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Plácido Domingo é citado em áudio de investigação sobre quadrilha de tráfico sexual, diz jornal argentino

G1 Pop & Arte Tenor espanhol teria se encontrado com mulher da quadrilha. Em gravações, ela indica que ele usava os servços do grupo, que inclui tráfico de menores. Ele foi acusado de assédio em 2019. Plácido Domingo durante concerto em 2016 REUTERS/Heinz-Peter Bader Gravações obtidas em uma investigação sobre uma grande quadrilha de tráfico sexual na Argentina envolveram o nome do tenor espanhol Plácido Domingo, segundo inforrmações publicadas nesta quinta-feira (18) pelo jornal argentino "La Nación". A operação policial mirava em um grupo que usava a Escola de Ioga de Buenos Aires para realizar encontros e praticar crimes de extorsão e tráfico sexual, inclusive de menores. Já foram presas 19 pessoas e realizadas várias apreensões e gravações, com o nome do cantor em três delas. A primeira gravação, segundo o jornal, inclui um encontro sexual entre o cantor e uma mulher envolvida com o grupo. Em conversas seguintes, a mulher iindica que ele se envolveu com a quadrilha em outros momentos e teve diversos encontros com ela. "Ele já me chamou e montou uma operação para eu ficar no hotel sem os agentes perceberem", ela diz em uma das gravações, em referência ao cantor. Em 2019, Plácido Domingo foi acusado de assédio sexual por dezenas de mulheres, incluindo cantoras, dançarinas, musicistas e outras profissionais. Ele disse que as acusações foram um "julgamento midiático". Veja Mais

'Malvadão' no Rock in Rio: como Xamã leva rap ao topo e chega ao festival com um dos hits do ano

G1 Pop & Arte Rapper que estará no Palco Sunset explicou sua trajetória e seus versos espontâneos com cenas do 'cotidiano brasileiro', de 'bunda com fermento' e 'preço da passagem'. Xamã começou 2022 fazendo seu rap com versos livres furar a bolha do estilo nas paradas, e chega ao fim do ano com a mesma missão no palco do Rock in Rio. Ele canta no Palco Sunset no dia 3 de setembro, sábado, com os rappers indíginas Brô MC's de convidados. VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2022 "Malvadão 3" chegou ao número 1 com citações brasileiríssimas a "bumbum com fermento", "bigodin finin" e "preço da passagem". O rapper contou ao podcast g1 ouviu sua trajetória desde a época em que vendia amendoim até o sucesso recente. Ouça abaixo e leia mais a seguir: Leia os principais tópicos da conversa: Como Xamã cria seus versos? "Todas as músicas que eu construo são como uma história em quadrinhos. Está acontecendo um monte de coisas, parece que aquelas imagens estão em movimento. Eu crio a melodia e tento colocar palavras do cotidiano do brasileiro, que ele usa diariamente. Você encanta a pessoa com uma melodia bacana e coloca um texto, um mini-roteiro de dois minutos, e as pessoas se identificam. Eu crio de duas maneiras. O beat é feito pelo NeoBeats, o DJ Gustah, a galera que produz para mim. Eles criam a melodia e eu escrevo a letra em cima. Mas muitas das vezes eu lapido com o tempo. Eu escrevo muito no 'freestyle': a primeira coisa que vem na mente, a coisa mais espontânea possível. Aí com o tempo você vai dando uma bordadinha ali. E o processo de criação são vários. Às vezes estou no carro olhando na janela e vem uma coisa na minha mente. Não tem um método comum. " Como nasceu 'Malvadão 3'? "Essa eu escrevi num estúdio aqui no Rio com uns amigos. A gente sempre coloca um drink, escuta umas batidas e fica curtindo no estúdio, inventando melodias, fazendo freestyle. E surgiu assim de uma forma muito espontânea com os amigos, bebendo, cantando. A maioria das músicas legais, que eu gosto, foram criadas assim, de uma forma bem irresponsável mesmo. Nada de 'vou fazer uma música', e ficar ali sentado esperando para fazer. Assim comigo não rola. Tem que ser uma coisa muito espontânea com os amigos bebendo, cantando, rindo. Essa música acho que tem esse espírito alegre. Ela foi feita com essa energia." O rapper Xamã Divulgação/Facebook do cantor Quais são as referências? "Eu gosto muito, muito do Black Alien. Foi a pessoa que mais me inspirou, com certeza. E rock internacional, por causa das melodias das guitarras, pego muita referência. E música brasileira. Aquilo que você já ouviu na sua rua, numa mercearia ou num programa de domingo. Aquela que toca na rua, quando você pega um ônibus, no carro. Que fala de amor, da vida que nem sempre é incrível, mas é divertida, de conquistas difíceis. Desde bossa nova a pagode. Mistura tudo na panela de um brasileiro comum." Por que canta tanto sobre preço das passagens? "Eu morava em Sepetiba, Zona Oeste do Rio, depois da última estação de trem, que é Santa Cruz. Quando eu conseguia a condução para chegar no lugar, todo o resto das coisas era mais tranquilo. Desde quando eu trabalhava em loja até depois, quando eu trabalhei com música, sempre foi uma coisa muito difícil para mim a passagem. Porque ela comia toda a grana que eu conseguia fazer. Era o dinheiro de comer, o de viver, e o da passagem, que era 50% disso." Initial plugin text "Eu falei disso no Poesia Acústica 6. Aí virou meio que um bordão, e eu fiz da mesma forma no Poesia Acústica Paris, em que a gente já tava em outro momento da carreira. Como eu trabalhava sempre precisando muito de conduções públicas, eu acho justo continuar falando disso, faz parte da minha história. Quantos outros brasileiros devem viver isso?" Xamã RSoares / DIvulgação Como foi o início da trajetória? "Comecei a trabalhar numa loja de roupas e rolava rap o dia inteiro. Descobri que tinha aptidão para fazer rimas e vender as coisas. Sempre tive problema de abordar a pessoa. 'Compra isso aqui', e a pessoa tomava um susto. Mas quando chegava rimando a pessoa achava incrível e até comprava. Depois comecei fazer as batalhas de rap. E falei: vou ser um músico. Larguei a loja e comecei a trabalhar nos trens e nos ônibus do Rio, fazer uma renda para continuar acreditando no sonho. E ao invés de oferecer o bagulho, 'compra o amendoim, o drop, o Halls', eu fazia o rap do flow do vendedor de amendoim. Era muito mais fácil chegar rimando, a pessoa já abre o coração. Aí comecei a usar isso como slogan nas batalhas de rap. Camila Queiroz e Xamã com Manu Gavassi no MTV Miaw 2022 Cleiby Trevisan/Divulgação Foi um recurso que conseguia para vender o que precisava. Aí quando eu comecei a fazer minhas músicas eu vendia as minhas ideias. Eu uso essa mesma forma de abordagem para poder chegar nas pessoas. Quando você rima, canta, deixa tudo mais colorido. O Estudante (primeiro parceiro de dupla) já era mais conhecidão, aí a gente começou a fazer uns trampos. Ele conhecia a galera do Cone Crew, e a gente gravou no estúdio do Maomé a 'Deus abençoe o rolê', acho que o nosso primeiro som. A gente tinha dificuldade porque, primeiro, não sabia o que estava fazendo. [risos] Não tinha a mínima noção, era mais paixão. E morava na Zona Oeste, que era longe pra caramba. Sempre tinha o problema das passagens e horários, a batalha do trem que demorava quatro horas para chegar." "A gente cantou em muitos microfones ruins no Rio. Fizemos shows sem microfone, shows que foram três pagantes. Foi uma coisa muito de início, para saber se ia fazer isso mesmo ou não. Foram dois anos intensos." Quer levar o rap para o mainstream? "Com certeza. Acho que a gente já está fazendo isso, voando como besouros, batendo aqui e ali, mas conseguindo, voando. É uma tendência mundial. Eu acho que o rap vai ganhar corpo, não só por mim, mas com outros gigantes chegando junto comigo, gente que tem mais tempo e outros mais novos." Veja Mais

Anne Heche: causa da morte da atriz é divulgada

G1 Pop & Arte Artista morreu aos 53 anos na sexta-feira (12), em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ela dirigia veículo que bateu em uma casa e pegou fogo. Anne Hech morre após grave acidente de carro; relembre carreira da atriz A causa da morte da atriz Anne Heche foi divulgada nesta quarta-feira (17). Ela dirigia o carro que bateu em uma casa e pegou fogo no dia 5 de agosto. A atriz foi socorrida, mas morreu na sexta-feira (12). Quem foi Anne Heche? Atriz fez dezenas de filmes e séries, namorou Ellen DeGeneres e acusou Harvey Weinstein de assédio Segundo o documento do departamento médico-legal de Los Angeles, Anne morreu por "inalação de fumaça e ferimentos termais (queimaduras)". As informações foram divulgadas pelo site da revista "People". Ainda de acordo com o documento, foi constatado que uma "fratura no esterno devido a trauma contuso" foi "condição significativa" em sua morte. Anne Heche posa para fotos em cima de um carro em Pasadena, Califórnia, em setembro de 2020 Chris Pizzello/AP/Arquivo Anne Heche tinha dezenas de obras em seu currículo, incluindo os longas "Seis dias, sete noites", "Donnie Brasco" e "Geração Prozac", e a série "Chicago P.D.: Distrito 21". No dia 5 de agosto, ela bateu seu carro em uma casa, que pegou fogo, em Los Angeles, nos Estados Unidos. De acordo com a investigação, a atriz estava em alta velocidade quando saiu da via e atingiu a residência. Segundo a revista "Variety", pouco antes de bater o veículo, ela já havia se envolvido em outro acidente na região. Atriz Anne Heche bate carro e é hospitalizada em Los Angeles Uma representante da atriz informou que a artista ficou em "condição extremamente crítica" após o acidente. Depois de ficar em coma, sua morte foi declarada na sexta-feira (12). Os aparelhos foram desligados no domingo (14), para que seus órgãos pudessem ser doados. Carreira Heche ficou conhecida na década de 1980 por interpretar as gêmeas Vicky Hudson e Marley Love na novela "Another World" (1987-1991), trabalho pelo qual recebeu o Prêmio Emmy Daytime. Ao longo de quase três décadas, atuou em filmes como "Disposto a Tudo", "As Aparências Enganam", "Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado", "Psicose", entre outros. Entre as séries que Heche atuou estão "Homens às Pencas", "Masters of Science Fiction" e "Hung". A atriz estava no elenco de algumas obras que devem ser lançadas em breve, como "What Remains" (já finalizado, mas sem previsão de lançamento), e "Supercell", "Chasing Nightmares" e "Wake" (todos em fase de pós-produção). Dois deles devem ser lançados entre 2022 e 2023: "Wildfire" e "Full Ride". Veja Mais

'Golpe das flores', tensão pré-show e noite de bebedeira: sertanejos contam causos vividos nas festas de rodeio

G1 Pop & Arte Israel e Rodolffo, Guilherme e Benutto, Vinícius, Allana Macedo e outros cantores relembram histórias vividas nos bastidores e palcos das festas de peão. Artistas sertanejos contam causos vividos em festas de rodeio "Golpe das flores", tensão pré-show, realizações de sonhos e noites de bebedeira. Essas são algumas das histórias vividas por artistas sertanejos em várias festas de rodeio espalhadas pelo Brasil. Sejam artistas estreantes ou veteranos, todos têm algo para contar sobre causos nos palcos, bastidores ou até mesmo em meio ao público. O g1 perguntou para alguns artistas que já passaram por esses eventos para saber se eles tinham histórias marcantes para compartilhar, e o resultado foi uma lista de causos divertidos e emocionantes. (Assista no vídeo acima ou leia depoimentos abaixo). Leia também: Circuito Sertanejo reúne eventos até novembro; veja programação Juan Marcus e Vinicius e o "golpe das flores" Juan Marcus & Vinícius se apresentam no Palco Amanhecer em Barretos Marcel Bianchi/Divulgação Donos dos hits "Alguns Defeitos" e "Hora Marcada", Juan Marcus e Vinícius relembraram que já sofreram um "golpe das flores" em plena apresentação no palco. "Tinha um cara na frente [do palco], cheio de flores, aqueles caras que fica vendendo flor, e aí ele oferecendo pra mim, falando: 'pega, pega'. E eu: 'não, não, não'. Não queria, mas fui, peguei, distribuí pra todo mundo, mandei beijo...", relembra Vinícius. "Na hora que eu desci do palco, ele falou: 'Deu R$ 350 reais'. Falei: 'oi?'. Rapaz, mas foi um rolo. Enfim, morri nos R$ 150. Ou seja, não peguem nada de estranhos. Achei que fosse um presente, distribuí no palco do Barretão." Leia também: Estouro de artistas sertanejos durante pandemia altera tradição de palcos na Festa do Peão de Barretos Clayton e Romário 'até o sol raiar' Clayton e Romário Reprodução/Instagram A dupla Clayton e Romário iniciou a carreira artística há 15 anos, quando o pai deles os levou para uma temporada em Barretos. Com isso, a cidade paulista e a tradicional Festa de Peão ficaram marcadas na trajetória da dupla, que atingiu o sucesso com as lives no meio da pandemia. "A gente dormia dentro da van. A gente ia dormir 7 horas da manhã, que era a hora que o som acabava. Porque o Jerominho [Jerônimo Luiz Muzetti, presidente do grupo Os Independentes], não sei se vocês conhecem, mas pensa num homem que gosta de festa", relembra Romário. "Jerominho é o dono da festa lá, então assim, vai até o sol raiar. Então aí, acabava lá, 10 horas da manhã, já tava acordado, já tava suando." "E a gente ficava o dia inteiro andando naquele parque do peão, conhecendo, vendo os artistas passar som naqueles palcos, a gente ficava olhando: 'bicho, será que um dia nós vamos tá aqui nesse palco?'. E hoje a gente tá podendo sentir essa emoção de realizar esse sonho", celebra Clayton. Leia mais: Clayton e Romário celebram estreia em Barretos após sucesso com lives: 'A gente vai chorar quando subir no palco' Netto e Henrique em 'show para oito pessoas' Netto e Henrique Reprodução/Instagram A dupla Netto e Henrique estreia nos palcos de Barretos nesta edição, mas já curtiu o evento como fãs, no meio do público. "Lembro que eu fui em Barretos quando Henrique e Juliano nem estavam fazendo muito sucesso. O show deles começou 5h30, e tinha eu e mais, sei lá, oito pessoas só assistindo ao show deles", recorda Henrique. "Lembro certinho, nunca esqueci disso. E esse ano, a gente vai estar naquele mesmo palco. Então é uma realização enorme." Leia também: Netto fala sobre nova formação de dupla após morte de Henrique: 'Fiquei um tempo sem saber o que fazer' Allana Macedo: 'bebi, esqueci, só lembro que cantei' Allana Macedo Reprodução/Instagram Allana Macedo é mais uma artista que fará seu primeiro show completo no palco de Barretos. Mas a cantora já esteve na festa, tanto no público quanto fazendo uma participação especial, momento de grande celebração para Allana. "Sei que fiquei dois duas em Barretos, fui até amanhecer, muita coisa eu não lembro, porque bebi todas de felicidade. Tava feliz demais, não é sempre que a gente tá em Barretos", conta Allana. "Então a gente quer aproveitar ao máximo. Acho que minha história é essa. Cantei, desci toda feliz, 'vamos beber', e esqueci (risos). Só lembro que cantei. E voltei pra casa sã." Leia também: Lauana Prado, Allana Macedo e Maria Cecília falam sobre baixa presença feminina na Festa do Peão de Barretos Guilherme e Benuto com 'muitas histórias, mas poucas para contar' Guilherme e Benuto se apresentam no Villa Country, em São Paulo, durante evento de lançamento da Festa do Peão de Barretos 2022 Fábio Tito/g1 Guilherme e Benuto brincaram que já passaram por muitas histórias em Barretos, mas nem todas podem ser reveladas. "A gente tocou uma vez com o trio [Villa Baggage], mas eu já tinha tocado umas quatro vezes antes com dupla, porque eu toco sanfona e tocava pras duplas, eu era freelancer", relembra Guilherme, que fará estreia em Barretos enquanto dupla nesta edição do evento. "Então já fui quatro vezes, ia lá, tomava todas, tava nem aí pra nada...", relembra. "Lembra aquela vez que foi maior galera, ficamos numa chácara lá...nossa... História tem um monte, o problema é poder contar, né? Esse que é o problema", brinca Benuto. Leia mais: Guilherme e Benuto se destacam em ranking de mais tocadas com músicas próprias desde formação de dupla Israel e Rodolffo em 'show para pouquíssimas pessoas' Israel e Rodolffo no São João 2022 de Campina Grande, PB Bruna Couto/g1 Um dos destaques da festa de 2022, Israel e Rodolffo recordaram das vezes em que já tocaram para um público bem pequeno. "Cantamos pra pouquíssimas pessoas ali. E os perrengues sempre acontecem, só mudam de formato", contou Israel, antes de Rodolffo entregar que o parceiro tem "as histórias mais 'massa'" vividas, tanto em Barretos quanto em outros palcos que já passaram ao longo dos anos. "As engraçadas, as que tem mais engajamento", destacou Rodolffo. "As minhas quedas, né?", questionou Israel, já arrancando risadas do parceiro e logo emendando: "Cantamos pra pouquíssimas pessoas ali, já aconteceu. E os perrengues sempre acontecem, só mudam de formato, mas a gente graças a Deus tem bastante experiência e vivência nesse ramo, a gente sabe como funciona tudo, são 27 anos de história, então a gente entende ali o que que tá acontecendo no momento, mas os perrengues acontecem." Leia mais: Israel, dupla de Rodolffo, se emociona ao falar sobre morte do pai na pandemia: 'Retomada está sendo muito difícil até hoje' Vinicius em 'tensão pré-show com repertório de veteranos' João Bosco e Vinícius durante show em Barretos 2017 Mateus Rigola/G1 Parceiro de João Bosco, o cantor Vinícius relembrou de um momento de tensão pré-show ao ver o repertório de uma dupla veterana. Em uma das edições da Festa do Peão de Barretos, a dupla iria se apresentar após Chitãozinho e Xororó. "A gente chegou para fazer o show no camarim e dentro do nosso camarim tava o repertório de show do Chitão. Eu fiquei apavorado. Falei para o João: 'Meu Deus do céu, o que que nós vamos fazer depois desses homens, gente? Que nós estamos fazendo aqui? Só tem sucesso'", recordou o cantor. "O repertório dos caras era 'Chora Me Liga' do começo ao fim. Como que vou cantar depois?", afirmou Vinícius, aos risos, citando o maior sucesso da dupla. "Eu lembro foi bizarro, porque a gente chegou no nosso camarim, eu dei de cara com aquele repertório, eu falei: 'Misericórdia! Os homens estão no palco cantando, depois é a gente, que que eu tô fazendo aqui?'." Leia mais: Vinícius, dupla de João Bosco, fala sobre arrependimento por não ter gravado hit de Henrique e Juliano Maria Cecília e Rodolfo 'babando com Shania Twain' Maria Cecília & Rodolfo agitam fãs no dia de shows do Sertanejo Pop Festival Maurício Vieira Veteranos na Festa do Peão de Barretos, Maria Cecília e Rodolfo guardam diversas histórias da festa, mas a cantora cita um show internacional que conseguiu assistir, em 2018, como o mais marcante. "Acho que, pra gente, o mais marcante foi poder assistir ao show da Shania Twain, que a gente foi e ficou ali embaixo babando nela. Aquilo foi muito especial", cita Maria Cecília. "Já fizemos show em trio elétrico em Barretos. Trio elétrico no meio dos bois. Foi muito bacana. Você entra em Barretos 6 da manhã, com sol quente, e a galera tá toda lá. Barretos é único, é especial", recorda Rodolfo. Veja Mais

'Mulher-Hulk' abraça lado cômico dos quadrinhos: 'A comédia foi o que mais me assustou', diz atriz

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, Tatiana Maslany fala sobre desafios de interpretar heroína em nova série da Marvel, que estreia nesta quinta-feira (18). Tatiana Maslany fala sobre comédia e heroína de 'Mulher-Hulk' Não é difícil imaginar que interpretar uma super-heroína da Marvel seja algo desafiador, até mesmo para uma ganhadora de um Emmy como Tatiana Maslany. Em "Mulher-Hulk: Defensora de heróis", ela ainda "ganha" quase 40 centímetros de altura e muitos músculos após a transformação na personagem. Mas não foi isso que intimidou a atriz. G1 já viu: 'Mulher-Hulk' quase compensa computação gráfica terrível com humor e carisma de Tatiana Maslany "A comédia foi definitivamente a coisa que mais me assustou", conta a canadense de 36 anos em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima. Graças a computação gráfica e tecnologia de captura de movimentos, Maslany ganhou pele verde e passou de seus 1,63 metro para os mais de 2 metros da heroína na nova série da Marvel, que estreia nesta quinta-feira (18). Tatiana Maslany em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Mesmo assim, foi o lado cômico dos quadrinhos que a atriz, conhecida por interpretar até 14 personagens diferentes na TV na ficção científica "Orphan Black", mas achou desafiador. "Quando li o primeiro roteiro, descobri que era um senso de humor tão específico. Jessica Gao (a produtora-executiva e roteirista-chefe da série) tem um cérebro que ninguém mais tem, mas ela é muito identificável. Sinto que ela ama seres humanos dessa forma na qual ela consegue ver cada uma das coisinhas estranhas que fazemos." Mark Ruffalo e Tatiana Maslany em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Poder de sangue Na série, Maslany interpreta Jennifer Walters, uma advogada aparentemente comum, que – assim como seu primo Bruce Banner (Mark Ruffalo) – divide seu corpo com uma versão verde e musculosa de si mesma após um acidente. Ao contrário de seu parente mais famoso, no entanto, a personagem não se transforma em um monstro descontrolado após a transformação, mantendo a consciência desde a primeira vez. A habilidade pode parecer um ótimo começo para quem deseja se tornar um super-herói, mas não é tão bem recebida pela protagonista, que passa a ter dificuldades para equilibrar sua antiga carreira com os novos poderes. Tatiana Maslany, Ginger Gonzaga e Drew Matthews em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Super meta A comédia tão forte na série vem da inspiração maior para a produção nos quadrinhos. A personagem criada em 1980 por Stan Lee e John Buscema estrelou um celebrado arco no final da década e no começo dos anos 1990, escrito e desenhado pelo lendário John Byrne, no qual aparecia muito consciente de estar em uma HQ. Ou seja, muitos anos antes de um certo mercenário ficar famoso por sua metalinguagem, a heroína já "quebrava a quarta parede" e conversava diretamente com o público. A característica, aliás, é reproduzida na série. "Eu gostaria de dizer que ela fazia isso muito antes do Deadpool ou de 'Fleabag'", afirma em coletiva de imprensa a diretora de seis dos nove episódios da temporada, Kat Coiro. "É como se fosse uma extensão do superpoder dela. É como se ela pensasse: 'Eu sei que estou, tipo, falando com a câmera. Eu sei que vocês aí estão assistindo a isso'. E há algo nisso, esse tipo de super autoconsciência que é, tipo, quem ela é", completa Maslany. Tatiana Maslany em cena de 'Mulher-Hulk: Defensora de heróis' Divulgação Veja Mais

Conheça Bibi, compositora que transformou feminejo fictício de ‘Rensga Hits!’ em álbum real

G1 Pop & Arte Mineira de 26 anos é a principal autora das dez músicas originais da série do Globoplay. Ela decidiu ser compositora aos 5 anos e já escreveu para Anitta, Pabllo Vittar, Luisa Sonza e Wanessa. Compositora e cantora mineira Bibi Divulgação Na série "Rensga Hits!", Alice Wegmann vive uma cantora e compositora que sonha em virar estrela do feminejo. A atriz teve aulas de canto e se inspirou em Marília Mendonça para resolver a parte vocal. O outro desafio era criar a faceta de autora. Por trás de Raíssa Medeiros, a personagem compositora, está Bibi, a autora real. A mineira de 26 anos ajudou a escrever as dez músicas originais da série. A série do Globoplay se passa em Goiânia, no mercado do feminejo (seis episódio já estão disponíveis; assista aqui). O podcast g1 ouviu conversou com Alice Wegmann e Bibi. Ouça abaixo e leia mais a seguir: Alice Wegmann interpreta Raíssa Medeiros, uma jovem do interior traída pelo noivo. Ela abandona o altar e segue o sonho de virar compositora e cantora em Goiânia. Raíssa tem a música "Desatola bandida", feita após a fuga do altar, roubada por Gláucia Figueira (Lorena Comparato). Os outros astros sertanejos da série - e do álbum - são Enzzo Gabriel (Maurício Destri), David Cafajeste (Alejandro Claveaoux), e a dupla mais famosa da cena: Téo e Tamires (Sidney Santiago e a Jennifer Dias). Na série, as canções foram feitas pelos personagens sertanejos. Por isso, elas precisavam ter o jeito de cada um. Bibi, a Raíssa da vida real A cantora e compositora Bibi Divulgação Bibi é o nome artístico de a cantora e compositora Gabriele Oliveira Felipe, mineira de 26 anos. Ela começou a carreira trabalhando por cinco anos no estúdio de Dudu Borges, consultor da série e namorado de Alice Wegmann. A mineira já escreveu músicas para Anitta (“Desce Pro Play" e “Não Perco Meu Tempo”) Pabllo Vittar ("Number one"), Luisa Sonza ("“Pior Que Possa Imaginar”), entre outros. Ela conta que escolheu a profissão quando tinha cinco anos de idade. A menina adorava o filme "Show bar", que conta a história de uma jovem que sonhava em viver de música em Nova York. A trilha do longa é escrita por Diane Warren, autora preferida de Bibi. "Eu chamei meus pais e falei: 'Eu já decidi que vou ser cantora quando eu crescer. E amo o Brasil, mas eu quero fazer coisas internacionais também. Papai, você tem dinheiro para eu estudar inglês?'", ela conta. A artista precoce nasceu em Santa Bárbara, no interior de Minas Gerais, mas vivia se mudando por conta do trabalho do pai no Banco do Brasil. Nas cidades em que morou - inclusive Goiânia - ela fazia planos de viver de música e forçava as amiguinhas a formar bandas com ela. Quando começou a fazer faculdade de publicidade na ESPM, em São Paulo, a mãe viu um anúncio de um curso de Dudu Borges. Bibi se inscreveu e acabou trabalhando no estúdio dele por cinco anos. Foi dali que ela despontou como uma das jovens compositoras mais requisitadas no pop brasileiro, com serviços para Anitta, Luisa Sonza e Pabllo Vittar. Seu trabalho tende mais para o pop, ela sabe tudo de k-pop, mas nos cinco anos com Dudu, também ficou fluente em sertanejo. Trabalho afinado Os compositores tiveram que fazer um trabalho afinado com os roteiristas da série - Renata Corrêa, Bia Crespo, Nathalia Cruz, Victor Rodrigues e Otavio Chamorro. "Se há fluidez na música é porque houve fluidez no texto", elogia Bibi. O trabalho era imaginar como seriam as canções reais dos músicos fictícios. "Depois de um mergulho no roteiro eu alinhei com o Dudu [Borges] e a gente montou um time de compositores para convidar". Cada parceiro de Bibi era pensado para a característica dos personagens. A trilha não tem só feminejo sofrência. Para as músicas mais de "pegação", do personagem David Cafajeste, eles chamaram Gabriel Agra, autor de hits como "10%", "Alô Ambev" e Bebi Liguei". Para as mais emotivas, uma das parceiras foi Paula Mattos, que já escreveu para muitos cantores homens antes de emplacar sua própria carreira no feminejo. Uma tarefa específica foi escrever a faixa "Nota 100", um sertanejo com dancinha que faz piada com a impotência sexual masculina. O toque de irreverência teve ajuda de Day, da dupla Day e Lara. E a principal inspiração para as músicas da personagem principal, a compsitora Raíssa, foi a vida da própria Bibi. "Eu lembrei muito da criança que fui em Goiânia. Eu tenho essa paixão pela música que me move, e vi isso na Raíssa. Ela está ali seguindo essa necessidade de escrever. Eu lia o roteiro e falava: 'Cara, eu sei o que que é isso'". Vamos, galera, mulheres Compositora e cantora mineira Bibi Divulgação "Rensga Hits!", o álbum, tem uma ficha técnica rara no sertanejo: uma maioria de compositoras mulheres. São quatro autoras (Bibi, Paula Mattos, Day e Lara) e três homens (Gabriel Agra, Cesar Lemos e Davi Ávila, da dupla com Bruninho). Na vida real, até o repertório de cantoras do feminejo costuma ter maioria de compositores homens. Essa equipe de maioria feminina na produção "ocorreu naturalmente, mas acho que colabora muito para para essa força feminina da série", comemora Bibi. "Há poucas mulheres escrevendo e produzindo, e isso não acontece só no sertanejo, mas em vários segmentos do país: pop, funk, MPB... Mais ou menos 17% dos compositores do Brasil são mulheres - entre os que são filiados a sociedades de arrecadação de direitos", ela lamenta. "Eu acho muito importante a gente ter essa esse balanço das energias do feminino e do masculino, sabe? E eu acho que muitas vezes 'Rensga' é sobre isso", diz a compositora. Veja Mais

Number Teddie representa nova geração do 'pop ansioso' em estreia no Rock in Rio

G1 Pop & Arte Pop rock com letras angustiadas são a marca do cantor que saiu de Manaus para SP em depressão, dormiu 6 meses em sofá de estúdio, virou compositor de Pabllo Vittar Pop rock sem barreiras de estilo e letras angustiadas, sem medo de expor problemas de saúde mental, ora em baladas tocantes, ora em explosões de raiva. A descrição desse "pop ansioso" cabe em Olivia Rodrigo e outros ídolos dos EUA. Uma revelação brasileira que abraça a angústia pop é o cantor Number Teddie. Ele estreia no Rock in Rio no dia 9 de setembro, sexta-feira, no Palco Supernova. VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2022 Ele lançou os singles "Eu deveria ter comido seus amigos", "Poderia ser pior", "Hahaha" e "Prêmio", e leva ao festival seu primeiro álbum, lançado pela Sony Music. Quem é Number Teddie Há um ano o ex-professor de inglês Geovane Aranha, 25 anos, o Number Teddie, viajou de Manaus para São Paulo após ter crises de ansiedade e depressão. Sem dinheiro nem trabalho, ele foi dormir no sofá do estúdio de um produtor musical que tinha conhecido pelo Instagram, Rodrigo Gorky. Entre noites no sofá, ele terminou o álbum sobre crises de saúde mental, mágoa com ex-namorado, dramas familiares e a imaginação do próprio enterro na Disney ("ao lado do Mickey"). A base é de pop punk, mas as referências vão do country de Dolly Parton ao rock mirim nipônico do Babymetal. Nesse meio tempo, ele tinha que acordar correndo quando Pabllo Vittar chegava para gravar no estúdio - Rodrigo Gorky é um dos produtores da cantora. Number Teddie acabou virando coautor de "Number One", de Pabllo e outras faixas de Urias e Alice Caymmi. Ele assinou com a Sony Music. Pequeno Teddie Number Teddie Divulgação Filho de um contador e uma bibliotecária que gostava de espetáculos musicais e o levava para assistir, Geovane diz que começou a cantar aos três anos de idade. "Eu lembro que falava para o professor de matemática: 'ai, eu não preciso estudar isso porque vou ser um cantor muito famoso'. Isso com seis anos de idade." Mas Manaus não dava essa chance, mesmo que ele insistisse para a mãe pegar o Chevette dela e o levar a agências de talentos locais. "Tinha uma agência de modelo do lado da minha escola. Com 9 anos eu saí da escola com minha mochila do Galinho Chicken Little, entrei lá e falei: 'Posso cantar para vocês?'. O cara falou: 'Não'. E eu falei: 'Mas eu quero cantar'. E ele: 'Vai embora, a gente está em horário de almoço'." Não rolou. Autodidata Com essa cara de pau, ele começou a compor aos nove anos e mexer em programas de edição de som para produzir suas músicas no quarto quando adolescente. Em 2020, ele lançou um EP caseiro e mandou as músicas para todo mudo que conseguiu achar. "Ia nas gravadoras e empresários, mandava e-mail e ninguém me respondia". Em julho de 2020, recebeu uma resposta no Instagram de Rodrigo Gorky, elogiando as músicas e dando dicas. "Começamos a trabalhar a distância num álbum", ele lembra. O trabalho ia bem e Number Teddie ia mal. "Tinha acabado de ser demitido, perdido gente da minha família, não sabia o que ia acontecer, estava com um quadro de depressão. Aí o Gorky me chamou para passar uns dias na casa dele". Ele foi com passagem só de ida e os dias viraram 6 meses. Confessional "Eu conseguia ver o sofrimento, a depressão, e como fazer as músicas ajudava a melhorar um pouco o que ele ia passando. Foi praticamente uma sessão de terapia", diz Rodrigo. "Foi uma pessoa extremamente tímida no começo do processo e, no final, era um artista completo", Gorky. Junto com Zebu, produtor que também trabalha com Pabllo, Jão e outros nomes em alta do pop brasileiro, eles formatavam as canções confessionais. Uma delas é a que imagina a própria morte num parque da Disney. "Nessa música eu falo sobre a morte do meu pai, é uma coisa muito pesada". Enquanto isso, ele começou a ser chamado a compor para outros artistas. Essas faixas não são pessoais, mas mesmo assim ele sofreu. Primeiro, ajudou Urias ("eu vomitei de nervoso no dia", ele lembra); depois, Pabllo ("tive uma crise nesse dia e tinha acabado de voltar do hospital"). Pop punk pessoal Mas é nas próprias músicas que ele expõe toda essa ansiedade. "O disco é um retrato de mim, não só nesse período de depressão, mas também crescendo e virando uma pessoa". "Ele escreve muito pessoalmente. O Rafael Fadul, que mixou o disco falou: 'Parece que você está escutando um áudio de WhatsApp ou um amigo seu falando'", comenta Zebu. 'Pop ansioso' de Selena, Ariana e Camila tem contraindicação? Psiquiatras avaliam letras O caminho pelo pop punk e pela guitarra foi consciente. A justificativa de Number Teddie dá uma pista da razão de esse estilo estar voltando a ser popular entre os jovens. "A guitarra tem um som eufórico e desconfortável, com o qual eu falo da minha ansiedade e meu desconforto". Mordida na Apple Mas o single "Eu deveria ter comido seus amigos", uma explosão de ressentimento contra um ex, a la Olivia Rodrigo, foi lançado às pressas depois que Gorky mostrou a faixa para um conhecido que trabalha na Apple no Brasil. O conhecido gostou e a música foi passando de mão em mão na empresa até sair do Brasil ganhar as graças do principal diretor de música da Apple Music, Zane Lowe. "Ele falou que foi bom ver o clipe para conhecer o psicopata que está por trás dessa música", comemora Number Teddie aos risos. A moral lá fora ajudou a adiantar o lançamento da música no Brasil, pela Sony Music, que assinou com ele e agora aposta em Number Teddie. "Ele está no começo de algo incrível”, disse o apresentador. Number Teddie mostra o vídeo da estreia no programa, revendo animado, e comemora também o novo espaço após os seis meses no sofá. "É uma kitnet de 25 metros quadrados aqui perto do estúdio", mostra satisfeito. Veja Mais

Grupo 'Menos é Mais' vira fenômeno da internet e faz pagode de Brasília 'invadir' territórios

G1 Pop & Arte Quinteto é uma das atrações do Jaguariúna Rodeo Festival, onde irá dividir o palco com sertanejos e DJ Alok no dia 23 de setembro. Confira a entrevista exclusiva ao g1. Grupo de pagode Menos é Mais Reprodução/Instagram/grupomenosemais Com pouco mais de cinco anos de carreira, o grupo de pagode "Menos é Mais" ostenta números que chamam a atenção na internet. Ao todo, os vídeos do grupo já somam mais de 1,5 bilhão de visualizações no YouTube, pondo-se em pé de igualdade com muitos nomes do sertanejo, estilo que há alguns anos domina as paradas e a atenção do público quando o assunto é música popular no Brasil. E aos poucos o quinteto vai “invadindo” territórios e festas dominados pela bota e o chapéu também fora do mundo virtual, como o Jaguariúna Rodeo Festival, onde divide o palco no dia 23 de setembro com Henrique e Juliano, Ícaro e Gilmar e DJ Alok. VEJA TAMBÉM + ENTREVISTA: Gustavo Mioto mantém rotina intensa para festejar 10 anos com 10 projetos e relembra início: 'Achavam que só estava ali pelo meu pai' ESPECIAL: Confira a página do Rodeio de Jaguariúna Estranhos no ninho? Nada disso, afinal eles estão acostumados a trilhar caminhos tortuosos ou, ao menos, não tão óbvios. Para começar, o grupo é de Brasília, onde o samba e o pagode esteve até então restrito a circuitos alternativos. “Realmente Brasília nunca teve grupos de pagode fazendo sucesso nacional. No entanto, o Distrito Federal tem o Clube do Choro, Escola de Música e várias ótimas formações de samba como o Coisa Nossa, Amor Maior, Adora a Roda. Procuramos mostrar ao Brasil em nossos shows esses nomes”, conta Gustavo Góes, percussionista do Menos é Mais. Além dele, completam o quinteto os amigos Duzão (vocal) e os também percussionistas Jorge Farias, Paulinho Felix e Ramon Alvarenga. Por essa formação, dá para deduzir que ritmo é o que dita a música dos brasilienses, que têm entre os destaques do repertório músicas como “Melhor Eu Ir”, Ligandos os Fatos”, “Sonhos de Amor” e “Deixa eu Te Querer”. Em um vídeo que reúne trechos de todas essas canções, nomeado de “Churrasquinho do Menos é Mais”, eles chegaram a atingir 662 milhões de visualizações no YouTube. Assista abaixo: Início e pandemia Mas até nesse sucesso, o quinteto chegou por caminhos não convencionais. Formado em 2016, o canal dos pagodeiros foi inaugurado em 2018. Quando o projeto estava embalando, veio a pandemia, que obrigou as rodas de samba a tomarem distância do público. Por incrível que pareça, teve início aí a arrancada do sucesso e a explosão de visualizações dos vídeos. “Foi um sentimento estranho. Porque é difícil medir sucesso dessa forma. O que significa ter 1 milhão de acessos num vídeo? Isso é sinal de sucesso? Quanto de sucesso?”, questiona Góes, confessando uma certa angústia dos integrantes, que viam sua grande oportunidade de carreira só ser sentida através de algoritmos. Isso dá uma ideia do que foi o retorno aos palcos quase dois anos depois, já num novo patamar de reconhecimento. “Vinha gente falar com a gente, dizer que estava com depressão na pandemia e se alegrou com nossa música, nossos vídeos”, afirma o percussionista. Grupo Menos é Mais grava 1º álbum de músicas autorais Divulgação/André Kazuo Pagode nos rodeios E é neste clima de euforia que Menos é Mais chega a Jaguariúna. Góes destaca que o grupo já fez duas festas de rodeio na carreira, no entanto, o evento no interior de São Paulo deve marcar o maior público da carreira dos pagodeiros. “Estamos animados e preparando algumas novidades, como um medley de hits sertanejos vertidos ao pagode”, adianta. Ele também se alegra com o fato de poder mostrar seu trabalho em um lugar que, no passado, pouco dava atenção ao estilo que seu grupo toca. “Essa absorção de estilos é um caminho da indústria da música atual, não há mais espaço para segmentos isolados. Todo mundo se interessa por tudo”, finaliza. Grupo de pagode Menos É Mais durante show em Manaus Reprodução/Instagram/MenoséMais Programação 16/09 - Sexta-feira Hugo e Guilherme Ana Castela Pedro Sampaio Wesley Safadão Sevenn 17/09 - Sábado Jorge e Mateus Lauana Prado Zé Neto e Cristiano Dennis 23/09 - Sexta-feira Henrique e Juliano Menos é Mais Ícaro e Gilmar Alok 24/09 - Sábado Gusttavo Lima Gustavo Mioto Vintage Culture VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas Veja Mais

