Meu Feed

Hoje

'Brega & Chique' entra no Globoplay; relembre história de Rafaela e Rosemere

G1 Pop & Arte Marília Pêra, Glória Menezes, Raul Cortez, Jorge Dória e Paula Lavigne estão no elenco da novela de 1987. Veja curiosidades e fotos. Glória Menezes (Rosemere da Silva) e Marília Pêra (Rafaela Alvaray) foram as protagonistas de 'Brega & Chique' (1987) Acervo Grupo Globo "Brega & Chique" é a novela que entra no Globoplay nesta segunda (26). Exibida em 1987, a trama de Cassiano Cabus Mendes tinha como foco a história de duas mulheres: Rosemere da Silva (Glória Menezes) e Rafaela Alvaray (Marília Pêra). Para ajudar a entrar no clima, o G1 publica curiosidades sobre a novela, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). As duas eram casadas, sem saber, com o mesmo homem: Herbert Alvaray e Mário Francis (Jorge Dória), que simula a morte para escapar de uma falência. Sem saber lidar com dinheiro, Rafaela vivia confortavelmente em uma mansão, mas tem que ser mudar para uma vila, onde acaba conhecendo Rosemere e se tornam amigas. Brega & Chique: Rafaela vai morar na vila de Rosemere Marco Nanini interpreta o fiel escudeiro de Rafaela, Montenegro, e traz momentos cômicos com Marília Pêra para a novela. "Tanto que o Montenegro nem era um dos personagens centrais, e acabou virando. Tinham cenas de humor, escritas para ele e Rafaela. E havia um conflito muito grande no meu personagem: só eu sabia que o protagonista da novela não estava morto. E o público também participava disso. Então, esse que era o dínamo que dava o tom da comédia”, conta Marco Nanini em depoimento ao Memória Globo. Há uma reviravolta na trama quando Herbert volta para o Brasil, após uma cirurgia plástica, com o nome de Cláudio Serra (Raul Cortez). Ele decide se aproximar e tenta reconquistar novamente as ex-mulheres. Webdoc novela - Brega & Chique (1987) 'Probrema' de Bruno Outro personagem que teve destaque na novela foi Bruno, interpretado por Cássio Cabus Mendes. Ingênuo, ele caiu no gosto do público com os erros de português que cometia regularmente. "Craro" e "probrema" foram as expressões que ficaram mais famosas e populares, principalmente entre as crianças. Patricya Travassos e Cássio Gabus Mendes em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Quem corrigia os erros era a professora Mercedes (Patricya Travassos), que acabou se envolvendo com Bruno. Patrícia Pillar, Cristina Mullins, Tato Gabus Mendes, Dennis Carvalho, Nívea Maria, Marcos Paulo, Cassia Kis também estavam no elenco de "Brega & Chique". Curiosidades Abertura causou polêmica ao mostrar o modelo Vinícius Manne com as nádegas descobertas, ao som de "Pelado", da banda Ultraje a Rigor. A Censura Federal chegou a exigir que a nudez fosse coberta com uma folha de parreira, mas após negociações a versão original foi liberada; Brega & Chique (1987): Abertura pós-censura O figurino de Marília Pêra foi inspirado nos anos 1920 com roupas de seda e cintura bem marcada; A novela também ajudou a popularizar as lentes de contato coloridas usadas por Rafaela (Marília Pêra) e Rosemere (Glória Menezes); Marco Nanini (Montenegro) e Marília tinham acessos de riso na gravação de muitas cenas de seus personagens. A cumplicidade de longa data entre os dois atores resultava em brincadeiras e improvisos tão bons que a direção deixava que fossem ao ar assim mesmo, sem interrupção do ritmo; Dennis Carvalho já trabalhava como diretor, mas participou de "Brega & Chique" como o marceneiro Baltazar e contracenava com Cássio Gabus Mendes; A novela marcou a estreia da atriz Paula Lavigne em uma novela na Globo, após um papel na minissérie Anos Dourados (1986), de Gilberto Braga. Depois, ela fez "Vale Tudo" e "Explode Coração" antes de se dedicar à produção executiva de cinema e música. Paula Lavigne em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Glória Menezes em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Jorge Dória interpretou Mário Francis e Herbert Alvaray em 'Brega & Chique' (1987) Acervo/Globo Raul Cortez e Marília Pêra em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Nívea Maria e Marília Pêra em 'Brega & Chique' (1987) Nelson Di Rago/Globo Raul Cortez, Glória Menezes e Marília Pêra em 'Brega & Chique' (1987) Geraldo Modesto/Memória Globo Dennis Carvalho e Hélio Souto em 'Brega & Chique' Nelson Di Rago/Acervo Grupo Globo Raul Cortez e Marco Nanini em 'Brega & Chique' Nelson Di Rago/Acervo Grupo Globo VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Alanis Morissette fala tudo: fama, meditação, raiva, família e 25 anos de 'Jagged Little Pill'

G1 Pop & Arte Ao G1, cantora relembra clássico que vendeu 33 milhões de cópias e adianta projetos de biografia e monólogo na Broadway. Alanis Morissette tinha 21 anos quando apareceu fazendo pop rock cheio de raiva e peso. Lançado em 1995, "Jagged Little Pill" já vendeu mais de 33 milhões de cópias. Nem todo mundo sabe, mas era o terceiro álbum dela. Alanis tinha lançado dois álbuns de pop dançante. Outra informação que surpreende muita gente é a ligação da cantora canadense com nomes então emergentes do rock. “You oughta know”, primeiro single, tinha o baixista Flea, do Red Hot Chili Peppers, e o guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction. A banda que a acompanhava nas turnês contava com o baterista Taylor Hawkins, que depois iria para o Foo Fighters. Em entrevista por telefone, ela falou sobre o começo da carreira e sobre o álbum mais recente, "Such Pretty Forks in the Road". Lançado no fim de julho deste ano, ele tem repertório ainda confessional, desta vez sobre maternidade, insônia, depressão e outras angústias. Alanis também adiantou projetos que tem a ver com teatro (monólogo na Broadway), literatura (uma série de livros) e meditação. Alanis Morissette canta 'Ablaze' com a filha no colo em vídeo para o programa 'The Tonight Show' Reprodução/YouTube/Jimmy Fallon G1 - Eu sei que quando você está escrevendo, você diz que não se censura. Foi assim neste álbum? Alanis - Sim, mais ainda até. Eu acho que quando eu era mais nova, com 20 e poucos anos, eu cruzava meus dedos quando ia lançar uma música. Agora, que eu venho escrevendo músicas por um tempo, eu sei que uma música vai sair. Só não sei ainda sobre o que ela é. [Risos] G1 - Mas você ainda se preocupa com o que os outros podem pensar quando você lança uma música? Alanis - Não. Porque eu quando escrevo uma música é como se eu estivesse escrevendo em um diário. Quando eu lanço, as pessoas fazem com que a música seja delas, podem interpretar do jeito que elas quiserem. Então, tecnicamente, elas nem são minhas mais. G1 - Sempre que ouço 'Ablaze' agora, completo a letra na minha cabeça com suas conversas com Onyx, naquela versão de Jimmy Fallon. Você parece tão feliz cantando aquela música com ela... Como foi aquele momento e como essa versão ao vivo é meio que um resumo da música? Alanis - Uns 90% do meu tempo, eles me deixam livre pra eu fazer meu trabalho, mas às vezes eles precisam da mãe. [Risos] Eu estou trabalhando, mas digo "OK, pode vir". Aquilo não foi ensaiado ou planejado, ela apenas pulou nos meus braços e eu pensei "vamos cantar assim mesmo". Foi fofo. G1 - Você costumava ter medo de lançar um novo álbum porque associava seu estresse pós-traumático à música e à fama. Como você conseguiu parar de fazer essa associação? Alanis - Meu marido, na verdade, foi bem inspirador. Eu o vejo fazendo música de um jeito que... ele só parece estar empolgado, apaixonado por aquilo. Ele não associa com nada que o intimida. Ele asssocia escrever canções com se expressar, com felicidade. Eu me inspiro pela forma com a qual ele vê a música... e também fiz muita terapia... [risos] para que a música fosse só esse veículo de expressão barulhento; e as partes da fama, da turnê fossem uma coisa separada. G1 - Existem músicas novas que são muito poderosas e intensas como 'Sandbox Love' e 'Losing the Plot'. E você vai ter que viver o que escreveu cantando nos shows, falando sobre as letras... Como é essa experiência de repetição? Alanis - Ah, sabe que eu amo essa parte? Porque eu sou uma ativista. Então, se eu posso falar de saúde mental, ou sobre relações, casamentos, paternidade e maternidade, educação, política, qualquer coisa sobre a qual eu queira falar que surgiu de uma canção... isso é uma grande alegria. E cantá-las por vários e vários anos nos palcos. Elas me trazem os mesmos sentimentos de quando eu escrevi. Podem ser sobre medo, devastação, apreensão, arrependimento, o que for. Eu me sinto bem revivendo esses sentimentos no palco. Alanis Morissette no clipe de 'Head over Feet', lançado em 1996 Reprodução G1 - Pessoas de cinema e música estão discutindo cada vez mais relacionamentos tóxicos e abusivos, temos os movimentos metoo em vários setores... Já que você canta sobre temas semelhantes há tanto tempo, como é ver tudo isso acontecer agora? Alanis - Isso me deixa mais calma, eu me sinto menos sozinha. Eu sinto que estamos juntos em um momento de elevar a consciência. Estamos acordando juntos. Alguns estão se esperneando e morrendo de medo, mas outros estão empolgados com essa redefinição de valores nestes tempos. Eu me sinto bem menos sozinha. É uma boa sensação. G1 - Você às vezes diz que a formação dos festivais costumava ser bandas masculinas e Alanis Morissette. Como foi estar em um ambiente com tantos homens? Alanis - Bem patriarcal. O que eu fui percebendo é que eles não sabiam o que fazer comigo. Eles pensavam: "Podemos dormir com você? Ou você é a nossa irmã... ou nossa mãe?" [risos] Eles não sabiam como curtir comigo, o que era constrangedor e um pouco solitário, mas também meio engraçado. Alanis - E o quanto você acha que mudou no line-up dos festivais? Parece que está com mais diversidade, né? Alanis - Sim, muito mais diversidade, bem mais mulheres. Eu acho que quando eu estava lançando "You oughta know", 25 anos atrás, eles estavam bem apreensivos e querendo mais mulheres com músicas nas rádios. Eles diziam: "Ah não, não. Já tem uma mulher. Não pode tocar mais uma". E agora é tudo bem diferente, é claro. A coisa boa é que isso foi mudando com os anos. O gênero passou a ter muito menos a ver com ter mais ou menos pessoas em shows ou comprando álbuns. E isso é bom. G1 - Eu converso com muita gente sobre o lado invasivo da fama, sobre os danos que ela pode causar no artista, na saúde mental. Qual parte foi mais difícil para você? E em que momento você piorou? Alanis - Eu costumava ser alguém que observa as pessoas, eu ainda sou. Eu amo ficar vendo a humanidade pelo planeta inteiro. Gosto de me sentar em um banco no parque, sabe? E aí, de repente, veio a fama e todo mundo virou os olhos para mim. Não eram mais dois humanos se encontrando. Era algo do tipo: "ah, eu tenho que conseguir alguma coisa dela". [Risos] Então, isso parou minha chance de apenas contemplar. Compreensivelmente, eu passei a me preservar mais. Eu ficava mais olhando para baixo. Eu evitava algumas coisas, evitava certas circunstâncias. Não era a minha parte favorita da fama, mas era uma estratégia de sobrevivência. Paulo Vilhena (Paulo César), Alanis Morrissette, Julia Lemertz (Noêmia) e Malu Mader (Maria Clara) na novela 'Celebridade', de 2003 TV Globo/Renato Rocha Miranda G1 - Você cantou em uma famosa novela aqui, 'Celebridade'. Como foi a experiência? Alanis - Foi ótimo. Qualquer coisa que seja meio incomum, constrangedor, eu sempre me ofereço para participar. [Risos] Foi fantástico. G1 - Não é irônico que a música de que você menos gosta seja a mais ouvida no streaming e que os brasileiros gostem mais dela? Alanis - Hm... sim. [Risos] É irônico que não tenha ironias. É irônico que seja a música pela qual sou mais falada. G1 - Você tem falado muito sobre a letra, levado isso com bom humor. Mas como foi ter que responder tanto sobre ela não ter ironias? Alanis - Ah, é desagradável ver meu erro analisado todos dias, todos os anos, por 25 anos... em um caso de malapropismo [uso incorreto de uma palavra]. Mas quando Glen [Ballard, produtor] e eu escrevemos... foi a única música que eu e Glen escrevemos a letra juntos. A gente não estava, não estava ligando pra isso. A gente só estava se divertindo. Era tipo uma forma de se testar como compositores juntos. A gente amou a música, mas a letra não significava tanto assim. Depois de "Ironic", eu passei a escrever todas as músicas eu mesma, todas super pessoais. Alanis Morissette no clipe de 'Ironic', do álbum de estreia, de 1995 Divulgação G1 - Você poderia me contar mais sobre seu álbum de meditação? Alanis - Estamos no meio da gravação dele. Eu estou trabalhando com um cavalheiro chamado Dave Harrington. Eu só queria proporcionar para as pessoas porque durante a pandemia da Covid, e as eleições aqui nos Estados Unidos e tudo acontecendo, tem muito estresse no corpo, tem os incêndios aqui na Califórnia, eu tenho depressão pós-parto... Então, eu fico tipo "Ai, meu Deus". Então, eu pensei que um pouco de música para medição pode ser um presente, com certeza para mim mesma. Porque me acalma. Mas também pode servir para qualquer um que esteja ansioso agora, compreensivelmente. G1 - Eu sou uma pessoa ansiosa, como você. E eu tentei ioga, tentei um monte de coisas, mas não consigo meditar... Minha mente começa a me levar para pensamentos ruins. Que dicas você daria para pessoas como eu? Alanis - Bem, não medite. [Risos] Às vezes, meditação guiada é melhor para aqueles que como nós são... Quando eu medito, às vezes, é como todas as vozes resolvessem aparecer na minha cabeça. Jesus! [Risos] Então, uma meditação guiada pode ajudar, porque me distrai das minhas próprias vozes e eu só sigo as instruções. Mas às vezes uma caminhada pode ajudar, ou ficar perto da água, do oceano, de um lago, qualquer coisa assim. Estar perto da natureza ajuda para a gente que não consegue meditar tão rápido. Tem que andar, fazer uma caminhada e ficar observando a paisagem. E eu seguro a minha respiração o tempo todo, então... [Risos] Eu tenho que ficar me lembrando que continuar respirando. Me lembrar de continuar respirando é um bom conselho. Alanis Morissette em 1995 Divulgação G1 - Você tem o hábito de falar de suas composições como se fosse um pintor. Porque você faz isso? Alanis - O que eu amo sobre observar alguém pintando é algo bem intuitivo. Para mim, as palavras são como pintura. É como você estivesse em frente a uma tela e resolvesse usar laranja em vez de azul. É um processo parecido para escolher acordes, harmônicas e produção. "Oh, eu vou usar um som que parece meio sombrio, marrom e cinza aqui." Mesmo quando eu estou escrevendo eu digo coisas como "é, a gente precisa de um pouco mais de roxo". [Risos] E o que isso significa? É um acorde menor, sabe? As pessoas com quem eu trbaalho sabem que eu penso em termos de cores. Então, eles acarabam se acostumando. G1 - A primeira vez que te entrevistei, há cerca de doze anos, você estava um pouco decepcionada com a música e disse que gostava de fazer filmes, de trabalhar como atriz. Você se lembra de ter sentido isso? Alanis - Atuar é quase como se fosse um hobby... Atuar e tudo que eu fiz que é parecido com isso, como as participações, eram como um hobby. Eu sempre me considerei arquetipicamente como uma escritora, seja escrevendo músicas, blogs, palestras, textos e, eventualmente, escrevendo livros. 15:50 Eu penso em mim primeiro como uma escritora, segundo como uma artista... e talvez atriz seja o número onze. [Risos] Alanis e a família no clipe de 'Ablaze', de 2020 Divulgação G1 - Falando em escrever, você poderia me contar mais sobre o livro que vem escrevendo há tanto tempo? Sei que já são mais de mil páginas escritas... Quando a gente vai poder ler? Alanis - Sim! Basicamente, eu acho que vou dividir tudo em diferentes livros. Um livro será sobre espiritualidade. Outro livro será sobre casamento. Um será sobre maternidade, educação e escola em casa. Outro será sobre arte, fotografia, viagem, cultura, sabe? Acho que vou dividir em vários livros, para ser honesta. E daí terá um com a história clássica, uma biografia. G1 - E você gostaria de ver a sua vida se transformar em um filme? Alanis - Hmmm... não! Nope! [Risos] Com certeza não! Eu acho que alguma hora eu vou querer fazer uma peça sozinha no palco, na Broadway. Só contar histórias e cantar músicas. Porque eu adoro me expressar por meio da música. Seria incrível, teria um pouco de comédia, música e contação de história, sabe? Teria o contato físico com aquilo, e o contato com outras pessoas, com as vozes delas. Eu quero muito fazer isso. Mas é uma ideia para ser feita a longo prazo. Provavelmente não é pra daqui a pouco. O musical 'Jagged Little Pill', que recebeu 15 indicações ao Tony Awards 2020 Reprodução/Instagram G1 - Como foi ver suas músicas no palco de um espetáculo da Broadway e qual delas você acha que ganhou outro significado para você ver na versão teatral? Alanis - Foi como ver um lado mais objetivo das minhas músicas pela primeira vez, porque esses ótimos cantores e atores estavam as interpretando. E eu podia escutá-las, sabe? Então, chorei muito. [Risos] Eu acho que foi a música "Mary Jane", porque é uma música do marido para a esposa na história, e tem algo sobre a empatia de um homem, porque o patriarcado pega pegado com eles. Ele diz a eles que não podem sentir algumas coisas, o que é ridículo. Principalmente as pessoas altamente sensíaveis, a gente sente tudo, não importa de qual gênero a gente seja. Então, ouvir "Mary Jane" foi comovente demais para mim. G1 - Eu sei que você já pensou em deixar a música, você fazia isso toda vez que terminava uma turnê. Você mudou de ideia ou tem que terminar a próxima turnê para me responder? Alanis - Eu quero fazer música até ter 125 anos. E depois de morrer talvez eu reincarne em uma garotinha de 13 anos... G1 - Você disse que canta junto com Ever e que ele pode fazer as harmonias e canta como você. Você acha que ele pode seguir o caminho da música, das artes? Alanis - Eu acho que ele é tão... Os três, na verdade, são. Mas o Ever, o mais velho, e a Onyx amam se expressar por todas as formas: pela música, pela animação, contando histórias, dançando... então, eu dou apoio a eles, encorajo a continuarem se expressando, sem se preocuparem, sem parecer que seja um trabalho, porque eles são crianças. [Risos] Alanis Morissette em 2020 Divulgação G1 - Algumas pessoas definem você como um ícone da raiva feminina, como uma mulher raivosa. Agora é simplista, mas você diz que se tivesse que escolher um adjetivo, aquele funcionaria perfeitamente. Por quê? Alanis - Eu acho que a raiva é tão linda e tem uma reputação tão ruim, porque quando a gente pensa na raiva, a gente pensa no lado destrutivo dela. A gente pensa em armas, em guerra, em explosões, em brigas, sabe? Mas a raiva em si mesma é, na verdade, uma forma bonita de definir um limite, ou fazer uma mudança, ou ser ativista ou lutar por algo. Eu acho que é uma emoção tão linda. E por ser tão apaixonada, eu acho que a gente se assusta com o jeito que ela afeta o nosso corpo. Parece que a gente vai explodir, sabe? Se a gente consegue contê-la e transformar isso em palavra. Não há um alívio maior para o corpo e para a alma. G1 - Agora, temos mais letras abertamente sobre saúde mental, artistas como Ariana Grande e Billie Eilish cantam muito sobre isso. Acha que é importante cantar sobre isso na música pop? Alanis - Sim, eu acho. Acho que por muito tempo todas as músicas da cultura pop eram sobre ser viciado no amor, paixão e amor, amor, amor, amor... [risos] e coração partido, coração partido, coração partido. O que é ótimo, não há ainda músicas o suficiente sobre isso. Mas eu também gosto que as músicas sejam sobre... eu adoraria ouvir mais músicas sobre amizade, sobre o que é ser uma mãe, sobre o que é estar no mundo. Canções sobre o nosso dia a dia em vez só de canções sobre romances. Veja Mais

Últimos dias

G1 Ouviu #112 - Alanis Morissette fala tudo: fama, meditação, raiva e 25 anos de 'Jagged Little Pill'

G1 Pop & Arte Cantora relembra o clássico que a apresentou ao mundo. Ela comenta o álbum mais recente, 'Such Pretty Forks In The Road', e adianta projetos no teatro e na literatura. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Cinemas de volta: como ficou o calendário de filmes para os próximos meses?

G1 Pop & Arte Calendário de estreias tem de heroínas ('Mulher-Maravilha 1984' e 'Viúva Negra') a terror ('Um lugar silencioso - Parte 2') e ação ('Velozes e Furiosos 9'). Semana Pop explica como ficou o calendário de filmes para os próximos meses Os cinemas estão reabrindo, com todas as precauções necessárias em tempos de pandemia. Mas em uma programação até agora dominada por clássicos e filmes recentes, os lançamentos vão voltar aos poucos. O Semana Pop deste sábado (24) atualiza o calendário de estreias. A lista de heroínas ("Mulher-Maravilha 1984" e "Viúva Negra"), cinebiografia musical, além das franquias de ação ("Velozes e Furiosos 9") e de terror ("Um lugar silencioso - Parte 2"). Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Elton John ganha edição limitada de Barbie em comemoração aos 45 anos de show histórico

G1 Pop & Arte Apresentação aconteceu em Los Angeles em outubro de 1975 para 100 mil pessoas. Boneca custa US$ 50 dólares, cerca de R$ 280. Elton John ganha edição limitada de Barbie em comemoração aos 45 anos de show histórico Reprodução/Instagram/EltonJohn Elton John ganhou uma versão limitada da boneca Barbie com o figurino que usou nos shows em Los Angeles em outubro de 1975. Ela custa US$ 50, cerca de R$ 280. A homenagem celebra os 45 anos das apresentações que tiveram recorde de público com 100 mil pessoas. A cena também está no filme "Rocketman", lançado em maio de 2019. O cantor britânico falou sobre a homenagem nas redes sociais na quinta (22), dia em que a boneca foi lançada pela Mattel: "Barbie é um ícone por si só, então, tê-la homenageando meu trabalho e estilo pessoal é uma verdadeira honra", escreveu John. "Espero que ela inspire os fãs de todos os lugares a perseguir destemidamente seus próprios sonhos". LEIA MAIS: Guia de 'Rocketman' e Elton John: ouça e entenda as 21 músicas que estão no filme sobre o cantor Elton John é homenageado com Barbie na comemoração de 45 anos de show histórico Reprodução/Instagram/EltonJohn Veja Mais

Rio Montreux Jazz Festival começa nesta sexta com shows de Macy Gray e João Donato; veja line-up

G1 Pop & Arte Edição on-line vai ser transmitida do Rio, Los Angeles e Nova York até domingo (25). Encontro de Milton Nascimento com Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadú é um dos destaques. Macy Gray e João Donato abrem programação do Rio Montreux Jazz Festival on-line Divulgação; Globo/Pedro Paulo Figueiredo O Rio Montreux Jazz Festival começa nesta sexta (23) com shows transmitidos pelo YouTube do festival. A cantora americana Macy Gray, João Donato e os músicos Pipoquinha, Mestrinho e Marcos Suzano, que farão uma homenagem a Luiz Gonzaga, estão entre os artistas do primeiro dia de festival. (Veja programação completa abaixo). Serão 23 shows realizados em cinco palcos diferentes entre sexta e domingo (25). Três estarão no Hotel Fairmont, em Copacabana, um em Los Angeles e outro em Nova York. As apresentações de Macy Gray, Christian Scott aTunde Adjuah e Milton Nascimento, com participação de Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadu também serão transmitidos pelo Multishow. A organização já estava com 90% do line-up preparado antes da pandemia, mas teve que mudar alguns planos para conseguir realizar o festival em 2020. "Precisamos mudar tudo, inclusive cancelando os pré-contratos já assinados. Depois de algumas reuniões, e com o aval da fundação que cuida do festival original, na Suíça, chegamos à conclusão que a alternativa possível era fazer a transmissão dos shows pela internet", explica Marco Mazzola, diretor artístico do evento. Lugar de encontros Os encontros de Milton Nascimento com Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadú, Toquinho e Yamandu Costa, e Hamilton de Holanda e Amaro Freitas são destaques da programação. As tecladistas Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco vão tocar com a percussionista Lahn Lahn, e o evento ainda contará com a big band Jazzmin’s, umas das maiores orquestras do mundo composta apenas por mulheres. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o festival de Montreux na Suíça foi cancelado este ano e deve voltar a acontecer em 2021. A primeira edição carioca do festival aconteceu em junho de 2019 com shows de Steve Vai, Al Di Meola, Stanley Clark e Maria Rita no Píer Mauá, Zona Portuária da cidade. Milton Nascimento estará ao lado de Samuel Rosa, Maria Gadu e Sing Harlem no domingo (25) João Couto/Divulgação Programação por dia: Dia 23 de outubro, sexta-feira 18h: A Cor do Som: 42 anos de Montreux Jazz Festival; 18h35: Luísa Mitre Quinteto; 19h10: Viva Gonzagão! Pipoquinha, Mestrinho e Marcos Suzano; 19h45: The Sounds Of Roberto Menescal & Marcos Valle; 20h50: Jazzmin's; 21h25: João Donato: Bossa, Jazz e Salsa; 22h30: Macy Gray. Dia 24 de outubro, sábado 17h30: Camerata Jovem do Rio de Janeiro: Uma Viagem Pelo Brasil; 18h05: Som Imaginário: Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas, Robertinho Silva, Victor Biglione e Luis Alves; 18h40: PianOrquestra; 19h30: Hamilton de Holanda e Amaro Freitas; 20h35: LUAS: Bianca Gismonti, Claudia Castelo Branco e Lan Lanh; 21h25: Stanley Jordan e Diego Figueiredo; 22h30: Orkestra Rumpilezz; 23h35: Christian Scott aTunde Adjuah. Dia 25 de outubro, domingo 16h30: Jaques Morelenbaum CelloSambaTrio; 17h05: Jonathan Ferr; 17h40: Rio Jazz Orchestra; 18h15: Anat Cohen and Friends; 19h20: Sérgio Dias Jazz Mania; 20h10: Toquinho e Yamandu Costa; 21h15: Milton Nascimento - Os Sonhos Não Envelhecem - Com: Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadu; 22h20: Funk Orquestra. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Lily Allen lança edição limitada de vibrador: 'Mulheres não deveriam ter vergonha de sua sexualidade'

G1 Pop & Arte Antes de lançamento oficial, cantora informou que teria uma novidade, mas fãs esperavam que anúncio seria sobre novo álbum. Lily Allen lança edição limitada de vibrador Reprodução/Instagram Lily Allen anunciou um novo investimento além da música. Nesta quinta-feira (22), a cantora divulgou sua parceria com uma marca de vibradores. Lily investiu em uma linha própria do produto e, segundo a empresa, será uma edição limitada. "Eu estou muito empolgada em revelar algo em que eu venho trabalhando com uma de minhas marcas favoritas. Meu próprio brinquedo sexual. As mulheres não deveriam ter vergonha de sua sexualidade, e todos nós merecemos nosso próprio prazer. Espero que este pequeno brinquedo possa te ajudar a fazer isso", escreveu a cantora em seu Instagram. Initial plugin text Um dia antes, Lily fez uma publicação em seu Instagram e deixou os fãs curiosos e na expectativa de um novo álbum. "Eu tenho um grande anúncio para amanhã. Não posso falar pra vocês agora, mas se você quer se sentir empoderada e se dar um pouco de amor-próprio, fique ligada", escreveu a cantora em uma publicação na quarta-feira (21). Após a divulgação de que o lançamento era o vibrador, fãs da cantora brincaram nas redes sociais sobre as expectativas para o projeto musical, que não veio. O álbum mais recente da cantora, "No shame", foi lançado em 2018. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

'O homem disparou': como um jingle eleitoral genérico em ritmo de pisadinha se espalha pelo Brasil

G1 Pop & Arte Forró que pode servir para qualquer político virou fenômeno pelo interior do país. Piauiense criou letra e se juntou a paraibano que fez álbum só com modelos de jingles. Cantores de forró fazem sucesso com jingle genérico "No dia da convenção dos partidos era eu falando com alguém no WhatsApp e mais quatro ou cinco chamando ao mesmo tempo". O relato não é de um político, mas de um empresário musical, Patrício da Costa. As chamadas eram de candidatos querendo usar a música "O homem disparou". Quem já viu um evento de campanha em 2020, especialmente no interior do país, tem grande chance de ter ouvido "ele é querido, atencioso, trouxe a liberdade paro o nosso povo" e outros versos elogiosos que podem servir para qualquer candidato. "O homem disparou" tem melodia de um músico mineiro, feita para uma banda brasiliense, reciclada por um cantor piauiense e encomendada por um agente cearense. O estouro foi no projeto de um empresário paraibano: criar um álbum só com esses jingles genéricos. Paródia ou reciclagem? Como a campanha de 2020 virou um festival de hits reaproveitados O jingle disparou A ideia colou: basta buscar o nome da música no YouTube para ver cenas de carreatas e comícios com a mesma música - só muda o nome e o número do candidato. O ritmo é o da pisadinha, vertente do forró feita só no teclado que embala festas com caixas potentes, os "paredões de som". O jingle genérico que roda o Brasil também tem uma história que cruzou o país. Conheça a jornada de 'O homem disparou' em seis passos: Em 2013, a banda brasiliense Forró Perfeito lançou "Menina pavorô", escrita pelo mineiro João Silveira, que é cantor, compositor e empresário do grupo. Ela tocou muito no Nordeste na época, mas não chegou a ser hit nacional. No início de 2020, o empresário cearense Francisco Neto, que mora em São Paulo, foi procurado por um pré-candidato a prefeito no interior do Piauí, em busca de um jingle. Como ainda não era período eleitoral, ele não podia citar o nome do candidato. O jingle genérico "O homem disparou" foi composto a pedido de Francisco pelo piauiense César Araújo, com letra nova sobre um político qualquer, usando a melodia de "Menina pavorô". A faixa se espalhou pela internet e despertou o interesse do empresário paraibano Patrício da Costa, que mora em Recife e agencia o cantor cearense Karkará, do grupo Vilões do Forró. Patrício e Karkará estavam montando um álbum só com esses jingles genéricos, que pudessem ser usados por vários candidatos. Eles chamaram César para participar e cantar sua faixa. Regravada por César Araújo, Karkará e os Vilões do Forró, com direito a videoclipe, a faixa estourou de vez, usada até por campanhas que concorrem entre si. Karkará (esquerda) e César Araújo (direita) no clipe de 'O homem disparou', gravado no Piauí Divulgação Coletânea genérica "O povo ficou sete meses parado com a pandemia, sem trabalho. Aí eu pensei: vai ter campanha política, quem sabe a gente consiga vender algo? Vamos arriscar. A gente joga na internet e vê o que dá", conta Patrício. O álbum tem outras faixas como "Vamos ganhar de novo", "Tô com você de novo", "A vitória chegou" e "O povo quer o novo". "A ideia era fazer músicas que se pareçam com a história de todo candidato", explica Patrício. A prática de divulgar jingles "de demonstração" não é inédita no mercado. Há outras produtoras que fazem estas faixas básicas para os clientes arrematarem com nome e número. A diferença é que Karkará e os Vilões do Forró, já conhecidos no forró cearense, assinaram o projeto como artistas e trataram como um álbum real. E foi com uma prática comum no forró, de identificar um hit em potencial e armar uma parceria, que eles acertaram. Rivais na política, unidos no piseiro "'O homem disparou' virou febre. A gente fez também 'A mulher disparou'. Tem lugar em que os dois partidos querem", conta Patrício. A fala dele é corroborada por relatos nas redes sociais de gente que diz ouvir a música saindo de caixas de som rivais. Comentário no YouTube no clipe de 'O homem disparou' Divulgação César Araújo, de 26 anos, descreve a criação: "Fui para um estúdio caseiro de um amigo meu na zona rural de Milton Brandão, humilde igual a mim. Só botei o playback de teclado e fui fazendo parte por parte. Acho que em menos de meia hora já estava pronta", ele conta. Ele teve medo quando a música feita sem pretensão para uma pré-campanha anônima começou a se espalhar. Ele mora em Pedro II, cidade de 38 mil habitantes no norte do Piauí, mas o jingle era para Milton Brandão, município vizinho, ainda menor, de 7 mil habitantes. "Do nada a música começou a ser compartilhada. Eu não queria ter meu nome ligado a política, mas não teve jeito. Começou a explodir nas cidades vizinhas. Em um mês, me ligaram do Rio Grande do Norte. Aí me dei conta, e veio a avalanche", ele lembra. "A música já teve uma versão compartilhada pelo Ney Lima (influencer baiano com mais de 3,6 milhões de seguidores) e pelo Tirulipa", ele conta orgulhoso. Os humoristas postaram um vídeo que usa a música para divulgar uma candidata travesti fictícia. Karkará (esquerda) e César Araújo (direita) no clipe de 'O homem disparou' Divulgação Pisadinha certeira Essa simplicidade da pisadinha, forró todo feito no teclado, é uma das características que faz o estilo se espalhar pelo Brasil, como o G1 explicou nessa reportagem. "O homem disparou" segue a fórmula de novos ídolos como os Barões da Pisadinha - que o G1 também explicou aqui no 'Barômetro da pisadinha': o som forte e seco da caixa de bateria; uma frase de teclado marcante logo no início; melodia festiva que combina com as "festas de piseiro" - vide o "pararapapa" no fim da música. O homem liberou A parceria deu tão certo que Patrício virou sócio de Francisco para empresariar também a carreira de César Araújo, além de Karkará e os Vilões do Forró. Eles criaram uma linha de montagem para autorizar e customizar o jingle. César ou Karkará regravam só um pedacinho, citando o nome do cliente no refrão ("Fulano disparou") e o número da candidatura. Com isso, os empresários passam o dia todo negociando e os cantores, gravando os acréscimos. "Karkará chegou a adoecer, de tanto cantar, ficou com dor no peito", conta Patrício. Francisco diz que eles cobram entre R$ 1 mil e R$ 2 mil para liberar e gravar a faixa customizada, dependendo do tamanho da candidatura. "Eu trabalho muito com show no interior, e meu interesse é que o prefeito ganhe e contrate meu show. Então, pelo relacionamento, às vezes eu nem cobro pelo uso", conta o empresário. César diz que eles gravaram jingles para mais de 200 cidades, mas os empresários acham que foi mais e dizem que já perderam as contas. Comentários no YouTube no vídeo de 'O homem disparou' Reprodução Zona eleitoral Os empresários sabem que tem candidato que adapta por conta própria, sem pedir autorização, ou usa a versão que não cita nome mesmo. Eles dizem que vão acionar a justiça contra essas pessoas. Uma contestação judicial, no entanto, pode esbarrar na decisão do STJ que encaixou a versão eleitoral de Tiririca para uma música de Roberto Carlos como "paródia", e abriu um precedente para adaptações não autorizadas, como o G1 contou. No caso de "O homem disparou", há outra complicação: o próprio jingle genérico já era uma versão feita inicialmente sem autorização, usando a melodia de "Menina pavorô", do Forró Perfeito. Clipe de 'O homem disparou', gravado no Piauí. O jingle genérico foi composto por César Araújo (centro) e gravado em parceria com Karkará (direita), que fez um álbum só com músicas de campanha que podem se encaixar para qualquer candidato Divulgação A equipe de César e Karkará correu para resolver isso. Após o sucesso, eles assinaram com João Silveira, compositor, cantor e empresário da banda brasiliense (cujo maior hit, em 2010, foi o forró "Samara"), um acordo para a utilização da obra. Segundo Patrício, a liberação custou R$ 2,5 mil. João diz que o acordo garante a ele participação como coautor na arrecadação de direitos autorais de "O homem disparou", já cadastrada em serviços de streaming como Spotify e o próprio YouTube. João diz que nunca quis barrar a versão, e comemora o sucesso que começou com sua melodia e virou jingle festivo "Todo dia eu recebo mais de vinte mensagens falando de lugares em que estão usando a música. De certa forma, estão me divulgando também". Karkará no clipe de 'O homem disparou' Divulgação Veja Mais

