestra neste sábado (5) no Rock in Rio 2019 Alexandre Durão/G1 Ludmilla voltou a fazer referência nesta segunda-feira (14) ao caso revelado por ela de que a música "Onda diferente", sua composição, foi rejeitada pela gravadora antes de Anitta pedir para gravar a faixa. Ela divulgou nesta segunda-feira uma foto abraçada com um fã nos EUA que escreveu uma longa sequência de posts no Twitter em defesa da cantora. "Leiam isso", Ludmilla escreveu junto da foto. O fã, Rafa Rodrigues, disse que Ludmilla entrou em contato com ele após ele escrever os posts. Nas mensagens de Rafa no Twitter, ele diz: "Por que a Ludmilla se importa tanto em se reafirmar como compositora de Onda Diferente? E pq ela tá mais que certa?". Em vários posts, ele diz que a cantora foi subestimada: "Ludmilla foi barrada pela gravadora de gravar/lançar a música pois não acreditavam no potencial, até a Anitta (branca) entrar em jogo e mostrarem 100% de interesse". Ele também fez referência ao fato de a música ter sido tocada, além de Anitta, por Ivete Sangalo no Rock in Rio. "Todo mundo sabe que negros precisam se esforçar 2 vezes mais para atingir os resultados de uma pessoa branca, Lud além de negra, é mulher, e não há pessoa mais desrespeitado nessa vida que uma mulher negra", diz uma das mensagens. "É mostrar pra todo mundo, que uma negra, da favela, funkeira, é capaz disso e muito mais, e que não tem que depender de uma branca pra pessoas valorizarem isso... A felicidade da Ludmilla é ver um trabalho que não foi valorizado por quem devia valorizar, sendo valorizado por uma multidão no maior festival do mundo", escreve Rafa. "Lud e Anitta trabalharam JUNTAS, foram trocas de favores, não foi esmola da parte da Anitta, Ludmilla não deve NADA a ela... (...) Parem de querer que a mulher negra pare de sentir orgulho pelo trabalho árduo dela! (...) Vcs querem tirar de qualquer maneira a alegria de alguém que foi subestimado, e isso é errado!", dizem as mensagens. Leia a sequência de mensagens abaixo: Initial plugin text Veja Mais

Caçulinha festeja 80 anos em 2020 com disco ao vivo

G1 Pop & Arte Álbum será gravado em novembro com participações de cantores como Mônica Salmaso, Sérgio Reis e Wanderléa. Polivalente músico paulista que se notabilizou sobretudo pelo toque do acordeom e do piano, Rubens Antônio da Silva – conhecido artisticamente como Caçulinha – completará 80 anos de vida em março de 2020. O aniversário será comemorado com o lançamento de disco ao vivo que será gravado em show programado para 6 de novembro no Teatro Itália, na cidade de São Paulo (SP), com produção musical de Thiago Marques Luiz. No show, Caçulinha revisará a trajetória – iniciada em 1948, quando o artista tinha somente oito anos – em roteiro que prevê intervenções de convidados como Mônica Salmaso, Wanderléa, Claudette Soares, Sérgio Reis, Ayrton Montarroyos, Zé Luiz Mazziotti, Luciana Mello, Simoninha e Agnaldo Rayol, entre outros cantores que ainda serão confirmados. Caçulinha, para quem não liga o nome ao som, é o músico e compositor popularizado por ter participado, de 1989 a 2015, do programa Domingão do Faustão, comandado pelo apresentador Fausto Silva na TV Globo. Veja Mais

'Coringa' segue com domínio nas bilheterias dos EUA com US$55 milhões em segundo final de semana

G1 Pop & Arte Longa protagonizado por Joaquin Phoenix atingiu US$ 543 milhões (R$ 2,2 bilhões) nas bilheterias mundiais em menos de duas semanas. Joaquin Phoenix em cena de 'Coringa' Divulgação Joaquin Phoenix é o rei das bilheterias norte-americanas mais uma vez, com "Coringa" conquistando uma vitória fácil em seu segundo final de semana, ao atingir US$ 55 milhões (cerca de R$ 225 milhões) em 4.374 locais. "Coringa" dominou um trio de novas entradas, em que a comédia animada "A Família Addams" liderou o pacote com US$ 30,3 milhões (cerca de R$ 124,4 milhões) em 4.007 locais, superando as previsões. "Projeto Gemini”, de Will Smith, ficou abaixo das expectativas, com US$ 20,5 milhões (R$ 84,2 milhões) em 3.642 locais. A comédia de inteligência artificial de Adam DeVine "Jexi" gerou pouco interesse, com US$ 3,1 milhões (R$ 12,7 milhões) em 2.332 telas. "Coringa" mostrou muito fôlego, diminuindo apenas 43% de sua impressionante abertura com US$ 96,2 milhões (R$ 395 milhões), o quinto maior lançamento doméstico de 2019, apesar das preocupações com o impacto negativo dos temas mais sombrios do filme. Os espectadores permaneceram fortemente envolvidos com um total de 10 dias superior a US$ 192 milhões (R$ 788 milhões). O thriller psicológico já se tornou extremamente lucrativo para a Warner Bros., que fez parceria com Village Roadshow e Bron no projeto de US$ 55 milhões (R$ 225 milhões). E com um sólido desempenho internacional de US$ 351 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão), "Coringa" atingiu US$ 543 milhões (R$ 2,2 bilhões) nas bilheterias mundiais em menos de duas semanas. Trailer de 'Coringa' A "Família Addams", administrada pela United Artists Releasing, da MGM, havia sido projetada para ganhar de US$ 21 milhões a US$ 27 milhões (de R$ 86 milhões a R$ 110 milhões). Já as previsões de pré-lançamento colocavam "Projeto Gemini" entre US$ 24 milhões e US$ 29 milhões (de R$ 98 milhões a R$ 119 milhões), mas a competição com "Coringa" e críticas negativas levaram a um resultado decepcionante, dado o preço de US$ 138 milhões (R$ 566 milhões) para Paramount, Skydance Media, Fosun e Alibaba. O filme segue Will Smith, que luta contra um clone mais jovem, que o diretor Ang Lee conseguiu através de visuais hiper-realistas. Os dois filmes mais bem colocados seguem a tendência recente de sólido desempenho geral na América do Norte, de acordo com Paul Dergarabedian, analista de mídia sênior da Comscore. "O 'Coringa' continua encantando o público, desencadeando conversas e gerando interesse, refletido por uma queda muito modesta de 43% em seu segundo final de semana", disse ele. "'A Família Addams' achou graça com o público familiar que estava animado com o clima amigável de Halloween e com a nostalgia gerando filmes de animação". Veja Mais

Brindes, estrelas e novos jogos: fãs enfrentam mais de 5 horas de fila na BGS 2019

G1 Pop & Arte Feira de games aconteceu de 10 a 13 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo. Público explora a BGS 2019 Celso Tavares/G1 O ingresso para os quatro dias de BGS 2019 no primeiro lote custavam cerca de R$ 200. A soma de brindes distribuídos pela feira de games valia mais. Visitantes não pensaram duas vezes antes de enfrentar mais de 5 horas de fila para consegui-los. Não foram apenas os brindes que fizeram fãs esperarem por horas. Jogos inéditos, consoles avançados e estrelas dos games também foram responsáveis pelas maiores esperas. Veja o TOP 3 filas da BGS: Brindes Para conseguir os brindes mais caros, visitantes passaram metade de um dia na feira em filas. Os amigos Wagner Miguel, de 22 anos, e Kaio Filipe, de 20 anos, precisaram de cinco horas para conseguir uma mochila estilizada, um dos brindes mais desejados do evento, além de outros 9 itens. "Só o que ganhamos já paga o ingresso. Valeu muito a pena e no fim foi super divertido porque precisamos cumprir algumas tarefas para conseguir", contou Wagner. O casal de youtubers Thais e Rodrigo Beneducci levaram duas horas na fila da mochila porque já sabiam de alguns macetes graças a um amigo. "Focamos nos prêmios mais caros da BGS. Mas o processo foi divertido. Jogamos nos notebooks mais avançados e conhecemos muita gente", contou Thaís. Jogos e consoles Os irmãos Vinicius Kaminski, 19 de anos, e Layo Kaminski, de 27, passaram duas horas na fila da Playstation para jogar "Fifa 20". Além de conhecer o jogo recém-lançado, o objetivo final era avaliar se a valia a pena trocar o PS3 pelo PS4. "Viemos avaliar, não é sempre que podemos jogar com um console mais avançado. E conhecer as novidades. Tem muita coisa boa por aqui", disse Layo. Estrelas Teve muito fã que aproveitou a oportunidade para conhecer pessoalmente seus ídolos, mesmo que isso significasse horas de espera. Filipe Nel, de 15 anos, esperou por quase três horas para conhecer Ed Boon, criador de "Mortal Kombat". "Vale a pena porque é o jogo que eu mais gosto, uma oportunidade única e, além disso, a maioria das atrações tem fila, então é só escolher o que mais quer ver e aceitar." Veja Mais

Helga Nemeczyk diz que quer levar empoderamento feminino ao palco do 'PopStar'

G1 Pop & Arte Atriz quer misturar funk e Beyoncé, na 3ª temporada do reality que estreia no dia 27 de outubro. Helga Nemeczyk sobre polêmica envolvendo blackface: 'Não me arrependo, porque eu sei que eu não fiz como um ato de racismo'. Elisa Soupin/G1 A ideia era fazer mistério sobre o repertório da nova temporada do programa "PopStar", que estreia na Globo no dia 27 deste mês, mas Helga Nemeczyk não aguentou guardar segredo e entregou. "Vai ter Beyoncé misturado com funk", disse a atriz em uma conversa sobre a expectativa para o começo do reality. Helga quer trazer uma mensagem de empoderamento feminino: "Eu quero cantar mulheres que falam coisas necessárias, coisas que precisam ser ouvidas. E essas mulheres que eu admiro dizem coisas para mim, coisas que eu também quero dizer, então eu estou muito honrada de cantar. A gente está nesse momento em que o feminino está rompendo barreiras." Ela cita Karol Conka, Iza e Sia como inspirações. Apesar da experiência como dubladora e atriz, inclusive de musicais, o nervosismo é (quase) de iniciante. "O que está me deixando mais nervosa é não estar escondida atrás de um personagem. Será que as pessoas vão gostar de mim, de quem eu sou, da Helga lá de Madureira? Meu trabalho não é pra mim, é para o público. Eu quero entreter o público. Eu sou super carente, quero que as pessoas gostem de mim, sim. Quero que gostem do meu trabalho, sim." Polêmica com 'blackface' Helga Nemeczyk como Beyoncé no 'Domingão do Faustão' Divulgação No "Show dos Famosos", quadro do "Domingão do Faustão" em que participou em 2018, Helga se viu no centro de uma polêmica sobre racismo quando escureceu a pele com maquiagem, prática conhecida como blackface, para interpretar a cantora Beyoncé. A atriz foi muito criticada nas redes sociais e não esconde que o episódio a deixou muito mal. "Eu fiquei muito na bad, chorei muito", conta ela. "Não me arrependo, porque eu sei que eu não fiz como um ato de racismo. O que eu fiz foi homenagear a maior diva, a mulher que eu sou mais fã no mundo. Eu respondi: 'Me desculpa se machucou você, se pegou mal para você, mas a minha intenção não era essa. É uma coisa que faz parte do programa e eu estou fazendo uma homenagem.' Como a gente vai fazer personalidades negras sendo que a gente é branca?", defende ela. Ela questiona ainda o conceito de apropriação cultural: "Às vezes eu fico chateada, porque eu amo a cultura negra. E eu não posso fazer uma trança nagô. 'Não pode, porque você está se apropriando'. Caramba! Mas eu acho tão bonito, deixa eu fazer a minha trança nagô. Eu estou querendo me aproximar de você fazendo a minha trança nagô. Eu não entendo muito isso." A atriz diz ter muita admiração pela cultura negra: "Eu queria ser preta, juro pra você. O pessoal fala 'para de palhaçada', eu falo 'não, gente, é a raça mais linda, a cultura mais maravilhosa, tem força, são incríveis', mas as pessoas às vezes não entendem, e eu entendo porque as pessoas às vezes não entendem". Veja Mais

Fagner faz 70 anos e tem nove álbuns relançados em edições digitais

G1 Pop & Arte Compacto gravado pelo cantor com o jogador de futebol Zico, em 1982, também chega às plataformas. Nascido em 13 de outubro de 1949 em Fortaleza (CE), e não em Orós (CE), como consta em diversos relatos biográficos, Raimundo Fagner Cândido Lopes completa 70 anos com planos de lançar álbum com músicas inéditas, compostas com parceiros como Moacyr Luz e Zeca Baleiro. Enquanto não concretiza o projeto do disco, o artista cearense tem nove álbuns, três coletâneas e um compacto – Batuquê de praia, gravado em 1982 com o jogador de futebol Zico – arremessados nas plataformas digitais de música neste domingo, 13 de outubro, dia do 70º aniversário desse cantor de voz rascante que sempre evidenciou a influência árabe na música nordestina. Capa do compacto 'Batuquê de praia', de Fagner e Zico Reprodução Os álbuns Orós (1977), Eu canto (1978), Traduzir-se (1981), Fagner (1982), Palavra de amor (1983), A mesma pessoa (1984), Fagner (1985), Fagner (1986) e O quinze (1989) somam-se a títulos já disponíveis em edição digital como Beleza (1979), Eternas ondas (1980) e Romance no deserto (1987). A maioria dos álbuns chega às plataformas com faixas-bônus garimpadas pelo pesquisador musical Marcelo Fróes para a preciosa caixa Raimundo, editada em 2003 com caprichadas reedições em CD dos álbuns gravados por Fagner na passagem do cantor pela gravadora CBS, entre 1976 e 1985, além do segundo álbum do artista, Ave noturna, editado em 1975 pela gravadora Continental, e do projeto extra Homenagem a Picasso (1983). Veja Mais

Guerra religiosa ou conflito político?

G1 Pop & Arte Há algumas semanas, sem mais aquela, comecei a receber muitas mensagens de WhatsApp. A maioria exortava-me a votar para eleger membros do Conselho Tutelar do município do Rio de Janeiro. Não sabia que a eleição para os Conselhos Tutelares era uma atribuição de todos os cidadãos, nem tinha ideia de que era um pleito nacional e englobava os mais de cinco mil municípios brasileiros. Decidi cumprir meu dever cívico, mas fui votar com certo desconforto. Explico. Entre as mensagens havia muitas advertindo abertamente ser preciso impedir que candidatos “evangélicos” assumissem os postos e fizessem deles trampolim para seu projeto político de “direita”. A caminho da minha zona eleitoral fui pensando se era justo não votar em “protestantes”. Havia lido na internet pequenas biografias sobre os candidatos com os da região administrativa referente ao meu local de residência. Escolhi um sem pensar em religião, até por que nenhum deles afirmava a sua fé. Optei por uma mulher cuja biografia me pareceu interessante. Discutindo com amigos depois da votação perguntei se não havia algo errado nas mensagens que se manifestavam contra o voto em evangélicos. Defendi que o fato de muitos deles serem de “direita”, terem um projeto político ou verem Jesus na goiabeira, não faz de todos os evangélicos pessoas perigosas. Alguns dos meus interlocutores concordaram comigo, mas outros me responderam rispidamente dizendo que os neopentecostais, especialmente os da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), eram teleguiados pelos pastores que tinham, sim, um projeto político perigoso. Refleti sobre o tema ao longo das semanas seguintes à votação para o Conselho Tutelar e sobre meu desconforto diante do que me pareceu “intolerância religiosa”, algo como culpar todos os muçulmanos pelos ataques terroristas, mal comparando. Para reafirmar o meu pensamento volto ao passado para lembrar a primeira vez em que um candidato a senador pelo Rio de Janeiro, progressista e apoiado pela Igreja católica foi derrotado por um bispo neopentecostal e bispo da IURD, o atual prefeito Marcelo Crivella. A eleição de 2002 talvez tenha sido o início desta guerra religiosa e política vivida hoje com intensidade muito mais profunda e com outros personagens, ou quase. Na famosa eleição de 2002, na qual Brizola, candidato pela terceira vez ao governo aos oitenta anos, perdeu as eleições, Artur da Távola (pseudônimo de Paulo Alberto Artur da Távola Moretzsonh Monteiro de Barros) era o candidato mais forte ao senado. Político tradicionalmente apoiado pela Igreja católica, fundador do PSDB e jornalista renomado, em sua campanha atacava Marcelo Crivella usando o caso do “chute na santa”– um pastor da IURD que desferiu golpes contra uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em um programa televisivo no dia da padroeira em 1995. A ascensão e vitória de Crivella foi vertiginosa e esta foi a maior derrota da aliança entre a Igreja Católica e os, digamos, “progressistas”. Temos memória muito curta. Esquecemos o passado com facilidade, mas enquanto a sociedade muda rapidamente e os protestantes crescem avassaladoramente, vemos estratégias políticas tradicionais se repetirem: desde 2002 o ataque aos candidatos neopentecostais e evangélicos se faz desqualificando a religião e a intenção eleitoreira deles, e os críticos parecem não olhar para o seu próprio umbigo. Será que a história política do Rio de Janeiro teria sido diferente se a disputa não tivesse sido enfrentada com essas acusações ao protestantismo ou “neopentecostalismo”? Lendo matéria da revista Isto É de 5/10/2019 sobre a eleição para os Conselhos Tutelares constatei existir mesmo uma guerra de mensagens via WhatsApp na qual participavam as igrejas neopentecostais, a Igreja Católica, os partidos de oposição e o partido do prefeito. O desfecho dessa “guerra recente” na nossa cidade parece ter favorecido os partidos de oposição, pois a candidata mais votada com mais de quatro mil votos foi uma moça de um partido oposicionista. Será preciso uma avaliação acurada desta votação para saber o que se passou em outros municípios do País e mesmo em outras regiões da cidade maravilhosa. Veja Mais