Últimos dias

'Uma pitada de sorte', filme com Fabiana Karla e Mouhamed Harfouch, ganha trailer; assista

G1 Pop & Arte Comédia romântica estreia nos cinemas no dia 15 de setembro. Fabiana Karla vive cozinheira aspirante em 'Uma Pitada de Sorte'; trailer Foi divulgado nesta quarta-feira (17) o trailer de "Uma Pitada de Sorte", comédia romântica cabiana Karla e Mouhamed Harfouch. Foi lançado nesta quarta-feira (18) o trailer do filme "Uma pitada de sorte", com Fabiana Karla e Mouhamed Harfouch. A comédia romântica é dirigida por Pedro Antônio e estreia nos cinemas no dia 15 de setembro. Ela conta história da carismática Pérola, que sonha em abrir seu próprio restaurante, mas parece estar bem longe de realizar seu desejo. Nada parece que vai dar certo para a moça e ela vive tão assoberbada que não percebe nem que seu melhor amigo, Lugão (Harfouch), é completamente apaixonado por ela. Na comédia, Pérola vive com a mãe e um irmão menor adotivo. Seu grande sonho é ser reconhecida como chef e enquanto seu desejo não se torna realidade, a moça trabalha como animadora de festas infantis e sous chef (o segundo no comando de uma cozinha) em um restaurante na Zona Sul do Rio. Tudo começa a mudar na vida de Pérola quando ela é aprovada num teste para ser auxiliar de um renomado chef em um programa de televisão. Veja Mais

Paulo Vieira participa do 'Mais Você' e diz: 'Eu quero ser relevante. Quero fazer a diferença'

G1 Pop & Arte Humorista conversou com Ana Maria Braga, relembrou fases da carreira e respondeu a pergunta sobre 'o que quer ser quando crescer'. Paulo Vieira no "Criança Esperança" Reprodução/Instagram Depois de comandar o "Criança Esperança", na noite desta segunda-feira (15), Paulo Vieira dormiu poucas horas e embarcou direto do Rio de Janeiro para São Paulo na manhã desta terça-feira (16) para participar do "Mais Você". Logo na chegada do programa, o humorista entregou o nervosismo com sua participação. "Acho que foi a coisa que fiquei mais nervoso na televisão", afirmou Paulo, antes de brincar sobre a rapidez que fez a ponte aérea no intervalo da participação dos dois programas. "Eu, na verdade, não tenho casa mais. Tenho um colchão na Globo, durmo no seu estúdio antigo no Rio. Tenho colchão e um litro de água. É assim que eu vivo." Ao longo do programa, Ana Maria mostrou diversas fases da carreira de Paulo Vieira na televisão, incluindo os quadros "Big Terapia", do "BBB", e o "Avisa lá que eu vou", do "Fantástico". A vitória de Paulo em concursos de humor no "Prêmio Multishow", em 2013, e no "Domingão do Faustão", em 2015, também foram lembradas. O humorista de 29 anos explicou que começou a fazer teatro aos 9 anos de idade. "Eu fazia árvore, pedra, galho, eu fazia de tudo", explicou ele, que fez seu primeiro trabalho profissional aos 12 anos. "Foi quando comecei a cobrar ingressos em Tocantins com a peça 'Como Educar os Pais'. Foi minha estreia." Entre as imagens mostradas de Paulo na atração, Ana Maria falou sobre a vitória do humorista no quadro "Batalha do Lip Sync", no qual ele se transformou em Elsa. A apresentadora ainda questionou Paulo sobre a motivação para a conquista do quadro. "Eu tô chegando agora na televisão, então tem uma coisa que tento sempre, sempre que me dão uma responsabilidade, tento fazer como se minha vida dependesse daquilo. Vou com gana, energia. Quero ser conhecido na casa como alguém que cumpre as demandas. Na casa e na vida", explicou ele. Ana ainda pegou Paulo de surpresa ao questionar o que ele "quer ser quando crescer" logo no retorno do intervalo, enquanto ele ainda degustava o café da manhã do programa. "Eu quero ser alguém que não bota coisa na boca quando alguém vem falar comigo", brincou o humorista, antes de ele responder o questionamento com seriedade. "Eu quero ser relevante. Quero fazer a diferença, quero ser relevante pras pessoas, minha comunidade, minha família, pro Brasil." "Quero construir coisas, dizer coisas. Quero poder ser importante, inspirar pessoas, quero dizer coisas além do que meu trabalho implica." Paulo Vieira se transforma em Elsa e vence primeiro duelo da "Batalha do Lip Sync" Reprodução/Instagram Veja Mais

Minas Gerais uniu o Sepultura à cachaça: baixista explica por que a banda investe na bebida

G1 Pop & Arte Paulo Jr participou do podcast do g1 que conta como surgiu a caipirinha e traz curiosidades sobre a chegada da cana-de-açúcar ao Brasil. Paulo Jr, baixista do Sepultura: "Uma cachaça de boa qualidade é sempre bem-vinda", conta. Marina Melchers Pinga, mé, saideira, marvada... a lista é longa para se referir à cachaça, bebida brasileira feita a partir da cana-de-açúcar e que é ingrediente principal da caipirinha, outro ícone nacional. A banda Sepultura investe em uma marca de cachaça desde 2017. Até agora a banda já teve parceria com duas destilarias. Em entrevista ao podcast “De onde vem o que eu como”, o baixista Paulo Jr lembrou que sempre que volta para Belo Horizonte aproveita para tomar uma cachacinha. E explicou que a origem mineira fez com que a banda apostasse no negócio. Ouça abaixo. “Gosto, sim , de tomar uma boa cachaça, saborear com moderação e comer um torresminho, né? Faz parte da nossa cultura de boteco!”, contou. Banda Sepultura investe em marca de cachaça desde 2017. Marcos Hermes É Minas, uai Minas Gerais é o maior produtor de cachaça do país: quase 70% dos estabelecimentos que fabricam a bebida estão no estado, segundo o Anuário da Cachaça de 2021. A cachaça do Sepultura, que leva o nome da banda, é produzida em Sacramento, na região do Triângulo Mineiro. Mas a Capital Nacional da Cachaça é o município de Salinas, no norte do estado. O produtor Aldeir Xavier conta que, por lá, a bebida é herança de família. “Aqui em Salinas é comum encontrar produtores de cachaça que vêm de famílias com tradição na bebida há muito tempo”, reforça Xavier. 'Cock-tail' em tradução literal do inglês: rabo de galo, drinque brasileiro com cachaça. Albert Coelho/Arquivo Pessoal Gracyanne Barbosa consome 40 ovos por dia; ela dá receita de pudim de clara no novo podcast do g1 De onde vem o que eu como: g1 vai à 'capital do morango' e explica por que ele não é fruta Sabia que as hortaliças tomam 'banho' com sabão? De onde vem? A cana-de-açúcar chegou ao Brasil no século 16. Mas a origem dessa planta é a Ásia, como explica o pesquisador Mauro Xavier, do Instituto Agronômico: “O centro de origem da cana são as ilhas de Java, da Indonésia e da Nova Guiné. Depois ela foi para a Índia, de lá para o Egito e depois para a Europa. Com as navegações, a cana chegou ao Brasil”. Cana é matéria-prima que gera energia elétrica para 12 milhões de residências do país Resíduos da cana-de-açúcar geram o biogás, que vira energia elétrica e combustível substituto do diesel O segundo episódio do podcast “De onde vem o que eu como” traz muitas outras curiosidades sobre a cachaça, a cana-de-açúcar e a caipirinha. Você sabe por que a caipirinha foi inventada? Conhece todos os apelidos da cachaça? Sabe diferenciar cachaça e aguardente? Então, bora ouvir o podcast! 2º episódio do podcast "De onde vem o que eu como" vai trazer curiosidades sobre a caipirinha e a cachaça Foto: Comunicação/Globo Veja Mais

Ex-marido de Britney Spears é condenado por invadir casamento da cantora

G1 Pop & Arte Jason Alexander foi sentenciado a 64 dias de prisão, tempo que já foi cumprido por ele. Alexander chegou a fazer uma transmissão ao vivo de dentro do espaço onde aconteceu a cerimônia Britney e Jason Alexander reprodução O ex-marido da cantora Britney Spears, Jason Alexander, foi condenado na quinta-feira (11) por invasão e agressão. Ele foi detido ao invadir o espaço da cerimônia de casamento da artista em junho. Alexander aceitou a condenação. Um juiz sentenciou Alexander a 64 dias de prisão, o que já foi cumprido por ele. No dia 9 de junho, ele entrou no espaço onde acontecia a cerimônia de casamento de Britney com Sam Asghari. Alexander chegou a fazer uma transmissão ao vivo em seu perfil do Instagram dentro do local, e foi contido por seguranças em seguida. Segundo o TMZ, ele disse que Britney o convidou. Seu vídeo o mostrava andando pela casa da artista procurando por ela. Ao ser detido, ele disse: "Ela é minha primeira esposa, minha única esposa." A polícia do Condado de Ventura foi acionada e Alexander foi levado para uma prisão local. Amigos de infância, Britney e Alexander se casaram, em 2004. Mas a união foi anulada após 55 horas. Liberdade após fim da tutela Juntos desde 2016, depois de se conhecerem no set do clipe de “Slumber Party", Britney e Asghari anunciaram que estavam noivos em setembro de 2021, dois meses antes de a cantora se ver livre da tutela do pai após a determinação da juíza, em novembro. Britney Spears e Sam Asghari anunciam que estão noivos Reprodução/Instagram A cerimônia privada do casamento aconteceu em junho no condado de Ventura, na Califórnia. A festa teve cerca de 60 convidados, entre eles, amigos famosos, como Madonna, Paris Hilton, Kathy Hilton e Drew Barrymore. Sean Preston, de 16 anos, e Jayden James, de 15, filhos da cantora com Kevin Federline, não participaram do evento. Donatella Versace, Paris Hilton, Britney Spears, Madonna, Selena Gomez e Drew Barrymore no casamento da cantora de 'Toxic' Reprodução/Instagram/DonatellaVersace A artista chegou a engravidar de Asghari, mas perdeu o bebê em maio. O desejo de ter outro filho foi falado por Britney no emblemático depoimento que a cantora deu no caso da tutela em junho de 2021. Ela chegou a dizer que era impedida de se casar e engravidar. "Eu tenho um DIU em meu corpo agora que não me deixa ter um bebê e meus tutores não me deixam ir ao médico para retirá-lo", afirmou a cantora na época. A decisão que tornou Britney livre foi dada em novembro do ano passado. Jamie Spears controlou a vida e as finanças da filha por 13 anos. Veja Mais

g1 ouviu #207 - 'Rensga Hits!': entenda como trilha da série sobre feminejo foi criada

G1 Pop & Arte Podcast mostra caminho da produção até chegar às músicas cantadas pelos atores da série de ficção do Globoplay. Atriz Alice Wegmann e a compositora Bibi comentam faixas originais. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

Quem é Anne Heche? Atriz fez dezenas de filmes e séries, namorou Ellen DeGeneres e acusou Harvey Weinstein por assédio

G1 Pop & Arte Heche sofreu lesão cerebral após grave acidente de carro na sexta-feira (5) e está em coma em 'condição extremamente crítica'. Anne Heche chega para a estreia de 'The Best of Enemies' no AMC Loews Lincoln Square, em Nova York, em abril de 2019 Angela Weiss/AFP/Arquivo Atriz, diretora e roteirista, Anne Heche tem dezenas de obras em seu currículo, incluindo os longas "Seis dias, sete noites", "Donnie Brasco" e "Geração Prozac", e a série "Chicago P.D.: Distrito 21". Nascida em Aurora, Ohio, nos Estados Unidos, a atriz de 53 anos sofreu uma lesão cerebral em 5 de agosto após um grave acidente de carro. Ela dirigia o veículo que bateu uma casa e pegou fogo. Segundo a revista "Variety", pouco antes de bater o carro ela já havia se envolvido em outro acidente na região. No início da semana, uma representante da atriz informou que ela está em "condição extremamente crítica". Atriz Anne Heche bate carro e é hospitalizada em Los Angeles Carreira Heche ficou conhecida na década de 1980 por interpretar as gêmeas Vicky Hudson e Marley Love na novela "Another World" (1987-1991), trabalho pelo qual recebeu o Prêmio Emmy Daytime. Ao longo de quase três décadas, atuou em filmes como "Disposto a Tudo", "As Aparências Enganam", "Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado", "Psicose", entre outros. Entre as séries que Heche atuou estão "Homens às Pencas", "Masters of Science Fiction" e "Hung". A atriz estava no elenco de algumas obras que devem ser lançadas em breve, como "What Remains" (já finalizado, mas sem previsão de lançamento), e "Supercell", "Chasing Nightmares" e "Wake" (todos em fase de pós-produção). Dois deles devem ser lançados entre 2022 e 2023: "Wildfire" e "Full Ride". Anne Heche chega ao 74º prêmio anual do 'Directors Guild of America' no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, Califórnia, em março de 2022 Jordan Strauss/Invision/AP/Arquivo Vida pessoal Em 1998, Heche foi eleita pela revista People como uma das pessoas mais bonitas no mundo. Anne namorou a apresentadora Ellen DeGeneres por três anos na década (entre 1997 e 2000). Em 1999, a atriz anunciou o desejo de se casar com Ellen, mas o romance acabou no ano seguinte. Em 2001, Heche se casou com o cameraman Coleman 'Coley' Laffoon, com quem teve seu primeiro filho, Homer Heche Laffoon, nascido em 2002. Em 2009, Heche deu à luz Atlas Heche Tupper, de sua relação com James Tupper. O casal ficou 11 anos juntos, se separando em 2018. A atriz voltou ao trabalho apenas 8 dias após o nascimento da filha, para gravar episódios da série "Hung". Em setembro de 2001, a atriz lançou sua autobiografia "Call Me Crazy", livro que escreveu em 6 semanas. Nele, ela conta que foi abusada sexualmente e fala sobre as lembranças dolorosas da época. "Se eu não tivesse sido abusada sexualmente quando criança, não sei se teria tido a força para enfrentar Harvey e muitos outros", afirmou a atriz em 2018, quando relatou que foi descartada de filme por se recusar a fazer sexo oral em Harvey Weinstein. Na época, ela contou que o produtor mostrou o pênis a ela, mas a atriz conseguiu escapar da sala antes de ele tocá-la. Anne Heche e Ellen DeGeneres em imagem de junho de 1997 Chris Pizzello/AP/Arquivo Veja Mais

Deolane Bezerra cai em pegadinha de tatuagem falsa do filho e diz: 'se você fez, não entra mais na minha casa'

G1 Pop & Arte Jovem fingiu ter tatuado nome de Deolane com uma qualidade ruim e enviou foto para sua mãe por WhatsApp. Deolane Bezerra ameaçou expulsá-lo de casa. Deolane Bezerra cai em pegadinha de tatuagem falsa do filho A advogada Deolane Bezerra caiu em uma pegadinha de tatuagem falsa feita pelo filho, Giliard Santos. O jovem fingiu ter tatuado o nome de Deolane com uma qualidade ruim e enviou uma foto para sua mãe por WhatsApp. Na imagem, o braço de Giliard aparece envolto em plástico filme, o que é comum em pessoas que fizeram tatuagens há pouco tempo. Deolane Bezerra: veja como viúva de MC Kevin virou fenômeno nas redes após tragédia “Rapaziada, fui zoar a minha mãe que eu fiz uma tatuagem com o nome dela feio, olha o que ela disse. Ela não me deixa nem fazer tatuagem, imagina com o nome dela feio desse jeito”, disse o filho da advogada. Deolane Bezerra Marcelo Brandt/g1 Giliard Santos finge que fez tatuagem com nome de Deolane Bezerra Reprodução/Internet Na resposta em áudio, Deolane Bezerra demonstra estar brava e chega a ameaçar expulsar o filho de casa caso ele realmente tenha feito a tatuagem. Em seguida, o garoto explicou que se tratava de uma brincadeira. “Se você fez tatuagem com essas letras de ‘noia’ de cadeia, eu vou arrebentar a sua cara. Ouve o que eu estou falando. Você não entra dentro da minha casa mais. Quem manda em você sou eu, seu vagabundo dos infernos”, afirmou Deolane. O vídeo ganhou repercussão e alcançou mais de um milhão de visualizações em 24 horas. Semana Pop explica como Deolane Bezerra, viúva de MC Kevin, virou fenômeno após tragédia Veja Mais

Djavan lança 'D' como luz contra o obscurantismo: 'A gente precisa acreditar na felicidade'

G1 Pop & Arte Ao g1, cantor celebra carreira com 25º álbum, comenta 'tremor essencial' causado pela escassez de sono e diz que show no Rock in Rio vai ser 'um tiro só' de grandes sucessos com novos arranjos. Depois de tanta tristeza com a pandemia e obscurantismo dos últimos anos, Djavan quer trazer luz e leveza ao mundo com "D", álbum que lança nesta quinta-feira (11). É por isso que canta "Deixar que o vento leve / E o amor se encarregue de tudo / E que a gente volte a rir de tudo / E que a vida seja longa e tudo" em "Num Mundo de Paz". Ou "Vamos sorrir pra não cair em cilada, quem não ri de nada, não sabe o que tem / O que fazer? Tudo é possível como um dia de sol, é jogar o anzol e esperar pra ver o que vem", em "Iluminado", faixa em que canta com os filhos e netos e encerra o álbum. Ao longo das 12 canções, o cantor alagoano de 73 anos também versa sobre o amor, tema belamente abordado em sua longa carreira, e sobre a natureza em "Beleza Destruída", primeira gravação com Milton Nascimento. "A gente estava vivendo um período de obscurantismo muito grande, e eu queria o oposto, queria vir com luz, queria vir com uma mensagem de otimismo, queria que as pessoas acreditassem no futuro, só ele pode salvar", diz Djavan ao g1. O 25º álbum da carreira foi gravado de maneira até que rápida para os padrões de Djavan, que normalmente fica em estúdio de 2 a 3 anos. Muito por conta "pela gana mesmo de estar naquela pandemia parado". O processo começou em junho do ano passado e terminou em abril, após uma temporada em São Miguel dos Milagres, no litoral de Alagoas, onde compôs a maior parte das músicas. Djavan escreveu músicas de 'D', 25º álbum, no litoral de Alagoas em 2021 Divulgação/Gabriela Schmidt "Fui com a esperança de voltar para o Rio com três letras para dar o start, mas fiz oito, fiquei felizão". Passado o tempo de calmaria, Djavan voltou com tudo. Ele encerrou a turnê do álbum "Vesúvio", em junho, quando anunciou o novo álbum e já tem mês para estrear a próxima turnê: em março e em Maceió, cidade natal. Mas antes, ele prepara o show "de um tiro só" com os grandes sucessos para o palco Mundo no Rock in Rio, no dia 10 de setembro, e para o Coala Festival, em São Paulo. "Como você sabe, tenho um número de hits grande, daria para fazer um show de três horas. Quero fazer um roteiro que soe tipo assim 'ele trabalhou', fazer novos arranjos também", diz, rindo. Djavan toca no mesmo dia de Coldplay, Camila Cabello e Bastille, e não está preocupado em parecer deslocado. "Acho que vai ser uma coisa bacana, espero que seja um show inesquecível". Programação do Rock in Rio 2022: veja horários dos shows Na entrevista abaixo, Djavan também fala sobre como foi incompreendido ao longo da carreira e comenta "tremor essencial", distúrbio causado pela escassez do sono que já gerou rumores de Parkinson. g1 - Fiquei surpresa quando na final da turnê do álbum "Vesúvio", você já anunciou lançamento de "D". Conta um pouco do processo desse novo disco. Ele surge nessa "calmaria forçada" da pandemia? Djavan - Comecei a compor o disco em junho de 2021, trabalhei em composição até outubro e gravei até janeiro. Não sei como consegui fazer as coisas com mais velocidade do que os discos anteriores, eu acho que era gana mesmo de estar naquela pandemia parado, sem poder produzir. Saí de férias para Maceió, para São Miguel dos Milagres, na verdade, para escrever letras porque, no meu processo, eu só escrevo letra depois que tudo está pronto. A voz cronologicamente na gravação é a última coisa que entra. Fui com a esperança de voltar para o Rio com três letras para dar o start, mas fiz oito, fiquei felizão. g1 - Em “Num Mundo de Paz”, você fala “que a gente volte a rir de tudo, que a vida seja longa e tudo”. É esse tom otimista e esperançoso que o mundo precisa neste momento? Djavan - A gente estava vivendo um período de obscurantismo muito grande, né? A pandemia então trouxe muita tristeza, muita negatividade. Eu queria o oposto, queria vir com luz, queria vir com uma mensagem de otimismo, queria que as pessoas acreditassem no futuro. Só ele pode salvar. Ou seja, tem que investir no futuro, investir com alegria, investir com decisão, com a certeza de que nada é definitivo. A gente precisa acreditar na felicidade. E esse disco foi feito com esse objetivo de trazer uma coisa de luminosidade, de positividade. Djavan canta no Rock in Rio no dia 10 de setembro, mesmo dia de Coldplay, Camila Cabello e Bastille Divulgação/GabrielaSchmidt g1 - "D" é o seu 25º álbum. O que significa para você chegar nesse marco? Djavan - É bem simbólico, bem bonito. Faço uma reflexão sobre toda uma vida dedicada à música e tenho um orgulho de ter tido uma dedicação plena realmente. Entre erros e acertos, acho que estou no lucro, porque é uma carreira que está aí estabelecida no Brasil, no mundo. Trabalhei esses anos todos trabalhando com a mesma impetuosidade, com o mesmo prazer. É esse prazer que faz com que eu consiga abranger tanta coisa positiva na minha carreira. g1 - Muito se fala da complexidade nas suas letras e é uma conversa que rola assim desde o começo da sua carreira. Te irrita um pouco esse papo? Djavan - Não me irrita, não, porque eu reconheço, hoje, muito mais do que na época que eu comecei, porque as pessoas estão dizendo isso o tempo todo. Os fãs, os músicos, os críticos diziam que eu era diferente, que toco diferente, canto diferente, escrevo diferente, arranjo diferente. Hoje já tenho essa consciência de que o trabalho que faço tem uma marca muito pessoal, só que isso, obviamente, para se estabelecer demora e produz um sofrimento grande. Sofri muito durante a minha vida inteira tanto de rejeição, de incompreensão. Não entendiam o que eu fazia e queriam me pôr à margem por não entender o que eu fazia. Fui muito desqualificado por não ser compreendido, mas ao contrário do que poderia acontecer, isso só me deu mais força, porque uma coisa trouxe desde pequeno é ter muita perseverança, muita certeza. A minha mãe me ensinou isso "Mire no que você acredita e vá fundo sem titubear". Ela me ensinou isso desde pequeno, sempre fui e sou assim até hoje. Não é um comentário, não é um negacionismo, digamos assim, com relação ao que eu faço que vai me abalar, não, porque a crítica que faço internamente é tão grande que não tem crítica maior que a minha própria, entendeu? Estou vacinado contra isso, sofri muito, porque a injustiça dói. Ela cria um estado de desânimo muito grande, mas mesmo assim lutei o tempo todo com isso, com essas adversidades e estou aqui até hoje. g1 - Você vai tocar no palco mundo do Rock in Rio esse ano. Queria saber como que você tá preparando esse show. Podemos esperar uma surra de hits, no estilo do álbum "Djavan Ao Vivo", de 1999? Djavan - É a tendência, porque é um tiro só, é um show curto de 1h15, 1h20 para um mundo de gente que frequenta o Rock in Rio. Quando você produz um roteiro para um show a ideia é você produzir uma empatia em palco e plateia. Você quer que as pessoas participem daquela festa, daquele evento. E, como você sabe, tenho assim um número de hits grande, dá para fazer um show de três horas só de hits, mas vou tentar colocar uma música nova. Quero fazer um roteiro que soe tipo assim "ele trabalhou, ele teve trabalho". Vou fazer arranjos novos de algumas coisas e tudo, então vai ser um show lindo. Espero que seja um show realmente inesquecível para mim. Headliners do Rock in Rio, da esquerda; Iron Maiden, Post Malone, Justin Bieber, Guns N' Roses, Green Day, Coldplay e Dua Lipa Marcelo Brandt/g1; Fábio Tito/g1; Flavio Moraes/g1; Celso Tavares/g1; Kevin Winter/The Recording Academy/AFP g1 - Você toca em um dia até que pop, mas meio misturado com Coldplay, Camila Cabello e Bastille. Como você acha que você vai se encaixar nesse line-up? Djavan - Não conheço nenhum dos três assim pessoalmente, nunca conversei com eles. Como a gente, hoje, via internet acaba sendo ouvido e assistido o mundo inteiro, creio que a minha música e a deles têm alguma alguma conexão. Sobretudo porque a minha música é diversificada, abrange todos os gêneros, está ali na música latina, na americana, na brasileira. Então acho que tá tudo certo, vai ser uma coisa bacana. g1 - Recentemente, você falou sobre o "tremor essencial" que você lida há alguns anos. Em que medida você acredita que é a preocupação, em que medida você acha que é sensacionalismo ficarem procurando problemas de saúde em artistas mais velhos, como você, Caetano, Milton? Djavan - Prefiro associar a um tipo de preocupação, porque nós somos pessoas que estamos aí na vida de todos, há anos e todo mundo que gosta, pelo menos, quer continuar tendo a gente ali falando, dizendo coisas, mostrando, trazendo alguma beleza para a vida das pessoas. Associo a uma preocupação natural e por isso também, naturalmente, procurei esclarecer quando me foi perguntado, enquanto não perguntavam nada, eu não falava nada. O tremor essencial, o meu, pelo menos, não sei se existem outras origens, mas o meu foi decorrente de escassez de sono. Tem fases da minha vida que eu durmo mal, durmo menos. Agora, não, estou fazendo um esforço sobre-humano para dormir pelo menos 7 horas por dia. E tenho conseguido. Mas o meu foi proveniente da escassez de sono. Capa do álbum 'D', de Djavan Arte de Giovanni Bianco g1 - A coisa boa é que todos vocês estão em plena forma, fazendo shows excelentes pelo Brasil e pelo mundo. Além dos exercícios e de uma vida regrada, você sente que rola uma energia diferente do palco que melhora esses eventuais problemas de saúde? Djavan - Acho que o palco melhora todo mundo. Quando você chega em um palco, você está diante de 5, 10, 15, 20 mil pessoas que gostam de você, que estão ali emanando uma energia positiva. Eu, por exemplo, tenho entrado no palco, às vezes doente, pensando "Meu Deus, eu não vou conseguir fazer show hoje". Mas quando eu começo a botar a roupa, a coisa começa a se transformar, quando eu piso no palco canto a primeira música, na segunda eu já estou boníssimo, perfeito. É como se nada tivesse tido antes. O palco tem essa mágica, que vem do povo, vem da energia positiva que as pessoas mandam para a gente. g1 - Para terminar, Djavan, o que você precisa para ser feliz? Onde você encontra o prazer? No placo, na turnê, no estúdio, no Rio, em Maceió? Djavan - Eu sou, de modo geral, uma pessoa feliz porque tenho uma família muito boa, tenho um casamento muito bom, filhos legais. A gente tem uma comunhão bastante profícua, bastante boa. Todo mundo se gosta, não tem aquelas confusões. Mas o momento de maior felicidade da minha vida é quando estou no estúdio, é o momento em que estou criando, estou trazendo tudo que está armazenado no coração, na cabeça... E é um período que dura dois três anos, se eu não compuser, se eu não começar a gravar, se não entrar em estudo, eu morro, eu passo mal. É uma coisa que tenho que fazer e esse é um momento que me deixa muito feliz, porque eu estou ali criando... Se você conseguisse assistir um dia de gravação, você ia você entender... A gente ri tanto, é tão leve, é tão prazeroso para todo mundo que faz pena quando acaba. Quando acaba, não, porque não eu sou quem acaba, o disco que me abandona porque uma hora eu tenho que sair do estúdio. Mas eu gosto muito também do palco, é maravilhoso você estar ali tinha tanta gente que gosta de você, poder mostrar o trabalho novo, poder mostrar as músicas que todos conhecem. A música me dá muita felicidade, eu não tenho dúvida de afirmar que estou na profissão certa desde sempre, canto desde pequeno. Não posso me queixar. Veja Mais

Tove Lo faz versão de vídeo de cantora curitibana que viralizou com remix de bossa nova e gritos de vendedor na praia

G1 Pop & Arte Cantora sueca incluiu sua voz em vídeo criado pela brasileira Tafnes Taborda. 'Hit internacional, família. Exquece'. Tove Lo faz versão de vídeo de cantora curitibana que viralizou com remix de bossa nova e gritos de vendedor na praia Reprodução/Instagram Tove Lo já falou ao g1 sobre sua relação com o funk brasileiro. E agora, a cantora sueca também mostrou que entende de bossa nova ao fazer uma versão de um vídeo viral criado pela cantora curitibana Tafnes Taborda. No vídeo original, Tafnes faz uma remix de bossa nova com os gritos de um vendedor de refrigerante na praia. Publicado originalmente em 30 de julho no TikTok, o vídeo já conta com mais de 785 mil curtidas na plataforma. Tafnes repostou a produção em seu Instagram e apresentou como "Tempero brasileiro". Na nova versão, postada por Tove Lo nesta terça-feira (12), a cantora sueca incluiu sua voz no remix, além de uma bateria. O vídeo conta com mais de 216 mil curtidas. Tafnes celebrou no Instagram: "hit internacional, família. Exquece". Initial plugin text Veja Mais

Yuri Shevchuk, ícone do rock russo, é multado por criticar presidente Putin e ofensiva na Ucrânia

G1 Pop & Arte Em maio, o cantor lamentou que jovens do país invadido e da Rússia estejam morrendo por causa dos 'planos napoleônicos do nosso César'. Yuri Shevchuk Sergey Ponomarev/AP Photo/Arquivo Yuri Shevchuk, ícone do rock russo, foi condenado nesta terça-feira (16) na Rússia a pagar uma multa por ter criticado durante um show a ofensiva contra a Ucrânia e o presidente Vladimir Putin. Um tribunal de Ufa (centro da Rússia) declarou o cantor culpado de "ação pública destinada a desacreditar o uso das Forças Armadas russas" e impôs uma multa de 50 mil rublos (cerca de US$ 815), informou o serviço de imprensa da instância judicial em comunicado. "Estamos matando pessoas na Ucrânia, por quê? Nossos jovens estão morrendo na Ucrânia, por quê?", disse em 18 de maio, ao seu público em Ufa, o cantor de 65 anos, que lamentou que "os jovens da Ucrânia e da Rússia" morram "por causa dos planos napoleônicos do nosso César". Embora tenha sido multado, o Código Penal prevê penas de até cinco anos de prisão para este tipo de crime em caso de reincidência e circunstâncias agravantes. O cantor, ausente na audiência devido a uma quarentena relacionada ao coronavírus, afirmou em uma declaração escrita que sempre foi "contra a guerra, em qualquer país e em qualquer época". Líder do grupo de rock DDT, muito famoso na dissolvida URSS, Shevchuk denuncia há anos a influência de Putin, chegando a questioná-lo em 2010 em uma reunião exibida pela televisão. Também foi um dos líderes de um amplo movimento de protesto na Rússia em 2011-2012, que foi reprimido pelo Kremlin. Shevchuk começou sua carreira na década de 1980, ganhando popularidade graças às suas canções contra o sistema. Veja Mais

Maiara se desequilibra ao chegar a show e brinca: 'Chegando no rolê me achando linda e a vida tentando me derrubar'

G1 Pop & Arte Cantora quase caiu ao ir de encontro aos fãs, mas foi amparada pelo produtor Juninho Moreira. 'Obrigada por ser meu alicerce'. 'Chegando no rolê me achando linda e a vida tentando me derrubar', brinca Maiara Maiara, dupla de Maraisa, quase foi ao chão assim que chegou para o show que a dupla realizou em Araras, São Paulo, na noite deste domingo (14). Enquanto acenava para os fãs, que aguardavam a dupla, a cantora se desiquilibrou, mas logo foi amparada pelo produtor Juninho Moreira, que conseguiu segurá-la em tempo. Nas redes sociais, Maiara brincou com o incidente: "Eu chegando no rolê me achando linda e a vida literalmente tentando me derrubar! Obrigada, Junhinho Moreira, por ser meu alicerce há mais de 10 anos! Cheguei Araras! Hoje nada me derruba", escreveu a cantora. Maraisa usou a postagem para brincar com a irmã: "Nois trupica mais não cai", escreveu a cantora no espaço para comentários. Maiara se desequilibra ao chegar a show, é amparada por produtor e faz brincadeira nas redes sociais Reprodução/Instagram Leia também: Maiara fala sobre alteração em nome de álbum com Maraisa e Marília Mendonça: 'Não muda o que vivemos' Lauana Prado, Allana Macedo e Maria Cecília falam sobre baixa presença feminina na Festa do Peão de Barretos Veja Mais

Arma que matou diretora no set de 'Rust' teve seu gatilho puxado, diz relatório do FBI

G1 Pop & Arte Armamento, entregue ao ator Alec Baldwin, não poderia ter sido disparado sem ter o gatilho puxado, concluiu um relatório do FBI obtido pela rede de TV 'ABC News'. Em dezembro do ano passado, ator negou que havia acionado disparador da arma. Alec Baldwin com roupa de seu personagem na gravação de 'Rust' AFP Photo/Gabinete do Xerife do condado de Santa Fe A arma que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins com um tiro acidental disparado pelo ator Alec Baldwin não poderia ter sido acionada sem ter o gatilho puxado, concluiu um relatório forense do FBI, a polícia federal americana. De acordo com o relatório obtido pela rede de TV "ABC News", a arma não poderia ter disparado “sem ter o gatilho puxado enquanto os seus componentes internos estavam intactos e funcionais”. O FBI chegou à essa conclusão depois de realizar testes de disparos acidentais com um modelo do revólver usado no disparo acidental (calibre .45 Long Colt) do set do filme "Rust", uma produção de cowboy ambientada no século 19. A conclusão vai de encontro ao que afirma o ator americano. Em dezembro, Baldwin declarou em entrevista para TV americana que não puxou o gatilho da arma que matou a diretora. "Bem, o gatilho não foi puxado. Eu não puxei o gatilho", afirmou o ator à época. "Eu nunca apontaria a arma para alguém e puxaria o gatilho para ela. Nunca." Halyna Hutchins Sonia Recchia/Getty Images/AFP Nessa mesma entrevista, Baldwin contou que estava ensaiando o posicionamento em uma cena, na qual Hutchins dava instruções a ele para poder pensar nos movimentos da câmera durante a gravação. Foi neste momento que o ator sacou o revólver e o apontou para a câmera, mas atingiu a diretora de fotografia, de 42 anos, no peito. Ele acreditava que a arma estava descarregada. A "ABC News" afirmou ainda que entrou em contato com representantes de Baldwin e de Hannah Gutierrez Reed, que coordenava as armas utilizadas no set de "Rust", mas ainda não recebeu uma resposta dos dois. Veja Mais

Salman Rushdie: o que se sabe sobre o homem acusado pelo ataque contra o escritor em Nova York

G1 Pop & Arte Um homem de 24 anos, identificado pelas autoridades como Hadi Matar, foi acusado por tentativa de homicídio e agressão Salman Rushdie foi atacado durante palestra no oeste do estado de Nova York GETTY IMAGES/BBC O suspeito de esfaquear o escritor britânico Salman Rushdie em um evento em Nova York na sexta-feira (12/08) foi formalmente acusado por tentativa de homicídio e agressão neste sábado (13). Hadi Matar, de 24 anos, foi detido sem a possibilidade de fiança, segundo o gabinete do Procurador Distrital de Chautauqua, no Estado de Nova York. Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York Salman Rushdie: representante do Hezbollah afirma que grupo 'não sabe nada' sobre ataque a escritor O homem mora na cidade de Fairview, em Nova Jersey, de acordo com o porta-voz da polícia de Nova York, Eugene J. Staniszewski. Ele tinha um ingresso para assistir à palestra que Rushdie, de 75 anos, estava ministrando no Instituto Chautauqua, no oeste do estado de Nova York. Segundo Staniszewski, quando o escritor e apresentador do evento estavam no palco, o suspeito esfaqueou Rushdie pelo menos uma vez no pescoço e uma no abdômen. Ele também feriu levemente o moderador, Henry Reese. Após horas de cirurgia, Rushdie permanece conectado a um aparelho respirador. "As notícias não são boas. Salman provavelmente perderá um olho, os nervos de seu braço foram cortados e seu fígado foi esfaqueado e danificado", disse Andrew Wylie, seu agente literário, sobre seu estado de saúde. Salman Rushdie foi atendido por um médico que estava na plateia logo após o ataque BBC O suspeito Uma análise dos perfis de Matar nas redes sociais sugere que ele é simpático às causas do Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica, segundo a rede de televisão americana NBC News. O Exército dos Guardiães é uma importante força militar e política no Irã - no entanto, nenhum vínculo foi estabelecido definitivamente com o suspeito. Matar nasceu nos Estados Unidos de pais que emigraram do Líbano, segundo afirmou um oficial libanês à agência de notícias Associated Press. O ataque e a segurança do evento De acordo com o porta-voz da polícia, a equipe de organização do evento e pessoas que estavam na plateia pularam sobre o suspeito no momento do ataque e o derrubaram. Ele foi preso no local. Rushdie foi inicialmente tratado por um médico que estava na plateia, assim como Reese, que sofreu lesões faciais, mas já foi liberado. Staniszewski afirmou que a polícia "não tem indicação do motivo" do ataque. Em referência ao atentado contra o escritor britânico, a governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, assegurou que "um policial estadual se levantou e salvou sua vida, protegendo ele e o moderador". Uma testemunha na plateia disse ao jornal The New York Times que viu um homem alto e magro pular no palco e acertar Rushdie três ou quatro vezes no rosto, e então viu o sangue: "Ele estava coberto de sangue, havia sangue derramado por todo o chão. O sangue cobria seus olhos e suas bochechas." Um escritor identificado como Carl LeVan, que também estava participando do evento, escreveu em sua conta no Twitter que Rushdie "foi esfaqueado várias vezes antes que o atacante fosse contido pela segurança". Vários participantes indicaram que não havia revista de malas, detectores de metal ou outras medidas de segurança na entrada do evento. Ameaça de morte e asilo Rushdie, que vive nos Estados Unidos desde 2000, foi escalado para participar da conferência organizada pela organização City of Asylum (Cidade do Asilo) para falar justamente sobre "sua experiência como artista exilado nos Estados Unidos", ao lado de Henry Reese, presidente da organização. A palestra de Rushdie intitulava-se "More Than Shelter" (Mais do que Abrigo) e discutia o caráter dos Estados Unidos "como uma terra de asilo e lar para a liberdade criativa de expressão". Em 1989, Rushdie foi ameaçado de morte pelo Irã por uma da suas principais obras, o livro Versos Satânicos (Companhia das Letras), publicado em 1988. O então líder raniano, aiatolá Khomeini, condenou o livro e ofereceu uma recompensa de milhões de dólares pela morte de Rushdie — que sofreu uma tentativa de homicídio no mesmo ano. A obra do escritor foi especialmente polêmica por ter um personagem inspirado no profeta Maomé retratado de forma considerada ofensiva por líderes da comunidade muçulmana. Rushdie foi forçado a viver escondido por vários anos. A ameaça de morte causou a ruptura das relações entre o Reino Unido e o Irã por mais de uma década. Até agora, o governo iraniano permanece em silêncio sobre o ataque. No entanto, a agência de notícias oficial do país, a IRNA, publicou em seu serviço inglês informações sobre o ataque. - Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62536536 Veja Mais

