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Roberta Miranda manda abraço em forma de música com rap de Daniel Del Sarto

G1 Pop & Arte Clipe da composição inédita encadeia imagens, feitas por celular, de artistas como Zeca Pagodinho, Wanderléa e Péricles. Capa do single 'Te abraço com a música', de Roberta Miranda Reprodução ♪ Roberta Miranda lança Te abraço com a música, composição inédita de autoria da artista, de batida dançante. Lançada em single na última sexta-feira, 3 de abril, a gravação de Te abraço com a música ganha clipe colaborativo, gravado em quatro dias em produção viabilizada pela internet com as participações de artistas em imagens captadas via celular. No single e no clipe, Te abraço com a música incorpora rap escrito e falado pelo ator e cantor Daniel Del Sarto. Roberta inseriu o rap na música quando a gravação já estava sendo finalizada com produção musical e arranjo de Jovani Silveira. O clipe de Te abraço com a música encadeia imagens de artistas que dublam o verso-refrão-título da música. O elenco do vídeo inclui, entre outros nomes, Zeca Pagodinho, Wanderléa, Péricles, Salgadinho, Tânia Mara e a fadista Mariza, vista no clipe em imagem enviada de Portugal. O clipe de Te abraço com a música entrou em rotação no fim da noite de domingo, 5 de abril. Veja Mais

Lives de sertanejos alegram a quarentena, mas fogem da receita do pop mundial em isolamento

G1 Pop & Arte Gusttavo Lima mostra carisma, arrecada doações, alegra fãs e precede outras 'lives de sala cheia' no Brasil, mas difere do isolamento de outros popstars; G1 analisa maratona de lives. Tudo começou com popstars globais como Chris Martin, John Legend e Elton John, sozinhos em casa, fazendo transmissões simples ao vivo para se conectar com os fãs e incentivar o isolamento e doações para caridade. Todo mundo entrou na onda. Mas alguns artistas brasileiros estão criando um modelo diferente: a live de quarentena com a sala cheia. A live de Gusttavo Lima foi o primeiro fenômeno da música pop brasileira desde o início do período de isolamento social. Foram impressionantes cinco horas de puro carisma musical e etílico - uma alegria necessária para milhares de fãs em casa. No entanto, a grande produção demandou a presença de várias pessoas na casa do cantor. Ele fugiu da receita das lives em isolamento real que estavam sendo feitas antes por estrelas pop no Brasil e no mundo. Astros como Dave Grohl, Mariah Carey e Billie Eillish não tiraram suas equipes de casa para entreter os fãs e arrecadar doações. O modelo caseiro foi o mesmo em "festivais de lives" nos primeiros dias de quarentena no Brasil, como #TamoJunto e #FiqueEmCasaBR e #MúsicaEmCasa. O podcast G1 Ouviu analisou uma maratona de lives e explicou como a de Gusttavo foi diferente. Ouça acima. Gusttavo Lima faz show pela web por causa da quarentena e tem mais de 10 milhões de visualizações Reprodução/Gusttavo Lima Live de sala cheia O G1 enviou a Gusttavo Lima perguntas sobre a transmissão e a presença da equipe técnica, mas não teve retorno. O "Buteco em casa" de Gusttavo Lima teve picos de mais de 700 mil espectadores simultâneos no YouTube e 160 mil no Instagram, no dia 28 de março. O segundo "Buteco" já está marcado para 11 de abril. Trecho da transmissão ao vivo de Gusttavo Lima mostra pessoas trabalhando na casa dele durante a live Reprodução Foi um absurdo de audiência. É como a versão digital de um megaevento físico como Rolling Stones em Copacabana. Muitos popstars mundiais não conseguem reunir tanta gente em uma live nesses dias de quarentena. Mas não foi só o número de espectadores que impressionou. Uma diferença importante foi do número de pessoas que estavam presentes na casa do cantor para realizar a produção luxuosa. Jorge e Mateus e Léo Santana seguiram a 'sala cheia' Uma semana depois, Jorge e Mateus ainda bateram de longe essa marca já alta. A live no sábado (4), que também teve garçom servindo cerveja, banda acompanhando e várias pessoas no local de gravação, chegou a 3 milhões de espectadores simultâneos. Durante a transmissão, circulou nas redes sociais uma imagem que mostra a aglomeração de pessoas nos bastidores. Segundo a assessoria de Jorge e Mateus, no total, 18 pessoas participaram do projeto e houve um revezamento ao longo do processo de produção. Imagem da live da dupla Jorge & Mateus com muita gente no mesmo espaço Reprodução / Instagram Com público menor, Léo Santana foi mais explícito no modelo da "sala cheia", colocando quatro músicos atrás dele na live feita na sexta-feira (3). Live de Léo Santana com músicos na sala Reprodução Na live de Gusttavo Lima, havia câmeras, garçom servindo cerveja e churrasco, violonista e uma equipe de vídeo que ocupava um escritório improvisado atrás da sala. Só entre as que apareciam ao fundo em algumas cenas, eram cerca de dez pessoas - umas de máscara, outras não. Técnico troca microfone de Gusttavo Lima enquanto garçom serve cerveja durante live Reprodução A live de Jorge e Mateus tinha, além do garçom, quatro músicos de apoio, mais de uma câmera e ainda pessoal técnico para a gravação. Jorge disse ao vivo que a equipe era a mínima necessária e que estavam todos de máscara - segundos depois de um roadie aparecer sem máscara. Astros distantes Elton John na cozinha de casa durante o iHeart Living Room Concert Divulgação O cenário com cerveja e churrasco de Gusttavo Lima era bem diferente, por exemplo, de Elton John sozinho em sua cozinha, incentivando os espectadores a ficarem isolados também. Foi de lá que ele apresentou o programa iHeart Living Room Concert. Elton John mostrou vídeos de Dave Grohl, Billie Eilish e Finneas, Mariah Carey, Billie Joe do Green Day e outros dos músicos mais famosos do mundo. Todos sozinhos, em gravações simples. Só durante a transmissão, o iHeart Festival arrecadou US$ 8 milhões em doações. Gusttavo Lima mostra seu filho durante live, e imagens ao fundo mostram estrutura de produção e pessoas circulando na casa Divulgação Chris Martin deu o tom A onda mundial de lives como uma das soluções para a música pop em isolamento começou com Chris Martin, líder do Coldplay. O mundo ainda estava começando a implantar medidas de distanciamento social necessárias para deter o avanço do coronavírus. Também sozinho, sem nenhuma produção, Chris Martin tocou, conversou, incentivou os fãs a ficarem em casa, e anunciou o festival beneficente Together At Home. Teresa Cristina, Coldplay e Miley Cyrus estão entre os artistas que estão fazendo apresentações on-line Reprodução/Redes sociais dos artistas O festival criado por Chris Martin junto com a ONG Global Citizen teve John Legend, Camila Cabello e Shawn Mendes, Nial Horan e outros nas salas de suas casas. Nenhum chegou perto da produção de Gusttavo Lima ou Jorge e Mateus. Era todo mundo solitário ou com a família. O lamento de Marília No Brasil, Marília Mendonça fez lives no modelo caseiro, também com picos de 160 mil pessoas no Instagram. Durante a transmissão de Gusttavo Lima, ela escreveu no Twitter: "Olá, Gusttavo Lima, gostaria de dizer, em nome do sindicato dos “fazedores de ao vivo” que o Sr. está inviabilizando o conceito live e que não vai dar pra te copiar. Obrigada." Initial plugin text Além de Marília, outros internautas falaram sobre o tamanho da produção . Mas a maioria dos comentários eram de elogios ao show. Com o microfone dourado na mão, Gusttavo mostrou o tamanho do seu carisma. Cachaça e publis Ele fez propaganda de cerveja, bebeu bastante o produto anunciado e virou um bêbado daqueles que não param de falar e cantar. Gusttavo Lima com parte da equipe da live ao fundo Reprodução Além de bebida e música, a transmissão de Gusttavo Lima, e as semelhantes na semana seguinte, tiveram inúmeras propagandas de produtos. Os merchans são boa notícia para um mercado musical que encara uma enorme crise à frente e precisa achar novos modelos para se sustentar. Doações Ainda na parte financeira, Gusttavo Lima anunciou que, durante a transmissão, arrecadou R$ 100 mil e toneladas de donativos para instituições de caridade. Outros shows seguintes também arrecadaram milhares de reais, segundo os cantores. Necessário e louvável. Mas se a ideia fosse só entreter e arrecadar sem se isolar, certamente Chris Martin teria feito uma produção nível Coldplay com luzes, efeitos especiais e uma equipe gigante. Dinheiro e público para isso ele tem. Mas, como diz o nome do festival, Together at Home, a ideia dele era não tirar várias pessoas de casa. A meta da Global Citizen é arrecadar ao menos US$ 10 milhões, que serão cobertos em dobro pelo Facebook. Somados aos US$ 8 milhões do iHeart Festival, é uma boa quantia arrecadada sem precisar tirar técnicos de casa nesse momento. Dave Grohl no iHeart Living Room Concert Reprodução Diferente de mercados, farmácias, jornalismo, transportes... Durante o período de quarentena, há atividades essenciais definidas pelo governo federal, como supermecados, farmácias, transportes e o jornalismo, que dão insumos e informações essenciais neste período, e não podem parar. Não há menção à transmissão de eventos musicais ao vivo nestes decretos. Mas o mercado musical tem definido por conta própria no mundo que os músicos, mesmo os mais famosos, fiquem em casa com suas famílias e façam as lives para os fãs na mesma situação. Ministro dá a orientação Na transmissão de Jorge e Mateus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, apareceu em vídeo, falou aos artistas que fazem show de casa e reforçou a orientação de isolamento. "Importante que a música chegue, mas que a gente não aglutine, que não coloque as pessoas no mesmo lugar", disse o ministro. Equipe de Gusttavo Lima durante live do cantor Reprodução Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Quatro paredes', Simone, 1974

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Quatro paredes', de Simone Walter Firmo ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Quatro paredes, Simone, 1974 ♪ Quando Simone viveu o primeiro grande pico de popularidade na carreira, com a explosão nacional do álbum Pedaços (1979), a artista baiana da gema já contabilizava nove discos lançados ao longo de seis anos de trajetória como cantora. Sem estourar de imediato, Simone foi angariando público e prestígio crescentes desde que iniciara a carreira em 1973, contratada pela gravadora Odeon. Apresentado em 1974, Quatro paredes – segundo álbum solo dessa cantora que então já havia integrado o elenco de três discos coletivos – ajudou Simone a pavimentar o caminho que a levaria ao estrelato na segunda metade da década de 1970. Gravado sob direção musical do maestro Lindolfo Gaya (1921 – 1987), com precisos arranjos e regências do pianista Luiz Eça (1936 – 1992), Quatro paredes é álbum de tom denso e tenso. Dramático, em uma palavra. Com o canto ainda em expansão, mas já expressivo, Simone expeliu pela boca a amargura poetizada por Hermínio Bello de Carvalho em verso da letra de Salamargo, parceria de Hermínio com Eduardo Marques, compositor da música-título Quatro paredes, bolero sufocante como boa parte do repertório do disco. Compositor e produtor que guiou Simone nos primeiros passos como cantora da esguia ex-jogadora de basquete, Hermínio Bello de Carvalho fomentou a dramaticidade que pautou Quatro paredes ao selecionar quase todo o repertório do álbum. Os títulos de algumas músicas – como Desgosto (da então iniciante Thereza Tinoco) e Nosso amor não deu nada (João de Aquino e Paulo Frederico), composição do revelador verso “Quem sabe da dor é meu coração” que Simone gravara com Aquino no anterior álbum Festa Brasil (1974) – já explicitaram o tom desiludido do disco Quatro paredes. Em tom sempre interiorizado, Simone expiou a matadeira saudade de amor nas regravações do baião Qui nem jiló (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1949) e da toada A saudade mata a gente (João de Barro e Antônio Almeida, 1948), sutil incursão do disco por trilha ruralista. Em sintonia com o título, Quatro paredes soou por vezes claustrofóbico, como na abordagem de Bodas de prata, composição inédita da então novata dupla João Bosco e Aldir Blanc. Driblando o monopólio de Elis Regina (1945 – 1982), cantora que tinha a primazia de ouvir e escolher antes as músicas da dupla que queria gravar, Simone também lançou em Quatro paredes o samba De frente pro crime, flash da violência urbana cotidiana gravado com as vozes do MPB4 no coro (o grupo regravaria o samba em 1975 no álbum Dez anos depois). Sem espaço para a leveza, o disco também apresentou registro ralentado da marcha-frevo Chuva, suor e cerveja (Caetano Veloso, 1971), cuja letra soou como súplica feita fora do ambiente carnavalesco. Samba que roçou o drama do tango no desenho das cordas do arranjo épico, Fantasia – música da lavra de João Bosco e Aldir Blanc que nunca mais foi gravada em disco após o registro original de Simone – corroborou a sensação de que Quatro paredes era disco com ares de quarta-feira de cinzas. Nem a sensualidade de Proposta (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1973), canção regravada por iniciativa de Simone, desanuviou o clima desse álbum imerso em clima de adeus, como explicitou Baião do coração (Fred Teixeira e Cirino). Quinto dos onze álbuns feitos por Simone na gravadora Odeon, na fase mais coesa e densa da discografia da Cigarra, Quatro paredes é disco que merece ser descoberto por quem conheceu essa grande cantora do Brasil somente a partir do sensual jorro feminino do álbum Pedaços. Veja Mais

Chico César roga ao céu o fim da peste em música sobre pandemia do coronavírus

G1 Pop & Arte Cantor lança a canção 'Se essa praga morresse', composta sob o efeito do isolamento social. ♪ “Será que o tal do tão propagado caos / Vai causar iluminação? / ... / Será que o ser que do escuro sairá / É ciência ou religião?”, reflete e questiona Chico César, sem chegar a uma conclusão, nos versos de música inédita composta sob o efeito do isolamento social para contenção da pandemia do coronavírus. Intitulada Se essa praga morresse, a música foi apresentada pelo cantor e compositor paraibano no início da madrugada desta segunda-feira, 6 de abril. Munido do próprio violão, Chico cantou a música em vídeo postado em rede social. Na letra de Se essa praga morresse, o artista roga ao céu o fim da pandemia, caracterizada na letra como peste. Eis a letra de Se essa praga morresse: Se essa praga morresse (Chico César) Eu só queria que essa praga morresse Que esse vírus infitete sumisse Que acabasse logo o disse-me-disse Que alguém gritasse que isso tudo findou-se E alumiasse essa escuridão Eu só queria que você me abraçasse Me convidasse pra ir numa delicatessen Uma padaria talvez fosse mais fácil Pra rirmos muito até doer o osso Da fantasia de não soltar a mão Será que é mau desejar o mal ao mal Pra haver evolução? Será que o tal do tão propagado caos Vai causar iluminação? Será será que aqui permanecerá Hora extra e serão? Será que o ser que do escuro sairá É ciência ou religião? (Sei não, sei não, sei não) Se o infinito escutasse minha prece Pagava o preço por mais alto que fosse Só peço ao céu apenas que se apresse De uma vez por todas leve logo essa peste E me desculpe pela postulação Eu só queria que você não pensasse Que isso tudo é só esquisitice Que o afastamento aumentou minha maluquice De alguma forma do seu jeito me amasse E me levasse quente no coração Veja Mais

Lee Fierro, atriz de 'Tubarão', morre aos 91 anos de coronavírus

G1 Pop & Arte Segundo informações da revista Variety, atriz morava em uma casa de repouso, em Ohio. Lee Fierro em cena do filme "Tubarão" Divulgação Lee Fierro, atriz que participou do filme "Tubarão", morreu aos 91 anos, após ser diagnosticada com coronavírus. A atriz, que ficou conhecida por interpretar a personagem Mrs. Kintner no longa, morreu em uma casa de repouso em Ohio, onde morava, segundo informações da revista Variety. No clássico filme de 1975, Fierro fazia o papel da mãe de Alex Kintner (Jeffrey Voorhees), a segunda vítima do tubarão branco. Lee também foi professora de teatro na Island Theatre Workshop, na ilha Martha's Vineyard, em Massachusetts, onde orientou centenas de aspirantes a atores. A atriz se mudou para Ohio em 2017 para ficar mais próxima da família. Segundo a revista Variety, a família de Lee Fierro planeja uma pequena cerimônia de despedida, seguindo as orientações de distanciamento por causa do coronavírus. Veja Mais

Últimos dias

Gabi é eliminada do 'BBB20' com 59,61% dos votos

G1 Pop & Arte Babu e Thelma, que também estavam no paredão, se salvaram e permanecem na casa. Gabi é a 11ª eliminada do BBB 20 Reprodução/TV Globo Gabi Martins foi eliminada do "BBB20" neste domingo (5) com 59,61% dos votos. Ela foi a 11ª a deixar a casa. Com isso, Babu e Thelma continuam na casa. Thelma recebeu 36,28% dos votos e Babu, 4,11%. Em conversa com o apresentador Tiago Leifert depois de deixar a casa, Gabi falou sobre a experiência de participar do programa. "Meu coração está bem triste, mas eu estou mandando toda a energia positiva para eles. Eu acho que às vezes eu não conseguia me expressar tão bem", afirmou. Nova líder e paredão Logo após a eliminação, foi feita a prova do líder, vencida por Thelma, e feito um novo paredão. A líder indicou Flayslane. Depois, os participantes foram divididos em dois grupos e declaram seus votos. Babu e Marcela foram os mais votados e completaram o paredão. Veja Mais

Jorge e Mateus fazem live com mais de 4 horas de duração; foto com aglomeração nos bastidores chama a atenção

G1 Pop & Arte Dupla sertaneja bateu a marca de 3,1 milhão de acessos simultâneos. Segundo assessoria de imprensa dos artistas, 'todas as normas recomendadas pelo Ministério da Saúde' foram seguidas. Jorge e Mateus fazem live com mais de 4 horas de duração Reprodução/Youtube Após muitos pedidos de fãs, Jorge e Mateus fizeram uma live de quarentena na noite deste sábado (4) e atingiram a marca de 3,1 milhões de acessos simultâneos. O show "Na garagem" durou quase 4h30 horas e segue disponível no canal do Youtube da dupla. Até a manhã deste domingo (5), o vídeo da live já somava mais de 36 milhões de visualizações. Ao longo da apresentação, a dupla sertaneja incentivou o público a fazer doações e arrecadou 172 toneladas de alimentos, 10 mil frascos de álcool gel e 200 cursos para a área da saúde. Foto com aglomeração chama atenção Durante a transmissão, circulou nas redes sociais uma imagem que mostra a aglomeração de pessoas nos bastidores. A imagem chamou a atenção dos fãs, já que é intenso o pedido para isolamento social para evitar a disseminação do coronavírus. Segundo Jorge, a gravação contava apenas com quem "era realmente essencial". O cantor disse ainda que "estavam tomando todos os cuidados necessários'. "Tem mais álcool em gel aqui do que cerveja", brincou. Bastidores da live de Jorge e Mateus realizada neste sábado (4) Segundo a assessoria de Jorge e Mateus, no total, 18 pessoas participaram do projeto e houve um revezamento ao longo do processo de produção. "Na montagem, dividimos as equipes por dias e horários. A equipe de cenário montou na sexta, a equipe de som montou no sábado de manhã, e a equipe de filmagem entrou no sábado à tarde e já ficou pra live, como mostra no vídeo." "O Jorge e o Mateus chegaram poucos minutos antes do início da live. Toda produção com o uso de máscaras e luvas. Frascos de álcool em gel foram espalhados pela casa. Não houve aglomeração. Seguimos todas as normas recomendadas pelo Ministério da Saúde." Initial plugin text Initial plugin text A live também contou com um recado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendendo o distanciamento social. "Importante que a música chegue, mas que a gente não aglutine, que a gente não coloque as pessoas no mesmo lugar. Os shows são feitos de casa. O show não pode parar, mas a aglutinação tem que parar. A gente precisa agora proteger um ao outro e o sistema de saúde se preparar para, no momento certo, a gente poder se abraçar", disse Mandetta. O vídeo foi exibido duas vezes ao longo da transmissão. Mais cedo, o ministro também tinha deixado o recado durante transmissão da live de Xand Avião. Mandetta manda recado para a população durante show de Jorge e Mateus As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Xand Avião e Lucas Lucco Antes de Jorge e Mateus, Xand Avião e Lucas Lucco também fizeram transmissões on-line, entrando na lista de lives da quarentena. Xand, que foi diagnosticado com coronavírus há alguns dias, fez a live direto de sua casa em Fortaleza. O cantor também recebeu doações e, segundo sua assessoria, arrecadou R$ 322 mil, 455 toneladas de alimentos e 1500 cestas básicas. O valor em dinheiro será doado para o Instituto da Primeira Infância, em Fortaleza. Já as toneladas de alimentos e produtos não perecíveis serão distribuídos na região de origem do doador. A apresentação teve 642 mil expectadores simultâneos. Já Lucas Lucco afirmou que arrecadou R$ 214 mil ao longo da live, além de 1 tonelada de arroz para ser distribuído para famílias da cidade Patrocínio, em Minas Gerais. Veja Mais

Cantora britânica Marianne Faithfull é internada com coronavírus

G1 Pop & Arte Artista começou a carreira com a música 'As Tears Go By' e fez parcerias com The Beatles e Mettalica. A cantora e atriz inglesa Marianne Faithfull, em fotos de 1981 e de 2014 Arquivo/AFP A cantora e atriz britânica Marianne Faithfull, de 73 anos, foi hospitalizada em Londres com infecção pelo coronavírus Sars-CoV-2. Ela começou a carreira com a música "As Tears Go By" e fez parcerias com The Beatles e Mettalica. Faithfull também namorou com Mick Jagger. O que os famosos diagnosticados com a doença estão fazendo no isolamento De acordo com o "The Guardian", a artista já passou por uma série de problemas de saúde. Durante o tempo em que viveu como sem teto na década de 70, sofreu de anorexia e foi viciada em heroína. Em 2006, foi diagnosticada com câncer de mama. Um ano depois, anunciou que tinha hepatite C. Ainda segundo o jornal, Faithfull tem artrite e uma lesão no quadril. Em entrevista à revista Billboard, o empresário da artista, François Ravard, disse que o quadro é "estável" e que a cantora "está respondendo ao tratamento". Veja Mais

Katy Perry revela sexo do bebê após anunciar gravidez em videoclipe

G1 Pop & Arte 'É uma menina', escreveu a cantora na legenda de uma foto do noivo, o ator Orlando Bloom. Orlando Bloom em foto em que Katy Perry revela o sexo do bebê do casal Reprodução/Instagram Depois de anunciar que estava grávida no videoclipe da música "Never Worn White", Katy Perry usou as redes sociais para anunciar o sexo do bebê. "É uma menina", escreveu a cantora na legenda de uma foto em que mostra o noivo, o ator Orlando Bloom, com a cara cheia de uma espuma rosa. O casal está à espera do primeiro filho. No espaço para incluir a localização nas postagens, Katty incluiu a legenda "Girls run the world (as garotas comandam o mundo)". Initial plugin text Katy Perry e Orlando Bloom estão juntos há cerca de três anos. A cantora foi casada com Russell Brand, de quem se separou em 2011, após 14 meses de casados. Recentemente, Katy Perry afirmou que seu novo álbum deve sair nos próximos meses. O último disco da cantora, "Witness", foi lançado em 2017. Katy Perry e Orlando Bloom Reprodução/Instagram Veja Mais

Coronavírus já gerou prejuízo de mais de R$ 480 milhões no mercado musical do Brasil, mostra pesquisa

G1 Pop & Arte Levantamento com mais de 500 produtoras do Brasil identificou 8.141eventos cancelados ou adiados que tinham projeção de público de mais de 8 milhões de pessoas. O adiamento e cancelamento de shows por causa da pandemia de coronavírus já gerou prejuízo de mais de R$ 480 milhões no mercado musical do Brasil, segundo levantamento da empresa Data SIM. O G1 já havia mostrado o impacto do coronavírus na música no podcast G1 Ouviu. Ouça acima. O levantamento feito entre 536 empresas do setor indica adiamento ou cancelamento de 8.141 eventos musicais, que tinham juntos uma projeção de público de 8 milhões de pessoas. Leia mais: Mercado de shows pode quebrar com o coronavírus? Produtores pedem que fãs não peçam reembolso de ingressos A pesquisa identificou o baixo índice de participação em associação de classes (77% dos profissionais não participam de entidades coletivas). “Esses números ajudam a pensar em ações concretas para o setor, composto por muitos interesses, a maioria sem representação ou associação de classe. É hora de pensarmos coletivamente", diz em comunicado, Dani Ribas, diretora de pesquisa do Data SIM. Lollapalooza é adiado para dezembro de 2020 por causa do coronavírus “Vai ser preciso recomeçar, reinventar a música ao vivo”, afirma Pena Schmidt consultor especial do projeto. Veja a pesquisa na íntegra. Veja Mais

Logan Williams, ator de 'The Flash', morre aos 16 anos, diz site

G1 Pop & Arte Causa não foi revelada, segundo 'Hollywood Reporter'. Protagonista da série, Grant Gustin, lamentou morte: 'notícia devastadora'. Logan Williams em cena de 'The Flash' Reprodução O ator Logan Williams, que fez uma participação na série "The Flash", morreu aos 16 anos nesta quinta-feira (2). Segundo o site da revista "Hollywood Reporter", a causa da morte não foi divulgada. Ao jornal canadense "Tri-City News", a mãe do ator disse estar "absolutamente devastada". O protagonista da série, Grant Gustin, lamentou a notícia ao publicar uma foto com Williams em seu perfil no Instagram. "Eu fiquei tão impressionado não apenas pelo talento de Logan, mas por seu profissionalismo nas gravações. Meus pensamentos e orações vão para ele e sua família neste que tenho certeza ser um momento inimaginavelmente difícil para eles", escreveu. Em "The Flash", Williams interpretou um jovem Barry Allen, personagem vivido por Gustin. Initial plugin text Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Omaggio a Federico e Giulietta', Caetano Veloso, 1999

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Omaggio a Federico e Giulietta', de Caetano Veloso Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Omaggio a Federico e Giulietta, Caetano Veloso, 1999 ♪ Ao lançar o álbum Caetano, em 1987, Caetano Veloso apresentou no repertório a canção Giulietta Masina. Como o título já explicitava, o cantor e compositor baiano reverenciou na música a atriz italiana Giulietta Masina (1921 –1994), esposa do cineasta italiano Federico Fellini (1920 – 1993). Com letra que espoucou flashes da memória afetiva de Caetano, cinéfilo que descortinou o poético mundo barroco dos filmes de Fellini nos cinemas transcendentais da cidade natal de Santo Amaro da Purificação (BA) e de Salvador (BA), a canção Giulietta Masina chegou aos ouvidos da musa inspiradora do compositor. Tanto que, nos anos 1990, a atriz italiana Maddalena Fellini (1929 – 2004) – irmã do cineasta – convidou Caetano a fazer show em homenagem a Federico e a Giulietta na cidade italiana de Rimini, terra natal de Fellini. Lançado em setembro de 1999, o álbum ao vivo Omaggio a Federico e Giulietta é o registro do show apresentado dois anos antes, em outubro de 1997, no Teatro Nuovo, em San Marino, cidade vizinha de Rimini. Primeiro álbum de Caetano após o blockbuster Prenda minha (1998), título recordista na discografia do cantor por ter ultrapassado o milhão de cópias no embalo do estouro da gravação da canção Sozinho (Peninha, 1996), Omaggio a Federico e Giulietta sequer ameaçou roçar este alto patamar comercial. Até pela natureza particular do disco-show, cujo roteiro encadeou músicas e cenas de filme passado somente na cabeça da Caetano. Repleta de referências e impressões pessoais, o repertório de Omaggio a Federico e Giulietta reciclou músicas do repertório autoral de Caetano – como Lua lua lua lua (1974), Cajuína (1979) e Trilhos urbanos (1979), em cuja letra o compositor refez o percurso memorialista da vida descoberta nas telas de Santo Amaro (BA) – entre abordagens de temas de filmes de Fellini e de composições estrangeiras inseridas no universo felliniano, caso da canção norte-americana Let's face the music and dance (Irving Berlin, 1936), usada pelo cineasta no filme Ginger e Fred (1986). Munido somente do próprio violão, Caetano brilhou especialmente no show ao dar voz à canção italiana Come prima (Vincenzo Di Paola, Sandro Taccani e Mario Panzeri, 1957), evocando João Gilberto (1931 – 2019), presença fundamental já saudada silenciosamente no roteiro com a lembrança do samba Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958). No roteiro pessoal de Caetano, a canção-oração Ave Maria (Erothides de Campos, 1939) representou a melancolia expressada nos filmes de Fellini – como o cantor explicou no texto escrito para o encarte da edição em CD do álbum Omaggio a Federico e Giulietta. Mesmo que a referência fosse demasiadamente íntima, a beleza irradiada por interpretações como a do samba Chora tua tristeza (Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini, 1960) careceu de explicação racional para ser apreciada. Com o toque lírico do violoncelo de Jaques Morelenbaum, chamado ao palco por Caetano juntamente com o violonista Luiz Brasil, o cantor fez Coração vagabundo (Caetano Veloso, 1967) bater no tom aconchegante desse recital. Outros músicos, como o baixista Jorge Helder e o baterista Carlos Bala, entraram em cena ao longo da apresentação. Encerrado com Gelsomina (Nino Rota e Michele Galdieri, 1954), tema do filme La strada (1954), o álbum Omaggio a Federico e Giulietta ficou no mundo como filme que não precisa ser entendido para ter a beleza admirada em qualquer tempo ou lugar. Veja Mais

