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Oferta de frete rodoviário caiu 25% em um mês, diz plataforma de transporte de cargas

G1 Economia Redução se deve à paralisação de empresas em meio à pandemia de coronavírus. Agronegócio foi o menos afetado, com queda de 1,4%. Caminhoneiros continuam trabalhando durante a pandemia do novo coronavírus na região de Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV A oferta de fretes para transporte rodoviário caiu 25% na primeira semana de abril, comparado à primeira semana de março, segundo levantamento da plataforma de transporte de cargas FreteBras. Os números indicam que o maior impacto foi no setor de industrializados, com quase 38% de queda. Na sequência, aparece o setor de construção, com baixa de 34%. O segmento de agronegócio foi o menos afetado, com queda de 1,4%. “O principal fator dessa queda é justamente o fato de muitas empresas estarem paralisadas ou operando com capacidade reduzida, uma vez que a quarentena reduziu drasticamente a demanda por determinados produtos", diz em nota Bruno Hacad, diretor de operações da empresa. "O agronegócio foi menos impactado por servir de base para a produção de alimentos e, portanto, deve-se manter mais estável”, completa Hacad. A pesquisa foi feita em cima da base de dados da empresa, que conta com a publicação de cerca de 400 mil fretes mensais por empresas em busca de caminhoneiros. A plataforma tem 390 mil motoristas autônomos cadastrados, um terço da estimativa média de caminhoneiros autônomos do país. Veja Mais

Crise do coronavírus deve provocar aumento da pobreza no Brasil

G1 Economia Piora das condições do mercado de trabalho deve ser o principal fator do agravamento das condições socais do país. Especialistas pedem urgência ao governo para que ajuda chegue aos mais vulneráveis. 13,5 milhões de brasileiros vivem na pobreza; número deve crescer Fernando Frazão/Agência Brasil A crise econômica provocada pelo coronavírus deve deixar um rastro de aumento de pobreza e desigualdade no Brasil. A deterioração social tende a ocorrer em duas frentes: colocando novas pessoas entre os mais pobres do país e piorando a condição da população já vulnerável. Na leitura dos especialistas, o quadro que se desenha com a pandemia reforça a necessidade de que o poder público haja com rapidez para mitigar os efeitos sociais da crise. O governo federal tem anunciado uma série de medidas ao longo das últimas semanas, sendo a mais importante delas um auxílio emergencial de R$ 600 por mês para trabalhadores informais. No entanto, ainda há dúvidas sobre a capacidade do governo de fazer chegar esse novo benefício aos mais afetados. Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas “A crise deve provocar um aumento acelerado da pobreza e da desigualdade no país”, diz o professor titular e coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho. "Se as medidas não forem colocadas em prática rapidamente, uma parcela da população não vai ter nenhuma renda." A piora esperada para o mercado de trabalho deve ser o grande detonador do aumento da pobreza e da desigualdade. O Brasil tem um grande contingente de trabalhadores desempregados e na informalidade. São grupos diretamente afetados pela paralisação da economia com a prática do isolamento social, considerada, no entanto, fundamental para que o país supere o surto. Em janeiro, no último dado disponível, eram 11, 9 milhões de desempregados e 38,3 milhões de trabalhadores na informalidade, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "O impacto vai ser duro, não vai ser simples. O Brasil vai ter uma recessão profunda, e o desemprego vai aumentar", afirma o economista-chefe da Genial Investimentos, José Marcio Camargo. Estimativa do banco Santander aponta que, no pico da crise, número de desempregados no Brasil pode subir em 2,5 milhões. O tamanho do impacto do coronavírus na economia ainda é difícil de ser estimado e vai depender do tempo necessário para que o isolamento social funcione. Nas contas da Genial, se o período de distanciamento durar 40 dias, o Produto Interno Bruto (PIB) deve recuar 1,1% neste ano. Mas num cenário pessimista, de 70 dias de isolamento, a queda pode chegar a 7,7%. "O quadro emprego até vinha melhorando, mas agora devemos ver um aumento forte do desemprego", afirma Camargo. Por ora, ele estima que o desemprego deve encerrar o ano em 14,3%. Desigualdade já vinha piorando A crise chega num momento social bastante delicado no país. Com a recessão e a lenta retomada da economia dos últimos anos, o Brasil registrou uma piora dos índices sociais. Em 2018, segundo dados do IBGE, a concentração de renda voltou a piorar. O índice de Gini avançou para 0,509, depois de ficar no ano anterior, em 0,501. O número apurado para o índice de Gini foi o maior da série iniciada em 2012 e leva em conta o rendimento médio dos brasileiros para todos os trabalhos. O índice varia de zero a 1 – quanto mais próximo de 1, mais desigual é uma sociedade. Índice de Gini de todos os trabalhos Economia G1 “Se a gente analisa o passado, os mais pobres foram muito afetados com a combinação da recessão e da lenta retomada da economia brasileira”, afirma o diretor da FGV Social, Marcelo Neri. O comportamento da renda nos últimos anos deixa bem evidente como a crise reforçou a desigualdade no país. Entre 2014 – ano de início da recessão – e 2018, a renda de toda a população caiu 2%, enquanto a dos 5% mais pobres do país desabou 39%. Nesse período de quatro anos, 4,5 milhões de brasileiros também entraram na pobreza, aumentando para 13,5 milhões a quantidade de pessoas que vive nessa condição. Encontrar os mais pobres Para lidar com a deterioração do quadro social, o grande desafio do governo é mapear a população mais vulnerável, identificar quais serão os novos pobres do país e, sobretudo, fazer a ajuda financeira chegar de forma rápida durante o período da pandemia. Quanto mais cedo todo esse processo for realizado e implementado, melhor pode ser o desempenho do país, segundo analistas. Uma parte da população mais vulnerável está mapeada no Cadastro Único. Já é possível, portanto, identificar e chegar a uma fatia grande de brasileiros que deve ser beneficiária dos R$ 600 mensais – ao todo, o governo espera que esse auxílio beneficie 54 milhões de pessoas. Como saber se estou no Cadastro Único? Brasil é suficientemente rico para garantir ajuda aos afetados pelo coronavírus, diz um dos criadores do Bolsa Família "O Cadastro Único tem um potencial muito grande de ser o pivô da política social, sobretudo nesse período de emergência”, afirma Ricardo Henriques, um dos idealizadores do Cadastro Único e atual superintende-executivo do Instituto Unibanco. Governo publica auxílio emergencial de R$ 600 para informais no Diário Oficial O que os analistas têm debatido é a lentidão para que a ajuda mensal alcance a população mais vulnerável. O calendário para o pagamento do auxílio aos informais será anunciado nesta segunda-feira. "Parece que há (no governo) pouco conhecimento da máquina pública e um baixo sentido de urgência. Tudo isso gera uma letargia, o que não é adequado com o cenário de emergência que o país está vivendo", afirma Henriques. Segundo o governo, um aplicativo de celular vai ajudar a identificar os trabalhadores informais que não estão nos banco de dados do governo. Também será possível fazer o cadastro por meio de um telefone (a ser divulgado) e por um site (ainda em desenvolvimento). Boletim: governo vai lançar aplicativo para cadastrar informais que têm direito a auxílio Veja Mais

Sob quarentena, comércio do Rio tem o pior resultado da história, apontam entidades do setor

G1 Economia Segundo CDLRio e SindilojasRio, vendas no varejo tiveram queda de 85% em março. Diante da crise provocada pela pandemia do coronavírus, expectativa é que 40% das lojas sejam fechadas na capital fluminense. Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, tem lojas fechadas e poucos trabalhadores na rua durante a quarentena Marcos Serra Lima/ G1 Rio O comércio carioca registrou, em março, o pior resultado da história. É o que apontam o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio). As duas entidades preveem que, diante da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, 40% das lojas sejam fechadas na capital. De acordo com o CDLRio e o SindilojasRio, as vendas do comércio varejista tiveram queda de 85% em março, quando as lojas ficaram abertas por cerca de 15 dias antes do início da quarentena, medida de isolamento social para tentar conter a disseminação do vírus causador da Covid-19. Aldo Rebelo, que preside as duas entidades, disse que se a quarentena perdurar por mais dois meses o comércio carioca poderá ter 40% de suas lojas fechadas, levando ao desemprego metade dos trabalhadores do setor. Segundo ele, cada dia parado representa um prejuízo de cerca de R$ 405 milhões em vendas. “O comércio é um dos principais pilares da economia, e responde por cerca de 10% do PIB fluminense e por mais de 850 mil postos de trabalho. Proteger o comércio, em particular as empresas lojistas de pequeno e médio portes, significa, acima de tudo, neste momento de incertezas, evitar a falência dos negócios e proteger os empregos, impedindo o colapso social e econômico do nosso estado já tão combalido”, enfatizou Gonçalves. Diante do cenário, as duas entidades cobram medidas de socorro ao comércio, sobretudo aos micro e pequenos empreendimentos comerciais. Elas enfatizaram a urgência de medidas de proteção ao comércio diante do novo decreto da prefeitura do Rio, publicado nesta segunda-feira (6), que estabelece novas medidas para combate ao coronavírus. Restrição de horário para comércio e indústria Entre as principais medidas estabelecidas no novo decreto estão novos horários de funcionamento para os estabelecimentos autorizados a abrir as portas. Enquanto a cidade estiver em estado de emergência, o comércio que continua funcionando só pode abrir as portas a partir das nove da manhã. Na indústria, o trabalho deve ter início antes das seis da manhã. Os novos horários começam a valer a partir desta terça-feira (7). Para a prefeitura, essa mudança no horário de entrada dos funcionários de cada setor vai diminuir as aglomerações principalmente no transporte público. Aglomerações no transporte público Nesta segunda-feira, mais uma vez, as estações de ônibus ficaram cheias pela manhã. No terminal de Santa Cruz do BrT, na Zona Oeste, a aglomeração de pessoas começava do lado de fora. Na estação do Recreio, mais corredores cheios. No domingo (5), durante uma transmissão pela internet, o prefeito Marcelo Crivella voltou a pedir que motoristas não dirijam com ônibus lotados. “Senhor motorista, por favor, não pare o ônibus se estiver com bancos lotados. Ao parar o ônibus, se entrar uma multidão o senhor não é obrigado a continuar dirigindo”, disse o prefeito, sugerindo aos condutores se recusarem a prosseguir viagem com o coletivo lotado. Crivella também pediu que trabalhadores dos serviços essenciais que tenham sintomas ou sejam do grupo de risco fiquem em casa. 'Efeito calateral' Além do CDLRio e do SindilojasRio, a Federação do Comércio do Rio também se mostrou preocupada com a restrição de funcionamento de estabelecimentos comerciais na cidade. Em nota, a entidade disse que qualquer alteração que diminui o horário de funcionamento tem efeito colateral, principalmente em supermercados, podendo haver aglomeração. A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) declarou que pretende conversar com o prefeito Crivella hoje para propor alterações no horário de trabalho definido no decreto. Veja Mais

Grupo de WhatsApp, treinamento, ajuda da polícia: como montadoras estão consertando respiradores

G1 Economia Ao menos 9 marcas participam de força-tarefa centralizada pelo governo federal. Na primeira semana, 6 delas receberam cerca de 80 aparelhos para reparar em MG, PE e SP. Fiat recebeu 16 respiradores para consertar na fábrica de Betim (MG), na primeira semana de força-tarefa com governos e montadoras Divulgação As linhas de montagem de carros estão paradas. As atenções em algumas fábricas de veículos do Brasil agora se voltaram para máquinas bem diferentes: os respiradores hospitalares. 33% das cidades brasileiras têm no máximo 10 respiradores mecânicos Chevrolet, Fiat, Ford, Honda, Jaguar Land Rover, Jeep, Renault, Scania e Toyota confirmaram que aderiram a uma recém-criada força-tarefa para o conserto desses equipamentos fundamentais para o tratamento de doentes graves de Covid-19. O trabalho começou no meio desta semana. O objetivo é reparar cerca de 3 mil aparelhos fora de uso mapeados em todo o Brasil, um número que pode ser ainda maior. Até esta sexta, 6 das 9 marcas que confirmaram participação tinham recebido cerca de 80 respiradores, segundo levantamento do G1. Mas como transformar quem entende de máquina de fazer carros e caminhões em reparador de máquinas hospitalares? "A base nós temos, que é o conhecimento de eletrônica", explicou Marcos Túlio Sousa, supervisor de manutenção da Fiat em Betim (MG). "Equipamento industrial e médico possuem o mesmo componente." "É muito gratificante conseguir ajudar utilizando aquilo que eu sei fazer. Se conseguisse reparar 1, para mim já teria valido todo o trabalho", descreve Sousa. Ao embasamento técnico foi agregado um treinamento específico - e virtual, é claro - com especialistas do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (Abeclin). Coronavírus em SP: montadoras de carros consertam respiradores Além disso, as experiências são trocadas diariamente em uma rede de compartilhamento de informações por mensagens de WhatsApp formada por técnicos, profissionais de saúde e outras empresas, como as de transporte e de certificação dos aparelhos. E não é um apertar de parafuso: o tempo entre receber cada respirador e devolvê-lo, consertado, se possível, e certificado, é de pelo menos 3 dias. Antes de qualquer contato com os técnicos, os respiradores passam por uma espécie de "quarentena", ficando isolados por 24 dias, informou a Toyota. Os especialistas também trabalham protegidos com luvas, máscaras e óculos. Os primeiros desafios Dezesseis respiradores vindos de hospitais de MG chegaram às mãos de Sousa nesta primeira semana, cheia de desafios: alguns, parados há mais tempo, nem têm um histórico para se saber qual é o defeito. Apenas dois estavam em testes finais até a última sexta (3), quando ele conversou com o G1. Sousa e os oito técnicos que participam dessa ação pela Fiat se depararam com situações mais simples, como um aparelho em que aparentemente bastou trocar a bateria, até outra que ainda permanecia um mistério. "Ontem, dois técnicos ficaram com o respirador das 6h às 15h e não conseguiram identificar o problema. Vão continuar amanhã (sábado)", contou o supervisor da Fiat. Técnico trabalha no conserto de respirador na fábrica da Fiat, em Betim (MG) Divulgação Quando a questão envolve reposição de peças, algumas podem ser feitas com impressora 3D, explica Sousa. A troca de mensagens com os demais participantes também ajuda a ganhar tempo: "Conseguimos em 20 minutos o manual de um equipamento, graças ao grupo", destacou. Depois do reparo, é preciso testar o aparelho por cerca de 12 horas, para se ter certeza de que ele funciona dentro de todos os parâmetros necessários. De onde vêm os respiradores? Quem centraliza a operação é o Ministério da Economia, explicou Leonardo Amaral, responsável pela coordenação na Fiat. O governo federal informou as secretarias de estado sobre a iniciativa, e elas enviaram um ofício que explica o procedimento para cada unidade de saúde. Hospitais de campanha, produção de máscara: outras ações de montadoras Os pedidos são chegam por e-mail ao Ministério da Economia, que distribui as demandas entre as fábricas, respeitado a ordem de chegada das solicitações, disse Amaral. Os aparelhos de MG são distribuídos entre a Fiat e o Senai. Quem transporta esses respiradores são empresas de logística e outras que contribuem na força-tarefa. Às vezes, o próprio hospital. "Nossa expectativa era de receber mais 50 aparelhos na semana que vem. Mas, agora, entendo que o número vai aumentar porque a polícia de MG está autorizada a retirar esses equipamentos também", afirmou Marcos Sousa, supervisor de manutenção da montadora. Na última quinta (2), o comandante-geral da Polícia Militar do estado disse que a meta era arrecadar respiradores em mais de 1,3 mil pontos em 24 horas. Assim como a Fiat, que também faz o mesmo trabalho em Pernambuco, as demais fabricantes de veículos que anunciaram participação na iniciativa atendem unidades de saúde onde têm produção: os estados da Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. 80 em conserto O G1 procurou as 9 marcas na última sexta para saber quantos aparelhos elas receberam nesta primeira semana da força-tarefa. Cinco delas tinham cerca de 70 respiradores para consertar. A General Motors, dona da Chevrolet, já havia informado ao SPTV que recebeu 10 e consertou 2. No começo da semana, a montadora disse ao G1 que iria disponibilizar todas as suas fábricas para a ação. Além dos 16 aparelhos que estão em Betim, a Fiat e a Jeep, que fazem parte do mesmo grupo, têm outros 15 em Pernambuco, vindos da Paraíba - a empresa atenderá também a este estado. A Honda recebeu cerca de 20 respiradores em sua fábrica de Sumaré (SP) e 1 já estava em fase de testes nesta sexta para voltar a ser usado. A empresa destacou aproximadamente 30 funcionários, entre engenheiros e técnicos, para a tarefa. A mesma quantidade de pessoas está trabalhando em instalações construídas em um ginásio esportivo da Scania, fabricante de caminhões, em São Bernardo do Campo (SP), para consertar os respiradores. A primeira remessa, com 22 equipamentos, foi retirada de forma voluntária de um hospital de São Paulo. Nesta sexta, a empresa recebeu outros 15, vindos da Baixada Santista. A Toyota recebeu os primeiros 3 respiradores na última quinta e eles ainda passam pela "quarentena". Doze técnicos vão atuar nos reparos, que serão feitos na unidade de Sorocaba (SP). No Paraná, a Renault treinou 4 funcionários para trabalharem na manutenção dos respiradores. A empresa afirma que os equipamentos serão enviados primeiramente para o Senai de Maringá. Lá, será feita uma triagem, para, então, serem repassados para a fabricante. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que existem, ao todo, 25 pontos de manutenção, dos quais 10 são unidades do Senai e 15 estão em unidades das montadoras citadas na reportagem e também da ArcerlorMittal e da Vale. Esses "pontos da iniciativa + manutenção de respiradores" estão em 13 estados: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte , Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Initial plugin text Veja Mais

Dólar opera em queda em dia positivo nos mercados

G1 Economia Na sexta, moeda norte-americana bateu novo recorde, encerrando o dia vendida a R$ 5,2652. O dólar opera em queda nesta segunda-feira (6), dia mais positivo nos mercados externos, incentivados pela esperança de que o pico da epidemia do novo coronavírus seja atingido em breve, uma vez que os países mais afetados da Europa registram uma queda no número de mortes. Às 9h19, a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,2902, em queda de 0,70%. Veja mais cotações. Na sexta-feira, o dólar engatou o sexto dia seguido de alta, subindo 1,18%, a R$ 5,3274, novo recorde nominal de cotação (sem considerar a inflação). Foi a sétima semana consecutiva de valorização na cotação da moeda, que acumulou alta de 4,38%. No ano, a alta é de 32,86%. Veja as últimas notícias sobre os mercados Cenário interno No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou a chamada PEC do "orçamento de guerra", que separa do orçamento principal os gastos com o enfrentamento da crise do coronavírus. Cenário externo Espanha, Itália e França registraram no últimos final de semana uma esperançosa redução no número de mortos devido à pandemia da COVID-19, que já matou mais de 70.000 pessoas em todo o mundo. "Os mercados europeus estão (...) focados" em um certo otimismo gerado "pela diminuição da taxa de mortalidade pelo coronavírus", aponta o analista Naeem Aslam, da AvaTrade, segundo a France Presse. "Os investidores reagiram positivamente aos informes de uma desaceleração no número de mortos na Itália e na Espanha", disse Yoshihiro Ito, especialista da Okasan Online Securities, em nota informativa. "Mas ainda não está claro se o surto será contido", acrescentou. De fato, no Japão, o primeiro-ministro Shinzo Abe está se preparando para declarar estado de emergência em algumas partes do país, incluindo Tóquio, onde o número de infectados continua a aumentar. No entanto, "os mercados adotam um tom mais otimista, porque certos governos determinaram que a Páscoa marcará o início de um alívio dos confinamentos", assegura Jasper Lawler, analista do London Capital Group. "Os investidores veem isso como o sinal precursor de uma saída do túnel da paralisia econômica", acrescenta ele. Mas a semana se anuncia muito difícil para os Estados Unidos, onde o desemprego subiu para 4,4% e 700.000 empregos foram destruídos, o que terá um impacto em todo o planeta em geral e nos mercados em particular. Para Tangi Le Liboux, estrategista da corretora Aurel BGC, "uma nova fase do ioiô", com altos e baixos, parece se anunciar para os mercados. Além disso, "o fim do confinamento será longo e trabalhoso e não é absolutamente certo que a economia retorne ao nível pré-crise, mesmo por meses, se o vírus continuar a circular", acrescenta. Dólar 03.04.20 Economia G1 Veja Mais

UE aprova plano do Reino Unido para apoiar empresas afetadas por coronavírus

R7 - Economia A Comissão Europeia deu seu aval a um plano anunciado pelo Reino Unido, no valor de 50 bilhões de libras, para apoiar empresas prejudicadas pela pandemia do coronavírus. Em comunicado divulgado hoje, o braço executivo da União Europeia (UE) informou que o plano britânico foi aprovado dentro da estrutura temporária de ajuda estatal adotada pela comissão em 19 de março. Veja Mais

Caixa divulga calendário para pagar auxílio de R$ 600 nesta segunda

Caixa divulga calendário para pagar auxílio de R$ 600 nesta segunda

R7 - Economia Caixa vai apresentar aplicativo e calendário do auxílio emergencial Marcelo Camargo/Agência Brasil A Caixa Econômica Federal vai divulgar nesta segunda-feira (6) os procedimentos e o calendário de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 mensais. Aplicativo que estará disponível na terça-feira (7) deverá viabilizar o cadastro e o pagamento para os trabalhadores informais, autônomos e microempreendedores que não estão registrados em nenhuma base de dados do governo federeal. Leia mais: Veja quem tem direito ao auxílio emergencial de R$ 600 por mês Para quem não sabe se está no Cadastro Único para programas sociais, o aplicativo também servirá como consulta, bastando colocar o número do CPF. O acesso será pelo celular ou pelo computador para a realização da chamada "autodeclaração". O próprio aplicativo avaliará se o trabalhador cumpre os cerca de dez requisitos exigidos pela lei para o recebimento da renda emergencial. O pagamento poderá ser feito em até 48 horas depois que a Caixa receber os dados dos beneficiários. Quem não tem conta em bancos poderá retirar o benefício em casas lotéricas. Bolsa Família Beneficiários do Bolsa Família não precisam se inscrever no aplicativo. Eles já estão inscritos na base de dados e poderão, entre os dias 16 e 30, escolher se receberão o Bolsa Família ou a renda emergencial, optando pelo valor mais vantajoso A Caixa também lançará outro aplicativo, exclusivo para o pagamento da renda emergencial. O benefício será depositado em contas poupança digitais, autorizadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, e poderá ser transferido para qualquer conta bancária sem custos. "Coronavoucher" Apelidado de "coronavoucher", o pagamento será feito durante três meses para diminuir os impactos da pandemia de coronavírus na população de renda baixa. A ajuda inclui também idosos e pessoas com deficiência na fila do INSS para receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada), e mães que são chefe de família (família monoparental). Para receber o auxílio, o trabalhador não pode ter aposentadoria, seguro-desemprego ou ser beneficiário de outra ajuda do governo. Também não pode fazer parte de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família. Segundo o projeto, até dois membros da família terão direito ao auxílio. Se um deles receber o Bolsa Família, terá que optar pelo benefício que for mais vantajoso. Quem tem direito ao benefício: - Trabalhador informal, microempreendedores individuais (MEIs), trabalhadores que contribuem com a Previdência Social como autônomos e trabalhador com  contrato intermitente que estiver inativo. - Pessoas com deficiência e idosos candidatos a receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada). - Mães chefes de família (sem marido ou companheiro). Quanto cada família vai receber: - O benefício é de R$ 600 e limitado a duas pessoas de uma mesma família. - A mãe chefe de família (sem marido ou companheiro) tem direito a duas cotas do auxílio, no total de R$ 1,2 mil. - Duas pessoas de uma mesma família podem acumular benefícios: um do auxílio emergencial de R$ 600 e um do Bolsa Família. - Quem receber o Bolsa Família e se encaixar no critério do benefício emergencial, vai receber o que for maior. Os requisitos para receber o benefício: - Ser maior de 18 anos de idade. - Não ter emprego formal. - Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família. - Renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00). - Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70. O interessado deverá cumprir uma dessas condições: - Exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI). - Ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). - Ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). - Ou ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020. - Também será possível preencher uma autodeclaração a ser disponibilizada pelo aplicativo da Caixa. Como será o pagamento - O auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital. - Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção. - A pessoa poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos. - A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS. - Os bancos são Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste. Também podem ser utilizadas para o pagamento agências lotéricas e agências dos Correios.   Veja Mais

Ovo registra no campo o maior valor desde 2013, diz Cepea

G1 Economia De acordo com o centro de estudos da USP, período de Quaresma e incertezas sobre o coronavírus fizeram os preços subir. Cartelas com ovos brancos e vermelhos Valdinei Malaguti/EPTV O preço do ovo no campo atingiu na última semana o maior valor nominal (descontada a inflação) desde o início da série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea), que começou em 2013. Segundo o Cepea, este cenário está atrelado à demanda pela proteína, que segue bastante alta, e à oferta, que está menor – o número de pedidos tem superado a produção das granjas. Além de o período de Quaresma tradicionalmente impulsionar a procura por ovos, a preocupação da população com uma possível falta de alimentos nas próximas semanas, por conta da pandemia do novo coronavírus, tem levado mercados atacadistas e varejistas a aumentar seus pedidos. Segundo pesquisas do Cepea, em Bastos (SP), onde se concentra a maior parte da produção nacional, o ovo branco tipo extra teve preço médio de R$ 116,84 por caixa de 30 dúzias na última quinta-feira (2), alta de 3% em 7 dias. Para os ovos vermelhos, as valorizações têm sido ainda mais intensas. Com produção geralmente inferior à de ovos brancos, a cadeia é mais vulnerável/sensível a elevações de demanda. Na praça paulista, o produto vermelho foi cotado a R$ 137,36 por caixa no dia 2, alta de 4,3% na semana. Veja Mais