Marília Mendonça desabafa sobre shows gratuitos: 'É feito todo de boas intenções'

G1 Pop & Arte Projeto 'Todos os Cantos' tem apresentações ao vivo e sem cobrar ingressos, realizadas em capitais pelo Brasil. Ela disse que está recebendo 'porta na cara' para tentar marcar shows. Marília Mendonça fez show em Belo Horizonte Reprodução/TV Globo Marília Mendonça comentou em seu perfil no Twitter sobre os shows do projeto "Todos os Cantos", com apresentações ao vivo e sem cobrar ingressos, realizadas em capitais pelo Brasil. "O projeto 'Todos os cantos' é feito todo de boas intenções, pena que não é valorizado por quem mais deveria valorizar: os próprios líderes da cidade e de estado que tem sua casa exposta e valorizada pro mundo todo e SEM INCENTIVOZINHO, hein? difícil!", escreveu. Os shows precisam de autorização dos órgãos de seguranças e autoridades locais. LEIA MAIS: Marília Mendonça não sofre mais? Como ela parou de cantar o que compõe para evitar fofocas "Se estivéssemos pedindo dinheiro, eu entenderia. agora: ei, quero valorizar o turismo na sua cidade, trazendo um show grátis pra sua população, posso? porta na cara! não fazem e não deixam q façam! ok.. aqui a luta não para", completou. Problemas em Belo Horizonte A recusa relatada pela cantora vem depois de um evento do projeto em Belo Horizonte, no começo deste mês. O show reuniu milhares de pessoas em 7 de outubro e teve brigas, lesões corporais e arrastões registrados pela PM. “Marília lamenta profundamente os fatos relatados e reforça que o projeto é uma maneira de retribuir ao seu público, através do show gratuito, o carinho que recebe dos fãs”, disse a produção da cantora, por meio de comunicado oficial. O projeto "Todos os Cantos" tem shows surpresa que começaram em agosto de 2018, em Belém. Em cada cidade que visita, ela grava o clipe de uma música nova, lançada depois como single. A intenção é se apresentar em todas as capitais. Faltam nove delas. Veja Mais

Orlando Drummond, Seu Peru da primeira 'Escolinha', completa 100 anos com sucessos e bom humor

G1 Pop & Arte Ator e dublador deu voz a personagens icônicos de desenhos infantis, entre eles 'Scooby Doo', 'Alf, o ETeimoso', 'Popeye' e Vingador, de 'Caverna do Dragão'. Orlando Drummond, o Seu Peru da ‘Escolinha do Professor Raimundo’, ganha homenagem Orlando Drummond passou seis anos no ar com uma faixa rosa na cabeça, trejeitos fortes e momentos impagáveis como Seu Peru na primeira versão da "Escolinha do Professor Raimundo". O ator, dublador e roteirista completa 100 anos nesta sexta (18) com este personagem eternizado, um currículo cheio de sucessos e muito bom humor. Em postagem em sua rede social no início do mês, ele deu mais uma prova do bom humor e da alegria que o acompanham. Ao da esposa Gloria Drummond, com quem é casado desde 1951, e com duas taças de vinho , comemorou o aniversário de uma de suas bisnetas: "Que alegria chegar aos 100 anos curtindo o aniversário da minha bisneta Mariah ao lado da amada Glória". Scoody Doo, Popeye e Alf Ator e dublador, ele deu voz a personagens icônicos ao longo da carreira: Scooby Doo, "Alf, o ETeimoso", "Popeye" e Vingador ("Caverna do Dragão"), entre tantos outros. Ele começou a carreira no rádio e foi a experiência por lá que moldou sua carreira e deu o tom do trabalho com as vozes. À Globonews em 2011, ele explicou o processo de criação das vozes de tantos personagens. "Alf e Popeye eu me inspirei no original. A do Scooby Doo eu criei, foi um processo muito divertido". Ele ganhou o Orlando Drummond, Seu Peru da 'Escolinha do Professor Raimundo' TV Globo / Alex Carvalho Seu Peru Consagrado como dublador, Orlando Drummond passou a ter o rosto mais conhecido do público através de Seu Peru. "Antes eu era do rádio e da televisão mas eu não tinha cara. A minha cara era a dos personagens, como o Scooby Doo, o Popeye, o Alf. Quando eu passei a fazer o Seu Peru, as pessoas começaram a falar: ‘é o Seu Peru que faz o Scooby Doo, o Popeye’ e outros tantos personagens que enumerá-los é até difícil." Drumond foi homenageado pelos atores da nova versão da "Escolinha" em maio deste ano e causou comoção no set de filmagens. Atual intérprete do Seu Peru, Marcos Caruso não segurou a emoção. "A ideia era homenagearmos quem fez primeiro, e acabou que nós é que fomos homenageados. Ele demonstra que o talento e a obstinação pela profissão não têm idade", afirmou Caruso. Veja Mais

Sertanejo em alerta: estradas, falta de planejamento e agendas cheias colocam artistas em risco

G1 Pop & Arte G1 entrevista produtores para explicar o número alto de acidentes com cantores e equipes. Em 2019, foram pelo menos 14 casos noticiados. Entenda por que eles fazem tantos shows. Casos de acidentes com as equipes de Rionegro e Solimões, Luan Santana e Gusttavo Lima TV Anhanguera/Reprodução, Soldado Nascimento/Corpo de Bombeiros MT e Arquivo pessoal O estilo que mais toca no Brasil é o que mais viaja e faz shows. E quanto mais tempo os sertanejos estão nas estradas, mais riscos. Neste ano, o G1 noticiou 14 acidentes de trânsito com sertanejos ou suas equipes. "Por mais que a maioria dos escritórios, principalmente médios e grandes, tenham sempre cuidado em ter bom ônibus, boas carretas e profissionais qualificados, a exposição ao risco sempre existe. Quanto mais você precisa se deslocar, mais você está exposto a isso", explica Dan Rocha, diretor do grupo Chaves, escritório que administra a carreira do cantor Léo, ex-parceiro de Victor. O G1 conversou com ele e outros produtores de empresas do mercado sertanejo. Quase nenhum quis se identificar nesta reportagem: um indício de que o assunto ainda é tabu entre eles. Eles citaram alguns pontos que podem levar ao aumento dos acidentes: Alta demanda de shows sem bom planejamento de logística Pressa de voltar para casa para ficar com a família Serviços de transporte precários no início de carreira Estradas em más condições e cansaço dos motoristas Carreta da dupla Rionegro e Solimões se envolve em acidente na GO-139, em Caldas Novas Goiás TV Anhanguera/Reprodução "Tem assalto também para roubar equipamento”, diz um dos produtores ouvidos, antes de relembrar o caso de Henrique e Juliano. A dupla teve a carreta roubada em 2015. "O cavalo do caminhão, até hoje ninguém achou", conta, citando a cabine do veículo. Logística sertaneja "Os acidentes são causados porque querem fechar vários shows e fazer uma logística muito louca. Isso é mais sério no sertanejo, porque tem uma demanda grande, principalmente em algumas épocas do ano. Quando Cristiano Araújo morreu, era junho, que é um mês que tem muito sertanejo fazendo show", explica uma assessora de imprensa do mercado sertanejo. Para diminuir os riscos diante de uma agenda intensa, existe um planejamento feito pelos escritórios, que administram as carreiras dos artistas. Os produtores focam em alguns pontos: Marcar shows próximos em uma mesma região "Ir para o nordeste e conseguir fazer todos os shows da sua semana ali, facilita. É melhor do que você fazer dois shows no nordeste, depois descer pro sudeste ou pro sul. Isso põe toda a empresa, a equipe e o artista a situações bem arriscadas", explica Dan. Trocar de motorista quando viagem é logo após show "O descanso do motorista é uma das coisas que influencia", diz o produtor de um dos maiores escritórios sertanejos, que prefere não ter seu nome citado. "O ritmo para ônibus de banda é mais intenso que o de turismo normal. A gente já tem no mercado motoristas acostumados nesse tipo de ritmo." Normalmente, o motorista é contratado como parte fixa da equipe. Contar sempre com um plano B É preciso fazer um contrato de equipamento e mão de obra no local do show, caso necessário. Também tem que checar, antes de qualquer imprevisto, qual o aeroporto mais próximo em caso de pista fechada. Esses são exemplos do que deve ser feito para que a equipe não faça "loucuras" se algo der errado. Caminhonete da banda do cantor Luan Santana se envolveu em acidente em MT Soldado Nascimento/Corpo de Bombeiros MT Cadê a verba do planejamento? Muitos artistas não contam com uma equipe para fazer todo esse planejamento. No início de carreira, os músicos aceitam todos os shows oferecidos, independentemente das condições. LEIA MAIS: Como são os escritórios do sertanejo? “Tem esse risco [de contratar empresas mais precárias]. Não checam a condição salarial, a condição do veículo, não troca o pneu que precisa, usa o meia vida, freio não condicionado", diz um produtor. Ele teoriza: "Quem paga não está dentro do ônibus e quer economizar, desde a mão de obra até a manutenção. As bandas com menor orçamento buscam economizar de todos os lados. Pode ser que economize em segurança." "Um artista, quando é muito estourado, quer fazer vários shows em um mês pra ganhar dinheiro, porque ele está aproveitando o momento. Um artista que não está estourado está um dia no Pará, no outro dia em Porto Alegre. Isso é um outro problema", compara outra assessora. Mas por que tantos shows? São poucos os artistas que tomam conta de sua própria agenda. A maioria está “presa” a um escritório, que fica responsável por fechar os shows. Os dois lados precisam ganhar e com isso a agenda fica mais intensa. "Uns 70%, 75% dos artistas não manda na carreira. Fica ali no que o empresário mandar. Só a partir do momento que ele se torna sócio do projeto, que ele consegue falar de igual pra igual, fazer limitações, exigências", arrisca outro produtor ouvido pelo G1. "Tem artista que não aceita a dobra, que são dois shows na mesma noite. Quando é iniciante, ele é só mais um funcionário. Tem que cumprir a agenda. Se for somar transporte aéreo, fretado, e todos os custos, a conta não fecha com o valor do cachê do show." Ônibus com equipe do cantor Gusttavo Lima se envolve em acidente na BR-060, em Anápolis, Goiás Arquivo pessoal Veja Mais

Mônica Salmaso é retratada pela pintora Leonora Weissmann em disco com Guinga

G1 Pop & Arte Gravado para o Japão, o álbum tem os sopros dos músicos Nailor Proveta e Teco Cardoso. Uma das melhores cantoras do Brasil em todos os tempos, Mônica Salmaso é vista acima em tela criada pela artista plástica mineira Leonora Weissmann para a arte gráfica do próximo álbum da cantora paulistana. Neste ano de 2019, Salmaso gravou para o mercado fonográfico japonês um disco com Guinga – compositor, violonista e cantor – e com os sopros dos músicos Nailor Proveta (às do clarinete) e Teco Cardoso (virtuose do saxofone e das flautas). Derivado de show feito pelo quarteto no Brasil, o álbum tem repertório centrado na obra autoral de Guinga, parceiro sobretudo de Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro, mas extrapola o cancioneiro desse extraordinário compositor carioca. A arte do disco expõe pinturas dos quatro artistas, feitas por Leonora Weissmann. Veja Mais

Cosplayer do Coringa diz ter sido torturado e roubado por seguranças na Brasil Game Show em SP

G1 Pop & Arte Em vídeo, Michael Pinheiros alega ter sido espancado por 12 pessoas após discussão durante evento no domingo (13) no Expo Center Norte. Empresa e polícia apuram o caso. Michael Pinheiros, cosplayer do Coringa, acusa seguranças do Brasil Game Show de tortura O cosplayer do Coringa, Michael Giordano Martins Pinheiros, de 34 anos, usou as redes sociais para dizer que foi torturado e roubado por seguranças após discussão durante a Brasil Game Show (BGS), no último domingo (13), na Zona Norte de São Paulo. Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Brasil Game Show informou nesta quinta-feira (17) ao G1 que lamenta o ocorrido e que apura a denúncia de Michel, de que funcionários da empresa o agrediram (leia abaixo a íntegra do comunicado). Procurada pela reportagem, a comunicação da Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que a Polícia Civil investiga o caso. Na quarta-feira (16) a vítima procurou o 74º Distrito Policial (DP), parada de Taipas, para registrar boletim de ocorrência. O 9º DP, Carandiru, instaurou inquérito para apurar os crimes de lesão corporal e roubo. Segundo Michael, no último domingo, por volta das 16h, ele chegou ao BGS fantasiado como o personagem Coringa, inimigo de Batman nas histórias em quadrinhos da DC Comics. O cosplayer foi ao evento trajando um vestido curto de enfermeira, como o vilão Coringa aparece no momento que explode um hospital no filme ‘Batman: o cavaleiro das trevas’, de 2008. Ele contou que pagou pelo ingresso, mas resolveu sair para retocar a maquiagem. “Eu perguntei para o segurança: eu posso voltar normalmente? ‘Pode, tal, tranquilo’”, conta Michael. Em seguida, quando tentou voltar ao evento, foi barrado pelos seguranças do BGS. “Chegaram dois caras do lado e disseram: ‘que que está acontecendo? Você não vai entrar e acabou’. Eu disse: não se mete que eu estou com o pessoal aqui. ‘Que não se mete o quê?’ O cara já foi e deu uma gravata”, lembra ele, que há 12 anos faz cosplay de diversos personagens. Michael Giordano Martins Pinheiros (à esquerda) é cosplayer do Coringa de Batman - O Cavaleiro das Trevas Arquivo pessoal/Divulgação Segundo Michael, a situação ficou tensa quando ele foi arrastado para os fundos do evento, numa sala. “Eu joguei minha mão para trás para tentar me desvencilhar. Não sei se acertou neles”, afirma. “Daqui a pouco veio um soco na minha cara. Tomei mais outro. E os caras começaram a me arrastar, lá velho, lá para atrás”. Michael relatou ainda que o fato de estar fantasiado, mesmo num evento repleto de outros cosplayers de diversos outros ícones do universo pop, virou motivo de piada e humilhação. “Começaram: ‘você é o Coringa, né?’”, fala Michael. “Eu apanhei durante 40 minutos ou mais, de pelo menos 12 pessoas. Eu fui espancado violentamente, eu fui torturado, me queimaram com cigarro, eu estava de enfermeira”. “Eram seguranças da BGS. Os que começaram a me agredir estavam sem identificação. Na sala tinha um segurança de terno preto e depois chegaram mais”, diz o cosplayer. Documento médico informa que Michael Pinheiros sofreu fraturas nas costelas Reprodução/Divulgação/Arquivo pessoal No vídeo que gravou e postou em seu Facebook, Michael aparece com o olho roxo e ferimentos nas pernas. À reportagem apresentou documento médico que aponta lesões nas costelas. “Eu vivi um inferno. Pensei que eu ia morrer”, falou Michael. “Me quebraram uma costela. Eu tenho nove fraturas, eu tenho uma fratura em cada uma das outras. Eu não conseguia respirar porque o meu pulmão já estava enchendo de líquido, de sangue, de água. Eu fiquei um dia e meio internado”. De acordo com o cosplayer, as agressões só pararam quando outro segurança chegou ao local. “Ninguém pode imaginar, mano, a humilhação que eu passei”, lembra, que acusa os seguranças de terem roubado seus equipamentos de cosplayer. “Eles me levaram até o carro. Eu tive que entrar no carro e vim dirigindo até em casa para procurar uma ajuda.” Michael Pinheiros (à esquerda, de Coringa) durante evento que reuniu cosplayers em 2016 em SP Reprodução/Arquivo pessoal BGS Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Brasil Game Show informou que apura a denúncia de que o cosplayer do Coringa, Michael, foi agredido durante o evento (leia abaixo a integra do comunicado): “A BGS lamenta profundamente que, após mais uma edição de sucesso, em que cerca de 300 mil visitantes se divertiram ao lado de seus amigos e familiares, o evento seja envolvido em uma denúncia de agressão e violência contra um cosplayer. Desde segunda-feira, quando a BGS foi procurada pela advogada Daniela Conti, representando o senhor Michael Giordano Martins Pereira, estamos debruçados sobre o caso para, com a devida cautela, apurar e colaborar com os órgãos competentes para a elucidação dos fatos, sem julgamentos precipitados que possam comprometer os envolvidos, sejam o denunciante, os denunciados e a Brasil Game Show.” De acordo com o advogado da BGS, Gustavo Kloh, imagens de câmeras de segurança estão vendo analisadas para saber se gravaram alguma anormalidade no dia do evento mencionado pela vítima. "Até o momento as imagens mostram ele sendo afastado por seguranças, pois quem saiu não pode entrar novamente". Indagado se poderia ceder as imagens ao G1, o advogado disse que precisaria consultar a empresa antes. Até a publicação desta reportagem, não havia dado retorno. Personagem Coringa no filme 'Batman: O Cavaleiro Das trevas', de 2008; Michael Pinheiros diz que foi fantasiado assim ao BGS onde alega ter sido torturado por seguranças do evento em SP Reprodução/Filme 'Batman - O Cavaleiro Das Trevas' SSP Também por nota, a assessoria da Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que “o caso é investigado pelo 9º DP, que apura os fatos por meio de inquérito policial e realiza diligências para identificar os autores do crime.” Veja Mais