Banda Vivendo do Ócio faz parceria com o poeta 'novo baiano' Luiz Galvão

G1 Pop & Arte Compositor assina com o filho a letra de 'O amor passa no teste', faixa do álbum que o grupo de Salvador lançará em 10 de abril. ♪ Poeta e compositor baiano que escreveu boa parte das letras do cancioneiro do grupo Novos Baianos, Luiz Galvão faz parceria com a banda conterrânea Vivendo do Ócio. No quinto álbum do grupo, formado em Salvador (BA) em 2006, Luiz Galvão assina, com o filho Lahirí Galvão, a letra de O amor passa no teste. Produzido por Thiago Guerra (baterista da banda Fresno) com Gabriel Zander, responsável pela mixagem e masterização do disco, o álbum Vivendo do Ócio – previsto anteriormente para fevereiro – tem lançamento confirmado para a próxima sexta-feira, 10 de abril. Na composição do repertório formado por dez músicas autorais, o quarteto soteropolitano também faz parceria com o vocalista e guitarrista da banda pernambucana Eddie, letrista de Paredes vazias. Capa do álbum 'Vivendo do Ócio' Divulgação Precedido pelos singles Cê pode e Muito, ambos lançados em 2019, o álbum abarca música em italiano, Il tempo, apresentada em 2018. Jajá Cardoso (voz guitarra), Luca Bori (baixo e voz), Davide Bori (guitarra) e Dieguito Reis (bateria) também alinham no repertório do álbum Vivendo do Ócio as músicas inéditas Evolução, Massagem de ego, Nova ordem, O agora e Vestígios. Ao gravar o disco, a intenção da banda foi adicionar sutis toques de bossa nova, reggae e new soul ao rock que pauta o som de Vivendo do Ócio. Veja Mais

Banda Hotelo faz homenagem a profissionais da saúde e fala sobre período de 'isolamento juntos'

G1 Pop & Arte Quarteto, que mora junto em SP, lançou três músicas sobre isolamento durante a pandemia da Covid-19. Banda faz músicas 'good vibes' na mesma linha de Melim e Anavitória. Veja clipes. Deco, Conrado, Julio e Tito com as cachorinhas Mia e Pipa Divulgação Deco, Conrado, Julio e Tito moram há mais de dois anos juntos em uma casa, em São Paulo. Por lá, eles têm um estúdio para que ensaiar e gravar as músicas da banda Hotelo. O quarteto segue praticamente na ativa neste período de isolamento para conter a disseminação do coronavírus. E nos últimos dias, já gravaram e lançaram três músicas sobre pandemia e quarentena: "Há 10 dias em casa, mas vai passar", "Fica em casa, lava a mão" e "Obrigado por cuidar de nós". As três canções têm uma inegável pegada "good vibe", uma expressão que ajuda a resumir as letras e arranjos do Hotelo. Eles fazem parte de uma cena de uma MPB mais pop e jovem, da qual fazem parte artistas como Melim, Tiago Iorc, Anavitória, Vitor Kley e Lagum. "Nossa intenção era deixar as pessoas ouvirem essas canções mais alegres e que saíssem um pouco realmente dessa tensão. A procurou trazer o tema de uma maneira leve", explica Conrado ao G1. "Essa é uma das principais funções da banda, trazer sempre alegria, esperança, mensagens positivas, pra criar uma conexão com a pessoa, pra ela lavar a alma quando estiver escutando uma música." Homenagem aos profissionais da saúde "Obrigado por cuidar de nós" surgiu após uma proposta de Daniel Zukerman durante uma live do ator e humorista. "Ele lançou esse desafio de a gente fazer uma composição relacionada aos profissionais da saúde, a galera que está arriscando a vida nesse período. E a gente aceitou. Estamos muito felizes com o resultado", diz Deco, vocalista do grupo. Apesar de ser a terceira música sobre o tema lançado nos últimos dias, o grupo não está trabalhando somente com rimas focadas na pandemia. "A gente tem feito música de tudo quanto é tema agora. Porque acho que a gente está vivendo esse período que é muito doido, isolados em quarentena, então acho que o coração fica cheio de assunto para falar." "Vem composição relacionada a quarentena, claro, mas também sai música de amor, sai música de cotidiano, de tudo o que é tema. Estamos produzindo bastante", explica o vocalista. Além da produção musical, os músicos estão usando o tempo livre em casa para fazer exercícios físicos. Eles também estão se distraindo com jogos de videogame e tabuleiro, futebol e botão e xadrez. Participação especiau au? Os últimos trabalhos da Hotelo têm contado com uma participação especial. A cachorrinha Mia, umas das adotadas pelo quarteto, aparece toda tranquila em cena enquanto os músicos apresentam suas canções. Nos comentários dos vídeos, muitos são sobre a convidada. "A gente percebe cada vez mais a aptidão da Mia pra coisa, porque a gente se junta pra filmar e ela já vai lá, fica sentadinha no meio, querendo aparecer. Ela tem tino pra estrela de cinema", diz Tiago, brincando. Veja Mais

Tekashi 6ix9ine vai sair da prisão mais cedo por causa da pandemia de coronavírus, diz site

G1 Pop & Arte Rapper preso em 2018 vai cumprir resto da sentença em prisão domiciliar, segundo site Vulture. Daniel Hernandez, conhecido como Tekashi 6ix9ine, foi condenado a dois anos de prisão depois de testemunhar contra gangue. Foto de arquivo de show em 2018 na semana de moda de Milão AP Photo/Luca Bruno O rapper Tekashi 6ix9ine, preso no final de 2018, vai ser liberado da prisão e cumprir o resto da sentença em casa por risco de contaminação com o novo coronavírus. Segundo o site Vulture, a decisão consta em uma ação judicial. Veja Mais

Léo Santana é criticado por anunciar doação condicionada a número de espectadores em 'live'

G1 Pop & Arte Cantor disse que doaria dez cestas básicas a cada 10 mil pessoas assistindo transmissão pela internet. Ele se defendeu: 'Peço desculpas se me expressei de forma errada'. Léo Santana se defende após anunciar doação de dez cestas básicas a cada 10 mil espectadores em 'live' Reprodução/Instagram/Léo Santana Mais um artista a usar as transmissões ao vivo para manter a conexão com os fãs em tempos de quarentena, Léo Santana marcou um show pela internet para esta sexta-feira (3). Mas o cantor foi criticado nas redes sociais ao anunciar que faria doações condicionadas à quantidade de pessoas assistindo à apresentação. "A cada 10 mil pessoas que entrarem na 'live', eu doarei dez cestas básicas para algumas comunidades de Salvador", disse, ao divulgar a data da transmissão. "Se bater 100 mil pessoas, 100 cestas." Cantor se defendeu Após a repercussão negativa, Léo se defendeu. "Não serão dez cestas básicas doadas. Seria muito injusto da minha parte - até burrice - usar a minha rede social para divulgar dez cestas básicas, como as pessoas interpretaram. Eu mesmo peço desculpas se me expressei de forma errada", explicou, nesta quarta (1º). "A ideia da minha 'live' é fazer com que, quanto mais pessoas assistindo, mais alimento seja doado. Só que, independentemente disso, eu já vou fazer minha doação. Uma parte minha, do meu coração." Segundo o cantor, empresários parceiros também vão contribuir para arrecadar doações durante a transmissão. O modelo de "live" solidária tem sido adotado por artistas para arrecadar doações e ajudar quem precisa durante a pandemia do novo coronavírus. Veja Mais

Daniel Azulay, vítima de coronavírus, é homenageado por cartunistas em exposição virtual; VEJA

G1 Pop & Arte 'Daniel Azulay é coisa nossa' conta com cerca de 60 artistas como Mauricio de Sousa e Spacca em tributo a desenhista que morreu na sexta-feira (27). Mauricio de Sousa faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Mauricio de Sousa A Associação dos Cartunistas do Brasil organizou uma exposição virtual para homenagear Daniel Azulay, desenhista e artista plástico que morreu na última sexta-feira (27) vítima do novo coronavírus. Com mais de 60 artistas participantes, como Mauricio de Sousa e Spacca, a mostra "Daniel Azulay é coisa nossa" celebra a carreira do criador da "Turma do Lambe-lambe" e apresentador de programas infantis na TV. Aos 72 anos, o vencedor de um prêmio honorário no HQMix, o principal dos quadrinhos brasileiros, lutava contra uma leucemia quando contraiu a nova forma do vírus. Confira abaixo a homenagem na íntegra: Exposição 'Daniel Azulay é coisa nossa', da Associação dos Cartunistas do Brasil Divulgação Afonso Carlos Fernandes faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Afonso Carlos Fernandes Aldo Costas faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Aldo Costas Alessandro Driê faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alessandro Driê Alex Soares faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alex Soares Alisson Affonso faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alisson Affonso Alisson faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Alisson André Camargo faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/André Camargo André Ribeiro faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/André Ribeiro Armando Marcos faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Armando Marcos Augusto Minighiti faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Augusto Minighiti Augusto Minighiti faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Augusto Minighiti Aurélio Gomes faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Aurélio Gomes Baptistão faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Baptistão Brum faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Brum Cacinho faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Cacinho Carlos Araújo faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Carlos Araújo Carlos Nacci faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Carlos Nacci Cesar Guedes faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Cesar Guedes Chico Pereira faz cartum em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Chico Pereira Claudio Duarte faz em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Claudio Duarte Claudio Teixeira faz em homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Claudio Teixeira Claudio faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Claudio Daniel Baptista faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Daniel Baptista Daniel Kondo faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Daniel Kondo Daniel Suárez faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Daniel Suárez Décio Ramirez faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Décio Ramirez Douglas de França faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Douglas de França Ed Carlos faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Ed Carlos Eder Santos faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Eder Santos Edra faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Edra Fausto faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fausto Fernandes faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fernandes Fraga faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fraga Fred faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Fred Gau faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Gau Gecelmo Oliveira faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Gecelmo Oliveira Gisele Henriques faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Gisele Henriques Glen Batoca faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Glen Batoca Jean Claude S Ribeiro faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jean Claude S Ribeiro Jhota Melo faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jhota Melo Joaquim Monteiro faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Joaquim Monteiro Jorginho faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jorginho Jótah faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Jótah Julinho Sertão faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Julinho Sertão Júlio Cesar Delgado faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Júlio Cesar Delgado Kadu Farias faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Kadu Farias Leonardo Thomaz faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Leonardo Thomaz Luciano Giovani faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Luciano Giovani Magah faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Magah Marco Cortez faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Marco Cortez Marcos Vaz faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Marcos Vaz Mauro Miranda faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Mauro Miranda Mauro faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Mauro MIG faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/MIG Moisés faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Moisés MOR faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/MOR Nei Lima faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Nei Lima Nelson Fernandes faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Nelson Fernandes Nico faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Nico Osmar Ritter faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Osmar Ritter Paulo Arts faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Paulo Arts Paulo Sergio Jindelt faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Paulo Sergio Jindelt Quinho faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Quinho Ribamar Araújo faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Ribamar Araújo Samuca faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Samuca Sapão faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Sapão Spacca faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Spacca Synnöve Hilkner faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Synnöve Hilkner Tako faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Tako Will Leão faz homenagem a Daniel Azulay Divulgação/Will Leão Veja Mais

Mestre do balé Wilhelm Burmann morre aos 80 anos após contrair coronavírus

G1 Pop & Arte Ele teve insuficiência renal depois que seu tratamento foi complicado pela nova forma do vírus. Wilhelm Burmann dá aula nos Estados Unidos em 2006 Rosalie O'Connor Photography/via Reuters Wilhelm Burmann, professor e treinador destacado dos maiores nomes do balé mundial durante mais de quatro décadas, morreu de insuficiência renal depois que seu tratamento foi complicado pelo novo coronavírus, disse uma amiga próxima. Burmann morreu pacificamente na segunda-feira (30), cinco dias antes de seu aniversário de 81 anos, no hospital Mount Sinai West da cidade de Nova York, onde foi diagnosticado com o vírus, disse Jane Haugh, amiga e responsável pela saúde dele. "Se não existisse o coronavírus no mundo, poderíamos ter estado na cabeceira de Willy. A questão teria sido mais simples ou restrita ao seus rins", disse ela à Reuters na noite de terça-feira (31). "Existem muitas ideias para celebrar sua vida, mas ninguém pode fazer nenhum plano neste momento". As aulas de Burmann em Nova York atraíam um grande número de alunos, não somente de estrelas do balé, mas de dançarinos modernos e da Broadway querendo refinar sua arte sob o olhar meticuloso do mestre. Ele ensinou em vários estúdios antes de se unir à Steps on Broadway em 1984, onde oferecia cinco aulas por semana até estas serem suspensas no dia 20 de março devido ao surto de coronavírus. Entre seus alunos regulares estavam celebridades como Julio Bocca e Alessandra Ferri, do American Ballet Theatre, e Wendy Whelan e Maria Kowroski, do Balé da Cidade de Nova York (NYCB). A morte de Burmann põe fim a uma era de professores lendários, como Stanley Williams, Maggie Black e David Howard, em Nova York. O casamento de música e movimento com uma sensibilidade do século 21 definiu sua abordagem. Veja Mais

Kim Jaejoong, cantor de K-pop, mente que tem Covid-19 em pegadinha de 1º de abril

G1 Pop & Arte Cantor da banda JYJ causou revolta mentir sobre diagnóstico de coronavírus. Após críticas, artista pediu desculpas. Kim Jaejoong, cantor de K-pop, mente que tem Covid-19 em pegadinha de 1º de abril Reprodução/Instagram Kim Jaejoong, do grupo de K-pop JYJ, causou revolta ao fazer uma pegadinha no 1º de abril, conhecido como Dia da Mentira. Em sua página no Instagram que conta com quase dois milhões de seguidores, Kim Jaejoong afirmou que estava com coronavírus. "Me descuidei", dizia Kim na publicação. Os fãs, então, começaram a se preocupar com o cantor e a enviar mensagens de apoio. Mas pouco depois, ele confessou que se tratava de uma brincadeira e recebeu críticas. "Como você pode fazer uma brincadeira com uma situação tão séria?", escreveu um internauta. “Isso é realmente decepcionante", comentou outro. Em seguida, Kim deletou a publicação. Ainda nesta quarta-feira (1), o cantor usou a mesma página na rede social para fazer um pedido de desculpas "a todos que estão sofrendo com coronavírus". 'Eu errei, eu sei', disse Kim Jaejoong, que ainda completou afirmando que "aceitará todas as punições possa receber por causa do post'. Veja Mais

Lindsay Lohan anuncia retorno à música em meio a pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte Último single da atriz e cantora, 'Bossy', foi lançado em 2008. Lindsay Lohan em boate de Atenas, na Grécia, em 2016 AP/Yorgos Karahalis Lindsay Lohan, que está com a carreira em baixa há uma década devido a uma série de problemas legais e pessoais, anunciou na terça-feira que está retornando à música com um novo single. "Estou de volta!", disse a atriz e cantora de 33 anos, nas redes sociais, junto a um compilado de vídeos que mostrava altos e baixos de sua carreira. Lohan também publicou um link para que os fãs salvem sua nova música em uma plataforma de streaming. Ela não faz referências a título, data de divulgação ou mais detalhes. O anúncio inesperado rapidamente se tornou um dos principais assuntos comentados nas redes sociais. A estrela de "Meninas Malvadas" se internou seis vezes em clínicas de reabilitação entre 2007 e 2013. Ela também teve diversas passagens pela prisão e por tribunais devido a diferentes acusações, como roubo, dirigir sob efeito de álcool e posse de drogas. Ela morou em Londres, Dubai e Grécia. Embora mais conhecida pela carreira nas telas, o último single de Lohan, "Bossy", foi lançado em 2008. No ano passado, ela participou do reality show "Lohan Beach Club", da MTV, que acompanhava seus esforços para inaugurar uma casa noturna e conduzir negócios no ramo de restaurantes na Grécia. Lohan também fez uma participação na série de comédia britânica "Sick Note" em 2018. Initial plugin text Veja Mais

Miley Cyrus convoca Anitta para participar de episódio de programa criado durante isolamento

G1 Pop & Arte Cantora americana criou talk show para debater como 'manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis'. Miley Cyrus convoca Anitta para participar de episódio de programa criado durante isolamento Reprodução/Instagram Miley Cyrus convocou Anitta para participar do projeto "Bright Minded: live with Miley" (Mentes brilhantes: ao vivo com Miley). A cantora americana criou o programa durante o período de isolamento com a intenção de debater com seus convidados como "manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis" e conversar sobre os mais variados temas. A cantora transmite a atração direto de sua casa e o foco é manter as boas vibrações e a energia positiva durante esta fase de isolamento por causa do coronavírus. O programa é exibido no IGTV da cantora e tembém fica disponível no YouTube. Na atração, Miley já recebeu Alicia Keys, Selma Blair, Nicole Richie, Paris Hilton, Reese Witherspoon, Hilary Duff, Bebe Rexha, Dua Lipa, entre tantas outras celebridades. Para o programa desta quarta-feira (1), Miley convocou, além de Anitta, Ashley Longshore, Zoe Kravitz e Diplo. Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus Miley Cyrus cria programa durante fase de isolamento social por coronavírus Reprodução/Instagram Veja Mais

Games gratuitos para quarentena: Veja lista de jogos para celulares que mais se popularizaram

G1 Pop & Arte Games brasileiros estão entre aqueles que mais cresceram em downloads desde começo de medidas para conter pandemia do novo coronavírus. Os jogos para celulares que apresentaram os dois maiores crescimentos de downloads no país desde o começo das medidas de isolamento e quarentena, motivadas pela pandemia do novo coronavírus, são brasileiros — e proporcionam experiências com outras pessoas. 15 games para jogar durante dias de quarentena e isolamento "Gartic" e "Stop" podem não ter chegado ao topo da lista da loja do Google de games gratuitos mais baixados na segunda metade de março, mas foram os que conseguiram a maior explosão de popularidade no período. No entanto, ao analisar os 60 aplicativos do jogos mais baixados no Brasil nesta terça-feira (31), é possível visualizar outros games que passaram por fenômenos semelhantes. Na lista, há desde histórias interativas e projetos inspirados em "Minecraft" até testes de conhecimentos e o clássico atirador de bolinhas. Conheça abaixo os games que conseguiram o maior nível de popularidade em menor tempo em março e saiba onde baixá-los (a lista desconsidera lançamentos muito recentes, já que campanhas de publicidade influenciam muito no segmento, sustentado por propagandas): 1 - "Gartic" Veja trailer de 'Gartic' Android iPhone O jogo brasileiro de desenhos e adivinhação conseguiu um aumento de 1600% na média de downloads por dias em uma semana. Com isso, surgiu em uma lista na qual nem aparecia e chegou à 13ª posição em seis dias. O crescimento foi tão rápido que prejudicou os servidores e pegou de surpresa até seus desenvolvedores, que orientam novos jogadores a testar a versão internacional, dois fatores que podem explicar a queda na lista do Google. "O 'Gartic' tem uma coisa primeiramente nostálgica, de jogos de quando a gente era menor mesmo e tinha esse contato próximo com amigos. Essa nostalgia traz uma coisa familiar, de contato próximo, de amizade que é bastante forte", afirma a jogadora Mariana Rizardi, de 25 anos. 2 - "Stop" Veja trailer de 'Stop' Android iPhone Outro game brasileiro que conseguiu muito sucesso durante a quarentena, o app chegou à 26ª posição em uma semana, depois de um aumento de 1000% no pico de usuários ativos. A versão para celulares do clássico da época da escola coloca diversos jogadores para se desafiarem e lembrarem de palavras de diferentes categorias começadas pela mesma letra. "Nesse momento tão conturbado que a gente está vivendo, jogos como 'Stop' fazem a gente ter um pouco de distração, além de relembrar os tempos de criança. Traz uma nostalgia gostosa em meio a tanto caos", conta Paloma Oliveira, de 20 anos. 3 - "LokiCraft" 'LokiCraft' Divulgação Android "LokiCraft" é o primeiro desta lista com uma proposta bem parecida ao gigante "Minecraft". Isso talvez explique como um jogo que não aparecia entre os mais baixados até o dia 25 esteja atualmente na 55ª posição em um crescimento rápido e constante. Nele, os jogadores podem vagar por ambientes variados e obter materiais para construir suas próprias casas, tomando sempre cuidado com os perigos desse mundo aberto. 4 - "My Story: Choose your own path" 'My Story: Choose your own path' Divulgação Android iPhone O jogo com diferentes histórias interativas apareceu como um dos mais baixados no Google um pouco antes da ampliação do isolamento, no dia 11, mas desde então estabilizou o crescimento e não deixa o top 10 desde quinta-feira (26). Nele, os jogadores podem escolher entre diferentes narrativas e decidir os rumos da vida dos protagonistas, como a de uma ícone da moda que participa de um programa de encontros. 5 - "Perguntados 2" 'Perguntados 2' Divulgação Android iPhone "Perguntados 2" já aparecia na lista antes do isolamento, mas pulou da 170º colocação no dia 15 para a 33º no dia 24. No game, continuação de outro que experimentou popularidade semelhante, jogadores podem desafiar amigos ou desconhecidos em um teste de conhecimentos gerais nas mais variadas categorias. 6 - "Craft Vegas" 'Craft Vegas' Divulgação Android Desenvolvido pelo mesmo criador de "LokiCraft", "Craft Vegas" oferece uma opção mais urbana para os amantes de blocos de construção e mineração. O game seguiu caminho semelhante ao de seu "primo" de criação. Apareceu entre os mais baixados no dia 25 e subiu rapidamente até a 34º posição, mas parece estar estabilizando. Talvez uma competição em família aconteça em breve. 7 - "Bubble Shooter: Magic Snail" 'Bubble Shooter: Magic Snail' Divulgação Android iPhone Se "Stop" era um representante de um grande analógico do colégio, "Bubble Shooter" faz parte de um clássico dos games, os atiradores de bolinhas, na qual esferas coloridas explodem suas iguais para liberar uma estrutura. Com presença constante na lista antes do início do isolamento, pulou da 96ª colocação no dia 15 até a 46ª no domingo (30). 8 - "Gardenscapes" 'Gardenscapes' Divulgação Android iPhone "Gardenscapes" poderia não estar nessa lista, afinal já aparecia entre os mais baixado no começo de março, mas a arrancada nos últimos dias merece atenção. Na 44ª colocação no dia 26, atualmente tem o 6º maior número de downloads por dia. O jogo é uma grande mistura de gêneros típicos de games para celulares, com os famosos agrupamentos de três figuras iguais, uma jardim para arrumar e personalizar, personagens para conhecer e um fator social, que permite que as pessoas sejam "vizinhas" de contatos do Facebook. 9 - "Perguntados" 'Perguntados' Divulgação Android iPhone Versão mais leve, mais antiga e muito mais popular que sua continuação, "Perguntados" está poucas posições na frente, mas com um crescimento menos elevado, o que significa que talvez seja ultrapassado em breve. Veja Mais

'BBB': paredão com Prior, Manu e Mari passa de 1 bilhão de votos e bate recorde

G1 Pop & Arte Resultado sai na edição desta terça-feira (31) do reality show da TV Globo. Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez estão no paredão TV Globo A votação do paredão entre Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez no "BBB20" passou da marca de 1 bilhão de votos, após pouco mais de 30 horas de votação aberta. O nome de quem sai do reality show da TV Globo será divulgado na noite desta terça-feira (31). "Muito obrigado pelo engajamento absurdo que este paredão está causando. A gente se encontra à noite com uma edição histórica, uma eliminação histórica, um paredão histórico", disse o apresentador Tiago Leifert. Até a noite de segunda-feira (30), o décimo paredão do "BBB20" contava com 550 milhões de votos, como havia anunciado Leifert: "Queria comunicar a todos que batemos o recorde. Nosso recorde anterior era 416 milhões de votos, mais ou menos, que a gente atingiu em uma terça-feira, na hora em que a gente encerrou a votação. Hoje é segunda, 24 horas antes de encerrar a votação, a gente já bateu esse recorde." Até então, o recorde era do paredão entre Gizelly, Guilherme e Pyong. No dia 3 de março, Pyong acabou elimiado. Boninho, diretor do reality show, comentou em seu Instagram que a plataforma chegou a sair do ar ao longo da votação. "Incrível. Derrubaram a plataforma de votação. Já chegamos em 75 milhões de votos e quem sai está se alternando a cada minuto. Vai ser na casa decimal! Divertido ver essa troca", escreveu Boninho. Veja Mais

Andrew Jack, ator de 'Star wars', morre aos 76 anos, vítima do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Ele viveu o personagem Caluan Ematt em 'Star wars: O despertar da força' e 'Star wars: Os últimos Jedi'. Andrew Jack em 'Star wars - O despertar da força' Divulgação O ator inglês Andrew Jack, que interpretou o personagem Caluan Ematt em filmes da série "Star wars", morreu aos 76 anos devido ao novo coronavírus, nesta terça-feira (31), em Londres. Andrew Jack atuou nos filmes "Star wars: O despertar da força", de 2015, e "Star wars: Os últimos Jedi", de 2019. Ele também atuava como dublador para TV e cinema como e consultor de voz e sotaque para grandes produções como "Vingadores: Ultimato". Initial plugin text Veja Mais

Show comandado por Elton John, direto da cozinha, arrecada US$8 milhões para caridade

G1 Pop & Arte Evento on-line no domingo à noite, apresentado pelo cantor, contou com Billie Eilish, Backstreet Boys, Lizzo, Alicia Keys, Mariah Carey, Lady Gaga e outros. Elton John, Mariah Carey e Demi Lovato aderem campanha e citam por quem estão em isolamento social Reprodução/Instagram Uma transmissão beneficente no fim de semana com apresentações online ao vivo de estrelas da música em suas casas arrecadou quase US$ 8 milhões para duas instituições de caridade que atendem a socorristas e norte-americanos que enfrentam dificuldades econômicas em meio à crise do coronavírus, informaram patrocinadores. O show de domingo à noite, apresentado por Elton John em sua cozinha, contou com Billie Eilish, Backstreet Boys, Lizzo, Alicia Keys, Mariah Carey, Lady Gaga e Tim McGraw - todos usando smartphones, câmeras domésticas ou plataformas online. A emissora Fox exibiu o programa de uma hora, chamado "iHeart Living Room Concert for America", ao vivo, sem interrupção comercial, atraindo 8,7 milhões de telespectadores, segundo a Fox. 'Festival da sala' está disponível na íntegra; veja A era das lives: shows à distância são solução na quarentena Coronavírus é tema de quase 500 músicas As músicas foram intercaladas com breves histórias pessoais de enfermeiros, médicos, caminhoneiros, funcionários de mercados e outros trabalhadores essenciais, no momento em que milhões de norte-americanos entraram na segunda semana de confinamento em casa para conter a propagação do coronavírus. O show, também transmitido nas estações de rádio iHeart em todo o país, instou os ouvintes a doar para duas instituições de caridade, a Feeding America e a First Responders Children's Foundation. Até a noite de segunda-feira havia sido levantado quase 8 milhões de dólares para as duas organizações, incluindo US$ 500 mil doados pela gigante de produtos domésticos Procter & Gamble e uma quantia correspondente da Fox. Veja Mais

Baco Exu do Blues escancara ansiedades no jorro angustiado de álbum gravado na quarentena

