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As 3 habilidades de pessoas com alta 'inteligência emocional' no trabalho

G1 Economia Quem se sente estagnado na carreira apesar da dedicação pode revisar alguns comportamentos-chave, indicam estudos. Faz 25 anos que Daniel Goleman publicou o livro 'Inteligência Emocional', que deu origem a um novo campo de investigação científica GETTY IMAGES via BBC Quando publicou seu livro Inteligência Emocional, há 25 anos, Daniel Goleman ganhou fama com uma ideia até então desconhecida: as habilidades de uma pessoa não se medem apenas pelo seu coeficiente intelectual. Considerado um novo paradigma, o livro, que foi traduzido para 40 idiomas e vendeu 5 milhões de cópias, foi o início de um novo campo de investigação da psicologia que, desde então, tem tido repercussões em nível educacional e profissional. Doutor em psicologia pela Universidade Harvard, Goleman é cofundador do centro Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning (CASEL) e codiretor do Consórcio para Pesquisa em Inteligência Emocional em Organizações, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos. Em seu mais recente livro What Makes a Leader: Why Emotional Intelligence Matters, (O que faz um líder: porque a inteligência emocional importa, em tradução livre) é uma compliação de artigos publicados na Revista de Negócios de Harvard e outras publicações especializadas. Uma das perguntas mais frequentes ao pesquisador é sobre quais são as características que fazem com que uma pessoa se destaque no trabalho. Ainda que pesem fatores como o nível de conhecimento, o que realmente faz a diferença, garante Goleman, é seu nível de inteligência emocional, ou a habilidade para identificar e monitorar suas emoções pessoais e dos demais. E é essa a pedra angular de seu trabalho. "As empresas olham cada vez mais pela lente da inteligência emocional ao contratar, promover e desenvolver seus funcionários", afirmou Goleman à BBC News Mundo, o serviço da BBC em espanhol. "Anos de estudo mostram que quando mais inteligência emocional tem uma pessoa, melhor será seu desempenho". Goleman chegou a estabelecer que o conceito de inteligência emocional abrange 12 características essenciais para que as pessoas alcancem seus objetivos de desenvolvimento e tenham êxito em suas carreiras: Autoconsciência emocional Autocontrole emocional Adaptabilidade Orientação ao sucesso Visão positiva Empatia Consciência organizacional Influência Orientação e tutoria Gestão de conflitos Trabalho em equipe Liderança inspiradora A reportagem perguntou ao pesquisador quais são as três habilidades mais poderosas desse grupo para quem procura sucesso no trabalho. E o psicólogo americano destacou: orientar-se ao sucesso, empatia e influência. Orientar-se ao sucesso 'As empresas olham cada vez mais pela lente da inteligência emocional ao contratar, promover e desenvolver seus funcionários', afirma Goleman GETTY IMAGES via BBC "Eu escolheria a orientação ao sucesso, compreendida como a capacidade de seguir me esforçando para alcançar os objetivos apesar dos obstáculos e contratempos. Nos tempos atuais, isso parece muito importante", afirmou. Essa decisão de concentrar esforços nos seus objetivos implica desenvolver a capacidade de resiliência e adaptação diante de condições adversas e uma perspectiva positiva frente as circunstâncias para continuar avançando em direção à meta, explica ele. Uma das maneiras de desenvolver esta habilidade, diz o investigador, é recordar-se constantemente da satisfação que irá sentir quando cumprir seus objetivos. Este pensamento é uma força que ajudará a seguir em frente. E, além disso, esforçar-se para cumprir ou superar um padrão de excelência, recebendo positivamente os comentários que outras pessoas fazem sobre o seu trabalho. Empatia Para Goleman, a empatia se relaciona com a capacidade de se sintonizar com as necessidades e sentimentos das pessoas com quem você tem que interagir, seja no trabalho, com clientes ou com amigos. Trata-se de prestar atenção a outras pessoas e dedicar tempo a entender o que estão dizendo e como se sentem. Por isso, é essencial desenvolver a capacidade de escutar e fazer perguntas. E, embora a empatia seja uma habilidade que exija tempo para ser desenvolvida, uma prática que pode ajudar é o hábito de "colocar-se no lugar de outra pessoa de uma maneira profunda", diz Goleman. Influência Goleman propõe jogos de interpretação e dramatização para treinar a capacidade de influenciar as pessoas GETTY IMAGES via BBC Esta habilidade se refere basicamente à capacidade de "transmitir seu argumento a pessoas-chave de uma maneira convincente, especialmente àquelas pessoas cujas decisões podem te ajudar a conseguir suas metas", explica o psicólogo. Uma boa técnica para desenvolver essa característica, diz Goleman, é simular esse tipo de situação com a dramatização. "Provavelmente a melhor maneira de melhorar esta habilidade é trabalhando com um instrutor ou companheiro de confiança." Embora possa parecer incômodo a princípio, trata-se de praticar o convencimento de outra pessoa. Esse treinamento permite preparar-se para o momento real em que você precise aplicar seu poder de persuasão. Quais são as armadilhas? Algo bastante comum que costuma atrapalhar o desenvolvimento profissional, explica Goleman, é definir a inteligência emocional de uma maneira muito reduzida. Focar, por exemplo, em uma ou duas características da lista e deixar de lado a complexidade do conceito. "Ao colocar toda a atenção na sua sociabilidade e empatia, por exemplo, você pode perder de vista todos os outros aspectos essenciais da inteligência emocional que podem lhe faltar, que lhe transformariam em um líder mais forte e efetivo." Veja Mais

Últimos dias

Bolsonaro segura definição para MEC após repercussão negativa de Feder entre apoiadores

G1 Economia Renato Feder, secretário de Educação do Paraná Reprodução Depois de convidar o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, para ser ministro da Educação, o presidente Jair Bolsonaro decidiu segurar o anúncio em razão da repercussão negativa que o nome teve entre apoiadores de grupos ideológicos e evangélicos. Bolsonaro telefonou para Feder na última quinta-feira (2), e havia inclusive a expectativa de que o secretário viesse a Brasília já nesta segunda-feira (6), segundo assessores próximos do presidente. Feder já havia sido cotado para chefiar o Ministério da Educação há pouco mais de uma semana, mas Bolsonaro acabou optando por Carlos Alberto Decotelli, que ficou apenas cinco dias nomeado e não chegou a tomar posse no cargo de ministro. As resistências a Feder vêm do fato de ele ter trabalhado no governo tucano de São Paulo, mesmo que por pouco tempo, e por ele ter doado recursos para a campanha à prefeitura de São Paulo de João Doria, atual governador do Estado. Além disso, Feder é considerado pouco alinhado a grupos evangélicos. Ele ainda desagrada à ala ideológica do governo, que se reúne em torno das ideias de Olavo de Carvalho. O escritor apadrinhou tanto a escolha de Ricardo Vélez Rodríguez quanto a de Abraham Weintraub, ex-ministros da Educação. A quem o acompanhou na viagem a Santa Catarina neste sábado (4), Bolsonaro afirmou que a escolha do novo ministro ainda não está feita. Veja Mais

Embraer abre plano de demissão voluntária para funcionários em licença remunerada

