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Impeachment de Trump chegará ao Senado na segunda, diz líder democrata

Valor Econômico - Finanças Apesar de Trump ter deixado a Casa Branca, Senado pode impedi-lo de disputar novas eleições A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos enviará na segunda-feira ao Senado o novo processo de impeachment contra o agora ex-presidente Donald Trump. A informação foi confirmada nesta sexta-feira pelo novo líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer. “Haverá um julgamento”, disse ele. O envio do processo dará formalmente início ao julgamento do impeachment de Trump, que deixou o poder na quarta-feira, com a posse do novo presidente, Joe Biden. Apesar de Trump já ter deixado a Casa Branca, o Senado pode impedi-lo de disputar novas eleições se decidir condená-lo. O ex-presidente é acusado de ter incitado que seus apoiadores invadissem o Capitólio, sede do Congresso americano, no último dia 6. Cinco pessoas morreram durante a ação dos manifestantes. Antes do anúncio de Schumer, o líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, propôs que o julgamento comece apenas em fevereiro, para que o ex-presidente tenha tempo o suficiente para preparar sua defesa. Chuck Schumer e Nancy Pelosi; democratas nos EUA Carolyn Kaster/AP Veja Mais

Integrantes da bancada ruralista se reúnem com Bolsonaro para declarar apoio a Arthur Lira

Valor Econômico - Finanças Integrantes da bancada ruralista se reuniram hoje com o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), para reforçar o apoio a Arthur Lira (PP-AL), candidato do governo na eleição para a Presidência da Câmara dos Deputados, em fevereiro. Um grupo de deputados foi até o Palácio da Alvorada garantir que "a grande maioria" da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) está alinhada aos interesses do Poder Executivo no comando do Legislativo. "Estamos alinhados com o presidente da República e ao menos 80% da diretoria está alinhada com o presidente e com seu candidato a presidente da Câmara", afirmou Neri Geller (PP-MT) ao lado de Bolsonaro, em conversa com jornalistas na saída do encontro. "Viemos colocar esse apoio, trabalhando para trazer mais apoio ao nosso candidato para ajudar nas pautas que são importantes, como licenciamento ambiental e regularização fundiária, que são temas que interessam ao governo e à economia do país. A FPA, se não toda ela, a grande maioria dos seus membros estão alinhados nesse projeto na presidência da Câmara", concluiu. Há poucos dias, Bolsonaro cobrou publicamente apoio dos ruralistas após os deputados Alceu Moreira (MDB-RS) e Sérgio Souza (MDB-PR), presidente atual e presidente eleito da FPA, respectivamente, declararem voto no correligionário Baleia Rossi (SP), adversário de Lira à presidência da Câmara. Oficialmente, a FPA não declarou apoio a nenhum candidato, por ser suprapartidária. O deputado Evair de Mello (PP-ES), vice-presidente da bancada, disse que o grupo quer que o Parlamento tenha alinhamento com o Palácio do Planalto e os ministérios para construir uma agenda positiva para o país. "Não é um projeto do eu, é um projeto pensando no país, e essa é nossa maturidade. Não temos vaidades de projetos pessoais", afirmou ao lado de Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada. Veja Mais

Conjunção de fatores causa mau humor nos mercados e fortalece o dólar

Valor Econômico - Finanças Um conjunto de fatores contribui para a disseminação da aversão ao risco nos mercados globais nesta sexta-feira. O mau humor veio inicialmente do pregão asiático, onde a maioria das bolsas fechou em queda após um ressurgimento de infecções por coronavírus na China e um aumento nos casos no sudeste do continente às véspera do Ano Novo Lunar, período em que chineses costumam viajar. O fato é mais um baque à vista para o setor do turismo na região. A bolsa de Xangai terminou o dia em queda de 0,44%. Além disso, os índices de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) apresentaram uma situação preocupante na Europa e sinalizaram que os países do continente estão à beira de enfrentar uma recessão dupla, após a breve recuperação na parte final do ano passado. Na zona do euro, o PMI composto, que inclui os setores de indústria e serviços, caiu para 47,5 pontos em janeiro, de 49,1 em dezembro, e ficou um pouco abaixo da expectativa de 48,0 de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”. Leituras abaixo de 50 indicam contração na atividade econômica, enquanto acima de 50 apontam expansão. O resultado foi puxado negativamente pelo setor de serviços, novamente impactado pelo endurecimento de medidas de distanciamento social em economias importantes, onde os governos tentam conter o ressurgimento da pandemia. A situação aparenta ser ainda pior no Reino Unido, onde o PMI de serviços despencou de 49,4 pontos em dezembro para 38,8 em janeiro, de acordo com a estimativa, em um resultado bem pior do que a previsão de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”, que esperavam que a queda parasse em 45,0 pontos. O cenário pesa nas bolsas e nas moedas europeias e nos futuros dos índices de Nova York, indicando uma abertura negativa em Wall Street. O Dow Jones operava em queda de 0,50%, aos 30.997,17 pontos, enquanto o S&P 500 recuava 0,25%, aos 3.843,35 pontos. O índice eletrônico Nasdaq registrava queda de 0,04%, aos 13.528,59 pontos após a abertura. O índice continental Stoxx Europe 600 cai 0,86%, a 407,36 pontos. Na Bolsa de Londres, o índice de referência FTSE 100 recua 0,61%, enquanto a libra cai 0,62% contra o dólar, a US$ 1,36448. O euro, que anotou ganhos leves mais cedo, agora oscila em torno da estabilidade, a US$ 1,21666, dando um impulso moderado para o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de divisas fortes, com o indicador subindo 0,12%, a 90,237 por volta das 11h. Contudo, diante do mau humor instalado nos mercados nesta sexta, o dólar opera com ganhos mais relevantes contra as moedas emergentes, naturalmente prejudicadas quando investidores buscam segurança. A moeda americana sobe 1,03% ante o real, a R$ 5,4181, e também avança mais de 1% perante o peso mexicano e o rublo russo. Contra o rand sul-africano, a alta é de 0,80%. O fortalecimento do dólar pressiona as commodities, embora não seja o único motivo. O petróleo, por exemplo, responde ao temor de que a covid-19 cause medidas mais drásticas na China e paralise a economia durante o Ano Novo Lunar, mas também reage à notícia de que o Irã pretende retomar a sua produção aos níveis anteriores à reativação das sanções americanas contra o país durante o governo de Donald Trump. Se o plano for adiante, o mercado enfrentará um aumento da produção ao mesmo tempo em que retornam os temores de que a demanda seja novamente afetada de forma intensa pela pandemia. Assim, os preços dos contratos para março do Brent, a referência global, caem 2,58%, a US$ 54,65 o barril, na ICE, em Londres, e os contratos para o mesmo mês do WTI, a referência americana, cedem 2,82%, a US$ 51,63 o barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). O ouro também sente o efeito do mau humor num momento em que o dólar continua sendo o ativo de segurança preferido dos investidores e os preços dos contratos para fevereiro caem 1,275, a US$ 1.842,20 a onça-troy, na Comex da Bolsa de Mercadorias de Nova York. Veja Mais

No Rio, Paes cria 17 novas regiões administrativas; custo pode chegar a quase R$ 2 milhões por ano

Valor Econômico - Finanças A nova estrutura foi publicada no Diário Oficial da cidade Aline Massuca/Valor/Arquivo Apesar das dificuldades financeiras, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM), decidiu nesta sexta-feira aumentar em 50% — de 34 para 51 — o número de regiões administrativas na cidade. O custo das 17 novas RAs pode chegar a R$ 1.896.007,62 (incluindo 13º salário) apenas para pagar cargos comissionados - que podem ser preenchidos por indicações políticas. A estrutura de cada região administrativa tem quatro cargos comissionados: dois de R$ 942,05, um de R$ 2.422,45 e um de R$ 4.272,70, totalizando R$ 8.579,22. Como são 17 novas RAs, o gasto anual chega a R$ 1.896.007,62. No cálculo, não estao incluídos eventuais gratificações e encargos com a folha. A nova estrutura foi publicada no Diário Oficial (DO) dias depois de outro decreto do prefeito que mantinha a divisão da cidade em 34 regiões administrativas. Veja Mais

Irã diz que aumentará produção de petróleo para níveis pré-sanções

Valor Econômico - Finanças País está sujeito às sanções desde 2018, quando os EUA se retiraram do acordo nuclear O Irã começou a aumentar sua produção de petróleo e espera atingir os níveis pré-sanções americanas em um ou dois meses. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo vice-ministro do Petróleo, Amir Hossein Zamaninia, segundo a agência de notícias Bloomberg. O país está sujeito a duras sanções dos Estados Unidos desde 2018, quando o então presidente Donald Trump retirou o país do acordo internacional para restringir as atividades nucleares iranianas. Estação de exploração de petróleo no Irã Ali Mohammadi/Bloomberg O novo presidente dos EUA, Joe Biden, já afirmou que pretende recolocar os americanos no acordo, elevando o otimismo em Teerã de que algumas das sanções sobre a exportação de petróleo possam ser suspensas. Ainda assim, as medidas continuam em vigor. Qualquer eventual comprador do petróleo iraniano enfrentaria hoje as mesmas penalidades jurídicas e financeiras que dissuadiram a maior parte dos clientes em potencial do país nos últimos anos. Zamaninia disse que o mercado será capaz de lidar com a produção máxima de petróleo do Irã, que chega a cerca de 4 milhões de barris por dia. Ele não quis dizer quanto o país exporta atualmente, mas afirmou que são números “muito melhores do que muitos presumem”. Veja Mais

Turquia receberá mais 10 milhões de doses da CoronaVac neste fim de semana, diz Erdogan

Valor Econômico - Finanças Entrega do segundo lote da vacina foi aprovada pela China, de acordo com o presidente do país AP Photo/Lefteris Pitarakis/Arquivo O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse nesta sexta-feira que o país deve receber mais 10 milhões de doses da CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac, neste fim de semana. Erdogan disse que a entrega de um segundo lote da vacina foi aprovada pela China. Até agora, o país recebeu 3 milhões de doses da CoronaVac e já imunizou quase 2 milhões de pessoas. Assim como em outros países, profissionais de saúde e idosos foram priorizados na campanha de vacinação, que começou há uma semana. Erdogan disse que espera que uma vacina desenvolvida na Turquia esteja disponível em maio. Veja Mais

Alphabet, dona do Google, encerra projeto que usava balões para levar internet a áreas remotas

G1 Economia Projeto Loon começou em 2013, mas empresa disse que modelo de negócios não é sustentável. Balão satélite Loon, da Alphabet. Loon/Divulgação A Alphabet, dona do Google, anunciou na última quinta-feira (21) que irá encerrar o Projeto Loon, que usava balões para levar internet a áreas remotas. A empresa disse que não conseguiu encontrar uma maneira de manter os custos baixos o suficiente e que o modelo de negócios se tornou insustentável para o longo prazo. O Projeto Loon começou no laboratório Google X em 2013 e fazia parte de projetos experimentais da companhia – assim como os carros autônomos da Waymo. Os balões são feitos de polietileno, usam hélio e têm o tamanho de uma quadra de tênis. Eles recebem energia de painéis solares e são controlados por um programa que usa inteligência artificial. Enquanto estão no ar, funcionam como uma torre de celular e se movem com correntes de vento a 20 quilômetros de altura para levar internet via rede 4G para as pessoas. A Alphabet testava o Loon no Brasil e alguns dos balões chegaram a cair em propriedades rurais – último caso aconteceu em janeiro, em uma propriedade rural de Paraíso das Águas, no Mato Grosso do Sul. Os balões Loon foram usados em algumas situações de emergência, como em Porto Rico, após o furacão Maria passar pela ilha em 2017, e no Peru, após um terremoto em 2019. Antes do encerramento, o Loon tentou um lançamento comercial no Quênia. Um projeto piloto começou no país em julho passado, mas também será encerrado. A Alphabet disse que irá destinar US$ 10 milhões para apoiar organizações sem fins lucrativos e empresas focadas em conectividade, internet, empreendedorismo e educação no Quênia. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Volkswagen diz que lucro ajustado de 2020 será menor que o esperado

Valor Econômico - Finanças Companhia deve anunciar os resultados financeiros de 2020 e as projeções financeiras para 2021 no fim de fevereiro Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Novas tecnologias ainda não são realidade nos RHs, indica pesquisa

Valor Econômico - Finanças Em pesquisa da Kenoby com 300 profissionais, um quinto afirmou que área de recursos humanos de sua organização não utiliza tecnologia ou automação no dia a dia A despeito da digitalização de processos de seleção, contratação e integração que o setor de recursos humanos (RH) precisou colocar em prática com o trabalho remoto na pandemia, 2020 não foi um ano em que a área incorporou de vez a adoção de novas tecnologias. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa realizada pela plataforma Kenoby, no mês de dezembro A pesquisa ouviu 300 profissionais, sendo 21% deles de empresas de 100 a 500 funcionários e 19% de 1.000 a 5.000 funcionários. Um quinto do total disse que o RH de sua organização não utiliza nenhuma tecnologia ou automação no dia a dia ou para gestão de processos. A maioria (60%) disse que suas empresas possuem um RH "mais ou menos tecnológico ou automatizado". O que, segundo Felipe Sobral, diretor de marketing da Kenoby, significa que a área adota uma ou poucas ferramentas para tocar os processos e a gestão de pessoas. Apenas 19,7% definiram que a área é totalmente tecnológica. "No cenário geral das empresas brasileiras, vemos ainda um RH que investe pouco em ferramentas digitais, percebe pouco a importância de usá-la e está com pouca tecnologia no momento atual", disse Sobral. Para o executivo, há dois motivos principais para esse cenário - e um deles antecede a adoção da tecnologia em si. "Há ainda uma dificuldade da área ser vista dentro da empresa como parceira estratégica, e não como apoio operacional." O segundo motivo é conseguir orçamento para investir em novas ferramentas e, na ponta, estimular a adoção interna. Quando questionados sobre investimento para aplicar tecnologia na área, 38,8% dos entrevistados disseram que suas empresas ainda estão analisando a possibilidade e 15,4% afirmaram que esta não é uma prioridade. O restante, porém, disse que já tem um planejamento para fazê-lo neste ano. Mais de 70% do total afirmou que implementar novas tecnologias em recursos humanos não é prioridade ou é uma diretriz pouco atendida pelo departamento de TI das empresas. Considerando o que gostariam de melhorar em suas empresas em 2021, 16,4% dos profissionais entrevistados citaram "medir e melhorar a experiência do funcionário" e 13,6% falaram em avaliações de desempenho. Mais de 12,5% comentaram sobre a necessidade de integrar os softwares de RH da empresa e, o mesmo percentual, falou em melhorar os processos de admissão digital. Cerca de 20% citaram ainda a necessidade de oferecer parcerias e benefícios inteligentes e de forma flexível aos funcionários. No fim de setembro, uma pesquisa com executivos de 79 empresas, sendo 40% deles C-Level, indicou que a avaliação do setor durante a pandemia é positiva. Para mais de 75% dos entrevistados, o RH reagiu bem, atuando de forma pró-ativa, trabalhando pelo bem-estar das pessoas e criando canais de suporte. As profissões em alta em 2021 Veja Mais

Como Joe Biden vai atuar no xadrez político internacional

Valor Econômico - Finanças Joe Biden reaviva expectativas de que os EUA liderem esforços de colaboração internacional Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Tercio Sampaio Ferraz Jr.: A longa reflexão de Eduardo Giannetti sobre a moral

Valor Econômico - Finanças Em “O Anel de Giges”, o economista Eduardo Giannetti retoma fábula relatada por Platão para refletir sobre poder e moral Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

‘Bridgerton’ traz diversidade de uma época sem diversidade

Valor Econômico - Finanças Feminismo e comentário racial marcam a série Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

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Valor Econômico - Finanças Grávidas na pandemia Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Jurisprudência pode ser alterada com norma