G1 Pop & Arte Rapper preserva a contundência do discurso em nove músicas inéditas que abordam racismo, sexo e Jair Bolsonaro sob o impacto da pandemia do coronavírus. Capa do álbum 'Não tem bacanal na quarentena', de Baco Exu do Blues Guil Resenha de álbum Título: Não tem bacanal na quarentena Artista: Baco Exu do Blues Gravadora: 999 / Altafonte Cotação: * * * * ♪ Preso em casa cheio de tesão. O título da quarta das nove músicas de Não tem bacanal na quarentena – álbum lançado por Baco Exu do Blues sem aviso prévio e disponível nos aplicativos de música a partir desta terça-feira, 31 de março – exemplifica a ansiedade que pauta o disco improvisado pelo rapper baiano neste período de isolamento social. O rapper convocou o engenheiro de som Dactes e, em três dias, produziu disco que, por força das circunstâncias, passa a ser o terceiro álbum da discografia do artista projetado há três anos com a edição do álbum Esú (2017). Baco prefere caracterizar o disco como EP, mas a quantidade de músicas do disco – nove, todas inéditas e autorais – configura Não tem bacanal na quarentena inapelavelmente como álbum, apresentado primeiramente no canal de vídeo do artista na segunda-feira, 30 de março. Com capa criada por Guil com alusão explícita à capa de Ready to die (1994), primeiro álbum de estúdio do rapper norte-americano The Notorious B.I.G. (1972 – 1997), Não tem bacanal na quarentena ocupa o lugar do álbum Bacanal, gravado por Baco em 2019, em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com participações de Ney Matogrosso, Duda Beat, Hamilton de Holanda, BK, Urias e Kiko Dinucci. O disco sairia neste segundo semestre, mas teve o lançamento adiado por conta da pandemia. Embora não tão elaborado e original como o do álbum Bluesman (2018), o discurso de Baco neste álbum improvisado preserva a habitual contundência da linguagem do rapper, com o benefício da atualidade. “Coronavírus me lembra a escravidão / Brancos de fora vindo e fodendo com tudo”, dispara o artista em versos de O sol mais quente. Baco encadeia ansiedades, ódios, raivas e desejos no jorro angustiado de disco que transborda testosterona na batida sensual de Ela é gostosa pra c... (faixa gravada com Maya) e da já mencionada Preso em casa cheio de tesão, música em que o rapper faz dueto com Lellê. Faixa ambientada nesse clima sensual, Humanos não matam deuses é raro instante de calmaria em disco (in)tenso que junta os rappers Celo Dut, Vírus e Young Piva em Dedo no c... é gritaria, faixa assentada em beat hipnótico cuja suavidade contrasta com a virulência do discurso. Entre beats de DKVPZ, LZ e Nansy Silvvz, Baco Exu do Blues volta a bater na tecla do racismo em Jovem preto rico – esfregando na cara da sociedade o preconceito dos racistas que identificam perigo na ascensão social de jovem negro – e Tropa do Babu, cujo título se refere ao ator Babu Santana, atualmente confinado na casa do programa BBB 20 (TV Globo). Outro alvo de Baco é o presidente Jair Bolsonaro. Sons de panelaço contra o presidente turbinam Tudo vai dar certo, faixa formatado com a adesão de 1LUM3, codinome artístico de Luiza Soares. No arremate do disco, Amo Cardi B e odeio Bozo corrobora o discurso corrosivo de Baco. “O Papa é pop / A quarentena é pop”, conclui Baco Exu do Blues no fluxo agoniado de álbum impregnado de ansiedade e impressionante atualidade. Veja Mais

Mariano, que faz dupla com Munhoz, é diagnosticado com coronavírus

G1 Pop & Arte Cantor sertanejo divulgou teste positivo em rede social. 'Mas eu estou bem, não estou com sintomas fortes, estou bem tranquilo', afirmou. Mariano canta em show Reprodução/Instagram/mariano O cantor Ricardo Mariano Gomes, da dupla sertaneja Munhoz e Mariano, afirmou nesta segunda-feira (30) que foi diagnosticado com o novo coronavírus. "Infelizmente saiu o resultado do meu exame, e eu também fui detectado positivo para o Covid. Mas eu estou bem, não estou com sintomas fortes, estou bem tranquilo", disse Mariano em sua conta no Instagram, sobre a infecção causada pela nova forma do vírus. Ele conta que o irmão apresentou sintomas ao longo da semana, passou mal no sábado (28) e teve de ser internado. Mesmo assim, afirma estar assintomático. "Não estou com dores, não estou com falta de ar. Não estou com nada." Mariano aproveitou para pedir para que os fãs tomem cuidado. "Fiquem em casa. A gente acha que nunca vai acontecer com a gente, mas o negócio realmente não está brincadeira", afirmou ele. "Redobrem os cuidados aí com higienização, com a saúde de vocês." Ele se junta a uma lista crescente de artistas diagnosticados com o novo coronavírus em meio à pandemia, que já conta com Tom Hanks, Di Ferrero e Fernanda Paes Leme. Mariano, que faz dupla com Munhoz, diz em rede social que teste para novo coronavírus deu positivo Reprodução/Instagram/mariano Veja Mais

Sam Smith adia lançamento de disco por causa da crise do coronavírus e muda título que citava morte

G1 Pop & Arte 'To die for', que sairia em maio, vai ganhar novo nome e outra data em 2020, ainda não anunciados. 'O nome e o lançamento agora não pareciam certos', diz o cantor. Sam Smith canta em show no Lollapalooza 2019 Fábio Tito/G1 Sam Smith adiou o lançamento do seu terceiro disco, que sairia no dia 1º de maio, para uma data ainda não definida em 2020. O título do álbum tinha sido anunciado como "To die for" (motivo para morrer, em tradução livre), mas o cantor diz que não vai usar mais este nome. "O título e o lançamento agora não pareciam certos", disse o cantor em comunicado aos fãs nesta segunda-feira (30). Ele diz que o disco vai sair até o final do ano, e mesmo assim vai lançar faixas novas até lá. Initial plugin text Veja Mais

Filho de Martinho da Vila, Tunico da Vila gravita em torno da dinastia no álbum 'Fases da vida'

G1 Pop & Arte ♪ Filho de Martinho da Vila, o cantor, compositor e percussionista carioca Tunico da Vila lança o terceiro álbum, Fases da vida, na sexta-feira, 3 de abril. Embora reúna 12 músicas no repertório quase inteiramente autoral, o disco já chega ao mundo com baixo teor de novidade. É que, das 12 faixas, somente quatro são inéditas. A música-título Fases da vida, o samba Te levo pro boteco, o partido alto Na beira do mar (gravado com adesões de Dudu Nobre, Martinho da Vila e Xande de Pilares) e Pelos caminhos de um só (faixa em que Xande de Pilares também figura como convidado) formam o lote de novidades do repertório do disco produzido por Rildo Hora. Outras quatro músicas – Quero quero (2019), Madalena do Espírito Santo (Coração de Deus) (2019), Que paixão tão linda é essa (2019) e É dia de rede no mar (2019) – foram apresentadas em singles lançados ao longo do ano passado. Quero quero, cabe lembrar, se diferencia no disco por trazer o samba para o universo do hip hop, já que Tunico regravou a música do pai Martinho da Vila – lançada pelo compositor no álbum Presente (1977) – com intervenções dos rappers BK, Dexter, Rappin' Hood, Kamau e Rashid, além do coletivo Melanina MC's e do próprio Martinho. Já as quatro músicas restantes do álbum Fases da vida foram lançadas em 6 de março no EP Cadê você, cavaquinho?, batizado com o nome do samba de Tunico gravado com a participação de Péricles. No EP, Tunico também apresentou Iakalaiá (semba, ritmo angolano embutido na raiz do samba), Rio de fé (samba maxixado gravado com a cantora Ana Clara) e De fato e de direito (ode ao bairro carioca de Vila Isabel, terra de Tunico, habitada por bambas imortais como Noel Rosa e o próprio Martinho da Vila). O álbum Fases de vida flagra Tunico da Vila gravitando em torno da nobre dinastia e das presenças de convidados ilustres, com a ambição de iniciar ciclo com a edição do disco. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Roberto Carlos', Roberto Carlos, 1972

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Roberto Carlos', de 1972 Carlos E. Lacerda ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Roberto Carlos, Roberto Carlos, 1972 ♪ A partir de 1968, com o fim da Jovem Guarda, Roberto Carlos iniciou cuidadosamente a transição de rei da juventude para ídolo romântico do Brasil adulto e conformista da década de 1970. Destaque da discografia amadurecida do artista, o álbum de 1971 consolidou o rito de passagem do cantor no embalo de canções como Detalhes e Amada amante, duas das muitas obras-primas da parceria de Roberto com Erasmo Carlos. Na sequência da repercussão fenomenal do LP de 1971, determinante para a conquista da realeza, o cantor lançou em dezembro de 1972 o álbum Roberto Carlos, gravado entre setembro daquele ano no estúdio da gravadora CBS em Nova York (1972). Roberto Carlos foi álbum pautado pelos arranjos de cordas orquestradas sob a regência do maestro norte-americano Jimmy Wisner (1931 – 2018). No todo, o repertório resultou menos impactante (para os padrões comportados de Roberto...) e menos coeso do que o álbum anterior de 1971. Ainda assim, o disco de 1972 legou para a posteridade joias como a a tristonha balada À distância... (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) e a confessional canção O divã (Roberto Carlos e Erasmo Carlos). Na letra de O divã, música abordada com a devida melancolia por Nara Leão (1942 – 1989) seis anos mais tarde em disco de 1978 dedicado ao cancioneiro de Roberto e Erasmo, o cantor expôs pela primeira vez, na obra, as recordações da infância e do acidente de trem que levou Roberto, então criança, a amputar parte da perna direita. Das tristes canções românticas incluídas no disco, Por amor (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) ficou esquecida, embora tenha merecido registro de Paulo Ricardo em 1999 em disco de fase em que o vocalista do RPM ambicionou o trono do Rei no universo pop roqueiro. Por amor – cabe ressaltar – foi gravada em junho de 1972 e lançada antes do álbum no 26º volume da série As 14 mais, disco no qual Roberto também apresentou Agora eu sei (Edson Ribeiro e Helena dos Santos), música alocada no fecho do álbum de 1972. Na área da sofrência, somente a canção Como vai você (Antonio Marcos e Mario Marcos) – veículo para a exposição da perfeita emissão vocal do cantor – rivalizou em beleza com a já mencionada À distância..., balada que permaneceu entre as mais bonitas de Roberto e Erasmo. Mas Você já me esqueceu (Fred Jorge), balada de fato esquecida, também teria algum potencial comercial se fosse lembrada por algum cantor da atualidade. A partir de Jesus Cristo, obra-prima black do repertório do álbum de 1970, Roberto Carlos começou a professar a fé católica em músicas de temática religiosa compostas com o irmão camarada Erasmo Carlos. A do álbum de 1972 foi A montanha, canção levada com leveza que contrabalançou o tom épico do tema. A dupla também se mostrou inspirada ao retratar com embevecimento a gravidez de mulher desconhecida em Você é linda e ao abordar a cotidiana atribulação de casal com filhos na biográfica canção Quando as crianças saírem de férias. Em tom ainda mais confessional, À janela flagrou Roberto Carlos imerso em questões existenciais. Canção composta na linha black is beautiful, mas sem a alma do soul, Negra (Maurício Duboc e Carlos Colla) também integrou este disco em que Roberto Carlos se confirmou ótimo intérprete ao dar voz e lúdico ar celestial a Acalanto (Dorival Caymmi, 1957). Por ter atravessado a década de 1970 com inspirada produção autoral, Roberto Carlos lançou discos melhores do que este álbum de 1972. Mas também fez discos piores, sobretudo a partir dos anos 1980, década em que o artista diluiu e engessou progressivamente a monumental obra autoral construída com Erasmo Carlos. Ficaram no universo pop álbuns nem sempre devidamente lembrados como o Roberto Carlos de 1972. Veja Mais

G1 Ouviu #83 - A era das lives: De Coldplay a Gusttavo Lima, o pop na quarentena

G1 Pop & Arte Podcast comenta maratona de lives: Chris Martin dá o tom, Ludmilla faz pagode malemolente, Elton John comanda 'Live Aid' do isolamento, Gusttavo Lima brilha sem se isolar... Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Cantora de Porto Alegre Valéria é uma das atrações de festival online LGBT neste final de semana

G1 Pop & Arte Evento terá arrecadação de recursos para pessoas LGBT carentes. Confira programação e link de transmissão. Valéria Barcellos se apresenta nesse domingo (5) no festival MARSHA! ENTRA NA SALA Silas Lima De sua casa, em Porto Alegre, a cantora Valéria Barcellos vai se apresentar no festival LGBT MARSHA! ENTRA NA SALA, que acontece neste fim de semana, por iniciativa do coletivo de ações afirmativas para a população transgênera MARSHA. A programação é completamente online, formado que ganhou força durante a epidemia do novo coronavírus, com cada vez mais nomes da música se apresentando remotamente para seus fãs. No domingo (5), Valéria "sobe ao palco" virtual às 21h40. Outros nomes consagrados, como Liniker e Linn da Quebrada também se apresentarão. Os espectadores também poderão conferir bate-papos e outras atividades. Confira a programação completa aqui. O objetivo do festival é abrir espaço para artistas LGBT e transgênero em meio às lives popularizadas nas últimas semanas. Uma arrecadação foi aberta, e o que for doado durante a programação, será destinado parte à comunidade LGBT carente e parte às artistas participantes. Valéria está completamente isolada em casa, desde o dia 13 de março. Além dos cuidados para evitar o novo coronavírus, ela ainda trata de um câncer desde o fim do ano passado. As sessões de quimioterapia já finalizaram, mas ainda há radioterapia e consultas a fazer. "A gente fica sem imunidade alguma na quimioterapia, então tem que cuidar", comenta. Em fevereiro, a cantora contou ao G1 sobre como sua vida se transformou após o diagnóstico da doença. Devido ao câncer, ela precisou reduzir o ritmo de apresentações. Com a chegada do coronavírus, e a suspensão das atividades em bares e casas noturnas, os shows online têm sido a única alternativa para a artista. "É quase impossível para um trabalhador do entretenimento ter muitas reservas devido ao número de trabalhos que a gente fecha, a gente não é uma grande empresa, não ganha cachês milionários e pode se dar ao luxo de ter uma reserva. A gente trabalha hoje para pagar conta amanhã. Então as iniciativas online tem sido muito válidas e uma das melhores saídas", afirma. Valéria tem participado de festivais online e feito suas próprias transmissões. Os shows online, acredita a artista, devem perdurar inclusive após a pandemia, como mais uma ferramenta de divulgação, aproximação do público e união dos artistas. "Além de ser uma maneira de distrair a cabeça, [a live] demonstrou a real importância do artista nesse período pandêmico, somos nós que de certa forma aliviamos a cabeça, os olhos e o coração das pessoas nesse momento", opina. Serviço: Festival MARSHA! ENTRA NA SALA Quando: sábado (4) e domingo (5), a partir das 15h Link para transmissões e programação completa Veja Mais

Pink revela estar curada após testar positivo para coronavírus e anuncia doação de US$ 1 milhão para combate à pandemia

G1 Pop & Arte Cantora fez uma crítica ao governo pela falta de testes gratuitos e agradeceu aos profissionais da saúde. Cantora Pink revela que está curada após testar positivo para coronavírus Reprodução/Instagram A cantora Pink usou suas redes sociais para anunciar que foi diagnosticada com coronavírus. No mesmo texto que fez a revelação, a cantora explicou que já está curada e anunciou a doação de US$ 1 milhão para o combate à pandemia. O valor será revertido para duas instituições nos Estados Unidos. "Duas semanas atrás, eu e meu filho mais velho, Jameson, de 3 anos, apresentamos alguns sintomas da Covid-19." "Felizmente, nosso clínico geral tinha acesso a exames e eu testei positivo. Minha família já estava em isolamento em casa e continuamos assim nas últimas semnas, seguindo as instruções do nosso médico. Alguns dias atrás, refizemos os testes e, felizmente, deu negativo. É um fracasso absoluto que nossos governantes não tornem os testes mais amplamente acessíveis. Essa doença é séria e real", escreveu a cantora. "As pessoas precisam saber que essa doença afeta jovens e idosos, pessoas saudáveis e não saudáveis, ricos e pobres, e nós precisamos fazer testes gratuitos e amplamente acessíveis para proteger nossas crianças, famílias, amigos e nossa comunidade." "Em apoio aos profissionais da saúde que estão na linha de frente desta batalha, estou doando US$ 500 mil Fundo de Emergência do Hospital da Universidade Temple, na Filadélfia, em homenagem à minha mãe, Judy Moore, que trabalhou lá por 18 anos no centro de cardiopatia e transplante de coração", afirmou Pink. Initial plugin text A cantora anunciou, ainda, que doará outros US$ 500 mil para o Fundo de Emergência para a crise de Covid-19 da cidade de Los Angeles. "Obrigada a todos os profissionais de saúde e a todos os que estão trabalhando duro para proteger nossos entes queridos. Vocês são heróis. As duas próximas semanas serão cruciais. Por favor, fiquem em casa. Por favor. Fiquem. Em casa." Durante a fase de isolamento em casa, Pink compartilhou com seus seguidores o dia em que cortou seu cabelo sozinha. Veja lista de famosos diagnosticados com coronavírus Initial plugin text Veja Mais

Lives de sábado: Jorge & Mateus, Iza, Xand Avião, Rodrigo Amarante e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Vitor Kley, Projota, Dennis DJ, Erikah Baduh, Di Ferrero, Paulo Ricardo, MC Zaac, Lucas Lucco, Humberto Gessinger, Raimundos e outros tocam para fãs em quarentena; veja lista. Xand Avião, Iza, Rodrigo Amarante e Jorge & Matheus fazem lives neste sábado Divulgação A aguardada live de Jorge e Mateus é o destaque do dia de programção mais intensa de transmissões ao vivo de músicos na quarentena até agora. Veja abaixo a lista do G1 com as principais lives deste sábado (4). A programação tem até lives de dois cantores que se recuperaram da Covid-19, Xand Avião e Di Ferrero. No Brasil, continuam as séries de shows de músicos em casa #TamoJunto, #SalaDeCasa, #MúsicaEmCasa e #Ziriguidum. Neste sábado, acontece o Mix Festival Mix Em Casa. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja as lives deste sábado (4): Lucas Lucco - 14h - Link Xand Avião - 16h - Link Dennis DJ - 17h - Link Raimundos - 17h - Link (#TamoJunto) Lagum - 17h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Vitor Kley - 18h - Link - (Mix Festival Em Casa) Toni Garrido - 18h30 - Link (#TamoJunto) Projota - 18h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Marcelo Falcão - 19h - Link (Mix Festival Em Casa) Boogarins -19h - Link (#TamoJunto) George Henrique e Rodrigo - 19h - Link (#MúsicaEmCasa) Ben Folds - 19h - Link Aíla - 19h - Link - (Sala de Casa Natura Musical) Di Ferrero - 19h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Iza - 20h - Link - (Mix Festival Em Casa) MC Zaac - 20h - Link (#MúsicaEmCasa) Jorge e Mateus - 20h - Link Paulo Ricardo - 20h - Link (#TamoJunto) Humberto Gessinger - 20h30 - Link (#TamoJunto) Erikah Badu - 21h - Link Zé Renato - 21h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Rodrigo Amarante - 21h30 - Link (#TamoJunto) Diplo - Meia-noite - Link Veja Mais

Selena Gomez revela ter transtorno bipolar

G1 Pop & Arte Atriz e cantor falou sobre diagnóstico no programa online de Miley Cyrus, 'Bright Minded'. Selena Gomez no Festival de Cannes 2019 Eric Gaillard/Reuters A cantora e atriz Selena Gomez revelou ter transtorno bipolar nesta sexta-feira (3). A americana conversou a respeito do diagnóstico no programa online de Miley Cyrus, "Bright Minded". "Eu finalmente tive conhecimento do por que sofri com várias depressões e ansiedade por tantos anos", afirmou Gomez. "Recentemente, fui a um dos melhores hospitais psiquiátricos dos Estados Unidos, McClean Hospital, e discuti que depois de anos passando por muitas coisas diferente, percebi que eu era bipolar." A conversa entre as cantoras foi acompanhada ao vivo por cerca de 180 mil pessoas. "Então quando consegui mais informação, na verdade me ajudou. Não me assusta mais desde que eu soube." Veja Mais

Bill Withers, autor de 'Lean on Me' e 'Lovely Day', morre aos 81 anos

G1 Pop & Arte Cantor e compositor morreu na segunda-feira (30), em Los Angeles. Bill Withers, autor de 'Lean on Me' e 'Lovely Day', morre aos 81 anos Divulgação O cantor e compositor Bill Withers morreu aos 81 anos, segundo a agência Associated Press. Três vezes premiado no Grammy, Bill é autor de "Lean On Me", "Lovely Day" e "Ain’t No Sunshine", entre outras canções que fizeram sucesso nas décadas de 1970 e 1980. Embora tenha parado suas gravações em 1985, seu trabalho seguiu influenciando artistas do R&B e hip-hop. Segundo informações de sua família, Bill Withers morreu por problemas no coração, na segunda-feira (30), em Los Angeles. "Estamos devastados com a perda de nosso amado e devoto marido e pai. Um homem solitário, com um coração motivado a se conectar com o mundo inteiro com sua poesia e música, ele falou honestamente com as pessoas e as conectou umas às outras", lamentou a família através de um comunicado. "Com uma vida extremamente privada perto da família próxima e amigos, sua música pertence ao mundo para sempre. Nesses tempos difíceis, rezamos para que suas músicas ofereçam conforto e entretenimento aos fãs." A canção "Lean on me" tem sido bastante compartilhada nas redes sociais nesse período de pandemia de coronavírus. Muitos internautas publicam versos da canção para manifestar apoio aos profissionais da saúde e outros serviços essenciais. Veja Mais

Oprah Winfrey doa US$ 10 milhões para ajudar americanos em situação de vulnerabilidade durante pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte Apresentadora anunciou que doação será voltada para iniciativas de combate à doença, incluindo um novo empreendimento para ajudar a conseguir alimento. A apresentadora Oprah Winfrey faz um discurso ressaltando conquistas das mulheres após aceitar o prêmio Cecil B. Demille na noite da 75ª edição do Globo de Ouro, em Beverly Hills, Califórnia Paul Drinkwater/NBC via Reuters A apresentadora norte-americana Oprah Winfrey anunciou nesta quinta-feira (2) a doação de US$ 10 milhões (cerca de R$ 52 milhões) para iniciativas de combate ao coronavírus, incluindo um novo empreendimento para ajudar a conseguir alimento para americanos em situação de vulnerabilidade durante a epidemia de coronavírus.  Oprah Winfrey, uma das mais ricas e influentes mulheres dos EUA, fez o anúncio em suas redes sociais.  "Estou doando US$ 10 milhões no total para ajudar americanos durante essa pandemia em cidades por todo o país, e nas áreas em que cresci", disse Oprah Winfrey. A apresentadora de 66 anos nasceu no Estado do Mississippi e foi criada em Milwaukee e no Tennessee.  Initial plugin text Parte do dinheiro irá para uma inova iniciativa chamada America's Food Fund, lançada em conjunto com a Apple, a Ford Foundation, Laurene Powell Jobs e o ator Leonardo DiCaprio. O empreendimento irá ajudar os mais impactados pela epidemia de coronavírus no país, incluindo as crianças que dependem de merenda escolar, famílias de baixa renda, idosos e indivíduos que enfrentam dificuldades de emprego.  "Eu ainda me lembro minha infância com a minha mãe em Milwaukee quando estávamos sem mais nenhum benefício social e às vezes precisávamos de assistência para que nossa família apenas sobrevivesse. Em momentos assim, muitas pessoas ficam muito mais vulneráveis", disse Winfrey.  Veja Mais

Lives desta sexta-feira (3): Léo Santana, Márcia Fellipe, Diplo e outros shows na web

G1 Pop & Arte Júnior Groovador, Baby do Brasil, Diego & Arnaldo, Margareth Menezes, Pablo, Hozier, Aurora e outros artistas fazem transmissões em casa para fãs em quarentena; veja lista. Márcia Fellipe, Léo Sanana e Diplo Divulgação Forró de Márcia Fellipe, pagodão de Léo Santana e eletrônica de Diplo estão entre as opções de lives musicais desta sexta-feira (3). O G1 listou as principais transmissões programadas; veja abaixo. Há opções diversas. Tem o arrocha de Pablo com Tierry. O indie rock da americana Soccer Mommy aparece no canal francês La Blogothèque. Júnior Bass Groovador mostra no Instagram o baixo que seduziu Jack Black. No Brasil, continuam as séries de shows de músicos em casa #FicoEmCasaBR e #MúsicaEmCasa (clique nos nomes para ver a programação completa). Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja as lives desta sexta-feira (3): Todos os shows estão na hora de Brasília: Soccer Mommy - 14h - Link (La Blogothèque) Sofi Tukker - 14h - Link Aurora - 16h - Link (Sofasets live) Margareth Menezes - 17h - Link (#FicoEmCasa) Hozier - 18h - Link (Billboard at Home) Selvagens a Procura da Lei - 18h - Link (#FicoEmCasa) Júnior Bass Groovador - 19h - Link Diego & Arnaldo – 19h - Link (Sertanejo em Casa - Sony) Detonautas - 20h30 - Link - (#ZiriguidumEmCasa) Márcia Fellipe - 21h - Link Léo Santana - 21h - Link Baby do Brasil - 21h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Sebastián Yatra - 21h - Link (#MúsicaEmCasa) Pablo e Tierry - 21h30 - Link Diplo - Meia-noite - Link Veja Mais

Canal do YouTube transmite versões de musicais da Broadway durante pandemia de coronavírus

G1 Pop & Arte 'The shows must go on!' vai disponibilizar de forma gratuita uma obra do produtor Andrew Lloyd Webber por fim de semana. Cena de 'Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat' Reprodução/YouTube/Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat O canal no YouTube "The shows must go on!" vai começar nesta sexta-feira (3) a disponibilizar versões de musicais do produtor Andrew Lloyd Webber , um dos principais nomes da Broadway. A primeira delas será "Joseph and the Amazing Technicolor Dreamcoat", baseada na história bíblica do "manto de mil cores" de José, filho de Jacó. No dia 10, o musical transmitido será "Jesus Christ Superstar", a rock opera sobra os últimos dias de Jesus. Cada uma das obras ficará disponível por 48 horas, para que as pessoas isoladas em suas casas possam ver ao longo do fim de semana. No vídeo do anúncio, Webber destaca que entre as produções programadas está "By Jeeves", obra que fracassou em seu lançamento em 1975, mas que depois se transformou em um sucesso após ser reescrita em 1996. Veja Mais

Anitta e Nego do Borel figuram em álbum do cantor angolano Preto Show

G1 Pop & Arte Intitulado 'Banger', disco sai em 17 de abril e também traz o rapper Rincon Sapiência entre os convidados. Preto Show com Nego do Borel (à direita) em estúdio do Brasil Reprodução / Instagram ♪ Em 2 de outubro de 2019, o cantor angolano Preto Show desembarcou no Brasil para gravar com artistas do país para álbum desse astro em evidência no universo do hip hop africano. Os encontros de Preto Show com colegas brasileiros poderão ser conferidos em 17 de abril, data programada para o lançamento do álbum do rapper, Banger, disco idealizado e gravado com a intenção de extrapolar as fronteiras musicais angolanas. Anitta, DJ Will 22, MC Rita, Nego do Borel – visto com Preto Show no estúdio na foto acima, postada em rede social de Preto – e Rincon Sapiência são representantes do Brasil no vasto time de colaboradores arregimentados pelo artista angolano para o álbum Banger. Anitta participa da música intitulada Dança comigo. Os nomes das faixas gravadas por Preto Show com Nego do Borel e Rincon Sapiência ainda não foram revelados. Veja Mais

Ellis Marsalis Jr., pianista e um dos pais do jazz, morre aos 85 anos por complicações do coronavírus

G1 Pop & Arte Ellis Marsallis, em imagem de abril de 2019 Sophia Germer / Arquivo / AP Photo O pianista Ellis Marsalis, considerado um dos país do jazz no final do século 20, morreu aos 85 anos nesta quarta-feira (1º). A causa foram complicações associadas ao novo coronavírus, informou seu filho, o saxofonista Brandford, outro grande nome do jazz, sem revelar onde o pai morreu. "Meu pai era um gigante como músico e como professor, mas ainda maior como pai”, disse Branford. Ellis também é pai do trompetista Wynton Marsalis. Marsalis passou décadas como músico, compositor e professor rigoroso em Nova Orleans. "Ellis Marsalis era uma lenda", escreveu o prefeito LaToya Cantrell, de Nova Orleans, no Twitter. "Ele foi o protótipo do que queremos dizer quando falamos sobre o jazz de Nova Orleans". Ellis Marsalis formou músicos de sucesso, entre eles Terence Blanchard, Donald Harrison Jr., Harry Connick Jr. e Nicholas Payton. Veja Mais

Leandro Lehart diz que ficou na UTI por causa do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Músico já está em casa e conta que está bem em um vídeo no Instagram, mas disse que ficou seis dias internado e passou 'dias terríveis'. Leandro Lehart em vídeo no qual diz que foi para a UTI por causa do novo coronavírus Reprodução Leandro Lehart disse em seu perfil no Instagram nesta quarta-feira (1) que ficou seis dias na UTI após ter contraído o novo coronavírus. O cantor e compositor do Art Popular, de 48 anos, diz que está bem, mas passou "dias terríveis". Ele diz que passou mal após organizar o show Samba Cura Live, que aconteceu no dia 21 de março. "Eu passei muito mal e aí eu tive uma pneumonia por causa do covid-19. Fiquei seis dias na UTI, passei dias terríveis, mas quero dizer que eu estou novo, e estou muito bem graças a Deus", ele disse "Me silenciei por uma opção. Achei que era mais importante ficar quieto. Hoje estou em casa, estou em alta, feliz e rezando pelos doentes da covid-19", diz o músico. Veja abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Filho de Carlinhos Brown entra no 'Fluxo frenético' da banda Neotribais