Coronavírus: ministro diz que governo estuda isentar de conta de luz consumidor de baixa renda

G1 Economia Bento Albuquerque, de Minas e Energia, disse que medida valeria durante a crise do coronavírus para quem consumisse menos de 220 kw por mês. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta segunda-feira (6) que o governo está estudando um projeto para isentar consumidores de baixa renda do pagamento da conta de luz durante crise do coronavírus. O ministro participou no início desta tarde de uma live nas redes sociais. Segundo Bento, é preciso garantir “condições mínimas de sobrevivência” para a população que está em isolamento em razão da pandemia. Ele explicou que, de acordo com os planos do governo, ficarão isentos os consumidores de baixa renda, que usam até 220 kw ao mês, o que nos cálculos do ministro fica em torno de R$ 150. "Nós estamos estudando já em fase final para o pessoal da tarifa social, ou seja, o consumidor de baixa renda, até 220 kw, que dá em torno de R$ 150 a conta de luz, que esses consumidores sejam isentos do pagamento de conta de luz", afirmou o ministro. Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas Bento disse que a decisão é do governo, mas que outros agentes, como as distribuidoras estão sendo ouvidos no processo de construção da medida. Ainda de acordo com o ministro, as distribuidoras não terão problemas com o caixa, porque o governo federal vai arcar com os custos com dinheiro do Tesouro e o “remanejamento de outras verbas existentes”. O ministro da Economia, Bento Albuquerque Reprodução/GloboNews Bento não detalhou quais verbas serão remanejadas e não deu um prazo para que a medida seja implementada. "Neste momento em que boa parte da população está isolada em casa, ela tem que ter a luz, tem que ter a energia, tem que ter o combustível, tem que ter o botijão de gás para que ela possa ter as condições mínimas de sobrevivência", afirmou o ministro. Initial plugin text Veja Mais

Pedidos de renegociação aos bancos chegam a R$ 200 bilhões, diz Febraban

G1 Economia Levantamento de Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander ainda é parcial e atinge todas as linhas de crédito. SÃO PAULO - Região da Rua 25 de Março, comércio popular no centro de São Paulo, é vista praticamente deserta na manhã de sábado (4) Nelson Antoine/Estadão Conteúdo A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou nesta segunda-feira (6) um levantamento parcial dos pedidos de renegociação de dívidas protocolados nas principais instituições financeiras do país. Foram contabilizados 2 milhões de pedidos, que somam R$ 200 bilhões. As dívidas em questão passam por todas as linhas básicas de crédito, seja pessoal, imobiliário, com garantia de imóveis, para aquisição de veículos e para capital de giro. A carência é de dois a três meses no vencimento das parcelas. A Febraban havia anunciado no último dia 16 a intenção de atender pedidos de prorrogação, por 60 dias, dos vencimentos de dívidas de clientes pessoas físicas e micro e pequenas empresas para os contratos vigentes em dia e limitados aos valores já utilizados, em razão dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. “Os bancos estão totalmente sensibilizados com a necessidade de os recursos chegarem rapidamente na ponta e continuarão agindo com foco para que o crédito seja dado nas mãos das pessoas físicas e das empresas”, diz nota da Febraban. “Ao contrário do que aconteceu na crise de 2008, desta vez, não estamos observando um empoçamento de liquidez, mas sim um aumento substancial nas necessidades por recursos líquidos, o que torna esta crise bem diferente da anterior”, continua o texto. “Além disso, os bancos internacionais cortaram as linhas que dispúnhamos, o que estreitou mais ainda a liquidez do sistema”. A federação divulgou também o levantamento de valores para cada banco: Banco do Brasil: 200 mil pedidos, em valor equivalente a R$ 60 bilhões; Bradesco: 635 mil pedidos, que representam 1.036.000 contratos; Caixa: 1 milhão de pedidos em contratos habitacionais, com oferta de R$ 111 bilhões em créditos e carências de até 90 dias; Itaú: 302,3 mil pedidos, com saldo de R$ 12,1 bilhões e parcelas já prorrogadas em valor financeiro de R$ 679 milhões; Santander: 80,9 mil pedidos, em valor equivalente a R$ 11 bilhões; Na linha CAIXA Hospitais, foram disponibilizados recursos da ordem de R$ 5 bilhões para 2020. Antecipação de crédito A Febraban diz ainda que os bancos iniciam nesta segunda a disponibilização de linhas de crédito para financiamento de folha de pagamento de pequenas e médias empresas, antecipando-se aos repasses de recursos por parte do governo federal. A linha de crédito anunciada pelo governo beneficiará empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões, com o limite de dois salários mínimos por trabalhador. Programa para financiar salários de pequenas e médias empresas é criado e aguarda regulamentação O governo responderá por 85% do dinheiro das operações, com outros 15% de recursos dos bancos que atuarem no programa. O governo informou que a linha de crédito terá, ao todo, R$ 40 bilhões. A medida irá beneficiar até 1,4 milhão de empresas e 12,2 milhões de trabalhadores. Os empréstimos serão concedidos à taxa fixa de 3,75% ao ano, com seis meses de carência e prazo de 36 meses de pagamento. Quem aderir ao programa de crédito fica impedido de demitir o funcionário sem justa causa durante os dois meses da medida e por dois meses após o fim do programa. Initial plugin text Veja Mais

CMN veda distribuição de resultados e aumento de salário de dirigentes de bancos

G1 Economia Medida é temporária e faz parte de pacote de enfrentamento da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Objetivo é garantir mais recursos para empréstimos. O Conselho Monetário Nacional (CMN) baixou regra para impedir, temporariamente, a distribuição de resultados e o aumento da remuneração de administradores das instituições financeiras, informou o Banco Central nesta segunda-feira (6). A remuneração de dirigentes de bancos está vinculada aos resultados obtidos, de maneira geral. Além do salário mensal, normalmente há distribuição de valores variáveis, como bônus e participação nos resultados. A decisão do CMN impacta todos esses pagamentos. A medida, que faz parte de um conjunto de ações que o Banco Central está adotando para enfrentar os potenciais efeitos da Covid-19 na economia, foi regulamentada por meio de resolução. De acordo com o o BC, o objetivo da regulamentação é "evitar o consumo de recursos importantes para a manutenção do crédito" e também evitar "eventual absorção de perdas futuras", ou seja, que os bancos optem por deixar os recursos parados para cobrir eventuais prejuízos. Segundo a instituição, as vedações serão aplicadas aos pagamentos referentes às datas-bases compreendidas entre o começo de abril e 30 de setembro de 2020, e aos pagamentos a serem realizados durante a vigência da norma. Nas últimas semanas, o BC tem anunciado uma série de medidas para injetar recursos nos bancos, de forma que eles possam emprestar ao setor produtivo nesse momento de impacto do novo coronavírus no setor de saúde e na economia do país, que caminha para uma recessão. Se forem consideradas medidas já adotadas, a estimativa é que possa ser injetado R$ 1,216 trilhão no mercado financeiro. Apesar dessas medidas, os bancos têm sido criticados por empresários por reter empréstimos em meio ao cenário de incerteza na economia. Também tem sido registrada alta nos juros cobrados pelas instituições financeiras. Bancos com níveis 'confortáveis' de capital Segundo o BC, os montantes retidos não podem constituir obrigação futura nem serem vinculados de qualquer forma a pagamentos de dividendos no futuro, garantindo assim a disponibilidade de reservas no sistema pelo período de incidência das vedações", acrescentou o BC. A instituição informou ainda que as instituições financeiras apresentam níveis confortáveis de capital e de liquidez, bem acima dos requerimentos mínimos estabelecidos. "Porém, dada a incerteza da magnitude do choque provocado pela Covid-19, julga importante adotar, de forma proativa, requisitos prudenciais complementares mais conservadores", explicou. A prerrogativa de vedação à distribuição de resultados e ao aumento da remuneração de administradores é um dos instrumentos previstos pelo Comitê de Supervisão Bancária da Basileia, informou o Banco Central. Empréstimos aos bancos O Banco Central também informou que regulamentou os empréstimos a instituições financeiras mediante a emissão de Letra Financeira Garantida, uma Linha Temporária Especial de Liquidez (LTEL). Essa medida, que tem o potencial de aumentar em até R$ 650 bilhões a chamada "liquidez" do sistema financeiro, ou seja, os recursos disponíveis para que os bancos façam empréstimos, está no pacote de R$ 1,2 trilhão em liberação de recursos aos bancos anunciado pela instituição. De acordo com o Banco Central, a partir do dia 13 de abril, as instituições financeiras poderão iniciar o processo de depósito e documentação, para, no dia 20 deste mês, solicitar os empréstimos, que serão liberados em até 2 dias úteis. Banco Central anuncia novas medidas para injetar quase R$ 1 trilhão na economia Veja Mais

Produção de veículos cai 21% em março com impacto do coronavírus, diz Anfavea

G1 Economia Entidade diz não ter segurança para revisar as projeções para 2020 pela gravidade da crise. Produção de veículos Divulgação/Hyundai A produção nacional de veículos caiu 21,1% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os resultados foram divulgados nesta segunda-feira (6) pela associação das fabricantes, a Anfavea, e apontaram o impacto da pandemia do coronavírus no país. Indústria automotiva do Brasil para completamente com pandemia do coronavírus Coronavírus: perguntas e respostas Foram produzidas 189.958 unidades, contra 240.763 no mesmo período de 2019. Em relação a fevereiro deste ano, quando foram feitos 204.200 exemplares, a queda foi de 7%. Já no acumulado de janeiro a março, a redução foi de 16%. Para o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, a queda não foi causada por falta de componentes, mas diretamente pela parada da produção. No mês de março, toda a indústria automotiva brasileira suspendeu suas operações como prevenção à Covid-19. "A situação vai ser mais impactante no mês de abril", apontou Luiz Carlos. Exportações seguem queda Já em queda há algum tempo, especialmente pela crise econômica da Argentina, as exportações também sofreram com o coronavírus, com 21,1% a menos. Foram exportadas 30.772 unidades em março deste ano, contra 39.018 do mesmo período em 2019. Em relação a fevereiro, a queda foi de 18,3%, com cerca de 7 mil unidades a menos. No acumulado, a queda de 14,9% já é maior do que a previsão para o ano todo. Projeções para 2020 Mesmo com a crise do coronavírus, a Anfavea disse que, por ora, não pretende revisar as projeções divulgadas em janeiro para 2020. "É uma crise muito profunda. Afeta o consumidor final, afeta a produção, afeta investimentos, o mercado financeiro, e a gente não tem condições de, com segurança, tentar fazer uma estimativa do que vai acontecer em 2020", justificou o presidente da Anfavea. As últimas projeções da entidade mostravam crescimento de 7% na produção de veículos leves e queda de 10,4% nas exportações. Esta matéria está em atualização. Initial plugin text Veja Mais

Últimas notícias sobre mercados de 6 de abril

G1 Economia Bolsas na Ásia e na Europa reagem positivamente à desaceleração do número de mortes na Itália, Espanha e França. A Bolsa de Valores de Tóquio fechou com alta de 4,2% nesta segunda-feira (6), estimulada pela ligeira desaceleração nas mortes diárias da pandemia de coronavírus registrada na Europa neste domingo (5). O índice de referência Nikkei 225 ganhou 756,11 pontos e terminou em 18.576,30 pontos. O índice Topix, de todas as ações, fechou 3,86%, para 1.376,30 pontos. "Os investidores reagiram positivamente a relatos de desaceleração no número de mortos na Itália e na Espanha. Mas ainda não está claro se o surto será contido", disse Yoshihiro Ito, especialista da Okasan Online Securities, em nota informativa. Espanha, Itália e França registraram uma esperançosa redução no número de mortes por coronavírus nas últimas horas, mas a pandemia, que já matou 68 mil pessoas em todo o mundo, está se espalhando nos Estados Unidos, onde os cidadãos estão se preparando para a "semana mais difícil". No Japão, o primeiro-ministro Shinzo Abe está se preparando para declarar estado de emergência em algumas partes do país, incluindo Tóquio, onde o número de infectados continua a aumentar. Europa As ações europeias se recuperam nesta segunda-feira (6), com a desaceleração das mortes por coronavírus na França e na Itália, aumentando as esperanças de que as restrições começassem a mostrar resultados. O índice STOXX 600 de referência subia 2,9%, depois de terminar a sexta-feira com seu sexto declínio semanal em sete, com a crise da saúde paralisando a atividade comercial. As bolsas italianas e francesas cresciam 3,5% e 3,4%, respectivamente. Veja Mais

Depósitos na poupança superam saques em R$ 12 bilhões em março, valor recorde para o mês

G1 Economia Informação foi divulgada nesta segunda pelo Banco Central. Entrada de recursos na poupança acontece em um mês de fortes perdas na Bolsa de Valores. O Banco Central informou nesta segunda-feira (6) que os depósitos de recursos da caderneta de poupança superaram os saques em R$ 12,168 bilhões no mês de março. Esse foi o primeiro mês de ingresso líquido de recursos na poupança geral em 2020. Em janeiro, R$ 12,356 bilhões foram retirados das cadernetas. Em fevereiro, outros R$ 3,571 bilhões saíram dessa modalidade de investimento. O Banco Central também contabilizou o maior ingresso líquido de recursos na caderneta de poupança para meses de março desde o início da série histórica do Banco Central, em 1995 – ou seja, em 26 anos. Até então, a maior entrada para meses de março havia acontecido em 2013 (+ R$ 5,96 bilhões). Bolsa e coronavírus A entrada de recursos na caderneta de poupança aconteceu em um mês de fortes perdas para a renda variável. Em março, por conta dos efeitos da pandemia do coronavírus, o índice da bolsa de valores brasileira, a B3, teve o pior desempenho mensal em mais de 20 anos. A segunda metade do mês de março, quando a maior parte dos recursos ingressou na poupança, também foi marcada pelo início do fechamento do comércio e dos serviços em parte do país. O governo também anunciou uma série de medidas para injetar mais recursos na economia, como a antecipação do décimo terceiro dos aposentados e pensionistas. Essas medidas, segundo o governo, começam a impactar a economia de abril em diante. Nos três primeiros meses deste ano, ainda segundo o Banco Central, R$ 3,758 bilhões deixaram a poupança (saques menos depósitos). O valor ficou acima dos R$ 13,400 bilhões retirados no mesmo período de 2019. Volume total de recursos Com a entrada de recursos na poupança no mês passado, o estoque dos valores depositados (ou seja, o volume total aplicado na poupança) registrou alta em março. Em fevereiro de 2020, o saldo da poupança estava em R$ 834,428 bilhões. Em março, subiu para R$ 848,919 bilhões. Além dos depósitos e dos saques, os rendimentos creditados nas contas dos poupadores também são contabilizados no estoque da poupança. Em março deste ano, os rendimentos somaram R$ 2,322 bilhões. Rendimento da poupança Com a queda dos juros básicos da economia para 3,75% ao ano, a caderneta de poupança passou a render menos – assim como outros investimentos em renda fixa, como fundos de investimentos, CDBs e Tesouro Direto. Pela norma em vigor, há corte no rendimento da poupança sempre que a taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano. Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC. Queda da taxa básica de juros afeta investimentos na poupança e em outras aplicações Com a taxa Selic atualmente em 3,75% ao ano, a remuneração da poupança está hoje em 2,625% ao ano, mais Taxa Referencial. Analistas avaliam ainda que o Tesouro Direto pode ser uma boa opção para os investidores que buscam um risco menor. O programa permite a pessoas físicas comprar títulos públicos pela internet, via banco ou corretora, sem necessidade de aplicar em um fundo de investimentos. Uma alternativa para os investidores tentarem uma remuneração mais alta é a renda variável, ou seja, a bolsa de valores. Nesse caso, porém, o risco assumido é maior, pois pode haver perda de recursos – que é justamente o que tem acontecidos nas últimas semanas por conta dos efeitos do novo coronavírus. Veja Mais

Governo regulamenta programa para financiar salários de pequenas e médias empresas

G1 Economia Linha de crédito de R$ 40 bilhões visa ajudar empresas durante crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Empresa que aderir não poderá demitir empregados por dois meses. O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou a concessão de empréstimos do Programa Emergencial de Suporte a Empregos, informou nesta segunda-feira (6) o Banco Central. Com isso, o programa entra em operação e as empresas poderão buscar os recursos nas instituições financeiras. A linha de crédito de R$ 40 bilhões, destinada a pequenas e médias empresas, foi criada por medida provisória e tem por objetivo ajudá-las a pagar os salários de seus funcionários pelo período de dois meses, visa aliviar a pressão financeira sobre pessoas e empresas durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. Sou micro-empresário, como posso me beneficiar das novas linhas de crédito? Como faço? Do valor total, a União, por meio do Tesouro Nacional, aportará até R$ 34 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atuará como agente financeiro do governo. Seguindo a proporcionalidade, as instituições financeiras aportarão até R$ 6 bilhões no programa. De acordo com o BC: o financiamento estará disponível para empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano; o dinheiro será exclusivo para folha de pagamento; a empresa terá 6 meses de carência e 36 meses para pagar o empréstimo; os juros serão de 3,75% ao ano. Governo cria programa para financiar folha de pagamento de pequenas e médias empresas Segundo o governo, a previsão é que sejam beneficiadas pela medida 1,4 milhão de pequenas e médias empresas do país, num total de 12,2 milhões de pessoas. As instituições financeiras participantes poderão conceder operações de crédito no âmbito do programa até 30 de junho de 2020. O crédito se restringirá ao pagamento de salários na parcela dos salários até o valor de dois salários-mínimos. As empresas beneficiárias, em contrapartida, não poderão demitir sem justa causa empregados por até 60 dias depois do recebimento do crédito. Para assegurar a destinação dos recursos aos trabalhadores, o BC informou que as empresas beneficiadas deverão ter as folhas de pagamento processadas pelas instituições financeiras participantes. Também devem se comprometer a prestar "informações verídicas" e a "não utilizar os recursos para finalidades distintas do pagamento de seus empregados". "Os recursos tomados serão depositados diretamente nas contas dos funcionários", acrescentou. Veja Mais

Ministra diz que China habilitará novos frigoríficos brasileiros para exportação ainda este ano

G1 Economia Autorização de novas indústrias para vender aos chineses está paralisada por conta do coronavírus. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse neste domingo (5) que a China deve habilitar novos frigoríficos brasileiros para exportar para lá ainda este ano. Segundo ela, o Brasil já enviou todas as informações solicitadas pelas autoridades sanitárias chinesas para as plantas em processo final de credenciamento, mas a autorização será feita no "tempo deles", devido à readaptação das atividades com a pandemia do novo coronavírus, Ao todo, oito plantas aguardam a aprovação final do governo chinês: seis de carne bovina, uma de aves e outra de suínos. A expectativa também é que, com a normalização das operações, outros estabelecimentos sejam credenciados ao longo de 2020. Ministra Tereza Cristina participou de evento em Londrina Reprodução/RPC A retomada das atividades econômicas na China e a volta à normalidade do trabalho do GACC (Administração Geral de Alfândegas), órgão responsável pelas habilitações, que havia concedido profissionais para atuarem em outras áreas – como saúde pública – durante o pico da pandemia no país asiático, são indicativos positivos na visão da ministra para a aprovação dos frigoríficos. A ministra afirmou ao Valor que não há anormalidade por parte da China. Para ela, as habilitações das oito plantas são uma questão de tempo e de adaptação às dificuldades geradas pela pandemia do coronavírus. O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Ribeiro, disse que houve um "descasamento nas situações internas dos dois países" por conta da Covid-19, o que causou a interrupção de algumas atividades. Mesmo com a implementação das habilitações por videoconferência, ele vê empecilhos neste momento em "reunir equipes, tradutores, fiscais agropecuários, os próprios estabelecimentos e a contratação de serviços que podem não estar disponíveis". Ribeiro informou que foi realizada uma videoconferência em dezembro de 2019, na qual os chineses solicitaram informações adicionais e retificação de oito estabelecimentos brasileiros. As respostas foram enviadas em fevereiro deste ano ao GACC, de quem o Ministério da Agricultura aguarda uma reação. "Assim que a gente conseguir superar essa fase e as coisas voltarem ao normal, nós poderemos falar em novas habilitações além desses oito que já estão na mesa da GACC, prontos para serem avaliados e aprovados no tempo deles", pontuou Ribeiro. Entre os estabelecimentos que aguardam a palavra final da China, seis são de carne bovina: duas unidades da JBS (um em Vilhena/RO e outro em Campo Grande/MS), Frisa, de Colatina/ES, Frigorífico Astra, de Cruzeiro do Oeste/PR, Frigorífico Silva, de Santa Maria/RS, e Frigorífico Irmãos Gonçalves, de Jaru/RO. Um planta é de carne de aves, a Aviva Alimentos Ltda, de São Sebastião do Oeste/MG, e outra é de carne suína, a Frigoestrela, de Tupã/SP. Veja Mais

Três cidades da região somam 25 vagas de empregos abertas nos PATs com cadastro online para seleção

G1 Economia Orientação dos municípios é para que interessados manifestem interesse pelos cargos pela internet, diante da necessidade de enfrentamento do novo coronavírus. Profissionais da região que estão procurando emprego podem consultar vagas pela internet. Getty Images Os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) em Americana (SP), Indaiatuba (SP) e Espírito Santo do Pinhal (SP) estão com 25 vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (6), segundo boletins divulgados pelas prefeituras. Diante da necessidade de enfrentamento ao novo coronavírus, os interessados devem acessar a lista de oportunidades online, pelos sites oficiais. Veja abaixo a lista de cargos. Indaiatuba A cidade tem 8 vagas disponíveis no PAT. A orientação da administração municipal é para que o interessado busque os serviços prestados pelo PAT de forma online ou pelos aplicativos SINE Fácil e CTPS Digital. Repositor (a) de mercadorias - 1 vaga Assistente de vendas - 1 vaga Cozinheiro (a) - 1 vaga Fiscal de loja - 1 vaga Soldador (a) - 1 vaga Vendedor (a) - 1 vaga Técnico (a) em nutrição - 1 vaga Farmacêutico (a) - 1 vaga Americana O posto do município reúne 13 oportunidades de emprego. Os interessados devem acessar o portal da prefeitura e preencher o cadastro de vagas. Entre os empregos em aberto estão: Assistente de vendas (têxtil) - 1 Controlador (a) de frota - 1 Costureira (o) (overlock e galoneira) - 5 Gerente de vendas - 1 Motorista carreteiro (CNH-E) - 4 Operador (a) de centro usinagem - 1 Espírito Santo do Pinhal O PAT de Espírito Santo do Pinhal (SP) tem 4 vagas de emprego disponíveis. Os interessados devem ligar no (19) 3661-2114 para obter mais informações. Além disso, podem ter acesso as ofertas de emprego no site ou pelos aplicativos SINE Fácil e CTPS Digital. Padeiro (a) - 1 vaga Auxiliar de escritório (PCD) - 1 vaga Operador (a) de empilhadeira - 1 vaga Farmacêutico (a) - 1 vaga Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas Veja Mais

Mercado financeiro passa a estimar retração de 1,18% no PIB em 2020

G1 Economia Analistas dos bancos também baixaram previsão de inflação deste ano e passaram a prever corte maior dos juros em maio. Estimativas foram divulgadas nesta segunda-feira pelo Banco Central. Os economistas do mercado financeiro reduziram, pela oitava semana seguida, a estimativa para o PIB neste ano e também passaram a prever um corte maior da taxa básica de juros, a Selic, no mês de maio. As projeções fazem parte do boletim de mercado, conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, a previsão, que antes era de uma queda de 0,48%, passou a ser uma contração maior neste ano: de 1,18%. A nova redução da expectativa para o nível de atividade acontece em meio à pandemia do coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Nas últimas semanas, tanto o Ministério da Economia quanto o Banco Central também revisaram suas estimativas e passaram a prever estabilidade (sem alta, mas também sem contração) do PIB neste ano. Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Entenda os impactos do avanço do coronavírus nas economias global e brasileira Para o próximo ano, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 2,50%. Corte maior na Selic O mercado financeiro também passou a prever um corte maior na taxa básica de juros da economia, a Selic, atualmente na mínima histórica de 3,75% ao ano. Até então, a expectativa dos economistas dos bancos era de que, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, no começo de maio, a taxa seria reduzida em 0,25 ponto percentual, para 3,5% ao ano. Na semana passada, porém, os analistas passaram a projetar um corte maior, de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, para 3,25% ao ano, no começo de maio. A previsão é que a taxa permaneça nesse patamar até o fim de 2020. Para o fechamento de 2021, a expectativa do mercado para a taxa Selic recuou de 5% para 4,75% ao ano, o que pressupõe alta do juro básico no ano que vem. Inflação Segundo o relatório divulgado pelo BC, os analistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para 2020 de 2,94% para 2,72%. Foi a quarta redução seguida do indicador. A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%. Com isso, a previsão do mercado para a inflação deste ano começa a se aproximar do piso da meta. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2021, o mercado financeiro baixou a estimativa de inflação de 3,57% para 3,50%. Essa também foi a quarta redução seguida. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%. Outras estimativas Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 permaneceu estável em R$ 4,50 por dólar. Para o fechamento de 2021, subiu de R$ 4,30 por dólar para R$ 4,40 por dólar. Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 recuou de US$ 35 bilhões para US$ 34,10 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado caiu de US$ 35,30 bilhões para US$ 35 bilhões. Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, recuou de US$ 80 bilhões para US$ 76,50 bilhões. Para 2021, a estimativa dos analistas passou de US$ 81,40 bilhões para US$ 80 bilhões. Veja Mais