Jeff Bridges, astro de 'O Grande Lebowsky' e ganhador do Oscar de melhor ator, revela que foi diagnosticado com linfoma

G1 Pop & Arte 'Embora seja uma doença grave, sinto que tenho sorte por ter uma ótima equipe de médicos, e o prognóstico é bom', escreveu ele, que tem 70 anos, em rede social. 'Estou começando o tratamento, e vou manter vocês informados sobre a minha recuperação.' Jeff Bridges exibe as mãos após deixar sua marca na Calçada da Fama em Hollywood, Los Angeles Rich Fury/Invision/AP O ator americano Jeff Bridges, conhecido por filmes como "O grande Lebowsky" (1998) e ganhador do Oscar por "Coração louco" (2009), revelou nesta segunda-feira (19) que foi diagnosticado com linfoma. "Embora seja uma doença grave, sinto que tenho sorte por ter uma ótima equipe de médicos, e o prognóstico é bom'" escreveu ele, que tem 70 anos, em uma rede social. "Estou começando o tratamento e vou manter vocês informados sobre a minha recuperação." Em seguida, Bridges agradeceu pelas mensagens de apoio e convocou os seguidores a votar nas eleições presidenciais americanas: "Sou profundamente grato pelo amor e apoio da minha família e dos meus amigos. Obrigado por suas orações e desejos de boa sorte. E, já que estamos aqui, lembrem-se de votar. Porque estamos todos juntos nessa. http://Vote.org. Com amor, Jeff". O linfoma é um câncer que afeta as células do sistema linfático – ele é uma parte importante do sistema imunológico. Trata-se do sistema de defesa do nosso organismo, que ajuda a combater infecções. No linfoma, essas células passam a se proliferar de forma descontrolada (clique aqui para saber mais sobre a doença). The Dude (ou O Cara) Jeff Bridges, John Goodman e Steve Buscemi em 'O Grande Lebowski' Divulgação Ao longo de uma carreira iniciada ainda na década de 1950, Bridges teve sete indicações ao Oscar e levou a estatueta uma vez. O papel que lhe rendeu o prêmio foi o de um cantor country alcoólatra que tenta voltar aos seus dias de glória. Já no célebre e cult "O grande Lebowsky", dirigido pelos irmãos Ethan e Joel Coen, ele foi um maconheiro que vivia de roupão de banho, num filme estranho sobre boliche. O longa não ganhou o Oscar, teve críticas apenas medianas e não chegou a fazer sucesso de bilheteria. Mas se tornou fenômeno cultural. Foi criada, inclusive, uma seita – o "Dudeism", inspirado no personagem de Bridges, The Dude (O Cara, em português). Clique aqui para ler mais. VÍDEOS: Semana Pop Veja Mais

Luan Santana e Jade Magalhães: relembre os 12 anos de relação

G1 Pop & Arte Casal se separou um ano após cantor sertanejo pedir a designer de moda em casamento. Jade Magalhães e Luan Santana Celso Tavares/G1 Luan Santana e Jade Magalhães não estão mais juntos após 12 anos de relacionamento, entre idas e vindas. A designer de moda anunciou a separação em uma publicação em seu Instagram, na manhã desta segunda-feira (19). "Durante esses 12 anos, dancei e me joguei de cabeça até a música acabar. Com o coração apertado, venho aqui compartilhar o fim da minha história com o Luan. Preciso aceitar e seguir em frente. Me sinto tranquila e em paz por ter dado o melhor de mim até o fim", escreveu Jade. Jade e Luan se conheceram em 2008, meses antes de o cantor lançar seu primeiro hit, "Meteoro", e quando ele começava a se desvincular do apelido de "gurizinho". Na ocasião, o cantor sertanejo fazia um show em Alto Taquari (MT), cidade de Jade. Em sua apresentação, Luan costumava chamar ao palco uma garota para dançar "Vou fazer pirraça", sucesso de Jorge e Mateus, com ele no palco. Naquele dia, Jade, que estava na primeira fila foi a escolhida. Após o show, ela foi até o camarim do cantor, que a convidou para ir para o hotel com ele. Mas Jade não topou. O primeiro beijo do casal aconteceu quase um ano depois, após o cantor encontrar Jade na internet. Nos primeiros anos, Luan e Jade foram bastante discretos com a relação. Entre idas e vindas A primeira vez que os dois foram fotografados juntos foi em setembro de 2012, durante a inauguração de uma casa noturna em São Paulo. Desde então, passaram por algumas idas e vindas. Um ano depois, em 2013, o casal se separou. Na época, o cantor atribuiu o término à distância e sua agenda atribulada. Em 2014, o casal ensaiou um retorno e tentou a reconciliação, que deu certo só em 2015. Mas em maio de 2016, Jade e Luan se separaram novamente. "Terminou o namoro, mas ficaram o carinho, respeito e amizade", disse o cantor na época. No final daquele mesmo ano, o cantor sertanejo e a designer de moda se deram uma nova chance. Noivado no balão Em setembro de 2019, Luan pediu Jade em casamento durante um passeio de balão. O casal passava alguns dias em Portugal. "Te trouxe aqui, acima das nuvens, pertinho do céu, porque quero te dizer que agora me sinto pronto, preparado. Acho que nada é por acaso, tudo tem seu tempo pra acontecer. Quero te dizer que você é a mulher da minha vida. Não existe momento melhor do que esse pra fazer o que quero fazer: Quer casar comigo?”, questionou Luan durante o passeio. O pedido foi aceito por Jade, que registrou a data especial em sua rede social. "Eu sonhei com esse dia. E foi além de qualquer expectativa, mais lindo e mais poético do que eu poderia imaginar." Com o anúncio do término, Luan e Jade entraram para a lista de famosos que anunciaram a separação durante a quarentena. Desde março, Gusttavo Lima e Andressa Suita, Whindersson Nunes e Luísa Sonza, Marília Mendonça e Murio Huff, entre outros casais, também optaram pelo término do relacionamento. Globo vai transmitir live romântica do cantor Luan Santana a partir das 22h30 Veja Mais

Pequena Lo diz sonhar com talk show e turnê de stand-up: 'Tinha uma meta de ser reconhecida'

G1 Pop & Arte Ao G1, psicóloga Lorrane Silva fala dos planos para seguir como humorista. G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Lorrane Silva, a Pequena Lo Reprodução/Instagram Lorrane Silva tem um canal no YouTube desde 2015, mas foi em 2020, ao entrar "sem pretensão" no TikTok, que ela viu o número de seguidores em suas plataformas crescerem. Conhecida como Pequena Lo, a psicóloga de 24 anos criou sua página na rede social durante a quarentena. Hoje, já com quase dois milhões de seguidores, é um dos grandes nomes do humor na plataforma. "Comecei dublando lá e o pessoal gostou muito por conta da interpretação, expressão. Também comecei a reproduzir os vídeos que já tinham sido gravados. Aí foi crescendo, crescendo... Tomou uma proporção enorme, que eu não imaginava", conta Lorrane ao G1. O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor A mineira nascida em Araxá mora atualmente com a mãe em Uberaba, onde fez faculdade. Ela acabou adiando os planos de iniciar seus trabalhos na psicologia durante a quarentena para se dedicar aos vídeos. Com isso, além dos bons números no TikTok, Lorrane viu os seguidores no Instagram se multiplicarem na quarentena. Foi de 56 mil (março) para 1,4 milhão. Entre os novos seguidores estão famosos humoristas como Paulo Gustavo, Whindersson Nunes, Tirulipa e Tatá Werneck. "Como eu comecei em 2015, eu tinha uma meta de ser reconhecida, de levar alegria pra milhares de pessoas. Mesmo eu não estando ali vendo essas pessoas pessoalmente, eu sinto que elas estão próximas de mim, eu fico muito feliz com todo esse carinho." "E é a realização de um sonho que eu sempre carreguei comigo desde criança, que eu sempre gostei de fazer as pessoas ao meu redor sorrirem." "E eu fico muito feliz de estar ao mesmo tempo levando alegria e a representatividade de nós PCDs [pessoas com deficiência]", afirma Lorrane. Lorrane Silva, a Pequena Lo, celebra conta verificada no Instagram Reprodução/Instagram Em 2016, em entrevista ao G1, Lorrane explicou que problemas ósseos desde o nascimento comprometerem seu crescimento. Mas mesmo passando por diversos médicos, ainda não foi descoberto o nome da síndrome da qual ela é portadora. "Não conheço ninguém que seja igual a mim, minha síndrome ainda não tem nome, eu tenho membros curtos e problemas nos ossos. Devido a minha estatura, muitos confundem minha síndrome com nanismo, mas não é a mesma coisa, pois eu preciso andar de muleta", explicou. Quem entra no canal de Lorrane em busca de distração, encontra a jovem imitando memes, dançando e repetindo cenas do cotidiano como o momento de um flerte ou a curtição em festa com as amigas. "Sempre fui, desde criança, muito observadora. E são situações que eu penso que as pessoas já viveram, que eu já vivi quando criança, na adolescência... até mesmo as mães que têm algumas atitudes iguais." Como lidar com os haters? Com tanta gente de olho em seus canais nas redes sociais, Lorrane não foge do ataque de haters. Mas a psicóloga não parece se preocupar. "Sempre vai ter. Mas eu brinco: 'nem Jesus agradou todo mundo, quem somos nós pra agradar a todos?'. Claro que nunca nós vamos conseguir agradar todo mundo, mas sempre vai existir hater, porque tem pessoas ali que não vão gostar do trabalho. E tá tudo bem, sabe. Se ela não gosta, ok." "Muitas pessoas criticam porque fica mais fácil digitar, não mostrar o rosto. Mas eu fico muito feliz que os haters são a minoria. Então, eu deixo pra lá e sigo fazendo o que eu gosto, o que a galera gosta, que são meus vídeos. E bola pra frente." Os planos da Pequena Lo Lorrane sonha em ter um talk show e em fazer um stand-up comedy. Ela quer "iInvestir nessa carreira, no humor". Para isso, planeja fazer um curso de teatro. "Vejo que está tendo essa evolução de uma maior aceitação de que nós também temos e podemos ter a oportunidade, a gente sabe fazer humor. Percebo isso agora que tenho mais contato, que estou conhecendo mais pessoas, mais mulheres do meu segmento, que estão no humor também." "E é muito bonito quando a gente consegue se unir, uma torcendo pelo sucesso da outra, porque juntas nós vamos quebrando esse tabu aos poucos." Veja Mais

Lives de hoje: Milton Nascimento, Simone, Toquinho, Yamandu Costa e mais shows pra ver em casa

G1 Pop & Arte Último dia do Rio Montreux Jazz Festival domina lives deste domingo (25). Milton Nascimento, Simone, Toquinho e Yamandu Costa participam de transmissões neste domingo (25) Globo/Ramón Vasconcelos; Globo/Zé Paulo Cardeal; TV Globo/João Cotta; TV Globo/Estevam Avellar Simone faz live neste domingo (25) em comemoração ao aniversário de Milton Nascimento na segunda (26). O próprio cantor mineiro faz show no último dia do Rio Montreux Jazz Festival com participações de Samuel Rosa, Maria Gadú e Sing Harlem. Toquinho e Yamandu Costa também tocam no festival carioca, que acontece de forma virtual neste ano por conta da pandemia. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Jaques Morelenbaum CelloSambaTrio (Rio Montreux) - 16h30 - Link Jonathan Ferr (Rio Montreux) - 17h05 - Link Rio Jazz Orchestra (Rio Montreux) - 17h40 - Link Rio Montreux Jazz Festival - a partir de 17h30 - Link Simone canta Milton Nascimento - 18h - Link Anat Cohen and Friends (Rio Montreux) - 18h20 - Link Sérgio Dias Jazz Mania (Rio Montreux) - 19h20 - Link Toquinho e Yamandu Costa (Rio Montreux) - 20h10 - Link Milton Nascimento - Os Sonhos Não Envelhecem - Com: Sing Harlem, Samuel Rosa e Maria Gadu (Rio Montreux) - 21h15 - Link Funk Orquestra - 22h20 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Semana Pop #109 - Na volta dos cinemas, como ficou o calendário de estreias

G1 Pop & Arte Programa deste sábado (24) mostra calendário de estreias mais aguardadas. Lista vai de heroínas ('Mulher-Maravilha 1984' e 'Viúva Negra') a cinebiografia musical. Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Xbox Series X e S chegam ao Brasil em 10 de novembro

G1 Pop & Arte Console do Series X vai ser vendido a R$ 5 mil e Series S vai custar R$ 3 mil. Lançamento global já estava previsto para a data, mas não tinha sido confirmado no Brasil. Xbox Series X e Xbox Series S Divulgação A Microsoft anunciou nesta sexta-feira (23) que os novos consoles Xbox Series X e Series S chegam ao Brasil no dia 10 de novembro. A data já tinha sido anunciada como lançamento global, mas não havia confirmação se o país estava na lista. O Xbos Series X vai ser vendido com preço de R$ 4.999. Já a versão mais compacta e menos poderosa da nova geração da empresa, o Xbox Series S, custará R$ 2.999. O pacote inclui o console, um controle e os cabos necessários para o dispositivo. Nos Estados Unidos, o Series X vai custar US$ 499 e o Series S será vendido por US$ 299. Os consoles já estão disponíveis para pré-venda nos revendedores oficiais. "Esse é o momento mais esperado pelos nossos fãs. Estamos muito felizes em lançar os XBox Series X|S no Brasil, o que só foi possível com uma grande priorização do nosso mercado", diz Bruno Motta, gerente de Xbox para o Brasil em comunicado. "O desenvolvimento de dois consoles em paralelo, desde o início, nos permitiu oferecer o hardware mais poderoso de todos os tempos no Xbox Series X e tornar a próxima geração de jogos disponível e acessível para mais jogadores no lançamento com XBox Series S", continua Motta. LEIA MAIS: Microsoft demite apresentadora do Xbox BR que sofreu ameaças Semana Pop: O caso de Pedro Qualy e o risco das lives intermináveis VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

QUIZ: Qual filme da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo mais combina com você?

G1 Pop & Arte Evento vai até 4 de novembro com cerca de 200 filmes. Com 5 perguntas, você pode descobrir qual deles não pode perder. Destaques da 44ª Mostra Internacional de Cinema de Cinema de São Paulo Reprodução/ Mostra Internacional de Cinema de São Paulo Qual filme da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de 2020 mais combina com você? Veja Mais

Camilla de Lucas lamenta má vontade com humoristas mulheres e planeja aulas de teatro

G1 Pop & Arte 'Mulher tem muito isso de dizer que ela é forçada, que quer aparecer.' G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Camilla de Lucas Reprodução/Instagram Camilla de Lucas não surgiu nas redes sociais na quarentena, mas triplicou seus seguidores nesse período ao retratar personagens que marcam presença no pagode, na igreja ou no churrasco de família. Esses "seres" estão em vídeos divertidos publicados no TikTok e no Instagram. Ela já postava vídeos de humor nas plataformas, "mas não com a mesma quantidade que faço hoje em dia". "Sei que nesse período as pessoas estão procurando mais esse tipo de conteúdo, porque é só notícia ruim, mas não foi por isso. Juntou tudo. A entrada no Tik Tok, o meu jeito de ser assim bem doidinha e essa época da pandemia, que as pessoas estão consumindo mais esse conteúdo." O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor Camilla já tinha cerca de 700 mil seguidores em junho. Hoje, chegou a 1,9 milhão de seguidores no TikTok, além de 2,5 milhões no Instagram e 2 milhões no YouTube. Ela viu o número subir ao iniciar a publicação de uma série de vídeos batizada de "saindo de fininho": "Falo situações que a gente vai super feliz, achando que é uma coisa, e quando chega lá, se depara com outra situação." O primeiro deles mostra uma pessoa toda animada com o valor atraente de uma pizza em um aplicativo, mas em seguida descobre que é o preço para o tamanho brotinho. Os bons números de Camilla na plataforma já rendem muitas parcerias publicitárias. "Quando eu vou fechar um trabalho, primeiro eu vejo a ideia da marca para ver se vai bater com o que gosto. Tem que ver o que a marca vai falar, se a marca dá liberdade de a gente cocriar com eles." Planos para atuar Camilla de Lucas Reprodução/Instagram Apesar da desenvoltura frente à câmera, Camilla não é atriz. Com 26 anos e moradora de Nova Iguaçu (RJ), ela pretende fazer um curso de teatro. "Tem algumas coisas que estão surgindo aí, algumas propostas de trabalho. Depois de alguns comentários de pessoas que já trabalham com a TV, me animei ainda mais", afirma Camilla. Sobre a abertura de mulheres no mercado do humor, Camilla acha que "precisa ainda melhorar muito". "Ninguém é obrigado a achar graça de todo mundo, tem gente que olho e também não acho graça. Mas eu vejo muitos comentários de quando é uma mulher fazendo vídeo." "Se é homem, falam 'ah homem é bobo mesmo, que legal'. Uma mulher tem muito isso de dizer que ela é forçada, que quer aparecer ou que é muito sem graça. Tem essa diferença." Ela também rebate o argumento muitas vezes usados nas redes sociais de que "está difícil fazer humor ultimamente". "Não acho que está difícil, não. O que eu acho é que antes algumas coisas eram permitidas porque as pessoas tinham medo de se posicionar. As pessoas achavam que era engraçado zoar um corpo feminino. Hoje a gente já começa a se posicionar e a dizer que não é legal você fazer esse tipo de comentário, então não é legal você colocar em uma piada." Veja Mais

Jorge Aragão melhora da Covid-19, tem alta do CTI e vai para o quarto

G1 Pop & Arte Assessoria do artista afirma que o quadro é estável. Cantor segue em recuperação no Hospital Unimed Barra, na Zona Oeste do Rio. Jorge Aragão Léo Queiroz / Divulgação Diagnosticado com Covid-19, o cantor Jorge Aragão, de 71 anos, recebeu alta do Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Unimed Barra, na Zona Oeste do Rio, e foi para um quarto. A informação foi obtida pelo G1 nesta terça-feira (20) com a assessoria do artista. "O sambista está em processo de recuperação", disse a assessoria. Não há previsão de alta hospitalar. O sambista deu entrada na UTI do hospital no dia 13 de outubro com "quadro de pneumonia viral [por] Covid-19". Veja Mais

Luan Santana fala sobre separação de Jade: 'Choramos tanto que parecia que ia acabar o estoque de lágrimas'

G1 Pop & Arte Término após 12 anos foi anunciado nesta segunda-feira mais cedo por Jade. Luan diz que eles conversaram há algumas semanas e decidiram terminar. Os dois estavam noivos. Veja 5 casais famosos que se separaram durante a pandemia Luan Santana falou nesta segunda-feira (19) sobre o fim do relacionamento com Jade Magalhães. Eles começaram o namoro 12 anos atrás e estavam noivos. O término tinha sido anunciado mais cedo por ela. Luan escreveu um texto longo sobre a relação, fez elogios a Jade e disse que o rompimento aconteceu há algumas semanas, após uma conversa entre os dois que terminou com muitas lágrimas e abraços. Leia abaixo o texto completo: "Conheci a Jade no palco. Ela topou dançar comigo, em um número do meu show. Tinha um jeitinho tímido, olhar de menina e cabelos longos e negros que chegavam na cintura. Vestia uma blusa vermelha e um jeans colado que me causou um formigamento estranho nas mãos. E então, aconteceu algo enquanto dançávamos: senti cheiro de vida no pescoço dela. Mas não era a época certa para interpretá-lo, afinal, eu era um adolescente começando a viver as maravilhas de uma fama estrondosa e repentina. Meu primeiro pensamento foi: “quero levar ela pro hotel depois do show.” Foi isso que pensei, foi isso que eu falei no ouvido dela. A resposta foi um “não” desses bem grandes - até porque eu tremi o lábio um pouco quando fiz a pergunta, e devo ter passado insegurança pra ela. Ou ela simplesmente me achou parecido com uma lombriga. É, deve ter sido isso. Mas eu tava bem, ela também e a vida seguiu. Um dia achei a Jade no Orkut. Lembrei daqueles olhos na hora. Começamos a conversar. No orkut consegui o MSN. No MSN consegui o telefone. Aliás sempre foi assim, inclusive depois que começamos a namorar, sempre passo a passo, sempre sem pressa, vivendo nossas fases com paciência. Fizemos vários assaltos à geladeira na madrugada pra pegar barra de chocolate pela metade, um litro de coca-cola pela metade, colocar “stranger things” e ver ela dormir lá pela metade do episódio. Viajamos o mundo em poltronas lado a lado no avião, assistindo ao mesmo filme, apertando play ao mesmo tempo e reclamando do gosto das comidas com tempero estranho que eles serviam. Nunca gostamos muito de vinho, mas a gente tomava mesmo assim, porque parece que todo casal tem que tomar vinho pra ser romântico. Jade gosta mais de gin tônica e eu de campari e uísque, mas tomamos champagne quando ficamos noivos naquele balão em Portugal. Foi uma tarde de estrelas. Lembro que ficamos bêbados uma vez (ou muitas) em Trancoso, e fizemos amor numa casa na árvore, sentindo a brisa do mar. Foi uma noite de estrelas. Há algumas semanas atrás terminamos. Choramos tanto que parecia que ia acabar o estoque de lágrimas dos olhos. Nos abraçamos tanto que parecia que ia dar câimbra nos cotovelos mas no fim deixamos o destino fazer o trabalho dele. Hoje, sentado nesse sofá listrado, olhando a lua pela janela, do outro lado do oceano, vejo que as lágrimas daquele momento eram metade tristeza, metade gratidão recíproca por uma história linda que vivemos. Épica. Agora vejo que os abraços daquela hora não estavam dizendo "adeus', e sim "vai ficar tudo bem, ga". E vai. " Initial plugin text Declaração de Jade Jade Magalhães usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira para anunciar o fim do noivado. Leia também: Gusttavo e Andressa, Whindersson e Luísa, Marília e Murilo: as separações de famosos na quarentena "Eu sempre acreditei no amor e nas coisas mais puras e lindas que ele nos proporciona. Durante esses 12 anos, dancei e me joguei de cabeça até a música acabar." "Com o coração apertado, venho aqui compartilhar o fim da minha história com o Luan. Preciso aceitar e seguir em frente. Me sinto tranquila e em paz por ter dado o melhor de mim até o fim." "Algumas situações nem sempre são da maneira que gostaríamos que fossem. Não é fácil fechar a porta daquilo que, por anos, acreditei ser minha felicidade. A vida continua e chegou a hora de renascer! Não tenho palavras pra agradecer as mensagens desejando o meu melhor e também àqueles que sempre estiveram do meu lado. Obrigada por todos esses anos de tanto carinho", escreveu Jade em seu Instagram. Initial plugin text Luan Santana abraça namorada durante apresentação em camarote no carnaval de Salvador Veja Mais

Maisa Tsuno, da banda Akai Koen, morre aos 29 anos, diz site

G1 Pop & Arte Guitarrista e compositora foi encontrada em apartamento em Tóquio e foi levada ao hospital. Maisa Tsuno, da banda Akai koen Divulgação Maisa Tsuno, da banda Akai koen, foi encontrada inconsciente em seu apartamento em Tóquio, no domingo (18) e foi levada ao hospital, onde a morte foi confirmada. As informações são do site TBS News e do Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio. A guitarrista tinha 29 anos e era também compositora de músicas da girl band Akaiko-en. Formado por quatro meninas, o grupo de rock foi criado em 2010 e se tornou um sucesso dois anos depois. "Orange / pray", próxima música da banda, tem lançamento previsto para 25 de novembro. Tsuno também escreveu músicas para os grupos SMAP, Suzuki Airi e Morning Musume. A principal suspeita da polícia é suicídio, mas a causa da morte não foi confirmada oficialmente. Grupo japonês Akai koen; Maisa Tsuno é a de azul, segunda da esquerda para direita Divulgação/Site da banda VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Donald Trump e comediante Sacha Baron Cohen trocam farpas: 'Não acho engraçado'

G1 Pop & Arte Filme mostra Rudy Giuliani, advogado do presidente, em situação embaraçosa. Ator disse que republicano deverá procurar novo emprego após eleições e se ofereceu para contratá-lo para interpretar um 'racista bufão'. Donald Trump, presidente dos EUA, participa de entrevista coletiva neste sábado (24) antes de embarcar no Air Force One Tom Brenner/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trocou críticas neste sábado (24) com o comediante Sacha Baron Cohen, que estreou na sexta-feira o filme "Borat Subsequent Moviefilm" (ainda sem título em português). A produção mostra Rudolph Giuliani, advogado de Trump, em uma situação embaraçosa com uma jovem mulher que fingia ser jornalista em um quarto de hotel. A bordo do avião presidencial, o presidente a jornalistas disse que não sabia da filmagem com Giuliani. "Eu não acho ele engraçado. Para mim, ele é detestável", disse Trump. Sacha Baron Cohen no segundo filme do personagem Borat Divulgação Baron Cohen usou as redes sociais para responder à declaração do presidente e ironizou: "Donald, eu aprecio a publicidade grátis para 'Borat'. Eu admito, também não te acho engraçado. Mas o mundo inteiro ri de você mesmo assim". "Eu estou sempre procurando pessoas para atuar como bufões racistas, e você vai precisar de um novo emprego depois de 20 de janeiro. Vamos conversar!", emendou o ator. Initial plugin text Cohen fez referência ao 20 de janeiro, dia previsto para a posse do presidente dos Estados Unidos. Trump disputa as eleições com o democrata Joe Biden, e o pleito está marcado para 3 de novembro — mas há estados em que a votação já começou. Continuação de 'Borat' Assista ao trailer de 'Borat 2' O filme "Borat Subsequent Moviefilm" (ainda sem título em português) estreou na sexta-feira na plataforma Amazon Prime. O primeiro longa do comediante britânico de 2006, um sucesso de bilheteria, arrecadou US$ 260 milhões e lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Assista ao trailer no VÍDEO acima. Rodado em sigilo durante o verão no hemisfério norte, quando os Estados Unidos começaram a relaxar o confinamento pelo novo coronavírus, no longa a câmera segue Baron Cohen enquanto ele interage com as pessoas comuns e políticos através de seu alter-ego desajeitado e altamente ofensivo. Embora os detalhes da trama permaneçam em segredo, uma das cenas envolve Giuliani, que chamou a polícia em julho, depois de ter concedido uma sórdida "entrevista" em um quarto de hotel para uma jovem atraente e paqueradora. No filme, o encontro parece deixar o ex-prefeito de Nova York, de 76 anos, em uma situação muito embaraçosa, literalmente com as mãos presas dentro das calças. Initial plugin text Veja Mais

Lives de hoje: Wesley Safadão, Billie Eilish, Ana Cañas e mais shows pra ver em casa

G1 Pop & Arte Rio Montreux Jazz Festival tem Christian Scott aTunde Adjuah, Hamilton de Holanda e Orquestra Rumpilezz. Veja horários das transmissões neste sábado (24). Wesley Safadão, Billie Eilish e Ana Cañas fazem lives neste sábado (24) Globo/Estevam Avellar; Robyn Beck/AFP/Arquivo; José de Holanda/Divulgação Wesley Safadão, Billie Eilish e Ana Cañas fazem lives neste sábado (24). A cantora paulistana faz show especial em que canta Belchior, que faria aniversário na segunda (26). O Rio Montreux Jazz Festival vai transmitir shows de Christian Scott aTunde Adjuah, Hamilton de Holanda e Orquestra Rumpilezz e outros artistas a partir das 17h30. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Titãs, Ego Kill Talent, Tuyo e outros artistas - a partir das 15h - Link Rick e Renner - 17h - Link Rio Montreux Jazz Festival - a partir de 17h30 - Link Fundo de Quintal - 18h30 - Link Ana Cañas canta Belchior (#EmCasaComSesc) - 19h - Link Billie Eilish (Transmissão paga) - 19h - Link Carol Biazin - 19h - Link Edson e Hudson - 20h - Link Rionegro & Solimões e Guilherme & Santiago - 20h - Link Wesley Safadão - 20h - Link Orquestra Ouro Preto - Concerto Beethoven 250 anos - 20h30 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Buddy Valastro passa por terceira cirurgia na mão após acidente em casa

G1 Pop & Arte Chef e confeiteiro sofreu grave lesão ao ficar com a mão presa em armador de pino de boliche. Buddy Valastro passa por terceira cirurgia na mão após acidente em casa Reprodução/Instagram Buddy Valastro foi submetido a uma nova cirurgia na mão após o acidente que sofreu em sua casa em New Jersey, nos Estados Unidos. Em setembro, o confeiteiro ficou com a mão presa em armador de pino de boliche e sofreu grave lesão. Na ocasião, um representante de Buddy explicou que ele estava jogando boliche na pista que tem em casa quando houve uma falha no armador de pinos. O confeiteiro tentou soltar o pino do mecanismo, mas a máquina voltou a funcionar e Buddy acabou com a mão presa. Ele passou por duas cirurgias para retirar a haste de metal, que ficou presa em sua mão, provocando uma grave lesão. Nesta quinta-feira (22), Buddy passou por uma terceira cirurgia. "Oi, pessoal. Acabei de fazer minha terceira cirurgia na mão. Tem sido um caminho difícil para a recuperação, mas sigo firme. Queria que soubessem o quanto agradeço por todo o amor e vibrações positivas", escreveu em suas redes sociais. Após o acidente, o representante de Buddy informou que o confeiteiro teria "uma batalha difícil pela frente. A mão dominante de Buddy é a direita e ele vai precisar de um prolongado processo de recuperação". Initial plugin text Veja Mais

Lives de hoje: Xand Avião e Barões da Pisadinha, Flausino e Sideral e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Rio Montreux começa nesta sexta (23) com shows de João Donato e Macy Gray. Veja horários das lives. Xand Avião e Barões da Pisadinha fazem live juntos nesta sexta (23) Divulgação Xand Avião e Barões da Pisadinha, Rogério Flausino e Sideral e Simoninha fazem lives nesta sexta (23). O Rio Montreux Jazz Festival começa nesta sexta (23) com shows de João Donato e Macy Gray. A edição on-line vai até domingo (25) com shows transmitidos do Rio, Los Angeles e Nova York. LEIA MAIS: 'O homem disparou': como um jingle eleitoral genérico em ritmo de pisadinha se espalha pelo Brasil Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Rio Montreux Jazz Festival com Macy Gray, João Donato e outros - - Link Simoninha (#EmCasaComSesc) - 19h - Link Rogério Flausino e Sideral: Especial Cazuza - 20h - Link Teresa Cristina - 20h - Link Xand Avião e Barões da Pisadinha - 21h - Link KLB - 21h30 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

'Desalma' discute relação com a morte em cidade parada no tempo: 'É um encontro de almas'

G1 Pop & Arte Cássia Kis fala sobre suspense sobrenatural e personagem bruxa na série que estreia nesta quinta (22) no Globoplay. Claudia Abreu e Maria Ribeiro completam o trio protagonista. Cássia Kis fala sobre 'Desalma', nova série do Globoplay "'Desalma' é uma história de relacionamentos muito profundos que chega em um lugar incrível, que é a alma". É assim que Cássia Kis descreve a série que estrela ao lado de Claudia Abreu e Maria Ribeiro. Assista vídeo acima. O suspense sobrenatural estreia nesta quinta (22) no Globoplay com dez episódios. O povoado pacato de Brígida é o cenário de fenômenos que assombram a população por décadas e é marcado por rituais de bruxaria que buscam trazer almas de pessoas que não estão mais por aqui. Cássia Kis interpreta a feiticeira Haia, que sofre com a morte repentina da filha no final dos anos 80, primeira fase da série. As consequências dessa perda persistem por quase 30 anos, na outra fase em 2018. Cássia Kis interpreta a feiticeira Haia na série 'Desalma' Divulgação/Globoplay "Foi divertido e está sendo divertido fazer esses dois momentos. Eu sou uma mulher de 62 anos com essa cara de 305", brinca a atriz. "É uma história de uma família, de uma mulher com seu marido, ela com sua filha... Depois, o desaparecimento dessa filha e as consequências disso nestes 30 anos esse vácuo, esse buraco que essa mulher foi parar", explica. Floresta e influência ucraniana A floresta é um importante cenário para 'Desalma'; série tem 75% do elenco de novos atores Divulgação/Globoplay "Desalma" se apoia na cultura ucraniana para reproduzir a mitologia, as lendas e as festas, como Ivana Kupalla, uma das principais comemorações do calendário eslavo. "Não para Haia só, mas para a história toda é quase uma ameaça, assusta. É uma festa de tradição ucraniana linda, uma festa de amor, de relações amorosas entre meninas e rapazes e acontece uma tragédia dentro dessa festa", explica Cássia. Outro cenário importante para a série é a floresta. Na série, ela é um local de encontro, celebração e magia. "A floresta de um modo geral esconde histórias. A gente entra em uma floresta e as coisas começam sempre a acontecer os barulhos, as coisas que a gente não conhece", afirma Cássia Kis. "Dentro da floresta, nesse caso, tem gente, tem alma, tem vozes. Ela pulsa porque é floresta, porque está viva, mas pulsa mais e, de outro jeito, porque tem alma", continua. Foi lá que a filha de Haia, personagem de Cássia, morreu em uma celebração da Ivana Kupalla. Giovana (Maria Ribeiro) e as filhas Melissa (Camila Botelho) e Emily (Juliah Mello) em 'Desalma' Divulgação/Globoplay A provocação sobre a relação humana com a morte é constante na série e aparece também nas histórias de Ignes (Claudia Abreu) e Giovana (Maria Ribeiro). "Desalma' é um drama sobrenatural que fala da nossa relação com a morte e a dificuldade de aceitar as perdas. A partir dessa não aceitação que entra a atmosfera sobrenatural, com a personagem Haia (Cássia Kis), que faz parte de uma linhagem de bruxas ucranianas", explica o diretor artístico Carlos Manga Jr. Cláudia Abreu comenta estreia de 'Desalma' e chegada aos 50: 'A maturidade é subestimada' 'Direção sugerida' Para Manga Jr., representar o universo sobrenatural está mais relacionado ao que não aparece, o que não é dito do que em efeitos especiais, como voos ou paredes atravessadas pelas personagens. "Nós escolhemos a direção sugerida, aquela que não mostra. É uma série que surpreende porque não trabalha nas mensagens diretas e, sim, no subliminar", diz Manga Jr. "Se eu pudesse usar três palavras para definir a atmosfera de ‘Desalma’ seriam densidade, estranheza e rigor. É usar a tecnologia – os efeitos à nossa disposição – para que isso seja invisível". Escrita por Ana Paula Maia, "Desalma" foi gravada em locações no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro, e tem 75% do elenco de jovens atores. Antes da estreia no streaming, a série foi selecionada para exibição no festival de Berlim em fevereiro. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Vó Rosalina 'domina' rede social da neta com funk dublado: 'Nunca pensava em ter tantos netinhos'