G1 Economia Sindicato dos Metalúrgicos tentou propor outros termos e benefícios para o plano, mas negociação terminou sem acordo. Trabalhadores de São José dos Campos (SP) que aderirem ao PDV serão desligados da empresa no próximo dia 20. Unidade da Embraer no aeroporto em São José dos Campos Divulgação/Embraer A Embraer vai abrir um Programa de Demissão Voluntária (PDV) a partir de terça-feira (7) para os trabalhadores da planta de São José dos Campos (SP) que atualmente estão em férias coletivas e irão iniciar o período de licença remunerada. A empresa não informou quantas demissões espera por meio deste programa. O Sindicato dos Metalúrgicos teve duas rodadas de negociação com a empresa, mas não houve acordo. Paralelamente, a entidade protocolou um requerimento junto à Justiça no qual pede o afastamento do Conselho de Administração da Embraer por prejuízos gerados com o negócio frustrado com a Boeing. A empresa classificou o cato como "má fé" (leia mais abaixo). Para quem aderir ao PDV, o desligamento está previsto para 20 de julho. A proposta do PDV tem os incentivos: Extensão do plano de saúde para o colaborador e dependentes por seis meses; Auxílio-alimentação de R$ 450 mensais pelo mesmo período; Apoio para recolocação no mercado; Indenização do restante da estabilidade do acordo coletivo que se encerra em agosto; Verbas rescisórias comuns a desligamentos sem justa causa; Indenização de 10% do salário-base nominal por ano de empresa - para quem recebe até R$ 9 mil, garantia de no mínimo 1 salário nominal de indenização; para quem recebe acima desse valor, garantia de no mínimo R$ 9 mil de indenização. A proposta rejeitada do Sindicato dos Metalúrgicos abrangia: PDV com 24 meses de salário integral Convênio médico e odontológico e vale-refeição por 24 meses Quando houver contratações, priorizar ex-funcionários em lista acompanhada pela entidade Para os que permanecerem na fábrica, seriam garantidos: Reajuste salarial com aumento real, na data-base da categoria (setembro) Estabilidade no emprego por 24 meses Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 2 anos Redução da jornada para 36 horas semanais sem redução de salário Nesta sexta-feira (3) a segunda tentativa de negociação entre a entidade e a fabricante de aviões terminou sem acordo. A empresa, no entanto, tem autonomia de levar a proposta aos trabalhadores sem que haja necessidade de aprovação de um acordo com a entidade sindical. A Embraer afirmou que o programa é voluntário e que estará disponível para as instruções aos funcionários a partir de terça-feira. Ação contra o conselho Na sexta-feira (3), o Sindicato dos Metalúrgicos também afirmou que entrou com um pedido na Justiça pelo afastamento do conselho administrativo da Embraer. Não há prazo para que o pedido seja analisado. A entidade relata que a empresa teve prejuízo de R$ 500 milhões após o rompimento do acordo com a Boeing. O sindicato afirma que o conselho teria culpa nesse prejuízo e, por isso, pede a suspensão em ação judicial. Sobre a ação, a Embraer divulgou a nota abaixo: "O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos ataca, mais uma vez, a Embraer e demonstra má fé e desconhecimento sobre a empresa e sua gestão. Vale-se de insinuações infundadas e distorce informações de modo a confundir a opinião pública e os colaboradores da empresa. A Embraer esclarece que ainda não teve acesso ao requerimento apresentado pelo sindicato à Justiça. Nesse momento de crise econômica e de saúde global sem precedentes, a empresa tem como prioridade a saúde e segurança dos seus colaboradores e a preservação dos negócios". Negócio frustrado A Boeing anunciou em abril a rescisão do acordo que daria à gigante norte-americana o controle sobre a divisão de aviação comercial da Embraer. Firmado em 2018, o negócio – então avaliado em US$ 5,26 bilhões – previa a criação de uma empresa conjunta que ficaria sob comando da Boeing, com 80% de participação. A Embraer ficaria com os 20% restantes, e poderia vender a sua parte para a americana. Dias depois, a Embraer informou que abriu procedimentos arbitrais após a Boeing rescindir o negócio avaliado em US$ 5,2 bilhões entre as duas empresas. A arbitragem é um mecanismo usado na solução de conflitos em negociações sem envolver a Justiça. O modelo é mais rápido e dispensa alguns protocolos do judiciário. Ao invés de um juiz, o processo é julgado por uma pessoa eleita pelos envolvidos e especialista na área, no caso, a aviação. O processo de arbitragem é sigiloso. Veja Mais