Céu e Pitty são indicadas em premiação musical feminina que terá tributos a Beth Carvalho e a Gal Costa

G1 Pop & Arte Anavitória, Iza, Ludmilla e Luiza Lian também concorrem a troféus no WME Awards 2019. Única premiação voltada exclusivamente para a produção musical feminina, o Women's Music Event Awards chega à terceira edição neste ano de 2019. Nas categorias definidas por votação popular, as artistas Céu e Pitty concorrem aos prêmios de Melhor álbum (APKÁ! e Matriz, respectivamente) e de Melhor cantora. Líder de indicações, com quatro nomeações nas 16 categorias, Pitty ainda concorre aos prêmios de Melhor videoclipe (pelo clipe de Ninguém é de ninguém) e Melhor música alternativa (pela composição Noite inteira). Programado para 3 de dezembro, com apresentação de Preta Gil e transmissão ao vivo pelo canal TNT, o WME Awards 2019 prevê homenagens às cantoras Beth Carvalho (1946 – 2019) e Gal Costa pelos respectivos conjuntos das obras das artistas. Pitty é a líder de indicações da terceira edição do Women's Music Event Awards Otávio de Souza / Divulgação Eis as indicações das principais categorias cujas vencedoras serão escolhidas mediante votação popular no site oficial da premiação: ♪ Melhor álbum APKÁ! – Céu Azul moderno – Luiza Lian Matriz – Pitty O tempo é agora – Anavitória Verdade – Lauana Prado ♪ Melhor cantora As Bahias e a Cozinha Mineira Céu Iza Ludmilla Pitty ♪ Melhor música alternativa Bichinho – Duda Beat Margem – Adriana Calcanhotto Noite inteira – Pitty Rito de Passá – MC Tha Sou Yabá – Luiza Lian ♪ Melhor música popular Bebi, liguei – Marília Mendonça Boa menina – Luisa Sonza Não sou obrigada – Pocah Onda diferente – Anitta com participação de Ludmilla Para, pensa e volta – Yasmin Santos ♪ Melhor videoclipe Brisa – Iza Garupa –Luisa Sonza com participação de Pabllo Vittar Mil mulheres –Luiza Lian Nave – Xenia França Ninguém é de ninguém – Pitty ♪ Revelação Giulia Be Malia MC Tha Tuyo Yasmin Santos Veja Mais

Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quinta-feira; veja destaques

G1 Pop & Arte Evento vai até o dia 30 de outubro com cerca de 300 filmes exibidos em vários espaços. Documentário 'Babenco', 'Wasp Network', 'Parasita' e 'Vida Invisível' estão na Mostra de SP 2019 Divulgação A 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quinta-feira (17) e vai até o dia 30 de outubro com cerca de 300 filmes na programação. O G1 lista abaixo quais são os destaques. Neste ano, a edição é menor que a do ano passado, quando teve mais de 330 títulos. Desta vez, a Mostra exibirá os filmes em cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo projeções gratuitas e ao ar livre. Veja a programação completa no site da Mostra Brasileiros Assista ao trailer de "A vida invisível" A edição deste ano exibirá 63 filmes nacionais. Entre eles, o de maios destaque é "A vida invisível", Karim Aïnouz, escolhido para tentar indicação ao Oscar de Filme Internacional e vencedor da mostra Um certo olhar do Festival de Cannes. "Babenco - Alguém tem que ouvir a voz do coração", filme de Bárbara Paz sobre o cineasta Hector Babenco, também merece destaque. O longa levou o Prêmio da Crítica Independente durante a 76ª edição do Festival de Veneza. Ambos serão exibidos na sessão Apresentação especial. Assista ao trailer do filme 'O Juízo' "O Juízo", suspense sobrenatural de Andrucha Waddington, reúne Fernanda Montenegro, Criolo Lima Duarte e Felipe Camargo. Estrangeiros premiados Trailer de 'Parasita' O sul-coreano "Parasita", do diretor Bong Joon-ho, venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2019, o principal prêmio da competição. Ele conta a história de uma família de desempregados que vivem em um escuro e sórdido apartamento no subsolo, onde convivem com baratas. O israelense "Sinônimos", de Nadav Lapid, levou o Urso de Ouro no Festival de Berlim. A história é sobre um expatriado em Paris que deixou Israel devido à situação política. Foi elogiado por seu tom original, sua reflexão sobre identidade e a interpretação do protagonista, Tom Mercier. Também vale a pena ver o documentário de drama "Honeyland". Vencedor do Grande Prêmio do Júri na sessão de documentários em Sundance, o filme acompanha a saga da caça a abelhas na Europa Homenageados Trailer de 'O paraíso deve ser aqui' O francês Olivier Assayas e o israelense Amos Gitai vão receber o prêmio Leon Cakoff. "Wasp Network", de Assayas, abriu sessão para convidados da Mostra nesta quarta (16). O francês foi escolhido por "seu cinema de estética mutável, ao mesmo tempo atento aos sentimentos mais delicados e incômodos dos nossos dias", diz a organização. Gitai já teve 41 filmes exibidos no evento brasileiro desde 1996. Segundo a organização, será premiado porque "seu olhar único sobre lugares e memória mostram ao público brasileiro os diversos matizes que que existem em um conflito". O Prêmio Humanidade será entregue ao ator e diretor palestino Elia Suleiman. Na mostra, ele apresenta "O paraíso deve ser aqui", premiado no Festival de Cannes deste ano. 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: programação completa com os lugares e horários dos filmes Veja Mais

Katy Perry lança 'Harleys In Hawaii'; assista ao clipe

G1 Pop & Arte Música foi composta em parceria com Charlie Puth, que também é o produtor. Katy Perry na capa do single 'Harleys In Hawaii' Divulgação Katy Perry lançou nesta quarta-feira (16) o clipe de "Harleys In Hawaii". A música foi composta em parceria com Charlie Puth, que também é o produtor. No clipe, ela anda de moto e canta em outros ambientes como uma psicina e em uma cama tocando um ukulele. A música é o quarto lançamento da cantora americana neste ano. Ela já lançou "365", com o DJ e produtor Zedd, e dois singles próprios: "Never Really Over" e "Small Talk". Veja Mais

Uma reconstituição didática da tragédia de Chernobyl

G1 Pop & Arte Voltado para o público leigo, livro-reportagem revisita o pior acidente nuclear da História 'Chernobyl 01:23:40 – A verdadeira história do pior acidente nuclear de todos os tempos', de Andrew Leatherbarrow Divulgação Na esteira da impressionante e premiada minissérie da HBO “Chernobyl”, chegou às livrarias nesta semana “Chernobyl 01:23:40 – A verdadeira história do pior acidente nuclear de todos os tempos” (L&PM, 272 pgs. R$ 49,90), do escocês Andrew Leatherbarrow. Convém alertar logo que se trata de uma obra de divulgação, voltada para o público leigo e escrita por um leigo, como o próprio autor assume. “Depois de procurar o tipo de livro que queria ler e descobrir que não existia”, ele escreve na introdução, “decidi eu mesmo escrever um”. Leatherbarrow mergulhou então em uma pesquisa que consumiu cinco anos, incluindo uma viagem à ainda radioativa cidade-fantasma de Pripyat, cenário do desastre ocorrido há mais de 30 anos, na madrugada de 26 abril de 1986. O livro começa com uma brevíssima história da energia nuclear, na verdade um inventário de barbaridades e acidentes iniciado quando Marie Curie descobriu a radiação criada pela divisão dos átomos. Levou tempo até que se compreendessem os efeitos do rádio fosforescente na saúde, o que custou a vida de milhares de pessoas por pura imprudência, inclusive da própria cientista, que morreu em 1934 de anemia aplástica, depois de passar anos se expondo sem proteção a substâncias radioativas. O capítulo dedica um espaço razoável ao acidente de Goiânia, em 1987, quando uma cápsula com Césio causou a morte de várias pessoas “Chernobyl 01:23:40” entrega o que promete: uma reconstituição didática do acidente nuclear, sem enveredar por detalhes científicos mais complexos. Mas o autor erra ao acrescentar a essa narrativa capítulos com uma espécie de diário da sua viagem pessoal a Chernobyl, totalmente banais e dispensáveis. Os capítulos 3, 5, 7, 9 e 11, nesse sentido, podem ser saltados sem qualquer prejuízo à leitura. O que interessa mesmo está nos capítulos restantes: a história da construção da usina de Chernobyl, no contexto do comunismo soviético; a reconstituição objetiva do desastre; o relato da resposta de emergência, que incluiu a missão suicida de centenas de heróis anônimos, incluindo bombeiros sem qualquer treinamento para lidar com a radiação; e o processo posterior de descontaminação da região, para evitar que a usina desativada volte a causar problemas. A tragédia de Chernobyl matou milhares de pessoas e deixou sequelas irreparáveis em outras tantas. Além disso, deixou como legado um número inestimável de problemas de saúde decorrentes da nuvem de radiação que se espalhou pela Europa, o que tem desdobramentos até hoje. Ainda assim, a verdadeira história do desastre ainda permanece encoberta por uma nuvem de mistérios e inconsistências: muitas informações foram sonegadas na época pelo Governo soviético, receosa do impacto negativo que um erro desse porte causaria ao regime comunista. Um dos elementos mais impressionantes da narrativa, aliás, é o medo que cada personagem tinha do Estado comunista: o temor de uma punição era maior que o de se expor à radiação. Muitos partiram para a morte simplesmente porque a perspectiva de morrer dolorosamente de câncer em poucas semanas parecia menos pior que a de cair em desgraça junto ao partido. Luciano Trigo Arte G1 Veja Mais

Roberta Sá põe voz em canção 'sócio-ambiental' de Carlos Rennó e Beto Villares

G1 Pop & Arte Moreno Veloso, Moska e Zélia Duncan também integram o time de convidados da gravação da música inédita. Letrista, o compositor Carlos Rennó vem reunindo vários nomes da música brasileira na gravação da música inédita Para onde vamos?, composta com melodia de Beto Villares e caracterizada por Rennó como "canção sócio-ambiental". Ao longo de terça-feira, 15 de outubro, vários artistas foram ao estúdio Nas Nuvens, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), gravar participações na música. Roberta Sá e Moreno Veloso estão entre o time de convidados, como mostram fotos postadas por Rennó nas redes sociais do compositor. Chico Brown, MC Soffia, Paula Morelenbaum, Paulinho Moska, Tom Karabashian e Zélia Duncan também participam da gravação de Para onde vamos?, canção que ganhará mais vozes em sessão em estúdio de São Paulo (SP) programada para esta quarta-feira, 16 de outubro. Beto Villares, Moreno Veloso (ao centro) e Carlos Rennó (à direita) no estúdio Nas Nuvens Reprodução / Facebook Carlos Rennó Veja Mais

Milton Nascimento é o milagre que ninguém consegue explicar ao laurear compositor pelo conjunto da obra

G1 Pop & Arte Cerimônia de entrega do Prêmio UBC emociona o artista, reverenciado em show com João Bosco, Maria Rita, Xênia França, Rogério Flausino, Elba Ramalho, Almério e Chico César. "Milton Nascimento é um milagre. É aquilo com que a gente se depara, é apresentado e não sabe direito o que é, de onde vem. Milton é um milagre porque a gente não consegue explicar". Dita por João Bosco no palco da Casa UBC na noite de terça-feira, 15 de outubro, a frase sintetizou o espírito da premiação que laureou o compositor – de origem carioca e alma musical mineira – com o Prêmio UBC 2019 pelo conjunto da obra em cerimônia no Rio de Janeiro (RJ). Mineiro, Bosco praticamente canonizou o colega antes de converter a plateia de convidados com a beleza atordoante da abordagem de Tarde (Milton Nascimento e Márcio Borges, 1969), música que contou ter conhecido em 1975, na cidade natal de Ponte Nova (MG), no registro feito por Milton para o álbum Native dancer (1974), gravado com o saxofonista norte-americano Wayne Shorter. Milton Nascimento, emocionado, preferiu nada falar ao ser contemplado com o Prêmio UBC 2019 Mauro Ferreira / G1 Ao longo da cerimônia de entrega da terceira edição do Prêmio do Compositor Brasileiro, com o qual a União Brasileira dos Compositores (UBC) já laureou Gilberto Gil e Erasmo Carlos em 2017 e em 2018, Milton Nascimento foi o milagre que ninguém conseguiu explicar. Por mais que o ator Thiago Lacerda, mestre da cerimônia que hiperlotou a Casa UBC no centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), tenha lido pré-definições de Milton esboçadas por nomes como Caetano Veloso e Criolo, nenhum depoimento deu conta de explicar a grandeza divina de obra que irrompeu em 1966 vinda ninguém sabe de onde. Tampouco o próprio Milton falou de si mesmo e da obra ao receber o troféu das mãos de Antonio Cicero e Ronaldo Bastos. Quebrando o protocolo de premiações do gênero, o homenageado – visivelmente emocionado – preferiu o silêncio. "Não precisa falar nada que a gente já sabe tudo", contemporizou Bastos, parceiro letrista de Milton em canções como Nada será como antes (1972) – interpretada por Rubel com Luedji Luna – e Cais (1972), ouvida na voz altiva de Almério, cantor pernambucano que confirmou a vocação cênica, em número dividido com a cantora Anna Lu. Aberta por Marcelo Castello Branco, atual diretor-executivo da UBC, a cerimônia teve o ponto alto na apresentação dos números musicais em show roteirizado sob a direção artística de Zé Ricardo com justificada ênfase na obra construída por Milton nas áureas décadas de 1960 e 1970. Aberto com Fé cega, faca amolada (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1974) na voz sempre cortante de Elba Ramalho, o show expôs a força de nova geração de artistas da música brasileira. Se Xênia França abrilhantou Certas canções (Milton Nascimento e Tunai, 1982), fazendo jus aos entusiásticos aplausos, Zé Ibarra confirmou a devoção ao mentor do Clube da Esquina ao traduzir na voz e no violão a latinidade arrepiante de San Vicente (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1972). Maria Rita canta 'Morro velho' com precisão no Prêmio UBC 2019 Mauro Ferreira / G1 Já Maria Rita perfilou a saga fraterna e a posterior ruptura social de Morro velho (1967) com tal precisão vocal e com tamanho entendimento da letra que uma pergunta ecoou silenciosamente em algumas mentes: já não passa da hora dessa grande cantora voltar a fazer um disco que extrapole o universo do samba? Longe da praia do reggae, Toni Garrido encarou Encontros e despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981) com leveza, pecando somente pelo excesso de vibração ao fim da canção. Rogério Flausino fez Coração de estudante (Wagner Tiso e Milton Nascimento, 1983) bater macio no passo do soul, com suingue. A sós com o próprio violão, Chico César extraiu lamentos nordestinos ao redefinir o amor de Paula e Bebeto (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1975) com tal singularidade que diluiu a empatia geralmente imediata da canção. No arremate da cerimônia, todos os convidados se juntaram com Milton Nascimento no palco para versão coletiva de Maria Maria (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976). Quando Milton solou alguns poucos versos dessa música, do alto dos quase 77 anos que completará em outubro, a centelha divina da feminina voz do cantor iluminou toda a Casa UBC. E aí o milagre se fez pela enésima vez, ratificando que Milton Nascimento é tão grande que nem cabe explicação. Veja Mais

'Malévola: Dona do mal': Diretor investiga maldade e promete história original com Angelina Jolie