G1 Pop & Arte Para se distraírem na quarentena, vó e neta começaram a publicar vídeos bem humorados. G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Vó Rosalina Reprodução/Instagram Rosalina Bortolassi, ou Vó Rosalina, se atrapalha na hora de falar a idade (diz 84, a neta corrige para 86). Mas ela não erra quando o assunto é o ritmo das músicas que dubla ou interpreta no TikTok. Na rede social, ela se tornou um ícone durante a quarentena. A paranaense dominou a página que antes era de Taikna, de 23 anos, a caçula de seus quatro netos. Conquistou milhares de seguidores ao aparecer em vídeos dublando músicas de funks, axés, sertanejo e até imitando memes como o da Cabeleleila Leila. O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor A ideia de fazer os vídeos surgiu no início do isolamento social por causa da pandemia de coronavírus, quando Taikna se viu sem aulas da faculdade de Odontologia. Ela seguiu para a chácara da família na zona rural de Londrina com a avó. "Aí a gente foi ficando os meses lá e no final de abril eu vi um vídeo de uma senhorinha na internet e mostrei pra vó. E falei: 'vó, vamos fazer, vou postar'. Ela aceitou, a gente postou, o pessoal já foi amando. O Tik Tok era até meu, era uma conta particular minha que eu tinha feito no início da quarentena pra ter mais alguma coisa ali pra passar o tempo", conta Taikna. Ela atendeu os pedidos dos seguidores e trocou o perfil para os dados da avó. "Aí foi crescendo, ganhando muito seguidor. Logo em seguida abri o Instagram junto e dali uns dias a gente abriu a conta do YouTube, que está um pouquinho mais parado, com falta de vídeos, mas a gente pretende voltar também." Atualmente, Vó Rosalina tem 975 mil seguidores no TikTok e 34 mil no Instagram. "Acho que ela nunca pensou estar no meio da internet, né, vó?" "Não. Agora que eu vi que estou acreditando, mas nunca pensava em subir desse jeito, ter tantos netinhos, tanta gente boa, nunca vi. Mudei da noite pro dia", diz dona Rosalina, que chama seus seguidores de netinhos. Taikna com a avó Rosalina Reprodução/Instagram Os netos originais ficaram com ciúmes, entrega ela. "Essa aqui tem um ciúme doentio", diz Rosalina apontando para Taikna, que se defende, mas não desmente: "Ai, vó." "É que eu brinco com ela. Ontem mesmo eu estava falando: ixi, vó, agora eu tenho que ficar dividindo você, é muito neto, como faz?" "Mas é pouco ainda pra mim, é pouco", responde Rosalina. Rejuvenesceu na internet Em uma das publicações no Instagram, Taikna conta que a avó mudou para melhor desde a atuação nas redes sociais: "Até por ser uma pessoa mais idosa, estar no meio da internet rejuvenesceu ela, e ela gosta muito. Além do crochê, das orações que ela faz, de assistir a missa, costurar... acaba sendo mais um passatempo e uma distração também." Rosalina se animou com o novo projeto, e também levou alegria para seus seguidores. "É legal que nossa história acabou sendo inspiração pra outras pessoas, outras família, outros netos com avós ou mães. Muita gente que tem depressão e acaba assistindo os vídeos da vó e fala que é o momento que eles dão risada, se divertem, então eles mandam bastante mensagem assim." "Me Desculpa Pai, Me Desculpa Mãe" (MC Bruna Alves), "Analisa e Senta" (MC Andynho Ramos), "Investe em mim" (Jonas Esticado) e "Hello my baby" (Zé Felipe) são algumas das músicas gravadas com desenvoltura por Rosalina. Vó Rosalina Reprodução/Instagram "Na verdade, pra ser bem sincera, ela não conhece muito. Conhece o funk porque eu mostro, o sertanejo. Mas a vó é mais das músicas mais antigas", explica Taikna. A facilidade em decorar as letras e entrar no ritmo é reflexo dos 25 anos que Rosalina cantou na igreja. "Ela tem muita noção de ritmo, então ela pega bem rápido. Falo para ela que para ficar bem legal, tem que ficar bem certinho. A hora que for cantar é a hora que for aparecendo na música para parecer que está dublando mesmo. Às vezes a gente repete duas, três vezes, ou às vezes até na primeira vez já dá certinho", conta Taikna. Quando questionada sobre a preferência musical, Rosalina começa a cantar o hit sertanejo "Índia". Em seguida, canta um trecho da canção que fez durante o isolamento para "espantar" o coronavírus. "Graças a Nossa Senhora da Penha, eu levo a vida cantando / Esta santa milagrosa, que atendeu o pedido que fiz / Hoje eu vivo no trabalho e a corona joguei fora / Domingo vou à Penha, levar flores pra nossa senhora". Veja Mais

Now United lança 'Habibi', primeira música com a libanesa Nour Ardakani

G1 Pop & Arte Faixa e clipe foram lançados nesta segunda-feira (19). Cantora de 18 anos se tornou a 16ª integrante do grupo. Libanesa Nour Ardakani comemora escolha para o grupo Now United Reprodução/Now United O Now United lançou nesta segunda-feira (19) a música e o clipe de "Habibi", primeiro single com a libanesa Nour Ardakani, de 18 anos. O grupo de pop, formado por adolescentes e jovens de vários países do mundo, anunciou no final de setembro a nova integrante. A nova música tem trechos cantados em árabe por Nour. Mundinho Now United: a receita de pop global que pegou no Brasil A cantora e dançarina foi escolhida pelo empresário da banda, Simon Fuller, por meio de audições virtuais. Ardakani se torna, assim, a 16ª integrante do grupo de pop global, com membros de várias regiões do mundo - inclusive do Brasil. O primeiro encontro entre a cantora e os novos colegas aconteceu em Dubai, para gravar a nova música do grupo. Now United Divulgação "Estou muito grata por esta oportunidade, para fazer o que eu amo e representar o país que eu amo. Cantar e dançar são minhas paixões e ter a chance de fazer isso com tantos talentos de diferentes países e culturas é um sonho realizado para mim", declarou Ardakani. Fuller exaltou a "emoção e o calor" da cantora e disse que ficou mais impressionado por sua personalidade. "Ela é calma e confiante, com maturidade e inteligência muito à frente de sua idade", disse. Simon Fuller explica sucesso Simon Fuller acompanhado pelas integrantes das Spice Girls Reprodução/Instagram do grupo O grupo foi criado por Simon Fuller, ex-empresário das Spice Girls e criador do "American Idol". Aos 60 anos, Fuller tem poder de decisão quando o assunto é o grupo de pop global mais amado por brasileiros e brasileiras em idade escolar. O grupo tem mais fã por aqui do que em qualquer outro lugar do mundo, considerando dados do YouTube e do Spotify. Segundo ele, o mercado brasileiro sempre foi prioridade. Um dos principais contratos de patrocínio do grupo previa grande investimento no Brasil, o que ajudou nessa escolha. Você já deve ter visto um desodorante com a marca do Now United por aí. Os 5 passinhos de Kyle Hanagami no Now United O carisma de Any Gabrielly, a integrante brasileira do grupo, e a turnê no Brasil também teriam dado uma mãozinha para fazer o público daqui crescer tanto nos últimos meses. Simon também garantiu que o Now United fará uma turnê brasileira maior em 2021. Embora tenha Any na formação, não há outros profissionais brasileiros da música no projeto. Há algum interesse neles? "Estou muito interessado em trabalhar com compositores e produtores do Brasil. O nível de talento no Brasil é surpreendente", responde ele. Now United Divulgação Veja Mais

Jade Magalhães anuncia fim de noivado Luan Santana: 'Preciso aceitar e seguir em frente'

G1 Pop & Arte 'Me sinto tranquila e em paz por ter dado o melhor de mim até o fim', afirmou Jade em post no Instagram. Luan Santana e Jade Magalhaes no Nosso Camarote, no 1º dia de desfiles na Sapucaí Rogério Fidalgo/AgNews Jade Magalhães usou as redes sociais para anunciar o fim de seu noivado com Luan Santana. Os dois iniciaram o relacionamento há 12 anos e, em setembro de 2019, ficaram noivos durante um passeio de balão, em Portugal. "Eu sempre acreditei no amor e nas coisas mais puras e lindas que ele nos proporciona. Durante esses 12 anos, dancei e me joguei de cabeça até a música acabar." "Com o coração apertado, venho aqui compartilhar o fim da minha história com o Luan. Preciso aceitar e seguir em frente. Me sinto tranquila e em paz por ter dado o melhor de mim até o fim." "Algumas situações nem sempre são da maneira que gostaríamos que fossem. Não é fácil fechar a porta daquilo que, por anos, acreditei ser minha felicidade. A vida continua e chegou a hora de renascer! Não tenho palavras pra agradecer as mensagens desejando o meu melhor e também àqueles que sempre estiveram do meu lado. Obrigada por todos esses anos de tanto carinho", escreveu Jade em seu Instagram. Luan Santana ainda não se manifestou sobre o assunto. O G1 entrou em contato com a assessoria do cantor, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. Luan embarcou no domingo (18) para o México. Initial plugin text Luan Santana abraça namorada durante apresentação em camarote no carnaval de Salvador Veja Mais

Corpo de Jane di Castro, atriz e cantora, é enterrado no Rio

G1 Pop & Arte Artista lutava contra um câncer e morreu na sexta (23). O enterro foi no Cemitério Jardim da Saudade, Sulacap, Zona Oeste. Ao lado da amiga Rogéria, Jane integrou uma geração que abriu caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. O corpo da atriz e cantora Jane di Castro foi enterrado no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio, na tarde deste sábado (24). Jane lutava contra um câncer e morreu nesta sexta-feira (23), aos 73 anos. Velório e sepultamento da a atriz Jane Di Castro aos 73 anos que morre vítima de câncer, atriz performática e transexual lutou pela causa LGBTI e foi umas das pioneiras pela causa no Brasil. JORGE HELY/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO Junto com a amiga Rogéria, a artista integrou uma geração que abriu caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. Ela era admirada e respeitada pelo público e pela crítica. Ela era carioca e começou a trabalhar como cabeleireira, mas depois se dedicou aos palcos sendo dirigida por nomes como Bibi Ferreira e Ney Latorraca. Morre aos 73 anos a atriz e cantora Jane di Castro Um dos seus últimos trabalhos como atriz, foi na novela a Força do Querer, de Gloria Perez. Em outubro, Jane escreveu nas suas redes sociais que amou ter feito essa novela, e agradeceu à autora. Jane também foi uma das estrelas do premiado documentário Divinas Divas, dirigido por Leandra Leal. Jane Di Castro é uma das convidadas do Prêmio Sexy Hot 2018 Celso Tavares/G1 Em 2017, em uma entrevista para o jornalista Pedro Bial, Leandra falou da importância do trabalho de Jane e Rogéria. Veja vídeo abaixo. Nesta sexta, a atriz fez uma publicação em uma de suas redes sociais em homenagem a Jane de Castro. Em um dos trechos ela escreveu: " Minha amada Jane di Castro era maravilhosa, cantora, atriz, produtora, síndica, talentosa, disciplinada, teimosa e cheia de vida. Ela viveu a altura do seu sonho, o que exige coragem e força. Ela batalhou: saiu de casa em Oswaldo Cruz e foi ser estrela na Praça Tiradentes, depois no Rival, em Paris, Luxemburgo, NY, Copacabana. Amou e foi amada como ela desejava, foi casada por mais de 50 anos com Otavio, que conheceu na plateia de um espetáculo que ela protagonizava no Rival. Grandes momentos da sua vida e da sua carreira aconteceram lá." Morreu, aos 73 anos, a cantora e atriz Jane di Castro, símbolo do movimento LGBT No programa Estúdio I da GloboNews, o jornalista Artur Xexéo disse que Jane de Castro foi de uma geração corajosa. Jane Di Castro traz de volta um marco em sua carreira, sob a direção de Ney Latorraca "A Jane com outras colegas como Rogéria, Valéria e a Veruska lutaram contra o preconceito e mudaram a cabeça do Brasil sobre a travesti. Mais do que uma atriz, ou cantora ou artista, a Jane era uma personalidade." Leandra Leal fala sobre a importância do trabalho de Jane Di Castro e Rogéria Veja Mais

Jane di Castro, atriz e cantora, morre no Rio, aos 73 anos

G1 Pop & Arte Artista estava internada no Hospital de Ipanema, na Zona Sul do Rio, e lutava contra um câncer. Ao lado da amiga Rogéria, Jane integrou uma geração que abriu caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. Jane di Castro morre aos 73 anos Morreu nesta sexta-feira (23) a cantora e atriz Jane di Castro, aos 73 anos. Jane estava internada no Hospital de Ipanema, na Zona Sul do Rio, em tratamento contra um câncer. Junto com a amiga Rogéria, Jane integrou uma geração de artistas que abriram caminho para a representatividade trans e travesti no mundo do entretenimento. Ela era admirada e respeitada pelo público e pela crítica. Jane Di Castro (imagem de arquivo) Celso Tavares/G1 Como atriz, participou da novela a Força do Querer, de Gloria Perez. Em outubro, Jane escreveu nas suas redes sociais que amou ter feito essa novela, e agradeceu à autora. Jane também foi uma das estrelas do premiado documentário Divinas Divas, dirigido por Leandra Leal. Em 2017, em uma entrevista para o jornalista Pedro Bial, Leandra falou da importância do trabalho de Jane e Rogéria. Veja vídeo abaixo. Jane Di Castro traz de volta um marco em sua carreira, sob a direção de Ney Latorraca No programa Estúdio I da GloboNews, o jornalista Artur Xexéo disse que Jane de Castro foi de uma geração corajosa. "A Jane com outras colegas como Rogéria, Valéria e a Veruska lutaram contra o preconceito e mudaram a cabeça do Brasil sobre o travesti. Mais do que uma atriz, ou cantora ou artista, a Jane era uma personalidade." Leandra Leal fala sobre a importância do trabalho de Jane Di Castro e Rogéria Veja Mais

Ademara faz sucesso com humor e pitada de crítica social, mas lamenta agressividade dos haters

G1 Pop & Arte 'São muitos homens falando coisas muito pesadas. Não é só o fato de me chamar de feia'. G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Ademara Reprodução/Instagram O primeiro post foi no Twitter, amplificado por vários compartilhamentos no Instagram. Ali, surgiram muitos pedidos para Ademara entrar para o TikTok e publicar seus vídeos de humor com uma pitada de crítica social. O início dessa trajetória nas redes sociais se deu no começo da pandemia do coronavírus, quando a atriz e jornalista de 24 anos estava de home office. Hoje, ela soma mais de 84 mil seguidores no TikTok, 190 mil no Instagram, 110 mil no Twitter e assinou contrato com o estúdio de criação Play9, com Felipe Neto como um dos sócios. "Eu faço teatro há dez anos e sou jornalista também, mas eu nunca tinha pensado em produzir conteúdo para internet, na verdade. Porque existe todo esse ambiente mais delicado de uma relação um pouco mais difícil de se construir", conta Ademara ao G1. "E aí eu tinha muita apreensão quanto a isso, principalmente porque eu ia falar sempre de temas mais politizados, pelo fato de eu me preocupar muito com isso na minha vida em geral." O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor A ideia de começar a produzir os vídeos surgiu como uma alternativa de isolamento para os planos de stand-up que Ademara começou a escrever. Ela estudou comédia no Tablado com Fernando Caruso. Natural de Igarassu, litoral norte de Pernambuco, Ademara, se mudou para o Rio para trabalhar com jornalismo. Em sua trajetória profissional na cidade, vivenciou situações de xenofobia. "O que passei, o que acabei experienciando, deu a cartada final para criação desses textos e consequentemente desses personagens." O primeiro vídeo publicado foi imitando um meme de uma menina reclamando do Enem. "Comecei a ganhar muito seguidor no Instagram, aí entendi que talvez as pessoas se interessassem pelo que eu podia construir." "Eu podia aproveitar esses textos que eu tinha de stand-up para criar um conteúdo virtual mesmo, porque eu não sabia e não sei ainda quando é que eu vou poder apresentar fisicamente. Aí foi assim que começou." Altos e baixos Ademara Reprodução/Instagram Em agosto, Ademara saltou, em apenas 20 dias, de 24 mil para 100 mil seguidores no Instagram. E celebrou. "Eu acho que isso é uma legitimação do que eu sempre fiz, mas não me dedicava quanto eu queria." "Claro que você tem sempre um ou outro amigo que incentiva, ou um ou outro familiar que incentiva, mas no momento em que eu expus, que as pessoas chegaram com essa velocidade até mim, realmente me senti mais legitimada a acreditar no que estou fazendo." "Porque tem a famigerada síndrome do impostor, que chegas aqui e diz assim: 'será que é tudo isso mesmo, será que és boa de fato?'. Então o fato de tanta gente chegar nessa velocidade meio que afirma isso pra mim, na verdade." Com o aumento de seguidores, também surgiu a parte negativa da fama na internet. Ademara teve seu perfil hackeado e se viu diante de ataques virtuais. "Eu já tenho muito hater, no Twitter principalmente, que soltam comentários tanto de xenofobia, quanto de machismo." "É complicado pra mim. São muitos homens falando coisas muito pesadas. Não é só o fato de me chamar de feia ou dizer que o humor é ruim, é chegar com uma agressividade muito sem sentido que me machuca", diz ela. Marca registrada Desde que começou a fazer sucesso nas redes, Ademara já recebeu diversas ilustrações suas feita por seguidores. Em todas, a jornalista é retratada com a mecha de fios brancos no cabelo. Ademara conta que pintou uma pequena mecha para o carnaval de 2020 e quando começou a fazer os vídeos, quase no mesmo mês, as pessoas começaram a comentar sobre o visual. "Percebi que aquilo causava também uma diferenciação, sabe, era parte da minha identidade nas redes. Aí passei a pintar mais partes do cabelo e aí tenho hoje duas grandes partes brancas e eu percebi que causava uma identificação." "Achei que permanecer talvez me ajude a firmar melhor minha imagem, porque é importante as pessoas lembrarem quem sou. Acho que ajuda a singularizar minha imagem nas redes." "Inclusive, marcas que desejem mudar a cor do meu cabelo, a gente faz parcerias, um roxo e tal", brinca já com o tom empreendedor das redes sociais. "Não basta ser bonita, tem que ser ligeira." Veja Mais

Com Covid-19, MC Marcinho relata alta de CTI e faz apelo a fãs: 'Cuidem-se'

G1 Pop & Arte Cantor disse que ficou 11 dias na UTI antes de ser transferido para outro setor. Com Covid-19, MC Marcinho tem alta de CTI O cantor MC Marcinho relatou em suas redes sociais nesta quinta-feira (22) que teve alta da CTI de um hospital após 11 dias se recuperando da Covid-19 no setor. Em um vídeo anterior, ele já tinha falado que ficou com 80% do pulmão afetado e precisou ser entubado. "Estou passando aqui para tranquilizar todos os fãs. Foram dias difíceis que passei, 11 dias no CTI com Covid, mas Deus me deu a vitória", afirmou o funkeiros, antes de agradecer médicos e funcionários da unidade. "Gente, essa doença é uma doença agressiva, e que mata. Então, cuidem-se. Não dá mole, não. Que Deus possa nos abençoar, nos guardar e que essa vacina possa chegar o mais rápido possível". Veja Mais

Gkay prepara filmes e série, mas diz que não vai largar internet: 'É o que eu sei fazer de melhor'

G1 Pop & Arte Gessica Kayane tem 7,8 milhões de fãs no TikTok e quase 10 milhões no Instagram. G1 publica entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos. Gkay Reprodução/Instagram Gessica Kayane, a Gkay, já fazia sucesso com vídeos de humor no Youtube, quando entrou no Tik Tok pela primeira vez. O começo no app, em 2018, foi para uma parceria comercial, que acabou não vingando. "E aí quando no final de 2019, começo de 2020, foi que eu comecei a usar e foi aí que descobri esse novo mundo, porque acho que o Tik Tok tira um pouco do peso do Instagram. Você tem mais liberdade lá. Você não se cobra tanto. Me sinto mais solta." Além do sucesso nas redes, Gkay preapra o lançamento de dois filmes: um deles com Tirulipa. Em janeiro de 2021, ela também grava a nova temporada da série "Os Roni". Mas ela garante que não deixará de lado os vídeos nas redes sociais. "Da internet, eu não saio. É de onde eu vim, amo fazer demais e é meu lugar. Sempre vou estar ali que é o que eu sei fazer de melhor." O G1 publica nesta semana entrevistas com mulheres que estão fazendo sucesso com humor em vídeos curtos nas redes sociais. Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor "Acho que lá é como se fosse mais uma brincadeira. O Instagram é como se fosse meu trabalho real e o TikTok é como se fosse assim meu lazer, sabe", analisa a humorista de 27 anos. Só em 2020, entre maio e outubro, Gkay ganhou 5,4 milhões de seguidores na plataforma, saltando de 2,4 milhões para 7,8 milhões. Ela atribui parte desse crescimento à quarentena: "Foi um momento que todo mundo se voltou bem mais para o digital, ficou sendo nossa única opção, digamos assim, e as pessoas estavam sim procurando mais conteúdo de humor, até pelo momento que a gente tava vivendo, era meio que uma válvula de escape." De olho na nova audiência e aproveitando o período em casa, Gkay conta que passou a fazer mais postagens diárias. "Até porque estava mais tranquila, tinha mais tempo livre, o conteúdo era mais orgânico", explica ela. Nem tudo é piada Gkay Reprodução/Instagram Enquanto acumulava seguidores no Tik Tok e mostrava vídeos divertidos, no Twitter, Gkay desabafava sobre os prós e contras da internet. "A internet tem um lado muito bom, que é a oportunidade, ela é muito democrática, me abriu muitas portas pra tudo o que estou fazendo hoje. Só que ao mesmo tempo, é um ambiente tóxico." "A internet é um ambiente que muitas vezes você se cobra muito, você se compara muito, você fica mais ansioso. Às vezes você quer fazer coisas no seu tempo, mas na internet tudo é mais rápido, mais acelerado”, explica. "Às vezes você fica olhando vidas perfeitas, porque na internet a vida de todo mundo é boa, é incrível. E às vezes a gente fica pensando 'tá, mas porque a minha não é?' ou então 'por que não sou assim?'." "É um ambiente que é muito bom e traz muitas oportunidades, você precisa tomar muito cuidado com o que você faz, assiste, consome porque pode ser muito prejudicial." Para não deixar que o lado negativo se sobressaia ao positivo, Gkay tem acompanhamento de um terapeuta. "Mas isso não de hoje, já faz um tempo", explica. "Graças a Deus a terapia me ajudou muito. Principalmente na questão da projeção, na questão de como receber essa enxurrada de projeção e visibilidade e de opiniões sobre minha vida, opiniões que muitas vezes não são pedidas, mas que sou obrigada a receber." Descobertas sobre o humor Nas mesmas plataformas que Gkay recebe opiniões que não são pedidas, ela também vê que, com seu humor, transforma a vida de muitas pessoas que estão passando por períodos difíceis. "Antes eu recebia essas mensagens e amava, mas não entendia tão bem", confessa Gkay. Mas ela conta que sua compreensão mudou após morte de seu pai no réveillon de 2019. "Foi uma semana horrível, a pior semana da minha vida. E lembro que eu tava rolando meu feed e cai num vídeo do Tirulipa e lembro que eu ri muito." "Naquele momento de caos, de tristeza profunda, naquele momento tão ruim, foi um vídeo do Tirulipa que conseguiu me arrancar um sorriso." "Ali eu percebi o poder do humor, eu percebi que o trabalho da gente não é só um vídeo, um meme, não é só isso. É algo muito maior, é algo que de fato está ajudando as pessoas, que está transformando vidas e contribuindo para a vida das pessoas." Veja Mais

Nos 30 anos da MTV Brasil, VJs e executivos falam de legado: 'Tem um pouco de MTV em cada lugar'

G1 Pop & Arte Podcast discute como primeira fase do canal (1990-2013) influenciou a cultura pop no Brasil. Relembre primeiros anos e ouça histórias marcantes contadas pelos VJs. Astrid Fontenelle, Zeca Camargo, Cuca Lazarotto, Thunderbird, Fabio Massari, Gastão, Cris Couto, Edgar, Marina Person, Chris Nicklas, Sabrina Parlatore e João Gordo participaram da MTV Brasil entre 1990-2013 Reprodução/YouTube; Montagem/Celso Tavares G1 Um canal focado em música e voltado para os jovens com uma pegada que não existia na televisão brasileira. Foi com esse propósito que a MTV estreou em 20 de outubro de 1990. Horas de transmissão de clipes, programas inusitados, apresentadores jovens e, na maioria das vezes, inexperientes, e muita liberdade de sugerir e executar novas ideias. Trinta anos depois da estreia, o G1 Ouviu analisa o legado e a influência dos anos iniciais MTV na cultura pop do Brasil e relembra histórias inesquecíveis de VJs. Ouça podcast acima. Para Cris Lobo, ex-diretora de produção e programação do canal, a palavra experimentar era uma das coisas mais interessantes na MTV: "A gente adorava isso de 'It's not a normal TV', não é uma TV normal. O que você vê em outras TVs já estão lá naquelas TVs de grande audiência, então a gente tem que fazer uma coisa diferente". "Isso estava no DNA, na lista do que era para você fazer experimentar não era criticado, isso era uma delícia", completa ela. A personalidade dos apresentadores também era um fator que criava proximidade com o público. "Todo mundo tinha um briefing muito simples da MTV que era: seja você mesmo. Não tem personagem", diz Zeca Camargo, que foi apresentador e diretor de jornalismo do canal nos quatro anos iniciais. "A gente tinha a possibilidade de ser quem a gente era, quem a gente é até hoje. Não tinha seja o bonzinho, seja mal humorado, seja o malucão. O próprio Thunderbird era daquele jeito, não tinha isso de construir um personagem maluco", completa. Mercado do clipe Com uma programação para preencher em um momento que a indústria de clipes no Brasil estava nos primeiros passos, a MTV foi peça importante para estimular a produção audiovisual das bandas. Anna Butler entrou para trabalhar no departamento artístico em dezembro de 1990 e lembra como foi esse momento inicial. "Era uma loucura. Tanto que foi feito uma negociação que a cada 15 clipes internacionais que fossem aceitos pela MTV pra gente passar, a MTV produziria um para começar o interesse e o desenvolvimento do clipe nacional", diz Anna. O investimento por parte da MTV não se repetiu em muitos clipes, porque não era um modelo sustentável para o canal e porque logo as gravadoras passaram a incorporar esse formato na divulgação dos produtos. Apesar do crédito pela primeira transmissão ir para Astrid Fontenelle, quem anunciou o primeiro clipe da história da MTV Brasil foi a VJ Cuca Lazarotto. Era uma versão descontruída e moderna de "Garota de Ipanema", na voz da Marina Lima. Coube a VJ também a missão de chamar o último clipe daquela fase da MTV, que terminou em setembro de 2013. A música escolhida foi "Maracatu Atômico", do Nação Zumbi. "Fui gravar bastante emocionada, porque a MTV já estava sendo desmontada e mais que tudo assistir a MTV saindo do ar foi muito impactante", lembra Cuca da última transmissão em setembro de 2013. Programa de maior audiência O forte da MTV eram os clipes e, consequentemente, o programa de maior audiência era o Disk MTV. Ele teve várias apresentadoras como Astrid Fontenelle, Cuca Lazarotto, Sabrina Parlatore, Carla Lamarca e Sarah Oliveira. Sabrina apresentou o Disk entre 1996 e 2000 e destacou o programa com a participação de Christina Aguilera como um dos mais marcantes. Sabrina Parlatore recebeu Christina Aguilera no 'Disk MTV' Reprodução/YouTube "Imagina, receber uma estrela daquele tamanho ao vivo ali no estúdio foi algo realmente importante e grande. A porta da MTV parecia assim um mar de gente com os fãs da Aguilera", afirmou sobre a entrevista feita em 2000. O programa contava com a interação com os telespectadores que ligavam para pedir os clipes preferidos, mas o resultado final não dependia só disso, segundo Zico Goes. "Não era democrático. A gente dava a chance das pessoas opinarem em qual clipe que elas queriam em primeiro lugar, mas se fosse 100% fiel ao que a audiência falava, você criava um viés. Quem ligava era 1% da audiência", lembra o ex-diretor de programação e produção até 2013 do canal. Sucesso do Acústico MTV O formato foi um dos mais bem sucedidos da primeira fase da MTV no Brasil. Foram 13 milhões de discos vendidos de artistas como Kid Abelha, Cássia Eller, Gilberto Gil, Rita Lee e muitos outros. No início, o canal fazia um Acústico por ano, mas o teto era quatro até para dar tempo de produzir tudo, segundo Cris Lobo. Cássia Eller no Acústico MTV (2001) Reprodução/YouTube "No começo a gente pedia, depois a gente escolhia, mas em geral tudo que a gente quis, a gente fez", diz a executiva que destaca o Acústico da Cássia Eller como grande realização do canal. "Uma coisa é fazer o Acústico dos Titãs e ser bem sucedido. O Titãs já era uma banda conhecida. Outra coisa foi a gente apostar na Cássia ou no Capital Inicial, que estavam num momento também meio mais por baixo da carreira", diz. "Foi muito legal tanto para ela quanto para a gente, porque daí virou uma coisa de: 'a MTV sabe escolher', a curadoria, para falar a palavra da moda da MTV, é muito bacana. E era mesmo sem nenhuma modéstia", completa. LEIA MAIS: Acústico MTV volta com Tiago Iorc, mas formato ainda faz sentido? Thunderbird escolheu o Acústico do Roberto Carlos como o um dos momentos mais marcantes do longo período dele no canal. (Escute essa e as histórias inesquecíveis de Cuca Lazarotto, Zeca Camargo, Sabrina Parlatore e Marina Person no podcast). Ele foi o apresentador do programa que nunca foi exibido por uma divergência entre MTV e Globo. "Perceber detalhes, como o teleprompter duplo que o Roberto Carlos usa, como ele é afinado, a preocupação dele com palco, com cenário, ver ele chorando nos braços do Erasmo Carlos nos bastidores", cita Thunderbird. "Eu me senti presenteado de ter presenciado aquilo e ter participado daquilo, foi um dia muito especial mesmo", diz. 'Carnaval' da MTV A MTV Brasil criou o VMB, premiação brasileira para celebrar os melhores videoclipes do ano, assim como existia o VMA (Video Music Awards) nos Estados Unidos. De 1995 a 2012, todo ano a emissora preparava um grande programa, que premiava artistas, proporcionava encontros e era um momento de grande audiência. "Era o nosso carnaval. Todo ano a partir de 95, aquele era o nosso grande desfile e quando acabava o VMB de um ano, a gente começava o planejamento para o carnaval seguinte. Assim foi de 95 até quase o final", lembra Zico Goes. Caetano Veloso no VMB 2004 Reprodução/YouTube Ele também lembra do famoso climão que rolou no VMB de 2004 com Caetano Veloso e David Byrne. Os cantores tentaram começar a música duas vezes, mas, por conta de uma microfonia, pararam e o Caetano soltou a pérola: "Pessoal da MTV, vergonha na cara, vamos começar de novo e bota essa porra para funcionar direito". Zico conta que o clima era de caos nos minutos em que tentavam achar e solucionar o problema nos bastidores do prêmio ao vivo. Mas, depois, o que poderia ser uma noite de vergonha foi aproveitada pelo famoso não se levar tão a sério da MTV. "Ele nos fez um favor mesmo, porque o erro técnico que é feio, foi superado pelo escândalo, pelo chilique", opina o executivo. O momento não foi apagado da reprise do prêmio, pelo contrário, foi utilizado em chamadas, peças publicitárias e virou título do livro de Zico sobre o período em que trabalhou na MTV. "A MTV tinha um pouco como mote também incomodar. A gente não queria que as pessoas ficassem acomodadas, a gente queria que elas ficassem incomodadas, principalmente a nossa audiência, que era um bando de jovem", fala o executivo sobre a situação do VMB e outras campanhas como "Desligue a TV e vá ler um livro". Qual a herança da MTV? A MTV nunca foi uma emissora com bons números no Ibope, e isso não era uma novidade, porque também acontecia nos Estados Unidos. A força maior do canal era como marca, como lugar de identificação com os jovens. Cris Lobo lembra que em 1999 houve uma reunião em que a equipe foi cobrada por uma melhora na audiência e aconteceu uma mudança na grade. "Foi aí que a gente começou a tocar, por exemplo, músicas que a gente não tocava antes, como Zeca Pagodinho." "Esses programas de longa formato, programa de namoro surgiram para tentar puxar audiência e deu super certo, mas também foi muito estressante porque também tinha crítica, jornalista falando 'ah e a música?'", explica. Zico credita a derrocada final da MTV ao surgimento a internet, o YouTube e os múltiplos espaços que se abriram fora da televisão. "A partir do YouTube principalmente e do grande acesso a tudo que a internet ofereceu para todo mundo, a MTV deixa de ser 'o único canal jovem'. Tem um canal jovem muito mais fácil que é a internet", percebe Goes. "Não vou nada muito específico de internet, de blogueiros ou influencers, mas eu acho que esse jeito despojado, a chance de dar voz e tela para alguém que não é muito articulado, que é totalmente desconhecido, acho que a MTV inaugurou isso e a internet escancarou", diz Goes. "Por isso que eu digo que tem um pouquinho de MTV em cada lugar. Esse deboche, esse não ter muita regra, não ser muito amarrado... acho que a internet está aí para isso e substitui a MTV nesse sentido", conclui. Já Thunderbird analisa o legado desses 23 anos da emissora na música brasileira: "A MTV é responsável por apresentar alguns movimentos interessantes e algumas bandas que não teriam acontecido se não fosse a MTV, como Chico Science e Nação Zumbi, Raimundos, Planet Hump". "Não haveria bandas Emo, sem a MTV. Não haveria Fresno, não haveria NX Zero, CPM22. Charlie Brown JR. aconteceu por causa da MTV. Eu lembro de ficar amigo do Chorão e falar muito sobre isso. Ele sacava isso que a MTV foi primordial pro sucesso da banda", conclui. Outra MTV A parceria entre o grupo Abril e a Viacom dos Estados Unidos terminou em 30 de setembro de 2013, último dia de exibição daquela fase da MTV Brasil. A partir daquele momento, a emissora deixou de ser exibida na TV aberta e tem como foco na programação a produção e exibição de reality shows. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

'A Ilha da Fantasia' volta a liderar bilheteria nacional

G1 Pop & Arte Setor teve renda de R$ 1 milhão com mais de 66 mil pessoas indo aos cinemas de quinta (15) a domingo (18). "A ilha da fantasia" Divulgação/SONY PICTURES ENTERTAINMENT "A Ilha da Fantasia" voltou a liderar a bilheteria nacional de quinta (15) a domingo (18). Mais de 66,8 mil pessoas foram aos cinemas gerando uma renda de R$ 1,05 milhão para o setor no período, segundo dados da ComScore. O filme com Michael Peña e Lucy Hale foi visto por 18 mil pessoas e teve uma renda de R$ 301,1 mil no período. O longa já esteve no primeiro lugar do ranking em outras duas semanas. (Veja lista completa de bilheteria abaixo). "Scooby - O Filme", líder da semana anterior, caiu para segundo lugar com arrecadação de R$ 281,6 mil e público de 18,9 mil. Já o filme "40 dias - O Milagre da Vida" completa o top 3. Como é feita a programação dos cines drive-in Como as sessões e salas vão se adaptar para a reabertura O levantamento semanal da ComScore não informa quantas salas de cinema estão abertas e quantos cinemas drive-in enviaram os dados de bilheteria. Veja o ranking da bilheteria no país: 'A Ilha da Fantasia' - R$ 301, mil 'Scooby - O Filme' - R$ 281,6 mil '40 dias - O Milagre da Vida' - R$ 110,7 mil 'As Faces do Demônio" - R$ 98,55 mil 'É Doce!' - R$ 71,3 mil 'A maldição do espelho' - R$ 61,2 mil 'O Roubo do Século' - R$ 45,3 mil 'Magnatas do Crime' - R$ 30,8 mil 'Harry Potter e a Pedra Filosofal' - R$ 29,3 mil 'Armas em Jogo' - R$ 27 mil Cinemas reabrem na cidade de São Paulo com protocolos rígidos VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Adele anuncia que vai apresentar o 'Saturday Night Live' pela primeira vez

G1 Pop & Arte Em anúncio, cantora recordou que esteve na atração há quase 12 anos: 'Então parece que o ciclo está completo e eu simplesmente não poderia dizer não.' Adele Reprodução/Instagram Adele anunciou que vai comandar pela primeira vez um programa de TV. E este será o "Saturday Night Live", que vai ao ar no sábado (24). "Estou tão empolgada. E também apavorada", afirmou a cantora em uma publicação no Instagram. Em seu texto, Adele comentou que sempre quis ter essa experiência, mas nunca achava o momento certo. "Se existe um momento para qualquer um de nós se jogar fundo, com os olhos fechados, e esperar pelo melhor, é 2020, certo?", questionou a cantora. Adele relembrou ainda a primeira vez que esteve no programa no início da carreira. "Passaram-se quase 12 anos desde o dia em que eu apareci pela primeira vez no programa, durante uma eleição… Então parece que o ciclo está completo e eu simplesmente não poderia dizer não." Adele também anunciou que terá a cantora H.E.R. como convidada especial para a parte musical. No Instagram, muitos fãs comentaram que acreditavam que a publicação se tratava do anúncio do esperado álbum de Adele. "Quantas pessoas aí pensaram que ela estava anunciando um álbum chamado H.E.R. pra 24 de outubro?", escreveu uma seguidora, ganhando quase duas mil curtidas. Initial plugin text Adele admite ataque de fúria depois de desafinar no Grammy Veja Mais

No mais...