Jean-Jacques Sempé, criador de 'O pequeno Nicolau', morre aos 89 anos

G1 Pop & Arte Entre suas obras também está uma série de ilustrações para as capas da revista 'The New Yorker'. Jean-Jacques Sempé Joël Saget/AFP O cartunista francês Jean-Jacques Sempé morreu aos 89 anos. A informação foi confirmada pelo biógrafo do artista para a agência de notícias AFP, nesta quinta-feira (11). O artista é o criador da série infantil "O pequeno Nicolau", ao lado de René Goscinny, cocriador de "Asterix", e que foi transformada em filme, lançado no Brasil em 2010. Ele também é o autor da graphic novel "Senhor Lambert", em que narra o cotidiano de um bistrô em Paris e seus frequentadores. Nascido em Pessac, na França, Sempé ficou conhecido mundialmente por uma série de mais de 100 ilustrações para as capas da revista "The New Yorker". Seus desenhos de linhas delicadas frequentemente mostravam pequenas figuras em paisagens urbanas, que rendiam comentários sobre a sociedade e a vida moderna. O presidente francês, Emmanuel Macron, fez uma homenagem ao artista em seu Twitter. "Jean-Jacques Sempé teve a elegância de permanecer sempre leve sem que nada lhe escapasse", escreveu. Initial plugin text Veja Mais

Thiaguinho abre o coração e declara amor à sua terra natal: 'Eu sou um apaixonado por Prudente'

G1 Pop & Arte Cantor fez participação especial ao vivo no Fronteira Notícias 1ª Edição, no estúdio da TV Fronteira, nesta quinta-feira (11). Thiaguinho é convidado especial no Fronteira Notícias 1ª Edição O cantor Thiaguinho, que está em Presidente Prudente (SP), nesta quinta-feira (11), não escondeu o carinho pelo município onde nasceu ao falar sobre a sua visita e o seu apreço aos moradores da maior cidade do Oeste Paulista. Nesta quinta-feira (11), Thiaguinho fará um show especial, com músicas exclusivas do seu novo álbum "Meu Nome é Thiago André”, no Salão do Limoeiro, no campus 2 da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste). Os ingressos ainda disponíveis custam de R$ 120 a R$ 200, inteiros, e a abertura do local do show está prevista para as 20h. Na universidade, inclusive, acontece uma exposição, que leva o mesmo nome do novo álbum, sobre o cantor, com objetos pessoais que mostram curiosidades e a trajetória do Thiaguinho, que também é compositor, instrumentista e considerado um dos maiores ídolos contemporâneos da Música Popular Brasileira (MPB). A mostra segue aberta ao público até esta sexta-feira (12), no Bloco B3, com entrada grátis e visitação das 11h às 21h. “É muito legal poder receber o carinho das pessoas, eu sou um apaixonado por Prudente, falo da cidade por todos os lugares, e estar aqui é uma emoção sempre diferente. Saber que as pessoas daqui têm um carinho por mim, torcem por mim, se sentem representadas por mim, enquanto eu estou pelo Brasil afora, levando a minha música e levando o nome de Prudente também, eu fico muito feliz. Muito obrigado pelo carinho de todos vocês”, comentou o artista, em entrevista à TV Fronteira. Cantor Thiaguinho participou ao vivo do Fronteira Notícias 1ª Edição Rodrigo Marinelli/g1 VEJA TAMBÉM: Exposição de acervo pessoal mostra a trajetória artística do prudentino Thiaguinho, um dos maiores ídolos da música brasileira O artista fez uma participação especial no Fronteira Notícias 1ª Edição, da TV Fronteira, e conversou com os apresentadores Carla Moreno, João Paulo Tilio, Murilo Zara e Tiago Rodrigues sobre diversos assuntos ao decorrer de todo o telejornal, ao vivo, no estúdio da emissora. Entre os temas abordados, estiveram o show e a exposição de comemoração aos 20 anos de carreira do artista. Thiaguinho falou, ainda em entrevista exclusiva à TV Fronteira, sobre as expectativas com o novo álbum, a participação de um colega prudentino e músicas especiais. “Esse novo trabalho é muito especial para mim. É um trabalho onde eu canto músicas que eu cresci ouvindo, resolvi fazer uma homenagem à música brasileira, nesses 20 anos, até porque eu sou fruto da música brasileira. Tem Elis Regina, Tim Maia, Emílio Santiago, tem uma música inédita com o Gabriel Abayomi, um grande irmão aqui de Presidente Prudente”, complementou o instrumentista na conversa com o jornalista Tiago Rodrigues. Cantor Thiaguinho participou ao vivo do Fronteira Notícias 1ª Edição Rodrigo Marinelli/g1 O cantor finalizou contextualizando sua relação com seu pai, que fez uma breve participação durante o programa, e também com seu avô, nesta semana que antecede o Dia dos Pais, em Presidente Prudente. “A gente gosta muito de vir para Prudente, é a cidade onde eu e meu pai nascemos e tivemos momentos maravilhosos, marcados na minha memória. A gente vai fazer essa comemoração do Dia dos Pais de forma antecipada, porque no domingo [14] eu vou estar em Fortaleza [CE], mas aproveito aqui para mandar um beijo para o meu pai, e para o meu avô, seu Sebastião Barbosa, que trabalhava na Cúria, na Catedral de Presidente Prudente, e é uma figura muito conhecida na cidade. Tenho muito orgulho de ser neto dele e desejo um feliz Dia dos Pais para todos os pais prudentinos”, concluiu Thiaguinho. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região. Veja Mais

'Meu gato salvou minha vida quando tive ataque cardíaco'

G1 Pop & Arte O gato Billy acordou sua dona, Sam Felstead, pulando sobre ela e miando. Billy pulou em Sam Felstead e começou a miar enquanto ela dormia BBC Uma mulher britânica acredita que seu gato salvou sua vida ao acordá-la enquanto ela estava tendo um ataque cardíaco. Sam Felstead afirma que poderia teria morrido dormindo se Billy não tivesse saltado sobre ela e começado a miar. Assim que acordou, ela percebeu que não conseguia mover o lado direito do seu corpo. Sua mãe, então, a levou ao hospital. Dois especialistas em comportamento felino explicaram à BBC que Billy pode ter reagido a mudanças no comportamento ou na fisiologia de Felstead. 'Ele sabia' "Os médicos disseram que foi importante ter chegado no hospital logo", disse Felstead, que mora em Nottinghamshire, na região central da Inglaterra. "Ele [Billy] normalmente não se senta comigo, mas ele sabia que algo estava errado porque não me deixava em paz. Acho que ele salvou minha vida, assim como todo mundo ao meu redor." Billy pode ter reagido ao suor excessivo da dona SAM FELSTEAD Lucy Hoile, especialista em comportamento felino, acredita que Billy pode ter percebido mudanças fisiológicas ou no comportamento de Felstead, o que o deixou ansioso. "Pode ser que o fato de ele pular em cima dela e miar seja um sinal de sua ansiedade", disse ela. "Eu acredito que ele provavelmente salvou a vida dela, porque foi isso que permitiu que ela conseguisse ajuda médica, mas eu não diria que ele fez isso 'sabendo do ataque cardíaco'. Foi uma reação à situação." 'Ele foi muito esperto' Hoile disse que Billy pode ter percebido que Felstead estava suando mais do que o normal, movendo-se de maneira diferente, fazendo barulhos, ficando inquieta durante o sono ou que tenha até mesmo notado uma mudança em seu cheiro. "Eu estava molhada de suor, então talvez tenha sido isso que ele sentiu", disse Felstead. "Ele foi muito esperto, Deus o abençoe. Ele queria ficar ao meu lado o tempo todo. Normalmente ele fica sentado ao lado da minha mãe o tempo todo, ele não está interessado em mim. Ele ama minha mãe e dá muito amor a ela." Billy normalmente não dá muita atenção à dona SAM FELSTEAD Linda Ryan, especialista em comportamento clínico animal certificada para gatos, disse que Felstead poderia estar se comportando de uma maneira que fosse interessante ou angustiante para Billy. "Pode ser que o gato tenha ficado assustado ou angustiado. Os movimentos ou espasmos estavam atraindo sua atenção, porque os gatos são estimulados pelo movimento", disse ela. "É provável que isso tenha a ver com a mudança de comportamento, eu imagino. Os gatos não têm os mesmos comportamentos sociais que as espécies sociais, como cães, cavalos ou coelhos, pois são mais solitários por natureza." "Embora seja fácil acreditar que este foi um ato de altruísmo, correlação não necessariamente implica causa, portanto, é improvável que ele estivesse salvando deliberadamente a vida da dona." 'Ele não tem a menor ideia' Felstead ficou internada entre 8 e 11 de agosto. Ela fez uma angioplastia, um procedimento cirúrgico pouco invasivo para combater a obstrução de artérias que conduzem o fluxo sanguíneo até o coração. A britânica também precisará tomar medicamentos para o coração a partir de agora. "Quando saí do hospital, ele [o gato] não se aproximou de mim por horas. Não sei se eu estava com um cheiro estranho do hospital", disse ela. Ela se sente "muito grata" por Billy, mas afirma que ele é aparentemente indiferente a ela. "Eu não acho que ele tenha a menor ideia do que aconteceu", disse ela. "Contanto que eu o alimente, está tudo bem para ele." - Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62582465 Veja Mais

Artista brasileiro mostra com seria rosto de Madonna sem plásticas e cantora aprova trabalho: 'Ótimo'

G1 Pop & Arte Trabalho ganhou aprovação e elogio da própria Madonna. Ao ver a postagem, a cantora disse que estava ótimo e ainda fez um pedido para o artista, que ele recriasse o rosto da mãe dela se estivesse viva hoje. Hidreley, de Botucatu (SP), usou recursos de inteligência artificial para recriar o rosto da cantora sem plásticas Hidreley Leli Dião /Arquivo pessoal O artista de Botucatu (SP) que viralizou na web ao “dar vida” a desenhos animados usou mais uma vez recursos de inteligência artificial para mostrar como seria o rosto de Madonna sem intervenções e cirurgias plásticas. A arte dele foi para homenagear a rainha do pop, que comemora 64 anos nesta terça-feira (16). O artista Hidreley Leli Dião aproveitou a ocasião para recriar o rosto da cantora. Ele conta que fez questão de preservar o sorriso marcante da cantora. “Ela mudou todo o rosto com as cirurgias, só ficou os olhos e o nariz. Fez de tudo, até deixou o rosto triangular”, explica Hidreley. O trabalho ganhou aprovação e elogio da própria Madonna. Ao ver a postagem, a cantora disse que estava ótimo e ainda fez um pedido para o artista, que ele recriasse o rosto da mãe dela se estivesse viva hoje. “Ei, você pode dar vida a esta fotografia? Se sim, te mando por e-mail”, disse a cantora na mensagem. Hidreley compartilhou a conversa em seu perfil no Instagram. “Quem faz aniversário é ela, mas quem ganha o presente sou eu”, comemora. Ao g1, o artista disse que está aguardando o envio da foto com melhor qualidade por e-mail para atender o pedido da rainha do pop. Cantora elogiou fez um pedido para o artista em seu perfil no Instagram Hidreley Leli Dião /Arquivo pessoal Vida aos desenhos Além da recriação de famosos sem plásticas e também de como estariam aqueles que partiram cedo, como Ayrton Senna e Leandro, da dupla com Leonardo, Hidreley "dá vida" a personagens famosos de desenhos animados. Artista de Botucatu comemora 62 anos do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, com publicação no Instagram Reprodução/Instagram Nestes casos, sobre o processo de criação, Hidreley comenta que tem "olhar artístico" para cada obra que se propõe a transformar. Para começar, ele procura rostos em banco de imagens que tenham traços semelhantes aos personagens que quer recriar. Em seguida, após a escolha da imagem base, o personagem que ganhará vida é sobreposto no Photoshop. A partir disso, o artista monta o rosto real em, no máximo, 50 minutos. Artista de Botucatu usa inteligência artificial para 'dar vida' a personagens "Estica daqui, estica dali, procuro fontes de cabelo, e por aí vai. Muitas vezes achar uma foto no banco de imagens demora muito mais do que o próprio processo digital. Levo em torno de uma hora para encontrar um rosto e uns 50 minutos no máximo para recriar. No total, são umas duas horas para concluir", finaliza. Como exemplo, Hidreley mostra o processo para criar o rosto real do Bruno, personagem do filme "Encanto" da Disney e que foi um dos projetos mais pedidos pelos seguidores. O rosto base, do banco de imagens de domínio público iStock, é um homem com tom de pele claro e olhos claros. Artista de Botucatu viraliza e se torna destaque internacional ao dar vida a personagens animados Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal Para o artista, basta "sentir que irá funcionar" e que o personagem irá se adequar ali como ponto de partida para iniciar a criação. O morador de Botucatu também é colaborador de uma revista digital há quase cinco anos. Por isso, a rotina dele é voltada para descobrir novas narrativas, mantendo hoje pouco mais de 50 mil seguidores nas redes sociais. Artista de Botucatu (SP) viraliza e se torna destaque internacional ao 'dar vida' a personagens animados Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal "Fiz dois personagens, o Moe de 'Os Simpsons', e o Aladdin, e postei no meu Instagram. Até então, eu tinha oito mil seguidores, mas o pessoal gostou muito, foi comentando sugestões e eu acolhia e criava o que me pediam. Quando me dei conta, tinha umas 20 novas imagens e novos seguidores. Em duas semanas, muita plataforma grande me procurou para entrevistas e eu estava com mais de 50 mil seguidores", comemora. O que o artista mais lê nos comentários de postagens são afirmações como "isso é gente de verdade" ou "isso é fotografia". Mas ele insiste em dizer que as produções são frutos de inteligência artificial, estudo e dedicação. Artista de Botucatu (SP) viraliza e se torna destaque internacional ao 'dar vida' a personagens animados Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal *Sob a supervisão de Mariana Bonora VÍDEOS: assista às reportagens da região Usando uma foto em preto e branco de Madonna como referência, o trabalho desenvolvido pelo artista destacou algumas partes do rosto da cantora como se tivessem envelhecido naturalmente, como as marcas nos cantos do olho, na testa e o volume no queixo.Hidreley fez questão de preservar o sorriso marcante da cantora. Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília Veja Mais

10 anos do 'Ecce Homo' de dona Cecilia Giménez: de desastre a meme que mudou uma cidade

G1 Pop & Arte Obra mudou a vida e a rotina dos 5 mil habitantes da cidade de Borja. Que meme é esse? 10 anos da 'deforma' do Ecce Homo "Um acontecimento inqualificável." Assim começava um post, datado de 7 de agosto de 2012, do blog dedicado à cultura da pequena cidade espanhola de Borja, de apenas 5 mil habitantes. A postagem explicava que um inventário de arte religiosa da região constatou a má conservação do afresco Ecce Homo, feito pelo pintor Elias García Martínez nas paredes do Santuário da Misericórdia em Borja. "Mas, para a nossa estupefação, podemos comprovar que, no breve espaço transcorrido desde então, se produziu uma 'intervenção' cujo resultado é o que se oferece nesta imagem." O 'Ecce Homo' pelas mãos de Elias García Martínez e modificado por Cecilia Giménez no Santuário da Misericórdia em Borja, Espanha GETTY IMAGES/via BBC "Desconhecemos as circunstâncias em que [a intervenção] se produziu." Não tardou para que elas fossem reveladas. Uma paroquiana do santuário de Borja chamada Cecilia Giménez, de 81 anos à época, foi identificada como a autora da intervenção desastrada. Munida de "boa fé", tentou resolver os problemas de conservação da pintura mesmo sem dominar técnicas necessárias. O resto é história: um tsunami de chacotas varreu as redes sociais, alimentou o noticiário, os programas de humor e as rodas de conversa pelo mundo nas semanas seguintes e reverberou com tamanha força que transformaria o trabalho de Dona Cecilia em um dos maiores memes já criados pela internet. Diante do repentino interesse de um novo público pela arte sacra local, o padre do santuário chegou a solicitar ao prefeito para cobrir o quadro e assim evitar piadas. O pedido foi negado. Já a idosa, sob ameaça de processo judicial em razão do que foi classificado de "ato de vandalismo", caiu em depressão. Chorou por vários dias. Logo, porém, ela recuperou seu ânimo. Percebeu que sua obra estava "dando a volta": pouco a pouco, a ridicularização cedia lugar à apreciação, muita vezes irônica, em um fenômeno típico da cultura da web. Em pouco tempo a imagem se transformou em uma série de produtos de merchandising, como chaveiros, camisetas e imãs de geladeira, e até em uma ópera composta pelo norte-americano Andrew Flack em 2015. Dez anos depois, Borja celebra sem nenhum constrangimento o Ecce Homo transformado pelas mãos da senhora espanhola, que hoje vive em uma casa de repouso, com a saúde debilitada aos seus 91 anos. "Sua situação piorou bastante, mas ela ainda é consciente do fenômeno e vive aqui em Borja em uma residência mantida pelo governo de Aragão. Está junto com seu filho, que tem também um problema de saúde severo", disse o atual prefeito do município espanhol, Eduardo Arilla Pablo, à BBC News Brasil.José Antonio tem uma lesão cerebral e vive em uma cadeira de rodas. O outro filho de dona Cecilia, Jesusín, morreu aos 20 anos por causa de uma doença muscular rara.Ela disse em uma entrevista recente à TV pública de Aragão que, se pudesse, "voltaria a tentar reparar o Ecce Homo". A um jornal do País Basco, outra região espanhola, afirmou que sempre gostou de pintar e tem boas recordações da restauração porque a "fez com carinho". O prefeito de Borja conta que no próximo dia 10 de setembro haverá "uma cerimônia de reconhecimento a Cecilia Giménez e a Elias García Martínez" que será transmitida ao vivo pelo YouTube. É um reconhecimento também ao grande impacto causado nessa pequena cidade localizada a 60 km de Saragoça e parte da região autônoma espanhola de Aragão. "Turisticamente somos um produto mundial. Recebemos visitantes de 110 países do mundo", afirma Arilla. Turistas no Santuário da Misericórdia em Borja para ver o Ecce Homo modificado de perto GETTY IMAGES/via BBC No primeiro ano após o surgimento do caso houve uma explosão no número de turistas, com 40 mil visitantes em Borja. "Agora se estabilizou. Mas trabalhamos para que essa cadeia nunca se rompa na hotelaria da cidade", diz Arilla. Agora, o fluxo fica entre 10 mil e 11 mil visitantes anualmente que testemunham ao vivo o que se celebrizou online. Mas o que o prefeito pensa do que fez Dona Cecilia? "Como instituição não podemos permitir que essas coisas aconteçam. Temos um grande patrimônio monumental e artístico e estamos empenhados em restaurá-lo. O que aconteceu foi um erro. Mas também é verdade que, uma vez que isso aconteceu, esse é o fenômeno pop, o ícone pop", afirma. "Com todo o meu respeito à pintura original de Elias García, a obra mais importante agora se define ao modo de Cecilia Giménez." Dona Cecilia Giménez à época da realização do restauro BBC O original: "escasso valor artístico" O afresco feito por García Martínez (1858-1934) é uma reprodução de outros Ecce Homo ("Eis o Homem", em latim) do passado. É um tema comum na arte europeia entre os séculos 15 e 17, cujo título alude à frase de Pôncio Pilatos quando apresenta Jesus Cristo torturado à multidão. García Martínez foi professor da Escola de Belas Artes de Saragoça e também o patriarca de uma família de artistas do qual se destacou seu filho Honorio García Condoy, um escultor vanguardista. A pintura original de 1930 foi restaurada em 2012 com trágicas e risíveis consequências CENTRO DE ESTUDIOS BORJANOS/via BBC A família costumava passar os verões na região de Borja, e foi isso que levou Garcia Martínez a produzir o afresco dentro do santuário no ano de 1930. O prestigiado diário espanhol El País classificou a pintura original como de "escasso valor artístico". A obra não chegou a ser catalogada pelos órgãos culturais de Aragão. Afinal, Dona Cecilia fez arte? "Cecilia Giménez criou algo totalmente diferente, com muito mais impacto do que a pintura original, que não seria esquecida porque nem sequer foi lembrada antes", diz Nathalia Lavigne, curadora e pesquisadora em cultura digital. "Mas tudo aí é contexto, meme é contexto. A imagem penetrou na cultura visual contemporânea porque tinha todas as características de um meme: uma coisa de casualidade, de amadorismo e meio anárquica. Jamais foi a intenção dela o que aconteceu." O caso do Ecce Homo refeito, segundo Lavigne, se relaciona a uma questão contemporânea: agora pergunta-se menos o que é a arte e mais onde é arte. "Naquele contexto em que ela fez a restauração certamente não era arte. Mas pode ser visto dessa forma pensando numa ideia de longevidade da circulação da imagem, que vai determinar a importância sobre a vida do objeto." Durante a "reabilitação" de dona Cecilia, surgiram visões inesperadas. O cineasta espanhol Álex de la Iglesia, diretor de filmes como O Bar e O Dia da Besta, declarou no Twitter que a imagem é um "ícone de nossa maneira de ver o mundo. Significa muito". O crítico de arte americano Ben Davis chegou a colocar a restauração entre as 100 peças que definiram a década de 2010 ("uma amada obra-prima de surrealismo não-intencional"). Para Rob Horning, editor na revista eletrônica sobre tecnologia e cultura de internet Real Life, o meme na verdade "deu chance para satirizar simultaneamente a piedade da religião e a pseudo-religião da arte". O resultado desastroso também "liberou nos espectadores uma sensação de superioridade", algo como olha o que essa senhora teve coragem de fazer. Equipe que vai restaurar 'Ecce Homo' quer salvar 'obra' de idosa espanhola Cesar Manso/AFP Horning observa que o sucesso das visitas turísticas a Borja também mostra uma curiosa relação mundo offline x mundo online: é como se a parede em que está o Ecce Homo de dona Cecilia dissesse para o espectador: "Eis a internet". "A sensação deve ser bastante poderosa", diz Horning. Há no meme de dona Cecilia em 2012 alguns caminhos que tornariam característicos na internet com o passar dos anos. O caso sugeriu, por exemplo, que as consequências para alguém que viraliza, mesmo em um contexto de ridicularização, podem não ser tão graves - e uma grande repercussão consegue ser até "monetizada". Foi garantido a dona Cecilia 49% dos direitos de imagem de seu Ecce Homo, que ela aplica em um fundo para amparar pacientes que enfrentam a mesma doença que seu filho. Mas a principal lição do meme, diz o jornalista, é que a internet "se aproveita dos fenômenos e os inverte". O jogo, ao final, virou. Até dona Cecilia parece mais convencida sobre sua obra. Em 2016, durante a cerimônia de inauguração de um "centro de interpretação" de seu trabalho em Borja, declarou: "Às vezes, de tanto vê-lo, penso 'meu filho, você já não é tão feio como me parecia no começo". Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62500921 Veja Mais

'A gente não vê sertanejo preto', lamenta Jeniffer Dias, de ‘Rensga Hits!’

G1 Pop & Arte Atriz está no ar como a cantora Thamyres na nova série do Globoplay que se passa em Goiânia e conta o dia-a-dia de artistas do feminejo. Jeniffer Dias interpreta Thamyres na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo A atriz e produtora fluminense Jeniffer Dias, que está no ar como a cantora Thamyres, em "Rensga hits!", lamentou a falta de representatividade de pessoas negras na música sertaneja. "A gente não está acostumada a ver sertanejo preto. Então eu não tinha muito isso de escutar sertanejo porque não me representava muito", lamentou a artista após ser questionada por Serginho Groisman na última edição do "Altas Horas" sobre se acompanhava produções do gênero musical . Músicas dos personagens de 'Rensga Hits!' viram álbum real; saiba como foi criação 'Rensga Hits!' tem festa com elenco e famosos para celebrar estreia; veja fotos "Rensga hits!" é a nova série do Globoplay que se passa em Goiânia e conta o dia-a-dia de artistas do sertanejo em busca da fama. A série, que tem oito episódios, retrata o feminejo e estreou no Globoplay no último dia 4 de agosto. Dias, que participava ao vivo do mesão do "Criança Esperança" durante o programa, elogiou a iniciativa da produção de colocar artistas negros para interpretar cantores de sertanejo. "É incrível a série falar sobre isso, botar uma personagem preta lá. Uma dupla sertaneja preta. É incrível. É algo que pode subverter tudo isso e de repente abrir um portal de oportunidades para mais cantores pretos", completou. Na série Original Globoplay Dias faz uma dupla musical com o ator, dramaturgo e diretor, Sidney Santiago Kuanza, que interpreta seu irmão Theo. "É um prazer fazer parte desse elenco, dessa série maravilhosa, fazendo a Thamyres, uma cantora sertaneja que tem uma dupla com o Theo, que dá muito trabalho para a Thamyres. Foi muito gostoso a preparação, morar três meses em Goiânia e cantar", contou a artista. Veja Mais

Autora J.K. Rowling recebe ameaça de morte no Twitter

G1 Pop & Arte A autora, que já recebeu diversas ameaças de morte, agradeceu o apoio recebido e avisou que a polícia já está envolvida no caso. Reprodução/Instagram A autora J.K Rowling sofreu uma ameaça de morte no Twitter. Depois de manifestar sua indignação com o ataque contra o também escritor Salman Rushdie, um homem a respondeu, sugerindo que ela também está sob o risco de um atentado contra a sua vida. "Estou me sentindo muito mal agora. Espero que ele fique bem", comentou Rowling sobre a tentativa de homicídio de Rushdie. Em seguida, o usuário @MeerAsifAziz1 a respondeu, dizendo: "Não se preocupe, você é a próxima". Escritor Salman Rushdie, esfaqueado por um homem nos EUA, pode perder um olho e está em aparelho respirador Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York Na sequência, ela pediu ajuda ao suporte da plataforma e agradeceu às manifestações de apoio que recebeu. "Obrigado pelas mensagens. A polícia já está envolvida nesta e em outras ameaças", escreveu. O dono do perfil, que agora já está desativado, se intitulava como "estudante, ativista social, ativista político e ativista de pesquisa". De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, Meer Asif Aziz é paquistanês e extremista islâmico. Além da ameaça explícita, ele teria elogiado várias vezes o homem que cometeu o ataque contra Rushdie, Hadi Matar, de 24 anos. Veja Mais

Anne Heche sofreu lesão cerebral, diz porta-voz a site

G1 Pop & Arte Atriz dirigia veículo que bateu em uma casa e pegou fogo. Informação sobre o estado de saúde da atriz foram dadas por um representante ao site 'TMZ'. Anne Heche chega ao 74º prêmio anual do 'Directors Guild of America' no The Beverly Hilton, em Beverly Hills, Califórnia, em março de 2022 Jordan Strauss/Invision/AP/Arquivo Anne Heche sofreu uma lesão cerebral, segundo informou um porta-voz da atriz ao site TMZ. O representante também acrescentou que "ela não deve sobreviver". "Infelizmente, devido ao acidente, Anne Heche sofreu uma grave lesão cerebral e permanece em coma, em estado crítico. Ela não deve sobreviver". A mesma pessoa também disse que, provavelmente, a família deve optar pela doação de órgãos. "Há muito tempo é sua escolha doar seus órgãos e ela está sendo mantida em suporte de vida para determinar se algum é viável." Heche, conhecida por filmes como "Seis dias, sete noites" (1998) e a série "Chicago P.D.: Distrito 21", dirigia o carro que bateu em uma casa e pegou fogo na sexta-feira (5). De acordo com a investigação, ela estava em alta velocidade quando saiu da estrada e atingiu a residência. Atriz Anne Heche bate carro e é hospitalizada em Los Angeles Desde então, ela está em coma, com queimaduras que exigem cirurgia e respira com a ajuda de aparelhos. Segundo a revista "Variety", pouco antes de bater o carro ela já havia se envolvido em outro acidente na região. A mulher que teve a casa destruída com o acidente está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. Pela internet, já conseguiram arrecadar pouco mais de US$ 112 mil. Casa de Lynne Mishele foi destruída em acidente de carro da atriz Anne Heche Divulgação/Go Fund Me/Lynne Mishele Veja Mais

Artistas comentam manifesto e incentivam assinatura de carta em defesa da democracia

G1 Pop & Arte 'Vamos celebrar a democracia': Alinne Moraes, Caetano Veloso, Bruno Mazzeo e mais famosos fizeram postagens em redes sociais neste 11 de agosto. Representantes da música, das artes cênicas e do cinema e televisão fazem leitura da carta da USP em defesa da democracia brasileira. Reprodução Alinne Moraes, Caetano Veloso, Bruno Mazzeo, Gal Costa, Maria Bethânia, Djavan e mais famosos usaram as redes sociais para comentar o manifesto em defesa do Estado Democrático de Direito. Em suas postagens, eles compartilharam um vídeo sobre o tema e incentivaram a assinatura de carta em defesa da democracia. O texto do manifesto defende o Estado Democrático de Direito, as urnas eletrônicas e o resultado das eleições de outubro. Boa parte deles integra o vídeo no qual eles leem o conteúdo da carta e que conta com a participação de mais de 40 celebridades, incluindo Anitta, Fernanda Montenegro, Luisa Sonza, Antônio Fagundes, Juliette, entre outros. Daniela Mercury, que também participa do vídeo, além de fazer a postagem, também esteve presente em um dos atos pela democracia, que aconteceu em São Paulo. Além da cantora, Bela Gil, Cazé Peçanha, Edgard Piccoli, Marcelo Rubens Paiva, Walter Casagrande e Joice Hasselmann também participaram do ato na capital paulista. Por que 11 de agosto é data simbólica para leitura de carta e atos pela democracia Cantora Daniela Mercury participa de ato em defesa da democracia na USP em SP Cleber Cândido/TV Globo Walter Casagrande e Marcelo Rubens Paiva Celso Tavares/g1 Bela Gil em ato em defesa da democracia, em São Paulo Celso Tavares/g1 Cazé Peçanha e Edgard Piccoli Celso Tavares/g1 Caetano Veloso, cantor "Vamos celebrar a Democracia! Assine a carta às brasileiras e aos brasileiros em Defesa ao Estado Democrático de Direito" Initial plugin text Claudia Abreu, atriz "Carta para a democracia. Urgente e necessária." Initial plugin text Bruno Mazzeo, ator "Vamos celebrar (sempre) a democracia." Initial plugin text Alinne Moares, atriz "Vamos celebrar a Democracia! Assine a carta às brasileiras e aos brasileiros em Defesa ao Estado Democrático de Direito." Initial plugin text Dira Paes, atriz "Vivemos um momento onde a Democracia não pode ser apenas celebrada, mas defendida. Assine a carta às brasileiras e aos brasileiros em Defesa ao Estado Democrático de Direito." Initial plugin text Djavan, cantor "Assine a carta em defesa do estado democrático de direito" Djavan incentiva assinatura de carta em defesa da democracia Reprodução/Instagram Paula Lima, cantora "Carta para a defesa do Estado Democrático de Direito. Eu assinei. Assine aqui." Initial plugin text Daniela Mercury, cantora "Vamos celebrar a Democracia! Assine a carta às brasileiras e aos brasileiros em Defesa ao Estado Democrático de Direito! Veja o video com a carta lida por artistas." Initial plugin text Enrique Diaz, ator Initial plugin text Maria Bethânia, cantora Initial plugin text Gal Costa, cantora Initial plugin text Mônica Iozzi, atriz "Vamos celebrar a Democracia! Assine a carta às brasileiras e aos brasileiros em Defesa ao Estado Democrático de Direito." Initial plugin text Veja Mais

De 'Mona Lisa' a Banksy, relembre roubos famosos de arte além do golpe da falsa vidente no Rio

G1 Pop & Arte Quadro de Tarsila de Amaral, estimado em R$ 250 milhões, foi recuperado após roubo planejado pela filha da vítima, diz a polícia, e roubo já entrou para a lista de maiores do país. Semana POP - Roubos de Arte Quatro pessoas foram presas no último dia 10 por suspeita de dar um golpe que causou cerca de R$ 725 milhões de prejuízo a uma idosa no Rio de Janeiro. O valor inclusive foi atingido com o roubo de alguns quadros. Um deles era o "Sol Poente" de Tarsila de Amaral, que é estimado em R$ 250 milhões e que foi recuperado debaixo da cama de um dos suspeitos presos. Só essa pintura já colocaria o episódio todo entre alguns dos maiores roubos de arte do Brasil. Relembre abaixo alguns dos casos mais famosos do mundo e do país: 'Mona Lisa' Jornalistas de máscara em frente à 'Mona Lisa', enquanto o museu do Louvre se prepara para reabrir as portas Charles Platiau/Reuters Não é fácil ser o quadro mais famoso do mundo. A "Mona Lisa", de Leonardo Da Vinci, já foi atacada com uma torta, uma xícara, tinta vermelha, ácido e até com uma pedra. Mas em 1911 a pintura desapareceu do museu do Louvre, na França. Detetives procuraram pela obra por mais de dois anos e chegaram até a investigar Pablo Picasso como um dos suspeitos. A "Mona Lisa" só foi encontrada em dezembro de 1913, quando o ladrão, o italiano Vincenzo Peruggia, entrou em contato com um negociante de arte de Florença e falou que tinha o retrato. Peruggia tinha trabalhado no Louvre e ainda guardava o uniforme. Ele simplesmente foi até a pintura, a tirou da moldura e a levou por debaixo da roupa. Ele serviu seis meses de prisão, mas foi considerado um grande patriota na Itália, terra de Da Vinci. Os gritos 'O grito', de Edvard Munch Divulgação/Museu Munch "O grito", de Edvard Munch também é um dos quadros mais conhecidos do planeta. Tanto que não bastou apenas um roubo, mas dois. Duas versões da pintura, que pertencem à Noruega, foram roubadas - e recuperadas - ao longo da história. Em 1994, ladrões simplesmente levaram uma escada até a janela da Galeria Nacional de Oslo, subiram e levaram a obra. Os responsáveis chegaram até a deixar um bilhete. "Obrigado pela péssima segurança". O quadro foi encontrado pelos investigadores três meses depois. Dez anos depois foi a vez de sua gêmea. Dois homens mascarados e armados entraram no Museu de Munch, também em Oslo, renderam seguranças e turistas e roubaram "O grito" e "A madonna", do mesmo pintor. A polícia levou dois anos até chegar às obras, ambas danificadas por água, e prender os ladrões. Os falsos policiais 'Jesus na tormenta do Mar da Galiléia', de Rembrandt Divulgação/Museu Isabella Stewart Gardner Em 1990, dois ladrões disfarçados como policiais entraram no museu Isabella Stewart Gardner, nos Estados Unidos, e falaram pros funcionários que estavam investigando um distúrbio. Eles fugiram com 13 obras de arte, incluindo pinturas de Rembrandt, Vermeer e Manet. O FBI ainda procura pistas que levem aos autores e às obras. Tanto que o museu oferece uma recompensa de US$ 10 milhões a quem fornecer qualquer informação que leve à recuperação delas. Museu da Chácara do Céu Dez anos depois, inquérito sobre roubo de obras de arte de museu no Rio segue aberto Por um bom tempo, o roubo do museu Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, foi considerado por alguns como o maior da história da arte no Brasil. Em 2006, quatro homens invadiram o local, renderam os seguranças, e levaram quatro quadros de mestres, como Picasso, Monet, Matisse e Salvador Dalí. Juntas, as obras tinham valor estimado em US$ 50 milhões – o que dá cerca de R$ 255 milhões. Elas também não foram recuperadas. Banksy Mural de Banksy recuperado pela polícia após ser roubado do Bataclan Ufficio Stampa Carabinieri/Divulgação via REUTERS Um dos casos recentes mais conhecidos foi o do roubo de uma pintura feita pelo misterioso artista britânico Banksy. A obra, que retratava uma menina triste com um véu, tinha sido feita na famosa casa noturna Bataclan, em Paris, em homenagem às 90 vítimas do ataque terrorista realizado no local em 2015. A pintura foi roubada no começo de 2019, mas foi encontrada pela polícia em junho de 2020 em uma fazenda na Itália. Em junho de 2022, oito pessoas foram condenadas por sua participação no crime. Veja Mais

Oscar: o pedido de desculpas da Academia de Hollywood a atriz indígena após 50 anos de discurso por Marlon Brando