G1 Pop & Arte Atriz disputa com Michelle Pfeiffer no filme que estreia no Brasil nesta quinta-feira (17). Ao G1, diretor norueguês Joachim Ronning diz que foi 'incrível vê-las duelando'. ‘Malévola 2’ ganha trailer e mostra embate entre Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer Joachim Ronning já sabe manter mundos mágicos de pé. Fez esse serviço para Disney em 2017, com “Piratas do Caribe: A vingança de Salazar”, e repete o trabalho em 2019, com “Malévola: Dona do mal”, com estreia nesta quinta (17). Ronning, de 47 anos, é um diretor norueguês com alguns prêmios por lá, mas ainda não tantas assinaturas nos Estados Unidos. Diante de um mundo extraordinário e da encarnação do mal, o que mais assustou e deslumbrou o diretor foram as miudezas das relações humanas. “Toda sua construção precisava explodir em personagens reais com quem as pessoas se identifiquem. Este foi o maior desafio”, diz ao G1. Angelina Jolie em 'Malévola:Dona do mal' Divulgação/Disney Angelina Jolie é a responsável por boa parte dos méritos do primeiro longa, de 2014. “Você conhece Angelina, e o que ela criou com esse personagem é provavelmente a maior vitória do filme”, admite ele. Mas para uma segunda história, era preciso expandir a narrativa. Ronning parece satisfeito em intensificar as doses de tortura emocional da personagem: após o esforço que fez para se abrir aos sentimentos por Aurora, verá a menina partir e descobrirá que não é a única força do mal na terra. Michelle Pfeiffer x Angelina Jolie Michelle Pfeiffer em 'Malévola: Dona do mal' Divulgação/Disney Michelle Pfeiffer, no papel de rainha Ingrith, vem para equilibrar a batalha. A chegada da atriz altera a dinâmica do filme, que alternava entre a força de Jolie e a doçura de Elle Fanning. A continuação será menos afetuosa. “Michelle Pfeiffer estava no topo da minha lista. Porque você tem que ter uma atriz que pode ir contra Angelina Jolie. E não há muitas delas. É incrível vê-las duelando com enorme respeito uma pela outra”, diz o diretor. Ronning ri ao dizer que é fã da atriz desde pequeno. E teve uma grata surpresa no set. “Além de ser extraordinária, ela é um prazer de se trabalhar”. Nova história Esqueça a velha história da Bela Adormecida. "Esta é uma história original, completamente nova”, promete Ronning. As lentes estão focadas no universo da Malévola e narrativa ganha novos personagens. Chiwetel Ejiofor (“12 anos de escravidão”, “O rei Leão”) também se junta ao elenco. E também sobre a natureza do mal. A vilania absoluta não interessa a Ronning, ele quer explorar todas os lados da maldade, até o mais frágil. A solidão também é tratada no longa. Sempre citando as duas filhas, Ronning diz que é uma filme para a família. “É o que eu esperava para adultos que conheceram a história na infância, crianças que assistiram ao primeiro em 2014, e mesmo pra quem não gosta de histórias de princesas, há toda a história sobre relacionamentos. Acho que há algo para todos lá”, defende. Vem sucesso aí? “Malévola” foi um sucesso. Sua bilheteria mundial somou mais de US$ 758,5 milhões e passou 27 semanas em cartaz. Recebeu crítica mista, com elogios absolutos à performance de Angelina. Era apenas o terceiro exemplar da era recente de remakes com atores de clássicos da Disney. Antes dele, só “101 Dálmatas”, em 1996, e “Alice”, em 2010. Depois dele, abriu a porteira. Agora, o segundo filme é lançado em um ano permeado por três grandes produções do estúdio: “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão”, este com bilheterias bilionárias. Remakes Disney Divulgação O bom momento pode beneficiar o filme, mas também aumenta a competição e a exigência. “Quando 'Malévola estreou, foi antes de que pudéssemos produzir esses filmes com facilidade. Agora, a competição é muito mais profunda. Mas com o maior número de lançamentos, o público se acostumou mais. Estão mais exigentes.” Para o diretor, a crescente de lançamentos do estúdio em 2019 (quatro em dez meses) vai intensificar o ritmo nos próximos anos. “As pessoas gostam de revisitar as histórias que eles amam e Hollywood vai continuar fazendo esses filmes, é um processo muito natural.” Veja Mais

Pharrell Williams diz ter vergonha de 'Blurred Lines', hit acusado de promover cultura do estupro

G1 Pop & Arte 'Percebi que existem homens que usam essa mesma linguagem quando se aproveitam de uma mulher, e não importa que esse não seja meu comportamento', disse produtor e cantor. Pharrell Williams foi indicado como produtor por 'Estrelas além do tempo' Richard Shotwell/Invision/AP Pharrell Williams, compositor, cantor e produtor, disse estar "envergonhado" por um de seus maiores sucessos, a música "Blurred Lines", de 2013. A música, que Williams gravou com o cantor e compositor Robin Thicke e o rapper T.I., foi banida por uma lista de universidades depois que sua letra foi acusada de promover a cultura do estupro. O vídeo também é acusado de ter conteúdo sexualmente explícito. Williams, de 46 anos, cujas músicas também incluem "Happy", defendeu a faixa em entrevistas anteriores, apesar de ter sido atacado por trechos da canção como "eu sei que você quer" ("I know you want it"). Mas, em uma entrevista à revista "GQ" nesta semana, Williams disse que agora entende como a letra pode ser vista como uma apologia ao estupro. "Percebi que existem homens que usam essa mesma linguagem quando se aproveitam de uma mulher, e não importa que esse não seja meu comportamento", disse ele à revista. "Só importa como isso afeta as mulheres." Pharrell disse que "nasceu em uma era diferente", em que muitas das coisas com as quais ele cresceu -antes consideradas normais - seriam vistas de maneira diferente agora. "Algumas das minhas músicas antigas, eu nunca escreveria ou cantaria hoje. Fico envergonhado com algumas dessas coisas. Levou muito tempo e crescimento para chegar a esse lugar", disse ele. "Percebi que vivemos em uma cultura chauvinista em nosso país." Veja Mais

Stadia, serviço de games na nuvem do Google, será lançado em 19 de novembro

G1 Pop & Arte Pacote para ter acesso ao streaming vai custar cerca de R$ 500. Assinatura mensal é de US$ 9,99, equivalente a R$ 38, mas serviço não estará disponível no Brasil agora. Controles do Google Stadia Reprodução/YouTube/Google Stadia, serviço de games na nuvem do Google, será lançado em 19 de novembro, anunciou a empresa durante o evento Made by Google nesta terça-feira (15). A plataforma estará disponível nos Estados Unidos, no Canadá e em outros 12 países europeus. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil. Quem quiser ter acesso ao serviço precisa pagar pelo "Founders Edition", que custa US$ 129, equivalente a R$ 500. O pacote contém um controle de edição limitada, um Chromecast Ultra, o jogo Destiny 2 e três meses no Stadia Pro para quem comprar e para um amigo. Segundo o Google, alguns jogos serão grátis para assinantes, enquanto outros serão vendidos a preços similares aos do varejo. Títulos de lançamento já conhecidos incluem Assassin's Creed Odyssey, Mortal Kombat 11, Final Fantasy XV e NBA2K. Neste primeiro momento, os países da Europa que vão ter acesso ao serviço do Google são: Bélgica, Finlândia, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido. É possível comprar controles adicionais em três modelos: Wassabi, Just Black e Clear White pelo preço de US$ 89, equivalente a R$ 346. A assinatura do Stadia Pro, que custa US$ 9,99 por mês, incluirá jogos gratuitos e com desconto, segundo o Google. O produto ainda não está à venda. A Stadia Base, plataforma gratuita separada, que será lançada em 2020, transmitirá com qualidade de vídeo de até 1080p em comparação com o 4K do Stadia Pro, informou o Google. Veja Mais

Egberto Gismonti grava álbum com sucessos da música brasileira

G1 Pop & Arte Egberto Gismonti grava álbum com sucessos da música brasileira para selo europeu. Aos 50 anos de carreira fonográfica, iniciada em 1969 com a gravação do LP Egberto Gismonti, o compositor, arranjador e multi-instrumentista fluminense se desvia do trilho autoral no repertório deste disco que prepara a convite do produtor musical Manfred Eicher, da gravadora ECM. Eicher é o fundador da ECM Records, gravadora alemã pela qual Gismonti edita álbuns desde 1977, ano em que lançou pelo selo o álbum Dança das cabeças. Artista de linguagem sonora contemporânea que há 50 anos vem derrubando a tênue fronteira entre a música popular e a música dita erudita, Gismonti construiu obra centrada no toque do violão, mas sempre se mostrou virtuoso no toque do piano. A caminho dos 72 anos, a serem completados em dezembro deste ano de 2019, o músico também transita pelo mundo do jazz, mote do último álbum de Gismonti, Mágico – Carta de amor (2012), disco ao vivo editado há sete anos com o registro de show que uniu o instrumentista brasileiro ao baixista norte-americano Charlie Haden (1937 – 2014) e ao saxofonista norueguês Jan Garbarek. Veja Mais

'Tinha que ser menina': De assédio a bullying, o que as mulheres ainda enfrentam em jogos online

G1 Pop & Arte Durante BGS 2019, G1 conversou com jogadora. Quase dois anos após campanha de ONG pelo respeito às mulheres, elas dizem que xingamentos diminuíram. Atualmente, o mercado de games hoje tem mais de 60 milhões de jogadores BGS/Divulgação Em janeiro de 2018, uma ONG popularizou nas redes sociais uma campanha para que as mulheres pudessem escolher o nickname que quisessem em jogos online - e não precisassem esconder sua identidade. Durante a Campus Party daquele ano, o G1 mostrou as duas situações a que mulheres estão expostas dentro das comunidades: A desqualificação da habilidade e do próprio direito de jogar, com espaço para xingamentos e recados como "seu lugar é na cozinha"; O tratamento meloso, em tom de paquera, como se toda mulher estivesse em um game online para arranjar um parceiro e não para simplesmente jogar. Um ano depois, o G1 conversou sobre o assunto com jogadoras na Brasil Game Show 2019, evento de games que aconteceu em São Paulo até domingo (13). As mulheres são maioria entre gamers no Brasil: 53% do número de jogadores segundo a pesquisa Game Brasil de 2019, de julho. "Menina, melhorou muito. Há dois anos, os insultos eram diários. Neste ano, eu acho que aconteceram umas quatro vezes", diz Damaris de Lima Duarte, jogadora de "League of Legends" e “Counter Strike”, na BGS 2019. Ela ri de tristeza por comemorar pequenos avanços. BGS 2019: Veja fotos As meninas da BGS contam que o assédio e o bullying diminuíram, mas persistem nos cantinhos escondidos de chats coletivos. É lá, escondidos atrás de nicknames e personagens, que meninos e homens aproveitam para fazer comentários machistas. Jogadoras na BGS 2019 contam casos de assédio e bullying em games online Thaís Matos/G1 "Tem sempre o famoso 'tinha que ser mulher' quando você erra uma jogada", diz a estudante Jhenice Lima, de 20 anos. "Mas se eu jogo bem, eles ignoram." "A gente nunca recebe honra [sistema de reconhecimento no jogo]. Já aconteceu do meu time ganhar, todos os jogadores ganharem honra e eu ser a única jogadora a ficar de fora", conta a vendedora Andressa Silva, de 20 anos. Jhenice e Andressa jogam “LOL” e narraram outras situações desconfortáveis: já foram impedidas de escolher personagens masculinos para jogar em grupo; tiveram suas posições trocadas diversas vezes por outros jogadores e receberam ofertas de presentes e recompensas no jogo se aceitassem pedidos de namoro. Damaris atesta que a situação avança a passos curtos. "Melhorou demais nesses últimos dois anos. Mas estou em um nível superior agora, então tem mais respeito dentro do jogo. Mas ainda sou xingada", conta. A amiga Jhenifer Moraes, de 18 anos, também diz que suas personagens são mais machucadas que os masculinos. O que elas mais ouvem “Tinha que ser menina” “Seu computador fica em cima do fogão?” “Por que você não vai lavar uma louça?” “Você feedou o outro time” (feedar = morrer muito e dar pontos para o adversário) “O time perdeu por sua causa” “Quer namorar comigo?” “Se for minha namorada te deixo ganhar” Aparência x conteúdo Público explora a BGS 2019 Celso Tavares/G1 Além de jogar, Júlia de Núbila, de 24 anos, também tem um canal feito para meninas gamers. As críticas que mais recebe não são em relação ao conteúdo, mas à aparência. "Às vezes é assédio e às vezes, perseguição. Eles dizem que faço isso porque quero atenção, espalham coisas sobre mim entre os produtores de conteúdo. É uma rede de ódio." “Eles falam coisas extremamente obscenas, que eu não tenho coragem de reproduzir. Eu denuncio, mas muitos criam outras contas e voltam”, desabafa, Juliana Ferreira, de 20 anos. O casal Gabriela Lata e Rafael Hasegawa Kioji passaram por experiências inversas. Ela só joga com nicknames neutros. “Não lembro de ter acontecido nada parecido comigo”, disse. Já o namorado sentiu um pouco do que as mulheres passam quase sempre. Eu jogo sempre com personagens femininas, como a Morgana [ de 'LOL'], e uma vez, quando errei uma jogada, recebi uma mensagem que dizia ‘volte para o quarto para fazer bebês e saia do jogo'." Veja Mais

Harold Bloom, crítico literário, morre aos 89 anos nos EUA, diz jornal

G1 Pop & Arte Ele era o mais notório crítico de literatura do país, e deu aula na universidade de Yale até a quinta-feira passada, disse a viúva, Jeanne Bloom, ao jornal 'The New York Times'. Harold Bloom Divulgação / Yale Harold Bloom, o mais notório crítico literário dos EUA, morreu aos 89 anos em New Haven, Connecticut, disse o jornal "The New York Times" nesta segunda-feira (14). A viúva, Jeanne Bloom, disse ao jornal que Harold deu aulas em Yale até a última quinta-feira. Ele lecionou na universidade durante 50 anos. A causa da morte não foi divulgada. O crítico era reconhecido não só no circuito acadêmico, mas também comercial - ele mesmo chegou a entrar em listas de mais vendidos em algumas de suas mais de quarenta publicações. Em suas obras ele se aprofundou em inúmeros estilos e escritores, em especial na poesia romântica e em autores como Shakespeare a Kafka. Veja Mais

'The Voice Kids' e 'Malhação' são indicados ao Emmy Kids Internacional 2019

G1 Pop & Arte Produções da Globo concorrem em três das sete categorias da premiação. Elenco de "Malhação: Vidas Brasileiras" Globo/Sergio Zalis A Globo foi indicada em três das sete categorias do Emmy Kids Internacional 2019. A lista de indicações ao prêmio foi anunciada nesta segunda-feira (14). A terceira temporada do "The Voice Kids" aparece na categoria Programa de Entretenimento sem Roteiro. Este é o terceiro ano consecutivo que o reality musical infantil é indicado. "Malhação: Vidas Brasileiras" foi indicada na categoria Séries. Já "Malhação Ao Vivo", projeto digital da novela, aparece na lista da categoria Digital. Na edição anterior da premiação, "Malhação - Viva a Diferença", temporada na novela que antecedeu "Vidas Brasileiras", saiu premiada. A oitava edição da premiação acontece em 31 de março de 2020, em Cannes, na França. Eduarda Brasil, vencedora da terceira temporada do “The Voice Kids”, entre as técnicas Simone e Simaria Divulgação/TV Globo Veja Mais

Jão se candidata a rei da sofrência com o repertório do álbum 'Anti-herói'

G1 Pop & Arte Triste pra sempre. A última noite. Fim de festa. Você vai me destruir. Pelos títulos dessas quatro músicas, já é possível perceber o depressivo estado de espírito de Jão na composição do álbum Anti-herói. É como se o artista paulista estivesse se candidatando ao trono de rei da sofrência com este disco pautado pelo fim de relacionamento afetivo de Jão. Segundo álbum desse cantor e compositor paulista que ganhou visibilidade no universo pop brasileiro no ano passado, com o EP Primeiro acústico (2018) e sobretudo com o subsequente álbum Lobos (2018), Anti-herói saiu quase sem aviso prévio na quinta-feira, 10 de outubro, com dez músicas. Uma, a balada Enquanto me beija, tinha sido apresentada em single dois dias antes, em 8 de outubro, deixando boa impressão. Capa do álbum 'Anti-herói', de Jão Arte de Sergio Cupido Jão busca um som mais denso com este álbum sobre "o sentido mais cruel do amor", como o artista conceituou o disco ao anunciá-lo em rede social. Mas a assinatura do trio autodenominado Los Brasileros – formado pelos compositores e produtores Dan Valbusa, Marcelinho Ferraz e Pedro Dash – consta em sete das dez músicas do álbum Anti-herói ao lado de Pedro Tófani, parceiro habitual de Jão. As exceções são a já mencionada Enquanto me beija (somente de Jão com Tófani), :( [nota de voz 8] – a faixa final assinada somente por Jão – e VSF (de Jão com Tófani e Pedro Calais, vocalista do grupo mineiro Lagum). Detalhe: Louquinho (Jão, Pedro Tófani, Dal Valbusa, Marcelinho Ferraz e Pedro Dash), fraca música lançada em julho como suposto primeiro single do álbum, não consta no repertório de Anti-herói. Veja Mais

Sara Danius, ex-secretária permanente da Academia Sueca, morre aos 57 anos

G1 Pop & Arte Primeira mulher a se tornar secretária permanente da instituição que concede o Prêmio Nobel de Literatura, Sara morreu devido a um câncer de mama. Sara Danius, Secretária Permanente da Academia Sueca, anuncia o vencedor do Nobel de Literatura 2017 Claudio Bresciani/TT via AP A ensaísta Sara Danius, primeira mulher a se tornar secretária permanente da Academia Sueca, que concede o Prêmio Nobel de Literatura, faleceu neste sábado (12), aos 57 anos, por causa de um câncer de mama, informou a Academia à AFP. Sua morte ocorreu dois dias depois de o comitê Nobel da Academia sueca atribuir o prêmio de Literatura de 2018 à polonesa Olga Tokarczuk, e o de 2019, ao austríaco Peter Handke. Professora de Literatura na Universidade de Estocolmo, Sara Danius entrou na Academia em 2013 e, dois anos depois, foi nomeada secretária permanente, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo desde a fundação da instituição, em 1786. Em abril de 2018, Danius decidiu renunciar à sua posição em meio a um escândalo de assédio sexual que atingiu a Academia e que revelou a opacidade da instituição. Sua cadeira acadêmica foi mantida até fevereiro de 2019. Veja Mais

Fernanda Montenegro: Os bastidores da entrevista com a atriz que completa 90 anos