Valor Econômico - Finanças Novo parcelamento pode derrubar argumentação contra a apresentação de certidão fiscal O parcelamento de dívidas fiscais previsto na nova Lei de Recuperação Judicial e Falências poderá servir como reforço para uma mudança na jurisprudência. As empresas, desde 2005, são obrigadas a apresentar certidão de regularidade fiscal para terem os seus processos de recuperação aceitos. Mas os juízes sempre flexibilizaram o cumprimento dessa norma por entender que o governo federal não oferecia um programa adequado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Wall Street esfria com indicadores fracos

Valor Econômico - Finanças Dados do mercado de trabalho continuam gerando receios, com mais 2,438 milhões de americanos entrando com pedidos de seguro-desemprego na semana passada, elevando o número total para 38 milhões desde março Os investidores deram uma pausa no rali da véspera e as ações globais encerraram a sessão sem direção clara, próximas da estabilidade. Em meio a dados fracos no mercado de trabalho dos EUA e do avanço da pandemia de covid-19 pelo mundo, agentes financeiros voltaram a apostar em companhias de tecnologia, que tiveram valorização expressiva no ano passado, em um cenário de distanciamento social e trabalho remoto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Derivativos migram de Londres para EUA e Holanda após Brexit

Valor Econômico - Finanças No mercado americano, a negociação de swaps usados como proteção em juros dobrou neste ano Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Investidor pode encontrar oportunidades em imóveis

Valor Econômico - Finanças O mercado de imóveis comerciais está demorando mais para reaquecer do que o de imóveis residenciais. Os preços de venda e de locação de imóveis comerciais caíram em 2020, mas o retorno médio do aluguel teve leve alta, o que sugere que pode ser uma boa hora para investidores comprarem esses imóveis com o objetivo de obter renda - embora a compra direta talvez não seja a forma mais eficiente de fazer isso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Clima e bienalidade devem reduzir colheita de café em até 30,5%

Valor Econômico - Finanças Projeção é que a produção total do grão no país fique entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Inflação e pandemia cortam ganho real dos trabalhadores em 2020, aponta Salariômetro

G1 Economia Enquanto o reajuste salarial mediano dos profissionais foi de 3,5% no ano passado, o INPC médio no período foi o mesmo (também de 3,5%), mostrou estudo da Fipe. Em 2020, não houve ganho real nos salários negociados entre patrões e empregados, segundo dados do Salariômetro, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Enquanto o reajuste salarial mediano dos profissionais foi de 3,5% em 2020, o INPC médio no ano foi o mesmo (também de 3,5%). Ou seja, na prática, não houve aumento algum. Vale lembrar que o índice inflacionário (usado para reajustar o salário mínimo) acumulou alta de 5,45% em 2020. "O resultado se deve a dois fatores: à inflação menor em 2020, apesar de ter subido muito no final do ano, e à Covid-19. A pandemia atrapalhou muito o ganho dos trabalhadores", explicou Hélio Zylberstajn, coordenador do estudo e professor da FEA/USP. Em 2019, o reajuste salarial mediano foi de 4% e o INPC médio no ano, de 3,7% — resultando em um ganho real de apenas 0,3%. De 2019 a 2020, o piso salarial (mediano) passou de R$ 1.218 a R$ 1.269, o que representa um aumento de 4,2%. O salário mínimo, por sua vez, foi de R$ 998 a R$ 1.045, uma alta de 4,7%. No mesmo período, o número de negociações coletivas sobre reajuste salarial realizadas no país passou de 37.413 para 24.592 — uma queda de 34,3%. O percentual de presença, no entanto, aumentou 10,5%. De acordo com Zylberstajn, as reuniões se tornaram mais espaçadas, "porém mais focadas em temas relevantes aos trabalhadores". Por este motivo, há uma participação maior de pessoas, na contramão da quantidade de eventos. Por conta do distanciamento social, a quantidade de negociações coletivas sobre teletrabalho quase que quadruplicaram de 2019 para 2020: de 1.122 para 4.042. "Só no primeiro trimestre de 2020 [3.176], houve quase três vezes mais negociações que 2019 todo. A pandemia apressou a transformação das empresas para o teletrabalho", analisou o professor. Resultado de dezembro No mês de dezembro, o reajuste salarial ficou abaixo da inflação (-0,9%) pela única vez em 2020, por conta da alta do Índice de Preços ao Consumidor (INPC) — índice inflacionário utilizado para correção do salário mínimo. Ou seja, não houve aumento real (veja gráfico acima). No mês, 70,2% dos reajustes salariais registrados foram abaixo do índice inflacionário. Apenas 10,6%, foram acima do INPC. No ano, o percentual caiu para 25,7%. Segundo a Fipe, aumentos reais serão raros em 2021 porque as projeções para o INPC este ano "continuam altas", acima de 5%. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Comitê do Senado aprova nomeação de Yellen como secretária do Tesouro dos EUA

Valor Econômico - Finanças A indicação de Janet Yellen agora precisa ser votada pelo plenário do Senado O Comitê de Finanças do Senado dos Estados Unidos aprovou nesta sexta-feira (22), por unanimidade, a nomeação de Janet Yellen como secretária do Tesouro do governo de Joe Biden. A indicação de Yellen agora precisa ser votada pelo plenário do Senado. Mas não deve haver dificuldade para que seu nome seja confirmado após o apoio dos republicanos para que a votação fosse unânime no Comitê de Finanças. Se confirmada pelo plenário, Yellen, que presidiu o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, entre 2014 e 2018, será a primeira mulher na história a comandar o Departamento do Tesouro. Apesar da votação unânime hoje, vários republicanos do Comitê de Finanças mostraram objeções às políticas que já foram anunciadas por Biden e defendidas por Yellen em uma audiência realizada na última terça-feira (19). O senador Mike Crapo, um dos líderes republicanos no comitê, disse, por exemplo, que se opõe ao aumento de taxas que deve ser proposto por Biden. Ele afirmou, no entanto, que Yellen se comprometeu a discutir questões como essa com a oposição, em um sinal de que o novo governo está comprometido a ouvir e negociar para minimizar algumas das preocupações dos republicanos em projetos futuros. Veja Mais

Cepal: América Latina teve em 2020 pior desempenho no comércio exterior desde a crise de 2008

Valor Econômico - Finanças O comércio exterior da América Latina e do Caribe teve em 2020 o pior desempenho desde a crise financeira mundial de 2008. As exportações regionais caíram 13% no ano passado e as importações recuaram 20% por causa da pandemia de covid-19. As projeções são da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), que publicou nesta sexta-feira um novo relatório sobre a situação do comércio internacional na região. A secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, explicou que os valores finais são menores que os projetados em agosto, quando a entidade esperava, por exemplo, um recuo de 23% nas exportações da região. Na época, segundo Bárcena, a recuperação da demanda dos principais parceiros comerciais da América Latina e do Caribe, especialmente a China, ainda não estava evidenciada. O documento publicado hoje indica que a recuperação dos preços dos produtos básicos e o aumento da demanda não só na China, mas também nos EUA e na Europa, criaram as condições para uma recuperação incipiente das exportações regionais desde o segundo semestre do ano passado. No entanto, a melhora observada pela Cepal está sujeita a uma série de incertezas por causa dos novos surtos de covid-19 registrados em vários países do mundo e da lentidão da aplicação de vacinas no início de 2021. Segundo as projeções da Cepal, as exportações do Brasil caíram 7% em 2020, enquanto as importações recuaram 16%. Os números são menores do que outras grandes economias regionais. Na Argentina, por exemplo, as exportações tiveram uma queda de 14% e as importações de 25%. No México, houve recuo de 13% nas exportações e de 18% nas importações. Bárcena afirmou que a região precisa aprofundar sua integração para estimular a recuperação da econômica pós-pandemia. Segundo ela, o comércio intrarregional incentiva a diversificação produtiva e a internacionalização das empresas. “É urgente revigorar a integração regional para apoiar a recuperação pós-pandemia”, disse Bárcena em nota. “É necessária uma maior convergência entre os diferentes mecanismos de integração para superar a fragmentação do mercado regional e apoiar uma recuperação sustentável e inclusiva”, disse ela. O relatório da Cepal afirma que a pandemia de covid-19 intensificou várias tendências que já estavam sendo observadas no comércio mundial, entre elas as tensões entre Estados Unidos e China, o crescente nacionalismo econômico, o enfraquecimento da cooperação multilateral e o reshoring, a volta da produção estratégica para os países de origem das empresas. Veja Mais

Rússia tenta conter protestos contra prisão de líder da oposição

Valor Econômico - Finanças Navalny foi preso ao retornar ao país depois de meses se recuperando de um envenenamento As autoridades da Rússia estão tomando medidas para impedir manifestações contra a prisão do líder da oposição ao governo de Vladimir Putin, Alexei Navalny, convocadas para sábado em 60 cidades. Alguns aliados de Navalny em Moscou e em outras cidades foram presos antes dos protestos. Apoiadores da oposição e jornalistas independentes foram abordados por policiais, que fizeram advertências oficiais contra os atos, segundo a Associated Press. O advogado, blogueiro e ativista político Alexey Navalny Reprodução/Wikipedia Universidades em diferentes regiões da Rússia estão pedindo que os alunos não participem das manifestações. Algumas delas sugerem que eles podem ser alvos de ações disciplinares, incluindo a expulsão, caso compareçam às manifestações. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nesta sexta-feira que “é natural” que haja “advertências” sobre “possíveis consequências relacionadas ao não cumprimento da lei”. Ele afirmou que os protestos não foram autorizados e, portanto, são ilegais. Navalny foi preso no domingo após retornar ao país. Ele passou quase cinco meses na Alemanha se recuperando de um envenenamento cuja responsabilidade ele atribui ao Kremlin. A Rússia nega. Veja Mais

Qual o impacto da crise em Manaus para o governo Bolsonaro e a agenda fiscal?

Valor Econômico - Finanças Em 60 segundos, diretor da Eurasia Group analisa que presidente ainda está longe de perder seu mandato, apesar da queda em sua taxa de aprovação e clamor maior pelo impeachment '60 segundos' é uma parceria entre o site da revista ÉPOCA e a GZERO Media - empresa da Eurasia Group, especializada em análises políticas. Toda sexta-feira, às 10h, Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas da Eurasia Group, apresenta sua avaliação sobre os temas mais relevantes e tendências do cenário político brasileiro e internacional. O conteúdo é republicado neste canal. Mensagem do patrocinador Safra Mensagem do patrocinador 2020 encerrou já com um agravamento da pandemia, mas o governo não apresentou um plano B caso fosse necessário retroceder no processo de reabertura da economia e interromper a recuperação consistente que a economia apresentou no segundo semestre do ano que passou. Apesar de o governo ter tentado redesenhar o Bolsa Família, ampliando seu escopo, para compensar parcialmente o fim do auxílio emergencial, iniciamos o ano sem nenhuma proposta concreta. A falta de espaço dentro do orçamento público, limitado pelo teto de gastos, torna essa tarefa atrelada ao avanço da agenda de reformas fiscais que leve a um crescimento mais comedido dos gastos públicos. O forte crescimento do contágio e dos óbitos e o risco de novos “lockdowns” trarão de volta a discussão sobre a necessidade de assistir as pessoas que venham a ficar impossibilitadas de trabalhar e obter renda, caso esse cenário se concretize. Esse é um risco que existe. Hoje parece que o montante pago pelo auxílio emergencial em 2020 mais do que compensou a queda de rendimentos e, considerando que já observamos alguma recuperação do emprego, um novo benefício, se houver, deveria atender um número muito menor de pessoas e pagar um valor bem abaixo dos R$ 600,00. Ainda assim, o espaço dentro do teto de gastos é insuficiente. A alternativa seria mais uma vez decretar algum tipo de excepcionalidade, permitindo crédito extraordinário para o pagamento de mais algumas poucas parcelas. A sinalização de que esses pagamentos serão temporários será crível se atrelados ao avanço de reformas ou até mesmo à evolução da vacinação em território nacional. Essa sinalização, caso esse cenário de risco se materialize, será extremamente importante para evitar a deterioração da percepção de riscos. Veja Mais

Rio tem todas as regiões administrativas classificadas com risco alto para covid-19

Valor Econômico - Finanças Todas as 33 Regiões Administrativas (RAs) da Saúde foram classificadas com risco alto no terceiro boletim epidemiológico de covid-19 da Prefeitura do Rio. Nas duas semanas anteriores, a capital tinha áreas classificadas no nível moderado. Os novos dados são referentes à segunda semana deste ano. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira, dia 22, em coletiva no Centro de Operações Rio (COR). O prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), destacou que vai ampliar a fiscalização contra eventos sem permissão para serem realizados e que há risco de endurecimento das regras sanitárias caso alcance a classificação de risco muito alto, o mais alto determinado na escala. Na semana passada, de acordo com os dados da prefeitura, estavam em risco moderado apenas cinco das RAs cariocas: Rocinha, Jacarezinho, Complexo do Alemão, Complexo da Maré e Realengo. No início da apresentação do boletim, foi destacada a necessidade do cumprimento das regras sanitárias estabelecidas para o índice de risco alto, como redução na capacidade de lotação de espaços e alteração no horário de funcionamento, em especial para locais fechados, onde há maior risco de contágio. O subsecretário de Vigilância em Saúde, Márcio Garcia, argumentou que as medidas preventivas são as adequadas para o atual estágio da pandemia. “Vamos continuar com as medidas preventivas e ações de fiscalização integradas com a Vigilância Sanitária e a Secretária de Ordem Pública”, disse Garcia. Segundo o subsecretário, 50 novos leitos foram abertos em unidades médicas nesta semana. O prefeito Eduardo Paes disse que a "boa notícia" é ter conseguido chegar a 200 leitos novos. E que hoje são apenas três pessoas esperando por leitos por mais de 24 horas contra nove na semana passada e 150 no início do mês. “Isso mostra que a concentração de leitos no Hospital Ronaldo Gazolla (Acari) foi uma decisão acertada”,  afirmou Paes. “Esperamos que novas doses da vacina cheguem para que possamos partir para a vacinação em geral. A parte ruim é que o risco de contaminação aumentou. Estamos fazendo um esforço enorme de fiscalização. O que há é a previsão das medidas mais restritivas. Todas as regiões administrativas passam a ter risco alto.” Veja Mais

Lucro da Schlumberger cresce 12,3% no 4° trimestre

Valor Econômico - Finanças A fornecedora de equipamentos e serviços para petrolíferas somou um ganho de US$ 374 milhões no período Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Após lobby, caminhoneiros e motoristas viram prioridade e serão vacinados antes