Encomendas à indústria alemã caem 1,4% em fevereiro ante janeiro

R7 - Economia As encomendas à indústria da Alemanha caíram 1,4% em fevereiro ante janeiro, segundo dados com ajustes sazonais divulgados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. O resultado, porém, ficou acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda de 3% nas encomendas. Apenas as encomendas externas diminuíram 3,6% em fevereiro ante o mês anterior. As encomendas domésticas, por outro lado, cresceram 1,7% no mesmo período. Na comparação anual, as encomendas totais apresentaram expansão de 1,5% em fevereiro, no cálculo sem ajuste sazonal. Veja Mais

Bolsas da Europa sobem após mortes por coronavírus desacelerarem

G1 Economia O índice FTSEurofirst 300 subiu 3,58%, a 1.263 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 3,73%, a 321 pontos, registrando o maior ganho diário em duas semanas. Bolsa de Frankfurt, a principal da Alemanha Kai Pfaffenbach/Reuters As ações alemãs saltaram 5,8% nesta segunda-feira (6), liderando um forte salto nos mercados europeus, à medida que a desaceleração das mortes por coronavírus aumenta a esperança de que os isolamentos nacionais possam ser gradualmente relaxados. Com todos os principais setores operando com ganhos, o setor de viagens e lazer -- o mais atingido pelos bloqueios -- subiu 8,2%, quebrando uma série de três dias de perdas, e o setor automotivo alemão liderou os ganhos com salto de quase 9,5%. O índice DAX, de Frankfurt, marcou sua melhor sessão em duas semanas, enquanto todas as outras principais bolsas europeias avançaram entre 2,3% e 4,9%. A Itália, que acumula o maior número de mortes por coronavírus no mundo, registrou o menor número de óbitos diários em mais de duas semanas, enquanto na Espanha o ritmo de novas mortes diminuiu pelo quarto dia seguido. O número diário de mortos na França também caiu e as internações em terapia intensiva diminuíram. O índice FTSEurofirst 300 subiu 3,58%, a 1.263 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 3,73%, a 321 pontos, registrando o maior ganho diário em duas semanas. Veja como fecharam os principais índices da Europa: Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 3,08%, a 5.582 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 5,77%, a 10.075 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 4,61%, a 4.346 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 4,00%, a 17.039 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 3,99%, a 6.844 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 1,16%, a 4.018 pontos. Veja Mais

Pico da crise do coronavírus deve ter 2,5 milhões a mais desempregados no país, prevê Santander

G1 Economia No cenário-base do banco, o PIB deve recuar 2,2% neste ano. Mas queda da atividade pode chegar a 6% se isolamento social só for relaxado a partir de junho. Desempregados fazem fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo Werther Santana/Estadão Conteúdo O Santander prevê que o desemprego no Brasil vai aumentar em 2,5 milhões de pessoas no pico da crise econômica provocada pelo coronavírus. Em revisão de cenário divulgada nesta segunda-feira (6), o banco avalia que o pior momento do mercado de trabalho ocorrerá ao fim do segundo trimestre. Com a expectativa de alguma melhora da atividade econômica a partir do terceiro trimestre, o mercado de trabalho, segundo o banco, deve ter alguma resposta positiva, mas o contingente de desocupados ainda vai encerrar este ano com acréscimo de 1,5 milhão de trabalhadores. Com isso, a taxa média de desemprego deve ficar em 12,3%, acima da observada 2019, quando foi de 11,9%. Em janeiro, na última leitura do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tinha 11,9 milhões de desempregados. "Vamos sair com a economia machucada desse processo inevitável para salvar o maior número de vidas", disse a economista-chefe do banco Santander, Ana Paula Vescovi. "É importante que o Brasil consiga manter os fundamentos de longo prazo para que se recupere depois de passada essa crise." Ana Paula Vescovi, economista do Santander Celso Tavares/G1 No cenário-base do Santander, o Produto Interno Bruto (PIB) deve recuar 2,2% neste ano - a previsão anterior era de alta de 1%. No entanto, há um risco de que o desempenho da atividade econômica possa ser ainda pior. Para esse cenário-base se concretizar, o isolamento social tem de ser afrouxado ao fim deste mês Se o isolamento social tiver de ser ampliado para ajudar a conter o número de infectados pela doença e só começar a ser relaxado a partir da metade de junho, o PIB pode despencar 6%. "O nosso cenário-base é de uma recuperação mais gradual, com a economia chegando ao fim de 2021 praticamente no nível pré-crise, só 0,4% abaixo", afirmou Ana Paula. Inflação e juros em queda Levando-se em conta o cenário-base, o banco prevê que a inflação fique bastante baixa neste ano, abrindo espaço para o Banco Central promover novos cortes na taxa de juros. Segundo o Santander, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar o ano a 2,2%, abaixo dos 3% previstos anteriormente. "O cenário de inflação deve permanecer comportado, vemos esse choque do coronavírus como deflacionário", disse Ana Paula. Diante desse quadro inflacionário, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve reduzir a Selic para 3% - atualmente está em 3,75%. Um corte 0,5 ponto percentual deve ocorrer na reunião de maio e, em junho, haverá uma nova redução de 0,25 ponto, de acordo com o banco. Rombo das contas públicas As medidas de estímulo fiscal anunciadas pelo governo para ajudar a mitigar os efeitos da crise e a queda na arrecadação provocada pela desaceleração da economia devem levar o Brasil a encerrar o ano com um déficit primário do setor público de R$ 452,5 bilhões, o equivalente a 6,2% do PIB, segundo banco. O endividamento do país deverá chegar a 83,9% do PIB. “No nosso cenário-base, o país sai da crise com uma sinalização de solvência da dívida pública e a convergência para patamares menores ainda que gradualmente”, diz Ana Paula. Em 2021, por exemplo, o Santander avalia que o déficit primário será bem menor, de R$ 148,3 bilhões ou 1,9% do PIB. Veja Mais

Bovespa opera em alta seguindo exterior

G1 Economia Na sexta, Ibovespa caiu 3,76%, a 69.537 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta segunda-feira (6), apoiada no sinal positivo de outras praças acionárias no exterior, após mais uma semana de perdas, na esteira das dúvidas e preocupações com a pandemia de Covid-19. Às 10h08, o Ibovespa tinha alta de 0,91%, a 70.173 pontos. Veja mais cotações. Na sexta, a bolsa recuou 3,76%, a 69.537 pontos. Acompanhe as últimas notícias sobre os mercados Entenda os impactos do avanço do coronavírus na economia global e brasileira Volatilidade Para analistas da Terra Investimentos, o mercado acionário brasileiro tende a continuar bastante volátil, embora algum ânimo no exterior com a redução da velocidade de expansão da pandemia em alguns países europeus possam fornecer algum suporte positivo, segundo a Reuters. No fim de semana, o presidente norte-americano, Donald Trump, expressou esperança de que os EUA estavam passando por um "nivelamento" da crise de coronavírus em algumas das regiões mais afetadas do país, mas alguns de seus principais consultores médicos adotaram uma visão mais moderada. Variação do Ibovespa em 2020 Economia/G1 Initial plugin text Veja Mais

Guedes: Plano Mansueto precisa ser expandido para fazer frente a 'caso agudo de emergência fiscal'

G1 Economia O ministro da Economia, Paulo Guedes, articula pessoalmente uma modificação no chamado Plano Mansueto, o plano de ajuda fiscal aos estados desenhado no ano passado pelo secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, para ampliar o limite de endividamento dos governadores ao longo de 2020, como resposta à crise da pandemia do coronavírus. Guedes disse ao blog nesta segunda-feira (6) que o Plano Mansueto precisa ser expandido porque o Brasil vive um “caso agudo de emergência fiscal”. O ministro terá uma reunião virtual com o relator do texto na Câmara, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). No final de semana o ministro fez uma reunião com a bancada do DEM, que teve a participação de Pedro Paulo. Ele afirmou, na teleconferência, ser contra o perdão da dívida dos estados. Defendeu ainda a limitação de regras que permitam mais gastos para o ano de 2020, enquanto durar o estado de calamidade no país, e que os recursos não acarretem em aumento de despesas permanentes. O ministro falou ainda sobre a defesa do congelamento dos salários de servidores públicos por dois anos. Ele se mostrou contrário ao corte de salários dos servidores, proposta aventada na Câmara dos Deputados. Segundo assessores do ministro, este não seria um momento de causar desentendimento entre os poderes. Na manhã desta segunda-feira, Paulo Guedes também irá se reunir por teleconferência com os senadores do MDB. Especialistas comentam o acordo da dívida dos estados Initial plugin text Veja Mais

Rússia afirma que está pronta para cooperação no mercado de petróleo

G1 Economia Preço do barril é negociado em queda nesta segunda-feira (6) após reunião entre Rússia e Opep ser adiada para quinta-feira. A Rússia está pronta para uma coordenação com outros importantes exportadores de petróleo com vistas a ajudar a estabilizar o mercado global da commodity, disse o governo russo nesta segunda-feira (6). O chefe do fundo soberano russo, Kirill Dmitriev, disse mais cedo nesta segunda-feira à CNBC que a Arábia Saudita e a Rússia estão "muito, muito perto" de um acordo sobre cortes de produção. "Moscou está pronta para cooperar e interessada em interagir com países para estabilizar os mercados de energia", disse o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, em uma coletiva de imprensa diária por telefone com jornalistas. Peskov também afirmou que conversas entre a Opep e outros importantes produtores, um grupo conhecido como Opep+, foram postergadas para quinta-feira por questões técnicas e que os preparativos estão em andamento para a reunião. Perto das 8h (horário de Brasília), o barril de petróleo WTI era negociado em queda de 3,74%nos EUA, a US$ 27,28. Em Londres, o petróleo Brent caía 3,49%, a US$ 32,92 o barril. Mais cedo, o Brent chegou a cair mais de 3 dólares, quando os mercados na Ásia abriram, mas ele recuperou algum terreno em meio a esperanças de que um acordo entre os principais produtores ainda possa ser alcançado. "Talvez seja melhor que o encontro tenha sido adiado, para que os produtores firmem um mínimo terreno comum antes que as discussões reais aconteçam na quinta-feira", disse o analista do BNP Paribas Harry Tchilinguirian. Ele destacou, no entanto, que um desapontamento inicial com o adiamento derrubou os preços na abertura dos negócios na Ásia. Veja Mais

Olinda abre seleção simplificada para médicos com 22 vagas e salários de até R$ 7 mil

G1 Economia Inscrições podem ser feitas entre esta segunda (6) e a quinta (9), na internet. Há vagas para clínico de urgência e emergência, psiquiatra e especialista em saúde da família. Seleção simplificada em Olinda busca médicos para atuar na pandemia da doença Covid-19 Ascom-UFCG/Divulgação A Secretaria de Saúde de Olinda abriu uma seleção simplificada com 22 vagas para médicos de três especialidades atuarem no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. As inscrições podem ser feitas na internet, entre esta segunda-feira (6) e quinta-feira (9). Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Coronavírus: confira perguntas e respostas Saiba como estão os serviços no estado Há duas vagas para plantonista clínico de urgência e emergência e duas vagas para psiquiatra, ambos com salários de R$ 6,5 mil, e 18 vagas para médico especialista em saúde da família, com salário de R$ 7 mil. Do total de vagas ofertadas, 5%, ou no mínimo uma vaga, é reservada para pessoas com deficiência. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail secretariasaudeolindarh@yahoo.com, anexando uma série de documentos e a ficha de inscrição, que deve ser preenchida com letra de forma, sem rasuras. Essa seleção simplificada, que teve o edital disponibilizado na internet, é realizada em uma única etapa: avaliação curricular. O resultado tem previsão de ser divulgado no dia 13 de abril, no site da prefeitura. Documentos necessários Para se inscrever, é preciso anexar ao e-mail uma foto 3x4, além dos seguintes documentos: RG, CPF, carteira de habilitação (se houver), título de eleitor, certidão de nascimento/casamento, comprovante de residência, registro no órgão de classe e certificado de reservista (para homens). Também é necessário anexar diploma, comprovantes e declarações de experiência, certificado ou declaração de conclusão de curso de pós-graduação e certificado ou declaração de conclusão de residência multiprofissional em área da saúde. Quando for o caso, também é preciso anexar artigo publicado, como autor, em periódico nacional ou internacional, ou comprovação de coautoria em bibliografia na área da especialidade pretendida, além de certificados de cursos de capacitação em áreas correlatas às atividades do cargo e do currículo. Initial plugin text Veja Mais

Últimos dias

INSS: trabalhador com contrato suspenso deve contribuir sozinho

R7 - Economia Devido à pandemia do coronavírus, o governo brasileiro autorizou, por meio da Medida Provisória 936/20, a suspensão de contratos de trabalho por até 60 dias. Nesse caso, sem o pagamento do salário, a empresa fica desobrigada durante esse período a recolher para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e o tempo deixa de valer para a [...] O post INSS: trabalhador com contrato suspenso deve contribuir sozinho apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Ficar em casa é medida que ajuda a economia, diz presidente da Positivo

R7 - Economia O presidente da fabricante de computadores, noteboks e tablets Positivo, Hélio Rotenberg, fez um apelo contundente para que as pessoas fiquem em casa e para que o comércio de itens não essenciais permaneça fechado durante a crise do coronavírus. "Vamos ficar em casa. Não podemos abrir antes da hora. O sistema de saúde não aguenta. Se abrir antes da hora, as pessoas vão morrer, e vamos ter que fechar de novo", afirmou, em uma reunião online organizada pelo BTG Pactual com empresas no fim da tarde deste domingo. "Não adianta abrir e fechar. Fechar agora é uma medida de ajuda à economia. Vamos ficar em casa até que os técnicos possam liberar uma abertura gradual", completou. Rotenberg disse que a Positivo tem sofrido com as vendas no eletrônicos para o consumidor final, uma vez que 83% das varejistas que recebem seus produtos estão fechadas. Em contrapartida, a companhia registrou um aumento robusto na procura de computadores e notebooks por empresas, especialmente grandes bancos, que tiveram que deslocar rapidamente seus funcionários para o trabalho remoto. Essa demanda deve permanecer alta em abril e voltar a se estabilizar em maio, estimou. O presidente da Positivo comentou que teve "sorte" ao conseguir realizar a sua emissão secundária de ações (follow on) antes da pandemia de coronavírus estourar no Brasil. "Queremos preservar o máximo de caixa. Temos que endurecer sem perder a ternura", afirmou, citando a necessidade de renegociar pagamentos a fornecedores. "Para os pequenos, temos sido mais generosos, negociando mais com os grandes". O executivo afirmou ainda que a Positivo não vai demitir ninguém durante a crise e elogiou a medida provisória do governo federal para flexibilizar a legislação trabalhista. "A mudança na legislação trabalhista veio em boa hora. Alguns colaboradores vão para licença, outros terão carga reduzida. Vamos conseguir preservar o emprego, que é o mais importante nessa hora, mas com preservação também da nossa folha de pagamento". Veja Mais

Cingapura tem recorde de novos casos e põe em quarentena 20.000 trabalhadores imigrantes

R7 - Economia CINGAPURA (Reuters) - Cingapura registrou 120 novos casos de coronavírus neste domingo, de longe o maior aumento diário, e colocou em quarentena cerca de 20.000 trabalhadores imigrantes em seus dormitórios.Dos novos casos deste domingo, 116 foram transmitidos localmente e muitos foram vinculados a dois dormitórios que abrigam trabalhadores imigrantes, que agora terão que ficar em seus quartos por 14 dias.O número de novos casos é um aumento de 60% em relação aos 75 relatados no sábado, que havia sido o maior aumento diário anterior. Cingapura registra um total de 1.309 infecções e seis mortes pelo novo coronavírus.Dezenas de milhares de trabalhadores estrangeiros vivem em locais fechados em vários dormitórios da pequena nação do sudeste asiático, uma cidade-estado insular. Eles formam uma parte significativa da força de trabalho, atuando em setores desde a construção até a limpeza.O aumento nos casos ocorre dois dias antes de o país começar a fechar escolas e a maioria dos locais de trabalho por um mês, como parte de restrições mais rígidas para combater a doença Covid-19.Cingapura foi um dos países mais atingidos quando o vírus se espalhou a partir da China em janeiro, mas um rigoroso regime de vigilância e quarentena ajudou a conter o surto. Picos recentes em casos transmitidos localmente, no entanto, suscitaram novas preocupações.(Por Aradhana Aravindan em Cingapura) Veja Mais

EXCLUSIVO-Corte de ajuda dos EUA de US$1 bi atingirá recursos da força de segurança afegã, dizem fontes

R7 - Economia Por Jonathan Landay e Arshad Mohammed e Idrees Ali WASHINGTON (Reuters) - Um corte planejado de 1 bilhão de dólares na ajuda dos Estados Unidos ao Afeganistão viria de recursos para as forças de segurança afegãs, segundo três fontes norte-americanas, em medida que especialistas disseram que minaria a capacidade de Cabul de combater o Taliban e sua influência para negociar um acordo de paz com eles. O secretário de Estado Mike Pompeo anunciou a redução em 23 de março e ameaçou abater a mesma quantia no próximo ano para tentar forçar o presidente afegão, Ashraf Ghani, e seu rival político Abdullah Abdullah a encerrar uma disputa que tem brecado os esforços de paz liderados pelos EUA no Afeganistão. Após quase 20 anos de combates contra o Taliban, os Estados Unidos estão procurando uma maneira de se libertar e alcançar a paz entre o governo apoiado pelos EUA e o grupo militante, que controla mais de 40% do território afegão. Pompeo e outras autoridades norte-americanas se recusaram a detalhar publicamente como o corte seria feito. O Departamento de Estado não quis comentar os planos. Dois assessores congressistas dos EUA, falando sob condição de anonimato devido à sensibilidade do assunto, disseram que funcionários do Departamento de Estado contaram ao Congresso que a quantia de 1 bilhão de dólares viria de um fundo de 4,2 bilhões de dólares do Pentágono que garante cerca de três quartos do orçamento anual das forças de segurança afegãs. (Por Jonathan Landay, Arshad Mohammed e Idrees Ali; Reportagem adicional de Humeyra Pamuk) Veja Mais

Criadores de Pernambuco investem na produção da manta de bode

G1 Economia Prático típico do sertão nordestino está sendo aprimorado, para agradar ainda mais paladares pelo país. Criadores de Pernambuco investem na produção da manta de bode Bode seco, bode retalhado, manta seca… a manta de bode é uma tradição do Nordeste, um corte típico do animal que é uma comida típica e muito popular no sertão de Pernambuco. Assista a todos os vídeos do Globo Rural De todo rebanho de caprinos e ovinos do Brasil, os estados da região concentram pouco mais de 75% dos assim. Diante disso, um programa de valorização desse prato está melhorando o manejo das criações e a qualidade da carne. Em Petrolina, o número é de cerca de 433 mil. Resultado: além de um grande produtor, o município é também um grande consumidor dessas carnes, com quase 12 kg por pessoas a cada ano, muito acima da média nacional. Tadeu Voltolini é pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no semiárido e conhece bem o criador de cabras e ovelhas da região. “É um produtor principalmente de base familiar, e a manta tem um papel de obtenção de renda”, explica. No único abatedouro de caprinos e ovinos de Petrolina, a manta responde por pelo menos 70% do processamento das carnes do local. “É toda uma cadeia que precisa se organizar e a gente está buscando isso. Eu vejo um momento propício, principalmente com o aumento do consumo, e principalmente ainda com o aumento da exigência que o nosso cliente está hoje é procurando”, afirma o diretor do abatedouro Cândido Roberto de Araújo. Em 2018, a manta de bode se tornou patrimônio cultural imaterial de Petrolina, um reconhecimento que alterou a realidade dos criadores da região. O produtor Jorge Ferreira França conta que, atualmente, há mais cuidado no trato dos animais, como o fornecimento de ração para a engorda deles. “Um animal de um padrão melhor para vender melhor também. Assim, nós melhoramos a qualidade dos nossos animais, a qualidade da nossa carne e o nosso nome vai mais longe”, afirma. O ‘Bodódromo’ A fama do bode fez também a fama de um complexo de restaurantes em petrolina, e tem um o sugestivo nome de “Bodódromo”, que serve mais de 20 pratos feitos com as carnes de caprinos e ovinos. e a manta é um dos principais atrativos. Em um desses restaurantes, a carne é retalhada momentos antes de ser servida. a salga, que servia para conservar a carne, hoje é usada apenas como tempero. O tempo de varal (ou cura) também mudou: agora não passa de duas ou três horas. bem menos do que se via antigamente, quando a carne passava a noite estendida. Tudo isso mudou o sabor da manta. “Esse processo vai aprimorando, hoje a quantidade de sal é bem menor, a secagem é por menos tempo e à sombra. Dando um produto aí com mais suculência, mais maciez”, afirma Voltolini. O espeto com a manta de bode ganha as mesas lotadas do restaurante. “A manta de Petrolina realmente é um atrativo, veio para Petrolina, tem que conhecer o Bodódromo”, diz Giliardi Fernandes, gerente de um dos restaurantes do local. Comprando bode por cordeiro Mas nem toda manta de bode é necessariamente… de bode. O pesquisador da Embrapa conta que, historicamente, caprinos e ovinos são conhecidos no Nordeste como bode. “Comercialmente, o cordeiro ele tem destaque. É o que mais se vende nos restaurantes, quase 100% do bode assado acaba sendo de cordeiro. Os caprinos também se transformam em manta, no entanto, eles são mais utilizados na casa.” “O bode leva a fama, mas acaba que o cordeiro é o animal que mais tem apelo comercial, sendo transformado em manta”, explica Tadeu Voltolini. Carne ao gosto do consumidor Para "amaciar" a carne ao gosto do consumidor, principalmente dos ovinos, o técnico em zootecnia Emmanuel de Souza gastou muita saliva em conversas com os criadores. “O que mudou tudo foi os convencimentos tanto de manejo como nutricional como de sanidade, que tudo isso era muito precário. Teve que mudar a mentalidade”, relembra. Ou seja, fora o investimento na genética dos animais, o criador incorporou também uma alimentação balanceada para o rebanho, fornecendo fibras, proteína, energia e minerais na quantidade certa. “Isso faz uma diferença muito grande na qualidade da carne, mais ainda na produtividade.” Foi assim, mudando a mentalidade, que o criador Giomárcio de Macedo apostou no que era novidade por aqui até pouco tempo atrás. “Nós não tínhamos nem essa prática do confinamento. Pensava que era coisa de doido. Ninguém tinha essa visão de de chegar a animais com 8 meses com com esse padrão que está chegando”, conta Macedo. Hoje, Giomárcio faz parte de uma associação que vende algo em torno de 500 animais por mês para atender os restaurantes da região. Essa união dos criadores melhorou o preço e, ao mesmo tempo, exigiu mais responsabilidade. “Temos que entregar. Então, nós temos que controlar a nossa produção, o nosso custo de produção porque eu já sei o meu preço final”, afirma o criador. Nesse processo, de mudar o padrão do rebanho e de ser reconhecido financeiramente por esse trabalho, o criador estabeleceu uma outra relação com a sua lida. Quando a gente não tem conhecimento faz a coisa errada achando que tá certo. Hoje sabemos que não adianta você ter 200 cabeças de animais e só 50 boa”, afirma o criador Jorge Ferreira França. Efeito coronavírus Neste momento, os restaurantes do “Bodódromo” estão fechados por causa das medidas de isolamento. Os produtores estão vendendo menos e segurando os animais no pasto à espera de tempos melhores. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Coronavírus muda rotina de agroindústrias e vendas internas caem

G1 Economia Empresas adotaram medidas para evitar o contágio da doença. Segundo o setor, as exportações para a China estão conseguindo manter o negócio rentável. Coronavírus muda rotina de agroindústrias e vendas internas caem Com a pandemia do coronavírus, o trabalho em grandes cooperativas e frigoríficos mudou bastante. Um exemplo está em uma agroindústria de abate de suínos e aves no oeste do Paraná. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A cooperativa localizada em Cascavel, uma das maiores do país, implementou diversos cuidados para evitar a expansão da doença. A movimentação de trabalhadores dos frigoríficos está diferente, dos 3 mil funcionários, 400 deixaram de trabalhar por fazer parte do grupo de risco da Covid-19 e estão cumprindo quarentena. Vendas menores Por outro lado, a venda de carne suína e de frango para o mercado interno caiu em torno de 20% em março, impacto da pandemia. É que com restaurantes, bares e hotéis fechados, a procura é menor. Quanto às exportações, o volume para Europa e parte da ásia reduziu 20% de janeiro a março, se comparado com os primeiros três meses do ano passado. Mas o aumento de 20% nas vendas para a china e a valorização do dólar no ano equilibram o setor. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Saiba como se prevenir do novo coronavírus no campo

G1 Economia Publicações auxiliam produtores de aves, suínos e café. Saiba como se prevenir do novo coronavírus no campo Mesmo com a crise provocada pelo novo coronavírus, o agronegócio brasileiros não pode parar. Porém, todo cuidado é pouco. Para ajudar os produtores que acompanham o Globo Rural, separamos três cartilhas. Duas delas são da Embrapa suínos e aves: uma voltada para o produtor de porcos e outra para os avicultores. as cartilhas trazem orientações para que os criadores se previnam do coronavírus em suas granjas. Para fazer o download dos cuidados para criadores de suínos, clique aqui. Para baixar as dicas para os avicultores, clique aqui. A terceira, da Secretaria de Agricultura do Espírito Santo, é voltada para o cafeicultor. O livreto traz dicas para colher e transportar o café evitando o contágio. Para baixar, clique aqui. Veja Mais