G1 Pop & Arte Em nome de Marlon Brando, Sacheen Littlefeather rejeitou o prêmio de melhor ator em 1973. O prêmio foi apresentado por Roger Moore e Liv Ullman e acabou rejeitado Getty Images/via BBC A organização responsável pela premiação do Oscar pediu desculpas a Sacheen Littlefeather, uma mulher nativa americana vaiada no palco há quase 50 anos. A atriz e ativista apareceu na TV ao vivo em 1973 para recusar um Oscar que Marlon Brando (1924-2004) acabara de ganhar por sua atuação no filme O Poderoso Chefão. Brando rejeitou o prêmio de melhor ator como uma forma de protesto contra a deturpação dos povos nativos americanos pela indústria cinematográfica dos Estados Unidos. Na hora de receber a estatueta, ele enviou Littlefeather para representá-lo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas disse que Littlefeather sofreu abusos "injustificados" após fazer um breve discurso. "Nunca pensei que viveria para ver o dia em que ouviria isso [o pedido de desculpas]", disse ela ao Hollywood Reporter. Littlefeather, à época com 26 anos, foi hostilizada e ignorada pela indústria do entretenimento após o discurso na premiação de 1973. A fala da indígena foi, de acordo com os organizadores, a primeira declaração política na cerimônia televisionada — e deu início a uma tendência que segue viva até hoje. Apresentando-se em nome de Brando — que escreveu "um discurso muito longo", lembra Littlefeather — ela disse brevemente ao público "que ele lamentavelmente não podia aceitar este prêmio tão generoso". "E as razões para isso são o tratamento que os indígenas americanos recebem hoje da indústria cinematográfica e da televisão em reprises de filmes, e também com os recentes acontecimentos em Wounded Knee", discursou. Wounded Knee faz em referência a um violento conflito com agentes federais em um local de importância significativa para o povo Sioux, na Dakota do Sul. A fala foi recebida com vaias — e alguns aplausos — da plateia. Em 2020, Littlefeather disse à BBC que, logo após o discurso, ela teve que deixar o palco com dois seguranças. Mas ela acrescentou que a presença dos agentes "foi uma coisa muito boa" já que o ator John Wayne (1907-1979) estava nos bastidores, protegido por seis seguranças, e parecia "furioso com Marlon e comigo" — e queria ele mesmo tirá-la do palco. Littlefeather — retratada aqui numa foto de 2010 — confessa que nunca pensou que veria um pedido de desculpas Getty Images/via BBC Algumas pessoas ainda fizeram o "Tomahawk chop" — um gesto com as mãos que é considerado humilhante para os nativos americanos — enquanto ela passava. Brando havia escrito um discurso muito mais longo, mas Littlefeather foi instruída pela equipe da cerimônia de premiação para falar apenas por 60 segundos. O acontecimento foi televisionado para 85 milhões de pessoas. Alguns relatos da mídia após o evento alegaram que Littlefeather não era verdadeiramente uma nativa americana, mas que ela havia concordado em fazer o discurso para alavancar a carreira de atriz. Alguns especularam que ela seria amante de Brando. Ela afirmou à BBC que todas essas alegações eram falsas. "O abuso que você sofreu foi injustificado", escreveu David Rubin, ex-presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em uma carta a Littlefeather divulgada na segunda-feira (15/8). Rubin disse que o discurso na 45ª edição do Oscar "continua a nos lembrar da necessidade do respeito e da importância da dignidade humana". O Museu de Cinema da Academia sediará um evento em setembro, no qual Littlefeather falará sobre sua aparição no Oscar de 1973 e o futuro da representação indígena nas telas. Em resposta ao pedido de desculpas, Littlefeather declarou: "Nós, indígenas, somos pessoas muito pacientes — foram apenas 50 anos [de espera]!" Ela acrescentou que manter o senso de humor é "nosso método de sobrevivência". - Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62561278. Veja Mais

Gabi Martins lança faixa sobre fase solteira: 'Costumo viver o que minhas músicas estão falando'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, cantora fala sobre single 'Vou te dar trabalho' e diz que suas canções são reflexo da vida particular: 'Um artista expressa o que está no coração dele, e comigo não seria diferente'. Gabi Martins fala sobre como fases na vida pessoal refletem em sua carreira musical Em janeiro de 2022, Gabi Martins confirmou o término de seu namoro com o cantor e compositor Tierry. Os dois estavam juntos desde 2020, entre idas e vindas. Desde então, Gabi não assumiu um novo relacionamento. Mas a fase solteira rendeu projetos profissionais. Em março, a cantora lançou "Recaidinha", parceria com Marcynho Sensação. Na faixa, Gabi canta que só quer uma recaidinha com o ex, mas pede: "Só não confunda saudade com quem só quer matar vontade / Acha que ainda te amo, aí é loucura de verdade". Na sexta-feira (12), Gabi lançou mais uma canção que reflete sua atual fase. Em "Vou te dar trabalho", parceria com MC Danny, Gabi diz: "Sabe, por que eu não assumo você? / Porque eu vou te dar trabalho / Namorando eu faço um feliz, e solteira eu faço vários." "É uma música que leva a mulher para um lugar de empoderamento, de escolha, de coragem. Então é realmente essa liberdade que eu tô vivendo, esse amor-próprio, autoconhecimento. É justamente essa fase que eu tô vivendo", explica Gabi em entrevista ao g1. Gabi Martins Divulgação "Eu costumo muito viver o que as minhas músicas estão falando. Se eu estou numa fase mais romântica, eu costumo escrever mais romântico. Se eu estou numa fase mais desapegada, eu gosto de lançar músicas mais assim. Acho que tem tudo a ver com a realidade no momento. "Eu acho que um artista expressa o que está no coração dele, o que tá na mente dele. E comigo não seria diferente. Minhas músicas refletem o que eu sou nesse momento." A nova faixa é composta por DJ DG, Lucas Baiano e KO, e já ganhou uma dancinha com foco na divulgação pelo TikTok. Gabi conta que "Recaidinha" viralizou na plataforma e lhe trouxe várias oportunidades. Por isso optou por seguir a receita que já vem sendo aposta de muitos artistas há algum tempo. Leia também: Como estética dos 'desafios' no TikTok está mudando a forma de fazer música no Brasil "O TikTok é uma plataforma que tem ajudado a impulsionar muitos artistas, né? Eu gosto muito de colocar lá músicas mais dançantes, com esse tema." Para o clipe, Gabi convocou as influenciadoras Viih Tube e Júlia Puzzuoli. Sobre a escolha no convite, ela explica: "São minhas amigas e que também estão nessa fase de solteiras, que tem essa fase desapegada. Elas entendem bem a linguagem do clipe. Então a Danny, a Júlia e a Viih Tube representaram o empoderamento feminino junto comigo." Gabi Martins com Viih Tube e Júlia Puzzuoli em gravação do clipe "Vou te dar trabalho" Reprodução/Instagram Fase romântica Depois das faixas que falam sobre pegação e empoderamento, Gabi já planeja o lançamento de um EP na levada "sofrência, que vai vir numa pegada mais romântica, mais sertanejo", explica a cantora. Questionada se já está com algum romance que transforme a fase atual ou se o EP reflete uma previsão para um futuro próximo, Gabi ri antes de responder que o resultado do trabalho é uma junção de algumas fases. "Eu meio que juntei algumas fases que eu vivi e escrevi. Então são composições que eu já escrevi, e pretendo escrever mais ainda." "Mas não sei, tudo pode acontecer. Como eu tô nesse momento livre, desapegada, quem sabe não me apaixono de novo, né?" Gabi Martins Reprodução/Instagram Perseguições Recentemente, Gabi Martins desabafou que já foi perseguida por um fã. O caso foi além das redes sociais e a cantora levou a situação para a polícia. "Começou via rede social, depois foi ao vivo, de ele perseguir, de eu postar que tava num lugar e ele ir atrás, nos shows, em alguns restaurantes que eu ia... Até o endereço da minha casa ele já descobriu e mandou presentes. Então foi algo meio que assustador. Fui direto para delegacia expliquei o que aconteceu", conta. O caso aconteceu antes de sua participação no "BBB20" e, desde então, Gabi toma alguns cuidados antes de fazer qualquer postagem nas redes. "Já teve alguns casos de haters, de perseguições mais por direct. E aí a primeira coisa que eu faço, mando para meus advogados e eles me auxiliam, me dão cobertura total. E eu procuro tomar cuidado nos lugares que eu vou, postar só depois que eu sair. Porque realmente tem que tomar cuidado, tem pessoas perigosas, a internet é um lugar perigoso." 'BBB20' Em 2020, Gabi Martins participou do "Big Brother Brasil". Aquele ano foi o primeiro em que o reality contou com o grupo "Camarote", formado por participantes já famosos. "O Big Brother foi uma vitrine maravilhosa, me deu números, me trouxe oportunidades, seguidores, eu expandi meu trabalho musical, então eu devo tudo a ele", celebra. Gabi não revela valores, mas conta que a participação no programa fez seu cachê de shows multiplicar em sete vezes. Ex-BBB Gabi Martins fala de ansiedade para desfilar Matheus Rodrigues/g1 A cantora afirma que não fez um planejamento profissional para sua entrada no "BBB20", mas topou o desafio por acreditar que estava precisando de uma mudança na época. "Era uma experiência nova para mim. Eu não estava feliz com meu antigo empresário, e sabia que eu tinha que mudar de alguma forma, que eu tinha que ter alguma oportunidade." "Eu rezava para Deus e falava: 'Deus, as pessoas deviam conhecer meu coração, porque eu sou uma pessoa boa, eu trabalho muito, ainda não deu certo, mas vai dar uma hora'. E de repente surgiu o Big Brother. Eu decidi ir e foi assim", relembra a cantora. "Eu não fui preparada, não sabia o que era, eu nunca tinha acompanhado tanto assim, não era uma coisa que eu era apaixonada e viciada em jogar e acompanhar, em assistir. Mas eu fui, e dei minha cara a tapa, né? E deu certo no final." "Graças a Deus, eu não fui cancelada." Gabi Martins Beatriz Damy/AgNews Veja Mais

Polícia britânica investiga ameaça contra J.K. Rowling após mensagem de apoio a Rushdie

G1 Pop & Arte Depois de manifestar sua indignação com o ataque contra o também escritor Salman Rushdie, a autora da série 'Harry Potter' sofreu uma ameaça de morte no Twitter. A escritora britânica J. K. Rowling, autora de 'Harry Potter'. Martyn Hicks, One Young World A polícia britânica investiga uma ameaça de morte contra a autora de Harry Potter, J.K. Rowling, após um tuíte em apoio a Shalman Rushdie, esfaqueado nos Estados Unidos, anunciou uma porta-voz da polícia da Escócia, onde a escritora vive. Rowling reagiu à notícia do ataque de Rushdie no Twitter desejando melhoras e dizendo que estava "farta". Autora J.K. Rowling recebe ameaça de morte no Twitter Escritor Salman Rushdie, esfaqueado por um homem nos EUA, pode perder um olho e está em aparelho respirador Quem é Salman Rushdie, autor de 'Os Versos Satânicos' alvo de ataque em Nova York Um internauta, que se define em seu perfil na rede social como estudante e ativista político de Karachi, Paquistão, respondeu: "Não se preocupe, você é a próxima". A mensagem foi deletada, mas Rowling postou uma captura de tela questionando o Twitter por possíveis violações de suas regras. "Recebemos informações sobre uma ameaça online e nossos policiais estão investigando", disse a porta-voz da polícia. Salman Rushdie, que foi esfaqueado na sexta-feira, vive sob uma sentença de morte emitida em 1989 pelo então guia supremo do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, que emitiu um decreto religioso (fatwa) ordenando que os muçulmanos o matassem após a publicação do livro "Versos Satânicos". No ano passado, Rowling alegou ter recebido inúmeras ameaças de morte de, segundo ela, ativistas pelos direitos das pessoas trans. (VÍDEO: Quem é Salman Rushdie?) Quem é Salman Rushdie? Veja Mais

Além do golpe da falsa vidente no Rio, relembre outros roubos famosos de obras de arte

G1 Pop & Arte Quadro de Tarsila de Amaral, estimado em R$ 250 milhões, foi recuperado após roubo planejado pela filha da vítima, diz a polícia. Semana Pop lista outras histórias, como a da 'Mona Lisa'. Semana POP - Roubos de Arte Na quarta-feira (10), a polícia prendeu quatro pessoas suspeitas de dar um golpe que causou R$ 725 milhões de prejuízo, entre pagamentos sob extorsão e quadros roubados, a uma idosa no Rio de Janeiro. Entre elas, estavam a filha da vítima e até uma falsa vidente. Um quadro de Tarsila de Amaral, estimado em R$ 250 milhões, foi recuperado. O Semana Pop deste sábado (13) lembra de outros casos famosos de roubos de arte, como o da "Mona Lisa" e de duas versões de "O grito". Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Músicas dos personagens de 'Rensga Hits!' viram álbum real; saiba como foi criação

G1 Pop & Arte Série de ficção do Globoplay se passa no universo do 'feminejo' em Goiânia tem dez músicas originais cantadas pelos atores, que viraram álbum em streaming. Podcast explica criação. Alice Wegmann no papel de Raíssa Medeiros em cena de 'Rensga Hits' Reprodução Os maiores artistas de duas produtoras concorrentes de música sertaneja se uniram em um álbum. As empresas são fictícias e os cantores são, na verdade, atores da série "Rensga Hits!". Mas o álbum é real, com dez faixas inéditas lançadas em streaming. A série do Globoplay se passa em Goiânia, no mercado do feminejo. O podcast g1 ouviu conversou com a protagonista, Alice Wegmann, e com a compositora Bibi, que participou da criação de todas as canções originais da série. Ouça abaixo e leia mais a seguir: Alice Wegmann interpreta Raíssa Medeiros, uma jovem do interior traída pelo noivo. Ela abandona o altar e segue o sonho de virar compositora e cantora em Goiânia. O termo "rensga" é uma gíria goiana que demonstra espanto. O título da série é também o nome da produtora de Marlene (Deborah Secco). A concorrente da Rensga Hits é a Joia Maravilha Records, de Helena (Fabiana Karla). No meio da disputa, Raíssa tem a música "Desatola bandida", feita após a fuga do altar, roubada por Gláucia Figueira (Lorena Comparato). Os outros astros sertanejos da série - e do álbum - são Enzzo Gabriel (Maurício Destri), David Cafajeste (Alejandro Claveaoux), e a dupla mais famosa da cena: Téo e Tamires (Sidney Santiago e a Jennifer Dias). Série Rensga Hits, da Globoplay, se passa em Goiânia, Goiás Reprodução/Globoplay Alice já viveu uma cantora em seu primeiro papel como protagonista na TV, a Lia de "Malhação: Intensa como a Vida", entre 2012 e 2013. "Mas foi bem 'basiquinho'. Naquela época eu nem tocava muito. Tive que aprender uma coisa ou outra, mas acabou que deixei de lado o violão depois", ela conta. Ela só foi se reaproximar das seis cordas durante a quarentena. "Meu melhor amigo, o Francisco Gil [neto de Gilberto Gil] me deu um violão de aniversário", ela conta. Parece que o amigo adivinhou, pois logo depois ela recebeu o convite para atuar na série no universo do feminejo. Logo de cara, foram duas semanas só de aula de canto e violão. Para criar uma estrela de feminejo mais realista, ela foi estudar a grande referência do estilo - ainda no primeiro semestre de 2021, antes da morte de Marília Mendonça. Lorena Comparato, Alice Wegmann, Rafa Kalimann, Deborah Secco e Maíra Azevedo, a Tia Má, durante evento de estreia de Rensga Hits Stephanie Rodrigues/g1 "Não é uma série sobre a Marília", ela ressalta, "mas a personagem é muito inspirada nela. Ela foi meu maior ponto de referência. Eu ficava ali estudando a Marília em todos os stories. Ficava observando o jeito dela falar, onde estava, o que estava comendo, onde estava andando, tudo", conta Alice. A cantora foi referência até na hora de incorporar o sotaque goiano. "Ela tinha um jeito de falar com uma musicalidade muito afetiva, acolhedora e maternal. Assim, gostoso de ouvir, com um carinho na voz", descreve a atriz. Eles estavam terminando uma maratona de gravações no dia 5 de novembro de 2021, quando viram a notícia da morte de Marília Mendonça. "Foi um momento muito difícil, eu lembro que desabei ali mesmo. Eu chorava aquele choro de nem conseguir respirar direito, sabe?". "Muita gente da equipe é de Goiânia, e todos se conectaram muito com esse universo. Foi uma dor coletiva que a gente sentiu ali." Conexão sertaneja ‘Rensga Hits’: série com Alice Wegmann, Deborah Secco e Fabiana Karla vai homenagear Marília Mendonça e feminejo Montagem/g1 As histórias de amor da música sertaneja deram origem a um romance real. Alice Wegmann e o produtor musical Dudu Borges, dono do projeto Analaga, do hit "Lençol dobrado", começaram a namorar durante as filmagens de "Rensga Hits!". Dudu Borges foi um dos compositores das músicas da série e ajudou a orientar as atrizes. "Ele conseguiu transformar a gente e cantoras. Nem a gente acreditava", elogia a namorada. "Ele já viveu muita coisa no sertanejo. Já trabalhou com Michel Teló, Luan Santana, Bruno Marrone, Paula Fernandes, e a própria Marília. Ele me ajudou muito a entender o que eu estava fazendo na série", diz Alice. A compositora real A cantora e compositora Bibi Divulgação Dudu Borges ajudou os atores a soarem como cantores de verdade. Mas o esforço seria em vão se o repertório também não soasse como o de astros sertanejos. A líder dessa tarefa é coautora das dez músicas originais da série. Bibi é o nome artístico de a cantora e compositora Gabriele Oliveira Felipe, mineira de 26 anos. Ela começou a carreira trabalhando por cinco anos no estúdio de Dudu Borges. Ela já escreveu músicas para Anitta (“Desce Pro Play" e “Não Perco Meu Tempo”) Pabllo Vittar ("Number one"), Luisa Sonza ("“Pior Que Possa Imaginar”), entre outros. Trabalho afinado Os compositores tiveram que fazer um trabalho afinado com os roteiristas da série - Renata Corrêa, Bia Crespo, Nathalia Cruz, Victor Rodrigues e Otavio Chamorro. "Se há fluidez na música é porque houve fluidez no texto", elogia Bibi. O trabalho era imaginar como seriam as canções reais dos músicos fictícios. "Depois de um mergulho no roteiro eu alinhei com o Dudu [Borges] e a gente montou um time de compositores para convidar". Cada parceiro de Bibi era pensado para a característica dos personagens. A trilha não tem só feminejo sofrência. Para as músicas mais de "pegação", do personagem David Cafajeste, eles chamaram Gabriel Agra, autor de hits como "10%", "Alô Ambev" e Bebi Liguei". Para as mais emotivas, uma das parceiras foi Paula Mattos, que já escreveu para muitos cantores homens antes de emplacar sua própria carreira no feminejo. Uma tarefa específica foi escrever a faixa "Nota 100", um sertanejo com dancinha que faz piada com a impotência sexual masculina. O toque de irreverência teve ajuda de Day, da dupla Day e Lara. E a principal inspiração para as músicas da personagem principal, a compsitora Raíssa, foi a vida da própria Bibi. Assim como a personagem, ela era sonhadora e obstinada em viver de compor desde cedo - aos 5 anos de idade, Bibi anunciou o plano aos pais e ainda pediu para entrar na aula de inglês para ajudar na carreira de compositora. "Eu lembrei muito da criança que fui em Goiânia. Eu tenho essa paixão pela música que me move, e vi isso na Raíssa. Ela está ali seguindo essa necessidade de escrever. Eu lia o roteiro e falava: 'Cara, eu sei o que que é isso'". Vamos, galera, mulheres Deborah Secco com o prêmio Berrante de Ouro, disputado na série, em festa de 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 "Rensga Hits!", o álbum, tem uma ficha técnica rara no sertanejo: uma maioria de compositoras mulheres. São quatro autoras (Bibi, Paula Mattos, Day e Lara) e três homens (Gabriel Agra, Cesar Lemos e Davi Ávila, da dupla com Bruninho). Na vida real, até o repertório de cantoras do feminejo costuma ter maioria de compositores homens. Essa equipe de maioria feminina na produção "ocorreu naturalmente, mas acho que colabora muito para para essa força feminina da série", comemora Bibi. "Há poucas mulheres escrevendo e produzindo, e isso não acontece só no sertanejo, mas em vários segmentos do país: pop, funk, MPB... Mais ou menos 17% dos compositores do Brasil são mulheres - entre os que são filiados a sociedades de arrecadação de direitos", ela lamenta. "Eu acho muito importante a gente ter essa esse balanço das energias do feminino e do masculino, sabe? E eu acho que muitas vezes 'Rensga' é sobre isso", diz a compositora. Veja Mais

Tiktoker russa é encontrada morta em seu apartamento com marcas de facadas

G1 Pop & Arte Anastasia Grishman estava desaparecida há uma semana. Principal suspeito é o namorado. Anastasia Grishman em foto no seu instagram Reprodução/Instagram A influenciadora e modelo russa Anastasia Grishman, 26, foi encontrada morta na sua casa em São Petersburgo, na Rússia, nesta quarta-feira (10). Anastasia veiculava os seus conteúdos no Tiktok e no site OnlyFans, onde era conhecida como "grshmn". Segundo informações divulgadas pela polícia ela estava na banheira e tinha marcas de seis facadas no pescoço. O principal suspeito é o namorado da jovem. Anastasia Grishman em foto no seu Instagram Reprodução/Instagram Dmitry Chernyshov foi detido pela polícia, segundo os sites locais. Ele também teria confessado o crime. Chernyshov tinha condenações por roubo e evasão do serviço militar. Anastasia Grishman em foto no seu Instagram Reprodução/Instagram O relatório aponta que a polícia invadiu a casa de Anastasia após receber relatos de amigos que disseram não conseguir se comunicar com ela há uma semana. Anastasia Grishman em foto no seu Instagram Reprodução/Instagram Veja Mais

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'Rensga Hits!' tem festa com elenco e famosos para celebrar estreia; veja fotos

G1 Pop & Arte Alice Wegmann, Lorena Comparato, Rafa Kalimann, Deborah Secco e outros atores se reuniram na noite desta quarta-feira (10) no Rio de Janeiro. Lorena Comparato, Alice Wegmann, Rafa Kalimann, Deborah Secco e Maíra Azevedo, a Tia Má, durante evento de estreia de Rensga Hits Stephanie Rodrigues/g1 "Uma produção para celebrar e encorajar as mulheres". É assim que Alice Wegmann define a série 'Rensga Hits!', uma produção original do Globoplay. O elenco se reuniu na noite desta quarta-feira (10), no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro, para comemorar lançamento e o sucesso da trama, que já tem quatro episódios disponíveis na plataforma de streaming da Globo. Alice, que vive a protagonista Raíssa, falou sobre como a série, construída na narrativa da mulher no meio sertanejo, teve uma grande influência da rainha da sofrência. "A Marília Mendonça abriu espaço para pessoas como a Raíssa existirem e seguirem seus sonhos. Ela é a nossa maior referência, foi nosso ponto de partida e é quem guiou a gente", disse a atriz. Alice Wegmann celebra 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 A estreia de Rafa Kalimann nas telinhas não poderia ser melhor. Segundo ela, o fato da história acontecer em Goiânia, região onde a atriz recebeu o título de cidadã, a fez se sentir em casa e tranquila para atuar. "Foi um presente começar justo assim, num lugar que eu me sinto em casa, vivendo a Paloma, que tem muito de mim e que eu adorei fazer", declarou a ex-'BBB'. Lorena Comparato e Rafa Kalimann em celebração da serie 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Além de tratar de assuntos importantes e delicados como o papel da mulher no sertanejo e na sociedade, Déborah Secco ressalta que "Rensga Hits!" promete também leveza e humor. "Temos que tirar esse estigma de que a pessoa é totalmente boa ou totalmente ruim. Vamos levar a mulher real, que luta, que sofre, mas que ri e se diverte. E tem aí uma questão da minha personagem que mostra que muitas vezes o ódio tá ligado também ao amor e ao afeto, então fiquem atentos aí que essa história vai virar", conta a atriz. O próximo episódio da série estreia nesta quinta-feira (11). Deborah Secco com o prêmio Berrante de Ouro, disputado na série, na estreia de 'Rensga hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Alice Wegmann e o namorado Stephanie Rodrigues/g1 Mouramd Harfouch e Lorena Comparato na estreia de 'Rensga hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Samuel de Assis celebra estreia da série 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Deborah Secco celebra estreia da série 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Lorena Comparato, Deborah Secco e Rafa Kalimann celebran estreia da série 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Tia Má e Mouramd Harfouch em celebração da série 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Sidney Santiago, Tia Má e Samuel de Assis na festa de 'Rensga hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Deborah Secco e Rafa Kalimann celebram 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Samuel de Assis e Alejandro Claveaux celebram estreia de 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Deborah Secco com o prêmio Berrante de Ouro, disputado na série, em festa de 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Sidney Santiago em celebração da série 'Rensga Hits!' Stephanie Rodrigues/g1 Veja Mais

Nike lança campanha da nova camisa da seleção brasileira com Djonga, Hariel e Paulo André

G1 Pop & Arte Time escalado para vídeo promocional tenta dissociar o uso da camisa à política. Richarlison, Ronaldo e Philippe Coutinho também participam do vídeo; ASSISTA. Ronaldo, Philipe Coutinho e Djonga participam de campanha da nova camisa da seleção brasileira Reprodução A Nike lançou, nesta segunda-feira (8), a campanha da nova camisa da seleção brasileira com o rapper Djonga, MC Hariel e o atleta e ex-BBB Paulo André. No vídeo promocional, os jogadores Ronaldo, Richarlison e Philippe Coutinho também aparecem com os novos modelos. Veja abaixo: Initial plugin text Com o tema "Veste a garra", a tradicional camisa amarela ganhou uma estampa de onça-pintada de fundo. Há também a opção azul com detalhes em verde na manga. As peças já estão à venda por R$ 349,99. A camisa da seleção vem sendo muito associada à política nos últimos anos, mas a nova campanha tenta desvincular essa imagem com a presença dos artistas entre os jogadores. Djonga, rapper mineiro, é um crítico constante do presidente Jair Bolsonaro e já fez shows usando a camisa do Brasil. "Os caras acham que é tudo deles. Eles se apropriam do tema família, se apropriam do nosso hino, se apropriam de tudo, mas é o seguinte, é tudo nosso, nada deles", afirmou Djonga durante show em abril, em Belo Horizonte. LEIA MAIS: Djonga comanda coro de 'fogo nos racistas' no meio da plateia em show explosivo no Lollapalooza Veja Mais

Os mistérios que ainda persistem sobre a morte de Marilyn Monroe após 60 anos

G1 Pop & Arte No 60º aniversário da morte do ícone de Hollywood, o jornalista Anthony Summers, autor de uma exaustiva investigação sobre a atriz, reflete sobre a vida dela e como foram seus últimos dias. Marilyn Monroe foi encontrada morta na madrugada de 4 para 5 de agosto de 1962 Getty Images/via BBC "Como se escreve a história de uma vida? A verdade raramente vem à luz e normalmente circulam as mentiras. Mas é difícil saber por onde começar se não for com a verdade." Essas foram as palavras de Marilyn Monroe na última entrevista concedida antes da sua morte, 60 anos atrás, em 5 de agosto de 1962. Norma Jean Baker (seu nome verdadeiro) tinha 36 anos e deixou para trás uma vida cheia de contrastes: estrela adorada por milhões de pessoas em todo o mundo, lidou com inúmeros problemas psicológicos e emocionais que ela mesma atribuía à sua infância e, em menor escala, ao peso da fama. Sua morte solitária de madrugada, classificada oficialmente como "provável suicídio", causou inúmeros boatos e teorias da conspiração que perduram até hoje. Ela contém os ingredientes perfeitos para um filme de Hollywood: sexo, política, agentes secretos e até a suposta participação da máfia ou de uma família poderosa, como os Kennedy. O jornalista e escritor britânico Anthony Summers mergulhou em uma extensa investigação nos anos 1980, que foi agora atualizada, para tentar decifrar o mistério. Mas o que ele encontrou? Trabalho meticuloso O objetivo inicial da viagem do jornalista a Hollywood era cobrir a reabertura da investigação sobre a morte da atriz, anunciada pelo procurador do distrito de Los Angeles, nos Estados Unidos. O ano era 1982 e a morte de Monroe completava 20 anos. "Marilyn não era uma das minhas atrizes favoritas. Gostava mais de Natalie Wood e de outras artistas da época", declarou Summers à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC. Anthony Summers chegou a Los Angeles acreditando que terminaria sua reportagem em duas ou três semanas, mas acabou ficando mais de dois anos na Califórnia para completar o seu trabalho Netflix/via BBC "Fui a Los Angeles e comecei a examinar o que fazia o procurador. Logo me dei conta de que a história era muito mais ampla e complicada do que eu pensava", diz ele. "Também me dei conta de que toda a sua vida havia sido mal coberta pela imprensa, exceto em duas ou três biografias. Havia muito que aprender." Ele comprou um carro e começou a visitar casas e fazer ligações. As respostas evasivas ou abertamente negativas das pessoas mostraram que, mesmo com o passar do tempo, o assunto ainda despertava temores e suspeitas. Mas Summers insistiu. Até que, finalmente, conseguiu entrevistar mais de 700 pessoas, algumas delas com conhecimento muito detalhado dos últimos dias e horas da atriz. Uma delas foi sua governanta, Eunice Murray, além da família do seu último psiquiatra, Ralph Greenson. Fruto desse trabalho, Summers publicou em 1985 o livro Marilyn Monroe, a Deusa: as Vidas Secretas (lançado no Brasil pela Editora Best Seller, em 1987). O livro foi atualizado e reeditado em várias ocasiões e agora serviu de base para o recente documentário da Netflix "O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas", que mostra áudios até então desconhecidos de pessoas muito próximas de Monroe. Marilyn Monroe foi uma das mulheres mais fotografadas da história Getty Images/via BBC "Não encontrei nada que me convencesse de que ela foi assassinada, mas encontrei provas de que as circunstâncias da sua morte foram deliberadamente encobertas", afirma Summers. "E diria que as evidências sugerem que isso aconteceu devido às ligações da atriz com os irmãos Kennedy." Mas a que Summers se refere? Marilyn e os Kennedy No centro de todo o mistério que circunda a morte de Marilyn Monroe, encontra-se o suposto relacionamento da atriz com os irmãos John e Robert "Bobby" Kennedy, respectivamente presidente e procurador-geral dos Estados Unidos, na época. Os anos eram 1961 e 1962 e não restava à atriz muito tempo de vida. Esta é a única fotografia em que Marilyn Monroe aparece com os irmãos Kennedy Netflix/via BBC Summers conseguiu que fontes diretas confirmassem que Monroe e os Kennedy frequentavam, com certa regularidade, a mansão de Peter Lawford, cunhado dos políticos e conhecido da atriz, na praia de Malibu, na Califórnia (Estados Unidos). Outros entrevistados foram mais além e falaram sobre uma suposta relação sentimental entre Monroe e os dois irmãos — primeiro com John e, depois, com Bobby — que nunca foi reconhecida pela família Kennedy. Entre as gravações de Summers, chamam especial atenção os testemunhos de detetives particulares, informantes e ex-agentes do FBI, reconhecendo abertamente ante o microfone que Monroe e os Kennedy estavam sendo espionados. Investigadores diretamente envolvidos no caso, como Fred Otash e John Danoff, explicaram ao jornalista que as casas da atriz e de Lawford tinham microfones instalados pelas forças de segurança e por grupos mafiosos que tinham interesse em descobrir um possível escândalo para pressionar o procurador-geral. Além disso, Summers teve acesso a arquivos oficiais que demonstram que o FBI investigava a atriz por sua suposta ideologia de esquerda e que a agência considerava "motivo de preocupação por questões de segurança" os encontros de Monroe com o presidente e o procurador-geral. Jornalista britânico teve acesso aos arquivos do FBI sobre Marilyn Monroe Netflix/via BBC A investigação de Summers demonstra que isso fez com que os Kennedy rompessem todas as suas relações com a atriz. Reed Wilson, agente especialista em escutas que trabalhava para o FBI e para a CIA, confidenciou a Summers que, na última conversa de Monroe com Peter Lawford no dia da sua morte, a atriz exigiu que a deixassem em paz. "Eu me sinto usada. Sinto-me um pedaço de carne. Sinto que me passaram de um para outro", declarou Monroe, segundo Wilson. "Não é que ela estivesse com o coração partido, não acredito que tenha sido isso", ressaltou Wilson. "Era mais que ela sentia que se haviam aproveitado dela, que haviam mentido para ela." Um complô para assassiná-la? A ideia de que Marilyn Monroe pudesse ter se tornado uma figura incômoda ou até perigosa para os Kennedy fez ganhar força a teoria de assassinato. Mas, para Anthony Summers, não há evidências que sustentem essa hipótese. "A insinuação de que ela teria sido assassinada não é fundamentada pelos fatos", explica ele. "Para sugerir que alguém foi assassinado, você precisa ter alguma prova — e essa prova não existe." Marilyn Monroe cantou o famoso Parabéns a Você para o presidente Kennedy em junho de 1962 Netflix/via BBC "As evidências da noite em que ela morreu indicam que foi inventada uma história e que não se contou a verdade sobre o desenrolar dos fatos", afirma ele. "Segundo a versão divulgada na ocasião, a governanta Eunice Murray viu uma luz [no quarto da atriz] às três horas da madrugada do domingo, 5 de agosto, e ligou para Ralph Greenson, o psiquiatra de Monroe, que, ao chegar, olhou pela janela e a viu estendida na cama, aparentemente morta", explica Summers. "Greenson então quebrou o vidro e, rapidamente, ele e Murray chamaram a polícia." Mas Summers recolheu testemunhos de outras pessoas com uma versão diferente, como Nathalie Jacobs, viúva do assessor de imprensa de Monroe. Ela recordou que alguém havia avisado seu marido que havia uma emergência com a atriz às 10 ou 11 horas da noite do sábado, dia 4. Paralelamente, o médico forense que fez a autópsia, Thomas Noguchi, determinou como hora provável da morte 11 ou 12 horas da noite, o que indicaria a data da morte como 4 de agosto e não o dia 5. O que teria acontecido nessas horas de diferença entre as 11 da noite e as três da madrugada da versão oficial? Anthony Summers guardou todas as fitas da sua investigação dos anos 1980 Netflix/via BBC "Levei muito tempo para ver quais peças do quebra-cabeças podia encontrar e verificar se elas se encaixavam", conta Summers. "Com a descoberta de que foi mandada uma ambulância para a casa de Monroe, segundo uma fonte muito confiável — o chefe da empresa de ambulâncias Schaefer — que foi confirmada por mais sete pessoas, pude fazer uma análise mais real dos horários", explica ele. "Fiquei convencido, e agora ainda mais, de que houve um engano sobre o que aconteceu, mas não que ela tivesse sido morta. Não havia danos físicos, segundo a autópsia, nem sinais de injeções." "Antes de chegar a essa conclusão, é preciso perguntar o que mais poderia ter ocorrido. Encontraram pastilhas para dormir, um frasco vazio de Nembutal, que é um barbitúrico." "Para mim, pareceu totalmente possível que ela tivesse morrido por overdose acidental. Ou que tivesse se matado deliberadamente, como já havia tentado antes." "Se você me perguntar o que penso das duas hipóteses, acredito que o mais provável é que tenha sido um terrível acidente. Se ela quisesse se suicidar, eu esperaria que ela tivesse dito a alguém ou que houvesse deixado um bilhete informando que estava se matando. Aparentemente, ela não fez isso." "Acredito que nunca saberemos, mas me inclino para o lado da morte acidental", afirma Summers. Para Anthony Summers, não existem provas que sustentem a tese de que Marilyn Monroe teria sido assassinada Getty Images/via BBC Em uma das atualizações do seu livro, o jornalista conseguiu acrescentar algumas das peças que faltavam no seu quebra-cabeças particular. Uma delas era Sydney Guilaroff, que trabalhou como cabeleireiro de Monroe em vários de seus filmes e confidente da atriz. "Quando estive em Los Angeles nos anos 1980, mais de uma vez, eu me encontrei com ele e conversamos", recorda Summers. "Ele sempre foi muito gentil e cooperava com coisas que ocorreram antes da morte de Marilyn, mas se comportava de forma muito estranha quando eu perguntava sobre os eventos daquela noite." "Anos depois, Guilaroff descreveu na sua biografia como Marilyn telefonou para ele às 9h30 da noite da sua morte. Ela parecia letárgica e incomodada." "Ela contou a ele, desesperada, que estava 'rodeada de perigos e de traições de homens em altos cargos' e que Robert esteve em sua casa naquele mesmo dia e a havia ameaçado e gritado", explica Summers. Marilyn Monroe Netflix/via BBC E a governanta também disse a Summers que Kennedy visitou a atriz naquela tarde e que houve uma discussão acalorada. "Minha interpretação, com base nas pessoas com quem conversei, é que Bobby foi vê-la naquele dia, que eles discutiram e ele precisava deixar a cidade. Por isso, eles precisavam ganhar tempo", opina Summers. "Teria sido comprometedor saber que ele havia estado na casa horas antes da sua morte. Parte do atraso foi para garantir que Bobby estivesse fora da cidade." O jornalista conseguiu acesso aos registros de voo de um helicóptero que, naquela mesma noite, decolou da casa de Peter Lawford. Mas Robert Kennedy nunca reconheceu que havia estado em Los Angeles no dia da morte da atriz. Fascinação que perdura "A felicidade... é possível conhecê-la? Tentar ser feliz é quase tão difícil quanto tentar ser boa atriz." A vida de Marilyn Monroe foi repleta de momentos gloriosos e enormes dores e decepções. Ao longo da sua vida, Marilyn Monroe falou várias vezes sobre as dificuldades que atravessou na infância, filha de pai desconhecido e com a mãe internada em uma instituição para pessoas com problemas mentais Getty Images/via BBC Sessenta anos depois da sua morte, a figura da estrela segue despertando grande interesse. Em maio, um quadro do pintor norte-americano Andy Warhol com sua imagem foi leiloado por um valor milionário recorde. Kim Kardashian compareceu ao Met Gala — o evento anual para levantar fundos para o Museu Metropolitano de Arte de Nova York, nos Estados Unidos — com o mesmo vestido usado pela atriz na noite em que cantou "Parabéns a Você" para o presidente Kennedy em Nova York, em junho de 1962. E, em setembro, a Netflix estreará o filme Blonde, com a atriz cubana Ana de Armas no papel de Marilyn Monroe. "Não tenho certeza dos motivos, mas o que sei é que, de Connecticut [nos Estados Unidos] até o Congo, ela aparece em canecas de café, bolsas, o que você imaginar", comenta Summers. "Na Malásia, por exemplo, existe um restaurante com seu nome e um banco com uma figura de Marilyn Monroe de papelão, para você poder sentar ao seu lado e tirar uma foto com ela." As últimas horas da vida de Marilyn Monroe seguem rodeadas de mistério Netflix/via BBC "Eu me pergunto o que os jovens de hoje em dia pensam sobre ela. Eles a veem como uma pessoa real, com sentimentos? Espero que sim, porque foi uma mulher real, com inteligência de verdade." "Existem inúmeras razões para sentirmos empatia por ela. É muito mais que uma figura de papelão. E será mais do que isso. Acredito que as coisas tenham saído de controle. Ninguém tem noção de quem era a verdadeira Marilyn Monroe", afirma ele. "Marilyn Monroe era uma mulher brilhante e ótima atriz. Ela lia muito, sabia sobre política. Era uma mulher inteligente submetida a uma pressão quase insuportável e, no fim, pode-se dizer que essa pressão a matou", conclui Summers. As últimas palavras da atriz a Richard Meryman, o jornalista que a entrevistou para a revista americana Life, também refletem esse desejo de ser tomada a sério. "Por favor, não me transforme em uma piada." Retrato de Marilyn Monroe feito por Warhol será leiloado com preço estimado em R$ 1 bilhão Veja Mais