G1 Ouviu #111- MTV Brasil 30 anos: como o canal influenciou a cultura pop?

G1 Pop & Arte Zeca Camargo, Marina Person, Cuca Lazarotto, Thunderbird e Sabrina Parlatore contam histórias inesquecíveis. Cris Lobo e Zico Góes, ex-diretores de programação, e Anna Butler, do departamento artístico, comentam bastidores do começo ao fim da primeira era da emissora musical. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Gusttavo Lima depois da separação: a fase 'homem de família' da carreira vai continuar?

G1 Pop & Arte Cantor se separou da modelo Andressa Suita após casamento de cinco anos. Semana Pop deste sábado (17) relembra momentos diferentes do trabalho do sertanejo. Semana Pop #108: Gusttavo Lima vai manter fase 'homem de família'? O cantor Gusttavo Lima e a modelo Andressa Suita anunciaram o fim de um casamento de quase cinco anos. Como o sertanejo vivia uma fase mais "homem de família" em sua carreira nos últimos anos, depois de um começo com letras que falavam de pegação e de balada, fica a pergunta: a vida pessoal vai ter reflexo no trabalho? O Semana Pop deste sábado (17) explica o caso e relembra as mudanças pelas quais o cantor passou para tentar responder a questão. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Gravadora anuncia primeiro álbum póstumo de Ennio Morricone

G1 Pop & Arte Disco de maestro e compositor será lançado em 6 de novembro e mostrará um lado menos conhecido do artista. Ennio Morricone durante sessão de fotos em dezembro de 2013 AP Foto/Michael Sohn, arquivo Quatro meses após a morte de Ennio Morricone, o primeiro álbum póstumo do maestro italiano está pronto para ser lançado, segundo a revista Variety. Maestro e compositor de trilhas sonoras que marcaram a história do cinema, Morricone morreu em julho, aos 91 anos, 10 dias após sofrer uma queda e fraturar o fêmur. De acordo com a publicação, o novo disco do maestro, intitulado "Morricone Segreto", terá 7 faixas inéditas datadas entre o final dos anos 1960 e início dos anos 1980. O álbum será lançado em 6 de novembro – quatro dias antes da data em que o maestro completaria 92 anos -- e ficará disponível nos formatos de CD e vinil. "Estamos trabalhando com as trilhas sonoras de vários filmes que podem não ter feito muito sucesso, mas isso não significa que as músicas sejam menos importantes", disse Filippo Sugar, CEO da Sugar Music, que conduz o projeto junto com a gravadora Decca Records. As faixas que compõem o projeto fazem parte de um lado menos conhecido de Morricone e de composições inovadores para filmes que, em alguns casos, nem chegaram a ser lançados. Centenas de trilhas, dezenas de prêmios Morricone nasceu em 10 de novembro de 1928, em Roma, e começou a compor aos seis anos. Em 1961, aos 33 anos, estreou no cinema com a música de "O Fascista", de Luciano Salce. Ele escreveu para filmes, programas de televisão, canções populares e orquestras, mas foi sua amizade com o diretor italiano Sergio Leone que lhe trouxe fama. Ele se dedicou muito às canções para o gênero "spaghetti westerns" que consagraram Clint Eastwood na década de 1960. Entre as mais de 500 trilhas sonoras para cinema e televisão em seu currículo, há composições para filmes como "Três Homens em Conflito", "A Missão", "Era uma Vez na América", "Os intocáveis", "Cinema Paradiso", entre outros. Ennio Morricone morre aos 91 anos Veja Mais

Post Malone é o grande vencedor do Billboard Music Awards 2020

G1 Pop & Arte Rapper americano levou prêmios em nove categorias, incluindo Artista do Ano. Veja lista completa de vencedores. Post Malone é o grande vencedor do Billboard Music Awards 2020 e leva 9 prêmios AP Photo/Chris Pizzello Post Malone foi o grande vencedor do Billboard Music Awards 2020, que aconteceu na noite desta quarta-feira (14), no Dolby Theatre, em Los Angeles. A premiação estava previsto para acontecer em 29 de abril, mas foi adiado por causa da pandemia de coronavírus. O rapper americano levou o prêmio em nove categorias, incluindo artista do ano. Khalid foi o segundo maior premiado da noite (cinco troféus no total), seguido por Lil Nas X e Billy Ray Cyrus, que levaram a melhor em quatro categorias com a parceria em "Old Town Road". A cantora Billie Eilish foi a vencedora de três prêmios na noite. Este ano, o Billboard Music Awards foi comandada pela cantora Kelly Clarkson. A noite contou com performances de BTS, Bad Bunny, entre outros artistas, além de uma emocionante apresentação de John Legend, que dedicou a música “Never Break” para sua mulher, Chrissy Teigen. No início do mês, o casal anunciou que o bebê que esperavam morreu após o parto. John Legend se apresenta no Billboard Music Awards 2020 Christopher Polk/NBC/Handout via REUTERS Veja abaixo a lista completa de vencedores. Melhor Artista Post Malone Artista Revelação Billie Eilish Artista Masculino Post Malone Artista Feminino Billie Eilish Melhor Duo/Grupo Jonas Brothers Melhor Artista Billboard 200 Post Malone Melhor Artista do Hot 100 Post Malone Melhor desempenho de artista no streaming Post Malone Melhor desempenho de artista em vendas de música Lizzo Melhor desempenho de artista em rádio Jonas Brothers Melhor artista nas redes sociais BTS Melhor Turnê P!nk Melhor artista R&B Khalid Melhor artista masculino de R&B Khalid Melhor artista feminino de R&B Summer Walker Melhor Turnê R&B Khalid Melhor artista de Rap Post Malone Melhor artista masculino de Rap Post Malone Melhor artista feminino de Rap Cardi B Melhor turnê de Rap Post Malone Melhor artista de Country Luke Combs Melhor Artista Masculino de Country Luke Combs Melhor artista feminino de Country Maren Morris Melhor duo/grupo de Country Dan + Shay Melhor turnê Country George Strait Melhor artista no Rock Panic! At The Disco Melhor turnê de rock Elton John Melhor artista latino Bad Bunny Melhor artista Dance/Electronic The Chainsmokers Melhor artista de música cristã Lauren Daigle Melhor artista gospel Kanye West Melhor álbum Billboard 200 Billie Eilish “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?” Melhor trilha sonora “Frozen II” Melhor álbum de R&B Khalid “Free Spirit” Melhor álbum de Rap Post Malone “Hollywood’s Bleeding” Melhor álbum de Country Luke Combs “What You See Is What You Get” Melhor álbum de Rock Tool “Fear Inoculum” Melhor álbum de música latina J Balvin & Bad Bunny “Oasis” Melhor álbum de Dance/Electronic Marshmello “Marshmello: Fortnite Extended Set” Melhor álbum de música cristã Kanye West “Jesus is King” Melhor álbum gospel Kanye West “Jesus is King” Melhor Música do Hot 100 Lil Nas X ft. Billy Ray Cyrus “Old Town Road” Melhor Desempenho de Música no Streaming Lil Nas X ft. Billy Ray Cyrus “Old Town Road” Música com Melhor Desempenho em vendas Lil Nas X ft. Billy Ray Cyrus “Old Town Road” Melhor Música de Rádio Jonas Brothers “Sucker” Melhor Colaboração Shawn Mendes & Camila Cabello “Señorita” Melhor Música R&B Khalid “Talk” Melhor Música de Rap Lil Nas X ft. Billy Ray Cyrus “Old Town Road” Melhor Música Country Dan + Shay with Justin Bieber “10,000 Hours” Melhor Música Rock Panic! At The Disco “Hey Look Ma, I Made It” Melhor Música Latina Daddy Yankee ft. Snow “Con Calma” Melhor Música Dance/Eletrônica Ellie Goulding x Diplo ft. Swae Lee “Close To Me” Melhor Música Cristã For King & Country “God Only Knows” Melhor Música Gospel Kanye West “Follow God” Billboard Chart Achievement Award Harry Styles Veja Mais

Gusttavo Lima e Andressa Suita dão versões diferentes sobre divórcio; veja o que cada um disse

G1 Pop & Arte Os dois expuseram publicamente separação; cantor falou em 'desgaste normal da relação', mas modelo contou outra história: 'Foi um choque, até domingo passado para mim estava tudo bem'. Gusttavo Lima e Andressa Suita se separam; veja o que cada um falou sobre o término O término do casamento de Gusttavo Lima e Andressa Suita gerou declarações públicas com versões diferentes. Veja vídeo acima que mostra o que eles falaram até agora. O caso inclui uma música nova do cantor sobre separação, "Café e amor", lançada no dia do anúncio, e declarações que repercutiram e confundiram os fãs nas redes sociais. O cantor sertanejo e a modelo estavam juntos desde 2012 e se casaram em 2016. O casal tem dois filhos: Gabriel, de 3 anos, e Samuel, de 2 anos. Veja as declarações sobre a separação: O cantor sertanejo anunciou na sexta (9), por meio de nota, que estava separado da modelo 'após um desgaste normal da relação'; Por coincidência, ele lançou a música "Café e Amor", que fala sobre separação, no mesmo dia e deixou os internautas nas redes sociais confusos. As hipóteses de uma ação promocional da música foram descartadas quando a assessoria confirmou o término; Gusttavo e Andressa passaram o final de semana sem postar nas redes sociais; Na manhã de terça (13), a modelo e influenciadora postou uma série de vídeos falando sobre como o término foi inesperado para ela; Na tarde de terça, Gusttavo escreveu "Questione o que não está bom, arrume, modifique" no Twitter. O conteúdo é idêntico a textos genéricos sobre relacionamentos postados na internet. (veja mensagem na íntegra abaixo). Gusttavo Lima e Andressa Suita, em foto de agosto de 2016 Celso Tavares/G1 Primeira nota A nota divulgada pela assessoria de Gusttavo Lima na sexta-feira dizia que o relacionamento "naturalmente" chegou ao fim. "Confirmamos que o cantor Gusttavo Lima está separado da modelo Andressa Suita. O término do casamento ocorreu após um desgaste normal da relação. Informamos que não houve nenhuma briga ou traição e que qualquer informação que esteja circulando nesse sentido é inverídica", explica a nota enviada à imprensa na sexta (9). 'Foi um choque' A modelo começou o vídeo no Instagram na terça-feira (13) justificando o tempo que passou fora das redes sociais, e contou que ficou surpresa com o término. "Assim como para vocês, para mim também foi um choque. Até domingo passado, para mim estava tudo bem", disse Suita. "A gente tinha acabado de chegar de uma viagem familiar e na madrugada de domingo para segunda eu fui acordada e comunicada que não dava mais pra gente continuar como casal. Sem qualquer queixa, sem nenhum motivo e sem abertura pra eu poder salvar nosso casamento". Andressa também comentou que seu casamento "não era um conto de fadas". "Tínhamos problemas com qualquer outro casal, mas nada a ponto de nos separar", explicou. Depois dos vídeos publicados na manhã de terça, a modelo não postou mais sobre o assunto nem nada sobre trabalho. 'Não tenha medo de ser sincero' Após os vídeos de Andressa, o cantor postou no Twitter pela primeira vez na tarde de terça (13): "Questione o que não está bom, arrume, modifique. Não tenha medo de ser sincero com você e com todos, dê um passo atrás se for preciso, não tenha medo de recomeçar", escreveu. Em um tweet que foi apagado, Gusttavo continuou: "Vai doer, mas é preciso. Olhe no espelho e seja sincero com você, diga, em alto e bom som, o que sente na alma e no coração. Pergunte a si mesmo se está feliz". Gusttavo Lima diz que não aguenta mais live e nem cantar para câmera: 'Saudade de um show' Gravada até por Bob Esponja, 'Tchê Tchê Rere' rendeu mais de R$ 5 milhões ao compositor Casamento de 5 anos O relacionamento de Andressa e Gustavo começou em 2012, mesmo ano em que lançou o sucesso "Gatinha Assanhada". Eles se casaram em uma festa para amigos e família em outubro de 2016, na fazenda do cantor em Minas Gerais. O primeiro filho, Gabriel, nasceu em junho de 2017, e Samuel em julho do ano seguinte. Nas redes sociais, tanto o pai quanto a mãe compartilham fotos e vídeos dos pequenos. Gusttavo Lima dança com Andressa Suita ao som de 'Investe em Mim', de Jonas Esticado Reprodução/Instagram/JonasEsticado Nas últimas lives de Gusttavo, Andressa participava cantando a música “Investe em Mim”, de Jonas Esticado, e dançava junto com o agora ex-marido. A família morava em uma mansão em Goiás, de onde foram transmitidas as lives do sertanejo durante a pandemia. LEIA MAIS: Gusttavo Lima X Luan Santana: Como os popstars do sertanejo escolheram caminhos opostos? VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Cantora Lexa é assaltada e perde documentos e celular

G1 Pop & Arte Criminosos cercaram carro que transportava a artista na Barra da Tijuca. Cantora Lexa concentrada durante a apuração de carnaval na Sapucaí Marcos Serra Lima / G1 A cantora Lexa foi assaltada, na noite desta segunda-feira (12), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Ela estava dentro de um carro, a caminho de um shopping na mesma região, quando criminosos armados cercaram o veículo e levaram os pertences dela e dos ocupantes. A cantora ficou sem a bolsa com todos os documentos e o celular. A assessoria da artista confirmou o assalto e disse, em nota, que Lexa se dirigia para o shopping Via Parque, na Barra, quando o bandido puxou o celular de dentro do veículo que ela estava. "A cantora encontra se bem fisicamente, apenas abalada emocionalmente pelo ocorrido", diz a nota. Não há informações quanto ao número de assaltantes tampouco quantas pessoas estavam no carro com a cantora. A cantora Lexa durante ensaio de rua da Unidos da Tijuca Anderson Borde / AgNews Veja Mais

Tom Parker, do The Wanted, revela tumor inoperável no cérebro

G1 Pop & Arte Cantor fez uma publicação em suas redes sociais e concedeu uma entrevista para a revista OK! para falar sobre seu estado de saúde. 'Ainda estou em choque'. Tom Parker, do The Wanted, revela tumor inoperável no cérebro Reprodução/Instagram O cantor britânico Tom Parker revelou aos fãs que está com um tumor inoperável no cérebro. Membro da boy band The Wanted, que anunciou sua separação em 2014, o artista de 32 anos fez uma publicação nas redes sociais para falar sobre seu estado de saúde. Parker contou que está em tratamento para um glioblastoma em estágio 4. "Ei, pessoal, vocês sabem que nós dois estivemos quietos nas redes sociais por algumas semanas e é hora de dizer por quê. Não há maneira fácil de dizer isso, mas infelizmente fui diagnosticado com um tumor cerebral e já estou em tratamento. Decidimos, depois de pensar bastante, que em vez de nos escondermos e tentarmos manter isso em segredo, faríamos uma entrevista onde poderíamos expor todos os detalhes e deixar que todos soubessem dos fatos do nosso jeito", escreveu o cantor. "Não queremos sua tristeza, nós queremos apenas amor e positividade. E juntos nós vamos aumentar a conscientização sobre essa terrível doença e procurar por todas as opções de tratamentos possíveis. Vai ser uma dura batalha, mas com o amor e apoio de todos vocês, nós vamos vencê-la", escreveu o cantor, assinando a mensagem também em nome de sua mulher, Kelsey. Em entrevista à revista OK!, o casal revelou que os médicos descreveram o tumor como "pior cenário possível". Parker contou também que o tumor é inoperável, mas iniciou um tratamento de radioterapia e quimioterapia. "Ainda estou em choque, é muito para absorver", disse o cantor, que descobriu o tumor após sofrer duas convulsões. Initial plugin text Saiba tudo sobre entretenimento no Semana Pop: Veja Mais

Lives de hoje: Edson & Hudson, Sambô, Orquestra de Heliópolis com Simoninha e mais shows

G1 Pop & Arte Veja horários das lives deste domingo (11). Edson & Hudson na transmissão especial do Parque do Peão de Barretos Conka Souza Edson & Hudson, Sambô e a Orquestra de Heliópolis fazem lives neste domingo (11). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Edson e Hudson e Sambô - 14h - Link Orquestra de Heliópolis convida Wilson Simoninha - 17h - Link Teresa Cristina - 20h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Angélica estreia 'Simples Assim' com reflexão sobre felicidade: 'Espero que pessoas se sintam representadas ali'

G1 Pop & Arte Programa estreia neste sábado (10), às 15h. Ao G1, apresentadora fala sobre histórias de anônimos, atuação nos quadros de humor, tempo que passou longe da TV e abre a possibilidade de um especial de 'Caça Talentos'. Veja VÍDEO. Angélica fala sobre reflexão e busca por felicidade no programa ‘Simples Assim’ Angélica não queria voltar para televisão só por voltar - ela queria um programa relacionado ao seu momento atual. Assim surgiu o "Simples Assim". A escolha de falar sobre felicidade, família, religião e outras questões humanas não é por acaso. Depois de sofrer um acidente de avião com a família em 2015, Angélica passou a refletir mais sobre a vida e, anos depois, resolveu dar uma pausa ao encerrar o programa "Estrelas" em 2018. O primeiro momento longe da televisão em 40 anos de carreira durou pouco mais de dois anos e foi regado a muita yoga, meditação e tempo para a família e para si mesma. "Nesse programa eu estou muito como aprendiz das coisas que eu venho buscando ao longo desse tempo. A gente fala da felicidade, fala do medo, da vaidade, de sentimentos que são simples e que às vezes a gente deixa passar batido, não dá atenção", diz em entrevista ao G1. Assista ao vídeo acima. "Quando eu tive oportunidade de dar mais atenção a eles, que foi quando eu parei de trabalhar tanto, parei de fazer outros programas, me senti muito mais feliz, porque dei atenção para mim mesma, olhei para dentro", continua. "Simples Assim" estreia neste sábado (10), às 15h, com o tema felicidade. Vaidade, diversidade, trabalho, vocação, solidariedade e fé estão entre os assuntos previstos da primeira temporada que vai até dezembro. A participação de pessoas anônimas vai ter grande destaque no programa com o quadro "Dilemas da Vida Real". "Era uma coisa que sempre quis. Eu estava sentindo falta desse contato um pouco maior com o público assim, com as pessoas", explica a apresentadora que passou 12 anos entrevistando famosos no "Estrelas". Um dos objetivos também é mostrar como os dilemas da vida podem ser universais: "Espero que as pessoas se sintam representadas ali, que elas tenham companhia". "Quando você sente essa representatividade, quando você vê que o problema seu, não é só seu, é comum de tanta gente, ele já fica mais fácil, você se sente mais forte para resolver aquilo", diz Angélica. Esquetes com famosos A apresentadora também vai receber convidados famosos para quadros humorísticos e, depois, para uma entrevista que vira podcast. A apresentadora volta a atuar, mas percebe que a brincadeira e, de certa forma a atuação, sempre estiveram presentes em seus programas. Angélica recebe Paulo Gustavo para quadro humorístico no 'Simples Assim' Globo/João Miguel Júnior "[Eles] sempre tinham um quadro uma brincadeira que eu me vestia de personagem então essa gaiatice é antiga", diz. "É uma forma de falar sobre o tema, falar de coisas mais difíceis de ouvir e de falar, mas a gente encontrou uma forma no esquete, na coisa da comédia. É bom porque ajuda a passar a mensagem", completa. Ela coloca na conta dos colegas atores, como Paulo Gustavo, Fábio Porchat, Suzana Pires e Marcos Caruso, a leveza e o bom desempenho nas esquetes: "Eles já resolvem bastante para mim ali". 'Programa empático' Após as primeiras entrevistas, Angélica foi criticada por falar sobre simplicidade com todo o contexto de privilégio em que vive. Mas a apresentadora rebate as críticas: "A humanidade está passando por um momento que a gente não está na onda de ficar em um lugar confortável, a gente tem que se incomodar, a gente tem que ir atrás. Não importa se você é privilegiado ou não, você tem que enxergar o outro". Histórias de pessoas anônimas terão destaque no 'Simples Assim', novo programa de Angélica Globo/João Miguel Júnior "Não me incomodo quando as pessoas falam porque eu acho que nem cabe dentro do programa esse tipo de comentário. É um programa que realmente não tem julgamento, é um programa empático", afirma Angélica. Remake de 'Caça Talentos'? É também da internet que vem a onda de pedidos de remakes, e "Caça Talentos", seriado em que a apresentadora era a Fada Bela, costuma ser lembrado. Angélica fala com carinho sobre o programa que foi ao ar de 1996 a 1998 e não nega a possibilidade de criar algo relacionado a ele. "Gente, eu ia amar. Eu adorava aquela fada, eu gosto brincar que não ia ser fada bela, ia ser fada 'véia'" diz - e cai na gargalhada. "Não sei se um remake, mas talvez um especial ou uma coisa mais pontual, acho que ainda cabe. Acho que ainda consigo fazer as minhas mágicas", brinca. Próximos anos Além do foco no programa, Angélica também respondeu se pensa sobre a possibilidade de ser primeira-dama, caso Luciano Huck se candidate nas próximas eleições. "Eu não pensei, acho que é uma questão distante, tão fictícia ainda. Eu entendo a especulação, eu sei que o Luciano é um cidadão ativo, ele está enfiado em muitas coisas para melhorar a vida nossa e de todo mundo", responde a apresentadora. "Vejo o quanto a gente realmente precisa mexer em um monte de coisa, mas eu prefiro pensar no problema quando ele está acontecendo. E ele ainda não está. Hoje eu vivo o presente e isso é ficção, não é a realidade, então não fico nem imaginando coisas", finaliza. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Cecil Thiré: Relembre a carreira do ator e diretor em FOTOS

G1 Pop & Arte Artista morreu nesta sexta no Rio de Janeiro, aos 77 anos. Ao longo da carreira, ele trabalhou em novelas como 'Sol de verão", 'Top model', 'Roda de fogo' e 'A próxima vítima'. Cecil Thiré em 'Renascer' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Irene Ravache em 'Sol de verão' Acervo/TV Globo O ator Cecil Thiré, morto nesta sexta (9), como Adalberto em 'A próxima vítima' Acervo TV Globo Marco Nanini e Cecil Thiré em 'Pedra sobre pedra' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Claudia Alencar em 'Você decide' Acervo/TV Globo Cecil Thiré com Malu Mader na novela 'Top model' Reprodução/TV Globo Cecil Thiré, Beatriz Segall, Debora Bloch e Irene Ravache em 'Sol de Verão', de 1983 Acervo/ TV Globo Tarcísio Meira e Cecil Thiré em 'Roda de fogo' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Fernanda Montenegro em 'Zazá' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Eva Wilma em 'Mulher' Acervo/TV Globo Cecil Thiré em 'Viva o gordo' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Julia Lemmertz em 'Quem é você' Acervo/TV Globo Cecil Thiré em 'Duas Vidas' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Xuxa Lopes TV Globo/Christiana Carvalho VÍDEOS: Morre o ator Cecil Thiré Veja Mais

'Fifa 21' investe em evolução de física e detalhes para se manter relevante

G1 Pop & Arte 'Não queremos apenas justificar a compra de um novo jogo, mas o tempo investido nele', diz desenvolvedor. Edição anual do game de futebol é lançada nesta sexta (9). Com pelo menos um game de sua série de futebol por ano desde 1993, a EA lança nesta sexta-feira (9) sua mais recente edição, “Fifa 21”, para computadores, PlayStation 4 e Xbox One – o Switch ganha uma versão "Legacy", que apenas as mudanças da temporada. Sem grandes novidades em modos de jogo, a desenvolvedora aposta na evolução de física e de outros detalhes das partidas para provar a jogadores que a compra vale a pena. "Não queremos apenas justificar a compra de um novo jogo, mas o tempo investido nele", diz ao G1 um dos produtores do jogo, Ionel Stanescu. Veja trailer de 'Fifa 21' Entre os motivos para investir um novo completamente novo mais uma vez, a equipe fala sobre as melhorias técnicas, é claro, mas também lembra do licenciamento de atletas e competições, uma das marcas da franquia. "Se você olha a diferença de gameplay, esse ano é a mais forte. E também, a licença dos jogadores, da Champions League, da Libertadores", afirma outro produtor, Sam Rivera. A pressão sobre a principal franquia de futebol dos games aumenta em 2020, porque dessa vez seu principal rival resolveu mudar radicalmente de estratégia. Enquanto "Fifa 21" pode ser comprado por cerca de R$ 300 nos consoles, "eFootball PES 2021" é tratado como uma atualização do anterior pela Konami. Por isso, sai por pouco menos de R$ 180. 'Fifa 21' busca manter relevância com melhorias em detalhes Divulgação Mais controle Quem fizer o investimento vai encontrar os já clássicos modos carreira e Ultimate Team, além do retorno de Volta, sistema que leva as partidas para campos e quadras de rua. Já nas disputas em si, as principais melhorias estão no sistema de corridas em passes. Com três novas mecânicas, em "Fifa 21" o jogador tem muito mais controle sobre o comportamento dos atletas, antes e depois da bola deixar seus pés. Além disso, a adição de maiores possibilidades de dribles oferece uma maior opção na hora do ataque. 'Fifa 21' melhora posicionamento dos jogadores Divulgação Outra melhoria aparece na inteligência artificial, além de terem mais consciência das posições de impedimentos, os atletas também pulam sobre adversários e companheiros caídos, o que evita uma das maiores reclamações do público nos últimos anos. Para as alterações no novo game, a equipe foi atrás dos mais interessados nas novidades: os jogadores. "Todo ano, tentamos olhar para diferentes coisas. O mais óbvio é a resposta da comunidade. O problema é que as expectativas são muito diferentes. Temos muitas discussões entre nós para tentar decidir o que é mais importante", diz Stanescu "Pode parecer fácil, mas não é, porque temos apenas um temos limitado para desenvolver." Veja Mais

Leia poemas traduzidos de Louise Glück, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura 2020

G1 Pop & Arte Autora não tem livros publicados no Brasil, mas alguns de seus poemas foram traduzidos para o português por outros escritores. Leia 2 trabalhos da poeta, com tradução de Camila Assad. Louise Glück em imagem de novembro de 2014, quando recebeu o National Book Awards, em Nova York Robin Marchant / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP Louise Glück, poeta americana anunciada nesta quinta-feira (8) como ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura, não tem livros publicados no Brasil. Mas alguns de seus poemas já foram traduzidos para o português por escritores brasileiros. Abaixo, o G1 publica dois trabalhos da autora, traduzidos pela escritora, desenhista, pintora e tradutora Camila Assad, autora de "Cumulonimbus" (Quintal Edições) "Eu não consigo parar de morrer" (Editora Urutau) e "Desterro" (Edições Macondo). Poetisa americana recebe o Nobel de Literatura "A íris selvagem", Louise Glück "No final do meu sofrimento havia uma saída. Me ouça bem: aquilo que você chama de morte eu me recordo. Mais acima, ruídos, ramos de um pinheiro se movendo. Então, nada. O sol fraco cintilando sobre a superfície seca. É terrível sobreviver como consciência, enterrada na terra escura. Então tudo acabou: aquilo que você teme, se tornando uma alma e incapaz de falar, encerrando abruptamente, a terra dura se inclinando um pouco. E o que pensei serem pássaros lançando-se em arbustos baixos. Você que não se lembra da passagem de outro mundo eu te digo poderia repetir: aquilo que retorna do esquecimento retorna para encontrar uma voz: do centro de minha vida veio uma vasta fonte, azul profundo sombras na água do mar azul. " "Confissão" , Louise Glück "Dizer eu não sinto medo – Não seria honesto. Sinto medo da doença, da humilhação. Como todo mundo, tenho os meus sonhos. Mas aprendi a escondê-los, Para me proteger Da realização: toda felicidade Atrai a fúria das Sinas. Elas são irmãs, selvagens – No final, não há Emoção, mas inveja." VÍDEOS: Veja os anúncios do Prêmio Nobel em 2020: Veja Mais

Guitarra 'Frankenstein', solo de graça e golpe na indústria: professor explica impacto de Eddie Van Halen

G1 Pop & Arte Guitarrista inovou ao montar seu instrumento e teve tanto sucesso que desvalorizou marcas convencionais da época. Ao ser chamado por Michael Jackson, ele achou que era 'pegadinha' e depois não cobrou. Veja curiosidades. Guitarrista lista 3 curiosidades sobre Eddie Van Halen O solo de Eddie Van Halen para um dos maiores hits de Michael Jackson, "Beat it", foi gravado de graça. O guitarrista customizou seu instrumento com tanto sucesso que a chamada "Frankenstein" - ou "Frankeinstrat" - fez os modelos convencionais da época se desvalorizarem. Ele recuperou técnicas como o "tapping", que eram pouco visadas e faziam o seu jeito de tocar ser visto como "impossível". Os tópicos explicados no VÍDEO ACIMA pelo professor Kleber K Shima ajudam a entender o impacto de Eddie Van Halen no rock. O lendário guitarrista e fundador da banda Van Halen morreu aos 65 anos nesta terça-feira (6) depois de uma longa luta contra um câncer na garganta. Saiba mais. Veja Mais

Sequência de 'Jurassic World' é adiada para 2022 em nova mudança por pandemia

G1 Pop & Arte Os estúdios de Hollywood têm mudado as datas de lançamento enquanto a indústria tenta se recuperar da paralisação mundial dos cinemas. Sequência de 'Jurassic World' é adiada para 2022 em nova mudança por pandemia Reprodução/Instagram A Universal Pictures anunciou nesta terça-feira (6) que adiou o lançamento de "Jurassic World: Dominion" em um ano, até junho de 2022. O novo episódio de uma das maiores franquias do cinema é o mais recente filme a ser adiado em meio à pandemia de coronavírus. Os estúdios de Hollywood têm mudado as datas de lançamento enquanto a indústria tenta se recuperar de uma paralisação mundial dos cinemas em março. Leia também: 'Duna' e 'The Batman' entram para lista de filmes adiados em meio à pandemia Initial plugin text As salas de cinema reabriram em alguns países, mas continuam em ritmo lento nos Estados Unidos. A rede de cinemas Cineworld afirmou na segunda-feira que estava fechando instalações nos EUA que haviam sido reabertas em agosto. Os cinemas ainda estão fechados nos principais mercados do país, Nova York e Los Angeles. "Jurassic World: Dominion" é estrelado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, em mais um spin-off do blockbuster de 1993 "Jurassic Park" sobre o retorno dos dinossauros. Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

'Duna' e 'The Batman' entram para lista de filmes adiados em meio à pandemia

G1 Pop & Arte Produtora fez o anúncio nesta segunda-feira. Ficção científica de Dennis Villeneuve ficou para outubro de 2021 e filme do Batman com Robert Pattinson só deve sair em 2022. Trailer de 'Duna' A Warner Bros anunciou na noite desta segunda-feira (5) que vai adiar o lançamento dos filmes "Duna" e "The Batman". É mais um revés para a indústria de entretenimento, afetada pela pandemia de Covid-19 e as medidas de distanciamento social que fecharam cinemas no mundo todo. "Duna", ficção científica dirigida pelo canadense Dennis Villeneuve, agora está programado para estrear nos Estados Unidos em outubro de 2021, em vez de dezembro deste ano. Assista ao trailer de 'The Batman' Já o lançamento de "The Batman", estrelado por Robert Pattinson, foi transferido de outubro do próximo ano para a primavera (no hemisfério Norte) de 2022. Crise no setor O lançamento de filmes tem sido adiado mesmo com restrições já atenuadas em alguns países. Vários cinemas ainda não estão funcionando e, mesmo nos lugares onde eles já foram liberados para abrir, muitas pessoas ainda têm medo de se contaminar nas salas. Nesta segunda, a segunda maior rede de cinemas do mundo, a Cineworld, decidiu fechar temporariamente seus cinemas no Reino Unido e nos Estados Unidos na tentativa de sobreviver a um colapso. A agência de classificação de crédito Fitch imediatamente rebaixou a nota da empresa. Timothée Chalamet vive o protagonista Paul Atreides em 'Duna' Divulgação/Warner Bros. Pictures Outros filmes de grande orçamento da Warner Bros. que tiveram seus lançamentos adiados incluem "Tenet" e "Mulher-Maravilha 1984". O lançamento do novo filme de James Bond, "007 – Sem tempo para morrer", da MGM e da Universal Pictures, também foi adiado até abril de 2021. Veja Mais

Jane Fonda dá aula de ginástica para famosos com objetivo de incentivar voto nas eleições

G1 Pop & Arte Vídeo com estética dos anos 80 traz Katy Perry, Kerry Washington, Orlando Bloom, Vanessa Hudges e outros artistas pedindo para que população vote na eleição presidencial americana. Jane Fonda faz campanha para população americana votar nas eleições presidenciais Reprodução/Instagram/JaneFonda "Exercite seu direito de votar" é o mote do vídeo de Jane Fonda para estimular a população americana a votar nas eleições presenciais dos Estados Unidos deste ano. A atriz e ativista de 82 anos tirou as polainas e a roupa de ginástica do armário para dar uma aula via Zoom para um time de celebridades como Katy Perry, Orlando Bloom, Shaquille O'Neal e Kerry Washington. "Olá classe, estamos trazendo de volta o movimento. Precisamos que você esteja em forma para a próxima corrida. Eu preciso que você seja forte. Eu preciso que você seja focado. Eu preciso que você esteja totalmente comprometido com a tarefa. Então, vamos nos preparar para exercer nosso direito de voto!", diz Jane durante a "aula". Initial plugin text Vanessa Hudgens, Amy Schummer, Ken Jeong e Ashley Benson também aparecem no vídeo e pedem para que a população vote. Nos Estados Unidos, o voto não é obrigatório. Assista acima. Katy Perry deu à luz a sua primeira filha com Bloom em agosto e aparece no vídeo em dois momentos. No primeiro, a cantora come um chocolate enquanto o marido se exercita e depois surge de costas bombeando leite dos seios. Além das roupas, o vídeo lembra os anos 80 por conta dos treinos pela televisão que Jane ajudou a tornar popular. Jane Fonda reuniu artistas em aula de ginástica como nos anos 80 para estimular votação nas eleições presenciais americanas Reprodução/Instagram/Jane Fonda VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento: Veja Mais