G1 Pop & Arte Atriz, que completa 90 anos, é entrevistada por Cristiana Aragão para o GloboNews Documento que vai ao ar na GloboNews nesta segunda-feira (14). Veja os bastidores da gravação do GloboNews Documento com Fernanda Montenegro Que Fernanda Montenegro está celebrando 90 anos, todo mundo sabe. Mas aqui, entro no cantinho da conversa sobre os bastidores da gravação que fizemos com ela para o programa que vai ao ar na segunda-feira (14), às 23h30 na GloboNews. Fernanda pediu um palco como cenário - é ali que ela se sente de fato em casa. Fui recebê-la na entrada do teatro, amparada por três câmeras - Luiz Paulo Mesquita, Rodrigo Bodstein e Sandiego Fernandes. Ela logo me deu a mão e me senti entre protegendo e protegida. Fernanda estava emocionada e eu, um pouco apreensiva. Fernanda então me convidou a ficar com ela no camarim enquanto a maquiadora Silvana cuidava dela. E logo me disse, "fica comigo para a gente ir tomando intimidade." Eu a ouvia e a observava. Não me lembro de todos os assuntos que ela puxava, me lembro sim que eram coisas de todos os dias. Falamos sobre lugares gostosos para descansar e ela me sugeriu a Patagônia. Eu usava uma blusa verde e Fernanda um tom calmo de vermelho. Comentei que eu tinha vestido uma blusa vermelha mas, quando a vi também de vermelho, troquei a minha cor. Naquele camarim, me senti à vontade de contar esse meu sentimento a ela. Foi quando Fernanda disse "vai de vermelho, minha filha. Estaremos nós duas de vermelho e vai ficar bonito." Na realidade, aquela troca para o vermelho foi mais do que uma simples troca de roupa. Era um dar as mãos, afinar a nossa orquestra íntima. E assim, entramos juntas no palco, pela coxia. Ela fez um único pedido: que a luz fosse frontal. "Luz sempre frontal", disse à equipe naquele tom grave que ela usa frequentemente quando sabe que é uma fala importante. Fernanda Montenegro, que completa 90 anos, é entrevistada para o GloboNews Documento Stephanie Rodrigues/Rede Globo Fernanda Montenegro no GloboNews Documento A atriz é entrevistada por Cristiana Aragão para o GloboNews Documento que vai ao ar na GloboNews nesta segunda-feira (14). Fernanda Montenegro é a única brasileira indicada ao Oscar em categoria de atuação, primeira a ganhar um prêmio Emmy como melhor atriz e tem personagens fortes em quase 80 filmes, novelas e minisséries e centenas de peças de teatro. Até o final deste ano, ela estreia dois filmes. E guarda um terceiro para 2020. Veja Mais

H.E.R. ouve MPB renovada, diz que Tulipa Ruiz parece Foo Fighters e se encanta com Céu e Roberta Sá

G1 Pop & Arte Revelação do R&B americano é fã de bossa nova e comentou artistas brasileiros influenciados pelo gênero nos bastidores do Rock in Rio 2019. H.E.R. reage à nova música brasileira Formada através dos diferentes gêneros que seu pai lhe mostrou durante a infância, a americana de 22 anos H.E.R., revelação do R&B com dois Grammys em sua conta, é fã da bossa nova. Por isso, o G1 mostrou alguns artistas recentes da MPB, influenciados pelo estilo voz e violão de João Gilberto, para saber o que a cantora acha da evolução do estilo. Assista ao vídeo acima. A cantora gosta tanto do som do país que chegou até a fazer uma homenagem em seu show no Rock in Rio 2019 ao tocar "Mas que nada", de Jorge Ben Jor. No vídeo, ela elogia as vozes de Céu e de Roberta Sá, e compara o começo de "Só sei dançar com você", de Tulipa Ruiz, com Foo Fighters. Veja Mais

Dois papos ligeiros sobre censura (II)

G1 Pop & Arte Toda censura é burra, não é demais repetir. A censura que veta, proíbe, condena, oculta o que o artista cria para ser visto, lido ou ouvido por todo o mundo. Censura diferente daquela a que me referi, de sugerir idade, hora e lugar mais adequados para que a obra de arte seja mais bem apreciada. Sugerir, sim, nunca proibir. Quando nos lembramos que, na flor de seus vinte anos, Vinicius de Moraes foi censor de filmes, podemos apostar que sua tarefa era somente a de dizer com que idade podia-se ver, por exemplo, sua favorita Marlene Dietrich em “O anjo azul”, filme bastante ousado para... 1930. Hoje, Vinicius estaria rindo de tudo aquilo. São muitos os exemplos de burrice cometida por nossos censores. Bastaria um dia consultando os guardados do Arquivo Nacional, na Praça de República, Rio de Janeiro (como já fiz, na companhia da repórter e pesquisadora Mariana Filgueiras), para se reunir material tão farto que não caberia num só volume. Principalmente, de 1964 a 1984, os tais anos dos quais ainda há quem tenha saudade. Escolho uma arte em que os danos não têm sido tão graves: a música. De fato, raros são os casos como o de Geraldo Vandré, cuja carreira foi interrompida por causa de uma canção, “Para não dizer que não falei das flores”, cujo sentido só foi percebido pelos censores quando, cantada em coro por todo o Maracanãzinho, virou uma espécie de hino contra a ditadura. Naqueles tempos, a música era um dos alvos mais frequentes da burra sanha dos censores. Em defesa da moral da mulher brasileira, pela preservação do idioma pátrio, para manter longe o comunismo ou para não se falar de assunto tão incômodo como a homossexualidade, tudo era motivo para o censor sacar sua arma: caneta. Em 1971, inspirado no interesse do cantor Mário Rei pelos pregões da Bolsa, Chico Buarque dedicou-lhe um samba repleto de termos usados no mercado de ações: “Comprei na bolsa de amores/As ações melhores que encontrei por lá/Ações de uma morena dessas/Que dão lucro à beça/Pra quem sabe jogar/ Mas o mercado entrou em baixa/Estou sem nada em caixa/Já perdi meu lote/Minha morena me esquecendo/Não deu dividendo, nem deixou filhote”. O censor não só vetou o samba, que só chegaria ao público 22 anos depois, como se permitiu um aparatoso comentário: “O autor parece estar de uns tempos para cá muito preocupado em denegrir a reputação de todas as mulheres, vide uma de suas últimas composições, ‘Minha história’, que relata a vida de um homem filho de uma prostituta”. O censor não entendeu a versão de Chico para “Gesùbambino”, canção do italiano Lucio Dalla. E “todas as mulheres”, no caso da letra em português, era apenas uma pobre mãe transformada em prostituta pelo censor. A língua portuguesa, sua preservação, seu compromisso com o bom gosto e, principalmente, o que certas palavras podem querer dizer (sem dizer), estavam entre as preocupações dos censores, entre estes o beque direito da seleção brasileira de 1950. Se até poemas de Mário de Andrade (1893-1945) foram cassados pela ditadura, imaginem os sambas de Adoniran Barbosa, quase todos no idioma coloquial, com erros e gírias próprios da população paulistana mais pobre. Cinco de seus sambas foram censurados em 1973, um deles inédito. Uma censora culta achou de mau gosto versos que falavam em “tauba de tiro ao álvaro” e rimavam “artomorve” com “revorve”. Pelo menos, deu conselhos ao compositor: regravar coisas como “O Arnesto nos convidô prum samba, ele mora no Brás/Nóis fumo e não encontremo ninguém?/Nóis vortemo cuma baita duma réiva/Qui dôtra vez nóis num vai mais...” assim: “O Ernesto nos convidou para um samba, ele mora no Brasil/Nós fomos e não encontramos ninguém/ Voltamos com baita de uma raiva/Em outra vez não vamos mais”. Conselho que Adoniram achou por bem não seguir. Censuras musicais contra a esquerda podem vir mais de cima, de gente “mais preparada” para evitar qualquer ameaça que surja, inclusive na música. Pois foi justamente um ministro, o da Justiça, Armando Falcão, quem proibiu que o balé “Romeu e Julieta”, produzido e transmitido pela BBC de Londres para mais de cem países, comprado e anunciado pela TV Globo, fosse exibido em 1976. Motivo: sendo russo, o Balé Bolshoi “poderia apresentar uma leitura comunista da tragédia de Shakespeare”. Aproveitou-se a ocasião para se negar os vistos para que o Bolshoi se exibisse no Brasil, como vinha sendo tentado por quase um ano. Foi também política a censura a “Calabar, o elogio da traição”, peça musical de Ruy Guerra e Chico Buarque, escrita em 1973 para ser encenada no ano seguinte. Não foi. Partiu do Ministério do Exército a proibição –– da peça, do título e até da proibição, que não podia ser divulgada. Na história, Domingos Fernandes Calabar passa de traidor a herói ao se unir aos holandeses contra os portugueses, em 1632, durante a Insurreição Pernambucana. O texto de Chico e Ruy fala de ações contra o povo, abuso de poder, tortura, a má herança lusitana, detalhes incômodos ao governo militar. Mas foi permitido a Chico gravar um disco com as canções, desde que certos reparos fossem observados. Nada de título, nada de capa chamativa, nada de canções como “Vence na vida quem diz sim”, debochada apologia da subserviência, e “Ana de Amsterdam”, a da cama, da cana, fulana, sacana. “Bárbara”, canção que fala do amor de Ana por ela, só não foi censurada porque um dos censores, numa de inteligente, garantiu que uma simples mudança na letra já gravada jogaria para debaixo do tapete a clara menção ao amor de uma mulher por outra. Tudo bem. Nos versos “Vamos ceder enfim à tentação de nossas bocas cruas/E mergulhar no poço escuro de nós duas”, a voz de Chico é apagada sobre a palavra duas. Já em outros versos, o censor deixou passar “O meu destino é caminhar assim desesperada e nua/ Sabendo que no fim da noite serei tua”. São casos antigos para reconhecer que a censura já foi mais dura do que a que pode se institucionalizar no Brasil de hoje. Mais dura, mas não necessariamente menos burra. Veja Mais

Timeline Trio cruza pop e jazz no tom afro-brasileiro do álbum 'Oroboro'

G1 Pop & Arte Grupo de música instrumental reúne Maria Gadú, Rashid e Xênia França em disco influenciado pelo trabalho do maestro Letieres Leite na Orkestra Rumpilezz. Grupo de música instrumental que procura ir além do formato da canção, evocando com contemporaneidade padrões rítmicos e melódicos alicerçados no universo musical afro-brasileiro e na cultura indígena, Timeline Trio lança o primeiro álbum, Oroboro, nesta sexta-feira, 18 de outubro, no rastro da revolução promovida pelo maestro e arranjador Letieres Leite na condução da baiana Orkestra Rumpilezz. Não por acaso, o ijexá é ritmo entranhado na criação de músicas autorais do disco, casos de The key to forever (Kau, Lucas Cirillo e Vitor Arantes) e de Pop night (Kau, Lucas Cirillo e Vitor Arantes), faixa na qual o Timeline Trio cruza o gênero musical baiano com o pop norte-americano da era da disco music, ecoando Nile Rodgers e Ilê Aiyê na mesma gravação. Capa do álbum 'Oroboro', do Timeline Trio Reprodução Em Oroboro, álbum produzido por Lourenço Rebetez, Lucas Cirillo (gaita), Kau (bateria e programações eletrônicas) e Vitor Arantes (teclados e piano) reprocessam influências do jazz, dos temas afros do Candomblé (evocados por exemplo em Mojuba, tema de autoria do trio), da música eletrônica e do rap em repertório essencialmente instrumental. Rashid, a propósito, é um dos três convidados do Timeline Trio em disco que também recorre eventualmente aos vocais. O rapper figura na música Sete flechas (Kau, Lucas Cirillo, Vitor Arantes e Rashid), na qual é parceiro do trio. Já a cantora Xênia França é a convidada do trio na já mencionada The key to forever. Maria Gadú completa o time de solistas vocais, marcando presença na regravação de Canoa canoa (Nelson Angelo e Fernando Brant, 1977), música associada ao Clube da Esquina que exemplifica a amplitude do arco de influências que moldam o som promissor do Timeline Trio no álbum Oroboro. Veja Mais

Illy se arrisca ao fazer voo de altos e baixos pelo repertório de Elis Regina

G1 Pop & Arte Apresentado no Rio de Janeiro, o show da cantora conecta a 'Pimentinha' ao Brasil de 2019 e dá prévia de álbum previsto para novembro. Cantora baiana que tentou decolagem com o EP Enquanto você não chega (2016) e com o sedutor álbum de estreia Voo longe (2018), de repertório moldado para os tons suaves da intérprete, Illy segue rota mais arriscada ao dar voz ao repertório de Elis Regina (1945 – 1982) no show Alô, alô, marciano. Prévia substancial do álbum gravado em estúdio e previsto para ser lançado no fim de novembro, o show Alô, alô, marciano – Illy canta Elis alternou altitudes ao aterrissar na cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de quarta-feira, 16 de outubro, em apresentação que encheu o Theatro Net Rio. Dirigido e roteirizado por Pedro Henrique França, o show conecta o Brasil polarizado de 2019 ao repertório de Elis, cantora gaúcha que tomou partido da liberdade ao dar voz, a partir de 1965, a músicas de compositores alinhados com ideologias de esquerda. Traduzida visualmente por obras e signos expostos no cenário de Luiz Wachelke e Fabio de Souza, essa posição foi bem marcada por Illy já na abertura a capella com trecho de Cartomante (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977), canção de letra metafórica que profetiza quedas de reis no refrão cantado pela banda no arremate do show. A boa intenção política da artista resultou insuficiente para evitar turbulências ao longo do voo por repertório imortalizado por cantora referencial da MPB dos anos 1960 e 1970. Illy músicas como 'Ladeira da preguiça' no show 'Alô, alô, marciano' Fred Pontes / Divulgação Ao se equilibrar mal na corda bamba de O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979), samba cantado em insustentáveis tons altos no início do show, quase a capella, Illy insinuou rasante pelo universo de Elis – vista momentos antes pelo público na exibição de trecho de entrevista concedida pela cantora ao programa de TV Jogo da verdade exibido em janeiro de 1982, mês em que a artista saiu precocemente de cena aos 36 anos. Se o desastre iminente não se concretizou ao longo da apresentação, o mérito foi mais dos arranjos cheios de frescor da produção musical – orquestrada pela própria Illy com o guitarrista Guilherme Lirio e o baixista Gabriel Loddo – do que da solista ainda imatura para dar voz a repertório tão expressivo. "A gente faz do nosso jeito", avisou Illy antes de pôr nas alturas o samba Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1988) em ambiência de indie rock. Ponto alto do show, Na Baixa do Sapateiro iniciou bloco evocativo da Bahia natal da artista. Nessa rota soteropolitana, Illy mostrou algum fôlego no sobe-e-desce de Ladeira da Preguiça (Gilberto Gil, 1973), samba que reforçou a conexão do show com o Brasil atual ao citar espirituosamente Lá vem o Brasil descendo a ladeira (Moraes Moreira e Pepeu Gomes, 1979). Illy se escora nos bons arranjos do show 'Alô, alô, marciano' Mauro Ferreira / G1 Exigir de Illy o alcance da interpretação de Elis seria, além de cruel, injusto. Embora por vezes acusada de ser cantora fria em álbuns como Elis (1973), a cantora gaúcha personificou quase sempre a mistura exata de técnica e emoção. Sem nota jogada fora. Sem sentimento além da conta. Sem vocação vocal para contar o drama de Vida de bailarina (Chocolate e Américo Seixas, 1953), samba-canção gravado por Elis em 1972 para evocar a influência da antecessora Angela Maria (1929 – 2018), Illy se escorou mais na musicalidade dos arranjos do que nas letras, o que diluiu o conceito político do show. Se Como nossos pais (Belchior, 1976) perdeu o sentido de hino geracional no passo veloz do ska, o bolero Dois pra cá, dois pra lá (João Bosco e Aldir Blanc, 1974) teve compensada a sensualidade rala da acelerada interpretação de Illy com sopro forte de latinidade em número antecedido por outro bolero de tom sensual, Me deixas louca (Armando Manzanero em versão em português de Paulo Coelho, 1981). Já Fascinação (Fermo Dante Marchetti e Maurice de Féraudy, 1905, em versão em português de Armando Louzada, 1943) evoluiu com leveza como se fosse a trilha sonora de uma baile adolescente dos anos 1950. Illy canta o samba 'Querelas do Brasil' com Silva no show 'Alô, alô, marciano' Mauro Ferreira / G1 Os arranjos de Guilherme Lirio e Gabriel Loddo muitas vezes salvaram a pátria, mostrando que esses músicos merecem atenção. A modernidade impressa no trilho de Trem azul (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) e na crítica debochada de Alô, alô, marciano (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980) valorizaram a segunda metade de apresentação turbinada com a entrada de Silva para excelente participação no show. Em harmonia com Illy, o cantor fez dueto e jogo de cena com a anfitriã em versão cool de Atrás da porta (Francis Hime e Chico Buarque, 1972) – opção que evitou qualquer comparação com a histórica interpretação da canção por uma Elis entregue à emoção – e em Querelas do Brasil (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978), samba anti-exaltação de Brasil que parece cada vez mais down no high society. Mesmo tendo sido feito em altitudes desiguais, inclusive porque é preciso ter gana e força para reverberar a atitude da Pimentinha, o voo de Illy sobre o país de Elis Regina reiterou o poder de fogo daquela baixinha que pôs nas alturas a música do Brasil. (Cotação: * * *) Illy insere três músicas do próprio repertório no roteiro do show 'Alô, alô, marciano' Mauro Ferreira / G1 ♪ Eis o roteiro seguido em 16 de outubro de 2019 por Illy na estreia nacional do show Alô, alô, marciano – Illy canta Elis no Theatro Net Rio na cidade do Rio de Janeiro (RJ): 1. Cartomante (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) 2. O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979) 3. Aprendendo a jogar (Guilherme Arantes, 1980) 4. Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1938) 5. Ladeira da Preguiça (Gilberto Gil, 1973) – com citação de Lá vem o Brasil descendo a ladeira (Moraes Moreira e Pepeu Gomes, 1979) 6. Afrouxa (Arnaldo Antunes, Betão Aguiar, Davi Moraes e Pedro Baby) 7. Vida de bailarina (Chocolate e Américo Seixas, 1953) 8. Dois pra lá, dois pra cá (João Bosco e Aldir Blanc, 1974) 9. Me deixas louca (Me vuelves loco) (Armando Manzanero em versão em português de Paulo Coelho, 1981) 10. Fascinação (Fermo Dante Marchetti e Maurice de Féraudy, 1905, em versão em português de Armando Louzada, 1943) 11. Só eu e você (Chico César, 2016) 12. Atrás da porta (Francis Hime e Chico Buarque, 1972) – com Silva 13. Querelas do Brasil (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978) – com Silva 14. Trem azul (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) 15. Alô, alô, Marciano (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980) 16. Como nossos pais (Belchior, 1976) 17. Cartomante (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) Bis: 18: Djanira (Jarbas Bittencourt e João Luiz, 2017) Veja Mais