Valor Econômico - Finanças Eles serão vacinados antes de pelo menos 100 milhões de brasileiros, que não constam de qualquer grupo prioritário Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo Apesar de minimizar as chances de greve dos caminhoneiros no início de fevereiro, o governo federal cedeu a uma série de itens da pauta de reivindicações dos profissionais de transporte. Uma das promessas é, por exemplo, a inclusão da categoria no grupo prioritário de vacinação contra a covid-19. Excluídos do primeiro plano de vacinação do Ministério da Saúde apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), trabalhadores do transporte coletivo e transportadores rodoviários de carga foram incluídos na segunda versão apresentada em 16 de dezembro. Nesta semana, um novo informe técnico especificou que fazem parte do transporte coletivo rodoviário motoristas e cobradores, incluídos os profissionais que percorrem um longo trajeto. Além disso, a pasta acrescentou trabalhadores portuários, até mesmo da área administrativa, funcionários de companhias aéreas nacionais, funcionários de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas e funcionários de empresas brasileiras de navegação. A reportagem apurou que têm ocorrido intensas negociações do setor com o Ministério da Saúde desde dezembro. O Ministério da Infraestrutura também tem colaborado com as tratativas. Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a intenção é vacinar 2 milhões de pessoas do setor na fase quatro do grupo prioritário. Entretanto, a categoria aguarda confirmação e o cronograma de vacinação. Ao serem incluídos no grupo prioritário, eles serão vacinados antes de pelo menos 100 milhões de brasileiros, que não constam de qualquer grupo com prioridades. Para o presidente da CNT, Vander Costa, as reivindicações do setor foram atendidas porque, em março de 2020, uma norma do governo considerou o serviço de transporte como essencial para o país. "Esse é um reconhecimento da importância do trabalho que vem sendo desempenhado pelo setor, essencial para a manutenção das atividades de todo o país." No Brasil, foram disponibilizadas até o momento 6 milhões de doses. Estão sendo contemplados idosos acima de 60 anos institucionalizados, pessoas com deficiência com mais de 18 anos institucionalizadas e indígenas aldeados em terras homologadas. Os profissionais de saúde também entraram nessa primeira fase, mas, até o momento, houve a disponibilidade de vacina para apenas 34% do grupo. Pela falta de vacinas e ausência de diretriz no plano de vacinação de quais seriam vacinados primeiro, estados e municípios têm adotado critérios próprios e aberto espaço para que várias categorias profissionais, de professores de educação física a tatuadores, peçam prioridade na fila da vacinação. Em São Paulo, médicos de hospitais públicos e privados da cidade têm criticado a falta de vacina em razão de informações de que até mesmo profissionais que não são da linha de frente no atendimento à covid-19 estão sendo vacinados no Hospital das Clínicas de São Paulo, que estaria sendo privilegiado no calendário de imunizações. Apesar de idosos com 75 anos ou mais e povos e comunidades tradicionais ribeirinhas estarem incluídos na primeira fase, eles não receberam parte das doses distribuídas. Na segunda fase constam pessoas de 60 a 74 anos. A terceira fase prevê a imunização de pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da doença (como portadores de doenças renais crônicas, cardiovasculares, entre outras). Já a quarta deve abranger professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade, pessoas com deficiência severa, professores, pessoas em situação de rua e trabalhadores do transporte. O Ministério da Saúde afirmou, em nota, que o plano de vacinação é dinâmico e por isso podem ocorrer ajustes necessários nas fases de distribuição das vacinas e nas indicações de público-alvo, de acordo os cenários já planejados, considerando a indicação de uso apresentada pelo fabricante, o quantitativo de doses entregues e os públicos prioritários já definidos. "Atualmente, o PNI [Programa Nacional de Imunizações] segue as orientações dos laboratórios produtores quanto à aplicação das doses das vacinas. O objetivo principal do Ministério da Saúde é otimizar o uso do imunizante, vacinando o maior número de pessoas", disse em nota. Questionada sobre os trabalhadores de transporte, a pasta disse apenas que a programação para o início da imunização de cada fase depende do quantitativo de doses entregues pelos laboratórios fornecedores de vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além da área da saúde, caminhoneiros também conseguiram benefícios em negociação com o Ministério da Infraestrutura. No ano passado, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), principal representante da categoria, apresentou ao governo uma pauta com 18 itens. A entidade, assim como o governo, minimiza a influência dos que pretendiam fazer uma paralisação nacional em fevereiro. No entanto, a ameaça de greve é vista por representantes como um catalizador do atendimento das demandas represadas. Na noite desta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro fez sua live acompanhado do ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura). Ambos anunciaram promessas aos caminhoneiros. Foram relatadas medidas com isenção de tarifa de importação para pneus, revisão da norma de pesagem para que onere menos o caminhoneiro, eliminação de atravessadores, facilitação do recebimento do vale-pedágio e substituição de vários documentos por um único, eletrônico, que permitirá transações por Pix. "É uma transformação para este setor do transporte. A gente vai ter o caminhoneiro digitalizado, recebendo Pix, com acesso ao capital de giro", disse Tarcísio. "O ministro citou os demais itens que compõem a pauta de demandas. Reforça a insanidade de se querer, por alguns poucos, se fazer uma paralisação agora. Não faz sentido", disse Marlon Maues, assessor-executivo da CNTA. Veja Mais

Dólar opera em alta e passa de R$ 5,40, com pandemia e risco fiscal no radar

G1 Economia Na quinta-feira (21), a moeda norte-americana avançou 0,95%, a R$ 5,3631. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em alta nesta sexta-feira (22), diante de receios em torno do agravamento da pandemia e de temores fiscais no Brasil. Às 10h35, a moeda norte-americana subia 1,25%, vendida a R$ 5,4302. Veja mais cotações. Na máxima, chegou a R$ 5,4332. Já o Ibovespa opera em queda de mais de 1%. Na quinta-feira (21), a moeda norte-americana avançou 0,95%, a R$ 5,3631. No mês e no ano, passou a acumular avanço de 3,39%. Analista fala sobre as expectativas das relações comerciais entre Brasil e EUA Cenário global e local No cenário local, as atenções seguem voltadas ainda para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. O agravamento da crise sanitária em meio à percepção de desorganização no governo tem tido efeitos sobre a popularidade do presidente Bolsonaro e, por sua vez, alimentado temores no mercado de criação de mais despesas — o que ameaçaria o teto de gastos, visto pelo mercado como âncora fiscal do país. Na véspera, a alta do dólar se acentuou pelo aumento dos temores fiscais no Brasil após declarações do candidato à presidência do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG) -- apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro -- de que será preciso sacrifício de premissas econômicas para manter o socorro às famílias durante a pandemia, destaca a Reuters. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a situação das contas públicas preocupa Em São Paulo, após mais uma semana de piora nos indicadores da Covid-19, o governo estadual deve anunciar nesta sexta-feira (22) regras mais restritivas de isolamento social, e determinar que todo o estado fique na fase vermelha do plano de flexibilização econômica aos finais de semana e feriados. Nos dias úteis, a fase vermelha valerá a partir de 20h. "O quadro sanitário não dá sinais claros de melhora enquanto o governo segue encontrando diversas barreiras para dar andamento à campanha de vacinação contra o coronavírus. Desta forma, o investidor deverá seguir avaliando de maneira cautelosa os desenvolvimentos em torno da campanha de imunização enquanto avalia os riscos de um novo atraso tanto na esfera social como na fiscal", disse Victor Beyruti, economista da Guide. Nos EUA, os senadores decidem nesta sexta acerca da indicação de Janet Yellen para presidir o Departamento do Tesouro do país. Yellen participou de audiência na terça, na qual defendeu o emprego de estímulos fiscais para recuperar a economia americana mais rapidamente dos efeitos recessivos da pandemia. Histórico da variação do dólar G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Uma luz no fim do túnel para as salas de cinema

Valor Econômico - Finanças Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

“A cultura carioca vai renascer, diz Marcus Faustini, secretário municipal do Rio”

Valor Econômico - Finanças Apesar do orçamento reduzido, novo secretário municipal do setor no Rio, Marcus Vinicius Faustini, diz que “plano de recuperação” terá recursos extras Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Qual é o futuro do mercado de luxo?

Valor Econômico - Finanças Vacinas, a farra das compras por demanda reprimida e a recuperação dos maiores países consumidores levam a análises otimistas para o setor Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Em tom afetivo, “Mãe Pátria ” mostra Venezuela em colapso

Valor Econômico - Finanças Em tom de crônica, Paula Ramón traça paralelo entre o país e sua família Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fisco ganha superpoder com entrada em vigor da nova Lei de Falências

Valor Econômico - Finanças Fazendas poderão pedir quebra de empresa que descumprir parcelamento ou acordo Juliana Bumachar: há um risco muito grande se a empresa em recuperação aderir ao parcelamento fiscal previsto na lei Leo Pinheiro/Valor O Fisco ganha um superpoder com a entrada em vigor da nova Lei de Falências (nº 14.112, de 2020) neste fim de semana. Poderá pedir a falência da empresa em recuperação judicial caso haja descumprimento de parcelamento fiscal ou acordo. A medida também valerá para casos de esvaziamento patrimonial - estratégia adotada para se evitar ou postergar o pagamento de dívida tributária. O superpoder dado às esferas federal, estadual e municipal chamou mais a atenção dos contribuintes depois de o presidente Jair Bolsonaro vetar as contrapartidas negociadas para as empresas em recuperação. Eram benefícios fiscais aceitos pelo Ministério da Economia. O volume de recursos em jogo é grande. Segundo a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o estoque da dívida das empresas em recuperação judicial está em R$ 109,6 bilhões. Desse total, R$ 96,2 bilhões estão em situação irregular - o contribuinte não ofereceu qualquer solução de pagamento ou garantia à dívida. Em 2020, foram apresentados, em todo o país, 1.179 pedidos de recuperação. No ano anterior, haviam sido 1.387. Um dos motivos para a queda, de acordo com a Serasa Experian, foi a opção de muitos empresários por esperar a nova lei. Havia expectativa do mercado. As novas regras entram em vigor amanhã. A possibilidade de a Fazenda Nacional poder pedir a falência se constatar esvaziamento patrimonial é um dos pontos que mais preocupa os especialistas. “Esse trecho da lei é muito subjetivo. Não existe um critério balizador. Preocupa e muito a forma como o Fisco vai se utilizar disso”, diz Ana Carolina Monteiro, do escritório Kincaid Mendes Vianna. Advogados destacam ainda outro ponto que envolve o patrimônio das empresas. O juiz perdeu poder. Atualmente, a jurisprudência permite a ele impedir a constrição de bens essenciais para o funcionamento de uma companhia. A nova lei, porém, diz que o magistrado tem competência para apenas determinar a substituição do bem que foi bloqueado para pagamento de dívida tributária. Essas questões fiscais ficaram mais pesadas para as empresas depois da sanção da lei, no dia 24 de dezembro. O projeto de lei que foi aprovado pelo Congresso previa, por exemplo, a inclusão do artigo 50-A na Lei de Recuperação Judicial e Falências (nº 11.101, de 2005). Esse dispositivo aliviaria a tributação sobre o perdão da dívida de credores particulares. As empresas em recuperação, nas negociações com os seus credores, geralmente obtém descontos generosos. Nesses casos, se a dívida original era de R$ 1 milhão e, com o desconto, ficou em R$ 600 mil, por exemplo, a companhia é obrigada a tributar a diferença, de R$ 400 mil. Isso ocorre porque o valor referente ao perdão da dívida tem de ser contabilizado como receita. O texto aprovado, nessas situações, liberava as empresas do pagamento de PIS e Cofins e permitia o uso de prejuízo fiscal para pagar o Imposto de Renda (IR) e a CSLL. Hoje, as empresas até podem utilizar o prejuízo fiscal, mas só até 30% do valor do débito. Um outro artigo, o 6-B, também permitia o uso de prejuízo fiscal - sem qualquer limitação de valores - para pagar a tributação que incide sobre os ganhos que as empresas em recuperação têm com a venda de bens e direitos. Com o veto do presidente, as companhias, pela regra atual, continuarão tendo que respeitar o limite de 30% ao usar o prejuízo fiscal. “Essas medidas aliviariam muito. As empresas nessa situação, que são deficitárias, acabam acumulando um caminhão de prejuízo fiscal. O saldo é muito relevante. Por isso, os vetos a esses dispositivos acabaram provocando uma frustração geral”, diz Luis Henrique Costa, sócio da área tributária do BMA Advogados. A Presidência da República, ao justificar os vetos, afirmou que as medidas acarretariam renúncia de receita, sem o cancelamento equivalente de outra despesa obrigatória e sem que estivesse acompanhada de estimativa de impacto orçamentário e financeiro. Essa situação, informou em nota direcionada ao Congresso, violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal. O mercado enxergou os vetos como uma traição do Ministério da Economia. Advogados que auxiliaram no projeto afirmam que o texto foi costurado junto com a equipe econômica do governo. “Tudo foi negociado e todos achavam que havia um consenso. Cada parte cedeu de um lado. Só que com o veto vimos que, no fim das contas, o governo não cedeu nada”, afirma um dos profissionais. O advogado Ivo Waisberg, sócio do escritório TWK, participou de algumas das reuniões que foram realizadas com a equipe econômica. Ele diz que o direito de a Fazenda Nacional pedir a falência das empresas em recuperação era justificado, pelo próprio governo, em razão das melhorias oferecidas - isenção de tributos e uso do prejuízo fiscal. “Uma boa parte dos problemas, para as empresas, seria resolvida dessa forma e elas poderiam pagar o restante da dívida de forma parcelada. O governo, com os vetos, acabou ficando com o que recebeu e tirando o que ofereceu. Deixou o sistema desequilibrado”, afirma. Esses vetos ainda podem ser revertidos pelo Congresso Nacional. Grupos de advogados já estão se mobilizando para tentar manter na lei os benefícios fiscais negociados. Mattheus Montenegro, sócio do Bichara Advogados, diz que não há renúncia de receita por parte da União em nenhuma das hipóteses que foram vetadas. A eliminação da trava de 30% no uso do prejuízo fiscal, afirma, permite simplesmente que o contribuinte utilize o seu crédito de forma integral. “Trata-se de limite temporal. Esse crédito já pertence ao contribuinte e será utilizado mais cedo ou mais tarde.” Sobre PIS e Cofins, que, pelo projeto de lei, deixariam de ser cobrados sobre o perdão da dívida, o advogado afirma que é preciso separar as coisas. “Receita contábil se distingue de receita tributável. O Supremo Tribunal Federal já decidiu sobre isso”, afirma Mattheus Montenegro. O advogado diz que “receita tributável”, sob o prisma constitucional, representa o ingresso financeiro que se integra ao patrimônio na condição de elemento novo e positivo, sem reservas ou condições - o que não ocorre com a dívida perdoada. Sem que se verifique essa receita tributável, complementa, não cabe cogitar eventual renúncia por parte da União. Ficou mantido na lei, no entanto, um novo parcelamento de dívidas federais para as empresas em recuperação. A companhia poderá escolher entre duas modalidades: pagar os seus débitos em até 120 vezes ou usar prejuízo fiscal para cobrir 30% da dívida e parcelar o restante em 84 meses. “O problema desse parcelamento é que há um risco muito grande. Se a empresa aderir e não conseguir pagar, o Fisco vai pedir a falência dela”, pondera Juliana Bumachar, sócia do Bumachar Advogados Associados. Advogados que atuam para as empresas em recuperação judicial afirmam, além disso, que existe um projeto de lei (PL nº 2.735) prevendo um programa de regularização tributária em condições muito melhores do que o parcelamento da nova Lei de Falências. Se aprovado, as empresas poderão obter descontos de 90% em juros, multas e encargos legais. Não haveria, além disso, um número limite de parcelas. As prestações seriam calculadas com base em um percentual da receita bruta. Esse PL teve regime de urgência aprovado no mês de dezembro pela Câmara dos Deputados. Veja Mais