G1 Pop & Arte Integrado por Miguel Freitas com Bruno Souri e Gonçalo Santana, trio debuta com single produzido por Dudu Marote. ♪ Filho mais velho de Carlinhos Brown, Miguel Freitas parece ter puxado ao pai. Pelo menos no que diz respeito à ideologia musical. Tanto que Miguel integra com Bruno Souri e Gonçalo Santana a banda Neotribais, criada com a intenção de combinar ancestralidade e contemporaneidade através de mix de percussões afro-baianas, guitarras de pegada roqueira e beats eletrônicos. No recém-lançado primeiro single, Fluxo frenético, o trio harmoniza o toque do opanijé – ritmo usado para evocar o orixá Omulu nos ritos do Candomblé – com batidas de drum'n'bass e trap. Produtor musical popularizado na década de 1990 por dar polimento pop ao som de grupos como o Skank, Dudu Marote dá forma a esse primeiro single do Neotribais. Marote também assina a produção musical do segundo single do trio, X, com lançamento previsto (mas ainda não confirmado) para maio. Sem pensar em álbum nessa fase inicial, a banda pretende lançar série de singles ao longo dos próximos meses, concentrando esforços atualmente na divulgação da música Fluxo frenético, cujo clipe tem edição agendada para 10 de abril. Veja Mais

Registros raros dos Cariocas evidenciam modernidade do grupo vocal na década de 1940

G1 Pop & Arte Extraídas de programas de rádio veiculados entre 1946 e 1949, gravações inéditas mostram a influência da música norte-americana na formação do conjunto. Os Cariocas, em formação dos anos 1940 Divulgação / Filme 'Eu, meu pai e Os Cariocas' ♪ MEMÓRIA – É fácil entender porque, das 12 gravações inéditas do conjunto vocal Os Cariocas apresentadas pelo músico e pesquisador paulista Gabriel Gonzaga no blog Girando no prato, metade mostra o grupo dando vozes refinadas a pérolas da canção norte-americana. É que os grupos vocais norte-americanos foram as matrizes iniciais de conjuntos similares que se formaram no Brasil e no mundo a partir da década de 1930. Mesmo com o D.N.A. personalíssimo do cantor e arranjador vocal Ismael Netto (7 de dezembro de 1925 – 31 de janeiro de 1956), paraense que formou em 1942 esse conjunto que seria uma das perfeitas traduções da bossa carioca ao longo dos 74 anos de vida, Os Cariocas também beberam muito da influência do jazz (sobretudo da era da swing) nessa fase inicial. Por isso, a seleção inclui os foxes That's your red wagon (Don Raye, Gene de Paul e Richard M. Jones, 1946), Everybody loves my baby, my baby (Al Nevins, Artie Dunn e Mortie Nevins, 1924), Old man Harlem (Hoagy Carmichael e Rudy Vallee, 1933), Oh, lady be good! (George Gershwin e Ira Gershwin, 1924) e On the sunny of the street (Jimmy McHugh e Dorothy Fields, 1930). Por ter ficado dissociado das vozes dos Cariocas ao longo do tempo, esse repertório valoriza ainda mais esses registros inéditos, extraídos do arquivo da Rádio Nacional, onde foram feitos entre 1946 e 1949 em programas da então hegemônica emissora de rádio que projetava músicas e ídolos com alcance realmente nacional. Somente o malabarismo vocal dos Cariocas em Oh, lady be good! – em abordagem irradiada em 1º de setembro de 1948 no programa Um milhão de melodias – já justificaria a existência desse tesouro. Dentre as 12 relíquias, o registro do dengoso samba Não quero não! (Assis Valente, 1938) – irradiado em 31 de outubro de 1947 no programa Nas asas de um Chipper – soa especialmente emblemático porque flagra Os Cariocas reverenciando o conjunto antecessor Bando da Lua, intérprete original do samba. Detalhe: em 1947, Os Cariocas ainda nem haviam estreado em disco, o que aconteceria somente em maio de 1948 com disco de 78 rotações por minuto com o então inédito samba Adeus, América (Geraldo Jacques e Haroldo Barbosa), fina ironia para quem cantava muito em inglês. Adeus, América reaparece nestes 12 registros inéditos em abordagem com a cantora Emilinha Borba (1923 – 2005), estrela da era de ouro da Rádio Nacional. Nessa fase inicial, o grupo Os Cariocas reunia Ismael Neto – criador de harmonizações vocais de beleza inebriante como as do samba Você já foi à Bahia? (Dorival Caymmi, 1941), reverência ao conjunto Anjos do Inferno irradiada em janeiro de 1949 no programa Um milhão de melodias – e Severino Filho (21 de fevereiro de 1928 – 1º de março de 2016), integrante que assumiu com maestria o comando, a primeira voz e as harmonizações vocais do conjunto em 1956, ano da precoce morte de Ismael. Com Ismael e Severino, estavam também Emmanuel Furtado, o Badeco (morto em outubro de 2014), Jorge Quartarone, o Quartera (falecido em julho de 2011) e Waldir Viviani. Nessas gravações, arranjadas por maestros magistrais como Radamés Gnattali (1906 – 1988) e Guerra-Peixe (1914 – 1993), Os Cariocas mostram que já tinham bossa antes mesmo da bossa que renovou e arejou o repertório do grupo na década de 1960. Tanto que diminuem o ritmo do samba-de-breque Risoleta (Raul Marques e Moacir Bernardino, 1937) no tom macio e sereno de gravação irradiada em outubro de 1949 no programa Dicionário Toddy. Dessa mesma apresentação no programa da Rádio Nacional, o blog Girando no prato também traz à tona o samba-canção Marina (Dorival Caymmi, 1947) em número em que Os Cariocas abrem espaço para a voz solista do cantor Nelson Gonçalves (1919 – 1998), intérprete original da música, e um registro (com arranjo épico) do samba-jongo Salve Ogum (Mário Rossi e Pernambuco, 1948). De valor inestimado para seguidores da música brasileira, o tesouro revelado por Gabriel Gonzaga no domingo, 29 de março, atesta que Os Cariocas foram modernos desde sempre. Veja Mais

Bruna Marquezine chora após Manu Gavassi escapar de Paredão e permanecer no 'BBB20'

G1 Pop & Arte Atriz ainda afirmou que vai cancelar amizade com 'amigos que se decidirem no futuro participar de qualquer reality show'. 'Não passo por isso de novo nem com cachê.' Bruna Marquezine e Manu Gavassi Reprodução/Instagram Bruna Marquezine não segurou as lágrimas ao ver que a amiga Manu Gavassi permaneceu no "BBB20" após ser indicada para o Paredão. A cantora encarou a berlinda com Felipe Prior e Mari Gonzalez. Prior acabou eliminado com 56,73 dos votos. Desde domingo (29), quando foram anunciados os nomes dos indicados ao Paredão, Bruna organizou mutirões de votação para fazer com que Manu permanecesse no jogo. "Eu não tô creditando que eu tô chorando por causa de Big Brother. Olha, Manuela, você me paga. Obrigada a todo mundo que votou... movido pela força do ódio, ou porque eu tava maluca aqui pedindo, a toda a torcida da Manu, que sei que é gigante. Ela ficou" vibrou Bruna. Bruna Marquezine chora após Manu Gavassi seguir no ‘BBB20’: ‘Você me paga’ A atriz ainda comentou que vai cancelar relacionamentos com amigos que, no futuro, decidam participar de realities shows. "Venho por meio deste comunicar aos meus amigos que se decidirem no futuro participar de qualquer reality show a amizade será automaticamente cancelada. Não passo por isso de novo nem com cachê", escreveu Bruna. Initial plugin text Veja Mais

Felipe Prior comenta eliminação do 'BBB20': 'nesse paredão eu estava muito confiante'

G1 Pop & Arte Competidor foi o décimo a sair da edição ao receber 56,73% dos votos em decisão contra Manu Gavassi e Mari Gonzalez. Prior dá entrevista a Fernanda Keulla após eliminação do 'BBB20' Reprodução/Gshow Felipe Prior estava confiante com suas chances no "BBB20" ao ser indicado ao paredão. Ele foi eliminado do reality show nesta terça-feira (31) com 56,73% dos votos. "Nesse paredão eu estava muito confiante", contou em entrevista a Fernanda Keulla, do Gshow, após deixar o Big Brother Brasil. "Se eu volto desse paredão, eu ia voltar com uma confiança absurda. Não de ganhar o programa, mas de apontar os erros das pessoas." Ele foi eliminado ao concorrer com Manu Gavassi, que levou 42,51% dos votos, e Mari Gonzalez, que recebeu 0,76%. A decisão bateu recorde da história do reality, com mais de 1,5 bilhão de votos totais. O arquiteto puxou a cantora para o paredão após ser indicado pela líder Giselly. "Apontei a Manu porque ela não sentia prazer de nada. Isso me irritava muito", afirmou. "Na realidade, na minha cabeça, eu tinha opção ou a Manu ou a Rafa. A Marcela eu tinha a impressão que era forte por causa das coisas que aconteceram lá no início. E lá dentro está todo mundo achando que a Marcela vai ganhar o programa. vai ser divertido assistir agora aqui de fora." Sobre os concorrentes, ele disse que estava chateado. "Na real eu não estava aguentando mais ninguém na casa. Se me colocar em outra casa com outras pessoas eu aguento mais 30 dias", afirmou. "Parecia um convento aquilo. Tudo é lindo, e maravilhoso." Veja Mais

Morre, aos 90 anos, Aracy Marques Cruz, mãe do cantor Arlindo Cruz

G1 Pop & Arte Ela lutava contra um câncer e estava internada em uma clínica na Zona Norte do Rio. O corpo foi enterrado na tarde desta terça-feira (31). Aracy Cruz, mãe do cantor Arlindo Cruz, morreu nesta segunda-feira (30) no Rio Reprodução/Redes sociais A mãe do cantor Arlindo Cruz, Aracy Marques Cruz, morreu aos 90 anos nesta segunda-feira (30) no Rio. O corpo foi enterrado na tarde desta terça-feira (31) no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio. Por conta das medidas para conter o novo coronavírus, não houve velório. Cemitério do Rio cria velório online para evitar aglomerações por causa do coronavírus Dona Aracy, como era conhecida, estava internada em uma clínica na Zona Norte e lutava contra um câncer. Ela também tinha diabetes e hipertensão. Mãe do cantor Arlindo Cruz enfrentava um câncer internada em uma clínica na Zona Norte do Rio Reprodução/Redes sociais Nas redes sociais, Arlindinho Cruz, filho do cantor e neto de Aracy, prestou homenagem à avó. “Que Oxalá receba minha rainha. Chegou o dia da senhora descansar. Desde pequeno eu aprendi que a vida é grande show e todo show tem que continuar. Ninguém sabia contar histórias como você. Te amo e o show vai continuar”, disse Arlindinho. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Meu samba encabulado', Nara Leão, 1983

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Meu samba encabulado', de Nara Leão Frederico Mendes ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Meu samba encabulado, Nara Leão, 1983 ♪ Cantora tão antenada quando corajosa, Nara Leão (19 de janeiro de 1942 – 7 de junho de 1989) andou muito na contramão. Na vida e na música. Ao arquitetar o primeiro álbum, lançado em 1964, a artista subiu metaforicamente o morro para dar voz a sambistas populares com ecos da bossa nova da qual já se recusava a ser musa. Em 1971, quando a bossa já parecia esquecida em algum lugar do passado, Nara fez em Paris disco duplo com os standards do gênero. Ainda nos anos 1970, a cantora gravou songbooks e discos de duetos antes de esses dois modelos virarem moda no mercado fonográfico. Em 1983, dois anos antes da explosão da geração pagodeira carioca liderada por Zeca Pagodinho, Nara apresentou o álbum Meu samba encabulado, título já obscuro de discografia sempre imprevisível e coerente com os princípios musicais e ideológicos da artista. Com devoção a Beth Carvalho (1946 – 2019), saudada no encarte quando Nara celebrou o Cacique de Ramos ao destacar o solo de percussão do samba Meu cantar (Noca da Portela e Joel Menezes), a cantora seguiu a lição de Beth e, sem anular a própria personalidade, deu voz em Meu samba encabulado a compositores então ainda pouco ou nada badalados. Foi o caso de Luiz Carlos da Vila (1949 – 2008), autor do samba-choro Relembrando. Álbum idealizado por Nara com Túlio Feliciano, Meu samba encabulado teve o toque diferenciado da Camerata Carioca, grupo instrumental voltado para a difusão do choro, ritmo que moveu Brasileirinho (João Pernambuco com versos de José Leal, 1983) e o tema instrumental Pé-de-moleque (Radamés Gnattali, 1964). A presença luxuosa da Camerata Carioca no álbum é mérito do violonista Maurício Carrilho, produtor musical deste disco em que Nara Leão lançou joia rara de Ivone Lara (1922 – 2018) e Delcio Carvalho (1939 – 2013), Há música no ar, lapidada pelo arranjo do clarinetista Paulo Moura (1932 – 2010), também orquestrador do registro instrumental de Eu e a brisa (Johnny Alf, 1968). Sem sair do próprio tom, Nara apresentou Fundo azul – belo e pouco ouvido samba de Nelson Sargento – e perfilou o país tropical sem ufanismo e sem exuberâncias artificiais no samba Isso é Brasil (José Maria de Abreu e Luis Peixoto, 1947), título menos abordado do gênero exaltação. Indo além das fronteiras do gênero impresso no título, o álbum Meu samba encabulado singrou melancólico na correnteza intercontinental de Firuliu, música composta por Teca Calazans com inspiração em nau do folclore paraibano que transitava entre Recife (PE) e Lisboa (Portugal). Lembrança nada óbvia do cancioneiro da era do rádio, especificamente do repertório do cantor Orlando Silva (1915 – 1978), Quando a saudade apertar (Jayme Florence e Leonel Azevedo, 1942) trafegou em curso ainda mais dolente, destilando o sentimento que brotava do canto sensível de Nara. Além de refazer a reflexão de Paulinho da Viola sobre o (pouco) valor dado ao sambista na sociedade, ao regravar 14 anos (1966), Nara Leão expôs as dúvidas projetadas pelo compositor Padeirinho da Mangueira (1927 – 1987) no samba Como será o ano 2000? – uma das 13 pérolas que compuseram o rosário desfiado por Nara Leão neste reluzente e perene disco de 1983. Veja Mais

Fagner e Zeca Baleiro retomam discografia com single inédito e álbum gravado ao vivo em 2002

G1 Pop & Arte ♪ Raimundo Fagner e Zeca Baleiro voltam a gravar e a lançar disco juntos, retomando parceria fonográfica que originou há 17 anos um álbum em dupla feito em estúdio e inteiramente composto e interpretado pelos cantores. Reunidos, os artistas se preparam para lançar música inédita, Quando o sol, parceria recente dos compositores, gravada em estúdio entre dezembro de 2019 e fevereiro deste ano de 2020. Quando o sol será lançada em single – com direito a clipe com junção de imagens de fãs dos artistas na quarentena – e também como faixa-bônus do inédito álbum Raimundo Fagner e Zeca Baleiro – Ao vivo em Brasília, 2002. Previsto para ser lançado neste primeiro semestre, o álbum ao vivo é o terceiro título da discografia conjunta de Fagner e Baleiro. O registro do show foi captado em 2002, um ano antes da gravação e edição do álbum original Raimundo Fagner & Zeca Baleiro (2003). Este disco de estúdio gerou turnê pelo Brasil com show perpetuado no DVD Raimundo Fagner & Zeca Baleiro – O show, gravado ainda em 2003, em apresentação dos cantores na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e editado em 2004. Desde então, Fagner e Baleiro ocasionalmente fizeram e gravaram juntos algumas músicas, casos de Uma canção no rádio (2012) e de Samba nordestino (2014), mas até então nunca tinham lançado um outro disco em dupla. Veja Mais

Cantor uruguaio Jorge Drexler revela que teve coronavírus, mas que está recuperado

G1 Pop & Arte Artista afirmou ao canal de televisão espanhola La Sexta que passou 'alguns dias muito diferentes, com muito medo, embora tenha tido a versão leve da doença'. Jorge Drexler Reprodução/Instagram O cantor e compositor uruguaio Jorge Drexler contou que ele e sua esposa, a atriz e cantora espanhola Leonor Watling, contraíram o coronavírus, mas que já estão recuperados, segundo uma entrevista concedida ao canal espanhol de televisão La Sexta.  Drexler, que mora em Madri e recentemente compôs a canção "Codo con codo" para a conscientização sobre a prevenção ao vírus, disse que teve muito medo. "Quando voltei à Espanha vindo de Porto Rico, depois de suspender a turnê que tinha planejado, minha esposa começou a ter sintomas e se isolou em um cômodo da casa e na semana seguinte eu comecei a me sentir mal", contou o cantor. "Passei alguns dias muito diferentes, com muito medo, embora tenha tido a versão leve da doença. Ficamos bastante assustados", acrescentou Drexler sobre o coronavírus, que na Espanha infectou mais de 6.500 pessoas e deixou 838 mortos. O cantor, que promoveu apresentações em casa e publicou recentemente mensagens pedindo que seus seguidores respeitem a quarentena, disse que durante as últimas duas semanas não pôde tocar violão e que agora se sente bem. "Gostaria de dizer que sairemos disso...Temos que ter serenidade e deixar os hospitais livres para as pessoas que realmente precisam", afirmou. Initial plugin text Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Rita e Roberto', Rita Lee, 1985

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Rita e Roberto', de Rita Lee e Roberto de Carvalho Miro ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Rita e Roberto, Rita Lee, 1985 ♪ Em 2020, o coronavírus motivou Rita Lee a escrever letra, Vírus do horror, que gerou música punk. Há 35 anos, em 1985, outro vírus assustou a humanidade, o HIV, muso inspirador de Vírus do amor, música que abriu o álbum lançado pela cantora e compositora paulistana naquele ano de 1985. Imerso em atmosfera depressiva, o álbum Rita e Roberto – assim intitulado porque, de 1982 a 1990, Rita assinou todos os discos em dupla com Roberto de Carvalho, parceiro na música e na vida – interrompeu a sequência hegemônica de sucessos da artista na década de 1980. Em vez do rock pop e carnavalesco dos cinco álbuns anteriores, Madame Lee adotou tom dark em Rita e Roberto, mexendo na fórmula que já havia dado sinais de desgaste no então recente Bom bom (1983), disco afogado no tecnopop que regeu os anos 1980. O tecnopop também reverberou no disco de 1985, como atestam as audições das faixas Choque cultural e Vítima, música – formatada com solo de guitarra do mutante Sérgio Dias – que ganharia projeção dez anos mais tarde ao ser propagada como tema de abertura da novela A próxima vítima (TV Globo, 1995). Só que o tom era outro. “Old bossa / New fossa”, avisou Rita nas rimas de Molambo souvenir, entre alusão a sucesso de Maysa (1936 – 1977) e evocação vocal do hobalalá de João Gilberto (1931 – 2019). É evidente que, embora bem recebido pela crítica, o álbum Rita e Roberto surtiu menor efeito popular pelo clima deprê, representando virada de disco (e de mesa) na carreira de artista que vinha dominando as paradas e os palcos. Dentro dessa atmosfera deprê, Rita tirou alguns sarros em repertório que contabilizou nove músicas então inéditas. Yê Yê Yê fulminou estrelas artificiais do pop dos anos 1980. Faixa com bom polimento pop, Noviças do vício perfilou as celebridades ocas da época. Já Não Titia foi petardo certeiro disparado contra Ezequiel Neves (1935 – 2010), jornalista, compositor e produtor musical que Rita acreditava ter sido o disseminador do boato de que a roqueira estava com leucemia. Das nove músicas do álbum, oito ostentaram a assinatura do casal Rita Lee e Roberto de Carvalho. A exceção foi Nave Maria, parceria de Roberto de Carvalho com Caetano Veloso, autor da letra que embutiu referências religiosas. Efeito de desgaste na vida da artista, então às voltas com internações para se livrar do vício em drogas, o álbum Rita e Roberto encenou suicídio surrealista em Gloria F, faixa que perfilou a personagem-título em gravação que aglutinou no coro Paula Toller e Herbert Vianna (também na guitarra). Rita Lee segurou a onda deprê do álbum por pouco tempo. Após o disco, a cantora saiu da gravadora Som Livre, onde ingressara em 1975 para viver a década áurea da carreira fonográfica, e migrou para a EMI, companhia por onde lançou, dois anos depois, Flerte fatal (1987), álbum em que retomou com Roberto o tom pop rock carnavalesco de antes e reconquistou (por breve período) um lugar nas paradas com o hit Pega rapaz. Outros discos vieram, com e sem Roberto de Carvalho. Mas nenhum tão dark como álbum de 1985. Produzido e arranjado por Roberto de Carvalho, o álbum Rita e Roberto ficou na história como (interessante) ponto dissonante na obra fonográfica de Rita Lee. Uma ovelha negra. Veja Mais

'Festival da sala' com Elton John, Dave Grohl, Billie Eilish e outros está disponível na íntegra; veja

G1 Pop & Arte iHeart Living Room Concert teve live no domingo e agora colocou todos os shows no ar: Elton John, Camila Cabello, Backstreet Boys, Billie Joe, Sam Smith, Mariah Carey, Demi Lovato... Dave Grohl canta no iHeart Living Room Concert Reprodução Na onda de lives feitas na casa de músicos durante a quarentena do coronavírus, o domingo (29) teve o projeto mais ousado nessa linha até agora. Foi um grande festival ancorado por Elton John, com estrelas do pop à distância. Nesta segunda (30), o iHeart Living Room Concert (festival da sala de estar, na tradução literal) foi colocado no ar na íntegra para ser visto ou revisto. O vídeo tem apresentações Dave Grohl (Foo Fighters), Billie Eilish, Camila Cabello, Alicia Keys, Backstreet Boys, Camila Cabello, Billie Joe (Green Day), Sam Smith, Demi Lovato, Mariah Carey e mais. Veja abaixo: Dave Grohl, Billie Eilish e Elton John são atrações do IHeart Living Room Concert Divulgação Veja Mais

Plácido Domingo é hospitalizado no México após ser diagnosticado com coronavírus

G1 Pop & Arte Representante do tenor espanhol informou à CNN que ele 'está bem e respondendo ao tratamento'. Plácido Domingo participa de evento em NovaYork, em 2018 Reuters/Shannon Stapleton Plácido Domingo foi hospitalizado em um hospital em Acapulco, no México, com complicações relacionadas ao coronavirus. O cantor de 79 anos foi diagnosticado com a doença na última semana. O representante do tenor espanhol informou à CNN que “ele está indo bem e respondendo ao tratamento”. Plácido Domingo anunciou em seu Facebook que foi diagnosticado com coronavírus e publicou um comunicado em suas redes sociais, no domingo (22). "Sinto que é meu dever moral anunciar que testei positivo para o COVID19, o vírus Corona. Minha família e eu estamos todos em auto-isolamento pelo tempo que for considerado clinicamente necessário", disse ele. LISTA de famosos com coronavírus Veja Mais

Rennan da Penha apresenta gravação com MC Kekel no primeiro EP do álbum 'Segue o baile'

G1 Pop & Arte Disco também inclui músicas tocadas pelo DJ de funk com MC Moisés da Torre e Juninho 22. ♪ Após seis singles extraídos da gravação do show Segue o baile, lançados paulatinamente a partir de fevereiro, o DJ de funk Rennan da Penha dá continuidade à promoção do primeiro registro audiovisual da discografia. Disponível desde sexta-feira, 3 de abril, o primeiro EP do álbum Segue o baile revela mais quatro números da gravação da apresentação feita pelo artista carioca em 14 de janeiro, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), para gerar disco ao vivo e conteúdo audiovisual. No EP 1, Rennan da Penha apresenta parcerias com MC Kekel (em Cinderela), DJ Juninho 22 (em Sentadinha), DJ Lucian (em Sequência da sentada) e MC Moisés da Torre (em Sapequinha toma toma). O segundo EP do projeto Segue o baile tem lançamento previsto para maio. Já o álbum integral chega ao mercado fonográfico em junho. Capa de 'Segue o baile EP 1', do DJ Rennan da Penha Divulgação Veja Mais

Casais em isolamento: como superar momento de convivência intensa sem destruir a relação

