Meu Feed

Últimos dias

Petrobras fica sem luz e reclama para executivo de distribuidora

Petrobras fica sem luz e reclama para executivo de distribuidora

R7 - Economia Enem rebateu as críticas do presidente da Petrobras Fernando Frazão/Agência Brasil Num momento de descanso das responsabilidades da Petrobras, o presidente da empresa, Roberto Castello Branco, se viu contrariado em ter o fornecimento de energia elétrica interrompido em sua casa de serra de Nogueira, em Petrópolis (RJ), e enviou uma reclamação por e-mail diretamente ao presidente da Enel, Nicola Cotugno. A empresa italiana controla a da  de energia elétrica local e rebateu as críticas. No texto, Castello Branco dá dicas de como seu colega deve dar um "choque de qualidade" na concessionária e diz que amigos do setor privado e do governo concordam que a Enel oferece um serviço ruim em todo o país. Leia mais: STJ suspende multa de R$ 30 milhões do Ibama à Petrobras O presidente da Petrobras inicia a carta contando que nos fins de semana e feriados costuma ir a Nogueira, quando não está viajando para o exterior. Mas que, como cliente da Enel, não teria boas notícias para Cotugno. "Desde que sua empresa assumiu a concessão, assistimos a deterioração gradual da qualidade do serviço, alcançando uma condição totalmente inaceitável", afirma. Diz também que os atuais padrões se aproximam daqueles do período em que a distribuição era estatal. E que "há até uma certa raiva disseminada contra a Enel." "Como executivo de negócio, meu conselho a você é que reaja à imagem ruim e providencie um choque de qualidade", complementa. Para, em seguida, dizer que a Enel está prejudicando a imagem da Itália entre os brasileiros. Momento delicado A mensagem de Castello Branco foi enviada a Cotugno num momento delicado para a Enel. Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado (DEM) tem recorrido ao governo federal para que a italiana entregue a concessão da Celg-D. Em resposta, a Enel argumenta que tem cumprido todos os compromissos de investimento. Anteriormente administrada pela Eletrobras, a Celg-D tem um histórico de deficiências no fornecimento e prejuízos financeiros. Na sua privatização, em 2016, a Enel foi a única a apresentar proposta de compra à estatal. Sobre a interrupção do fornecimento de energia em Petrópolis, na região onde o presidente da Petrobrás costuma passar suas horas livres, a Enel, por meio de sua assessoria de imprensa, respondeu ao Estadão/Broadcast que estatísticas comprovam melhora na qualidade do serviço prestado em Nogueira. Segundo a concessionária, de 2016 a 2019, o DEC (indicador que reflete a duração média das interrupções) e o FEC (frequência médias das interrupções) melhoraram 52% e 53%, respectivamente. Na nota oficial, afirma ainda que o condomínio onde mora Castello Branco tem árvores centenárias e que a queda dessas árvores costuma prejudicar o abastecimento. "Cabe ressaltar que a gestão da vegetação interna é atribuição dos condomínios e que a gestão da vegetação na cidade cabe à administração pública municipal", acrescenta. Procurada, a Petrobras não respondeu. Veja Mais

UE planeja regras antitruste protecionistas em reforma de política industrial 

R7 - Economia Por Foo Yun CheeBRUXELAS (Reuters) - A União Europeia planeja adotar regras antitruste mais protecionistas e encorajar empresas a compartilhar seus dados como parte de uma reforma de políticas industriais com o objetivo de garantir às firmas europeias um perfil mais competitivo nos mercados globais, segundo um documento visto pela Reuters.Elaborado pela Comissão Europeia e com data de emissão prevista pra março, a estratégia também inclui o uso mais agressivo de instrumentos de defesa contra empresas que sejam consideradas como beneficiárias injustas de subsídios internacionais. "Nossa visão não tem objetivo proteger indústrias não-competitivas ou de incentivar políticas protecionistas (...) No entanto, a UE não pode ser complacente sobre países terceiros ou empresas que dificultem a competição justa no mercado único nos mercados globais", diz o documento. "Esta estratégia estabelece os contornos de uma nova e mais assertiva política industrial que permitirá que a UE continue sendo um poder econômico global", acrescenta. Vários países e empresas da UE pediram que Bruxelas adotasse uma política industrial mais ambiciosa e estratégica, reclamando que outros possam tirar vantagem do mercado europeu aberto sem estarem submetidos às mesmas regras.O argumento foi citado pelo conglomerado alemão Siemens e por sua rival francesa Alstom em suas iniciativas fracassadas de obter aprovação antitruste da UE para criar uma gigante do setor ferroviário no ano passado. Sob as novas diretrizes, a Comissão irá avaliar e revisar as regras de competição da UE para garantir que elas estejam de acordo com o propósito de contribuir para fortalecer a indústria europeia internamente e no mundo.  Veja Mais

1 ano após a tragédia de Brumadinho, Vale recupera valor de mercado e volta a ver lucro

G1 Economia Empresa tem um valor de mercado semelhante ao que tinha antes do rompimento da barragem, que deixou 259 mortos e 11 desaparecidos. Alta do preço do minério e operação eficiente ajudaram retomada. Um homem observa a lama depois do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Mauro Pimentel/AFP Um ano após o rompimento da barragem de Brumadinho, que deixou 259 mortos e 11 desaparecidos, a Vale conseguiu recuperar a confiança dos investidores, mitigou boa parte do impacto financeiro da tragédia e caminha para um 2020 de fortes resultados. A alta dos preços do minério, a demanda aquecida da China e a produção a baixo custo da mineradora ajudam a explicar por que ela conseguiu abrandar rapidamente os efeitos da tragédia. Ao menos junto aos investidores, os danos já foram recuperados. Na bolsa, a empresa tem um valor praticamente igual ao de um ano atrás, quando a lama de rejeitos cobriu Brumadinho e provocou uma das maiores tragédias envolvendo uma companhia privada no país. Logo após o desastre, a reação no mercado financeiro foi imediata. As ações da mineradora caíram bruscamente diante da incerteza quanto ao tamanho do impacto na operação da empresa. "As ações obviamente despencaram porque não poderia nem ser considerado acidente, já que aconteceu pela segunda vez", diz a analista Gabriela Cortez, do Banco do Brasil, que acompanha as ações da mineradora, em referência ao rompimento da barragem da Samarco em Mariana, em 2015. A Samarco pertence à Vale e à anglo-australiana BHP Billiton. As perdas na bolsa chegaram a mais de R$ 70 bilhões nos dias que se seguiram à tragédia. Mas cerca de três meses depois boa parte desse valor foi recomposto. Em 25 de janeiro de 2019, no dia do rompimento da barragem, o valor de mercado da Vale era de R$ 287,8 bilhões. No pior momento, em 7 de fevereiro, chegou a R$ 213,2 bilhões e, na última sexta-feira, estava em R$ 275,9 bilhões. Valor de mercado da Vale Arte/G1 "O mercado penalizou a companhia num primeiro momento, mas houve uma alta no preço do minério de ferro", diz Pedro Galdi, analista de investimentos da gestora Mirae. "E o mercado financeiro não tem coração, se o papel ficou barato, (o investidor) compra de novo." Procurada pelo G1, a Vale não quis comentar sobre a recuperação do valor de mercado da companhia na bolsa de valores. Para população, recuperação não veio Se para a companhia a maior parte do impacto já foi mitigada, para a população de Brumadinho as marcas da tragédia ainda são latentes e muitas perguntas permanecem sem respostas. Reportagem do G1 publicada nesta semana mostrou como os trabalhadores ainda são afetados pelo desastre. Além das 11 famílias que ainda aguardam para poder enterrar seus entes, são vários os relatos de sobreviventes que se queixam falta de assistência da companhia, enfrentam depressão e distúrbios psicológicos, e buscam por justiça. Até hoje, ninguém foi preso ou responsabilizado. Imbróglios na Justiça Embora a Vale tenha recuperado o seu valor de mercado, a mineradora enfrenta imbróglios com a Justiça. Nesta semana, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou o ex-presidente da companhia Fabio Schvartsman e mais 15 pessoas pelo crime de homicídio doloso, aquele em que há a intenção de matar. Elas também vão responder por crime ambiental, assim como a Vale e a empresa de engenharia TÜV SÜD, que havia atestado a segurança da barragem. Com a crise provocada pela tragédia de Brumadinho, Schvartsman se afastou do comando da Vale em 2 de março e foi substituído por Eduardo Bartolomeo. Fabio Schvartsman, ex-presidente da Vale, depois de conceder entrevista coletiva sobre o rompimento de barragem em Brumadinho (MG) Pilar Olivares/Reuters No ano passado, até o terceiro trimestre, a Vale provisionou, ou seja, reservou dentro do seu balanço, US$ 6,2 bilhões (cerca de 24,1 bilhões) para cobrir todos os estragos provocados por ela em Brumadinho. Nessa conta, entram compensações financeiras às famílias das vítimas, multas ambientais e gastos para descomissionar barragens a montante, modelo das duas barragens que estouraram. Por enquanto, R$ 6 bilhões em pagamentos já foram feitos, segundo a empresa. Parte saiu do "colchão" provisionado e parte saiu diretamente do caixa da empresa. A companhia calcula que, no total, considerando despesas e provisões, o desastre custe aproximadamente US$ 8 bilhões aos seus cofres entre 2019 e 2031, sendo que 75% desse valor deve estar contabilizado até 2022. Preço compensa queda na produção A recuperação da Vale também é visível nos balanços divulgados pela companhia ao longo de 2019. No primeiro trimestre, a mineradora reportou prejuízo bilionário em função de provisões para cobrir despesas com o desastre. No segundo, também teve perdas. Mas, apesar disso, a operação continuava forte e gerando receita e, já no terceiro trimestre, a empresa conseguiu reverter os prejuízos anteriores e lucrou R$ 6,5 bilhões. Os dados do quatro trimestre e do ano fechado só serão divulgados em 20 de fevereiro. Nos nove primeiros meses do ano, a empresa acumula prejuízo de R$ 264,4 milhões. Últimos resultados financeiros da Vale Arte/G1 Na ponta desse resultado, está uma forte valorização do minério de ferro. Em 2019, a tonelada encerrou o ano a US$ 90, um crescimento de quase 36% na comparação com 2018. A cotação subiu por um descompasso entre oferta e demanda mundial causado, em parte, justamente pelo desastre da Vale, que fez cair a produção da mineradora, importante exportadora global da commodity. Ao mesmo tempo, empresas do ramo na Austrália – país que também é grande vendedor de minério – tiveram a oferta comprometida ao longo de 2019 depois que um ciclone tropical destruiu portos e outras estruturas. Do lado da demanda, a procura por minério na China crescia conforme o setor siderúrgico batia recordes. Evolução do preço do minério de ferro Arte/G1 As operações paradas por conta da tragédia – não apenas da mina de Brumadinho, mas de outras que também tinham barragens semelhantes e foram interditadas pela Justiça – reduziram a capacidade de produção de minério da Vale em 93 milhões de toneladas. Mas a companhia já conseguiu reverter algumas decisões e voltar com parte das operações e espera retomar o restante das que estão paralisadas, que somam 50 milhões de toneladas, até o fim de 2021. FMI eleva estimativa de crescimento do Brasil para 2020 No acumulado dos nove primeiros meses de 2019, a produção de minério de ferro da Vale foi de 223,6 milhões de toneladas, uma queda de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em volume, as vendas também recuaram no período: foram 191,4 milhões de toneladas, queda de aproximadamente 16%. Apesar disso, puxada pela alta dos preços, em valores, as vendas totais da empresa (receita líquida) cresceram 11% na mesma comparação e somaram R$ 107, bilhões, contra R$ 97 bilhões nos nove primeiros meses de 2018. "Em 2019, com o rompimento da barragem de Brumadinho, a Vale anunciou um ajuste na sua capacidade de produzir. Nesse meio tempo, a oferta australiana ficou comprometida por causa do ciclone", afirma o Felipe Beraldi, analista da consultoria Tendências. "Junto com esse quadro da oferta, houve um bom desempenho da demanda da China por minério." Outro ponto que pesou a favor da Vale foi que ela conseguiu formar a reserva financeira para reparar os danos da tragédia sem se endividar. No fim de 2018, sua dívida líquida (dívida total menos o dinheiro guardado em caixa) era de R$ 37,5 bilhões. Em março de 2019, chegou a R$ 53,7 bilhões, mas, em setembro, caiu para R$ 33,4 bilhões. "A geração de caixa deles é muito forte, com a própria operação conseguiram honrar todos os pagamentos que tinham", destaca Gabriela, do BB. Também são um trunfo da empresa as operações no Norte do país, que extraem minério de alta qualidade a um custo baixo em comparação com o das concorrentes estrangeiras, segundo os analistas. O gigantesco complexo S11D, no Pará, inaugurado em 2016 e com investimentos anunciados de US$ 14,3 bilhões, respondeu sozinho, por 24,2% da produção de minério de ferro da empresa de janeiro a setembro de 2019. No mesmo período de 2018, a participação era de 14,9%. Diferentemente da mina de Brumadinho, lá o material é beneficiado a seco. O que esperar de 2020 Sede da Vale, no Rio de Janeiro Reuters Se o quadro atual for mantido, os analistas avaliam que a Vale deve colher um bom resultado este ano. Há quem não descarte um resultado positivo já no balanço fechado de 2019, porque não há expectativa de que a companhia volte a ter de provisionar valores significativos. Assim, a mineradora conseguiu limpar o seu balanço e ainda vai se beneficiar da cotação do minério de ferro. "Ela deve seguir pagando indenizações e isso deve aparecer ainda elevando as despesas. Mas já está provisionado, só é abatido das provisões, não afeta o balanço, só sai do caixa", diz Gabriela. O preço do minério até deve ter uma redução neste ano, mas num patamar ainda bastante confortável para a mineradora. A equipe da XP Investimentos projeta que o preço da tonelada deve ter uma cotação média de US$ 85 em 2020. "A cotação ficaria um pouco abaixo de 2019, mas em níveis muito saudáveis ainda para a empresa", diz Yuri Pereira, analista da XP Investimentos. "Essa cotação (de US$ 85) pode ser até conservadora dependendo de como for a primeira metade do ano porque a temporada de ciclones na Austrália começa agora, e o mercado está um pouco reticente depois do ano passado. E, no Brasil, há um nível de chuva mais alto, o que pode prejudicar o nível de escoamento." Antes da tragédia de Brumadinho, após passar por um processo de fortalecimento de governança, a Vale mudou sua política de remuneração aos acionistas. Ela anunciou que passaria a distribuir 30% da sua geração de caixa, medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), menos o investimento corrente. A ideia era se consolidar como uma grande pagadora de dividendos, o que também deve acontecer. "Essa é a nossa expectativa agora. Com [as operações do] Norte 'rampando' [amadurecimento das operações] com produto de qualidade e custo menor, e com a capacidade voltando, a operação rentável, a geração de caixa forte, e sem nenhum projeto previsto, não enxergo muito o que fazer com esse dinheiro [além de remunerar acionistas]", diz Gabriela, do BB. Veja Mais

Obrigações contábeis de uma empresa inativa

R7 - Economia Quem é empresário ou microempresário no Brasil já está acostumado com os trâmites para fazer qualquer tipo de alteração no seu modelo de negócio. Aliás, já está acostumado com essa burocracia já no momento em que vai abrir a sua nova empresa. Agora, imagine que, depois de tudo isso, num negócio que não foi para […] O post Obrigações contábeis de uma empresa inativa apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Quanto tempo demora para quem vai abrir uma empresa no Brasil?

R7 - Economia Quem já viveu a experiência de ser dono do próprio negócio ou está em meio a esse processo, sabe que abrir uma empresa no Brasil pode ser demorado e dispendioso. Essa não é apenas uma impressão de quem empreende no país. Organizações voltadas a conhecer o ambiente de negócios em diferentes mercados já se prestaram […] O post Quanto tempo demora para quem vai abrir uma empresa no Brasil? apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Queda de vendas no início do ano: Conheça 5 dicas que vão te ajudar a se preparar

R7 - Economia É como muitos dizem: o ano só começa depois do carnaval. Isso é comum, pois, diferentemente do que acontece durante as datas comemorativas de final do ano, janeiro e fevereiro representam uma época em que os ânimos esfriam e parece que tudo volta à rotina comum. A queda nas vendas é o primeiro sintoma. A questão é: como […] O post Queda de vendas no início do ano: Conheça 5 dicas que vão te ajudar a se preparar apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Brasil e Índia assinam acordos nas áreas de segurança cibernética, biocombustíveis e ciência

G1 Economia Presidente Jair Bolsonaro e o premiê indiano Narendra Modi formalizaram parcerias em Nova Déli, neste sábado (25). Visita oficial à Índia continua até segunda-feira (27). O presidente brasileiro Jair Bolsonaro e o premiê Narendra Modi em Nova Déli, neste sábado (25) REUTERS/Altaf Hussain O presidente brasileiro Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, assinaram na manhã deste sábado (25), em Nova Déli, acordos de parceria entre os dois países nas áreas de segurança cibernética, biocombustíveis e ciência. Os governos assinaram 15 acordos de cooperação, entre os quais, parcerias para ampliar investimentos e intensificar o uso e a produção de bioenergia e combustíveis como etanol, biodiesel, bioquerosene e biogás. Outro ato também incentiva a exploração de petróleo e gás entre os dois países. Antes da viagem à Índia, onde fica até segunda-feira (26), Bolsonaro falou sobre o interesse em ver a Índia utilizar mais etanol em seus combustíveis. Na área de cibersegurança, Índia e Brasil se comprometeram a estreitar a troca de informações sobre o tema, respeitando as leis de cada país. Os dois países também aceitaram aprofundar o acordo assinado em 2006 para cooperação tecnológica entre cientistas, instituições de pesquisa e de financiamento. Um acordo também fortalece parceria no processamento de alimentos e na área agropecuária, e fortalece colaboração de produção leiteira. Mais investimentos na área de pecuária era um dos principais interesses defendidos pelo premiê indiano Narendra Modi, em visita ao Brasil, em novembro do ano passado. Na ocasião, Bolsonaro apontou o desejo de ampliar a parceria nas áreas de biocombustíveis e ciência e tecnologia. Bolsonaro vai à Índia com agenda cheia de compromissos, incluindo acordos bilaterais Visita à Índia Bolsonaro é convidado de honra de Modi para os festejos da República, neste domingo (26), em Nova Déli. O presidente brasileiro também deverá ir a Agra para conhecer o Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos do país. Ainda neste sábado, Bolsonaro deve se reunir com o presidente indiano Ram Nath Kovind e com o vice Venkaiah Naidu. Na segunda-feira (27), antes da visita ao Taj Mahal, o presidente brasileiro terá um café com empresários indianos, no qual serão apresentadas oportunidades de investimentos em infraestrutura. Ele também participará de um seminário empresarial Brasil-Índia. Segundo o Itamaraty, o Brasil deseja ampliar a venda de diferentes produtos para a Índia, um dos países mais populosos do mundo com mais de 1 bilhão de habitantes. De acordo com dados do Itamaraty, o intercâmbio comercial entre o Brasil e a Índia totalizou US$ 7,02 bilhões em 2019. As exportações brasileiras ficaram em US$ 2,76 bilhões e as importações, em US$ 4,26 bilhões. A Índia investe no Brasil nos setores de transmissão de energia, defensivos agrícolas e fabricação de veículos pesados. O Brasil investe em setores como motores elétricos, terminais bancários e componentes de veículos pesados. Veja Mais

Preços dos combustíveis voltam a subir nesta semana, diz ANP

G1 Economia Aumento ocorre mesmo com a redução do preço da gasolina e do diesel nas refinarias. Preços tiveram alta na semana, diz ANP Marcelo Brandt/G1 Os preços dos combustíveis voltaram a subir nesta semana, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A alta ocorre mesmo com a Petrobras reduzindo os preços da gasolina e do diesel nas refinarias. Em janeiro, a estatal já promoveu dois cortes. De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor avançou 0,17%, para R$ 4,594, nesta semana. O preço do diesel teve alta de 0,24% no período, para R$ 3,8 por litro, em média. O preço do etanol também subiu na semana. O avanço foi de 0,19%, para R$ 3,247 por litro. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Preços na refinaria Na quinta-feira (23), a Petrobrás informou que o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias seria reduzido em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir desta sexta-feira. Neste mês, já é a segunda vez que a estatal corta o preço dos combustíveis. Em 14 de janeiro, a estatal diminuiu o valor da gasolina e do diesel em 3% nas refinarias. A redução no preço do combustível tem como pano de fundo a queda da cotação do petróleo no mercado internacional. Veja Mais

Dólar mantém tendência de alta e Ibovespa fecha em baixa com realização de lucros

Dólar mantém tendência de alta e Ibovespa fecha em baixa com realização de lucros

R7 - Economia O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (24) com desvalorização de  0.96%, aos 118.376,36 pontos, em movimento de realização de lucros. Ontem o índice havia encerrado o dia com alta de 0,96%, aos 119.090,16 pontos, nova máxima histórica de fechamento. Já o dólar comercial registrou alta de 0,45%, cotado […] O post Dólar mantém tendência de alta e Ibovespa fecha em baixa com realização de lucros apareceu primeiro em SpaceMoney. Veja Mais

Wall Street cai diante de preocupações com vírus da China

R7 - Economia NOVA YORK (Reuters) - Os índices de Wall Street recuaram em meio a uma ampla liquidação nesta sexta-feira, à medida que investidores fugiram dos mercados acionários diante de crescentes preocupações sobre o surto de coronavírus, levando o S&P 500 ao maior declínio semanal em seis meses.De acordo com dados preliminares, o Dow Jones teve queda de 0,58%, a 28.989,73 pontos, enquanto o S&P 500 cedeu 0,90%, para 3.295,45 pontos, e o Nasdaq Composto recuou 0,93%, para 9.314,91 pontos.(Por Stephen Culp) Veja Mais

Ibovespa cai por realização de lucros e zera ganho na semana

R7 - Economia SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista caiu ​nesta sexta-feira, com a piora em Wall Street ditando realização de lucros, em meio à manutenção da cautela com potenciais reflexos do surto de um novo vírus na China, principalmente para a economia global.Segundo dados preliminares, o Ibovespa fechou em baixa de 0,97%, a 118.373,77​ pontos. Os ganhos foram liderados por WEG ​, que subiu 4,4%, e as perdas por Via Varejo , em baixa de 4,3%.Entre as ações de maior peso no Ibovespa, Itaú Unibanco cedeu 0,99%, enquanto Bradesco teve perda de 0,98%. Banco do Brasil teve desvalorização de 1,22% e Santander Brasil recuou 1,32%.Vale fechou em  baixa de 2,77% e Petrobras PN teve  teve perda de 0,68%, enquanto Petrobras ON caiu 0,64%. Com o desempenho da​ sessão, o Ibovespa acumula valorização de 3,4% no ano. O índice está 15,4% acima da média dos últimos 200 dias de negócios. Nas últimas 52 semanas, o Ibovespa acumula 23,8% de ganho. â€‹Veja o fechamento de outros índices da B3 nesta sexta-feira:- IBrX 100:-0,96%, 50.006,60​ pontos.- IBrX 50:-0,96%, 19.287,89 pontos.- IBrA:-0,94%, 4.708,07 pontos.- Índice Small Cap (SMLL):-1,07%, 3.031,32 pontos.- Índice MidLarge Cap (MLCX):-0,92%, 2.260,73 pontos.- Índice Dividendos (IDIV):-0,84%, 7.027,25 pontos.- Índice Financeiro (IFNC):-0,93%, 13.127,11 pontos. - Índice de Consumo (ICON):-0,76%, 5.685,33 pontos.- Índice de Energia Elétrica (IEE):-0,15%, 80.930,79 pontos.- Índice de Materiais Básicos (IMAT):-2,17​%, 3.937,72 pontos.- Índice do Setor Industrial (INDX):-0,64%, 22.968,81 pontos.- Índice Imobiliário (IMOB):-1,43%, 1.504,43 pontos.- Índice Utilidade Pública (UTIL):-0,32%, 9.109,80 pontos.- Índice de BDRs Não Patrocinados-GLOBAL (BDRX):-0,59%, 7.935,12 pontos.- Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE):-0,46%, 4.379,37 pontos.- Índice de Ações com Governança Diferenciada (IGCX):-1,02%, 18.914,56 pontos.None (Por Aluísio Alves) Veja Mais

Polícia de Londres vai começar a usar câmeras de reconhecimento facial em tempo real

G1 Economia Tecnologia tem como objetivo ajudar a reduzir a criminalidade, mas levanta preocupações e debates ao redor do mundo por medo de erros. Quepe usado por integrantes da Polícia Metropolitana de Londres, uma das mais eficientes do mundo Divulgação/London Metropolitan Police A Polícia Metropolitana de Londres afirmou nesta sexta-feira (24) que vai implementar câmeras e tecnologia de reconhecimento facial em tempo real na cidade. Segundo um comunicado as câmeras estariam conectadas a uma base de dados de suspeitos, mas não conectada com outros sistemas de monitoramento. Caso as câmeras reconheçam alguém nessa lista , gerará um alerta para que um policial aborde a situação. O objetivo é que a tecnologia ajude a enfrentar crimes sérios, como violência, uso de armas de fogo e facas, exploração sexual de crianças, entre outros. A instalação, de acordo com a polícia, será feita de modo transparente, com conversas com as comunidades e primeiro em lugares "onde a inteligência sugere que é mais provável localizar criminosos". De acordo com o comissário assistente da polícia, Nick Ephgrave, a tecnologia foi testada anteriormente e está em uso em outros lugares do Reino Unido, no setor privado. "Como uma polícia moderna, acredito que temos o dever de usar novas tecnologias para manter as pessoas de Londres a salvo", afirmou. Expansão da tecnologia e preocupações O reconhecimento facial vive um momento de aplicação generalizada, com aplicações em aeroportos, segurança nas fronteiras, bancos, lojas comerciais, escolas e tecnologia pessoal, assim como para desbloquear smartphones. Esse tipo de tecnologia também vem sendo utilizado por forças policiais, mas recebe críticas por receios de viés e imprecisão na análise. China começa a exigir reconhecimento facial para cadastro de chip de celular Alguns ativistas e pesquisadores afirmam que o potencial de erros é muito grande e que isso pode resultar na prisão de pessoas inocentes, além de que a tecnologia pode ser usada para criar bancos de dados que podem ser invadidos ou usados incorretamente. "Nós temos que garantir os direitos e a transparência para ter certeza que estamos protegendo a privacidade e os direitos humanos das pessoas. Acredito que nossa implementação cuidadosa de reconhecimento facial atinge esse balanço", disse Ephgrave. No ano passado um estudo do governo dos Estados Unidos analisou mais de 200 algoritmos de reconhecimento facial e constatou graves vieses e imprecisões. No Brasil, um sistema de reconhecimento já levou uma mulher a ser detida por engano no Rio de Janeiro (veja vídeo). Em algumas cidades dos Estados Unidos — como São Francisco, Oakland e Sommerville — o reconhecimento facial foi banido de ser usado pela polícia por governos locais. Mulher é detida por engano por erro em reconhecimento facial Veja Mais

Trabalho intermitente pagou em média menos de um salário mínimo em 2018, mostra Dieese