Bancos devem ter maior queda no lucro em 20 anos

Valor Econômico - Finanças Perspectiva para este ano é de recuperação, com retomada da atividade e possível alta da Selic A temporada de balanço dos bancos começa em fevereiro e deve mostrar a maior queda anual no lucro médio desde 2000, quando um prejuízo bilionário no antigo Banespa - que depois foi comprado pelo Santander - derrubou o resultado combinado das principais instituições financeiras. Desta vez, os números foram puxados para baixo pelas provisões para lidar com possíveis perdas com empréstimos causadas pela pandemia de coronavírus. Para 2021, a perspectiva dos analistas é de recuperação firme nos resultados, em função da base de comparação baixa e da retomada da economia, além da esperada alta da Selic. Segundo levantamento do Valor com cinco casas, os quatro maiores bancos brasileiros de capital aberto (Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil) devem registrar um lucro combinado de R$ 17,699 bilhões no quarto trimestre e de R$ 63,584 bilhões em 2020. Caso essa última projeção se concretize, significará queda de 26,6% em relação a 2019. Essa queda é a maior desde 2000 e a quinta maior desde a criação do Plano Real, em 1994, de acordo com levantamento da consultoria Economatica feito a pedido do Valor. Nesse período, o resultado consolidado dos bancos só apresentou prejuízo em 1995 e 1996, quando o governo Fernando Henrique Cardoso fez uma limpeza no balanço do BB. O estudo considera os quatro maiores bancos de capital aberto, sendo que os números do Banespa foram consolidados com os do Santander para o período anterior à compra, concluída em 2005; e a mesma coisa vale para os números do Unibanco antes da fusão com o Itaú, anunciada 2008. Na avaliação da consultoria, a melhora nos resultados do quarto trimestre deve ajudar a amenizar um pouco o recuo nos lucros ao longo do ano. Até o terceiro trimestre, o lucro dos maiores bancos registrava uma queda anual de 30,5%. O levantamento da Economatica também mostra que a mediana da rentabilidade (ROE) desses quatro bancos deve ficar em torno de 13,58% em 2020, o que seria a menor desde 1995, e vindo de 19,15% em 2019. Para os analistas do J.P. Morgan, os números do quarto trimestre devem mostrar uma melhora na margem, com redução do custo de risco, já que as provisões extraordinárias constituídas pelos bancos nos períodos anteriores devem ser suficientes para lidar com a pandemia, e melhora na margem financeira. Ainda assim, a inadimplência pode começar a subir, após ter atingido mínimas históricas em função dos períodos de carência que os bancos ofereceram aos clientes. “Os retornos devem continuar abaixo dos níveis pré-pandemia, mas ROEs abaixo de 10% devem ser a exceção, não a regra”, dizem em relatório. O UBS também vê uma melhora nos números do quarto trimestre, mas diz que a margem financeira deve continuar pressionada, enquanto a receita de tarifas pode surpreender positivamente, beneficiada pela sazonalidade e pela recuperação da atividade econômica. Os analistas lembram que junto com os números de 2020 os bancos podem divulgar seus guidances para 2021, já que agora o cenário está um pouco mais claro do que quando a pandemia começou. Eles dizem que a tendência geral deve ser de cortes de gastos e queda no custo de risco, com margem financeira ainda pressionada e receita de tarifas crescendo um dígito alto. A analista da Eleven Financial Renata Cabral compartilha da avaliação dos demais. Ela espera que os números do quarto trimestre sejam parecidos com o terceiro, com diferenças relacionadas à carteira de crédito e a inadimplência. No caso da carteira, o destaque do balanço dos últimos três meses de 2020 deve migrar da pessoa jurídica para pessoa física, impulsionado por juros menores e pela diminuição do valor do auxílio emergencial. Sobre a inadimplência, ela acredita que haverá sinais de deterioração principalmente nos indicadores de 15 a 90 dias, o que deve ser ainda mais evidenciado no primeiro trimestre. O Bank of America acredita que os quatro grandes bancos brasileiros devem ter uma alta de 25% no lucro combinado de 2021, graças a uma queda de 20% nas provisões. “Os resultados dos bancos no terceiro trimestre foram impulsionados pela queda das provisões na margem, o que deve continuar nos próximos trimestres, segundo as administrações das instituições. Além da recuperação mais rápida do que o esperado nas condições econômicas, o otimismo decorre do fato de que os bancos construíram significativas reservas nos últimos nove meses”, dizem os analistas em relatório. O estrategista-chefe da Guide Investimentos, Luis Sales, prevê que o quarto trimestre foi o melhor período de 2020 para os bancos, com a redução dos níveis de provisionamento e a continuidade do auxílio emergencial, mesmo que em menor patamar. Para ele, as receitas com serviços devem mostrar resultados melhores, com uma “leve recuperação”. Ainda assim, com a competição crescente no mercado financeiro entre as instituições tradicionais e com as fintechs, uma perda de receita deve ser visível nos próximos balanços. No acumulado de 2020 até o terceiro trimestre, as provisões foram maiores no Itaú (R$ 24,175 bilhões), seguidas por Bradesco (R$ 21,186 bilhões), Banco do Brasil (R$ 16,953 bilhões) e Santander (R$ 12,873 bilhões). Como percentual da carteira total, quem mais provisionou foram Bradesco (5,9%), Itaú (4,9%), Santander (4,4%) e BB (3,4%). Entre os grandes bancos, o que deve registrar a maior queda no lucro, tanto no quarto trimestre como em 2020, é o Itaú, que é justamente o primeiro a divulgar seus resultados, em 1º de fevereiro, após o fechamento do mercado. “A margem financeira do Itaú desapontou significativamente, com mudança no mix de empréstimos, os programas do governo e as renegociações de crédito”, afirma o UBS. O segundo pior resultado no trimestre deve ser o do BB. “O banco ainda estava renegociando empréstimos no quarto trimestre e antecipamos que o custo de risco deve subir. Suas provisões também devem acelerar”, afirma o J.P. Morgan. Na semana passada, o presidente do BB, André Brandão, quase foi demitido pelo governo depois que a instituição financeira anunciou um projeto de redução de agências e demissões voluntárias que poderia gerar uma economia de R$ 353 milhões este ano. Veja Mais

Emergentes ainda parecem distantes de uma alta de taxas

Valor Econômico - Finanças A inflação na Turquia não ficou abaixo dos 10% ao ano em nenhum mês de 2020 Enquanto o Banco Central brasileiro começa a preparar o terreno para uma alta de juros, a maior parte de seus pares emergentes ainda está distante desse movimento. Alguns até debatem a possibilidade de promover cortes adicionais em suas taxas, caso de África do Sul, México e Rússia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Amaggi tem forte demanda de investidor em emissão externa; Banrisul capta US$ 300 mi

Valor Econômico - Finanças A Amaggi, produtora de commodities agrícolas como soja, algodão e milho e uma das maiores empresas de logística de grãos no país, fez sua estreia nesse tipo de operação, com uma oferta que contou com elevada demanda dos investidores. E o Banrisul, que não acessava o mercado externo desde 2012, concluiu uma emissão de títulos subordinados. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

TEC zerada pouco muda compra de soja

Valor Econômico - Finanças Importações brasileiras cresceram 525% em 2020, mas aumento teve pouca relação com a isenção da TEC para compras feitas fora do Mercosul Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Arbitragem contra a empresa tem 250 adesões

Valor Econômico - Finanças Os investidores pretendem obter parte das perdas na bolsa ocorridas logo na sequência da tragédia de Brumadinho Centenas de investidores institucionais brasileiros já aderiram à arbitragem na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM) da B3, que pede ressarcimento de danos por conta dos prejuízos causados pelos desastres ambientais da barragem de Brumadinho, da Vale, há dois anos. Os investidores pretendem obter, pelo menos, parte das perdas na bolsa ocorridas logo na sequência do acidente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Brasil tem narrativa descolada da realidade sobre questões ambientais, diz Barbosa

Valor Econômico - Finanças O Brasil tem hoje uma narrativa totalmente indevida, descolada da realidade em termos de questões ambientais, segundo avaliação de Fábio Barbosa, presidente do conselho da Endeavor, na “Live do Valor” desta manhã. De acordo com ele, ao mostrar certa tolerância com violações nessa área, o governo perdeu a narrativa. “Com os dados de aumento do desmatamento, fica uma sensação de impunidade. O investidor estrangeiro está muito mal informado sobre o assunto, acha que toda produção de soja do Brasil está na Amazônia”, comentou. Segundo Barbosa, o novo governo de Joe Biden nos EUA - que já anunciou o retorno ao acordo de Paris - deve aumentar ainda mais a pressão internacional sobre o Brasil. Ainda assim, ele não espera uma mudança de postura do governo brasileiro. “Não tenho grandes esperanças que o governo mude o discurso, mas pode baixar o tom”. Para Barbosa, muitas empresas, especialmente do setor agrícola, temendo o impacto nos seus negócios, têm buscado combater essa visão negativa do investidor estrangeiro sobre o Brasil. “A comunidade de negócios pode ajudar se manifestando, tomando as medidas cabíveis nos seus negócios”. O executivo, que já foi presidente do Banco Real, do Santander e da Editora Abril, é uma das vozes mais ativas na defesa de que negócios e sustentabilidade podem e devem andar juntos. Na live, ele lembrou que empresas com bons princípios ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) já se beneficiam financeiramente disso, por exemplo pagando juros menores na emissão de bônus. “O valor de uma empresa depende da percepção de lucro futuro, então ela tem que estar conectada com os impactos que produz na sociedade. As empresas de petróleo hoje não têm o mesmo prêmio que tinham no passado”, exemplificou. Fabio Barbosa, presidente do Conselho da Endeavor Reproducao / Valor Veja Mais

Apesar de aval da Anvisa, Bolsonaro repete que vacinas contra o coronavírus não têm comprovação científica

Valor Econômico - Finanças A afirmação ocorre no dia em que está prevista a chegada ao Brasil de uma carga de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford produzida na Índia Pablo Jacob/Agência O Globo/Arquivo O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer nesta sexta-feira que as vacinas contra o coronavírus não têm comprovação científica. A afirmação, em conversa com a imprensa no Alvorada, ocorre no dia em que está prevista a chegada de uma carga de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford produzida na Índia, principal aposta do governo federal para imunizar a população. Tanto a vacina de Oxford quanto a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, foram testadas em três fases até receberem a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ainda que essa autorização seja para uso emergencial, ao conceder a autorização a agência reconheceu a eficácia cientificamente comprovada dos imunizantes. O presidente, no entanto, expressou uma visão diferente. E equivocou-se ao dizer que a vacina é emergencial. Na verdade, a aprovação dada pela Anvisa é que é emergencial. "O que eu tenho observado é que ainda tem muita gente que tem preocupação com a vacina. Deixo bem claro: ela é emergencial [sic]. Eu não posso obrigar ninguém a tomar a vacina. Um governador falou um tempo atrás que ia obrigar. Eu não sou inconsequente a esse ponto", disse Bolsonaro. "Ela tem que ser voluntária, afinal de contas não está nada comprovado cientificamente com essa vacina." O presidente pediu, então, ao "pessoal" que lesse a "bula" das vacinas. "Não é bula, mas eu chamo de bula, os contratos com essas empresas para tomar pé de onde chegaram as pesquisas e por que não se concluiu ainda dizendo que uma vacina perfeitamente eficaz", afirmou. "Pelo que tudo indica, segundo a Anvisa, ela vai ajudar aí que casos graves não ocorram no Brasil com quem for vacinado." Bolsonaro disse ter tomado conhecimento pela imprensa da chegada da vacina que está sendo produzida pelo laboratório indiano Serum Institute. Há duas semanas, ele enviou carta para o premiê da Índia, Narendra Modi, pedindo que fosse adiantado o envio da carga. Ele afirmou que, após a aprovação da Anvisa, acabou sua "oposição" à vacina. "Tão logo a Anvisa aprovou, e essa era minha oposição, pessoal disse que eu era contra a vacina. Eu era contra sem passar pela Anvisa. Passou pela Anvisa, eu não tenho mais que discutir, tenho que distribuir", disse Bolsonaro. "Pode ter certeza que amanhã mesmo, se chegar hoje à noite, amanhã mesmo [as vacinas] chegarão a seus destinos." O presidente também negou que houvesse um estremecimento nas relações entre Brasil e China, apesar das notícias de que o chanceler Ernesto Araújo não conversa com o embaixador chinês, Yang Wanming, e dos ataques feitos ao país por diversos membros do governo. "Nunca houve qualquer estremecimento nas relações entre Brasil e China e entre Brasil e Índia", afirmou. "A China precisa de nós e nós precisamos da China. E o mundo é assim. Jamais fechamos as portas seja para qual país for." Veja Mais

Ibovespa tem queda firme após abertura e se aproxima dos 115 mil pontos

Valor Econômico - Finanças O Ibovespa opera em queda firme nesta sexta-feira, refletindo o clima de cautela no exterior e também as preocupações com os rumos fiscais e da pandemia da covid-19 no Brasil. Por volta das 10h30, o índice de referência da bolsa brasileira cedia 1,64%, aos 116.368 pontos. Este é o quarto pregão consecutivo de queda do Ibovespa, que ontem apagou os ganhos do ano após o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que lidera as preferências para a eleição na Casa, sair em defesa do benefício mesmo que isso prejudique o cumprimento do teto. O noticiário sobre a pandemia também continua negativo: em meio às dificuldades do governo brasileiro para assegurar vacinas para a população, o governo de São Paulo teria decidido na noite de ontem colocar o estado inteiro na fase vermelha todos os dias a partir das 20h e também nos fins de semana. A medida, no entanto, ainda carece de anúncio oficial. Todas as 81 ações do índice operam no vermelho esta manhã, com destaque para Petrobras (-2,85% a ação ON e -3,94% a PN), que recua junto com os preços do petróleo no exterior, Vale (-2,04%) e Usiminas (-3,04%) , refletindo ainda uma nova queda do preço do minério de ferro na China. Lá fora, o tom da negociação também é negativo, após as leituras preliminares dos PMIs da Europa apontarem para uma contração no primeiro trimestre do ano. Nos Estados Unidos, onde as bolsas também estão perto das máximas históricas, os futuros dos índices também apontam abertura no vermelho. Pixabay Veja Mais

IRB diz que teve prejuízo de R$ 124,5 milhões em novembro

Valor Econômico - Finanças O IRB informou que teve prejuízo líquido de R$ 124,5 milhões em novembro. Excluindo o impacto de negócios descontinuados, o prejuízo seria menor, de R$ 80,7 milhões. Os números fazem parte do relatório periódico mensal enviado à Superintendência de Seguros Privados (Susep). O ressegurador divulga seu balanço do quarto trimestre no dia 18 de fevereiro. O faturamento bruto (prêmio emitido) totalizou R$ 709,8 milhões em novembro, um crescimento de 10,2% em relação ao mesmo mês de 2019, sendo R$ 399,3 milhões no Brasil e R$ 310,6 milhões no exterior. O faturamento de competência (prêmio ganho) foi de R$ 350,8 milhões. O índice de sinistralidade (despesas de sinistros/faturamento de competência) ficou em 103,8% no mês de novembro. Excluindo os efeitos do impacto dos negócios descontinuados e dos efeitos one-offs do período, o índice seria de 89,5%. O índice de gastos internos em novembro totalizou 7,3% e o índice de gastos externos (principalmente comissões) ficou em 33,8%. A contribuição marginal (resultado de “underwriting”) foi negativa em R$ 112,5 milhões. Veja Mais

Copom não usou palavras-chave para indicar aperto em março

Valor Econômico - Finanças Alguns analistas viram a expressão "neste momento" como sinalização de que aperto de juros é iminente Alguns analistas econômicos argumentaram que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sinalizou que vai apertar os juros na sua próxima reunião quando disse, em comunicado divulgado nesta semana, que a conjuntura econômica recomenda “neste momento” estímulo monetário extremamente elevado devidos a incertezas sobre a evolução da atividade. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Wiz e CAOA fazem parceria para criar nova corretora de seguros

Valor Econômico - Finanças A corretora de seguros Wiz informou que fez uma parceria com Carlos Alberto de Oliveira Andrade, fundador da CAOA, para a criação de uma nova corretora de seguros, chamada CAOA Seguros, na qual a Wiz terá participação de 50%. A Wiz lembra que a CAOA é considerada a maior operação de distribuição e fabricação de automóveis da América Latina e conta, atualmente, com uma rede de 233 concessionárias, sendo 156 próprias e, no fim de 2019, ingressou no mercado de locação de automóveis. A companhia é a distribuidora oficial das marcas Subaru, Hyundai e Chery no Brasil, além de ser o maior revendedor Ford da América Latina. “A administração da companhia entende que a operação é estratégica, pois está alinhada à visão de crescimento da Wiz no contexto de ampliação e diversificação de suas unidades de negócios. A agenda de crescimento inorgânico da companhia está pautada na identificação de parceiros comerciais que possuam canais com alto potencial de rentabilização por meio da comercialização de produtos de seguridade, com potencial a ser explorado pelo know-how e expertise das empresas do conglomerado Wiz”, diz a companhia. O acordo prevê que a nova corretora terá 20 anos de exclusividade para comercializar produtos e serviços de seguridade na rede de distribuição controlada pela CAOA. A CAOA Seguros terá um acordo de acionistas que disciplinará os direitos societários relacionados à condução dos negócios da nova operação, incluindo matérias sujeitas a quórum por unanimidade, a forma de composição da administração e a obrigação da Wiz em suportar os custos e despesas necessárias à operação da CAOA Seguros pelo prazo de 24 meses a contar do fechamento da transação. Além de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o acordo da Wiz com a CAOA envolve também Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho e Carlos Philippe Luchési de Oliveira Andrade. Veja Mais