Ezra Miller, ator de 'The Flash', é indiciado por furto nos Estados Unidos

G1 Pop & Arte De acordo com relatório da polícia de Vermont, ator é acusado de roubar 'diversas' garrafas de bebidas alcoólicas de casa sem a presença dos proprietários. Ezra Miller em evento da 'Vogue', em 2018 Evan Agostini/Invision/AP Ezra Miller foi indiciado por furto nos Estados Unidos. De acordo com a polícia do estado de Vermont, ele é suspeito de ter roubado 'diversas' garrafas de bebidas alcoólicas de uma casa sem a presença dos proprietários. O crime aconteceu no dia 1º de maio, mas foi revelado apenas nesta segunda-feira (8), quando o ator foi encontrado e avisado de que precisa comparecer ao Tribunal Superior estadual para responder à acusação no próximo dia 26 de setembro. "Como resultado de uma investigação que incluiu vídeos de vigilância e testemunhos, a causa provável foi encontrada para acusar Ezra M. Miller do crime de roubo em uma residência desocupada", afirma relatório do Departamento de Segurança Pública do estado. O incidente é mais um problema recente enfrentado pelo ator, que protagoniza o filme "The Flash", com estreia prevista para junho de 2023. Entre março e abril, Miller foi preso duas vezes em menos de um mês no Havaí. Primeiro, por conduta imprópria em um bar. Depois, foi detido após jogar cadeira e acertar a testa de uma mulher. O ator também é acusado de ter enforcado uma mulher na Islândia e de assediar uma outra mulher na casa dela na Alemanha. Tudo isso causou dúvidas sobre o futuro do filme do herói da DC, mas o presidente-executivo da Warner Bros Discovery, David Zaslav, assegurou que a produção faz parte dos planos da empresa. Veja Mais

Kanye West publica post sobre fim de relacionamento de Kim Kardashian e Pete Davidson

G1 Pop & Arte Kim e West foram casados por seis anos e se separaram no início de 2021. No início do ano, o rapper fez uma série de ofensas a Davidson nas redes sociais. Montagem Kanye West e Pete Davidson Divulgação O rapper Kanye West publicou um post em seu Instagram, nesta segunda-feira (8), depois de a imprensa internacional noticiar o fim do namoro de Kim Kardashian com o humorista Pete Davidson. Kim e Kanye foram casados por mais de seis anos. A empresária pediu o divórcio no início do ano passado. No Instagram do músico, a imagem do perfil aparece em preto e tem apenas uma publicação: uma simulação da manchete do jornal "The New York Times" com a frase "Skete Davidson dead at age 28", algo como "Esquete Davidson, morto aos 28 anos." Kanye West Reprodução/Instagram Kim e Davidson começaram o relacionamento em outubro de 2021, quando a empresária participou do programa "Saturday Night Live". O namoro foi oficializado em março deste ano. West, por sua vez, passou a fazer uma série de posts ofensivos ao casal e, em fevereiro, chegou a ter a sua conta no Instagram suspensa por violar a política da plataforma sobre discurso de ódio, bullying e assédio. Ainda na imagem publicada pelo rapper nesta segunda-feira, aparece a frase "Kid Cudi meant to play funeral but fearful of bottle throwers" ("Kid Cudi pretendia tocar no funeral, mas tem medo de arremessadores de garrafas", em tradução livre). Em 2019, Kid, que também é rapper, fez uma festa de aniversário em que estavam na mesma mesa Kanye e Kim, ainda casados, e Pete Davidson. Kid já declarou que, apesar dos trabalhos feitos juntos, não é amigo de West. Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado Veja Mais

Carro da banda The Offspring pega fogo no Canadá

G1 Pop & Arte Segundo comunicado divulgado nas redes, algum objeto voou do veículo que estava em frente ao SUV da equipe e ficou preso embaixo do carro, pegando fogo em poucos segundos. Ninguém ficou ferido. Carro da banda The Offspring pega fogo no Canadá Reprodução/Instagram Parte da equipe da banda The Offspring passou por um susto na última sexta-feira (5). Segundo comunicado divulgado nas redes sociais do grupo, o veículo em que estavam pegou fogo durante viagem pelo Canadá. O incidente aconteceu após a apresentação do grupo em Sherbrooke, Quebec, local do primeiro dos três shows da banda agendados no país. "Enquanto viajávamos pelo Canadá ontem, alguma coisa voou de um veículo que estava em nossa frente e ficou preso embaixo de um de nossos SUVs, pegando fogo. Todos saíram em segurança, mas a bagagem, passaportes, laptops e quase todo o resto foi destruído." Fotos divulgadas pela produção mostram que o veículo ficou completamente destruído. Kevin "Noodles" Wasserman, guitarrista do grupo, também falou sobre o incidente e compartilhou um vídeo em que o carro aparece em chamas no meio da estrada. "Ninguém ficou ferido. Todos saíram do veículo ilesos. Infelizmente, cerca da metade de nossa equipe perdeu seus pertences no incêndio, incluindo bagagem, computadores e passaportes. Mas isso poderia ter sido muito pior", escreveu Noodles. "A banda e eu estamos agradecidos e aliviados que todos os envolvidos estão bem. Ninguém sabe exatamente ainda o que deu início ao incêndio, mas algo grande e pesado bateu no SUV, possivelmente um engate de reboque perdido, e, em segundos, o veículo estava em chamas." No texto, o guitarrista ainda afirma que não deu tempo nem de a equipe tirar o carro da rodovia e parar no acostamento. "Toda nossa equipe trabalha pesado para que estejamos e soemos o melhor possível quando subimos ao palco. Suas viagens e dias de trabalhos são sempre mais longos e árduos do que os nossos, e não podemos agradecer o suficiente por tudo o que eles fazem. Vê-los ter que passar por algo assim é de partir o coração e assustador. Estou tão feliz que estão todos bem", finalizou o músico. Initial plugin text Initial plugin text The Offspring durante apresentação em Sherbrooke, antes de incidente Reprodução/Instagram Veja Mais

g1 ouviu #206 - Que músicos apoiam Lula ou Bolsonaro? E como este apoio impacta artistas e candidatos?

G1 Pop & Arte Bolsonaro domina sertanejo; Lula é forte na MPB, pop e rap. Dos 100 cantores mais ouvidos, Lula tem mais apoio. Podcast mostra quem se posicionou e pergunta: que diferença isso pode fazer? Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

Jô Soares é homenageado por cartunistas em exposição virtual; VEJA

G1 Pop & Arte Adão Iturrusgarai, Baptistão e Fábio Moon e outros artistas homenageiam apresentador e humorista na 'Expo do Jô'. Ele morreu aos 84 anos em São Paulo nesta sexta-feira (5). Pôster da exposição 'Expo do Jô', em homenagem a Jô Soares Jal/Associação dos Cartunistas do Brasil A Associação dos Cartunistas do Brasil organizou uma exposição virtual para homenagear Jô Soares, ícone do humor e da TV, que morreu nesta sexta-feira (5). Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Aos 85 anos, Jô estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. Confira abaixo a homenagem na íntegra: Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Fábio Moon faz homenagem a Jô Soares Fábio Moon/Associação dos Cartunistas do Brasil Adão Iturrusgarai faz homenagem a Jô Soares Adão Iturrusgarai/Associação dos Cartunistas do Brasil Cacinho faz homenagem a Jô Soares Cacinho/Associação dos Cartunistas do Brasil Alex Toon faz homenagem a Jô Soares Alex Toon/Associação dos Cartunistas do Brasil Afonso Carlos Fernandes faz homenagem a Jô Soares Afonso Carlos Fernandes/Associação dos Cartunistas do Brasil Alessandro Driê faz homenagem a Jô Soares Alessandro Driê/Associação dos Cartunistas do Brasil Alisson Affonso faz homenagem a Jô Soares Alisson Affonso/Associação dos Cartunistas do Brasil André Roibeiro faz homenagem a Jô Soares André Roibeiro/Associação dos Cartunistas do Brasil André Roibeiro faz homenagem a Jô Soares André Roibeiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Caó Cruz Alves faz homenagem a Jô Soares Caó Cruz Alves/Associação dos Cartunistas do Brasil Carol Cospe Fogo faz homenagem a Jô Soares Carol Cospe Fogo/Associação dos Cartunistas do Brasil Claudio Atílio faz homenagem a Jô Soares /Associação dos Cartunistas do Brasil Claudio Atílio faz homenagem a Jô Soares /Associação dos Cartunistas do Brasil Edra faz homenagem a Jô Soares Edra/Associação dos Cartunistas do Brasil Érico San Juan faz homenagem a Jô Soares Érico San Juan/Associação dos Cartunistas do Brasil Fernandes faz homenagem a Jô Soares Fernandes/Associação dos Cartunistas do Brasil Floreal faz homenagem a Jô Soares Floreal/Associação dos Cartunistas do Brasil Francisco Machado faz homenagem a Jô Soares Francisco Machado/Associação dos Cartunistas do Brasil Fred Osanan faz homenagem a Jô Soares Fred Osanan/Associação dos Cartunistas do Brasil Gilmar Fraga faz homenagem a Jô Soares Gilmar Fraga/Associação dos Cartunistas do Brasil Gilmar faz homenagem a Jô Soares Gilmar/Associação dos Cartunistas do Brasil Guilherme Bandeira faz homenagem a Jô Soares Guilherme Bandeira/Associação dos Cartunistas do Brasil Jeremias Castro faz homenagem a Jô Soares Jeremias Castro/Associação dos Cartunistas do Brasil Joaquim Monteiro faz homenagem a Jô Soares Joaquim Monteiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Joaquim Monteiro faz homenagem a Jô Soares Joaquim Monteiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Lucas faz homenagem a Jô Soares Lucas/Associação dos Cartunistas do Brasil Luciano Meskyta faz homenagem a Jô Soares Luciano Meskyta/Associação dos Cartunistas do Brasil Luciano Meskyta faz homenagem a Jô Soares Luciano Meskyta/Associação dos Cartunistas do Brasil Marcelo Magon faz homenagem a Jô Soares Marcelo Magon/Associação dos Cartunistas do Brasil Mauricio Rett faz homenagem a Jô Soares Mauricio Rett/Associação dos Cartunistas do Brasil Nico faz homenagem a Jô Soares Nico/Associação dos Cartunistas do Brasil Paffaro faz homenagem a Jô Soares Paffaro/Associação dos Cartunistas do Brasil Paulo Cid faz homenagem a Jô Soares Paulo Cid/Associação dos Cartunistas do Brasil Rafael Dourado faz homenagem a Jô Soares Rafael Dourado/Associação dos Cartunistas do Brasil Ricardo Soares faz homenagem a Jô Soares Ricardo Soares/Associação dos Cartunistas do Brasil Ro Kitahara faz homenagem a Jô Soares Ro Kitahara/Associação dos Cartunistas do Brasil Thiago Lucas faz homenagem a Jô Soares Thiago Lucas/Associação dos Cartunistas do Brasil Wilson Iguti faz homenagem a Jô Soares Wilson Iguti/Associação dos Cartunistas do Brasil Veja Mais

Cronologia: a vida de Jô Soares

G1 Pop & Arte Apresentador e humorista teve importante trajetória no cinema, no teatro, na literatura e na televisão. Ele morreu, nesta sexta (5), aos 84 anos. O apresentador, humorista, ator, dramaturgo e escritor Jô Soares morreu às 2h30 da madrugada desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do "Programa do Jô" estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. Jô Soares era especialista em criar personagens: do seu trabalho surgiam tipos curiosos, que retratavam com humor o cotidiano brasileiro. Foram tantos personagens que, segundo ele, parou de contar quando chegou no número 200. Na cronologia abaixo, veja a trajetória na vida pessoal e profissional de Jô Soares: LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô A vida de Jô Soares Veja Mais

Sylvia Bandeira, ex-mulher de Jô Soares, lamenta morte do apresentador: 'Muito triste'

G1 Pop & Arte Casamento durou dois anos na década de 1980. Apresentador morreu nesta sexta-feira (5); causa da morte não será divulgada pela família. Jô Soares e Sylvia Bandeira Reprodução/Instagram/SylviaBandeira Sylvia Bandeira, ex-mulher de Jô Soares, lamentou a morte do apresentador e humorista nesta sexta-feira (5). A atriz compartilhou uma foto antiga do casal no Instagram com a legenda: "Muito triste". Os dois foram casados por dois anos na década de 1980. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 28 de julho. A causa da morte não será divulgada a pedido da família. O enterro e velório serão reservados à família e aos amigos, em data e local ainda não informados. LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô Relembre momentos engraçados do Programa do Jô Soares Veja Mais

Jô Soares morre em São Paulo; veja FOTOS da carreira

G1 Pop & Arte “Sois rei, sois rei” - Jô Soares (personagem Reizinho) reprodução Globo News Jô Soares, em foto de março de 2016 Celso Tavares/G1 Roberto Carlos foi entrevistado por Jô Soares em 2011 TV Globo/ Zé Paulo Cardeal Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Em 2012, Fátima Bernardes celebrou 2 anos de "Encontro" e recebeu diversos convidados no programa, incluindo Pedro Bial e Jô Soares Globo/Renato Rocha Miranda Jô Soares recebe o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como entrevistado no 'Programa do Jô', em maio de 2016 Ramon Vasconcelos/Globo/Arquivo Miele e Jô Soares TV Globo/CEDOC Jô Soares TV Globo Jô Soares e Paulo Silvino interpretam de São Cosme e Damião no 'Viva O Gordo' Reprodução/Globo Jô Soares como Bô Francineide no programa "Viva o Gordo" Reprodução TV Globo Gravação do programa do Jô Soares, com a participação de Hebe Camargo em 2000 Almeida Rocha/Folhapress Retrato dos humoristas Jô Soares e Chico Anysio em 1985 Geraldo Guimarães/Estadão Conteúdo Jô Soares entrevista Pelé TV Globo/Zé Paulo Cardeal Erasmo Carlos durante entrevista ao programa de Jô Soares Globo/Ramón Vasconcelos Veja Mais

Lady Gaga confirma participação em 'Coringa 2'

G1 Pop & Arte Cantora publicou um teaser nas suas redes sociais. O filme está previsto para estrear em 2024. Lady Gaga se apresenta no Grammy 2022 Mario Anzuoni/Reuters A cantora Lady Gaga confirmou a sua participação no filme "Coringa 2". A artista postou um teaser de uma animação em que aparece com ao lado do personagem, novamente interpretado por Joaquim Phoenix. 'Coringa 2': Todd Phillips confirma desenvolvimento e título da continuação Na legenda da postagem, a cantora apenas escreveu "'Joker: Folie à Deux" e a data de lançamento, previsto para outubro de 2024. Initial plugin text O teaser, que tem a música "Cheek to Cheek" como trilha, também foi repostado pelo perfil oficial do filme no Twitter e pelo diretor e roteirista, Todd Phillips. Segundo a revista "Variety", Gaga estava interessada no papel de Harley Quinn nesta sequência, que deve ser um musical. Em junho, Phillips publicou a capa do roteiro no Instagram, revelando a legenda “Folie à Deux”. Nas imagens, também aparece Joaquin Phoenix, lendo o roteiro escrito por Phillips e Scott Silver, dupla responsável pela história do primeiro. Initial plugin text O filme de 2019, que contava uma alternativa para a origem do vilão dos quadrinhos do Batman, foi um sucesso comercial, com bilheteria de mais US$ 1 bilhão ao redor do mundo, e de crítica. Entre os dois Oscars recebidos pela produção está o de melhor ator para Phoenix. Veja Mais

Sequestrador de cães de Lady Gaga pega 4 anos de prisão nos EUA

G1 Pop & Arte Ryan Fischer, que passeava com os cachorros, foi gravemente ferido durante o roubo. Os dois cachorros sequestrados foram entregues à polícia dois dias depois do ocorrido. Cachorros de Lady Gaga são roubados durante passeio com 'dog walker' Reprodução/Instagram Um dos sequestradores dos cachorros da cantora Lady Gaga foi sentenciado a quatro anos de prisão em um tribunal de Los Angeles, informou, nesta quarta-feira (3), a promotoria (relembre o caso aqui). Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Jaylin White, de 20 anos, aceitou um acordo sob o qual desistiu de contestar a acusação de agressão em segundo grau em troca de que fossem retiradas as acusações de tentativa de homicídio e conspiração. Em seguida, ele foi sentenciado a "quatro anos de prisão em uma penitenciária estadual", informou a procuradora adjunta do distrito de Los Angeles, Michele Hanisee. Relembre o caso White, junto de James Howard Jackson, de 19 anos, e Lafayette Shon Whaley, de 28, foram denunciados em abril do ano passado pelo sequestro dos animais de estimação da cantora Lady Gaga em fevereiro de 2021. No momento do sequestro, o passeador de cachorros da artista, Ryan Fischer, acabou ferido por um disparo de arma de fogo. O passeador caminhava com Koji, Gustav e Miss Asia perto da Sunset Boulevard em Los Angeles, quando foi interceptado por dois homens que saíram de um carro. Fischer foi acertado por um tiro e os homens fugiram com Koji e Gustav. Miss Asia, por sua vez, conseguiu escapar e retornou depois ao local do crime, encontrando Fischer gravemente ferido. Ryan Fischer, passeador de cães de Lady Gaga, faz relato sobre noite em que foi baleado em Los Angeles Reprodução/Instagram/Valley of the Dogs "Você não roubou apenas os cachorros naquela noite, roubou meu meio de subsistência", disse Fischer a White durante audiência no tribunal, segundo a revista "Rolling Stone". "Quase morri naquela noite", disse a vítima entre lágrimas. "Mas o trauma mental e emocional que você causou naquela noite foi muito pior", acrescentou, citado pela revista. A polícia assinalou que não acredita que os suspeitos atacaram o passeador para roubar os cachorros por causa de sua dona famosa, mas porque são de uma raça cobiçada que pode ser vendida por milhares de dólares. Pequeno e, portanto, fácil de segurar e transportar, um buldogue francês é vendido por milhares de dólares no mercado negro por ser um dos cachorros preferidos das estrelas. LEIA TAMBÉM PARANÁ: Em 2018, buldogue francês foi furtado e pintado de cinza para não ser reconhecido MINAS GERAIS: Vídeo mostra furto de buldogue francês em 2020 Na época, Lady Gaga chegou a oferecer uma recompensa de US$ 500 mil (pouco mais de R$ 2,6 milhões) e, por fim, recuperou os dois animais, que foram entregues à polícia por uma mulher dois dias depois do roubo. James Howard Jackson, acusado de atirar contra o passeador, foi liberado em abril por "um erro administrativo". As autoridades ofereceram em julho uma recompensa de US$ 5 mil (cerca de R$ 26 mil) por informações que levem à sua captura. Veja Mais

'Sandman' adapta HQ clássica de Neil Gaiman após 30 anos: 'É mágico', diz autor

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, quadrinista e ator Tom Sturridge e Vanesu Samunya falam sobre trabalho para transformar história original na série que estreia nesta sexta-feira (5). Neil Gaiman e atores de 'Sandman' comentam adaptação da HQ para série A história da adaptação de "Sandman", clássico dos quadrinhos dos anos 1990 escrito por Neil Gaiman, é quase tão caótica e cheia de idas e vindas quanto a original. Depois de mais de três décadas de tentativas, ela finalmente chega a algum tipo de final feliz com a série de dez episódios que estreia nesta sexta-feira (5) na Netflix. Foram ao menos 28 anos desde a primeira vez em que alguém teve a ideia de levar a HQ para os cinemas ou para a TV e inúmeras tentativas. Algumas aprovadas pelo criador. Outras que o levaram a dizer que preferia jamais ver sua obra adaptada. Agora com 61 anos, mais do que o dobro da idade que tinha no lançamento da primeira edição em 1989, o britânico pôde contar com a experiência para modernizar o enredo e os personagens. "Estávamos eu e o Allan (Heinberg, o showrunner) agora olhando para o Neil Gaiman com 26, 27, 28, 29 anos e pensando: 'Eita. Ele fez isso e foi realmente esperto. Ele fez isso da forma certa. Ok. Mas como mantemos a integridade do que ele fez, mas também transformando em televisão?'", conta Gaiman em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Ele dá como exemplo o sexto episódio, que combina tramas de duas histórias diferentes dos quadrinhos e as mistura com elementos de uma terceira. "No fim do dia, criamos algo completamente novo, que eu sinto que é completamente fiel às suas origens, mas que é algo que ninguém viu antes. E a primeira vez que eu assisti a ele, me fez chorar", diz o quadrinista. "Eu pensei: 'Estou chorando. E eu escrevi essas palavras e construí essas coisas. Mas eu não tinha a Kirby Howell-Baptiste partindo o seu coração. Eu não fiz isso. Essa coisa é nova. E isso a que estamos assistindo é mágico'." Tom Sturridge e Kirby Howell-Baptiste em cena de 'Sandman' Divulgação O Sonho real de Gaiman A temporada adapta os dois primeiros arcos dos quadrinhos, "Prelúdios e Noturnos" e "A casa de bonecas". Neles, o Senhor dos Sonhos (Tom Sturridge), membro de uma família de seres imortais que personificam diferentes aspectos da natureza humana, precisa recuperar seus poderes e reconstruir seu reino após passar mais de um século aprisionado Também conhecido como Morfeu, o protagonista não é um deus, mas um dos Perpétuos – um grupo de entidades que sempre existiram e que sempre vão existir, como Morte (Kirby Howell-Baptiste) ou Desejo (Mason Alexander Park). Gaiman assistiu a cerca de 200 testes para escolher o ator que interpretaria sua criação. E o britânico Sturridge, de 36 anos, foi um dos primeiros deles. Ele não conhecia os quadrinhos antes, mas se apaixonou pelo papel com o tempo. "Ao explorar uma história na qual há um ser que está traçando nossos sonhos, que os está criando – acho que você não consegue evitar em sentir uma proximidade a ele", afirma o ator. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação "Tem a ver com a nossa relação com nossos sonhos. Acho que nossos sonhos são o reflexo mais honesto de nós mesmos. Acho que nós podemos contemplar e nos expressar sem o tipo de infecção que alguém tem do mundo real." A atriz Vanesu Samunyai tem uma explicação menos nobre sobre a atração que Sonho exerce sobre o público mesmo 30 anos após as primeiras publicações. "Ele pode ser um canalha, às vezes. Mas as pessoas gostam de personagens assim. Ele é um canalha que não entende que é um canalha. Ele nem percebe. Ele é meio sem noção às vezes. E eu acho que pessoas muito obstinadas assim são muito atraentes para outras pessoas", diz a jovem do Zimbábue. "Também, uma coisa muito legal dos quadrinhos é que o Sonho está lá, mas ele não é necessariamente tudo o que 'Sandman' conta. Ele é o personagem que amarra tudo, mas às vezes ele nem está lá em algumas histórias, sabe? E eles focam em todas as pessoas ao redor dele." Stephen Fry e Vanesu Samunyai em cena de 'Sandman' Divulgação O sonho quase virou pesadelo A escalação da atriz de 21 anos para interpretar Rose Walker, garota central à trama, foi uma das criticadas na época do anúncio do elenco, ao lado de Howell-Baptiste e de Jenna Coleman, por um grupo pequeno mas barulhento nas redes sociais. As reclamações estavam relacionadas às trocas de etnia das duas primeiras (no caso, duas personagens brancas vividas por atrizes negras) e à mudança de gênero da personagem de Coleman (o detetive sobrenatural John Constantine, famoso nos quadrinhos, dá lugar a Johanna Constantine). Gaiman já deixou claro em diversas entrevistas e tuítes que os críticos às escolhas não são fãs de verdade de seus quadrinhos. Afinal, o espírito de representatividade fazia parte da obra desde as primeiras publicações. Jenna Coleman em cena de 'Sandman' Divulgação Este foi um dos motivos, aliás, para seu sucesso. Ao longo dos anos, a série de HQs e seus derivados ganhou mais de 25 prêmios Eisner, o mais importante do gênero, e foi uma das poucas a integrar a lista de mais vendidos do jornal "New York Times". Por essas que praticamente desde o começo sempre teve alguém interessado em levar a história para o cinema. A primeira ideia partiu dos estúdios da Warner Bros. em 1991, mas só foi avançar mesmo cinco anos depois. Gaiman tinha aprovado o roteiro, que unia as mesmas histórias apresentadas na série, mas desentendimentos pausaram o projeto. Gwendoline Christie e Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Em 2013, o produtor e roteirista David S. Goyer (da trilogia "Cavaleiro das Trevas") deu início à tentativa mais recente. Joseph Gordon-Levitt ("Os 7 de Chicago") chegou a ser anunciado como Sonho/Morfeu. Quando o ator deixou o filme por "diferenças criativas", o futuro de "Sandman" nos cinemas parecia cada vez mais distante. Tanto que o roteirista da produção, Eric Heisserer, basicamente se demitiu enquanto defendia que o enredo só poderia ser adaptado em formato de série. No fim, ele parecia estar certo. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Goyer continuou a conversar com o quadrinista sobre a ideia. Como ele estava envolvido em outro projeto, convidou então Allan Heinberg, produtor de séries como "Grey's Anatomy" e "Scandal" e apaixonado pelos quadrinhos, para comandar a adaptação. Em 2019, a Warner finalmente conseguiu acertar a parceria com a Netflix. E Gaiman está muito ansioso para que o público, em especial o brasileiro, assista à série. "Vocês no Brasil são tão importantes para mim. As primeiras traduções de 'Sandman' foram no Brasil. As primeiras respostas. O primeiro país fora dos EUA que pareceram entender 'Sandman' foi o Brasil. Então, vocês sempre vão ter um lugar no meu coração." Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Veja Mais

'Coringa 2' vai ser lançado em outubro de 2024 nos EUA

G1 Pop & Arte 'Joker: Folie à Deux', continuação do filme de 2019, deve ser um musical. Joaquin Phoenix em cena de 'Coringa' Divulgação O próximo filme do Coringa de Joaquin Phoenix, "Joker: Folie à deux", vai estrear em 4 de outubro de 2024 nos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pela Warner Bros., segundo a revista "Variety". O título da continuação ("Loucura a dois", em tradução livre) foi revelado pelo diretor e roteirista Todd Phillips em junho e faz referência a um termo médico em francês que descreve um distúrbio psicológico que afeta duas ou mais pessoas. A sequência deve ser um musical, e Phoenix volta ao papel do protagonista. Segundo a "Variety", o estúdio divulgou a data de lançamento para tentar mudar as atenções do cancelamento da estreia de "Batgirl", noticiado nesta terça-feira (2). Joaquin Phoenix lê roteiro de 'Coringa 2' em foto postada pelo diretor Todd Phillips Reprodução/Instagram Veja Mais

Raymond Briggs, ilustrador britânico criador de 'O Boneco de Neve', morre aos 88 anos

G1 Pop & Arte Famoso livro de ilustrações com lápis de cor e sem texto publicado em 1978, vendeu 5,5 milhões de exemplares no mundo Raymond Briggs, ilustrador britânico criador de 'O Boneco de Neve', morre aos 88 anos Anthony Devlin/PA via AP O ilustrador britânico Raymond Briggs, cujo livro "O Boneco de Neve" fascinou gerações de crianças do mundo inteiro, morreu aos 88 anos, anunciou sua família nesta quarta-feira (10). "Sabemos que os livros de Raymond chegaram a milhões de pessoas em todo o mundo, que ficarão tristes ao saber desta notícia", afirmaram seus familiares em um comunicado. "O Boneco de Neve", um livro de ilustrações com lápis de cor e sem texto publicado em 1978, vendeu 5,5 milhões de exemplares no mundo. Tem como herói um menino que constrói um boneco de neve que ganha vida. Adaptado como um filme de animação em 1982 e apresentado com uma introdução do cantor David Bowie, suas imagens e música inesquecíveis estão desde então associados ao Natal. Raymond Briggs não gostava das festas de Natal e fim de ano e sua história não lhe parecia tão alegre. Seu final melancólico, quando o menino descobre que seu amigo derreteu deixando apenas seu chapéu e cachecol, destaca a fugacidade das coisas. "Não acredito em finais felizes", declarou Raymond Briggs ao jornal Daily Telegraph em 2007. "As crianças têm que enfrentar a morte cedo ou tarde... então não adianta nada evitá-la". "Papai Noel" (1973) foi o primeiro livro de Briggs de grande sucesso. Nele, o Papai Noel é um idoso rabugento que detesta o frio e a neve e acha insuportável ter que entregar presentes. Em 2019, Raymond Briggs abordou a velhice e a morte em um livro melancólico ("Time for Lights Out"). Também colaborou com The Oldie, uma revista criada como uma "alternativa alegre para uma imprensa obcecada por juventude e fama". "Todos os que eram próximos dele conheciam seu humor irreverente, que podia se revelar irônico quando se tratava do poder. Gostava do artigo do jornal (britânico) The Guardian que o descreveu como um 'tesouro nacional iconoclasta'", acrescentou o comunicado. Os livros mais famosos de Briggs são inspirados em sua vida e nostálgicos da Inglaterra de sua infância nas décadas de 1930 e 1940 em Wimbledon, sudoeste de Londres. Neles, percebe-se uma atmosfera delicada onde os personagens vestem pijamas listrados, roupões e chinelos, e bebem inúmeras xícaras de chá junto à lareira em suas casas de tijolos vermelhos. Seu trabalho evoca a história social britânica do século XX e reflete as classes sociais, a educação e a evolução da política. Veja Mais

Beyonce lidera ranking de mais ouvidas nos EUA pela primeira vez em 14 anos

G1 Pop & Arte 'Break My Soul' chegou à 1ª posição do Hot 100 da 'Billboard' e sétimo álbum de estúdio também lidera a lista de álbuns. Antes deste single, 'Single Ladies' havia ficado no topo em 2008. Beyoncé apresenta capa do álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram Pela primeira vez em mais de uma década, Beyonce atingiu o número um das paradas de sucesso nos Estados Unidos com seu aguardado álbum "Renaissance". O single "Break My Soul" é o primeiro da estrela de 40 anos a chegar no topo da Hot 100 da Billboard desde 2008, quando "Single Ladies" conseguiu o feito. G1 OUVIU: Beyoncé dá uma guinada dançante com o atrevido e festivo 'Renaissance' Seu sétimo álbum de estúdio também estreou no primeiro lugar da lista da Billboard, anunciou o monitor da indústria musical. É o segundo melhor debute do ano, atrás de "Harry's House" de Harry Styles. "Renaissance" também desbancou a sensação mundial do trap latino, Bad Bunny, na lista de álbuns Billboard 200, que se mantinha no topo com "Un Verano Sin Ti" por cinco semanas consecutivas. Altamente dançante e repleto de acenos à história da música disco e eletrônica, o novo álbum de Beyonce irrompeu com força na cena do verão boreal. Os vocais da artista têm seu lugar em "Renaissance", mas o que se destaca é o chamado rítmico e urgente à pista de dança, com um mosaico de influências que homenageia os pioneiros do funk, soul, rap, house e disco. Apesar do sucesso de seus videoclipes vanguardistas, o último álbum por enquanto não conta com imagens. Embora a cantora tenha uma grande influência cultural e um indiscutível trono no panteão da música, sua obra historicamente não alcançou o mesmo domínio comercial que outras estrelas mundiais contemporâneas. Mas "Renaissance" pode ter começado a mudar isso. Veja Mais

Ashton Kutcher diz que ficou sem ver, ouvir e andar por causa de doença autoimune

G1 Pop & Arte Ator foi diagnosticado com vasculite há três anos. Ele contou sobre a condição durante o programa de Bear Grylls. 'Sorte de estar vivo', disse. O ator Ashton Kutcher no tapete vermelho do Screen Actors Guild Awards em Los Angeles em janeiro de 2017 Mario Anzuoni/Reuters/Arquivo O ator Ashton Kutcher revelou que ficou sem ver, ouvir e andar por causa de uma doença autoimune. Ele contou sobre sua condição durante programa "Celebridades à prova de tudo: o desafio", com Bear Grylls, da National Geographic. Kutcher, que esteve em séries como "That's 70's show" e "Dois homens e meio" e no filme "Jobs", contou que foi diagnosticado com vasculite, uma doença autoimune que pode causar inflamações nos vasos sanguíneos, restringindo o fluxo sanguíneo, provocando danos aos órgãos e tecidos do corpo. "Três anos atrás, eu tive essa forma estranha e super rara de vasculite, que derrubou minha visão, minha audição e meu equilíbrio", contou ao apresentador. O artista disse que levou cerca de um ano para se recuperar. "Você realmente não aprecia isso, até perder", disse o ator durante a entrevista. "Até que você entende, 'eu não sei se eu vou ser capaz de ver de novo, não sei se vou poder ouvir de novo, não sei se vou conseguir andar de novo", afirmou. "Sorte de estar vivo", completou. Kutcher ainda diz que não se deixou abalar pelos desafios impostos pela doença, e viu a situação como uma oportunidade de crescimento. "No minuto em que você começa a ver seus obstáculos como coisas feitas para você, para dar o que você precisa, então a vida começa a ficar divertida, certo? Você começa a surfar em cima de seus problemas em vez de viver debaixo deles.” No programa "Celebridades à prova de tudo", Bear Grylls leva seus convidados para testar seus limites físicos e mentais, e eles precisam provar que conseguem sobreviver sob pressão. O apresentador ensina algumas habilidades que esses convidados terão de aplicar em determinadas situações. Veja Mais

Museu de Londres vai devolver 72 objetos saqueados da Nigéria no século 19

G1 Pop & Arte A presidente do Museu Horniman disse que era "moral" devolver itens levados "à força" anos atrás. A placa do Benin do chefe Uwangue e comerciantes portugueses é um dos objetos que estão sendo devolvidos à Nigéria Museu Horniman/Divulgação via BBC Um museu em Londres anunciou que devolverá à Nigéria artefatos saqueados no século 19, ainda durante a época do Reino de Benin. O Museu Horniman disse que a propriedade de 72 objetos seria transferida para o governo nigeriano. Os itens incluem 12 placas de bronze, conhecidas como Bronzes do Benin, um galo de bronze e uma chave do palácio do rei. A decisão ocorreu após um pedido da Comissão Nacional de Museus e Monumentos da Nigéria (NCMM), feito em janeiro. O museu, no sudeste de Londres, diz que consultou membros da comunidade, visitantes, crianças em idade escolar, acadêmicos, profissionais da área de patrimônio e artistas baseados na Nigéria e no Reino Unido. "Todas as suas visões sobre o futuro dos objetos do Benin foram consideradas, juntamente com a proveniência dos objetos", explicou o museu. A presidente do museu disse que era "moral e apropriado" devolvê-los. Nos últimos anos, aumentou a pressão política sobre governos e museus europeus para devolver os artefatos saqueados - incluindo esculturas de marfim e esculturas de metal conhecidas como Bronzes do Benin. O Horniman foi recentemente nomeado Museu do Ano 2022 Divulgação/ Andrew Lee Alemanha também devolveu "É muito claro que esses objetos foram adquiridos à força, e a consulta externa reforçou nossa opinião de que é moral e apropriado devolver sua propriedade à Nigéria", disse Eve Salomon, presidente do museu. "O Museu Horniman está satisfeito por poder dar este passo e estamos ansiosos para trabalhar com o NCMM para garantir cuidados de longo prazo para esses artefatos preciosos." Os itens da coleção do Horniman são apenas alguns dos artefatos devolvidos à Nigéria nos últimos meses de museus em países ocidentais. No mês passado, o Jesus College em Cambridge (Inglaterra) e a Universidade de Aberdeen (Escócia) devolveram uma escultura de galo e outra da cabeça de um obá (rei). As autoridades alemãs também devolveram mais de 1.100 artefatos ao país da África Ocidental. O NCMM diz que algumas das esculturas de valor inestimável serão armazenadas no Museu Nacional do Benin assim que for ampliado e outras serão armazenadas no Museu de Lagos. O Museu Britânico possui a maior coleção de bronzes do Benin do mundo. Mas diz que está impedido de devolver itens permanentemente pela Lei do Museu Britânico de 1963 e pela Lei do Patrimônio Nacional de 1983. Veja Mais

Kim Kardashian e Pete Davidson terminam namoro, diz site

G1 Pop & Arte De acordo com a revista People, 'parte da razão pela qual eles se separaram foi a agenda lotada dos dois. Eles viajam o tempo todo e isso ficou difícil'. Kim Kardashian e Pete Davidson Dimitrios Kambouris/Getty Images via AFP A estrela de reality show Kim Kardashian e o comediante do programa "Saturday Night Live" Pete Davidson terminaram o namoro após nove meses de relacionamento, segundo informações de veículos internacionais. E! News, a revista People e outras mídias disseram que o casal se separou na última semana, citando fontes anônimas. Segundo uma fonte da revista People, "parte da razão pela qual eles se separaram foi a agenda lotada dos dois. Eles viajam o tempo todo e isso ficou difícil." O porta-voz de Kardashian não comentou o assunto e o representante de Davidson também não respondeu de imediato a um pedido de comentário. As celebridades começaram a namorar depois que Kardashian, de 41 anos, apresentou o "SNL" em outubro de 2021. Kardashian está no meio de uma disputa legal para finalizar seu divórcio do rapper Kanye West, e estrela um novo reality show com sua família na plataforma de streaming Hulu. Davidson, de 28, fez parte do elenco do programa de comédia norte-americano "SNL" por oito temporadas até anunciar sua saída em maio. Recentemente, ele tem gravado um filme chamado "Wizards!" na Austrália. Vídeo: Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado Veja Mais