G1 Pop & Arte China e EUA já registraram aumento em divórcios neste período. Terapeuta e casais (famosos ou não) dão dicas de como passar por esse período sem crises. Latino e a namorada, Rafaela Ribeiro Danielly Ferreira/Divulgação As consequências da pandemia de coronavírus vão além da saúde e da economia. Em Xi'am, na China, houve um recorde no número de pedidos de divórcio nas últimas semanas, segundo o jornal "The Global Times". O tabloide "New York Post" também informou que advogados especialistas em separação relataram um aumento de 50% na busca de consultas por clientes em potencial no período de isolamento social nos Estados Unidos. A terapeuta de casal e família Pamela Magalhães explica ao G1 que essas crises acontecem porque "no período de isolamento, de confinamento, os casais são obrigados a se olharem, as famílias precisam entrar em contato, reconhecer as suas dinâmicas e o mecanismo sistêmico". "Não há distração, não tem trabalho, não tem a saidinha, não tem o 'vou buscar um cigarro lá fora e já volto', não tem happy hour de quarta, não tem futebol de quinta, não tem as viagens pra distrair, não tem a vida social ativa", diz a psicóloga. Para Patrícia, o aumento no número de separações, como os já registrados na China e nos Estados Unidos, pode acontecer também no Brasil. "Não tem nada a ver com o país. Tem a ver com a condição do confinamento em que os casais são obrigados a entrar em contato com questões. Tudo que já existia tende a agravar." Ela destaca que as pessoas estão vivendo um momento mais ansioso diante da pandemia: “Se nos rendermos a essas emoções à flor da pele e se a relação já tinha ruídos que antes eram escondidos em algum lugar do armário vai vir tudo à tona." "Situações como o distanciamento, a desconexão que já existia, agora não tem mais álibi de justificativa pra que não haja o sexo, a conversa, a convivência, a troca. Sem essas desculpas antes convenientes que existiam, o casal é obrigado a entrar em contato", completa Patrícia "Quem não tiver maturidade emocional, resiliência e disposição para se reinventar dificilmente vai sair junto dessa." O que fazer? Patrícia dá dicas para os casais passarem bem por esta fase. Reconhecer o momento: é um momento tenso, em uma atmosfera ansiosa, que é uma situação que mobiliza nosso estresse; Pra eu viver um bom dueto, preciso saber fazer uma boa carreira solo: como eu estou frente a essa situação, como meu íntimo está respondendo a tudo isso? Feito esse exercício, aí sim eu posso ir a meu parceiro e dividir com ele como me sinto; Dividir e perguntar: dividir como estou me sentindo, como é pra mim, perguntar para o outro como ele está. Criar um espaço de conversação que se possa externar as emoções exercita a cumplicidade; Manter o ambiente de casa o mais pacífico possível mesmo em meio ao caos: Pode se manter informado, não ficar alienado, mas também tem que se preservar; Alternar o dia a dia com atividades gostosas pro casal: Tudo o que promove sensação de bem estar, prazer, gasto de energia, é muito bem-vindo. Ver filmes, ouvir músicas, fazer comidinha juntos, receitinha, dar risada, conversar; Manter uma rotina mesmo em quarentena é uma possibilidade de se organizar: A disciplina traz essa sensação de segurança, sentimento de organização. Mais organizado, o dia pode ficar um pouco mais previsível e isso para o cérebro traz uma sensação de segurança. O que dizem os casais? O G1 conversou com casais para saber como está sendo o isolamento social. Todos os ouvidos nesta reportagem estão cumprindo a orientação para se manter em casa e readaptar as rotinas, com home office e aumento nas tarefas do lar. Há casais com e sem filhos. Camila e Vinicius O casal Camilla Andrade e Vinícius Navarro entre Luiza e Lara: 'Isolamento mudou radicalmente a nossa rotina' Reprodução/Instagram Morando juntos há sete anos, a farmacêutica Camilla Andrade, de 37 anos, e o advogado Vinicius Navarro, 38, trabalham em turnos opostos. "Ele em horário comercial, e eu até às 22h, com plantões aos finais de semana e feriados." Com isso, o contato físico diário dos dois se limitava a três horas. “Longos períodos, apenas nas minhas 24 horas de folga -- e quando ela é generosa, 48/72 horas”, explica Camilla. "Esse isolamento mudou radicalmente a nossa rotina, nós dois passamos a trabalhar em casa e as crianças sem escola (temos duas filhas 3 e 8 anos). Sendo assim, convivemos o tempo todo juntos, todos, exceto no período que estamos efetivamente trabalhando (7 horas/dia)." "Encaramos toda essa situação como uma oportunidade em passarmos mais tempos juntos, coisa que eu particularmente sentia muita falta. Mas a primeira semana foi desafiadora." "Ficamos perdidos na rotina das meninas, com os horários das refeições e administrar tudo isso gerou alguns atritos. Após essa fase de adaptação, tudo se encaixou e criamos uma rotina que vai desde hora para acordar, tempo disponibilizado para atividade física, momento em família e tempo a sós, somente nós dois. Hoje vemos que o isolamento nos aproximou." Lu e Marcos O cantor sertanejo Marcos em período de isolamento social na companhia da mulher, Lu Marchioto, e dos filhos Larissa, Lili e Leo Reprodução/Instagram Marcos, que forma a dupla sertaneja ao lado de Belutti, também cita uma melhora no relacionamento com o isolamento: "Nossa convivência está até melhor, porque boa parte dos atritos que aconteciam em casa, muitas vezes vinham de interferências externas. Interferência no trabalho, de amizade, falta de tempo pra eu estar em casa. Pelo fato de a gente estar vivendo pela família agora, os atritos diminuíram." Para ele, a mudança nesta fase de isolamento está no aumento das tarefas domésticas, já que está acostumado a ficar bastante tempo fora por causa da agenda de shows. Lu Marchioto, esposa de Marcos, concorda: "Esta é a hora de os casais se unirem e fortalecerem os laços, porque a gente não sabe o que vai enfrentar lá na frente". Marcos completa que o momento é bom para conversas construtivas "sobre a vida amorosa, os sonhos, as coisas que fazem falta". Diene e Fabio O casal Diene Duarte de Almeida e Fabio Costa: "Não dormimos brigados" Arquivo Pessoal A pedagoga Diene Duarte de Almeida, de 45 anos, e o advogado Fabio Costa, 44, estão casados há 13 anos, e têm uma premissa básica na relação: "Não dormimos brigados. Temos essa máxima do casamento e que vale muito nessa quarentena", diz Diene. A pedagoga diz que o máximo de tempo que passava com o marido era durante as férias, mas que apesar do aumento de tempo de convivência, a única alteração notada foi nas tarefas domésticas. "Tivemos um atrito que foi por uma questão que eu precipitei e ele ficou muito bravo. Mas eu errei, porque eu sou muito afobada. Foi na garagem e, quando a gente chegou em cima [no apartamento], já tava dando risada porque eu vi a besteira que eu fiz." “A gente tem muito bom humor, tira sarro um da cara do outro o tempo inteiro, então a convivência é muito tranquila, muito saudável”, diz ela. "A gente tem que gostar da companhia do outro. Quando você casa com quem você gosta da companhia, gosta dos assuntos, tem afinidade, é muito tranquilo. Mais do que um casamento, é uma parceria." Rafaella e Latino Morando junto com a namorada, Rafaella Ribeiro, há quase um ano, o cantor Latino cita a importância da individualidade nesse período. "Mesmo estando na mesma casa, é muito importante cada um ter seu momento de privacidade, lendo, vendo um filme, fazendo uma meditação". "O cantor diz que o casal é "bem tranquilo" e tem tentado seguir a rotina normal dentro de casa. Estamos mantendo os treinos, cozinhando e trabalhando muito'. Nesta fase de isolamento, o casal já se uniu, inclusive, para um projeto musical. Logo após o carnaval, Latino, Rafaella e alguns amigos ficaram em quarentena na casa de uma tia em Angra dos Reis após descobrirem que a anfitriã havia acabado de retornar da Itália. Durante os quinze dias que permaneceram no local, Latino decidiu fazer um clipe. "Ansioso que é, Latino resolveu fazer um vídeoclipe divertido para que não pirassem com essa reclusão. Juntou a turma que estava na casa, criaram um personagem para cada um e gravaram", explica a assessoria do cantor. Rafaella é Lili, que dá nome à música. Ela também participou do roteiro. Beatriz e Dilsinho Dilsinho e a mulher, Beatriz Ferraz Reprodução/Instagram Morando há três anos com a mulher, Beatriz Ferraz, o cantor Dilsinho vê um ponto positivo no meio da pandemia. "O lado bom de toda essa loucura é que estamos passando mais tempo juntos, consigo tomar café, almoçar, jantar em família. Coisas que parecem simples, mas não conseguia fazer com frequência devido à rotina do trabalho". Dilsinho faz uma média de 20 shows por mês. Para o cantor, a prática de exercícios físicos, a divisão das tarefas do lar e a escolha de uma série para acompanharem juntos são alguns trunfos para que a relação saia ilesa desse período. "Estamos há um bom tempo juntos e fomos aprendendo com o tempo que cada um precisa do seu espaço e personalidade." "Uma música do Jota Quest representa bem o meu pensamento: 'a nossa liberdade é o que nos prende'", explica o cantor, citando o verso de "Mais uma vez". Veja Mais

Discos para descobrir em casa – '...Desta vida, desta arte...', Marina Lima, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum '...Desta vida, desta arte...', de Marina Lima Fotossíntese ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – ...Desta vida, desta arte..., Marina Lima, 1982 ♪ Em 1981, ao lançar o álbum Certos acordes, Marina Lima começou a se impor como compositora com o sucesso da canção Charme do mundo (Marina Lima e Antonio Cicero, 1981). Três anos depois, a cantora e compositora consolidou a obra autoral com o estouro do álbum Fullgás (1984), disco em que adotou sonoridade eletrônica na formatação das músicas. Contudo, entre Certos acordes e Fullgás, houve um álbum, ...Desta vida, desta arte..., que surtiu menor efeito no mercado. Lançado em 1982 pela gravadora Ariola, esse quarto álbum de Marina apresentou a artista de cabelo curto e com a obra autoral ainda em progresso, mas já com um punhado de boas canções, todas assinadas com o irmão poeta Antonio Cícero, com exceção do rock que abriu o disco, Acho que dá, composto com Tavinho Paes em Búzios (RJ). Não é à toa que, na foto da capa, Marina apareceu escrevendo o próprio nome, sinalizando a intenção de reforçar a própria assinatura no universo pop brasileiro. Na avaliação de Marina, ...Desta vida, desta arte... é disco que resultou aquém do potencial por conta da mixagem – equivocada, no entender da artista – feita pelo produtor Marco Mazzola à revelia de Marina e do guitarrista Pisca, nome fundamental na formatação do álbum. Satisfeita com o bom acabamento do álbum anterior Certos acordes, feito com Pisca, Marina repetiu a parceria com o guitarrista no disco de 1982. Último dos três álbuns lançados pela cantora via Ariola, ...Desta vida, desta arte... foi gravado sob direção musical de Pisca, criador – em parceria com a própria Marina – dos arranjos das 10 faixas. O repertório começou a delinear a personalidade de Marina, artista de alma carioca, como enfatizaram os versos escritos por Antonio Cicero para Este ano. “Eu sou do Rio / E o Rio explode / ... / Nada me freia / O tempo corre / Na minha veia e diz: pode”, celebrou Marina em Este ano. Na velocidade do rock, Meu tempo (Estou aprendendo) expôs a veia poética contemporânea de Cicero como letrista, fundamental para a consolidação da obra autoral de Marina. Bonita composição feita para Maria Bethânia, que havia lançado O lado quente do ser (Marina Lima e Antonio Cícero) no álbum Talismã (1980), Mapa-múndi (Marina Lima e Antonio Cicero) acabou sendo apresentada pela própria autora em gravação adornada pelo toque do violão de Rosinha de Valença (1941 – 2004), nem sempre devidamente evidenciado na mixagem que fez sobressair os pianos tocados por Eduardo Souto Neto e Pisca, parceiro de Marina e Cicero na canção É a vida que diz. Momento mais interiorizado do álbum, embebido em melancolia destilada pela saudade, a canção Essas coisas que eu mal sei... (Marina Lima e Antonio Cicero) juntou a artista com Zizi Possi em encontro inédito. Zizi – cabe lembrar – tinha sido lançada como cantora em 1978, mesmo ano da estreia de Marina no mundo do disco. As intérpretes se harmonizaram. Aliás, mesmo que já começasse a escrever o próprio nome como compositora em 1982 com canções modernas como Depois me diz (outra da fértil lavra com Cicero), Marina mostrou em duas faixas do álbum ...Desta vida, desta arte... a habilidade para se apropriar de canções alheias como intérprete sagaz. Ao dar voz a Emoções (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1982), clássico instantâneo lançado no ano anterior na voz do autor Roberto Carlos, Marina interiorizou o fox em arranjo urdido somente com o violão da própria Marina e o toque da gaita de Rildo Hora. A mesma fluência foi percebida na abordagem de Noite e dia, parceria de Lobão com Júlio Barroso (1953 – 1984) lançada por Marina em gravação que jamais foi superada pelos registros posteriores da Gang 90 (a banda new wave criada por Julio) e de Lobão. Detalhe: Marina foi uma das musas inspiradoras da canção, dividindo o pódio com a absurdette Alice Pink Pank. Embora ainda estivesse achando o próprio caminho, em busca que a conduziria ao estouro de Fullgás (1984), Marina já mostrou charme e personalidade de sobra neste ...Desta vida, desta arte..., álbum menos conhecido, mas importante para apontar para a artista a trilha que deveria ser seguida a partir de então, sem a interferência de Mazzola, como a cantora ressaltou em 2005, em depoimento para a edição em CD de ...Desta vida, desta arte..., disco a ser descoberto. Veja Mais

Oito hits de Cazuza ganham a bossa de Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos em álbum ao vivo

G1 Pop & Arte ♪ Em abril de 2018, o 60º aniversário de nascimento de Agenor de Miranda Araújo Neto (4 de abril de 1958 – 7 de julho de 1990), o Cazuza, foi celebrado com show em que Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos ambicionaram renovar o cancioneiro do cantor e compositor carioca com o espírito da bossa nova. Decorridos dois anos, o projeto Faz parte do meu show – Cazuza em bossa ganha registro fonográfico. A edição digital do álbum aportou nas plataformas na sexta-feira, 3 de abril, véspera do 62º aniversário de Cazuza. A gravadora Som Livre promete lançar no mercado, em breve, as edições em CD e DVD da gravação audiovisual do show, captado em 15 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em apresentação na sede da companhia fonográfica, com as presenças de convidados como Lucinha Araújo, mãe de Cazuza e avalista do projeto. O álbum disponível nas plataformas apresenta somente oito das 20 músicas do roteiro original do show, com novas harmonias que dão ar de bossa nova ao cancioneiro de Cazuza com Leila ao piano, Menescal na guitarra e Rodrigo no baixo. Rodrigo Santos, Leila Pinheiro e Roberto Menescal na gravação do álbum 'Faz parte do meu show – Cazuza em bossa' Paulo Tauil / Divulgação ♪ Eis as oito músicas cantadas por Leila Pinheiro e/ou Rodrigo Santos no álbum Faz parte do meu show – Cazuza em bossa : 1. Faz parte do meu show (Renato Ladeira e Cazuza, 1988) 2. Preciso dizer que te amo (Cazuza, Dé Palmeira e Bebel Gilberto, 1986) 3. Codinome beija-flor (Reinaldo Arias, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985) 4. O tempo não para (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988) 5. Por que a gente é assim? (Roberto Frejat e Cazuza, 1984) 6. Exagerado (Leoni, Cazuza, Ezequiel Neves, 1985) 7. Ideologia (Roberto Frejat e Cazuza, 1988) 8. Pro dia nascer feliz (Roberto Frejat e Cazuza, 1983) Veja Mais

As cenas de 'lives' da quarentena que já entraram para a história do entretenimento brasileiro

G1 Pop & Arte Bebedeira de Gusttavo Lima, oração com filtros divertidos e choro de Sandy e Junior estão entre momentos marcantes das transmissões ao vivo. Perdeu? O Semana Pop explica. As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Na quarentena causada pelo coronavírus, os shows e outras transmissões ao vivo que acontecem na internet são a saída para se divertir. E, nessa nova realidade, alguns momentos dessas "lives" já entraram para a história do entretenimento brasileiro. O Semana Pop deste sábado (4) explica cinco dessas cenas: A bebedeira ao vivo de Gusttavo Lima Marília Mendonça cantando Pabllo Vittar A oração com filtros divertidos A polêmica doação de Léo Santana Sandy e Junior chorando de saudade O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Gusttavo Lima faz show pela web por causa da quarentena e tem mais de 10 milhões de visualizações Reprodução/YouTube do cantor Veja Mais

Sergio Rossi, estilista italiano de sapatos de luxo, morre aos 85 anos vítima do coronavírus

G1 Pop & Arte Ele tinha sido internado na cidade de Cesena, na Itália. O estilista italiano Sergio Rossi Reprodução/Instagram/gianvitorossi O estilista italiano de sapatos de luxo Sergio Rossi morreu aos 85 anos depois de ser hospitalizado com o novo coronavírus, disse a prefeita de sua cidade-natal nesta sexta-feira (3). A Itália tem mais mortes de coronavírus do que qualquer país do mundo – eram 13.915 fatalidades até quinta-feira. Os idosos têm sido particularmente vitimados. Rossi morreu na quinta-feira (2) na pequena cidade de Cesena, no centro do país. "Adeus, mestre", escreveu seu filho, o também estilista Gianvito Rossi, no Instagram. "Ele esteve entre os fundadores do distrito de calçados femininos de alto nível da área de Forlì e Cesena em meados do século 20", disse Luciana Garbuglia, prefeita de San Mauro Pascoli, onde Rossi nasceu em 1935 e fundou sua marca. O grupo de luxo francês Kering assumiu a grife em 1999, e depois a repassou para o fundo de capital privado italiano Investindustrial em 2015, quando Rossi já tinha se aposentado. Initial plugin text Veja Mais

Claudia Leitte acerta o tom das levadas românticas que dominam o EP 'Bandera move II'

G1 Pop & Arte Capa do disco 'Bandera move - P. II' Danilo Borges com arte de Alceu Neto Resenha de EP Título: Bandera move – P. II Artista: Claudia Leitte Gravadora: Edição independente da artista Cotação: * * * ♪ Das cinco músicas reunidas por Claudia Leitte no EP que apresenta a segunda parte do álbum Bandera move, uma já soa fora de hora. Lançada em single editado em fevereiro, estrategicamente antes do Carnaval, Pulsação (Tatau e Marlon Moreira) é música para trio elétrico que procurou retratar a miscigenação rítmica da folia da Bahia, já fora do domínio exclusivo da axé music. As novidades do EP Bandera move – P. II – disco inteiramente cantado em português e disponível a partir desta sexta-feira, 3 de abril – estão ambientadas em atmosferas mais serenas. A balada Só quero você (Matias Damásio) exemplifica a pulsação mais romântica desta segunda parte do disco, menos globalizada do que a primeira, lançada em outubro com repertório trilíngue. É nessa vibe e na cadência do reggae que a cantora mira o topo das playlists com a canção Meus olhos não mentem (Samir Trindade, Breno Casagrande, Renan Valim, Edu Valim e Thales Lessa). Amor amor (Felipe Escandurras e Cabrera) também gravita nessa mesma suave atmosfera pop, circundando a praia do reggae. Contudo, a aposta da cantora para promover Bandera move II destoa dessa boa vibração pop romântica. Trata-se de Rebolada bruta (Mc Zaac, Tierry e Cabrera), trivial mix de funk e reggaeton gravado pela cantora (de origem) fluminense com o funkeiro paulista MC Zaac. Curioso é que, sem a preocupação de soar “internacional” e de acenar para o mercado latino de língua hispânica, Claudia Leitte acerta com maior frequência, apresentado um som mais agradável e menos artificial. MC Zaac e Claudia Leitte se juntam em 'Rebolada bruta', música do EP da cantora Jacques Dequeker / Divulgação Veja Mais

Bruna Marquezine pede desculpas a Felipe Prior após eliminação do 'BBB20' e chama a atenção do arquiteto

G1 Pop & Arte 'Não grita mais com a tua mãe nem com mulher nenhuma, tá?', escreveu a atriz em conversa virtual com o ex-brother. Conversa entre Bruna Marquezine e Felipe Prior Reprodução/Instagram Tudo em paz entre Bruna Marquezine e Felipe Prior. Ao menos é o que indica uma conversa compartilhada pelo arquiteto nas redes sociais, na qual ele e a atriz conversam após a eliminação do "BBB20". Esta semana, Bruna fez uma campanha com direito a mutirão de votação para que Prior fosse eliminado em um Paredão entre ele, Mari Gonzales e Manu Gavassi, amiga de Bruna. O arquiteto deixou a casa após a votação recorde, que atingiu a marca de mais de 1,5 bilhão de votos. No bate-papo, Bruna pediu desculpas a Felipe, mas não deixou de chamar a atenção do arquiteto. 'Desculpa aí qualquer coisa e não grita mais com a tua mãe nem com mulher nenhuma, tá", escreveu a atriz, que ainda disse: "Torço por seu crescimento, aprendizado, evolução e felicidade". O comentário da atriz se refere a uma fala do ex-brother durante uma discussão com Flay no jogo. Na briga, ele fala para a participante: "Eu grito com a minha mãe, quem é você que eu não vou gritar? Você grita comigo e eu grito com você". O comentário gerou críticas a Prior nas redes sociais. Prior comentou com a atriz que levou a situação na brincadeira, mas disse que "às vezes é difícil perder, porque sinto que foi por pouco, mas vida que segue". Felipe Prior é o décimo eliminado do 'BBB20' Reprodução/Globo Pouco antes de publicar a conversa, Prior fez um vídeo onde passa diante de uma propaganda publicitária com Bruna Marquezine no aeroporto e diz: "Acabei de encontrar no aeroporto quem me ferrou, por isso que eu saí. Pô, Bruna". Ao longo do Paredão, Prior teve Bruna fazendo campanha contra o brother, mas também teve o apoio de muitos atletas, como Neymar, Gabigol e Gabriel Medina, com quem já participou de uma live após sua eliminação. Bruna Marquezine e Manu Gavassi Reprodução/Instagram Bruna Marquezine chora após Manu Gavassi seguir no ‘BBB20’: ‘Você me paga’ Bruna Marquezine e Felipe Prior conversam após eliminação do arquiteto do “BBB20” Reprodução/Instagram Bruna Marquezine e Felipe Prior conversam após eliminação do arquiteto do “BBB20” Reprodução/Instagram Bruna Marquezine e Felipe Prior conversam após eliminação do arquiteto do “BBB20” Reprodução/Instagram Veja Mais

Ellen Pompeo, de 'Grey's anatomy', grava vídeo a pedido do governador de NY: 'Fiquem em casa'

G1 Pop & Arte Atriz lembrou que médicos e enfermeiros estão morrendo por causa da pandemia do novo coronavírus. Ellen Pompeo pede em vídeo que pessoas fiquem em casa Reprodução/Instagram/ellenpompeo A atriz Ellen Pompeo, da série "Grey's anatomy", publicou vídeo nesta quinta-feira (2) lembrando que seus seguidores fiquem em casa durante a pandemia do novo coronavírus. Segunda ela, foi um pedido do governador de Nova York, Andrew Cuomo. "Recebi muitos, até demais, telefonemas e e-mails de médicos e enfermeiros amigos meus, e o escritório do governador de nova York me ligou hoje, para pedir para mais uma vez divulgar o pedido para que todos por favor fiquem em casa", afirmou ela em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. "Os profissionais de saúde, os médicos, enfermeiros, qualquer um que trabalhe em um hospital, estão no seu limite. E agora eles estão começando a morrer. Não estamos fazendo o suficiente", diz a atriz. "E se vocês conhecem alguém que não está levando isso a sério, e que não está ficando em casa, por favor falem com eles. Por favor, precisamos ficar em casa. Por favor. É tudo o que eles estão pedindo que façamos. Não é tão difícil." Initial plugin text Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Nação', Clara Nunes, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Nação', de Clara Nunes Arte de Elifas Andreato ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Nação, Clara Nunes, 1982 ♪ Há 37 anos, na madrugada de um sábado de aleluia, (12 de agosto de 1942 – 2 de abril de 1983), Clara Nunes foi morar no infinito e virou constelação após enfrentar, guerreira, 28 dias de agonia em CTI de hospital por conta de complicações decorrentes de operação de varizes. A cantora mineira saiu de cena aos 40 anos, no auge artístico. O canto luminoso atingia picos de maturidade, dando voz a um Brasil mestiço que reluziu nas cores vivas de Nação, último álbum de Clara. Cores expostas na capa criada por Elifas Andreato para o disco. Álbum gravado de maio a julho de 1982 sob direção de produção de Renato Correa, com produção executiva de Paulo César Pinheiro, Nação foi lançado no inicio do segundo semestre daquele ano de 1982 com repertório primoroso – composto por dez músicas, sendo nove então inéditas – que evidenciou a expansão da identidade do canto de Clara. Em 1982, Clara Nunes já tinha conseguido o objetivo de ser percebida como uma cantora de música brasileira, ainda que o samba fosse mote e norte do repertório da artista. Nação reforçou essa identidade. Obra-prima da discografia nacional, Nação abriu com o samba que lhe dá título. Em Nação, a música, João Bosco – compositor então gravado pela primeira vez pela mineira conterrânea – e Aldir Blanc se juntaram ao parceiro ocasional Paulo Emílio para ressignificar signos exaltados na Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939), samba-emblema de tempos idos. Os letristas reimaginaram o Brasil sob a ótica de nação do Candomblé, Jeje, com referência ao orixá Oxumaré que, na palheta de cores do arco-íris da letra, evocou o universo afro-brasileiro recorrente no repertório adotado por Clara Nunes a partir dos anos 1970. A letra do samba enfileirou símbolos mitológicos para poetizar a formação da terra indígena que, nas mãos de colonizadores, virou a nação conhecida como Brasil. Somente a ambiciosa faixa-título valeria o disco. Contudo, o álbum Nação apresentou outras músicas de altíssimo nível, alinhando pérolas já raras em 2020. Na época do lançamento do disco, a gravadora EMI-Odeon promoveu três das dez faixas em programas de rádio e TV. Além da música-título Nação, o público ouviu o samba-enredo Serrinha (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro) e Ijexá (Edil Pacheco). Tributo à escola de samba Império Serrano, Serrinha foi segundo título da série de homenagens a agremiações carnavalescas cariocas, sequência idealizada pelos compositores Mauro Duarte (1930 – 1989) e Paulo César Pinheiro e iniciada com Portela na avenida (1981), sucesso do álbum anterior da cantora, Clara (1981). Já a composição do baiano Edil Pacheco apresentou o “novo som Ijexá”, propagado em Salvador (BA), mas então pouco ouvido além das fronteiras da Bahia. Foi na cadência do ijexá, aliás, que o bamba carioca Nei Lopes compôs Afoxé pra Logun, versando sobre a dualidade de Logun, orixá “meio Oxossi, meio Oxum” – duplicidade também presente Oxumaré, regente do samba Nação. Compositores de dois anteriores sucessos blockbusters de Clara, Conto de areia (1974) e A deusa dos orixás (1975), Romildo Bastos e Toninho Nascimento figuraram duplamente no álbum Nação como autores de Menino velho e de Vapor de São Francisco, inspiradas músicas que reforçaram a brasilidade vivaz e sem clichês que pautou o disco. O repertório do álbum Nação resultou tão grandioso que até uma (grande) música inédita de Chico Buarque passou despercebida. Trata-se do dolente samba-canção Novo amor, escrito sob ótica feminina – com a maestria habitual do autor no gênero – e abordado posteriormente por Nana Caymmi (no álbum Alma serena, de 1996) e por Fabiana Cozza (em tributo a Clara Nunes lançado em 2013), sem que essas duas grandes cantoras tenham alcançado a dimensão do registro de Clara. Fora da roda do samba, Clara Nunes deu voz em Nação ao baião Cinto cruzado, parceria de Guinga (compositor que já gravava em 1974) com Paulo César Pinheiro, autor dos versos repletos de referências ao universo sertanejo nordestino fundado (musicalmente) por Luiz Gonzaga (1912 – 1989). Na mesma levada nordestina, a cantora também repisou nesse sertão ao reavivar Mãe África (Sivuca e Paulo César Pinheiro, 1978) – única regravação de repertório – para pedir a benção ao povo nagô entranhado na gênese da nação brasileira. No arremate do álbum Nação, a cantora desfolhou o lirismo de Amor perfeito (Ivor Lancellotti e Paulo César Pinheiro) com dose precisa de sentimento no canto depurado. Merecem ainda menções honrosas, pela excelência e adequação às músicas, os arranjos do álbum, criados por Dori Caymmi, Geraldo Vespar (atualmente com 82 anos), Nelsinho do Trombone (1925 – 1996) e Sivuca (1930 – 2016). Em Nação, tudo – canto, repertório e arranjos – se harmonizou e reluziu sob a luz imortal de Clara Nunes, sabiá que voou para outra dimensão há 37 anos. Veja Mais

Ali Wentworth testa positivo para coronavírus: 'Nunca me senti tão doente'

G1 Pop & Arte Atriz americana falou sobre resultado do exame em seu Instagram e recebeu o apoio de famosos como Reese Witherspoon e Sarah Jessica Parker. Ali Wentworth testa positivo para coronavírus: 'Nunca me senti tão doente' Reprodução/Instagram A atriz americana Ali Wentworth testou positivo para a Covid-19. Em seu Instagram, Ali, de 55 anos, publicou uma foto em que aparece abatida e deitada em sua cama. Na legenda, ela fala sobre os sintomas da doença. “Testei positive para o coronavírus. Eu nunca me senti tão doente. Febre alta, uma dor no corpo terrível, peito pesado. Estou em quarentena por minha família. Isso é puro sofrimento." Após a publicação, Ali recebeu o carinho de fãs e famosos, incluindo as atrizes Sarah Jessica Parker e Reese Witherspoon. "Sinto muito, Ali. Tenho certeza que você está em boas mãos, mas envio meu amor", escreveu Sarah. “Ali. Por favor, descanse e fique bem. Enviando todo meu amor", disse Reese. Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Adam Schlesinger, da banda Fountains of Wayne, morre aos 52 anos vítima do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Músico também ficou conhecido como autor da canção 'That thing you do!', do filme 'The Wonders: O sonho não acabou'. Adam Schlesinger em entrevista para o Fuzztopia em 2010 Reprodução/YouTube/fuzztopiavideos Adam Schlesinger, antigo membro da banda Fountains of Wayne, morreu nesta quarta-feira (1º) aos 52 anos por complicações causadas pelo novo coronavírus. Segundo o jornal "New York Times", a notícia foi divulgada por seu advogado, Josh Grier. O cantor e compositor também fez sucesso em uma carreira escrevendo trilhas sonoras para o cinema e para a TV. Além de ganhar três Emmys (um deles pela trilha da série musical "Crazy Ex-Girlfriend") e um Grammy, ele também foi indicado ao Oscar pela canção "That thing you do!", trilha do filme "The Wonders: O sonho não acabou" (1996). Formada em 1995, a Fountains of Wayne ficou conhecida entre o público de rock alternativo. Seu maior sucesso foi a canção "Stacy's mom", indicada ao Grammy em 2004. Veja Mais

Pelle Almqvist, vocalista do The Hives, diz que contraiu coronavírus

G1 Pop & Arte Músico da banda sueca diz que está em casa, em isolamento, e já está se sentindo melhor, na fase final da infecção. The Hives se apresenta no Lollapalooza Flavio Moraes/G1 Pelle Almqvist, vocalista da banda sueca The Hives, disse em um post na página oficial do grupo no Twitter na terça-feira (31), que contraiu o novo coronavírus. Almqvist contou que está em casa, em isolamento, e já está se sentindo melhor, na fase final da infecção. Veja o vídeo abaixo: Initial plugin text Veja Mais