Cedae diz que problema de qualidade da água deve ser resolvido nos próximos dias

Valor Econômico - Finanças Presidente da estatal fluminense negou que a situação vá prejudicar o andamento do leilão de privatização da empresa Estação de Tratamento de Água de Guandu: Cedae paralisou operação por algumas horas Reprodução/Twitter/@CedaeRJ O presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Edes Fernandes de Oliveira, afirmou nesta manhã que espera para os próximos dias resolução de problemas envolvendo abastecimento e qualidade de água fornecida pela estatal fluminense. O executivo negou que a situação vá prejudicar o andamento do leilão de privatização da empresa, previsto para ocorrer em 30 de abril. A companhia abastece de água 64 municípios do Estado. Em entrevista ao jornal Bom Dia Rio, da TV Globo, Oliveira comentou notícias de que clientes da Cedae estão recebendo água com gosto e cor alterados, situação semelhante à do começo do ano passado. A crise da água de 2020, envolvendo a companhia, levou à demissão do então presidente da empresa, Hélio Cabral, em fevereiro do ano passado. Fernandes explicou que, em monitoramento de rotina em 19 de janeiro deste ano, técnicos detectaram alterações na água bruta, próxima à Estação de Tratamento de Água Guandu (ETA Guandu) - a maior da empresa, e que atende principalmente municípios da Baixada Fluminense. Imediatamente, o material foi coletado, informou ele, e enviado para exame laboratorial. Porém, devido às novas análises de contagem de algas na lagoa próxima à ETA Guandu, a Cedae adotou protocolo operacional definido no plano de contingência do Guandu, operando as barragens da captação e paralisando a ETA por algumas horas. A estação voltará a operar hoje, quando a produção também será normalizada, informou ele. Ou seja: na prática, além de alterações na qualidade da água, clientes da Cedae também começaram a ter problemas de abastecimento essa manhã, com o desligamento do abastecimento. Oliveira informou que todas as medidas para resolver os dois problemas estão sendo tomadas, e espera resolução de ambos nos próximos dias. No caso de abastecimento, a oferta de água deve estar normalizada até domingo, 24 de janeiro, informou ele. Ele foi questionado se a situação atual poderia prejudicar certame envolvendo a companhia, esse ano. Está marcada para 30 de abril de abril desse ano abertura de envelopes para interessados em modelo de privatização da empresa, que não prevê venda do controle e, sim, oferta à iniciativa privada de concessões de serviços de distribuição de água e esgoto em quatro grandes blocos de municípios fluminenses. O modelo de privatização foi desenhado com auxílio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "Não, de maneira alguma [prejudicará leilão]" afirmou ele. O executivo frisou que a produção e tratamento da água continuará a ser feito pela Cedae, e a distribuição que ficará a cargo de concessionária ou concessionárias que vencerão leilão esse ano. "A produção [da água] continuará a ser feita pela Cedae. Todas as providências tomadas pela Cedae vão garantir qualidade da água [para futuras concessionárias]", afirmou. Veja Mais

Google assina acordo de remuneração com mídia francesa por uso de conteúdo

G1 Economia Empresa firmou contrato com principal organização profissional da imprensa francesa, que representa jornais diários nacionais e regionais. Fachada do Google Arnd Wiegmann/Reuters O Google assinou um acordo que abre caminho para a remuneração da imprensa francesa sob "direitos conexos", semelhante ao direito autoral criado em 2019 e que deu origem a negociações acaloradas com companhias de mídia. O acordo foi assinado entre o Google e a Alliance de la Presse d'Information Générale (Apig), principal organização profissional da imprensa francesa, que representa jornais diários nacionais e regionais. "A Apig e o Google anunciam hoje um acordo sobre a remuneração dos direitos conexos sob a lei francesa", anunciaram as duas partes em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (21), ressaltando que representa "o culminar de muitos meses de negociações no quadro estabelecido pela Autoridade da Concorrência". Saiba mais: Justiça da França manda Google negociar com editoras pagamento por uso de conteúdo Este acordo "define a estrutura dentro da qual o Google negociará acordos individuais de licenciamento com os membros" da Apig, para publicações reconhecidas "por informações políticas e gerais", explicaram os signatários. Os contratos "cobrirão direitos conexos e também darão aos jornais acesso ao News Showcase", programa lançado recentemente pelo Google no qual remunera a mídia por uma seleção de conteúdo. Não se sabe quanto essa remuneração pode representar no faturamento da imprensa francesa, já que as informações financeiras do acordo é confidencial. Procurados pela agência AFP, o Google e a Apig não deram quaisquer detalhes sobre este assunto. Uma exigência similar na Austrália fez com que o Google ameaçasse bloquear sua ferramenta de busca no país. A companhia é contra um projeto de lei que a obriga a pagar meios de comunicações australianos pelo uso de seu conteúdo. Saiba mais: Google ameaça bloquear ferramenta de busca na Austrália "Novas perspectivas" De acordo com o comunicado, a remuneração será calculada individualmente e "com base em critérios como, por exemplo, o contributo para a informação política e geral, o volume diário de publicações ou mesmo a audiência mensal na Internet". Para Pierre Louette, CEO da Les Echos - Le Parisien e presidente da Apig, o acordo "marca o reconhecimento efetivo dos direitos conexos dos editores de imprensa e o início da sua remuneração por plataformas digitais pela utilização das suas publicações". Por sua vez, o chefe do Google França, Sébastien Missoffe, vê a confirmação de um "compromisso" do grupo que abre aos editores de imprensa "novas perspectivas". Histórico Apig e Google percorreram um longo caminho: a imprensa francesa acusou o Google no final de 2019 de desrespeitar os direitos conexos, semelhante ao direito autoral, criado por uma diretiva europeia e que supostamente levaria a uma melhor distribuição das receitas digitais entre jornais e agências de notícias. Logo após este novo direito entrar em vigor na França, o Google decidiu unilateralmente indexar com menos destaque os jornais que se recusassem a deixá-lo continuar a explorar os seus conteúdos (títulos, trechos de artigos e miniaturas) gratuitamente nos seus resultados de pesquisa. A imprensa francesa recorreu à Autoridade da Concorrência, que em abril de 2020 ordenou que o Google negociasse "de boa fé" com os editores, uma decisão confirmada pelo Tribunal de Apelações de Paris. Foi neste quadro de negociações que o Google afirmou, em outubro de 2020, estar perto de um acordo quadro com a Apig, e, em novembro, que tinha selado os primeiros acordos individuais (Le Monde, Le Figaro, Libération e Express). Este acordo quadro, válido por três anos, não cobre toda a imprensa escrita francesa, em particular as agências de notícias. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Veja Mais

Para o historiador Niall Ferguson, não é hora de ampliar os auxílios fiscais e monetários

Valor Econômico - Finanças Autor de ‘A Ascensão do Dinheiro’ acha que não é hora de ampliar os auxílios fiscais Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

À Mesa com o Valor - Duília de Mello: Uma astrônoma brasileira na Nasa

Valor Econômico - Finanças Pesquisadora associada à Nasa, astrônoma se dedica a encorajar meninas a seguir carreira científica Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Scorsese retrata humor ferino de Fran Lebowitz

Valor Econômico - Finanças “Faz de Conta que NY É uma Cidade” traz conversas da dupla Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Uma homenagem ao centenário de Clarice Lispector

Valor Econômico - Finanças Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

Valor Econômico - Finanças Antecedentes criminais Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Posição cambial do BC é a menor em cinco anos

Valor Econômico - Finanças Indicador desconta das reservas o estoque de swaps Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Lagarde não sinaliza planos para ampliar os estímulos

Valor Econômico - Finanças BCE manteve ontem juros e compra de ativos inalterados O Banco Central Europeu manteve suas políticas inalteradas na reunião encerrada ontem. A presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou após o encontro que a economia do bloco provavelmente sofreu uma contração no quarto trimestre, mas não sinalizou que o banco central esteja planejando ampliar os estímulos monetários. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

ESG: reflexões e desafios

Valor Econômico - Finanças Critérios ambientais, sociais e de governança deverão fazer parte das carteiras mais cedo que imaginamos Os investimentos são o meio para se obter rendimentos e lucros. Só que, além dos ganhos advindos dos bons negócios, que giram a roda da economia e geram empregos, eles também podem proporcionar um mundo mais humano, com saúde e bem-estar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Copersucar vê demanda firme por açúcar

Valor Econômico - Finanças Empresa avalia que sua estrutura logística comporta novos recordes do país na exportação da commodity Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Vítimas aguardam audiência na Justiça alemã

Valor Econômico - Finanças O município de Brumadinho e uma das famílias atingidas pelo rompimento da barragem de rejeitos de minério da Vale processaram a Tüv Süd na Alemanha O município de Brumadinho e uma das famílias atingidas pelo rompimento da barragem de rejeitos de minério da Vale na região, em 2019, aguardam para as próximas semanas o agendamento de uma audiência no Tribunal Distrital de Munique, na Alemanha, contra a Tüv Süd. A auditora alemã fez a inspeção que liberou a operação da barragem da Vale que rompeu em 25 de janeiro de 2019, causando a morte de 270 pessoas com a liberação de 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Governo estuda aluguel social em parceria com empresas via PPI

Valor Econômico - Finanças Déficit habitacional brasileiro está estimado em 6,35 milhões de unidades habitacionais Andre Coelho/Valor O governo estuda criar formas para oferecer, por meio de parcerias com a iniciativa privada, contratos de aluguel para famílias de baixa renda. A ideia, discutida na reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) em dezembro passado, deu mais um passo nesta sexta-feira, com a publicação no Diário Oficial de uma resolução recomendando que o programa seja qualificado para a carteira do PPI. “Os programas de provisão habitacional hoje existentes no país não se mostram suficientes para equacionar o déficit habitacional para famílias que vivem em estado de pobreza absoluta”, diz em nota a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier. “Em um cenário de escassez de recursos públicos, é necessário pensar em novos modelos.” De acordo com o Ministério da Economia, o objetivo é estruturar projetos-piloto de locação social. O déficit habitacional brasileiro está estimado em 6,35 milhões de unidades habitacionais. Os recursos para a elaboração dos estudos poderão sair do Fundo de Apoio à Estruturação de Projetos de Concessão e Parcerias Público-Privadas/ PPP (FEP). Veja Mais

Governadores defendem cota extra de 300 mil vacinas para o Amazonas

Valor Econômico - Finanças A proposta ainda será analisada pelo governo federal, a quem cabe decidir sobre a distribuição Profissional de saúde limpa a área onde tanques de oxigênio vazios estão ociosos no Hospital Joventina Dias em Manaus, Amazonas Edmar Barros/AP Photo/Arquivo Em reunião na noite da última quinta-feira, o Fórum dos Governadores dos Estados Brasileiros defendeu a criação de uma cota extra de cerca de 300 mil doses de vacinas para o estado do Amazonas. O estado, que vive um colapso em seu sistema de saúde, enfrenta uma escalada de novos casos da doença, com recordes e registros de infectados, de hospitalizações e de mortes em decorrência da doença. As 300 mil doses equivalem a cerca de 5% do total de vacinas previstas em curto prazo, incluindo a CoronaVac e a vacina de Oxford/AstraZeneca. Ao todo, 2 milhões da vacina de Oxford/AstraZeneca devem chegar nesta sexta (22) após a Índia finalmente dar sinal verde à exportação. Outras 4,8 milhões da CoronaVac, que já foram envasadas pelo Instituto Butantan, que aguarda a liberação da Anvisa. A proposta dos governadores ainda será analisada pelo governo federal, a quem cabe decidir sobre a distribuição das vacinas. O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que preside o Consórcio do Nordeste e lidera as negociações dos estados relacionadas à vacina, diz que a proposta foi aprovada pelos governadores tendo em vista a gravidade do cenário da pandemia no estado do Amazonas. "A situação [do Amazonas] é grave, muito mais grave do que antes. E, pior: o vírus começa a se espalhar, já com presença forte na divisa com o estado do Pará", afirmou Dias. O objetivo é atender Manaus e as cidades do interior do estado mais afetadas pelos novos casos da pandemia: "É uma ação não só humanitária, mas ela também é estratégica tecnicamente para evitar a propagação [da Covid-19]", afirmou. Só na última quarta (20) foram confirmados 5.009 novos casos no Amazonas, sendo 3.632 na capital e 1.377 no interior. Esse é o maior número registrado em um único dia desde o início da pandemia. Até então, o recorde havia sido registrado em 29 de maio, primeiro pico da pandemia: 2.763. Essa escalada de diagnósticos de covid-19 deve pressionar ainda mais os hospitais de Manaus, que já enfrentam crise de falta de leitos e de oxigênio, que vem provocando a morte de pacientes internados na capital e no interior do estado, relatam médicos e as próprias prefeituras. Na capital, hospitais da rede pública estão superlotados e operam acima da capacidade, com pacientes internados em poltronas por falta de leitos e taxas de ocupação chegando a 111% entre os leitos clínicos e 96% na UTI Covid, segundo o boletim epidemiológico do governo amazonense. Na rede privada, a taxa de ocupação é de 93% para os leitos de UTI Covid e 85%, entre os leitos clínicos. E, tanto na rede pública quanto na privada, a escassez de oxigênio tem levado os médicos a pedirem que os familiares dos pacientes levem cilindros com o insumo para garantir os tratamentos em caso de novas interrupções, que não estão descartadas. A campanha de vacinação foi suspensa em Manaus nesta quinta por, pelo menos, 24 horas após denúncias de favorecimento na aplicação de vacinas contra covid-19. A Defensoria Pública do Amazonas recomendou a a reformulação do plano de vacinação dos profissionais de saúde em Manaus devido à "quantidade insuficiente de doses de vacina". As vacinas disponibilizadas nesta primeira fase pelo Ministério da Saúde, que devem ser suficientes para imunizar apenas 34% dos 56 mil servidores da saúde nas redes estadual e municipal da capital. Veja Mais

Rosa Weber veta votação remota para escolha do presidente da Câmara

Valor Econômico - Finanças PDT pediu que a votação fosse híbrida devido ao agravamento da pandemia de covid-19 A vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, indeferiu um pedido do PDT para que a eleição da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados não fosse integralmente presencial. Após a direção da Casa ter decidido que a eleição deveria ser obrigatoriamente presencial, o PDT solicitou que a votação fosse híbrida, diante do agravamento da pandemia de covid-19. A ideia era garantir que deputados do grupo de risco pudessem votar remotamente. Na petição, assinada pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e pelo deputado Mário Heringer (PDT-MG), o partido destaca que a Câmara realizou votações remotas ao longo de 2020. Rosa Weber Valor Os pedetistas mencionam estimativa feita pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de que 3 mil pessoas circulariam nas dependências da Câmara no dia da eleição caso a votação seja presencial. Na quinta-feira, o Progressistas, partido candidato à presidência da Casa Arthur Lira (AL), acionou o STF para que o pedido do PDT fosse rejeitado. A legenda defende que essa é uma decisão interna da Câmara e que o Judiciário não deve interferir. Em defesa do voto obrigatoriamente presencial, o Progressistas argumentou que é importante garantir que o voto seja feito pelos deputados e resguardar o sigilo da escolha de cada um dos parlamentares. A legenda de Lira alega que apenas a votação presencial garante que a disputa “não seja contaminado por ataques de hackers, que têm quebrado sistemas de segurança de órgãos, entidades e empresas mundiais”. Veja Mais

IBM promete retomar crescimento da receita em 2021

Valor Econômico - Finanças Queda de 4,6% no ano passado foi influenciada pela decisão de clientes empresariais de reduzir custos durante a pandemia da covid-19 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bovespa cai mais de 1% com preocupações domésticas