A pandemia que ameaça destruir a fruta mais popular do mundo

G1 Economia Assim como a Covid-19, doença que acomete bananas está se espalhando para novos países, forçando a indústria a mudar a forma como a fruta mais consumida do mundo é cultivada e até mesmo seu sabor. Assim como a Covid-19, doença que acomete bananas está se espalhando para novos países, forçando a indústria a mudar a forma como a fruta mais consumida do mundo é cultivada e até mesmo seu sabor Getty Images/BBC Uma doença letal aparece do nada. Sua transmissão é silenciosa, espalhando-se antes que os sintomas apareçam. Uma vez contraída, já é tarde demais para detê-la — não há cura. A vida nunca mais será a mesma. Soa familiar? Não se trata da Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A Tropical Race 4 (TR4) afeta bananas. Também conhecida como mal-do-Panamá, é causada pelo fungo Fusarium oxysporum, que vem destruindo as fazendas de banana nos últimos 30 anos. Seria apenas mais uma doença a afetar plantas se não fosse o fato de que, na última década, a epidemia se acelerou repentinamente, espalhando-se da Ásia para Austrália, Oriente Médio, África e, mais recentemente, América Latina, de onde vem a maioria das bananas enviadas para supermercados no Hemisfério Norte. Atualmente, o mal-do-Panamá está presente em mais de 20 países, provocando temores de uma "pandemia da banana" e uma escassez da fruta mais consumida do mundo. Cientistas de todo o mundo estão trabalhando contra o relógio para tentar encontrar uma solução, incluindo a criação de bananas geneticamente modificadas (GM) e uma vacina. 'Novo normal'? Mas, assim como a Covid-19, a questão não é apenas se podemos encontrar uma cura, mas também como viveremos com um "novo normal" que mudará as bananas para sempre? O primeiro lugar para procurar pistas é na origem da banana moderna que todos conhecemos. Sua história mostra exatamente o que acontece se essa doença for ignorada. Não é a primeira vez que as bananas enfrentam uma ameaça, explica Fernando García-Bastidas, pesquisador em saúde vegetal que estudou TR4 na Universidade de Wageningen, na Holanda, antes de trabalhar em uma empresa holandesa de genética vegetal que tenta combater a doença. Na década de 1950, a indústria foi dizimada pelo que ele descreve como "uma das piores epidemias botânicas da história", quando o mal-do-Panamá ocorreu pela primeira vez. Origem A doença fúngica surgiu na Ásia, onde evoluiu com as bananas, antes de se espalhar para as vastas plantações da América Central. A razão pela qual foi tão devastadora, diz García-Bastidas, é o fato de que as bananas eram todas de apenas uma variedade, a Gros Michel ou 'Big Mike'. Essa espécie havia sido escolhida para cultivo pelos produtores porque produz frutos grandes e saborosos que podem ser cortados da árvore ainda verdes, possibilitando o transporte de alimentos exóticos altamente perecíveis por longas distâncias, enquanto continuam amadurecendo. Cada planta era um clone de aproximadamente mesmo tamanho e formato, produzido a partir de rebentos laterais que se desenvolvem a partir do caule das raízes, facilitando a produção em massa. Isso significa que cada bananeira é geneticamente quase idêntica, produzindo frutas consistentemente, sem imprevistos. Do ponto de vista comercial era excelente, mas, do ponto de vista epidemiológico, era um surto à espera de acontecer. O sistema de produção de bananas se baseou fragilmente na diversidade genética limitada de uma variedade, tornando-as suscetíveis a doenças, diz García-Bastidas. Sistema de produção de bananas se baseou fragilmente na diversidade genética limitada de uma variedade, diz especialista _Alicja_/Pixabay Lição aprendida? Mas engana-se quem pensa que a indústria aprendeu a lição. Foi iniciada, então, a busca por uma variedade para substituir a Gros Michel que poderia ser resistente ao mal-do-Panamá. Na década de 1960, uma espécie, a Cavendish, chamada no Brasil de banana nanica, mostrava sinais de resistência que poderiam salvar a indústria da banana. Batizada em homenagem ao 7º duque de Devonshire, William Cavendish, por ele ter cultivado a planta em sua estufa em sua residência oficial, a Chatsworth House, a banana também poderia ser transportada verde — embora tivesse um sabor mais suave do que a Gros Michel. Dentro de algumas décadas, ela tornou-se a nova referência para a indústria da banana e continua sendo até hoje. Mas para os cientistas que observavam com nervosismo as vastas plantações em expansão, era apenas uma questão de tempo até que houvesse outro surto. Na década de 1990 uma nova cepa do mal-do-Panamá, conhecida como TR4, surgiu, novamente na Ásia, que era letal para as bananas Cavendish. Desta vez, com uma economia globalizada em que pesquisadores, agricultores e outros visitantes das plantações de banana circulam livremente pelo mundo, ela se espalhou ainda mais rapidamente. García-Bastidas, que completou seu doutorado em TR4 na Universidade de Wageningen, descreve a doença da banana moderna, que ataca o sistema vascular das plantas fazendo-as murchar e morrer, como uma "pandemia". "As bananas estão inegavelmente entre as frutas mais importantes do mundo e são um alimento básico importante para milhões de pessoas", diz ele. "Não podemos subestimar o impacto que a atual pandemia do TR4 pode causar na segurança alimentar." García-Bastidas foi quem viu pela primeira vez o TR4 fora da Ásia, na Jordânia, em 2013. Desde então ele tem "cruzado os dedos" para que a doença não afete os países em desenvolvimento, onde as bananas são um alimento básico. Mas registros da doença já foram observados na África, particularmente em Moçambique. A razão pela qual o TR4 é tão mortal é porque, assim como a Covid-19, ela se espalha por "transmissão furtiva", embora em diferentes escalas de tempo. Uma planta doente ficará saudável por até um ano antes de mostrar os sintomas da doença: manchas amarelas e folhas murchas. Em outras palavras, quando a TR4 é identificada, já é tarde demais e ela terá se espalhado por esporos no solo em botas, plantas, máquinas ou animais. García-Bastidas, que é natural da Colômbia, sabia que o TR4 chegaria ao centro da produção de banana na América do Sul. Mal-do-Panamá, é causada pelo fungo Fusarium oxysporum Getty Images/BBC 'Pior pesadelo' Em 2019, seu pior pesadelo se tornou realidade — o telefonema veio de uma fazenda na Colômbia. As bananeiras tinham folhas amarelas e murchas. E o produtor queria lhe enviar amostras. "Foi como um pesadelo", diz ele. "Num minuto estou na fazenda, no próximo no laboratório, no outro explicando para o ministro do governo colombiano que o pior já aconteceu. Durante muito tempo, não consegui dormir bem. Foi de partir o coração", lembra. Como todos os outros países com TR4, a Colômbia está agora tentando retardar o surto enquanto o mundo observa com ansiedade os sinais da doença no restante da América Latina e no Caribe. Como não há cura, tudo o que pode ser feito é colocar as fazendas infectadas em quarentena e aplicar medidas de biossegurança, como desinfetar botas e impedir o movimento de plantas entre fazendas. Em outras palavras, fazer o equivalente a lavar as mãos e manter o distanciamento social. Paralelamente, a corrida para encontrar uma solução está a pleno vapor. Na Austrália, cientistas desenvolveram uma banana Cavendish geneticamente modificada (GM) que é resistente ao TR4. A fundação Bill e Melinda Gates também está financiando pesquisas na área. No entanto, apesar das fortes evidências científicas de que os alimentos geneticamente modificados são seguros, é improvável que a banana esteja na prateleira de um supermercado perto de você enquanto os órgãos reguladores e o público permanecerem desconfiados. Para García-Bastidas, que agora trabalha na empresa de pesquisa KeyGene em colaboração com a Universidade de Wagegingen, na Holanda, a banana transgênica é uma "solução fácil" que pode resolver o dilema da indústria por cinco a dez anos, mas não solucioná-lo por completo. Ao fim e ao cabo, diz ele, o maior obstáculo é ter uma indústria inteira baseada em uma única variedade clonada de outras plantas. Os testes estão sendo desenvolvidos apenas para rastrear o TR4, já que as bananas têm sofrido por receber menos recursos com pesquisa do que outras culturas básicas. Mais diversidade Em vez disso, García-Bastidas quer introduzir mais diversidade na cultura da banana, para que ela seja mais resistente a surtos de doenças como o TR4. Ele ressalta que existem centenas de bananas com potencial para cultivo em todo o mundo. Por que não usá-las? Já em países como Índia, Indonésia e Filipinas, as pessoas comem dezenas de variedades diferentes de bananas, com sabores, cheiros e tamanhos diferentes. Mas elas são difíceis de cultivar e exportar na escala da Cavendish, que foi criada para suportar o transporte através dos oceanos. Em seu laboratório na Holanda, García-Bastidas e seus colegas estão usando as mais recentes técnicas de sequenciamento de DNA para identificar genes resistentes ao TR4 e produzir bananas que podem suportar a doença e ser comercialmente viáveis. "Temos centenas de variedades de maçãs", ressalta. "Por que não começar a oferecer diferentes variedades de bananas?" A melhor esperança é que uma banana resistente à exportação surja nos próximos cinco a 10 anos. Mas essa não é uma bala de prata. Depois de enfrentar não uma, mas duas pandemias no século passado, dessa vez a indústria da banana terá que buscar mais do que apenas introduzir outro clone no mercado. Dan Bebber, professor associado de ecologia da Universidade de Exeter, no Reino Unido, passou os últimos três anos estudando os desafios ao sistema para manter o suprimento de bananas como parte de um projeto financiado pelo governo britânico, o BananEx. Segundo ele, a melhor maneira para a indústria de banana sobreviver ao TR4 é mudar a forma como essa fruta é cultivada. No momento, as bananas Cavendish são cultivadas em uma vasta monocultura, o que significa que não apenas o TR4, mas todas as doenças se espalham rapidamente. Durante o período de crescimento, as bananas podem ser pulverizadas com fungicidas de 40 a 80 vezes. "Isso pode ter grandes impactos na microbiota do solo", diz Bebber. "Para cuidar das bananas, é preciso cuidar do solo." Bebber aponta para relatos das Filipinas de que as fazendas orgânicas se saíram melhor contra o TR4 porque a microbiota no solo é capaz de combater a infecção. Ele diz que as fazendas de bananas devem procurar adicionar matéria orgânica e talvez implantar um sistema de rotação de culturas para aumentar a proteção e a fertilidade, usando micróbios e insetos em vez de produtos químicos como "defensivos agrícolas", além de deixar mais espaços livres no terreno para incentivar a vida selvagem. Isso pode significar um aumento no preço das bananas, mas a longo prazo elas seriam mais sustentáveis. Segundo Bebber, as bananas são muito baratas hoje. Não apenas porque o custo ambiental de uma monocultura com produtos químicos pesados não foi levado em consideração, mas principalmente o custo social de empregar pessoas com salários muito baixos. A ONG Banana Link, que faz campanhas sobre o assunto, culpa os supermercados por forçar preços cada vez mais baixos, comprometendo o meio ambiente, a saúde dos trabalhadores e, por fim, a vitalidade da safra de banana. As bananas produzidas para o comércio popular garantem de alguma maneira que os agricultores recebam um preço justo por elas, mas Bebber diz que trabalhadores de todo o setor estão começando a exigir melhores salários. Mais uma vez, ele diz que isso alimenta o TR4, já que eles precisam ser pagos de maneira justa para garantir que as fazendas sejam mais bem gerenciadas para a prevenção de doenças. "Durante anos, falhamos em levar em consideração o custo social e ambiental das bananas", diz ele. "É hora de começar a pagar um preço justo, não apenas pelos trabalhadores e pelo meio ambiente, mas pela saúde das próprias bananas." Pandemia da banana pode ter resultados positivos se nos forçar a cultivar bananas de maneira mais ecológica e a comer uma variedade maior de frutas, diz cineasta Marco Aurélio/Prefeitura de Uberaba 'Bananageddon' Jackie Turner, uma cineasta americana que questiona como as bananas são cultivadas desde que trabalhou em uma plantação como estudante, concorda que a solução está na justiça e na diversidade. Em seu filme Bananageddon (uma combinação das palavras banana e armageddon), ela conversa com cientistas que tentam impedir a disseminação do TR4, especialistas em segurança alimentar que alertam sobre a escassez e trabalhadores nas plantações preocupados com seus meios de subsistência. "O TR4 é muito parecido com a Covid-19, pois não tem tratamento", diz ela. "É um cenário de 'dia do juízo final' para as bananas", afirmou. Depois de viajar pelo mundo por dois anos para observar o impacto que o TR4 já está causando, Turner está convencida de que as bananas precisam ser cultivadas de uma maneira diferente, o que significa introduzir novas variedades. Ela diz que isso não só será melhor para o meio ambiente e para a proteção contra doenças, mas também para o consumidor. Para tentar incentivar o público a apoiar pequenos agricultores que cultivam variedades diferentes, ela criou a The Banana List (A Lista das Bananas, em tradução livre). A compilação reúne as lojas que vendem diferentes variedades de bananas, para que consumidores possam experimentá-las e uma nova demanda surgir. Por exemplo, a nanica vermelha, que tem um sabor que lembra framboesas, a dedo de moça, menor e mais doce que a Cavendish, ou a Blue Java, com gosto de sorvete de baunilha. As bananas não são apenas deliciosas, mas ajudarão a criar um tipo diversificado de agricultura, mais resistente a doenças. Para Turner, a pandemia da banana pode ter resultados positivos se nos forçar a cultivar bananas de maneira mais ecológica e a comer uma variedade maior de frutas. "Talvez a gente coma menos bananas e pague mais por elas", admite. "Mas sabemos que serão bananas melhores." Esta reportagem faz parte do Follow the Food, uma série que investiga como a agricultura está respondendo aos desafios ambientais. Follow the Food traça as respostas emergentes para esses problemas — de alta e baixa tecnologia, local e global — de agricultores, produtores e pesquisadores dos seis continentes. Initial plugin text Veja Mais

Ações da Europa recuam com aumento de casos de vírus afetando esperanças de recuperação