Casal de empresários se adaptam para vender ovos de Páscoa em meio à crise

G1 Economia Andressa Vieira e Will José da Luz têm uma brigaderia gourmet em São Paulo e contam o que estão fazendo no VC no PEGN. Casal de empresários se adaptam para vender ovos de Páscoa em meio à crise Muitos pequenos empresários já estavam se preparando para vender ovos e outros produtos para a Páscoa. Quem tem loja física ou algum ponto de venda na rua está se adaptando a esse novo tempo. Um casal que tem uma brigaderia gourmet agiu rápido. Boa parte da divulgação e vendas agora é tocada em casa. Andressa Vieira e Will José da Luz são de São Paulo e contam o que estão fazendo no VC no PEGN. Os empresários já apareceram no Pequenas Empresas & Grandes Negócios na Páscoa do ano passado, quando venderam 800 ovos. O faturamento médio mensal da empresa era de R$ 15 mil e toda a produção era feita em casa. Foi assim que eles tiveram fôlego para montar uma pequena fábrica e esperavam dobrar as vendas nesta Páscoa. O casal investiu R$ 5 mil na compra de insumos, mas agora, com a cidade parada, tiveram que mudar de estratégia. O casal está com o ponto físico de vendas na Avenida Paulista fechado há 15 dias e conseguiram isenção do aluguel. Na fábrica, que fica no bairro de Santana, conseguiram pagar todas as contas até o momento e o desafio vai começar agora. “Hoje, nossos quatro funcionários estão afastados devido a pandemia e agora a gente voltou como era antes. A maioria dos processos são feitos por mim e pelo Will”, conta Andressa. As encomendas e vendas são feitas pelo WhatsApp e redes sociais. “Estamos estudando a possibilidade de trabalhar com empresas de app de entrega, porém as taxas são altas. Então, pra repassar pro cliente é difícil. Também usamos o chocolate importado e o dólar como está fica difícil esse repasse”, explica Andressa. A produção, por enquanto, continua na fábrica e com cuidado redobrado. “Na fábrica, a gente já tem esse cuidado, que são regras da Anvisa para produção de alimentos. A roupa que a gente vem não é a mesma que a gente trabalha. A gente tem uniforme, troca calçados e, se todo mundo continuar fazendo essas medidas, lavando a mão, logo essa crise vai passar”, diz Will. O casal vai tentar manter a fábrica, mas se não conseguir, já sabe o que fazer. “A gente não tem medo de voltar pra casa a ser como era desde o início, dar um passo pra trás é um impulso pra você ir mais longe. Não pode ter medo. Diante do que estamos vivendo, nossa saúde vale bem mais”, garante Andressa. Para essa Páscoa, eles ainda esperam vender, mas sabem que terão um grande desafio pela frente. FELICIDADE É BRIGADEIRO Whatsapp: (11) 98463-3684 Facebook: @bikefelicidadeebrigadeiro Instagram: @bikefelicidadeebrigadeiro Veja Mais

Liberação de crédito também é problemática

R7 - Economia As críticas dos economistas em relação à operacionalização das políticas contracíclicas também alcançam as medidas adotadas pelo Banco Central para aumentar a liquidez no mercado. A autoridade monetária já anunciou uma injeção de R$ 1,2 trilhão no sistema, mas esse dinheiro não tem chegado a quem precisa. Para o economista Manoel Pires, coordenador do Observatório de Política Fiscal do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/Ibre), as medidas do BC, como a redução do compulsório (parcela de depósitos que os bancos precisam manter no BC obrigatoriamente) são pouco eficientes, dado que os bancos não querem dar crédito às empresas agora por causa do risco elevado. Uma opção, diz ele, seria a autoridade monetária oferecer empréstimo diretamente às companhias, como tem ocorrido nos EUA. Uma medida dessa, porém, teria de ser autorizada por uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Como o crédito não está chegando à ponta final, políticas fiscais ganharão uma maior importância no combate à crise, explica Pires. "A falta de crédito exige medidas compensatórias, como a redução de impostos, que são bastante custosas sob o ponto de vista fiscal." Ainda segundo Pires, uma parte da demora na implementação das medidas é explicada pela falta de senso de urgência do governo no início da crise. Depois, na necessidade de se dar uma resposta rápida à sociedade, saíram medidas ruins, como linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) muito caras. Há ainda entraves legais, como a necessidade de se aprovar PECs, o que não ocorre na maioria dos países. Sócia da Tendências Consultoria, a economista Alessandra Ribeiro também vê problemas no canal de crédito e afirma que uma solução seria a concessão de empréstimos por meio das empresas de cartão. O setor varejista, que já reclamou da alta da taxa de juros nas linhas de crédito, pediu a adoção dessa medida ao BC. Alessandra diz ainda que a falta de sintonia entre o presidente e os ministros e técnicos das pastas tem atrapalhado bastante o andamento das medidas. Diferentemente da maioria dos especialistas, o economista Bráulio Borges, da LCA Consultores, diz que as políticas estão andando de forma célere e acredita que o pagamento dos trabalhadores informais deve começar nesta semana. Ele, porém, afirma que as medidas de saúde têm demorado, o que prejudica a economia. "O Brasil deveria estar testando as pessoas aleatoriamente, porque isso ajuda a definir o tamanho da quarentena e analisar se o auxílio emergencial é suficiente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Entrar num regime de quebra de contratos pode ser danoso para o país, diz presidente do BC

G1 Economia Na avaliação de Campos Neto, é preferível que o Brasil tenha uma política fiscal mais frouxa 'para colocar dinheiro na mão das pessoas' nesse momento de crise. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou neste sábado (4) que um eventual regime de quebra de contratos desencadeado pela crise do coronavírus seria danoso para a economia brasileira no médio e longo prazo. Na avaliação de Campos Neto, é preferível que o país tenha uma política fiscal mais frouxa "para colocar dinheiro na mão das pessoas" e, assim, tentar evitar uma interrupção no pagamento de contratos. Com a crise do coronavírus e a paralisação de boa parte da atividade econômica do país, muitas empresas deixaram de ter geração de caixa e já sinalizam dificuldade para quitas os seus compromissos. Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado "Nós preferimos ter um (regime) fiscal um pouco pior para colocar dinheiro na mão das pessoas para que elas possam honrar os contratos. Se nós entrarmos em regime de quebra de contrato, vai ser muito danoso para a economia no médio e longo prazo", afirmou Campos Neto durante uma live promovida pela XP Investimentos. "A gente vê que algumas empresas estão dizendo: 'olha, com essa dificuldade, eu não posso pagar o meu contrato, não posso pagar o aluguel, não posso pagar a energia'", ressaltou. Na tentativa de mitigar os efeitos da crise, o governo tem anunciado uma série de medidas com o objetivo de dar algum respiro para as empresas. Na semana passada, o BC lançou uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias companhias destinada a pagar os salários dos funcionários pelo período de dois meses. Ao todo, serão disponibilizados R$ 40 bilhões. Governo anuncia R$40 bi para financiar salário do trabalhador de pequena e média empresa "Entendo que a situação é difícil e que cada dia é muito importante na vida de uma empresa porque, como não tem caixa entrando, fica limitado o que ela consegue fazer", disse Campos Neto. O presidente do BC também afirmou que a autoridade monetária agiu com rapidez para adotar ações de enfrentamento ao avanço da crise do coronavírus. Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas Câmbio flutuante Campos Neto voltou a afirmar que o câmbio é "flutuante" no Brasil, mas disse que o BC pode aumentar a intervenção se observar algum movimento especulativo, por exemplo. Na sexta-feira, o dólar subiu 1,18%, a R$ 5,3274, e marcou novo recorde nominal de cotação (sem considerar a inflação). Em 2020, a alta já é de 32,86%. Veja Mais

Dória cancela medida que permitia funcionamento de escritórios de contabilidade em SP

R7 - Economia O Governo de SP cancelou medida que permitia o funcionamento de escritórios de contabilidade no Estado. Veja Mais

Noruega pode cortar produção de petróleo se grandes produtores fecharem acordo para isso

R7 - Economia Por Nerijus Adomaitis OSLO (Reuters) - A Noruega, maior produtora de petróleo e gás da Europa Ocidental, disse neste sábado que consideraria cortar sua produção de petróleo se um acordo global para reduzir o fornecimento for acertado pelos maiores produtores do mundo. A Opep e seus aliados estão trabalhando em um acordo para um corte na produção de petróleo equivalente a cerca de 10% da oferta mundial, o que eles esperam que seja um esforço global sem precedentes, incluindo os Estados Unidos. Washington, no entanto, ainda não assumiu o compromisso de se juntar ao esforço. Os preços do petróleo perderam dois terços do seu valor no primeiro trimestre do ano, atingidos por uma queda na demanda devido ao coronavírus e depois que a Rússia e a Arábia Saudita não concordaram com mais cortes na produção. "Se um amplo grupo de produtores concordar em reduzir significativamente a produção, a Noruega considerará um corte unilateral se apoiar nossa gestão de recursos e nossa economia", disse a ministra norueguesa de Petróleo e Energia, Tina Bru, em um email à Reuters. Ela afirmou que a Noruega estava em diálogo com outros países produtores de petróleo, sem detalhar o tamanho potencial do corte na produção. (Por Nerijus Adomaitis) Veja Mais

Trump pedirá ao Congresso mais recursos para pequenas empresas se dinheiro acabar

R7 - Economia WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado que solicitará ao Congresso mais dinheiro para fazer empréstimos a pequenas empresas que sofrem consequências econômicas do surto de coronavírus, se os 349 bilhões de dólares alocados em uma lei de estímulo fiscal se esgotarem."Vou pedir imediatamente ao Congresso mais dinheiro para apoiar pequenas empresas sob o @ppploan se o dinheiro alocado acabar", escreveu Trump em um post no Twitter.O fundo de resgate para pequenas empresas tem enfrentado obstáculos desde que foi aberto na manhã de sexta-feira.Dezenas de milhares de empresas sobrecarregaram os credores, bancos reclamaram da incapacidade de acessar o sistema da Small Business Administration (SBA) e o Departamento do Tesouro ainda emitia orientações e modelos de formulário atualizados na tarde de sexta-feira.Até a noite de sexta-feira, os credores distribuíram mais de 17.000 empréstimos avaliados em cerca de 5,4 bilhões de dólares sob o programa, disse Jovita Carranza, administradora da Small Business Administration, no Twitter.(Por Makini Brice) Veja Mais

Quarentena: Como não perder o controle do seu escritório contábil

R7 - Economia Fomos pegos desprevenidos pelo coronavírus e toda a mudança que essa pandemia trouxe. Chegamos em um momento crítico em que a quarentena em empresas contábeis e em empresas de vários outros segmentos, simplesmente se tornou obrigatória. Em meio a correria da época de impostos e IR, o coronavírus apareceu como uma avalanche, transformando tudo o que havíamos programado.  [...] O post Quarentena: Como não perder o controle do seu escritório contábil apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

COVID-19: como as marcas devem se posicionar em tempos de crise?

R7 - Economia Crises despertam emoções humanas poderosas ao causar incerteza e medo. Nesse momento as pessoas buscam o suporte e um direcionamento vindo de líderes, governos e instituições, mas também das empresas. Saber como responder às necessidades dos consumidores é um grande desafio de marketing, já que é preciso gerar confiança, transmitindo integridade e os valores da [...] O post COVID-19: como as marcas devem se posicionar em tempos de crise? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Negócios: 10 dicas para empreender em época de pandemia

R7 - Economia Em resposta ao aumento de casos do novo coronavírus no Brasil, estados e municípios brasileiros decretaram o fechamento de empresas e comércios para a manutenção do isolamento social. A medida trouxe impactos negativos nas receitas de empresas do país. Para a professora de Administração da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Nayara Cardoso, embora o momento seja [...] O post Negócios: 10 dicas para empreender em época de pandemia apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Braskem registra prejuízo (atribuível a acionistas) de R$ 2,922 bilhões no 4tri19

R7 - Economia A Braskem registrou no quarto trimestre de 2019 prejuízo líquido atribuível a acionistas de R$ 2,922 bilhões ante perdas de R$ 78 milhões no mesmo período de 2018. No consolidado de 2019, o prejuízo foi de R$ 2,798 bilhões, ante lucro de R$ 2,867 bilhões no ano anterior. O relatório de resultados informa que o prejuízo líquido no ano ocorreu em função da provisão contábil de R$ 3,383 bilhões referente à implementação em Alagoas do Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação, de ações para fechamento de determinados poços de sal da companhia e do Programa para Recuperação de Negócios e Promoção de Atividades Educacionais. Tudo isso combinado ao impacto negativo da depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida da companhia não designada para hedge accounting. Os dados foram enviados na noite de sexta-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) depois de a companhia ter adiado a divulgação dos resultados por duas vezes. De acordo com o relatório de resultados, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 1,047 bilhão no quarto trimestre, queda de 45% em relação a R$ 1,907 bilhão registrado entre outubro e dezembro de 2018. Em 2019, o Ebitda foi de R$ 7,840 bilhões, o que significa um recuo de 31% na comparação com 2018, quando chegou a R$ 11,315 bilhões. O Ebitda recorrente em 2018 foi de R$ 5,936 bilhões, 46% inferior a 2018. Em dólar, o Ebitda recorrente da companhia foi de US$ 1,514 bilhão, 50% inferior a 2018 explicado, principalmente, pelos menores spreads no mercado internacional, resultado do menor crescimento global combinado com entradas de capacidades de PE (polietileno) nos Estados Unidos, PP (polipopileno) e novas refinarias na Ásia, compensados parcialmente pelo maior volume de vendas de PP nos Estados Unidos e de PE do México. A receita líquida de vendas caiu 15% no quarto trimestre do ano passado, chegando a R$ 12,640 bilhões ante R$ 14,837 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior. No ano, a receita líquida de vendas foi de R$ 52,324 bilhões, uma queda de 10% em relação aos R$ 58 bilhões registrados no mesmo período de 2018. Já o resultado financeiro entre outubro e dezembro de 2019 ficou negativo em R$ 872 milhões, ante R$ 1,091 bilhão negativo no mesmo período de 2018, o que representa uma queda de 20%. No ano, o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 4,746 bilhões, queda de 2% na comparação com o resultado de R$ 4,651 bilhões registrado em 2018. Ainda de acordo com os dados, a alavancagem corporativa, medida pela relação dívida líquida/EBITDA em dólares foi de 4,71x . Em razão a pandemia do coronavírus, a Braskem informou, em fato relevante, que foi cancelada a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO) marcada para 20 de abril. Veja Mais

Aposentadoria Especial: 2 alterações que você precisa conhecer

R7 - Economia Fala pessoal, tudo bem? Hoje eu quero falar com você acerca de 2 Mudanças que são significativas para aposentadoria especial: A idade mínima e a alteração do cálculo da renda da aposentadoria especial. I- Idade mínima Antes da reforma da previdência, as pessoas que trabalhavam em ambientes nocivos à saúde ou a integridade física poderiam [...] O post Aposentadoria Especial: 2 alterações que você precisa conhecer apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Encher o tanque com gasolina ficou R$ 15 mais barato em 11 semanas

Encher o tanque com gasolina ficou R$ 15 mais barato em 11 semanas

R7 - Economia Litro da gasolina varia entre R$ 3,23 e R$ 5,89 no Brasil Ricardo Moraes/Reuters O preço médio do litro da gasolina cobrado pelos postos brasileiros caiu para R$ 4,298 (-2,3%) na semana finalizada neste sábado (4). O resultado corresponde à 11ª baixa consecutiva no preço do combustível aos motoristas, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Com a variação registrada desde o final de janeiro, quando cada litro da gasolina era vendido por, em média, R$ 4,594, é possível afirmar que o ato de encher um tanque de 50 litros com o combustível ficou R$ 14,80 ou 6,4% mais em conta no período. Leia mais: Vivemos 'pior crise dos últimos 100 anos', diz Petrobras Apesar da queda recente, o valor máximo cobrado pelo litro do combustível permanece fixo em R$ 5,899 desde a última semana de 2019. O valor é cobrado a cliente de um posto situado no Estado do Rio de Janeiro. Por outro lado, o preço mais baixo pelo combustível é encontrado no Estado do Amapá, onde é possível encontrar o litro de gasolina por R$ 3,23 e encher totalmente um tanque de 50 litros por R$ 161,50, valor 82% inferior ao cobrado no posto mais caro analisado pela ANP. Os dados da ANP refletem que os anúncios recentes de redução no valor do combustível nas refinarias em meio à queda dos preços do petróleo causada pela pandemia de coronavírus. A baixa leva em conta a queda brusca da demanda mundial associada à alta da produção. Outros combustíveis Os motoristas que fazem uso do diesel para abastecer seus veículos com diesel também não encaram uma alta no preço do combustível desde o fim de janeiro, período em que acumulou baixa de 9,5%. Nos últimos dias, a queda de 1,5% levou o valor médio cobrado pelo diesel nas bombas a R$ 3,437, com variação entre R$ 2,89 e R$ 4,95 entre os estabelecimentos consultados pela ANP. Veja mais: Preço do botijão de gás dispara e vendas crescem na quarentena O litro etanol seguiu o movimento de queda registrado nas últimas três semanas e passou a ser comercializado por, em média, R$ 3,039 nos postos ao redor do Brasil. O valor é 3,1% mais baixo do que o cobrado na semana passada. Na contramão dos outros derivados do petróleo, o GLP, tradicionalmente conhecido como gás de cozinha, subiu pela segunda semana consecutiva. Com a alta de 0,28%, os botijões de 13 kg passaram a ser vendidos por cerca de R$ 70. Veja Mais

Governo poderá antecipar Plano Safra 2020/21, diz ministra da Agricultura

G1 Economia Setor teme menor oferta de crédito diante dos impactos da pandemia do coronavírus. Tereza Cristina deve se reunir nesta semana com o ministro da Economia, Paulo Guedes. O governo poderá antecipar o Plano Safra neste ano "para dar um horizonte" aos agricultores brasileiros que tomam esses recursos, em meio a temores com menor oferta de crédito para a futura safra devido ao cenário econômico complicado com o novo coronavírus, afirmou neste domingo (5) a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. No entanto, a ministra ponderou que o programa governamental de financiamento aos agricultores brasileiros, familiares e empresariais não é suficiente para atender às necessidades do setor e que irá se reunir nesta semana com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir a situação. Ministra Tereza Cristina durante evento em Dourados (MS) TV Morena/Reprodução "Estamos pensando em tentar antecipar o Plano Safra para dar um norte para aqueles que tomam esse recurso. Mas a gente sabe que ele é 40% só do que se precisa para tocar uma safra do tamanho da safra brasileira, para que essa engrenagem toda trabalhe. Então, realmente esse é o assunto número um das minhas preocupações e da minha gestão", disse Tereza Cristina. A declaração foi dada durante videoconferência transmitida na internet com representantes do setor do agronegócio e conduzida pelo agrônomo Xico Graziano, professor de MBA da Fundação Getulio Vargas (FGV). A preocupação ocorre apesar da aprovação pelo Senado, no mês passado, da chamada MP do Agro, editada para modernizar o financiamento rural. A medida, defendida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), ainda depende de sanção presidencial. A fala da ministra veio após afirmação do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi ter afirmado, durante a videoconferência, ver "dificuldade de ter os volumes de recursos necessários para que no ano que vem nós possamos ter essa super safra". Veja Mais

Concessionária que vai assumir 1,2 mil km de rodovias abre 102 vagas na região de Piracicaba

G1 Economia Há postos nas áreas de RH, tráfego, atendimento, sinalização, pintura e fabricação de placas. Rodovia SP-308, em Piracicaba: estrada está em lote que foi concedido à iniciativa privada Reprodução/ EPTV O consórcio vencedor da licitação para a concessão Lote Piracicaba Panorama, que abrange 1.273 quilômetros de rodovias, entre Piracicaba (SP) e Panorama (SP), está com 108 vagas abertas em cinco cidades da região de Piracicaba. Para todo o estado, são oferecidos 448 postos em 32 municípios. Na região, há postos nas áreas de RH, inspetor de tráfego, atendimento ao usuário, sinalização, pintura e fabricação de placas: Vagas de emprego disponíveis na região de Piracicaba A habilitação do consórcio foi publicada no Diário Oficial do Estado no dia 13 de março, após análise da documentação apresentada pela licitante sob aspectos jurídicos, econômico-financeiros e técnicos, constatando que a licitante atende a todos os requisitos estabelecidos em edital. A partir desta publicação, o grupo tem até 30 dias para assinar o contrato de 30 anos de concessão. O início de operação está previsto para o primeiro semestre de 2020. As vagas oferecidas pelo consórcio vencedor abrangem desde o nível universitário, como oportunidade para engenheiro eletricista, passando por nível técnico, com vagas para técnicos em sistemas, até nível básico como ajudantes de sinalização, entre outras. Os interessados podem se candidatar pela internet. Seis mil empregos previstos Além das contratações diretas pela nova concessionária, outras vagas serão abertas através da implementação das obras previstas no contrato de concessão. A previsão é de geração de mais de seis mil empregos diretos e indiretos no primeiro ano de contrato, com aumento para sete mil a partir do segundo ano. A concessão A concessão prevê a instalação de três pedágios na região de Piracicaba. De acordo com o projeto, os pedágios serão instalados no km 183,3 da SP-304, em São Pedro (SP), no km 210,8 da mesma rodovia, que também fica em São Pedro, e no km 180,4 da SP-308, em Piracicaba. Todos terão praças nos dois sentidos. Tabela de preços das praças da região de Piracicaba Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba Veja Mais

Projeto suspende entrega de obrigações contábeis e acessórias

R7 - Economia De acordo com deputados, a queda no consumo interno impacta diretamente as empresas. Por isso, obrigações contábeis e acessórias devem ser suspensas. Veja Mais

Governo diz ao STF que rebaixamento da nota de crédito de SP não foi 'represália'

G1 Economia Tesouro diz que todos os estados que se declararem judicialmente em crise financeira deverão ter suas notas revisitadas. AGU e Tesouro criticaram interferência do Judiciário. O governo federal afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o rebaixamento da nota de crédito do estado de São Paulo pelo Tesouro Nacional não foi uma “represália” ao governo estadual. Na sexta-feira (3), o ministro Alexandre de Moraes anulou o rebaixamento pelo Tesouro da nota de crédito do estado, impedindo o governo paulista de obter novos empréstimos e financiamentos com a garantia da União. Moraes afirmou que o Tesouro descumpriu sua decisão liminar (provisória) que paralisou o pagamento da dívida do estado com a União, por 180 dias, para que os recursos sejam investidos no combate ao coronavírus. Ao Supremo, o governo estadual afirmou que o entendimento do Tesouro paralisou pedidos de empréstimos de mais de R$ 4 bilhões, incluindo um financiamento junto ao BIRD (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) no valor de US$ 100 milhões, para medidas de combate ao coronavírus. O ministro pediu explicações ao governo, que foram apresentadas neste domingo (5) pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pelo Tesouro. O governo pede que a decisão de Moraes seja derrubada e que a restrição ao estado seja mantida. A AGU defendeu que o corte na nota considerou a grave situação fiscal do estado e os possíveis impactos da crise do coronavírus na economia local, a partir de informações do próprio governo de São Paulo, como a estimativa de perda na arrecadação de R$ 10 bilhões em 2020. “A nota da CAPAG [Capacidade de Pagamento] do Estado deve refletir, do modo mais verossímil possível, a situação fiscal concreta vivenciada momentaneamente pelo ente. Uma nota de CAPAG elevada não condiz com o cenário de crise descrito categoricamente na petição inicial pelo Estado de São Paulo e a distorção da nota expõe a União – e, assim, o País todo no cenário macroeconômico internacional – a um risco fiscal não admitido no regime jurídico brasileiro”, escreveu a AGU. Segundo informações do Tesouro Nacional, todos os entes que se declararem judicialmente em crise financeira deverão ter suas notas de CAPAG revisadas. “Esse provimento não se trata de uma represália da União e não guarda relação direta com a suspensão de dívidas. Nesse sentido, os entes que solicitarem em juízo a suspensão do pagamento de dívidas como a União com base no princípio da isonomia ou para antecipar os efeitos da renegociações já anunciada pelo Governo Federal não terão sua capacidade de pagamento revista, apenas os que se declararem em crise financeira”, afirmou. De acordo com o governo, a avaliação da nota representa uma proteção para a União, evitando que sejam concedidas garantias aos Estados que não apresentam boas perspectivas de honrar com seus compromissos futuros. O governo pondera que as regras para concessão de garantias precisarim ser revistas para se adaptar ao novo contexto, e não a metodologia de classificação de capacidade de pagamento dos entes. Na visão do governo, esse método tem, sim, "refletido adequadamente a situação financeira dos estaos e municípios". A AGU e o Tesouro criticaram ainda a interferência do Judiciário. Para o governo, tal postura poderia afetar o diagnóstico econômico do país. “Decisões judiciais que intercedam na construção desse indicativo de saúde financeira dos entes federativos incorrem em sério risco de provocar distorções no diagnóstico econômico da Federação, sujeitando-se a exceder o mero controle de juridicidade, invadindo a esfera do próprio mérito do ato administrativo, em violação ao princípio constitucional da Separação de Poderes”, afirmou a AGU. O Tesouro afirma que “alterações sem o devido embasamento técnico na avaliação da capacidade de pagamento não são a maneira adequada para se atacar o problema em questão”. O governo pede a derrubada da decisão de Moraes e argumenta que a "distorção" nota de crédito não se presta ao enfrentamento da crise gerada pelo coronavírus e dificulta a a definição das medidas fiscais apropriadas para cada caso específico. O Tesouro afirma que "se dispõe a discutir com o Estado de São Paulo sua real situação fiscal e os efeitos tanto das medidas de combate ao coronavírus na economia local quanto do suporte financeiro que está sendo oferecido pelo governo federal ao Estado”. Veja Mais