G1 Economia Nesta quinta-feira, o principal índice da bolsa caiu 1,10%, a 118.329 pontos. Com nova queda, bolsa passa a acumular queda de 0,58% no ano. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (22), com as atenções voltadas para o agravamento da pandemia e aumento das medidas restritivas no país, além de preocupações com o quadro fiscal do país. Às 10h41, o Ibovespa caía 1,78%, a 116.222 pontos. Veja mais cotações. O dólar opera em alta, acima de R$ 5,40. Na quinta-feira, a bolsa fechou em queda de 1,10%, a 118.329 pontos. A semana acumula perda de 1,68%. Na parcial do mês e do ano, a bolsa ainda acumula queda de 0,58%. SP estuda fechar comércio à noite e nos fins de semana pra evitar novos casos de Covid Cenário global e local Nos EUA, os senadores decidem nesta sexta acerca da indicação de Janet Yellen para presidir o Departamento do Tesouro do país. Yellen participou de audiência na terça, na qual defendeu o emprego de estímulos fiscais para recuperar a economia americana mais rapidamente dos efeitos recessivos da pandemia. Os preços do petróleo caíam nesta sexta-feira, recuando ainda mais em relação às altas de 11 meses atingidas na semana passada, pressionados por temores de que novas medidas para enfrentar a pandemia na China reduzirão a demanda por combustível no maior importador de petróleo do mundo. Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas ainda para os percalços para o avanço da vacinação contra o coronavírus no Brasil e a perspectiva de novas medidas restritivas para conter o aumento do número de contaminações. SP deve anunciar quarentena aos finais de semana e a partir das 20h nos dias úteis Por volta das 17h40, o Brasil deverá receber a carga de 2 milhões de doses de vacina de AstraZeneca e Oxford vindas da Índia, após um atraso de uma semana. As vacinas devem ser liberadas para distribuição já no sábado, segundo a Fiocruz. A percepção de que a imunização contra a Covid-19 no Brasil será lenta e sujeita a reveses tem elevado receios quanto à força da recuperação da economia e alimentado temor de criação de novas despesas para fazer frente à pandemia. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a situação das contas públicas preocupa O mercado tem monitorado com atenção também a campanha por eleição na Câmara e no Senado para calcular riscos de nova pressão por mais gastos, que também podem vir de dentro do próprio governo. Candidatos à presidência da Câmara e Senado já falam em estender o auxílio emergencial. "O quadro sanitário não dá sinais claros de melhora enquanto o governo segue encontrando diversas barreiras para dar andamento à campanha de vacinação contra o coronavírus. Desta forma, o investidor deverá seguir avaliando de maneira cautelosa os desenvolvimentos em torno da campanha de imunização enquanto avalia os riscos de um novo atraso tanto na esfera social como na fiscal", disse Victor Beyruti, economista da Guide. Histórico de variação do Ibovespa G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Dólar comercial passa de R$ 5,40 e juros sobem com cenário externo

Valor Econômico - Finanças O dólar aponta alta firme frente ao real nos primeiros negócios da última sessão da semana, refletindo o fortalecimento da divisa americana contra pares da moeda brasileira. Por volta das 9h35, o dólar tinha avanço de 1%, para R$ 5,4172. No mesmo horário, subia 1% ante o peso mexicano; 1,2% ante o rublo russo; 0,9% ante o rand sul-africano e 0,5% ante a lira turca. Lá fora, os futuros das bolsas americanas recuam ao menos 0,5%, sinalizando que os índices à vista em Wall Street devem se retrair após alcançarem máximas históricas, com agentes de olho no desenrolar da pandemia, e os principais índices europeus caem, refletindo números abaixo do esperado da atividade econômica em meio ao aumento de casos de covid-19. O mercado de juros também inicia o dia mostrando mais implicação de prêmio de risco na curva, com altas fortes, de cerca de 10 pontos-base, em taxas mais longas, e uma leve alta na curta — na sessão da véspera, o Copom contribuiu com o avanço de juros de curto prazo, que precificaram uma alta da Selic mais cedo. Além dos persistentes riscos fiscais no radar, a evolução da crise sanitária continua como ponto adicional de atenção aos investidores. “O ambiente sanitário, econômico e político do país oferece novas razões para preocupação”, escreve a Renascença, em relatório. “Julgando nosso cenário base de efetiva deterioração das condições sanitárias, de um lado a atividade econômica deverá sofrer ainda, mais nesses primeiros meses de 2021, de outro lado o clamor por extensão do Auxílio Emergencial tenderá ser algo próximo da unanimidade nos próximos dias e semanas.” O documento também cita o endurecimento das medidas de isolamento social no Estado de São Paulo, que terá, todos os dias às 20h, a entrada em “fase vermelha”, em que bares, restaurantes e comércio não essencial fecham. Com isso, as taxas do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 variavam de 3,38% para 3,39%; as do DI para janeiro de 2023 subiam de 5,13% para 5,17%; as do DI para janeiro de 2025 avançavam de 6,62% para 6,69% e as do DI para janeiro de 2027 passavam de 7,26% para 7,36%. Por volta das 17h40, o Brasil deverá receber a carga de 2 milhões de doses de vacina de AstraZeneca e Oxford vindas da Índia. As vacinas devem ser liberadas para distribuição já no sábado, segundo a Fiocruz. CC0 Creative Commons / pixabay Veja Mais

Número de casos de covid-19 em todo o mundo chega a 97,5 milhões

Valor Econômico - Finanças Número de mortes causadas pela doença já é superior a 2,09 milhões, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Emprego: confira 479 vagas ofertadas através da Agência do Trabalho em Pernambuco

G1 Economia Costureira, cozinheiro, lavador de automóveis e recepcionista são alguns dos cargos disponíveis nesta sexta-feira (22). Interessados podem agendar atendimento pela internet. Nesta sexta-feira (22), diversas vagas temporárias foram disponibilizadas Amanda Perobelli/Reuters O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE) reúne, nesta sexta-feira (22), 479 vagas de emprego em diferentes municípios do estado. As oportunidades foram disponibilizadas através das unidades da Agência do Trabalho. Do total, dez vagas foram reservadas para o cargo de operador de atendimento receptivo (telemarketing) para pessoas com deficiência e sem necessidade de ter experiência, no Recife. Outras dez oportunidades são temporárias para o cargo de caldeireiro serralheiro, em Igarassu (confira lista completa mais abaixo). Há vagas no Recife (204), Araripina (4), Arcoverde (6), Belo Jardim (10), Bezerros (2), Cabo de Santo Agostinho (38), Camaragibe (4), Caruaru (61), Garanhuns (1), Igarassu (22), Ipojuca (6), Paudalho (3), Nazaré da Mata (2), Pesqueira (1), Petrolina (9), São Lourenço da Mata (5), Salgueiro (24), Santa Cruz do Capibaribe (43), Serra Talhada (7) e Vitória de Santo Antão (27). Os interessados devem procurar uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento, que pode ser feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Concursos e emprego Veja Mais

José de Souza Martins: O desafio social da vacina

Valor Econômico - Finanças No Brasil, o caso será muito mais complicado do que em outros lugares: o país está sem liderança política Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fernando Abrucio: Brasil perderá os próximos dois anos com Bolsonaro

Valor Econômico - Finanças Seguindo essa toada, o Brasil aprofundará a sua crise e passará por uma longa travessia de pelo menos dois anos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Denzel Washington, o melhor ator do século XXI

Valor Econômico - Finanças Apontado como o melhor ator do século XXI, Denzel Washington é uma das apostas para levar o público de volta aos cinemas, com ‘Os Pequenos Vestígios’ Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Nova biografia revela mestres de Jacques Derrida

Valor Econômico - Finanças Peter Salmon privilegia o percurso teórico traçado pelo filósofo Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Segurança jurídica nos mercados de carbono

Valor Econômico - Finanças Foi dada a largada na corrida para o topo de quem quer ver reconhecido seu papel na mitigação climática A pandemia da covid-19 fez frear a economia e se repensar a alocação de recursos públicos e privados à luz dos riscos climáticos. Isso alavancou a discussão sobre a precificação do carbono e a descarbonização das economias, e fez o ambiente para tomada de decisão sobre mitigação climática migrar da negociação multilateral da ONU - no Acordo de Paris - para o setor privado e financeiro, despontando-se uma nova fronteira da economia: os mercados de carbono. Garantir a integridade ambiental e segurança jurídica desses mercados e suas transações é um dos maiores desafios da economia globalizada. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cresce aposta em elevação da Selic já na reunião de março

Valor Econômico - Finanças Copom, leilão e risco fiscal impulsionaram ontem os juros futuros Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ibovespa volta a cair e zera alta no ano; dólar sobe para R$ 5,363

Valor Econômico - Finanças Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Citi vai diminuir bônus de executivos

Valor Econômico - Finanças Medida ocorre após autoridades reguladoras dos EUA terem repreendido o banco no ano passado O Citigroup diminuirá os bônus de dezenas de seus principais executivos após autoridades reguladoras dos EUA terem repreendido o banco no ano passado. As reduções variam bastante, dependendo do tamanho e estrutura do pacote de compensação de cada executivo, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Governo deve manter desoneração do milho

Valor Econômico - Finanças No momento, isenção do grão, que é de 8%, vai até o fim de março Após o fim do prazo de isenção da Tarifa Externa Comum (TEC) para compras de produtos do complexo soja feitas fora do Mercosul, a preocupação dos setores produtivos e do governo concentra-se agora no milho. A importação segue isenta até o fim de março, mas a alta dos preços e a forte demanda pela produção brasileira, com a entrada da China no mercado comprador e os Estados Unidos podendo utilizar mais cereal para o etanol na gestão Biden, deixam aberta a possibilidade de a desoneração de 8% ser renovada. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa libera saques de últimas parcelas para nascidos em outubro

G1 Economia Serão liberados nesta sexta os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamento do benefício para aniversariantes em outubro. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta sexta-feira (22) os saques e transferências das últimas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,5 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento desta sexta é para os trabalhadores nascidos em outubro. Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamento do benefício. O calendário de liberação segue até 27 de janeiro. Os créditos das últimas parcelas do benefício se encerraram no último dia 29 de dezembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA SEXTA: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em outubro - poderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 9 e 23 de dezembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Calendário de saques do Auxílio Emergencial Reprodução/Caixa Econômica Federal Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial Veja Mais

Últimos dias

Biden manterá Christopher Wray como diretor do FBI

Valor Econômico - Finanças Wray, que lidera o FBI desde 2017, tem cerca de seis anos restantes em seu mandato de 10 anos, mas atua sob a vontade do presidente O presidente dos EUA, Joe Biden, manterá Christopher Wray no cargo como diretor do FBI, confirmou a Casa Branca na quinta-feira, proporcionando estabilidade no topo da principal agência de aplicação da lei do país, enquanto o novo governo enfrenta a crescente ameaça de extremismo doméstico após o tumulto mortal no Capitólio dos EUA. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Eletropar vende todas as ações da Light sob sua titularidade

Valor Econômico - Finanças A Eletrobras Participações (Eletropar) comunicou ao mercado que alienou todas as ações da Light sob sua titularidade entre os dias 8 e 20 de janeiro. O último formulário de referência da Light, divulgado em 7 de janeiro, não especificava a participação da Eletropar. Light, companhia fluminense de energia Facebook/Light Veja Mais

Posição cambial do BC é a menor em cinco anos

Valor Econômico - Finanças A posição cambial líquida do Banco Central (BC) caiu abaixo de US$ 290 bilhões pela primeira vez em quase cinco anos. Em 15 de janeiro, o indicador estava em Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Urbeplan discute sociedade com Alphaville

Valor Econômico - Finanças A Alphaville Urbanismo, controlada do Pátria Investimentos, e a Urbeplan, empresa do grupo goiano Emsa, sócias num empreendimento em Palmas, no Tocantins, discutem a dissolução da parceria por conta de problemas nas partes interna e externa da obra. Apesar de não estar diretamente envolvido no contrato, a Urbeplan tenta, na Justiça, envolver o Pátria na discussão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fisco ganha superpoder com entrada em vigor da nova Lei de Falências

Valor Econômico - Finanças Fazendas poderão pedir quebra de empresa que descumprir parcelamento fiscal ou acordo O Fisco ganha um superpoder com a entrada em vigor da nova Lei de Falências (nº 14.112, de 2020) neste fim de semana. Poderá pedir a falência da empresa em recuperação judicial caso haja descumprimento de parcelamento fiscal ou acordo. A medida também valerá para casos de esvaziamento patrimonial — estratégia adotada para se evitar ou postergar o pagamento de dívida tributária. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ambev fecha acordo com startup FNM e Agrale para produção de mil veículos elétricos

G1 Economia Veículos vão para transportadoras que prestam serviços de distribuição para a cervejaria, somando-se a cerca de 1.600 outros elétricos que estão sendo produzidos em Resende (RJ) pela Volkswagen. Cervejaria Ambev Divulgação A Ambev fechou parceria com a startup brasileira FNM e com a montadora nacional Agrale para produção de mil veículos elétricos incluindo caminhões e vans, como parte dos planos da fabricante de bebidas de ter metade de sua frota rodando com energia limpa até 2023. O valor do investimento não foi revelado, com a Ambev afirmando apenas que o projeto é "viável economicamente devido ao menor custo de energia e manutenção". Com cerca de 5.300 caminhões, a Ambev tem uma das maiores frotas dedicadas do país. E é com a conversão dessa estrutura que a companhia planeja reduzir em 25% a emissão de CO2 em toda sua cadeia até 2025. Os veículos da parceria vão para transportadoras que prestam serviços de distribuição para a cervejaria, somando-se a cerca de 1.600 outros elétricos que estão sendo produzidos em Resende (RJ) pela Volkswagen Caminhões e Ônibus, dos quais 100 devem começam a rodar já este ano. Segundo a Ambev, comparado aos 5.300 caminhões da frota atual, cada caminhão elétrico da FNM/Agrale permitirá reduzir a emissão de CO2 em 126 mil quilos por ano. O veículo piloto fará rotas de entrega de bebidas no Rio de Janeiro, com autonomia de até 100 quilômetros por dia. A nova parceria envolve a startup de soluções de logística FNM (Fábrica Nacional de Mobilidades), conhecida como FêNêMê, que participou de um programa de aceleração da Ambev, em 2019. Por meio da FNM, os caminhões terão um sistema anti-colisão com inteligência artificial e câmeras integradas. O reabastecimento será feito em pontos de recarga em centros de distribuição da Ambev, que usam energia solar. "As parcerias resultaram em um veículo com tecnologias de ponta que agora poderá ser exportado para outros países e outras empresas", afirmou à Reuters Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev. O anúncio significa um reforço na produção nacional de veículos elétricos, segmento para o qual montadoras do mundo inteiro estão migrando rapidamente, o que pode ser um vetor para a Agrale, que produz tratores, caminhões, chassis para ônibus, utilitários, motocicletas, vans, motores e geradores.  Os veículos terão motores da europeia Danfoss, baterias da norte-americana Octillion e baús Randon. A Danfoss Editron e a Octillion estudam instalar fábricas no Brasil, disse a Ambev. Na semana passada, a Reuters publicou que o Mercado Livre, maior portal de comércio eletrônico da América Latina, vai começar a oferecer aos entregadores no Brasil financiamento para compra de veículos elétricos. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Justiça dos EUA rejeita pedido da Parler para que Amazon restaurasse a hospedagem da rede social

G1 Economia Usada por muitos apoiadores de Trump, Parler é acusada de não tomar medidas contra posts que incitam violência. Imagem mostra aplicativo e página da rede social Parler Olivier Douliery/AFP A Justiça Federal dos Estados Unidos rejeitou nesta quinta-feira (21) um pedido da Parler para que Amazon restaurasse a hospedagem da rede social na internet. Após a invasão ao capitólio em 6 de janeiro, a Parler foi desativada da internet depois de ser suspensa pelos provedores. A juíza Barbara Rothstein, em Seattle, disse que o Parler falhou em demonstrar que prevaleceria no mérito de suas reivindicações, ou que o interesse público apoiava uma liminar exigindo a restauração do serviço. A Amazon Web Services suspendeu Parler em 10 de janeiro. A gigante de internet disse que o Parler violou seu contrato ao ignorar repetidos avisos para lidar efetivamente com o crescimento de conteúdo violento, incluindo chamadas para assassinar políticos democratas proeminentes, executivos de negócios e a mídia. O Parler disse que a Amazon não tem direito contratual de excluí-la e o fez por "animosidade política" para beneficiar o Twitter, um cliente maior da Amazon que o Parler disse não censurar conteúdo violento direcionado aos conservadores. Muitos apoiadores do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usam o Parler, que afirma ter mais de 12 milhões de usuários. O Parler não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Veja Mais