João Rock 2020 é adiado para 12 de setembro em Ribeirão Preto por conta do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Organização busca manter a programação para os três palcos e afirma que bandas apoiaram adiamento. Política de ressarcimento será anunciada em breve e vendas de ingressos continuam. Vista aérea do João Rock 2019 no Parque Permanente de Exposições em Ribeirão Preto, SP Rafael Cautela O Festival João Rock anunciou nesta quarta-feira (1º) o adiamento da edição deste ano para 12 de setembro. A decisão ocorre por conta da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A organização acredita que, com a nota data, o festival vai ocorrer depois de o problema ser superado no país. A meta, agora, é negociar a manutenção da programação para os três palcos do evento. Segundo os organizadores, todas as bandas apoiaram o adiamento. A edição desde ano, a 19ª do festival, homenageia a música do Rio de Janeiro. Entre os destaques do line-up está Erasmo Carlos, que estreia no festival aos 78 anos. Vendas continuam Os ingressos que já foram adquiridos serão válidos automaticamente para a nova data. No entanto, há a opção de reembolso total. A organização promete divulgar em breve a politica de ressarcimento. As vendas dos ingressos continuam pelo site do festival para os setores Pista, Pista Premium, Camarote Colorado e Camarote João Rock. ‘Tremendão’ Erasmo Carlos está previsto para se apresentar no João Rock Guto Costa/Divulgação Programação Palco João Rock Nação Zumbi CPM22 e os convidados Pitty, Paulo Miklos e Koala Djonga Nando Reis Humberto Gessinger Natiruts Titãs Baiana System Criolo + Emicida + Céu Palco Brasil - edição Rio de Janeiro Gabriel, o Pensador Cidade Negra Marcelo Falcão Barão Vermelho Planet Hemp Erasmo Carlos Palco Fortalecendo a Cena Cynthia Luz e Froid MC Rashid e participação especial de Drik Barbosa e Lellê Poesia Acústica Lagum Matuê Serviço João Rock 2020 Data: 12 de setembro Local: Parque Permanente de Exposições – Avenida Orestes Lopes de Camargo, s/nº, Jardim Jóquei Clube Ingressos: à venda Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Veja Mais

Família faz adaptação de trilha de 'Les Misérables' e inclui versos sobre isolamento por coronavirus

G1 Pop & Arte No Reino Unido, os membros da família Marsh se uniram para criar e cantar paródia de 'One Day More' e vídeo viralizou. Família faz adaptação de trilha de 'Les Misérables' e inclui versos sobre isolamento por coronavirus Reprodução/Instagram Em casa, por conta do período de isolamento social para conter a disseminação do coronavírus, a família Marsh, do Reino Unido, uniu vozes para fazer uma adaptação no clássico "One Day More", que integra a trilha do musical Les Misérables. Os pais, junto aos quatro filhos, mudaram os versos da canção e inseriram novos trechos, usando o contexto do isolamento. Na nova versão, a mãe da família cita as compras on-line nesse período, enquanto um dos garotinhos sente falta das partidas de futebol e a irmã cita a saudade dos avós que estão longe dali sem saber usar o Skype para se comunicar. O uso do celular ao longo de todo o dia, as aulas virtuais da escola e a falta de cortes de cabelo também fizeram parte da paródia. Em entrevista a BBC, o pai da família Marsh explica que compilou na música as frustrações de cada um ao longo das últimas semanas e toda a experiência no isolamento em casa. "Isso foi um trabalho em equipe. Eu consegui aprender como colocar toda essa legenda no vídeo apenas duas semanas atrás", contou. Ele ainda falou sobre as inúmeras mensagens recebidas após o vídeo viralizar. “Estamos muito encantados de ver a positividade e as pessoas dizendo que nós levamos um sorriso nesse momento no qual é difícil sorrir.” Initial plugin text Veja Mais

Solidão, medo e esperança: Como são as músicas recém-lançadas, criadas durante a quarentena

G1 Pop & Arte Rapper Baco Exu do Blues fez em 3 dias EP que reflete sobre tesão no confinamento e até 'BBB20'. MV Bill e outros músicos também já cantam sobre cotidiano de uma nova realidade. Da esq. para a dir., Baco Exu do Blues, Bono, MV Bill, João Suplicy e Ryan Tedder, vocalista do OneRepublic, artistas que fizeram músicas sobre a quarentena causada pelo coronavírus Divulgação Em um estúdio em casa, o rapper Baco Exu do Blues produziu em três dias seu novo EP, “Não tem bacanal na quarentena”, lançado nesta segunda-feira (30). Ele conta ao G1: “Quando fico muito tempo parado, começo a ficar louco. Pra mim, fazer isso foi terapia. Trabalhar me ajuda a controlar a ansiedade.” Ele desistiu de lançar seu terceiro álbum de estúdio para se concentrar no trabalho, em grande parte focado em temas do isolamento. Em nove músicas, aparecem a solidão, o medo e o tesão no confinamento domiciliar, críticas a ações do governo durante a pandemia e até reflexões sobre o “BBB20” - refúgio de muitos na quarentena. "Não era um consumidor do ‘BBB’ antes do Babu", diz o cantor. "Quando rolaram as paradas de racismo, que explodiram no Twitter, acabei acompanhando. E, quanto mais acompanhava, mais raiva tinha. E mais amor eu criava pelo Babu." O comportamento de participantes brancos em relação ao ator no jogo gerou críticas nas redes sociais. Capa do EP 'Não tem bacanal na quarentena', de Baco Exu do Blues Guil Ócio criativo Com shows proibidos por causa da pandemia, músicos têm usado transmissões ao vivo pela internet para manter a conexão com os fãs. Mas, como Baco, artistas também aproveitam a pausa para produzir. É natural que o cotidiano de uma nova realidade apareça nessas criações. Imagem de divulgação do clipe de 'Quarentena', música de MV Bill Reprodução Em “Quarentena”, MV Bill rima versos de conscientização para combater o coronavírus com reflexões sobre a postura de autoridades e uma espécie de diário de quarentena. “Na favela, pra nós, a Covid é diferente / As casas não são grande e geralmente muita gente / Aglomeração inevitável / Alguns lugares ainda não tem água potável / Se cuida aí / Ih, que vai faltar espaço na UTI." A música foi produzida em três dias, numa parceria à distância entre o rapper e o produtor Mortão. Um clipe foi gravado por MV Bill com um único cenário: sua casa, no Rio. “Gravei a voz no meu quarto e fiz o vídeo sozinho na varanda. Tudo sem sair de casa”, explicou o rapper, em suas redes sociais. Também em suas redes, João Suplicy - ex-parceiro do irmão Supla no Brothers of Brazil - pediu sugestões de nome para uma composição sobre os tempos de pandemia. "Quem serão os filhos da quarentena que vão tentar nos consertar", diz a letra. Há também quem tente enviar mensagens de esperança. Bono, vocalista do U2, disse ter se inspirado nos italianos isolados para compor a primeira música que divulgou em três anos, "Let your love be known". Initial plugin text Ele também dedicou a canção a médicos, enfermeiros e outros profissionais na linha de frente do combate à Covid-19. "É uma pequena melodia que escrevi há uma hora", disse, em uma transmissão pela internet, de sua casa em Dublin. A letra cita "silêncio", "ruas desertas" e "isolamento" para dizer que a "distância" não é um obstáculo para o amor e o apoio. Em “Better days”, a banda americana OneRepublic clama por dias melhores após o isolamento. "Nós escrevemos sobre experiências e eventos reais que acontecem conosco", diz o vocalista, Ryan Tedder, em entrevista à revista “Billboard”. "E isso é o que acontece quando você escreve uma música durante uma crise." Já que, para alguns, o ócio virou obrigação, uma onda criativa pode surgir da quarentena, na opinião de Baco. “Quem tem como fazer arte na própria casa vai acabar produzindo", diz. Tempo não vai faltar. Veja Mais

Felipe Prior é eliminado do 'BBB20' com 56,73% dos votos

G1 Pop & Arte Manu e Mari, que também estavam no paredão, se salvaram e permanecem na casa. Felipe Prior é o décimo eliminado do 'BBB20' Reprodução/Globo Felipe Prior foi eliminado do "BBB20" nesta terça-feira (31) com 56,73% dos votos. Ele foi o décimo a deixar a casa. O paredão bateu o recorde histórico do programa, com mais de 1,5 bilhão de votos. Initial plugin text Prior foi indicado no domingo (30) pela líder, Giselly. Com isso, Manu Gavassi e Mari Gonzalez continuam na casa. Manu, puxada por Prior após indicação do participante, recebeu 42,51% dos votos. Mari, que terminou no paredão por ser a pior colocada com Gabi na prova do líder na quinta-feira (26) levou apenas 0,76%. Em conversa com o apresentador Tiago Leifert depois de deixar a casa, Prior falou que ficou nervoso depois dos problemas que seu grupo de amigos enfrentou no começo da edição. "Aqueles primeiro fatos no programa me desequilibraram muito." Também falou que estava chateado com os rivais. "Eu já estava esgotado com o pessoal. Tava vendo muita hipocrisia nas pessoas. Tudo era muito lindo e maravilhoso. A vida não é assim." Mas o eliminado admitiu que precisa pensar em algumas atitudes, principalmente depois que Leifert falou que ele precisa parar de gritar com a própria mãe. "Preciso melhorar nisso. Preciso melhorar em muitas coisas, e o 'Big Brother' vai me ajudar nisso." Veja Mais

Padre faz transmissão de benção on-line e vira meme com filtros divertidos: 'Acionei sem querer'

G1 Pop & Arte Após gravação, Luiz Cesar Moraes explicou que usou a câmera traseira do celular e, por isso, não viu os efeitos de máscaras que surgiam durante a prece. Padre faz transmissão de benção on-line e vira meme com filtros divertidos: 'Acionei sem querer' Reprodução/Facebook O padre Luiz Cesar Moraes, de Itajubá, Minas Gerais, se divertiu com sua própria gafe e encantou a internet ao fazer a transmissão de uma benção on-line em sua página no Facebook, no domingo (29). Isso porque, ao longo de toda a gravação, os filtros divertidos da rede social apareciam enquanto ele fazia a prece. Ao publicar o vídeo no Facebook, ele pediu desculpas pelos efeitos e disse que "Deus quer também um pouco de alegria." "Desculpe os efeitos, acionei sem ver para iniciar a gravação da bênção. Deus quer também uma pouco de alegria. A intenção foi mesma de oração. Os efeitos foram sem intenção", explicou ele com bom humor. Horas depois, o padre retomou o assunto nas redes sociais e explicou que, por gravar com a câmera traseira do celular, não viu que os filtros animados aparecendo. "Como sou amador no trato da filmagem, como faço sozinho e usando de meu celular para aproveitar melhor imagem, faço pela câmera de trás afixando o mesmo na minha cristaleira e então não vejo o que se filma. Ao acessar o início da transmissão, sem ver, acessei o botão de efeito de máscaras e deu no que deu.” "Que fique claro que, em assunto de meu Ministério Sacerdotal, não brinco em serviço e muito menos faço brincadeiras. Mas Deus usa até de nossas falhas para dar seu recado", enfatizou Luiz Cesar Moraes. "Ficou hilário as caras. Como Ele tira do brejo a flor do copo de leite, do meu erro ajudou a tornar risonho e hilário a vida de muita gente. Rir faz bem, ainda mais neste tempo de apreensão que estamos vivendo." "Peço que não me ridicularizem e nem usem estas imagens para denegrir minha pessoa e ministério sacerdotal. A todos, meu abraço, oração e bênção", finalizou o padre. Ele ainda compartilhou algumas imagens em que aparece com os filtros divertidos. Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Marido de Luisa Mell tem alta após internação por coronavírus: 'Ainda tem que acabar o tratamento em casa'

G1 Pop & Arte Ativista, que também testou positivo para a Covid-19, celebrou chegada do empresário Gilberto Zaborowsky em casa. 'Não podemos sair nos próximos 14 dias, mas estou tão feliz'. Luisa Mell e o marido, Gilberto Zaborowsky Reprodução/Instagram Gilberto Zaborowsky, marido de Luisa Mell, teve alta do hospital após ser diagnosticado com coronavírus. A ativista, que também testou positivo para a Covid-19, permaneceu em isolamento em casa e celebrou o retorno do marido. "Meu marido tá em casa! Eu não consigo aguentar de tanta felicidade! Obrigada, Deus! Obrigada a cada um de vocês que torceu, rezou." Luisa afirmou que o tratamento seguirá em casa. "Não podemos sair nos próximos 14 dias! Mas eu tô tão feliz! Que felicidade." Há pouco mais de uma semana, Luisa Mell afirmou que ela e o marido foram diagnosticados com coronavírus. Na ocasião, a ativista relatou que estava com pneumonia e perdeu bastante peso. Initial plugin text Veja Mais

Karin Hils lança o segundo single solo enquanto espera volta do musical em que interpreta Donna Summer

G1 Pop & Arte ♪ Karin Hils lança o segundo single solo, Pra você ficar, enquanto aguarda a volta à cena do musical sobre a vida da cantora norte-americana Donna Summer (1948 – 2012), espetáculo no qual é uma das atrizes escaladas para dar voz e vida à diva da disco music. Como a temporada foi interrompida tão logo o musical entrou em cartaz na cidade de São Paulo (SP), por conta das medidas restritivas para conter o avanço da pandemia do coronavírus, a atriz, cantora e compositora fluminense – projetada nos anos 2000 como integrante do grupo feminino Rouge – se dedica inteiramente no momento à promoção da carreira fonográfica. O single Pra você ficar aporta no mercado na sexta-feira, 3 de abril, dois meses e meio após a edição do primeiro single solo de Hils, Fogo, editado em 17 de janeiro com música inédita assinada pela artista em parceria com os produtores Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos. Em Pra você ficar, Karin Hils mergulha em atmosfera mais serena do que a do single anterior Fogo, mudança sinalizada já no tom pastel da capa em que a artista é exposta em foto de Ariana Lima. Veja Mais

Playlist para a quarentena: 15 novos artistas para ouvir durante o isolamento social

G1 Pop & Arte Pop dançante, rap, rock, MPB e balada romântica estão em lista do G1. Ouça músicas e comentários de apostas como Tones and I, MC Rebecca, Cabelinho, PK e King Princess. Pedro Sampaio, MC Rebecca e Maggie Rogers estão em lista de novidades para ouvir na quarentena Divulgação Cansado de ouvir os mesmos sons durante o tempo de isolamento social por causa do novo coronavírus? O G1 lista abaixo 15 novidades que podem entrar na sua playlist da quarentena. São artistas que começaram a ser mais falados nos últimos meses, mas que ainda não têm a mesma popularidade de uma Beyoncé, Anitta ou Ed Sheeran da vida. Ouça acima trechos das músicas e comentários no podcast G1 Ouviu. E veja abaixo a lista de 15 novidades: MC REBECCA MC Rebecca em foto de divulgação Divulgação MC Rebecca é mais uma artista surgida no Baile da Gaiola, que acontecia na Zona Norte do Rio. Ela passou a ser mais falada no segundo semestre de 2018, cantando o funk “Cai de Boca”, uma letra escrita pela Ludmilla. A Rebeca já teve uma fase em que cantava proibidões, as músicas sobre sexo cheias de palavrão. Mas agora ela aposta em letras mais lights. E também em parcerias com dois hits recentes cheios de feats: "Combatch" tem Lexa, Luisa Sonza e Anitta; "Repara" é com Kevin O Chris e WC no Beat. HOT E OREIA Hot e Oreia Divulgação Hot e Oreia é uma aposta do rap para ouvir durante o isolamento. Mas o sotaque e o jeitinho de ser são diferentes do que você pode imaginar. Existem os MC sérios, do rap de mensagem, mas no caso desta dupla mineira é “Rap de massagem”. Esse é o nome do disco de estreia, de 2019. É um rap engraçadinho e bem feito. Flui que é uma beleza, zoa todo mundo. Até falam de temas sérios, como racismo ou rap, mas sempre debochados. A dupla é da mesma Belo Horizonte que já revelou um amigo deles, o Djonga. Esse rap moleque tem tudo para cair bem se você quer um pouco de leveza. GIULIA BE Giulia Be Yasmin Dib / Divulgação Você já deve ter ouvido a voz desta garota carioca de 20 anos, chamada Giulia Be. A voz de "Menina Solta", que vem tocando bastante desde o segundo semestre de 2019, tem tudo pra estourar de vez. Ela é tipo um Felipe Dylon versão 2020. Giulia cantou no Rock in Rio 2019 e prepara mais canções: a mais recente é uma versão em espanhol de seu maior hit. Virou "Chiquita Suelta". ERIC LAND Eric Land no São João de Fortaleza 2018 Moisés Viana O jovem Eric Land já conquistou Fortaleza, mas quer mais. O Wesley Safadão ouviu o Eric cantar forró e sentiu o cheirinho do sucesso. Land já entrou em 2020 de contrato assinado com a WS, que é a agência de shows do Wesley. E também com a Luan Promoções, outra produtora poderosa do Nordeste. O garoto canta um estilo em alta chamado pisadinha ou piseiro. É uma vertente eletrônica e festeira do forró. Se 2019 foi dos Barões da Pisadinha, 2020 pode ser do Eric Land. MC CABELINHO MC Cabelinho, de 'Amor de mãe' TV Globo/Divulgação Essa aposta nossa que mandou muito bem na novela “Amor de mãe”. O cara que interpreta o Farula da novela é também um cantor revelação. O MC Cabelinho ficou bem conhecido no Rio misturando rap e funk. Ele incorpora o clima positivo do funk, mas vai além da festa e do bumbum, e também varia as batidas. as letras têm os comentários sociais do rap, mas também um senso pop. E o Cabelinho tem um carisma carioca que a TV pode ajuda a espalhar ainda mais pelo Brasil. JS O MÃO DE OURO JS O Mão de Ouro, DJ pernambucano no estúdio em que trabalha, na Zona Sul de Sâo Paulo Marcelo Brandt / G1 JS não é um cantor, é um produtor. E esse recifense tem várias músicas que talvez você nem saiba que ele fez. O rapaz é mão de ouro mesmo, porque três das dez músicas mais tocadas no Brasil durante o carnaval tiveram o toque dele ("Tudo Ok", "Sentadão" e "Hit contagiante". JS é um dos maiores responsáveis pelo sucesso da batida do brega-funk. O melhor é que o segredo do produtor está na batida criada a partir da panela da avó dele, em uma história já contada pelo G1. PEDRO SAMPAIO Pedro Sampaio Pedro Pereira/Divulgação O carioca Pedro Sampaio, além de criar as batidas, também ataca de MC. E está fazendo sucesso nas duas posições. A assinatura "PE-DRO SAM-PA-IO" já é bem conhecida em festas e rádios do Rio. E tem cada vez mais hits, como "Sentadão", parceria com o JS. Sampaio é antenado e vai do brega funk que a gente ouviu aí a outras músicas mais pop, como “Chama ela”, com a Lexa, e “Vai menina”, só com o Pedro mesmo. Ele é tipo um DJ Khaled brasileiro, bom em juntar gente que tá fazendo sucesso, com a vantagem de cantar também. Aos 23 anos ele parece ter muito sucesso pela frente. PK PK e Ludmilla no clipe de 'Do Jeito Que Tu Gosta' Reprodução Essa lista de apostas mostra a força da mistura de funk com rap. E esse é o caso também do PK, codinome do cantor carioca Pedro Henrique. No fim de 2019, ele lançou clipes cantando com a Ludmilla e com a Luisa Sonza. Ele diz que faz um som que tem partes mais reflexivas e outras mais sensuais. PK é indicado para quem curte um trap funk, um funk mais melancólico com influência do trap, o subgênero do rap mais arrastado e chapado. ROSA NEON A banda mineira Rosa Neon Divulgação/Twitter do artista Quem prefere algo mais alternativo também tem uma opção. O Rosa Neon é uma aposta bem pop, dançante, mas um pouquinho fora do comum. Luiz Gabriel, que veio do grupo Graveola e o Lixo Polifônico, é um dos integrantes do Rosa Neon. Antes, ia por um som mais da MPB. Agora, ele se joga em uma sonoridade ainda mais popular e brasileira. É pop eletrônico, irônico, brega, carimbó. É pós-Pabllo Vittar, por ir das divas pop ao suíngue, de um jeito artesanal e sem medo de ser feliz. POZE DO RODO Marlon Brendo Coelho Couto Silva, de 20 anos, conhecido como MC Poze do Rodo Twitter/Reprodução Se 2019 foi o ano do Flamengo no futebol, o jeito foi escalar nesta lista um jovem flamenguista que vem conquistando uma torcida cada vez maior - e não só os do discípulos de Jorge Jesus. O MC Poze do Rodo ficou conhecido por exaltar “os coringas do flamengo”, mas tá mostrando que pode ir além disso com o hit “Voando alto”, que subiu forte no fim de 2019. É a mesma linha do Cabelinho. É um funk que não tem letras tão festivas, e falam mais sobre o dia a dia nas comunidades do Rio. Ele chegou a ser preso depois de um show no Mato Grosso, acusado de apologia ao crime. Ele diz que as letras só descrevem o que ele vê nas favelas, onde o crime está presente, como em todo lugar. Depois que foi preso e solto, “Voando alto” passou a tocar mais ainda. TONES AND I A australiana Tones and I Divulgação Tones and I é o nome artístico de Toni Watson, australiana de 19 anos. Ela chegou ao topo dos mais ouvidos do Spotify em todo mundo e deve estourar de vez em 2020. Ela tem uma voz bem esganiçada, que chama atenção instantaneamente. O maior hit vem tocando demais nas rádios brasileiras. Ele se chama “Dance Monkey” e chegou em primeiro lugar no top 100 mundial do Spotify. A letra é sobre as dificuldades que ela passou quando era artista de rua: ela se sentia um macaquinho dançarino tentando chamar a atenção dos turistas. MAGGIE ROGERS Maggie Rogers Divulgação Maggie Rogers foi indicada na categoria revelação do Grammy 2020. E ela é tipo uma mini Florence and the Machine. Ela tem 25 anos e algumas credenciais: ela recebeu elogios de Pharrell Williams e abriu shows do Mumford and Sons. Outra coisa legal é que ela já pensou em ser jornalista de música e foi estagiária da Lizzy Goodman, autora do livro “Meet me in the bathroom”, sobre a cena de Nova York entre 2001 e 2011. la ajuda a fazer umas entrevistas e tal. Quase foi nossa colega de profissão... Mas desistiu do jornalismo musical e escolheu o caminho certo. LEWIS CAPALDI Lewis Capaldi leva dois prêmios durante o BRIT Awards 2020 Adrian DENNIS / AFP Lewis Capaldi chegou ao primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos e da Inglaterra. E, agora, começa a ser mais falado no Brasil. O cantor escocês dono de “Someone you loved”. Por conta dessa balada, toda intensa, ele bateu o recorde de artista independente mais ouvido da história do Spotify. O cara é mais um dessa geração dos caras normais, ou em inglês “Boys next door”. Gente como o Ed Sheeran, caras que parecem o seu vizinho, um rapaz que pegou o violão e começou a tocar ali do teu lado meio do nada. Ele é zero popstar. Mas vamos ver se em 2020 o Capaldi, que é primo do ator Peter Capaldi (ex-Doctor Who), vai estourar de vez. TANK AND THE BANGAS Tank and the Bangas Divulgação Tank and the Bangas é um grupo formado em New Orleans, a terra do jazz. Indicado ao Grammy 2020 de revelação, a banda tem uma formação atual com nove pessoas, incluindo a vocalista Tariona “Tank” Ball. Eles fazem uma mistura de soul, rock e o spoken word, estilo que estava um tanto sumido. Enfim, é como uma leitura de poesia, só que no caso do Tank and the Bangas é tipo um sarau dançante. KING PRINCESS A cantora King Princess Divulgação Desde que o line-up do Lollapalooza, muita gente vem apostando as fichas nessa moça aí da foto acima, a King Princess. Esse é o nome artístico de Mikaela Mullaney, uma cantora e multiinstrumentista novaiorquina de 21 anos. Ela entra na nossa cota indie da lista de apostas internacionais. King Princess faz um pop funkeado e intenso com letras sobre decepções no amor e na vida em geral. Seria um dos shows mais imperdíveis do Lolla. Mas ainda não se sabe se ela segue confirmada para a nova data do festival, que agora acontece nos dias 3, 4 e 5 de dezembro de 2020. Veja Mais

Pintura de Van Gogh é roubada de museu holandês durante isolamento por coronavírus

G1 Pop & Arte Ladrões forçaram portas do Museu Singer Laren durante madrugada e levaram a pintura 'Lentetuin', ou 'Jardim da Primavera', que havia sido emprestada pelo Museu Groninger. Pintura 'Lentetuin', ou 'Jardim da Primavera', de Vincent van Gogh Museu Singer Laren/Reuters Ladrões roubaram uma pintura de Vincent van Gogh do Museu Singer Laren, na Holanda, durante a noite, disse seu diretor nesta segunda-feira (30). A galeria, na cidade de Laren, a leste de Amsterdã, está atualmente fechada ao público devido à pandemia de coronavírus. A pintura "Lentetuin", ou "Jardim da Primavera", que representa o jardim da reitoria de Neunen e data de 1884, havia sido emprestada pelo Museu Groninger, na Holanda. "Estou chocado e absolutamente irritado que isso tenha acontecido", disse Jan Rudolph de Lorm, diretor do Museu Singer Laren, em um vídeo postado no YouTube. "Esta obra de arte esplêndida e comovente de um dos nossos grandes artistas foi roubada, tirada da comunidade", afirmou ele. A polícia disse que os ladrões forçaram as portas da frente de vidro do prédio por volta das 3h15 no horário local. A pintura roubada mostra uma mulher em um jardim com arbustos esparsos de flores vermelhas e a igreja ao fundo. Os museus holandeses estão fechados por causa do surto de coronavírus desde 12 de março. Veja Mais

Turnê de despedida do Kiss no Brasil é adiada de maio para novembro por causa do coronavírus

G1 Pop & Arte Banda passará com a End of The Road Tour por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Ribeirão Preto, Uberlândia e Brasília A banda KISS é fotografada durante lançamento na Sirius Satellite Radio, em Nova York. Andrew Kelly/Reuters A passagem da turnê de despedida do Kiss pelo Brasil foi adiada de maio para novembro por causa do coronavírus. As novas datas da "End Of The Road Tour" são: São Paulo, dia 14/11/2020, no Allianz Parque; Brasília, dia 10/11/2020, no Ginásio Nilson Nelson; Uberlândia/MG, dia 12/11/2020, no Estádio Parque do Sabiá; Ribeirão Preto/SP, dia 15/11/2020, na Arena Eurobike; Curitiba, dia 17/11/2020, na Pedreira Paulo Leminski; e Porto Alegre, dia 19/11/2020, local a definir. A produtora Mercury Concerts informou que todos os ingressos já adquiridos serão válidos para as respectivas novas datas. No comunicado divulgado nesta segunda-feira (30) à imprensa, não foram divulgadas informações sobre restituição de valores de ingressos. Em setembro de 2018, a banda Kiss anunciou sua despedida dos palcos. Desde janeiro, o grupo tem feito apresentações de sua turnê de despedida, já tendo passando pelo Canadá, Estados Unidos, México, Alemanha, Áustria, Rússia, Polônia, Ucrânia, França, Itália, Escócia, Inglaterra, entre outros países. "Tudo o que construímos e conquistado ao longo dessas mais de quatro décadas jamais poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas pelo mundo que lotaram clubes, arenas e estádios ao longo dos anos. Essa será a celebração final com todos aqueles que já nos assistiram e a última chance para aqueles que não nos assistiram. Exército Kiss, estamos dizendo adeus em nossa turnê final com nosso maior show já feito e vamos sair do mesmo jeito que entramos: poderosos e incessantes”, escreveu o grupo em comunicado oficial divulgado no site. Veja Mais

Após live com 5 horas de duração, Gusttavo Lima promete 2ª edição do 'Buteco em Casa' para 11 de abril

G1 Pop & Arte No sábado (28), cantor sertanejo fez transmissão ao vivo de show em sua casa através do canal no Youtube. Após live de Gusttavo, Jorge e Mateus também confirmaram show on-line em breve e Marília Mendonça relatou pressão. Após live de 5 horas de duração, Gusttavo Lima promete 2ª edição para 11 de abril Gusttavo Lima confirmou a segunda edição do "Buteco em Casa". O cantor sertanejo realizou a transmissão da primeira sessão do show on-line direto de sua casa, no sábado (28), ao longo de cinco horas. Agora, Gusttavo promete repetir a dose no dia 11 de abril. O cantor contou a novidade em seu Instagram, onde também revelou ter sofrido com a ressaca após a primeira edição da live. "Que ressaca, meus amigos. Nunca mais eu vou beber, prometo. Preciso de um boldo urgente", comentou o cantor. "Passando pra agradecer cada um de vocês. E já deixar registrado aqui: ‘buteco em casa segunda sessão’ ocorrerá 11 de abril, daqui duas semanas aqui em casa de novo. Vou montar um repertório maravilhoso e vai ser diferente." O cantor deixou o vídeo da primeira edição disponível no Youtube e na manhã desta segunda-feira (30) ainda aparecia como o primeiro mais visto no Youtube e contava com mais de 13 milhões de visualizações. Após a live de Gusttavo Lima, os fãs começaram uma campanha para Jorge e Mateus também fazer uma transmissão on-line e a dupla sertaneja confirmou. Eles ainda não divulgaram a data. Initial plugin text Marília Mendonça, uma das primeiras a realizar lives nesse período de isolamento por causa do coronavírus, comentou que também está sendo cobrada pelos fãs. "Tá feliz, Gusttavo Lima, a pressão que eu tô sofrendo. Você inflacionou o mercado das lives, cara", escreveu a cantora em suas redes sociais. Veja Mais