Coronavírus: venda de carros novos cai 32% em Campinas no mês de março, diz Fenabrave

G1 Economia Economista da PUC cita efeito da Covid-19 e prevê impactos maiores para o setor na retomada pós-pandemia. Venda de carros novos tem queda em Campinas durante a quarentena contra o coronavírus. Fábio Tito/G1 A venda de carros novos em Campinas (SP) caiu 32% em março na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da associação das concessionárias, a Fenabrave. Os números foram afetados pela crise do novo coronavírus, que provocou cenário de incertezas no início do mês, com o avanço da epidemia, culminando com o fechamento de pontos de venda com o decreto de quarentena. O balanço da Fenabrave mostra que foram vendidas 1.248 unidades de carros de passeio, contra 1.852 em março de 2019. No trimestre, o balanço de 2020 também é negativo: queda de 15,8% nos novos emplacamentos. O economista Paulo Oliveira, do Observatório PUC-Campinas, destaca que os indicadores são graves para a economia regional. "O setor automobilístico tem participação importante na atividade econômica da Região Metropolitana de Campinas, e já estava em nível reduzido de atividade pela crise na Argentina", pontua. O professor explica ainda que o setor deve sentir o impacto por mais tempo após o fim da crise do coronavírus. "Com o cenário de incerteza, o consumidor não tem incentivos para comprar bens duráveis, como automóveis. Esse tipo de produto demora um pouco mais para responder à retomada." Outros veículos A maior volume de queda nas vendas de veículos em Campinas foi entre os automóveis de passeio, mas o relatório mensal da Fenabrave mostra reflexos da crise que em todos os itens analisados no período na comparação com março de 2019. Entre os comerciais leves, a redução foi de 27,9%; o emplacamento de caminhões novos caiu 39,6%; já na venda de motos, a queda foi de 8,1%. Venda de veículos novos em Campinas Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

Preço da arroba do boi gordo sobe no interior de São Paulo

G1 Economia Para pecuaristas, cenário de valorização deve continuar nas próximas semanas. Preço da arroba do boi gordo sobre no interior de São Paulo O preço da arroba do boi gordo voltou a ultrapassar os R$ 200 no interior de São Paulo. A alta, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea), vários fatores influenciaram para que o valor chegasse a esse patamar, o principal foi o dólar. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Quem está acostumado com o sobe e desce do mercado acredita que no atual cenário o preço da arroba não deve cair. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Contabilidade começando do zero: Primeiros passos do seu negócio

R7 - Economia Para quem pensa em abrir empresa ou torná-la mais profissional, nada melhor do que entender como fazer sua contabilidade, começando do zero. Apesar de todos os termos técnicos e as diferentes exigências do universo contábil, a tarefa pode ser mais simples do que imagina. Com atenção e cuidado aos detalhes, contando com o apoio de um bom contador, [...] O post Contabilidade começando do zero: Primeiros passos do seu negócio apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Pequenos empresários precisam se reinventar para superar crise

G1 Economia É preciso reduzir gastos, renegociar, refinanciar e fazer mudanças para lidar com a realidade do país em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Pequenos empresários precisam se reinventar para superar crise Calçadas vazias, lojas fechadas. Isolamento social que salva vidas, mas derruba a economia. Como vender, se o consumidor não aparece? E como pagar as contas, se não vende? Hora de reduzir, renegociar, refinanciar e, mais do que nunca, se reinventar. Existem saídas, sim. Mas o pequeno empresário precisa de ajuda nessa hora. Para uma rede de lojas de chocolates seria a melhor Páscoa dos últimos cinco anos. Mas, com o fechamento do comércio por causa do novo coronavírus, o sonho virou pesadelo. Foi o que aconteceu com o empresário Manoel Landmann. A empresa dele tem 33 anos e produz todos os chocolates em uma fábrica própria. Ele esperava vender 12 toneladas neste mês. Passado o choque, Manoel foi rápido. Entrou com um pedido de financiamento de R$ 1 milhão numa nova linha criada pelo Governo do Estado de São Paulo para ajudar empresas em dificuldade. Ele fez o pedido online pelo site do Desenvolve SP. “Micro e pequena empresa, especificamente pra esses segmentos, nós lançamos capital de giro com 42 meses para amortização e nove meses de carência”, explica Nelson de Souza, presidente da Desenvolve SP. O programa deve ajudar, pelo menos, mil empresas no estado a enfrentar os impactos financeiros da pandemia. As taxas de juros são a partir de 1,20 ao mês. No Governo Federal, entre outras medidas, e depois de muitas críticas, o governo enviou nesta semana uma polêmica medida provisória que autoriza a redução da jornada de trabalho, com corte proporcional do salário do empregado. Parte das perdas será compensada pelo Governo. “Existem dois efeitos principais: a preservação do poder de compra de ampla maioria da população, o que vai fazer com que a economia continue girando, e a preservação em si das empresas, porque até então grande parte delas não vinham sendo atendida pelas medidas oferecidas”, explica Rubens Massa, professor de empreendedorismo da FGV-SP. O empresário Manoel também pretende aumentar as vendas da loja virtual da rede, responsável por 10% do faturamento. Ele mudou a ferramenta de busca do site, diminuindo o peso das fotos para agilizar a navegação. A empresa tem 57 funcionários e não demitiu ninguém, apenas mudou os funcionários de área. Por exemplo, o pessoal que trabalhava nas lojas foi para o setor de telemarketing, que quadruplicou de tamanho. Duas semanas depois do decreto que fechou o comércio na capital paulista, mais da metade da fábrica do Manoel continua parada. Mas a pequena produção que restou está ativa, atendendo as entregas, que dobraram na última semana. Um pequeno, mas promissor começo. Desenvolve SP - O Banco do Empreendedor Rua da Consolação, 371 – República São Paulo/ SP CEP - 01301-000 Telefone: (11) 3123-0464 E-mail: atendimento@desenvolvesp.com.br www.desenvolvesp.com.br Fanpage: www.facebook.com/agenciadesenvolvesp FGVcenn - Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios https://eaesp.fgv.br/centros/centro-empreendedorismo-e-negocios-fgv-eaesp Fanpage: https://www.facebook.com/FGVcenn/ Chocolat du Jour Telefone / WhatsApp: (11) 3168-2720 Instagram: @chocolatdujour Facebook: www.facebook/chocolatdujour Email: atendimento@chocolatdujour.com.br Veja Mais

Especialistas defendem negociação entre proprietário e inquilino

Especialistas defendem negociação entre proprietário e inquilino

R7 - Economia Especialistas recomendam fazer as contas e conversar com o propriétários Pixabay O Senado aprovou nesta sexta-feira (03) um projeto de lei que pode ajudar inquilinos com problemas financeiros gerados pelo coronavírus. Pelo projeto, a justiça não pode conceder nenhuma liminar autorizando o despejo entre os dias 20 de março e 30 de outubro. A medida ainda precisa passar pela Câmara antes de ser sancionada pelo presidente para começar a valer. Leia mais: OMS: É preciso pôr dinheiro na mão de mais pobres para vencer covid-19 O projeto tem como objetivo proteger aquela pessoa que pode ter sido demitida, ter tido o salário reduzido ou ainda os profissionais liberais impedidos de trabalhar por causa da quarentena. Todas estas situações podem acarretar na diminuição dos ingressos, e consequentemente nos pagamentos de dívidas e compromissos. A medida poderá dar segurança ao inquilino porque a lei se aplica aos contratos residenciais, conforme explica o vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Adriano Sartori. Contudo, para Sartori, a primeira recomendação é o diálogo entre proprietário e locatário.   "Estamos recomendando que as duas partes negociem, não adianta o proprietário dizer que não quer ouvir o locatário, ainda mais se ele sempre foi um bom pagador, porque o aluguel é uma renda de longo prazo", analisa Sartori. Para ele, dependendo da situação, romper um contrato pode até acarretar em maiores prejuízos porque o caso pode ir parar na justiça, não se sabe quanto tempo o imóvel pode demorar para ser alugado novamente, além de comissões para imobiliárias e outros gastos. "Se este locatário sempre cumpriu com o aluguel e mostra que ele teve sua renda afetada, de forma comprovada, é necessário usar o bom senso. Por exemplo, se ele é um agente de viagens, é obvio que ele está sendo afetado", exemplifica Sartori.  Outros exemplos de pessoas que poderão ter a renda afetada, são os pequenos comerciantes, porque estes foram os primeiros a fecharem suas portas. "Neste caso, nossa primeira recomendação, utilizando o bom senso, é aplicar um desconto na locação", pondera.   Sucesso no diálogo Pixabay   De acordo com o vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, nos casos em que foi necessário fazer um acordo, ele foi exitoso. Por enquanto, a maioria de negociações envolvem locações comercias, cerca de 70%. Já os pedidos de acordo residenciais representam 30%. Sartori afirma que estes dados devem se inverter ao longo do tempo, e os acordos residenciais superarem os comerciais. "É natural que os primeiros acordos envolvam contratos comerciais porque eles foram os primeiros a fechar as portas", destaca. Sobre os tipos de acordos que vem sendo feitos, Sartori afirma que existem inúmeras possibilidades como desconto durante os meses da quarentena, colocar os valores para o final do contrato, mas corrigido, e ainda o parcelamento dos aluguéis. "O acordo deve ser razoável para as duas partes", reforça. Sartori recomenda também que as pessoas não sejam oportunistas porque em muitos casos, o aluguel é renda e até mesmo a aposentadoria dos proprietários. "No setor residencial, em um levantamento junto as imobiliárias, entre cerca de 100 mil proprietários, 80% possui apenas um imóvel alugado", indica. De olho na lei O advogado Luís Augusto Egydio Canedo explica que apesar de uma nova  legislação estar sendo discutida no Congresso, a lei vigente já prevê situações como a da quarentena, chamada de "motivo de força maior". Segundo advogado, ele pode ser utilizado por qualquer uma das partes que esteja "apertada" por este momento. Canedo afirma que o recurso pode ser usado por inquilinos para ganhar tempo no pagamento ou para negociar um desconto. "O impacto deve ser dividido entre as partes e ser discutido mais pra frente, para decidirem se fica com o desconto permanente ou provisório", pondera. Ele também defende que aquela pessoa que já está sofrendo a redução dos ingressos entre em contato com o proprietário para conversar e antecipar a negociação.  O advogado Rodrigo Ferrari Iaquinta destaca que um dos pontos positivos do projeto que está em discussão no Congresso são as novas funções do síndico. "Houve a ampliação poderes do síndico e a possibilidade de realização de assembleias condominiais por meios virtuais, algo que já vem sendo uma tendência na vida condominial, destaca. Contudo o especialista critica o projeto por interferir em relações privadas. "O próprio ordenamento jurídico já possui institutos e elementos aplicáveis ao momento de crise que vivemos. Regulamentar demais pode criar travas às relações sociais e privadas", pondera.  "A locação sempre é um contrato bilateral e o interesse de ambas as partes deve ser ponderado, finaliza Iaquinta. Locações comerciais Já para as locações de pontos comerciais, o Sebrae recomenda "a renegociação extrajudicial destes contratos, pautada na boa fé e no bom senso das partes envolvidas". Segundo a entidade, a Lei do Inquilinato afirma que qualquer uma das partes, de comum acordo, pode negociar um novo valor de aluguel. Locador e locatário podem acordar, por exemplo, a concessão de desconto no valor do aluguel, por prazo determinado (exemplo: 3 meses a contar do início da pandemia), ajustando um valor que seja proporcional ao tempo de baixa de vendas sofrida pelo locatário.  Outra saída é ajustar um desconto por prazo determinado, com prorrogação do pagamento do valor para período posterior (exemplo: desconto de 50% do valor do aluguel por 3 meses, para pagamento do valor correspondente no ano seguinte). O Sebrae lembra ainda que além da Lei do Inquilinato, também é válido utilizar o Código Civil, no qual a revisão ou o fim do contrato podem ocorrer "em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis". Veja Mais

GM propõe aplicação da MP 936 e redução de salários em São José, diz sindicato

R7 - Economia O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos informou neste sábado, 4, que, após quatro rodadas de negociações, a General Motors propôs neste sábado, 4, a suspensão dos contratos de trabalho com redução de salários, por meio da Medida Provisória 936, no complexo industrial da montadora na cidade. A proposta final será submetida à votação eletrônica dos metalúrgicos nos próximos dias. Se aprovada, a medida irá atingir 90% dos trabalhadores do complexo industrial de São José dos Campos. Apenas 100 ficarão na fábrica e não serão impactados pela medida; outros 42 trabalharão em regime de home office. A planta possui cerca de 3.800 funcionários. A liberação dos trabalhadores neste momento é necessária para a prevenção ao coronavírus. Por enquanto, todos estão em férias coletivas, que terminam no dia 12. A proposta apresentada pela GM é que os funcionários que ganham até R$ 2.090,00 tenham 95% do salário preservado. Para os que recebem de R$ 2.090,01 a R$ 5.000, (90%); os que ganham de R$ 5.000,01 a R$ 10.000, 85%; de R$ 10.000,01 a R$ 20.000, 80%; os que recebem acima de R$ 20.000, têm 75%. O Sindicato informa ter defendido a estabilidade no emprego por um ano e licença remunerada ou 'layoff' sem redução salarial, mas que a empresa não aceitou. "A MP 936 está muito aquém do que os trabalhadores precisam, e mais atrapalha do que ajuda. A GM não tem por que cortar salários, mas foi irredutível na mesa de negociação. Como o Sindicato é uma entidade que segue a democracia operária, vai submeter a proposta à decisão dos trabalhadores. Eles decidirão se aceitam ou não", afirma, em nota, o vice-presidente do Sindicato, Renato Almeida. Veja Mais

GM propõe suspensão de contratos e redução do salário de 90% dos funcionários em São José, diz sindicato

G1 Economia A GM alega que medida é necessária para preservar empregos e que as medidas são temporárias, devendo durar cerca de dois meses, de acordo com a evolução do cenário da pandemia. Após negociações, GM propõe redução do salário de 90% dos funcionários, segundo sindicato. Camilla Motta/ G1 A General Motors (GM), dona da Chevrolet, propôs a suspensão dos contratos de trabalho com redução de salários para 90% dos funcionários da fábrica de São José dos Campos (SP). A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos que encerrou neste sábado (4) uma rodada de quatro negociações com a montadora. As propostas foram feitas com base na Medida Provisória (MP) 936, que autoriza a suspensão dos contratos de trabalhos em empresas, durante a pandemia de coronavírus. A empresa confirma a negociação (leia mais abaixo). Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas A GM tem cerca de 3,8 mil funcionários em São José e pela proposta, somente cerca de 100 funcionários que continuam trabalhando na planta receberiam o salário integral. Os demais teriam os salários reduzidos entre 5% a 25%, de acordo com faixas salariais (veja abaixo): Quem ganha até R$ 2.090,00 – vai receber 95% do salário De R$ 2.090,01 a R$ 5.000 – 90% De R$ 5.000,01 a R$ 10.000 - 85% De R$ 10.000,01 – R$ 20.000 – 80% Acima de R$ 20.000 – 75% O sindicato informou que a proposta final será votada pela internet pelos metalúrgicos nos próximos dias. Por enquanto, todos os trabalhadores estão em férias coletivas, que terminam no dia 12 de abril. "Deixamos na mesa de negociação a proposta de licença remunerada por dois meses, prorrogável por mais dois, e estabilidade por 12 meses. Após o período de coronavírus, já vemos uma recessão vindo. O mais importante para os trabalhadores é a estabilidade. A MP do governo não dá a proteção devida ao trabalhador", disse o vice-presidente do sindicato da categoria em São José dos Campos, Renato Almeida. O sindicato informou ainda que defendeu o lay-off sem redução salarial, mas que a empresa não aceitou. O que diz a GM Em nota, a GM informou que 'vem tomando medidas que visam proteger a saúde dos colaboradores em meio à pandemia de Covid-19, ao mesmo tempo em que busca alternativas para garantir o futuro do negócio e que neste sentido, foram implementadas medidas como banco de horas, férias coletivas, planos de redução de custos e, inclusive, adiamento de investimentos'. Entretanto, a montadora informou que 'neste momento de crise sem precedentes que o Brasil e o mundo enfrentam e, num esforço para manter os empregos, a empresa está discutindo com os sindicatos outras medidas, que incluem lay-off e redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial'. A GM disse ainda que o pacote foi aprovado pela ampla maioria dos empregados das fábricas de São Caetano do Sul, Gravataí, Joinville e Mogi das Cruzes, e do Campo de Provas de Indaiatuba em assembleia digital promovida pelos sindicatos dos metalúrgicos e que a proposta inclui: Um programa de redução de jornada e salário para empregados que seguem trabalhando em home office, inclusive o Presidente e toda a liderança em diferentes percentuais; Para empregados até nível de gerência: uma hora de redução na jornada diária com 12,5% de redução no salário; Para executivos de nível de diretoria e acima, o impacto será de 25% de redução no salário. Um programa de lay-off que impacta a maior parte dos empregados horistas e mensalistas de todas as área e níveis do Brasil com redução salarial entre 5% e 25% do salário de acordo com faixa salarial. A GM informou que estas medidas terão duração inicial de dois meses com possibilidade de extensão, podendo ser canceladas em caso de retorno da demanda do mercado a uma situação de normalidade e que a montadora está avaliando junto aos sindicatos as oportunidades estabelecidas pela MP 936, com o objetivo de adaptar as medidas aprovadas às novas regras apresentadas pelo governo. Na nota a GM ainda ressaltou que essas medidas são emergenciais e temporárias, tendo como objetivo a preservação dos empregos, contribuindo com os esforços do governo federal e governos estaduais e municipais. Além disso, a empresa disse estar acompanhando a evolução do cenário e que estará pronta para retomar as atividades assim que for possível. Veja Mais

Estado de Nova York registra mais de 600 mortos em um dia por coronavírus

R7 - Economia Por Gabriella Borter NOVA YORK (Reuters) - Doenças relacionadas ao coronavírus mataram 630 pessoas no último dia no Estado de Nova York, disse o governador Andrew Cuomo neste sábado, nas piores 24 horas para o Estado dos EUA mais atingido pela pandemia. O novo coronavírus já matou 3.565 pessoas no Estado e a situação é particularmente preocupante em Long Island, a leste da cidade de Nova York, onde o número de casos "é como um incêndio se espalhando", declarou Cuomo em entrevista coletiva. Especialistas em saúde calculam que Nova York pode estar a cerca de uma semana do pior ponto da crise de saúde que matou cerca de 60.000 pessoas em todo o mundo. "Ainda não estamos no ápice, estamos nos aproximando... Nossa leitura das projeções é que estamos em algum lugar na faixa de sete dias", disse Cuomo. "Faz apenas 30 dias desde o nosso primeiro caso", afirmou ele. "Parece uma vida inteira." Os Estados Unidos têm o maior número mundial de casos conhecidos de Covid-19, a doença respiratória semelhante à gripe causada pelo coronavírus. Os especialistas médicos da Casa Branca previram que entre 100.000 e 240.000 norte-americanos podem ser mortos na pandemia, mesmo que as ordens de ficar em casa sejam seguidas. (Por Karl Plume e Gabriella Borter) Veja Mais

EXCLUSIVO-Amazon faz contato com fabricantes de testes de coronavírus para rastrear equipe

R7 - Economia Por Jeffrey Dastin e Krystal Hu(Reuters) - A Amazon.com entrou em contato com CEOs de dois fabricantes de testes de coronavírus, em busca de como rastrear sua equipe e reduzir o risco de infecção em seus depósitos, de acordo com notas de reuniões internas vistas pela Reuters.Os executivos-chefe da Abbott Laboratories e da Thermo Fisher Scientific disseram à Amazon que gostariam de trabalhar com a empresa de comércio eletrônico, embora o governo dos EUA esteja ocupando toda a sua capacidade de teste no momento, informam as notas.A empresa também discutiu se poderia iniciar esses testes em pelo menos um galpão perto de sua sede em Seattle. A essência das conversas da Amazon com os fabricantes de testes e a assistência exata que eles poderiam oferecer não estavam claras.O documento indicava separadamente que a Amazon está investigando a capacidade de rastrear mais de uma pessoa ao mesmo tempo para detectar o vírus, e também quer fazer parceria com uma organização médica em seus esforços de teste. Não dava mais detalhes sobre o teste para várias pessoas nem nomeou um parceiro.Abbott e Thermo Fisher não retornaram um pedido de comentário na sexta-feira. A Amazon preferiu não comentar.A Amazon, maior varejista online do mundo, vai disponibilizar máscaras faciais e verificações de temperatura para trabalhadores em todos os seus depósitos nos EUA e na Europa a partir da próxima semana. (Por Jeffrey Dastin em São Francisco, e Krystal Hu e Carl O'Donnell em Nova York) Veja Mais

Programa para financiar salários de pequenas e médias empresas é criado e aguarda regulamentação

G1 Economia Criação foi confirmada com a publicação de Medida Provisória no 'Diário Oficial da União'. Bancos só poderão conceder a linha de crédito após Conselho Monetário fixar normas. O governo federal publicou no “Diário Oficial da União” (DOU) a medida provisória (MP) que cria um programa para financiar a folha de pagamento de pequenas e médias empresas por dois meses em razão da crise provocada pelo novo coronavírus (Covid-19). A MP que cria o “Programa Emergencial de Suporte a Empregos” foi publicada em edição extra do “Diário Oficial” com data de sexta-feira (3), uma semana após o anúncio da linha de crédito emergencial. Na mesma edição do “Diário Oficial”, o governo publicou outra medida provisória que destina R$ 34 bilhões para essas operações de crédito. As MPs têm valor de lei após as publicação, porém exigem a aprovação do Congresso Nacional. A publicação da MP era necessária para oficializar o programa, que integra o pacote de ações do governo para tentar atenuar os impactos da pandemia na economia. A linha de crédito anunciada pelo governo beneficiará empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões, com o limite de dois salários mínimos por trabalhador. O governo responderá por 85% do dinheiro das operações, com outros 15% de recursos dos bancos que atuarem no programa. O governo informou que a linha de crédito terá, ao todo, R$ 40 bilhões. O programa foi detalhado em uma entrevista na sexta-feira (3) no Palácio do Planalto. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, após a publicação da MP, o início das operações ainda exigirá uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). Guaranys afirmou que pode haver uma reunião extraordinária do conselho neste fim de semana para alinhar a regulamentação necessária. Publicadas as normas, afirmou o secretário, os bancos já podem começar a implementar o programa. Condições do programa O que prevê o programa de financiamento da folha: podem participar empresas com faturamento de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano; o empréstimo financiará até dois salários mínimos por dois meses. As empresas serão responsáveis por complementar o salário de quem recebe mais de dois salários mínimos; o dinheiro será depositado diretamente na conta do trabalhar; a empresa que fizer o financiamento não poderá demitir o funcionário sem justa causa durante os dois meses da medida e por dois meses após o fim do programa. os juros serão de 3,75% ao ano, com seis meses de carência e prazo de 36 meses de pagamento. Orçamento impositivo A mesma edição extra do "Diário Oficial" publicou a sanção do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que adapta regras do chamado Orçamento impositivo à crise do coronavírus. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional na última quinta-feira (2). A expressão "orçamento impositivo" se refere à parte do Orçamento-geral da União definida pelos parlamentares e que é de execução obrigatória por parte do governo federal. Ou seja, o governo é obrigado a liberar os recursos para as emendas que, geralmente, destinam dinheiro para obras e ações nos redutos eleitorais dos congressistas. Entre outros pontos, o projeto sancionado estabelece a revisão das projeções de resultado primário para os Estados, o Distrito Federal e os municípios de zero para um déficit de R$ 30,8 bilhões. O projeto de lei também aumenta a estimativa do déficit primário do setor público consolidado, que engloba o governo federal, estados, municípios e empresas estatais, de R$ 127,9 bilhões para R$ 158,7 bilhões. Os congressistas aprovarama ainda a inclusão na lei de um dispositivo que dispensa, durante o período de calamidade pública, a apresentação de compensações a projetos e emendas que impliquem aumento de despesas. Conselho de Solidariedade O governo ainda publicou um decreto assinado por Bolsonaro que cria o “Conselho de Solidariedade para Combate à Covid-19 e aos seus Efeitos Sociais e Econômicos”, vinculado à Casa Civil. O conselho tem como objetivo orientar ações financiadas por meio de doações destinadas ao enfrentamento ao novo coronavírus. O colegiado é composto por representantes de ministérios, como Casa Civil, Justiça, Economia, Cidadania, Defesa e Saúde. Veja Mais

MEI: Veja como ter acesso ao crédito de R$ 21 mil oferecido pela Caixa

R7 - Economia Com a pandemia do novo coronavírus, a Caixa Econômica Federal decidiu liberar empréstimo para o microempreendedor e pequenos empreendedores maiores de 18 anos. O crédito será oferecido para empresas que tiverem o faturamento de no máximo R$ 200 mil por ano. Microempreendedor terá até R$ 21 mil de empréstimo oferecido pela Caixa O valor do [...] O post MEI: Veja como ter acesso ao crédito de R$ 21 mil oferecido pela Caixa apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Covid-19: INSS vai liberar auxílio-doença e BPC sem perícia médica?