Porta-voz do governo japonês nega plano de cancelar Olimpíada de Tóquio

Valor Econômico - Finanças Informação do cancelamento foi publicada pelo jornal britânico 'The Times', citando fonte anônima Um porta-voz do governo japonês negou uma reportagem de um jornal britânico dizendo que o governo decidiu cancelar a Olimpíada de Tóquio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Exportações brasileiras de frutas crescem 6% em 2020 e passam de 1 milhão de toneladas

Valor Econômico - Finanças Segundo a Abrafrutas, vendas ao exterior renderam US$ 875,8 milhões no ano passado As exportações brasileiras de frutas cresceram 6% em volume em 2020, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas ). No acumulado de janeiro a dezembro, os embarques somaram 1,02 milhão de toneladas. Em receita, a alta em relação ao ano anterior foi de 3%, para US$ 875,8 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

FT: Derivativos migram de Londres para EUA e Holanda após Brexit

Valor Econômico - Finanças Os Estados Unidos e a Holanda despontam como os primeiros vencedores do deslocamento das negociações de derivativos a partir de Londres na sequência da saída do Reino Unido da União Europeia (UE). Dados divulgados pela IHS Markit destacam a mudança nas transações da City de Londres que ocorreu este mês, depois que um acordo sobre serviços financeiros foi omitido dos acertos pós-Brexit entre Reino Unido e a UE. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ambev faz acordo com startup para a produção de caminhões elétricos

Valor Econômico - Finanças A companhia fechou parceria com a Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM) para a compra de 1 mil caminhões elétricos A Ambev fechou parceria com a startup Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM) para a compra de 1 mil caminhões elétricos. A startup foi uma das finalistas do programa Aceleradora 100+ da Ambev, em 2019. O valor do investimento foi mantido em sigilo pelas companhias. Para desenvolver o projeto da Ambev, a FNM fez um contrato de cooperação técnica e industrial com a Agrale. A entrega de toda a frota está prevista para ser concluída até o fim de 2023. Cada caminhão elétrico do modelo FNM 833 representará corte de 126 mil quilos de gases de efeito estufa por ano em relação aos caminhões movidos a combustível fóssil. O veículo piloto rodará nas rotas de entrega de bebidas no Rio de Janeiro, com autonomia de até 100 quilômetros por dia. A recarga total dos caminhões será feita por “Wallbox com tomadas CCS2” em até quatro horas, conectadas na rede de 380Volts nos centros de distribuição da Ambev, que já operam com energia solar. Após testes na sede da fábrica da FNM, que fica dentro da fábrica da Agrale em Caxias do Sul (RS), os caminhões vão começar a rodar. A Ambev já tinha um acordo de intenção de compra de 1,6 mil caminhões elétricos da Volkswagen Caminhões e Ônibus. A substituição da frota (atualmente de 5,3 mil veículos) por caminhões movidos a energia limpa faz parte dos planos da Ambev de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 25% até 2025. Com esse acordo, a Ambev já contratou metade da frota de caminhões para rodar com energia limpa até 2023, com emissão zero de carbono. De acordo com a companhia, o caminhão FNM vem 100% conectado aos sistemas de tecnologia da Ambev, trazendo em tempo real as informações de rota e performance para a área de monitoramento da empresa e informações como trânsito, trajetos e características do cliente. O veículo também possui tecnologias de segurança, como um sistema anticolisão com inteligência artificial e câmeras integradas. Veja Mais

SP vacina mais de 50 mil pessoas contra covid-19

Valor Econômico - Finanças Os dados são do "Vacinômetro", ferramenta digital que permite acompanhar em tempo real o número de imunizados no Estado O Estado de São Paulo vacinou 50.661 mil pessoas contra covid-19 até as 18h33 desta quinta-feira (21), informou a Secretaria Estadual de Saúde. Os dados são do "Vacinômetro", ferramenta digital que permite acompanhar em tempo real o número de imunizados no Estado. O governo estadual concluiu a distribuição de vacinas para todas as regiões e entregou mais 145 mil doses para outros 75 destinos via Instituto Butantan, que produz a Coronavac em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Os novos pontos incluem 68 cidades e sete Grupos de Vigilância Epidemiológica (GVEs) nas seguintes regiões: São João da Boa Vista, Assis, Campinas, Presidente Prudente, Grande São Paulo e Piracicaba. Os GVEs farão a subdivisão para cidades menores em suas áreas de atuação. Nessa primeira fase, profissionais de saúde, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência com mais de 18 anos vivendo em instituições de longa permanência, indígenas aldeados e quilombolas receberão as doses. O trabalho é feito com o apoio de equipes da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo as estratégias adequadas ao cenário local. A inclusão de novos grupos populacionais será norteada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). A campanha de imunização em São Paulo, reforça a secretaria, será desenvolvida segundo a disponibilidade das remessas do órgão federal. À medida que o Ministério da Saúde viabilizar mais doses, as novas etapas do cronograma e públicos-alvo serão divulgados pelo Estado. Veja Mais

Biden apresenta plano contra a covid-19 e diz que mortes podem chegar a 500 mil

Valor Econômico - Finanças Entre as ordens executivas assinadas hoje, Biden determinou o uso de máscaras em viagens interestaduais pelos EUA e teste negativo para a covid-19 de passageiros internacionais O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, apresentou nesta quinta-feira (21) uma estratégia nacional de combate à covid-19 e assinou uma série de ordens executivas com medidas para reforçar a luta contra a doença. Biden afirmou que os EUA enfrentam uma “emergência nacional” e que é hora de tratá-la como tal. Segundo ele, o número de mortos pela doença pode chegar a 500 mil no próximo mês. “As coisas vão continuar piorando antes de melhorar. Não entramos nessa confusão da noite para o dia e vai levar meses para conseguirmos mudar isso”, disse ele, pedindo, mais uma vez, união aos americanos para superar a crise. Entre as ordens executivas assinadas hoje, Biden determinou o uso de máscaras em viagens interestaduais pelos EUA. Passageiros de voos internacionais para o país também terão, a partir de agora, que apresentar um teste negativo para a covid-19 antes do embarque. Depois do pouso, serão obrigados a respeitar uma quarentena, com base nas orientações do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O democrata já havia assinado ontem decretos para determinar o uso de máscaras em prédios do governo federal e para suspender a saída dos EUA da Organização Mundial de Saúde (OMS), uma medida anunciada pelo ex-presidente Donald Trump durante a pandemia de covid-19. Lei de Produção de Defesa Biden também confirmou que invocará a Lei de Produção de Defesa para usar os poderes que a presidência dos EUA tem em tempos de guerra para impulsionar a fabricação de 12 itens necessários para o combate à covid-19, que vão desde máscaras N95 e seringas para a aplicação de vacinas. Empresas que poderão ajudar o governo nesse esforço já foram identificadas. O novo presidente afirmou que o programa de vacinação dos EUA foi, até agora, uma “falha terrível” e também anunciou medidas para ampliar a distribuição de vacinas, que a partir do próximo mês serão aplicadas em farmácias locais. Os Estados americanos também poderão pedir apoio da Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema) e da Guarda Nacional para reforçar a distribuição das doses. “Nossa estratégia é compreensiva, baseada na ciência e não na política, baseada na verdade e não na negação”, disse Biden, criticando seu antecessor no cargo, sem citá-lo diretamente. Antes da posse, Biden prometeu aplicar 100 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 nos 100 primeiros dias do novo governo. Hoje, ele voltou a pedir que os americanos se protejam do vírus e usem máscaras até que o programa de imunização comece a ser efetivo para diminuir a disseminação da doença. Veja Mais

Preços do petróleo fecham quase estáveis após aumento inesperado em estoques dos EUA

G1 Economia Estoques de petróleo aumentaram em 2,6 milhões de barris na semana passada. Os preços do petróleo terminaram esta quinta-feira (21) praticamente estáveis, depois que dados do setor mostraram aumento inesperado nos estoques da commodity nos Estados Unidos, reacendendo preocupações relacionadas à demanda por combustíveis em meio à pandemia, mas esperanças de novos estímulos norte-americanos deram suporte ao mercado. Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 0,02 dólar, a US$ 56,10 por barril, enquanto o petróleo dos EUA (WTI) recuou 0,18 dólar, para US$ 53,13 o barril. Campo de exploração de petróleo no RN Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação Ambos os contratos de referência haviam avançado nos dois dias anteriores, apoiados por expectativas de gastos massivos em alívio à pandemia de Covid-19 nos EUA, com o novo governo do presidente Joe Biden. Na noite de quarta-feira, porém, dados do setor mostraram que os estoques de petróleo norte-americanos aumentaram em 2,6 milhões de barris na semana passada, enquanto analistas ouvidos pela Reuters esperavam queda de 1,2 milhão de barris. A divulgação dos números oficiais sobre os estoques da commodity no país foi adiada em dois dias, para sexta-feira, por causa do feriado de Martin Luther King Jr. e da posse de Biden. "Estamos em compasso de espera até recebermos o relatório de estoques", disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago. "O mercado está aguardando para ver o que acontece com os estoques amanhã e com os estímulos mais para frente." Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

Fed renomeia todos os 12 presidentes regionais para novos mandatos de 5 anos

Valor Econômico - Finanças Os 12 bancos regionais do Fed são instituições quase privadas supervisionadas por conselhos cujos membros são oriundos do setor privado O Federal Reserve disse nesta quinta-feira que todos os 12 presidentes de bancos regionais e seus atuais segundos no comando foram aprovados para novos mandatos de cinco anos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Roberto Benigni volta às telonas com versão sombria do clássico “Pinóquio”

Valor Econômico - Finanças "Desconheço se mais alguém teve o privilégio de interpretar tanto o criador quanto a criatura", disse o ator, dirigido no novo "Pinóquio" pelo compatriota Matteo Garrone O toscano Roberto Benigni nasceu no vilarejo de Manciani La Misericordia, a cerca de 20 quilômetros de Florença, cidade do escritor Carlo Collodi (1826-1890), o “pai” de Pinóquio. "Desde pequeno, minha mãe já me chamava de 'Pinocchieto' (pequeno Pinóquio, em italiano), por eu ser muito desobediente e mentiroso", contou o ator de 68 anos, até hoje fascinado pelo personagem do clássico de literatura infanto-juvenil. "Vejo as mentiras de Pinóquio como um ato de generosidade, por elas exigirem que ele invente sempre tantas histórias”, disse Benigni, diretor e protagonista do filme "Pinóquio", realizado em 2002. Com a experiência de quem interpretou naquela ocasião o boneco de madeira que vê seu nariz crescer ao contar lorotas, o italiano participa agora de mais uma adaptação cinematográfica da obra publicada em 1883. Desta vez, na pele do entalhador Gepeto. "Desconheço se mais alguém teve o privilégio de interpretar tanto o criador quanto a criatura", disse o ator, dirigido no novo "Pinóquio" pelo compatriota Matteo Garrone, mais conhecido por "Gomorra" (2008) e "Dogman" (2018). "No universo dos opostos, seria o mesmo que um ator viver Otelo e Iago ou ainda Hamlet e Ofélia, da obra de Shakespeare", brincou ele, em Berlim, enquanto promovia o filme. Com estreia nesta quinta-feira (21) nos cinemas do Brasil, "Pinóquio" dá a Benigni a chance de trabalhar um registro de interpretação mais contido nas telas – até por se tratar de uma versão mais sombria do clássico. O próprio ator admite que reprimir a sua "personalidade exuberante" em set de filmagem nunca é tarefa fácil. "Sou mesmo exagerado em tudo o que faço por gostar muito da vida. Se dependesse só de mim, o meu Gepeto se expressaria gesticulando muito e fazendo piadas o tempo todo.” Mas não foi assim que Garrone imaginou o carpinteiro solitário que, em busca de companhia, confecciona a marionete a partir de um tronco de árvore. Aqui Gepeto precisaria ser uma figura paterna mais tradicional, totalmente dedicado ao filho, já que é assim que ele vê o boneco travesso, vivido no filme pelo ator mirim Federico Ielapi. "No final, foi bom seguir a visão de Matteo, por eu já ter interpretado um pai com um quê de Pinóquio, por ter de mentir muito." Benigni se refere ao drama "A Vida É Bela" (1997), em que o seu personagem, o judeu Guido, inventa brincadeiras, tentando esconder do filho Giosué o fato de ambos terem sido levados a um campo de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Foi essa a obra que projetou o italiano internacionalmente, sobretudo depois da conquista de três prêmios Oscar: o de melhor ator e de melhor filme estrangeiro para Benigni (que também acumulou aqui as funções de diretor e o roteirista) e de trilha sonora para Nicola Piovani. Mas desde então nada que Benigni fez conseguiu empolgar a crítica ou o público – o que aumenta a importância do novo "Pinóquio". Embora tenha alcançado uma renda razoável na Itália, o "Pinóquio" rodado em 2002 foi massacrado mundo afora, culminando com a escolha de Benigni como o pior ator na 23ª edição do Framboesa de Ouro. "Não falaria mal do meu 'Pinóquio', por ser o meu bebê, mas admito que a versão de Matteo é, hoje, a minha favorita, pela sua abordagem mais clássica de conto de fadas." Não dava mesmo para levar o "Pinóquio" anterior a sério. A começar por Benigni, já na casa dos 50 anos, personificando o boneco que queria ser um menino de verdade – algo que gerava um certo mal-estar no espectador, apesar do entusiasmo juvenil do ator. "Lançar o filme dublado no mercado internacional foi um erro", lembra, culpando (pelo menos em parte) a estratégia da Miramax pelo fracasso. A empreitada seguinte como diretor e ator, "O Tigre e a Neve" (2005), também não deu certo, apesar de Benigni ter buscado inspiração em outro clássico, "A Bela Adormecida". Talvez isso explique o seu sumiço das telas, de 2006 a 2011, período em que o ator rodou o mundo com o show "TuttoDante", no qual recitava trechos da "Divina Comédia", de Dante Alighieri (1265-1321). Woody Allen foi o responsável por trazê-lo de volta aos sets, em 2012, escalando-o para um dos segmentos de "Para Roma, Com Amor" (2012). Perseguição "Se retornei às telas recentemente, foi graças a Pinóquio, que sempre me perseguiu", afirmou Benigni, referindo-se às tentativas frustradas de filmes baseados no clássico com Federico Fellini (1920-1993) e também com Francis Ford Coppola. "Fellini até me chamava de Pinóquio. Ele chegou a me desenhar como o personagem, mas desistiu do projeto quando ficou realmente doente, morrendo pouco tempo depois", completou o ator, escalado anteriormente por Fellini em "A Voz da Lua" (1990). O convite para filmar com Coppola veio em 2000, logo depois da consagração de "A Vida É Bela", quando Benigni passou a frequentar as casas de celebridades nos Estados Unidos. "Na época, as coisas mais loucas aconteceram. Robin Williams (1951-2014) não só me emprestou o seu avião particular para visitá-lo na Califórnia como me apresentou a Coppola durante um jantar. Quando o diretor me perguntou se eu não queria rodar Pinóquio, respondei que, para estar em um filme de Coppola, eu interpretaria a baleia da história, se fosse preciso." Mas o projeto não foi adiante, como lembra Benigni, devido aos problemas financeiros da empresa do cineasta, a American Zoetrope. Por mais que Benigni tenha caído nas graças de Hollywood, com o aval da Academia, o ator nunca se sentiu muito confortável com o estilo de vida americano – sobretudo com o luxo de Los Angeles. "No meu discurso no Oscar, quando agradeci os meus pais pelo maior presente que me deram, a pobreza, a plateia riu. Mas eu não estava brincando", disse Benigni, o caçula de uma família de quatro filhos. Seu pai, o carpinteiro Luigi Benigni, nunca conseguiu comprar mais de uma cama para a pequena casa onde viviam. "Dormíamos todos juntos." Olhando para trás, nem Benigni consegue entender como eles podiam ser tão felizes. "Não tínhamos nada e, ao mesmo tempo, nós nos sentíamos como os donos do mundo. Provavelmente por termos apreendido a apreciar as coisas mais simples da vida." “É difícil ser rico” E o que Benigni fez com o dinheiro que ganhou com "A Vida É Bela", responsável pela bilheteria mundial de mais de US$ 230 milhões? "Para mim, ainda é difícil ser rico. Minha casa é normal, muito longe de uma mansão como a de Robin Williams em San Francisco, que tinha quadros de Picasso nas paredes e uma vista espetacular para a Golden Gate." Até hoje o ator não sabe muito bem o que fazer com a conta bancária mais polpuda. "Como não sou homem de hábitos sofisticados, de que adianta tanto dinheiro a mais? Em vez de pedir um café quando vou à padaria do bairro, agora devo pedir dois?" Veja Mais