Caos Rebelde, inexperiência, vocais desafinados... Produtor diz que músicas do RBD demoravam 4 meses para serem feitas

G1 Pop & Arte Compositor italiano Max di Carlo escreveu as primeiras 10 músicas do grupo mexicano. Ao G1, ele relata com bom humor as gravações: 'Tudo o que você ouve, a maioria sou eu tocando'. Na extensa lista de compositores e produtores nos nove álbuns de estúdio do RBD, um nome pouco conhecido se destaca: Max di Carlo. O produtor italiano é coautor das dez primeiras músicas gravadas pelo sexteto de atores de "Rebelde", série da rede mexicana Televisa. Ele foi um dos entrevistados do podcast G1 Ouviu sobre o RBD. Ouça acima. O RBD era o grupo musical dessa trama, exibida originalmente entre 2004 e 2006. A banda durou um pouco mais, até 2009, com shows no Brasil e reexibições dos episódios no SBT. Em setembro, as músicas finalmente chegaram aos serviços de streaming, batendo recordes. Max e os seis integrantes do RDB Divulgação Assim que atende o telefone do estúdio dele, em Los Angeles, Max avisa: "Se você quiser posso te contar toda história, ou pelo menos do que eu me lembro". Ele já emenda com uma risada, a primeira de muitas durante a conversa. O simpático compositor de "Sálvame", "Un Poco de Tu Amor" e "Rebelde" descreve o início do trabalho como um caos, com "muita gente envolvida". O produtor da novela, Pedro Damián, e o letrista Carlos Lara, eram os principais nomes do time. "No começo, tudo foi meio caótico, muito complicado", recorda Max, rindo. "Eram muitas pessoas diferentes e cada uma tinha sua própria opinião. Mas eu era o cara que criava as músicas." "Outro problema é que eles não eram tão bons no começo, porque eles eram jovens, né? Eles não tinham experiência mesmo. Depois de meses de trabalho, tentando terminar as músicas, no fim saímos com um produto, com um álbum. Mas eu nem me lembro qual era o título dele." "Rebelde" (2004) e "Nuestro Amor" (2005) eram os títulos dos álbuns dos quais ele está falando. Max escrevia as melodias e Lara fazia as letras. Entre o primeiro rascunho, sempre em inglês, e a versão final, eram precisos até quatro meses de trabalho. Os seis integrantes do RBD Divulgação Uma parte dos vocais era gravada em Los Angeles e outra parte era gravada na Cidade do México, porque eles não podiam ir para os Estados Unidos. "Tinham problemas com o visto, eu acho." "Tinha outro engenheiro de som no México que trabalhava no CD. Ele gravava os vocais e mandava para mim. Eu corrigia tudo com o Pro Tools", lembra rindo, ao citar o software de edição de áudio, usado para corrigir vozes desafinadas. "Eram seis atores ou cantores, se você quiser chamá-los de cantores." RBD, uma banda de rock Max di Carlo e os seis integrantes do RDB Divulgação Quando Max di Carlo foi chamado para criar o repertório do "Rebelde" o pedido era de "algo diferente do que havia no mercado latino". O pop em espanhol era ainda mais romântico e meloso. Max conta que escreveu as músicas pensando em algum cantor americano, não eram para pensadas para um artista latino. "Compus algumas músicas mais rock, com um conceito um pouco diferente no meu estúdio. A primeira música, claro, foi 'Rebelde'." Os arranjos tinham mais violão, guitarra, baixo, bateria… "Eu tenho certeza que uma parte do sucesso do RBD foi por ele ser latino, mas ser bem diferente do que era a música latina. Eu sou principalmente um guitarrista, meu instrumento favorito é o violão. Tudo o que você ouve no álbum, a maioria sou eu tocando". Aquele violão do começo de 'Rebelde' é você tocando? "Sim", responde ele. Então, você é muito famoso no Brasil. "Obrigado", agrade, rindo. "Eu sei que as pessoas conheciam no Brasil, mas claro que morando aqui eu nunca pude entender o tamanho disso." Do dance spaghetti ao latino romântico O RBD Divulgação Massimiliano Di Carlo começou a carreira como produtor na Itália, nos anos 80. O começo foi produzindo sons da cena do dance spaghetti. Era um pop dançante de artistas italianos como Flavia Fortunato e Gary Low: "Eram desconhecidos, mas depois ficaram famosos." Depois disso, Max se mudou da Itália para os Estados Unidos, onde passou a produzir quase só latinos. Nos anos 90, trabalhou com a Thalía, Shakira e Ricky Martin. Antes de "Rebelde", ele trabalhou em canções para uma novela que seria chamada "Linda". "Era um projeto que tinha vindo antes do RBD, era a ideia original, pré-original. Antes de mudarem tudo e trazerem aqueles outros jovens", explica. Eu, a patroa e o Rebelde RBD, a banda da novela 'Rebelde' Divulgação A história de Max com o RBD também envolve uma faceta ghost writer. "Otro día que va" e "Aun hay algo", por exemplo, foram escritas por ele, mas o nome que consta é o da esposa. "Naquela época, eu estava preso a um contrato de exclusividade com outra editora. Não podia botar o meu nome. Então quando você vê o nome da Karen Sokoloff, na verdade, sou eu." Nos últimos 20 anos, o compositor passou a se dedicar às trilhas de filmes italianos e americanos. Mas guarda com carinho os tempos de rebeldia. "Foi uma ótima experiência." Veja Mais

Lives de hoje: Fernando e Sorocaba, Renato Teixeira, Paralamas do Sucesso e mais shows pra ver em casa

G1 Pop & Arte Veja horários de transmissões neste domingo (18). Fernando & Sorocaba Cadu Fernandes/Divulgação Fernando e Sorocaba, Simone, Paralamas do Sucesso, Hermeto Pascoal e Renato Teixeira fazem lives neste domingo (18). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Hermeto Pascoal (Virada Online) - 15h30 - Link Fernando e Sorocaba - 16h30 - Link Simone - 18h - Link Renato Teixeira (Virada Online) - 19h - Link Paralamas do Sucesso - 19h - Link Dave Matthews (Festival Save Our Stages) - 19h05 - Link The Lumineers (Festival Save Our Stages) - 22h05 - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Semana Pop #108: Gusttavo Lima vai manter a fase 'homem de família' da carreira após separação?

G1 Pop & Arte Cantor se separou da modelo Andressa Suita após casamento de cinco anos. Programa deste sábado (17) relembra momentos diferentes do trabalho do sertanejo. Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Musical 'Jagged Little Pill' lidera indicações ao Tony mesmo com Broadway fechada

G1 Pop & Arte Adaptação teatral do disco de Alanis Morissette recebeu 15 indicações ao prêmio. Data para anúncio dos vencedores ainda não foi anunciada. Musical 'Jagged Little Pill' recebe 15 indicações ao Tony Awards Reprodução/Instagram A adaptação teatral do disco "Jagged Little Pill", de Alanis Morissette, liderou as indicações ao Prêmio Tony nesta quinta-feira (15), mas os teatros da Broadway continuarão às escuras até o verão norte-americano de 2021 por causa da pandemia. "Jagged Little Pill", inspirado no álbum de 1995 de grande vendagem da cantora nascida no Canadá, recebeu 15 indicações, incluindo a de melhor musical e para seis de seus atores, entre eles a protagonista Elizabeth Stanley. O musical de rock, cujos temas incluem agressão sexual, vício em drogas e empoderamento feminino, estreou na Broadway em dezembro de 2019, mas, como todos os espetáculos ao vivo da cidade de Nova York, foi forçado a encerrar as apresentações em meados de março devido à chegada da pandemia de coronavírus. Na semana passada, a interdição da Broadway foi prorrogada até junho do ano que vem. A pandemia também adiou a cerimônia anual do Prêmio Tony, que normalmente acontece em junho, e a temporada abreviada da Broadway resultou em um número menor de indicações à premiação nesta quinta-feira. Uma nova data para a cerimônia, que deve ser essencialmente virtual, ainda não foi anunciada. "Moulin Rouge! The Musical", baseado no filme de 2001 de Baz Luhrmann, recebeu 14 indicações ao Tony, incluindo a de melhor musical. A Broadway tem atraído algumas das maiores estrelas de Hollywood nos últimos anos. Entre os indicados anunciados nesta quinta-feira estão Jake Gyllenhaal ("Sea Wall/A Life"), Tom Hiddleston ("Betrayal") e Laura Linney ("My Name is Lucy Barton"). Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

MC Caverinha viu família ser despejada, compôs sobre tragédia e vira fenômeno mirim do rap

G1 Pop & Arte Cantor de 12 anos dançava em apresentações do irmão, mas seu sonho era cantar. Com sucesso e shows semanais, comprou casa para a família. Mc Caverinha tem 12 anos e história de superação Divulgação "Aí um dia eu cheguei no ouvido dele e falei: 'Agora eu quero cantar, não quero mais dançar para você'". Foi essa frase que mudou a vida de Kauê de Queiroz Benevides Menezes aos quatro anos. Ele dançava enquanto o irmão, Kaique, cantava funk na abertura de um show do Lucas Lucco em Ferraz de Vasconcelos (SP) em 2012. De lá pra cá, aconteceu quase tudo: A família foi despejada e teve a casa demolida em 2017; Ele lançou músicas de funk no Facebook e recebeu enxurrada de críticas; Mudou para o trap e conseguiu emplacar o primeiro hit aos 11 anos; Comprou uma casa nova para a família e gravou com seu maior ídolo. Hoje, Kauê tem 12 anos; nome artístico, Mc Caverinha; 1,5 milhão de seguidores no YouTube, 752 mil ouvintes mensais no Spotify e um cachê de cinco dígitos. Por telefone, Caverinha conta ao G1 como deu uma guinada na vida da família e se proclamou o "príncipe do trap" no Brasil. Ele ainda tem planos de cantar nos Estados Unidos. Dias de luta, dias de glória Em 2017, a família do Mc tinha trocado um carro pela entrada de uma casa própria. Mas perderam tudo. "Minha mãe e meu pai tinham comprado uma casa que não podia ser comprada. O terreno não era apropriado para morar e a gente não tinha condição de pagar a casa", conta. Ele se lembra com detalhes do dia da demolição. "Meu irmão e eu fomos pegar leite para tomar café da manhã. Quando voltamos, eu vi caminhão, trator e polícia lá. Falei: 'mãe, estão chamando lá fora'. E a mulher falou: 'Se vocês não saírem, nós vamos derrubar com vocês dentro'. A gente começou a tirar as coisas chorando." Depois disso, a família passou alguns meses de aluguel dentro da garagem de um barzinho no mesmo bairro. "A dona era bem chata com a gente, então eu comecei a passar tempo fora de casa", conta. Ele passou a escrever músicas dentro de um Corsa antigo do pai, que não andava mais. São essas experiências que inspiram o Mc. "Gosto de falar de superação, da minha família e de tudo que eu passei". Na última sexta (2), ele contou sua história na música "Fatos reais". Caveirinha diz que seu objetivo é mostrar para meninos como ele que sonhos se realizam. Graças à música, conseguiu realizar o dele e o da família. Com só 12 anos, comprou uma nova casa em um condomínio em Mogi. Antes da pandemia, Caverinha fazia 13 shows por semana. Em fim de semana pegado, já acumulou 5 na mesma noite. "Saía de um e já ia para o outro. No último show, ficava rouco, não conseguia mais cantar. Eu dava a vida. Nem que eu dublasse, fazia o show", conta empolgado. Desde 2019, trocou o irmão por uma produtora para que pudesse retomar a carreira interrompida. "Ele deixou de viver a vida dele para correr comigo. Agora ele começou a estourar também e vai cada um para o seu lado”, diz. O menino é 100% família. Leva a mãe a quase todos os shows e sempre fala dela no palco. Chama no trap Para acompanhar o irmão, Caverinha começou a tentar carreira no funk, mas não conseguia emplacar. Sem entender inglês, ele ouvia músicas dos Estados Unidos e prestava atenção, principalmente, nas batidas. Foi assim que descobriu o trap e tomou outra decisão que mudou sua vida. “Antes, eu só gostava de artistas lá de fora. Então eu vi um estilo novo de trap, cheguei no meu irmão e falei: ‘não quero mais cantar funk’. Eu peguei uma música que tinha feito em funk ['Chama no money'] e fiz virar trap, acelerando os versos. Então mudei tudo que tinha feito e foi quando ‘Não pisa no meu boot’ estourou”, conta. Essa é a música de maior sucesso dele, com mais de 30 milhões de visualizações no YouTube. Caverinha ainda se inspira no trap estadunidense mesmo sem compreender o que falam. "Eu olho toda hora para ver se saiu música nova. Os caras de lá são referência para mim. Mas não sei falar inglês. Vou aprender porque vai que eu tenho um show lá e não sei falar nada, não sei cantar?", ele diz rindo. Sua maior inspiração gringa é Roddy Ricch. Já aqui no Brasil, ele só tem olhos para o rapper mineiro Djonga. "Até em uma entrevista que me perguntaram três artistas que tinha vontade de gravar, respondi: Djonga, Djonga e Djonga. Eu ficava repetindo isso toda hora, até que um dia deu certo." O menino não tem vergonha e chama os ídolos para fazer parcerias. Já gravou com Djonga, Dexter e Alok. Agora, neste momento de pausa forçada, ele aproveita para jogar videogame, estudar em casa e rumos da carreira em 2021 com novos feats, shows e um objetivo: "voar cada vez mais alto". Veja Mais

Bilheteria nacional dobra e bate mais de R$ 1 milhão pela primeira vez desde março

G1 Pop & Arte Número não chega perto dos R$ 17,7 milhões do 1º final de semana de março, mas mostra sinais de recuperação do setor. Salas de SP reabriram no sábado (10). Cinema do Dragão, em Fortaleza Divulgação Os cinemas brasileiros movimentaram R$ 1,2 milhão pela primeira vez desde de 12 a 15 de março. Naquele final de semana, as salas já registravam baixo público por conta da pandemia, mas o faturamento ficou na casa dos R$ 8,4 milhões. De quinta (8) a segunda (12), 86 mil pessoas foram aos cinemas ou drive-ins, o que gerou uma renda de R$ 1,2 milhão, segundo dados da ComScore. (Veja o ranking da bilheteria no país abaixo). O Dia das Crianças e a reabertura das salas de cinema na cidade de São Paulo contribuem para o fato dos números terem dobrado em relação à semana anterior, que teve público de 40 mil e renda de R$ 606 mil. Apesar de dar sinais de recuperação, o valor não chega perto da média de R$ 20 milhões que as salas de cinemas faturavam em fevereiro, segundo levantamento semanal. Como base de comparação, a renda do primeiro final de semana de março foi de R$ 17,7 milhões. Filmes mais vistos 'Scooby - o filme' Divulgação/Warner "Scooby - o Filme" liderou a bilheteria no final de semana do Dia das Crianças com público de 31 mil pessoas e renda de R$ 413 mil. "A Ilha da Fantasia" aparece em segundo lugar com arrecadação de R$ 308,3 mil e público de 21,1 mil, e "As Faces do Demônio" completa o top 3 após ser assistido por 9 mil pessoas e ter R$ 138 mil de renda no período. Como é feita a programação dos cines drive-in Como as sessões e salas vão se adaptar para a reabertura O levantamento semanal da ComScore não informa quantas salas de cinema estão abertas e quantos cinemas drive-in enviaram os dados de bilheteria. Veja o ranking da bilheteria no país: 'Scooby - O Filme' - R$ 413,2 mil 'A ilha da fantasia' - R$ 308,3 mil 'As Faces do Demônio" - R$ 138,2 mil "A maldição do espelho' - R$ 91 mil "40 Dias - O Milagre da Vida" - R$ 70, 9 mil "É Doce!" - R$ 59 mil "Armas em Jogo" - R$ 48 mil 'Magnatas do crime' - R$ 38,6 mil 'O Roubo do Século' - R$ 31,5 'Harry Potter e a Pedra Filosofal' - R$ 20,3 mil Cinemas reabrem na cidade de São Paulo com protocolos rígidos VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

'Em Guerra com o Vovô' supera 'Tenet' em bilheterias nos EUA

G1 Pop & Arte Filme infantil com Robert De Niro arrecadou US$ 3,6 milhões em seu fim de semana de estreia em meio à pandemia, pior primeiro lugar em bilheteria desde 1998. Robert De Niro e Jane Seymour em cena de 'Em guerra com o vovô' Reprodução "Em guerra com o vovô", comédia com Robert De Niro sobre uma batalha entre um septuagenário e seu neto por causa de um quarto, arrecadou US$ 3,6 milhões em bilheteria de 2.205 salas de exibição nos Estados Unidos em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme estreou na última sexta-feira (9) no país, com críticas que o descreveram como sem graça, mas deveria ter chegado aos cinemas em 2018. Os planos mudaram depois que o antigo produtor Harvey Weinstein foi exposto como um predador sexual. O escândalo levou à dissolução de sua empresa e levou "Em guerra com o vovô" e outras produções do estúdio a uma espécie de limbo. Após dois anos de espera, "Em guerra com o vovô" finalmente foi lançado, mas em um mercado bastante diferente que enfrenta uma crise de sobrevivência gerada pela pandemia de coronavírus. Em tempos de isolamento social, em que grandes mercados como Nova York e Los Angeles estão fechados, a bilheteria de "Em guerra com o vovô" pode ser considerada como uma boa estreia. Porém, de acordo com a revista "Forbes", o número marca o pior primeiro lugar em bilheteria desde 1998. "Em guerra com o vovô" também tirou do primeiro lugar o suspense de ficção científica de Christopher Nolan "Tenet". Na sexta semana de exibição desde o lançamento, "Tenet" arrecadou US$ 2,1 milhões em bilheteria nos Estados Unidos, elevando o total desde o lançamento para US$ 48,3 milhões. No mundo, nesta semana, o filme conseguiu US$ 9,8 milhões, com um total de US$ 323,3 milhões desde a estreia. Oscar muda regras para aumentar diversidade; Semana Pop explica novidades e reações Veja Mais

'O Clone' no Globoplay: relembre história de amor de Jade e Lucas, clonagem e choque de culturas

G1 Pop & Arte Murilo Benício e Giovanna Antonelli estrelaram novela de Glória Perez em 2001. Traços da cultura muçulmana, bordões e cenas no bar da Dona Jura foram destaques na trama, que entra nesta segunda (12) no Globoplay. Giovanna Antonelli e Murilo Benício na novela 'O Clone' (2001) Jayme Monjardim/Globo A história de amor de Jade (Giovanna Antonelli) e Lucas (Murilo Benício) poderá ser revista a partir desta segunda-feira (12) no Globoplay. Sucesso em 2001, "O Clone" mostrou traços da cultura mulçumana e discutiu a relação de clonagem em humanos e a dependência química. Para ajudar a entrar no clima, o G1 publica curiosidades sobre a novela, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). A novela de Gloria Perez começa na década de 1980 no Marrocos, quando o casal protagonista se conhece. Eles se apaixonam à primeira vista, mas não podem namorar porque Jade é muçulmana e Lucas, brasileiro. Webdoc novela - O Clone (2001) Ali (Stenio Garcia), patriarca da família, é rigoroso nos costumes muçulmanos e pretende arrumar bons casamentos para as sobrinhas Jade e Latiffa (Letícia Sabatella). Antonio Callony, Dalton Vigh, Stephany Brito, Eliane Giardini e Raul Gazolla também estão no núcleo muçulmano, que mostra a religião islâmica, os papéis masculino e feminino na sociedade, a dança, a língua e a culinária árabes. Stênio Garcia, Carolina Macieira, Carla Diaz, Dalton Vigh, Sebastião Vasconcelos, Jandira Martini e Nívea Stelman em 'O Clone' (2001) João Miguel Júnior/Globo Clonagem O irmão gêmeo de Lucas (Benício) morre em um acidente de helicóptero, e o padrinho Albieri (Juca de Oliveira) resolve criar um clone por não conseguir superar a perda e para realizar o sonho de clonar alguém. Sem contar para ninguém, ele insere as células clonadas na inseminação artificial de Deusa (Adriana Lessa). "Me interessou muito essa questão da clonagem, porque ela batia com uma coisa que é muito presente nas nossas preocupações, que é a questão da identidade. Como fica a identidade com a clonagem humana? Quem é o clone? Que direitos ele tem?", diz Gloria Perez em entrevista ao Memória Globo. Lucas e Léo se encontram em O Clone Quase 20 anos se passam quando Lucas conhece o clone, Léo, e eles descobrem a invenção de Albieri. Já casados e com filhos, o casal protagonista também se reencontra e se apaixona novamente. As cenas engraçadas são focadas no núcleo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. O bar da Dona Jura (Solange Couto) e a gafieira Estudantina são cenários recorrentes na trama. A novela também aborda a questão da dependência química com os personagens Mel (Débora Falabella), filha de Lucas (Murilio Benício), Nando (Thiago Fragoso) e Lobato (Osmar Prado). Neuza Borges, Vera Fischer, Reginaldo Faria, Marcello Novaes, Daniela Escobar, Carla Diaz, Nivea Stelmann também estão no elenco de "O Clone". O Clone: Jade dança e Lucas a observa Curiosidades As primeiras cenas de 'O Clone' foram gravadas em cinco cidades do Marrocos, onde elenco e equipe trabalharam por 40 dias. Para ter a sua imagem duplicada, Murilo Benício gravava duas vezes a mesma sequência, que era recortada e editada. Quando a cena exigia contato físico, era necessário um dublê. Todo o trabalho para que Lucas e Diogo ou Lucas e Leo contracenassem exigiu muito da equipe de efeitos visuais. Cerca de 700 peças do figurino foram compradas no Marrocos, entre túnicas masculinas e femininas, lenços de cabeça (foullards), véus, bolsas, chapéus marroquinos de diferentes formatos, vestidos de noiva e joias. As expressões árabes faladas pelos personagens, como Maktub, Inshalá, Haram, “Jogar ao vento” e “Arder no mármore do inferno”, caíram na boca do povo. Os bordões “Cada mergulho é um flash”, de Odete (Mara Manzan), e “Não é brinquedo, não!”, de Dona Jura (Solange Couto) também viraram sucessos. Os jogadores Pelé e Roger fizeram uma participação na novela ao visitar o bar de Dona Jura. O Clone (2001): Abertura Murilo Benício como Léo e como Lucas em 'O Clone' (2001) João Miguel Júnior/Globo Eliane Giardini e Raul Gazola em 'O Clone' (2001) João Miguel Júnior/Globo Murilo Benício e Giovanna Antonelli em 'O Clone' (2001) Zé Paulo Cardeal/Globo Juca de Oliveira em 'O Clone' (2001) Gianne Carvalho/Globo Murilo Benício e Daniela Escobar em 'O Clone' (2001) João Miguel Júnior/Globo Neuza Borges, Vera Fischer e Reginaldo Faria em 'O Clone' (2001) João Miguel Júnior/Globo Jandira Marini e Stênio Garcia em 'O Clone' (2001) João Miguel Júnior/Globo Stênio Garcia, Eliane Giardini, Dalton Vigh, Sebastião Vasconcelos e Jandira Martini em 'O Clone' (2001) Gianne Carvalho/Globo Ruth de Souza, Adriana Lessa em 'O Clone' (2001) Gianne Carvalho/Globo Débora Falabella e Daniela Escobar em 'O Clone' (2001) Renato Rocha Miranda/Globo VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Cauã Reymond e Mariana Goldfarb testaram positivo para Covid-19

G1 Pop & Arte Modelo carioca teve a forma mais branda da doença, enquanto ator teve pneumonia, mas não chegou a ser hospitalizado. Cauã Reymond fala sobre como ele e a mulher reagiram à Covid-19 O ator Cauã Reymond e sua esposa, Mariana Goldfarb, testaram positivo para a Covid-19. Os dois já enfrentaram o período de quarentena e estão recuperados. A modelo carioca teve a forma mais branda da doença, enquanto Cauã sofreu algumas complicações, mas não chegou a ser hospitalizado. "Minha esposa teve sintomas super leves, um pouco de dor de cabeça e febre baixa. Em quatro dias, ela estava 100%. Eu tive febre alta no início e depois de um tempo, voltei a fazer exercícios e desenvolvi uma pequena pneumonia. Fiquei mais tempo com os sintomas", explicou o ator. De acordo com Cauã, a descoberta da doença foi feita quando ele fez um teste para participar do programa "Simples Assim", da Angélica — presença que teve de ser reagendada. "Muitas pessoas estão com medo. Eu tive uma atitude bem positiva. Não deixei o pessimismo tomar conta", disse. Veja Mais

Gusttavo Lima e Andressa Suita anunciam separação

G1 Pop & Arte 'Término do casamento ocorreu após um desgaste normal da relação', diz comunicado enviado pela assessoria do cantor. Andressa Suita ao lado de Gusttavo Lima Reprodução/Intagram O cantor Gusttavo Lima e a modelo Andressa Suita anunciaram a separação nesta sexta-feira (9). Em um comunicado, eles disseram que o término aconteceu por "um desgaste normal da relação". Eles estavam juntos desde 2012 e se casaram em 2015. O casal tem dois filhos: Gabriel, de 3 anos, e Samuel, de 2 anos. Leia o comunicado abaixo: "Confirmamos que o cantor Gusttavo Lima está separado da modelo Andressa Suita. O término do casamento ocorreu após um desgaste normal da relação. Informamos que não houve nenhuma briga ou traição e que qualquer informação que esteja circulando nesse sentido é inverídica. O artista não comentará mais o assunto. A amizade, o carinho e o respeito continuam, além da missão maior, a criação e educação dos dois filhos do casal. Contamos com a compreensão e respeito de todos." Luan Santana x Gusttavo Lima: G1 ouviu lançamentos dos cantores Veja Mais

Cecil Thiré, ator e diretor, morre no Rio aos 77 anos

G1 Pop & Arte 'Lutou pela arte', dizem filhos. Ator e diretor sofria do Mal de Parkinson e morreu de causas naturais, segundo família. Ele deixou quatro filhos. Reveja momentos da carreira do ator Cecil Thiré O ator e diretor Cecil Thiré morreu nesta sexta-feira (9) no Rio de Janeiro aos 77 anos. Ele sofria do Mal de Parkinson e morreu enquanto dormia em casa, na Zona Sul do Rio. Cecil Aldary Portocarrero Thiré nasceu em 28 de maio de 1943 no Rio de Janeiro. Ele foi o filho único do casamento entre a atriz Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré. Uma de suas últimas aparições em público foi durante o velório de sua mãe, que morreu em março de 2018 após uma parada cardíaca. Thiré seguiu a tradição artística da família desde a adolescência e trabalhou com teatro, cinema e televisão. O primeiro curta-metragem que dirigiu foi "Os Mendigos" aos 19 anos. Relembre a carreira do ator e diretor em FOTOS REPERCUSSÃO: Claudia Raia, Walcir Carrasco e mais artistas lamentam Cecil Thiré e Xuxa Lopes TV Globo/Christiana Carvalho Cecil Thiré com Malu Mader na novela 'Top model' Reprodução/TV Globo Além de dirigir peças e filmes, o ator trabalhou em mais de 20 papéis em novelas como "O Espigão", "Sol de Verão", "Top Model" e "Celebridade". Os maiores destaques foram nos papéis de Mário Liberato em "Roda de Fogo" e de Adalberto em "A Próxima Vítima". "O Diabo mora no sangue" e "O Ibrahim do subúrbio" são alguns dos filmes dirigidos por Thiré nos anos 60. 'Lutou pela arte', diz filha 'Lutou pela arte', dizem filhos de Cecil Thiré Ele foi pai de quatro filhos: Miguel Thiré, Carlos Thiré e Luísa Thiré, frutos do seu primeiro casamento com Norma Pesce, e de João Cavalcanti Thiré, nascido de sua união com sua segunda esposa, Carolina Cavalcanti. “Ele merecia ter o velório mais lindo do mundo, cercado de gente que ele ama. Papai foi um guerreiro. Lutou pela democracia, pela arte, lutou pelo teatro. Teve quatro filhos, sete netos e foi um guerreiro até o último minuto”, disse a filha de Cecil, Luisa Thiré. Tarcísio Meira e Cecil Thiré em 'Roda de fogo' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Claudia Alencar em 'Você decide' Acervo/TV Globo Cecil Thiré e Irene Ravache em 'Sol de verão' Divulgação/TV Globo Marco Nanini e Cecil Thiré em 'Pedra sobre pedra' Divulgação/TV Globo Cecil Thiré na novela 'A próxima vítima' Reprodução/TV Globo Cecil Thiré em cena com Beatriz Segall, Debora Bloch e Irene Ravache em 'Sol de Verão', de 1983 Acervo TV Globo Veja Mais

Blake Jenner se desculpa por violência doméstica contra Melissa Benoist e diz que também foi agredido

G1 Pop & Arte Atriz de 'Supergirl' falou sobre caso em vídeo de 2019. Atores, que se conheceram em 'Glee', foram casados e se separaram em 2016. Melissa Benoist e Blake Jenner em cena de 'Supergirl' Divulgação O ator Blake Jenner publicou nesta quinta-feira (8) um longo texto sobre o caso de violência doméstica relatada por sua ex-mulher, a atriz Melissa Benoist, em novembro de 2019. Na publicação em seu perfil no Instagram, ele não fala o nome da "ex-parceira", mas descreve um episódio igual a uma das acusações feitas por ela. O casal, que se conheceu nas gravações da série "Glee" e que atuou junto novamente em "Supergirl", se separou em 2016. Initial plugin text "Dois anos antes do fim do nosso relacionamento, houve uma vez em que minha parceira e eu estávamos em uma discussão que ficou mais intensa, e em um momento de frustração, enquanto eu estava no corredor e ela no nosso quarto, eu atirei meu celular sem direção e acertei minha antiga parceira no rosto", escreve ele. "Eu assumo total responsabilidade pela dor que infligi durante meu relacionamento com minha ex-parceira — emocionalmente, mentalmente e, sim, fisicamente." Jenner não menciona outras acusações feitas pela atriz, como a de que foi "segurada e estapeada repetidamente, socada tão forte que eu perdia o fôlego, arrastada pelo cabelo no concreto, tomar cabeçadas". Em seu texto, o ator afirma que abusos foram praticados por ambos. Segundo Jenner, desde o começo do relacionamento ele teve de recusar trabalhos por causa de ciúmes em relação às suas colegas de elenco, além de outras acusações. "Eu fui verbalmente e emocionalmente abusado por tudo, desde a família em que nasci às roupas que usava em ensaios fotográficos. Eu fui arranhado. Eu fui estapeado. Eu tomei soco na cara, o que causou uma viagem ao hospital para tratar meu nariz quebrado." O ator diz que não conta isso como justificativa a seus atos. "Quero deixar uma coisa bem clara: nada disso tem a intenção de servir como uma desculpa, mas são na verdade conclusões que tive ao longo do meu processo de cura e de reconhecimento com tudo que se passou tanto neste relacionamento quanto na minha vida." No fim, ele pede desculpa à atriz. "A desculpa mais importante se estende — na época e agora — à minha antiga parceira. Eu sinto muito. Há muitas coisas que eu gostaria de ter feito diferente." Veja Mais

Louise Glück, poeta americana, ganha Prêmio Nobel de Literatura 2020

G1 Pop & Arte Anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (8) pela Academia Sueca. Autora foi premiada 'por sua inconfundível voz poética, que torna universal a existência individual', segundo instituição. Louise Glück ganha Prêmio Nobel de Literatura 2020 Louise Glück, poeta americana de 77 anos, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura 2020. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (8) pela Academia Sueca. Sem livros publicados no Brasil, a autora nova-iorquina foi premiada "por sua inconfundível voz poética que, com beleza austera, torna universal a existência individual", segundo a instituição. Considerada por muitos uma das poetas contemporâneas mais talentosas dos Estados Unidos, Glück é conhecida pela precisão técnica, sensibilidade e uma obra sobre solidão, relações familiares, divórcio e morte. Seus primeiros livros são centrados em casos de amor fracassados, encontros familiares desastrosos e desespero existencial. Nos trabalhos posteriores, ela continuou a tratar de temas como decepção, rejeição, perda e isolamento. Sua poesia é "caracterizada por uma busca pela clareza", muitas vezes com foco na infância, na vida familiar e no relacionamento próximo com pais e irmãos, disse a Academia. Leia poemas traduzidos de Louise Glück, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura 2020 Louise Glück em imagem de novembro de 2014, quando recebeu o National Book Awards, em Nova York Robin Marchant / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP A entidade destacou sua coleção de 2006, "Averno", chamando-a de "magistral" e "uma interpretação visionária do mito da descida de Perséfone ao inferno no cativeiro de Hades, o deus da morte". Atualmente, a escritora é professora de inglês na Universidade de Yale, em Connecticut (EUA). Algumas das obras de Louise Glück expostas durante anúncio do Prêmio Nobel de Literatura recebido pela autora americana Henrik MONTGOMERY / TT News Agency / AFP Prêmios anteriores Em 1993, Glück ganhou um prêmio Pulitzer por seu livro "The wild iris". A obra, um exemplo claro do caráter onírico de sua poesia, é ambientada em um jardim e imagina três vozes: flores falando a um poeta-jardineiro, o próprio poeta-jardineiro e uma figura de deus onisciente. Os poemas da autora também estão em livros, como "Firstborn", (1968), "The house on marshland" (1975), "The garden" (1976), "Descending figure" (1980), "The triumph of Achilles" (1985) e "Ararat" (1990). Seus destaques desta década são "Faithful and virtuous night" (2014), vencedor do National Book Award, e "Poems 1962-2012" (2012), que ganhou o Los Angeles Times Book Prize. Ilustração de Louise Glück, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura 2020 Nobel O crítico William Logan, do "The New York Times", descreve a escrita de Glück como "o resultado lógico de um certo tipo de verso confessional, faminto de adjetivos, reduzido a um conjunto nervoso de verbos, intenso, quase ultrapassado. Seus poemas são sombrios, difícil desviar o olhar deles". Com a vitória de Louise Glück, o Prêmio Nobel já tem quatro mulheres laureadas neste ano. A primeira foi Andrea Ghez, que dividiu o prêmio com dois cientistas por sua pesquisa em buracos negros. Além dela, Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna ganharam o Prêmio Nobel 2020 em Química pela descoberta do Crispr, método de edição do genoma. Nobel da Literatura em números Desde 1901, foram 117 laureados em 113 premiações. Isso porque em quatro delas, dois nomes foram anunciados como vencedores no mesmo ano. Até hoje, ninguém foi premiado mais de uma vez. Rudyard Kipling foi o mais jovem vencedor do prêmio. Em 1907, quando foi nomeado, tinha 41 anos de idade. Já a mais velha foi Doris Lessing, que estava com 88 anos quando foi premiada em 2007. As mulheres do Nobel de Literatura O Prêmio Nobel de Literatura foi concedido a apenas 16 mulheres entre uma centena de homens desde sua criação, em 1901. Antes de Louise, a última delas havia sido Olga Tokarczuk, em 2018. 1909 – Selma Lagerlöf 1926 – Grazia Deledda 1928 – Sigrid Undset 1938 – Pearl Buck 1945 – Gabriela Mistral 1966 – Nelly Sachs 1991 – Nadine Gordimer 1993 – Toni Morrison 1996 – Wislawa Szymborska 2004 – Elfriede Jelinek 2007 – Doris Lessing 2009 – Herta Müller 2013 – Alice Munro 2015 – Svetlana Alexievich 2018 – Olga Tokarczuk 2020 - Louise Glück A escritora americana Louise Glück em 1977 Creative Commons Nobel 2020 Este ano, o prêmio para cada uma das categorias do Nobel é de 10 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 6,3 milhões). A láurea em Medicina foi a primeira a ser anunciada, na segunda (5), para a descoberta do vírus da hepatite C. O prêmio em Física, divulgado na terça (6), foi para pesquisas sobre buracos negros. (veja vídeo abaixo). Na quarta (7), foi anunciado o prêmio em Química pela descoberta do Crispr, método de edição do genoma. O prêmio da Paz será entregue nesta sexta-feira (9). Já a láurea em Economia será divulgada na próxima segunda (12). Veja o cronograma: Medicina: segunda-feira, 5 de outubro Física: terça-feira, 6 de outubro Química: quarta-feira, 7 de outubro Literatura: quinta-feira, 8 de outubro Paz: sexta-feira, 9 de outubro Economia: segunda-feira, 12 de outubro Conheça os vencedores do Prêmio Nobel 2020: Conheça os vencedores do Prêmio Nobel 2020 Veja VÍDEOS dos anúncios do Prêmio Nobel em 2020: Initial plugin text Veja Mais