G1 Economia Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que em 43% dos vínculos intermitentes a remuneração foi inferior a um salário mínimo em dezembro de 2018. Além disso, entre os vínculos em 2018, 11% não tiveram renda. Ou seja, um em cada 10 contratos intermitentes não geraram renda para o trabalhador. Veja os principais resultados da pesquisa abaixo: 11% dos vínculos intermitentes não geraram atividade ou renda em 2018 40% dos vínculos que estavam ativos em dezembro de 2018 não registraram nenhuma atividade no mês Remuneração foi inferior a um salário mínimo em 43% dos vínculos intermitentes que registraram trabalho em dezembro Remuneração mensal média dos vínculos intermitentes foi de R$ 763 em dezembro Número de contratos intermitentes representou 0,13% do estoque de empregos formais, em 2018 Vínculos de trabalho intermitente ativos no final de 2018 tinham, em média, duração de cerca de 5 meses, divididos em 2 meses de espera e 3 meses de trabalho efetivo. O trabalho intermitente foi criado pela reforma trabalhista em vigor desde novembro de 2017 com a promessa do governo na época de gerar 2 milhões de empregos em 3 anos, ou 55 mil vagas por mês. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24) revelam que das 644 mil vagas de emprego criadas em 2019, 106 mil (16,5%) foram na modalidade de trabalho intermitente. Na modalidade, o trabalhador fica à disposição para trabalhar, aguardando, sem remuneração, ser chamado pelo empregador. Enquanto o trabalhador não for convocado, ele não recebe. E, quando é chamado para executar algum serviço, a renda é proporcional às horas efetivamente trabalhadas. Veja Mais

Brasil cria empregos 644 mil empregos formais em 2019, melhor resultado em 6 anos

G1 Economia Dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério da Economia. A economia brasileira gerou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia. Essa é a diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões - que totalizaram 15.553.015 pessoas. Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, melhor resultado desde 2013 - quando foram abertas empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas abertas em seis anos. Veja Mais

Confiança do consumidor cai em janeiro, aponta FGV

G1 Economia Segundo pesquisador, percepção de piora da situação financeira familiar pode estar relacionada à pressão recente dos preços de alimentos. A confiança do consumidor recuou em janeiro, segundo indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 1,2 ponto 90,4 pontos. Em dezembro, o índice tinha registrado alta de 2,7 pontos, alcançando 91,6 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2019. Apesar do recuro em janeiro, em médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,3 ponto. “Há uma percepção de piora da situação financeira familiar principalmente para os consumidores com menor poder aquisitivo, que pode estar relacionada à pressão recente nos preços de alimentos. Em relação ao futuro, houve redução do ímpeto de compras de duráveis, tendência que pode implicar num efeito redutor sobre o consumo nos próximos meses, caso se mantenha. Para que a confiança avance mais rapidamente, continua sendo necessária a aceleração da recuperação do mercado de trabalho e a redução da incerteza que ainda se mantém em níveis altos em termos históricos”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora das Sondagens. Famílias compram mais, mas melhora consistente do consumo depende do mercado de trabalho Inflação da carne perde fôlego em janeiro, mas ainda lidera impactos no IPCA-15 Em janeiro, tanto as avaliações sobre o presente quanto as expectativas em relação aos próximos meses pioraram. O Índice de Situação Atual (ISA) diminuiu 0,9 ponto, para 78,7 pontos, a primeira queda após duas altas consecutivas. Já o Índice de Expectativas (IE) recuou 1,4 ponto, para 98,9 pontos, e exerceu a maior influência para a queda do índice geral no mês. Segundo a FGV, houve queda da confiança para consumidores de todas as classes de renda, exceto para aqueles com renda familiar mensal entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil. A maior perda de confiança veio dos consumidores de maior poder aquisitivo (renda familiar mensal superior a R$ 9,6 mil), cujo índice recuou 2,4 pontos influenciado pela redução no ímpeto de compra de bens duráveis nos próximos meses. Veja Mais

Famílias compram mais, mas melhora consistente do consumo depende do mercado de trabalho

G1 Economia Brasileiros ajustam orçamento e começam a superar estragos da crise, mas inadimplência ainda está alta e emprego reage lentamente e com base na informalidade. Movimentação de pessoas na Rua 25 de Março, tradicional centro de compras popular de São Paulo Bruno Rocha/FotoArena/Estadão Conteúdo Num movimento ainda tímido, as famílias brasileiras começam a superar os estragos provocados pela crise econômica e a retomar lentamente hábitos de consumo que foram deixados de lado nos últimos anos. Mas o quadro atual ainda está distante do 'boom' de consumo vivido pelas famílias no início dos anos 2000 e uma melhora mais consistente deve se concretizar apenas com a retomada mais forte do mercado formal de trabalho. O consumo das famílias foi um dos motores da atividade econômica no ano passado – impulsionado pela liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – e deve seguir com esse papel. No biênio de 2019 e 2020, a expectativa é que o consumo cresça entre 2% e 2,5% em cada ano, segundo bancos e consultorias consultados pelo G1. "Nos principais indicadores, já há uma trajetória de recuperação do consumo", afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da consultoria Tendências. "O desempenho do consumo dentro do PIB deixa evidente essa recuperação." PIB do Brasil cresce 0,6% no 3º trimestre, puxado pelo consumo das famílias Uma série de fatores tem contribuído para que os brasileiros comprem mais: os juros estão mais baixos, há um avanço acelerado do crédito para pessoa física e o mercado de trabalho dá sinais de melhora, embora ainda tímido e calcado na informalidade. "Um dos principais estímulos para o consumo é o crédito para pessoa física, que já cresce a dois dígitos. No varejo, os segmentos sensíveis ao crédito já crescem mais de 10%", diz Luka Barbosa, economista do banco Itaú. Crédito tem maior crescimento desde 2012 e ajuda no consumo das famílias Em 2020, essa combinação ainda deve ser favorecida pela melhor composição do emprego no país, com um aumento da formalização. O Itaú, por exemplo, projeta que neste ano serão criados 881 mil empregos formais no país – número próximo ao da consultoria LCA, que espera cerca de 800 mil novas vagas no ano. Para 2019, o banco estima que a abertura de postos com carteira de trabalho assinada tenha sido de 553 mil – os dados oficiais ainda não foram divulgados. Os sinais de melhora do consumo começaram a ficar evidentes e a se espalhar por todo o país no segundo semestre do ano passado, segundo um monitoramento feito pela Kantar. No trimestre encerrado em novembro, houve aumento no comércio de todas as cestas e categorias de produtos. O destaque ficou para o setor de bebidas e perecíveis. No mesmo período, as vendas também cresceram em toda as classes econômicas e regiões do país. "É uma melhora que não está restrita só em um grupo, o que mostra uma clara tendência de recuperação", diz Ana Simões, gerente de contas da Kantar. Consumo cresceu em todas as classes no terceiro trimestre; bebidas e perecíveis lideram Cido Gonçalves/Arte G1 A expectativa de melhora no varejo em 2020 já movimentou o negócio das irmãs Amanda Aparecida dos Santos, 25, e Andressa Carolina dos Santos, 17, que têm uma confecção em São José dos Campos. Para elas, 2019 não foi de muitas vendas, mas os pedidos cresceram neste começo de ano e as duas foram até a rua 25 de março, em São Paulo, comprar matéria-prima para abastecer a produção. "A gente teve que segurar muita coisa no ano passado porque foi muito difícil. Este ano a gente está começando melhor, a procura aumentou uns 30%", conta Amanda. As irmãs Andressa (à esquerda) e Amanda dos Santos fazem compras na 25 de março para abastecer sua confecção Marcelo Brandt/G1 Cautela predomina Embora o quadro atual aponte para uma retomada do consumo, uma série de riscos ainda pairam sobre a economia brasileira e podem minar a melhora do orçamento das famílias. Boa parte dos brasileiros, sobretudo os mais pobres, ainda tem uma considerável parcela da renda comprometida com dívidas. O indicador de estresse financeiro das famílias, medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), ajuda a entender o quadro de cautela que ainda paira sobre brasileiros. Ele consiste na soma da proporção de famílias que usam algum tipo de poupança para quitar despesas correntes e daquelas que dizem estar endividadas. Nos últimos meses, esse índice deu algum sinal de melhora, mas continua acima dos 20 pontos, um patamar ainda considerado alto pelo Ibre. Em dezembro, na última leitura disponível, ficou em 22,2 pontos. No mesmo mês de 2018, estava em 23,3 pontos. Em junho de 2016, no auge da recessão, chegou a 28,2 pontos. No mês passado, 13,1% dos brasileiros estavam usando algum tipo de poupança para quitar despesas e 9,1% afirmaram estar endividados. Saúde financeira das famílias Arte/G1 "Há ainda bastante gente com a situação financeira comprometida e endividada, principalmente nas rendas mais baixas", diz Viviane Seda, pesquisadora do Ibre/FGV. "Uma melhora só vem com o mercado de trabalho. Há uma cautela muito grande. Existem muitas pessoas dentro das famílias que ainda estão sem emprego." 'Ano difícil' Maria de Jesus Castro, 58, tem carteira assinada, mas ainda luta para equilibrar o orçamento. Sem emprego formal, ela trabalhou por dois anos como motorista de aplicativo até conseguir uma vaga de doméstica no fim de 2018. Ela conta que 2019 foi um ano difícil, de quitar dívidas e organizar as finanças. "Tive que me segurar um pouco para deixar as contas em dia, pagar o aluguel. Agora as coisas estão melhorando. Em ordem, 100%, ainda não estão. Você começa devendo pequeno e o banco cresce, faz uma dívida alta. A gente tenta renegociar, mas a verdade é que as pessoas [no país] ainda estão na corda bamba." A doméstica Maria de Jesus Castro, 58, segurou os gastos em 2019 e tenta reequilibrar o orçamento Marcelo Brandt/G1 Inadimplência alta, mas em queda Apesar de ainda alto, o índice de inadimplência medido pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) vem desacelerando e, em novembro, caiu pela primeira vez em dois anos. Em dezembro, veio uma nova redução. Para a economista da entidade, Marcela Kawauti, isso indica uma melhora mais estrutural da economia, ainda que lenta. "No terceiro trimestre tivemos impulsos pontuais, como os saques do FGTS, que injetaram dinheiro na economia, e também muitos feirões [de renegociação de dívidas], mas tem uma questão mais perene por trás dessa redução da inadimplência, que é a reação do mercado de trabalho. Não fosse isso, não veríamos essa inversão [na curva do índice de contas atrasadas]." Comportamento da inadimplência Arte/G1 Marcela destaca que o fato de o índice de atrasos estar caindo dá um "viés positivo" para o crescimento do país em 2020. "A inadimplência funciona como uma âncora na recuperação econômica. Com a volta do emprego, o consumidor tem a renda recomposta, mas precisa pagar o que está devendo para voltar consumir. Ela é um intermediário entre a recuperação do mercado de trabalho e a recuperação do consumo, por isso a perspectiva é positiva." Desempregada, a auxiliar de limpeza Simone Batista, de 47 anos, faz "bico" cuidando de um senhor idoso para conseguir pagar as contas e espera conseguir um trabalho com carteira assinada em 2020. "Ano passado foi péssimo, passei o ano todo desempregada, deixei de comprar muita coisa. Imagina todo dia a pessoa batendo na sua porta querendo receber e você não ter pra pagar? Espero que 2020 seja melhor, que eu consiga um emprego." A auxiliar de limpeza Simone Batista faz bicos enquanto procura uma vaga fixa Marcelo Brandt/G1 Consumo e o peso no PIB O desempenho do consumo das famílias é importante porque ele representa uma grande fatia na composição do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de 65%. No ano passado, com os números da economia decepcionando, o governo decidiu liberar parte dos recursos do FGTS para tentar estimular a economia. A medida não é nova e foi adotada durante a gestão do ex-presidente Michel Temer em 2017, quando o PIB também crescia menos do que o esperado. Na projeção Santander, os recursos do FGTS devem ser responsáveis por metade do crescimento de 0,8% esperado para o consumo no quarto trimestre. "O FGTS dará um estímulo no quatro trimestre, mas deve haver alguma ressaca (no consumo) dado o efeito temporário na renda", afirma Lucas Nobrega, economista do banco Santander. O Santander estima que o consumo tenha avançado 2,3% no ano passado e cresça 2,5% em 2020. Veja Mais

SineBahia divulga vagas de emprego para Salvador e cidades do interior

G1 Economia Interessados devem ir a um dos postos do órgão. Confira lista. SineBahia divulga vagas de emprego para Salvador e cidades do interior Cid Vaz/TV Bahia O SineBahia divulgou as vagas de emprego disponíveis para sexta-feira (24), nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Jequié, Senhor do Bonfim e Itabuna. Os interessados devem comparecer a uma das unidades do órgão. É preciso apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade. Se houver, o candidato também pode apresentar comprovação de qualificações e/ou experiências na função por contratos e declarações. O SineBahia informa que as vagas divulgadas são apenas algumas oportunidades disponíveis e estão sujeitas ao limite de encaminhamentos. O trabalhador pode consultar listas completas e atualizadas nas unidades do SineBahia em Salvador e interior do estado. VAGAS EXCLUSIVAS PARA SALVADOR CONTROLADOR DE PRAGAS Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘AB’ ou ‘A’, moto e vivência na área Salário 1.155,00 + Benefícios 02 VAGAS MECÂNICO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES A DIESEL Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘B’ e vivência com manutenção de caminhões e ônibus 01 VAGA OPERADOR DE CAIXA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área, disponibilidade de horário e residir na Barra ou nas regiões do Calabar, Garcia, Alto das Pombas, Apipema ou Centenário Salário 1.045,00 + Benefícios 01 VAGA SUPERVISOR DE CONSTRUÇÕES E MANUTENÇÕES Ensino Técnico completo em Eletrotécnico ou similar Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘B’, vivência na área, conhecimento em comando elétrico, inversores de frequência, sistema de refrigeração, básico de civil e hidráulica, leitura e interpretação de desenho técnico e disponibilidade de horário Salário 2.300,00 + Benefícios 01 VAGA DESENHISTA INDUSTRIAL DE PRODUTO DE MODA Ensino Superior completo em Designer de Moda ou similar Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área incluindo modelagem Salário 1.800,00 + Benefícios 01 VAGA ESTOQUISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência com vendas no varejo e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas 03 VAGAS GERENTE DE LOJA Ensino Superior completo ou cursando ADM, Gestão Comercial, Gestão de Pessoas ou áreas afins - A partir do 3º sem Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possui vivência na área e disponibilidade para trabalhar aos domingos 03 VAGAS MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE AUTOMÓVEIS Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e conhecimento com veículos flex/diesel média e baixa Salário 1.400,00 + Benefícios 01 VAGA VENDEDOR INTERNO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir vivência com vendas no varejo e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas 05 VAGAS CHAPEIRO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir próximo ao Garcia Salário 1.039,00 + Benefícios 01 VAGA COZINHEIRO DE RESTAURANTE Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir próximo ao Garcia Salário 1.039,00 + Benefícios 01 VAGA MOTORISTA CARRETEIRO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possui CNH ‘E’, vivência em transportar cargas pesadas e conhecer bem a cidade de Salvador, Região Metropolitana e rodovias Salário 1.886,00 + Benefícios 05 VAGAS SALGADEIRO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir próximo ao Garcia Salário 1.039,00 + Benefícios 01 VAGA TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Ensino Técnico completo na área Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir CNH ‘B’, vivência na área e disponibilidade para viajar Salário 1.200,00 + Benefícios 04 VAGAS TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS Ensino Técnico completo na área de artes gráficas ou afins Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir vivência na área 01 VAGA COORDENADOR DE RESTAURANTE Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir em Itapuã, São Cristóvão, Stella Maris, Vila de Abrantes, Mussurunga, Bairro da Paz ou no município de Camaçari (região que tem acesso a Lauro de Freitas) Salário 1.450,00 + Benefícios 02 VAGAS VAGAS EXCLUSIVAS PARA UNIDADE CENTRAL DE SALVADOR PEDAGOGO (ESTÁGIO) Ensino Superior cursando Pedagogia - A partir do 3º sem Desejável: Curso de Inglês e Espanhol Bolsa estágio 600,00 + Benefícios 05 VAGAS CHURRASQUEIRO Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir vivência na área e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas Salário 1.230,00 + Benefícios 04 VAGAS COZINHEIRO DE RESTAURANTE Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir conhecimento em Buffet/self service, culinária baiana, massas, saladas, cozinha natural e residir no município de Lauro de Freitas ou regiões próximas Salário 1.230,00 + Benefícios 05 VAGAS VAGAS EXCLUSIVAS PARA LAURO DE FREITAS ATENDENTE BALCONISTA (ESTÁGIO) Ensino Médio incompleto 02 VAGAS MECÂNICO (ESTÁGIO) Ensino Médio ou Superior incompleto em Eletromecânica ou áreas afins 01 VAGA AUXILIAR DE SUSHIMAN Ensino Fundamental completo Obrigatório possuir experiência 02 VAGAS POLIDOR AUTOMOTIVO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA GESSEIRO Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 03 VAGAS EMPREGADA DOMÉSTICA NOS SERVIÇOS GERAIS Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir vivência com limpeza da casa, saber cozinhar, lavar e passar 01 VAGA CONSULTOR DE VENDAS Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir CNH ‘AB’ e carro ou moto 02 VAGAS VENDEDOR PORTA A PORTA Ensino Médio completo Não exige experiência Obrigatório residir no município de Lauro de Freitas ou Simões Filho Salário 1.114,00 05 VAGAS CHAPISTA/FUNILEIRO AUTOMOTIVO Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA PREPARADOR AUTOMOTIVO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira Obrigatório possuir disponibilidade para atuar no preparo do carro para ser pintado 01 VAGA REPOSITOR DE MERCADORIAS Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 03 VAGAS VAGAS EXCLUSIVAS PARA SANTO ANTÔNIO DE JESUS RECEPCIONISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir vivência em clinica ou laboratório 01 VAGA FARMACÊUTICO/BIOMÉDICO Ensino Superior completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA ELETRICISTA AUTOMOTIVO Ensino Médio completo Experiência em sistema elétrico e eletrônico de caminhões e ônibus – Apresentar comprovação Obrigatório possuir CNH ‘B e curso de Eletromecânica 03 VAGAS TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO Ensino Técnico completo na área Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir registro no MTE 01 VAGA ENTREGADOR DE ÁGUA Ensino Fundamental completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir CNH ‘A’ 01 VAGA VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência no ramo de alimentos – Apresentar comprovação Obrigatório possuir CNH e moto 01 VAGA MANUTENÇÃO PREDIAL Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir conhecimento em manutenção corretiva/preventiva de instalações prediais como elétrica, mecânica e hidráulica, troca de realização de teste de funcionamento e disponibilidade para trabalhar em Cruz das Almas 01 VAGA ESTOQUISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir vivência com armazenamento de mercadorias, atualização/contagem de estoque no sistema, balanço, cadastramento de produtos e disponibilidade para trabalhar em Cruz das Almas 01 VAGA SERRALHEIRO Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA AUXILIAR DE PADEIRO Ensino Fundamental completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA MECÂNICO INDUSTRIAL Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA ELETRICISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir curso NR 10 01 VAGA ELETRICISTA Ensino Médio completo Obrigatório possuir cursos NR 10, NR 35, Eletricista de redes de distribuição e outros direcionados a função 50 VAGAS BLASTER Ensino Fundamental completo Obrigatório possuir curso de Blaster 11 VAGAS IMPRESSOR GRÁFICO Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência 01 VAGA OPERADOR DE MÁQUINA EXTRUSORA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir curso de Operador de Máquina, Mecânica e áreas afins 02 VAGAS OPERADOR DE CALDEIRA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar carta de referência Obrigatório possuir curso NR 13 01 VAGA ELETRICISTA Ensino Técnico completo em Elétrica, Eletrotécnica, Eletroeletrônico Experiência na área de indústria– Apresentar comprovação Obrigatório residir em Valença 01 VAGA VAGAS EXCLUSIVAS PARA JEQUIÉ ALINHADOR DE VEÍCULO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA ATENDENTE BALCONISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA MONTADOR Ensino Fundamental completo Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ensino Superior completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA VAGAS EXCLUSIVAS PARA SENHOR DO BONFIM VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar comprovação 02 VAGAS ATENDENTE DE FARMÁCIA Ensino Médio completo Experiência na função – Apresentar comprovação 01 VAGA ELETRICISTA AUXILIAR Ensino Médio completo Obrigatório possuir cursos NR10, NR 35, Eletricista de Redes de distribuição e outros voltados para a função 10 VAGAS MECÂNICO DE EMPILHADEIRA Ensino Fundamental completo Experiência na função – Apresentar comprovação Obrigatório possuir disponibilidade para trabalhar em Campo Formoso 01 VAGA ELETRICISTA DE LINHA DE TRANSMISSÃO Ensino Médio completo Obrigatório possuir cursos NR10, NR 35, Eletricista de Redes de distribuição e outros voltados para a função 06 VAGAS ENCARREGADO DE LOGÍSTICA Ensino Médio ou Técnico completo Experiência na função – Apresentar comprovação Obrigatório possuir CNH ‘AB’ e disponibilidade para trabalhar em Campo Formoso 01 VAGA COORDENADOR DE OPERAÇÕES Ensino Médio ou Técnico completo Experiência na função – Apresentar comprovação Obrigatório possuir disponibilidade para trabalhar em Campo Formoso 01 VAGA VAGAS EXCLUSIVAS PARA ITABUNA AUXILIAR DE LAVANDERIA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA ROÇADOR Ensino Fundamental incompleto Experiência mínima de 06 meses com manutenção de máquinas que serão operadas 01 VAGA SOLDADOR Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses com solda MIG 01 VAGA SOLDADOR Ensino Médio incompleto Experiência mínima de 06 meses com solda TIG 01 VAGA VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses com vendas 01 VAGA ENCARREGADO DE SEÇÃO DE PERECÍVEIS EM MERCADO Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses na carteira 01 VAGA MAGAREFE Ensino Fundamental incompleto Experiência mínima de 06 meses na função 01 VAGA VENDEDOR PRACISTA Ensino Médio completo Experiência mínima de 06 meses com vendas no ramo de alimentos Obrigatório possuir CNH ‘A’ ou ‘B’, carro ou moto e vivência na área de varejo 01 VAGA OPERADOR DE TELEMARKETING (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Médio completo Não exige experiência 05 VAGAS INSPETOR DE DISCIPLINA (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Médio completo Não exige experiência 02 VAGAS ANALISTA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Ensino Superior completo em Análise de Sistemas ou Ciência da Computação Experiência mínima de 06 meses com desenvolvimento de sistema WEB 01 VAGA AUXILIAR DE LIMPEZA (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Médio incompleto Não exige experiência 01 VAGA AUXILIAR DE COZINHA (PCD) Exclusiva para Pessoas com Deficiência Ensino Fundamental incompleto Não exige experiência 01 VAGA ENCARREGADO DE LINHA MORTA Ensino Técnico completo em Eletrotécnica Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir cursos de RD, NR 10, NR 35 e SEP 05 VAGAS ENCARREGADO DE PODA Ensino Técnico completo em Eletrotécnica Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir cursos de RD, NR-10, NR-35 e SEP 04 VAGAS ENCARREGADO DE LINHA VIVA Ensino Técnico completo em Eletrotécnica Experiência mínima de 06 meses na função Obrigatório possuir cursos de RD, NR-10, NR-35 e SEP 05 VAGAS Veja Mais

CSN confirma captação de US$ 1 bilhão em emissão de títulos no exterior

R7 - Economia A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) confirmou nesta quinta-feira, 23, uma captação de US$ 1 bilhão por meio de emissão de títulos (notes) no exterior. A operação foi antecipada pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. A siderúrgica confirmou ainda o prazo de 8 anos, e a taxa de retorno para o investidor de 6,750% ao ano. A CSN vai utilizar os recursos para recomprar os títulos com vencimento em 2020 com taxa de 6,50% ao ano. Veja Mais

EXCLUSIVO-Guiana vai iniciar busca por empresa para comercializar petróleo do país

R7 - Economia Por Luc CohenGEORGETOWN (Reuters) - O governo da Guiana planeja iniciar no mês que vem a busca por uma petroleira ou trading para comercializar sua parcela no petróleo produzido no país, disse em entrevista o diretor do Departamento de Energia guianense, Mark Bynoe.O governo tem direito a uma parcela do petróleo de tipo "light sweet" que um consórcio liderado pela Exxon Mobil começou a produzir no mês passado, após ter realizado nos últimos anos 15 descobertas, que devem transformar a economia da Guiana, um país subdesenvolvido e com menos de 800 mil habitantes.Sem capacidade para o refino, no ano passado Georgetown começou a vender sua fatia de petróleo do país por meio de licitações --a primeira foi vencida pela Shell, que embarcou as três primeiras cargas do governo. Assim, enquanto o Estado não desenvolve a capacidade para vender o produto por si próprio, a Guiana depende de uma trading para comercializá-lo, afirmou Bynoe."Ainda não temos o tipo de apoio administrativo necessário", disse ele à Reuters na tarde de quarta-feira. "Estamos adotando essa metodologia mais simples para que possamos garantir que, enquanto avançamos, não estejamos perdendo valor."Bynoe afirmou que o governo espera iniciar no mês que vem os pedidos para que petroleiras internacionais e tradings de energia façam propostas para operar como o agente.Depois de encontrar mais de 6 bilhões de barris de recursos recuperáveis de petróleo e gás na Guiana, a Exxon e seus sócios Hess Corp e CNOOC esperam produzir 750 mil barris por dia (bpd) de petróleo no país até 2025.Várias outras empresas --incluindo Tullow Oil, Repsol e Total-- também estão explorando a costa guianense, embora nenhuma delas tenha feito descobertas comerciais até agora. Veja Mais

EDP Renováveis e Engie assinam acordo para joint-venture em energia eólica offshore

R7 - Economia (Reuters) - As elétricas EDP Renováveis e Engie assinaram acordo para a criação de uma joint venture 50/50 em energia eólica "offshore", que terá operações tanto fixas quanto flutuantes, informaram as empresas nesta quinta-feira.A assinatura do pacto ocorre oito meses após as companhias terem anunciado um memorando de entendimento para a formação da joint-venture, que "une a expertise industrial e a capacidade de desenvolvimento de ambas as companhias", segundo comunicado.Pelo acordo, EDPR e Engie combinarão no novo empreendimento seus ativos eólicos "offshore" e os portfólios de projetos no setor. A empresa nasce com um total de 1,5 gigawatts (GW) em construção e 3,7 GW em desenvolvimento.De acordo com nota das empresas, a joint venture deve estar operacional já no primeiro trimestre de 2020, trabalhando "para se tornar uma importante líder global no setor.""O acordo anunciado hoje está sujeito a determinadas condições precedentes, tais como o processo regulatório para aprovação da Comissão Europeia", acrescentaram as companhias.None (Por Gabriel Araujo) Veja Mais

Epidemias e mercados: os possíveis impactos da crise do Coronavírus de Wuhan

Epidemias e mercados: os possíveis impactos da crise do Coronavírus de Wuhan

R7 - Economia Ruas e estações de metrô completamente vazias. Restaurantes fechados. Centenas de pessoas quarentenadas em suas casas. A normalmente agitada área de chegadas do aeroporto quase deserta. Casamentos com todos os convidados – e os noivos – usando máscaras. Trabalhadores da área da saúde cobertos com roupas hazmat. Assim era Hong Kong nos primeiros meses de […] O post Epidemias e mercados: os possíveis impactos da crise do Coronavírus de Wuhan apareceu primeiro em SpaceMoney. Veja Mais

Casa Branca diz que está levando a sério roubo de informações do celular de Jeff Bezos