'Watchmen' moderniza universo da HQ para discutir tensão racial em grande começo de série; G1 já viu

G1 Pop & Arte Dois primeiros episódios constroem base sólida para temporada baseada livremente em obra de Alan Moore, em uma realidade alternativa povoada por heróis mascarados. Tim Blake Nelson (com a máscara espelhada) e Regina King em cena de 'Watchmen' Divulgação É incrível o quanto "Watchmen", série que estreia neste domingo (13) na HBO, consegue se afastar da HQ de mesmo nome escrita por Alan Moore ao mesmo tempo em que respeita a obra clássica publicada nos anos 1980. A produção utiliza o universo habitado por heróis mascarados criado pelo quadrinista (que, como sempre, prefere manter distância da adaptação) para discutir tensões raciais nos Estados Unidos em 2019, muitos anos depois dos acontecimentos dos quadrinhos. Este pelo menos é o foco dos dois primeiros episódios exibidos pela HBO para os jornalistas brasileiros. A temporada terá nove no total. Os capítulos iniciais também servem como bons indicadores de que o criador da série, Damon Lindelof, aprendeu com alguns de seus erros em "Lost" e "The Leftovers" e deve equilibrar melhor mistérios e enigmas com respostas satisfatórias. 'Watchmen', série baseada nos quadrinhos, ganha 1º trailer; ASSISTA Máscara para quem precisa Assim como original, este "Watchmen" 2.0 baseia sua discussão principal em um episódio real (e violento) da história americana. Neste caso, o massacre de 1921 da população negra da cidade de Tulsa, em Oklahoma, serve como ponto de partida. Quase cem anos depois, a região é reflexo de políticas governamentais que tentam remediar o ocorrido. Como reação, a comunidade ainda sofre com as idas e vindas de uma organização racista ressentida, cujos ataques forçaram a polícia local a se esconder atrás de máscaras. Com isso, as linhas entre o que é certo e o que é errado, entre o heroísmo, o fascismo e o vigilantismo se tornam cada vez mais borradas. Maior exemplo disso é a protagonista Sister Night, interpretada por Regina King ("Se a rua Beale falasse"), uma espécie de detetive sob um uniforme parecido ao de uma freira, que não precisa de mandados para invadir residências e espancar suspeitos. Regina King em cena de 'Watchmen' Divulgação Super-equipe A ganhadora de um Oscar, um Globo de Ouro e três Emmys dá ao papel a dignidade e a profundidade necessária para afastá-lo da caricatura, tão comum em séries de super-heróis. Com nomes de peso como Louis Gossett Jr. (ganhador de Oscar por "A força do Destino"), Don Johnson ("Django livre"), Tim Blake Nelson ("A balada de Buster Scruggs"), Jean Smart ("Legion") e Jeremy Irons ("Liga da Justiça"), "Watchmen" certamente exibe um elenco capaz de lidar com as complexidades de seus temas. Uma pena que os episódios disponíveis mostrem tão pouco do britânico ganhador do Oscar por "O reverso da Fortuna" (1990), em um papel que deve agradar aos fãs da HQ – a série, aliás, não exige do espectador conhecimento prévio da obra, mas dá aos admiradores referências suficientes para fazê-los sorrir a cada 15 minutos. Jeremy Irons em cena de 'Watchmen' Divulgação A adaptação de "Watchmen" é um desafio gigantesco. A HBO prova que aprendeu a lição ao observar o fracasso retumbante do filme da Warner dirigido por Zack Snyder em 2009 e reinventar e modernizar o universo criado por Moore – embalado pela trilha assombrosa criada por Trent Reznor, do Nine Inch Nails, com Atticus Ross. Com isso, consegue não apenas algo que pode deixar o público dos quadrinhos orgulhosos de verdade, mas também aumenta muito suas chances de atingir seu maior objetivo: preencher a lacuna deixada pelo fim de "Game of thrones". Tim Blake Nelson em cena de 'Watchmen' Divulgação Veja Mais

Festival de Roma terá Martin Scorsese, John Travolta, Edward Norton e Bill Murray

G1 Pop & Arte Serão 40 longas-metragens na mostra oficial, que começou nesta quinta-feira. Edward Norton dirige Bruce Willis em 'Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe' Divulgação Martin Scorsese, Bill Murray, Edward Norton, John Travolta e Benicio del Toro estão na lista de convidados da 14ª edição do Festival de Roma, que começa nesta quinta-feira. "Nos últimos três anos, dois filmes vencedores do Oscar foram apresentados em Roma", disse Antonio Monda, diretor do evento, que não possui júri ou competição e concede apenas o prêmio do público. Os filmes em questão são "Greenbook-O Guia", de Peter Farrelly, e "Moonlight", de Barry Jenkins. Gângsteres, mordomos, detetives particulares e até zumbis serão os heróis da nova edição, que terminará em 27 de outubro e tem 40 longas-metragens na seção oficial, além de 15 palestras com o público de atores ou cineastas na sede tradicional do Auditório de Roma. O ator e diretor americano Edward Norton abre nesta quinta-feira a festa romana com o filme "Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe", um thriller que marca seu retorno atrás das câmeras, onde interpreta um detetive particular com síndrome de Tourette, cujo mentor (Bruce Willis) dirige uma agência de investigações. Entre os lançamentos mais esperados está o filme "O Irlandês", de Martin Scorsese, que será exibido na segunda-feira na presença do mestre ítalo-americano, que acaba de estrear o filme no Festival de Nova York. 'O Irlandês', filme de Martin Scorsese Divulgação O filme conta um dos maiores mistérios não resolvidos da história dos Estados Unidos, o desaparecimento do lendário sindicalista Jimmy Hoffa. Considerado pelos críticos como uma de suas obras-primas, o filme reúne Al Pacino, Robert De Niro e Joe Pesci para contar um dos grandes assassinatos da máfia americana. Os fãs da série de televisão "Downton Abbey", um drama histórico britânico que alcançou 120 milhões de espectadores, apreciarão a adaptação cinematográfica da vida da família Crawley e de seus serviçais enquanto se preparam para a visita do rei George V e sua esposa. Cinema colombiano O diretor colombiano Nicolás Rincón Gille será o único representante do cinema latino-americano com o filme "Tantas almas". Baseado em testemunhos reais, conta a história de José, um pescador que, depois de descobrir que os paramilitares mataram seus dois filhos e jogaram seus corpos no rio, embarca em uma jornada para dar a eles o enterro que merecem. Estrelado por José Arley de Jesus Carvallido Lobo, o filme é coproduzido pela Colômbia, Bélgica, Brasil e França. Assista ao novo trailer de "O Irlandês Uma grande variedade de filmes e documentários completam o programa, que inclui o filme biográfico "Judy" de Rupert Goold, sobre a cantora e atriz americana Judy Garland com cenas de seus últimos shows em Londres em 1968. Renée Zellweger (Bridget Jones) é a protagonista. Também será prestada homenagem ao pai do "Spaghetti Western", Sergio Leone, à escritora Andrea Camilleri e à atriz Lucia Bosé. Ela falará ao público para comentar sobre a restauração de "Satyricon" (1969) por Federico Fellini. Os espectadores descobrirão aspectos desconhecidos da vida do tenor italiano Luciano Pavarotti, morto em 2007, em um documentário do americano Ron Howard. Os fãs do astro do rock Bruce Springsteen apreciarão "Westerns Stars", o documentário que ele dirigiu junto com Thom Zimny. Como todos os anos, uma série de personalidades discute seu trabalho com o público, uma das seções mais interessantes e populares. Este ano a seção contará com a atriz francesa Fanny Ardant e seu compatriota, o diretor Olivier Assayas, bem como com os atores Edward Norton, Benicio Del Toro e John Travolta. O ator, cantor e dançarino, famoso por "Grease: Nos tempos da brilhantina" e "Os embalos de sábado à noite", receberá um prêmio especial por sua atuação no filme "The Fanatic", dirigido pelo americano Fred Durst, no qual ele interpreta um fã obcecado por um ator de Hollywood. Veja Mais

Paul Dano vai interpretar Charada em 'The Batman', diz site

G1 Pop & Arte Ator de 'Pequena Miss Sunshine', 'Sangue negro' e 'Guerra e paz' vai atuar junto com Robert Pattinson (Batman) e Zoe Kravitz (Mulher-Gato) em filme do diretor Matt Reeves. Cena da minissérie britânica 'Guerra e paz', que adapta o clássico de Liev Tolstói; o ator Paul Dano interpreta Pierre Bezukhov Divulgação Paul Dano vai interpretar o Charada no filme "The Batman", disse nesta quinta-feira (17) o site da revista "The Hollywood Reporter". O ator de "Pequena Miss Sunshine", "Sangue negro" e "Guerra e paz" foi escolhido pelo diretor Matt Reeves no filme com estreia marcada para junho de 2021. Além dele, Zoe Kravitz vai interpretar a Mulher-Gato e Robert Pattinson vai interpretar o Homem Morcego da DC em "The Batman". O ator britânico conhecido pela saga "Crepúsculo" assume o papel interpretado até o momento no universo cinematográfico da editora por Ben Affleck. Com 32 anos, Pattinson se tornará o ator mais jovem a viver o herói nos cinemas. Veja Mais

Maurício Sherman: Veja repercussão da morte do diretor

G1 Pop & Arte Um dos criadores do 'Fantástico', Sherman tinha 88 anos e morreu em sua casa, no Rio de Janeiro Maurício Scherman em Os Trapalhões Acervo / TV Globo Artistas e outras personalidades lamentaram nesta quinta (17) a morte do diretor Maurício Sherman, aos 88 anos. Segundo a família, Sherman morreu em casa, na Zona Sul do Rio, de manhã. O diretor contribuiu para diversas emissoras de TV do país. Em várias passagens pela Globo, ajudou a criar o "Fantástico" e dirigiu programas de humor, como "Faça Humor, Não Faça Guerra", "Os Trapalhões" e os de Chico Anysio. Leia, abaixo, a repercussão da morte de Maurício Sherman Artur Xexéo, jornalista, à GloboNews: "Vai com ele a história da TV. Ele está na TV desde o primeiro dia que a Tupi carioca foi inaugurada. Maurício Sherman foi um dos que inventaram tudo, porque estava tudo começando naquela época. Ele inventou a Xuxa, inventou a Angélica, ele tem essa história. Não pode contar a história da TV sem contar a história do Sherman. Era um homem de show. A história do show brasileiro passa por Maurício Sherman." Paulinho Serra, humorista, no Twitter: Initial plugin text Rosana Hermann, roteirista, no Twitter: Initial plugin text Lobão, músico, no Twitter: "Poxa, Maurício, além de um tremendo pioneiro, era uma dulcíssima pessoa." Veja Mais

Jennifer Aniston bate recorde ao conseguir 1 milhão de seguidores no Instagram em 5 horas

G1 Pop & Arte Atriz entrou para 'Guinness World Records' e superou marca anterior, atingida em 5h e 45 minutos pela conta conjunta do príncipe Harry e Meghan Markle. Reese Witherspoon dá boas vindas para Jennifer Aniston nas redes sociais Reprodução/Instagram A atriz Jennifer Aniston bateu o recorde como a conta a conseguir um milhão de seguidores no Instagram com o menor tempo, afirmou o "Guiness World Record" nesta quarta-feira (16). A marca foi atingida em 5 horas e 16 minutos. Com isso ela supera o recorde anterior, obtido pela conta conjunta do princípe Harry e sua mulher, a atriz Meghan Markle, de 5 horas e 45 minutos. Aniston entrou para a rede social nesta terça-feira (15), e estreou com uma foto reunindo o elenco original de "Friends". A imagem possuiu mais de 11,5 milhões de curtidas, e a conta já reúne mais de 10,3 milhões de seguidores com um total de duas publicações. Initial plugin text Veja Mais

Por que atriz Jameela Jamil acusa celebridades das redes sociais como Kardashians de enriquecer com 'sangue e diarreia de adolescentes'

G1 Pop & Arte Jameela Jamil critica clã Kardashian por promover produtos em redes sociais sem regulação nem transparência Jameela Jamil, de ‘The Good Place’, no tapete vermelho do 71º Emmy Reuters /Mario Anzuoni "Os bolsos delas estão forrados de sangue e diarreia de adolescentes." A atriz, modelo e ativista britânica Jameela Jamil admite que usa palavras fortes para atrair holofotes sobre como celebridades usam a fama para vender "produtos tóxicos" para crianças no Instagram. "Não há regulação, não há implicações legais para o que elas fazem. Elas estão vendendo produtos tóxicos, que em geral são laxantes, sem declarar que são laxantes", afirmou Jamil em entrevista ao programa da BBC HARDtalk. "Estamos vivendo em um tempo realmente bizarro, no qual celebridades têm carta branca para vender o que quiserem, como quiserem, a fim de impressionar os jovens." Mas ela não se arrepende da linguagem que adota em suas argumentações. "Homens brancos em posições de poder falam o que querem e saem impunes", rebate. "É particularmente chocante quando uma mulher, ainda mais uma mulher de cor, põe para fora. Porque nós somos quem mais sofre pressão para ser obediente. Eu estava de fato com raiva. Não é uma tática para chocar. Extravasou, e eu não costumo ter filtro." E ela também afirma que se não se colocasse dessa forma não teria esse espaço na mídia nem falaria na Organização das Nações Unidas. Críticas às Kardashians A atriz e ativista de 33 anos, que ganhou fama inicialmente como apresentadora de rádio da BBC no Reino Unido, se mudou recentemente para Los Angeles, onde é conhecida tanto por seu papel na série cômica The Good Place quanto por seu ativismo. Com frequência, ela faz críticas públicas a celebridades como as Kardashians, por promoverem produtos para perda de peso no Instagram sem informar os ingredientes. Jamil atacou Kim Kardashian West por postar um anúncio promovendo a "Dieta do Pirulito", chamando-a de "irresponsável" e "vítima de um problema social". Ela diz estar frustrada em geral com a atuação de celebridades nas redes sociais. "Por alguma razão, elas podem postar uma foto mentirosa com Photoshop pesado, enquanto tomam essa 'vitamina' e chupam esse pirulito, ou comem uma banana mágica que emagrece ou qualquer coisa que elas queiram vender. Mas não atribuem o físico delas a personal trainers, cirurgiões, cozinheiros particulares e uso pesado de Photoshop." A campanha 'Eu Peso' Irritada com um post no Instagram, Jamil lançou a campanha "Eu Peso" na rede social, onde tem 800 mil seguidores. A publicação em questão tratava do peso de cada integrante do clã Kardashian. A artista britânica encorajava as mulheres a celebrarem quem elas são e suas conquistas, em vez de serem julgadas por seu peso ou aparência física. Na campanha, as mulheres publicariam uma imagem de si mesmas, acompanha de palavras e frases que a descrevem. A campanha evoluiu para um movimento. Diversos ativistas afirmam que a aparência física projetada por celebridades tem um impacto direto no grau de confiança de garotas jovens que adotam medidas extremas para perder peso. "Não vendam laxantes para crianças. Não vendam produtos perigosos e sem regulação", afirmou Jamil durante a entrevista à BBC. Como consequência de sua campanha, o Instagram adotou restrições para anúncios ligados a produtos de dieta. O Instagram afirma que removerá qualquer conteúdo com promessas "milagrosas" sobre dieta ou perda de peso que esteja ligado a uma oferta comercial, como um cupom de descontos. Ativistas, especialistas e outros que se preocupam com a saúde mental de jovens cobram mais responsabilidade das celebridades. Em uma das maiores pesquisas sobre o assunto, a Fundação de Saúde Mental no Reino Unido identificou que 1 em cada 8 pessoas com 18 anos está tão transtornada com sua aparência física que já cogitou tentar o suicídio. Como as Kardashians reagiram? Kim Kardashian West afirmou: "Você terá uma reação por quase tudo, desde que goste ou acredite, ou que valha a pena financeiramente, qualquer que seja a sua decisão, desde que você esteja de acordo, está tudo bem." E qual foi a resposta de Jamil? "Então venda heroína para crianças, contato que você apoie, tudo bem. Não estou dizendo que é isso que ela vende, só estou dizendo que o ethos é o mesmo." Kim tem 148 milhões de seguidores no Instagram, e sua irmã mais nova, Kylie Jenner, tem 147 milhões. Elas são bastante procuradas por diversas empresas interessadas em promover seus produtos. Em entrevista ao jornal americano New York Times, Khloe Kardashian, que está com pouco mais de 100 milhões de seguidores, respondeu a algumas das críticas. Ela disse que não tem um cozinheiro particular e escolhe publicar seus exercícios exatos no Snapchat para mostrar todo o trabalho que ela faz para manter sua silhueta. Cobrança por transparência Jamil não está surpresa com essa reação. Para ela, é preciso que as celebridades sejam honestas e transparentes sobre a aparência física que estão projetando. "Se você fez uma cirurgia, não finja que não fez uma cirurgia. Se você quer que seu rosto seja refeito, se você quer parecer um leão ou uma girafa, faça o que quiser, mas apenas seja transparente." "Exijo transparência das celebridades. É o mínimo que podemos fazer, somos modelos e devemos isso aos jovens que nos admiram. Seja transparente e diga a verdade." Racismo e estupro Jamil usa suas próprias experiências para discutir esses temas. Ela disse à BBC que foi fisicamente e verbalmente atacada na escola no Reino Unido por causa de sua cor de pele. Também ficava envergonhada por ganhar peso e já ouviu que sua pele não era "exatamente adequada" para Hollywood. Agora ela se posiciona mais. "Eu digo o que eu quero. Quero dizer algo que acorde as pessoas. Quero dizer a verdade aos poderosos." Mas ela foi criticada por fazer comentários provocativos sobre como cantoras como Rihanna e Beyonce se sexualizam para vender discos. No entanto, Jamil diz que lamenta ter feito esses comentários. "Eu fui vítima de estupro, uma vítima de múltiplos abusos que não sabia onde projetar minha raiva. Eu costumava mirar nos alvos errados." "Eu deveria ter mirado no patriarcado", disse à BBC. Ela agora quer usar a campanha "Eu Peso" para promover mudanças sociais. "Estou atuando em uma plataforma de ativismo para jovens marginalizados que não têm meu privilégio. Quero trazer para a vida deles a visão deles. É apenas um espaço seguro na internet". Veja Mais