Viúva de Eddie Van Halen presta homenagem ao guitarrista: 'Conexão e amor serão para sempre'

G1 Pop & Arte Janie Liszewski e músico eram casados desde 2009. Eddie morreu nesta terça-feira (6), aos 65 anos, após longa batalha contra o câncer. Janie Liszewski e Eddie Van Halen durante evento em 2013 Evan Agostini/Invision/AP A dançarina Janie Liszewski usou as redes socais para prestar homenagem ao marido, Eddie Van Halen. O músico morreu nesta terça-feira (6), aos 65 anos, após longa luta contra um câncer de garganta. "Meu coração e minha alma se estilhaçaram em um milhão de pedaços. Eu nunca soube que era possível chorar tantas lágrimas ou sentir uma tristeza tão grande. Nossa jornada juntos nem sempre foi fácil, mas no final, e sempre, nós temos uma conexão e um amor que serão para sempre", escreveu Janie, casada com o músico desde 2009. "Dizer adeus é a coisa mais difícil que já tive que fazer. Então, em vez disso, digo vou vê-lo novamente em um lugar sem dor ou tristeza. Por favor, cuide de Kody e de mim. Nós te amamos e sentimos muito a sua falta." Initial plugin text Vote: Quais as melhores músicas com a guitarra de Eddie Van Halen? Eddie Van Halen morre aos 65 anos de câncer Morte após batalha conta câncer De acordo com fontes do site TMZ, o músico estava internado no hospital St. John, na cidade de Santa Monica, nos Estados Unidos. Ele estava acompanhado de Janie, do filho, Wolfgang, e de Alex, seu irmão e baterista da banda. "Não acredito que tenho de escrever isso, mas meu pai, Edward Lodewijk Van Halen, perdeu sua longa e árdua batalha contra o câncer esta manhã. Ele era o melhor pai que eu poderia ter pedido", escreveu Wolfgang em suas redes sociais. "Cada momento que compartilhei com ele no palco e fora dele foi um presente. Meu coração está partido e eu acho que jamais me recuperarei totalmente dessa perda. Eu te amo muito, pai." Veja imagens do show do Van Halen no Rio de Janeiro nos anos 80 VÍDEOS: Morre o guitarrista Eddie Van Halen Veja Mais

Eddie Van Halen morre aos 65 anos; FOTOS

G1 Pop & Arte Guitarrista e fundador da banda Van Halen morreu depois de uma longa luta contra um câncer na garganta, segundo o site TMZ. Eddie Van Halen toca o acorde final de 'Jump' durante show do Van Halen no Continental Airlines Arena, em East Rutherford, em junho de 2004 John Munson/NJ Advance Media via AP/AP Eddie Van Halen, em foto de fevereiro de 2012 Kevin Winter/Getty Images North America/Getty Images Via AFP/Arquivo Eddie Van Halen, em foto de setembro de 2015 Manuel Nauta/NurPhoto/NurPhoto via AFP/Arquivo David Lee Roth e Eddie Van Halen durante apresentação do Van Halen no Madison Square Garden, em Nova York, em março de 2012 Jamie Mccarthy/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo Foto de arquivo de 14 de julho de 1984 mostra Eddie Van Halen tocando 'Beat It' com Michael Jackson, em Irving, no Texas Carlos Osorio/AP/Arquivo Eddie Van Halen durante show em Nova York em 2012 REUTERS/Lucas Jackson/File Photo Alex Van Halen, David Lee Roth e Eddie Van Halen em foto de fevereiro de 2012 Kevin Winter/Getty Images North America/Getty Images via AFP Anthony, Sammy Hagar, Alex Van Halen e Eddie Van Halen, em foto de janeiro de 1993, em Los Angeles Kevork Djansezian/AP/Arquivo O vocalista David Lee Roth e o guitarrista Eddie Van Halen, da banda Van Halen, durante show realizado no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, em janeiro de 1983 Claudine Petroli/Estadão Conteúdo/Arquivo Alex Van Halen, Eddie Van Halen, Michael Anthony e Sammy Hagar em foto de 1988 AP/Arquivo Eddie Van Halen abraça seu filho Wolfgang Van Halen durante coletiva de imprensa em Los Angeles, em agosto de 2007 Kevork Djansezian/AP/Arquivo Eddie Van Halen, em foto agosto de 2015 Greg Allen/Invision/AP/Arquivo Eddie Van Halen, em foto de setembro de 2012 Jamie Mccarthy/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo Wolfgang Van Halen e Eddie Van Halen em foto de fevereiro de 2012 Kevin Winter/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo Eddie Van Halen durante show em Phoenix, em agosto de 2004 Tom Hood/AP/Arquivo David Lee Roth e Eddie Van Halen durante show do Van Halen em 2012 Reprodução/Facebook da banda Eddie Van Halen Reprodução/Twitter/@Fredsablan Eddie Van Halen, guitarrista, morre aos 65 anos VÍDEOS: personalidades que morreram em 2020 Veja Mais

Como uma aposta levou Agatha Christie a publicar seu primeiro romance há 100 anos

G1 Pop & Arte 'O Misterioso Caso de Styles' foi publicado em série em um jornal britânico em fevereiro de 1920 e editado como livro em outubro daquele ano. Agatha Christie TV Globo Foi, em parte, graças a uma aposta com sua irmã que Agatha Christie escreveu seu primeiro romance policial. E, passados 100 anos desde que foi publicado, o livro continua mais popular do que nunca. Christie tinha 30 anos quando, em fevereiro de 1920, "O Misterioso Caso de Styles" foi publicado em série em um jornal britânico. O livro chegou ao continente americano em outubro. Agora, de acordo com o Guinness World Records, Christie é a escritora de ficção mais vendida do mundo. Seus romances policiais venderam 2 bilhões de cópias. Sabe tudo sobre Agatha Christie? Faça o teste! Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil "Ela realizou isso na época em que as mulheres não faziam esse tipo de coisa. E eu acho isso extraordinário", disse seu bisneto James Prichard à Reuters em uma entrevista por Zoom. Prichard afirmou acreditar que Christie, que morreu em 1976, não esperava ganhar a vida como escritora. Isso mudou quando uma aposta com sua irmã a levou a escrever "O Misterioso Caso de Styles". "A história é que surgiu uma aposta com a irmã dela de que ela não poderia escrever um livro e publicá-lo. Acho que ela ganhou", disse Prichard. Famosa por personagens como o detetive belga Hercule Poirot e a detetive amadora Miss Marple, o sucesso de Christie se deve às "tramas engenhosas" que ela mapeou em sua cabeça, segundo Prichard. Christie também escreveu 19 peças, das quais a mais famosa, "The Mousetrap" ("A Ratoeira"), estreou em 1952 e deixou de ser exibida pela primeira vez em março devido à pandemia. Como o medo do coronavírus está alterando rota do pop Veja Mais

Homem é acusado de depredar estrela de Trump na Calçada da Fama pela segunda vez e é preso de novo

G1 Pop & Arte James Otis é acusado de ter se vestido como o personagem Hulk e destruído a estrela de Donald Trump na Calçada da Fama, no bairro de Hollywood. Ele já havia vandalizado o ladrilho em 2016 e condenado por isso em 2017. Imagem de arquivo mostra estrela de Donald Trump na calçada da fama, em Hollywood REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo Um homem que já havia sido condenado em 2017 por vandalizar a estrela que representa Donald Trump na calçada da fama, no bairro de Hollywood, em Los Angeles, foi detido novamente pelo mesmo ato na segunda-feira (5). Homem é preso por vandalizar estrela de Trump na Calçada da Fama James Otis, o acusado, tem 56 anos. Dessa vez, ele enfrenta um inquérito por ter se disfarçado como o personagem Hulk e destruído o ladrilho com picaretadas na sexta-feira. Ele é de uma família tradicional dos Estados Unidos --um de seus antepassados é o fundador da empresa de elevadores que leva seu sobrenome. A estimativa é que o custo para reparar os danos seja de cerca de US$ 3.000 (R$ 16.600) . No primeiro processo, que terminou em 2017, ele admitiu que havia vandalizado a estrela antes das eleições de 2016. Segundo a polícia de Los Angeles, antes do ataque ao ladrilho, Otis escreveu em uma rede social que tinha intenção de danificar o símbolo novamente. Ele mesmo se entregou na delegacia de Hollywood. Ele está detido, e sairá se pagar uma fiança de US$ 20 mil (R$ 110 mil), segundo a rede CBS. Veja Mais

Zachery Ty Bryan, ator de 'Home Improvement', é preso por agressão nos EUA

G1 Pop & Arte Segundo a queixa, ator tentou estrangular a namorada e tomou o celular para impedi-la de chamar a polícia. Zachery Ty Bryan: ator tentou estrangular namorada e impedir que ela ligasse para a polícia Reprodução O ator Zachery Ty Bryan, de 39 anos, foi preso nesta sexta-feira (16), acusado de agredir sua namorada. Ele é conhecido por interpretar Brad Taylor na série "Home Improvement". O departamento de polícia de Eugene, no estado do Oregon, nos Estados Unidos, afirmou ao site da revista "Hollywood Reporter" que atendeu a um chamado por confronto físico no norte da cidade. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o ator do lado de fora da casa enquanto sua namorada era abrigada em uma casa vizinha. De acordo com a queixa, além de tentar enforcá-la, Bryan tomou o celular da vítima para impedir que ela ligasse para a polícia. Sem poder pedir ajuda, a mulher fugiu. O ator responderá por três crimes: estrangulamento, agressão e tentativa de impedir a notificação às autoridades. Horas antes de ser preso, ele havia postado em uma rede social uma foto em uma festa com quatro mulheres. Há duas semanas, Bryan anunciou o divórcio de sua esposa Carly Matros após 14 anos de casamento. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Maurício Manieri faz primeira live após infarto: 'Forma de agradecer por tudo'

G1 Pop & Arte Cantor fará transmissão on-line neste sábado (17) com canções que marcaram sua história. Maurício Manieri Bianca Tatamiya/Divugação Maurício Manieri fará, neste sábado (17), sua primeira live após o infarto que sofreu há um mês. O cantor passou mal e sentiu dores no peito depois de sua última apresentação on-line, no dia 11 de setembro, e foi submetido a um cateterismo. "Não tenho palavras para expressar minha emoção e gratidão pelo tanto que eu e minha família recebemos de amor, apoio e carinho no último mês." "Essa live é uma tentativa de transmitir tudo isso de volta, é uma forma de agradecer por tudo", afirma o cantor. A transmissão acontece no sábado (17), a partir das 19h, e será realizada direto da casa do cantor. No repertório, Manieri vai incluir músicas que fazem parte de sua vida e carreira. Entre elas, as faixas que estão no "Classics", seu trabalho mais recente. "Foi um milagre" Ao longo do último mês, Maurício Manieri seguiu de repouso absoluto após receber alta do hospital. O cantor ficou seis dias internado. Em um vídeo gravado para os fãs ainda no hospital, o cantor disse que escapou vivo do infarto por milagre. "Foi um milagre o que aconteceu, os médicos aqui do Hospital São Luiz foram fantásticos. Só posso agradecer a Cristo por permitir que eu esteja vivo. É bom demais estar vivo. Bom mesmo, pra poder estar com vocês, meus amores. E agora de coração novo. Obrigado, Deus. Obrigado, meus amores", afirmou o cantor. O cantor, que completou 50 anos no dia 10 de setembro, é casado com a apresentadora Iza Stein, com quem tem um filho de 10 anos, Marco Manieri. Cantor Maurício Manieri agradece carinho dos fãs ao se recuperar de um infarto em SP Veja Mais

ArtRio é realizada em formato híbrido em 2020; exposição terá quadro ‘vivo’

G1 Pop & Arte Organização preparou visitação presencial ou online. Representação de obra de Edouard Manet terá participação de uma atriz interagindo com o público. Representação de obra de Manet na ArtRio Divulgação A ArtRio acontece em um formato inédito em sua 10ª edição: uma exposição híbrida. A organização preparou visitação presencial ou online. A decisão de disponibilizar arte na internet levou em consideração o período de pandemia da Covid-19. O objetivo do evento segue o mesmo de edições anteriores que é valorizar arte brasileira e latino-americana. As datas dos dois formatos são específicas: na Marina da Glória, a visitação presencial acontece entre os dias 14 e 18 de outubro; e a parte online segue até o dia 25 de outubro "Teremos, em 2020, uma edição da ArtRio adequada ao cenário atual, seguindo com seu padrão de excelência e trazendo novas experiências para todos. A edição digital vai possibilitar que esse ano a feira quebre barreiras e chegue a um público mais amplo, que pode estar em qualquer lugar do mundo", disse a presidente da ArtRio, Brenda Valansi. Obra 'Deu Zebra' exposta no ArtRio Rafael BQueer/C. Galeria/Divulgação Nos pavilhões da Marina da Glória, dezenas galerias e instituições estarão participando do evento. Elas estarão divididas em dois programas: o Panorama, composto por galerias com atuação estabelecida no mercado de arte moderna e contemporânea; e o Vista, dedicado às galerias jovens, com até 10 anos de existência, com projetos desenvolvidos exclusivamente para a feira. Quadro 'vivo' Entre os destaques, o público vai encontrar um quadro “vivo”, com um personagem que vai interagir com o público. A ativação consiste em uma representação de uma das obras do pintor francês Edouard Manet, com a participação da atriz. A intervenção é realizada pela Aliansce Sonae, uma das patrocinadoras da ArtRio. Visitante tira foto de intervenção na ArtRio 2020 Divulgação Os visitantes terão que seguir regras para participar da visitação presencial, entre elas estão: uso de máscara; utilização de álcool gel; e distanciamento social. O número de visitantes também será limitado, com indicação de horário de entrada e tempo de permanência. A ArtRio online, vai contar com, além da exposição de galerias, extensa agenda de palestras, debates e visitas guiadas a exposições, coleções e ateliês. Obra da ArtRio 2020 Giants Pat Kilgore/Galerial Nara Roesler/Divulgação Serviço Data: 14 a 18 de outubro Venda de ingressos pelo site Ingressos: R$ 100 / R$ 50 As visitas serão agendadas Cada visita tem tempo de permanência de 2h no pavilhão Horário: 14 a 17 de outubro - das 13h às 21h. 18 de outubro - das 12h às 20H Local: Marina da Glória - Av. Infante Dom Henrique, S/N - Glória Estacionamento no local, sujeito a lotação Metrô: Estação Glória Veja Mais

Veja programação da TV Globo nesta quarta-feira

G1 Pop & Arte Veja a programação da TV Globo nesta quarta-feira (14). 04:00 Hora Um 06:00 Bom Dia 08:30 Bom Dia Brasil 09:30 Mais Você 10:15 Encontro com Fátima Bernardes 11:45 Telejornal 1 12:35 Globo Esporte 13:00 Horário eleitoral partidário 13:10 Jornal Hoje 14:45 Sessão da Tarde - Segurança De Shopping 16:40 Vale a Pena Ver de Novo - Laços de Família 17:35 Malhação - Viva a Diferença 18:05 Flor do Caribe 18:50 Telejornal 2 19:15 Haja Coração 20:00 Jornal Nacional 20:30 Horário eleitoral partidário 20:40 A Força do Querer 21:20 Futebol 23:30 Segue o Jogo 23:45 Jornal da Globo 00:45 Conversa com Bial - Lulu Santos 01:25 Perception: Truques da Mente 02:10 Corujão I - Monitores Do Barulho Veja Mais

Andressa Suita fala sobre separação de Gusttavo Lima: 'Foi um choque'

G1 Pop & Arte Modelo usou suas redes sociais para falar pela primeira vez sobre o término do casamento com o cantor. 'Fui acordada e comunicada que não dava mais pra gente continuar como casal.' Andressa Suita fala sobre separação de Gusttavo Lima Andressa Suita usou as redes sociais para falar pela primeira vez sobre sua separação do cantor Gusttavo Lima. O casal anunciou o fim do casamento de cinco anos na última sexta-feira (9). "Foi necessário eu ficar um pouco distante pra poder assimilar tudo o que estava acontecendo, tudo o que está acontecendo", iniciou Andressa, que não usava as redes desde o anúncio. "Assim como pra vocês, pra mim também foi um choque. Até domingo passado, pra mim estava tudo bem. A gente tinha acabado de chegar de uma viagem familiar e na madrugada de domingo para segunda eu fui acordada e comunicada que não dava mais pra gente continuar como casal. Sem qualquer queixa, sem nenhum motivo e sem abertura pra eu poder salvar nosso casamento." A modelo também comentou que seu casamento "não era um conto de fadas, tínhamos problemas com qualquer outro casal, mas nada a ponto de nos separar." "Minha vida precisa continuar. Preciso cuidar do que tenho de mais especial na minha vida, que são os meus filhos. E cuidar de mim também. Vou seguir por eles e pra eles. Vida que segue." Andressa e Gusttavo estavam juntos desde 2012 e se casaram em 2015. O casal tem dois filhos: Gabriel, de 3 anos, e Samuel, de 2 anos. Andressa Suita e Gusttavo Lima passaram a noite de Natal coladinhos com os filhos, Samuel e Gabriel Reprodução/Instagram Leia a íntegra do comunicado sobre a separação de Andressa Suita e Gusttavo Lima: "Confirmamos que o cantor Gusttavo Lima está separado da modelo Andressa Suita. O término do casamento ocorreu após um desgaste normal da relação. Informamos que não houve nenhuma briga ou traição e que qualquer informação que esteja circulando nesse sentido é inverídica. O artista não comentará mais o assunto. A amizade, o carinho e o respeito continuam, além da missão maior, a criação e educação dos dois filhos do casal. Contamos com a compreensão e respeito de todos." Veja Mais

Marcelo Adnet é vítima de golpe e faz alerta nas redes sociais

G1 Pop & Arte Humorista explicou que alguém está tentando se passar por ele e disse que vai registrar boletim de ocorrência. Marcelo Adnet Reprodução/Instagram Marcelo Adnet usou as redes sociais para alertar seus seguidores após ser vítima de um golpe. "Pessoal, alguém se fazendo passar por mim com o número 011 933562534 e uma foto minha está pedindo depósitos em meu nome", escreveu o humorista no Twitter. Adnet ainda afirmou que vai registrar um boletim de ocorrência sobre o caso. Initial plugin text Na última semana, a atriz Gabriela Duarte passou por situação semelhante e fez a denúncia em sua rede social. "Tem alguém se passando por mim no WhatsApp e mandando mensagem pedindo dinheiro. Não responda. É golpe", escreveu Gabriela. "E a pessoa não pede pouco não viu." Marcelo Adnet faz flexões durante desfile da São Clemente Veja Mais

Show do BTS transmitido on-line atrai mais de 100 milhões de fãs

G1 Pop & Arte Fenômeno do k-pop desistiu de apresentação presencial por causa do coronavírus. Pela internet, fãs conversaram em bate-papo e apareceram em telão com bastões de luz. O grupo BTS no show "Map of The Soul ON: E", transmitido on-line Reprodução/Instagram Mais de 100 milhões de fãs da boyband de k-pop BTS assistiram a um show on-line do grupo neste sábado (11) - muitos deles segurando bastões de luz e compartilhando mensagens em uma sala de bate-papo. Intitulado "Map of The Soul ON: E", o evento virtual aconteceu depois que o grupo de sete integrantes descartou o plano inicial de realizar um show presencial para um público limitado, por causa das restrições de distanciamento social impostas pelo governo sul-coreano contra o coronavírus. A banda já havia cancelado as turnês mundiais planejadas. Quase 115 milhões de fãs chegaram a assistir ao show, impulsionado pelo sucesso de "Dynamite", primeira música do BTS inteiramente em inglês, que liderou a parada de singles da Billboard Hot 100 no mês passado. “Vocês não estão aqui, mas eu sinto vocês aqui, como se eu pudesse ouvir seus gritos, e da próxima vez vamos realmente estar aqui juntos”, disse o vocalista V (ou Kim Tae-hyung) aos fãs. Anúncio do show "Map of The Soul ON: E", do BTS Divulgação Mania global Desde a estreia em 2013, o BTS lidera uma mania global de k-pop, com músicas otimistas e campanhas sociais destinadas a empoderar os jovens. Enquanto a banda se apresentava, uma parede com pequenas telas ao fundo mostrava milhares de fãs de todo o mundo agitando bastões de luz conhecidos como "bombas do exército". Uma sala de bate-papo foi aberta para permitir que os participantes publicassem comentários simultaneamente. Em Seul, um pequeno grupo se reuniu em um café com o tema BTS, administrado por fãs, para assistir ao show, usando máscaras e mantendo o distanciamento. “As canções deles deram conforto nestes tempos difíceis e me tornei uma fã", disse An Ji-won, de 40 anos, depois de cair em lágrimas enquanto assistia à apresentação. "Eles cantam para dizer que tudo vai ficar bem e para animar, e acho que é por isso que todos os fãs ao redor do mundo os amam." Semana Pop: Fãs de k-pop contribuem com movimento antirracista com doações e vídeos Veja Mais

Semana Pop #107: Eddie Van Halen foi o último 'guitar hero' a surgir na música?

G1 Pop & Arte Músico, que morreu aos 65 anos, ajudou a moldar a forma de tocar guitarra no rock. Semana Pop tenta responder à pergunta: com ele, foi-se também a tradição dos guitarristas virtuosos? Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Teatros da Broadway adiam abertura e seguem fechados até maio de 2021

G1 Pop & Arte Abertura estava prevista para janeiro, mas grupo que representa a indústria fez novo anúncio nesta sexta-feira (9). Broadway adia abertura e vai permanecer fechada até maio de 2021; foto de arquivo mostra Teatro Shubert fechado por conta da pandemia Reuters/Mike Segar/File Photo Os teatros da Broadway seguirão fechados até pelo menos 30 de maio de 2021, conforme anúncio do Broadway League, grupo que representa a indústria nesta sexta-feira (9). Inicialmente, a abertura dos teatros da cidade de Nova York, que baixaram as portas em meados de março, estava prevista para janeiro de 2021. "Com cerca de 97 mil trabalhadores que dependem da Broadway para sua subsistência e um impacto econômico anual de US$ 14,8 bilhões para a cidade, nossa associação está comprometida em reabrir assim que as condições nos permitirem. Estamos trabalhando incansavelmente com diversos parceiros para sustentar a indústria até levantarmos nossas cortinas novamente", declarou Charlotte St. Martin, presidente da Broadway League, segundo o Deadline. Fechada, Broadway pede apoio do governo para evitar 'catástrofe' durante a pandemia Segundo a agência Reuters, trinta e um espetáculos da Broadway estavam em produção quando o isolamento começou. Com a mudança, o valor dos ingressos comprados para espetáculos que aconteceriam entre janeiro e maio de 2021 serão reembolsados, conforme comunicado. Coronavírus: Broadway paralisada Veja Mais

Lives de hoje: Tributos a John Lennon, Johnny Hooker e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja horários das lives desta sexta (9). John Lennon, em foto de 17 de maio de 1971 AFP/Arquivo John Lennon faria 80 anos nesta sexta (9) e a data será celebrada com dois tributos on-line. O evento do Teatro Within acontece anualmente em Nova York, mas com a pandemia vai ser realizado em formato virtual de sexta a segunda (12) com Patti Smith, Jackson Browne e outros artistas. Já o tributo 'Dear John' vai contar com a presença de Peter Gabriel, KT Tunstall e Maxi Jazz. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Dear John - Tributo com Peter Gabriel, KT Tunstall, Maxi Jazz e outros - 16h - Link Johnny Hooker (#EmCasaComSesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 20h - Link Tributo a John Lennon com Patti Smith, Jackson Browne, Rosanne Cash e outros - 20h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Menos é Mais prepara disco de inéditas e tem como meta repetir sucesso do Exaltasamba

G1 Pop & Arte 'Qual pagodeiro não queria ter o sucesso que eles tiveram, marcar tantas músicas? É nosso desejo sim ser o próximo Exaltasamba, mas do nosso jeito', diz Jorge Farias. Primeiro single está previsto para final de outubro. Menos é Mais é o mais novo grupo queridinho das playlists de quem curte pagode. Ainda mais aquele estilo com tom de nostalgia dos anos 90. Só o medley com "Melhor Eu Ir", sucesso na voz de Péricles, "Ligando Aos Fatos", do grupo Pique Novo, "Sonho de Amor", do grupo Nosso Sentimento, e "Deixa Eu Te Querer", de Gustavo Lins, tem mais de 213 milhões de visualizações no YouTube. Com o sucesso na internet, o Menos é Mais entrou para o mesmo escritório de Mumuzinho e Dilsinho, assinou com a Som Livre e prepara o primeiro álbum com músicas autorais previsto para novembro. Criado em 2016, o grupo de Brasília costumava fazer pagodes na cidade e os medleys com hits antigos sempre foram o carro-chefe do repertório. "Pagode é a essência da gente, sempre ouvimos, então desde o começo a gente quis colocar as melhores músicas", diz o vocalista Duzão em entrevista ao G1. "Nós nos identificamos com esse pagode raiz, que a gente gosta de tocar e o pessoal gosta de ouvir desde Exaltasamba, Revelação", completa Jorge Farias, um dos fundadores e percussionista do grupo. O grupo ainda é formado pelos músicos Gustavo Góes, Ramon Alvarenga e Paulinho Félix. O último foi o responsável por fazer os arranjos que ficaram famosos. O termômetro para escolher as músicas de cada faixa costumava ser as rodas de samba que o grupo fazia antes da pandemia. "Paulinho entendia no palco o que realmente a galera gostava, a gente pontuava e ele fazia a união dos medleys", explica Farias. O percussionista e arranjador diz que preparava as músicas em casa e mandava para os meninos, e tinha sempre uma preocupação: "A gente tem a nossa identidade da percussão, né? Eu sempre procurei deixar isso bem na frente", explica Paulinho. Novo Exaltasamba? Os grupos de pagode eram muito fortes nos anos 90 e começo dos anos 2000, mas nos últimos anos artistas como Ferrugem, Dilsinho e Mumuzinho foram os maiores destaques no gênero. As comparações com grupos antigos, como Exaltasamba, começam a surgir, mas não incomodam o Menos é Mais - pelo contrário. "A gente é muito fã e ser comparado como novo Exaltasamba é só felicidade", diz Jorge Farias. "Qual pagodeiro não queria ter o sucesso que eles tiveram, marcar tantas músicas? É nosso desejo sim ser o próximo Exaltasamba, mas do nosso jeito, com a cara do Menos é Mais", completa. Duzão, vocalista do Menos é Mais, grava primeiro disco do grupo de pagode de Brasília Divulgação/Ricardo Ribeiro O grupo tem as raízes fortes em Brasília e diz que a internet foi importante para a projeção fora da cidade. Eles começaram a fazer shows fora do eixo Rio-São Paulo no começo do ano, mas a pandemia impossibilitou uma agenda lotada. Mesmo assim, o grupo viu os números do disco "Churrasquinho Menos É Mais" aumentarem mesmo com o público em casa. "O pagode acaba sendo um gênero que é muito de se curtir em casa, com a família. O próprio 'Churrasquinho', a reunião que a gente fez no quintal de uma casa, era algo que a gente já fazia nas nossas casas", explica Gustavo Góes, outro fundador do grupo. Lives de pagode superam funk e pop com foco na nostalgia e fazem disparar audiência dos artistas Para mostrar o rosto do pagode de Brasília, o "Churrasquinho", lançado em abril, tem a participação do grupo conterrâneo Di Propósito e do Vou Zuar, de Niterói. "A intenção era ser um pagode gostoso para o pessoal ouvir sem ter toda aquela produção. Pegamos ainda carona com o fato de unir os grupos e ter essa força dos grupos independentes juntos", explica Farias. Ao todo a banda já lançou quatro discos com medleys de pagodes e os singles autorais "Vai Me Dando Corda", "Recaídas" e "Na Voz do Povo". 1º disco de inéditas O grupo e o produtor do disco Rafael dos Anjos, nome conhecido no samba por tocar com Diogo Nogueira, Hamilton de Holanda e Arlindo Cruz, começaram a procurar músicas para o repertório do disco de inéditas em junho. Paulinho Félix, Gustavo Goés e Jorge Farias no estúdio em que o grupo Menos é Mais grava primeiro disco de músicas autorais Divulgação/Ricardo Ribeiro Xande de Pilares, Wilson Prateado, Diney e Thiago Soares estão entre os compositores das 16 músicas, que vão ser lançadas em EPs a partir do final de novembro. O primeiro single está previsto para final de outubro, mas ainda não há data exata do lançamento. "O álbum vai vir com muito pagode, muita alegria e muito amor, porque tem machucar um pouquinho o coração, tem que sofrer um pouquinho, tem que chorar, tem que lembrar do ex sim. A galera pode esperar que vai vir uma pedrada", comenta Ramon Alvarenga. "O pessoal não vai ver nada diferente do que já viram em outros vídeos, que é a percussão na frente, a batucada e muita música romântica, animada", completa Gustavo Góes. Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Valerie Bertinelli, ex de Eddie Van Halen, presta tributo ao guitarrista: 'Vejo você em nossa próxima vida'

G1 Pop & Arte Atriz e músico foram casados por 20 anos. Eddie morreu nesta terça-feira (6), aos 65 anos, após longa batalha contra o câncer. Valerie Bertinelli, ex de Eddie Van Halen, presta tributo ao músico: 'Vejo você em nossa próxima vida, meu amor' Reprodução/Instagram A atriz Valerie Bertinelli usou as redes socais para prestar homenagem ao ex-marido, Eddie Van Halen. O músico morreu nesta terça-feira (6), aos 65 anos, após longa luta contra um câncer de garganta. "Quarenta anos atrás, minha vida mudou pra sempre quando te conheci. Você me deu a verdadeira luz em minha vida, nosso filho, Wolfgang. Durante todo o seu desafiador tratamento contra o câncer, você manteve seu maravilhoso espírito lindo e aquele sorriso travesso. Sou muito grata por Wolfie e eu termos podido te abraçar em seus últimos momentos. Vejo você em nossa próxima vida, meu amor", escreveu Valerie Bertinelli. Com o texto, a atriz compartilhou uma imagem em que aparece ao lado de Eddi e com o filho nos braços. Wolfgang comentou o post: "Te amo, mãe". Bertinelli e Eddie se casaram em 1981, permancendo juntos por 20 anos. O casal se separou em 2001 e assinou o divórcio em 2007. Vote: Quais as melhores músicas com a guitarra de Eddie Van Halen? Initial plugin text Eddie Van Halen morre aos 65 anos de câncer 'Melhor pai que eu poderia ter pedido' De acordo com fontes do site TMZ, o músico estava internado no hospital St. John na cidade de Santa Monica, nos Estados Unidos. Ele estava acompanhado de sua mulher, Janie, do filho, Wolfgang, e de Alex, seu irmão e baterista da banda. "Não acredito que tenho de escrever isso, mas meu pai, Edward Lodewijk Van Halen, perdeu sua longa e árdua batalha contra o câncer esta manhã. Ele era o melhor pai que eu poderia ter pedido", escreveu Wolfgang em suas redes sociais. "Cada momento que compartilhei com ele no palco e fora dele foi um presente. Meu coração está partido e eu acho que jamais me recuperarei totalmente dessa perda. Eu te amo muito, pai." Veja imagens do show do Van Halen no Rio de Janeiro nos anos 80 Veja Mais

Eddie Van Halen morre aos 65 anos; veja repercussão

G1 Pop & Arte Lendário guitarrista e fundador da banda Van Halen morreu nesta terça-feira (6). 'Espero que você toque com o Jimi hoje à noite', escreveu Flea, do Red Hot Chili Peppers. Relembre 5 solos marcantes de Eddie Van Halen Músicos lamentaram a morte de Eddie Van Halen aos 65 anos nesta terça-feira (6). O guitarrista e fundador da banda Van Halen lutava contra um câncer na garganta. FOTOS: Reveja momentos da carreira de Van Halen De acordo com fontes do site TMZ, o músico estava internado no hospital St. John na cidade de Santa Monica, nos Estados Unidos. Ele estava acompanhado de sua mulher, Janie, do filho, Wolfgang, e de Alex, seu irmão e baterista da banda. Eddie Van Halen toca o acorde final de 'Jump' durante show do Van Halen no Continental Airlines Arena, em East Rutherford, em junho de 2004 John Munson/NJ Advance Media via AP/AP Veja homenagens postadas nas redes sociais: Aerosmith "Descanse em paz, Eddie Van Halen. Sentiremos sua falta #Lenda", escreveu o perfil da banda no Twitter. Initial plugin text Flea, baixista e fundador do Red Hot Chili Peppers "Eu amo você, Eddie Van Halen, um garoto de Los Angeles, um verdadeiro roqueiro. Eu espero que você toque com o Jimi hoje à noite. Boa passagem para o outro lado, meu irmão". Initial plugin text Billy Idol, músico "Descanse em paz, lenda da guitarra. Nós vamos sentir sua falta". Initial plugin text Gene Simmons, músico e fundador do Kiss "Meu coração está partido. Eddie não era apenas um deus da guitarra, mas uma alma genuinamente bonita. Descanse em paz, Eddie!" Tommy Thayer, músico do Kiss "Tão triste ouvir isso", escreveu no Twitter. Fred Sablan, baixista de Marilyn Manson "Descanse em paz um dos melhores de todos os tempos" Initial plugin text Babu Santana, ator e cantor Initial plugin text Beto Lee, músico Initial plugin text Brian Ray, músico "Essa é uma manchete tão chocante. Eddie deu às crianças em todos os lugares objetivos e sonhos de que um dia, eles também poderiam brincar como ele. RIP, Eddie Van Halen. Último dos deuses da guitarra", escreveu no Twitter. Geezer Butler, músico e fundador do Black Sabbath "Quando eu penso que 2020 não poderia ficar ainda pior, escuto sobre a morte de Eddie Van Halen. Tão chocante - um dos homens mais legais que eu já conheci e fiz turnê junto. Um verdadeiro cavalheiro e verdadeiro gênio. Descanse em paz. Tão triste". Initial plugin text Jimmy Kimmel, apresentador Initial plugin text João Gordo, músico Initial plugin text Lenny Kravitz, músico "Edward Van Halen: lendário guitarrista e músico inovador. 1995-2020. O céu vai estar elétrico hoje a noite". Initial plugin text Marcelo Mariano, músico Initial plugin text Ricardo Confessori, baterista do Angra e do Shaman Initial plugin text Supla, músico Initial plugin text Teresa Cristina, cantora Initial plugin text Todd Dammit Kerns, músico "Coração completamente partido. Adeus para o melhor que existiu e vai existir. Descanse em paz". Initial plugin text Eddie Van Halen, guitarrista, morre aos 65 anos VÍDEOS: relembre personalidades que morreram em 2020 Veja Mais

Disney diz que não autorizou Joice Hasselmann a usar imagens de Muppets nas eleições