G1 Economia O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,8%, enquanto o índice pan-europeu Stoxx 600 perdeu 0,78%. Operadores observam painel da bolsa alemã, em Frankfurt Reuters As ações da Europa caíram nesta sexta-feira (3) depois de ganharem terreno durante a semana, com um aumento nos casos de coronavírus nos Estados Unidos minando o otimismo dos investidores sobre as perspectivas de recuperação da economia global. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,8%, a 1.424 pontos, enquanto o índice pan-europeu Stoxx 600 perdeu 0,78%, a 365 pontos. Índice de ações da China atinge máxima de 5 anos com esperança de recuperação e estímulo As perdas da sessão foram lideradas por empresas de artigos pessoais e domésticos, mineradoras, montadoras e bancos. Os volumes de negociação foram reduzidos devido a um feriado no mercado norte-americano. O Stoxx 600 registrou um ganho semanal de 2%. As esperanças de uma vacina contra a Covid-19 e sinais de recuperação da economia global diante da crise sanitária sustentaram os mercados esta semana, mas os investidores ficaram menos otimistas em relação a novos ganhos já que os Estados Unidos estabeleceram um novo recorde global diário para casos da doença na quinta-feira. Em junho, foram criadas 4,8 milhões de vagas de emprego nos Estados Unidos "O medo de outra grande queda nos preços das ações continua assombrando os mercados financeiros. A oportunidade de comprar ativos europeus também parece um pouco limitada", escreveu Thomas Flury, chefe de estratégias de câmbio do UBS Global Wealth Management em nota a clientes. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 1,33%, a 6.157 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,64%, a 12.528 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,84%, a 5.007 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,81%, a 19.726 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 1,27%, a 7.403 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,54%, a 4.405 pontos. Veja Mais

Bolsas europeias fecham em queda, mas anotam ganhos na semana

G1 Economia O índice Stoxx 600 terminou o dia em queda de 0,78%, em Frankfurt, o DAX recuou 0,64% e, em Paris, o CAC 40 encerrou a sessão com desvalorização de 0,84%. Os principais índices europeus terminaram a sexta-feira (3) em queda, dia de liquidez reduzida nos mercados globais devido ao feriado da Independência nos Estados Unidos. Apesar da melhora nos indicadores dos gerentes de compras do setor de serviços no continente, os investidores locais aproveitaram os ganhos semanais e as incertezas que se acumulam no horizonte para realizar lucros hoje. O índice Stoxx 600 terminou o dia em queda de 0,78%, aos 365,43 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,64%, aos 12.528,18 pontos, enquanto, em Paris, o CAC 40 encerrou a sessão aos 5.007,14 pontos, em desvalorização de 0,84%. Em Milão, o FTSE MIB caiu 0,81%, aos 19.726,65 pontos e, em Madrid, o IBEX 35 fechou com perdas de 1,27%, aos 7.403,50 pontos. Homem usa máscara de proteção na frente da bolsa de valores de Londres Toby Melville/Reuters No acumulado semanal, o índice pan-europeu teve alta de 1,98%. Frankfurt, Paris, Milão e Madrid registraram valorização de 3,63%, 1,99%, 3,15% e 3,14%, respectivamente. De acordo com dados da IHS Markit, o índice de gerentes de compras (PMI) de serviços da zona do euro seguiu mostrando a recuperação do setor em junho, após o colapso causado pela pandemia de covid-19, embora siga em território de contração. O indicador subiu de 30,5 pontos em maio para 48,3 pontos em junho, o nível mais alto em quatro meses. Em Londres, o FTSE 100 encerrou a sexta-feira em queda de 1,33%, encerrando a semana em leve queda de 0,03%. O "Financial Times" informou que o ministro de Finanças do Reino Unido, Rishi Sunak, não deve anunciar grandes reduções de impostos na próxima semana, mas ele deve oferecer apoio aos planos de retenção de empregos. O sábado (4) marcará também a reabertura de bares, restaurantes e cinemas do Reino Unido, embora a cidade de Leicester permaneça fechada, após um surto recente de covid-19. O Reino Unido também deve anunciar nesta sexta que visitantes de até 75 países podem estar isentos de quarentena. O PMI de serviços do Reino Unido teve leitura a 47,1 em junho, um avanço acentuado em relação a 29,0 da leitura em maio e a mais alta em quatro meses. As ações da cadeia de pubs Whitbread avançaram 1,62%, hoje, enquanto as da Just Eat Takeaway subiram 1,32%. As ações da Rolls-Royce Holdings recuaram 10,02% e lideraram as perdas do Stoxx 600 nesta sexta. Já os papéis do Land Securities Group avançaram 0,52% depois que a incorporadora e empresa de investimentos comerciais disse que a arrecadação e a receita de aluguel melhoraram em junho e que planeja reiniciar o pagamento de dividendos a partir de novembro. As ações do setor do petróleo encerraram em queda de 1,05% dentro do Stoxx 600, em linha com os preços da commodity no mercado internacional. As ações da BP recuaram 1,82% e as da Royal Dutch Shell fecharam o pregão do último dia da semana em queda de 0,99%. Veja Mais

Maioria das empresas que investem em sustentabilidade buscam melhoria da imagem, diz IBGE

G1 Economia Pesquisa aponta que o setor industrial é o que mais investe em ações com impactos positivo no meio ambiente. Incentivo governamental à inovações sustentáveis é baixo, segundo as empresas. Um levantamento divulgado nesta sexta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a maioria das empresas que investem em sustentabilidade ambiental o fazem em busca de melhoria da imagem institucional. Realizado entre 2015 e 2017, o estudo aponta que dentre cerca de 117 mil empresas com mais de dez pessoas ocupadas, 39,3 mil (33,6%) foram consideradas inovadoras. Destas, menos da metade (15,9 mil) investiram em sustentabilidade ambiental. O IBGE considera como inovadoras as empresas que implementaram, no período da pesquisa, algum tipo de inovação em produtos ou processos. Dentre as empresas que investiram em sustentabilidade ambiental, 59,4% disseram que o objetivo foi melhorar a reputação institucional, enquanto 54,3% justificaram os investimentos com foco na adequação aos códigos de boas práticas ambientais. A Indústria foi a atividade com maior percentual de empresas ecoinovadoras (43,1%), seguida por Eletricidade e Gás (32,8%) e Serviços Selecionados (21,8%). “Além da maior parte das empresas que compõem a pesquisa serem industriais, a própria natureza das atividades da indústria, que está relacionada com processos, produtos e insumos, abre mais espaço para que essas práticas sejam feitas”, apontou o gerente da pesquisa, Flávio Peixoto. Peixoto destacou, ainda, que tanto a taxa de inovação quanto a taxa de ecoinovação são diretamente proporcionais ao tamanho da empresa. “Isso está relacionado à estrutura da empresa, à possibilidade que essas empresas têm de realizar algum tipo de inovação. As grandes empresas têm mais recursos e estrutura para realizar as inovações”, acrescentou. Mais reaproveitamento, menos energia renovável A reciclagem de resíduos, águas residuais ou materiais para venda e/ou reutilização foi o tipo de impacto ambiental mais realizado pelas empresas que investiram em sustentabilidade ambiental, atingindo 57,9% delas. Outro impacto frequente foi a redução da contaminação do solo, da água, de ruído ou do ar, observado em mais da metade dessas empresas (51,3%). Por outro lado, apenas 17,2% dessas empresas implementaram a substituição de energia proveniente de combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis. Todavia, entre as empresas ecoinovadoras de Eletricidade e Gás, esse percentual sobe para 71,3% delas. “Esse setor já está mais preparado para esse tipo de inovação, na maioria das vezes, essas empresas já lidam com isso”, ressaltou o gerente da pesquisa. Pouco incentivo governamental A pesquisa mostrou, ainda, que apenas 11,2% das empresas que investiram em sustentabilidade disseram ter contado com algum tipo de apoio governamental, seja em forma de subsídios ou outros incentivos. De acordo com o gerente da pesquisa, Flávio Peixoto a inovação é um processo sistêmico, em que empresas, clientes e governos precisam estar interconectados e coordenados para que a inovação ocorra. “Quando falamos de política pública, nos referimos aos instrumentos e programas desenhados para que as empresas, de fato, tenham práticas ambientais no seu processo produtivo e de inovação. E vimos que faltam instrumentos mais bem desenhados e específicos para essas práticas”, destacou. Veja Mais

Governo prorroga IOF zero para operações de crédito por mais três meses

G1 Economia Medida anunciada em abril agora vale até 2 de outubro. Alíquota original era de 3% ao ano. O governo federal prorrogou por mais três meses a isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide na concessão de crédito. A medida, anunciada no início de abril, agora vale até 2 de outubro. A decisão, publicada no "Diário Oficial da União" nesta sexta-feira (3), já havia sido antecipada pelas colunistas do G1 do Ana Flor e Cristana Lôbo. O objetivo da prorrogação é manter o custo do crédito mais baixo, em meio à crise causada pela pandemia do novo coronavírus. O setor empresarial, principalmente os micro e pequenos empresários, continua tendo dificuldades para contratar crédito nos bancos e garantir a sobrevivência de seus negócios. Antes da alteração, a alíquota do IOF para operações de crédito era de 3% ao ano. O custo da medida, nos primeiros três meses de vigência, foi estimado em R$ 7 bilhões pela Receita Federal. Agora, portanto, deve dobrar. Veja Mais

Renato Feder pode ser confirmado ainda nesta sexta como novo ministro da Educação