Dupla Jorge & Mateus dá mau exemplo ao driblar regra de isolamento social em live patrocinada

G1 Pop & Arte Imagem em circulação nas redes sociais mostra que havia um clima de festa na apresentação dos cantores sertanejos. ♪ ANÁLISE – Assunto na internet ao longo da madrugada deste domingo, 5 de abril, a live da dupla sertaneja Jorge & Mateus tem gerado comentários e, com razão, vem sendo condenada no tribunal das redes sociais de forma inapelável. Intitulada Na garagem e patrocinada por marca de cerveja, com apoio de um restaurante, a longa live dos cantores na noite de sábado, 4 de abril, contabilizou 3,1 milhões de acessos simultâneos ao longo das quatro horas e meia de duração. Pareceu até show profissional, no estilo de apresentações acústicas que, não raro, geram registros audiovisuais no universo sertanejo. A questão é que uma imagem exposta em redes sociais mostrou que havia pessoas demais no espaço armado para o show na casa do empresário da dupla. E uma imagem vale por mil palavras, como diz o clichê. Por mais que Jorge & Mateus tenham enfatizado na live a necessidade do distanciamento social para a contenção da pandemia de coronavírus e por mais que (de acordo com a assessoria dos cantores) tenham seguido as normas de segurança do Ministério da Saúde, com o uso de luvas e álcool gel pelos profissionais envolvidos na produção, a imagem falou mais alto e insinuou um clima de festa, de confraternização. Tudo o que não é permitido em tempos de quarentena. Imagem da live da dupla Jorge & Mateus com muita gente no mesmo espaço Reprodução / Internet O efeito do mau exemplo é potencializado pelo alcance massivo do som da dupla. Se a insinuação de aglomeração tivesse acontecido em live de um artista da cena indie, o exemplo seria ruim da mesma forma. Mas o alcance da imagem seria menor e, portanto, teria consequências menores. Numa live que mobilizou milhões de seguidores da dupla, a questão se torna grave porque, sabe-se, há ainda uma resistente parcela da população do Brasil que contraria as normas da quarentena e insiste em circular nas ruas, favorecendo a propagação do coronavírus. A imagem exposta nas redes sociais com várias pessoas na live de Jorge & Mateus mostra que, a rigor, foi driblada a regra de isolamento social. Até porque não havia necessidade da presença de tanta gente no mesmo ambiente. Qual a necessidade de um garçom circular ali, servindo a cerveja da empresa patrocinadora? Nenhuma. Ficou claro que a intenção foi tão somente justificar o patrocínio obtido para a produção da live. Como o mal já está feito, espera-se tão somente que nenhum outro artista vá reproduzir em lives futuras o mau exemplo de Jorge & Mateus. Veja Mais

Lives de domingo: João Neto & Frederico, Scalene, Parangolé e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Unha Pintada, Vintage Culture, Jefferson Moraes, Os Parazin, DJ Henrique de Ferraz, Cida Moreira e outros fazem transmissões ao vivo pela internet para fãs em casa; veja lista. Parangolé, João Neto e Frederico e Scalene fazem lives neste domingo (6) Divulgação Este domingo (5) não tem uma programação de lives tão cheia quanto no sábado (4), mas a lista ainda tem Parangolé, João Neto & Frederico e Gustavo, do Scalene. Veja abaixo a lista do G1 com as principais lives deste domingo (5). Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja as lives deste domingo (5): Jefferson Moraes e Os Parazin - à partir das 12h - Link - O Villa Mix Esperança vai ter a live dos dois artistas e também shows gravados. Não foi informado o horário de cada um. Unha Pintada - 16h - Link Cida Moreira - 16h30 - Link (#ZiriguidumEmCasa) Tony Salles, do Parangolé - 17h - Link Vintage Culture - 18h - Link João Neto e Frederico - 18h - Link DJ Henrique de Ferraz - 18h - Link Guto Goffi - 19h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Gustavo Bertoni, do Scalene - 19h - Link - (Sala de Casa Natura Musical) Erikah Badu - 21h - Link Rita Benneditto - 21h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Rodrigo Amarante - 21h30 - Link (#TamoJunto) Valesca Popozuda - Meia-noite - Link Diplo - Meia-noite - Link Veja Mais

Titãs cantam para 'as pessoas na sala de jantar' no EP 'Trio acústico 1'

G1 Pop & Arte Grupo recicla músicas com críticas sociais que já soam inócuas no registro de show minimalista. Capa do disco 'Trio acústico EP 01', dos Titãs Divulgação Resenha de EP Título: Titãs – Trio acústico EP 01 Artista: Titãs Gravadora: Warner Music Cotação: * * * ♪ Seria injusta e cruel com os Titãs qualquer comparação do atual registro do show Trio acústico com a gravação ao vivo que, em 1997, resultou no Acústico MTV da banda paulistana. Blockbuster da discografia do grupo, cujo rock vinha perdendo a adesão popular na década de 1990 por conta de álbuns pesados como Tudo ao mesmo tempo agora (1991) e Titanomaquia (1993), o álbum Acústico MTV dos Titãs reconciliou o grupo com o chamado grande público e bateu recordes de vendagem, gerando hits e a pressão por desnecessário Volume dois (1998). Decorridos 22 anos do segundo acústico, os Titãs sobrevivem no mercado, reduzidos a um trio formado por Branco Mello (na voz e no baixo ou violão), Sergio Britto (na voz e no piano ou baixo) e Tony Bellotto (no violão ou guitarra acústica). Em cena pelo Brasil desde 2019 com turnê de show acústico, o trio apresenta neste mês de abril de 2020 o primeiro dos três EPs que compõem o álbum Titãs – Trio acústico, gravado em estúdio. A formação mais enxuta gera registros mais minimalistas, mas nem por isso menos eficientes, como atesta a audição do EP 01, lançado na sexta-feira, 3. Reouvida na voz de Sergio Britto, parceiro de Paulo Miklos na composição, Porque eu sei que é amor (2009) ganha vida e sutil acento de soul / R&B. Um dos singles do álbum A melhor banda de todos os tempos da última semana (2001), a canção Isso ressurge na voz do autor Tony Bellotto, que estreia na função de vocalista da banda, sem comprometer, tanto em Isso quanto em Querem meu sangue (They harder they come) (Jimmy Cliff, 1972, em versão em português de Nando Reis, 1984). Quando os Titãs recorrem a hits mais batidos do repertório da banda, o resultado de Trio acústico EP 01 por vezes soa menos envolvente. Reouvida na voz de Branco Mello, Sonífera ilha (Ciro Pessoa, Branco Mello, Marcelo Fromer, Tony Belloto e Carlos Barmarck, 1984) se salva, escorada no charmoso clipe – em que várias personalidades dublam trechos da canção – e no perene apelo popular da canção, primeiro sucesso dos Titãs. Já Miséria (Arnaldo Antunes, Paulo Miklos e Sergio Britto, 1989) perde parte da contundência no registro que roça clima camerístico no toque do piano de Sergio Britto, solista da música lançada no álbum Õ blésq blom (1989), de cujo repertório o trio também retoma O pulso (Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Tony Bellotto, 1989). Música conduzida pelo violão e pelo canto de Branco Mello, Tô cansado – parceria de Branco com Arnaldo Antunes lançada no álbum Cabeça dinossauro (1986) – se ressente da ausência do clima punk do disco em que foi apresentada ao universo pop. Do mesmo álbum Cabeça dinossauro, Família (Arnaldo Antunes e Tony Bellotto) aparece em cadência de reggae pop. A questão é que, neste disco Trio acústico, a crítica social de Familia e de outras músicas do EP 01 já soa inócua porque os Titãs – na justa luta pela sobrevivência – já parecem cantar para “as pessoas na sala de jantar ocupadas em nascer e morrer” perfiladas pelos Mutantes em Panis et circensis (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1968). Verdade seja dita: tudo soa digno neste primeiro dos três EPs que compõem o álbum Trio acústico. Mas fica no ar a pergunta: para e por quem o pulso dos Titãs ainda pulsa? Veja Mais

João Bosco lança o álbum 'Abricó-de-macaco'

G1 Pop & Arte Disco sai em 17 de abril e reúne convidados como Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda. ♪ Nome de ornamental árvore da Amazônia, Abricó-de-macaco é o título do álbum que João Bosco lança em 17 de abril em edição digital. Um DVD chegará ao mercado fonográfico na sequência (não imediata) com o registro audiovisual das músicas gravadas pelo cantor, compositor e violonista mineiro no estúdio Casa do Mato, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), no último trimestre de 2019. Cantores associados ao universo carioca do samba, Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda integram o time de convidados de Bosco em Abricó-de-macaco, primeiro trabalho fonográfico do artista desde o álbum de músicas inéditas Mano que zuera (2017). João Bosco posa em estúdio com convidados e equipe técnica do álbum 'Abricó-de-macaco' Marcos Hermes Veja Mais

Semana Pop #80: Cenas de 'lives' da quarentena que já entraram para a história do entretenimento

G1 Pop & Arte Bebedeira de Gusttavo Lima, oração com filtros divertidos e choro de Sandy e Junior estão entre momentos marcantes das transmissões ao vivo. Perdeu? Ouça no Semana Pop. Você pode ouvir o Semana pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

'Mulan' estreia em julho e 'Viúva Negra' em novembro após adiamentos de filmes da Disney

G1 Pop & Arte Estúdio anunciou mudanças em seu calendário por causa do novo coronavírus, com 'Os Eternos', 'Shang-Chi' e 'Doutor Estranho 2' em 2021 e 'Thor: Love and Thunder' em 2022. Assista ao trailer de Viúva Negra A Disney anunciou uma série de mudanças em seu calendário de estreias dos próximos anos depois de adiar lançamentos de 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus. "Mulan", que tinha estreia prevista para o dia 27 na América do Norte, foi adiado para o dia 24 de julho. Já "Viúva Negra", que seria lançado em 1º de maio, agora ficou para 6 de novembro. As mudanças empurraram diversos outros lançamentos, como os da Marvel e da Fox. Veja como ficou o calendário nos Estados Unidos: Assista ao 2º trailer de 'Mulan' "Mulan" - 24 de julho "The French Dispatch" - 16 de outubro "Viúva Negra" - 6 de novembro "Free Guy - Assumindo o controle" - 11 de dezembro "West Side Story" - 18 de dezembro (sem alteração) "The Last Duel" - 25 de dezembro (sem alteração) "Os Eternos" - 12 de fevereiro de 2021 "Shang-Chi" - 7 de maio de 2021 "Jungle Cruise" - 30 de julho de 2021 "Doutor Estranho 2" - 5 de novembro de 2021 "Thor: Love And Thunder" - 28 de fevereiro de 2022 "Pantera Negra" - 6 de maio de 2022 (sem alteração) "Capitã Marvel 2" - 8 de julho de 2022 Novo "Indiana Jones" (sem nome definido) - 29 de julho de 2022 Veja Mais

Tatá Aeroplano lembra que 'só o amor pode matar o medo' no single 'Ressurreições'

G1 Pop & Arte Cantor regrava rock de Jorge Mautner e Nelson Jacobina no álbum 'Delírios líricos', previsto para maio. ♪ “Sete mil quartos secretos / Guardam um segredo / Só o amor / Só o amor / Só o amor pode matar o medo”. Embora soem extremamente atuais em tempos de isolamento social, os versos do rock Ressurreições são antigos. Resultado de conversa do compositor Jorge Mautner com o parceiro Nelson Jacobina (1953 – 2012) sobre as cantoras Aracy de Almeida (1914 – 1988) e Janis Joplin (1943 – 1970), a música Ressurreições foi lançada por Mautner no álbum Revirão (2006). Decorridos 14 anos, o rock Ressurreições ressurge na voz do cantor e compositor paulistano Tatá Aeroplano em gravação apresentada em single editado na quinta-feira, 2 de abril. Ressurreições é o segundo single do quinto álbum solo de Aeroplano, Delírios líricos, cujo lançamento, antes previsto para este mês de abril, foi remarcado para maio. Capa do single 'Ressurreições', de Tatá Aeroplano Luiz Romero Já presente nos roteiros de shows de Aeroplano desde o fim de 2019, a composição de Mautner e Jacobina estava há muito mais tempo no radar do artista. “Pirei demais quando escutei essa música. (Ressurreições) entrou na minha vida de uma maneira intensa. Em 2007, eu discotecava em várias festas na noite e ela fazia parte do meu set e também das minhas caminhadas pela cidade”, lembra o artista multimídia, também DJ e ícone da cena alternativa da pauliceia desvairada. Sucessor do álbum Alma de gato na discografia de Tatá Aeroplano, o álbum Delírios líricos foi gravado com os toques dos músicos Bruno Buarque (bateria), Dustan Gallas (baixo), Junior Boca (guitarra) e Lenis Rino (percussão). Antes de Ressurreições, o cantor lançou em março o single Alucinações, primeira amostra do álbum Delírios líricos. Veja Mais

'La casa de papel': atores falam do sucesso de Nairóbi e Berlim e novas relações no fim da série

G1 Pop & Arte Alba Flores, Pedro Alonso, Esther Acebo e Rodrigo de la Serna falam ao G1 sobre Nairóbi, Berlim, Estocolmo e Palermo. Última temporada estreia nesta sexta (3). Elenco de ‘La casa de papel’ comenta sucesso e relação dos personagens "La casa de papel" chega ao fim nesta sexta (3) com dois coadjuvantes que roubaram o protagonismo da série: Nairóbi (vivida por alba Flores) e Berlim (interpretado por Pedro Alonso). Em entrevista ao G1, os atores explicam o sucesso de seus anti-heróis e comentam relações ternas e explosivas que aguardam os espectadores. Quando estiveram no Brasil, em dezembro de 2019, os atores foram ovacionados durante a participação na Comic Con Experience. "Não tenho nem ideia [do motivo do sucesso], não sei, eu me pergunto e talvez daqui a alguns anos volte a olhar e entenda com mais distância", diz Alba Flores. "Existem alguns valores na Nairóbi que têm muito a ver com empatia, senso de comunidade, amor por um trabalho bem feito. Muitos valores que são muito admiráveis e que nesta sociedade estamos carentes de mais pessoas assim. E ao mesmo tempo, todo mundo tem essa parte dentro. E é a parte que temos todos e que queremos que ganhe." 3ª temporada de 'La casa de papel' Netflix/Divulgação Já Pedro Alonso entende Berlim como um alívio para a parte mais irracional do ser humano. "Eu acredito que Berlim é a chave do alívio, quando alguém sente que sua vida está impossível." "Berlim não é a solução, mas gera um alívio ver esse semelhante a animal fazendo essas coisas. Porque, em algum momento, suspende sua própria perturbação pessoal, que todos nós temos na vida, e faz com que você se divirta com as barbáries que normalmente gostaria de fazer - e que certamente não fará", diz o ator. Vamos falar de sororidade? Nairóbi e Estocolmo na quarta temporada de La casa de papel Divulgação/Netflix Para Alba, Nairóbi só conseguiu crescer na trama porque teve o apoio de outras atrizes e personagens fortes. A relação da personagem com Estocolmo (vivida por Esther Acebo) se desenvolveu na terceira parte da série, numa tentativa da produção de humanizar e aprofundar os personagens. "Me lembro de estar na frente da Esther, como sua personagem, e funcionávamos como um espelho muito bonito, de duas maneiras de ser mãe muito diferentes, de duas cabeças e de maneiras muito diferentes de pensar. Mas, nessa diversidade, um apoio, uma escuta. E um ombro para apoiar uma à outra com muita profundidade", disse Alba. Esther disse que Estocolmo, que só entrou para o bando na terceira temporada, seguirá assustada na parte final, mas "o medo vai tirar o melhor dela". A personagem será responsável por conduzir momentos de sobriedade em meio ao caos. Fraternidade? Berlim e Palermo em cena da quarta temporada de 'La casa de papel' Divulgação/Netflix Outra relação que será mais desenvolvida na quarta parte é entre Palermo e Berlim. Rodrigo de la Serna, que interpreta Palermo, diz que os fãs podem esperar um ato heroico como o de Berlim no fim da segunda temporada (que salva o assalto e o grupo). Mas vai ser difícil consertar o coração quebrado de seu personagem. "Palermo é um ser muito miserável, mas também tem seu altruísmo e razão de vida: defender com unhas e dentes, até as últimas consequências, o plano que eles conceberam juntos", diz Rodrigo. "Talvez fosse possível pedir um pouco mais de empatia com os colegas, mas ele está muito ensurdecido por esse amor e muito magoado e não pode ter empatia pelas pessoas porque está emocionalmente quebrado." Serna prometeu momentos "muitos fortes" dessa relação. "Há tantas possibilidades. Fizemos cenas muito importantes desse vínculo que mostram porque esse homem está tão quebrado emocionalmente. Eu não quero ser o grandiloquente, mas as possibilidades narrativas do encontro romântico, sexual, amoroso e de outras dimensões de dois papéis como os nossos...", provoca, deixando a conclusão no ar. O que esperar da última temporada? 'La Casa de Papel': assista ao trailer da 4ª temporada Na quarta parte da série, o truque do roteiro é brincar com tempo e espaço e desconstruir certezas a cada par de episódios. O plano de assalto, tão bem desenvolvido na Casa da Moeda, onde se passaram as duas primeiras temporadas, tem menos destaque no Banco da Espanha, onde a turma de assaltantes tenta roubar as reservas nacionais de ouro. Todo mundo está perdido, um membro do grupo está entre a vida e a morte, uma peça importante do bando de assaltantes se rebela e o professor já não tem controle sobre a situação. Além de conduzirem um assalto com reféns na principal instituição financeira espanhola, eles ainda lidam com muita pressão pessoal e emocional. Quem acompanha a série desde o início pode chegar à temporada final achando que já conhece tudo sobre os personagens e o mecanismo de suas ações. E é aí que a equipe quer fisgar o espectador. As sequências de ação e violência ainda existem, mas demoram a chegar. Primeiro, há muitas doses de um terror psicológico que traz profundidade aos personagens e sentido às ações. Há também trocas de casais e criação de novos laços entre os personagens. São nessas pequenas pausas humanas que a série cresce. Veja Mais

Bucky Pizzarelli, guitarrista de jazz, morre aos 94 anos vítima do coronavírus

G1 Pop & Arte Músico gravou com Frank Sinatra e Sarah Vaughan e tocou na banda do 'Tonight Show'. Bucky Pizzarelli em apresentação nos estúdios da KNKX Seattle Reprodução/YouTube/KNKX Public Radio O guitarrista de jazz Bucky Pizzarelli morreu nesta quarta-feira (1º) aos 94 anos vítima do novo coronavírus. Muito procurado para participar de gravações de discos nos anos 1950 e 1960, ele participou da banda do "Tonight Show" entre 1964 e 1972 e tocou em gravações de nomes como Frank Sinatra e Sarah Vaughan. Ao tocar uma guitarra com sete cordas, ele era capaz de fazer a linha de baixo para si mesmo. A partir dos anos 1980, Pizzarelli passou a se apresentar com seu filho, John. Veja Mais

Vitor Kley preserva habilidades no single 'O amor é o segredo'

G1 Pop & Arte Cantor apresenta a primeira música do segundo álbum de estúdio, 'A bolha', sem sair do costumeiro tom pop folk. Capa do single 'O amor é o segredo', de Vitor Kley Divulgação Resenha de single Título: O amor é o segredo Artista: Vitor Kley Compositor: Vitor Kley Gravadora: Midas Music Cotação: * * * ♪ Vitor Kley deixou de ser mais um na multidão do universo pop brasileiro por apostar na força da canção. Embora acenem para o público jovem com linguagem pop e coloquial, as melodias e letras do compositor gaúcho pairam acima do nível raso de boa parte da produção fonográfica nacional voltada para o mainstream. Sem impressionar, mas tampouco sem decepcionar, Kley preserva as habilidades autorais no single O amor é o segredo, primeira amostra do segundo álbum de estúdio do cantor, A bolha, produzido por Rick Bonadio e gravado sob direção artística dividida entre Renato Patriarca e o próprio Bonadio, cujo estúdio caseiro é a própria bolha mencionada no título do disco. Em O amor é o segredo, o canto suave e polido do artista propaga a boa vibração dessa música terna, sem cair em terreno sentimental. Na voz de Kley, versos quase pueris como “Um dia me disseram que nada vai adiantar / Que o mundo tá perdido e não sai do lugar / Pena de quem acreditou / Se a gente existe, ainda existe o amor / Então eu te quero muito bem / Quero te amar sem medo / Sorrir sem saber por quê / O amor é o segredo que falta a gente entender” escapam de soar piegas. Na nota oficial sobre a edição do single O amor é o segredo, Vitor Kley sinaliza que o álbum A bolha está pautado por maior variedade rítmica, indo além do folk pop que caracteriza primordialmente o som do artista. “(O disco) tem uma diversidade maior. Retrata bem quem sou, o cara que toca violão de cordas de nylon em casa, que usa acordes de sétima para um lance mais MPB, que pega a guitarra e curte tocar um rock´n´roll de duas notas”, enumera Kley. A julgar pelo single O amor é um segredo, canção (bem) enquadrada por Bonadio na moldura do folk pop, Vitor Kley mantém inalterada n'A bolha a receita do solar cancioneiro do primeiro álbum, Adrenalizou (2018). E mal nenhum há nisso. Até porque, no caso do jovem artista, a simplicidade linear talvez seja o segredo do sucesso. Veja Mais

'Pearl Jam falava no estúdio sobre como o mundo ficou doido', diz produtor de novo álbum

G1 Pop & Arte Ao G1, Josh Evans explica como versos raivosos de Eddie Vedder sobre mudanças climáticas e Trump refletem preocupação da banda com as notícias. Ouça trechos do disco ‘Gigaton’. "É estranho ver o que viraram as emoções desse disco nos últimos dias", diz Josh Evans, produtor do sombrio e raivoso "Gigaton", 11º álbum do Pearl Jam. Assim como a banda, Josh é de Seattle, cidade que foi o primeiro foco do coronavírus nos EUA. Isolado em casa, ele falou ao G1 pelo telefone. Eddie Vedder vocifera contra Donald Trump e um mundo em crise climática que "está ficando doido" no disco lançado na sexta-feira (27). Ele mal sabia que a loucura ia ficar ainda maior com a pandemia. Mas a trilha sombria, com alguns sinais de esperança, não deixa de ser adequada aos dias de hoje. Ouça acima o podcast G1 Ouviu sobre o novo disco do Pearl Jam e o legado do grunge. Pearl Jam Divulgação Josh, de 41 anos, estreia como produtor do Pearl Jam. O currículo não é muito estrelado, mas ele circula bem em Seattle e assinou produções do falecido Chris Cornell e da sua banda, o Soundgarden. Ela trabalha há anos com o Pearl Jam, "desde carregar caixas até pintar paredes do estúdio". É o primeiro trabalho da banda com outro produtor após 30 anos com Brendan O'Brien. Josh fala como profissional e fã: "Eu aprendi a tocar guitarra ouvindo discos do Pearl Jam".. Ele se sentia "roubando ideias" dos músicos. "Eu só repetia para eles o que me ensinaram". Leia a entrevista: G1 - Estrear com o Pearl Jam depois de 30 anos com o mesmo produtor te deixou nervoso? Josh Evans - Foi muito estranho. Meu histórico é de engenheiro de áudio. Mas nos últimos 10 anos eu trabalhei com a banda em outras coisas. Fiz desde carregar caixas e pintar paredes de estúdio a ser um roadie e técnico de teclado. Nos últimos cinco anos, trabalhei com discos solo deles. E aí, em janeiro de 2017, começaram a marcar sessões de estúdio. De início eu só ia ajudar a gravar a demo. Uma hora ficou claro que eram as músicas de verdade. Foi engraçado, eles nunca disseram: "você é o produtor". Só fui gravando. Josh Evans, produtor de 'Gigaton', do Pearl Jam Divulgação G1 - Então como foi quando você descobriu que era o produtor do disco? Josh Evans - Foi aterrorizante e gratificante. Fiquei assustado em ter essa responsabilidade. Mas tive sorte de eles terem confiado em mim. Eu nasci em 1978, em Seattle, então era adolescente quando o grunge estava acontecendo. Eu fui a muitos shows do Pearl Jam como fã quando garoto. Parece que estou trapaceando. Aprendi a tocar guitarra ouvindo Pearl Jam. Agora o Mike [McCready] e o Stone [Gossard] me perguntam: "o que seria legal aqui?". Eu só penso no que eles me ensinaram. E eles falam "boa ideia." Nem é ideia minha, eu roubei deles. Só repito para eles 20 anos depois. G1 - Quanto tempo vocês passaram com esse disco? Josh Evans - Dois anos. Na abertura de "Retrograde", por exemplo, eu devo ter passado uns dois dias experimentando coisas diferentes, esticando partes de guitarras e mexendo no Pro-tools. É muito legal ter o luxo de ter esse tempo, horas incontáveis. G1 - Já existia o nome e a ideia de 'Gigaton' desde o começo? Parece tudo amarrado com os vocais, o baixo mais forte, as letras... Josh Evans - Eles me falaram o nome só depois. Não acho que foi intencional no começo. Mas Eddie e todos os membros pensam em tudo que está acontecendo no mundo. Eles não falaram: "vamos fazer um disco sobre mudanças climáticas, ou política". Era só o que estava na cabeça deles hoje em dia. É estranho ver o que viraram as emoções desse disco nos últimos dias. Não dava para prever. Eddie Vedder, do Pearl Jam, no show solo desta quarta-feira (28) no Citibank Hall, em São Paul Celso Tavares/G1 G1 - E vocês conversavam sobre essas coisas no estúdio? Josh Evans - Sim. Mas do mesmo jeito que todo mundo: você acorda, toma seu café, lê as notícias e fala: "Viu o que o Trump fez hoje? O que eles estão falando? Não acredito no que está acontecendo". O bom de uma banda como o Pearl Jam é que eles conseguem colocar essas emoções nas músicas. No estúdio nunca foi uma coisa direta tipo "estou bravo com o Trump, vamos escrever uma música sobre ele". Estávamos vivendo nesse mundo e tentando entendê-lo juntos. Mas como todo mundo, havia muita conversa no estúdio, todo dia, sobre como esse mundo ficou doido. Pearl Jam encerra apresentações do segundo dia do Lollapalooza 2018 sob o comando do vocalista Eddie Vedder Marcelo Brandt/G1 G1 - Sendo de Seattle, você concorda que eles estão fazendo um grunge maduro? Josh Evans - Para a gente em Seattle o termo grunge nunca significou muito, é uma coisa de pessoas de fora. Mas acho que tentamos manter a autenticidade, crueza e a honestidade desses artistas grunge. E sim, acho que tem uma uma maturidade. Eles foram corajosos, tentaram coisas diferentes. É o disco que esses cinco caras poderiam fazer hoje. É um registro dessa época de quem eles são, de um jeito que ninguém mais podia ter feito. G1 - A música 'Comes then goes' parece feita para um amigo de Eddie que morreu, e especulou-se que era Chris Cornell. Ele falou sobre isso? Josh Evans - Nunca falamos explicitamente sobre nenhuma letra. Mas a morte do Chris teve um enorme impacto sobre a banda - e em mim também. Eddie e Matt [Cameron] foram muito próximos dele. Acho que a morte dele influenciou elementos de todas as músicas. Como não poderia? Mas não acho que o Eddie é um compositor direto. A genialidade dele é pegar o que está acontecendo no mundo, na casa dele, no coração dele, nos vizinhos, incorporar nas letras e fazer isso se conectar com todos. Não sei onde está a influência do Chris, mas sei que está em todo lugar. Veja Mais