G1 Pop & Arte Uso indevido de direitos autorais configura crime e é passível de multa e até prisão pela lei brasileira. Candidata à Prefeitura de SP divulgou vídeo nas redes sociais com imagens da Miss Piggy. Assessoria diz que Joice não irá se manifestar sobre o caso. Joice usa imagens de filmes da Disney sem autorização de direitos autorais Twitter/reprodução A candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSL, Joice Hasselmann, não tem autorização da Disney Do Brasil para usar em sua campanha política publicitária imagens de filmes da Disney, entre eles "Os Muppets". Um vídeo com imagens do filme e de outros clássicos da Disney foi publicado pela candidata no Twitter na sexta-feira (2) e divulgado nas redes sociais na semana passada. Depois do rompimento de Joice com o governo federal, os bolsonaristas passaram a atrelar a candidata a imagens de "porcas", como a Miss Piggy, dos "Muppets", da Disney, e a Peppa Pig, protagonista de uma animação britânica. Joice foi líder do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara dos Deputados e se desentendeu com a ala bolsonarista após fazer denúncias sobre o suposto uso da máquina pública para divulgação de campanhas nas redes sociais através de perfis falsos e fake news. Imagens e informações contidas em filmes, livros e material musical possuem, no Brasil, direitos autorais. O uso precisa ser autorizado, cedido ou adquirido, por meio de pagamento de direitos patrimoniais. A aplicação indevida de obras é sujeita a penas cíveis e penais, configurando crime a usurpação de direitos autorais, com pena que pode chegar à reclusão de 2 a 4 anos de prisão, caso haja fins financeiros. Em nota ao G1, a Disney do Brasil disse que "realmente, não foi cedido direitos de uso de imagem" por parte da empresa para a campanha de Joice. Questionada sobre se iria ingressar com ação judicial para retirar o vídeo do ar e proibir a divulgação, a Disney disse que não iria fazer mais nenhum comentário a respeito. A assessoria de imprensa da campanha de Joice Hasselmann disse que não irá se manifestar sobre o caso. Initial plugin text Eleições 2020: Funciona Assim Veja Mais

'Sob pressão - Plantão Covid' teve testes semanais em elenco e atuação 'só com os olhos'

G1 Pop & Arte Trama vai mostrar 'retrato humano' de médicos e '2º plano político' da pandemia. Equipe foi uma das primeiras a filmar fora do confinamento no país; entenda os bastidores da gravação. Marjorie Estiano é a médica Carolina em 'Sob pressão' Divulgação/TV Globo “Sob pressão - Plantão Covid” teve uma das primeiras equipes brasileiras de dramaturgia convencional - fora do confinamento - a voltar a trabalhar durante a pandemia do coronavírus. Foram quatro meses desde a concepção da ideia de mostrar a rotina em um hospital de campanha para pacientes infectados até a finalização dos dois episódios especiais, que começam ao ir ao ar na Globo nesta terça-feira (6). Gil e Chico se unem em música para 'Sob pressão - Plantão Covid'; 'Hino do momento', diz diretor As cenas foram filmadas em um hospital cenográfico construído com tendas, como os da vida real, nos Estúdios Globo, no Rio, especialmente para a série. 'Sob Pressão: Plantão Covid' homenageia profissionais de saúde durante a pandemia Para manter a segurança no set, os atores eram testados semanalmente para o coronavírus - ninguém foi contaminado durante as gravações -, além de seguirem os protocolos de higiene adotados pela emissora durante a pandemia. Entre eles, o uso de máscaras era obrigatório não só nos bastidores, mas também, por se tratar de uma trama que se passa em um hospital, na maior parte das cenas. Interpretar virou um exercício que se faz com metade do rosto escondida. “Esse foi um ponto de preocupação porque a máscara cobre nosso rosto. Você não tem a boca, os reflexos na cor da pele. Na atuação, o corpo todo reage. Mas a gente ficou só com os olhos” explica Marjorie Estiano. Na nova história, sua protagonista Carolina deixa o trabalho humanitário na Amazônia, ao lado do marido, Evandro (Julio Andrade), quando os dois são convocados para trabalharem na linha de frente do combate à pandemia. “Atuar com equipamento de proteção foi uma das maiores novidades pra gente. Ainda não sabemos como vai ser a recepção do público. Me preocupo se vamos conseguir passar emoção só com os olhar”, completa Julio. A barreira do equipamento de segurança, que também inclui face shield (viseira plástica cobrindo o rosto), luvas, gorro e capote impermeável, gerou ainda outra dificuldade: a captação das vozes dos atores e de outros sons no set. A equipe precisou regravar algumas cenas para conseguir um áudio mais limpo. Retrato humano e político Por tudo isso, Julio diz que foi um trabalho exaustivo. “Dá para fazer, mas cansa muito mais. A sensação que eu tinha era de que estava fazendo uma temporada inteira.” “Mas é algo que vai fazer a sociedade pensar”, avalia o diretor artístico Andrucha Waddington. “Estamos lidando com um retrato muito sólido do que acontece dentro de um hospital de campanha, sem fake news. Tanto a temática humana quanto o segundo plano político, está tudo retratado.” Marjorie Estiano e julio Andrade em cena de 'Sob pressão - Plantão Covid' João Faissal/TV Globo Entraves políticos, que marcaram a pandemia no Brasil, terão reflexo na trama dos novos episódios, “com as liberdades que a ficção permite”, segundo o autor Lucas Paraizo. “Nenhuma história é gratuita. A pontuação que fazemos com questões como a corrupção na saúde volta, mas de forma extremamente orgânica na série. Não temos um inimigo, estamos defendendo a saúde pública. Esse é nosso objetivo principal.” A trama se passa entre o segundo e terceiro mês de pandemia, quando ainda se sabia pouco sobre possíveis tratamentos ou vacinas contra o coronavírus. “Decidimos não abordar tipos específicos de tratamento ou de vacina”, explica Paraizo. “Ainda não temos distanciamento crítico para sentenciar qualquer certeza. Por isso a história é focada nos dramas dos personagens.” Os médicos Décio (Bruno Garcia), Carolina (Marjorie Estiano) e Mauro (David Junior) em 'Sob pressão - Plantão Covid' Divulgação/TV Globo “Sob pressão - Plantão Covid” tem a consultoria médica do cirurgião torácico Marcio Maranhão, autor do livro “Sob pressão - A rotina de guerra de um médico brasileiro”, que deu origem ao filme de 2016 a às temporadas da série na TV. Ele, que trabalhou em um hospital de campanha, no Rio, adianta que, mais do que histórias de pessoas que enfrentaram a Covid, os capítulos especiais querem mostrar como a pandemia afetou as emoções e a vida prática dos médicos. São temas como separação da família, o medo de se contaminar, os novos protocolos aos quais esses profissionais tiveram pouquíssimo tempo para se adaptar. “E também as mudanças na relação com os pacientes. Muitos médicos adotaram um olhar mais generoso, uma postura de cuidado, de amparo”, acrescenta Maranhão. Equipe de hospital retratado em 'Sob pressão - Plantão Covid' mostra crachás com sorrisos para confortar pacientes Divulgação/TV Globo Com sorrisos escondidos pelas máscaras, os funcionários do hospital retratado na trama adotam crachás em que aparecem com expressões acolhedoras para confortar colegas e pacientes. Drica Moraes, que como a infectologista Vera atuou em “home office” por fazer parte do grupo de risco da Covid-19 - ela tratou uma leucemia em 2010 -, resume o espírito dos novos episódios: "É um documento. Mais do que ficção ou entretenimento, é um registro de como a humanidade passou por esse período de pandemia. Um retrato real.” VÍDEOS: Personalidades contam o que aprenderam com a crise do coronavírus Veja Mais

Rhonda Fleming, uma das pioneiras do cinema em cores, morre aos 97 anos

G1 Pop & Arte Informação foi confirmada neste sábado pela assessora pessoal da atriz ao jornal "New York Times"; ela morreu na quarta em um hospital na Califórnia. A atriz Rhonda Fleming posa para foto em Hollywood, imagem feita em 1982 Wally Fong/AP Rhonda Fleming, uma das pioneiras do cinema em cores, morreu aos 97 anos na Califórnia, Estados Unidos. A informação foi confirmada por sua assistente pessoal, Carla Sapon, ao jornal "New York Times" neste sábado (17). A estrela de "Quando Fala o Coração" (1945), de Alfred Hitchcock, estava internada no hospital Saint John’s Health Center, na cidade de Santa Monica. Ela morreu na quarta-feira (14), e a causa da morte não foi revelada. Reportagem em atualização. Veja Mais

Lei Aldir Blanc: 1.351 cidades ainda não cadastraram planos de ação para receber recursos

G1 Pop & Arte Número representa um quarto dos municípios do país. Prazo termina neste sábado (17). Lei Aldir Blanc foi publicada em junho de 2020 com objetivo de ajudar artistas informais 1.351 cidades brasileiras ainda não cadastraram planos de ação para receber recursos da Lei 14.017, mais conhecida como Lei Aldir Blanc. O prazo vai até sábado (17). A lei aprovada em junho prevê o pagamento de auxílio de R$ 600 mensais para artistas informais como parte de um pacote de R$ 3 bilhões para a área, que serão transferidos da União para estados, Distrito Federal e municípios. Os estados com menores taxas de adesão são Roraima, Rondônia, Amazonas e Goiás. Já Rio de Janeiro, Ceará e Amapá têm quase 90% das cidades com planos cadastrados para receber o auxílio. Dos 5.570 municípios do país, 2.584 já receberam recursos da Lei, mas isso não quer dizer que o dinheiro já esteja na mão dos artistas. O número dos municípios que não enviaram planos de ação representa um quarto do total. Veja perguntas e respostas abaixo. A lei Aldir Blanc, como ficou conhecida, tem objetivo de ajudar profissionais e organizações culturais que perderam renda em razão da crise do coronavírus. O que é a lei de apoio emergencial à cultura? A lei 14.017 estabelece o repasse de recursos financeiros da União para estados, Distrito Federal e municípios. O valor do repasse estabelecido pela lei é de R$ 3 bilhões e se destina principalmente a três finalidades: Pagamento de uma renda emergencial aos trabalhadores da cultura em três parcelas de R$ 600 (leia mais abaixo); Subsídio mensal para manutenção de micro e pequenas empresas e demais organizações comunitárias culturais e também de espaços artísticos que tiveram que paralisar as atividades por causa da pandemia; Realização de ações de incentivo à produção cultural, como a realização de cursos, editais, prêmios. Quem pode receber o auxílio de R$ 600? Segundo o texto, se enquadram como trabalhadores da cultura: artistas, contadores de histórias, produtores, técnicos, curadores, trabalhadores de oficiais culturais e professores de escolas de arte e capoeira. Quais são os requisitos necessários? Para estar apto a receber, o trabalhador precisa preencher alguns requisitos: Ter trabalhado ou atuado socialmente na área artística nos 24 meses anteriores à data da publicação da lei; Não ter emprego formal; Não receber outro benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal (com exceção do Bolsa Família); Ter renda familiar mensal de até meio salário-mínimo por pessoa ou total de até três salários-mínimos; Não ter recebido mais de R$ 28.559,70 em 2018; Não receber auxílio emergencial. Quantas parcelas do auxílio serão pagas a artistas? A lei estabelece o pagamento de três parcelas mensais de R$ 600. Os pagamentos se referem aos meses de junho, julho e agosto. Além disso, ela também diz que o auxílio pode ser prorrogado no mesmo prazo de prorrogação do auxílio emergencial. Como será feita a divisão dos recursos entre estados e municípios? O texto já estabelece como deve ser feita a divisão: 50% fica destinado aos estados e ao Distrito Federal. Já a repartição do dinheiro entre os estados segue duas formas distintas: 80% dele será repassado aos estados em proporção ao tamanho de sua população e os outros 20% seguem os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). Os outros 50% serão enviados aos municípios e ao Distrito Federal. A divisão entre eles é parecida com a feita pelos estados, mas quem define os critérios de rateio dos 20% é o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Existe um prazo para o uso desse recurso? As cidades têm até 60 dias para usar o dinheiro repassado, a partir da data do recebimento do recurso. Caso não utilizem esse valor no prazo, ele tem que ser revertido ao fundo estadual de cultura ou outros órgãos responsáveis pela gestão de recursos culturais no estado onde está o município. A lei não trata de recursos repassados aos estados e não utilizados. No entanto, uma medida provisória publicada no Diário Oficial da União prevê que os recursos que forem enviados aos municípios e não forem utilizados nem repassados em seguida aos estados deverão ser devolvidos à União em até 120 dias. A MP também não trata de valores repassados diretamente aos estados que não tenham sido utilizados. Com o veto presidencial ao prazo de 15 dias, o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Jonas Donizette, afirmou nesta terça-feira (30) que enviará um ofício ao governo para pedir que seja definido um novo prazo, e que ele não seja longo. Donizette, que é prefeito de Campinas (SP), diz que os recursos não podem demorar mais de 30 dias para envio aos municípios, tendo em vista o “momento de emergência” que o setor cultural vive com a pandemia. Quais as regras para o pagamento de subsídio a espaços culturais? O subsídio para manutenção de espaços, pequenas empresas e organizações comunitárias pode variar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil por mês. Os critérios serão estabelecidos pelo gestor local. Para poder receber o valor, eles precisam estar inscritos em pelo menos um cadastro de projetos culturais do estado ou Distrito Federal. Segundo o texto, se enquadram nessa categoria teatros, livrarias, sebos, ateliês, feiras, circos, produtoras de cinema, e várias outras categorias, desde que tenha gestão independente. Espaços ligados à administração pública (como prefeituras e governos estaduais) e a empresas não têm direito de receber o subsídio. Haverá linha de crédito especial? A Lei também prevê que bancos federais poderão disponibilizar linhas de crédito e condições para renegociação de dívidas a trabalhadores do setor cultural ou a micro e pequenas empresas. As linhas de crédito serão destinadas a fomento de atividades e comora de equipamentos. Já o pagamento dos débitos só será feito a partir de 180 dias após o fim do estado de calamidade pública e deve ser feito mensalmente, em até 36 meses. Para empregadores, tanto a linha de crédito como as condições para renegociação de dívidas serão concedidas diante do compromisso de manutenção do número de empregos que tinham no dia 20 de março de 2020. De onde sairão os recursos para repasse? O projeto prorroga por um ano o prazo para aplicação de recursos em projetos culturais já aprovados e estabelecidos em algumas leis, como o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), o Plano Nacional de Cultura (PNC) e o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Na avaliação dele, os recursos não podem demorar mais que 30 dias para serem enviados aos municípios, tendo em vista o “momento de emergência” que o setor cultural vive com a pandemia. Segundo o prefeito, o governo pode estabelecer o prazo por portaria. Já sobre a MP que dá 120 dias para estados e municípios devolverem os recursos da União que não forem usados, Donizette afirma que o tempo é razoável e que prefeitos e governadores precisam ser ágeis para o “dinheiro chegar para quem precisa”. “Acho que é razoável. Essa questão é o seguinte: se é algo emergencial, as prefeituras e os estados têm que fazer de forma rápida”, resumiu. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Filme 'embranquecerá' Cleópatra? Como era uma das mulheres mais poderosas da história antiga

G1 Pop & Arte Muitos comemoraram produção majoritariamente feminina que deve evitar clichês de filmes anteriores; mas muitos queriam atriz africana ou árabe para representar figura histórica. Estátuas de Cleópatra foram preservadas, mas historiadores dizem não ser possível determinar como exatamente era o rosto da rainha egípcia Getty Images via BBC Eternizada no imaginário popular com a pele branca e os olhos azuis da atriz britânica Elizabeth Taylor, a rainha Cleópatra 7ª suscita debates há séculos em torno de sua astúcia política, sua beleza, sua identidade e seu legado à frente do Egito. As disputas em torno dela ganharam novo impulso nesta semana com a divulgação de que a monarca do Egito será vivida no cinema pela atriz israelense Gal Gadot, conhecida por seu papel de Mulher-Maravilha. "Nós esperamos que mulheres e garotas ao redor do mundo que aspirem contar suas histórias nunca desistam de seus sonhos. Nós vamos fazer suas vozes serem ouvidas, por e para outras mulheres", disse Gadot, ao anunciar a produção em seu perfil no Instagram, com 43,7 milhões de seguidores. O longa, ainda sem previsão de estreia, será dirigido por Patty Jenkins, diretora de Mulher-Maravilha. Se de um lado muitos comemoraram uma produção majoritariamente feminina que deve evitar clichês de mulher sedutora de filmes anteriores, de outro, muitos criticaram a escolha da atriz para o papel sob acusações de embranquecimento (whitewashing) da figura histórica, descendente de uma dinastia grega ligada ao rei macedônio Alexandre, o Grande, mas que provavelmente era de etnia mista. Cobravam a escalação de uma atriz de origem africana ou árabe. Mas qual é a verdadeira origem e história da última governante da dinastia ptolomaica, que comandou o Egito de 51 a.C. até 30 a.C., trouxe prosperidade e paz a um país falido e soube tirar proveito político da aproximação de dois generais romanos? Para a historiadora britânica Mary Beard, as milhares de representações de Cleópatra ao longo do tempo são "baseadas em uma série perigosa de deduções de evidências fragmentárias ou flagrantemente não confiáveis". Sabe-se tão pouco sobre ela que Beard defende que Cleópatra deveria aparecer para nós hoje como "a rainha sem rosto". A modelo e atriz israelense Gal Gadot, intérprete da Mulher Maravilha, durante o painel do filme na Comic-Con International: San Diego 2016 Chris Pizzello/Invision/AP Origem e linhagem Cleópatra nasceu em torno do ano de 69 a.C. no Egito. Seu nome, de origem grega, significa "grande como o pai". Seu pai, o faraó Ptolomeu 12, pertencia a uma linha de monarcas da dinastia ptolomaica, que teve suas raízes no ano de 332 a.C.. Naquele ano, Alexandre, o Grande, liderou tropas macedônias e gregas numa batalha que libertou os egípcios do domínio dos persas. Alexandria passou a ser a nova capital do Egito. A cidade se tornou "a capital das palavras helenísticas da palavra grega, onde ficavam os livros de escritores muito importantes do passado. E vemos como a nova cultura grega meio que vai junto com a antiga tradição religiosa egípcia, que já existia havia 3.000 anos", explica o egiptólogo Christian Greco, do Museu Egípcio de Turim, na Itália. Quando Alexandre, o Grande, morreu em 323 a.C., seu reino foi dividido. É aí que a posição de governante do Egito foi reivindicada por Ptolomeu 1º, filho de um nobre da Macedônia que dá início à dinastia ptolomaica. A partir dali, o Egito seria governado por seus descendentes até a morte de Cleópatra 7ª, no ano de 30 a.C, mais de 300 anos depois. O Egito se tornaria um dos reinados mais poderosos do mundo, e um dos últimos a serem dominados pelos romanos. Essa mistura de povos e locais, associada à falta de informações confiáveis sobre a dinastia ptolomaica e Cleópatra, alimenta debates há anos sobre a rainha do Egito. Afinal, ela era norte-africana, grega ou macedônia? Tudo indica que ela era de origem étnica mista. Segundo pesquisadores do Instituto Arqueológico Austríaco, análises da ossada de uma irmã de Cleópatra apontaram em 2009 que a rainha egípcia era, em parte, africana. A conclusão foi tirada após a identificação do esqueleto da irmã mais nova de Cleópatra, a princesa Arsinoe, encontrado em uma tumba de mais de 2.000 anos em Éfeso, na Turquia. As evidências obtidas pelo estudo das dimensões do crânio de Arsinoe indicam que ela tinha algumas características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros. Mas há também outras questões de identidade envolvidas no debate sobre a origem de Cleópatra. Segundo Maria Wyke, professora de latim da University College de Londres (UCL), há uma grande disputa para reivindicar Cleópatra enquanto egípcia. "No século 19, havia um debate sobre se ela tinha sangue egípcio, em parte porque há tão pouca informação, se é que há alguma, sobre sua mãe ou sua avó. Mas no final do século 20, a questão não era se Cleópatra era egípcia no sentido genético, mas se ela era negra." E continua: "isso emerge principalmente na década de 1990 com o surgimento do afrocentrismo tendo o Egito como ponto de partida. Assim, Cleópatra se tornou a personificação de uma mulher poderosa na origem da história africana. Portanto, reivindicar Cleópatra como negra tendo uma base histórica ou não é irrelevante. Reclamá-la como negra se torna um importante contra-ataque aos preconceitos de gênero e raça e à apropriação de Cleópatra feita pelo homem branco do mundo ocidental ao longo do tempo". Moeda com imagem de Cleópatra British Museum via BBC De acordo com Joyce Tyldesley, professora de egiptologia da Universidade de Manchester e autora de Cleópatra: A Última Rainha do Egito, a rainha egípcia "manipulou a religião egípcia para que fosse vista como uma encarnação viva da deusa Ísis, o que lhe permitiu consolidar completamente sua posição de poder". E, para Tyldesley, essa manipulação da religião contém a chave para o grande mistério que a atormentou enquanto escrevia o livro sobre Cleópatra. "Havia uma pergunta que me perseguia o tempo todo: será que Cleópatra se considerava egípcia? Acho que sim. Ela era uma rainha do Egito. O que mais ela teria se considerado? Seu pai era um rei do Egito, uma de suas irmãs tinha sido rainha. Acho que ela teria se considerado uma egípcia, ainda que não fosse uma egípcia nativa, mas uma egípcia grega." Segundo ela, conforme os gregos se estabeleceram no Egito, havia duas populações vivendo lado a lado, e ambas começando a se familiarizar com a cultura uma da outra. "Acima de tudo, Cleópatra estava começando a usar a cultura egípcia, especialmente em termos de religião. Outros Ptolomeus já haviam feito algo semelhante antes, em menor grau, mas é muito interessante que ela use uma base egípcia para se promover." Além das apropriações próprias e alheias em torno da identidade dela, há tentativas científicas de reconstituir os verdadeiros traços de Cleópatra, que lhe deram um rosto — dissociado do imaginário popular eternizado pela cultura ocidental. Em 2009, a arqueóloga e egiptóloga britânica Sally Ann Ashton utilizou imagens gravadas em artefatos antigos, como um anel que data da época do seu reinado, para compor o rosto da rainha egípcia. O rosto recriado pela egiptóloga aponta uma mulher de etnia mista, com traços egípcios e da sua herança grega. Rosto de Cleópatra, segundo reconstituição feita pela arqueóloga e egiptóloga britânica Sally Ann Ashton Divulgação via BBC Poder acima da beleza e da sedução Por muito tempo, Cleópatra foi retratada como uma linda rainha do Egito que seduziu os romanos; ela fascinou o filósofo francês Pascal e inspirou obras de Shakespeare, pinturas de Tiepolo e alguns filmes de Hollywood. Mas para Tyldesley, da Universidade de Manchester, é preciso deixar todo esse imaginário popular de lado para entendê-la. "Ela não era essa (mulher) sedutora glamorosa de que os diretores parecem gostar tanto. Não há evidências de que ela tenha tido mais do que dois parceiros sexuais: Júlio César, a quem foi fiel até ele morrer, e Marco Antônio. Eu acho que gostamos de vê-la assim (como sedutora de vários homens). Há algo atraente nisso, mas é muito injusto." "Ela foi uma mulher muito inteligente. Ela governou por mais de 20 anos e conseguiu adiar o domínio romano sobre o Egito, algo que de certa maneira foi uma ameaça durante todo seu reinado. Além disso, ela assumiu um país depois de seu pai que estava na pobreza e o levou a se recuperar economicamente." Há outra suposta característica da rainha egípcia que é contestável. Graças a Shakespeare, Tiepolo e atrizes que a viveram em filmes, de Elizabeth Taylor a Amanda Barrie, a imagem moderna de Cleópatra é de uma beleza estonteante, sobre a qual não há qualquer evidência. "Não temos muitas imagens dela, e as que temos são muito estereotipadas. Sejam clássicas, parecendo uma rainha grega ou romana, ou egípcias. Elas estavam lá para representar ideias de realeza, em vez de mostrar como ela realmente era", diz Tyldesley. "As pessoas tendem a pensar que as moedas com a efígie dela são mais realistas e, se você olhar para elas, ela não é particularmente bonita, pois tem um nariz e queixo muito grandes. Mas então, quão preciso pode ser um retrato de moeda? Depende da habilidade da pessoa que faz a moeda, que pode não tê-la visto de verdade, e também do que ela queria retratar. Cleópatra pode ter desejado não parecer delicada e bonita, e pode ter buscado mostrar poder acima de tudo." É provável, então, que Cleópatra não tivesse sido incrivelmente bonita, nem uma femme fatale ou manipuladora do mal — e sim uma política astuta que, no final, teve o azar de estar do lado derrotado de uma grande disputa maior que ela. Elizabeth Taylor interpretou Cleópatra em um filme de 1963, ao lado de Richard Burton, no papel de Marco Antônio Getty Images via BBC Disputas de poder A trajetória de Cleópatra no comando do Egito foi repleta de disputas de poder dentro e fora de sua dinastia. A história de sua família, aliás, é repleta de assassinatos e traições. Para alguns pesquisadores, era algo como ser morto ou matar para se consolidar no trono — algo que a própria faria. A chegada dela ao poder não se deu sem obstáculos. Quando o pai de Cleópatra, Ptolomeu 12, morreu, as mulheres não podiam governar sem ter um homem ao lado. Então, seguindo as tradições, a solução encontrada foi Cleópatra, então com 18 anos, casar-se com seu irmão Ptolomeu 13, de dez anos, para que reinassem juntos. Seria questão de tempo até as disputas surgirem. Anos depois de assumirem o poder, Ptolomeu 13 conspirou contra a irmã para tirá-la do poder, o que a levou a fugir para Síria. Teria início ali uma guerra civil e fratricida pelo comando do Egito. Curiosamente, Roma também vivia uma batalha interna por poder, entre Júlio César e Pompeu, e as disputas acabaram se misturando. Praticamente derrotado, Pompeu foi ao Egito em busca do apoio de Ptolomeu 13, mas este fora aconselhado a não se aliar a Pompeu e a matá-lo para não se indispor com Júlio César. A estratégia acabou tendo o efeito inverso. Júlio César ficou furioso ao saber do assassinato do rival. Como consequência, o general romano foi até o Egito e promoveu uma trégua entre Cleópatra e Ptolomeu 13. Morte de Cleópatra retratada pelo pintor Jean-André Rixens, no século 19 Reprodução via BBC Ptolomeu 13 não havia desistido de comandar o Egito, e fez uma nova tentativa de lutar contra o general romano enquanto este ainda estava em Alexandria. Mas acabaria derrotado e morto durante a chamada Batalha do Nilo. Graças a sua aliança com Júlio César e Roma, a posição de Cleópatra no comando do país estava mais sólida. Segundo alguns historiadores, a rainha consolidou sua popularidade no Egito falando e se vestindo como uma egípcia enquanto cumpria suas obrigações oficiais, mas voltava ao grego no ambiente privado. Foi nessa época que ela decidiu ser a encarnação viva da deusa Ísis. Cleópatra e Júlio César acabaram se aproximando amorosamente, e passaram nove meses juntos em Alexandria, época em que ela engravidou do general romano. Cesarião nasceria em 47 a.C, mas nunca foi assumido publicamente pelo pai. Nova tragédia e novo amor Cleópatra foi com Júlio César para Roma, mas quando este foi assassinado por um grupo de senadores da República, em 44 a.C., ela retornou ao Egito, onde matou seu irmão mais novo, Ptolomeu 14, para governar o país ao lado do filho, Cesarião. Mas a trajetória de Cleópatra não ficaria muito tempo distante de Roma. A morte de Júlio César desencadeou uma nova disputa pelo comando do Império Romano. Em especial, entre o general Marco Antônio e o filho adotado de Júlio César, seu sobrinho, Otaviano. Cleópatra, então, formou uma aliança política — e amorosa — com Marco Antônio. Para alguns historiadores, o casal passou a viver uma vida de luxúria e devassidão em Alexandria — que, para alguns, teria sido uma forma de culto ao deus Dionísio. Ao longo desse período, eles tiveram três filhos. Do ponto de vista geopolítico, a associação com Marco Antônio acabaria sendo o grande erro estratégico de Cleópatra. "Ela só cometeu um erro, e foi ficar do lado de Marco Antônio, e não de Otaviano [que mais tarde se tornaria o imperador Augusto], quando eles lutaram. E foi um erro fácil de cometer. Se você estivesse apostando, não teria apostado em Otaviano", afirma Tyldesley, da Universidade de Manchester. No entanto, é provável que esse único erro fez de Cleópatra a figura mal representada que é hoje. Se ela tivesse escolhido o lado certo ou se Marco Antônio tivesse vencido, a história poderia ter tratado sua figura de maneira muito diferente — até mesmo levar ao seu esquecimento. Para Tyldesley, muitas descrições de Cleópatra como devassa e assassina vieram de autores romanos com interesses próprios. "O que aconteceu é que muitos dos faraós mais antigos foram esquecidos, mas Cleópatra conseguiu sobreviver porque fez parte da história romana, embora tenha sobrevivido como inimiga dos romanos, descrita por autores clássicos." Esses escritores romanos não prejudicaram Cleópatra apenas criando um mito em torno dela, segundo a egiptóloga. Eles também tiraram uma coisa importante de sua história: sua inteligência. Por outro lado, historiadores muçulmanos construíram outra imagem de Cleópatra com bases em registros locais, acessados após a conquista árabe do Egito por volta de 640 d.C. Segundo esses estudiosos, a rainha egípcia era erudita, cientista, filósofa e uma política astuta. 'Nenhuma sepultura na Terra trará um casal tão famoso' A derrocada trágica da rainha egípcia ocorreu durante a chamada Última Guerra Civil da República de Roma. Marco Antônio e Cleópatra somaram forças para lutar contra Otaviano, mas sofreram uma derrota desastrosa na famosa batalha naval de Áccio (perto da Grécia), em 31 a.C. O casal então fugiu para o Egito. Enquanto Cleópatra se escondia em seu mausoléu, seu amante partiu para sua última batalha, em que foi novamente derrotado por Otaviano. Segundo Lloyd Llewellyn-Jones, professor de História Antiga na Universidade de Cardiff, o general romano, devastado pela dor e vergonha da derrota, acabou se jogando sobre a própria espada ao receber falsas informações de que a rainha do Egito também havia morrido. "Mas Cleópatra ainda estava viva: ela se escondera em sua tumba, para onde Marco Antônio foi levado após se ferir com a espada — ele finalmente teria sucumbido aos ferimentos abraçado nos braços da amante. Em vez de cair sob o domínio romano, Cleópatra, cercada por suntuosas pérolas, ouro, prata e inúmeros tesouros egípcios, cometeu suicídio em 12 de agosto de 30 a.C." Ao morrer, Cleópatra tinha 39 anos. Foi mumificada e enterrada ao lado de Marco Antônio, com quem vivera por 11 anos. Cleópatra cometeu suicídio em 12 de agosto de 30 a.C Getty Images via BBC Quase 16 séculos depois, o dramaturgo inglês William Shakespeare escreveu na peça Antônio e Cleópatra: "Nenhuma sepultura na Terra trará um casal tão famoso". Só que a localização do túmulo é um enigma que até hoje não foi desvendado. Se eles estão enterrado em Alexandria, a região se tornou cada vez mais difícil de ser estudada, já que a maior parte da cidade hoje está submersa. Com a morte de Cleópatra e o fim da dinastia ptolomaica, o Egito finalmente se tornaria uma província do Império Romano. Desinformação em torno do suicídio de Cleópatra Curiosamente, até mesmo a verdade sobre o acontecimento mais famoso de sua vida, seu suicídio, é incerta. Os principais relatos dão conta de que ela induziu uma víbora-áspide a picá-la. "Essa coisa da cobra é interessante. Não há evidências para dizer como ela morreu. Um relato menciona uma cobra, e de repente todas as imagens que temos de Cleópatra têm uma cobra. Mas as cobras estão ligadas à realeza egípcia, então poderia ser simplesmente um caso de imprecisão", afirma Tyldesley, da Universidade de Manchester. "O mais próximo que temos de um testemunho ocular, que na verdade foi escrito centenas de anos depois, diz que ela tinha marcas de perfurações no braço, que podem ser qualquer coisa, inclusive nada. Mas é uma bela história." Para Wyke, da University College de Londres, o suicídio de Cleópatra tem conotação política, e não romântica pela perda do amante. "Eu acho que os romanos viam o ato não de sofrimento e tristeza pela morte de Marco Antônio, mas como um ato de orgulho, uma tentativa de escapar das consequências da captura, porque ela sabia que, se fosse capturada, seria levada de volta para Roma, arrastada pelas ruas como uma conquista romana e possivelmente executada." E conclui: "A morte dela parece ser um ato político. Independentemente da forma que tenha ocorrido, você pode acreditar que uma rainha tão dotada do poder da autorrepresentação garantiria que morreria de uma forma que correspondesse a sua autoridade como governante de um grande reino". Veja Mais

Sandy lança EP para expressar sentimentos na pandemia com nova versão de 'Tempo' e duas releituras: 'Me traduzi em música'

G1 Pop & Arte Trabalho '10:39' será lançado nesta quarta-feira (14) e inclui gravações de 'Piloto Automático', de Supercombo, e 'Lua Cheia', de 5 a Seco. Cantora fala sobre clipes e sequência da carreira solo. Sandy durante show da turnê 'Nossa História', em SP Fábio Tito/G1 Uma jornada por três canções durante dez minutos e 39 segundos condensa parte dos sentimentos da cantora Sandy na pandemia do novo coronavírus e um desejo que vai além de uma "licença poética" no ano em que completa uma década de carreira solo: se "traduzir em música" para sensibilizar fãs com uma mensagem que sobrepõe empatia e gratidão aos discursos de ódio. Com nome inspirado na duração do trabalho, o EP "10:39" será lançado em uma plataforma de músicas a partir da meia-noite desta quarta-feira (14) e reúne, além de nova versão de "Tempo", releituras de "Piloto Automático", de Supercombo, e "Lua Cheia", de 5 a Seco, e se destaca por clipes onde ela se emociona. Sandy explicou que o novo trabalho é um momento único de expressão durante transmissão restrita a jornalistas, na noite desta terça-feira (13). Segundo ela, as três canções permitiram que ela se sentisse "completa e suficiente" ao tentar retratar não somente as adversidades do momento, mas esperança. "Senti nessas músicas aquilo que eu queria dizer, me tocaram de um jeito diferente [...] Quis me expressar considerando o sentimento das pessoas", ressaltou. A cantora destacou que os clipes foram gravados no haras de um amigo, em Itatiba (SP), mas a sensação transmitida aos fãs é de que, em alguns momentos, ela está em uma floresta. Em um deles, a cantora vai às lágrimas e afirma que não precisou de outras referências para se emocionar. "Era impossível não viver aquilo que estava cantando. Não precisei buscar fora de qualquer lugar dali, somente nas músicas que estava interpretando", falou ao destacar que os vídeos foram gravados em dois dias e a composição também buscou aprofundar sentimentos e ter uma licença-poética ao apresentar as músicas com "um jeitão diferente" e o momento é visto como exceção na trajetória. A proposta dela é para que fãs ouçam as músicas e assistam aos clipes em sequência, ainda que todos possam ser conferidos individualmente quando o material for divulgado. "Eu fiz com a intenção de que vissem os três clipes juntos, escutasse na sequência e por isso chama 10:39 [...] É uma unidade", contou a artista. Sandy destaca novo EP durante transmissão Reprodução / Zoom Próximos passos Sandy adianta que novos projetos da carreira solo devem ficar para 2021 e o EP é uma forma de se aproximar dos fãs em um ano simbólico. "Como é o momento que faço dez anos da carreira, ele pode ser encarado como um projeto especial, simbólico, sou uma pessoa que me expresso plenamente nos trabalhos, coloco minha alma, só sei fazer assim, ele é muito eu e me representa", falou a artista que em 2019 realizou a turnê "Nossa História", ao lado do irmão Júnior. A cantora evita descortinar detalhes dos próximos passos. "Eu ia fazer uma turnê um pouco diferente [neste ano] porque teria outras músicas, pretendia lançar músicas inéditas, vou retomar depois. É um projeto para o ano que vem." Conexões e 'olhar amoroso' Além de um caráter atemporal das letras e possibilidade de expressar sentimentos, tal como propõe na nova versão de "Tempo", Sandy diz que outros fatores foram relevantes para as escolhas. No caso de "Piloto Automático", de Supercombo, a cantora falou da importância sobre criar conexões e lembrou da passagem como jurada do programa SuperStar, da TV Globo, após sair da licença-maternidade. "Eu criei muitas conexões, eu procuro estar presente nas coisas. Por onde passo, eu crio, vejo com quem me identifico e trago aquilo que me completa de alguma maneira, acrescenta", ressaltou. Já com "Lua Cheia", da banda 5 a Seco, Sandy traz à tona a importância de valorização de sentimentos positivos em um momento que, segundo ela, tem sido marcado por discursos de ódio. "É um olhar mais amoroso com quem está ao nosso redor, ter empatia. Saber que, mesmo que ela está sendo chata, boba, sei lá, de uma maneira ignorante, tem que olhar e falar: 'É uma dificuldade que ela tem'. A gente tem que empatizar e entender as dificuldades. Não sair vomitando ofensas, tem que ajudar as pessoas [...] ter empatia, olhar amoroso." Sandy durante show da turnê 'Nossa História', em SP Fábio Tito/G1 Veja mais notícias da região no G1 Campinas. Veja Mais