R7 - Economia Para evitar a disseminação do Covid-19, o INSS decidiu suspender o atendimento presencial em suas agências. Isso quer dizer que aquelas pessoas que estão esperando por auxílio-doença ou Benefício de Prestação Continuada (BPC), poderão ter acesso aos seu direitos sem comparecerem ao Instituto. Mas será que, durante o período, o beneficiário ficará sem perícia médica? Ela está realmente suspensa? Em tempos de quarentena, [...] O post Covid-19: INSS vai liberar auxílio-doença e BPC sem perícia médica? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

PIS/Pasep: Trabalhador saiba como receber até R$ 3 mil de retroativo

R7 - Economia O governo aponta que cerca de 11 milhões de pessoas ainda não sacaram os recursos das cotas do fundo PIS/Pasep. Mesmo não havendo data limite para o saque, quase R$ 22 bilhões ainda estão nas contas. O pagamento das cotas é destinado para trabalhadores com registro em carteira entre os anos de 1971 e 1988, e que ainda [...] O post PIS/Pasep: Trabalhador saiba como receber até R$ 3 mil de retroativo apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Jaboatão faz seleção simplificada com 25 vagas para médicos e salários de até R$ 10,9 mil

G1 Economia Interessados tem até segunda (6) para enviar currículo e documentação. Contratação é devido à pandemia do novo coronavírus. Médicos selecionados vão atuar em unidades de saúde básica de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife Reprodução/Google Street View A Secretaria de Saúde de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, abriu uma seleção simplificada para contratar temporariamente 25 médicos, devido à situação de emergência decorrente da pandemia do novo coronavírus. Os salários são de até R$ 10.904,42 e as inscrições devem ser feitas até a segunda-feira (6). Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Coronavírus: confira perguntas e respostas Saiba como estão os serviços no estado Do total de vagas, 16 são para médicos de Estratégia Saúde da Família, cinco médicos clínicos e quatro médicos pediatras. A exigência e a remunerações para cada cargo estão disponíveis no edital, publicado no Diário Oficial do município. Os contratos tem duração de até 12 meses, "observada à época a manutenção dos requisitos da condição de excepcional interesse público que a fundamente", segundo a prefeitura. A seleção é feita através de etapa única de análise curricular. No ato de inscrição, os candidatos devem anexar o formulário de inscrição, documentação pessoal e os certificados profissionais para comprovar a capacitação para exercer os cargos. Os detalhes dos documentos, que devem ser encaminhados por e-mail, estão no edital. O resultado final da seleção está previsto para o dia 14 de abril, com divulgação no Diário Oficial do município e pelo site da prefeitura. Coronavírus em Pernambuco Veja evolução dos casos do novo coronavírus em PE; estado tem 136 confirmações e 10 mortes Até a sexta-feira (3), Pernambuco registrou 136 casos confirmados da Covid-19, sendo um deles o de um bebê de apenas um mês de idade. Este foi o maior aumento do número de confirmações em 24 horas desde o dia 12 de março, quando o estado começou a registrar casos confirmados do novo coronavírus. Também foi contabilizada mais uma morte por Covid-19, subindo para dez o número de óbito (veja vídeo acima). Recife é o município pernambucano com mais casos, totalizando 97 confirmações. A cidade vizinha, Jaboatão, contava com oito pacientes com Covid-19 até a sexta. Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja Mais

Coronavírus: Câmara aprova, em 1º turno, texto-base da PEC que cria 'orçamento de guerra'

G1 Economia Proposta cria orçamento separado para destinar recursos exclusivamente ao combate ao coronavírus. Texto precisa ser aprovado em segundo turno antes de seguir para o Senado. Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em sessão de votação do 'orçamento de guerra' Cleia Viana/Câmara dos Deputados A Câmara dos Deputados aprovou nesta sexta-feira (3), em primeiro turno, o texto principal da proposta de emenda à Constituição que cria um orçamento paralelo, chamado de "orçamento de guerra", para destinar recursos exclusivos às medidas de combate ao coronavírus. Até a publicação desta reportagem, os deputados ainda votavam um destaque à proposta – ou seja, um ponto em que houve pedido para análise em separado. A sessão de votação foi remota para evitar a aglomeração em plenário. Apenas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e alguns deputados compareceram ao plenário. A maior parte participou via videoconferência, e registrou o voto usando um aplicativo eletrônico. Dos 507 votos, 505 foram favoráveis à PEC, e dois, contrários. A matéria terá de ser votada em segundo turno antes de seguir para o Senado. O rito tradicional prevê que haja sessões de intervalo entre os turnos mas, se houver acordo, a votação pode ocorrer ainda nesta sexta. Quando chegar ao Senado, o texto também precisará ser votado e aprovado em dois turnos. A PEC não vai à sanção do presidente, e é promulgada pelo próprio Congresso. Sem amarras fiscais Câmara vota hoje PEC do chamado "Orçamento de Guerra" O objetivo é segregar do Orçamento-Geral da União os gastos emergenciais que serão feitos para enfrentar a doença e, assim, não gerar impacto de aumento de despesa em um momento de desaceleração da economia do país. O “orçamento de guerra” vai vigorar durante o estado de calamidade pública, que já foi aprovado pelo Congresso e tem validade prevista até o dia 31 de dezembro deste ano. O texto permite que o governo gaste os recursos sem as amarras aplicadas ao orçamento regular, como a regra de ouro – que está na Constituição e proíbe o governo de contrair dívidas para pagar despesas correntes, como salários. Essa regra, assim como as restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal, não será aplicada ao orçamento de guerra. Sem esses gatilhos de austeridade, o governo consegue prever gastos maiores e mais rápidos para responder às demandas do sistema de saúde. O Palácio do Planalto chegou a alegar que dependia da aprovação da PEC para fazer o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais. O argumento do governo era de que, sem garantia constitucional, abriria margem para questionamentos judiciais. A avaliação mudou, e o auxílio foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quinta (2), junto com uma medida provisória abrindo crédito para os R$ 98 bilhões necessários para os três meses de auxílio. Conselho A PEC aprovada também prevê a criação de um um “Comitê de Gestão da Crise”, que terá a responsabilidade de contratar pessoal, obras, compras e ações. O colegiado será presidido pelo presidente da República e integrado por: ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Saúde, da Economia, da Cidadania, da Infraestrutura, da Agricultura e Abastecimento, da Justiça e Segurança Pública da Controladoria-Geral da União e da Casa Civil; dois secretários estaduais de Saúde, dois de Fazenda e dois da Assistência Social, escolhidos por conselhos nacionais e sem direito a voto; dois secretários municipais de Saúde, dois de Fazenda e dois da Assistência social, escolhidos por representantes de entidades dos setor e sem direito a voto. Ao longo das discussões entre os partidos para construir a proposta, a composição do colegiado foi um dos pontos mais alterados. Em uma das primeiras minutas, o colegiado seria presidido pelo ministro da Saúde e não teria a participação do presidente da República. Na versão final, ficaram de fora o ministro da Secretaria de Governo e representantes da Câmara, do Senado, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Além disso, o relator permitiu que o presidente altere os ministérios que compõem o conselho – sem poder, no entanto, aumentar ou diminuir a quantidade de membros. Poder ao Congresso A PEC dá ainda ao Congresso Nacional o poder de suspender qualquer decisão do Comitê de Gestão da Crise ou do Banco Central "em caso de irregularidade ou de extrapolação aos limites". O governo queria a retirada desse ponto, mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deixou claro que os deputados faziam questão desse trecho. Segundo parlamentares ouvidos pelo G1, o objetivo é suspender medidas que possam ser tomadas na contramão das recomendações de autoridades sanitárias, como a Organização Mundial de Saúde (OMS). Veja mais pontos da proposta: Medidas provisórias A PEC diz que o Congresso Nacional terá 15 dias úteis para se manifestar sobre as medidas provisórias editadas pelo governo para liberar créditos extraordinários. Banco Central A PEC autoriza o Banco Central a comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, nos mercados secundários local e internacional, e direito creditório e títulos privados de crédito em mercados secundários. O montante de cada operação deverá ser autorizado pelo Ministério da Economia e informado ao Congresso, sendo que será exigido aporte de capital de pelo menos 25% pelo Tesouro Nacional. Além disso, o presidente do BC terá de prestar contas ao Parlamento a cada 45 dias das operaçõe Segundo o presidente da Câmara, a permissão para que o BC compre títulos diretamente, sem passar pelo sistema bancária, irá garantir capital de giro às empresas. Críticos a esse ponto argumentam, porém, que a PEC abre brecha para a compra de "créditos podres", que são dívidas que já estão há bastante tempo vencidas e, portanto, de difícil recuperação. Ações no STJ Ressalvada a competência originária do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior do Trabalho, do Tribunal Superior Eleitoral e do Superior Tribunal Militar, todas as ações judiciais contra decisões do Comitê de Gestão da Crise serão da competência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Fiscalização Os atos da gestão do Comitê de Gestão da Crise serão fiscalizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Transparência As atas, decisões e documentos examinados e produzidos pelo comitê devem ser divulgados nos portais de transparência do Poder Executivo e do Poder Legislativo e no do Tribunal de Contas da União. O sigilo dessas informações está proibido “sob qualquer argumento”. Initial plugin text Veja Mais

Comportamento do consumidor pós-crise é incógnita para empresários

Comportamento do consumidor pós-crise é incógnita para empresários

R7 - Economia Apetite por aquisições de novos produtos ainda é incerto para varejistas DENNY CESARE/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO O comportamento do consumidor e o apetite por aquisições de novos produtos após a pandemia do coronavírus ainda é incerto para empresários varejistas, apontaram executivos do setor em webinar realizado pelo banco BTG Pactual na tarde deste domingo (5). "Como e quanto o consumidor vai querer comprar ainda é uma incógnita. A disposição do cliente em gastar e tomar crédito após esta crise é bastante questionável", disse o CEO das Lojas Quero-Quero, Peter Furukawa. Veja também Bolsonaro devolve a Guedes poder para definir ações do orçamento Tereza Cristina diz já discutir Plano Safra com Ministério da Economia O executivo destacou que a empresa conta com a vantagem de estar inserida em cidades interioranas, de economia agrícola e com maior parte da população aposentada ou do funcionalismo público e, por isso, avalia que a rede "pode sofre menos" após o surto da doença. "No entanto, dada a magnitude deste problema, acho que o consumidor vai estar bastante relutante em gastar. A certeza que temos é de que o consumidor sairá endividado dessa crise, mas ainda não sabemos o quanto ele estará relutante em tomar crédito e comprar a prazo", acrescentou. Já o setor de produtos para animais de estimação deve passar pela crise com maior resiliência, na análise do CEO da Petz, Diogo Bassi, "Quase 80% do nosso faturamento se encaixa em necessidades básicas. Diferente da alimentação humana, que tem vários substitutos, nós temos uma média de quatro itens por cupom de venda. Então, é difícil e demora para o consumidor trocar por item de menor valor agregado", afirmou Bassi. Também na videoconferência, o CEO do Grupo Positivo, Hélio Rotenberg, relatou ter observado aquecimento nas vendas de computadores na iminência das medidas de isolamento social. "Na necessidade de migrar para o home office, as pessoas se equiparam com investimento pesado, o que nos deu fôlego de caixa. Esse tipo de cliente, de computador e smartphone de cerca de R$ 2 mil, vai continuar com suas compras, talvez com menos adicionais", pontuou Rotenberg. O executivo disse considerar que o consumidor de classe C, que costuma comprar os produtos de entrada da marca em lojas físicas tende a ser o mais prejudicado no retorno da crise pelo achatamento do poder aquisitivo. Contudo, ele ponderou que a viabilização de parcelas longas e juros baixos para essa categoria podem compensar o possível aumento de preços e queda de poder de compra. "Nossa maior preocupação é o tamanho da crise, é em saber realmente quanto o poder aquisitivo vai cair, porque se cair teremos uma crise tremenda de demanda e não sabemos até quando se estende", completou CEO da Positivo. O Grupo estima queda de cerca de 20% na demanda do setor. Veja Mais

Empresários relatam juros mais altos e restrições em financiamento com a crise

R7 - Economia Empresas de vários setores já sentem a deterioração das linhas de crédito, com alta de juros, reduções de prazos e limites de empréstimos no mercado em razão dos impactos da crise do coronavírus sobre a economia brasileira. "O mercado subiu bastante o preço, e alguns bancos pararam de liberar caixa", afirmou há pouco Peter Furukawa, presidente da Quero Quero, maior varejista do Rio Grande do Sul. O executivo mencionou que antes da crise era possível captar recursos a uma taxa de CDI + 0,9% ao ano, enquanto, hoje, essas mesmas linhas subiram para CDI + 3,5% ao ano. Algumas semanas atrás, a direção da Quero Quero estava em road show apresentando a empresa a investidores internacionais, preparando-se para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) neste ano. Mas o processo foi interrompido pela crise. O mesmo ocorreu com a Petz, que atua no setor de produtos e cuidados para animais de estimação, e também mantinha conversas preliminares com investidores para um IPO até a crise estourar, mas teve que postergar os planos. O diretor financeiro da companhia, Diogo Bassi, comentou que a empresa agilizou a captação de recursos por outros instrumentos do mercado financeiro. No início do ano, era fácil obter financiamento com carência para início da amortização, mas esse prazo foi reduzido, contou. "Nós já tínhamos o caixa alto, mas buscamos aumentar. E isso está ligado também aos fornecedores", explicou, referindo-se à necessidade de dar prioridade a pagamentos a parceiros comerciais de pequeno e médio portes, que têm menos fôlego financeiro. Já com fornecedores de maior porte, a ordem é renegociar pagamentos. O presidente da fabricante de notebooks, computadores e eletrônicos Positivo, Hélio Rotenberg, comentou que teve "sorte" ao conseguir realizar a sua emissão secundária de ações (follow on) antes de a pandemia de coronavírus ganhar corpo. "Queremos preservar o máximo de caixa. Temos que endurecer sem perder a ternura", afirmou, concordando sobre a necessidade de renegociar pagamentos a fornecedores. "Para os pequenos, temos sido mais generosos, negociando com os grandes." Os executivos participam nesta tarde de uma Live organizada pelo BTG Pactual. Veja Mais

Opep deve discutir quadro no mercado de petróleo com outros produtores na 5ªfeira

R7 - Economia A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), liderada na prática pela Arábia Saudita, terá uma reunião virtual nesta quinta-feira com outras nações produtoras da commodity, entre elas Canadá e Rússia, para negociar uma trégua entre Riad e Moscou na disputa por fatia de mercado que provocou forte queda nos preços ao longo do último mês. A Opep e outras nações, como a Rússia, formam o grupo chamado Opep+. Este conjunto de nações deveria retomar suas negociações nesta segunda-feira para avaliar um corte coletivo na produção que poderia ser de até 10 milhões de barris por dia (bpd), no momento em que a pandemia continua a prejudicar muito a demanda. A Opep esperava que produtores dos EUA se unissem à conversa, mas o encontro virtual foi adiado por quatro dias após Riad e Moscou trocarem farpas e os EUA não sinalizarem cortes em sua produção. A Arábia Saudita atrasou a determinação do preço de seu petróleo para entrega em maio, enquanto espera o resultado das conversas. A medida representa uma trégua em uma guerra por preços que contribuiu para uma queda de 70% na cotação do barril desde o início de março, após a Arábia Saudita e a Rússia não chegarem a um acordo sobre como responder à pandemia global de coronavírus. O atraso na decisão é um ato de boa fé do reino em busca de um acordo, mas também uma ameaça de que Riad poderia retomar a disputa se o diálogo fracassar, disseram delegados da Opep. Sauditas e russos têm dito em privado que não devem cortar sua produção de petróleo, a menos que produtores norte-americanos se unam ao esforço. O Canadá já sinalizou que pretende participar da teleconferência nesta semana. Os EUA enviam mensagens dúbias. No fim do sábado, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou determinar impostos sobre a importação de petróleo para proteger a indústria local. Antes da ameaça, Trump havia encorajado outras nações a coordenar cortes na produção. Em separado, reguladores do setor no Texas debaterão se impõem limites aos produtores do Estado americano, mas eles não devem decidir isso até o dia 14 de abril, cinco dias depois, portanto, da reunião virtual da Opep. Fonte: Dow Jones Newswires. Veja Mais

Tereza Cristina diz já discutir Plano Safra com Ministério da Economia

Tereza Cristina diz já discutir Plano Safra com Ministério da Economia

R7 - Economia 'Estamos tentando antecipar Plano Safra para dar um horizonte ao produtor', disse Tereza Adriano Machado/ Reuters A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que está discutindo a antecipação do Plano Safra com o Ministério da Economia, em virtude do possível cenário de restrição de crédito pelos bancos privados devido à pandemia do coronavírus. "Estamos tentando antecipar o Plano Safra para dar um horizonte ao produtor que precisa tomar crédito. Embora sabemos que o Plano garante apenas 40% dos recursos necessários para financiamento da safra", afirmou Tereza Cristina há pouco, em um webinar transmitido pela plataforma AgroSaber. Veja também Como funciona a terapia com plasma autorizada pela Anvisa Estados e municípios devem decidir como cumprir calendário escolar Tradicionalmente, o Plano Safra - maior política de crédito governamental para financiamento do agronegócio - é divulgado no fim de maio e início de junho. O plano trata dos recursos de subsídio federal para serem utilizados no próximo ciclo agrícola (de 1º de julho do ano vigente a 30 de junho do próximo ano). Na videoconferência, Tereza Cristina foi questionada pelo ex-ministro da Agricultura e sócio da trading de grãos Amaggi, Blairo Maggi, sobre o receio de produtores quanto à restrição de crédito pelos bancos privados como medida de cautela em meio à pandemia do coronavírus. Ela disse que o Ministério da Agricultura está conversando com o Banco Central sobre a oferta de crédito e a garantia da normalidade das operações das instituições financeiras privadas. "Converso constantemente com presidente do BC, Roberto Campos Neto sobre isso. É a nossa maior preocupação no momento. Entendemos o temor de bancos com pandemia, mas precisamos garantir o financiamento do setor agrícola", disse a ministra. Ela acrescentou que o financiamento da próxima safra 2020/21 será fundamental pois o País terá oportunidade de entrar na rota de fornecimento de alimentos para vários países, já que outros importantes produtores devem ter dificuldade de produção em função da crise. "É uma excelente oportunidade para o setor", acrescentou. Veja Mais

Chuvas animam produtores do sertão de Pernambuco

G1 Economia Chuva ajudou a recuperar o volume dos 81 reservatórios do estado, que operavam com 10% de sua capacidade em janeiro, e agora trabalham com 36% Chuvas animam produtores do sertão de Pernambuco Começou a temporada de chuvas no sertão nordestino. Em Pernambuco, apesar de alguns estragos, o aguaceiro trouxe esperança para os agricultores. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A chuva ajudou a recuperar o volume dos 81 reservatórios do estado, que operavam com 10% de sua capacidade em janeiro, e agora trabalham com 36% e 9 barragens atingiram a cota máxima. Em março choveu 42% acima da média esperada para todo o semiárido. e essa realidade mostra um outro lado: o do agricultor que plantou em tempo e espera colher com fartura. Em Caruaru, no agreste pernambucano, os agricultores estão felizes da vida. "Muita alegria, muita coragem para trabalhar, vamos esperar chuva, que é para gente plantar milho, feijão, que é para colher maduro, se Deus quiser”, diz o agricultor Manoel José da Silva. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Rota de saída do agronegócio, portos aumentam o monitoramento para evitar o coronavírus

G1 Economia Acompanhamento médico e limpeza são algumas das atitudes tomadas para evitar paralisações no trabalho de um serviço essencial do país. Rota de saída do agronegócio, portos aumentam o monitoramento para evitar o coronavírus A pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil no auge do escoamento da safra recorde de grãos, onde boa parte segue para exportação. Assista a todos os vídeos do Globo Rural No porto de Paranaguá, no Paraná, uma das principais portas de saída da soja brasileira, todo o cuidado é pouco para evitar a Covid-19. E para não prejudicar a movimentação no porto, em um período tão importante, foi preciso tomar algumas medidas. Além dos banheiros químicos higienizados frequentemente, foram montadas tendas com médicos e enfermeiros, que fazem uma triagem. Os cuidados já começam no pátio. cada caminhoneiro que chega passa por uma avaliação de saúde, algo que era inédito. “O atendimento médico é exatamente para a identificação de pacientes suspeitos de infecção. E daí tomar as devidas condutas, como encaminhamento de quem está com suspeita”, explica o médico Angelo Bortolli. Monitoramento dos navios Nos navios, os cuidados também aumentaram. Agora, quem entra na embarcação precisa usar a máscara e preencher um formulário médico. O diretor da associação que representa os terminais do porto diz que em tempos de crise é preciso se reinventar. Afinal, se a agricultura brasileira não para, o porto também não pode parar. Exportações Os produtos agrícolas representam 91% noventa e um por cento de tudo que é exportado no porto de Paranaguá, com destaque para a soja. Atualmente, a soja que sai de lá vai para 13 países, e o principal destino é a China. Com a safra recorde no país, o movimento de caminhões aumentou quase 60% por cento, em relação ao mesmo período do ano passado. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 05/04/2020

G1 Economia Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Coronavírus: Equipe do PEGN conta a rotina de trabalhar em casa CONSULTORA ROBERTA VASCONCELOS ESPECIALISTA EM TRABALHO REMOTO BEER OR COFFEE www.beerorcoffee.com Veja a reportagem: Pequenos empresários ajudam na montagem de hospitais de campanha Agência Rodeio Telefone: (19) 98325-0000 Hospital Campanha de Guarulhos Av. Odair Santaneli, 101 - Parque Cecap Guarulhos/SP - CEP: 07190-050 Instituto Medizin de Saúde Rod SP 332, S/N - Km 152 SLJ Sala 3 Jardim Blumenau Artur Nogueira/SP - CEP:13160-000 Telefone: (11) 5566-4454 Veja a reportagem: Saiba como organizar as finanças da empresa durante a crise do novo coronavírus Sinapse Finance Rua Paes Leme, 136 - Pinheiros São Paulo / SP - CEP: 05424-010 Telefone: (11) 94599-8767 www.sinapse.finance FONELAND Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1827 Shopping Vitrine - Jardim Paulistano São Paulo/SP - CEP 01452-001 Telefone/WhatsApp: (11) 99614-8914 www.foneland.com.br Instagram: www.instagram.com/foneland_fones Email: contato@foneland.com.br Veja a reportagem: Pequenos empresários precisam se reinventar para superar crise Desenvolve SP - O Banco do Empreendedor Rua da Consolação, 371 – República São Paulo/ SP CEP - 01301-000 Telefone: (11) 3123-0464 E-mail: atendimento@desenvolvesp.com.br www.desenvolvesp.com.br Fanpage: www.facebook.com/agenciadesenvolvesp FGVcenn - Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios https://eaesp.fgv.br/centros/centro-empreendedorismo-e-negocios-fgv-eaesp Fanpage: https://www.facebook.com/FGVcenn/ Chocolat du Jour Telefone / WhatsApp: (11) 3168-2720 Instagram: @chocolatdujour Facebook: www.facebook/chocolatdujour Email:atendimento@chocolatdujour.com.br Veja a reportagem: Casal de empresários se adaptam para vender ovos de Páscoa em meio à crise FELICIDADE É BRIGADEIRO Whatsapp: (11) 98463-3684 Facebook: @bikefelicidadeebrigadeiro Instagram: @bikefelicidadeebrigadeiro Veja a reportagem: Com shoppings fechados, lojistas negociam para manter os negócios ALSHOP - Associação Brasileira de Lojistas de Shopping Telefone: (11) 4871-3960 E-mail: contato@alshop.com.br www.alshop.com.br ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers Telefone: (11) 3506-8300 www.abrasce.com.br ABF - Associação Brasileira de Franchising Avenida das Nações Unidas, 10.989 - 9º andar Conj. 92 - Vila Olímpia São Paulo - SP / CEP: 05425-070 Telefone: (11) 3020-8800 E-mail: relacionamento@abf.com.br www.abf.com.br Facebook: @abfoficial Instagram: @abfoficial SLICE CREAM Facebook: @slicecreamoficial Instagram: @slicecream_oficial www.slicecream.com.br Veja Mais

Pequenos empresários ajudam na montagem de hospitais de campanha

G1 Economia Empresário do setor de eventos atua na montagem de hospital de campanha de Guarulhos e evita falência. Pequenos empresários ajudam na montagem de hospitais de campanha Tem empreendedor descobrindo maneiras de ajudar a saúde pública, ao mesmo tempo que evita a própria falência durante a pandemia do novo coronavírus. Cláudio Ribeiro é dono de uma empresa que monta estruturas para eventos. Como não tem eventos para fazer, ele está montando hospitais de campanha, como o de Guarulhos, na Grande São Paulo. “Fizemos umas adaptações. Eu atuo no segmento de rodeios. Isso é uma estrutura para rodeios. A gente montou a estrutura sobre o espaço que a gente tinha. Eles me deram uma planta na mão, aí eu saí na luta e consegui com os meus parceiros montar o hospital pra eles aqui”, explica. Para ajudar, o empresário fechou negócio com dez empresas. Elas levaram 220 funcionários e juntos fizeram a montagem. O hospital de campanha de Guarulhos ficou pronto em menos de cinco dias. O objetivo é aumentar as vagas hospitalares. O centro de combate ao coronavírus abriu as portas dia 27 de março. Só nos dois primeiros dias de funcionamento foram feitos 700 atendimentos – dez testaram positivo. No total, são 71 leitos. A equipe médica foi contratada pela prefeitura de Guarulhos. É idêntico a um hospital. Eu montei quatro blocos: o drive-thru, que é o atendimento no carro, o atendimento de pedestre, a área vermelha e uma UTI. E tem mais uma sala de espera”, conta Cláudio. A montagem da estrutura salvou a empresa do Cláudio: “A hora em que a gente recebeu a notícia foi um choque. Eu já estava até pensando em fechar o meu CNPJ”. Agência Rodeio Telefone: (19) 98325-0000 Hospital Campanha de Guarulhos Av. Odair Santaneli, 101 - Parque Cecap Guarulhos/SP - CEP: 07190-050 Instituto Medizin de Saúde Rod SP 332, S/N - Km 152 SLJ Sala 3 Jardim Blumenau Artur Nogueira/SP - CEP:13160-000 Telefone: (11) 5566-4454 Veja Mais