Marco Mattoli, fundador do Clube do Balanço, morre aos 57 anos

G1 Pop & Arte Músico teve uma parada cardíaca neste domingo (7). Ele ficou conhecido pelo resgate dos bailes de samba-rock nos anos 2000. Marco Mattoli Reprodução/Instagram O músico Marco Mattoli, fundador e líder do grupo Clube do Balanço, morreu neste domingo (7), aos 57 anos. Segundo a nota de falecimento, ele teve uma parada cardíaca. O velório será nesta segunda-feira (8), fechado para amigos e familiares. Mattoli começou sua carreira musical nos anos 1990, quando criou Os Guanabaras. Em 1994, lançou o disco "Balanço é coisa rara". Já em 1999, fundou um segundo grupo, o Clube do Balanço, com o objetivo de resgatar os bailes de samba-rock da década de 1970. Na discografia da banda estão "Swing & samba-rock" (2001), "Samba incrementado" (2004), "Pela contramão" (2009), "Menina da janela" (2014) e "Balanço na quebrada", de 2019, que celebrou os 20 anos de carreira do grupo. Ele ainda trabalhou com nomes como Paula Lima, Ivo Meirelles, Seu Jorge, os irmãos Simoninha e Max de Castro, Bebeto e Erasmo Carlos. Antes de morrer, o músico se dedicava a um projeto com gravações da cantora de samba Bernadete. Ele deixa companheira e uma filha. VÍDEO Personalidades que morreram em 2022 Veja Mais

De 'Batgirl' a comédia perdida de Tarantino, relembre filmes abandonados antes do lançamento

G1 Pop & Arte Filme focado na heroína do universo do Batman custou US$ 90 milhões e já estava quase pronto, mas foi cancelado. Semana Pop conta outras histórias de projetos engavetados; assista. De 'Batgirl' a comédia perdida de Tarantino, Semana Pop relembra filmes abandonados "Batgirl", filme focado na heroína do universo do Batman, custou cerca de US$ 90 milhões e já estava quase pronto... mas teve seu lançamento cancelado pelo estúdio Warner Bros. Sempre que acontece algo assim, fica o mistério: o que leva um filme a ser abandonado às vésperas do lançamento? O Semana Pop deste sábado (6) conta essa e outras histórias de projetos engavetados e explica por que eles não deram certo. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Filhotes de gato abandonados na porta de Centro de Zoonoses ganham ‘mãe de leite’ no extremo sul da Bahia

G1 Pop & Arte Caso ocorreu às margens da BR-101, na cidade de Eunápolis. Filhotes de gato abandonados na porta de Centro de Zoonoses ganham ‘mãe de leite’ Doze filhotes de gatos foram abandonados na porta do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, no início desta semana. No local, os gatinhos ganharam uma "mãe de leite". De acordo com o diretor do CCZ, o médico veterinário Carlos França, não há informações sobre o que aconteceu com a gata que gerou os filhotes. Ela não estava no local quando eles foram encontrados. Filhotes de gato abandonados na porta de Centro de Zoonoses ganham ‘mãe de leite’ no extremo sul da Bahia Arquivo Pessoal Segundo o diretor, os filhotes foram resgatados pela equipe do órgão. Quando chegaram, os gatinhos se alimentaram com um leite específico para pets através de uma mamadeira. [Veja no vídeo abaixo] "Conseguimos essa gatinha para amamentar eles e a adaptação foi muito boa", explicou o diretor do CCZ. Gatinhos bebem leite direto de mamadeira Segundo Carlos França, alguns dos filhotes já foram doados. Os interessados nos gatinhos que seguem no local podem buscar no CCZ, que fica às margens da BR-101, no bairro Juca Rosa. O diretor do Centro de Controle de Zoonoses informou que, além desses gatinhos, existem muitos outros gatos e cachorros abandonados no local. As pessoas que quiserem adotar os animais devem ir ao CCZ, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e entre 14h e 17h. Eles saem do local castrados, vermifugados e vacinados contra raiva. No caso de filhotes, o CCZ se compromete a castrar o animal quando ele estiver na idade apropriada (cães devem ter, no mínimo, seis meses e gatos, 12 meses). Os interessados precisam ser maior de 18 anos e apresentar documento de identidade com foto e comprovante de residência. Depois disso, eles passam por uma triagem para comprovar que têm condições de cuidar do animal. Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia ???? Ouça 'Eu te explico' ???? Veja Mais

Elenco de última peça de Jô Soares lamenta morte: 'Maior homem de cultura que Brasil já teve'

G1 Pop & Arte Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas de 'Gaslight - uma relação tóxica', se emocionaram ao falar sobre trabalho ao lado do apresentador, escritor e diretor. Espetáculo estava previsto para estrear em 9 de setembro, em São Paulo. Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas da peça "Gaslight", dirigida por Jô Soares. Divulgação Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas da peça "Gaslight - uma relação tóxica", a última dirigida por Jô Soares, lamentaram a morte do apresentador. Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5). O ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho. A causa da morte não foi informada. Escrita pelo inglês Patrick Hamilton e apresentada na Broadway na década de 1940, "Gaslight" é uma peça sobre uma relação abusiva. O espetáculo está com previsão de estreia para 9 de setembro, no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Jô foi responsável pela tradução, adaptação, e dividia a direção com Mauricio Guilherme. Sem segurar a emoção, Giovani não informou se a estreia segue agendada após a morte de Jô Soares, mas falou ao g1 sobre a parceria com o diretor. "Difícil, né? Mas acho que é importante nesse dia tão triste também exaltar a trajetória desse homem, que não tenho medo nenhum de afirmar que é o maior homem de cultura que o Brasil já teve, porque navegava na literatura, no teatro, na comunicação, de uma forma muito popular", afirma Giovani Tozi. O ator ainda relembrou um ensinamento do apresentador. "O Jô costumava dizer que o teatro é um trapézio sem rede. E eu acho bonito isso porque é a maneira como também ele sempre agiu na vida." Giovani Tozi com Jô Soares Reprodução/Instagram "O Jô nunca teve medo de novos desafios, de se colocar, de dizer o que pensa. Era um anarquista, como ele mesmo costumava dizer. Então acho que essa lição é importante na vida, pra gente nunca ter medo de dizer, de pensar, de agir, porque é isso." "A vida também é um trapézio sem redes. Se a gente ficar la em cima esperando segurança pra poder saltar, a gente nunca salta." Quatro peças dirigidas por Jô Soares Bastante emocionada, Erica Montanheiro conta que conheceu Jô em 2011 e já trabalhou outras três vezes com o apresentador. "É a quarta peça que faço com Jô. Fiz outras três desde 2011, desde que trabalho com ele em teatro, ele me dirigindo." "E foi um encontro sempre muito bonito, muito. Apesar de ele ser esse gênio maravilhoso, sempre falando com a gente de igual pra igual, com uma delicadeza extrema." Erica Montanheiro com Jô Soares Reprodução/Instagram Erica conta que, quando conheceu Jô, eles "se deram bem logo de cara". Sobre a peça, a atriz conta que já estava tudo alinhado por Jô. "A concepção é toda dele, as orientações, tudo já estava lidado por ele. E sempre com muito humor, uma delicadeza pra dirigir, muito certeiro, um homem de teatro." "E ele sempre muito democrático nas decisões. Sempre perguntando se estava bom pra fazer daquela forma, aberto pra escuta." Jô Soares morre aos 84 anos Veja Mais

Luis Alexander Rubio, o garçom Alex do 'Programa do Jô', lamenta morte do apresentador

G1 Pop & Arte Alex trabalhou 27 anos com Jô Soares. O apresentador morreu na madrugada desta sexta-feira (5). Luis Alexander Rubio, o garçom Alex do 'Programa do Jô', lamenta morte do apresentador Reprodução/Instagram Luis Alexander Rubio, conhecido como o garçom Alex do "Programa do Jô", usou as redes sociais para lamentar a morte de Jô Soares. O apresentador morreu na madrugada desta sexta-feira (5). O ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho. A causa da morte não foi informada. Famosos lamentam morte de Jô Soares; leia homenagens Alex repostou nos Stories um post que fez em 4 de março de 2021 no qual ele diz: "Para quem não lembra de mim, sou Alex. Trabalhei no programa do Sr. Jô Soares durante 27 anos como garçom, eu servia café, água e refrigerante para os convidados... E para os mais "nervosinhos" dava algumas bebidas mais fortes, então tive que me aperfeiçoar e aprender sobre drinks nacionais e internacionais... Foi aí que me apaixonei por esse fascinante mundo dos Drinks." Na repostagem feita na rede social, ele incluiu um emoji com carinha de choro. Initial plugin text Veja Mais

Morre Jô Soares: livros

G1 Pop & Arte 'O Xangô de Baker Street', de 1995, que virou filme, e 'O Homem que Matou Getúlio Vargas', de 1998, são suas obras mais populares. Jô Soares morreu nesta sexta-feira (5) em São Paulo, aos 84 anos, e, além de longa carreira na TV, cinema e no teatro, deixou ao menos sete livros autorais, além de duas biografias, um capítulo em obra de Álvaro de Moya e um livro traduzido. Dentre os livros mais populares de Jô estão "O Xangô de Baker Street", de 1995, que virou filme, e "O Homem que Matou Getúlio Vargas", de 1998. O Xangô de Baker Street Reprodução O Homem que Matou Getúlio Vargas Reprodução Os livros: Os dilemas do Fantasma e do Capitão América (1972) — capítulo no livro Shazam!, de Álvaro de Moya O Astronauta Sem Regime (1983) Humor Nos Tempos do Collor (1992) A Copa Que Ninguém Viu e a Que Não Queremos Lembrar (1994) O Xangô de Baker Street O Homem que Matou Getúlio Vargas Assassinatos na Academia Brasileira de Letras (2005) As Esganadas (2011) O Livro De Jô - Uma Autobiografia Desautorizada - Vol. 1 (2017) O Livro De Jô - Uma Autobiografia Desautorizada - Vol. 2 (2018) “Ricardo Iii” De Shakespeare - Tradução e Adaptação editada em livro pela Imprensa Oficial 5 dos livros Jô Soares Reprodução Livros de Jô Soares Reprodução Veja Mais

Jô Soares foi ator, humorista, apresentador de televisão, escritor e diretor

G1 Pop & Arte Filho único de um empresário paraibano e de uma dona de casa, Jô Soares queria ser diplomata e chegou a estudar na Suíça. Morreu aos 84 anos, em São Paulo. Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo José Eugênio Soares nasceu em 1 de janeiro de 1938 no Rio de Janeiro. Foi humorista, apresentador de televisão, escritor, diretor e ator. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Trabalhou nas emissoras Continental, TV Rio, Tupi, Excelsior, Record, SBT e na Globo. Jô Soares, como ficou conhecido, queria ser diplomata e chegou a estudar na Suíça antes de ficar famoso como artista. Morreu aos 84 anos, na madrugada desta sexta-feira (5), em São Paulo. Ator, humorista, entrevistador: relembre a carreira em FOTOS Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares, em foto de março de 2016 Celso Tavares/G1 Quem foi Jô A carreira como apresentador começou no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) com o programa "Jô Soares Onze e Meia", que foi ao ar entre 1988 e 1999. Em 2000, o humorista iniciou aquele que se tornou seu programa mais famoso, o "Programa do Jô", encerrado em 2016. Foi o único filho do empresário paraibano Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Pereira Leal. Pelo lado materno, foi bisneto do conselheiro Filipe José Pereira Leal, diplomata e político que, no Brasil Imperial, foi governador do Estado do Espírito Santo. Por parte de seu pai, foi sobrinho-bisneto de Francisco Camilo de Holanda, ex-governador da Paraíba. Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio de São Bento, no Rio de Janeiro; no Colégio São José, em Petrópolis; e em Lausana, na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inata apontavam para outra direção. Jô Soares se emociona na despedida do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Carreira Detentor de um talento versátil, além de atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro, Jô Soares também foi um apreciador de jazz e chegou a apresentar um programa de rádio na extinta Jornal do Brasil AM, no Rio de Janeiro, além de uma experiência na também extinta Antena 1 Rio de Janeiro. 1956 — Estreia na televisão no elenco da Praça da Alegria, na época na RecordTV, onde ficou por 10 anos. 1965 — Protagoniza a única novela de sua carreira, a comédia Ceará contra 007, a trama de maior audiência naquele ano no Brasil. Também na Record. 1967 — Em "Família Trapo", roteirizava ao lado de Carlos Alberto de Nóbrega e atuava como Gordon, o mordomo atrapalhado e descompensado. Último trabalho na Record. 1971 — "Faça Humor, Não Faça Guerra" foi primeiro humorístico da TV Globo a contar a com a participação do comediante. O programa em meio à Guerra Fria e ao conflito do Vietnã brincava com o slogan pacifista hippie "Make love, don't make war" (Faça amor, não faça a guerra). 1973 — "Satiricom", novo humorístico da TV Globo, com direção de Augusto César Vanucci, realizava roteiros com Max Nunes e Haroldo Barbosa. A atração satirizava o título do filme homônimo de Federico Fellini - "Satyricon". Na promoção do programa, todavia, diziam que era a "sátira da comunicação" num mundo que tinha virado uma "aldeia global", expressão que esteve na moda depois dos primeiros anos da TV via satélite. 1976 — "Planeta dos Homens", nova sátira com o cinema - desta vez, a série cinematográfica "O Planeta dos Macacos", atuava com roteiros de Haroldo Barbosa. 1981 — "Viva o Gordo", com direção de Walter Lacet e Francisco Milani, foi o primeiro programa solo dele. Tinha roteiros de Armando Costa. Deu origem ao espetáculo do gênero "one man show" de Jô chamado "Viva o Gordo, Abaixo o Regime" (sátira explícita ao Golpe Militar de 1964 ainda vigente àquela época). As aberturas do programa brincavam com efeitos especiais usando técnica de inserção de imagens de Jô entre cenas famosas do cinema (como em "Cliente Morto Não Paga" e "Zelig") ou "contracenando" com políticos nacionais e internacionais, como Orestes Quercia, Jânio Quadros, Ronald Reagan etc. 1982 — Participação no "Chico Anysio Show". 1983 - Participação no musical infantil "Plunct, Plact, Zuuum" e comentarista no Jornal da Globo até 1987. 1988 — "Veja o Gordo", estreia no SBT com o mesmo estilo do "Viva o Gordo" da Rede Globo. Estréia nesse ano, ainda no SBT, o talk show "Jô Soares Onze e Meia" (1988–1999). 2000 — Trazido de volta para a Rede Globo, onde apresentou o Programa do Jô até 2016, e fez participação no especial de Natal do programa "Sai de Baixo" — episódio "No Natal a Gente Vem Te Mudar" (sátira ao título da peça de Naum Alves de Souza, "No Natal a Gente Vem Te Buscar") como Papai Noel. 2018 — Participa como comentarista do programa Debate Final, no Fox Sports, debatendo sobre a Copa do Mundo FIFA de 2018.[6] Retrato dos humoristas Jô Soares e Chico Anysio em 1985 Geraldo Guimarães/Estadão Conteúdo Vida pessoal Entre 1959 e 1979, Jô Soares foi casado com a atriz Therezinha Millet Austregésilo, com quem teve um filho, Rafael Soares (1964–2014), que era autista. Entre 1980 a 1983, foi casado com atriz Sílvia Bandeira, 12 anos mais nova. Em 1984 começou a namorar a atriz Claudia Raia, romance que durou dois anos. Já namorou a atriz Mika Lins e em 1987, casou-se com a designer gráfica Flávia Junqueira Pedras, de quem se separou em 1998. O apresentador admitiu sofrer de TOC. Em sua casa, os quadros precisam estar tombados levemente para a direita. Jô foi sobrinho de Togo Renan Soares, conhecido como "Kanela", ex-treinador da seleção brasileira de basquete. No dia 1 de outubro de 2012, levou ao ar um programa especial que reprisou uma entrevista com Lolita Rodrigues e Nair Bello em homenagem à apresentadora Hebe Camargo, com quem declarou ter vivido intensas alegrias. O apresentador falava, com diferentes níveis de fluência, cinco idiomas: português, inglês, francês, italiano e espanhol, além de bons conhecimentos de alemão. Traduziu um álbum de histórias em quadrinhos de Barbarella, criação do francês Jean-Claude Forest. Jô Soares era católico, sendo devoto de Santa Rita de Cássia. Jô Soares TV Globo/Zé Paulo Cardeal No dia 25 de julho de 2014, Jô Soares foi internado no Hospital Sírio-Libanês, para tratar de uma pneumonia, permanecendo no hospital por 22 dias. No dia 31 de outubro de 2014, morreu seu único filho, Rafael Soares, no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. No dia 3 de novembro, Jô dedicou o programa ao seu filho, em que fez um discurso contando um pouco da história dele. No dia 4 de agosto de 2016, foi eleito para a Academia Paulista de Letras, assumindo a cadeira 33, que pertenceu ao escritor Francisco Marins. Veja Mais

Imagine Dragons confirma shows no Brasil em outubro

G1 Pop & Arte Grupo apresenta a turnê Mercury World Tour em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Dan Reynolds, Daniel Wayne Sermon, Ben McKee e Daniel Platzman, do Imagine Dragons, no tapete vermelho do MTV EMA 2021 Marton Monus/Reuters Imagine Dragons confirmou três apresentações no Brasil em outubro. O grupo fará três apresentações da turnê Mercury World Tour: 25 de outubro, Curitiba 27 de outubro, São Paulo 29 de outubro, Rio de Janeiro A pré-venda de ingressos exclusiva para clientes do cartão Elo acontece nos dias 8 e 9 de agosto. Já a liberação de ingressos para o público geral acontece em 10 de agosto, começando às 10h pela internet e, às 11h, nas bilheterias oficiais. Ainda não há informações sobre valores. A Mercury World Tour celebra o álbum duplo "Mercury – Acts 1 & 2", que conta com 32 faixas e inclui singles como "Enemy", "Bones" e "Sharks". Além do Brasil, a turnê latino-americana do Imagine Dragons passa ainda pela Colômbia e a Argentina. Entrevista exclusiva: Imagine Dragons fala sobre o show no Brasil Veja Mais

Bichos na Escuta #63: Gisele Pinscher — a BFF de Luísa Sonza

G1 Pop & Arte A cantora, que está no topo das paradas do país com a música ‘Cachorrinhas’, conversa com Giuliana Girardi sobre a sua relação com suas três pinschers e sua gata: Gisele Pinscher, Britney Spinschers, Duda Beainscher e Rita Lee. “Cadelinha número um é a famosa Gisele Insuportável, inadestrável, essa é minha BFF” Ela e suas cachorrinhas são o momento! No episódio desta quinta (4) de ‘Bichos na Escuta’, você vai saber mais sobre as melhores amigas de Luisa Sonza. A cantora, que está no topo das paradas do país com a música ‘Cachorrinhas’, conversa com Giuliana Girardi sobre a sua relação com suas três pinschers e sua gata: Gisele Pinscher, Britney Spinschers, Duda Beainscher e Rita Lee. Luísa Sonza mostra suas cachorrinhas, inspiração de novo hit: 'São muito importantes na minha vida' Luísa explica que as personalidades que aparecem no clipe ‘Cachorrinhas’ são exatamente como as suas cachorrinhas são na vida real: Gisele, a primogênita, é ‘BFF’ de Luísa e acompanha a cantora para todos os lugares. Britney, a cadela número dois, ‘nunca dá a pata’ como diz a música, porque só responde à Luísa. E a Duda é a caçula do grupo. Além das três, a gata Rita Lee também é uma das estrelas do clipe. Luísa explica que a felina não apareceu nas imagens porque não curtiu muito as câmeras, e a cantora respeitou. Luísa Sonza com as 'cachorrinhas' Lethicia Amâncio/Fantástico A paixão de Luísa por animais começou ainda na infância, incentivada pelos pais. “Quem tem animal sabe que vai muito além de um bichinho de estimação, é realmente minha melhor amiga”, conta Luísa sobre a relação com Gisele. Luísa Sonza no podcast Bichos na Escuta Lethicia Amâncio/Fantástico Ouça outros episódios de 'Bichos na Escuta': Popi e Corn, as gatas unidas pelo nome — com Carol Barcellos 'Sempre fui cachorreiro, agora sou gateiro também' — com Frejat Malcom Salsicha, o cão artista Conheça Maria Rita, a cachorra de Marcela Ceribelli que rouba a cena Kiki — a lhama de estimação que faz sucesso nas redes sociais Conheça Ruby Fofa, a cadela que faz entregas com seu tutor A história de Farofa, o cachorro que pega o 'busão' para a escola A cachorra que viaja o mundo em uma kombi O gatil que ajuda detentos na ressocialização Conheça Pretinha, a cadela tricolor que comemora os gols do Fluminense Ouça história de empresário do mercado pet que já morou nas ruas de São Paulo PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais LUTO: como lidar com a morte de um pet VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência O podcast 'Bichos Na Escuta' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o 'Bichos na Escuta' na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo. Veja Mais

Diretores relatam 'choque' com cancelamento de 'Batgirl' após investimento de US$ 90 milhões

G1 Pop & Arte 'Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não conseguimos acreditar', escreveram os diretores Adil El Arb e Bilall Fallah após a Warner Bros. Discovery abandonar filme quase pronto. Leslie Grace como a 'Batgirl' Reprodução/Instagram/lesliegrace Os diretores de "Batgirl" disseram, nesta quarta-feira (3), que ficaram "chocados" ao saber que o filme de US$ 90 milhões foi arquivado pelo estúdio e não será lançado em nenhum formato. A Warner Bros. Discovery anunciou que deixaria de lado a adaptação cinematográfica da personagem da DC Comics, protagonizada por Leslie Grace e com Michael Keaton no papel de Batman. O filme não será lançado nos cinemas ou na plataforma de streaming HBO Max. "Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não conseguimos acreditar", escreveram os diretores Adil El Arb e Bilall Fallah em uma publicação no Instagram. "Como diretores, é fundamental que nosso trabalho seja visto pelo público e, embora o filme estivesse longe de estar pronto, desejávamos que fãs de todo o mundo tivessem a oportunidade de ver o produto final". A filmagem já estava finalizada e parte da pós-produção, onde são adicionados efeitos especiais, som e gráficos, também havia sido feita. Leslie Grace ("Em um Bairro de Nova York") havia comentado em uma entrevista sobre o quão empolgada estava em conseguir o papel e trabalhar ao lado de Keaton e outras estrelas. "Foi um sonho trabalhar com atores tão fantásticos como Michael Keaton, J.K. Simmons, Brendan Fraser (...) e especialmente a grande Leslie Grace, que interpretou a Batgirl com tanta paixão, dedicação e humanidade", escreveram El Arbi e Fallah. "De qualquer forma, como grandes fãs de Batman desde crianças, foi um privilégio e uma honra ter feito parte do Universo estendido da DC, mesmo que apenas por um breve momento". A decisão de arquivar o filme agitou Hollywood, onde especialistas da indústria apontaram que era inédito um filme não ser lançado tão perto de sua conclusão e com tanto dinheiro já investido. "Batgirl" parece ter sido vítima de uma mudança na estratégia corporativa após a fusão da Warner Bros. com a Discovery. A Warner Bros. havia se comprometido em produzir filmes para serem lançados diretamente no serviço de streaming HBO Max, como parte de um esforço para aumentar os assinantes nesse setor cada vez mais competitivo. Mas essa decisão parece ter sido revertida depois da parceria com a Discovery. A revista "Variety" citou especialistas da indústria que disseram que "Batgirl" não era deslumbrante o suficiente para um lançamento nos cinemas, com suas caras exigências de marketing, e, ao mesmo tempo, grande demais para fazer sentido econômico no cenário do streaming. Veja Mais

Ex-BBB Aline Gotschalg passa por cirurgia após diagnóstico de câncer de tireoide: 'Não foi fácil'

G1 Pop & Arte Em depoimento nas redes sociais, Aline afirmou que nunca havia feito um ultrassom na tireoide, importante exame para controle preventivo da doença. Ex-BBB Aline Gotschalg passa por cirurgia após diagnóstico de câncer de tireoide Reprodução/Instagram Aline Gotschalg, participante do "BBB15", passou por uma cirurgia após ser diagnosticada com câncer de tiroide. A ex-BBB usou as redes sociais para compartilhar sua situação atual com os fãs e afirmou que receber o diagnóstico da doença "não foi fácil. Tive muito medo e confesso que foram dias difíceis por aqui". "Eu nunca havia feito antes um exame de ultrassom na tireoide e ouvi uma voz (como não acreditar que temos nosso Anjo da Guarda?) para realizá-lo juntamente com todos os meus outros exames periódicos, muito importantes para um controle preventivo de doenças, principalmente as mais silenciosas", contou Aline "E foi então que descobrimos um tumor maligno na tireoide." Aline ainda deixou um alerta para seus seguidores: "Façam exames periódicos e estejam sempre atentos a sua saúde". Ela não informou quando descobriu a doença ou a data exata cirurgia, explicando que precisou "vivenciar tudo, entender e me fortalecer primeiro antes de dividir com vocês. Espero que me entendam." Aline finalizou o desabafo informando que está "viva e curada". Initial plugin text Veja Mais

Black Eyed Peas quer mais otimismo e gravar com MC Fioti: 'amaríamos fazer algo com ele'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, will.i.am, Taboo e apl.de.ap falam sobre seu último single e parcerias com David Guetta, Shakira, Anitta e dançam ao som de 'Bum bum tam tam'. Black Eyed Peas querem gravar com MC Fioti e falam sobre nova música O Black Eyed Peas já trabalhou com muita gente. Shakira, David Guetta, J Balvin, Snoop Dogg, Justin Timberlake e até os brasileiros Anitta e Sérgio Mendes. Mas, entre os artistas que estão no radar do trio, está o criador de "Bum bum tam tam", Mc Fioti. Eles contam isso em entrevista ao g1 enquanto ouvem o hit do funkeiro. "Isso é da hora. Mc Fioti", diz Taboo, um dos três membros do grupo. "Não o conhecemos, mas amaríamos fazer algo com ele. Com certeza." apl.de.ap, will.i.am e Taboo formam o Black Eyed Peas Divulgação Enquanto a parceria não acontece, eles gravam o nono disco de sua carreira, ainda sem revelar muito a respeito, após lançar o single "Don't you worry" com Guetta e a cantora colombiana. Partindo de uma batida criada pelo DJ francês e inspirado por canções que levaram paz a diferentes gerações, will.i.am diz que criou uma mensagem de esperança aos fãs. "É Bob Marley, é Stevie Wonder, é Bobby McFerrin. 'Don't worry'. 'Don't you worry about a thing'. 'Don't worry, be happy'. É otimismo. O mundo precisa de otimismo. Esta era, esta geração, precisam de algo que os lembre que você não precisa se estressar com cada coisinha." Na entrevista, will.i.am, Taboo e apl.de.ap falam sobre a nova música, a parceria com Anitta em "Explosion" e a alegria de voltar aos palcos após a pandemia. Leia a conversa inteira abaixo: G1 - Antes de mais nada, eu tenho ouvido 'Don't you worry' e tenho a sensação de que já ouvi aqueles versos antes. Como não há confirmação, preciso perguntar. É uma referência a 'Three little birds'? Will.i.am - De quem? Apl.de.ap - Bob Marley. Will.i.am - É Bob Marley, é Stevie Wonder, é Bobby McFerrin. 'Don't worry'. 'Don't you worry about a thing'. 'Don't worry, be happy'. É otimismo. O mundo precisa de otimismo. Esta era, esta geração, precisam de algo que os lembre que você não precisa se estressar com cada coisinha. Tudo é trivializado nas redes sociais. As pessoas se estressam por coisas que são tipo: 'Você está falando sério? Você está estressado por uma curtida? Por um emoji? Isso está realmente te preocupando?'. Não há nada de verdade para se preocupar. E há pessoas preocupadas com coisas reais e pesadas. Há gerações de pessoas que não conhecem essas músicas. Como eu disse, para cada geração há uma canção que te dá paz. Seja do Bob Marley, Stevie Wonder, Bobby McFerrin. E agora o Black Eyed Peas está tentando lembrar as pessoas que realmente não há nada com que se preocupar. A não ser que ameace a sua vida. É aí que você deve se preocupar. Aliás, mesmo quando você estiver passando por algo assim, seja otimista. Não se deixe afetar. Essa não é uma boa maneira de se viver. Você tem que botar as coisas para o universo. Por que eu deveria passar duas vezes pela mesma coisa? Se preocupar é antecipar algo que pode dar errado. Então, eu vou passar por isso agora e depois. apl.de.ap, Shakira, will.i.am, David Guetta e Taboo Divulgação G1 - E quando foi que isso passou pela mente de vocês? Foi por causa da pandemia? As coisas ficaram bem pesadas nesses últimos dois anos. Will.i.am - É, se você pensar em 'Where's the love', nós escrevemos 'Where's the love' depois do 11 de setembro. 'I gotta feeling' nós escrevemos depois da crise financeira de 2008. E 'Don't you worry' escrevemos depois da Covid. Então, a gente sempre tem isso. Sempre respondemos a coisas que estão acontecendo no mundo. G1 - Como a pandemia afetou vocês como um grupo? Ela mudou a maneira como vocês olham para o seu trabalho? A maneira como vocês se apresentam? A relação que têm com o público? Taboo - Falando da turnê que estamos fazendo é revigorante. Toda vez que subimos no palco é como se a pandemia – a incerteza, toda a rigidez que as pessoas sentiam ao não saber – agora é tudo liberdade. Sentimos que estamos livres quando estamos no palco e podemos voar metaforicamente. Trazer esse prazer e essa alegria que manda esperança pela música através da nossa apresentação. Todo mundo está animado em sair e curtir. O fato de que estamos ao ar livre, em festivais, com 50 mil pessoas, 30 mil pessoas, é ótimo. Apl.de.ap - É. Foi ótimo fazer shows virtuais e interagir, mas não há nada comparado a música ao vivo com pessoas na sua frente e interagindo. É o que nós amamos fazer. 'Don't you worry' é uma dessas músicas que nós precisamos agora, porque passamos por muita coisa e estamos todos nos unindo novamente. G1 - Em 'Don't you worry', vocês trabalharam com o David Guetta e mais uma vez com a Shakira. Como funciona esse processo de composição? O que vem primeiro? Os convidados? A batida? A mensagem que querem passar? Will.i.am - Nesta música em particular, o David Guetta veio primeiro. Ele me mandou uma batida e uma mensagem de texto em janeiro. Ele disse que tinha uma batida que o lembrava de 'I gotta a feeling'. Falei para ele me mandar e então mostrei uma referência do que tinha escrito. Mandei pra Shakira porque parecia uma ótima ideia e ela falou que estava incrível. G1 - Vocês gostam de trabalhar com outros artistas. Em 2018, gravaram 'Explosion' com a Anitta. Algumas pessoas sentiram que cabia no disco 'Translation', que vocês gravaram pouco depois com muita influência de reggaeton. Por que a música não entrou? Will.i.am - Por que não estava no disco? (pensa) Não sei. Apl.de.app - Acho que era porque a música era especial nela mesma. Era a primeira vez que voltávamos ao Brasil e íamos participar do Rock in Rio. Queríamos fazer algo novo e único apenas para o festival. Além disso, queríamos lançar logo aquela música para dar tempo de apresentar lá. Anitta participa de show do Black Eyed Peas no Rock in Rio 2019 Rock in Rio/Divulgação G1 - Vocês também trabalharam com o Sérgio Mendes. Tem algum outro artista brasileiro com quem vocês gostariam de gravar no futuro? Têm ouvido algum brasileiro recentemente? Taboo - Eu acho que estou pronunciando o nome dele errado, mas Mc Fioti. Ele tem essa música. Ela é chamada 'Bum tam tam' (sic). Apl.de.ap - 'Bum tam tam' (sic). Taboo - É. Isso é da hora. Mc Fioti. G1 - Vocês já falaram com ele? Taboo - Não. Não o conhecemos, mas amaríamos fazer algo com ele. Com certeza. G1 - E o novo disco, como está? Já que vocês mudaram tanto entre os últimos três discos, o que o público pode esperar do próximo? Will.i.am - Está indo muito bem. Estamos no estúdio, nos preparando para começar toda essa experiência. Taboo - Podem esperar algo novo. Acho que a energia é sempre competitiva. Nós sempre queremos competir, trazer algo para as massas que os inspirem, mas ao mesmo tempo os deixem felizes quando forem para a pista de dança. Sabe, a história do Black Eyed Peas sempre foi que nós trazemos música para a alma. Tem o lado social, mas queremos alimentar a alma com a nossa música. Então não importa qual o veículo para a nossa inspiração. Qualquer estilo. Você pode acreditar que sempre vamos querer te acertar com algo totalmente novo e atemporal. Veja Mais

Anitta fala sobre vontade de participar do 'BBB': 'Se deixar, eu tô na edição que vem'

G1 Pop & Arte Convidada do 'Pod Delas', cantora ainda entregou que 'não ama tomar banho quando está de folga' e disse que convidou artistas para fazer feat em 'Envolver', mas 'ninguém quis fazer parceria'. Anitta participa do 'Pod Delas' Reprodução Anitta já iniciou a retomada de alguns compromissos profissionais, menos de três semanas após se submeter a uma cirurgia para tratamento da Endometriose. E, nesta segunda-feira (9), a cantora participou do "Pod Delas". Durante a conversa com as apresentadoras Tata Estaniecki e Bruna Unzueta, Anitta falou sobre sua vontade de participar do "Big Brother Brasil". "Por mim, se deixar eu tô no 'Big Brother' na edição que vem, entendeu. Se me soltar eu vou. Fazer um negocinho de sub [celebridade] é comigo mesmo", afirmou Anitta. A cantora também comentou que, quando está de folga, passa dias em casa sem tomar banho. "Eu não amo tomar muito banho quando eu tô de folga. Fico em casa de pijama por três dias. Por uns dois dias, só vou tomar banho no terceiro", disse a cantora. Ruins de banho: Ashton Kutcher, Mila Kunis e mais famosos com hábitos de higiene estranhos (e suas justificativas) "Envolver" Outro tema abordado no podcast foi o sucesso de "Envolver". Com a música, Anitta alcançou o 1º lugar no ranking das mais ouvidas do mundo, segundo a plataforma de música Spotify, e entrou para o Guinness World Records. Apesar do sucesso, Anitta não contou que, apesar de apostar na faixa desde o começo, recebeu várias negativas em seus convites para parcerias. "A gente convidou um monte de gente pra ser feat, ninguém aceitou. Ninguém quis ser parceria comigo. Não no Brasil, mandei lá de fora. Ninguém quis, ninguém curtiu. Falei: 'não quero saber'", comentou Anitta, que mesmo assim insistiu em gravar a música. "Falavam: 'você não tem força pra conseguir bombar uma música sozinha em outo idioma'. E eu falei: 'eu vou fazer'. Aí fiz eu mesma. Eu tinha muita certeza. Aí começou a passar o tempo e as pessoas começaram a me olhar tipo assim: 'é, a gente falou'. E de repente começou a ficar grande", relembrou. Semana Pop lista 10 feats de Anitta que talvez você não se lembre Veja Mais

Estilista japonês Issey Miyake morre aos 84 anos

G1 Pop & Arte Miyake foi o responsável pelo design do suéter de gola alta usado por Steve Jobs. O designer japonês Issey Miyake na exposição 'U-Tsu-Wa' em Tóquio, Japão em 2009 REUTERS/Kim Kyung-Hoon O estilista japonês Issey Miyake, famoso por seu estilo plissado de roupas que nunca amassa e que produziu o icônico suéter preto de gola alta preta de Steve Jobs, morreu aos 84 anos. Apesar de o anúncio ter sido feito nesta terça-feira (9) pela imprensa do Japão, Miyake morreu na sexta-feira (5), vítima de um câncer no fígado, segundo a agência de notícias Kyodo. Conhecido por sua praticidade, Miyake queria ser dançarino ou atleta antes de ler as revistas de moda de sua irmã que o inspiraram a mudar de rumo. Miyake nasceu em Hiroshima. Tinha sete anos e estava numa sala de aula quando a bomba atômica foi lançada sobre a cidade. O estilista sempre foi relutante em falar sobe o ocorrido. Em 2009, escrevendo para o "New York Times" como parte de uma campanha para conseguir que o então presidente dos EUA, Barack Obama, visitasse a cidade, disse que não queria ser rotulado como "o designer que sobreviveu" à bomba. "Quando fecho os olhos, ainda vejo coisas que ninguém deveria experimentar", escreveu ele, acrescentando que mãe morreu de exposição à radiação. "Tentei, embora sem sucesso, deixá-los para trás, preferindo pensar em coisas que podem ser criadas, não destruídas, e que trazem beleza e alegria. Isso é moderno e otimista." Depois de estudar design gráfico em uma universidade de arte de Tóquio, ele aprendeu design de moda em Paris, onde trabalhou com os famosos designers da área Guy Laroche e Hubert de Givenchy, antes de ir para Nova York. Em 1970 ele retornou a Tóquio e fundou o Miyake Design Studio. No final da década de 1980, desenvolveu uma nova maneira de plissar envolvendo tecidos entre camadas de papel e colocando-os em uma prensa térmica, com as roupas mantendo sua forma plissada. Testado por sua liberdade de movimento em dançarinos, isso levou ao desenvolvimento de sua linha de assinatura "Pleats, Please". Eventualmente, Miyake desenvolveu mais de uma dúzia de linhas de moda que incluem também bolsas, relógios e perfumes, antes de se aposentar em 1997 para se dedicar à pesquisa. Em 2016, quando perguntado sobre quais eram os desafios enfrentados pelos futuros designers, ele indicou ao jornal britânico "Guardian" que as pessoas provavelmente consumiriam menos. "Podemos ter que passar por um processo de desbaste. Isso é importante", disse ele. "Em Paris, chamamos as pessoas que fazem costureiros de roupas — eles desenvolvem novos itens de roupas — mas, na verdade, o trabalho do design é fazer algo que funcione na vida real." Suéter de Steve Jobs Segundo a revista "Times", os icônicos suéters de Stve Jobs não foram feitos pela St. Croix, e sim por Issey Miyake. Um trecho da biografia escrita por Walter Isaacson, ex-editor da publicação, afirma que Steve Jobs fez amizade com Miyake no início dos anos 1980 e pediu que lhe fizesse alguns suéter de gola alta preta. Miyake enviou "cem deles", teria dito Jobs. "Eu tenho o suficiente para durar pelo resto da minha vida." Steve Jobs na sede da Apple em Cupertino Lou Dematteis/Reuters Veja Mais

'Minions 2: A Origem de Gru' segue na liderança da bilheteria nacional e renda ultrapassa R$ 100 milhões