'Romance desapegado': falta de exclusividade gera onda de regravações e disputa entre artistas

G1 Pop & Arte Forró lançado pelo Conde do Forró estourou no Brasil em agosto. Música também foi gravada por Márcia Fellipe, Xand Avião e Wesley Safadão. "Romance desapegado", um forró romântico sobre um casal que se ama, mas não se amarra, estourou no Brasil em agosto, teve mais de 30 milhões de visualizações em um mês no YouTube e entrou na lista de 50 virais do mundo no Spotify. Ouça a história da música no podcast acima. O sucesso do Conde do Forró chamou a atenção de outros artistas. Xand Avião, Priscila Senna e Wesley Safadão incluíram a música em seus CDs promocionais de setembro. E a sertaneja Lauana Prado gravou um cover para as redes sociais. 'Romance desapegado' leva Conde do Forró ao topo do YouTube com carisma de Japinha e sofrência Mas uma gravação deixou a banda incomodada: o lançamento da música por Ellen Nery, uma das compositoras, e Márcia Fellipe, um mês depois do lançamento pelo Conde do Forró. "A gente ficou chateado com a forma que foi feito. Digamos, uma das compositoras aproveitou o momento para lançar carreira solo. E ela disse 'eu sempre tive o sonho de gravar essa música'. Mas por que não gravou antes do sucesso dela?", disse ao G1 o dono do Conde do Forró, Gene Silvestre. "Outra coisa que nos deixa chateados é a forma como eles divulgam essa música. O Safadão gravou. E como a Márcia é do escritório, ele diz 'sucesso de Márcia Fellipe', o que não é verdade." Isso só acontece porque o Conde ganhou o direito de gravar "Romance desapegado" de graça, pela amizade com um dos compositores, mas sem contrato de exclusividade. Quando isso ocorre, outros cantores ou gravadoras podem negociar os direitos da música diretamente com os compositores. Japinha, vocalista da banda Conde do forró Divulgação A música só chegou até o Conde do Forró depois de muita insistência do Rafa, que ofereceu ao Gene. Depois do sucesso, ele conta que recebeu vários pedidos de gravação. "Um sertanejo grande até pediu exclusividade, não posso revelar o nome, mas a gente preferiu deixar livre", explica. Assim, eles perdem sem a venda da música, mas têm possibilidade de ganhar mais com direitos autorais por reprodução. Os compositores ainda não conseguem contabilizar o valor porque o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) faz pagamentos a cada três meses. A regravação da mesma música por vários artistas é comum. Ao G1, Márcia Fellipe diz que já passou por isso com Marília Mendonça e Maria Cecília e Rodolfo. "Eu mesma tenho músicas regravadas. 'Infiel', por Marília, 'Se você quer saber', Maria Cecília e Rodolfo. Entre outras, e assim é o mercado, né." Geralmente, um artista de sucesso regional grava uma música, ela bomba e aí é regravada por outro com carreira nacional. Neste caso foi uma surpresa para todos os envolvidos porque o Conde do Forró, que sempre fez sucesso no Nordeste, furou a bolha regional e alcançou o país inteiro. G1 em 1 Minuto apresenta 'Romance desapegado' Nasce um hit "Romance desapegado" foi a primeira música composta em conjunto por quatro jovens de Fortaleza: Ruan Lima, Mari Castro, Ellen Nery e Rafa Medeiros. Segundo Medeiros, a maioria dos compositores da cidade se conhece e costuma se reunir para escrever músicas. Os quatro não se conheciam, mas tinham amigos em comum. Em um sábado, Rafa convidou os colegas para sua casa e eles fizeram duas músicas. "Essa foi a última música que fizemos nesse dia. Começamos do zero, não tínhamos ideia nem tema. Fomos fazendo a melodia e a letra juntos até que idealizamos a história de um casal que não é um casal. Fizemos as estrofes, mas travamos no refrão. Escrevemos dois e não gostamos até que a Ellen Nery sugeriu 'É muito casal fingindo que se ama e muito solteiro apaixonado'", conta Mari ao G1. A Ellen e a Mari trabalham com música, o Ruan é engenheiro, e o Rafa trabalha como recepcionista enquanto compõe de madrugada. Com o sucesso, a carreira do quarteto deslanchou: a Ellen lançou carreira solo, a Mari e o Ruan fizeram música para o novo DVD do Safadão, e o Rafa fez músicas de funk para Vitinho Ferrari e a produtora GR6. VÍDEOS: Semana pop explica temas do entretenimento Veja Mais

'Bacurau' e 'A Vida Invisível' são vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

G1 Pop & Arte 19ª edição da premiação aconteceu de forma remota por causa da pandemia de coronavírus e vencedores receberam troféus em casa. Silvero Pereira e Fabrício Boliveira dividiram prêmio de Melhor Ator. Veja mais ganhadores. Silvero Pereira é um dos vencedores na categoria de Melhor Ator no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por seu trabalho em "Bacurau" Reprodução/Instagram "Bacurau" e "A Vida Invisível" foram os grandes vencedores da 19ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. O evento aconteceu na noite deste domingo (11) de forma remota, por causa da pandemia de coronavírus. Segundo a produção do evento, o Troféu Grande Otelo será entregue diretamente na casa de cada um dos vencedores das 32 categorias do prêmio. Líder em indicações (15 no total), "Bacurau" levou a melhor em seis categorias. "A vida invisível", que disputava em 14 categorias, ficou com 5 prêmios. Silvero Pereira ("Bacurau") e Fabrício Boliveira ("Simonal") dividiram o prêmio na categoria de Melhor Ator. Confira lista de vencedores abaixo: Melhor Longa-Metragem Ficção: "Bacurau" Melhor Longa-Metragem Documentário: "Estou Me Guardando Para Quando O Carnaval Chegar" Melhor Longa-Metragem Comédia: "Cine Holliúdy – A Chibata Sideral " Melhor Longa-Metragem Animação: "Tito e Os Pássaros" Melhor Longa-Metragem Infantil: "Turma Da Mônica – Laços" Melhor Longa-Metragem Voto Popular: "Eu Sou Mais Eu" Melhor Direção: Kleber Mendonça Filho E Juliano Dornelles ("Bacurau") Melhor Primeira Direção De Longa-Metragem: Leonardo Domingues ("Simonal") Melhor Atriz: Andrea Beltrão ("Hebe – A Estrela Do Brasil") Melhor Ator: Silvero Pereira ("Bacurau") e Fabrício Boliveira ("Simonal") Melhor Atriz Coadjuvante: Fernanda Montenegro ("A Vida Invisível") Melhor Ator Coadjuvante: Chico Diaz ("Cine Holliúdy – A Chibata Sideral") Melhor Direção de Fotografia: Hélène Louvart ("A Vida Invisível") Melhor Direção de Arte: Rodrigo Martirena ("A Vida Invisível") Melhor Roteiro Original: Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles ("Bacurau") Melhor Roteiro Adaptado: Murilo Hauser, Karim Aïnouz e Inés Bortagaray ("A Vida Invisível") Melhor Figurino: Marina Franco ("A Vida Invisível") Melhor Maquiagem: Simone Batata ("Hebe – A Estrela Do Brasil") Melhor Efeito Visual: Mikaël Tanguy E Thierry Delobel ("Bacurau") Melhor Montagem Ficção: Eduardo Serrano ("Bacurau") Melhor Montagem Documentário: Karen Harley ("Estou Me Guardando Para Quando O Carnaval Chegar") Melhor Trilha Sonora: Wilson Simoninha e Max De Castro ("Simonal") Melhor Som: Marcel Costa, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond, Armando Torres Jr., Abc e Renan Deodato ("Simonal") Melhor Longa-Metragem Internacional: "Parasita" Melhor Longa-Metragem Ibero-Americano: "A Odisseia Dos Tontos" Melhor Curta-Metragem Animação: "Ressurreição" Melhor Curta-Metragem Documentário: "Viva Alfredinho!" Melhor Curta-Metragem Ficção: "Sem Asas" Melhor Série Animação Tv Paga/ Ott: "Turma Da Mônica Jovem – 1ª Temporada" Melhor Série Ficção Tv Paga/ Ott: "Sintonia – 1ª Temporada" Melhor Série Ficção Tv Aberta: "Cine Holliúdy– 1ª Temporada" Melhor Série Documentário Tv Paga/ Ott: "Quebrando O Tabu – 2ª Temporada" Saiba tudo sobre entretenimento no Semana Pop: Veja Mais

G1 Ouviu #110 - 'Romance desapegado': a história do hit que revelou Japinha, do Conde do Forró

G1 Pop & Arte Forró romântico contou com vídeo descontraído da vocalista, potencial de meme e sofrência para emplacar.. Mas falta de exclusividade gera onda de regravações e disputa entre artistas Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Eddie Van Halen foi o último 'guitar hero' a surgir na música?

G1 Pop & Arte Músico, que morreu aos 65 anos, ajudou a moldar a forma de tocar guitarra no rock. Semana Pop tenta responder à pergunta: com ele, foi-se também a tradição dos guitarristas virtuosos? Semana Pop: Eddie Van Halen foi o último 'guitar hero' da música? 2020 levou mais um ídolo: Eddie Van Halen, um dos maiores guitarristas da história do rock. E algumas pessoas se perguntaram: com ele, foi-se também a tradição dos guitarristas solo virtuosos? O Semana Pop deste sábado (10) tenta responder a essa pergunta: Eddie foi o último "guitar hero" a surgir na música? Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Cecil Thiré: Famosos lamentam morte do ator

G1 Pop & Arte Segundo familiares, ator e diretor morreu de causas naturais nesta sexta-feira (9), aos 77 anos, no Rio de Janeiro. Cecil Thiré na novela 'A próxima vítima' Reprodução/TV Globo Famosos e familiares de Cecil Thiré lamentaram a morte do ator e diretor. Segundo a família, Thiré morreu de causas naturais nesta sexta-feira (9), aos 77 anos, no Rio de Janeiro. "Ele merecia ter o velório mais lindo do mundo, cercado de gente que ele ama. Papai foi um guerreiro. Lutou pela democracia, pela arte, lutou pelo teatro. Teve quatro filhos, sete netos e foi um guerreiro até o último minuto", disse Luísa Thiré, uma das filhas do ator. Cecil Thiré tinha quatro filhos: Miguel, Carlos e Luísa Thiré - frutos do seu primeiro casamento com Norma Pesce - e João Cavalcanti Thiré - nascido da união com sua segunda esposa, Carolina Cavalcanti. Claudia Raia, atriz Initial plugin text Walcyr Carrasco, dramaturgo e escritor "Vá em paz, Cecil Thiré! Que todos os familiares e amigos possam encontrar conforto neste momento." Initial plugin text Armando Babaioff, ator Initial plugin text Alexandra Richter, atriz "Meus sentimentos a toda família Thire. Família que eu adoro. Trabalhei com Cecil Thiré no zorra Total em 2004. Ele sempre tão educado, atencioso." Initial plugin text Buchecha, cantor "Perdemos hoje aos 77 anos de idade, o querido ator Cecil Thiré. Que Deus conforte aos familiares e amigos, descanse em paz". Initial plugin text Raul Veiga, ator Initial plugin text Reveja momentos da carreira do ator Cecil Thiré Veja Mais

'Yesterday', 'Imagine' e 'Eleanor Rigby' são as músicas de John Lennon mais gravadas no Brasil

G1 Pop & Arte Ecad fez levantamento com as canções de autoria do ex-Beatle. O músico completaria 80 anos nesta sexta-feira (9). John Lennon, em foto de 17 de maio de 1971 AFP/Arquivo "Yesterday", "Imagine" e "Eleanor Rigby" são as músicas de autoria de John Lennon mais gravadas no Brasil. O levantamento foi feito pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) com base na obra do ex-Beatle, que tem 545 músicas e 1109 gravações cadastradas na instituição. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (9), dia em que Lennon completaria 80 anos. O top 5 do ranking conta ainda com as faixas "Let it be" e "Hey Jude". Confira lista com as 20 canções de autoria de John Lennon mais gravadas no Brasil: "Yesterday" "Imagine" "Eleanor Rigby" "Let it be" "Hey Jude" "Blackbird" "And I love her" "Michelle" "A hard day's night" "Come together" "The long and winding road" "With a little help from my friends" "Help" "Happy xmas (war is over)" "Day tripper" "All my loving" "In my life" "Can't buy me love" "The fool on the hill" "Ticket to ride" Leia também: Tributos a John Lennon está entre as lives desta sexta-feira (9) Segundo o Ecad, os herdeiros de John Lennon continuam a receber os direitos autorais pelas obras. "O pagamento é assegurado por 70 anos após a morte do autor (ou do último autor, em caso de parcerias), conforme determina a lei brasileira do direito autoral (9.610/98)", informa o escritório. No dia do aniversário de John Lennon, museu espera retomar exposição sobre o músico Veja Mais

Macaulay Culkin posa com máscara de personagem de 'Esqueceram de mim'

G1 Pop & Arte Ator usou a peça para alertar seus seguidores para o uso de máscaras durante pandemia de coronavírus. Macaulay Culkin posa com máscara de personagem de 'Esqueceram de mim' Reprodução/Instagram Macaulay Culkin usou uma forma divertida para alertar seus seguidores para o uso de máscara durante a pandemia de coronavírus. O ator publicou uma foto no Instagram em que usa uma máscara feita com a imagem de Kevin, seu personagem no clássico "Esqueceram de mim" (1990). "Me protegendo da Covid-19 usando o rosto arrancado do 'meu eu' mais novo. Não se esqueçam de usar máscara, crianças", escreveu na legenda o ator, que completou 40 anos em agosto. Em 2018, Culkin voltou a interpretar Kevin McCallister 28 anos após o sucesso do filme, regravando algumas cenas. A refilmagem, que mostrava um Kevin já adulto e não mais com 8 anos de idade, era parte de uma propaganda publicitária que divulgava o Google Assistant, o assistente pessoal virtual desenvolvido pela empresa. Saiba tudo sobre entretenimento no Semana Pop: Veja Mais

Indiano cria retratos utilizando apenas sua máquina de escrever; veja vídeo

G1 Pop & Arte Gurumurthy estima já ter feito mais de 250 desenhos de figuras como Mahatma Gandhi, Madre Teresa, Nelson Mandela e Charlie Chaplin. Artista indiano cria retratos utilizando máquina de escrever O artista indiano AC Gurumurthy faz retratos impressionantes utilizando apenas sua máquina de escrever. Ele conta que queria criar algo "único" e "novo" quando, em 1968, teve a ideia de usar sua máquina de escrever para fazer um retrato do senador americano Robert Kennedy, que havia sido assassinado. O resultado do trabalho foi publicado por vários jornais na época, segundo ele. O indiano AC Gurumurthy cria imagens impressionantes utilizando uma máquina de escrever Reprodução "Essa foi minha grande descoberta na vida e daquele dia em diante comecei a fazer tentativas regulares em máquinas de escrever. Fiz de 250 a 300 desenhos até agora." Gurumurthy diz ainda que busca um recorde mundial do Guinness em breve, embora não seja claro sobre qual recorde específico almeja. Detalhe do retrato de Bruce Lee feito por Gurumurthy com sua máquina de escrever Reproudução Seu trabalho inclui retratos de figuras mundiais como Mahatma Gandhi, Madre Teresa e Nelson Mandela, assim como os renomados atores Bruce Lee e Charlie Chaplin. Ele também faz desenhos de animais e paisagens. Gurumurthy já tinha treinamento profissional em máquina de escrever devido ao tempo em que trabalhou na área de finanças e pode digitar até 90 letras por minuto. Gurumurthy estima ter feito entre 250 e 300 retratos utilizando apenas a máquina de escrever Reprodução Agora ele usa seu talento para perseguir a paixão pela arte. Um retrato leva cerca de 3 horas para ser concluído. O processo começa com um esboço inicial do tema e, em seguida, ele passa a "digitar" o retrato na maquina. O sombreamento das imagens é feito com a variação da pressão que ele aplica nas teclas, assim como os espaços deixados em branco. VÍDEOS: notícias internacionais Veja Mais

Flip 2020 anuncia edição virtual por causa de pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte Data também foi alterada novamente. 18ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty acontece de 3 a 6 de dezembro de 2020. José Miguel Wisnik, ensaísta e crítico literário, na Flip 2019 Walter Craveiro/Flip/Divulgação A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2020 será em formato virtual devido à pandemia de coronavírus, segundo informou a organização do evento. A programação da 18ª edição do evento será composta por mesas transmitidas ao vivo em plataforma própria e nas redes sociais da Festa, além de vídeos gravados, eventos paralelos e programações de parceiros. Inicialmente, a Flip 2020 estava prevista para acontecer de 29 de julho a 2 de agosto, mas foi adiada para novembro em um primeiro momento. Agora, em seu formato virtual, a festa literária está programada para acontecer entre 3 e 6 de dezembro de 2020. Estão confirmadas as presenças de autores internacionais como a britânica Bernardine Evaristo (Londres, 1959 – vencedora do Booker Prize 2019), a colombiana Pilar Quintana (Cali – Colômbia 1972) e o brasileiro Itamar Vieira Junior (Salvador-BA, 1979) para as mesas ao vivo. "Este é um ano atípico, por isso optamos por este formato. A Flip Virtual contará com uma linguagem própria que respeita o sentido original e o espírito da Festa: ser mais do que um mero evento, estabelecendo uma relação duradoura e permeável com Paraty", explica Mauro Munhoz, diretor artístico da Flip. Sem homenageado Outra alteração para esta edição é que a Flip Virtual deixará de trazer a tradicional figura do autor homenageado. No final de 2019, o evento já havia anunciado o nome de Elizabeth Bishop como autora homenageada para 2020. A americana seria a primeira estrangeira homenageada desde a criação do evento, em 2003. "Entendemos que este ano a pandemia causou a morte de artistas imprescindíveis à nossa cultura, como o escritor Sergio Sant’Anna, o compositor e letrista Aldir Blanc, o artista plástico Abraham Palatnik e a regente Naomi Munakata, entre muitos outros." "Portanto, este não é um momento de celebração. Assim, não teremos um autor específico em destaque, iremos homenagear coletivamente os que partiram", destaca Liz. Flip 2020 é adiada para novembro por causa do novo coronavírus Veja Mais

Eddie Van Halen, um dos maiores guitarristas da história do rock, morre aos 65 anos

G1 Pop & Arte Lendário guitarrista e fundador da banda Van Halen morreu nesta terça-feira (6) em hospital nos EUA depois de uma longa luta contra um câncer na garganta. Eddie Van Halen, guitarrista, morre aos 65 anos Eddie Van Halen, o lendário guitarrista e fundador da banda Van Halen, morreu aos 65 anos nesta terça-feira (6) depois de uma longa luta contra um câncer na garganta. Veja fotos da carreira "Eddie não era apenas um super guitarrista, mas uma alma genuinamente bonita": veja repercussão De acordo com fontes do site TMZ, o músico estava internado no hospital St. John na cidade de Santa Monica, nos Estados Unidos. Ele estava acompanhado de sua mulher, Janie, do filho, Wolfgang, e de Alex, seu irmão e baterista da banda. Initial plugin text "Não acredito que tenho de escrever isso, mas meu pai, Edward Lodewijk Van Halen, perdeu sua longa e árdua batalha contra o câncer esta manhã. Ele era o melhor pai que eu poderia ter pedido", escreveu Wolfgang em suas redes sociais. "Cada momento que compartilhei com ele no palco e fora dele foi um presente. Meu coração está partido e eu acho que jamais me recuperarei totalmente dessa perda. Eu te amo muito, pai." Relembre 5 solos marcantes de Eddie Van Halen O TMZ afirma que a situação de Eddie piorou nas últimas 72 horas, quando os médicos descobriram que seu câncer na garganta tinha se espalhado para seu cérebro e outros órgãos. Eddie Van Halen foi um dos maiores guitarristas de rock da história e fundou em 1972 junto com o seu irmão, Alex, a banda batizada dois anos depois com o sobrenome deles. Eddie Van Halen, em foto de fevereiro de 2012 Kevin Winter/Getty Images North America/Getty Images Via AFP/Arquivo O Van Halen foi uma das bandas mais influentes do hard rock e também do heavy metal. O estilo enérgico e espalhafatoso da banda marcou a cultura dos anos 1980. Em 2007, o grupo entrou para o Hall da Fama do Rock. Os riffs e solos virtuosos de Eddie viraram referência no rock. Um dos mais marcantes foi em "Eruption", em que ele ajudou a popularizar o "tapping", técnica em que as duas mãos são usadas no braço da guitarra. Eddie Van Halen, em foto de setembro de 2015 Manuel Nauta/NurPhoto/NurPhoto via AFP/Arquivo Outros solos inesquecíveis do músico acontecem em "Panama", "I'm the one", "Ice cream men", "You're no good", "Hot For Teacher" e "Jump". Em 1983, o Van Halen realizou sua única turnê no Brasil. Com a turnê do disco "Diver Down", passou por São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. O vocalista David Lee Roth e o guitarrista Eddie Van Halen, da banda Van Halen, durante show realizado no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, em janeiro de 1983 Claudine Petroli/Estadão Conteúdo/Arquivo Vida na guitarra Ele nasceu em Amsterdã, na Holanda, mas se mudou ainda criança com a família para a Califórnia, nos EUA. Na segunda metade da década de 1970, o Van Halen começou a se destacar na cena de rock de Los Angeles. Eles lançaram o disco de estreia em 1978. O auge da banda veio com o disco "1984", que naquele ano rendeu uma indicação ao Grammy e levou o single "Jump" a ser o primeiro e único da banda no primeiro lugar das paradas pop dos EUA. Wolfgang Van Halen e Eddie Van Halen em foto de fevereiro de 2012 Kevin Winter/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo Entre os vários outros sucessos do Van Halen estão "Dance the Night Away" (1979), "Panama" (1984), "Why Can't This Be Love" (1986), "When It's Love" (1988), "Right now" (1992) e "Can't Stop Lovin' You" (1995). Ao longo das quatro décadas de carreira, o Van Halen teve diferentes vocalistas: Dave Lee Roth, Sammy Hagar e, por um breve período, Gary Cherone. Mas a guitarra de Eddie e a bateria do irmão Alex sempre estiveram na banda. O álbum de inéditas mais recente da banda havia sido "A different kind of truth", de 2012, décimo segundo da carreira do grupo, que chegou ao segundo lugar das paradas da Billboard. No mesmo ano, Eddie ficou em primeiro lugar em uma enquete entre leitores da revista "Guitar World" para eleger o melhor guitarrista de todos os tempos. Foto de arquivo de 14 de julho de 1984 mostra Eddie Van Halen tocando 'Beat It' com Michael Jackson, em Irving, no Texas Carlos Osorio/AP/Arquivo Eddie ficou famoso tocando guitarra à frente do Van Halen, mas tem diversas participações com outros artistas. A mais conhecida é em "Beat it", um dos maiores hits de Michael Jackson. Entre seus outros projetos paralelos de destaque estão dois de 2009: ele tocou duas faixas no disco "Authentic", do rapper LL Cool J, e também fez uma participação especial na série "Two and a half men". Gene Simmons, o vocalista e um dos fundadores do Kiss, lamentou a perda. "Meu coração está partido. Eddie não era apenas um super guitarrista, mas uma alma genuinamente bonita. Descanse em paz, Eddie!", escreveu ele em seu perfil no Twitter. David Lee Roth e Eddie Van Halen durante apresentação do Van Halen no Madison Square Garden, em Nova York, em março de 2012 Jamie Mccarthy/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo Anthony, Sammy Hagar, Alex Van Halen e Eddie Van Halen, em foto de janeiro de 1993, em Los Angeles Kevork Djansezian/AP/Arquivo Veja Mais

Parlamentares e fãs pedem adiamento ou isenção do serviço militar sul-coreano à banda BTS

G1 Pop & Arte Cresce número de apelos citando que grupo de K-pop está fazendo muito pelo país sem usar uniforme de soldado. BTS chega ao Grammy 2020 AMY SUSSMAN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP Estão aumentando os apelos na Coreia do Sul para que integrantes da banda BTS tenham alternativas ou adiamento ao serviço militar obrigatório, com alguns parlamentares e fãs argumentando que eles estão fazendo muito pelo país sem usar uniforme de soldado. Por lei, todos os homens saudáveis na Coreia do Sul com idade entre 18 e 28 anos devem servir às Forças Armadas por cerca de dois anos como parte das defesas do país contra a Coreia do Norte. 'BTS Universe Story': G1 jogou Show do BTS no Brasil: Veja como foi O membro mais velho da banda, Jin, tem 27 anos e será obrigado a se inscrever até o final do ano que vem, enquanto os outros seis atingirão a idade de conscrição nos próximos anos. A Coreia do Sul concedeu isenções para atletas de alto nível, como o atacante do Tottenham Hotspur Son Heung-min, bem como músicos clássicos, como o premiado pianista Seong-Jin Cho, mas até agora nada foi concedido aos astros do K-pop. "Nem todo mundo precisa empunhar um rifle para servir ao país", disse Noh Woong-rae, um importante membro do Partido Democrata, em uma reunião do partido na segunda-feira (5), em comentários que receberam ampla cobertura da mídia. Noh sugeriu que os membros do BTS poderiam trabalhar como embaixadores em suas viagens ao exterior para promover um grupo de ilhotas no centro de uma disputa territorial com o Japão. Os comentários seguem uma proposta de outro membro do partido, Jeon Yong-gi, no mês passado, para revisar a lei para que alguns astros do K-pop pudessem adiar seu serviço até os 30 anos. Sucesso mundial, banda BTS vai parar na bolsa de valores O público também parece apoiar um tratamento especial para a banda. Pesquisa de 21 de setembro do site de notícias doméstico Kuki News mostrou que 31,3% acreditam que a banda não deveria ter que cumprir o serviço militar, enquanto outros 28,6% apoiam um adiamento. Os que defendem o serviço militar normal estavam em 30,5%. A gravadora da banda, Big Hit Entertainment, recusou-se a comentar sobre o assunto, enquanto os integrantes individualmente já haviam dito que estão dispostos a completar seu serviço. Dicionário de K-Pop Veja Mais

Criador do RBD diz que filme do grupo deve ser lançado em março e não descarta turnê de volta

G1 Pop & Arte Pedro Damián fala ao G1 sobre nova fase do 'Rebelde', mais de 15 anos após lançamento. Ele explica demora para músicas do RBD chegarem aos serviços de streaming. Pedro Damián tem uma resposta educada e bem pensada para cada uma das dúvidas dos fãs de "Rebelde", série criada por ele para a rede mexicana Televisa. O RBD era o grupo musical de cantores e atores dessa trama, exibida originalmente entre 2004 e 2006. A banda durou um pouco mais, até 2009, com shows no Brasil e reexibições dos episódios no SBT. Em entrevista por telefone ao G1, o empresário, showrunner e produtor mexicano de 67 anos explicou por que as canções do RBD demoraram tanto a chegar aos serviços de streaming: São três marcas envolvidas: Rebelde, a série mexicana, RDB, a banda, e Rebelde Way, a série original argentina; Quando as músicas saíram, o lançamento foi via EMI, que agora pertence à Universal. A gravadora tem os direitos das músicas e também participa da negociação; Pedro tem os direitos do RBD, marca que ele inventou, a partir do nome Rebelde; Então, foi preciso um acordo entre todas essas partes que detêm direitos do projeto: Universal, Televisa, a empresa de Damián e a Dori Media, produtora israelense que atua no mercado sul-americano. Pedro Damián e os integrantes do RBD Reprodução/Instagram Shows e filme do RBD A chegada das músicas do grupo às plataformas de streaming, no começo de setembro, deve ser só o primeiro passo de uma nova fase do sexteto mexicano. No dia do lançamento, o RBD foi o artista mais ouvido em todo mundo no Spotify. E a banda também botou 32 músicas no top 200 brasileiro. No dia 26 de dezembro o grupo vai fazer uma live, com ingressos a US$ 25, mas sem Alfonso Herrera nem Dulce María. Pedro Damían também falou sobre a possibilidade de uma turnê de retorno do RBD e deu mais detalhes sobre o aguardado documentário sobre a banda e a série. As pendengas judiciais com a música eram um dos principais motivos para o filme do "Rebelde" ainda não ter sido lançado. A nova data de lançamento é março de 2021. Segundo Damían, o documentário e o lançamento nos serviços de streaming foram os primeiros passos. E ele espera que mais pra frente tenha a oportunidade de ensaiar com eles pra ver se podem fazer mais coisas juntos: "Espero que mais pra frente tenhamos a oportunidade de ensaiar com eles para ver se podemos fazer mais coisas juntos." Pedro Damián e Christian Chávez trabalharam juntos na novela 'Like', exibida entre 2018 e 2019 Reprodução/Twitter do cantor G1 - Como você recebeu a notícia de que o RBD havia batido vários recordes quando finalmente chegou ao streaming? Pedro Damián - Eu fiquei muito feliz, porque eu acho que o objetivo foi alcançado de muitos fãs do Brasil e do mundo que queriam ter a música do RBD nas plataformas. Eles tinham as músicas, mas eram as músicas que as pessoas subiam. Elas saíam do ar imediatamente. Esse lançamento volta a botar no mapa o RBD. G1 - Por que demorou tanto? Pedro Damián - O problema é quando os direitos de uma marca... neste caso estamos falando de duas marcas, uma marca é Rebelde e a outra é RBD. Rebelde tem origem na Argentina e havia pessoas que tinham os direitos. E, ao mesmo tempo, quando a gente fez as músicas, lançamos através da EMI, que agora pertence á Universal. Eles também tinham os direitos da música. E, por outro lado, eu tinha os direitos do RBD como marca, uma marca que eu inventei, obviamente que vinha do nome Rebelde. Então, eu teria que estar de acordo para negociar e gerenciar os direitos deles e a monetização desses direitos. Como ia ser repartido entre essas três entidades? Creio que no final, depois de muitos anos, conseguimos através da Universal diretamente, de uma pessoa que se chama Alfredo Delgadillo, que é o CEO da Universal México... Através de um acordo com a Televisa, conseguiram resolver a questão dos direitos e estamos livres para poder negociar com todas as plataformas digitais. O RBD, banda da novela 'Rebelde' Divulgação G1 - Você acha que a música do RBD envelheceu bem? As letras, os arranjos continuam atuais quando se compara com as outras músicas das paradas hoje? Pedro Damián - Fizemos a música junto ao CEO da EMI-Capitol do México, Camilo Lara. Com ele, fechamos para começar a gravar as músicas enquanto gravávamos a série, ao mesmo tempo. Quando estreamos na televisão aberta, rapidamente já estávamos fazendo shows. Foi um fenômeno de comunicação muito rápido. Um fenômeno de identificação. Creio que as canções foram importantes para alcançar essa identificação. O compositor que participou com mais canções dentro do RBD se chama Carlos Lara. Foi o grande criador. Essas músicas criadas há uns 10, 11 anos continua sendo atuais. É porque o pop era o gênero que fazíamos com o RBD e segue sendo tão atual como era há muitos anos. As músicas são românticas, falam do que sentem os mais novos. Não mudou tanto assim. G1 - Há algo na série ou na música que você teria mudado, se fosse o RBD fosse lançado agora? Você se arrepende de algo que fazia sentido só naquela época? Pode ser qualquer coisa: as letras das músicas, as roupas muito curtas... Pedro Damián - É uma pergunta muito boa essa que você está fazendo, porque quando fizemos estamos falando de 15 anos atrás. Não tinha rede social e talvez fôssemos muito mais ingênuos do que somos agora. Quando fizemos a série, o mais velho tinha 20 anos e a mais nova 17 anos. Porém, foi a primeira série que revolucionou a linguagem, porque deixamos de usar termos acadêmicos ou naturais das novelas. Usamos uma linguagem mais próxima dos jovens. Isso fez com que existisse uma grande identificação. O vestuário era sexy, mas era também de alguma maneira ingênuo. Eu penso que agora, por exemplo, os jovens que têm 13, 12 anos são como se tivessem 17, 18. E os que têm 17, 18 são como se tivessem 23, 24. "Hoje, talvez eu gostaria de ter abordado temas como aquecimento global, consciência ambiental, o respeito à natureza. Teria mais abertamente temas sobre sexualidade. De alguma maneira, a gente era atrevido naquela época, mas agora é tudo muito mais aberto, né?" Christian Chávez, Anahí e Pedro Damián posam juntos Acervo Pessoal Agora, se você pergunta a um rapaz sobre sexo, ele vai dizer que não é um tema a tratar, não é importante falar se você tem uma preferência sexual diferente de outra. Isso não é mais importante. Todos são seres humanos. Como tudo isso mudou um pouco, daria para fazer uma versão mais contemporânea. G1 - Esta última pergunta, tenho que fazer como porta-voz dos fãs: alguma chance de turnê e o que pode adiantar sobre o documentário? Pedro Damián - Eu sigo preparando o documentário. Isso tem me tomado muitos anos por causa da questão dos direitos. Então, agora que está solucionada a questão da música, vai ser muito mais fácil eu poder negociar qualquer tipo de direitos em relação ao documentário que me interessa muito que seja lançado. A ideia do documentário é mostrar o processo, a viagem desses seis personagens. Ou sete, porque incluiria o fã também. A sétima parte do RBD é o fã, que nos construiu. Faremos essa viagem sobre como esses jovens, alguns com experiência e outros não, se tornaram conhecidos, viraram estrelas mundiais que viajaram por toda a América e parte da Europa. Não chegamos à Ásia, que era meu plano, mas agora podemos chegar com a música e com o documentário. Esse é o começo com que estou trabalhando, mas não sei. Espero que mais pra frente tenhamos a oportunidade de ensaiar com eles para ver se podemos fazer mais coisas juntos. G1 - Já tem uma data para o lançamento do documentário? Pedro Damián - Não tem um data certa ainda. Mas eu acho que ficará para o primeiro quarto do próximo ano. Tipo em março poderia ser uma boa data para lançar o documentário em várias plataformas, para chegar em todos os fãs, as pessoas que já nos conheciam e as que querem nos conhecer. RBD, a banda da novela 'Rebelde' Divulgação Veja Mais