"Estamos sem trabalho e sem dinheiro", diz catador de recicláveis

R7 - Economia Catador Nilson José dos Santos Arquivo Pessoal Nilson José dos Santos tem 52 anos e desde os 12 anos de idade trabalha nos lixões do Rio de Janeiro. Catador de material reciclável, Nilson se sente impotente diante do momento atual de isolamento social em função do novo coronavírus. “Toda a cadeia de material reciclável parou, nossa situação é a mesma de tantos trabalhadores informais no Brasil: estamos sem trabalho e sem dinheiro”. As cooperativas de catadores foram orientadas a parar as atividades, mas muitos ainda continuam. Mesmo assim, aqueles que estão trabalhando não tem para onde vender, as indústrias estão fechadas. Leia mais: OMS: É preciso pôr dinheiro na mão de mais pobres para vencer covid-19 “A situação é desesperadora para todos nós, estamos como o povo que percorreu o deserto por anos, só clamamos a Deus por um milagre”, diz. Para enfrentar esse momento, a comunidade se uniu, como relata Nilson. “Nós somos pobres, acostumados com a guerra do dia a dia, e tudo o temos repartimos, se eu recebi uma cesta e tenho dez quilos de arroz, entrego metade para quem não tem.” “Toda a ajuda é benvinda, sem dúvida, mas não quero ganhar cestas, eu quero é trabalhar, é muito triste olhar para essa situação e não poder fazer nada, me sinto inútil", desabafa. Leia mais: Tire as suas dúvidas sobre o novo coronavírus Júlio César dos Santos Costa, de São Paulo, também sente a situação no bolso. Ele recolhe embalagens de papelão em comércios para revender para a indústria. Mesmo utilizando carro próprio e tendo ajudantes, Júlio não sabe como vai organizar as contas nos próximos meses. “Estou trabalhando três vezes por semana porque os mercados e mercearias ainda estão funcionando”, explica Júlio. “Recebo o suficiente para a alimentação, mas algumas contas vão ficar para trás.” Além da dificuldade de revender o material, como poucas indústrias estão funcionando, o preço do material tem caído. Leia mais: Governo mobilizou R$ 750 bilhões contra coronavírus, diz Guedes Outra dificuldade enfrentada é o medo do contágio pelo coronavírus. “Usamos luva de borracha, lavo as mãos com frequência e uso álcool em gel, depois do trabalho, lavo as luvas com cloro.” Catadores de material reciclável estão sem recursos Visões da Terra/Divulgação Como uma forma de ajudar esses trabalhadores, o governo federal aprovou um auxílio de R$ 600 para os informais durante esse período de quarentena. Em São Paulo, o prefeito Bruno Covas (PSDB) afirmou que 2.300 famílias de catadores de material reciclável receberão recursos mensais da prefeitura totalizando a monta de R$ 5,7 milhões. Enquanto essas medidas não se concretizam, a solidariedade entra em cena. Luciana Lopes é geógrafa e atua há 20 anos no desenvolvimento de programas de reciclagem com a inclusão socioambiental dos catadores de materiais recicláveis. Ela já implantou sistemas de coleta seletiva em 16 municípios brasileiros. À frente da consultoria Visões da Terra, ela organiza uma vaquinha virtual para arrecadar dinheiro auxiliar ao menos 352 famílias de catadores de material reciclável. Luciana e a distribuição da ajuda aos catadores Visões da Terra/Divulgação “Percebemos que vai demorar para o poder público organizar e distribuir esses recursos, decidimos, então, garantir um valor mínimo para que essas pessoas possam viver”, diz Luciana. Cada catador recebe R$ 100. “Optamos por distribuir dinheiro e não cesta básica, por exemplo, porque conhecemos bem as pessoas que vão receber e cada um compra aquilo que está precisando como um remédio ou leite.” “Este é um momento que as pessoas precisam olhar para fora e ajudar quem está precisando.” Veja Mais

Paulo Guedes afirma que governo "mudou eixo da economia"

Paulo Guedes afirma que governo

R7 - Economia Orçamento destinado à assistência superou verbas de ministérios Reprodução/TV Brasil O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou na tarde deste sábado (4) de uma teleconferência pelo YouTube com empresários do setor varejista de diferentes partes do país, ligados à Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas. Na abertura, o ministro assinalou o esforço que o governo está fazendo esforço para ajudar a população durante a fase de distanciamento social - medida que visa evitar maior contágio do novo coronavírus -, em especial junto a aposentados, beneficiários do programa Bolsa Família e trabalhadores informais. Veja também Bolsonaro pede apoio da Índia por insumos para hidroxicloroquina Reunião da Opep+ é adiada em meio a debate sobre petróleo O ministro da Economia lembrou que já foram anunciadas medidas para garantir a manutenção de emprego e também para dar crédito às empresas. Segundo Guedes, o pacote de medidas anunciadas na última semana é maior do que o orçamento de gastos que estava previsto para todos os ministérios em 2020. A decisão assinala uma mudança na política econômica que, antes da crise provocada pelo novo coronavírus, era centrada no controle fiscal, na redução de despesas e na diminuição do déficit público. “Trocamos o eixo de atuação de reformas estruturantes para o eixo de medidas emergenciais, que confirmam nosso pacto federativo”, disse o ministro. Conforme Guedes, o país neste momento fura a onda da pandemia com medidas de proteção e isolamento social, e no momento seguinte terá de furar uma segunda onda, de natureza econômica, por causa da paralisação das atividades em diversos segmentos, e em especial no comércio. “Vamos atravessar essas ondas juntos”, disse. Mantendo um tom positivo, Paulo Guedes garantiu crédito e reforçou a necessidade de manter o fluxo de pagamentos das despesas constantes das empresas, como em serviços de abastecimento (água, luz, telefonia) e junto a fornecedores. “Não vamos interromper os fluxos de pagamentos”, pediu. Em sua visão, a interrupção atrapalharia a produção econômica. “Temos que manter respirando e oxigenada a economia brasileira. Podemos renegociar tudo, mas não podemos desorganizar a rede de pagamento.” Paulo Guedes pediu união e apoio dos empresários. “Se do ponto de vista da saúde precisamos do isolamento, o que é contra a nossa natureza afetiva (...), do ponto de vista de rede de produção, essa capilaridade não pode ser perdida”. Segundo ele, “um pode salvar o outro. Não podemos soltar as mãos uns dos outros”, concluiu. O Ministério da Economia se reuniu nos últimos dias com cerca de 190 associações e recebeu mais de uma centena de pedidos e sugestões para contornar a crise econômica. Veja Mais

Promotoria investiga aumento abusivo de até 70% no preço do gás em São Paulo

R7 - Economia O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) abriu investigação na sexta, 3, contra as distribuidoras de gás de cozinha Laecio de Mello ME, Consigaz e Valgás Liquigás para apurar supostos crimes contra o consumidor e a ordem econômica, entre outros. Segundo portaria assinada pelo promotor Cassio Conserino, integrantes do Procon e da Agência Nacional do estiveram nas empresas e identificaram a "prática de preços abusivos de comercialização de botijão em gás, em contrariedade ao preço de mercado, com a obtenção de lucros extorsivos e também em violação clara a ordem tributária e econômica". A portaria de instauração do procedimento registra que as empresas estariam cobrando de R$ 80 até R$ 120 por botijão, deixando de observar o preço máximo de R$ 70 por unidade. Os valores representam um aumento de até 70% do preço estabelecido. O Procon de São Paulo já registrou mais de 120 denúncias online contra preços abusivos do botijão de gás apenas no período da quarentena. Segundo o diretor geral do órgão, Fernando Capez, já houve flagrantes de botijões de 13kg sendo vendidos por R$ 90 e, em casos mais extremos, a R$ 130. Segundo o Procon-SP, os fornecedores que forem flagrados realizando vendas a preços abusivos serão multados e conduzidos às delegacias de polícia para que respondam por crime contra a economia popular. Ao instaurar o procedimento investigatório, Conserino apontou que a prática dos "valores abusivos" estaria prejudicando o "corpo social e, prioritariamente, as pessoas com menor potencial aquisitivo que neste cenário de pandemia, já estão proibidas de trabalhar e agora com esse preço exorbitante não conseguem sequer cozinhar em casa". Na portaria, o promotor indica ainda que recebeu informações sobre blitz de policiais civis e do Procon identificaram distribuidoras de gás, na zona leste de São Paulo, que estariam vendendo o botijão de gás acima do preço limite, em veículos próprios, mesmo mantendo os valores tabelados em seus balcões. Tais empresas estariam omitindo as operações e ainda negando ou deixando de fornecer nota fiscal com o valor comercializado. Conserino pediu de cópias de todos os autos de infrações realizados pela ANP e pelo Procon na cidade de São Paulo, desde o chegada do coronavírus no Brasil, especialmente os exarados contra as empresas investigadas. Além disso, pediu à Delegacia Geral de Polícia informações sobre eventuais flagrantes em revendedoras e distribuidoras desde o início da crise do coronavírus. Até o fechamento deste texto, a reportagem não havia obtido o posicionamento dos citados. Veja Mais

Premiê britânico convida líderes da oposição para trabalho contra coronavírus

R7 - Economia LONDRES (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, convidou os líderes dos partidos de oposição do Reino Unido a trabalharem com ele durante esse "momento de emergência nacional", dizendo que deseja ouvir seus pontos de vistas em meio à pandemia de coronavírus.Johnson disse que convidaria todos os líderes dos partidos de oposição britânicos para uma reunião na próxima semana com o chefe médico do país e o principal consultor científico."Como líderes partidários, temos o dever de trabalhar juntos neste momento de emergência nacional", afirmou."Quero ouvir suas opiniões e atualizá-los sobre as medidas que adotamos até agora, como a rápida expansão dos testes e o apoio econômico a empresas e indivíduos em todo o país", acrescentou.O principal partido de oposição, o Partido Trabalhista, elegerá um novo líder neste sábado, com o chefe de política do Brexit, Keir Starmer, sendo o favorito para assumir um partido profundamente dividido.(Por Kate Holton) Veja Mais

Crise do coronavírus reduz consumo de carne e já paralisa 11 frigoríficos no País

R7 - Economia O impacto da crise generalizada causada pela pandemia do coronavírus também é sentido pela indústria da carne. Nesta última semana, as vendas no atacado e no varejo da carne de boi registraram queda, principalmente nos chamados "cortes nobres". Por causa da redução no consumo de carne, três plantas frigoríficas de Mato Grosso do Sul entraram em férias coletivas nesta semana. No total, já são 11 plantas frigoríficas paralisadas em todo o País. No período de 30 de março a 3 de abril, houve desvalorização do preço da arroba do boi ao produtor em 3,5%. As informações são da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que tem medido os impactos da pandemia na produção agropecuária e no mercado interno. O cenário reflete o fechamento de locais como restaurantes, bares e hotéis, dado que o consumo atual tem dependido, majoritariamente, do que é comprado pelo cliente doméstico. Outra área que tem sentido o impacto é o mercado de flores e plantas ornamentais, que teve redução drástica. Para as flores, a proibição de eventos e o fechamento de floriculturas foram são as principais causas. Alguns segmentos sentem redução de até 90% do faturamento semanal. No setor de frutas e hortaliças, o funcionamento das feiras livres contribuirá para a retomada de pequenos e médios produtores, principalmente aqueles que têm nessas feiras o principal canal de comercialização. Após duas semanas com forte alteração na demanda e preço das frutas e hortaliças, o cenário aponta para uma estabilização. A produção e comercialização de soja e milho seguem dentro da normalidade, após preocupações com as condições logísticas. Produtos congelados continuam com alta demanda. O alto preço do milho e do farelo de soja tem preocupado produtores pecuaristas. Em 2020, o milho já acumula valorização de 18,3% no mercado interno brasileiro. Se a tendência de alta dos insumos para alimentação animal for mantida, os pecuaristas devem sofrer com margens negativas e perda de competitividade. Internacional A Comissão Europeia publicou, no dia 31 de março, uma medida que permite que os Estados-membros realizem controles sobre a cadeia agroalimentar de maneira mais flexível. A medida tem como objetivo impedir a propagação da doença através da circulação das equipes que trabalham em setores de controle de mercadorias, além de facilitar a circulação de animais, plantas e alimentos para dentro da União Europeia (UE). A medida é inicialmente válida por dois meses e poderá ser revisada no decorrer do avanço das ações contra a covid-19. Na China, relatórios apontam que 88% das empresas do setor agrícola já teriam retomado suas atividades. Segundo a "National food and Strategic Reserves Administration", 97% das principais empresas nacionais de fornecimento agrícola e 63% das empresas de processamento de grãos também já teriam voltado ao trabalho. Veja Mais

Em meio à crise, deixar de recolher tributos ainda é crime? Saiba mais

R7 - Economia Os impactos econômicos da pandemia do Covid-19 lançam um enorme desafio para a iniciativa privada no Brasil. As medidas de isolamento social, destinadas a impedir a propagação da doença, têm como efeito colateral a interrupção das atividades e dos negócios, levando as entidades privadas a reduzir ou até mesmo suspender as suas operações. Dentre os [...] O post Em meio à crise, deixar de recolher tributos ainda é crime? Saiba mais apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

INSS: Como receber o auxílio doença sem perícia?

R7 - Economia É comum testemunharmos casos em que o trabalhador cumpre o seu papel, contribui para previdência social mas quando sofre por um doença incapacitante e procura assistência do INSS, tem seu pedido negado em perícia médica. No entanto, a pandemia do coronavírus e a suspensão de perícias no INSS já resulta em decisão favorável na Justiça pelo auxílio doença [...] O post INSS: Como receber o auxílio doença sem perícia? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Como mudar uma Microempresa para MEI e pagar menos impostos?

R7 - Economia Com os diversos modelos tributários empresariais que existem hoje, é possível que, em alguma época da vida de uma instituição, ela migre de um sistema para outro. Um bom exemplo disso são os gestores que precisam transformar microempresa em MEI. Esse processo, assim como tudo o que envolve assuntos fiscais, traz uma série de dúvidas e inseguranças. [...] O post Como mudar uma Microempresa para MEI e pagar menos impostos? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

DAS MEI: entenda as alterações no valor para o ano de 2020

R7 - Economia Você sabia que aconteceram alterações no DAS MEI em 2020? Pois é! Agora, a contribuição do pagamento mensal de quem é microempreendedor individual é calculada de forma diferente. Essa informação é importante para todos aqueles que estão registrados no regime tributário dos microempreendedores individuais. Afinal, o único “custo” que os MEIs têm é justamente com [...] O post DAS MEI: entenda as alterações no valor para o ano de 2020 apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Obstáculos operacionais podem dificultar entrega de auxílio

Obstáculos operacionais podem dificultar entrega de auxílio

R7 - Economia Aplicativo será disponibilizado na terça-feira (7) Tatyana Makeyeva/Reuters - 28/09/2018 Pressionado a pagar logo o auxílio emergencial aos trabalhadores informais, o governo tem pela frente desafios que vão além da localização de 15 milhões a 20 milhões de brasileiros que hoje estão completamente fora do radar dos gestores de políticas sociais. Mesmo para quem já recebe o Bolsa Família, tirar a megaoperação do papel não será simples e vai requerer planejamento e até distribuição de cédulas de dinheiro pelo País. Nos últimos dias, o governo ficou na linha de tiro com a demora do presidente Jair Bolsonaro em sancionar a lei que cria o auxílio e assinar a medida provisória que libera imediatamente os R$ 98 bilhões para os pagamentos. Especialistas têm dito que o momento é de "jogar dinheiro pela janela o mais rápido possível" e "sem medo de errar". No entanto, há obstáculos operacionais que, em experiências menos dramáticas e urgentes no passado, levaram mais de um mês para serem vencidos. O Brasil tem um grande ativo, que é o Cadastro Único, uma ampla base de dados criada em 2001 e que concentra beneficiários de mais de 20 políticas sociais no País. São 74,4 milhões de brasileiros registrados no CadÚnico - o terço mais pobre da população. O banco de informações agora será um apoio estratégico na hora de fazer chegar o dinheiro às famílias mais vulneráveis. O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) estima que quase 82% do público do auxílio emergencial está no cadastro. Mesmo assim, há gente de fora. Saiba como se proteger e tire suas dúvidas sobre o novo coronavírus Os problemas vão além do cadastro. O sociólogo Luis Henrique Paiva, ex-secretário Nacional de Renda de Cidadania e hoje pesquisador do Ipea, explica que 70% dos beneficiários do Bolsa Família não têm conta e sacam o benefício em dinheiro. O valor médio dos repasses do programa não chega a R$ 200 por família - repasse que, durante três meses, será triplicado. Com a inclusão de outros trabalhadores elegíveis ao auxílio emergencial, a folha do auxílio deve ser pelo menos cinco vezes maior que a do Bolsa Família. "É preciso reforçar a logística de distribuição de cédulas." O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse em coletiva de sexta-feira (3) que o banco vai criar poupanças digitais para transferir os recursos aos beneficiários, mas não deu detalhes. Procurado, o Banco Central informou que "entende que a quantidade de dinheiro em circulação é adequada para fazer frente aos desafios atuais e futuros" e que, desde o início da pandemia da covid-19, "atua e monitora o processo de fornecimento de cédulas e moedas na rede bancária para que não haja nenhuma interrupção". A autoridade monetária não respondeu aos questionamentos sobre eventual reforço no envio de papel-moeda às regiões. Paiva também demonstra preocupação com as cidades que não contem com canal de pagamento - o que obrigaria os cidadãos a se deslocarem para resgatar o auxílio. Em dezembro de 2018, 377 municípios brasileiros não tinham atendimento bancário (nem por meio de caixa eletrônico) no País. A Caixa costuma firmar convênios com estabelecimentos para permitir os saques, mas, segundo o pesquisador, "sempre há um resíduo de 40 ou 50 cidades" que ficam alguns meses sem canal de pagamento. A Caixa deve anunciar o calendário dos pagamentos na semana que vem. Desde já, Paiva recomenda um escalonamento - do contrário, muita gente sairá de casa num único dia, contrariando as recomendações sanitárias para evitar aglomeração. "Não pode ser no mesmo dia, se não vai ser o dia de maior número de transmissões do coronavírus", afirma. Ele disse entender que os brasileiros necessitam do dinheiro o quanto antes, mas é preciso agir com cautela. "É preciso combinar senso de urgência com senso de responsabilidade." Veja Mais

Empresa que reduzir jornada e salário também poderá financiar parte da folha, diz governo

G1 Economia Ministério informou que MP para financiamento da folha de pagamento já está pronta para ser assinada. Medida beneficia empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 10 milhões. O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, afirmou nesta sexta-feira (3) que as empresas que reduzirem a jornada e o salário dos trabalhadores também poderão aderir ao programa de financiamento da folha de salário para financiar o restante do salário dos funcionários. O governo detalhou nesta sexta a medida provisória anunciada na semana passada que abrirá uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas a fim de ajudá-las a pagar os salários de seus funcionários pelo período de dois meses em razão da crise do coronavírus. “Pode [aderir aos dois programas]. Especialmente quando ela faz uma redução de jornada com a consequente redução do salário, ela pode tranquilamente financiar o pagamento da folha, financiar a sua própria folha”, afirmou. O programa de parcelamento vai beneficiar empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões, com o limite de dois salários mínimos por trabalhador. Governo autoriza redução de jornada e salários em até 70% Segundo o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, a MP já está pronta para ser assinada pelo presidente Jair Bolsonaro. Guaranys afirmou que a medida pode ser implementada poucas horas depois de assinada pelo presidente já que só será necessária uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). “Nós podemos fazer a reunião extraordinária [do Conselho Monetário] no fim de semana, assim que nós tivermos toda a documentação pronta, para que então o programa seja regulamentado e para a implementação imediata dos bancos. Assim que for publicada a resolução [do CNM], os bancos, no começo da semana que vem, já podem implementar o programa”, afirmou o secretário em apresentação no Palácio do Planalto. Segundo o diretor de Regulação do Banco Central, Otavio Damaso, a medida terá um custo de R$ 20 bilhões por mês, dos quais 85% serão recursos do Tesouro Nacional e 15% dos bancos privados. Assim, o custo da medida para o Tesouro será de R$ 34 bilhões em dois meses. Guaranys afirmou que o principal objetivo do financiamento da folha é manter empregos. "Estamos tentando aqui fazer o máximo possível para que as empresas tenham fôlego para manter as pessoas empregadas, que os empregados não percam os seu salários e que a gente continue fazendo a economia funcionar mesmo neste momento difícil que estamos vivendo", disse. Condições do programa O que prevê o programa de financiamento da folha: podem participar empresas com faturamento de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano; o empréstimo financiará até dois salários mínimos por dois meses. As empresas serão responsáveis por complementar o salário de quem recebe mais de dois salários mínimos; o dinheiro será depositado diretamente na conta do trabalhar; a empresa que fizer o financiamento não poderá demitir o funcionário sem justa causa durante os dois meses da medida e por dois meses após o fim do programa. os juros serão de 3,75% ao ano, com seis meses de carência; o programa estará disponível até 30 de junho. Veja Mais

Comportamento do consumidor após crise ainda é incógnita para empresários

R7 - Economia O comportamento do consumidor e o apetite por aquisições de novos produtos após a pandemia do coronavírus ainda é incerto para empresários varejistas, apontaram executivos do setor em webinar realizado pelo banco BTG Pactual na tarde deste domingo. "Como e quanto o consumidor vai querer comprar ainda é uma incógnita. A disposição do cliente em gastar e tomar crédito após esta crise é bastante questionável", disse o CEO das Lojas Quero-Quero, Peter Furukawa. O executivo destacou que a empresa conta com a vantagem de estar inserida em cidades interioranas, de economia agrícola e com maior parte da população aposentada ou do funcionalismo público e, por isso, avalia que a rede "pode sofre menos" após o surto da doença. "No entanto, dada a magnitude deste problema, acho que o consumidor vai estar bastante relutante em gastar. A certeza que temos é de que o consumidor sairá endividado dessa crise, mas ainda não sabemos o quanto ele estará relutante em tomar crédito e comprar a prazo", acrescentou. Já o setor de produtos para animais de estimação deve passar pela crise com maior resiliência, na análise do CEO da Petz, Diogo Bassi, "Quase 80% do nosso faturamento se encaixa em necessidades básicas. Diferente da alimentação humana, que tem vários substitutos, nós temos uma média de quatro itens por cupom de venda. Então, é difícil e demora para o consumidor trocar por item de menor valor agregado", afirmou Bassi. Também na videoconferência, o CEO do Grupo Positivo, Hélio Rotenberg, relatou ter observado aquecimento nas vendas de computadores na iminência das medidas de isolamento social. "Na necessidade de migrar para o home office, as pessoas se equiparam com investimento pesado, o que nos deu fôlego de caixa. Esse tipo de cliente, de computador e smartphone de cerca de R$ 2 mil, vai continuar com suas compras, talvez com menos adicionais", pontuou Rotenberg. O executivo disse considerar que o consumidor de classe C, que costuma comprar os produtos de entrada da marca em lojas físicas, tende a ser o mais prejudicado no retorno da crise pelo achatamento do poder aquisitivo. Contudo, ele ponderou que a viabilização de parcelas longas e juros baixos para essa categoria podem compensar o possível aumento de preços e queda de poder de compra. "Nossa maior preocupação é o tamanho da crise, é em saber realmente quanto o poder aquisitivo vai cair, porque se cair teremos uma crise tremenda de demanda e não sabemos até quando se estende", completou CEO da Positivo. O Grupo estima queda de cerca de 20% na demanda do setor. Veja Mais

Manchester City diz que não pedirá que governo pague funcionários

R7 - Economia LONDRES (Reuters) - O Manchester City não buscará usar o projeto de licenças e retenção de empregos do governo durante a paralisação causada pela pandemia de coronavírus, informou o clube da Premier League a seus funcionários. Vários clubes, incluindo o Liverpool e o Tottenham Hotspur, foram criticados por tirar proveito do programa governamental, que paga 80% do salário dos funcionários licenciados por suas empresas devido à crise global da saúde. O City, de propriedade do Abu Dhabi United Group, do Sheikh Mansour, é o primeiro clube da Premier League a afirmar que não seguirá esse caminho. Os funcionários receberam e-mails neste fim de semana, assegurando que seus empregos seriam protegidos. "Podemos confirmar, após uma decisão do presidente (Khaldoon Al Mubarak) e do Conselho na semana passada, que o Manchester City não utilizará o programa de retenção de empregos do governo do Reino Unido", disse um porta-voz. "Continuamos determinados a proteger nosso pessoal, seus empregos e nossos negócios e, ao mesmo tempo, fazemos o possível para apoiar nossa comunidade em geral neste momento desafiador para todos". (Por Martyn Herman) Veja Mais