G1 Economia O secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, pode ser confirmado ainda nesta sexta-feira (3) pelo presidente Jair Bolsonaro como o novo ministro da Educação. Bolsonaro ligou na quinta (2) para Feder para tratar do assunto. Feder era um dos cotados para a vaga quando o ex-ministro Abraham Weintraub deixou o governo, no fim de junho. No entanto, Bolsonaro acabou optando pelo professor Carlos Decotelli. Nesta semana, Decotelli saiu do ministério antes mesmo de tomar posse, em razão da descoberta de inconsistências em seu currículo. Anteriormente, havia pesado contra Feder o fato de ser próximo ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), um dos principais rivais políticos de Bolsonaro. Feder também conta com o apoio do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD). O PSD é um dos partidos que vêm se aproximando de Bolsonaro nos últimos meses, na tentativa do presidente de construir uma base de apoio no Congresso. Renato Feder, secretário da Educação e do Esporte do Paraná, cotado para assumir o MEC Divulgação/Secretaria da Educação e do Esporte do Paraná Em entrevista à GloboNews, ainda na época da saída de Weintraub, Feder disse que aceitaria o convite se fosse chamado pelo presidente. Bolsonaro conversa com Renato Feder, cotado para o MEC Veja Mais

Índice de ações da China atinge máxima de 5 anos com esperança de recuperação e estímulo

G1 Economia Setor de serviços da China expandiu ao ritmo mais rápido em mais de uma década em junho com flexibilização das medidas de bloqueio relacionadas ao coronavírus. As ações da China subiram pela quarta sessão consecutiva nesta sexta-feira (3), com o índice blue-chips (papéis mais negociados) tocando uma máxima em cinco anos diante das esperanças de uma recuperação na segunda maior economia do mundo à medida que Pequim lança mais estímulos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,93%, máxima desde julho de 2015, enquanto o índice de Xangai teve alta de 2,01%. Na semana, o SSEC subiu 5,8%, o melhor desempenho desde março de 2019, enquanto o CSI300 ganhou 5,8%, melhor semana desde novembro de 2015. O setor de serviços da China expandiu a seu ritmo mais rápido em mais de uma década em junho, à medida que a flexibilização das medidas de bloqueio relacionadas ao coronavírus melhorava a demanda dos consumidores, mostrou uma pesquisa privada nesta sexta-feira, embora as empresas continuem a cortar empregos. Os participantes do mercado esperam que Pequim apresente mais medidas de estímulo no segundo semestre se necessário, após os cortes de juros adotados pelo Banco Central. Na Europa, as principais bolsas recuavam nesta sexta-feira após registrarem ganhos ao longo da semana, já que outro aumento recorde nos casos de coronavírus nos Estados Unidos diminuía o otimismo de uma recuperação rápida no setor de serviços da China. Veja as cotações de fechamento na Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,72%, a 22.306 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,99%, a 25.373 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 2,01%, a 3.152 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,93%, a 4.419 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,80%, a 2.152 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,88%, a 11.909 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,62%, a 2.652 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,42%, a 6.057 pontos. China ameaça retaliar Reino Unido Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa credita benefício a 6,8 milhões de trabalhadores nesta sexta; veja quem recebe

G1 Economia Neste grupo estão nascidos em setembro e outubro. Recursos serão liberados por meio da poupança social digital. Prazo para cadastramento no programa terminou na quinta. A Caixa Econômica Federal (CEF) credita nesta sexta (3) o Auxílio Emergencial a mais 6,8 milhões de beneficiários, todos fora do programa Bolsa Família. Veja quem recebe: 5,2 milhões de trabalhadores do primeiro lote (que receberam a 1ª parcela até 30 de abril), nascidos em setembro e outubro, recebem a terceira parcela 1,4 milhão de trabalhadores do segundo lote (que receberam a 1ª parcela entre os dias 16 e 29 de maio), nascidos em setembro e outubro, recebem a segunda parcela 200 mil novos aprovados, nascidos em setembro e outubro, recebem a primeira parcela Os recursos serão liberados em um primeiro momento por meio da poupança social digital, de maneira escalonada, conforme o mês de aniversário do trabalhador, para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. Saques e transferências serão liberados em datas posteriores (veja ao final da reportagem os calendários de crédito e saque) Veja o calendário completo de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Na quinta-feira, terminou o prazo para se cadastrar para receber o Auxílio Emergencial. "A partir desse dia, o cadastramento estará fechado e todas as pessoas que estão em análise pela Dataprev terão uma resposta. Todas as pessoas que se cadastrarem e forem validadas receberão todas as parcelas. Mesmo que sejam aprovadas lá pro meio de julho, receberão as três parcelas", disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Auxílio emergencial: 3ª parcela começa a ser paga neste sábado (26) Valores pagos No total, a Caixa disponibilizará mais R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas para pagamento da terceira parcela. Já na segunda parcela dos contemplados no lote 2 são 8,7 milhões de beneficiários (tiveram crédito da parcela 1 realizado entre 16/05 e 29/05) que receberão R$ 5,5 bilhões. No caso da primeira parcela dos aprovados dentro do lote 4, são 1,1 milhão de beneficiários que receberão cerca de R$ 700 milhões. A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida. Transferências e saque em dinheiro Para quem vai fazer o saque em dinheiro, os pagamentos começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. O calendário inclui a terceira parcela, a segunda parcela para os aprovados no lote 2 e a primeira parcela para os aprovados do lote 4. Veja abaixo: 18 de julho – nascidos em janeiro - 3,4 milhões de pessoas 25 de julho – nascidos em fevereiro - 3,1 milhões de pessoas 1º de agosto - nascidos em março - 3,5 milhões de pessoas 8 de agosto - nascidos em abril - 3,4 milhões de pessoas 15 de agosto – nascidos em maio - 3,5 milhões de pessoas 29 de agosto – nascidos em junho - 3,4 milhões de pessoas 1º de setembro – nascidos em julho - 3,4 milhões de pessoas 8 de setembro – nascidos em agosto - 3,4 milhões de pessoas 10 de setembro – nascidos em setembro - 3,4 milhões de pessoas 12 de setembro – nascidos em outubro - 3,4 milhões de pessoas 15 de setembro – nascidos em novembro - 3,2 milhões de pessoas 19 de setembro – nascidos em dezembro - 3,3 milhões de pessoas Lote 1, parcela 3 - auxílio emergencial Economia G1 Lote 2, parcela 2 - auxílio emergencial Economia G1 parcela 1, lote 4 (novos aprovados) Economia G1 Balanço Guimarães informou que 64,1 milhões de beneficiários já receberam o Auxílio Emergencial, totalizando R$ 90,8 bilhões: R$ 40,9 bilhões para inscritos no Bolsa Família, R$ 14 bilhões para inscritos no Cadúnico e R$ 35,9 bilhões para inscritos pelo app/site do auxílio. A maior parte foi paga no Nordeste (R$ 33 bilhões). Das 108,4 milhões de pessoas cadastradas no programa, 106,3 milhões de cadastros foram processados. Foram considerados elegíveis 64,1 milhões de beneficiários, outros 42,2 milhões foram considerados inelegíveis, 2 milhões estão em primeira análise e 1,3 milhão estão em reanálise. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Initial plugin text Veja Mais

Expointer 2020 é cancelada devido à pandemia de coronavírus

G1 Economia Em nota, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Prefeitura de Esteio e entidades promotoras afirmam que cancelamento do evento foi em comum acordo. Expointer acontece tradicionalmente no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio Daniela Barcellos/Palácio Piratini A 43ª edição da Expointer não ocorrerá em 2020 devido à pandemia de coronavírus. Nesta quinta-feira (2), a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, a Prefeitura de Esteio e as entidades promotoras do evento informaram, em nota, que decidiram pelo cancelamento em comum acordo. O tradicional evento no Parque de Exposições Assis Brasil já havia sido adiado e, desta vez, as entidades optaram pela suspensão definitiva neste ano. Initial plugin text Ao mesmo tempo, as entidades afirmam que eventos paralelos relacionados à agropecuária podem ocorrer de modo privado e respeitando as medidas sanitárias. "Provas técnicas de associações de produtores e atividades de julgamento de animais serão prioritariamente consideradas, observados os protocolos de saúde pública e sem a participação de público visitante", diz a nota. "Salienta-se que a decisão ora tomada fundamenta-se em critérios de adequação às normas sanitárias, ao tempo em que reafirma-se a importância do evento agropecuário para a sociedade gaúcha", conclui. Assinam a nota, além da SEAPDR e a prefeitura, Farsul, Ocergs, Simers, Fetag e Febrac. NOTA OFICIAL As entidades co-promotoras da EXPOINTER 2020 – FARSUL, OCERGS, SIMERS, FETAG, FEBRAC e Município de Esteio, em conjunto com a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural - SEAPDR, vem a público comunicar que, de comum acordo, decidiu-se pelo cancelamento do histórico evento aberto ao público no Parque de Exposições Assis Brasil na cidade de Esteio-RS, em função da pandemia causada pelo COVID-19. Ao mesmo tempo registra-se que provas técnicas de associações de produtores e atividades de julgamento de animais serão prioritariamente consideradas, observados os protocolos de saúde pública e sem a participação de público visitante. Por fim, salienta-se que a decisão ora tomada, fundamenta-se em critérios de adequação às normas sanitárias, ao tempo em que reafirma-se a importância do evento agropecuário para a sociedade gaúcha. Initial plugin text Veja Mais