G1 Economia Homem mais rico do mundo e fundador da Amazon, Bezos supostamente foi hackeado após receber um vídeo do príncipe herdeiro da Arábia Saudita pelo WhatsApp. ONU pede investigação sobre suposta invasão do celular do bilionário Jeff Bezos A Casa Branca afirmou nesta quinta-feira (23) que está levando a sério as denúncias de que a Arábia Saudita teria invadido e roubado dados do celular de Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo e fundador da Amazon. A declaração foi dada pelo porta-voz Hogan Gidley, que falou sobre o assunto com repórteres, dizendo ainda que não tinha mais informações sobre o caso, de acordo com a agência Reuters. Na terça-feira (21) foi revelado que o príncipe herdeiro teria enviado um vídeo, pelo WhatsApp, para o executivo com um código malicioso, que teria levado ao roubo de informações. A resposta da Casa Branca veio depois da reação de outros órgãos internacionais, como a ONU, que se posicionaram sobre a polêmica na quarta-feira (22). A Arábia Saudita é um importante parceiro comercial e aliado fundamental dos EUA no Oriente Médio, principalmente contra o Irã. O que se sabe até agora sobre a suspeita de invasão do celular de Jeff Bezos Bezos supostamente teve o celular hackeado em maio de 2018 depois de receber uma mensagem no WhatsApp enviada por Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita. A informação foi publicada na terça-feira (21) pelo jornal britânico "The Guardian". Em razão das possíveis implicações do caso na geopolítica internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu na quarta-feira (22) que os Estados Unidos e outras autoridades relevantes investiguem a suspeita de invasão do telefone. Segundo o relatório da ONU, as informações recebidas sugerem o envolvimento do príncipe saudita no caso. MBS, como ele é conhecido, teria a intenção de vigiar o bilionário para "influenciar, se não silenciar", reportagens do jornal "The Washington Post", do qual Bezos é dono. Veja o que se sabe sobre a suspeita de invasão do celular de Jeff Bezos por príncipe saudita Guilherme Luiz Pinheiro/G1 Como teria sido a espionagem? A suspeita é de que um programa de espionagem tenha sido instalado no iPhone de Bezos por meio de um vídeo enviado pelo WhatsApp. Segundo o jornal britânico "The Guardian", uma análise técnica feita a pedido da equipe de Bezos no telefone do bilionário revelou que ele recebeu um vídeo no formato MP4 enviado pela conta pessoal do príncipe Mohammed bin Salman, herdeiro da coroa árabe, que estava entre seus contatos. Um vídeo pode roubar informações do seu celular? O vídeo foi enviado em 1º de maio de 2018, segundo a análise. Horas depois, uma quantidade de dados maior que a usual passou a sair do celular de Bezos. Isso durou alguns meses e mais de 4 GB de dados foram transmitidos do aparelho dele, de acordo com a consultoria que vistoriou o telefone. Fundador da Amazon, o norte-americano Jeff Bezos é o homem mais rico do mundo, de acordo com o ranking de bilionários da revista "Forbes". A fortuna do empresário está estimada em mais de US$ 131 bilhões. Initial plugin text Veja Mais

Governo estuda opção de convocar militares da reserva para reduzir fila do INSS, diz Mourão

G1 Economia Ideia anunciada inicialmente pelo governo era a de contratar os militares. No entanto, Palácio do Planalto avalia que medida pode não ser aprovada pelo Tribunal de Contas da União. Mourão disse que governo pode optar por convocar militares da reserva para atuar no INSS O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta quinta-feira (23) que o governo estuda convocar militares da reserva para atuar na redução da fila de pedidos de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Inicialmente, o governo havia anunciado que os militares seriam contratados. No entanto, o Palácio do Planalto identificou que a medida pode encontrar resistência no Tribunal de Contas da União (TCU). Cerca de 2 milhões de pedidos aguardam a análise do INSS, que não está conseguindo lidar com o volume de solicitações. De acordo com Mourão, o TCU apontou que a contratação de militares da reserva “está rompendo o princípio da impessoalidade”, já que a medida ficaria restrita aos militares. Por isso, o governo estuda fazer uma convocação, para em seguida ceder os militares ao INSS. “Olha, o TCU está dizendo que está rompendo o princípio da impessoalidade ao você direcionar a contratação exclusivamente para o grupo militar. Direciona porque é mais barato. Agora, existem formas de fazer sem colocar isso como um rompimento da impessoalidade. O Ministério da Defesa convoca e cede, e não coloca diretamente sob as mãos do INSS. Isso está sendo estudado pelo pessoal na área jurídica”, disse Mourão. O vice-presidente presidente está à frente do Planalto em razão de uma viagem oficial do presidente Jair Bolsonaro à Índia. Antes de embarcar, Bolsonaro afirmou que o governo ainda não publicou o decreto para implementar as medidas emergenciais para o INSS, anunciadas na semana passada, porque aguarda o aval do TCU. Quando anunciou as medidas, o governo informou que a seleção dos militares será feita pelo Ministério da Defesa. Atualmente, 7.820 servidores do INSS fazem a análise de documentos para a concessão de benefícios. Com a chegada dos militares, funcionários do INSS devem sair do atendimento e reforçar a análise. A expectativa é que o número de analistas chegue a 10 mil. 1,3 mi de brasileiros esperam há mais de 45 dias por uma resposta do INSS Contratação de civis Questionado se, diante das ponderações do TCU, o governo poderia abrir a contratação para civis, o presidente em exercício afirmou que essa opção seria mais cara, o que exigiria uma avaliação do gasto. "O que acontece? Se você for contratar civil é contrato temporário, é mais caro. Então, tem que olhar a questão orçamentária", afirmou. Mourão explicou que o secretário de Previdência, Rogério Marinho, discute com o TCU os ajustes nas regras para o emprego dos militares na força-tarefa do INSS. Veja Mais

Amazon pede que Justiça dos EUA interrompa contrato da Microsoft com Pentágono

G1 Economia Empresas disputaram em 2019 por projeto de computação em nuvem do Departamento de Defesa, avaliado em US$ 10 bilhões. A Amazon entrou com uma petição na Justiça na quarta-feira (22) para impedir que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e a Microsoft deem continuidade a um acordo para contratação de serviços de computação em nuvem até que um tribunal decida sobre um protesto da empresa em relação ao contrato. O projeto chamado de Infraestrutura de Defesa Corporativa Conjunta (JEDI, na sigla em inglês) faz parte de uma modernização digital mais ampla do Pentágono, com o objetivo de torná-lo mais ágil tecnologicamente e é avaliado em US$ 10 bilhões de dólares. A Microsoft foi escolhida em outubro de 2019 como empresa que levaria o contrato e seria responsável pela implementação do projeto. Bezos, fundador da Amazon, e Trump: presidente dos EUA foi acusado pela empresa de fazer 'pressão imprópria' em contrato do Departamento de Defesa France Presse A Amazon, originalmente considerada a favorita para obter o acordo, havia indicado na semana passada que entraria com uma ordem de restrição temporária para exigir que o Pentágono e a Microsoft adiassem as atividades iniciais do contrato. Computação em nuvem: onde a Amazon faz mais dinheiro Em um comunicado, a Amazon Web Services, divisão de computação em nuvem da Amazon, disse que "é prática comum manter o desempenho do contrato enquanto um protesto está pendente, e é importante que sejam revistos os inúmeros erros de avaliação e a interferência política flagrante que impactaram a decisão do prêmio Jedi". O processo de aquisição foi adiado por reclamações legais e alegações de conflito de interesses. Mais recentemente, a Amazon culpou o presidente dos EUA, Donald Trump, de fazer "pressão indevida "contra a empresa. Amazon acusa Trump de 'pressão imprópria' em contrato com Pentágono O secretário de Defesa, Mark Esper, rejeitou a acusação e disse que o Pentágono fez sua escolha de maneira justa e livre, sem influência externa. Amazon acusa Trump de fazer pressão contra empresa em contrato bilionário com Pentágono Veja Mais

Governo veta uso no Brasil de antimicrobianos para promover crescimento de animais

G1 Economia A proibição, válida para os produtos tilosina, lincomicina e tiamulina, entra em vigor imediatamente. O Ministério da Agricultura decidiu nesta quinta-feira (23) proibir em todo o Brasil a importação, fabricação e comercialização de aditivos utilizados para promover o crescimento de animais produtores de alimentos que contenham três determinados tipos de antimicrobianos. Por que o uso de antibióticos na agropecuária preocupa médicos A medida, que consta de instrução normativa publicada no "Diário Oficial da União" desta quinta-feira, vem em meio a preocupações globais com a preservação da efetividade de antibióticos para seres humanos que usam esses antimicrobianos. A pasta havia sinalizado o veto ainda em dezembro de 2018, quando informou a intenção de proibir os produtos, utilizados para induzir o crescimento de animais, e abriu prazo para manifestação de interessados. Na época, o ministério informou que há recomendações da Organização Mundial de Saúde para "restrição completa de todas classes de antimocrobianos importantes na medicina humana para promoção de crescimento de animais produtores de alimentos". A proibição, válida para os antimicrobianos tilosina, lincomicina e tiamulina, entra em vigor de imediato. Importadores ou fabricantes detentores de registros para aditivos com esses produtos deverão recolher estoques remanescentes no comércio em até 90 dias. Os registros dos aditivos ainda serão cancelados, segundo a publicação do ministério. Produtos em estoque ou provenientes de recolhimento do mercado poderão ser reprocessados para exportação ou adequação como produto veterinário com fins terapêuticos, desde que autorizado pela pasta. Veja Mais

Boeing realiza voo inaugural de aeronave 777X

R7 - Economia A Boeing realizou neste sábado o voo inaugural de sua nova aeronave 777X, dando início às reformas esperadas na forma como os reguladores aprovam aeronaves, após dois acidentes fatais envolvendo os aviões 737 MAX. O primeiro 777X decolou de uma fábrica da Boeing ao norte de Seattle (EUA), depois que duas tentativas anteriores foram frustradas na semana passada por causa do mau tempo. O 777X é uma atualização do modelo mais vendido 777, que voou pela primeira vez em 1995. O início de serviço da nova aeronave já está atrasado em relação ao cronograma inicial, devido a problemas técnicos, e agora possivelmente começará a realizar voos comerciais durante um período de desaceleração dos pedidos de aeronaves maiores, que já obrigou a Boeing a reduzir o ritmo de produção. A Emirates Airline, com sede em Dubai, deve receber o primeiro 777X, mas a Boeing teve de adiar as entregas até o próximo ano, após problemas com os novos motores GE9X fabricados pela General Electric. O avião possui dois corredores e pode acomodar mais de 400 passageiros. O prazo de entrega da nova aeronave depende de como os reguladores avançam com a certificação do 777X, que está sendo examinado - como o 737 MAX -, como derivado de um projeto existente e não de uma aeronave totalmente nova. O executivo-chefe da Boeing, David Calhoun, disse nesta semana que a certificação deve mudar para todos os novos aviões, em meio à revisão em andamento do MAX. "O processo de certificação é novo e será aplicado a todos os próximos aviões, por isso temos muito o que fazer em torno do 777X, para garantir que possamos atender uma revisão e investigação realmente completas", disse. A incerteza sobre quando o 777X entrará em serviço coincide com um menor ritmo de entrada de novos pedidos. A Boeing tem pedidos firmes para 309 dos jatos, provenientes de nove clientes, 200 deles de companhias do Oriente Médio: Emirates, Qatar Airways e Etihad Airways. A produção dos atuais 777 já foi reduzida para cerca de 3,5 por mês e pode ser reduzida ainda mais, à medida que a Boeing trabalha com a certificação 777X. A Boeing também está considerando um corte na produção mensal de sua aeronave de menor porte 787, de 12 para 14. Fonte: Dow Jones Newswires Veja Mais

Boeing 777X faz voo inaugural

R7 - Economia SEATTLE (Reuters) - A Boeing começou o voo inaugural neste sábado do maior jato bimotor do mundo, enquanto a fabricante de aviões intensifica a concorrência com a rival europeia Airbus em meio a uma crise devido ao seu modelo 737 MAX.O 777X, uma versão maior e mais eficiente do bem-sucedido mini-jumbo 777 da Boeing, decolou nos arredores de Seattle às 10:09 da manhã, hora local, depois que ventos fortes obrigaram a empresa a adiar duas tentativas anteriores nesta semana.Autoridades da Boeing disseram que a viagem inaugural duraria de 3 a 5 horas e anunciou meses de testes e certificação antes que a aeronave entre em serviço na Emirates em 2021, um ano depois do planejado originalmente por causa de dificuldades durante o desenvolvimento.(Reportagem de Tim Hepher) Veja Mais

Trump aumenta tarifas sobre produtos derivados de aço e alumínio de alguns países; Brasil está isento

G1 Economia Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, México e Coreia do Sul estão isentos das tarifas adicionais sobre produtos derivados de aço, e Argentina, Austrália, Canadá e México estão isentos das taxas adicionais sobre produtos derivados de alumínio. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na sexta-feira (24) um aumento das tarifas de importação sobre produtos derivados de aço em 25% e uma elevação de 10% nos impostos sobre produtos derivados de alumínio. Trump disse que Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, México e Coreia do Sul estão isentos das tarifas adicionais sobre produtos derivados de aço, e Argentina, Austrália, Canadá e México estão isentos das taxas adicionais sobre produtos derivados de alumínio. Trump acusa Brasil e Argentina de desvalorizarem moedas e diz que vai restaurar tarifas sobre aço e alumínio Bolsonaro diz que, após conversa com Trump, EUA desistiram de sobretaxar aço brasileiro Trump impôs tarifas sobre aço e alumínio importados para ajudar a aumentar a produção dos EUA, o que ele diz ser uma questão de segurança nacional. Desde a imposição de tarifas, disse Trump, as importações de aço e alumínio caíram, mas as importações de produtos derivados, como pregos de aço e cabos de alumínio, aumentaram. Trump disse que "os produtores estrangeiros desses artigos derivados aumentaram os envios desses artigos para os Estados Unidos, a fim de contornar os impostos sobre artigos de alumínio e artigos de aço". Ele disse que o aumento das tarifas entrará em vigor em 8 de fevereiro. Bolsonaro diz que Trump desistiu de taxar aço e alumínio do Brasil No dia 2 de dezembro, Donald Trump acusou, em uma rede social, Brasil e Argentina de desvalorizarem "maciçamente" suas moedas, e afirmou que vai reinstalar as tarifas de importação sobre o aço e o alumínio dos dois países. "Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para nossos agricultores", escreveu Trump em uma rede social. "Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todo o aço e o alumínio enviados para os EUA a partir desses países." Já no dia 20 do mesmo mês, o presidente Jair Bolsonaro informou que os Estados Unidos haviam desistido de sobretaxar o aço e o alumínio brasileiros. Veja Mais

Caixa oferece empréstimo para negativados em 2020

R7 - Economia O número de brasileiros negativados supera 60 milhões, de acordo com uma recente pesquisa divulgada pela Serasa Experian. O número de pessoas negativadas representa que quase 40% dos brasileiros adultos estão com dificuldades de conseguir crédito com seu CPF. Essa situação faz com que boa porte da população não tenha possibilidade de solicitar crédito. Portanto, […] O post Caixa oferece empréstimo para negativados em 2020 apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Empresas optam por espaços de coworking para aumentar o networking

R7 - Economia De acordo com levantamento, 66% pessoas não trocariam o coworking por um escritório tradicional, mesmo que por valores iguais Veja Mais

Auxílio-doença: Atenção, valor do benefício e calculo mudaram em 2020

R7 - Economia Profissionais incapacitados para o trabalho têm o direito garantido em lei ao afastamento. Caso isso aconteça, durante o período, o auxílio-doença pode ser concedido. Os primeiros 15 dias de recuo são pagos pela empresa. Depois disso, o valor é depositado pelo INSS. Para garantir o direito ao afastamento, o cidadão deve passar por uma perícia médica. Após o laudo, o […] O post Auxílio-doença: Atenção, valor do benefício e calculo mudaram em 2020 apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Petróleo Brent tem maior recuo semanal em 1 ano com temores sobre coronavírus

R7 - Economia Por Laila KearneyNOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo recuaram mais de 2% nesta sexta-feira, com o Brent registrando seu maior declínio semanal em mais de um ano, diante de temores de que o coronavírus se espalhe ainda mais pela China, segunda maior consumidora de petróleo do mundo, e afete as demandas por viagens e pela commodity.O vírus, que já matou 26 pessoas e infectou mais de 800, desencadeou a suspensão dos serviços de transporte público em dez cidades chinesas. Além disso, casos também foram detectados em diversos outros países da Ásia, na França e nos Estados Unidos.O petróleo Brent fechou em queda de 1,35 dólar, ou 2,18%, a 60,69 dólares por barril. O valor de referência global recuou 6,4% nesta semana, maior perda semanal desde 21 de dezembro de 2018.Já o petróleo dos EUA cedeu 1,40 dólar, ou 2,52%, e terminou o dia cotado a 54,19 dólares o barril. O "benchmark" norte-americano perdeu 7,4% na semana, maior retração desde 19 de julho do ano passado."Tudo diz respeito ao coronavírus a todo momento, e nós não estamos recebendo sinais de que as coisas estejam melhorando", disse Phil Flynn, analista do Price Futures Group em Chicago.Autoridades sanitárias temem que as taxas de infecção possam acelerar ainda mais neste fim de semana, durante o Ano Novo Lunar, período em que milhões de chineses viajam.(Reportagem adicional de Alex Lawler, Roslan Khasawneh e Koustav Samanta) Veja Mais

Aras pede ao STF suspensão de dois artigos da MP Verde Amarelo

Aras pede ao STF suspensão de dois artigos da MP Verde Amarelo

R7 - Economia O procurador-geral da República, Augusto Aras Dida Sampaio/ Estadão Conteúdo - 26.09.2019 Após críticas do Ministério Público do Trabalho (MPT) a artigos da Medida Provisória 905 - que cria o contrato de trabalho “Verde Amarelo” – o procurador-geral da República, Augusto Aras, propôs nesta sexta-feira (24) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra dois artigos da proposta do governo Jair Bolsonaro que tramita na Câmara dos Deputados. Trata-se da primeira ação de Aras no STF contra o governo Bolsonaro. O procurador-geral do Trabalho, Alberto Balazeiro, é um dos críticos à mudança da destinação de indenizações trabalhistas de projetos locais para o caixa do Tesouro Nacional, prevista na medida provisória. Hoje, a Lei de Ação Civil Pública prevê que danos causados por empresas devem ser reparados no local onde a companhia multada atua. Já a MP 905 altera esse ponto no artigo 21, redirecionando para a União os recursos firmados por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre empresas e o MPT. Esse é um dos artigos que são alvo da ação proposta por Aras. Para o PGR, o texto da MP do Trabalho Verde Amarelo limita a atribuição do Ministério Público do Trabalho para firmar esses acordos em matéria trabalhista. “Usa como fonte de financiamento tais receitas, decorrentes da atuação do Ministério Público do Trabalho, e reduz o espaço de negociação, limitando formas menos onerosas de composição em ação civil pública e em procedimentos extrajudiciais”, argumenta Aras, de acordo com nota divulgada pelo Ministério Público Federal (MPF). Balazeiro também reclamou do artigo 28 da medida, que limita o tempo de validade dos TACs a dois anos. Para o chefe do MPT, essa mudança isso prejudica a atuação do órgão e também os empregadores, que passariam a estar sujeitos a fiscalizações recorrentes. Esse artigo também é questionado por Aras na ADI levada ao Supremo. Para o PGR, o impacto sobre o trabalho do órgão ministerial é imediato e afeta a efetividade dos TACs. “A limitação ao conteúdo de TAC firmado pelo MPT afeta negociações em curso por todo o país e pode levar, ante a inviabilidade da autocomposição, ao ajuizamento de ações coletivas e consequente sobrecarga do Poder Judiciário”, completou Aras. O PGR pede que o Supremo conceda medida cautelar para suspender imediatamente a eficácia dos artigos 21 e 28 da MP 905/2019, e, no mérito, requer a declaração de inconstitucionalidade dos dispositivos. A MP do Trabalho Verde Amarelo bateu recorde de emendas na Câmara dos Deputados, com cerca de 2 mil sugestões de alterações. De acordo com o MPT, cerca de 200 delas já pedem a exclusão dos dois artigos do texto. Veja Mais

Brent tem maior recuo semanal em 1 ano com temores sobre coronavírus

R7 - Economia Por Laila KearneyNOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo recuaram mais de 2% nesta sexta-feira, com o Brent registrando seu maior declínio semanal em mais de um ano, diante de temores de que o coronavírus se espalhe ainda mais pela China, segunda maior consumidora de petróleo do mundo, e afete as demandas por viagens e pela commodity.O vírus, que já matou 26 pessoas e infectou mais de 800, desencadeou a suspensão dos serviços de transporte público em dez cidades chinesas. Além disso, casos também foram detectados em diversos outros países da Ásia, na França e nos Estados Unidos.O petróleo Brent fechou em queda de 1,35 dólar, ou 2,18%, a 60,69 dólares por barril. O valor de referência global recuou 6,4% nesta semana, maior perda semanal desde 21 de dezembro de 2018.Já o petróleo dos EUA cedeu 1,40 dólar, ou 2,52%, e terminou o dia cotado a 54,19 dólares o barril. O "benchmark" norte-americano perdeu 7,4% na semana, maior retração desde 19 de julho do ano passado."Tudo diz respeito ao coronavírus a todo momento, e nós não estamos recebendo sinais de que as coisas estejam melhorando", disse Phil Flynn, analista do Price Futures Group em Chicago.Autoridades sanitárias temem que as taxas de infecção possam acelerar ainda mais neste fim de semana, durante o Ano Novo Lunar, período em que milhões de chineses viajam.(Reportagem adicional de Alex Lawler, Roslan Khasawneh e Koustav Samanta) Veja Mais

Regina Duarte teve contas de peça teatral reprovadas pelo governo

Regina Duarte teve contas de peça teatral reprovadas pelo governo

R7 - Economia Regina Duarte foi convidada para assumir a Cultura Alex Silva/Estadão Conteúdo – 25.10.2018 Convidada para assumir a Secretaria Especial da Cultura pelo presidente Jair Bolsonaro, a atriz Regina Duarte teve as contas de uma peça de teatro reprovada pelo governo federal, em 2018, e ficou obrigada devolver aos cofres públicos R$ 319 mil, quase o valor total que conseguiu obter junto à iniciativa privada, em troca de renúncia fiscal. Por meio do Pronac (Programa Nacional de Apoio à Cultura), ela foi autorizada a captar R$ 408.540 e obteve de fato R$ 321 mil dos quais R$ 319.614,75 deveriam ser restituídos ao Fundo Nacional da Cultura. A portaria com a decisão foi publicada em março de 2018 no Diário Oficial da União, assinada pelo então secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, José Paulo Soares Martins, do extinto Ministério da Cultura, no governo Michel Temer. Leia mais: Ninguém melhor do que Regina para a Cultura, diz Bolsonaro O projeto intitulado Coração Bazar consistia na montagem e apresentação de um espetáculo, de autoria de Lenita de Sá, com adaptação dramatúrgica de Lauro César Muniz. Ele ficou em cartaz na cidade de São Paulo. De acordo com André Duarte, filho de Regina e diretor da empresa, a exigência de devolução do valor ocorreu porque não foram entregues ao Ministério da Cultura os comprovantes de que os ingressos eram gratuitos. Um recurso para mudar a decisão foi apresentado pela firma. Veja Mais

Caged: o que os números do emprego dizem sobre o primeiro ano da economia sob Bolsonaro

G1 Economia A volta da construção, recessão na indústria e recuperação mais lenta no Nordeste — os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia vão além dos sinais de que o mercado formal está se recuperando. Carteira de trabalho Getty Images Depois de passar pela maior crise de sua história recente, o mercado de trabalho deu sinais mais claros de que está se recuperando e fechou 2019 com saldo positivo de 644.079 postos com carteira assinada. O emprego é o último pilar da economia a se recuperar dos ciclos de recessão. Primeiro, as empresas se desfazem de eventuais estoques acumulados, esperam para confirmar se o aumento de demanda de fato se sustenta no médio prazo para, aí sim, reforçarem o quadro de pessoal. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24/01) pelo Ministério da Economia, mostram não apenas que este momento chegou. Leia, a seguir, 4 fatos que os dados de emprego revelam sobre a economia no primeiro ano do governo Bolsonaro. Saldo de vagas acumulado em 12 meses BBC Modalidades 'flexíveis' se consolidam no mercado formal Dois tipos de contrato criados pela reforma trabalhista, em 2017, ganharam fôlego no ano passado. O trabalho intermitente e o parcial responderam por cerca de 106 mil das 644 mil vagas com carteira criadas no período, cerca de 16,5% do total — percentual ligeiramente superior ao registrado em 2018, 15,6%. O contrato parcial, com jornada reduzida, já existia, mas foi flexibilizado com a reforma. O intermitente é aquele em que a empresa registra em carteira o funcionário, mas sem estabelecer salário ou jornada fixa. O trabalhador pode ser convocado por alguns dias ou mesmo horas no mês, a depender da demanda por parte do contratante. Ele foi um dos pontos mais polêmicos da reforma e é frequentemente apontado por críticos como uma "formalização do bico". Os que o defendem afirmam que ele tem servido muitas vezes de porta de entrada para o contrato em tempo integral. Desde que foi instituída, a modalidade é questionada em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal. O argumento é de que ela violaria princípios constitucionais como o da dignidade humana e do valor social do trabalho. O tema está na pauta do dia 14 de maio do Supremo. Para o economista Thiago Xavier, da Tendências Consultoria, a participação mais expressiva de contratos mais flexíveis no emprego formal pode ser um reflexo da recuperação lenta da economia, mas também pode sinalizar uma mudança estrutural do mercado de trabalho. "Nesses últimos anos, o mercado sofreu influência da reforma trabalhista, do surgimento de novas formas de trabalho, além das questões conjunturais. É difícil dizer hoje o que é o quê", pondera. Brasil criou 644 mil novos empregos de carteira assinada em 2019, segundo o Caged O longo caminho da indústria Os serviços foram o setor que mais gerou emprego com carteira no Brasil em 2019. Com saldo positivo de 382,5 mil postos, respondeu por 59% do total de vagas. Em termos relativos, o estoque de emprego avançou 2,2% no período, perdendo apenas para a construção, que incrementou o estoque de emprego em 3,6%. A indústria, por outro lado, teve o pior desempenho. O setor, que já chegou a responder por mais de 20% do emprego com carteira em anos como 2004, 2006 e 2010, contribuiu com 2,8% dos postos em 2019, um saldo líquido de 18,3 mil — variação de 0,26% no estoque de emprego do setor. O desempenho é reflexo da própria atividade industrial, que chegou a ensaiar uma recuperação na saída da crise, mas voltou a ter desempenho errático em 2019. Entre janeiro e novembro, ela recuou 1,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados mais recentes da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF). Produção industrial BBC A última divulgação da pesquisa do IBGE, que apontou uma queda de 1,7% na produção apenas em novembro (na comparação com o mesmo período de 2018), acendeu um "sinal amarelo", na avaliação do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). "Não restam dúvidas de que 2019 foi um ano recessivo para a indústria", destacou a organização em sua mais recente análise. Uma das razões para isso é o setor externo. Mesmo com o dólar acima do patamar de R$ 4, as exportações não decolaram em 2019. Pelo contrário: recuaram 6,4% em relação a 2018, para US$ 223,4 bilhões. O desempenho se deve especialmente à crise na Argentina, principal destino dos produtos manufaturados brasileiros, e à desaceleração do comércio global no ano passado por conta da guerra comercial entre Estados Unidos e China. No mercado interno, como destaca a MCM Consultores em relatório, a indústria conseguiu atender parte da demanda com seus estoques acumulados — o que também contribuiu para o desempenho frustrante da produção. A surpresa positiva da construção O setor mais abalado pela crise, por outro lado, voltou a contratar depois de 5 anos. Foram 71,1 mil postos com carteira assinada, 11% do total de vagas contabilizado em 2019. Entre 2014 e 2017, o setor fechou cerca de um milhão de postos formais, um terço do saldo negativo do período: durante a crise, o Brasil fechou 3 milhões de empregos com carteira assinada. Ao contrário de outros períodos recentes em que a construção estava contratando, entretanto, desta vez não há grandes obras de infraestrutura em andamento, dada, entre outros fatores, a restrição fiscal de Estados e da União. A recuperação está sendo puxada pelo setor imobiliário, por lançamentos residenciais concentrados especialmente no Sudeste, afirma a economista Ana Maria Castelo, pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV). No primeiro semestre de 2019, as vendas de imóveis no país registraram alta de 12% em relação ao mesmo período de 2018 — e mais da metade das unidades estavam no Sudeste, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). Parte dessa alta se deve, para os especialistas, ao ciclo recente de queda nas taxas básicas de juros no país. Tentando fugir da rentabilidade menor que uma Selic a 4,5% representa para os ativos de renda fixa, por exemplo, investidores voltaram a apostar no setor. A própria queda dos juros barateia o custo do financiamento imobiliário e incentiva o consumo, acrescenta o economista Cosmo Donato, da LCA Consultores. "Esse é, afinal, um dos canais de transmissão da política monetária", diz ele, referindo-se às decisões do Banco Central, no caso, de baixar os juros — que têm como reflexo um estímulo ao consumo e à atividade econômica. Recuperação ainda mais lenta no Nordeste Na análise por regiões, Centro-Oeste e Sul tiveram melhor desempenho – o estoque de emprego cresceu 2,3% e 2% em 2019, respectivamente. O Nordeste, por sua vez, teve o pior desempenho, com alta de 1,2% no volume de empregados com carteira assinada – saldo líquido de 76,5 mil novos postos. A região foi a que mais sentiu os efeitos negativos da recessão e, nesta lenta retomada da crise, segue com desempenho pior do que a média nacional. No biênio 2015-2016, enquanto a economia encolheu 3,6% como um todo, no Nordeste o PIB recuou ainda mais, 4,3%. Já em 2019, ano em que a atividade no país se recuperou e avançou 1,2%, na região cresceu apenas 0,3%, de acordo com as estimativas da Tendências Consultoria. Se confirmada pelo IBGE, que divulga os dados de PIB regional com uma defasagem média de dois anos, a variação sinaliza que a retomada na região tem sido ainda mais lenta do que no restante do país. E o crescimento da economia tem ligação direta com a geração de emprego com carteira assinada, destaca o economista Thiago Xavier. Esse é um dado relevante especialmente em 2020, ano de eleições municipais. Para vários cientistas políticos, a situação da economia é um fator que tem forte influência sobre o voto — e o Nordeste é a região em que o presidente Bolsonaro teve pior desempenho nas eleições de 2018. Veja Mais