Chesf altera para maio assembleia para deliberar sobre incorporação da TDG

R7 - Economia A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) alterou a data da assembleia geral extraordinária (AGE) em que os acionistas vão deliberar sobre a incorporação da Sociedade de Propósito Específico (SPE) Transmissora Delmiro Gouveia S/A (TDG). A data mudou de 7 de abril para o dia 12 de maio, conforme comunicado divulgado hoje. A proposta de incorporação da subsidiária se justifica porque a Chesf passou a ser a única dona do negócio. A TDG detém subestações e linhas de transmissão nos Estados de Ceará e Maranhão. A empresa foi arrematada pela Chesf e pela Future ATP em leilão em 2009. Então a TDG apresentou um plano de mudança em seu controle societário, de modo que a Chesf tornou-se a única dona após aportes na ordem de R$ 130 milhões. Veja Mais

Arábia Saudita adia preços do petróleo de maio para depois de reunião da Opep+

R7 - Economia Por Rania El GamalDUBAI (Reuters) - A Saudi Aramco vai adiar a liberação de seu preço de venda oficial (OSP, na sigla em inglês) de maio até 10 de abril para aguardar o resultado de uma reunião entre a Opep e seus aliados sobre possíveis cortes de produção, disse neste domingo uma fonte saudita sênior familiarizada com o assunto."É uma medida que nunca foi tomada pela Aramco. Os OSPs de maio dependerão da conclusão da reunião da Opep+. Estamos fazendo o possível para torná-la bem-sucedida, incluindo a tomada de uma medida extraordinária para atrasar os OSPs", declarou a fonte da Arábia Saudita.A Saudi Aramco normalmente emite seus OSPs até o dia 5 de cada mês, estabelecendo tendência para os preços de Irã, Kuwait e Iraque e afetando mais de 12 milhões de barris de petróleo por dia com destino à Ásia.A Opep e aliados liderados pela Rússia, um grupo conhecido como Opep+, devem se reunir na quinta-feira para discutir um possível novo corte global na oferta de petróleo para encerrar uma guerra de preços entre a Arábia Saudita e a Rússia, o que levou o presidente dos EUA, Donald Trump, a intervir.A fonte saudita disse que Riad quer evitar a repetição do resultado de uma reunião de março em que as negociações sobre petróleo fracassaram devido à recusa da Rússia em cortar a produção.(Por Rania El Gamal) Veja Mais

Dinheiro do PIS vai ser antecipado: Veja se você pode receber R$1.045

R7 - Economia Está confirmado. O Governo Federal antecipou para o dia 29 de maio o saque do abono salarial do PIS/Pasep de até R$ 1.045 pago para quem trabalhou de carteira assinada no ano de 2018. Antes de o governo adiar, o prazo ia até 30 de junho. O valor pago pode chegar a até um salário mínimo (R$ [...] O post Dinheiro do PIS vai ser antecipado: Veja se você pode receber R$1.045 apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Produtores de soja comemoram colheita cheia e bons preços

G1 Economia Chuvas que atrasaram o plantio não afetou a produtividade das lavouras. Produtores de soja comemoram colheita cheia e bons preços A safra de soja deste ano será recorde e entre os agricultores de Goiás o clima é de otimismo com a atividade. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O trabalho nas lavouras do estado vai chegando ao fim. Algumas poucas áreas ainda têm soja para colher. Nesta safra foram plantados 3,54 milhões hectares do grão. Por causa do excesso de chuva em novembro do ano passado, houve atraso no início do plantio da soja em Goiás, e a colheita só está terminando agora. Mesmo assim, a produtividade foi maior. Além disso, outra boa notícia é que muitos agricultores já negociaram suas produções, aproveitando o dólar em alta. Apesar dos bons resultados no campo, a rotina de alguns produtores teve que mudar por causa do novo coronavírus, como evitar o contato social e ir à cidade. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1 Veja Mais

Com shoppings fechados, lojistas negociam para manter os negócios

G1 Economia Veja o que os lojistas estão fazendo para reduzir custos e garantir o emprego dos funcionários. Com shoppings fechados, lojistas negociam para manter os negócios Mais de três milhões de brasileiros trabalham em shopping centers. Além da manutenção dos empregos, há outra preocupação: a sobrevivência dos negócios com o fechamento das lojas. Ao todo, são 577 shoppings brasileiros com as portas fechadas. Eles abrigam mais de 110 mil lojas. Só poucos serviços essenciais estão abertos, como farmácias, supermercados e laboratórios. “Setenta por cento das lojas são de pequenos empresários, em situação difícil, corremos perigo de ter muitas fechadas”, afirma o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun. “Abertura e fechamento shopping é complexo, é um transatlântico, não é lanchinha. Nosso desejo é abrir rápido, mas com responsabilidade e ajudando o país e negócios a crescerem e não causar caos”, diz Glauco Humai, presidente da Abrasce. As duas associações não têm poder de decisão, mas vão orientar os shoppings sobre a cobrança de taxas nesse período. Uma das opções é o fundo de promoção. Os shoppings estão reduzindo ou isentando o lojista desse pagamento. As associações também sugeriram que os shoppings reduzam o valor do condomínio pago mensalmente pelos lojistas. A cobrança do aluguel foi o item mais difícil de se chegar a um consenso. A sugestão é cobrar parte do aluguel de março e negociar os demais meses. As duas associações também estão solicitando a prefeituras que reduzam o IPTU para dar mais fôlego aos negócios. ALSHOP - Associação Brasileira de Lojistas de Shopping Telefone: (11) 4871-3960 E-mail: contato@alshop.com.br www.alshop.com.br ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers Telefone: (11) 3506-8300 www.abrasce.com.br ABF - Associação Brasileira de Franchising Avenida das Nações Unidas, 10.989 - 9º andar Conj. 92 - Vila Olímpia São Paulo - SP / CEP: 05425-070 Telefone: (11) 3020-8800 E-mail: relacionamento@abf.com.br www.abf.com.br Facebook: @abfoficial Instagram: @abfoficial SLICE CREAM Facebook: @slicecreamoficial Instagram: @slicecream_oficial www.slicecream.com.br Veja Mais

Coronavírus: Equipe do PEGN conta a rotina de trabalhar em casa

G1 Economia Saiba como a equipe trabalhou nos últimos dias e confira dicas de uma especialista para potencializar o trabalho em casa. Coronavírus: Equipe do PEGN conta a rotina de trabalhar em casa O Pequenas Empresas & Grandes Negócios deste domingo (5) está diferente. Nós, como a maioria das empresas brasileiras, estamos trabalhando em casa. Tivemos que fazer quarentena porque a repórter Paula Monteiro pegou o novo coronavírus. Por isso, toda a equipe precisou entrar em uma quarentena de 14 dias e a redação passou a trabalhar no formato home office. “Pegar o novo coronavírus foi uma surpresa. Não faço parte do grupo de risco. Tenho 33 anos e pratico muito esporte. Foram 14 dias em casa sem contato com ninguém. Amigos e parentes me levaram comida até a porta do apartamento”, conta Paula. Enquanto Paula se recuperava, a equipe do programa transferiu todo trabalho cada um para sua casa. Com ajuda da tecnologia, as reuniões da equipe do PEGN durante esse período de quarentena foram feitas por videoconferência. Existem vários serviços, alguns gratuitos. O escolhido foi uma plataforma fácil e intuitiva. Uma recomendação que sempre passamos nas reportagens e constatamos na prática: trabalhar em casa exige foco. “O bom do home office é que a gente trabalha à vontade, mas o desafio é manter a concentração”, conta o repórter Marcelo Baccarini. Durante a quarentena, a Paula fez um diário e anotou os sintomas para relatar para o pessoal da vigilância, que ligou todos dias para fazer o monitoramento à distância. Passado o período de quarentena obrigatória para evitar o contágio, a equipe do PEGN voltou a trabalhar na redação, tomando as precauções recomendadas pelas autoridades. Mas os profissionais que usam transporte público continuam a trabalhar em casa. Os repórteres na rua mantém a distância dos entrevistados e os microfones são sempre higienizados. Dicas para o trabalho remoto Como uma empresa leva para casa toda gestão e operação de seu negócio? Como se preparar para essa mudança? A consultora Roberta Vasconcellos dá algumas dicas. Ela tem uma consultoria que dá suporte a empresas e autônomos trabalharem de forma remota. Com exceção de indústrias e alguns serviços, ela acredita que muitos negócios podem ser tocados de casa nesse período. Dar estrutura para os colaboradores, como computador e telefone. Criar um canal de comunicação entre todos e adotar ferramentas diferentes das já usadas para conversas pessoais. Definir horário de trabalho e horário para videoconferência. Verificar fuso horário quando a empresa tem clientes fora do Brasil. Manter uma rotina. Criar rituais como palestra e apoio psicológico. Definir colaborador para dar suporte tecnológico. Roberta tem uma plataforma que ajuda empresas a encontrarem coworkings adequados a cada tipo de negócio. É uma forma de quebrar o isolamento. Mas nesse momento, ela diz que dá pra fazer isso até estando em casa: “Tem que criar rituais na empresa para se aproximar das pessoas mesmo estando distanciadas. Se pudesse resumir trabalho remoto seria: confiança, comunicação com contexto e disciplina”. CONSULTORA ROBERTA VASCONCELOS ESPECIALISTA EM TRABALHO REMOTO BEER OR COFFEE www.beerorcoffee.com Veja Mais

Nosso Campo exibe reprises de reportagens neste domingo, 5 de abril

G1 Economia Por causa da cobertura sobre o coronavírus no interior de São Paulo, o esforço das equipes de jornalismo da TV TEM está voltado para o tema. O Nosso Campo traz neste domingo (5) um programa especial com reprises de algumas reportagens. Por causa da cobertura sobre o coronavírus no interior de São Paulo, o esforço das equipes de jornalismo da TV TEM está voltado para o tema. No programa desta semana, os telespectadores podem conferir novamente os seguintes assuntos: Análise foliar pode apontar caminho para recuperar produtividade da lavoura Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça Usina de cana-de-açúcar cria estratégia para proteger apiários Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um cuscuz de costela Assista ao programa deste domingo: Confira o 1º bloco do Nosso Campo deste domingo, 5 de abril Confira o 2º bloco do Nosso Campo deste domingo, 5 de abril Confira o 3º bloco do Nosso Campo deste domingo, 5 de abril Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo Veja Mais

Morre aos 83 anos Wilson Cano, economista da Unicamp

R7 - Economia O economista Wilson Cano, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), morreu na sexta-feira, 3, aos 83 anos. Ele era pesquisador emérito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e um dos criadores do Instituto de Economia da Unicamp. Natural da capital paulista, formou-se em economia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) em 1962. Chegou à Unicamp em 1968, conforme publicação na página da universidade. Foi diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp até 1980. Participou do processo de desmembramento do Departamento de Economia e Planejamento Econômico do restante do IFCH, dando origem em 1984 ao Instituto de Economia (IE) da Unicamp. Em 1986, Wilson Cano foi aprovado no concurso para professor titular e em 1990 participou da fundação do Centro de Estudos de Desenvolvimento Econômico (Cede), que acabou dirigindo entre 1991-1994 e 2001-2005. Aposentado em 2008, Wilson Cano continuou atuando como professor colaborador da universidade. Sua obra inclui artigos e livros sobre industrialização e subdesenvolvimento econômico brasileiro e latino-americano. Em nota, a direção do Instituto de Economia lamentou a morte do professor: "É impossível exagerar a sua importância na criação e consolidação do nosso Instituto, além de seu papel fundamental na história da Unicamp. Formador de várias gerações de pesquisadores e professores Brasil afora, o prof. Wilson é figura maior na trajetória da qual somos todos herdeiros. Combatente das melhores causas até o fim da vida, fica para todos nós seu exemplo de dedicação ao Brasil e à Universidade, sua trajetória ímpar de intelectual e homem público, e os ensinamentos de sua vasta obra e incontáveis aulas ministradas. À família e amigos, o IE manifesta os mais profundos sentimentos neste momento difícil. Recebam nosso abraço fraterno e toda nossa solidariedade." Veja Mais

Coronavírus: Guedes diz que negocia testes em massa com parceiro da Inglaterra

G1 Economia Ministro frisou que momento é de isolamento social e que testagem é pensada para o futuro; segundo ele, parceria pode render 40 milhões de testes ao mês. Guedes também disse, sem detalhar, que governo autorizou antecipação dos feriados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (4) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de "passaporte da imunidade". Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus. A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). "Hoje de manhã conversávamos com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade. Ele faz 40 milhões de teste. Ele coloca disponíveis para nós, brasileiros, 40 milhões de testes por mês", disse Guedes aos empresários. Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde). Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente não estiver contaminado pelo coronavírus poderá deixar o isolamento. Isso, segundo Guedes, seria para os "jovens". Os idosos seguiriam em casa. "Veja bem, isso não é agora. Agora, nós estamos em isolamento. Nós estamos planejando uma saída", destacou. O ministro afirmou que o país enfrentará duas "ondas": a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. "Lá na frente vem uma segunda onda, que é econômica, e nós vamos ter que furar a segunda também", completou. Guedes disse que as negociações com o "amigo" da Inglaterra estão pensando "lá na frente". "As pessoas vão sendo testadas, pode ser semanalmente, quem estiver livre continua trabalhando, os mais jovens, os idosos ficam em casa. E fazendo o teste você consegue ir girando a economia", afirmou. Feriados em 2020 Durante a videoconferência, um empresário sugeriu a Guedes que o governo antecipe os feriados para que, quando passar a crise do coronavírus, os pequenos e microempresários possam abrir mais dias e, assim, vender mais. O ministro, então, disse que a ideia era "excelente". "Essa proposta de antecipação dos feriados, trazer tudo para agora e deixar o Brasil para retomada e para a recuperação, é uma excelente sugestão. Pegar os feriados do ano inteiro e jogar para essa fase, já que estamos no isolamento. Estamos passando nossos sábados, domingos e feriados juntos, de uma vez. Até porque, quando sairmos, vamos ter vontade de sair, comprar, abraçar os amigos, ir para restaurantes, vamos precisar disso, até do ponto de vista de ressurreição espiritual", respondeu o ministro. Pouco tempo depois, ainda na videoconferência, Paulo Guedes disse que a medida já foi adotada pelo governo e que ele soube da ideia há cerca de três semanas. "Nós já autorizamos a antecipação dos feriados. Foi pedida agora, nós já tínhamos autorizado", disse o ministro aos empresários. Sem dar detalhes, Paulo Guedes acrescentou: "É com satisfação que digo que a antecipação dos feriados, que foi sugerida aqui, que eu fiquei animado, fico animado com uma boa ideia, fiquei animado com essa ideia três semanas atrás, e já foi antecipado. Então, para você ver que grande notícia. Já aconteceu." Initial plugin text Veja Mais

Saiba como organizar as finanças da empresa durante a crise do novo coronavírus

G1 Economia Planilha ajuda empresários a organizar a gestão financeira da empresa. Em meio à crise do novo coronavírus, é importante manter a saúde da empresa. Isso significa olhar com cuidado para a gestão financeira. Walter Cavalcante é fundador de uma startup que tem um serviço justamente para ajudar pequenas e médias empresas a superar esse problema. O serviço foi lançado em 2018 para apoiar empresários na gestão das finanças. A startup oferece o trabalho de um diretor financeiro, a partir de R$ 1,5 mil mensais. “O empreendedor é muito focado no produto, em vender esse produto ou serviço e acaba deixando um pouco o back office, a gestão financeira de lado”, explica Walter. Clique aqui e confira a ferramenta para ajudar empreendedores a gerir suas finanças Com a crise gerada pela Covid-19, a empresa oferece planilhas e apoio de graça para o pequeno empreendedor. Walter tem algumas dicas de ações para esse momento. O primeiro passo é planejar: sentar e organizar as contas. Isso vai ajudar no segundo passo, que é fazer uma previsão do que pode acontecer nos próximos meses. “Tem que perguntar: se essa crise durar três meses, como fica o meu caixa? E se forem seis meses? O que a gente tem feito aqui com os nossos clientes é preparar bem para os próximos seis meses”, orienta. João Pedro Montagna tem uma loja de fones de ouvido que está fechada desde o dia 20 de março. As vendas na loja representavam 60% do faturamento. Tem também a venda online, mas não representa muito e não mantem a empresa. Ele é cliente da startup e acha que estar com o caixa organizado ajuda nesse momento. “Principalmente, ser estratégico e ter os dados confiáveis da sua empresa para saber o que fazer”, afirma. Confira outras dicas importantes: Cortar gastos que não são fundamentais para a empresa. Negociar com clientes e fornecedores Negociar com a equipe, se for necessário João, por exemplo, decidiu dar férias para a funcionária e também conseguiu negociar os pagamentos com os fornecedores. “Consigo segurar mais dois meses com o que tenho em caixa”, afirma. Com a orientação da startup, o caminho de ação de João foi definido e mostrou que a venda online e a venda corporativa vão segurar nesses dois meses e ele vai focar 100% nisso. O empresário decidiu levar os últimos produtos pra casa e tocar o negócio de lá, sem a loja estar aberta. Sinapse Finance Rua Paes Leme, 136 - Pinheiros São Paulo / SP - CEP: 05424-010 Telefone: (11) 94599-8767 www.sinapse.finance FONELAND Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1827 Shopping Vitrine - Jardim Paulistano São Paulo/SP - CEP 01452-001 Telefone/WhatsApp: (11) 99614-8914 www.foneland.com.br Instagram: www.instagram.com/foneland_fones Email: contato@foneland.com.br Veja Mais

Seleção oferece 114 vagas para reforçar equipes de diagnóstico do novo coronavírus em Pernambuco

G1 Economia Inscrições podem ser feitas até a terça-feria (7), pela internet. Há vagas para níveis superior e médio no Laboratório Central (Lacen) do estado. Laboratório Central de Pernambuco (Lacen) Reprodução/TV Globo Estão abertas entre este sábado (4) e a terça-feira (7) as inscrições para uma seleção simplificada para contratar 114 profissionais de níveis médio e superior para o Laboratório Central (Lacen) de Pernambuco. As vagas foram abertas para reforçar o efetivo devido à pandemia do novo coronavírus no estado. Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Coronavírus: confira perguntas e respostas Saiba como estão os serviços no estado O Lacen é um dos responsáveis por realizar os exames que detectam a doença Covid-19, no estado. No fim de março, o governo do estado anunciou o aumento de 770 para 2.170 na capacidade de testagem. Os salários variam entre R$ 1.045 e R$ 1.770, em regime de trabalho de plantão e de diárias. As vagas são para biomédicos, farmacêuticos, bioquímicos, sanitaristas e técnicos de laboratório. As inscrições podem ser feitas pela internet. No mesmo portal, foi publicado o edital do certame. O resultado preliminar do concurso foi previsto para ser divulgado no dia 14 de abril. É possível interpor recursos até as 23h59 do dia 16. A seleção ocorre em etapa única, que consiste em avaliação curricular. É preciso comprovar toda a escolaridade e experiência declarada. No caso dos certificados e diplomas de conclusão de curso, só serão aceitos documentos emitidos por instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação. No ato da contratação, é preciso apresentar originais e cópias do RG, CPF, carteira do PIS/Pasep, título de eleitor com comprovante de votação na última eleição, quitação do serviço militar, diploma ou conclusão de graduação ou certificado de conclusão do curso na função que concorre, carteira do conselho profissional, carteira profissional, uma foto 3x4 e cartão ou contrato de abertura de conta corrente no banco Bradesco. Confira as vagas disponíveis Biomédico diarista: 29 Biomédico plantonista: 8 Farmacêutico/bioquímico diarista: 24 Farmacêutico/bioquímico plantonista: 8 Sanitarista: 10 Técnico em laboratório diarista: 19 Técnico em laboratório plantonista: 16 Coronavírus em Pernambuco Veja evolução dos casos do novo coronavírus em PE; estado tem 136 confirmações e 10 mortes Até esta sexta-feira (3), Pernambuco registrou 136 casos confirmados da Covid-19, sendo um deles o de um bebê de apenas um mês de idade. Este foi o maior aumento do número de confirmações em 24 horas desde o dia 12 de março, quando o estado começou a registrar casos confirmados do novo coronavírus. Também foi contabilizada mais uma morte por Covid-19, subindo para dez o número de óbitos (veja vídeo acima). Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja Mais

Como tratar os contratos em andamento diante da crise econômica do coronavírus?

R7 - Economia Todos fomos surpreendidos com o momento atual, mas a situação requer racionalidade, planejamento e, acima de tudo, criatividade. Será necessário ao empresário repensar o seu negócio diante da crise e, também, após ela, fazendo um mapeamento semanal e acompanhando de perto as medidas estabelecidas pelo governo para diminuir os efeitos do Covid-19 na economia. Mas [...] O post Como tratar os contratos em andamento diante da crise econômica do coronavírus? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Simples Nacional: Pagamento de ICMS e ISS é adiado por 90 dias

R7 - Economia O Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou nesta sexta-feira (3) um adiamento por três meses dos pagamentos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS (Imposto Sobre Serviços) por empresas do Simples Nacional. A prorrogação dos vencimentos dos impostos estadual e municipal vem duas semanas após o anúncio de adiamento dos pagamentos [...] O post Simples Nacional: Pagamento de ICMS e ISS é adiado por 90 dias apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

INSS: Suspensão do atendimento presencial

R7 - Economia Com certeza o Coronavírus (COVID 19) gerou um grande impacto no mundo, por aqui houve paralização geral de serviços tidos como não essenciais, o INSS por sua vez por meio da Portaria nº 412, de 20 de março de 2020, decretou a suspensão do atendimento presencial do INSS, em todas as unidades do Instituto, até o [...] O post INSS: Suspensão do atendimento presencial apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

INSS vai pagar até R$ 62.700 para 60 mil; veja quem recebe

R7 - Economia A Justiça Federal confirmou que o valor de R$ 1 bilhão vai ser liberado para um total de 101.141 processos, com 118.199 beneficiários no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Do total geral dos recursos, R$ 821.016.942,57 são para matérias previdenciárias e assistenciais, instituídas como revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, que somam 50.761 processos, com [...] O post INSS vai pagar até R$ 62.700 para 60 mil; veja quem recebe apareceu primeiro em Jornal Contábil - Contabilidade, direito, INSS, Microempreendedor. Veja Mais

Brasil registra fuga recorde de dólares para um mês de março

R7 - Economia A crise causada pela pandemia do novo coronavírus provocou uma fuga recorde de dólares do Brasil em março. Dados do Banco Central mostram que, até o dia 27, houve saída líquida de US$ 13,39 bilhões pelo segmento financeiro. Apesar de ainda não refletirem o movimento completo do mês passado, indicam um recorde de saídas financeiras do País para meses de março. A série histórica do BC começa em janeiro de 1982. O resultado do segmento financeiro reflete os investimentos feitos por estrangeiros em atividades produtivas (novas fábricas e sociedades em projetos, por exemplo) e em portfólio - como aplicações em ações da Bolsa de Valores ou títulos públicos e privados. O saldo também inclui remessas de lucros e pagamentos de juros feitos por empresas ao exterior, entre outras operações. Em março, em meio à pandemia, intensificou-se em todo o mundo um movimento de fly to quality (voo para a qualidade), em que investidores deixam ativos de maior risco em busca de aplicações de maior segurança. Isso se traduziu na retirada de recursos do Brasil e de outros países emergentes em direção a outras praças. Investidores têm preferido aplicar em títulos públicos de países centrais com taxas negativas, por exemplo, a manter dinheiro no Brasil, que ainda sustentava em março um juro básico real (descontada a inflação) de 0,26%. Em comparação, a Alemanha tinha taxa real negativa de 1,75% e os EUA, menos 2,05%. No segundo semestre de 2019 e no início de 2020, antes da pandemia, as saídas de dólares do Brasil ao exterior, no segmento financeiro, já eram consistentes, mas os motivos eram outros. No ano passado, com a Selic (a taxa básica de juros) em níveis mais baixos (4,5% ao ano em dezembro), tornou-se vantajoso para várias multinacionais pagarem dívidas no exterior e contrair novos empréstimos no Brasil. O movimento de quitação desses compromissos lá fora - chamado de "pré-pagamento" pelo BC - levou à saída de dólares verificada no segundo semestre do ano passado. Agora, o motivo é outro. "É o típico fluxo de saída. São investidores indo embora, ou da Bolsa, ou da renda fixa", explica o economista Alexandre Cabral, que trabalhou por anos no mercado de câmbio brasileiro e hoje é professor do Ibmec. "É o fly to quality, com os investidores em busca dos juros americanos. Com medo de uma recessão pesada no Brasil, eles preferem enfrentar a recessão nos EUA." Para dar vazão a esse movimento, o BC tem realizado, quase que diariamente, leilões de venda de dólares ao mercado. Sempre que percebe uma demanda maior pela moeda americana, a autarquia entra nos negócios com oferta da moeda. Com isso, o BC evita elevações maiores do preço do dólar ante o real ou mesmo distorções no mercado de câmbio que, no limite, podem ser prejudiciais para todo o sistema. Os R$ 13,39 bilhões líquidos que deixaram o Brasil não chegaram a superar os US$ 19,9 bilhões vistos em dezembro do ano passado. Esta foi a maior saída da história para um único mês. Nesse caso, porém, os envios estiveram ligados ao movimento de pré-pagamento e ao fato de multinacionais e fundos, tradicionalmente, enviarem em dezembro, ao exterior, lucros e dividendos. Enquanto muitos investidores tiraram recursos do Brasil em março, o País ainda continuou registrando um fluxo de entrada de dólares pela via comercial. Os dados do BC mostraram que, até o dia 27 , o fluxo comercial foi positivo em US$ 7,39 bilhões. O montante foi resultado de exportações de US$ 20,524 bilhões, menos importações de US$ 13,13 bilhões. Com esses números o fluxo financeiro total - que engloba o resultado financeiro e o comercial - foi negativo em US$ 6 bilhões em março até o dia 27. Veja Mais