Agricultores dos EUA enfrentam problemas após Covid-19 afastar mão de obra imigrante

G1 Economia Doença está afetando a colheita de trigo, mas, se a escassez de mão de obra for prolongada, as colheitas de soja e milho – que começam em setembro – também podem ser impactadas. Trabalhadores migrantes durante colheita de vegetais em King City, Califórnia (EUA), em 2017 REUTERS/Lucy Nicholson O novo coronavírus adiou a chegada de imigrantes sazonais que costumam trabalhar na colheita de trigo dos Estados Unidos, deixando os agricultores do país dependentes de estudantes do ensino médio, motoristas de ônibus escolares e trabalhadores demitidos, entre outros, para a operação das colheitadeiras. Conforme os trabalhos de colheita avançam para o norte, a partir das planícies sul do Texas e Oklahoma, os agricultores e empresas do setor enfrentam dificuldades para encontrar e manter trabalhadores na ativa. Qualquer atraso na safra pode elevar os preços do trigo e causar uma corrida pelas ofertas do produto utilizado na fabricação de pães e massas. Os EUA são o terceiro maior exportador global de trigo, cereal que vê forte demanda em meio à pandemia. Se a escassez de mão de obra for prolongada, as colheitas de soja e milho – que começam em setembro – também podem ser impactadas. Empresas que atuam nas colheitas e produtores ouvidos pela Reuters disseram que os novos funcionários norte-americanos demandaram mais treinamentos e pedem demissão em índices maiores que os habituais. Embora as colheitas de grãos sejam mais automatizadas que as de frutas e vegetais, elas não estão imunes à escassez de mão de obra. John Beckley, da Beckley Harvesting, de Atwood, Kansas, costuma ter migrantes como 30% do total de seus funcionários. Neste ano, porém, não há estrangeiros na equipe. Ele teve ainda problemas para encontrar substitutos, com norte-americanos se recusando a passar meses em viagens pelo cinturão agrícola do país. Os agricultores dos EUA, que compõem um grupo leal de apoio ao presidente Donald Trump, tornaram-se cada vez mais dependentes do trabalho de imigrantes nos últimos anos. O governo Trump continua emitindo vistos para agricultura, enquanto reduz as emissões de documentos para trabalhadores de tecnologia, estudantes e outros grupos. O número de vistos H-2A concedidos a operadores de equipamentos agrícolas atingiu 10.798 entre outubro e março, período típico de contratações para o início dos trabalhos em maio. A cifra representa alta de 49% em relação ao ano anterior, segundo o Departamento de Trabalho dos EUA. Mas muitos desses funcionários não conseguiram chegar aos EUA a tempo do início das colheitas, de acordo com oito empresas e produtores entrevistados pela Reuters. Restrições às viagens, controles mais rígidos nas fronteiras e temores com o coronavírus ao redor do mundo levaram os trabalhadores a adiar a saída de seus países de origem. Veja Mais

Google remove 25 aplicativos da Play Store que roubavam login e senha do Facebook

G1 Economia Apps tiveram mais de 2,3 milhões de downloads na loja oficial do Android. Alguns dos apps identificados pela empresa de segurança Evina. Reprodução/Evina A empresa de segurança francesa Evina identificou 25 aplicativos de Android que tentavam roubar as credenciais de acesso (login e senha) do Facebook usando uma tela sobreposta. Juntos, os 25 apps conseguiram pouco mais de 2,34 milhões de downloads na loja. Os apps foram denunciados ao Google e retirados da loja no início do mês, segundo a Evina. Os conteúdos e funções oferecidos eram diversos: jogos, horóscopo, lanternas, leitores de código de barra e imagens para o fundo de tela (papel de parede). Com app legítimo do Facebook ao fundo (barra azul), apps carregavam janela falsa de login (barra preta) para pedir que usuário digitasse o usuário e a senha. Reprodução/Evina Como o Android não permite que um aplicativo acesse informações dos demais softwares instalados no aparelho, os apps não eram capazes de roubar as credenciais de acesso já utilizadas no aplicativo do Facebook. Em vez disso, os apps monitoravam o uso do celular e aguardavam até a vítima abrir o app legítimo do Facebook. Nesse momento, era aberta uma janela de navegador falsa, por cima da verdadeira, pedindo o usuário e a senha do Facebook. Além de tentar capturar a senha do Facebook, avaliações deixadas por usuários nos apps reclamavam do número excessivo de notificações e publicidade. Como saber se você instalou um dos aplicativos? A remoção dos aplicativos na Play Store coloca esses softwares em uma lista de bloqueio usada pelo Google Play Protect. O Play Protect faz parte da Play Store e provavelmente já está em funcionamento no seu smartphone. Dependendo do caso, você pode até ser notificado quando um app indesejado é removido da Play Store. O Play Protect também pode ser conferido manualmente. No app da Play Store, você toca no menu três barras e em seguida procure a opção "Play Protect". A tela seguinte informará se algum aplicativo nocivo ou indesejado foi encontrado em seu celular. Tocando no botão "Ler", o Play Protect iniciará uma nova verificação, que deve identificar qualquer app indesejado que faz parte da lista de programas bloqueados pelo Google. Play Protect é incluído no app da Play Store para alertar sobre a presença de apps indesejados. Reprodução Dessa maneira, é possível verificar não apenas a presença desses 25 aplicativos, mas também outros programas que são regularmente removidos da Play Store por não estarem de acordo com as regras ou que apresentam comportamentos prejudiciais. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Embraer negocia abertura de PDV para funcionários em férias coletivas

G1 Economia Empresa negocia com sindicatos abertura de plano de demissão voluntária para trabalhadores em férias coletivas. Número de funcionários que empresa espera abranger com plano não foi divulgado. Unidade da Embraer em Eugênio de Melo Divulgação/Embraer A Embraer anunciou nesta quinta-feira (2) que negocia a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV). O pacote se estenderia para funcionários que estão em férias coletivas, com foco nos setores de engenharia e produção. A empresa não informou o volume de adesão esperada. No anúncio, a empresa alegou que teve as finanças impactadas pelo coronavírus e que tomou medidas de contenção, como férias coletivas e lay-off, mas que foi necessária a abertura de um PDV. No Brasil, a Embraer mantém unidades em São José dos Campos, Taubaté, Campinas, Sorocaba, Gavião Peixoto, Botucatu, Belo Horizonte e Florianópolis. A medida se estende às unidades de todo o país, onde a empresa emprega cerca de 16 mil pessoas. No comunicado, a empresa disse que ainda negociava com sindicatos os termos do acordo. A proposta inicial da Embraer inclui: extensão do plano de saúde e R$ 450 de vale-alimentação por seis meses indenização do restante da estabilidade do acordo coletivo que se encerra em agosto verbas rescisórias comuns a desligamentos sem justa causa indenização de 10% do salário-base nominal por ano de empresa. Para quem recebe até R$ 9 mil, garantia de no mínimo um salário nominal de indenização e para quem recebe acima desse valor, no mínimo R$ 9 mil de indenização. Em São José dos Campos, o Sindicato dos Metalúrgicos informou que recusou a primeira proposta da empresa e que é contra a demissão de trabalhadores. "A proposta que a empresa quer oferecer não é de PDV. Essa é uma proposta de demissão com indenização. A gente disse que a proposta não era boa e que falar de demissão agora é um absurdo. Eles receberam ajuda do governo e a empresa vai receber ajuda do BNDS. Nós somos contra" disse Herbert Claros, representante sindical da empresa. A Embraer emprega cerca de 10 mil pessoas em São José dos Campos e Taubaté. Segundo a empresa, dois terços deste efetivo atuam por home office e cerca de três mil trabalhadores atuam nas indústrias. Integrantes dos grupos de risco que precisam trabalhar presencialmente entraram em férias coletivas mais licença remunerada. Veja Mais

Caixa TEM registra novo dia de instabilidade, em meio a recebimento de Auxílio Emergencial e FGTS