Recuperação da economia global deve ser difícil apesar de animação nos mercados

G1 Economia Pesquisa com 500 economistas de 46 países mostra que acordo comercial entre EUA e China não reduziu incertezas. Além disso, eles avaliam que as ações do bancos centrais para estimular a demanda não estão surtindo efeito. Uma recuperação significativa da economia global será difícil de alcançar este ano, já que muitos países ainda enfrentam uma série de riscos, apesar do sentimento de melhora com o acordo comercial entre Estados Unidos e China e da ebulição nos mercados financeiros. É o que mostra uma pesquisa da Reuters com mais de 500 economistas de 46 grandes economias, realizada entre os dias 10 a 22 de janeiro. Segundo eles, a economia global em 2019 pode estar próxima de seu nível mais fraco desde a crise financeira, graças ao protecionismo comercial e à incerteza política, mas as ações de empresas pelo mundo tiveram um ano de ruptura, com vários índices atingindo, repetidamente, máximas recordes. Helio Gurovitz: Acordo comercial entre China-EUA mantém protecionismo Economia global está anêmica e a renda provavelmente vai sofrer, diz ONU Com alta chance de a política monetária flexível dos bancos centrais continuar, essa divisão entre mercados e eventos externos a ele pode se estender até este ano. Quando perguntados sobre o que é mais provável para as economias de mercado desenvolvidas e emergentes este ano, mais de três quartos dos economistas disseram "praticamente o mesmo que no ano passado", em termos de taxas de crescimento. "As tendências de crescimento do mundo são sustentáveis, mas frágeis. Não vemos altos riscos de recessão nas principais economias, nem esperamos um aumento acentuado da inflação. Mas respeitamos a dinâmica do ciclo tardio e vários riscos políticos e de longo prazo", disse James Sweeney, economista-chefe do Credit Suisse. "A manufatura e o comércio globais estão em queda desde o final de 2018, mas os indicadores cíclicos provavelmente melhorarão em 2020. É improvável que a recuperação seja vigorosa", afirmou Sweeney. FMI reduz projeção para economia global, mas eleva a do Brasil Incerteza comercial continua Embora pouquíssimos economistas tenham previsto uma desaceleração mais profunda este ano, também não há muitos que preveem uma recuperação significativa, apesar da euforia que cerca o acordo comercial inicial entre Washington e Pequim, que aliviou quase dois anos de tensões crescentes entre as duas maiores economias do mundo. "No final, não esperamos que isso (acordo comercial) faça com que a confiança dos negócios volte à tona. Não acreditamos que a incerteza na política comercial esteja diminuindo", disse Jim O'Sullivan, macro estrategista-chefe da TD Securities. Nas últimas pesquisas da Reuters, as perspectivas de crescimento para 2020 para quase 75% das 46 principais economias foram cortadas ou mantidas em relação à pesquisa anterior. Da mesma forma, as perspectivas de inflação para quase 85% dessas economias foram reduzidas ou mantidas. A maioria dos bancos centrais deve manter seu viés de flexibilização, apesar do crescente ceticismo sobre sua capacidade de influenciar no crescimento ou na inflação. As previsões para o próximo movimento provável ainda estavam inclinadas para corte de juros em vez de um afastamento das políticas de eras de crise. Guerra comercial: entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial Embora a maioria dos grandes bancos centrais tenha conseguido evitar uma desaceleração econômica mais profunda, eles falharam coletivamente em estimular a demanda em suas respectivas economias - o que não se espera que mude pelo menos até 2021. "Esperamos que a maior parte da década de 2020 seja caracterizada por crescimento lento e inflação muito baixa", disse Jennifer McKeown, chefe de economia global da Capital Economics. Projeção para o crescimento global A expectativa é de que a economia global cresça 3,1% este ano, inalterada em relação à mediana de outubro e a mais fraca desde o início das pesquisas para esse período, em abril de 2018. Isso é apenas um pouco melhor do que no ano passado. A última previsão de crescimento mundial do Fundo Monetário Internacional (FMI) estava lentamente convergindo para o consenso da Reuters, diminuindo de 3,4% para 3,3%, seu terceiro corte direto nas perspectivas para 2020. Os bancos centrais de mercados emergentes afrouxaram agressivamente sua política monetária, mas uma recuperação nas economias em desenvolvimento também tem sido difícil, com taxas de crescimento em algumas das maiores se movendo na direção oposta. O crescimento econômico da China deve diminuir para a mínima de 30 anos de 5,9% este ano, devido ao consumo doméstico mais lento e à demanda global reduzida. A economia brasileira, em meio à sua recuperação mais fraca da recessão, acelerará este ano, mas não muito, crescendo 2,1%. Brasil cresceu quase um terço da média mundial na década Veja Mais

Rede de supermercados oferece 140 vagas de emprego para nova unidade em Indaiatuba; veja lista

G1 Economia Requisitos variam de acordo com o cargo e todas as vagas são elegíveis para pessoas com deficiência (PCD). Interessados devem enviar currículos para o site da rede. Rede de supermercados oferece 140 vagas de emprego em Indaiatuba (SP). Rede Amazônica/Reprodução Uma rede de supermercados que abrirá nova unidade em Indaiatuba (SP) está com 140 vagas de emprego abertas. Os interessados em ocupar as funções devem cadastrar o currículo no site da rede. Os requisitos mínimos para concorrer às oportunidades dependem do cargo. Todas as vagas são elegíveis para pessoas com deficiência (PCD). Veja abaixo a relação e a quantidade de cargos disponíveis. A unidade funcionará no bairro Jardim Nova Indaiá, mas a data de inauguração não foi informada pela empresa. Confira as vagas Áreas de liderança - 11 vagas Áreas de frente de caixa - 56 vagas Abastecimento - 1 vaga Manutenção - 1 vaga Recursos humanos - 1 vaga Área de alimentos perecíveis - 18 vagas Mercearia - 31 vagas Depósito/recebimento - 4 vagas Administrativo - 3 vagas Televendas - 2 vagas Prevenção - 12 vagas Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas Veja Mais

Opep avalia manter cortes até fim do ano, mas discussão está no início, diz agência

G1 Economia Organização e seus aliados deverão discutir em março a situação do mercado. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está discutindo uma prorrogação até o final do ano de cortes na oferta de petróleo, uma vez que o mercado da commodity ainda parece baixista, mas as discussões estão em uma fase inicial, disse a agência de notícias russa Tass nesta sexta-feira (24). O grupo de exportadores de petróleo deve se reunir em março, mas também pode haver uma reunião em junho para decidir sobre a política de produção, disse a agência, que citou uma fonte na Opep. A Opep e países aliados incluindo a Rússia, um grupo que ficou conhecido como Opep+, estão restringindo a produção de petróleo, em meio a um pacto programado atualmente para vencer em março. Brasil participa como observador de reunião da Opep em Viena Na quinta-feira, o secretário-geral da Opep, Mohammad Barkindo, afirmou que seria prematuro falar sobre a possibilidade de os cortes serem prorrogados ate o final do ano, também de acordo com a agência Tass. O ministro de Energia saudita, príncipe Abdulaziz bin Salman Al-Saud, também disse na quinta-feira que é cedo para pedir mais cortes, embora tenha afirmado que todas opções estão em aberto para a próxima reunião da Opep+, em março. "Não posso avaliar agora se o mercado precisa de mais cortes porque ainda não vi os balanços (de oferta e demanda) de janeiro e fevereiro", afirmou o ministro, segundo a rede de televisão Al Arabiya. Ele acrescentou que a Opep e seus aliados deverão discutir em março a situação do mercado e "decidir objetivamente" se são necessários mais cortes. Veja Mais

Bolsonaro diz que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar

G1 Economia Presidente falou ao desembarcar em Nova Délhi, na Índia. Mudança na tributação foi aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (23). Bolsonaro chega à Índia e fala aos jornalistas O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (24) que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar. "Paulo Guedes, desculpa, você é meu ministro , te sigo 99%, mas aumento de imposto para cerveja não", afirmou Bolsonaro ao desembarcar em Nova Délhi, na Índia. A mudança na tributação foi aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (23). Guedes está em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. Lá, em entrevista à GloboNews, o ministro afirmou que o governo avalia uma cobrança de tributos sobre cigarros, álcool e produtos com açúcar numa eventual proposta de reforma tributária a ser apresentada pela equipe econômica. De acordo com ele, o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do "imposto do pecado" para diminuir o consumo de cigarros, álcool e produtos com açúcar. "Não tem nada definido, tem um grupo fazendo a reforma tributária. Fala-se de tributos e impostos e existe esse conceito de tributar coisas que fazem mal para a saúde", disse Guedes. Porém, Bolsonaro disse nesta sexta ser contra a proposta. "Não tem como aumentar, não consegue mais aumentar a carga tributaria no Brasil. Todo mundo consome algo de açúcar todo dia, não da pra aumentar", complementou o presidente. Veja Mais

Usuários de iFood relatam cobranças indevidas e aplicativo culpa senhas vazadas de outros serviços

G1 Economia Empresa diz que medidas cabíveis são tomadas 'dependendo do caso' e não garante reembolso. Diversos usuários estão relatando cobranças indevidas atreladas ao aplicativo de entrega de comida iFood. Segundo os relatos e explicações dadas pela empresa aos consumidores, a fraude pode ocorrer dentro do próprio aplicativo, nas máquinas dos restaurantes ou até em contas de outras pessoas. Os casos estão registrados em redes sociais e, principalmente, no site ReclameAqui. São várias reclamações por dia — algumas com valores de centenas de reais. O blog conversou com duas vítimas da fraude. Fabio, um engenheiro de software que teve seu cartão virtual e exclusivo clonado após o uso no iFood, e um arquiteto do Rio de Janeiro (ele pediu para não ser identificado) que teve sua conta invadida para registrar vários pedidos com cartões de outras pessoas. O arquiteto, que sempre pagou seus pedidos pessoalmente e não tinha cartão cadastrado no iFood, descobriu que sua conta estava sendo usada por outras pessoas quando um entregador teve dificuldade para encontrar o endereço do pedido e ligou para pedir informações. O iFood não bloqueou os pedidos. "Após o entregador me ligar, ele usou o chat do aplicativo para conversar com o 'cliente' para pedir orientações sobre o endereço. Eu assisti a conversa ao vivo. Esse falso 'eu' modificou o número do meu celular no aplicativo, colocou o dele, mas eu tive tempo de corrigir antes de mudar a senha", conta o arquiteto. Pedidos feitos em conta roubada no iFood: todos com cartões e endereços de entrega diferentes. Plataforma não alertou usuário nem bloqueou pedidos. Reprodução Todos os pedidos falsos cadastrados foram pagos com cartões da Elo. A companhia foi questionada se saberia o motivo da recorrência dos cartões nas fraudes, mas não respondeu a essa pergunta. A bandeira apenas orientou que, em casos de fraude, o consumidor deve trocar as senhas nos aplicativos e comunicar o banco emissor do cartão. Como o arquiteto nunca cadastrou nenhum cartão no app, os cartões usados eram todos de outras pessoas e ele escapou do prejuízo financeiro. No entanto, ele teve dificuldade para obter orientações do iFood e não sabe por que sua conta foi usada. Mas Fabio, que tinha um cartão cadastrado, acabou com R$ 63 de prejuízo. Ele diz que recebeu cobranças indevidas em um cartão de crédito virtual, criado exclusivamente para uso no iFood. Os pedidos ou cobranças não foram registrados na conta dele: eles não constam no histórico de pedidos e não foram enviados os e-mails de confirmação dos pedidos. Em contato com o blog, o iFood chegou a garantir que reembolsaria o engenheiro de software. Passados quase dois meses da fraude, isso não aconteceu. O iFood foi novamente questionado e, na segunda vez, mudou seu posicionamento para afirmar que "as medidas cabíveis são tomadas de acordo com cada caso". Após o primeiro pedido no iFood, pago com um cartão virtual exclusivo para o aplicativo, outros dois pedidos foram realizados. Valores não foram ressarcidos. Reprodução O iFood também informou que não armazena as informações de cartão de crédito dos clientes e que possui um time dedicado para identificar qualquer irregularidade, seja na atuação dos restaurantes, entregadores ou clientes registrados em seu serviço. A empresa não explicou por que golpistas estão atuando na plataforma e realizando pedidos falsos em nome dos clientes, mas sugeriu que os roubos de conta ocorrem por conta de vazamentos de senhas de outros serviços. O iFood disse que, quando seus sistemas detectam que isso está acontecendo, a senha é descadastrada para proteger a conta. Esse tipo de ataque, chamado de "credential stuffing", é possível quando se utiliza uma senha idêntica em vários serviços e cadastros. Se a senha vazar de qualquer lugar onde ela foi usada, os hackers conseguem criar sistemas automáticos que encontram outros serviços onde a mesma senha funciona. O arquiteto carioca, que teve sua conta utilizada para a realização de pedidos, confirmou que a senha usada no serviço tinha sido repetida e que ela foi comprometida em um vazamento. Fabio, no entanto, tinha usado uma senha única, além do cartão exclusivo. A emissora do cartão do engenheiro de software confirmou que o código de verificação (CVV) foi o atribuído ao iFood. Até o momento não há explicação sobre como a fraude ocorreu. "Dinheiro perdido", desabafou. O que disse o iFood O iFood enviou o seguinte posicionamento ao blog: "O iFood conta com um time dedicado a investigações de fraudes para monitorar e agir caso seja identificada qualquer irregularidade, seja na atuação dos restaurantes, entregadores ou mesmo clientes cadastrados na plataforma. A empresa esclarece que não armazena informações do cartão de crédito dos clientes em seus servidores e, por isso, não houve qualquer vazamento desses dados. O iFood reitera que a segurança da informação é prioridade em sua atuação. Sobre os casos de relato de roubo de conta, esse tipo de ocorrência acontece quando criminosos usam senhas vazadas na internet para entrar em contas do iFood. Ao identificar acessos irregulares, o iFood realiza o procedimento de segurança padrão, removendo a senha, deslogando todos os dispositivos relacionados à conta e redirecionando o usuário para um novo fluxo de autenticação, em que ele precisa ter acesso ao seu e-mail ou telefone para conseguir acessar a plataforma novamente. Todas as tratativas dos casos mencionados já estão em andamento e as medidas cabíveis serão tomadas, de acordo com cada caso." Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para o dia 24 de janeiro

G1 Economia São oportunidades para assistente administrativo, cobrador interno, comprador, técnico em saúde bucal, entre outras. Sine oferece vaga para doceira e mestre doceiro Mariane Rossi/G1 O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine, localizado na Rua General Rondon, nº 2350, em frente à praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas na capital. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: auxiliar administrativo cobrador externo comprador doceira mestre doceiro promotor de vendas externo secretária executiva técnico em saúde bucal vendedor interno auxiliar administrativo (para pessoa com deficiência) O Sine informa que as vagas oferecidas podem sofrer alterações de um dia para o outro, pois o sistema não contabiliza os atendimentos ao longo do dia realizado nas unidades Superfácil, que funcionam após o fechamento da agência central. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá. Veja Mais

Braskem vai paralisar em definitivo produção de cloro soda em Camaçari

G1 Economia Segundo a companhia, a paralisação reflete o fim do prazo de vida útil da unidade. A petroquímica Braskem anunciou nesta quinta-feira (23) que paralisará em definitivo em abril a produção de cloro soda em Camaçari (BA), que tem capacidade anual de produção de 79 mil toneladas de soda cáustica e 64 mil toneladas de cloro. Segundo a companhia, a paralisação reflete o fim do prazo de vida útil da unidade e terá início, "seguindo os padrões de segurança aplicáveis e visando a proteção das pessoas, comunidades e do meio ambiente" e afirmou que as demais operações industriais da Braskem não serão afetadas. O anúncio ocorre dias após a Braskem ter acertado com autoridades federais e estaduais de Alagoas acordo para reparação de prejuízos a milhares de vítimas de fenômeno de afundamento e rachaduras de solo que atingiu Maceió. O acordo envolveu o pagamento pela companhia de R$ 2,7 bilhões. Veja Mais

Guiana vai iniciar busca por empresa para comercializar petróleo do país

R7 - Economia Por Luc CohenGEORGETOWN (Reuters) - O governo da Guiana planeja iniciar no mês que vem a busca por uma petroleira ou trading para comercializar sua parcela no petróleo produzido no país, disse em entrevista o diretor do Departamento de Energia guianense, Mark Bynoe.O governo tem direito a uma parcela do petróleo de tipo "light sweet" que um consórcio liderado pela Exxon Mobil começou a produzir no mês passado, após ter realizado nos últimos anos 15 descobertas, que devem transformar a economia da Guiana, um país subdesenvolvido e com menos de 800 mil habitantes.Sem capacidade para o refino, no ano passado Georgetown começou a vender sua fatia de petróleo do país por meio de licitações --a primeira foi vencida pela Shell, que embarcou as três primeiras cargas do governo. Assim, enquanto o Estado não desenvolve a capacidade para vender o produto por si próprio, a Guiana depende de uma trading para comercializá-lo, afirmou Bynoe."Ainda não temos o tipo de apoio administrativo necessário", disse ele à Reuters na tarde de quarta-feira. "Estamos adotando essa metodologia mais simples para que possamos garantir que, enquanto avançamos, não estejamos perdendo valor."Bynoe afirmou que o governo espera iniciar no mês que vem os pedidos para que petroleiras internacionais e tradings de energia façam propostas para operar como o agente.Depois de encontrar mais de 6 bilhões de barris de recursos recuperáveis de petróleo e gás na Guiana, a Exxon e seus sócios Hess Corp e CNOOC esperam produzir 750 mil barris por dia (bpd) de petróleo no país até 2025.Várias outras empresas --incluindo Tullow Oil, Repsol e Total-- também estão explorando a costa guianense, embora nenhuma delas tenha feito descobertas comerciais até agora. Veja Mais

Com valorização de bancos, Ibovespa sobe 0,96% e atinge nova máxima

Com valorização de bancos, Ibovespa sobe 0,96% e atinge nova máxima

R7 - Economia O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, encerrou esta quinta-feira (23) com valorização de  0,96%, aos 119.527,63 pontos, nova máxima histórica de fechamento. O índice, que iniciou o dia com perdas, assumiu viés de alta no período da tarde devido à alta dos papéis dos bancos e de um fluxo de estrangeiros […] O post Com valorização de bancos, Ibovespa sobe 0,96% e atinge nova máxima apareceu primeiro em SpaceMoney. Veja Mais

S&P 500 e Nasdaq encerram em alta com Netflix

R7 - Economia NOVA YORK (Reuters) - O S&P 500 terminou levemente mais alto e o Nasdaq alcançou um recorde nesta quinta-feira, auxilidado por um salto da Netflix, enquanto as notícias sobre o surto de coronavírus, que se espalhava da China, e os resultados mistos mantinham o mercado em atenção.Com base nos dados disponíveis mais recentes, o Dow Jones caiu 0,09%, para 29.159,82 pontos, o S&P 500 avançou 0,11%, para 3.325,49 pontos e o Nasdaq Composite teve alta de 0,2%, para 9.402,48 pontos.(Por Caroline Valetkevitch) Veja Mais

Em Davos, Guedes diz que avalia imposto sobre cigarro, álcool e produtos com açúcar

G1 Economia Em Davos, ministro disse que o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do “imposto do pecado” para diminuir o consumo de produtos que fazem mal para a saúde. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (23) que ainda não há uma definição para a cobrança de tributos sobre cigarros, álcool e produtos com açúcar numa eventual proposta de reforma tributária a ser apresentada pelo governo. Em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial, o ministro disse que o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do "imposto do pecado" para diminuir o consumo de cigarros, álcool e produtos com açúcar. Paulo Guedes participa de painel em Davos Walter Duerst/Fórum Econômico Mundial/Divulgação "Não tem nada definido, tem um grupo de fazendo a reforma tributária. Fala-se de tributos e impostos e existe esse conceito de tributar coisas que fazem mal para a saúde", disse Guedes em entrevista concedida para a GloboNews. "Por um lado, você reduz o consumo (com a cobrança desse imposto). Então, se o cigarro faz muito mal para a saúde, você bota o imposto. E por outro lado: ‘ah eu vou fumar de qualquer jeito’, então está bom, mas, pelo menos, paga o imposto aqui porque nós vamos ter que cuidar da sua saúde lá na frente", acrescentou. Segundo o ministro, a proposta da reforma tributária do governo deve ser apresentada num prazo de duas a três semanas. Guedes apontou que as reformas estão caminhando, mencionando o pacto federativo e o "pacto mais Brasil, menos Brasília". "O nosso compromisso é ter reformas até o final do governo, e se ele (Bolsonaro) for reeleito elas continuam", disse. Moeda continental Na entrevista, Guedes também disse que é possível o surgimento de uma moeda continental na América do Sul. "Eu brinco e chamo (a moeda) de peso-real porque todas as moedas na América Latina são pesos, e o Brasil tem real." Mais cedo, o ministro da Economia afirmou que o dólar deve diminuir a sua importância e o mundo poderá ter 4, 5 ou 6 moedas fortes daqui a 20 anos. "Uma moeda continental seria muito interessante para o Brasil. E eu não tenho dúvida nós vamos avançar em direção para a conversibilidade. Isso é um projeto nosso, de governo. O Banco Central vai trabalhar buscando a conversibilidade do real. O real vai virar uma moeda forte no continente", disse. Veja Mais

Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel nas refinarias

G1 Economia Estatal vai reduzir o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir de sexta-feira (24). Refinaria da Petrobras em Paulínia (SP) Paulo Whitaker/Reuters A Petrobrás informou nesta quinta-feira (23) que vai reduzir o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir desta sexta-feira (24). Neste mês, já é a segunda vez que a estatal corta o preço dos combustíveis. Em 14 de janeiro, a estatal diminuiu o valor da gasolina e do diesel em 3% nas refinarias. A redução no preço do combustível tem como pano de fundo a queda da cotação do petróleo no mercado internacional, destaca a agência Reuters. Os preços do petróleo caíram mais de 2% na quarta-feira (22), com o superávit previsto pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) para o mercado e preocupações com a demanda em meio ao surto de coronavírus na China, que ofuscou interrupções de produção na Líbia. O petróleo Brent encerrou a sessão de quarta em queda de US$ 1,38, ou 2,1%, a US$ 63,21 por barril, enquanto o petróleo nos Estados Unidos recuou US$ 1,64, ou 2,8%, para US$ 56,74 o barril. Nesta quinta-feira, os preços também operam em queda. Neste início de ano, os preços do petróleo do tipo Brent chegou a tocar o US$ 70 por barril com o aumento das tensões entre Estados Unido e Irã, depois que o Qassem Soleimani, chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país, morreu em um ataque com drone norte-americano. Preços nos postos O repasse dos ajustes de preço nas refinarias para o consumidor final nos postos depende de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis. Na semana passada, os preços dos combustíveis subiram, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o levantamento, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor avançou 0,6%, para R$ 4,586. Na semana passada, o preço do combustível permaneceu estável. Já o preço do diesel avançou 0,2% na semana, para R$ 3,791 por litro, em média. O preço do etanol também teve alta na semana. O avanço foi de 1,8%, para R$ 3,241 por litro. Veja Mais

Lucro da American Airlines supera estimativas com forte demanda de viagens

G1 Economia Empresa está sob pressão desde a suspensão mundial das aeronaves 737 MAX da Boeing em março do ano passado. A American Airlines divulgou lucro trimestral que superou as estimativas de Wall Street nesta quinta-feira (23), com a forte demanda de viagens e menores custos de combustível que reduziram o impacto de cancelamentos de voos da companhia aérea norte-americana devido à suspensão do 737 MAX. Aviões da American Airlines no pátio do Aeroporto de Phoenix, nos EUA, em imagem de arquivo. Ross D. Franklin/Arquivo/AP Photo A American, como sua concorrente Southwest Airlines, está sob pressão desde a suspensão mundial das aeronaves 737 MAX da Boeing em março do ano passado. A American, que possui 24 jatos MAX em sua frota, indicou que manterá o avião fora de seu cronograma de voos até o início de junho. A companhia aérea disse nesta quinta-feira que cancelou 10 mil voos no trimestre devido à suspensão. Também divulgou que espera um lucro ajustado para 2020 entre US$ 4 e US$ 6 por ação, em comparação com a estimativa média dos analistas de US$ 5,10 por ação, segundo dados da Refinitiv. O lucro líquido aumentou para US$ 414 milhões, ou US$ 0,95 por ação, no quarto trimestre de 2019, contra US$ 325 milhões, ou US$ 0,70 por ação, no ano anterior. A receita aumentou 3,4%, para US$ 11,3 bilhões. Excluindo itens, a American teve lucro de US$ 1,15 por ação, acima da estimativa média dos analistas de US$ 1,14 por ação, de acordo com dados da Refinitiv. Veja Mais

É possível que um smartphone seja contaminado com vírus apenas com uma visita a uma página web?