Isabela Moraes, voz emergente vinda de Pernambuco, grava no Rio o primeiro álbum

G1 Pop & Arte Isabela Moraes com Alceu Valença no estúdio carioca Tambor Reprodução / Facebook Isabela Moraes Nascida em Caruaru (PE) em agosto de 1980, Isabela Moraes vai festejar 40 anos de vida em 2020 com um disco para chamar de seu após mais de duas décadas de carreira. Cantora e compositora que se dedica profissionalmente à música desde os 18 anos, Isabela vem sobressaindo na atual cena pernambucana nos últimos tempos. A ponto de ter chamado a atenção da gravadora carioca Deck, com a qual assinou contrato para debutar no mercado fonográfico após ter músicas gravadas por cantores como o conterrâneo Almério e a paulistana Mariana Aydar. O primeiro álbum de Isabela Moraes está sendo gravado neste mês de outubro de 2019 no estúdio carioca Tambor com as participações de Alceu Valença e Marcelo Jeneci. Rafael Ramos orquestra a produção do disco que envolve nomes como Juliano de Holanda, compositor, músico e arranjador pernambucano que também vem se destacando na mesma cena que tem dado visibilidade à conterrânea Isabela Moraes. Veja Mais

Travis Scott desloca joelho e pode passar por cirurgia, diz site

G1 Pop & Arte Segundo informações do TMZ, rapper se machucou durante show em Nova York e aguarda orientações médicas para confirmar se passará por procedimento. O rapper americano Travis Scott Divulgação Travis Scott se machucou durante uma apresentação em Nova York neste final de semana e, segundo o site TMZ, todos os sinais apontam para que rapper se submeta a uma cirurgia o mais breve possível. De acordo com a publicação, Scott esteve em um especialista em ortopedia e foi diagnosticado com deslocamento do joelho. Segundo o site, o diagnóstico mais específico seria estiramento ou ruptura no tendão patelar. Segundo a publicação, os médicos aguardam de um a dois dias para definir se o rapper será submetido a uma cirurgia ou se o joelho seria capaz de se recuperar sozinho. Fontes informam ao TMZ que o cantor prefere se submeter ao processo cirúrgico, pois quer voltar a boa forma rapidamente para poder retornar logo para seus jogos de basquete, uma paixão do cantor. O rapper se machucou neste final de semana enquanto se apresentava no festival Rolling Loud, em Nova York. Durante a apresentação, ele aterrissou de mal jeito após um salto no palco. O cantor seguiu a apresentação com dores e mancando, mas finalizou o show. Travis é uma das atrações confirmadas para o Lollapalooza 2020, o que fez alguns internautas se preocuparem com um possível cancelamento da vinda do cantor ao festival em caso de cirurgia. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Cleo tem Instagram hackeado: 'Estamos tomando providências'

G1 Pop & Arte Cantora e atriz se manifestou pelo Twitter e pediu para seguidores não clicarem em nenhum link da rede social. Cleo participa do lançamento da primeira loja da grife francesa Balmain no Brasil, em um shopping localizado em São Paulo Iwi Onodera/Brazil News Cleo teve sua conta de Instagram hackeada na manhã desta terça-feira (16). "Minha conta no insta foi invadida, já estamos tomando providências", escreveu a cantora e atriz no Twitter. "Não cliquem em nenhum link". Uma mensagem sobre doação de celular foi publicada na timeline de Cleo. Além disso, uma série de publicações com o mesmo conteúdo foram inseridas no Stories da conta. Atualmente, Cleo tem 11,7 milhões de seguidores no Instagram. As postagens são semelhantes as que apareceram na conta de Marina Ruy Barbosa quando a atriz foi hackeada em julho deste ano. Em comunicado, a assessoria de Cleo informou que a equipe já está em contato com a rede social para que o problema seja resolvido. "A assessoria de imprensa da artista Cleo informa que sua conta no Instagram foi hackeada na madrugada desta quarta-feira, 16. A equipe está desde então em contato com o time do Instagram para resolver o problema o mais rápido possível. Qualquer postagem feita na rede social pedimos para que os seguidores e fãs não levem em consideração. Comunicaremos assim que a questão for resolvida". Initial plugin text Cleo tem conta do Instagram hackeada Reprodução/Instagram Veja Mais

Weezer mistura paixão por metal, Nirvana e dados para criar shows e novos álbuns

G1 Pop & Arte Brian Bell, guitarrista da banda americana de indie rock, fala ao G1 sobre futuro do quarteto. Ele diz que nova fase é 'meio que uma volta para o metal dos anos 80'. Veja VÍDEO. Brian Bell, do Weezer, explica por que tocar Nivana no Rock In Rio A segunda passagem do Weezer pelo Brasil, após 14 anos, rendeu dois shows: No Rock in Rio, tiveram recepção tímida dos fãs de Foo Fighters Em São Paulo, tocaram para 2 mil fãs empolgadíssimos Os dois setlists mostraram o que se pode esperar do quarteto californiano para 2020. A paixão da banda por Nirvana, por exemplo. Eles vêm tocando "Lithium", clássico do grunge. Mas de onde vem essa paixão pela banda de Kurt Cobain "Nirvana vai direto no seu cérebro adolescente, sabe? Sua versão de 15 anos. É sempre onde a gente quer chegar e eu acho que é por isso que ainda fazemos isso. É o tipo de música que age em você, cara. É simples, é repetitivo, mas é também legal, poético, artístico", explica o guitarrista Brian Bell ao G1. Capa do álbum 'Van Weezer', do Weezer Divulgação A ideia do Weezer é lançar dois álbuns em 2020. Um dos discos se chama "Okay Human". "Van Weezer", previsto para 15 de maio, tem "The End of the Game" como primeiro single. "É meio que uma volta para o metal dos anos 80, talvez", diz Bell. "Mas da forma que a gente interpreta, ainda soa como Weezer. Não sei, mas não é nem irônico e nem sincero... Não estamos tentando ser Van Halen ou Iron Maiden. A gente só estava pensando nisso enquanto fazíamos as músicas." Rock de dados Bell também falou sobre como a banda cria seus setlists. Ele conta que é uma combinação de tentar saber o que as pessoas querem ouvir e usar dados obtidos de serviços de streaming. É por meio de gráficos com as preferidas dos fãs no Spotify que eles sacaram que "Island in the Sun", "Hash Pipe", "Beverly Hills" e músicas do discos de estreia, o "Blue Album", são indispensáveis nos shows. Weezer toca no Rock in Rio 2019 neste sábado (28) Alexandre Durão/G1 "O Rivers gosta de ficar olhando para dados e coisas como playlists do Spotify, os números do streaming", explica, citando o vocalista e guitarrista do Weezer. "E ele olha e fala: 'Uow, eles estão ouvindo mais [My name is] 'Jonas', 'Buddy Holly' e 'Beverly Hills', que veio do [álbum] 'Make Believe'... Então deveríamos tocar." Mas Brian às vezes tenta ir além de todos esses números: "Eu não necessariamente concordo com tudo isso. Uma das minhas músicas favoritas do 'Blue Album' é 'Holiday'. A gente acabou tocando uma vez... E foi uma coisa orgânica." "A reação foi tão forte que você não tinha como negar aquilo, a gente tinha que tocar 'Holiday'. Você não precisava olhar para esses números do Spotify e do streaming. É uma combinação dos dados de computador e a conexão emocional com as músicas." Initial plugin text Veja Mais

'Grease' vai virar série da HBO

G1 Pop & Arte 'Grease: Rydell High' terá personagens que foram vividos por Olivia Newton-John e John Travolta no filme. Ideia é repetir músicas e histórias do musical de 1978. Olivia Newton-John e John Travolta em 'Grease' Divulgação A HBO está preparando uma série inspirada no universo de "Grease - Nos tempos da brilhantina" para sua futura plataforma HBO Max, anunciou nesta terça-feira Robert Greenblatt, presidente da Warner Media Entertainment. O filme musical, estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John, é um dos maiores sucessos do cinema de todos os tempos e virou cult. "A série retomará certas músicas e personagens do filme de 1978", declarou Robert Greenblatt durante uma coletiva no MIPCOM, o mercado de Cannes para programas de TV. Segundo ele, o seriado transcorrerá no mundo do ensino médio, onde os personagens de Travolta e Newton John estudaram, e vai se chamar "Grease: Rydell High". "As comédias musicais estão de volta", disse Greenblatt. "Grease é realmente ótimo, está na encruzilhada de todos os gêneros", acrescentou. A produção é da Paramount Studios, que produziu o primeiro filme, e também uma nova versão ao vivo do musical de 2016, que venceu cinco prêmios Emmy. A Paramount também está preparando um "prequel" de "Grease" para o cinema, chamado "Summer Loving". "Grease" também teve direito a uma continuação do cinema, em 1982, com Michelle Pfeiffer. Veja Mais

Jennifer Aniston cria conta em Instagram e publica foto com reunião do elenco de 'Friends'

G1 Pop & Arte Em entrevista para site americano, atriz disse que Resse Witherspoon influenciou a decisão de entrar para a rede social. Reese Witherspoon dá boas vindas para Jennifer Aniston nas redes sociais Reprodução/Instagram Demorou, mas Jennifer Aniston finalmente se rendeu e criou uma conta no Instagram. Sua primeira publicação, nesta terça-feira (15) é uma foto atual do elenco de "Friends" reunido. 25 anos de 'Friends' "E agora também somos amigos de Instagram. Olá", brincou a atriz, ao lado de Courteney Cox, Matthew Perry, David Schwimmer, Matt LeBlanc e Lisa Kudrow. O empurrãozinho para a decisão foi dado por Reese Whiterspoon, que estrelará nova série da Apple ao lado de Jennifer. Em entrevista ao site americano AOL, ela disse que a atriz deu "bons argumentos": "Você pode realmente ter um pouco mais de controle sobre a narrativa que fazem de você, consertar alguns erros e coisas tolas que, Deus sabe, são ditas com frequência", disse. Reese foi uma das primeiras a dar boas vindas à colega. Veja Mais

Morte da cantora Sulli promove debates sobre cyberbullying e pressão na indústria do K-pop

G1 Pop & Arte Ex-integrante da banda F(X) morreu nesta segunda-feira (14). Após anúncio, artistas anunciaram cancelamento de eventos e internautas falaram sobre pressão no mercado. Sulli, ex-integrante do grupo de K-pop F(X) Reprodução/Instagram A morte da cantora Sulli, ex-integrante do grupo de K-pop F(X), levantou uma série de debates. A cantora de 25 anos foi encontrada morta em casa nesta segunda-feira (14) e a polícia trabalha com suspeita de suicídio. As notícias da morte da cantora tiveram um impacto instantâneo no mercado de K-Pop. Os grupos Super Junior e SuperM e Amber Liu, que integrava o F(X), grupo no qual Sulli esteve de 2009 a 2015, foram alguns dos que anunciaram o cancelamento de seus lançamentos anteriormente agendados. Sulli era conhecida por ir contra a todas as expectativas das estrelas femininas do K-pop. Ela falava abertamente sobre seus relacionamentos e advogava a favor de campanhas que causavam polêmicas. Segundo a CNN, ela foi uma das poucas celebridades que se manifestaram publicamente a favor quando a Coreia do Sul declarou que proibição ao aborto é inconstitucional, falou abertamente sobre sua batalha por sua saúde mental e insistiu que mulheres não precisavam usar sutiã se achavam a peça desconfortável. Ao mesmo tempo que suas opiniões mostravam sua força, também geravam ataques virtuais. Em especial, de grupos antifeministas. "Ela foi muito corajosa. O fato de Sulli falar repetidas vezes sobre coisas que os misóginos não gostam e se recusar a pedir desculpas sobre suas opiniões fez com que ela se destacasse", disse CedarBough Saeji, especialista em cultura e sociedade coreanas da Universidade da Colúmbia Britânica, em entrevista para a CNN. Por isso, além das manifestações de tristeza, a morte de Sulli levantou um debate sobre como as estrelas podem sofrer com o cyberbullying quando se desviam das tradicionais normas da indústria do K-pop. Pressão Outro debate levantado após a morte de Sulli é a pressão sofrida pelas estrelas de K-pop. A indústria de entretenimento da Coréia do Sul se tornou uma das maiores exportações do país na última década. Mas para isso, os artistas se submetem a intensa pressão, que tem sido associada a inúmeras crises de saúde mental. Leia mais: K-pop: como funciona a multimilionária indústria de ídolos da Coreia do Sul Há menos de dois anos, o cantor Jonghyun da banda Shinee cometeu suicídio aos 27 anos. Ele era um dos melhores amigos de Sulli. Em maio de 2019, Goo Hara, estrela da banda Kara, se desculpou com os fãs por ter sido encontrada inconsciente em casa. Após a morte de Sulli, muitos fãs de K-pop pediram nas redes sociais apoio a outras estrelas do mercado musical que sofrem com depressão e outros transtornos mentais. Veja Mais

Rock in Rio: lembranças raras e brindes do festival podem ser comprados na internet entre R$ 20 e R$ 500

G1 Pop & Arte Uma semana após o fim do festival deste ano, é possível encontrar copos, pulseiras e ingressos de edições antigas e de 2019. Vendedores destacam que são lembranças inesquecíveis. Ingresso do Rock in Rio 85 é oferecido por R$ 500 na internet Reprodução Uma semana após o fim do Rock in Rio 2019, os brindes distribuídos na Cidade do Rock na última edição e também algumas raridades como ingressos da primeira edição do festival estão sendo oferecidos em um site de vendas online na internet. Os preços vão de R$ 20 até R$ 500. Ingresso da edição 2013 do festival também é oferecido no Mercado Livre Reprodução Em apenas um clique, o interessado em guardar uma recordação, que não conseguiu adquirir nos 7 dias do festival, encontra desde copos de patrocinadores Rock in Rio até um ingresso de 1985. O anunciante faz questão de dizer que se trata de um passaporte com 8 ingressos, e que vem acompanhado de um pôster do festival. O pacote custa R$ 500 e pode ser parcelado em até 12 vezes. Copo e pulseira do Rock in Rio 2019 Reprodução Também é possível adquirir pulseiras e ingressos dos festivais de 2013 e 2017. Os preços variam entre R$ 35 e R$ 56. Já o ingresso da edição de 2015 que teve Metallica, Motley Crue, Royal Blood, Gojira na Line Up custa R$ 56. Brindes 2019 Mas o que inunda as páginas do Mercado Livre, são os copos iluminados da Red Bull que fizeram sucesso na edição deste ano. Os vendedores são principalmente do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Eles afirmam que são produtos novos e ressaltam que são lembranças inesquecíveis para quem esteve ou não na Cidade do Rock. Uma das ofertas oferece o copo iluminado e a pulseira do dia 04 como itens de colecionador. O kit custa R$ 110. Copo e pin do Rock in Rio Reprodução Outra oferta tem o mesmo copo e um pin de guitarra (lacrado). Na propaganda, o vendedor informa que foram adquiridos dentro do evento. Um outro vendedor diz que tem mais de 20 itens disponíveis, todos novos, e originais. Veja Mais