G1 Economia A hashtag #CaixaTemNAOFUNCIONA no Twitter reúne relatos de problemas dos usuários, desde "sumiço" de contas a alto tráfego de acessos. App da Caixa é fundamental para quem vai receber a ajuda de R$ 600 Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo Usuários do aplicativo Caixa TEM, da Caixa Econômica Federal, usam as redes sociais nesta quinta-feira (2) para apontar falhas na ferramenta, fundamental para uso dos recursos repassados pelo governo federal durante a crise do novo coronavírus. A hashtag #CaixaTemNAOFUNCIONA no Twitter reúne relatos de problemas dos usuários, desde "sumiço" de contas a alto tráfego de acessos. Procurada pelo G1, a Caixa diz que "clientes e beneficiários estão conseguindo concluir as operações, apesar das intermitências. Auxílio Emergencial: Caixa credita benefício a 6,8 milhões nesta quinta Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial de R$ 600 "A Caixa esclarece que nesta primeira semana de julho, em que ocorrem os processamentos de fechamento e início de mês, somados aos lançamentos dos créditos dos benefícios emergenciais e folhas de pagamento mensais, alguns serviços podem apresentar intermitência momentânea", diz o banco em nota. Nesta semana, é a segunda vez que o aplicativo Caixa TEM figura entre os assuntos mais comentados das redes sociais. Na segunda-feira (29), houve dificuldades de acesso no dia em que a Caixa começou a fazer a liberação emergencial dos novos saques do FGTS. O crédito em conta para 4,9 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro, somavam mais de R$ 3,1 bilhões. Governo libera novos saques do FGTS em meio ao pagamento do auxílio emergencial Acontece que desde sábado (27), e até 4 de julho, novas parcelas do Auxílio Emergencial estão sendo depositadas nas contas da poupança social digital, acessada pelo Caixa TEM, para os três lotes de inscritos no programa. Nesta quinta-feira (2), mais 6,8 milhões de trabalhadores recebem o benefício. Caixa libera novos saques do FGTS para 4,9 milhões nesta segunda; veja calendário Veja tira-dúvidas sobre novos saques do FGTS Na segunda, a Caixa disse, em nota ao G1, que o app apresentou "intermitências pontuais" na funcionalidade de pagamento de boletos, devido ao alto volume de solicitações. "Todavia, os usuários puderam concluir as operações em novas tentativas ao longo do dia com a normalização do volume." A reportagem do G1 constatou que as reclamações diminuíram naquela tarde, mas voltaram a acontecer nesta quarta-feira. Veja abaixo alguns dos relatos. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Governo prevê encerrar 2020 com rombo de R$ 828,6 bi nas contas públicas

G1 Economia Dados foram divulgados pelo Ministério da Economia. O déficit decorre, principalmente, das medidas de combate à pandemia da Covid-19. O Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (2) que aumentou a previsão de déficit nas contas públicas para R$ 828,6 bilhões em 2020. A estimativa anterior, feita em maio, era de encerrar o ano com um rombo de R$ 708,7 bilhões. Os números refletem, principalmente, as medidas de combate à crise da pandemia da Covid-19. De acordo com o governo, a nova projeção já considera prorrogação por mais dois meses do auxílio emergencial. Segundo a equipe econômica, o déficit deve ser composto por: Governo Central: R$ 795,6 bilhões; Estatais federais: R$ 2,4 bilhões; Estados e municípios: R$ 30,6 bilhões; O déficit acontece quando as despesas do governo superam as receitas com impostos e contribuições. Quando acontece o contrário, há superávit. A conta do déficit primário não considera os gastos do governo com o pagamento dos juros da dívida pública. A revisão da projeção do governo considera uma estimativa de queda de 6,5% no Produto Interno Bruto (PIB) prevista no boletim de mercado, conhecido como relatório Focus, do dia 19 de junho. O déficit previsto deve representar 12% do PIB deste ano. Em todo o ano passado, as contas do setor público consolidado registraram um déficit primário de R$ 61,872 bilhões (0,85% do PIB). Para este ano, somente o governo tinha de atingir uma meta de déficit primário até R$ 124,1 bilhões. Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional por conta da pandemia, não será mais necessário atingir esse valor. Combate à Covid-19 De acordo com balanço divulgado nesta quinta, só o impacto fiscal das medidas de combate à pandemia do novo coronavírus já somam R$ 521,3 bilhões. O número inclui gastos autorizados pelo governo federal e renúncias de receitas, como a isenção de impostos. O último dado divulgado pelo Ministério da Economia do gasto previsto com as medidas de combate à pandemia era de R$ 417,7 bilhões. Os valores correspondem ao que foi anunciado e autorizado, mas apenas parte foi efetivamente pago. Segundo o secretário de Fazenda, Waldery Rodrigues, dentro do “esforço fiscal” do governo para combater a crise do novo coronavírus, R$ 12,8 bilhões referem-se a renúncia de receitas. Waldery destacou a redução a zero do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito. Com a medida o governo deixou de receber R$ 7,1 bilhões. Pelo lado das despesas, destaca-se o gasto com o auxílio emergencial, que custará R$ 254,2 bilhões, segundo previsão do governo. Também se destacam as despesas com: transferências para estados e municípios - R$ 60,2 bilhões; Programa de Manutenção do Emprego e da Renda - R$ 51,6 bilhões; programa de financiamento da folha de pagamento - R$ 34 bilhões; Fundo Garantidor de Investimentos - R$ 20 bilhões; Pronampe - R$ 15,9 bilhões. O governo ainda estimou um gasto de R$ 7 bilhões com medidas que ainda não foram anunciadas. Segundo o secretário Waldery Rodrigues, essa é uma reserva de contingência que pode prever, por exemplo, a prorrogação da redução do IOF de crédito para zero por mais dois meses. “São ações sem ato especifico, mas podem incluir medidas do lado da receita, como o IOF de crédito, ou outras que estão sendo consideradas”, afirmou o secretário. Durante a coletiva, o ministro afirmou que a prorrogação da redução, a zero, do IOF de crédito está sendo estudado pelo governo. Dívida O governo divulgou ainda a previsão de que a dívida bruta do governo geral atinja 98,2% do PIB no final de 2020, um aumento de 22,4 pontos percentuais em relação ao encerramento de 2019. No ano passado, a dívida bruta somou 75,8% do PIB. “Em 2020, o aumento da dívida se explica, em parte, pelas medidas de cunho fiscal que aumentam o déficit primário e, em parte, pelos efeitos da crise no cenário macroeconômico, principalmente no PIB”, diz documento divulgado pelo Ministério da Economia. Segundo Waldery, o fato de a dívida se manter em patamar elevado é parte da preocupação do governo, mas que trabalha-se para manter o controle tão logo passe a fase mais aguda da crise. Veja Mais

Produção de petróleo do Brasil cai 6,5% em maio ante abril com impacto de pandemia

G1 Economia Na comparação com maio do ano passado, porém, houve alta de 1,3%. A produção de petróleo do Brasil em maio somou 2,765 milhões de barris por dia, com alta de 1,3% na comparação anual, mas recuo de 6,5% frente a abril devido a impactos da pandemia de coronavírus sobre o setor, disse a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta quinta-feira (2). A produção de gás natural teve recuo tanto em base mensal quanto anual, de 7,8% e 3%, respectivamente, e atingiu 114 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d). A ANP disse que 34 campos de petróleo e gás tiveram operações interrompidas temporariamente durante o mês de maio devido a efeitos da Covid-19, sendo 16 marítimos e 18 terrestres. "Um total de 60 instalações marítimas permaneceram com produção interrompida durante o mês de maio, devido aos efeitos da pandemia", acrescentou a agência, em boletim de produção. Arrecadação com royalties do petróleo tomba 30,8% em maio e pode cair mais de R$ 12 bilhões em 2020 Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa credita benefício a 6,8 milhões de trabalhadores nesta quinta; veja quem recebe