G1 Economia Tira-dúvidas também responde perguntas sobre ameaças de divulgação de vídeos íntimos e dados de visitação no Facebook. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Como um smartphone Android pode ser contaminado? A única forma de ser contaminado por um vírus ou malware no Android é instalando um app? Ou também posso contaminar meu celular Android acessando um site? – Joas Maia Existem dois tipos de situações: aquelas em que o sistema funciona como deve, e aquelas em que uma brecha de segurança levou o sistema a se comportar de um modo indevido e inadequado. Se o sistema e os aplicativos do aparelho estiverem funcionando da maneira correta, a resposta é simples: uma contaminação por malware só deve acontecer caso um aplicativo malicioso seja instalado. Um vírus é um tipo de programa (aplicativo) e, portanto, apenas a instalação e um aplicativo poderia desencadear uma contaminação. No entanto, hackers podem encontrar brechas que retiram o sistema do seu funcionamento normal. Com essas falhas, é possível criar situações que normalmente são impossíveis, incluindo a instalação de vírus por páginas web, arquivos de imagem e vídeo (como aconteceu com o fundador da Amazon Jeff Bezos), proximidade de redes sem fio, entre outras. Brecha Stagefright foi corrigida em 2015. Vulnerabilidade podia ser explorada por meio de muitos aplicativos para contaminar o Android por meio de arquivos de mídia. Zimperium/Divulgação Os limites do que é possível vão depender das falhas que foram encontradas e da possibilidade de exploração. Por exemplo, algumas versões do sistema ou até certos tipos de chip usados por cada modelo podem ser mais ou menos vulneráveis a falhas específicas. O sistema do aparelho também não importa. Pode ser um aparelho Android ou um iPhone, como demonstraram os ataques que atingiram uma etnia minoritária na China. Pode parecer que, com tantas possibilidades para os hackers, a guerra está perdida. Mas não é assim. Explorar falhas em smartphones não é uma façanha simples e os ataques reais que exploram essas brechas, quando são realizados, normalmente ficam restritos a poucos alvos. Por conta disso, o cenário mais comum de contaminação é sempre a instalação de um aplicativo, seja acidentalmente ou por uma pessoa próxima interessada em suas mensagens. Para ficar protegido de falhas de segurança, é importante manter o seu sistema atualizado. Se você receber uma notificação informando que uma nova versão está pronta para ser baixada ou instalada, prossiga com a atualização o mais breve possível. A atualização elimina as falhas, o que fecha as portas de entrada alternativas que hackers podem ter encontrado. Mensagem fraudulenta ameaça divulgar vídeo íntimo, mas não mostra o vídeo supostamente capturado Pierre Amerlynck/Freeimages.com Cobranças falsas para não divulgar vídeo íntimo Li uma reportagem no G1, "E-mail falso de hackers cobra R$ 300 para não divulgar suposto vídeo íntimo gravado sem autorização"... Achei muito interessante, pois eu recebi um e-mail desse, com os mesmos dizeres, mas tudo em inglês. Só não sei como proceder agora... O que devo fazer para me livrar desses caras? Como sei se isso é real? Será que eles têm acesso à minha câmera mesmo? – Ana Cristina Eu li uma matéria do G1 sobre golpes feitos por hackers relacionados com sites adultos. Eu recebi uma mensagem parecida com a que foi exibida na matéria, onde alguém pede um valor de aproximadamente R$ 300 para não divulgar imagens íntimas. Eu gostaria de saber sobre como se manter seguro desses hackers. Inclusive, eu formatei meu computador e mudei a conta. Isso é suficiente para afastar esses criminosos ou existem chances de eles ainda estarem tendo acesso ao meu computador (às informações ou à câmera)? – Thaysa Ellen Como explicado no texto anterior, estes e-mails são falsos. A ameaça é vazia e o suposto invasor não tem acesso a nada. Se o "hacker" em questão realmente tivesse um vídeo, ele provavelmente o enviaria junto com a "ameaça" para provar que o material existe. E mesmo que o material existisse, também não adiantaria pagar, porque o criminoso poderia simplesmente repetir a ameaça, pedindo cada vez mais dinheiro. Thaysa, você não precisava ter formatado o computador. Em muitos casos, como a ameaça é totalmente falsa, não é nem sequer necessário mudar a senha. Você pode utilizar o serviço MinhaSenha para conferir se alguma senha sua foi vazada na internet e trocar apenas as senhas comprometidas (pode ser que sua senha comprometida seja a de alguma outra rede social ou serviço, e não a do seu e-mail). Infelizmente, não é possível interromper o recebimento destes e-mails. Não deve nem adiantar bloquear o remetente, porque o criminoso provavelmente vai continuar enviando as mensagens a partir de endereços novos. O que se deve fazer é marcar as mensagens como spam (lixo eletrônico) para que elas não apareçam mais na caixa de entrada. Com o tempo, todas as mensagens semelhantes, não importa qual seja o remetente, vão cair direto no spam e sua caixa de entrada ficará livre. Visitas no Facebook Quero saber quem visita meu Facebook. Como faço? – Alice Esta função não existe e qualquer serviço ou aplicativo que prometa mostrar quem visitou seu perfil está engando você, roubando seus dados ou fazendo essas duas coisas ao mesmo tempo. Se você tiver uma página no Facebook, e não um perfil pessoal, você poderá conferir o número de visualizações que uma publicação recebeu. No entanto, você ainda não poderá saber quem foram essas pessoas que visualizaram o conteúdo. A única informação é o número total de visitantes. Portanto, não existe forma de ver o nome dos visitantes, seja nas páginas ou em perfis pessoais. Algumas pessoas colocam em seus perfis a frase "[nome da pessoa] será notificado da sua visita", mas isso é uma brincadeira. Essas pessoas não receberão notificação alguma. Não acredite em nada que prometa "revelar" essa informação para você, porque apenas o Facebook tem esses dados. Se o Facebook não oferece a informação, ninguém mais pode oferecê-la. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Veja Mais

Boeing 777X tem voo inaugural bem-sucedido nos EUA

G1 Economia Modelo tem capacidade para transportar entre 384 a 426 passageiros, e foi desenvolvido para competir com o A350 da fabricante europeia Airbus. Companhia já recebeu 340 pedidos, principalmente de sete grandes companhias aéreas. Um Boeing 777X decola durante seu primeiro voo de teste em base da empresa em Everett, Washington, no sábado (25) Reuters/Terray Sylvester A nova aeronave de longa distância da empresa americana Boeing, o modelo 777X, decolou com sucesso neste sábado (25) em seu voo de estreia, saindo de Paine Field, em Everett (Washington), nos Estados Unidos. "Sim! Decolagem do Boeing triple 7X", vibrou Josh Green, membro da equipe de comunicações da fabricante aeronáutica, no momento em que o avião deixou a pista e seguiu pelas nuvens, às 18h10 GMT (15h10 no horário de Brasília). A aeronave pousou na pista de Boeing Field, na periferia, às 22 horas (19 horas de Brasília). Um Boeing 777X decola durante seu primeiro voo de teste em base da empresa em Everett, Washington, no sábado (25) Reuters/Terray Sylvester Esse voo inaugural, que saiu de uma base aérea situada a cerca de 50 km de Seattle, marca o início de uma nova bateria de provas de voo para que a aeronave possa obter uma certificação. A potência dos motores gigantes da 777X, fabricados pela gigante americana General Electric, jorrou uma imensa quantidade de água na pista antes de que a aeronave adquirisse velocidade suficiente para poder decolar. Um Boeing 777X durante seu primeiro voo de teste em base da empresa em Everett, Washington, no sábado (25) Reuters/Terray Sylvester O 777X, que tem capacidade para transportar entre 384 a 426 passageiros, foi desenvolvido para competir com o modelo A350 da fabricante europeia Airbus. Até o momento, o modelo da Boeing já recebeu 340 pedidos, principalmente de sete grandes companhias aéreas, como a Emirates, Lufthansa, Cathay Pacific, Singapore Airlines e a Qatar Airways. As primeiras entregas do novo modelo não são esperadas antes de 2021, mesmo que anteriormente o prazo previsto fosse ainda para esse ano. A Boeing comemora o sucesso desse primeiro voo em um momento em que enfrenta uma forte crise relacionada a sua aeronave mais famosa, a 737 MAX, modelo que foi impedido de voar desde março de 2019 após acidentes que deixaram 364 mortos entre outubro de 2018 e março de 2019, atribuídos ao seu sistema de controle de voo automatizado, o MCAS. Veja Mais

Em Davos, Doria tenta descolar sua imagem de Bolsonaro

Em Davos, Doria tenta descolar sua imagem de Bolsonaro

R7 - Economia Doria e Bolsonaro devem disputar a Presidência em 2022 Divulgação Equipe João Doria Um ano depois de ter sido apontado pelo próprio presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial de Davos como futuro presidente do Brasil, o governador de São Paulo, João Doria, trabalhou bastante na edição deste ano para desvincular o seu governo da administração federal. Nesses 12 meses de intervalo, o clima entre os dois não apenas esfriou como houve troca de farpas tendo como pano de fundo o cenário político de 2022. Nesses dias nos Alpes suíços, o governador disse ter conseguido R$ 17,2 bilhões em investimentos para o Estado até 2023. Alguns realmente são novos, como o acréscimo de mais R$ 1 bilhão do grupo RGE para uma fábrica de papel e celulose em Lençóis Paulistas. Leia mais: Não tenho intenções de confrontar Bolsonaro, diz Doria Outros, no entanto, já tinham sido anunciados e foram apenas reforçados nos encontros de Davos, como os R$ 9 bilhões da Iberdrola para a Neoenergia, que vão para São Paulo de um total de R$ 30 bilhões para outras operações no Brasil até 2023. O recursos são esperados ainda de Bracell, Acciona, Enel, P&G e Pepsico. O discurso "separando" São Paulo de Brasília, principalmente no exterior - onde o País teve a imagem arranhada no ano passado por causa das queimadas na Amazônia - apareceu nas 34 reuniões (dez a mais do que teve na edição de 2019) com empresários e políticos de todo o mundo. Doria também foi questionado pela imprensa internacional sobre as crises do País, principalmente no campo ambiental, tema que neste ano superou as discussões econômicas no fórum. Veja mais: Bolsonaro desmente Doria sobre privatização de portos de SP "Foi a nossa melhor participação em Davos", disse o governador Doria ao Estadão/Broadcast. Na sua primeira passagem pelo Fórum, Doria era prefeito de São Paulo. Ele relatou crescimento de 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado no ano passado, acima da previsão de 1% para o nacional, segundo dados da Seade. Para 2020, afirmou, a expectativa é de maior crescimento. Trabalho O governador falou, na Suíça, de investimentos e de ações de seu governo, apontando o que o Estado tem feito em relação às questões ambientais, evitando opinar sobre a gestão federal no assunto. "Mostramos (aos investidores) o que nós estamos fazendo no campo ambiental, da democracia, do respeito, da diversidade e também sobre opiniões contrárias. São Paulo gosta de dialogar", disse. "São Paulo não tem desmatamento. Temos aumento do campo verde. Nossas relações com as ONGS também são fluidas, de participação e diálogo." Leia também: Após rusgas, Doria baixa o tom com Bolsonaro Para Doria, a percepção em Davos em relação ao País melhorou de um ano para o outro. Seria exagero, no entanto, segundo ele, falar em otimismo com o Brasil. Já em relação ao Estado de São Paulo, diz ter certeza de que as privatizações teriam animado o mercado. A mais recente foi a concessão do corredor rodoviário Piracicaba-Panorama (conhecido por Pipa), que tem 12,2 mil quilômetros e foi arrematado pelo consórcio formado pela gestora Pátria e pelo fundo soberano de Cingapura GIC. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, afirmou que o contrato tem uma cláusula que obriga a concessionária a fazer investimentos neutros em emissão de carbono. "Não tem mais nenhum espaço para ficar fora dessa pauta pois ela tem impacto na economia, na sociedade", disse ela, acrescentando que o Estado conta com a maior faixa contínua de Mata Atlântica. Em busca de mais investimentos, o Estado ainda tem aberto escritórios do Investe São Paulo no exterior. No próximo dia 10, será inaugurada a unidade de Dubai. "Queremos falar com o Oriente Médio, onde há fundos importantes", disse Doria. Em agosto do ano passado, um escritório similar foi aberto na China e 39 projetos estão sendo avaliados. Veja Mais

Bruno Covas recebe alta após 7ª sessão de quimioterapia

Bruno Covas recebe alta após 7ª sessão de quimioterapia

R7 - Economia O prefeito Bruno Covas, que mantém agenda e despachos ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO O prefeito Bruno Covas recebeu alta neste sábado (25), no Hospital Sírio-Libanês, na região cenral de São Paulo. Ele ficou internado por três dicas para passar pela 7ª sessão de quimioterapia. Segundo o boletim médico, Covas apresentou bom estado geral e não teve efeitos adversos. Leia mais: Covas quer zerar fila para exames preventivos de câncer em SP Como das outras vezes, o procedimento teve duração de 30 horas e fez parte do tratamento contra um câncer na cárdia, que fica entre o estômago e esôfago. O prefeito manteve os compromissos e despachos. Esta foi a penúltima sessão de quimioterapia das 8 previstas inicialmente. Tratamento No final de outubro, Covas recebeu o diagnóstico de câncer na cárdia e há metástase também no fígado e linfonodos. De acordo com o médico infectologista, David Uip, o prefeito reagiu muito bem às sessões de quimioterapia e houve regressão do tumor após o primeiro ciclo do tratamento. Mesmo depois de retomar as atividades no gabinete da prefeitura, Covas ainda precisa evitar aglomerações em agendas públicas por estar com a imunidade baixa. Em tratamento, o prefeito destacou que não pretende reduzir o ritmo de trabalho porque "quanto mais trabalhar, melhor pra manter a mente ocupada". Covas já afirmou também que será candidato à reeleição novamente este ano. Veja Mais

RAIS 2020: Atenção aos prazos de entrega pelo eSocial

R7 - Economia Com tantos afazeres neste período, você está atento aos prazos e mudanças para a RAIS 2020, a Relação Anual de Informações Sociais? A partir deste ano, o eSocial passa a substituir as informações da RAIS e do CAGED, conforme anunciado pelo governo em outubro de 2019.  A alteração foi publicada no Diário Oficial da União, na Portaria nº 1.127, de 14 de […] O post RAIS 2020: Atenção aos prazos de entrega pelo eSocial apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Os prejuízos da nova fórmula de cálculo na Pensão por Morte 2020

R7 - Economia Os prejuízos da nova fórmula de cálculo na pensão por morte e possíveis alternativas A pensão por morte, tratada nos arts. 74 a 79 da Lei 8.213/91, arts. 105 a 115 do Decreto 3.048/99 e na EC 103/2019, é benefício devido aos dependentes dos segurados previstos no art. 16 Lei 8.213/91 e art. 16 do Decreto 3.048/99. É certo que tal benefício passou por inúmeras mudanças recentes e, neste pequeno estudo, iremos […] O post Os prejuízos da nova fórmula de cálculo na Pensão por Morte 2020 apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Região de Piracicaba fecha 2019 com melhor saldo de emprego em seis anos, aponta Caged

G1 Economia Conglomerado teve 3,7 mil vagas abertas; Limeira, Nova Odessa e São Pedro puxaram alta. Linha de produção foi um dos setores que mais empregou na região de Piracicaba em 2019, diz Caged Thomaz Fernandes/G1 A região de Piracicaba (SP) registrou em 2019 um saldo positivo de 3.709 vagas de emprego, o melhor resultado em seis anos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24), pelo Ministério da Economia. A alta foi puxada principalmente por Limeira (SP), que criou 1.697 novos postos de serviço no ano, seguida por Nova Odessa (SP), com 625, e São Pedro (SP), com 452. Saldo de empregos na região de Piracicaba em 2019 No caso de Limeira, os setores que apresentaram os cargos que tiveram o maior saldo foram alimentador de linha de produção (378 postos criados), motorista de caminhão de rotas regionais e internacionais (276) e servente de obras (272). Já em Nova Odessa, as funções com os melhores balanços foram carregador de veículos de transportes terrestres (salgo positivo de 63 vagas), alimentador de linha de produçao (62) e auxiliar de escritório (49). E em São Pedro, os destaques foram para os cargos de alimentador de linha de produção (107), professor de nível médio do Ensino Fundamental (81) e embalador a mão (50). Série histórica Na comparação com 2018, a região criou 713 vagas de emprego a mais no ano passado. Uma melhoria gradativa do índice de empregos com carteira assinada vem sendo registrada desde 2015. Naquele ano, 19 mil vagas de serviço foram fechadas. No ano seguinte, o saldo negativo foi de 8,6 mil vagas e nos anos seguintes o balanço passou a ser positivo. No País Os dados da região refletem o cenário nacional. O Brasil criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Caged. O número resulta da diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões – que totalizaram 15.553.015 pessoas. Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, o melhor resultado desde 2013 – quando foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas formais abertas em seis anos. Veja as notícias das regiões de Piracicaba e Campinas Veja Mais

Julgamento da Bayer sobre Roundup é adiado para que negociação de acordo prossiga

R7 - Economia Por Tina Bellon(Reuters) - A Bayer disse nesta sexta-feira que chegou a um acerto com advogados de reclamantes para adiar um julgamento no Estado norte-americano de Missouri, que avaliaria alegações de que o herbicida Roundup causa câncer, buscando abrir caminho para a negociação de um acordo para o litígio."Embora a Bayer esteja construtivamente engajada no processo de mediação, no momento não há um acordo abrangente. Também não há certezas ou cronogramas para uma resolução abrangente", disse a companhia em comunicado, referindo-se às negociações de um acordo.O quarto julgamento nos Estados Unidos relacionado às alegações sobre o Roundup estava programado para ter início na manhã desta sexta-feira em St. Louis, mas nunca chegou a começar, já que advogados da empresa e dos pacientes de câncer se reuniram para discutir o adiamento.Este seria o primeiro julgamento coletivo na disputa judicial sobre se o glifosato, substância ativa do Roundup, é cancerígeno, e também o primeiro a ocorrer fora da Califórnia. St. Louis é a cidade-sede da Monsanto, produtora do Roundup, que foi comprada pela Bayer em 2018, em um negócio de 63 bilhões de dólares.Três júris consecutivos consideraram a empresa responsável por casos de câncer e determinaram indenizações de milhões de dólares a cada reclamante. A Bayer está recorrendo dos veredictos.O mediador indicado pelo tribunal, Ken Feinberg, que lidera as discussões de acordos, estimou o número total de requerentes nos processos sobre o Roundup em mais de 75 mil, enquanto a Bayer disse que as intimações judiciais recebidas não atingem 50 mil.A empresa alemã afirmou nesta sexta-feira que continuará no processo de mediação, sob a boa-fé de Feinberg. Veja Mais

ANP: etanol sobe em 22 Estados e no DF; preço médio avança 0,19% no País

R7 - Economia Os preços médios do etanol hidratado subiram em 22 Estados e no Distrito Federal na semana de 19 a 25 de janeiro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. O biocombustível caiu nos Estados de São Paulo, Santa Catarina e Pará. Não houve comparação no Amapá, por falta de cotação. Na média dos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 0,19% na semana ante a anterior, de R$ 3,241 para R$ 3,247. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, houve queda de 0,39% no período e a cotação média do hidratado variou de R$ 3,073 para R$ 3,061 o litro. A maior alta semanal, de 2,97%, foi no Amazonas e a maior queda, de 0,63%, Em Santa Catarina. Na comparação mensal, os preços do etanol subiram em 25 Estados e no Distrito Federal e recuaram apenas em Rondônia. Na média brasileira, o preço do biocombustível pesquisado pela ANP acumulou alta mensal de 3,05%. O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,69 o litro, em Mato Grosso, e o menor preço médio estadual, de R$ 3,061, foi registrado em São Paulo. O preço máximo individual, de R$ 5,049 o litro, foi registrado em um posto do Rio de Janeiro. O Rio Grande do Sul registrou o maior preço médio, de R$ 4,333 o litro. Etanol x gasolina Na semana terminada em 25 de janeiro, os preços médios do etanol eram mais vantajosos ante os da gasolina em apenas três Estados brasileiros: Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. Foi a terceira semana consecutiva em que isso aconteceu. O levantamento da ANP, compilado pelo AE-Taxas, considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso. Em Mato Grosso, o hidratado é vendido, em média, por 65,92% do preço da gasolina, em Minas Gerais a 68,74%, e em São Paulo a paridade ficou em 69,58%. Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 70,68% entre os preços médios de etanol e gasolina. A gasolina foi mais vantajosa no Rio Grande do Sul, com a paridade de 91,07% para o preço do etanol. Veja Mais

Preços elevados do trigo no Brasil deverão seguir ao menos até setembro, diz associação

G1 Economia Valores do cereal no Paraná avançaram 18%, para R$ 1 mil por tonelada, enquanto os preços no Rio Grande do Sul saltaram 28%, para R$ 700 por tonelada. Estudo foi feito para diagnosticar perdas quantitativas e qualitativas no armazenamento de trigo Embrapa Trigo/Divulgação A pressão que tem elevado os preços do trigo no Brasil deve permanecer pelo menos até a entrada da próxima safra do cereal, em meados de setembro, disse nesta sexta-feira (24) a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo). Acompanhe a cobertura de Agro do G1 A situação é puxada especialmente pela forte alta nos valores do trigo nos mercados externos, em meio a problemas climáticos em locais como Austrália, Europa e Mar Negro, dificuldades logísticas na França, perda de produção na Rússia e expressiva demanda asiática. "Este período turbulento se estenderá, no mínimo, até a entrada da próxima safra em meados de setembro, se tudo correr bem", concluiu a entidade. Principal fornecedora de trigo do Brasil (que é importador líquido da commodity), a Argentina foi favorecida por todo o contexto, que fez com que nos últimos dois meses a cotação do cereal no país saltasse 26%, para US$ 240 por tonelada (FOB), ampliando a pressão sobre o mercado brasileiro. Localmente, a desvalorização do real frente ao dólar desde o início do ano e a quebra de safra de 33% no Paraná também contribuíram para o atual cenário, segundo a Abitrigo. Ainda, segundo a entidade, grandes mercados internos já comercializaram toda a última safra, impactando na oferta local. Recentemente, de acordo com a Abitrigo, os valores do cereal no Paraná avançaram 18%, para R$ 1 mil por tonelada, enquanto os preços no Rio Grande do Sul saltaram 28%, para R$ 700 por tonelada. Tudo isso faz com que os moinhos encarem uma forte pressão de custos, que "inevitavelmente gerará um expressivo reajuste de preços das farinhas nas próximas semanas". Veja Mais

Quem são as startups brasileiras candidatas a novos unicórnios em 2020

R7 - Economia Por Aluisio AlvesSÃO PAULO (Reuters) - Primeiro foram as fintechs e os aplicativos de entregas e de mobilidade urbana. Depois vieram imobiliárias online, plataforma de educação e rede de academias de ginástica. Em 2020, outros setores vão engrossar a lista brasileira de unicórnios, as startups de tecnologia que valem mais de 1 bilhão de dólares.Membro recente nessa seara, o Brasil está numa crescente. Foram mais seis unicórnios em 2019, chegando a 11 no total, com a plataforma de venda de apartamentos Loft no início deste mês. Segmentos das áreas de saúde, logística, agronegócio e gestão também vêm despontando, na prévia de uma diversificação muito maior, que tornará em negócios multibilionários projetos como inteligência artificial, genética e big data.Para especialistas, apesar da liderança das fintechs, como a plataforma de finanças pessoais Guiabolso, o banco Neon, a empresa de crédito com garantia Creditas, a plataforma de gestão financeira para pequenas empresas ContaAzul e a de antecipação de recebíveis Weel, outros negócios devem despontar nos próximos meses. "Há uma safra de bons empreendedores surgindo no Brasil, muitos na indústria financeira, mas também em saúde, setor imobiliário, infraestrutura, educação e criadores de marcas de contato direto com consumidor", disse Santiago Fossatti, sócio da Kaszek Ventures.Entre alguns nomes citados por profissionais do mercado como possíveis próximos membros do clube estão a CargoX, plataforma de gestão de transporte de carga rodoviária, o grupo de ecommerce Vtex, o aplicativo de viagens de ônibus Buser e a plataforma de compra e venda de veículos usados Volanty."O ecossistema no Brasil amadureceu bastante nos últimos três a cinco anos, com a tecnologia penetrando em praticamente todas as áreas da economia", disse Anderson Thees, sócio fundador da Redpoint, que já investiu em unicórnios como Nubank, Rappi e Gympass e tem hoje 40 startups brasileiras na carteira. "Vamos ver muito breve unicórnios de mais setores." Negócios de bilhões de dólares baseados em tecnologia são algo relativamente novo no Brasil. Começou em 2017 com o Nubank. Na América Latina há apenas mais dois, na Colômbia. Para efeito de comparação, na China há 104, ante mais de 200 nos Estados Unidos, segundo a CB Insights. Mas, a exemplo de chineses e norte-americanos, o Brasil tem um grande mercado consumidor e amplo acesso da população a smartphones e virar um hub de startups com ênfase no modelo B2C, de interface direta com consumidores, era questão de tempo. Entre os fatores que acenderam esse potencial estão a flexibilização regulatória nas áreas financeira e de mobilidade urbana. Além disso, a forte queda do investimento necessário para montar um negócio de base tecnológica e o aumento do volume de recursos canalizados para capital de risco tem levado pequenos empreendedores a tentarem reproduzir aqui experiências norte-americanas e chinesas bem-sucedidas. "Hoje pode-se criar um negócio de varejo eletrônico com o que há de melhor em tecnologia investindo cerca de 50 mil dólares", diz Thees.Segundo a Abstartups, entidade do setor, o número de startups no Brasil passou de 600 para quase 13 mil nos últimos oito anos. Nesse período, o volume de dinheiro comprometido com private equity e venture capital no Brasil quase triplicou em sete anos, para mais de 170 bilhões de reais, segundo a Abvcap."E ao contrário de anos atrás, hoje já temos uma classe emergente de startups com mais massa crítica para receber investimentos", diz Fernando Freitas, superintendente de inovação do Bradesco, patrono do Habitat, um hub de inovação em São Paulo com startups especializadas em assuntos tão distintos quando big data, blockchain e computação imersiva.NoneVELOCIDADE De olho nesse fenômeno, gestoras de venture capital como as brasileiras Redpoint eventures e monashees, além da Kaszek, da Argentina, se especializaram em identificar e investir em startups com potencial de crescimento rápido no Brasil e na América Latina. Só esta última tem 1 bilhão de dólares comprometidos em startups na América Latina, dois terços disso em cerca de 50 startups brasileiras.A capacidade desse tipo de gestora de não apenas injetar capital, mas de ter interlocução com grandes fundos globais, como o japonês Softbank, a Temasek, Sequoia, entre outros, lubrificou essa engrenagem.Com isso, o período para uma startup virar unicórnio tem caído rapidamente. A Movile, dona do iFood, e a PagSeguro levaram duas décadas para atingir essa condição. A plataforma de aluguel de imóveis Loft, tornou-se neste mês o mais novo unicórnio do país, 16 meses após ter sido criada."Os prazos para atingir o objetivo de virar startup gigante estão diminuindo na mesma velocidade com que o volume de recursos está crescendo", disse o principal executivo de uma das gestoras mais ativas de venture capital, sob condição de anonimato. "Em geral, a expectativa é de que ao comprometer dezenas de milhões de dólares, o investidor espera que a startup cresça mais rápido, a ponto de receber outro investimento de centenas de milhões que a torne em unicórnio no prazo de 18 a 30 meses."Exemplos de internacionalização de unicórnios ainda são raros, casos de Nubank e Gympass, mas devem também crescer, segundo os especialistas, à medida que os empresários entendam características regulatórias e de mercado de cada região. NoneDIFERENTES HORIZONTESSimultaneamente à atuação dos fundos de venture capital, hubs de inovação patrocinados por grandes empresas, como o Cubo, do Itaú Unibanco, e o Habitat, do Bradesco, têm ajudado a dar visibilidade aos negócios de tecnologia. E lá empresas de vários setores têm seus 'olheiros' para identificar negócios que podem ser ferramentas para melhorar seu próprio modelo de negócios."Isso dá mais horizontes para os empreendedores e os investidores, diz Renata Zanuto co-gestora do Cubo. Entre os exemplos mais recentes nesse sentido, o Itaú Unibanco assumiu o controle da companhia mineira de serviços de tecnologia Zup por cerca de 500 milhões de reais, que era investida pelo Kaszek. A B2W comprou a Supermercado Now, que tinha recebido aporte de family offices. Segundo Fossatti, da Kaszek, apesar da visibilidade criada com a multiplicação dos unicórnios brasileiros, essa não é uma realidade perseguida pelos fundos de capital de risco como alvo final para todas as startups."O objetivo principal é criar empresas que tenham impacto positivo na vida de milhões de pessoas, não necessariamente em unicórnios", disse o executivo. Veja Mais