Discos para descobrir em casa – 'Nuvens', Tim Maia, 1982

G1 Pop & Arte Capa do álbum 'Nuvens', de Tim Maia Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Nuvens, Tim Maia, 1982 ♪ Em 1981, Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998), o popular Tim Maia, estava sem dinheiro. Como tampouco tinha crédito nas gravadoras, por conta de passagens ruidosas pelas principais companhias fonográficas atuantes no Brasil, o cantor e compositor carioca se viu sozinho e sem espaço no mercado convencional. “E por ter um gênio forte / Ás vezes me batem portas / E me jogam pra escanteio / Mas já estou acostumado”, resignou-se Tim Maia nos versos reflexivos da canção autoral Ninguém gosta de se sentir só, uma das 12 músicas de álbum de 1982, Nuvens, resultante desse momento de solidão mercadológica em que o artista recorreu à própria gravadora, Seroma (aberta nos anos 1970 e batizada com as iniciais do nome de Tim), para tentar se erguer no mundo do disco. Para poder bancar o álbum, Tim gravou e editou compacto em 1981 com a esperança de se capitalizar. Deu sorte, embora a música do lado B, Do Leme ao Pontal (Tim Maia), somente tenha caído realmente na preferência popular com a regravação de 1986. Gravado e lançado em 1982, o álbum Nuvens foi reconhecido como vigoroso trabalho de Tim, mas nem por isso deixou de passar em brancas nuvens – com perdão do trocadilho. Nuvens é um dos mais inspirados e menos ouvidos álbuns de Tim Maia, podendo ser considerado o marco final do auge artístico desse cantor e compositor que irrompera no alvorecer da década de 1970 como a mais perfeita tradução brasileira do soul e do funk norte-americanos. Após Nuvens, Tim adocicaria progressivamente o soul com o mel falsificado de baladas industrializadas. Mas nada saiu do tom neste disco produzido e arranjado pelo próprio Tim Maia em gravação orquestrada com os toques de músicos como o trompetista Paulinho Trompete e o guitarrista Beto Cajueiro, parceiro de Tim na composição do funk Apesar dos poucos anos. Passados 39 anos, Nuvens resiste como um dos melhores álbuns do cantor. Tanto pela boa qualidade do repertório como pelo frescor do groove azeitado, mote de O trem (Tim Maia), música apresentada em versão instrumental no lado A do LP original e complementada em registro cantado no lado B. E por falar em groove, o animado balanço de A festa é um dos mais aliciantes da discografia de Tim. Na pista, A festa nada fica a dever a Vale tudo (Tim Maia, 1983), o clássico instantâneo que o cantor lançaria dois anos depois em gravação feita com Sandra de Sá e incluída em álbum da cantora. Batizado com o nome de refinada e então inédita balada soul de Cassiano, cujo toque do violão adorna a música-título Nuvens, o álbum apresentou samba-soul, Outra mulher (Tim Maia), e funk ambientalista, Ar puro, parceria de Tim com Robson Jorge (1954 – 1992). Sem saudosismo, o cantor relembrou no funk Hadock Lobo esquina com Matoso (Tim Maia) – na qualidade de privilegiada testemunha ocular – o começo juvenil dos colegas Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor e Roberto Carlos em turma aglutinada no bairro carioca da Tijuca. Na balada Deixar as coisas tristes para depois (Pedro Carlos Fernandes), Tim contrariou o título da canção com ar melancólico que, a rigor, volta e meia aparecia na discografia do cantor e compositor de Azul da cor do mar (1970). Ah, se o mundo inteiro pudesse ter ouvido em 1982 esse álbum Nuvens... O público ia se deparar com bela abordagem de Na rua, na chuva, na fazenda (Hyldon, 1973), feita com o toque do violão do colega de geração soul, Hyldon, criador dessa canção que estourou em 1975 dois anos após ter sido lançada pelo autor em obscuro compacto. Hyldon também contribuiu com vocal em Sol brilhante (Rubens Sabino e Tim Maia), música que fechou o álbum Nuvens em clima radiante. No mercado fonográfico, o tempo se abriria para Tim Maia em 1983, ano em que o cantor assinou com a gravadora Lança, recém-aberta por Jairo Pires, e fez álbum que lhe rendeu os sucessos O descobridor dos sete mares (Michel e Gilson Mendonça, 1983) e Me dê motivo (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1983). Pena que, então, o tempo de Nuvens já tivesse passado, encobrindo um dos mais coesos álbuns da irregular discografia de Tim Maia. Veja Mais

Anitta dança remotamente com Miley Cyrus em live especial de quarentena

G1 Pop & Arte Cantora americana criou talk show para debater como 'manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis'. Anitta participa de live de Miley Cyrus Reprodução/Instagram/mileycyrus Anitta participou nesta quarta-feira (1º) do programa "Bright Minded", criado pela cantora americana Miley Cyrus e transmitido em suas redes sociais. Na edição, as duas brincaram e dançaram "Rave de favela". A live produzida de segunda a sexta-feira durante o período de isolamento tem a intenção de debater com seus convidados como "manter a energia positiva durantes esses tempos difíceis" e conversar sobre os mais variados temas. Initial plugin text Miley transmite a atração direto de sua casa. O programa é exibido no IGTV da cantora e também fica disponível no YouTube e no Facebook. Na atração, Miley já recebeu Alicia Keys, Selma Blair, Nicole Richie, Paris Hilton, Reese Witherspoon, Hilary Duff, Bebe Rexha, Dua Lipa, entre tantas outras celebridades. Para o programa desta quarta-feira (1), Miley convocou, além de Anitta, Ashley Longshore, Zoe Kravitz e Diplo. Miley Cyrus convoca Anitta para participar de episódio de programa criado durante isolamento Reprodução/Instagram Veja Mais

Autora libera livro de Harry Potter de graça e site com atividades para crianças em quarentena

G1 Pop & Arte 'Harry Potter e a Pedra Filosofal', primeiro volume da série, estará disponível na internet de graça como livro eletrônico e audiolivro durante o mês de abril, mas ainda sem versão em português. J. K. Rowling Reuters/Neil Hall A autora britânica J. K. Rowling está torcendo para que sua amada série de livros de Harry Potter encante as crianças entediadas em casa devido ao isolamento adotado em muitos países para deter o coronavírus. Ainda não há uma versão em português. O audiolivro estará disponível incialmente em inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e japonês, e a versão interpretada pelo ator britânico Stephen Fry estará acessível na América do Norte pela primeira vez. "Harry Potter e a Pedra Filosofal", o primeiro volume da série sobre o menino mago, estará disponível na internet de graça como livro eletrônico e audiolivro durante o mês de abril, parte de uma iniciativa para ajudar pais, cuidadores e professores a entreter as crianças isoladas, anunciou Rowling nesta quarta-feira. Um novo portal online, Harry Potter At Home, será dedicado a crianças pequenas e será lançado no WizardingWorld.com, o site oficial dos fãs de Harry Potter e da série de filmes derivados da franquia, "Animais Fantásticos". Todas as semanas, a "Wizarding Wednesdays" e uma newsletter por email oferecerão atividades criativas, questionários e ideias. "Espero que estas iniciativas deem às crianças, e até aos adultos, uma distração feliz durante seu período forçado em casa", disse Rowling. Veja Mais

Claudia Leitte aposta em 'Rebolada bruta' com funkeiro MC Zaac

G1 Pop & Arte Música promove a segunda parte de 'Bandera move', álbum trilíngue da cantora. ♪ Claudia Leitte lança na sexta-feira, 3 de abril, a segunda parte de Bandera move, álbum trilíngue que reúne músicas gravadas em português, inglês e espanhol. Na capa de Bandera move – P. II, a artista aparece em foto de Danilo Borges, em imagem incrementada com arte de Alceu Neto. A faixa escolhida para promover essa segunda parte do álbum é Rebolada bruta, música gravada pela cantora com o funkeiro paulista MC Zaac e já mostrada por Claudia Leitte em fevereiro, na temporada carnavalesca da Bahia. Gravado em novembro, sob direção de Jacques Dequeker, o clipe de Rebolada bruta entrará em rotação a partir das 13h de sexta-feira, 3, na sequência da edição do single à meia-noite. A segunda parte do álbum Bandera move chega ao mercado fonográfico quatro meses após a primeira, apresentada em dezembro em EP com quatro músicas. Esse EP inicial sinalizou que, sem deixar de ir atrás do trio elétrico, Claudia Leitte tenta com Bandera move se inserir no globalizado mercado pop latino de língua hispânica. Veja Mais

'Quarentena fitness': educadores físicos usam redes sociais para dar aulas de graça

G1 Pop & Arte Do treino funcional à yoga, atividades com peso do corpo ou com uso de livros e alimentos podem ser solução para aliviar a ansiedade e manter a saúde durante a quarentena. Veja dicas de 5 profissionais entrevistados pelo G1. Profissionais famosos na web usam redes sociais para ensinar exercícios durante quarentena Sejam treinos para suar e desestressar ou movimentos para relaxar a mente e se divertir, educadores físicos das mais diversas especialidades encontraram nas redes sociais uma forma de contribuir para o bem-estar e a saúde dos brasileiros durante a crise do coronavírus. "Saber que não está sozinho dá muito conforto. É importante conversarmos para não entrar em pânico. Minha aula é o avesso da correria da nossa sociedade: olhamos pra dentro, falamos mantras, meditamos, fazemos uma posição de cada vez. Compartilho meu estilo de vida", conta a professora de yoga Julia Oristanio, que tem feito aulas ao vivo pelas redes sociais. Coronavírus: 6 dicas da OMS para controlar o estresse e a ansiedade Para quem tem animais ou crianças, podem ser necessárias adaptações na rotina, mas o educador físico Cássio Fidlay garante que é possível fazer um bom treino em casa. "Se você se deita, os cachorros costumam vir pra cima, pulam. O ideal é reservar um momento para brincar com eles e outro para você, em cômodos separados. Tenho uma aluna que treinei por vídeo esses dias e o filho dela se divertiu. No outro dia, ela treinou em 30 minutos enquanto o filho dormia". O personal Cássio Fidlay gravou vídeos fazendo exercícios em casa Reprodução/Redes sociais O personal trainer Norton Mello é morador de São Paulo - capital que acumula o maior número de casos confirmados e mortes por covid-19 no Brasil - e contou ao G1 que dá treinos curtos ao vivo diariamente desde o dia 16 de março, quando os casos confirmados de coronavírus no país eram 234, segundo o Ministério da Saúde. Apesar de não conhecer ou ter contato pessoal com os alunos, o professor contou que tem tido um retorno intenso e positivo de quem o assiste em casa. "Como as pessoas não têm equipamentos, podem fazer atividades com o peso do corpo ou objetos que todo mundo tem, como uma cadeira. Tenho a limitação de não vê-las, por isso tento orientar e escolho movimentos que possam causar o mínimo de lesão e o peso do corpo é ideal pra isso", esclareceu. Personal Trainer Norton Mello faz vídeos de treinos ao vivo em rede social Reprodução/Redes sociais A bailarina e educadora física Aninha Calderón também está evitando execícios complexos nas postagens e deu um alerta para quem acha que "pode sair fazendo exercício". "Agachamento pode ser considerado fácil, mas pra quem não tem consciência corporal ou tem alguma lesão, não é. Por isso, passo opções de movimento com salto e sem salto, por exemplo", disse a professora que já fez coreografias para shows da Xuxa. Diante da quarentena, a carioca percebeu uma oportunidade de influenciar o pessoal a mexer o corpo "nem que seja dançando um forró sozinho na sala de casa", divertiu-se. "Gravo vídeos eu mesma fazendo os movimentos do 'Ballerón' - nome do meu método que mistura balé e ginástica. Lancei também um desafio dançando sozinha - não posso exigir que dancem junto porque nem todo mundo tem alguém ou pode encostar na pessoa em casa - e o pessoal compartilha dançando, me marca, tem sido muito legal essa troca", completou a bailarina, que já fez coreografias para Xuxa. Quarentena: profissionais de saúde dão dicas para manter a saúde mental em tempos de coronavírus A bailarina e coreógrafa Aninha Calderón dança em casa durante a quarentena Reprodução/Redes sociais Criando um hábito no confinamento "Não tem desculpa para não começar agora", desafiou o professor Cássio Fidlay. Coronavírus: como manter a rotina de atividades físicas mesmo em quarentena "Acredito que a quarentena, além de necessária, pode ser uma oportunidade pra quem é sedentário porque há varias opções de exercício não só para sair do tédio, como para pegar gosto - dentro ou fora de casa depois que a quarentena acabar", sugeriu. Para a yogi Julia, as aulas online são mais simples e têm conversas sobre a filosofia milenar da prática - o que ela considera ideal para quem quer começar no yoga. "Tenho recebido muitas mensagens de gente que enrolava para começar e que está aproveitando a quarentena para isso. É uma aula de muito bate-papo, mais básica. Com certeza uma forma maravilhosa de começar o nosso dia de forma mais positiva, nos exercitando". O momento de isolamento, no entanto, pode nos conectar ainda mais para vigiarmos a saúde uns dos outros, de acordo com a professora Marcela Gorgulho, que dá aulas de crossfit. "Temos que nos cuidar de longe mesmo. Que tal usarmos esse tempo para rever a forma como estamos nos comportando enquanto sociedade? Vamos ligar para as pessoas que amamos e pedir para sossegarem em casa. E mais: liguem para os amigos para treinarem juntos". Treinando a solidariedade Seguidores da professora Marcela toparam o desafio que ela fez nas redes sociais durante a quarentena. Reprodução/Redes sociais Mais do que cuidar da saúde física, Marcela lembra que cuidar de si através dos exercícios é também um gesto de empatia. "Não podemos deixar a peteca cair agora e ir para o hospital correndo o risco de se contaminar, ocupar os profissionais de saúde que estão precisando se dedicar a quem está com coronavírus. Se movimentar aumenta nosso sistema imunológico", explicou. Brasileiros que moram em várias partes do mundo também estão de quarentena e Norton contou que tem recebido mensagens de agradecimento de muitos que estão se sentido sozinhos em casa. "Encaro isso como uma forma de poder ajudar as pessoas. Uma moça que me assiste lá da Noruega escreveu dizendo que lá as pessoas lá são bem mais frias e que já se sente minha amiga porque sou uma das pessoas que ela mais tem visto pelo celular - já treinamos juntos todos os dias", contou em meio a risos. A bailarina Aninha lembrou a dificuldade econômica que vem com a crise do coronavírus para milhares de profissionais liberais e ressaltou a atividade física como uma forma de relaxamento diante da tensão da quarentena. "Uma menina veio me agradecer, disse que é autônoma e está muito pessimista, então o exercício a tem ajudado a mudar o foco. Eu também trabalho praticamente como autônoma, então também estou nessa situação", lamentou. Ao final da conversa com o G1, a yogi Julia quis deixar uma mensagem de esperança e de cuidado que devemos ter com nós mesmos e com os outros, seja através de uma aula ou mesmo do compartilhamento de notícias. "Vamos pegar no celular para fazer algo positivo, para espalhar paz, ao invés de disseminar notícia que às vezes a gente não sabe nem da onde vem e contribuir pra uma histeria coletiva. Que além de exercitar o corpo, exercitemos a mente", concluiu. A professora de Yoga Julia Oristanio marca encontros com alunos nas redes sociais Reprodução/Redes socais Veja Mais

Wallace Roney, trompetista de jazz americano, morre aos 59 anos vítima do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Músico, que ficou conhecido ao tocar com Miles Davis, estava internado desde quarta-feira (25) em hospital nos Estados Unidos. Wallace Roney toca em apresentação Divulgação/Silvio Tanaka O trompetista americano Wallace Roney, conhecido por tocar com Miles Davis, morreu nesta terça-feira (31) por complicações causadas pelo novo coronavírus. De acordo com o site da Rádio Pública Nacional (NPR, da sigla em inglês) americana, ele estava internado em hospital nos Estados Unidos desde quarta-feira (25). A notícia foi divulgada por sua noiva, Dawn Felice Jones. Veja Mais

Jorge e Mateus farão show ao vivo pela internet no próximo sábado

G1 Pop & Arte Fãs intensificaram pedidos por 'lives' de sertanejos após show de Gusttavo Lima pela internet. Dupla pediu ajuda nas redes sociais para escolher repertório. Jorge e Mateus se apresentam no quarto dia do Festival Virada Salvador André Carvalho/Ag Haack A dupla Jorge e Mateus é mais uma no grupo de artistas que apelaram aos shows transmitidos pela internet para manter a conexão com os fãs durante a quarentena causada pela pandemia do coronavírus. Os sertanejos farão uma "live" no próximo sábado (4), a partir das 20h, em seu canal no YouTube. Os dois pediram ajuda aos fãs nas redes sociais para escolher o repertório da apresentação. Pedidos de fãs No último sábado (28), Gusttavo Lima fez um show pela internet. O "Buteco em Casa" ultrapassou a marca de 10 milhões de visualizações. A apresentação foi transmitida da fazenda do cantor, em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia, e teve mais cinco horas de duração. O sucesso levou fãs a intensificarem pedidos por "lives" de outros sertanejos, incluindo Jorge e Mateus. No domingo (29), a dupla confirmou que atenderia o pedido, mas ainda não havia divulgado a data do show. Veja Mais

Chris Cuomo, âncora da CNN nos EUA e irmão do governador de Nova York, é diagnosticado com coronavírus

G1 Pop & Arte Apresentador do 'Cuomo Prime Time' diz que está isolado em casa e vai apresentar programas de lá. Seu irmão, Andrew Cuomo tem se destacado na luta contra o vírus nos EUA. Chris Cuomo, jornalista da CNN dos EUA Divulgação / CNN Chris Cuomo, apresentador da CNN nos EUA e irmão do governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, disse nesta terça-feira (31) que foi diagnosticado com o novo coronavírus. Veja famosos disgnosticados com o novo coronavírus O jornalista afirma que está em isolamento em casa e vai apresentar programas de lá. Ele é o âncora do programa "Cuomo Prime Time" e comentarista de outras atrações da emissora. Ele escreve que espera "não ter transmitido para meus filhos e Christina [sua esposa]", mas não diz se teve contato com Andrew Cuomo. Seu irmão assumiu um papel de protagonismo na luta contra o vírus à frente do estado mais atingido dos EUA. Leia mais: Andrew Cuomo, a força tranquila no meio do caos Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

'BBB20': votação para 10º paredão bate recorde um dia antes de resultado da eliminação

G1 Pop & Arte Segundo o apresentador Tiago Leifert, disputava já havia recebido 550 milhões de votos na noite desta segunda-feira (30). Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez disputam a permanência no jogo. Tiago Leifert, apresentador do Big Brother Brasil Globo/Victor Pollak A votação do paredão entre Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez nem chegou ao fim, mas já bateu recorde no reality show. té a noite desta segunda-feira (30), o décimo Paredão do "BBB20" já contava com 550 milhões de votos, conforme anunciou o apresentador Tiago Leifert. "Queria comunicar a todos que batemos o recorde. Nosso recorde anterior era 416 milhões de votos, mais ou menos, que a gente atingiu em uma terça-feira, na hora em que a gente encerrou a votação. Hoje é segunda, 24 horas antes de encerrar a votação, a gente já bateu esse recorde." Até então, o recorde estava para paredão entre Gizelly, Guilherme e Pyong, que aconteceu no dia 3 de março e eliminou o hipnólogo. Felipe Prior, Manu Gavassi e Mari Gonzalez estão no paredão Globo Um dia antes do anúncio feito por Tiago, Boninho, diretor do reality show, comentou em seu Instagram que a plataforma chegou a sair do ar ao longo da votação e que ela estava bastante acirrada. "Incrível. Derrubaram a plataforma de votação. Já chegamos em 75 milhões de votos e quem sai está se alternando a cada minuto. Vai ser na casa decimal! Divertido ver essa troca", escreveu Boninho. O nome do eliminado será divulgado na noite desta terça-feira (31). Initial plugin text Veja Mais

'Stop' (ou 'Adedonha') une jogadores com nostalgia durante quarentena e apps crescem 1000%

G1 Pop & Arte Versões brasileiras para celulares e computadores do jogo clássico ganham adeptos em época do novo coronavírus e entram para listas de mais baixados. Veja trailer de 'Stop' Em época de isolamento por causa da pandemia do novo coronavírus, jogos online têm promovido um sentimento de proximidade entre pessoas obrigadas a ficarem distantes. Por causa disso, versões digitais do clássico de escola "Stop" (ou "Adedonha", "Adedanha" e outras de suas variantes regionais) têm apresentado um alto crescimento de popularidade no Brasil. Veja lista com 15 games para jogar durante dias de quarentena e isolamento 'Gartic' cresce 1600% durante quarentena: veja dicas para game de desenho para celulares O game de celulares "Stop", exclusivo para aparelhos Android e iPhones, chegou ser o 3º gratuito mais baixado na loja da Apple e o 16º entre os do Google. De acordo com sua desenvolvedora, a brasileira Fanatee, o app apresentou um crescimento de 1000% durante o pico — foi, em uma semana, de uma média de 10 mil downloads por dia a 100 mil. Logo atrás está o também brasileiro "Stopots", que compartilhou a 3ª colocação entre os iPhones, mas não repetiu o sucesso do colega entre Androids e atingiu no máximo a 36ª colocação. Mesmo assim, com uma versão disponível para navegadores de computadores, apresentou crescimento semelhante. Segundo o estúdio Onrizon, do também popular "Gartic", o game tinha um recorde de 1.800 jogadores antes do isolamento. Na última semana, chegou a mais de 20 mil. "Nesse momento tão conturbado que a gente está vivendo, jogos como 'Stop' fazem a gente ter um pouco de distração, além de relembrar os tempos de criança. Traz uma nostalgia gostosa em meio a tanto caos", conta Paloma Oliveira, de 20 anos. Desde o isolamento, ela e os amigos têm jogado toda sexta-feira ou sábado, conversando ao mesmo tempo através de chamada de vídeo. "Fora que tem sido um meio super legal de reunir pessoas dos nossos mais diferentes círculos sociais. Por exemplo, consigo juntar o pessoal do serviço, do projeto social que faço parte, o Kali, da faculdade, família, todo mundo jogando junto, se divertindo e se conhecendo." Assista ao trailer de 'Stopots' Um jogo de palavras No jogo, com diversos nomes em todo o país, em uma explicação bem simplificada, os participantes escolhem diferentes categorias, como cidade ou nome. Depois, devem preencher cada um dos campos com uma palavra começada por uma letra sorteada no começo da rodada. Quando o primeiro terminar, todos param (daí o nome mais conhecido, "Stop", que significa "Pare", em inglês), e os pontos são distribuídos de acordo com palavra escolhida e sua raridade. Com um jogo tão popular nas escolas, afinal, existe apenas papel e caneta, é difícil de acreditar que seja tão difícil estabelecer sua origem. Tanto que as próprias empresas responsáveis pelos apps tentaram, mas não sabem ao certo a história. "A gente estudou bastante. Sabe que você não encontra como surgiu? É um jogo que existe em vários países do mundo, mas a gente não conseguiu detectar de onde saiu", conta Rogério Silberberg, presidente executivo da Fanatee. "Provavelmente é uma coisa muito antiga, porque existe em todos os países europeus latinos, e também alguns outros, como a Alemanha. Na Espanha por exemplo, tem uns sete, oito nomes." Em 'Stop', é preciso dar palavras válidas começadas pela mesma letra para diferentes categorias Reprodução Adedxnha pelo país No Brasil não é tão diferente. De acordo com Henrique Moreira, fundador da Onrizon, "Stop" é mais popular em SP. Em MG e RJ, é "Adedanha" ("o grito que se faz na hora que os jogadores vão colocar os dedos para escolher a letra"). Em grande parte do nordeste, o nome sofre uma mutação para "Adedonha". "E em outros lugares específicos leva outros nomes. 'Salada de frutas' na Bahia. Tem regiões que chamam de 'Nome, lugar, objeto'", conta o executivo. Como uma maranhense que passou grande parte da vida no Pará e que agora mora no DF, Gabriella Suzuki, de 19 anos, mostra melhor as muitas identidades do jogo. "Em Belém é 'adedonha no papel'. Aqui no DF é 'stop' mesmo. E no Maranhão eu já ouvi dos dois jeitos", diz ela. "Eu jogo desde que aprendi a escrever porque a minha família gosta muito. Então é simplesmente algo que faz parte da minha alma, sei lá." Essa experiência familiar influencia também na hora de enfrentar os conhecidos, mesmo com ligação de vídeo ou de áudio. "Jogo com os amigos com ajuda da minha família, porque sou safada", brinca. "E porque a minha mãe é muito boa." 'Stopots' também valida as respostas do jogadores Reprodução Analógico para digitais A brincadeira também ajuda a conectar quem não tinha a tradição na escola e prefere os clássicos eletrônicos. "Eu só jogava videogame na infância. Por isso que jogar 'stop' online está mais aceitável pra mim", conta João Ricardo Cararo Lazaro, de 27 anos. "Não é todo amigo ou amiga que joga os MMO (multiplayer massivos online, como "World of Warcraft"). Aí a gente consegue abranger mais amigos pra se reunir, jogando um jogo mais simples assim." O gosto foi tanto que Lazaro quase se conectou até com um vizinho do prédio da frente quando estava na sacada do apartamento. "Tinha um carinha com laptop no sofá e ouvi ele falando que a letra da vez era F. Ele falou: 'fruta com F. Socorro'. Gritei: 'figo'. Ele não gostou de perceber que eu estava ouvindo eles, ficou um silêncio depois." Veja Mais

Cinema no Brasil tem bilheteria zero com salas fechadas por causa do coronavírus

G1 Pop & Arte Pela primeira vez, renda do final de semana foi nula; bilheteria da semana anterior já tinha caído quase totalmente, diz empresa de monitoramento Comscore. Cinemas de grandes redes vão ficar fechados por medidas contra coronavírus Divulgação Pela primeira vez, a bilheteria de cinema no final de semana no Brasil foi zero, com todas as salas fechadas por causa da pandemia do novo coronavírus, anunciou nesta segunda feira a empresa de monitoramento Comscore. Na semana anterior, entre quinta-feira (19) e domingo (22), a bilheteria já tinha caído para quase nada no país, devido às medidas necessárias para evitar o avanço do coronavírus. O filme mais visto, "Bloodshot", teve 166 pagantes em todo o país. Veja Mais

Riachão, alegre sambista-cronista da Bahia, deixa obra inexplorada

G1 Pop & Arte Morte do compositor, aos 98 anos, põe em foco cancioneiro irreverente que, na memória popular, se resume a 'Cada macaco no seu galho' e 'Vá morar com o diabo'. ♪ OBITUÁRIO – É difícil dimensionar, em quantidade, a obra autoral do cantor e compositor baiano Clementino Rodrigues (14 de novembro de 1921 – 30 de março de 2020), o sambista conhecido como Riachão, apelido lhe atribuído na infância que virou nome artístico. “Conhecido”, no caso, é força de expressão, pois, a rigor, o nome de Riachão quase nunca extrapolou as fronteiras da cidade natal de Salvador (BA), embora o artista seja aclamado pela crítica de todo o Brasil. Foi na cidade de Salvador (BA) que Riachão saiu de cena na madrugada desta segunda-feira, 30 de março, aos 98 anos. De acordo com familiares, morreu dormindo, sem poder festejar o centenário vislumbrado no título, Se Deus quiser vou chegar aos 100, do álbum que planejava gravar neste ano de 2020 com repertório inédito e autoral. Estimada em mais de 500 composições, a maioria nunca registrada em disco, a própria obra do compositor parece resumida, na memória popular, aos sambas Cada macaco no seu galho (1972) – lançado nas vozes de Caetano Veloso e Gilberto Gil em gravação feita há 48 anos na volta dos cantores ao Brasil após exílio na Europa – e Vá morar com o diabo (2000), este propagado na voz da cantora Cássia Eller (1962 – 2001) em gravação feita um ano após o registro do autor em dueto com Caetano. Cronista irreverente do samba da Bahia, Riachão personificou a alegria da cidade de Salvador (BA), evocando uma malandragem do bem na obra construída com assinatura pessoal e com inspiração na efervescência rítmica do samba de roda, do partido alto e da chula. Consta que compôs a primeira música na adolescência, por volta dos 15 anos, e não mais parou. Riachão em ilustração de Mike San Chagas, feita para livro infantil escrito pela cantora Vânia Abreu, fã de Riachão Divulgação Iniciada na era do rádio em Salvador (BA), nas décadas de 1940 e 1950, a carreira de Riachão demorou a decolar. Mesmo tendo músicas gravadas por cantores associados ao forró, sobretudo Jackson do Pandeiro (1919 – 1982), Riachão somente obteve a chance de registrar a própria obra em disco em 1973, no embalo da repercussão do samba Cada macaco no seu galho nas vozes de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Mesmo assim, Riachão teve que dividir o álbum Samba da Bahia (1973) com os conterrâneos contemporâneos Batatinha (1924 – 1997) e Panela (1937 – 1999). Na (generosa) parte que lhe coube neste disco coletivo, Riachão registrou músicas como Vou chegando, Fufú e Pitada de tabaco. O primeiro álbum solo, Sonho de malandro, veio ao mundo oito anos mais tarde, em 1981, por via independente, com músicas como Eu também quero e Quando o galo cantou. Neste disco, os títulos das composições Baleia da Sé e Lavagem do Bonfim já sinalizaram que a inspiração de Riachão vinha sobretudo da Bahia Natal, musa inspiradora de crônicas musicais como Incêndio no Mercado Modelo, composição da década de 1950. Os álbuns Humanenochum (2000) – repleto de convidados como Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Ivone Lara (1922 – 2018) e Tom Zé – e Mundão de ouro (2013) deram continuidade à discografia espaçada de Riachão. Figura extrovertida, Riachão irradiou alegria somente estancada em 2008, ano em que acidente de carro matou a mulher e dois filhos do artista. Aos poucos, o sambista recuperou a alegria de viver. Deus não quis que ele chegasse aos 100 anos, como pediu no título do disco que não teve tempo de gravar, mas Riachão se vai aos 98 anos já tendo garantida a imortalidade artística e deixando no mundo um cancioneiro vivaz que, por ter sido pouco registrado, merece documentação urgente antes que se perca na tradição oral e no tempo. Veja Mais