G1 Pop & Arte No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 20,6 milhões e levaram 979,4 mil pessoas aos cinemas. Cena da animação "Minions 2: A Origem de Gru" Divulgação "Minions 2: A Origem de Gru" segue na liderança da bilheteria nacional e ultrapassou os R$ 103 milhões arrecadados desde sua estreia no país, em 30 de junho. Segundo dados coletados pela ComScore no período entre os dias 4 e 7 de agosto, a animação arrecadou R$ 4,2 milhões e foi assistida por 219 mil pessoas. "Thor: Amor e Trovão" (R$ 3,8 milhões) ficou com a segunda colocação na bilheteria, seguido pelo estreante "Trem-Bala" (R$ 3,7 milhões). g1 já viu: 'Minions 2: A Origem de Gru' conta com bom humor e diverte mais que o original No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 20,6 milhões e levaram 979,4 mil pessoas aos cinemas. Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 4 a 7 de agosto: "Minions 2: A Origem de Gru" – R$ 4,2 milhões "Thor: Amor e Trovão" – R$ 3,8 milhões "Trem-Bala" – R$ 3,7 milhões "DC Liga dos SuperPets" - R$ 2,6 milhões "O telefone preto" - R$ 2,1 milhões "Elvis" - R$ 2 milhões "O Palestrante" – R$ 1,2 milhão "Top Gun Maverick" - R$ 577 mil "Boa Sorte, Leo Grande" - R$ 144 mil "Pluft o Fantasminha" - R$ 77,8 mil 'Minions 2 - A Origem de Gru': veja o trailer Veja Mais

Após acidente com Anne Heche, moradora da casa atingida por carro da atriz recebe R$ 280 mil em 'vaquinha'

G1 Pop & Arte Financiamento coletivo foi organizado por vizinhos de Lynne Mishele, que perdeu todos os seus pertences com o incêndio causado pela colisão. A atriz continua em estado grave. Anne Heche Divulgação A mulher que teve a casa destruída com o acidente de carro causado pela atriz Anne Heche está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. De acordo com o portal Daily Mail, os moradores do bairro organizaram uma "vaquinha" com o objetivo de arrecadar US$ 100 mil (cerca de R$ 522 mil). Até o momento, o financiamento já angariou US$ 54 mil (pouco mais de R$ 280 mil). Segundo a revista "People", Lynne Mishele perdeu todos os seus pertences com o incêndio causado imediatamente após o carro da atriz atravessar a casa. Em entrevista para a publicação, Lynne Bernstein, uma das vizinhas de Mishele, disse que a moradora teve muita sorte por sair sem nenhum ferimento, assim como seus dois cachorros e uma tartaruga. Bernstein ainda disse que Mishele "estava em choque" e não tinha visto o veículo dentro do terreno, quando os vizinhos entraram na casa para ajudar todo mundo a sair com segurança. "Acho que ela não entendeu o que estava acontecendo. Ela dizia: 'O que aconteceu? O que aconteceu?' ", lembra. David Manpearl, outro vizinho, contou ao Daily Mail americano que Mishele pensou que alguma coisa tivesse caído do céu e explodido a sua casa. "Ela tem sorte de estar viva. Ela estava tremendo quando me disse que estava na sala de estar exatamente onde o carro havia batido”, disse ele à reportagem. A página do GoFundMe, que recebe as doações, foi colocada no ar por John e Jennifer Durand, donos da casa destruída e que Mishele aluga. No texto, a inquilina é descrita como uma pessoa simpática e generosa. Ela vivia no local com seus dois cachorros, Bree e Rueban, e a tartaruga Marley. Todos escaparam com vida e sem ferimentos, no entanto, a casa ficou completamente destruída e comprometida, o que fez com que Mishele tivesse de deixar a área. "Ainda mais angustiante é que Lynne perdeu todos os bens de uma vida, lembranças, todos os equipamentos para seus negócios, incluindo seu laptop e iPad, todas as suas roupas e itens de necessidades básicas, e todos os utensílios domésticos. Com a ajuda dos bombeiros, ela conseguiu retirar alguns pertences de valor sentimental danificados dos destroços. Todo o resto se foi", diz o texto. Na sexta-feira (5), a atriz Anne Heche dirigia seu carro em alta velocidade quando bateu na casa de Mishele em Los Angeles. Com a colisão, o automóvel e residência pegaram fogo imediatamente. Foi preciso 59 bombeiros e 65 minutos para extinguir as chamas. A artista foi levada ao hospital em estado grave, com queimaduras pelo corpo. Ela está estável, porém continua intubada. A família e equipe da atriz pediram aos fãs que fizessem orações. A artista é conhecida por "Seis dias, sete noites" e "Chicago P.D.: Distrito 21". Veja Mais

Ator Roger E. Mosley, da série 'Magnum', morre aos 83 anos

G1 Pop & Arte Segundo sua filha, ele sofreu um acidente de carro na semana passada. Mosley participou de mais de 150 episódios da série, onde interpretou o piloto de helicóptero Theodore "TC" Calvin. Roger E. Mosley (à esquerda) ao lado de Tom Selleck e Larry Manetti em foto de abril de 2009 Matt Sayles/AP Photo O ator Roger E. Mosley, de 83 anos, mais conhecido por seu papel como o piloto de helicóptero Theodore "TC" Calvin no seriado de sucesso dos anos 1980 "Magnum", morreu neste domingo (7), anunciou sua filha nas redes sociais. Segundo Ch-a Mosley, seu pai se envolveu em um acidente de carro na semana passada e desde então estava em estado crítico. Ainda de acordo com ela, o ator estava sem os movimentos dos ombros para baixo. "Ele odiaria qualquer choro feito em seu nome. É hora de celebrar o legado que ele deixou para todos nós", disse sua filha ao anunciar sua morte. "Eu te amo papai. Você me amou também. Vou cuidar da mamãe, seu amor por quase 60 anos. Você me criou bem e ela está em boas mãos. Descanse." Mosley participou de mais de 150 episódios de "Magnum" ao lado de Tom Selleck na série que foi ao ar por oito temporadas de 1980 a 1988. Mosley também fez uma aparição em uma remake mais recente do programa de sucesso, como outro personagem, John Booky, de acordo com sua página no IMDb. Veja Mais

Tom Sturridge explica como construiu protagonista em 'Sandman': 'Ele é a voz dentro da sua cabeça'

G1 Pop & Arte Britânico pediu ajuda ao criador dos quadrinhos, Neil Gaiman, para chegar ao personagem. Em entrevista ao g1, autor britânico se declara pelo ator: 'Vai ser uma estrela'. 'Ele é a voz dentro da sua cabeça', diz Tom Sturridge sobre 'Sandman' Foram mais de 30 anos até que "Sandman", um dos maiores clássicos dos quadrinhos, se materializasse na série que estreou nesta sexta-feira (5), na Netflix. Mesmo assim, a adaptação dificilmente aconteceria sem encontrar no relativamente desconhecido Tom Sturridge um ator à altura de seu protagonista – um ser eterno que controla os sonhos de todos os seres vivos da existência. G1 JÁ VIU: 'Sandman' mantém espírito da HQ com ótimos ajustes na história e elenco fantástico ENTREVISTA: 'Isso a que estamos assistindo é mágico', diz Neil Gaiman "Eu não sei se as pessoas vão amar 'Sandman'. Eu amo a série. Até agora, todos os jornalistas que viram amaram. Isso é ótimo. Eu não sei se vai ser grande ou esquecido", diz em entrevista ao g1 o quadrinista Neil Gaiman, que criou a HQ lançada em 1989. Assista ao vídeo acima. "Mas eu sei que, 24 horas depois da estreia de 'Sandman', Tom Sturridge vai ser uma estrela." Aos 61 anos, o britânico trabalhou junto da produção para tornar a série realidade. E foi ele quem aconselhou o ator, outro inglês, sobre como atingir um dos atributos mais importantes de seu personagem. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Nos quadrinhos o Senhor do Sonhar – também conhecido apenas como Sonho ou Morpheus, além de uma infinidade de nomes – tem suas peculiaridades, como olhos completamente pretos ou uma pele desumanamente branca. Mas é a voz uma das mais destacadas de forma gráfica nas páginas, com seus balões negros e extremidades irregulares. "É muito simples. Eu perguntei ao Neil como ele deveria soar", afirma Sturridge, sobre a entonação que o colega de série, Patton Oswalt (que já dublou o ratinho em "Ratatouille"), certa vez descreveu como "Ian Curtis gemendo debaixo de um grande cobertor molhado". "Neil me falou que ele é a voz dentro da sua cabeça. Ele é a voz que te leva ao sono. A voz que o guia pelos seus sonhos." Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Apresentando Morpheus A temporada adapta os dois primeiros arcos dos quadrinhos, "Prelúdios e Noturnos" e "A casa de bonecas". Neles, Sonho, membro de uma família de seres imortais que personificam diferentes aspectos da natureza humana, precisa recuperar seus poderes e reconstruir seu reino após passar mais de um século aprisionado O protagonista não é um deus, mas um dos Perpétuos – um grupo de entidades que sempre existiram e que sempre vão existir, como Morte (Kirby Howell-Baptiste) ou Desejo (Mason Alexander Park). Gaiman assistiu a cerca de 200 testes para escolher o ator que interpretaria sua criação. E o ator de 36 anos foi um dos primeiros deles. Ele não conhecia os quadrinhos antes, mas se apaixonou pelo papel com o tempo. Gwendoline Christie e Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação "Há um aspecto em Morpheus que eu acho que, ao ler, tem meio que um poder e uma agressão. Um perigo. Ele é perigoso de explorar, porque, no fim, onde quer que ele te leve, seja no seu maior sonho ou o mais profundo pesadelo, ele tem que te levar lá", diz Sturridge. "Ele foi capturado por um século na forma mais desumana e se tornou endurecido em relação à humanidade", conta Vivienne Acheampong, que interpreta a bibliotecária (e principal conselheira) do reino de Morpheus. "Ela entende quão importante é este reino, porque é importante para todo mundo. É como o Tom falou, todo mundo tem isso em comum. Como o Coríntio (um dos vilões, interpretado por Boyd Holbrook) fala: 'Não são os homens governados por seus sonhos?'. Nós somos. Todos somos." Vivienne Acheampong, Sanjeev Bhaskar, Tom Sturridge e Asim Chaudhry em cena de 'Sandman' Divulgação O homem por trás do Perpétuo Nascido em Londres e filho de um diretor, Charles Sturridge, e de uma atriz, Phoebe Nicholls, Tom começou a atuar ainda criança, em 1996. Depois de algumas participações em produções britânicas e de Hollywood, como "Feira das vaidades" (2004) e "Adorável Júlia" (2004), ele teria finalmente seu primeiro papel de destaque para os americanos. Em 2006, ele foi escalado como o protagonista da ficção científica "Jumper", mas, já depois do início das gravações, foi demitido. O estúdio não queria se arriscar com um desconhecido. Assista ao trailer de 'Sandman' Sorte de Sturridge, provavelmente. Lançado em 2008, o filme foi um fracasso tão grande que basicamente foi o último papel de destaque de seu substituto, Hayden "Anakin Skywalker" Christensen. Desde então, o britânico atuou em pequenos sucessos como "Os Piratas do Rock" (2009) ou "Na estrada" (2012), mas se destacou mesmo nos palcos. Em peças da Broadway, foi indicado por duas vezes como melhor ator ao Tony, principal prêmio do teatro americano. A mais recente delas, por "Sea Wall/A life", em 2020. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Em "Sandman", ele tem mais uma chance de ganhar os corações do grande público. Gaiman já deixou claro que acredita no sucesso da empreitada, mas ele não é o único. "Foi a forma como ele interpretou as falas de Morpheus. A linguagem dele é levemente intensificada. Ela tem uma cadência quase shakespeariana. É muito difícil encontrar uma pessoa que possa falar as palavras na forma como foram escritas e soe extremamente natural. E Tom acertou logo de saída", diz Allan Heinberg, produtor responsável pela série (o "showrunner", como se diz em Hollywood). "Acho que muitas pessoas chegariam e o interpretariam de forma muito imperiosa e reservada emocionalmente. De uma forma que você nem sabe se há alguém por trás daqueles olhos. Com o Tom, sempre há a sensação de que ele está lá com você, mas também está em outro lugar, acompanhando os milhões de outros mundos onde ele deve fazer seu papel." Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Veja Mais

Claudia Raia fala sobre Jô Soares: 'Ele foi, e continuará sendo, um dos grandes amores da minha vida'

G1 Pop & Arte 'Não haveria hoje uma Claudia Raia sem o Jô', diz a atriz em post publicado nas redes sociais. Os dois tiveram um namoro de dois anos na década de 80. Claudia Raia e Jô Soares no 'Programa do Jô' Globo/Ramón Vasconcelos Claudia Raia lamentou a morte de Jô Soares nesta sexta-feira (5). O apresentador estava internado em São Paulo desde o dia 28 de julho. A causa da morte não será divulgada pela família. Ao g1, Claudia enviou um depoimento sobre o apresentador e ex-namorado. Eles tiveram um namoro de dois anos na década de 80. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram "Fiquei arrasada com a notícia da morte do Jô Soares. Ele foi, e continuará sendo, um dos grandes amores da minha vida. Jô não era só genial, ele era extremamente generoso. E por isso mesmo reconhecia outros talentos de longe. Ele era tão atencioso, tão conectado com o ser humano, que sabia se você estava ou não bem sem que você precisasse dizer. E com uma sensibilidade sem igual, sempre queria saber se poderia ajudar de alguma maneira. Era realmente impressionante. Ele era tão inteligente, tão talentoso. Marcou a história da arte e da cultura brasileira: grande entrevistador, diretor, autor e um ator com uma versatilidade incomparável. Eu amava sempre que tinha a oportunidade de ir aos seus programas, de mostrar publicamente a pessoa incrível que ele sempre foi" "Pessoalmente, ele é a pessoa que me batizou. É verdade mesmo. Ele que disse que eu deveria me chamar Claudia Raia. Eu ouvi, claro! Ele me convidou para entrar na TV, no programa dele, e sempre disse que sabia do meu futuro. Eu não tenho dúvidas de que não existiria Claudia Raia sem Jô Soares. Sua falta já está sendo muita sentida!" A atriz também publicou uma homenagem nas redes sociais na tarde desta sexta. "Conhecer o Jô foi um divisor de águas na minha vida: antes dele eu era Maria Claudia Motta Raia; depois dele, eu passei a ser Claudia Raia. Sim, foi ele quem me batizou artisticamente, e isso já diz tudo. Não haveria hoje uma Claudia Raia sem o Jô". Claudia Raia e Jô Soares (Ciça) Acervo Grupo Globo Ela diz ainda que Jô deu a primeira oportunidade na TV e até "salvou sua vida" ao levá-la ao médico para ver uma pinta que ela tinha na perna. "Lá descobri que era um melanoma. Ele salvou mesmo a minha vida!" Initial plugin text A vida de Jô Soares Veja Mais

James Franco vai interpretar Fidel Castro em filme sobre 'filha rebelde' do líder cubano

G1 Pop & Arte 'Alina de Cuba' será dirigido por Miguel Bardem, primo do ator espanhol Javier Bardem James Franco em cena de 'A balada de Buster Scruggs' Divulgação James Franco viverá Fidel Castro em "Alina de Cuba", filme independente que conta a história da "filha rebelde" do líder cubano, informou o produtor da obra. "O diretor queria alguém que parecesse fisicamente com Fidel Castro e que tivesse seu carisma", disse John Martinez O'Felan, à agência AFP. O produtor contou que analisou perfis de atores latinos com ascendência ibérica, mas no fim das contas decidiu por Franco. Trata-se do segundo trabalho do ator de 44 anos, indicado ao Oscar, desde que ele foi denunciado por assédio sexual e condutas impróprias em 2018. Franco foi acusado por cinco mulheres de explorá-las durante cenas de nu em sua escola de atuação Studio 4, em Hollywood. Segundo as acusações, ele pedia às estudantes para dançar ao seu redor de topless em uma cena sem roteiro, fazendo "crer que havia papeis disponíveis em troca de atos sexuais ou de tirar a blusa". Em uma entrevista em dezembro do ano passado, Franco rompeu o silêncio sobre o assunto e disse que reconhecia ter assediado alunas de sua escola de cinema. "Alina de Cuba" será dirigido por Miguel Bardem, primo do ator espanhol Javier Bardem. Com produção prevista para iniciar em 15 de agosto e terminar até o fim do ano, o longa será filmado na Colômbia. Ana Villafañe, conhecida por interpretar Gloria Estefan no musical de teatro "On Your Feet!", encarnará Alina Fernández, a filha extraconjugal de Castro com a também cubana Natalia Revuelta Clews, que será vivida pela argentina Mía Maestro. Alina Fernández, hoje com 66 anos, vive em exílio desde a década de 1990, quando deixou a ilha. A opositora da revolução cubana está radicada em Miami e é autora do livro autobiográfico "Alina: Memória da Filha Rebelde de Fidel Castro". Veja Mais

Corpo de Jô Soares deixa hospital em SP; velório e enterro serão restritos a familiares e amigos

G1 Pop & Arte Apresentador e humorista estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 28 de julho. Ele faleceu às 2h30 desta sexta (5), aos 84 anos. Causa da morte não foi divulgada pela família. Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo; fãs e amigos prestam homenagens O corpo do apresentador Jô Soares deixou na manhã desta sexta-feira (5) o Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo, onde o humorista faleceu durante a madrugada. O hospital não informou o local do velório e do sepultamento do artista, que será restrito apenas a familiares e amigos íntimos do comediante. O corpo deixou o local, no bairro da Bela Vista, por volta de 10h38. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. "Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social. Leia a íntegra do texto aqui. Por causa do falecimento do artista, o governador de SP, Rodrigo Garcia (PSDB), decretou luto oficial de três dias no estado. LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô Fachada do Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo. Kleber Tomaz/g1 Humor como marca registrada Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso. "Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre", afirmou em depoimento ao site Memória Globo. 'O medo da morte é um sentimento inútil'; relembre frases Personagens icônicos, entrevistas com ilustres; FOTOS mostram carreira Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares se emociona ao se despedir do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Adolescência na Suíça José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Leal Soares. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”. “Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.” Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.” Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos. "Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos." Jô Soares TV Globo Volta para o Brasil Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. "Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente", lembrou. O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga. A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental. Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo. Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record. “Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos. A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”. O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias. Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV". “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.” Trajetória na Globo Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo. Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto "Casseta & Planeta", de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou. Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite. Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”. "O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil", dizia. "Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo." Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”). Jô Soares durante entrevista com Roberto D’Avila em julho de 2014 Zé Paulo Cardeal/Globo Talk-show Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora. "No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo... Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]", admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show "Jô Soares onze e meia" rendeu mais de 6 mil entrevistas. “E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso", aponta o Memória Globo. “Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô. Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”. "Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo." Literatura e teatro Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas. Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”. Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi "O astronauta sem regime" (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em "O Globo". O romance "O Xangô de Baker Street" (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram "O homem que matou Getúlio Vargas" (1998), "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras" (2005) e "As esganadas" (2011). No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007). Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006). Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976). 'Hipocondríaco de doenças exóticas' Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor. Relembre no vídeo abaixo: Jô Soares conta o que viu da vida "Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou. "O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável." MAIS VÍDEOS SOBRE JÔ SOARES: Veja Mais

Dos 100 artistas mais ouvidos do país, 8 apoiam Lula, 4 são pró-Bolsonaro e 88 não declaram voto

G1 Pop & Arte Veja lista dos artistas no top 100 do streaming que declaram apoio ou seguem Lula e Bolsonaro. Podcast mostra como está o envolvimento dos músicos até agora e discute possíveis impactos. Dos 100 músicos mais ouvidos no Brasil atualmente em streaming, oito declaram apoio a Lula e quatro, a Bolsonaro. Os outros 88 artistas não declaram apoio na eleição para presidente de 2022. Dentro deste mesmo grupo de 100 músicos, há 12 artistas que seguem Lula no Instagram, e 11 que seguem Bolsonaro. Veja as listas nas artes abaixo. Os dados fazem parte de um levantamento do g1 sobre o apoio de músicos nas eleições de 2022 até agora. Outra reportagem destacou os apoios mais notáveis de Lula e Bolsonaro até agora entre artistas de cada estilo (não apenas os no top 100). O podcast de música g1 ouviu também mostra os apoios musicais da eleição de 2022 até agora e discute os possíveis impactos para os artistas e para os candidatos. Ouça abaixo: Entre os 100 artistas mais ouvidos (veja a lista completa mais abaixo), não há apoiadores de outros pré-candidatos a presidente em 2022 além de Lula e Bolsonaro. A mesma lista do 100 músicos mais ouvidos no Spotify foi base para outra comparação: quais destes artistas seguem Lula ou Bolsonaro no Instagram? O ato de seguir um político não indica, necessariamente, apoio à candidatura. Mas a comparação aponta, pelo menos, qual é o interesse por Lula e Bolsonaro entre os músicos mais ouvidos do país. A lista não inclui cantores que já defenderam um dos candidatos em eleições anteriores, mas reconsideram a posição. É o caso do ex-BBB Rodolffo, da dupla com Israel, que escreveu no Instagram que apoiou Bolsonaro em 2018 mas não necessariamente vai manter este apoio. Os dois lados do posicionamento A campanha eleitoral de 2022 já começou com alto índice de certeza de voto. Em maio deste ano o Datafolha já apontava que 69% dos brasileiros tinham o voto para presidente decidido. Já entre os 100 cantores brasileiros mais ouvidos, apenas 12% dos artistas declara apoio a um dos candidatos. Por que a maioria evita mostrar preferência política? "Normalmente, os artistas que se manifestam acabam atraindo muito 'hate' (ódio), xingamentos nas redes sociais e até perdem seguidores", diz a empresária Fátima Pissarra, dona da agência Mynd. Eles "evitam se posicionar exatamente para não atrair esses haters e não perderem 'jobs' (trabalhos), já que correm o risco de não serem contratados pelas marcas. Uma situação muito triste nos dias de hoje, na minha opinião, quando deveríamos estar sendo incentivados a nos posicionar", opina Fátima. "Acho que o caminho da neutralidade não é recomendável para ninguém. Acredito que todo ser humano precisa entender que é natural expressar sua opinião, sem correr o risco de morrer, não ter trabalho ou de atrair 'haters'", diz a empresária. "Quem você vai votar não deveria ser relevante para uma marca te contratar ou não, mas sim quem você é, os assuntos que você endossa e os temas que você discute", opina Fátima Pissarra. Pedro Tourinho, empresário e fundador da agência Soko, afirma que "o receio que ainda há em artistas se posicionarem politicamente vem de uma noção dos veículos de mídia de massa mais tradicionais, estabelecida principalmente durante a década de 90, de que qualquer posicionamento político poderia trazer problemas a artistas." "Isso criou uma classe artística pasteurizada, com medo de errar, que acha que não vale a pena entrar em política e alienada do debate público. Mas isso está mudando", analisa Pedro. Marcos Lauro, dono da agência Orfeu Digital, trabalha com artistas da MPB e do rap, onde o índice de posicionamento é maior do que a média. Ele diz que "manifestação política dá muito trabalho". "Não adianta o artista só falar que está junto na causa, que concorda ou discorda, sem traduzir isso em atitudes no dia a dia. As pessoas percebem muito facilmente quando a coisa não vem de dentro, quando não é a verdade do artista, só dizendo aquilo pra agradar ou pra ganhar público", diz Marcos. Apoio reforça 'pertencimento', mas 'vida real' conta mais O apoio público de um artista "não é o fator que está entre os primordiais na campanha", explicou Mauro Paulino, comentarista político da GloboNews, em participação no"Jornal das Dez" (veja o vídeo completo abaixo). "O que pesa mais, na elaboração do voto, é de fato o que o eleitor vive no seu dia a dia", afirma Mauro. "Mas o apoio de um artista, especialmente esses influenciadores, pode ajudar em um fator que tem um peso também na elaboração do voto, que é a sensação de pertencimento", ele explica. "O eleitor, ao perceber que determinados artistas, de uma determinada linha, apoiam um candidato, se gostam destes artistas, podem se sentir pertencentes ao grupo que esse candidato está associado", diz Mauro Paulino. "Mas, certamente, o cara que tem um pôster da Anitta na parede, mas por algum motivo não gosta do Lula, não é porque a a Anitta apoiou o Lula que vai votar nele. Da mesma forma, aqueles que gostam dos sertanejos, se tiverem alguma rejeição a Bolsonaro, vai pesar mais forte essa rejeição, que se dá principalmente a partir do que ele percebe da vida real", ele pondera. Mauro: Apoio de artistas ajuda na popularidade da campanha Veja os 100 artistas mais ouvidos do Brasil no Spotify na segunda semana de julho (excluídos os músicos estrangeiros e os brasileiros que não estão mais vivos): Henrique & Juliano Gusttavo Lima Jorge & Mateus Filipe Ret L7NNON Mari Fernandez Maiara & Maraisa Luan Santana João Gomes Luísa Sonza Hugo & Guilherme Mc Don Juan Wesley Safadão Matuê Teto Zé Felipe Anitta Matheus & Kauan MC Ryan SP Zé Neto & Cristiano NATTAN Dallass Ludmilla Xamã MC Hariel Mc Poze do Rodo Felipe Amorim Grupo Menos É Mais Alok MC Cabelinho MC Tairon Bruno & Marrone Dj Win Dilsinho Ana Castela Israel & Rodolffo Mc Davi Orochi Xand Avião Os Barões Da Pisadinha Baco Exu do Blues Pedro Sampaio Thiaguinho Chefin Diego & Victor Hugo Guilherme & Benuto Gloria Groove Zé Vaqueiro Dj Chris No Beat DJ Biel do Furduncinho Sorriso Maroto Tarcísio do Acordeon MC Rogerinho Matheus Fernandes Murilo Huff BIN Salve Malak Tz da Coronel Neo Beats MC G15 Hungria Hip Hop Mc Paiva ZS Turma do Pagode Bianca MC Mari Melody WIU Mc Vitin Da Igrejinha Jão Leo Santana MC Kevin o Chris Marcynho Sensação Mc Pedrinho Djonga Mc Frog Mc IG MC Braz Caio Luccas George Henrique & Rodrigo Mc Gabzin Vintage Culture Ferrugem ANAVITÓRIA Borges Gaab Bielzin Jovem Dionisio Davi Kneip Dj Gabriel do Borel Gustavo Mioto Melim Major RD Hunter Luan Pereira Mc Danny Racionais MC's Nagalli Léo & Raphael Ícaro e Gilmar Clayton e Romário Veja Mais

'Sandman' mantém espírito da HQ com ótimos ajustes na história e elenco fantástico; g1 já viu

G1 Pop & Arte Série que estreia nesta sexta-feira (5) supera problemas de ritmo graças à força da história e dos personagens de Neil Gaiman e às atuações dos sonhos de seus atores. Para a maioria dos leitores de quadrinhos das últimas três décadas, a estreia da série "Sandman" nesta sexta-feira (5) é a realização de um sonho. A adaptação de um dos maiores clássicos do gênero faz ótimos ajustes para atualizar a história com a ajuda de seu criador, Neil Gaiman, e de um elenco muito perto da perfeição. ENTREVISTA: 'Sandman' adapta HQ clássica de Neil Gaiman após 30 anos: 'É mágico', diz autor Os dez episódios da primeira temporada, que chegam de uma vez à Netflix, conseguem algo considerado quase impossível por anos – a reprodução do espírito da HQ, uma mistura de fantasia, contos de fadas, filosofia e terror. Tamanho respeito e atenção com o material original, sofrem com pequenos problemas de ritmo e de tom em breves momentos. Os defeitos, no entanto, não são suficientes para tirar o sono dos fãs de longa data. A brilhante atuação do relativamente desconhecido Tom Sturridge ("Toda arte é perigosa") como o protagonista e a força e a beleza da história rapidamente afastam qualquer angústia. Neil Gaiman e atores de 'Sandman' comentam adaptação da HQ para série Um sonho em liberdade A temporada adapta os dois primeiros arcos dos quadrinhos, "Prelúdios e Noturnos" e "A casa de bonecas". Neles, o Senhor dos Sonhos (Sturridge), membro de uma família de seres imortais que personificam diferentes aspectos da natureza humana, precisa recuperar seus poderes e reconstruir seu reino após passar mais de um século aprisionado Também conhecido como Morpheus, o protagonista não é um deus, mas um dos Perpétuos – um grupo de entidades que sempre existiram e que sempre vão existir, como Morte (Kirby Howell-Baptiste) ou Desejo (Mason Alexander Park). Assista ao trailer de 'Sandman' Talvez graças à supervisão direta de Gaiman, a série faz um trabalho sublime em aprofundar a jornada de Sonho, que no fundo busca reencontrar seu propósito e sua ligação com a humanidade. O quadrinista teve uma ligação tão próxima à produção que chegou a escrever o roteiro do primeiro episódio com os produtores Allan Heinberg ("Grey's anatomy") e David S. Goyer (da trilogia "Cavaleiro das Trevas"), além de participar da seleção do elenco. Tom Sturridge e Kirby Howell-Baptiste em cena de 'Sandman' Divulgação Mais Morte, por favor Gaiman é, então, um dos principais responsáveis pelo sucesso na escalação inspirada de nomes como Boyd Holbrook ("Narcos"), em uma das melhores atuações de sua carreira como um pesadelo fugitivo, ou do sempre excelente David Thewlis (o Lupin, dos filmes de "Harry Potter"). Mas o grande trunfo de "Sandman" está mesmo em Sturridge, que enfrenta com desenvoltura o desafio de interpretar um dos personagens mais icônicos dos quadrinhos em todos os tempos, e em Howell-Baptiste ("Killing eve"). Juntos, a dupla constrói uma dinâmica deliciosa entre os irmãos Sonho e Morte, naquele que é de longe o melhor episódio da temporada. Aliás, se há um grande defeito nesta primeira leva de capítulos é a presença limitada da personagem. Boyd Holbrook em cena de ' Sandman' Divulgação Enquanto o ator transmite a presença sobrenatural do protagonista com uma naturalidade espantosa, sua colega parece ter nascido para dar vida à irmã mais velha de Morpheus. O material original tem mérito, é claro, mas em Howell-Baptiste a Morte das HQs encontra alguém à altura de sua leveza e humanidade – atributos que gritam em contraste com sua missão. Rachaduras no reino do sonhar Há problemas no reinado de Morpheus, é claro. A música tema criada por David Buckley deve entrar para o hall de composições icônicas da TV, mas o resto da trilha sonora do britânico é inconstante e às vezes se sobrepõe em momentos desnecessários. Ela é, inclusive, um bom exemplo de como a produção às vezes se perde na necessidade de parecer grandiosa ou dramática, quase como se não confiasse plenamente na força da narrativa. Gwendoline Christie e Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Por sorte, esses instantes são passageiros e até fazem certo sentido. Afinal, o "Sandman" original atingiu seu enorme sucesso exatamente pela constante experimentação de recursos e de formatos – algo que a série consegue reproduzir surpreendentemente bem. Há episódios inteiros que se sustentam com participação muito limitada do protagonista. Outros, que parecem não ter qualquer ligação com a trama central. Todos eles, sob orientação de Gaiman e do material original, conseguem diferentes graus de sucesso, mas são vitais ao êxito da adaptação. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação E "Sandman" é, sob qualquer ponto de vista, um êxito enorme. Funciona como a realização de um desejo de longa data dos fãs, ao mesmo tempo em que deve atrair um gigantesco público novo ao rico universo criado pelo quadrinista. Com as melhores – e mais alucinadas – histórias das HQs ainda por vir, o reinado de Morpheus e de sua família disfuncional deve ser longo. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Veja Mais

Lauana Prado, Allana Macedo e Maria Cecília falam sobre baixa presença feminina na Festa do Peão de Barretos

G1 Pop & Arte Cantoras são algumas das poucas vozes femininas no evento, que trará dezenas de cantores e duplas masculinas. Evento acontece de 18 a 28 de agosto. Lauana Prado, Maria Cecília e Allana Macedo falam sobre vozes femininas em evento Apesar do estouro do feminejo nos últimos anos, apenas seis atrações anunciadas no palco principal da Festa do Peão de Barretos 2022 são femininas. O evento acontece de 18 a 28 de agosto, e marca o retorno da festa presencial após uma pausa de dois anos por causa da pandemia. Entre os mais de 50 nomes de atrações já anunciadas oficialmente na programação da grande arena do evento, apenas seis são de mulheres: A dupla Maiara & Maraisa Lauana Prado Allana Macedo Ana Castelo Gabi Martins e Maria Cecília (que faz dupla com Rodolfo) Maiara, dupla e irmã de Maraisa, já tinha falado sobre o assunto ao g1, e afirmou que não via a seleção como preconceito a vozes feminina no mercado sertanejo, como já aconteceu no passado. "Não entendemos como preconceito. De uns tempos para cá, as mulheres conseguiram mostrar a que vieram e isso não tem volta", afirmou a cantora. O próprio diretor cultural da festa também garantiu não se tratar de preconceito. "Só que ainda, na minha opinião, deixa uma falta. Não é um preconceito, mas existe uma falta, que não estão no mesmo nível que os outros artistas se encontram", afirmou Pedro Muzeti. Uma das convocadas para cantar na festa, Lauana Prado também conversou com o g1 e disse acreditar que, para os próximos anos do evento, "a gente vai ter uma quantidade mais legal de meninas". Circuito Sertanejo reúne eventos até novembro; veja programação Leia também: Ana Castela: 'boiadeira' de 18 anos estoura 'Pipoco' na onda do sertanejo que exalta o agro Lauana Prado durante gravação de DVD no Hopi Hari, em São Paulo, em outubro de 2019 Divulgação A cantora afirmou ficar sempre atenta aos novos nomes da música sertaneja e garantiu: "Tem muitas meninas talentosas, tem muita gente boa. Duplas femininas que estão aí já trabalhando há muitos anos e em busca de uma notoriedade nacional." "Acho que a gente está caminhando pra um lugar muito bacana. As oportunidades são escassas, mas elas existem. Acho que é muito mais de consistência de trabalho, de busca. De repertório, lançar produto", destacou Lauana. "Quero muito poder fazer parte desse movimento de responsabilidade, de trazer novos nomes. Até porque a gente sabe o quanto isso é cíclico, o quanto o nosso mercado é dinâmico, e acredito que pros próximos anos, a gente vai ver muita gente nova aí aparecendo." "Não sinto esse peso" Parceira do cantor Rodolfo, Maria Cecília garantiu não levar como "peso" o fato de ser uma das poucas a representar as mulheres do sertanejo no evento. "Não consigo sentir esse peso, porque eu nunca trouxe esse peso pra mim. A nossa carreira, quando aconteceu, eu fui a primeira mulher nesse novo sertanejo. Abrir a porta pras outras, nunca me passou pela cabeça", afirmou a cantora. "As coisas aconteceram. Mas eu falo muito que esse peso não veio comigo porque as pessoas ouviam a gente por curiosidade." "Não tinha aquilo de 'ai, é mulher, não vai cantar'. 'Ai, será que ela canta bem?'. Não. As pessoas queriam escutar. Era muito bacana. Ainda mais do lado de um homem, era mais diferente ainda", relembra ela, que ao lado do parceiro musical, está completando 15 anos de carreira. Maria Cecília e Rodolfo se apresenta na programação de Natal de Agudos no dia 23 de dezembro Divulgação Preconceito no início da carreira Com 8 anos de carreira musical, Allana Macedo diz que já sentiu preconceito por ser uma voz feminina no sertanejo. "Senti que, no começo, tinha um certo preconceito não só dos homens, mas também das mulheres. Quando subia no palco, sentia aquela coisa: 'mas é uma mulher cantando?'." Para ela, a entrada de Marília Mendonça no mercado mudou o cenário. "Acredito que a Marília abriu as portas pra gente." "Lógico que ainda não está igual. Barretos tem uma grande diferença de cantoras para cantores, mas acho que um dia a gente chega lá. E isso está acelerando, está chegando." "Eu torço demais pra que novas mulheres venham pro sertanejo. Porque está abrindo esse espaço e quanto mais cantoras tiver, mais espaço a gente tem." A cantora Allana Macedo durante lançamento da Festa do Peão de Barretos 2022 Fábio Tito/g1 VÍDEOS: Circuito Sertanejo tem Guilherme e Benuto, Marcos e Belutti , Lauana Prado e mais: Veja Mais

'Meu urubu não é meu animal de estimação, é meu filho'