Oi vende fatia em operadora africana para petrolífera angolana por US$ 1 bilhão

G1 Economia Do valor total do negócio, US$ 699,1 milhões foram pagos pela Sonangol nesta sexta-feira Logo da Oi visto em loja de São Paulo Paulo Whitaker/Reuters A Oi anunciou nesta sexta-feira (24) que uma de suas subsidiárias indiretas que detinha participação no grupo angolano de telecomunicações Unitel vendeu essa fatia para a petrolífera Sonangol, também da Angola, por US$ 1 bilhão, de acordo com a Reuters. A pela subsidiária é a Africatel. Do valor total do negócio acertado, US$ 699,1 milhões já foram pagos pela Sonangol nesta sexta-feira. Outros US$ 240 milhões deverão ser pagos até o final de julho, representando um fluxo mínimo mensal de US$ 40 milhões a partir de fevereiro. A Africatel vendeu toda a participação que tinha na PT Ventures SGPS, holding portuguesa que detém 25% da Unitel e 40% da Multitel. Além da participação acionária, o negócio, que deve trazer importantes recursos para o plano de recuperação judicial da Oi, envolveu direitos de créditos de dividendos já vencidos da Unitel. Alívio no caixa Os recursos devem ajudar a empresa de telecom brasileira, que está com dificuldades que o grupo enfrenta para se reerguer no Brasil. Em recuperação judicial desde 2016, a companhia ainda enfrenta prejuízos e chegou a contratar assessores financeiros para avaliar a operação de telefonia móvel, segundo o Valor. Oi pede mais prazo para concluir recuperação judicial Em relatório divulgado no início desta semana, analistas do Bradesco BBI traçaram um cenário mais positivo para a companhia, com a expectativa de captações que somariam cerca de R$ 8 bilhões. A conta incluía a perspectiva do negócio angolano, agora confirmado, além de um empréstimo-ponte de R$ 2,5 bilhões. Nos cálculos do banco, os recursos seriam equivalentes a dois anos de caixa e ajudariam os executivos da tele a focar na recuperação das operações. O processo de recuperação judicial da Oi envolveu um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas. Veja Mais

'Ninguém faz política monetária olhando para o IPCA', diz presidente do BC

G1 Economia Roberto Campos Neto também disse que a instituição não estuda mudar regras do cartão de crédito para coibir juros altos, como foi feito com o cheque especial. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta sexta-feira (24) que a política monetária não é definida com base no IPCA, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a 'inflação oficial' do Brasil. "Ninguém faz política monetária olhado o IPCA, ainda que mais que sabemos que tem muitos fatores atípicos", disse em evento realizado pela XP Investimentos em São Paulo. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, fala em evento nesta sexta-feira Luísa Melo/G1 Na quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que o IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial do Brasil, avançou 0,71% em janeiro, no maior resultado para o mês desde 2016. A alta gerou no mercado expectativa de que o ciclo de corte dos juros básicos se encerre em breve. Entre os eventos atípicos, Campos Neto citou a pressão inflacionária dos preços da carne, que subiram com força no fim de 2019. "Nesse cenário estamos confortáveis. O choque [das proteínas] veio mais rápido, mas achamos que ele se dissipa mais rápido", afirmou. "Pra política monetária o que olhamos é um prazo mais longo do que o IPCA", reforçou. Regras do cartão de crédito ficam como estão Campos Neto também disse que a autoridade monetária não estuda nenhuma intervenção nas regras do rotativo do cartão de crédito, apesar de os juros da modalidade estarem subindo e serem "bastante altos". "Não estudamos nenhum tipo de intervenção de nenhuma forma nesse produto", afirmou. "É um produto que tem particularidades, mas queria enfatizar que não temos nenhuma medida nesse sentido", reforçou. Campos Neto afirmou que "gera indagação" o fato de a quantidade de parcelas nas compras com cartão não terem diminuído, mas sim, aumentado, com a queda dos juros. "Existia uma expectativa por parte dos reguladores de que a parcela sem juros ia diminuir o duration (prazo médio de recebimento das vendas), porque o ganho que você tem em parcelar é menor. Só que o que tá acontecendo é o contrário. O que aconteceu é que tá aumentando o duration", disse. Segundo ele, isso ocorre porque a decisão de dividir ou não a compra é do vendedor, que acaba recomendando o parcelamento para fazer com que a prestação caiba no bolso do cliente e o valor total da compra seja maior. O presidente o Banco Central disse ainda que, com exceção do rotativo do cartão e do cheque especial – que sofreu um limite de juros agora em janeiro – todas as outras modalidades de crédito "têm uma competição saudável". Veja Mais

16,5% das vagas criadas no país em 2019 foram intermitentes ou de tempo parcial

G1 Economia Essas duas modalidades responderam por 106 mil dos 644 mil novos postos de trabalho gerados no Brasil no ano passado. Do total de 644 mil vagas de emprego formal criadas no Brasil em 2019, uma fatia de 16,5% (106 mil) foram nas modalidades de trabalho intermitente ou de regime de tempo parcial, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia. Na modalidade de trabalho intermitente, houve um saldo de 85.716 empregos, envolvendo 14.007 estabelecimentos e 11.021 empresas contratantes. Ainda segundo o Caged, um total de 4.328 empregados assinaram contrato nesta condição com mais de uma empresa. Já no regime de tempo parcial, foram criados 20.360 empregos envolvendo 26.184 estabelecimentos e 22.326 empresas contratantes. Essas duas modalidades foram permitidas com a aprovação da reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro de 2017. No trabalho intermitente, o empregado ganha por hora trabalhada e não há garantia de jornada ou remuneração mínima por mês. Já o contrato de tempo parcial permite jornadas de até 30 horas semanais. SAIBA MAIS SOBRE AS MUDANÇAS DA REFORMA TRABALHISTA Trabalho intermitente pagou em média menos de um salário mínimo em 2018, mostra Dieese Somente em dezembro, houve um saldo de 8.825 empregos intermitentes. Por outro lado, foram perdidos 2.293 empregos de regime de tempo parcial. Desde a criação do trabalho intermitente, o saldo de vagas da modalidade foi positivo em todos os meses até agora – diferente do total de vagas formais, que chegou a registrar quedas bruscas em alguns momentos. Já o trabalho parcial registrou apenas dois meses com desligamentos superando as contratações. Trabalho intermitente por setores Apesar do avanço, até agora as contratações na modalidade intermitente estão bem abaixo da expectativa divulgada pelo governo na época da criação da modalidade, de criar 2 milhões de empregos em 3 anos, ou 55 mil vagas por mês. Os setores que mais contrataram na modalidade de trabalho intermitente em 2019 foram, pela ordem: r Serviços (+39.716), Comércio (+24.327), Indústria de Transformação (+10.459), Construção Civil (+10.044), Agropecuária (+971), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+118), Extrativa Mineral (+77) e Administração Pública (+4). As 10 ocupações que mais demandaram o trabalho intermitente foram: Assistente de Vendas: 6.582 Repositor de Mercadorias: 5.522 Vigilante: 3.647 Atendente de Lojas e Mercados: 3.593 Faxineiro: 3.158 Servente de Obras: 2.984 Alimentador de Linha de Produção: 2.797 Operador de Caixa: 2.765 Vendedor de Comercio Varejista: 2.003 Mecânico de Manutenção de Máquinas, em Geral: 1.788 Trabalho parcial por setores Os setores que mais contrataram no regime de tempo parcial foram Serviços (+10.620 postos), Comércio (+7.787) e Indústria de Transformação (+1.259). Na sequência, ficou Construção Civil (+424), Administração Pública (+101), Agropecuária (+99), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+64) e Extrativa Mineral (+6). Veja Mais

Divulgado edital do concurso da prefeitura de Mamanguape, PB

G1 Economia São 11 vagas em cargos com salários de R$ 4 mil. São 23 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior. Divulgação Foi divulgado o edital de concurso da prefeitura de Mamanguape, no Litoral Norte paraibano, que oferece 11 vagas em cargos de nível superior com salário de R$ 4 mil. Veja o edital do concurso para a prefeitura de Mamanguape Conforme o edital, estão disponíveis cinco vagas para auditor fiscal de débitos, duas para contador e quatro para procurador municipal. Todos os cargos são para pessoas com nível superior. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da organizadora, entre os dias 27 de janeiro e 28 de fevereiro. As taxas de inscrição custam R$ 95. As provas estão previstas para acontecer no dia 29 de março. Concurso da prefeitura de Mamanguape Vagas: 11 Nível: superior Salários: R$ 4 mil Prazo de inscrição: 27 de janeiro a 28 de fevereiro Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 95 Provas: 29 de março Edital do concurso da prefeitura de Mamanguape Veja Mais

UE, China e outros países concordam com sistema de apelação para resolver disputas na OMC

G1 Economia Medida temporária foi alternativa encontrada após Estados Unidos paralisaram o órgão de apelação da OMC no mês passado. Dezessete membros da Organização Mundial do Comércio, incluindo União Europeia e China, concordaram nesta sexta-feira (24) em criar um mecanismo temporário para resolver disputas comerciais depois que os Estados Unidos paralisaram o órgão de apelação da OMC no mês passado. A Comissão Europeia disse que os membros da OMC envolvidos concordaram que essa medida de contingência preservará o sistema de disputas em duas etapas da OMC até que seu próprio Órgão de Apelação fique operacional novamente. Washington congelou o Órgão de Apelação, que atua como um tribunal supremo para o comércio internacional, bloqueando as nomeações por mais de dois anos. Dois dos três membros do órgão chegaram ao fim de seus mandatos em dezembro, deixando-o incapaz de emitir decisões. Sete pontos para entender a paralisia que ameaça a OMC Donald Trump diz que OMC foi injusta com os Estados Unidos por muitos anos A UE já havia se unido à Noruega e ao Canadá anteriormente para formar um órgão de apelação separado que poderia resolver disputas. Os outros países que se inscreveram nesta sexta-feira são Brasil, Austrália, Chile, China, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Coreia do Sul, México, Nova Zelândia, Panamá, Cingapura, Suíça e Uruguai. Enquanto os Estados Unidos estão fora do grupo, o presidente dos EUA, Donald Trump, falando em Davos na quarta-feira, prometeu uma ação "muito dramática" para a OMC, sediada em Genebra. O diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, deve visitar Washington em breve. Uma fonte da UE disse que o fato de o governo Trump estar envolvido com a OMC é bem-vindo para o bloco, e que muitos membros do órgão acreditam que a OMC precisa ser reformada para refletir as mudanças na economia global, incluindo a ascensão da China. Veja Mais

Presunto de Parma, Prosecco e uísque Scotch... veja produtos europeus que serão protegidos no acordo UE-Mercosul

G1 Economia Fabricantes do Brasil e de outros integrantes do bloco sul-americano não poderão usar os nomes de 357 itens: confira lista completa. Pacto ainda não tem data para valer. Produção de presunto de Parma na Itália FOOD-ITALY/HAM REUTERS/Stefano Rellandini O acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, anunciado em junho do ano passado e que ainda não está em vigor, prevê que os sul-americanos irão proteger os nomes de 357 produtos europeus. Isso significa, por exemplo, que o único presunto de Parma que poderá ser vendido no Mercosul com essa nomenclatura será o produzido na própria cidade de Parma, na Itália. Também ficarão proibidas expressões como "tipo", "estilo" e "imitação" associadas aos nomes de produtos protegidos. A relação dos itens não foi divulgada na época do anúncio do acordo, mas estava disponível no site do Ministério da Relações Exteriores nesta quinta-feira (23). VEJA A LISTA COMPLETA O acordo também prevê que chocolates e doces, vinhos e outras bebidas alcoólicas e refrigerantes provenientes da União Europeia terão tarifas de importação eliminadas progressivamente, ou seja, ficariam mais baratos. E que 36 produtos do Brasil e outros de seus vizinhos também serão protegidos com a chamada indicação geográfica. Entre os itens nacionais, estão o queijo Canastra, a linguiça Maracaju e o café Alto Mogiana. Quando começa a valer? O pacto UE-Mercosul não tem data para começar a valer porque ainda precisa ser aprovado pelos parlamentos de todos os países envolvidos. Mesmo depois disso, a implementação dessa proteção aos produtos não será imediata: existe um prazo de transição entre 5 e 7 anos, dependendo do item. Veja como deverá ser o caso de alguns produtos: Vinho Prosecco (Itália): produto poderá ser utilizado apenas por produtores brasileiros por até 10 anos após a aprovação do acordo. Na Argentina e no Paraguai, o limite será de 5 anos. Produtores deverão deixar clara a origem do produto; Presunto de Parma (Itália): este nome ou “Presunto tipo Parma” pode ser usado por um período máximo de 7 anos a partir da entrada em vigor do acordo, desde que fique clara a origem do produto; Queijo Parmigiano Reggiano (Itália): será permitida a utilização do termo “Parmesão”, desde que o produto tenha sido registrado antes da aprovação do acordo comercial. Já o termo “Parmigiano Reggiano” poderá ser usado até 5 anos após o início do pacto; Vinho Bordeaux (França): termo “vinho Bordô” poderá ser utilizado por até 7 anos após a aprovação do acordo, desde que o produtor deixe clara a origem da bebida; Vinho Bourgogne (França): este nome e similares (Borgonha e Borgoña) poderão ser usados por até 7 anos, a partir do começo do acordo, mas o produtor deverá deixar clara a origem do vinho; Queijo Comté (França): produto poderá ter este nome por até 5 anos após o início do pacto, desde que esteja calara a origem do produto. Na lista, há também o uísque Scotch (Reino Unido),queijo S.Jorge (Portugal) e as cervejas de Bremen e Munique (Alemanha). Existem também produtos que o Brasil já protege, como o vinho do Porto (Portugal); Cognac, Champagne e queijo Roquefort (França). Initial plugin text Veja Mais

Governo aprova contratação de militares para atuar no INSS

Governo aprova contratação de militares para atuar no INSS

R7 - Economia Fila do INSS tem 1,3 milhão de pedidos de benefício Lalo de Almeida/Folhapress - 27.01.2009 O decreto regulamentando a contratação de militares inativos pelo governo federal já foi assinado pelo presidente em exercício, Hamilton Mourão, e será publicado em edição extra do DOU (Diário Oficial da União). A solução visa reduzir fila de 1,3 milhão de pedidos de benefício do INSS. A informação foi dada pelo Palácio do Planalto na noite desta quinta-feira (23). O governo afirma que o decreto não se restringe ao caso do INSS e este tipo de contrato poderá ser usado em "dezenas de outras instituições". Os militares contratados terão gratificação de 30% sobre o valor que recebem na inatividade. Eles poderão trabalhar nesta condição por somente 8 anos, ininterruptos ou não. Leia também: Baixo número de servidores aumenta fila do INSS O pedido de cada órgão para a contratação terá de ser avaliado pelos ministérios da Defesa e da Economia. Após análise do motivo e da disponibilidade orçamentária, terá de ser publicado um edital para a contratação. Cada órgão poderá usar os militares por 4 anos. E não poderá renovar o contrato com o mesmo militar ou buscar outro militar inativo. Segundo o Planalto, será preciso que o órgão busque uma solução de longo prazo. Veja Mais

Ministro de Minas e Energia defende que etanol seja commodity global

Ministro de Minas e Energia defende que etanol seja commodity global

R7 - Economia O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em evento na Índia Divulgação/Mapa O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, defendeu nesta quinta-feira (23) que o etanol seja uma commodity global. “O Brasil é o maior produtor mundial de etanol de cana de açúcar; a Índia possui a maior indústria de açúcar do Mundo. Proponho que unamos nossos esforços para tornar o etanol uma commodity global”, afirmou o ministro no Seminário sobre “Oportunidades de Negócios entre Índia e Brasil em Energia e Mineração” em, Nova Délhi, Índia. O evento contou com o Ministro de Energia e de Recursos Novos e Renováveis da Índia, Raj Kumar Singh, e da Ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina. Em sua apresentação, Albuquerque destacou as complementaridades existentes entre a Índica e o Brasil, “duas economias grandes com consideráveis oportunidades para investidores”. A Índia possui o mercado energético que mais cresce no Mundo, importa 80% do petróleo que consome, e o Brasil um exportador líquido de petróleo, produto com maior peso no comércio bilateral dos dois países. Albuquerque citou as oportunidades de investimentos nos setores de petróleo e gás brasileiros, com investimentos projetados em R$1 trilhão nos próximos 30 anos. Além de falar da modernização do setor elétrico brasileiro com potencial de expansão em transmissão e geração nos diversos leilões que são realizados anualmente. “O crescimento econômico brasileiro está acelerando e nos próximos dez anos vai empurrar a demanda de energia em cerca de 4% ao ano”, afirmou o ministro. Outro ponto é o desafio contínuo do Brasil no setor de energia que está em promover a expansão da matriz brasileira e proporcionar segurança energética, visando o desenvolvimento sustentável. “Para alcançar esse objetivo estratégico, investiremos mais na diversificação de nossas fontes de energia, projetando um aumento da participação de renováveis de até 48% nos próximos dez anos”, projetou o Ministro. Veja Mais

Simm tem vagas para operador de Telemarketing, empacotador, manicure e outras; confira lista

G1 Economia Interessados devem ir a um dos postos do órgão e levar documentos. Simm tem vagas para operador de Telemarketing, empacotador, manicure e outras Valter Pontes/Secom O Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-obra (Simm) divulgou as vagas de emprego disponíveis para esta sexta-feira (24), em Salvador. [Confira abaixo a lista] Os interessados devem ir na Sede do Simm, que fica na Rua Miguel Calmon, 506, no Edifício Ouro Preto, no Comércio, nas prefeituras-bairro de Itapuã, Pau da Lima e subúrbio e no posto do Simm na Boca do Rio. Os candidatos devem levar originais da Carteira de Trabalho (com o nº do: PIS, Pasep ou NIS), carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e histórico escolar, para realização de cadastro, de busca por vagas e para encaminhamento para entrevistas e seleções de trabalho/emprego. O atendimento é feito das 7h às 17h, mediante distribuição de senhas, que são entregues a partir das 6h30. Confira as vagas: Empacotador (vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Fundamental completo, sem experiência, vaga zoneada para Paralela, Vasco da Gama e Paripe. Salário: 1.039,00 + benefícios 3 vagas Repositor de Frios Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência com reposição de frios. Salário: 1.163,35 + benefícios 2 vagas Atendente de Telemarketing Ensino médio completo, 6 meses de experiência Salário (R$): a combinar + benefícios 1 Vaga Oficial de Manutenção Predial Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência em todas essas áreas: manutenção predial, pintura, alvenaria, hidráulica, elétrica e mecânica predial Salário: 1.168,46 + benefícios 1 vaga Servente de obras Ensino fundamental completo, 6 meses de experiência, ter fácil acesso a região da San Martins. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Armador de Ferragens Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência ressente. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Sushiman Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário (R$): a combinar + benefícios 1 Vaga Operador de Caixa Ensino médio completo, sem experiência, vaga zoneada para moradores dos seguintes bairros : Boa Viagem, Bonfim, Caminho de Areia, Jardim Cruzeiro, Mares, Massaranduba, Ribeira, Roma, Uruguai, Plataforma, Itacaranha, Escada, alto da Terezinha, Rio Sena, Praia Grande, Periperi, Fazenda Coutos, Paripe, Coutos, São Tomé de Paripe, Calçada, Baixa do fiscal, suburbana. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Auxiliar de limpeza Ensino médio completo, 3 meses de experiência, vaga zoneada para moradores do bairro de Pernambués e região. Salário: a combinar + benefícios 5 Vagas Manicure Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível vivência com depilação, vaga zoneada para os bairros de CANELA /FEDERAÇÃO/GARCIA/VASCO DA GAMA/ENGENHO VELHO. Salário: a combinar + benefícios 1 Vaga Consultor de Vendas Ensino médio completo, 6 meses de experiência, desejável conhecimento em purificadores de água. Salário: a combinar + benefícios 2 Vagas Polidor de Veículos Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência com extratora de limpeza, pulverizadora, bicos de ar comprimido e polimento Salário: 1.100,00 + benefícios 1 vaga Chefe de Pista Ensino médio completo, 6 meses de experiência, Imprescindível Habilitação A/D, experiência com cargos de chefia Salário: 1.280,00 + benefícios 1 vaga Fiscal Operacional Ensino médio completo, 6 meses de experiência, Imprescindível CNH "A", possuir Moto, experiência com Cargo de Liderança no ramo de Limpeza em Vias Públicas, disponibilidade total de horário, desejável CNH "B". Salário: R$ 1.420,49 + benefícios 2 Vagas Técnica de Enfermagem Ensino médio completo, 3 meses de experiência, Imprescindível Coren Ativo e Curso na Área Salário: 1.102,00 + benefícios 2 vagas Assistente de Departamento de Pessoal Superior completo em Administração ou Recursos Humanos, 6 meses de experiência, Imprescindível Domínio com Sistemas Rubi Salário: R$ 1.600,00 + benefícios 1 vaga Supervisor Operacional Superior Completo em qualquer área, 6 meses de experiência, Imprescindível Habilitação B, possuir Carro, ter experiência em cargos de chefia, desejável conhecimento com as leis trabalhistas Salário: 2.057,62 + benefícios 1 vaga Operador de Telemarketing Ensino médio completo, 1 meses de experiência com RETENÇÃO ou VENDAS, disponibilidade para trabalhar nos turnos noite/madrugada, vaga zoneada para moradores dos bairros: 2 de Julho, Acupe de Brotas, Alto do Peru, Amaralina, Arenoso, Arraial do Retiro, Arvoredo, Baixa de Quintas, Barbalho, Barra, Barris, Boa Viagem, Boa Vista de São Caetano, Boca do Rio, Bonfim, Bonocô, Brotas, Cabula, Cabula IV, Cabula VI, Caixa D'água, Calçada, Caminho Das Árvores, Caminho de Areia, Campinas de Brotas, Campo Grande, Canabrava, Capelinha, Cidade Nova, Conjunto ACM, Cosme de Farias, Costa Azul, Curuzú, Daniel Lisboa, Doron, Engenho Velho da Federação, Engenho Velho de Brotas, Engomadeira, Estrada das Barreiras, Fazenda Grande Retiro, Federação, Garcia, Graça, Iapi, Imbuí, Itaigara, Jardim Santo Inácio, Liberdade, Luiz Anselmo, Macaúbas, Machado/Uruguai, Marechal Rondon, Mares, Massaranduba, Mata Escura, Matatu, Mont Serrat, Narandiba, Nordeste, Nordeste de Amaralina, Novo Horizonte, Ondina, Pau da Lima, Pau Miúdo, Pernanbués, Pero Vaz, Pirajá, Pituba, Resgate, Ribeira, Rio Vermelho, Saboeiro, Santa Mônica, São Caetano, São Gonçalo, São Marcos, São Rafael, Saúde, Sete de Abril, Stiep, Sussuarana, Sussuarana Velha, Tancredo Neves, Tororó, Trobogy, Uruguai, Vila Laura e Vila Rui Barbosa. Salário (R$): a combinar + benefícios 50 Vagas Veja Mais

S&P 500 fecha em leve alta e Nasdaq bate recorde com atenção a balanços e vírus na China

R7 - Economia Por Stephen CulpNOVA YORK (Reuters) - O S&P 500 terminou em leve alta, e o Nasdaq cravou novo recorde de fechamento nesta quinta-feira, ajudado por um salto nas ações da Netflix, enquanto notícias sobre o surto de coronavírus na China e balanços mistos mantiveram o mercado em cautela.O S&P 500 e o Nasdaq estavam ambos operando em queda antes da informação de que a Gilead Sciences Inc estava avaliando seu medicamento experimental contra o Ebola como um possível tratamento para o vírus. O Dow Jones encerrou em leve baixa.Apesar de as autoridades de saúde na China tere colocado milhões de pessoas em isolamento --num esforço para conter o surto de coronavírus, que até agora já matou 18 pessoas--, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que era "um pouco cedo demais" para declarar uma emergência de saúde global."O vírus é, se não um desvio, algo que os operadores vão capitalizar", disse Chuck Carlson, diretor executivo da Horizon Investment Services em Hammond, Indiana. "Ele importa, mas importa para um subconjunto do mercado, não para investidores que esperam as próximas 24 horas."A temporada de balanços do quarto trimestre está ganhando força, com analistas esperando agora que os lucros do quarto trimestre caiam 0,7% em relação ao ano anterior. Das 74 empresas do S&P 500 que já apresentaram resultados, 67,6% superaram as expectativas de consenso, segundo dados da Refinitiv.O Dow Jones caiu 0,09%, para 29.160,09 pontos, o S&P 500 avançou 0,11%, para 3.325,54 pontos, e o Nasdaq valorizou-se 0,2%, para 9.402,48 pontos.Dos 11 principais setores do S&P 500, seis fecharam no vermelho. O segmento de saúde foi o maior perdedor em termos percentuais, enquanto o industrial teve o maior ganho.Netflix saltou 7,2%, recuperando de perdas provocadas por uma previsão decepcionante no início da semana. Veja Mais

Bolsa avança 0,9%, supera 119 mil pontos e renova máxima histórica

Bolsa avança 0,9%, supera 119 mil pontos e renova máxima histórica

R7 - Economia Giro financeiro da sessão somou R$ 25,1 bilhões Paulo Whitaker/Reuters - 24.6.2019 O principal índice da bolsa de paulista atingiu nova máxima de fechamento ​nesta quinta-feira (23), embalado pela forte valorização das ações do setor financeiro. Segundo dados preliminares de fechamento, o Ibovespa subiu 0,96%, ​​ a 119.527,63​ pontos. O giro financeiro da sessão somou R$ 25,1 bilhões. Os ganhos foram liderados por Braskem​, que subiu 6,8%, e as perdas por BRF, em baixa de 2,5%. Entre as ações com maior participação no índice, Itaú Unibanco ganhou 2,23%, e Bradesco teve avanço de 2,79%. ​Banco do Brasil teve valorização de 5,25% e Santander Brasil avançou 1,62%. Vale caiu 0,78% e Petrobras PN teve ganho de 0,99%, enquanto Petrobras ON subiu 0,32%. Com o desempenho desta​ sessão, o Ibovespa acumula valorização de 3,3% no ano. O índice está 15,3% acima da média dos últimos 200 dias de negócios. Nas últimas 52 semanas, o Ibovespa acumula 23,7% de ganho. Veja Mais

Procon-SP multa Decolar em R$ 1,1 milhão por variar preço de hospedagem de acordo com localização do cliente

G1 Economia De acordo com órgão, a Decolar também estabeleceu em contrato uma cláusula em que se coloca como intermediária nas compras, se eximindo da responsabilidade pela prestação dos serviços e pela qualidade. O Procon-SP multou a Decolar – buscadora de passagens, hospedagem e pacotes de viagem – em R$ 1,1 milhão por infringir dois artigos do Código de Defesa do Consumidor. De acordo com o órgão, a empresa variou o preço cobrado por hospedagens de acordo com a localização de quem estava comprando. Segundo o Procon-SP, a Decolar também estabeleceu em contrato uma cláusula em que se coloca como intermediária nas compras, se eximindo da responsabilidade pela prestação dos serviços e pela qualidade. A multa, no valor de R$ 1.193.682,66, será aplicada mediante processo administrativo. Procurado pela reportagem, o Procon-SP não explicou, até o momento, os trâmites do processo, nem detalhes dos casos que motivaram a multa. Ao G1, a Decolar disse que não pratica e jamais realizou práticas abusivas para seus consumidores, e que vai recorrer da multa. "A companhia informa que trabalha com total transparência e, principalmente, em conformidade com a legislação do país", disse o comunicado. Initial plugin text Veja Mais