Bancos devem ter maior queda no lucro em 20 anos

Valor Econômico - Finanças A temporada de balanço dos bancos começa em fevereiro e deve mostrar a maior queda anual no lucro médio desde 2000, quando um prejuízo bilionário no antigo Banespa — que depois foi comprado pelo Santander — derrubou o resultado combinado das principais instituições financeiras. Desta vez, os números foram puxados para baixo pelas provisões para lidar com possíveis perdas com empréstimos causadas pela pandemia de coronavírus. Para 2021, a perspectiva dos analistas é de recuperação firme nos resultados, em função da base de comparação baixa e da retomada da economia, além da esperada alta da Selic. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Nasdaq tem segundo recorde consecutivo com transição presidencial

G1 Economia Índice foi impulsionado por ações da Apple, Facebook e outras tecnológicas. Curiosos olham através das janelas da Nasdaq Richard Drew/Associated Press O Nasdaq alcançou um novo recorde no fechamento esta quinta-feira (21) em um mercado otimista com a transição presidencial, mas as ações petroleiras caíram diante da perspectiva de medidas do novo presidente americano, Joe Biden. Impulsionado pelas ações da Apple, Facebook e outras tecnológicas, o Nasdaq subiu 0,6%, a 13.530,91 pontos, o segundo recorde consecutivo. Enquanto isso, o S&P 500 também alcançou um novo máximo em 3.853,07 pontos, com um pequeno ganho de 0,1%. O principal índice Dow Jones Industrial Average fechou em terreno negativo ao cair 0,1% a 31.176,01 pontos. Em um mercado otimista pela proposta de um plano de estímulo de US$ 1,9 trilhão do presidente Biden, as ações petroleiras foram afetadas por alguns anúncios do mandatário, que cancelou a permissão para o oleoduto Keystone XL entre Canadá e Estados Unidos e congelou um plano para extrair petróleo no Refúgio Nacional de Fauna Salvagem do Ártico. Biden também devolveu os Estados Unidos ao acordo de Paris sobre as mudanças climáticas. Estas decisões se refletiram em preços díspares do petróleo. Na véspera da publicação das reservas comerciais de petróleo nos Estados Unidos correspondentes à semana passada, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em março fechou estável em US$ 56,10 (+0,03%) em Londres. E o barril de WTI recuou 0,33% em Nova York, a US$ 53,31. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Cimento Tupi entra com pedido de recuperação judicial

Valor Econômico - Finanças A empresa informa, no seu pedido de proteção contra credores, uma dívida total na casa de R$ 3,43 bilhões A Cimento Tupi, umas das mais tradicionais fabricantes de cimento do país, entrou nesta quinta-feira (21) com pedido de recuperação judicial na Justiça do Rio de Janeiro. A empresa informa, no seu pedido de proteção contra credores, uma dívida total na casa de R$ 3,43 bilhões. Deste valor, o passivo em moeda estrangeira é de US$ 599,36 milhões com “bondholders”. Com sede na cidade do Rio de Janeiro e operações industriais nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio, a empresa alega que foi fortemente atingida pela crise do setor, desde o segundo semestre de 2014 e pela valorização do dólar frente o real, uma vez que grande parte da dívida era na moeda americana. A decisão da Tupi foi acelerada pelo pedido de falência contra a empresa que está na 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, ainda pendente de julgamento de mérito, segundo destaca na petição. Fundada em 1949, a cimenteira, que tem controle familiar, dispõe de capacidade para produzir 3,4 milhões de toneladas de cimento por ano e emprega diretamente 550 pessoas e gera 1.700 empregos indiretos. O endividamento da Tupi se agravou a partir de 2011, quando tomou a decisão de expandir o parque fabril com endividamento, a quase totalidade em dólar, com várias emissões de títulos (notes). A companhia diz confiar que a recuperação judicial permitirá a reestruturação de sua dívida e adequação de sua estrutura de capital. A dívida trabalhista é baixa — R$ 723 mil — e informa que equacionou o passivo fiscal por meio de programas de parcelamento disponíveis. Sendo deferido pelo juiz o pedido, a cimenteira informa que no prazo de 60 dias vai apresentar seu plano de recuperação judicial com as ações que tomará para viabilizar sua situação econômico-financeira. Veja Mais

Exportação brasileira de cachaça cai 24% em 2020 com pandemia

G1 Economia Por outro lado, vendas para a Alemanha, França e Bélgica cresceram. Brasil exporta bebida para 70 países e, no ano passado, embarcou 5,57 milhões de litros, queda de 23,9% em relação a 2019. Cachaça Shutterstock As exportações brasileiras de cachaça caíram em 2020 em função das dificuldades econômicas provocadas pela pandemia do coronavírus, afirma o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac). Por outro lado, as vendas para alguns mercados europeus, como a França e Alemanha, aumentaram. No total, as empresas do Brasil exportam a bebida, atualmente, para 70 países. E, no ano passado, foram embarcados 5,57 milhões de litros de cachaça, queda de 23,9% em relação a 2019, quando foram vendidos 7,33 milhões de litros. De onde vem: cana-de-açúcar gera energia elétrica para 12 milhões de residências do país Com os embarques, o setor faturou US$ 9,5 milhões, valor 34,8% menor do que os US$ 14,6 milhões do ano anterior. “O principal fator para a queda das exportações como um todo foi o difícil contexto econômico e social gerado pela pandemia da Covid-19 que, entre tantos desafios como o isolamento social, impôs o fechamento de bares e restaurantes, impulsionou restrições à comercialização de bebidas alcoólicas em diversas regiões e, ainda, teve a adoção de 'lockdowns'", explica Carlos Lima, diretor-executivo do Ibrac. Vendas para a Europa Contudo, as vendas para alguns países europeus cresceram em relação a 2019. Os destaques são: França: +24,53% em volume; +9,45% em valor; Alemanha: +2,74% em volume; +6,44%, em valor; Bélgica: +48,43% em volume; +107,09%, em valor. Principais países importadores em 2020 Em termos de volume, os 5 principais destinos da venda da cachaça nacional foram: Paraguai (26,12%); Alemanha (19,79%); França (12,50%); Estados Unidos (12,47%); Portugal (4,55%). Já em valor, os 5 principais mercados são: Estados Unidos (23,41%); Alemanha (13,99%); França (11,86%); Paraguai (10,79%); Itália (5,37%). Investimentos O Ibrac assinou no final de 2020 um convênio com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) que prevê investimentos no valor de R$ 3,4 milhões no setor, até 2022. De acordo com o instituto, mais de 50 empresas brasileiras - de todos os portes - serão apoiadas pelo projeto “Cachaça: Taste the New, Taste Brasil”. O objetivo é ampliar a base exportadora, além de aumentar o valor das exportações de Cachaça. O projeto vai trabalhar inicialmente os mercados prioritários como Alemanha, Estados Unidos, França, México, Reino Unido, Itália e Chile, e como mercados secundários, Bélgica e Suíça. As ações do projeto incluem rodadas de negócios e participação em feiras internacionais. “A renovação e continuidade do projeto desenvolvido em parceria pelo IBRAC e pela Apex-Brasil tem o objetivo de consolidar o reconhecimento da bebida no mercado externo como um destilado genuinamente brasileiro e de qualidade internacionalmente competitiva”, diz Carlos Lima. VÍDEOS: veja mais notícias sobre o agronegócio Veja Mais

Audiência da Vale com governo de MG termina sem acordo sobre Brumadinho

Valor Econômico - Finanças Secretário-geral do governo mineiro disse que a empresa agiu como se estivesse em um leilão Terminou sem acordo a audiência de conciliação realizada na tarde desta quinta-feira entre a Vale e o governo de Minas Gerais, no Tribunal de Justiça do Estado, para definir a indenização relativa às perdas causadas pela tragédia de Brumadinho, que completa dois anos na segunda-feira. De acordo com o secretário-geral do governo, Mateus Simões, a partir do dia 1º de fevereiro o caso volta para a primeira instância para ser sentenciado pelo juiz Elton Pupo Nogueira. A Vale recebeu, no entanto, uma semana de prazo para apresentar uma nova proposta de valor para as indenizações. Brumadinho Leo Correa / Associated Press O governo de Minas Gerais tentava negociar um valor de R$ 54 bilhões, que inclui indenizações por danos econômicos e morais. A empresa falava em um valor da ordem de R$ 21 bilhões. Simões, que participou da audiência, disse a jornalistas que a empresa agiu como se estivesse em um leilão. “Não vamos nos lançar num leilão para definir o valor desse acordo. Os projetos que foram apresentados somam um valor que é o mínimo necessário para garantir a recomposição dos danos gravíssimos que foram causados à população atingida”. “Discutir valores como se estivéssemos efetivamente dando lances não vai ser aceito pelo Estado e nem pelas instituições de direito. E é por isso que neste momento encerramos a possibilidade de audiências”, acrescentou. O secretário afirmou que o governo aguarda uma última manifestação da Vale “na direção de um número efetivamente capaz de indenizar o Estado de Minas Gerais e a população da área atingida”. Veja Mais

Vale retoma produção de pelotas em Vargem Grande após quase 2 anos de paralisação

G1 Economia Ativo possui capacidade nominal de 7 milhões de toneladas por ano. Vale Divulgação/Vale Fertilizantes A mineradora Vale informou nesta quinta-feira (21) que retomou na véspera a produção de pelotas na pelotizadora de Vargem Grande, em Nova Lima (MG), que estava paralisada desde fevereiro de 2019. A empresa destacou em comunicado que o ativo possui capacidade nominal de 7 milhões de toneladas por ano, sendo que a expectativa de produção em 2021 alcança cerca de 4 milhões a 5 milhões de toneladas anuais, "conforme seu ramp-up e disponibilidade de pellet feed". "A Vale reforça seu compromisso com a retomada segura e estável de sua capacidade produtiva", afirmou a companhia. Vídeos: Últimas notícias de Economia Veja Mais

BB nega que controlador tenha pressionado por saída de presidente e reitera programas de demissão

Valor Econômico - Finanças O conselho de administração do Banco do Brasil realizou reunião extraordinária na qual tratou das notícias dando conta de possível destituição do atual presidente supostamente em razão das recentes medidas de eficiência e austeridade implementadas pela administração. Em resposta, o grupo destacou que o banco vem adotando programas de aposentadoria/desligamento e de ajustamento de quadros (PAQ) ao longo dos últimos anos, contando com a adesão de 17.482 funcionários desde 2015. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cresce aposta em elevação da Selic já na reunião de março

Valor Econômico - Finanças Um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ter adotado um tom mais preocupado com o cenário prospectivo para a inflação, o mercado de juros incorporou nos preços chances bastante elevadas de a Selic abandonar a mínima histórica de 2% já na reunião de março. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Jurisprudência pode ser alterada com nova Lei de Falências

Valor Econômico - Finanças Novo parcelamento pode derrubar argumentação contra a apresentação de certidão fiscal O parcelamento de dívidas fiscais previsto na nova Lei de Recuperação Judicial e Falências poderá servir como reforço para uma mudança na jurisprudência. As empresas, desde 2005, são obrigadas a apresentar certidão de regularidade fiscal para terem os seus processos de recuperação aceitos. Mas os juízes sempre flexibilizaram o cumprimento dessa norma por entender que o governo federal não oferecia um programa adequado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

IBM registra queda de 63% no lucro líquido do quarto trimestre

Valor Econômico - Finanças O lucro por ação que foi de US$ 4,11, entre outubro e dezembro de 2019, caiu para US$ 1,51 no mesmo intervalo de 2020 A IBM reportou queda de 63% no lucro líquido no quarto trimestre de 2020, para US$ 1,35 bilhão, ante o mesmo intervalo de 2019. O lucro por ação que foi de US$ 4,11, entre outubro e dezembro de 2019, caiu para US$ 1,51 no mesmo intervalo de 2020. A receita da IBM também recuou 6,5% nos últimos três meses do ano, para US$ 20,3 bilhões. O site financeiro “Zero Hedge” afirmou que é a maior queda desde 2015. Enquanto isso, a receita da Red Hat, empresa de fornecimento de soluções de software que foi comprada pela IBM em 2019, registrou um avanço de 19% no mesmo período. “Os resultados do ano inteiro refletem os impactos relacionados à transação associados à aquisição da Red Hat, que foi concluída em julho de 2019, e o impacto da cobrança anterior dos impostos de US$ 2,04 bilhões para ações estruturais no quarto trimestre”, afirmou a companhia em balanço A IBM informou que gerou, no quarto trimestre de 2020, um caixa líquido de atividades operacionais de US$ 5,9 bilhões, ou US$ 6,8 bilhões, excluindo contas a receber da Global Financing. O fluxo de caixa livre foi de US $ 6,1 bilhões. A empresa pagou US$ 1,5 bilhão aos acionistas em dividendos no período. Já no acumulado do ano, o montante direcionado aos investidores foi de US$ 5,8 bilhões. A IBM disse ainda que encerrou o quarto trimestre com US$ 14,3 bilhões em caixa, o que inclui títulos negociáveis, valor US$ 5,3 bilhões acima ao registrado no final do ano de 2019. A dívida totalizou US$ 61,5 bilhões, queda de US$ 3,9 bilhões desde o final do terceiro trimestre, e queda de US$ 11,5 bilhões desde o fechamento da aquisição da Red Hat. Há pouco, as ações da companhia no pós-mercado de Nova York registravam recuo de 6,70%. IBM AP Photo/Richard Drew, File Veja Mais

Brasil e mais 78 países se comprometem a não impor barreiras para exportação de alimento a programa da ONU

G1 Economia Em nota, Itamaraty e Ministério da Agricultura do Brasil afirmam que restrições às vendas de produtos agrícolas em 2020 ampliaram desafios já existentes para operação do Programa Mundial de Alimentos. Arroz em casca antes de passar pelo beneficiamento, ou seja, ser descascado e limpo antes de ser embalado Paulo Lanzetta/Embrapa O Brasil e mais 78 países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) se comprometeram a não proibir ou impor restrições às exportações para o Programa Mundial de Alimentos (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem fins humanitários. A declaração conjunta foi publicada nesta quinta-feira (21). "Reconhecemos o apoio humanitário fundamental fornecido pelo Programa Mundial de Alimentos, que é urgente à luz da pandemia Covid-19 e outras crises", destacou. "Portanto, nos comprometemos a não impor proibições de exportação ou restrições sobre alimentos adquiridos para fins humanitários não comerciais do Programa Mundial de Alimentos", acrescentou a declaração. Em nota, o Itamaraty e o Ministério da Agricultura do Brasil afirmaram que a pandemia e as restrições às exportações de produtos agrícolas em 2020 "ampliaram os desafios já existentes para as operações do PMA". O Programa estima que o número de pessoas em situação de insegurança alimentar aguda, nos países em que atua, deve ter chegado a 270 milhões no ano passado, um aumento de 82% em relação ao nível pré-Covid. VÍDEOS: tudo sobre o agronegócio Veja Mais