Thiaguinho e Fernanda Souza anunciam separação: 'Relação se transformou em uma linda amizade'

G1 Pop & Arte Cantor e atriz estavam casados há 4 anos e usaram as redes sociais para falar sobre o término nesta segunda (14). 'Nosso casamento termina em paz', escreveram. Fernanda Souza e Thiaguinho anunciaram o fim do casamento nesta segunda (14) Reprodução/Instagram/ThBarbosa Thiaguinho e Fernanda Souza anunciaram que não estão mais juntos nesta segunda (14), através de um comunicado nas redes sociais. "Após 8 anos e meio de relacionamento, em respeito a todos que nos acompanham, viemos comunicar que não somos mais um casal", escreveram os artistas. Eles compartilharam o mesmo texto e imagem. O cantor e atriz começaram a namorar em 2011 e se casaram em fevereiro de 2015. No post, eles explicaram o motivo da separação. "Percebemos que nossa relação se transformou numa linda amizade. No nosso caso, foi um processo natural, com muita maturidade e amor", afirmaram. Initial plugin text Veja Mais

'Coringa' segue no topo da bilheteria nacional e acumula R$ 73,2 milhões em duas semanas

G1 Pop & Arte Filme de Joaquin Phoniex levou mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas neste final de semana. 'Projeto Gemini' com Will Smith estreou em segundo lugar. Trailer de 'Coringa' Na segunda semana de exibição, "Coringa" continua no topo da bilheteria nacional com números expressivos. No período de quinta (10) a domingo (13), mais de 1,5 milhão de pessoas foram aos cinemas, gerando uma renda de R$ 26,7 milhões. A renda acumulada do filme estrelado por Joaquin Phoenix já chega a R$ 73,2 milhões no Brasil. No exterior, o longa também dominou a bilheteria nos Estados Unidos nas últimas semanas. G1 já viu: 'Coringa' se leva a sério demais e empobrece vilão icônico das HQs com origem clichê QUIZ: Qual Coringa você é? O novo filme de Will Smith, "Projeto Gemini", estreou em segundo lugar. O público de 246 mil pessoas gerou uma renda de R$ 4,7 milhões neste final de semana. Assista ao segundo trailer de 'Projeto Gemini' Veja ranking de bilheteria do final de semana: "Coringa" - R$ 26,7 milhões "Projeto Gemini" - R$ 4,7 milhões "Angry Birds 2 - O Filme" - R$ 3,2 milhões "Abominável" - R$ 2 milhões "Ela disse, Ele disse" - R$ 834 mil "Ad Astra - Rumo às Estrelas" - R$ 456 mil "Bacurau" - R$ 315 mil "Vai que Cola 2 - O Começo" - R$ 302 mil "Rambo: Até o Fim" - R$ 294 mil "It Capítulo Dois" - R$ 265 mil Joaquin Phoenix em cena de 'Coringa' Divulgação Veja Mais

80 anos da Marvel: de ameaça de falência a um negócio multibilionário

G1 Pop & Arte A empresa não se parece nem de longe com aquela que quase faliu nos anos 1990 e celebra aniversário no auge, desde a publicação de sua primeira HQ, em 1939. Grande parte do sucesso da Marvel no cinema se deve às histórias originais publicadas nos quadrinhos MARVEL COMICS A Marvel Comics é atualmente um dos principais nomes da indústria de entretenimento global e um negócio multibilionário que hoje vai muito além dos quadrinhos e abrange cinema, TV, videogames, brinquedos e uma série de outros produtos licenciados. Não se parece nem de longe com aquela empresa que quase faliu nos anos 1990. Ela chega aos 80 anos, celebrados nesta semana, em seu auge desde a publicação de sua primeira HQ, em 1939. No início, a Marvel tinha outro nome: Timely Comics. Na época, seus principais personagens eram Namor, um herói subaquático que existe até hoje nos quadrinhos, Tocha Humana, uma primeira versão de um personagem que depois emprestaria seu nome a um dos integrantes do Quarteto Fantástico, e Capitão América. Mas foi apenas na década de 1960 que a editora começou realmente a deixar sua marca neste mercado. "A essa altura, os super-heróis já existiam há algumas décadas. Batman, Super-homem e Mulher Maravilha já existiam há tanto tempo que eram como uma velha guarda", disse Chris Murray, professor de estudos de quadrinhos da Universidade de Dundee, na Escócia. Esse trio de personagens havia sido criado pela DC Comics, até hoje uma das duas maiores empresas de quadrinhos americanas e maior rival da Marvel, embora existam muitas outras editoras menores. "O que a Marvel fez na década de 1960 foi criar uma gama diferente de heróis que mais se assemelhavam a pessoas comuns, porque eram heróis falhos. Personagens como Homem-aranha e Hulk eram motivados por culpa ou raiva", diz Murray. Depois de ganhar seus poderes de uma aranha radioativa, Peter Parker decide não prender um assaltante que, momentos depois, mata seu tio. O cientista Bruce Banner se torna o Hulk após ser atingido por uma explosão de uma bomba de raios gama. A partir de então, ele se transforma em um monstro verde quando fica furioso. Mas os personagens e as histórias da Marvel foram além de criar essa identificação com os leitores. Também refletiram mudanças sociais que ocorriam nos Estados Unidos. "Houve uma ênfase em assuntos bastante importantes da época, de justiça social. Personagens como X-Men e Pantera Negra tratavam da questão do preconceito em uma nação dividida", diz Murray. Os mutantes dos X-Men são odiados pela população por nascerem com um gene que lhes confere superpoderes. Trata-se de uma metáfora do preconceito contra grupos minoritários, como a comunidade LGBT. Apresentado em 1966 na HQ do Quarteto Fantástico, o Pantera Negra foi o primeiro super-herói negro a aparecer nas histórias em quadrinhos americanas e foi inspirado pelo movimento pelos direitos civis de afroamericanos. Ao longo das décadas, a Marvel Comics sempre se esforçou para ser relevante socialmente. Uma de suas capas mais famosas, publicada em 1941, mostra o Capitão América dando um soco no rosto de Adolf Hitler. Os quadrinhos da Marvel refletiam o que estava acontecendo na sociedade MARVEL ENTERTAINMENT Nos últimos anos, a empresa introduziu personagens mais diversos, como o primeiro Homem-aranha negro, Miles Morales, e Ms. Marvel (Kamala Khan), a primeira muçulmana a ter sua própria história em quadrinhos na Marvel. "Esses personagens novos são uma lufada de ar fresco ao gênero como um todo. Começaram a redefinir o que significa ser um super-herói no século 21, de maneira semelhante aos heróis que a Marvel apresentou no início dos anos 1960. Eles desafiam convenções e estereótipos", diz Murray. Também existem personagens como Hulkling e Wiccano, dos Jovens Vingadores, que estão em um relacionamento gay - e foram o centro da polêmica envolvendo a ordem do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, de recolher na Bienal a HQ em que eles aparecem se beijando - e Pó, dos X-Men, que é afegã e usa um niqab. E há a Garota Esquilo, uma estudante de ciência da computação de tem uma cauda, ​​pode mastigar madeira e controlar um exército de esquilos. Doreen Green fez sua primeira aparição em 1991 e hoje tem sua própria série. "De certa forma, trabalhar para a Marvel foi melhor do que eu esperava, porque ninguém tinha muitas expectativas sobre a HQ da Garota Esquilo, é uma coisa estranha. Não havia muitas regras. Acho que muitas pessoas gostaram de ver uma personagem que se não parecia com um super-herói tradicional", diz Erica Henderson, que desenhou as primeiras 37 edições da série. Até agora, esses personagens mais diversos não apareceram nos filmes da Marvel, mas há planos de adaptar a Ms. Marvel para a TV no novo serviço de streaming da Disney. 'Uma válvula de escape' Murray diz que os maiores sucessos da Marvel sempre foram personagens assim, um pouco diferentes ou "estranhos". Isso teve impacto em leitores como Seb, que tem 26 anos e começou a ler os quadrinhos da Marvel com a HQ Wolverine vs. Deadpool quando era mais novo. "Eu fui um pária quando criança. Também não era muito de ler. Mas gostei de quadrinhos, porque me davam uma representação visual da história em minha mente exatamente como eu precisava." Foi com Deadpool, que usa linguagem inapropriada e frequentemente conversa com o leitor em vez de com os personagens com quem compartilha a página, que Seb se conectou mais. "Tudo parecia fazer sentido. Era um mundo que eu entendia em comparação com o mundo em que estava vivendo. O universo da Marvel era uma válvula de escape". Mas todo esse universo poderia ter sido perdido quando a Marvel enfrentou sérios problemas financeiros nos anos 1990. "A indústria de quadrinhos estava supervalorizada há anos. Os colecionadores de quadrinhos compravam várias cópias de edições, acreditando que seriam valiosas dentro de 10 a 20 anos, estavam investindo", diz Murray. A primeira aparição do Homem-aranha, na edição nº 15 de Amazing Fantasy de 1962, chegou a ser vendida por US$ 1,1 milhão e as HQs com as estreias de personagens como X-Men, Homem de Ferro e Hulk foram vendidas por centenas de milhares de dólares. Mas não foi assim com os quadrinhos publicados na década de 1990, porque a Marvel e outras empresas do ramo estavam imprimindo milhões de cópias de seus títulos. O relançamento dos X-Men em 1991 teve, por exemplo, cinco capas diferentes, nenhuma das quais se tornaria rara. Murray acrescenta que a Marvel também assumiu riscos ao entrar no negócio de brinquedos e merchandising, o que não deu frutos na época. Isso a levou a vender os direitos para o cinema do Homem-aranha para a Sony em 1999 por apenas US$ 7 milhões, algo que a empresa tem lutado para reverter. Hoje, o futuro da Marvel parece estar mais nas telas (Pantera Negra foi indicado ao Oscar de Melhor Filme em 2019) do que nas páginas impressas. Recentemente, a empresa anunciou dez novos filmes e oito séries de TV para o serviço de streaming Disney+. O futuro dos quadrinhos da Marvel Mas isso não significa que não haverá mais 80 anos de histórias em quadrinhos tradicionais, impressas e digitais. Murray diz que, quando a Marvel começou sua empreitada cinematográfica, ficou claro que as pessoas por trás dos filmes haviam estudado o que havia feito o universo das HQ funcionar tão bem. "Quando Nick Fury aparece no final do primeiro filme do Homem de Ferro e pergunta a Tony Stark se ele ouviu falar dos Vingadores, os leitores de quadrinhos sabem para onde aquilo tudo está indo", diz ele. "Acho que o sucesso dos filmes da Marvel nas últimas décadas está intimamente ligado aos 80 anos de histórias da Marvel, à sua vasta experiência em contá-las e ao desenvolvimento de seus personagens." Henderson concorda: "Tudo se deve a essas histórias originais". Murray admite que os resultados de vendas de revistas em quadrinhos "não são mais o que eram antes", mas acredita que há pouca chance de elas desaparecerem. "As HQs permanecem culturalmente significativas e relevantes. As pessoas gostam de consumir histórias desta forma. Acho que sempre existirão, e tenho certeza que, enquanto houver histórias em quadrinhos, a Marvel terá uma participação importante nesse mundo." Veja Mais

Sulli, ex-integrante do grupo de K-pop F(X), é encontrada morta aos 25 anos, diz agência

G1 Pop & Arte De acordo com a BBC, a cantora e atriz estava em sua casa Coreia do Sul. Sulli, ex-integrante do grupo de K-pop F(X) Reprodução/Instagram Sulli, ex-integrante do grupo de K-pop F(X), foi encontrada morta aos 25 anos. Segundo a BBC, a cantora e atriz estava em sua casa, localizada próxima a Seul, na Coreia do Sul. Segundo a publicação, a polícia informou que está investigando as causas da morte e trabalha com a hipótese de suicídio. Sulli, que tem mais de cinco milhões de seguidores no Instagram, integrava a banda F(X) até 2015, ano que deixou o grupo para se dedicar a carreira de atriz. Seu nome verdadeiro era Choi Jin-ri. Veja Mais

Carol Duarte fala sobre papel de mãe em 'Segunda Chamada': 'Tentei não romantizar a relação'

G1 Pop & Arte Série sobre educação de jovens e adultos está no ar na Globo. Atriz também está em 'A Vida Invisível', filme que tenta vaga no Oscar, e falou sobre bastidores do longa. Carol Duarte no lançamento de 'Segunda chamada' Celso Tavares / G1 Depois de “O Sétimo Guardião”, Carol Duarte voltou para a televisão como a Solange de “Segunda Chamada”. Na série da Globo sobre a educação de jovens e adultos, a atriz interpreta uma garota que tem que lidar com a tripla jornada. Ela trabalha, estuda e cuida da filha, sem apoio da família ou do pai da criança. Como ainda não é mãe, Carol conta ao G1 que esse foi o ponto "mais forte", até porque a personagem cria o bebê sozinha: "É uma ligação muito forte, difícil, então tentei o tempo todo não romantizar essa relação de que 'naturalmente a gente nasce mãe'. Não. Às vezes é um duro, às vezes não tem leite, às vezes é fisicamente doloroso." "Eu fui muito nas questões concretas do corpo, do choro. Mas é isso, fui tateando, porque nunca fui mãe". Realidade difícil de conciliar trabalho, estudo e maternidade vai ser mostrada por Solange (Carol Duarte) em "Segunda Chamada" Mauricio Fidalgo/TV Globo Na trama, a personagem acaba levando a criança para sala de aula, mas nem todos os colegas de turma são compreensíveis. Outra chance para estudar Depois de mergulhar no universo da educação para jovens e adultos, a atriz se sensibilizou com o tema. "É tão bonito uma pessoa com 60 anos querendo estudar e olhar o mundo. Isso me emociona muito, porque eu acho que é essa a solução do mundo", defende. Carol diz que tem boas memórias da escola, mas é realista com o período da adolescência. “É um momento de muita descoberta, mas também de muito conflito”, afirma. A atriz entrega que em algum momento da vida escolar matou aulas para ir ao teatro. "É super difícil você descobrir o mundo, seu corpo, seus desejos e o mundo falando o que você vai ser, que você precisa tomar uma decisão, mas às vezes a gente não sabe de nada", explica. Papel em 'Vida Invisível' No filme brasileiro que tenta vaga ao Oscar, Carol divide o papel de Eurídice com Fernanda Montenegro. A atriz interpreta a personagem jovem. O filme é baseado no romance de Martha Batalha, “A Vida invisível de Eurídice Gusmão”. Ela conta que o clima de concentração era grande no set e que encontrou pouco com Fernanda: "Eu não podia falar com ninguém, todo mundo me chamava de Eurídice, nunca de Carol. É muito cansativo você estar o tempo todo ali dentro, mas o processo é muito importante para o que é o filme." Assista ao trailer de 'A vida invisível de Eurídice Gusmão' Carol diz que a imersão durou um mês e meio e entende que o processo faz parte do trabalho do diretor Karim Aïnouz. "Karim tem um jeito de trabalho bem específico, muito profundo e os atores acabam atingindo uma região de emoção, de inteireza muito bonita assim." A atriz também vibrou quando soube que o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar. "É um momento do Brasil muito importante para o cinema ser bem representado." "Acho que 'Vida Invisível' representa o Brasil muito bem atacando de uma maneira muito bonita, em torno desse melodrama, o patriarcado, o machismo e o que foi essas mulheres da década de 50 que foram afogadas, invisibilizadas." Habituado na década de 1940, "A Vida Invisível" mostra os conflitos e dificuldades enfrentadas por duas irmãs em um ambiente patriarcal Divulgação Veja Mais

'A insegurança te alimenta', diz Fernanda Montenegro sobre atuar no teatro

G1 Pop & Arte Atriz, que completa 90 anos, é entrevistada por Cristiana Aragão para o GloboNews Documento que vai ao ar na GloboNews no dia 14 de outubro. 'A insegurança te alimenta', diz Fernanda Montenegro sobre atuar no teatro Não existe paz para Fernanda Montenegro, quando o assunto é estar no palco. Em entrevista para o GloboNews Documento, a atriz prestes a completar 90 anos falou com emoção de sua relação com o teatro. "Pressupondo que seja um ato criativo, não existe paz. Ainda mais no nosso processo, que é um processo em cima de nós mesmos." "Quando tem a tecnologia você ainda se vê. Mas quando está no palco, você não se vê, você fornece você para alguém. É vida ou morte", explica a atriz. "Mas também isso não pode ser doentio. A insegurança te alimenta, porque no dia seguinte você vai repetir aquilo. E depois no outro dia vai repetir também." Fernanda Montenegro, que completa 90 anos, é entrevistada para o GloboNews Documento Stephanie Rodrigues / Rede Globo A atriz é entrevistada por Cristiana Aragão para o GloboNews Documento que vai ao ar na GloboNews no dia 14 de outubro. Fernanda Montenegro é a única brasileira indicada ao Oscar em categoria de atuação, primeira a ganhar um prêmio Emmy como melhor atriz e tem personagens fortes em quase 80 filmes, novelas e minisséries e centenas de peças de teatro. Até o final deste ano, ela estreia dois filmes. E guarda um terceiro para 2020. Veja Mais