Fitch reduz nota da dívida argentina em moeda local para 'calote restrito'

G1 Economia Rebaixamento foi anunciado após o governo trocar voluntariamente bônus de curto prazo por títulos que vencerão em setembro. A agência de classificação de risco Fitch reduziu para "default restrito" (RD) a nota da dívida argentina de longo prazo em moeda local, mas manteve em "CC" (alto risco de calote) a dívida em moeda estrangeira. O rebaixamento ocorre depois que o governo trocou fez uma troca de dívidas locais de curto prazo, no valor de cerca de US$ 1,4 bilhões. Essa dívida, que estava em instrumentos com taxa fixa, foi trocada por outra em taxa variável, mas com vencimento posterior. A agência aponta que, apesar da troca afetar apenas uma parcela pequena dos próximos pagamentos, a ela pode fazer parte de uma estratégia mais ampla, e que trocas semelhantes possam acontecer no futuro. Assim, a nota deve ser mantida em RD até que se acredite que o programa de trocas foi finalizado. A mudança na avaliação é a mesma feita na véspera pela Standard & Poor's: na quarta-feira, a agência rebaixou a nota da dívida argentina em moeda local para "calote seletivo". Notas das agências internacionais de classificação de risco Arte G1 Governo envia ao Congresso projeto para reestruturar dívida O governo do presidente Alberto Fernández enviou na terça-feira (21) um projeto de lei ao Congresso visando reestruturar a dívida pública, e pediu "tempo" e "boa fé" a seus credores, entre eles o Fundo Monetário Internacional (FMI). "Temos uma carga da dívida que é insustentável", declarou o ministro da Economia, Martín Guzmán, que enfrenta uma recessão e inflação anual superior a 50%. O projeto autoriza o Executivo a "efetuar operações de administração de passivos, trocas (de bônus), reestruturações de vencimentos dos juros e amortizações de capital dos títulos públicos emitidos sob lei estrangeira". O ministro Guzmán destacou que o projeto busca "que o país melhore ao menos duas das três seguintes condições: prazos, taxas de juros e montante do capital". Em recessão desde 2018 e com inflação anual superior a 50%, a Argentina enfrenta uma dívida de 335 bilhões de dólares, incluindo 44 bi junto ao FMI. Veja Mais

Brasil pede à Índia corte de taxas de importação sobre o frango

G1 Economia País impõe impostos de importação de 100% sobre produtos do animal e de 30% sobre frangos inteiros. Taxação é considerada elevada pelo setor. Brasil quer entrar no mercado de carne de frango da Índia Governo do Santa Catarina/Divulgação O Brasil quer que a Índia reduza taxas sobre a importação de frango e produtos de frango, o que permitiria ao país aproveitar a crescente demanda indiana por esses produtos, impulsionada por um crescimento na renda e mudanças nos hábitos alimentares no país. Bolsonaro embarca nesta quinta para 1ª viagem oficial à Índia A Índia impõe taxas de importação de 100% sobre produtos de frango e de 30% sobre frangos inteiros, consideradas elevadas demais para que países como Brasil e EUA consigam avançar no mercado local, onde a indústria de frango tem crescido mais de 10% ao ano. "Nós gostaríamos de pedir à Índia que reduza suas tarifas sobre frango e produtos de frango, que são muito elevadas", disse à Reuters a ministra da Agricultura brasileira, Tereza Cristina, durante visita à Índia. O Brasil também gostaria de importar uma série de produtos da Índia, afirmou ela. "Nossos laços comerciais podem ser um ganha-ganha para ambos os países, uma vez que também queremos importar da Índia e oferecer conhecimento técnico nos quais podem também ter interesse", acrescentou. Além do Brasil, os EUA também querem que a Índia reduza as tarifas de importação de frango – um pedido que gera resistência da indústria local de frango, contrária a qualquer corte nas taxas. O Brasil também quer trabalhar com a Índia no setor de produção de etanol, o que ajudaria o governo indiano a adotar uso de maior mistura de etanol na gasolina, segundo a ministra. Diferentemente do Brasil, a produção do biocombustível é limitada na Índia. Questionada sobre se a delegação brasileira discutiu a questão dos subsídios da Índia para o açúcar, a ministra afirmou: "Nós não falamos nada sobre açúcar. O assunto já está na OMC (Organização Mundial do Comércio)." O Brasil alega que as exportações de açúcar da Índia não estão em linha com regras da OMC e prejudicam a livre concorrência no mercado global. Além do Brasil, a Austrália e a Guatemala também questionaram os subsídios na OMC. A Índia, que tem sofrido com excesso de oferta de açúcar, aprovou um subsídio de 10.448 rúpias (145,58 dólares) por tonelada para exportações na temporada 2019/20 – um movimento que incentivou usinas a buscar vendas no exterior. Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Veja Mais

Confiança do empresário sobe e é a maior desde junho de 2010, informa a CNI

G1 Economia Indicador subiu 1 ponto em janeiro e chegou a 65,3 pontos. Quando está acima de 50 pontos o índice mostra que os empresários estão confiantes. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 1 ponto em janeiro, na comparação com dezembro, e alcançou 65,3 pontos. É o maior patamar desde junho de 2010, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (23). Segundo a confederação, em janeiro o indicador manteve a tendência de aumento observada desde junho de 2019 e está 10,5 pontos acima da média histórica. “É importante observar que a confiança elevada se baseia não somente nas expectativas para os próximos seis meses, como também no sentimento de melhora da situação econômica corrente”, afirmou a CNI. Para a organização, o aumento da confiança dá impulso à produção e ao investimento, sobretudo quando baseada não só em expectativas, mas também na percepção de melhora dos negócios. “Os empresários estão mais otimistas porque percebem melhoras no ambiente de negócios. Os juros e a inflação estão menores e há um aumento da demanda e da produção. Desde o fim do ano passado, há uma melhora da atividade”, afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo. A pesquisa foi feita de 6 a 17 de janeiro, com 2.458 empresas. Os indicadores do ICEI, lembrou a CNI, variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima de 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes. Condições atuais e expectativas O estudo informa que o "Índice de Condições Atuais", um dos componentes do ICEI, alcançou 59 pontos, o maior nível desde junho de 2010. O índice está 4,9 pontos acima do registrado em janeiro de 2019. O "Índice de Expectativas", outro componente do ICEI, subiu para 68,4 pontos neste mês. Porém, está 2,9 pontos abaixo do verificado em janeiro do ano passado. Por regiões A confiança melhorou em quatro das cinco regiões do país. A exceção foi a região Centro-Oeste onde o índice caiu 0,7 ponto para 64,6 pontos. O Sul é a região mais otimista com índice em 67,2 pontos, seguida pelo Norte com 65 pontos, Nordeste com 64,5 pontos e Sudeste e Centro-Oeste com 64,6 pontos. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, a confiança é maior nas grandes empresas, que ficou com índice em 66,4 pontos, em seguida vem as médias empresas (64,9) e as pequenas (63,4). Veja Mais

Julgamento da Bayer sobre glifosato é adiado para que negociação de acordo prossiga

G1 Economia Este seria o primeiro julgamento coletivo na disputa judicial sobre se o glifosato, substância ativa do Roundup, é cancerígeno. O glifosato é um dos herbicidas mais usados no mundo Benoit Tessier/File Photo/Reuters A Bayer disse nessa sexta-feira (24) que chegou a um acerto com advogados de reclamantes para adiar um julgamento no estado norte-americano de Missouri, que avaliaria alegações de que o herbicida Roundup, à base de glifosato, o agrotóxico mais vendido no mundo, causa câncer. Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? "Embora a Bayer esteja construtivamente engajada no processo de mediação, no momento não há um acordo abrangente. Também não há certezas ou cronogramas para uma resolução abrangente", disse a companhia em comunicado, referindo-se às negociações de um acordo. O quarto julgamento nos Estados Unidos relacionado às alegações sobre o Roundup estava programado para ter início na manhã desta sexta-feira em St. Louis, mas nunca chegou a começar, já que advogados da empresa e dos pacientes de câncer se reuniram para discutir o adiamento. Este seria o primeiro julgamento coletivo na disputa judicial sobre se o glifosato, substância ativa do Roundup, é cancerígeno, e também o primeiro a ocorrer fora da Califórnia. St. Louis é a cidade-sede da Monsanto, produtora do Roundup, que foi comprada pela Bayer em 2018, em um negócio de 63 bilhões de dólares. Três júris consecutivos consideraram a empresa responsável por casos de câncer e determinaram indenizações de milhões de dólares a cada reclamante. A Bayer está recorrendo dos veredictos. O mediador indicado pelo tribunal, Ken Feinberg, que lidera as discussões de acordos, estimou o número total de requerentes nos processos sobre o Roundup em mais de 75 mil, enquanto a Bayer disse que as intimações judiciais recebidas não atingem 50 mil. A empresa alemã afirmou nesta sexta-feira que continuará no processo de mediação, sob a boa-fé de Feinberg. Operadores afirmam que o mercado aprova a ideia de que a empresa feche um acordo sobre os processos, embora alguns alertem que a perspectiva de um acerto abrangente é incerta. Analistas estimaram que o valor de um acordo dessa natureza poderia ficar entre US$ 8 bilhões e US$ 12 bilhões. Initial plugin text Veja Mais

STF aprovou pensão a filhas de servidores em 265 decisões

STF aprovou pensão a filhas de servidores em 265 decisões

R7 - Economia STF respaldou pagamento dos benefícios Dorivan Marinho/STF - 16.12.2014 Ao longo dos últimos quatro anos, o STF (Supremo Tribunal Federal) respaldou ao menos 265 casos de pagamento de benefícios para filhas solteiras de servidores federais civis, amparado em lei sancionada pelo presidente Juscelino Kubitschek em 1958. Somente as pensões desembolsadas pela Câmara e pelo Senado para 194 mulheres custam, por ano, R$ 30 milhões aos cofres públicos, conforme revelou o jornal O Estado de S.Paulo. O valor equivale ao recurso necessário para construir 500 casas populares do Minha Casa Minha Vida. Leia mais: Cotada para Cultura, Regina Duarte recebe pensão militar A pensão para filhas solteiras não é benefício exclusivo do Legislativo. Desembolsos também são feitos para pensionistas da União e do Judiciário. Em maio de 2018, uma liminar do ministro Edson Fachin, do STF, esvaziou uma decisão do TCU (Tribunal de Contas da União) que limitava as hipóteses em que filhas solteiras maiores de 21 anos poderiam receber pensão por morte de pais servidores públicos. A determinação do TCU era para que houvesse a revisão de 19.520 casos com suspeitas de concessão irregular do benefício, o que poderia trazer uma economia superior a R$ 2,2 bilhões em um intervalo de quatro anos, segundo as contas feitas por auditores na época. O TCU havia fixado que, se a filha solteira recebesse outras fontes de renda que garantisse a sua subsistência, deveria perder o benefício por já não ter mais dependência econômica. A decisão de Fachin, no entanto, restabeleceu que a perda do privilégio só deveria ocorrer se as beneficiárias se casassem ou assumissem um cargo público fixo, condições previstas na lei de 1958. Uma das que foram ao STF recuperar o benefício é filha de um ex-agente de polícia no antigo Estado da Guanabara. A pensão, administrada pelo Ministério do Planejamento, era paga desde outubro de 1966 até que, em julho de 2018, chegou o aviso de suspensão. A partir do entendimento do TCU, a pasta considerou que a aposentadoria dela por tempo de serviço configurava renda, e a pensão de filha solteira não era cabível. Veja mais: Contribuição de militar deve aumentar mais que previsto Os advogados argumentaram que a supressão da fonte de renda “comprometeria de forma definitiva as condições mínimas de direitos sociais garantidas pelo Estatuto do Idoso e pela Constituição”. Fachin determinou o retorno dos pagamentos à senhora, hoje com 79 anos. A Segunda Turma do STF, composta por cinco dos 11 integrantes da Corte, decidiu no ano passado confirmar as liminares de Fachin em julgamento ocorrido no plenário virtual do STF. A plataforma é uma espécie de fórum online onde os ministros podem votar a distância, sem estarem reunidos presencialmente no tribunal, longe dos olhos da opinião pública e das transmissões da TV Justiça. “Reconhecida, portanto, a qualidade de dependente da filha solteira maior de vinte e um anos em relação ao instituidor da pensão e não se verificando a superação das condições essenciais previstas na lei de regência, quais sejam, casamento ou posse em cargo público permanente, nos termos da Lei 3.373/58, a pensão é devida e deve ser mantida”, escreveu Fachin. O ministro criticou naquela ocasião o fato de o TCU ter determinado a necessidade de comprovação da dependência econômica das filhas solteiras para o pagamento do benefício, uma exigência que não está prevista na lei. “Em meu sentir, os princípios da legalidade e da segurança jurídica não permitem a subsistência da decisão do Tribunal de Contas da União. A violação ao princípio da legalidade se dá pelo estabelecimento de requisitos para a concessão e manutenção de benefício cuja previsão em lei não se verifica”, concluiu Fachin. Os demais ministros da turma – Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia – acompanharam o entendimento do colega, rejeitando recursos que haviam sido apresentados pela AGU (Advocacia-Geral da União), que defendia a manutenção do entendimento da Corte de Contas, a favor de impor restrições ao pagamento do privilégio. Em sessão realizada na quarta-feira passada, os ministros do TCU, por 5 votos a 4, decidiram não alterar a decisão de 2016 da própria Corte. Portanto, a regra nos órgãos da administração federal continua sendo revisar todos os benefícios das solteiras. “A decisão de 2016 deixa de ser aplicável apenas àqueles que obtiveram junto ao Supremo Tribunal Federal a concessão de mandado de segurança para suspensão do acórdão”, esclareceu a Corte de Contas. Procurada, a AGU informou que, apesar dos esforços feitos por meio de várias manifestações encaminhadas ao Supremo, “não logrou êxito na reversão do posicionamento monocrático do ministro Edson Fachin, que restou confirmado pela Segunda Turma”. O gabinete de Fachin não respondeu à reportagem até a conclusão desta edição. Veja Mais

Volume de aportes em startups do país cresce 80% e atinge US$ 2,7 bi em 2019

R7 - Economia O ecossistema brasileiro de startups registrou recorde no volume de investimentos em 2019. Segundo levantamento da consultoria em inovação Distrito, as empresas do País receberam US$ 2,7 bilhões em aportes no ano passado. É um crescimento de 80% na comparação com 2018, quando o total foi de US$ 1,5 bilhão. Ao todo, 260 rodadas de investimento foram realizadas no último ano, de acordo com o estudo. O número de aportes cresceu 8,3% na comparação com 2018, mas não bateu recordes - em 2017, foram 263 investimentos no País, mas com valor individual menor, totalizando US$ 905 milhões. "Há uma evolução maior do mercado nacional e maior liquidez no mercado global. Isso tudo beneficia os investimentos", diz Gustavo Gierun, cofundador da Distrito. Responsável por ao menos nove aportes no País em 2019, incluindo nos unicórnios Gympass, QuintoAndar e Loggi, o grupo japonês SoftBank surgiu como peça fundamental desse crescimento. Considerados os anúncios feitos no ano passado, as rodadas com a participação da empresa movimentaram cerca de US$ 1,3 bilhão, respondendo por quase metade do volume registrado em 2019. O cenário deve ser diferente neste ano, depois dos problemas apresentados por WeWork e Uber, duas das principais apostas do SoftBank no exterior - o grupo já admitiu que fará menos investimentos no País em 2020. Na visão de Gierun, isso não necessariamente será problema. "O mercado tem se sofisticado nos últimos anos e atraído cada vez mais investidores estrangeiros", diz. Fintechs Segundo o levantamento realizado pela Distrito, as fintechs (startups de serviços financeiros) foram as empresas que mais receberam atenção dos investidores. Foram ao todo 62 cheques, que somaram US$ 935 milhões - entre eles estão os US$ 400 milhões que levaram o Nubank a ser avaliado em cerca de US$ 10 bilhões. O crescimento do segmento também chama a atenção: em 2018, as fintechs brasileiras haviam recebido US$ 338 milhões. Em 2019, portanto, o salto foi de 276%. "É um setor que vive uma revolução, que deve aumentar nos próximos anos", diz Gierun. "Novas regulações, como open banking, pagamentos instantâneos e cadastro positivo, abrem espaço para que startups disputem com as grandes empresas. Há oportunidades." A maioria dos investimentos realizados no País, porém, está longe da casa das dezenas ou centenas de milhões - apenas 11 investimentos aconteceram após a Série C, jargão do setor que identifica aportes realizados em empresas já maduras. Segundo o estudo, 87 aportes foram realizados em capital semente, quando a startup ainda está em estágio inicial de desenvolvimento - esses cheques giram em torno de R$ 500 mil e R$ 5 milhões. Outros 40 investimentos foram do tipo Série A, quando a empresa já começou a amadurecer seu produto. Além disso, 38 investimentos foram realizados em fase pré-semente, quando a startup ainda é considerada embrionária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Processo de demissão: Tudo que um profissional precisa saber para não errar

R7 - Economia O processo de demissão, também chamado de rescisão, encerra o vínculo entre empresa e trabalhador, gerando obrigações e direitos. Os motivos que levam a um desligando podem ser diversos, assim como específicos. Na Consolidação das Leis do Trabalho, a famosa CLT, existem três formas específicas de dispensa, sendo que, em cada uma delas, as verbas […] O post Processo de demissão: Tudo que um profissional precisa saber para não errar apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Contador: 4 aspectos essenciais para gerenciar um escritório de contabilidade

R7 - Economia Como gerenciar um escritório de contabilidade? Essa é uma pergunta bem ampla, então, para ser mais objetiva, eu vou focar em 4 principais aspectos que você precisa considerar para fazer uma gestão contábil eficiente. Vamos lá? 4 aspectos essenciais para gerenciar um escritório de contabilidade 1. Formando um time de peso Assim como qualquer outro […] O post Contador: 4 aspectos essenciais para gerenciar um escritório de contabilidade apareceu primeiro em Jornal Contábil - Um dos Maiores Portais de Notícias do Brasil. Veja Mais

Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (26/01/2020)

G1 Economia Programa mostra os efeitos da estiagem na produção de uvas do RS, as chuvas no Espírito Santo, o plantio do algodão em MT e as melhores reportagens de 2019. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (26/01/2020) No Globo Rural deste domingo (19), o programa mostra os efeitos da estiagem na produção de uvas do Rio Grande do Sul, as chuvas no Espírito Santo e o plantio do algodão em Mato Grosso. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Você ainda vai relembrar as melhores reportagens de 2019. Não perca! O Globo Rural começa às 8h30. Veja Mais

TCU dá cinco dias para governo entregar dados sobre fila do INSS

TCU dá cinco dias para governo entregar dados sobre fila do INSS

R7 - Economia Movimentação em agência da previdência social na região central de São Paulo BRUNO ROCHA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO O Tribunal de Contas da União (TCU) cobrou do governo um raio x dos pedidos atrasados de benefícios do INSS e o custo operacional para acabar com a fila. Em requerimento despachado nesta sexta-feira (24), o tribunal deu prazo de cinco dias para que os ministérios da Economia, Casa Civil e Defesa, além do INSS, entreguem informações detalhadas sobre a contratação de militares da reserva para reforçar o atendimento da população. O atraso já atinge quase 2 milhões de pedidos. O TCU quer saber em quanto tempo o INSS vai reduzir esse estoque. O pedido faz parte de recurso apresentado pelo Ministério Público junto ao TCU, que quer a suspensão imediata da contratação de militares da reserva para compor o quadro do INSS. A área técnica do TCU vai fazer uma radiografia do estoque da fila. Para isso, o tribunal fará uma diligência no INSS. O órgão terá que entregar indicadores de tempestividade e produtividade no atendimento e na análise de requerimentos dos benefícios dos últimos cinco anos. O INSS será obrigado a mostrar o fluxo de requerimentos, tempo médio de análise, concessão e outros indicadores para fazer uma avaliação do atual estoque dos pedidos atrasados. Além desses dados, o órgão terá que enviar um detalhamento dessas solicitações, com dados sobre tempo de atraso, faixa de renda de quem fez o pedido, Estado de origem e complexidade de análise do benefício. A ideia é mapear a gravidade dos atrasos. O custo operacional também terá que ser enviado. Uma lista com 30 pedidos diferentes de informações foi apresentada aos três ministérios e ao INSS. Essas informações servirão de base para o TCU decidir sobre o pedido de cautelar. O relator é o ministro Bruno Dantas, que já avisou ao secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, que o governo precisa incluir civis na contratação. O TCU negocia uma solução com o governo para estender a contratação temporária também para servidores civis aposentados. Uma reunião está marcada para a próxima terça-feira. Veja Mais

S&P 500 tem pior dia desde outubro diante de preocupações com vírus

R7 - Economia Por Stephen CulpNOVA YORK (Reuters) - Os índices de Wall Street recuaram em meio a uma ampla liquidação nesta sexta-feira, à medida que investidores fugiram dos mercados acionários diante de crescentes preocupações sobre o surto de coronavírus, levando o S&P 500 ao maior declínio semanal em seis meses.Todos os três principais índices tiveram uma forte queda, com o S&P 500 registrando seu maior recuo percentual diário em mais de três meses, após Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) confirmarem o segundo caso do vírus em solo norte-americano --desta vez, em Chicago.O S&P e o Dow concluíram a pior semana desde agosto, enquanto o Nasdaq pôs fim a uma sequência de seis semanas de ganhos.Os participantes do mercado se mantiveram atentos aos desdobramentos relacionados ao coronavírus, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou como "uma emergência na China". A doença já matou 26 pessoas e infectou mais de 800 às vésperas do feriado de Ano Novo Lunar."Os mercados odeiam incertezas, e o vírus foi o suficiente para injetar incertezas nos mercados", disse David Carter, diretor de investimentos da Lenox Wealth Advisors.Alguns analistas, porém, acreditam que investidores estavam apenas procurando um motivo para tirar dinheiro da mesa."O vírus, na verdade, funciona mais como uma desculpa para realização de lucros", disse Sam Stovall, estrategista-chefe de investimentos da CFRA Research.O Dow Jones fechou em queda de 0,58%, a 28.989,73 pontos, enquanto o S&P 500 cedeu 0,90%, para 3.295,45 pontos, e o Nasdaq Composto recuou 0,93%, para 9.314,91 pontos. Veja Mais

Vale paga R$13,8 mi à União em ressarcimento por gastos com Brumadinho

R7 - Economia SÃO PAULO (Reuters) - A mineradora Vale pagou 13,8 milhões de reais à União em ressarcimento pelos gastos públicos com a tragédia de Brumadinho (MG), informou a Advocacia Geral da União (AGU) nesta sexta-feira, véspera do aniversário de um ano do desastre.Segundo a AGU, a quantia envolve as despesas que nove órgãos (os ministérios envolvidos no caso) e quatro autarquias (ICMBio, Ibama, ANA e ANM) registraram devido ao rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, que matou pelo menos 259 pessoas.O desastre atingiu ainda mata, comunidades e rios da região. Os bombeiros ainda buscam 11 pessoas desaparecidas."São todos custos extraordinários que não teriam existido se não fosse o rompimento da barragem", disse o órgão em comunicado, citando gastos com combustíveis de veículos e aeronaves, materiais de resgate, materiais para análise de metais e diárias de servidores enviados a Brumadinho.Ainda de acordo com a AGU, a conta foi realizada ao longo de 2019, compreendendo as atuações públicas durante todo o ano. Os dados consolidados foram disponibilizados em novembro, e as negociações com a Vale começaram no mês seguinte.A mineradora pagou o valor integral em 17 de janeiro."Um ponto muito importante é que a União conseguiu recuperar esse valor sem precisar entrar com ação judicial, o que poderia tornar tudo mais demorado", disse em nota o advogado da União Daniel Pais.Ele destacou ainda que o ressarcimento não significa uma quitação geral da Vale com os cofres públicos, afirmando que a AGU fará novas cobranças se outros gastos extraordinários forem verificados.None (Por Gabriel Araujo) Veja Mais

Microrregião de Campinas fecha 2019 com maior saldo de vagas criadas em seis anos, diz Caged

G1 Economia Construção civil volta a ter saldo positivo desde 2011, enquanto indústria completa oitavo ano seguido com mais demissões do que contratações. Carteira de trabalho Getty Images Com saldo positivo de 9.155 vagas, a microrregião de Campinas, formada por 16 municípios, encerrou 2019 com o melhor desempenho na criação de postos de trabalho com carteira assinada em seis anos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24), pelo Ministério da Economia. Entre os setores que impulsionaram as contratações estão serviços e comércio, com destaque para a construção civil, que voltou a ter números positivos desde 2011. Por outro lado, a indústria completou o oitavo ano seguido com dados negativos. O economista Roberto Brito de Carvalho, da PUC-Campinas, explica que o aumento nas vagas formais na construção têm relação com o aquecimento do mercado em 2019, com aumento da oferta de crédito para novos imóveis. "É um segmento que contrata muito mas que, de forma geral, tem uma remuneração mais baixa, que acaba não refletindo tanta na economia. Por outro lado, os cortes na indústria são preocupantes, já que são empregos com melhor nível de remuneração", explica. Saldo de vagas por setores Extrativa mineral: -5 Indústria de transformação: -2.054 Serviço Ind. de Utilidade Pública: 699 Construção civil: 1.314 Comércio: 3.823 Serviços: 5.387 Administração Pública: -99 Agropecuária, Extração Vegetal, Caça e Pesca: 90 Microrregião de Campinas Das 16 cidades que formam a microrregião de Campinas, a metrópole é que registrou o maior saldo positivo de vagas formais criadas em 2019, com 2.553. Indaiatuba (SP), com 1.695 contratações a mais do que demissões, e Vinhedo (SP), com saldo de 1.311 postos abertos, também se destacaram. Por outro lado, quatro municípios registraram mais demissões do que contratações, e fecharam 2019 no "vermelho". Foram os casos de Elias Fausto (SP), Jaguariúna (SP), Monte Mor (SP) e Valinhos (SP). Saldo de vagas formais em 2019 Americana: 529 Campinas: 2.553 Cosmópolis: 248 Elias Fausto: -19 Holambra: 551 Hortolândia: 823 Indaiatuba: 1.695 Jaguariúna: -107 Monte Mor: -69 Nova Odessa: 625 Paulínia: 627 Pedreira: 380 Santa Bárbara d'Oeste: 325 Sumaré: 18 Valinhos: -335 Vinhedo: 1.311 Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

'Ideia' do governo é contratar ex-servidores do INSS para reduzir fila de processos no órgão, diz Mourão