G1 Pop & Arte Israel Mendes adotou o urubu Urú depois de encontrá-lo em uma lixeira quando ele era apenas um filhote. Mendes ensinou Urú a voar, levando-o a lugares cada vez mais altos Arquivo pessoal/Israel Mendes Israel Mendes sempre sonhou em cruzar os céus do nordeste brasileiro em seu parapente ao lado de uma ave de rapina. Graças a um encontro casual com um filhote de urubu órfão encontrado em uma lixeira, seu sonho se tornou realidade. Assim como os parapentes, os pássaros usam térmicas — correntes espirais ascendentes de ar quente — para ganhar altura e planar longas distâncias. Agora, Mendes é quase inseparável de seu novo companheiro, que ele chegou a acreditar que não sobreviveria. Um ninho perdido e um 'filho' ganho O ecoguia Israel Mendes e Urú, o urubu, formaram uma amizade improvável Arquivo pessoal/Israel Mendes Em dezembro de 2021, o guia do ecoturismo que mora próximo à serra da Aratanha, na periferia de Fortaleza, foi contatado pelo Instituto Pró-Silvestre. A ONG de bem-estar animal tinha um problema: um filhote de urubu macho havia sido encontrado em uma lixeira e os esforços para localizar seu ninho falharam. Isso significava que o jovem pássaro morreria se fosse deixado por conta própria. Ele precisava urgentemente de um cuidador humano. Mendes, que mora perto de uma reserva natural nas montanhas, estaria disposto a adotar o filhote? "A primeira vez que o vi, ele parecia em um estado tão ruim que pensei que ele não sobreviveria", disse Mendes, de 35 anos, à BBC. "Então eu o adotei, o que incluiu um processo legal e fiscalização das autoridades ambientais brasileiras. Eles achavam que quando o pássaro crescesse, ele teria muito espaço para passear." Sete meses depois, homem e pássaro voaram juntos várias vezes, resultado de uma incrível história de ligação humano-animal. Aulas de vôo e sustos Urú adora voar junto com paragliders Arquivo pessoal/Israel Mendes Mendes fez mais do que só alimentar e cuidar da ave, que ele chamou de Urú. Ele ensinou o animal a voar. "Os peixes nascem sabendo nadar, mas os pássaros precisam criar penas e desenvolver sua estrutura óssea antes de voar. Além disso, embora voar seja instintivo para eles, os pássaros precisam de incentivo para decolar", explica Mendes. Urú, no entanto, não tinha pai ou mãe para empurrá-lo para fora do ninho e bater as suas asas para evitar uma queda desagradável. O urubu precisou confiar em seu tutor humano, que o levou a um ponto mais alto e o encorajou a alçar voo. "Eu levava o Urú ao ponto de decolagem de parapente para que ele sentisse o vento e começasse a entender que foi feito para voar", diz Mendes. As aulas incluíam passeios de parapente onde ele carregava Urú em uma cesta especialmente adaptada. Após quatro meses, chegou a hora de um teste mais longo e mais alto. Quando voava a 400 metros de altitude, Mendes abriu a porta do cesto. "Ele já estava voando por conta própria e fazendo algum 'reconhecimento'. Eu sabia que não o estava colocando em perigo." Depois de alguns minutos, o Urú decolou, mas foi imediatamente atacado por abutres adultos próximos. "Descobri que os urubus podem ser bastante territoriais", diz Mendes. "Eles assustaram o Urú e ele desapareceu por quatro dias. Fiquei arrasado e muito preocupado com ele", diz Mendes. Para rastrear o pássaro, ele recorreu às redes sociais. Ele conseguiu encontrar Urú depois que membros de uma tribo indígena local, os Pitaguary, postaram no WhatsApp sobre um "urubu curioso" perto deles. "Foi um alívio encontrar o Urú. Quando o peguei, ele beliscou meu braço com o bico", lembra Mendes. Urú vive no quintal de Mendes Arquivo pessoal/Israel Mendes "Eu ainda não entendi se ele estava com fome ou só com raiva de mim." Hoje em dia Urú não se perde mais. Na verdade, o urubu é às vezes carente demais. Mendes diz que o Urú costuma segui-lo "como um cachorro" quando vai trabalhar ou encontrar amigos, obrigando-o a recorrer a truques. "Às vezes tento distraí-lo com um pedaço de carne e depois saio sem fazer barulho, mas logo percebo a sombra de um pássaro na pista quando estou na minha moto", diz ele com um sorriso. De acordo com Karine Montenegro, diretora do Instituto Pró-Silvestre, esse tipo de comportamento não é muito comum entre urubus resgatados e pessoas, mesmo que essas aves às vezes se apeguem a humanos como se fossem filhotes deles. "De alguma forma, o Urú teve uma ligação muito forte com Israel, o que significa que o pássaro pensa que Israel é seu pai", disse ela à BBC. "Já tivemos outros casos de adoções de urubus e em todos eles a ave manteve uma relação muito mais distante, às vezes mal reconhecendo o hospedeiro humano e apenas passando por ali para comer", diz Montenegro. Pegando outras caronas O problema com esse tipo de ligação é que os especialistas em animais ainda não sabem se esse processo é reversível — o que significa que Urú e Mendes podem estar, como Montenegro acredita, "unidos para toda vida". O novo "pai" do urubu não parece se importar. Mendes chama Urú de "filho", inclusive na conta que criou para a ave no Instagram, que tem mais de 23 mil seguidores. Initial plugin text "Urú e meu cachorro Marley são meus únicos filhos", brinca Mendes. Mais recentemente, o urubu tem se mostrado confiante o suficiente para voar ao lado de alguns colegas de Mendes, o que levantou algumas preocupações com Montenegro, especialmente depois que viralizaram vídeos de Urú pousando em outro parapente. "Eu já aconselhei Israel a ter muito cuidado com Urú, pois não sabemos se todos os humanos que se aproximam dele têm boas intenções", disse ela. Em muitas culturas, os urubus têm má reputação e são retratados como animais ameaçadores. Na realidade, eles são trituradores naturais de resíduos: necrófagos que se alimentam da carne em decomposição de animais mortos e que protegem as pessoas de doenças transmitidas por carne podre. Mas as aves de rapina têm muito mais a temer das pessoas do que o contrário. A ONG Birdlife International diz que 14 das 22 espécies de urubu em todo o mundo estão ameaçadas de extinção. Um dos maiores fatores de diminuição da população é o envenenamento, principalmente acidental, porque os urubus alimentados com carcaças de gado tratadas com medicamentos como anti-inflamatórios são perigosos para outros animais. Mendes chama Urú de seu filho Arquivo pessoal/Israel Mendes 'Eu nunca vou explorá-lo' Outro perigo para as aves de rapina é a exploração, como a polêmica prática do "parahawking", em que as aves de rapina são treinadas para guiar os parapentes às melhores correntes ao seu redor. Nos últimos anos, essa prática tornou-se comum em alguns países — o que despertou preocupações sobre o tratamento das aves. Mas Mendes diz que sua relação com o urubu, que ele cria desde filhote, é bem diferente. "O Urú vive solto no meu quintal e só entra em casa quando quer dormir perto de mim." "Eu nunca vou explorá-lo", diz. "O Urú não é meu animal de estimação. Ele é meu filho." Veja Mais

Show de Lauryn Hill é confirmado no Festival Planeta Brasil, em BH

G1 Pop & Arte Evento ocorre nos dias 24 e 25 de setembro na Esplanada do Mineirão. Lauryn Hill Daigo Oliva / G1 Lauryn Hill, diva do rap e do soul, é a mais nova atração confirmada do Planeta Brasil. O festival vai acontecer em Belo Horizonte, nos dias 24 e 25 de setembro, na Esplanada do Mineirão. Dona de uma das vozes mais poderosas da música norte-americana, Lauryn Hill desembarca em BH com dezenas de sucessos na bagagem. Ela estourou nos anos 90 com o grupo Fugees, ao lado de Wyclef Jean e Pras Michael. Em 1998, Lauryn lançou o premiadíssimo álbum "Miseducation of Lauryn Hill",eternizando hits como "Doo wop (The Thing)". 50 Cent confirmado O rapper 50 Cent vai se apresentar em Belo Horizonte em setembro Mark J. Rebilas-USA TODAY Sports O rapper americano 50 Cent confirmou sua presença no Festival Planeta Brasil no dia 27 de julho. Initial plugin text Além de 50 Cent, outras atrações confirmadas são: Iza, Filipe Ret, Planet Hemp, entre outros. Ainda conforme a organização serão dois dias de shows em seis palcos. Os ingressos estão sendo vendidos aqui. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas: Veja Mais

Anne Heche: Moradora da casa atingida por carro da atriz em acidente ganha R$ 574 mil em 'vaquinha'

G1 Pop & Arte Financiamento coletivo foi organizado por vizinhos de Lynne Mishele, que perdeu todos os seus pertences com o incêndio causado pela batida. Atriz continua em estado grave. Casa de Lynne Mishele foi destruída em acidente de carro da atriz Anne Heche Divulgação/Go Fund Me/Lynne Mishele A mulher que teve a casa destruída com o acidente de carro causado pela atriz Anne Heche está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. Os moradores do bairro organizaram uma "vaquinha" com o objetivo de arrecadar dinheiro para ela. Até esta terça-feira (9), foram arrecadados US$ 112 mil (pouco mais de R$ 574 mil). Na sexta-feira (5), a atriz Anne Heche dirigia seu carro em alta velocidade quando bateu na casa de Mishele em Los Angeles. Com a colisão, o automóvel e residência pegaram fogo imediatamente. Foi preciso 59 bombeiros e 65 minutos para extinguir as chamas. A artista foi levada ao hospital em estado grave, com queimaduras pelo corpo. Ela está estável, porém continua intubada. A família e equipe da atriz pediram aos fãs que fizessem orações. A artista é conhecida por "Seis dias, sete noites" e "Chicago P.D.: Distrito 21". Atriz Anne Heche bate carro e é hospitalizada em Los Angeles Mulher perdeu tudo em incêndio Segundo a revista "People", Lynne Mishele perdeu todos os seus pertences com o incêndio causado imediatamente após o carro da atriz atravessar a casa. Lynne Bernstein, uma das vizinhas de Mishele, disse que a moradora teve muita sorte por sair sem nenhum ferimento, assim como seus dois cachorros e uma tartaruga. Bernstein ainda disse que Mishele "estava em choque" e não tinha visto o veículo dentro do terreno, quando os vizinhos entraram na casa para ajudar todo mundo a sair com segurança. "Acho que ela não entendeu o que estava acontecendo. Ela dizia: 'O que aconteceu? O que aconteceu?' ", lembra. David Manpearl, outro vizinho, contou ao Daily Mail americano que Mishele pensou que alguma coisa tivesse caído do céu e explodido a sua casa. "Ela tem sorte de estar viva. Ela estava tremendo quando me disse que estava na sala de estar exatamente onde o carro havia batido”, disse ele à reportagem. A página do GoFundMe, que recebe as doações, foi colocada no ar por John e Jennifer Durand, donos da casa destruída e que Mishele aluga. No texto, a inquilina é descrita como uma pessoa simpática e generosa. Ela vivia no local com seus dois cachorros, Bree e Rueban, e a tartaruga Marley. Todos escaparam com vida e sem ferimentos, no entanto, a casa ficou completamente destruída e comprometida, o que fez com que Mishele tivesse de deixar a área. "Ainda mais angustiante é que Lynne perdeu todos os bens de uma vida, lembranças, todos os equipamentos para seus negócios, incluindo seu laptop e iPad, todas as suas roupas e itens de necessidades básicas, e todos os utensílios domésticos. Com a ajuda dos bombeiros, ela conseguiu retirar alguns pertences de valor sentimental danificados dos destroços. Todo o resto se foi", diz o texto. Veja Mais

Issey Miyake: relembre trabalhos do estilista; FOTOS

G1 Pop & Arte Estilista japonês morreu aos 84 anos, vítima de um câncer no fígado. Miyake ficou famoso por seu estilo plissado de roupas que nunca amassa e que produziu o icônico suéter preto de gola alta preta de Steve Jobs. O estilista japonês Issey Miyake em imagem de outubro de 1991, em Paris Pierre Guillaud/AFP/Arquivo Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016 Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo Issey Miyake cumprimenta plateia no final do desfile da apresentação de prêt-à-porter Outono-Inverno 1985/1986, em 23 de março de 1985, em Paris Pierre Guillaud/AFP/Arquivo Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016 Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016 Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo Criação de Issey Miyake é apresentada na cidade de Nova York em 23 de maio de 1972 AP/Arquivo Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016 Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016 Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016 Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo Criação de Issey Miyake é apresentada em Paris, França, em 31 de março de 1974 AP/Arquivo Steve Jobs na sede da Apple em Cupertino Lou Dematteis/Reuters Foto de 15 de março de 2016 do estilista japonês Issey Miyake durante coletiva de imprensa no Centro Nacional de Arte, em Tóquio Toru Yamanaka/AFP/Arquivo O designer japonês Issey Miyake na exposição 'U-Tsu-Wa' em Tóquio, Japão em 2009 Kim Kyung-Hoon/Reuters/Arquivo VÍDEOS: personalidades que morreram em 2022 Veja Mais

Anne Heche está em coma e em 'condição extremamente crítica' após acidente de carro

G1 Pop & Arte Atriz dirigia veículo que bateu em uma casa e pegou fogo. Representante de Heche afirma que ela tem lesões 'significativas' nos pulmões e precisa de cirurgia. Anne Heche em cena de 'All rise' Divulgação Anne Heche ("Seis dias, sete noites" e "Chicago P.D.: Distrito 21") está em coma desde o acidente de carro que sofreu na sexta-feira (5). Ela dirigia o veículo que bateu uma casa e pegou fogo. "Neste momento Anne está em condição extremamente crítica. Ela tem lesões significativas no pulmão que exigem ventilação mecânica e queimaduras que precisam de intervenção cirúrgica", afirma um representante da atriz em comunicado nesta segunda-feira (8). "Ela está em coma e não recobrou a consciência desde pouco depois do acidente." De acordo com a revista "Variety", a atriz também se envolveu em outro acidente pouco antes de bater em uma casa, quando veículo e propriedade pegaram fogo. Ela foi a única ferida. A mulher que teve a casa destruída com o acidente está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. Os moradores do bairro organizaram uma "vaquinha" com o objetivo de arrecadar US$ 100 mil (cerca de R$ 522 mil). Veja Mais

Paes cria o Dia do Reencontro, que será ponto facultativo e coincide Rock in Rio 2022

G1 Pop & Arte Dia 2 de setembro celebra um ano do início das medidas de flexibilização em função da pandemia. Festival é lembrado como símbolo de retomada de grandes eventos que impactam positivamente a cidade. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, decretou que o Rio terá o Dia do Reencontro, que será ponto facultativo e vai ser comemorado no dia 2 de setembro, que coincide com o início do Rock in Rio. O festival não era realizado há três anos por conta da pandemia. O decreto foi publicado na sexta-feira (5) e marca um ano do início da flexibilização das medidas sanitárias restritivas em função da pandemia de Covid-19. A flexibilização que permitiu retorno de grandes eventos, como o festival que é "reconhecido como um dos maiores eventos de música e entretenimento do mundo", originado no Rio, e que impacta positivamente a cidade com geração de empregos, movimentando a economia e atraindo visitantes nacionais e estrangeiros. O ponto será facultativo nas repartições públicas municipais, excluídos os expedientes em órgãos com serviços que não podem ser paralisados. A Secretaria Municipal de Saúde vai editar uma resolução regulamentando o expediente nas unidades de saúde da rede municipal. Veja Mais

The Killers e Twenty One Pilots fazem show em São Paulo em novembro

G1 Pop & Arte Evento GPWeek ainda conta com apresentações de Hot Chip, The Band Camino e Fresno. The Killers foram atração principal do último dia de Lollapalooza Brasil 2018 Marcelo Brandt/G1 The Killers e Twenty One Pilots vão se apresentar em São Paulo em 12 de novembro. As bandas são destaque do Festival GPWeek, que vai contar com 7 horas de apresentações ao vivo. O evento ainda conta com apresentações Hot Chip, The Band Camino e Fresno, e acontece no Allianz Parque, na capital paulista. A pré-venda dos ingressos tem início nesta terça-feira (9) para clientes C6 Bank Mastercard. Já a venda para público geral acontece a partir de quinta-feira (11). Os ingressos variam de R$ 170 (referente a meia-entrada pra cadeira superior) até R$ 1.592,00 (Paddock C6 Bank Mastercard). Serviços: Data: 12 de novembro de 2022 Local: Allianz Parque Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo Ingressos: Paddock C6 Bank Mastercard: R$ 995,00 (meia-entrada legal) | R$ 1.592,00 (clientes C6 Bank Mastercard) | R$ 1.990,00 (inteira) Pista VIP Box: R$ 495,00 (meia-entrada legal) | R$ 990,00 (inteira) Pista: R$ 270,00 (meia-entrada legal) | R$ 540,00 (inteira) Cadeira Inferior: R$ 340,00 (meia-entrada legal) | R$ 680,00 (inteira) Cadeira Superior: R$ 170,00 (meia-entrada legal) | R$ 340,00 (inteira) Vídeo: Relembre entrevista com Twenty One Pilots em 2019: G1 entrevista Twenty One Pilots Veja Mais

VÍDEO: Cachorros participam de campeonato de surfe na Califórnia

G1 Pop & Arte Os cães competiram em categorias de acordo com o tamanho em grupos pequenos, médios e muito grandes. Cachorros surfam em campeonato na Califórnia Centenas de fãs se reuniram em uma praia da Califórnia, nos Estados Unidos, para acompanhar o Campeonato Mundial de Surfe de Cães. Os surfistas de quatro patas competiram em categorias de acordo com o tamanho, em grupos pequenos, médios e muito grandes. Os cães são julgados em várias categorias, incluindo a duração do passeio, técnica (ficar de quatro, sentado, deitado), confiança e tamanho ou força da onda. Jeffrey Niebor veio de San Diego com seu labrador Charlie, de sete anos e meio anos, que começou a surfar aos 2 anos. Ele conquistou o segundo lugar no grupo de cães grandes e muito grandes (veja o vídeo acima). "Eu nem consigo explicar a paixão dele e o quanto ele se diverte. Mesmo quando nós não estamos surfando para competir, vamos apenas para a praia e estamos apenas nos divertindo, ele leva a prancha de surfe para a água, late nas ondas, as pessoas adoram", contou Niebor. Veja Mais

Jô Soares já apareceu em HQ da Marvel ilustrada por Mike Deodato: 'grande perda para a cultura', diz

G1 Pop & Arte Jô Soares aparece como entrevistador de um dos personagens de "Thunderbolts". Ilustrador brasileiro Mike Deodato fala sobre homenagem e lamenta morte do apresentador e humorista. Jô Soares aparece em HQ 'Thunderbolts' da Marvel Arquivo pessoal/Mike Deodato/Marvel O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares, que morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos, já apareceu em uma revista em quadrinhos da Marvel, ilustrada pelo paraibano Mike Deodato. A revista é a "Thunderbolts", nº 110, de 2007. Jô Soares aparece como entrevistador de um dos personagens da história, falando sobre um acontecimento do enredo. Ao g1, Deodato disse que a ideia foi prestar uma homenagem despretensiosa ao apresentador. “Foi só uma homenagem pequena mesmo, sem muita pretensão”. O ilustrador paraibano diz ser fã de Jô Soares, tanto nas entrevistas quanto no humor, e sabe que o apresentador era fã de histórias em quadrinhos. Por isso, ele lamenta a morte do artista e considera uma grande perda para o Brasil. “É uma pena, uma perda muito grande para a cultura e TV brasileira. Sou muito fã dele como entrevistador, como humorista e admiro o fato dele gostar de quadrinhos, porque ele era um grande fã de história em quadrinhos”. Apesar de ser fã de Jô Soares, Mike Deodato conta que nunca conheceu o ídolo pessoalmente. Ele chegou a ser cogitado como entrevistado no "Programa do Jô", da TV Globo, mas os planos não se concretizaram. “Nunca conheci Jô pessoalmente. Algumas vezes, estava sendo planejada uma entrevista minha, mas nunca se concretizou”, concluiu. 'O medo da morte é um sentimento inútil', disse Jô Soares; relembre frases do apresentador, humorista e escritor Jô Soares morre em São Paulo; veja FOTOS da carreira Morte de Jô Soares Parentes, amigos, artistas e fãs lamentaram a morte de Jô Soares Jô Soares, apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. O enterro e velório serão reservados à família e aos amigos, em data e local ainda não informados. A causa da morte não foi divulgada. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Trajetória de Jô Soares A vida de Jô Soares José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho dos paraibanos Orlando Heitor Soares e Mercedes Leal Soares. Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Quando retornou ao Brasil, Jô Soares se aproximou do teatro e começou a sua carreira, que sempre teve o humor como marca registrada. Considerado pioneiro do stand-up, ele se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba Veja Mais

Religioso e vaidoso, Jô Soares tinha capela e barbearia dentro de apartamento em SP

G1 Pop & Arte Casa do apresentador em Higienópolis foi mostrada em 2011 no programa Estrelas, de Angélica, na TV Globo. Apresentador e humorista estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 28 de julho. Estrelas: Angélica entrevista Jô Soares Devoto de Santa Rita de Cássia, Jô Soares tinha uma capela dentro do apartamento onde morava em Higienópolis, no Centro de São Paulo. O apresentador, humorista, ator e escritor faleceu na madrugada desta sexta-feira (5). Ele tinha 84 anos. Ele estava internado desde 28 de julho no Sírio Libanês, na capital paulista. De acordo com a assessoria do hospital, a pedido da família de Jô, não foram divulgados os motivos da internação e da causa da morte. Jô abriu as portas do apartamento para a apresentadora Angélica durante o programa Estrelas, da Globo, em 2011. Jô brinca com a apresentadora Angélica na cadeira de barbeiro em seu apartamento em São Paulo; apresentador também tinha uma capela dentro da residência Reprodução/TV Globo "Aqui tem uma capelinha que eu fiz em homenagem a Santa Rita de Cássia de quem eu sou devoto", disse Jô. "Sempre me perguntam: 'Quando é que você começou?' Eu não me lembro. Não me lembro. Não teve nenhum motivo específico ou especial". O programa mostrou imagens sacras dentro da capela. "Tudo presente que me mandam", disse. "Tem algumas que são lindas realmente", disse Jô, que apontou uma imagem da santa feita em pano. "Eu adoro aquela pequenininha ali embaixo, de pano". Jô disse que gostava dessa imagem de Santa Rita de Cássia feita de pano Reprodução/TV Globo Vaidoso, Jô também tinha um barbearia em casa. No tour pelo apartamento, mostrou a cadeira de barbeiro num dos cômodos. "Aqui é minha barbearia", disse o apresentador a Angélica. "É antiquíssima". Jô ainda brincou com a apresentadora quando ela se sentou na cadeira e pediu um corte chanel a ele: "Olha, seu cabelo é intocável". No final da manhã desta sexta, o corpo de Jô deixou o hospital para seguir para uma cerimônia de despedida reservada aos amigos e parentes. A pedido da família, o local também não foi informado a imprensa. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo; fãs e amigos prestam homenagens Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5). Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. "Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social. Leia a íntegra do texto aqui. Por causa do falecimento do artista, o governador de SP, Rodrigo Garcia (PSDB), decretou luto oficial de três dias no estado. LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô Fachada do Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo. Kleber Tomaz/g1 Humor como marca registrada Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso. "Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre", afirmou em depoimento ao site Memória Globo. 'O medo da morte é um sentimento inútil'; relembre frases Personagens icônicos, entrevistas com ilustres; FOTOS mostram carreira Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares se emociona ao se despedir do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Adolescência na Suíça José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Leal Soares. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”. “Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.” Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.” Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos. "Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos." Jô Soares TV Globo Volta para o Brasil Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. "Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente", lembrou. O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga. A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental. Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo. Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record. “Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos. A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”. O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias. Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV". “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.” Trajetória na Globo Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo. Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto "Casseta & Planeta", de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou. Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite. Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”. "O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil", dizia. "Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo." Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”). Jô Soares durante entrevista com Roberto D’Avila em julho de 2014 Zé Paulo Cardeal/Globo Talk-show Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora. "No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo... Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]", admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show "Jô Soares onze e meia" rendeu mais de 6 mil entrevistas. “E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso", aponta o Memória Globo. “Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô. Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”. "Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo." Literatura e teatro Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas. Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”. Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi "O astronauta sem regime" (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em "O Globo". O romance "O Xangô de Baker Street" (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram "O homem que matou Getúlio Vargas" (1998), "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras" (2005) e "As esganadas" (2011). No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007). Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006). Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976). 'Hipocondríaco de doenças exóticas' Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor. Relembre no vídeo abaixo: Jô Soares conta o que viu da vida "Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou. "O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável." MAIS VÍDEOS SOBRE JÔ SOARES: Veja Mais

Governador de SP decreta luto oficial de três dias no estado em homenagem a Jô Soares

G1 Pop & Arte Apresentador e humorista faleceu às 2h30 desta sexta (5), aos 84 anos. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 28 de julho. Causa da morte não foi divulgada pela família. Jô Soares em março de 1997 durante as gravações do 'Jô Soares, Onze e Meia', programa exibido pelo SBT de 1988 a 1999 EPITÁCIO PESSOA/ESTADÃO CONTEÚDO O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), decretou luto oficial de três dias no estado em virtude da morte do apresentador e humorista Jô Soares nesta sexta-feira (5). O comediante faleceu às 2h30 da manhã no Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo, aos 84 anos. O corpo de Jô Soares deixou o hospital por volta das 10h38. O funeral do artista será em cerimônia reservada a familiares e amigos. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram "O Brasil acordou mais triste hoje. O Jô marcou gerações, um gênio do humor e da arte brasileira. Ele marcou a minha geração e a de tantos outros. O país perde um grande brasileiro e, por isso, ao lado do prefeito Ricardo Nunes, estamos decretando luto oficial de três dias em todo o estado", declarou o governador de SP. 'O medo da morte é um sentimento inútil'; relembre frases Personagens icônicos, entrevistas com ilustres; FOTOS mostram carreira Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo; fãs e amigos prestam homenagens Trajetória de vida Apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. A causa da morte não foi informada pela família. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. "Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social. Leia a íntegra do texto aqui. Fachada do Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo. Kleber Tomaz/g1 Humor como marca registrada Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso. "Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre", afirmou em depoimento ao site Memória Globo. Jô Soares se emociona ao se despedir do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Adolescência na Suíça José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Leal Soares. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”. “Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.” Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.” Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos. "Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos." Jô Soares TV Globo Volta para o Brasil Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. "Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente", lembrou. O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga. A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental. Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo. Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record. “Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos. A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”. O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias. Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV". “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.” Trajetória na Globo Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo. Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto "Casseta & Planeta", de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou. Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite. Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”. "O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil", dizia. "Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo." Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”). Jô Soares durante entrevista com Roberto D’Avila em julho de 2014 Zé Paulo Cardeal/Globo Talk-show Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora. "No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo... Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]", admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show "Jô Soares onze e meia" rendeu mais de 6 mil entrevistas. “E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso", aponta o Memória Globo. “Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô. Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”. "Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo." Literatura e teatro Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas. Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”. Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi "O astronauta sem regime" (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em "O Globo". O romance "O Xangô de Baker Street" (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram "O homem que matou Getúlio Vargas" (1998), "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras" (2005) e "As esganadas" (2011). No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007). Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006). Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976). 'Hipocondríaco de doenças exóticas' Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor. Relembre no vídeo abaixo: Jô Soares conta o que viu da vida "Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou. "O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável." MAIS VÍDEOS SOBRE JÔ SOARES: Veja Mais

Flavia Soares, ex-mulher de Jô Soares, lamenta morte do apresentador: 'Amor eterno'

G1 Pop & Arte Ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho. Jô Soares Reprodução/Instagram/Flavia Soares Flavia Pedras Soares, ex-mulher de Jô Soares, usou as redes sociais para lamentar a morte do apresentador, a quem chamou de "amor eterno". O ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho, e morreu às 2h30 desta sexta-feira (5). "Faleceu há alguns minutos o ator, humorista, diretor e escritor Jô Soares. Nos deixou no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, cercado de amor e cuidados. O funeral será apenas para família e amigos próximos", anunciou Flavia. Famosos lamentam morte de Jô Soares; leia homenagens "Assim, aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida." "A vida de um cara apaixonado pelo país aonde nasceu e escolheu viver, para tentar transformar, através do riso, num lugar melhor", escreveu Flávia. "Viva você, meu Bitiko, Bolota, Miudeza, Bichinho, Porcaria, Gorducho. Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você." "Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem." "Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo." "Obrigada para sempre, pelas alegrias e também pelos sofrimentos que nos causamos. Até esses nos fizeram mais e melhores. Amor eterno, sua, Bitika." Flavia e Jô foram casados por mais de uma década e, em uma entrevista, o apresentador chegou a declarar que foi uma "separação que não deu certo", pois os dois estavam sempre juntos. Initial plugin text Veja Mais

Famosos lamentam morte de Jô Soares; leia homenagens

G1 Pop & Arte Apresentador, humorista e escritor morreu aos 84 anos, em São Paulo, onde estava internado desde julho. causa da morte não foi divulgada. Jô Soares, em foto de março de 2016 Celso Tavares/G1 Famosos lamentaram, nas redes sociais, a morte de Jô Soares. O apresentador, humorista e escritor morreu, na madrugada desta sexta-feira (5), em São Paulo, aos 84 anos. Ele estava internado desde julho no hospital Sírio Libanês. A causa da morte ainda não foi divulgada. Veja homenagens: Ana Maria Braga "Eu tive a honra de conhecer e conviver com esse jornalista e humorista tão talentoso e querido de todos nós. Hoje o dia amanheceu mais sem graça. Vá em paz meu amigo." Initial plugin text Bárbara Paz "Obrigada por tudo Jô! Teus ensinamentos e tua risada ficam! Um homem inteligentíssimo engraçado humano! Vai fazer muitos falta! APLAUSOS E MUITAS RISADAS NO CÉU! Que lá vem história!!!" Initial plugin text Adriane Galisteu "Meu Deus o mundo sem você... Meu amado amigo , diretor, conselheiro , vizinho que tristeza… você sempre foi cercado de amor e sempre será assim ! Vou seguir te aplaudindo e através de suas obras aprendendo com vc! Obrigada por tantas risadas , tantas conversas por todos os ensinamentos ???????? te amo eternamente!" Initial plugin text Zélia Duncan "O Brasil perdeu hoje um artista único, um comediante que amava seu ofício acima de tudo, um ator fora de série. Um entrevistador brilhante. Um cidadão que amava seu país e seus amigos. Jô Soares, obrigada por tanto!" Initial plugin text Lexa "Gênio, gente boa, profissional… Jô Soares é O CARA e sempre será! Aqui ficam eternas lembranças e todas as suas magníficas obras." Initial plugin text Ana Carolina "Dia triste. Jô inesquecível Jô que acompanhei desde pequena, com o genial Viva o gordo, mais tarde tive a honra de sentar no seu concorrido sofá e me divertir com esse ser humano tão especial, inteligente e afetuoso." Initial plugin text Thaeme "Daquele tipo de notícia que dói a alma receber!" Thaeme lamenta morte de Jô Soares Reprodução/Instagram Thiaguinho "Foi uma honra te conhecer, ser entrevistado, bater papo e sentir de perto toda essa genialidade e educação." Initial plugin text Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo Veja Mais

Banda islandesa faz versão de 'Ilariê', hit de Xuxa, e viraliza nas redes sociais

G1 Pop & Arte Um dos maiores sucessos da carreira de Xuxa agita público em show do grupo Studla Bandid. 'Olha onde Ilariê chegou', escreveu a cantora sobre a versão. Banda islandesa faz versão de 'Ilariê e viraliza nas redes sociais A banda islandesa Studla Bandid viralizou nas redes sociais com uma versão de "Ilariê", hit do final dos anos 80 na voz de Xuxa. Assista no VÍDEO acima. A música parece ser um momento de animação no show do grupo Studla Bandid pelas imagens. A banda tem 1,4 mil seguidores no Instagram, mas já viu a força do público brasileiro. A descrição do perfil tem a seguinte mensagem: "lariê on Spotify ????????????". Depois de todo movimento nas redes, Xuxa viu a versão e compartilhou o vídeo do grupo com a mensagem: "Olha onde o ILARIÊ chegou?!? E diga-se de passagem chegou lindamente, todo mundo cantando nosso hino". Banda islandesa faz versão de 'Ilariê e viraliza nas redes sociais Reprodução/Instagram/Studla Bandid Gravada e lançada por Xuxa em 1988, "Ilariê" foi a música de mais sucesso do disco "Xou da Xuxa 3". A música foi composta por Cid Guerreiro, cantor baiano hoje com 62 anos. Além de carreira solo voltada para o axé, ele escreveu outras músicas infanto-juvenis de artistas como Atchim e Espirro, Angélica, Eliana e Mara Maravilha. Desde o lançamento, "Ilariê" já foi cantada em outros idiomas e virou grito de torcida pela América Latina, principalmente no futebol argentino. Veja Mais

Chrissy Teigen anuncia gravidez quase dois anos depois de perder bebê

G1 Pop & Arte A modelo é casada com o cantor John Legend. Em 2020, ela fez um desabafo sobre luto e depressão que enfrentou com a perda do filho Jack, que morreu depois do parto. Chrissy Teigen Reprodução/Instagram A modelo Chrissy Teigen e o cantor John Legend estão esperando um bebê, quase dois anos depois de terem perdido o terceiro filho, Jack, que morreu no parto. O anúncio da gravidez foi feito por Chrissy, nas suas redes sociais, na quarta-feira (3). "Os últimos anos foram um borrão de emoções para dizer o mínimo, mas a alegria voltou a encher nossa casa e nossos corações", disse na legenda da foto no Instagram, em que aparece com a barriga da gravidez. "1 bilhão de injeções depois (na perna por último, como vocês podem ver!) temos outro a caminho", disse ao mostrar a foto com uma marca roxa na perna. Segundo a revista "People", a modelo passou por um tratamento para engravidar. Chrissy e Legend já são pais de Luna, de 6 anos, e Miles, de 4. "Em todas as consultas eu disse a mim mesma: 'ok, se estiver saudável hoje eu anuncio', mas então dou um suspiro de alívio ao ouvir um batimento cardíaco e decido que ainda estou muito nervosa", contou a modelo no seu texto. Ela disse que está tudo indo bem, "lindo e perfeito", e se sente esperançosa. "Ok, ufa, tem sido muito difícil manter isso por tanto tempo!" Bebê de Chrissy Teigen e John Legend morre após parto Reprodução / Instagram / Chrissy Teigen Há quase dois anos, a modelo teve complicações durante uma gestação e passou um período internada. Nas redes, ela havia explicado que estava na metade da gravidez e com um sangramento significativo. Jack, nome que o casal tinha escolhido para o filho, morreu logo depois do parto. "Jack lutou tanto para fazer parte de nossa pequena família, e ele será, para sempre. Nós sempre te amaremos", disse ao postar uma imagem em que aparece com o bebê nos braços na época. A modelo chegou a falar sobre a perda do bebê nas semanas seguintes. "As pessoas dizem que uma experiência como essa cria um buraco em seu coração. Um buraco certamente foi feito, mas foi preenchido com o amor de algo que eu tanto amava. Não parece vazio, este espaço. Parece cheio", disse. Chrissy Teigen no dia em que perdeu o terceiro filho Reprodução/Instagram/ChrissyTeigen "Eu seguro minha barriga quando ando por aí. Eu tenho um momento de surto quando as crianças pulam na minha barriga inexistente. A clareza após esses momentos sempre me deixa triste", lamentou a modelo. O que dizer para alguém que perdeu um bebê Na mesma mensagem, Chrissy agradeceu ao carinho recebido e concluiu: "Escrevi isso porque sabia que precisava dizer algo antes de poder seguir em frente e voltar à vida, então, realmente agradeço por me permitir fazer isso". No mês seguinte, ela fez outro desabafo sobre o luto e a depressão que enfrentava. "Não estou tuitando muito porque, honestamente, estou em um poço de luto e depressão. Mas não se preocupem. Tenho bastante ajuda ao meu redor para ficar bem e me reestabelecer logo", escreveu na plataforma. "Estou em uma bolha muito escura, incapaz de expressar o que está acontecendo e fazendo o melhor que eu posso. Me sinto destruída e tudo que sei é que isso é o oposto de estar consertada - eu sei que não é tão fácil, mas é tudo que posso pensar no momento", respondeu a uma seguidora que tinha feito um comentário de apoio na postagem. Veja Mais

Alice Wegmann estrela série sobre feminejo com personagem inspirada em Marília Mendonça

G1 Pop & Arte 'Rensga Hits!' estreia no Globoplay nesta quinta (4). Atriz estudou vídeos da cantora, adotou sua voz 'afetiva, acolhedora e maternal', e 'chorou de não conseguir respirar' quando ela morreu. Alice Wegmann interpreta Raíssa Medeiros na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo Para criar a personagem da cantora sertaneja Raíssa Medeiros em "Rensga Hits!", a protagonista Alice Wegmann ficou assistindo stories de Marília Mendonça no Instagram para entender sua voz "afetiva, acolhedora e maternal". A série que estreia nesta quinta-feira (4) no Globoplay não conta a história de Marília nem de cantoras do feminejo. Mas a ficção, que mistura drama e comédia, se passa neste mercado da música sertaneja feminina. Raíssa é uma jovem do interior traída pelo noivo. Ela abandona o altar e segue o sonho de viver da música em Goiânia. O título da série vem de uma gíria goiana que demonstra espanto. É o nome da produtora de Marlene (Deborah Secco). A concorrente da Rensga Hits é a Joia Maravilha Records, de Helena (Fabiana Karla). No meio da disputa, Raíssa tem uma música roubada por Gláucia Figueira (Lorena Comparato). A criação de "Rensga Hits!' é de Carolina Alckmin e Denis Nielsen Roqueirinha em 'Malhação', sertaneja em 'Rensga' Alice Wegmann como a Lia de 'Malhação', em 2012, e como a Raíssa de 'Rensga Hits!', em 2022 Divulgação Alice já viveu uma cantora em seu primeiro papel como protagonista na TV, a Lia de "Malhação: Intensa como a Vida", entre 2012 e 2013. "Mas foi bem 'basiquinho'. Naquela época eu nem tocava muito. Tive que aprender uma coisa ou outra, mas acabou que deixei de lado o violão depois", ela conta. Ela só foi se reaproximar das seis cordas durante a quarentena. "Meu melhor amigo, o Francisco Gil [neto de Gilberto Gil] me deu um violão de aniversário", ela conta. Parece que o amigo adivinhou, pois logo depois ela recebeu o convite para atuar na série no universo do feminejo. Logo de cara, foram duas semanas só de aula de canto e violão. Para criar uma estrela de feminejo mais realista, ela foi estudar a grande referência do estilo - ainda no primeiro semestre de 2021, antes da morte de Marília Mendonça. "Não é uma série sobre a Marília", ela ressalta, "mas a personagem é muito inspirada nela. Ela foi meu maior ponto de referência. Eu ficava ali estudando a Marília em todos os stories. Ficava observando o jeito dela falar, onde estava, o que estava comendo, onde estava andando, tudo", conta Alice. A cantora foi referência até na hora de incorporar o sotaque goiano. "Ela tinha um jeito de falar com uma musicalidade muito afetiva, acolhedora e maternal. Assim, gostoso de ouvir, com um carinho na voz", descreve a atriz. Eles estavam terminando uma maratona de gravações no dia 5 de novembro de 2021, quando viram a notícia da morte de Marília Mendonça. "Foi um momento muito difícil, eu lembro que desabei ali mesmo. Eu chorava aquele choro de nem conseguir respirar direito, sabe?". "Muita gente da equipe é de Goiânia, e todos se conectaram muito com esse universo. Foi uma dor coletiva que a gente sentiu ali." Amor sertanejo ‘Rensga Hits’: série com Alice Wegmann, Deborah Secco e Fabiana Karla vai homenagear Marília Mendonça e feminejo Montagem/g1 As histórias de amor da música sertaneja deram origem a um romance real. Alice Wegmann e o produtor musical Dudu Borges, dono do projeto Analaga, do hit "Lençol dobrado", começaram a namorar durante as filmagens de "Rensga Hits!". Dudu Borges foi um dos compositores das músicas da série e ajudou a orientar as atrizes. "Ele conseguiu transformar a gente e cantoras. Nem a gente acreditava", elogia a namorada. "Ele já viveu muita coisa no sertanejo. Já trabalhou com Michel Teló, Luan Santana, Bruno Marrone, Paula Fernandes, e a própria Marília. Ele me ajudou muito a entender o que eu estava fazendo na série", diz Alice. Os namorados Alice Wegmann e Dudu Borges Reprodução / Instagram Veja Mais

'Maria - Ninguém sabe quem sou eu': veja teaser de documentário sobre Maria Bethânia

G1 Pop & Arte Filme tem imagens raras de ensaios e shows da cantora, e um depoimento inédito de Bethânia, com roteiro e direção de Carlos Jardim. Em documentário, Bethânia fala de infância, carreira e de amor por Caetano; teaser O documentário “Maria - Ninguém sabe quem sou eu” teve seu primeiro teaser divulgado nesta quarta-feira (3). Clique acima para assistir. O filme tem imagens raras de ensaios e shows da cantora, e um depoimento inédito de Maria Bethânia. A direção e o roteiro são de Carlos Jardim. A produção é uma parceria entre Turbilhão de Ideias, Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Noticiarte Produções. No filme, a artista fala sobre sua infância, o relacionamento com os pais e com o irmão Caetano Veloso, a fé, a ligação com a literatura e sua paixão pelo palco. O documentário chega em breve aos cinemas, ainda sem data de lançamento divulgada. Veja Mais