G1 Economia Presidente em exercício afirmou que governo poderá enviar ao Congresso medida provisória ou projeto de lei sobre o tema. Militares da reserva também participarão da força-tarefa. Mourão: ideia do governo é contratar ex-servidores do INSS para reduzir fila de pedidos O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira (24) que a "ideia" do governo é contratar ex-servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para auxiliarem na redução da fila de pedidos de benefícios do órgão. De acordo com Mourão, o governo poderá enviar ao Congresso uma medida provisória ou um projeto de lei sobre a contração dos civis. Os ex-servidores poderiam atuar na força-tarefa, que vai empregar também militares da reserva, de acordo com decreto publicado nesta quinta (23). Quase 2 milhões de pedidos aguardam uma resposta do INSS para aposentadorias e outros benefícios, como salário-maternidade e auxílio-doença. De o blog da Julia Dualib, a contratação de civis seria uma maneira de o governo evitar uma queda-de-braço com o Tribunal de Contas da União (TCU). Isso porque a Corte sinalizou que a contratação exclusiva de militares para atuar na tarefa é inconstitucional. Mourão falou sobre o assunto nesta sexta, na saída do Palácio do Planalto. Ele está exercendo a Presidência da República "A questão com o Tribunal de Contas, que está na mão do ministro Bruno Dantas, está pacificada. A questão, agora, o que é que tem que fazer: uma vez que existe a ideia de que sejam convocados os funcionários do INSS que estão aposentados, isso só pode ser por medida provisória ou por projeto de lei. É diferente do caso dos militares", disse Mourão. O presidente em exercício afirmou que a decisão de enviar a MP ou o PL será do presidente Jair Bolsonaro. “Eles [civis] serão cobertos por uma medida provisória ou projeto de lei, é isso que vai ser apresentado", afirmou. Veja Mais

Anac aumenta de R$ 20 mil para R$ 200 mil limite para multa por táxi-aéreo clandestino

G1 Economia Mudança, segundo a agência, visa fortalecer punição da multa, que em 2019 foi aplicada 24 vezes. Anac também elevou valor da multa para manutenção clandestina de aeronaves. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aumentou em 10 vezes o valor da multa aplicada contra quem faz táxi-aéreo clandestino. Com a mudança, o valor máximo da multa passou de R$ 20 mil para R$ 200 mil. Pela regra antiga, as multas para quem faz transporte aéreo clandestino de passageiro variavam de R$ 1,2 mil a R$ 20 mil. Com a nova regra, a multa mínima passa a ser de R$ 12 mil e, a máxima, para R$ 200 mil. De acordo com a agência, em 2019 foram aplicadas 24 multas por táxi-aéreo clandestino. Segundo agência, a mudança visa fortalecer os mecanismos de punição, já que os valores antigos das multas muitas vezes eram menores do que o valor cobrado pelo serviço de táxi-aéreo. Manutenção clandestina A agência também alterou as multas aplicadas contra quem faz manutenção aeronáutica clandestina. Com isso, o valor mínimo da multa passou para R$ 15 mil e o máximo para R$ 150 mil. Segundo a agência, a manutenção clandestina de aeronaves está diretamente ligada a acidades aéreos. Segundo a Anac, as novas regras começam a valer após a publicação no “Diário Oficial da União”. Para evitar o uso de táxi-aéreo clandestino a Anac tem um aplicativo "Voe Seguro táxi-aéreo", que permite a consulta online da empresa e das aeronaves contratadas para o transporte. Veja Mais

Bovespa opera em queda após renovar recorde na véspera

G1 Economia Na quinta-feira (23), o Ibovespa avançou 0,96%, a 119.527 pontos. Painel da B3, antiga Bovespa, mostra cotações dos papeis negociados na bolsa Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (24), após ter alcançado um novo recorde de fechamento na véspera, embalado pela alta das ações do setor financeiro. Às 10h11, o Ibovespa recuava 0,21%, a 119.275 pontos. Veja mais cotações. Na quinta, o Ibovespa avançou 0,96%, a 119.527 pontos. No acumulado da semana, a bolsa acumula alta de 0,88%. Na parcial do ano, já subiu 3,35%. Na véspera, a bolsa brasileira foi animada pela valorização dos papeis dos bancos. A ação do Banco do Brasil subiu 5,6% nesta quinta. O papel preferencial do Itaú e do Bradesco avançou 2,37% e 2,64%, respectivamente. Variação do Ibovespa em 2020 Arte/G1 Veja Mais

Dólar opera em alta nesta sexta com mercados de olho no exterior

G1 Economia Na quinta (23), moeda dos EUA encerrou o dia em baixa de 0,23%, vendida a R$ 4,1659. dinheiro, dólar, dólares, cédulas, notas pasja1000/Creative Commons O dólar opera em leve alta nesta sexta-feira (24), na contramão do movimento de queda da véspera, com os investidores ainda acompanhando os desdobramentos do coronavírus na China. Às 09h39, a moeda norte-americana subia 0,43%, a R$ 4,1839. Veja mais cotações. Na quinta (23), o dólar caiu 0,23%, a R$ 4,1659. No ano, a moeda acumula alta de 3,89%. O número de mortes devido ao coronavírus na China aumentou para 25, com 835 casos confirmados e 1.072 suspeitas, segundo informações da agência estatal CGTN divulgadas na noite da quinta-feira (23). Na véspera, a queda da moeda dos EUA foi amparada pela expectativa de fim dos cortes da taxa básica de juros do país (Selic), após o resultado da prévia da inflação de janeiro, apesar da cautela no exterior com a disseminação do coronavírus. Dólar - 23.01.20 Economia G1 Veja Mais

Confira as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (24) no Sertão de PE

G1 Economia As oportunidades são em Petrolina, Salgueiro e Araripina. As vagas são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco. Carteira de Trabalho Mauricio Vieira/Secom/Divulgação Foram divulgadas nesta sexta-feira (24) as vagas de emprego disponíveis para os municípios de Petrolina, Salgueiro e Araripina, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Petrolina Atendimento ao público: 7h às 13h Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Veja Mais

Pesquisa mostra as carreiras com maior dificuldade de preenchimento

G1 Economia 52% das empresas brasileiras estão com dificuldade de preencher suas vagas; pesquisa da Manpower revela ainda o que os trabalhadores querem. Profissões de ofício estão no topo do ranking de maior escassez de profissionais Daniel Wiadro/Unsplash Pesquisa divulgada pela Manpower mostra que 52% das empresas brasileiras estão com dificuldade de preencher suas vagas - crescimento de 18 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior realizada em 2018 (34%). A média global de dificuldade é um pouco maior (54%). Os dados foram coletados em 2019 com 14 mil empresas de várias partes do mundo, incluindo o Brasil. As 10 carreiras com mais dificuldades de preenchimento no Brasil são: Profissões de ofício (eletricistas, soldadores, mecânicos) Contabilidade e finanças (contadores independentes, auditores, analistas financeiros) Administração de Escritório (assistentes administrativos, assistentes de pessoal e recepcionistas) Vendas e Marketing (representantes/gerentes de vendas/ designers gráficos) TI (especialista em segurança cibernética, administradores de redes, suporte técnico) Profissionais (gerentes de projeto, pesquisadores, advogados, pessoal de compras) Supervisores (coaches, consultores, diretores) Técnicos (controladores de qualidade, pessoal técnico) Indústria (operadores de produção e de máquinas) Motorista e logística (caminhão, entrega, construção, trânsito de massa) A maior dificuldade de preenchimento de vagas tem sido verificada em empresas médias, que têm de 50 a 250 profissionais), com índice de 61%, seguida pelas grandes empresas, com mais de 250 funcionários (59%) e pelas pequenas, de 10 a 49 empregados, com 44%. O que os trabalhadores querem E o que os trabalhadores querem? De acordo com os entrevistados, o que atrai os trabalhadores para uma organização também pode ser o que gera engajamento e os fazem permanecer nela. Globalmente, veja as cinco principais necessidades e desejos que não são negociáveis para todos os trabalhadores: Remuneração é sempre importante, mas a forma como ela é oferecida importa muito mais: a remuneração é o principal fator de atração e retenção para todos os trabalhadores com menos de 65 anos, independentemente do gênero. Flexibilidade e o controle da agenda são indispensáveis e contribuem para o bem estar: a flexibilidade está entre as 3 principais prioridades para trabalhadores de todas as idades, gêneros e regiões geográficas. É o 2º fator mais importante. Informações personalizadas sobre carreira, orientadas por dados e assessment (ferramenta que avalia comportamento e competências): 81% dos trabalhadores que passaram por assessment relatam uma satisfação profissional maior. Desafios profissionais com formação, experiência e exposição: as pessoas querem desafios profissionais para desenvolver habilidades e carreiras futuras. Desafio está entre as 5 prioridades para trabalhadores de todas as idades, gêneros e regiões geográficas. Propósito é indispensável: trabalhadores querem ter orgulho do que fazem e para quem trabalham. Propósito, marca e reputação estão entre os 10 principais fatores que atraem os trabalhadores. Estratégia para conseguir talentos De acordo com o estudo da Manpower, na era digital, a estratégia para atender às necessidades dos profissionais combina quatro fatores: Formar, Comprar, Pegar emprestado e Migrar: Investir em aprendizagem e desenvolvimento para aumentar o banco de talentos Buscar no mercado e atrair o talento que não pode ser formado internamente no tempo necessário Desenvolver comunidades de talentos fora da organização, incluindo trabalhadores de meio período, freelancer, contratados e temporários para complementar as habilidades existentes Ajudar as pessoas a se movimentarem e galgarem novas funções dentro e fora da organização Veja Mais

Guedes estuda aumentar impostos sobre açúcar, cigarro e álcool

Guedes estuda aumentar impostos sobre açúcar, cigarro e álcool

R7 - Economia Guedes: "Estou doido para elevar o imposto do açúcar" Gustavo Raniere/ASCOM/Ministério da Economia - 16.07.2019 O Ministério da Economia faz uma série de simulações para verificar quais os resultados possíveis de arrecadação com a tributação de produtos que podem fazer mal à saúde. Mudanças nos impostos sobre "pecados" poderão vir em itens como cigarros, bebidas alcoólicas e alimentos processados com açúcar, informou o ministro Paulo Guedes nesta quinta-feira (23), durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. Ele acredita que, quando chegar ao Brasil, já terá uma definição sobre o assunto. "Estou doido para elevar o imposto do açúcar. Pedi para simular tudo", disse. Há um debate na pasta sobre se a elevação deve ser na mesma magnitude de itens já taxados com alíquotas mais altas, como cigarro e bebidas, ou se deve receber tratamento diferenciado porque pode afetar diretamente os mais pobres, que usam mais a fonte de energia em sua cesta básica. Leia mais: Guedes diz que viu 'celebração do sucesso brasileiro' em Davos Quando chegar a uma definição, a proposta deve ser incluída em uma PEC do ex-deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que atualmente tramita no Senado. A ideia deve ser alguma alteração em cima do IPI, mas não do açúcar como matéria-prima, apenas em produtos finais manufaturados. A ideia do governo é algo parecido com o "sugar tax", existente no Reino Unido, que taxa sucos e refrigerantes com mais de 8 gramas de açúcar por 100 mililitros. A proposta de reforma tributária do Senado cria o chamado imposto seletivo, com alíquotas diferenciadas para bebidas alcóolicas e não-alcoólicas, fumo, veículos, comunicações, energia elétrica, petróleo e gás natural. Pelas regras atuais, cigarros e bebidas alcoólicas são taxados com PIS/Cofins e pelo IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados).  Guedes garantiu, no entanto, que não se trata de uma mudança que aumente a carga como um todo. "A intenção é ter um programa de substituição tributária, não é para arrecadar mais nem menos”, disse. "Não posso baixar a arrecadação hoje, mas também não vou aumentar." Tudo está sendo feito para que haja mais base de incidência para que o governo possa diminuir alíquotas em alguns outros produtos. "Sobre esses impostos sobre consumo, o martelo bate agora. Chego ao Brasil e quando o Congresso voltar das férias, no início de fevereiro, estamos entrando com essa parte." Segundo ele, há hoje mais de 50 regimes tributários especiais e o governo diminuirá ao menor número possível. "É um absurdo (o que existe hoje)." Veja Mais

Petrobras inicia fase não vinculante para venda da BSBios

G1 Economia Processo de venda vai ocorrer por meio da comercialização de ações detidas pela subsidiária Petrobras Biocombustíveis(PBio) na empresa. A Petrobras iniciou a fase não vinculante para venda da totalidade de sua participação na BSBios Biodiesel, que ocorrerá por meio da comercialização das ações detidas pela subsidiária Petrobras Biocombustíveis (PBio) na empresa, informou a estatal nesta quinta-feira (23). A petroleira disse em comunicado que os potenciais compradores habilitados para esta fase vão receber um memorando com informações mais detalhadas da empresa a ser vendida, além de instruções para o restante do processo, incluindo para o envio das propostas não vinculantes. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 A PBio possui uma parcela de 50% na BSBios. Os outros 50% são detidos pela RP Biocombustíveis, que também irá vender sua participação no mesmo processo, conduzido exclusivamente pela subsidiária da Petrobras. Segundo a estatal, a BSBios possui duas usinas de biodiesel: uma em Passo Fundo (RS), com capacidade de produção de 288 mil metros cúbicos por ano e previsão de ampliação em 2020 para 414 mil metros cúbicos ao ano, e outra em Marialva (PR), com capacidade para produzir 414 mil metros cúbicos ao ano. O processo de desinvestimento começou em meados de dezembro do ano passado, quando a Petrobras divulgou o "teaser" para a venda. Veja Mais

Vice-presidente da Câmara faz projeções para o Congresso em 2020

Vice-presidente da Câmara faz projeções para o Congresso em 2020

R7 - Economia Pereira discusou na 1º reunião do Conselho de Administração da Abit em 2019 Divulgação O 1º vice-presidente da Câmara, deputado federal Marcos Pereira (Republicanos-SP), fez nesta quinta-feira (23) um balanço da atuação do Congresso em 2019 e discutiu a agenda de trabalho dos parlamentares para os próximos seis meses. Durante a primeira reunião conjunta do ano com o Conselho de Administração da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e a diretoria do Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo), Pereira citou as reformas estruturantes, o Plano Mais Brasil e a mobilização da indústria têxtil como algumas das principais pautas abordadas pelo Congresso em 2020. “Esse protagonismo se deu muito por conta da forma acertada com que o presidente Bolsonaro compôs seu ministério. Com a aprovação da modernização da Lei de Informática, da qual fui proponente, trouxemos previsibilidade e segurança jurídica para esse importante segmento da indústria brasileira”, disse o deputado. Leia mais: Marcos Pereira reage à fala de Guedes contra subsídios Para este ano, o republicano analisa que serão discutidas pautas robustas importantes para a indústria e o país, tais como a autonomia do Banco Central, a reforma tributária e a abertura comercial. "Em 2020 continuaremos com a agenda reformista, que é uma pauta do governo, do ministro da economia Paulo Guedes e também do Congresso. Estou exercendo o meu primeiro mandato, mas acompanho o parlamento brasileiro por algum tempo, e vejo que esse é o parlamento mais reformista da nossa história”, disse o deputado. Outra pauta que continuará em discussão este ano é o Plano Mais Brasil, um conjunto de medidas que foi apresentado por Paulo Guedes com o propósito de impedir novas crises das contas públicas nacionais, trazendo estabilidade fiscal à União com a apresentação de três PECs (Propostas de Emenda Constitucional) pelo Senado Federal. Sobre o assunto, o líder republicano destacou a importância de cada uma delas para a economia do país. “A PEC emergencial permite que os governos cortem gastos e apliquem mais recursos de forma mais direta, sem necessidade de intervenção dos parlamentos. Já a PEC dos fundos públicos visa extinguir alguns fundos inoperantes para injetar R$ 220 bilhões no caixa do governo. E por fim, a PEC do Pacto Federativo cria o Conselho Fiscal da República para ajuste fiscal e política fiscal do Brasil projetando uma injeção de R$ 400 bilhões de transferência direta para os estados e municípios nos próximos 15 anos As medidas visam modernizar, dar mais transparência e eficiência nos gastos públicos”, disse o deputado demonstrando confiança na aprovação pelo Senado e em seguida pela Câmara. Veja Mais

Preço do petróleo desaba 2% com temor sobre vírus chinês

Preço do petróleo desaba 2% com temor sobre vírus chinês

R7 - Economia Barril do Brent fechou o dia negociado a US$ 62,04 Nick Oxford/ Reuters - 11.02.2019 Os preços do petróleo recuaram 2% nesta quinta-feira (23), em meio a preocupações de que o coronavírus que se espalhou pela China possa reduzir a demanda por combustíveis se afetar o crescimento econômico global, embora as perdas tenham sido limitadas por uma diminuição nos estoques norte-americanos da commodity. Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de US$ 1,17, ou 1,9%, a US$ 62,04 por barril. A mínima da sessão foi de US$ 61,25, menor nível desde o início de dezembro. Já o petróleo nos Estados Unidos recuou US$ 1,15, ou 2%, para US$ 55,59 o barril, após atingir a marca de US$ 54,77, mínima desde novembro. Leia mais: Bolsa sobe 0,9% e supera 119 mil pontos pela 1ª vez Duas cidades chinesas foram colocadas em isolamento nesta quinta-feira devido ao surto de coronavírus, enquanto autoridades de todo o mundo trabalham para impedir uma pandemia global. O surto já matou 18 pessoas e infectou cerca de 630. A possibilidade de uma pandemia atiçou memórias do surto de Síndrome Respiratória Aguda Grave de 2002/03, que também começou na China e causou uma forte queda nos números de viagens. "Nós estimamos um choque de preços de até US$ 5 (por barril) se a crise evoluir para uma epidemia semelhante à de Sars", disse em nota o JPM Commodities Research. As perdas desta sessão foram limitadas pelos dados de estoque de petróleo dos EUA divulgados pela Administração de Informação de Energia (AIE). As reservas norte-americanas recuaram em 405 mil barris na semana passada, embora os estoques de gasolina tenham avançado para o maior nível da história, após 11 semanas consecutivas de altas. Veja Mais

Sine Maceió oferta mais de 80 vagas de emprego

G1 Economia Interessados devem procurar posto do Sine no centro da cidade, com documentos pessoais, currículo e certificado de cursos. Sine Maceió tem mais de 80 vagas de emprego disponíveis Pei Fon/Secom Maceió O Sine Maceió divulgou nesta quinta-feira (23) que há 87 vagas de empregos disponíveis para quem está buscando uma oportunidade no mercado de trabalho. Veja abaixo as vagas: Operador de telemarketing – 80 vagas – Ensino médio completo, residir em Maceió e maior de 18 anos; Computação – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS, desejável morar na parte da baixa da cidade; Auxiliar de depósito – 01 vaga – Ensino médio completo, não desejável experiência na função, desejável o sexo masculino, exige habilitação CNH; Operador de empilhadeira – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS, desejável o sexo masculino; Barman – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, exige habilitação CNH; Supervisor (Sub Gerente) – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, exige habilitação CNH; Porteiro – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS, Curso de Portaria e Curso de Brigada de Incêndio; Supervisor Operacional – 01 vaga – Ensino médio completo, experiência na função, comprovação na CTPS; Os interessados podem procurar o posto de atendimento do Sine Maceió, localizado no segundo piso do Shopping Popular, no centro de Maceió, com documentos pessoais, currículo e certificados de cursos. Quem quiser mais informações sobre as vagas, pode ligar para o número (82) 3312-2201. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas Veja Mais

Governo vai propor alteração no cálculo da inflação para reajuste do salário mínimo, diz secretário

G1 Economia Ideia é que reajuste passe a considerar inflação de dezembro de um ano a novembro do outro, disse Waldery Rodrigues (Fazenda). Regra atual considera inflação de janeiro a dezembro. Secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Alexandro Martello (Portal G1) O secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou nesta quinta-feira (23) que o governo deve propor mudança no período considerado para o cálculo da inflação que vai corrigir o salário mínimo. Atualmente, o reajuste do mínimo, em um ano, leva em consideração a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Mercado (INPC), acumulada entre janeiro a dezembro do ano anterior. Essa regra, porém, obrigou o governo a rever a correção do salário mínimo de 2020. Como o reajuste precisa ser anunciado até 31 de dezembro, mas o INPC de um ano fechado só é conhecido no começo do próximo ano, hoje o governo corrige o valor do mínimo com base em uma previsão para a inflação. Por conta disso, inicialmente o governo informou que, em 2020, o mínimo passaria de R$ 998 para R$ 1.039. Entretanto, quando o INPC de 2019 foi oficialmente divulgado, no início de janeiro, verificou-se que o índice usado pelo governo no reajuste era menor do que a inflação, o que implicava em perda de poder de compra da população. Para evitar isso, posteriormente o governo anunciou uma nova correção do mínimo, dessa vez com o índice oficial, mais alto, e o mínimo de 2020 passou para R$ 1.045. O salário mínimo serve de base para o valor de benefícios pagos pelo governo, entre eles o piso das aposentadorias pelo INSS. "Vamos alterar a sistemática de correção do salário mínimo. Vamos mudar sem que haja nenhuma perda para o trabalhador", declarou ele, explicando que o período utilizado como referência para correção pode ser, por exemplo, de dezembro de um ano prévio até novembro do seguinte. Se esse formato fosse utilizado para a definição do mínimo de 2020, o período inflacionário usado no cálculo seria de dezembro de 2018 a novembro de 2019 - com validade do novo valor a partir de janeiro de 2020. Isso evitaria que a correção continuasse a ser feita com base na previsão do governo para o INPC. "[A proposta] vai ser encaminhada via projeto de lei ao Congresso Nacional até agosto. Vai ser uma política de salário mínimo. Muda a janela de doze meses. A diretriz básica é que temos de ter transparência, cautela, e manter o que a Constituição diz. Nossa politica é não ter nenhuma perda de poder aquisitivo para quem ganha mínimo, ou acima do mínimo", declarou Waldery Rodrigues a jornalistas. Economia com pagamento de juros O secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia também estimou que a economia com o pagamento de juros da dívida pública será de R$ 417 bilhões nos quatro anos do governo Bolsonaro, entre 2019 e 2022. Segundo ele, essa economia será possível por conta da redução da taxa básica da economia, atualmente na mínima histórica de 4,5% ao ano, e com a devolução, ao governo, de recursos emprestados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no passado, no montante de R$ 165 bilhões até 2022. "Não colocamos meta de zerar o [déficit] primário [até o fim de 2022]. A LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] coloca, para 2022, um déficit de R$ 34,1 bilhões [para o setor público]. Ainda é déficit. Nosso trabalho é redução ao máximo do déficit primário e do nominal. Não estabelecemos um ano no qual será zerado [o déficit primário], mas entendemos que sim é possível que tenhamos antes de dezembro de 2022", declarou Waldery a jornalistas. Essa previsão de economia para gastos com juros da dívida pública, disse ele, vai permitir uma queda maior na relação da dívida bruta com o Produto Interno Bruto (PIB). Recentemente, a Secretaria de Política Econômica, do próprio Ministério da Fazenda, estimou que a dívida bruta, que somou 77,7% do PIB em novembro, some 78% do PIB no fim de 2022. Para Waldery Rodrigues, porém, o recuo pode ser maior ainda, ficando até três pontos percentuais abaixo disso (75% do PIB). Ele disse, ainda, que a aprovação de medidas econômicas que o governo está encaminhando ao Legislativo, como as três propostas de emenda constitucional que tratam do pacto federativo, a PEC emergencial e dos fundos públicos, pode reduzir ainda mais a dívida pública. A expectativa do secretário é de que essas três PECs sejam aprovadas pelo Congresso Nacional no primeiro semestre deste ano, e que a reforma administrativa e a tributária passem pelo crivo dos parlamentares até o fim deste ano. "O ajuste fiscal não foi nem metade feito do que é necessário fazer para ter equilíbrio nas contas publicas. Quando iniciamos o governo, estávamos iniciando o sexto ano consecutivo de déficit. O dever de casa do ponto de vista fiscal foi bem realizado neste ano, e tem de continuar om essas reformas estruturais que modernizam o Estado e trazem o controle das contas públicas", declarou o secretário. Veja Mais

Dólar deve diminuir sua relevância daqui a 20 anos, diz Guedes em Davos

G1 Economia Segundo o ministro, o mundo deve ter de 4 a 6 moedas fortes. Paulo Guedes participa de painel em Davos Walter Duerst/Fórum Econômico Mundial/Divulgação O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (23) que o dólar deve diminuir a sua importância e o mundo poderá ter 4,5 ou 6 moedas fortes daqui a 20 anos. "Não quero dizer com isso que o dólar será substituído", esclareceu o ministro, durante a sua última apresentação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Segundo ele, moedas continentais, como o euro, por exemplo, devem ganhar força nos próximos anos. Para o ministro, faz sentido que as trocas comerciais entre países de um mesmo continente, por exemplo, sejam feitas com uma moeda local. Em Davos, Guedes diz ter ouvido de investidores maior otimismo com o Brasil 'O pior inimigo do meio ambiente é a pobreza', diz Paulo Guedes em Davos "É um fato que hoje nós temos uma grande e forte economia continental", disse. "Por quanto tempo 200 milhões de chineses vão negociar com outros chineses, que estão na China, falando sobre dólares? Eles vão falar em Renminbi (moeda chinesa)", acrescentou. Para ele, um dos fatores que define a relevância de uma moeda são questões geopolíticas, mas que a "confiança é a chave" e que o capital se direciona para os países onde há eficiência. "O mercado procura por eficiência", reforçou. "As pessoas usam as moedas que elas mais confiam", destaca. Veja Mais

Banco Central amplia rol de pessoas que terão monitoramento especial das transações financeiras

G1 Economia Circular que promove a mudança foi publicada nesta quinta-feira (23). Passam a ter monitoramento especial vereadores, deputados estaduais e parentes de segundo grau de pessoas públicas O Banco Central ampliou o número de pessoas que terão atenção especial nas análises das movimentações financeiras. Essas análises são feitas como procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. É a partir desses dados que as instituições enviam informações para o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). De acordo com a área técnica do BC, as mudanças ampliam em dezenas de milhares o número de pessoas que terão monitoramento especial das instituições financeiras. A nova regra, publicada pelo banco nesta quinta-feira (23), inclui na lista de pessoas “politicamente expostas”, entre outros: vereadores deputados estaduais parentes de segundo grau de pessoas públicas quem tenha relacionamento próximo com pessoas públicas Segundo o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do banco, João André Calvino Marques Pereira, o fato de uma pessoa ser classificada como “politicamente exposta” a eleva na classificação de risco que será feita pelos bancos. “O fato de ela ser uma pessoa politicamente exposta não quer dizer que todas as operações serão comunicadas ao Coaf. Mas o fato de ela ser politicamente exposta será levado em consideração”, afirmou. O objetivo do BC é aprimorar o combate à prática de crimes como lavagem de dinheiro, ocultação de bens e de financiamento do terrorismo. Veja Mais

China autoriza importação de melão do Brasil

G1 Economia Acordo é considerado simbólico pelo governo por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático. Melão é um dos principais produtos exportados por Rio Grande do Norte e Ceará Divulgação / Sebrae A Administração Geral de Aduana da China (GACC, órgão responsável pela sanidade vegetal e animal) autorizou a importação de melão do Brasil nessa quarta-feira (22). Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Em novembro, o país já havia fechado acordo com a China para viabilizar a exportação da fruta. A autorização é considerada simbólica pelo governo por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático. O Ministério da Agricultura afirma que ainda não foi notificado oficialmente, mas diz que a medida já entrou em vigor. A China é o maior mercado consumidor de melões no mundo - consome cerca de metade da produção mundial, o equivalente a 17 milhões de toneladas em 2017. Se o Brasil conquistar 1% do mercado chinês, o volume de exportações da fruta deverá dobrar. Em 2018, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de melão para diversos países, como Estados Unidos, Chile, Argentina, Uruguai, Rússia e União Europeia. A safra brasileira coincide com a entressafra na China. A China deverá ainda publicar a lista de fazendas e estruturas de embalo para exportação (packing houses) certificadas para a venda ao mercado chinês. Técnicos da GACC inspecionaram fazendas produtoras de melão no Rio Grande do Norte e no Ceará, entre os dias 12 e 17 de janeiro de 2020. Os estados são os maiores produtores da fruta. O objetivo da visita foi verificar as plantações nas áreas livres da mosca-da-fruta nos estados. Em setembro, o Globo Rural visitou áreas produtoras da fruta e os agricultores já tinham expectativas de boas exportações. Relembre: Produtores de melão no Ceará começam colheita de olho nas exportações Veja Mais