G1 Economia Neste grupo estão nascidos em julho e agosto. Recursos serão liberados por meio da poupança social digital. Esta quinta também é o último dia para se cadastrar no programa. A Caixa Econômica Federal (CEF) credita nesta quinta (2) o Auxílio Emergencial a mais 6,8 milhões de beneficiários, todos fora do programa Bolsa Família. Veja quem recebe: 5,1 milhões de trabalhadores do primeiro lote (que receberam a 1ª parcela até 30 de abril), nascidos em julho e agosto, recebem a terceira parcela 1,5 milhão de trabalhadores do segundo lote (que receberam a 1ª parcela entre os dias 16 e 29 de maio), nascidos em julho e agosto, recebem a segunda parcela 200 mil novos aprovados, nascidos em julho e agosto, recebem a primeira parcela Os recursos serão liberados em um primeiro momento por meio da poupança social digital, de maneira escalonada, conforme o mês de aniversário do trabalhador, para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. Saques e transferências serão liberados em datas posteriores (veja ao final da reportagem os calendários de crédito e saque) Veja o calendário completo de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Esta quinta-feira também é o último dia para se cadastrar para receber o Auxílio Emergencial. "A partir desse dia, o cadastramento estará fechado e todas as pessoas que estão em análise pela Dataprev terão uma resposta. Todas as pessoas que se cadastrarem e forem validadas receberão todas as parcelas. Mesmo que sejam aprovadas lá pro meio de julho, receberão as três parcelas", disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Auxílio emergencial: 3ª parcela começa a ser paga neste sábado (26) Valores pagos No total, a Caixa disponibilizará mais R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas para pagamento da terceira parcela. Já na segunda parcela dos contemplados no lote 2 são 8,7 milhões de beneficiários (tiveram crédito da parcela 1 realizado entre 16/05 e 29/05) que receberão R$ 5,5 bilhões. No caso da primeira parcela dos aprovados dentro do lote 4, são 1,1 milhão de beneficiários que receberão cerca de R$ 700 milhões. A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida. Transferências e saque em dinheiro Para quem vai fazer o saque em dinheiro, os pagamentos começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. O calendário inclui a terceira parcela, a segunda parcela para os aprovados no lote 2 e a primeira parcela para os aprovados do lote 4. Veja abaixo: 18 de julho – nascidos em janeiro - 3,4 milhões de pessoas 25 de julho – nascidos em fevereiro - 3,1 milhões de pessoas 1º de agosto - nascidos em março - 3,5 milhões de pessoas 8 de agosto - nascidos em abril - 3,4 milhões de pessoas 15 de agosto – nascidos em maio - 3,5 milhões de pessoas 29 de agosto – nascidos em junho - 3,4 milhões de pessoas 1º de setembro – nascidos em julho - 3,4 milhões de pessoas 8 de setembro – nascidos em agosto - 3,4 milhões de pessoas 10 de setembro – nascidos em setembro - 3,4 milhões de pessoas 12 de setembro – nascidos em outubro - 3,4 milhões de pessoas 15 de setembro – nascidos em novembro - 3,2 milhões de pessoas 19 de setembro – nascidos em dezembro - 3,3 milhões de pessoas Lote 1, parcela 3 - auxílio emergencial Economia G1 Lote 2, parcela 2 - auxílio emergencial Economia G1 parcela 1, lote 4 (novos aprovados) Economia G1 Balanço Guimarães informou que 64,1 milhões de beneficiários já receberam o Auxílio Emergencial, totalizando R$ 90,8 bilhões: R$ 40,9 bilhões para inscritos no Bolsa Família, R$ 14 bilhões para inscritos no Cadúnico e R$ 35,9 bilhões para inscritos pelo app/site do auxílio. A maior parte foi paga no Nordeste (R$ 33 bilhões). Das 108,4 milhões de pessoas cadastradas no programa, 106,3 milhões de cadastros foram processados. Foram considerados elegíveis 64,1 milhões de beneficiários, outros 42,2 milhões foram considerados inelegíveis, 2 milhões estão em primeira análise e 1,3 milhão estão em reanálise. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Initial plugin text Veja Mais

Agência Nacional de Aviação Civil aprova edital de leilão de 22 aeroportos

G1 Economia Edital será encaminhado para avaliação do Tribunal de Contas da União. Depois da análise do TCU, passará por nova votação na Anac. Leilão está previsto para o primeiro trimestre de 2021. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta quarta-feira (1) o edital do leilão da sexta rodada de concessões, que vai licitar 22 aeroportos divididos em três blocos regionais. O edital agora será encaminhado para o Tribunal de Contas da União (TCU). Depois da análise do TCU passará por nova votação na Anac. O edital aprovado não exige mais a participação de operador aeroportuário no capital social da concessionária que disputará o leilão. O documento permite que a proponente, individualmente ou representada por consórcio, possa contratar uma empresa com qualificação técnica exigida na operação aeroportuária. A mudança, prevê a Anac, permitirá ampliar o número de participantes e a concorrência dos leilões. Assim como no último leilão, um mesmo proponente poderá vencer nos três blocos desde que ofereça a melhor proposta. Os contratos terão duração de 30 anos. Recentemente, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou que o leilão dos terminais deve ocorrer no primeiro trimestre de 2021. Blocos Os blocos regionais previstos pelo edital são os seguintes: Bloco Sul: Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS) Bloco Central: Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina (PE) e Imperatriz (MA) Bloco Norte: Manaus, Porto Velho, Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista. Segundo a Anac, juntos os terminais responderam por 11% dos passageiros que voaram no Brasil. Em 2019, foram 23,9 milhões de embarques e desembarques nesses aeroportos. 2019 Veja abaixo reportagem sobre o leilão de 12 aeroportos no ano passado: Governo Federal arrecada R$ 2,3 bilhões com leilão de 12 aeroportos brasileiros Veja Mais

Quarentena com afeto: empresários investem em entrega de buquê de flores e bolo em casa

G1 Economia Empresários se reinventam e fazem sucesso entregando buquês de flores e bolo caseiro na casa dos cliente. Com a crise do coronavírus, muitos empresários estão se reinventando e, muitas vezes, buscando negócios para alegrar a vida de quem está em quarentena. Flores e bolos entregues em casa têm feito sucesso. Os buquês de flores são o novo investimento das empresárias Claudia Rodrigues, Camila Whitaker e Juliana Raimo, que trabalhavam com eventos. O setor delas ficou quase destruído com a pandemia. E elas criaram o negócio que conquistou corações. “A gente teve que se reinventar, como diversos amigos nossos, de todos os setores. Então a gente viu uma oportunidade nas flores por ser uma coisa que as três amam", conta Juliana. Camila e as sócias Claudia e Juliana investiram na venda de buquês de flores durante a pandemia Reprodução TV Globo Com R$ 300, elas encomendaram flores para fornecedores conhecidos. Primeiro enviaram as flores para amigos. Depois, montaram uma lista de transmissão para enviar por um aplicativo de mensagens. Começaram vendendo seis buquês por semana e chegaram a 200 no Dia das Mães. O ateliê funciona no quintal da casa da Camila, o que reduz custos. Os buquês têm um tema por semana, o que ajuda a negociar com o fornecedor. E preço fixo, pra fidelizar o cliente: R$ 48. O cliente também pode fazer uma assinatura mensal e receber um buquê temático por semana. “As pessoas estavam querendo presentear um ao outro, presentear pessoas que não estão conseguindo ver. Então a gente viu que não só era um presente, mas era uma coisa de afeto nesse período que estamos vivendo", conta Juliana. Confira a reportagem completa: Empresárias investem em buquês de flores temáticos Bolinho do afeto As amigas Bruna Derani e Marília Lima, que moram em São Paulo, tiveram uma ideia para tornar esse isolamento um pouco mais doce: o “bolinho de afeto”. Elas começaram como uma brincadeira entre vizinhos, mas a ideia viralizou e elas começaram a fazer bolinhos de afeto para vender. “Tinha feito o bolo e no nosso prédio moram vários amigos. Falamos: vem aqui pegar um pedaço de bolo. Foi uma forma da gente ficar junto”, conta Marília. Hoje, elas vendem de 30 a 40 bolinhos por dia. Cada um sai por R$ 20. O cliente manda retirar com serviço de aplicativo. Na embalagem, as empresárias colocam uma mensagem positiva. E agora também um QR Code. O cliente aponta o celular e vê um vídeo. É para comemorar aniversários. Veja a reportagem: 'Bolinho do afeto' torna o isolamento um pouco mais doce Veja Mais

Prefeitura abre processo seletivo para contratar médicos em Vilhena, RO

G1 Economia Inscrições podem ser feitas até o dia 3 de julho, na internet. Contratos terão duração de um ano, podendo ser prorrogado. Profissionais irão atuar no serviço de segurança do trabalho e junta médica do município Prefeitura de Vilhena/Divulgação A prefeitura de Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho, abriu processo seletivo para contratar sete novos médicos à rede pública de saúde. Os profissionais irão atuar na Junta Médica Oficial do Município de Vilhena e no Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho. As oportunidades são para médico clínico geral, médico do trabalho, ortopedista e médico clínico geral com experiência em saúde mental. Segundo a prefeitura, as inscrições do certame foram abertas na terça-feira (30) e podem ser feitas até 3 de julho através da internet. Os novos médicos contratados terão carga carga horária de 20 horas semanais e remuneração de R$ 3.307,50, mais benefícios legalmente cabíveis (veja o edital). Ainda de acordo com edital, os sete médicos serão admitidos em caráter emergencial e temporário pelo prazo um ano, podendo ser prorrogado uma única vez. Veja Mais

11,7 milhões de trabalhadores formais já tiveram redução de salário ou contrato suspenso

G1 Economia Número representa 36% dos empregados com carteira assinada no país. Setor de serviços concentra o maior número de acordos, seguido pelo comércio e indústria. Dados do Caged mostram que o país fechou 860 mil vagas em abril Chegou a 11,7 milhões o número de brasileiros que já tiveram redução de jornada e salário ou suspensão do contrato de trabalho em meio à pandemia de coronavírus. De acordo com dados do Ministério da Economia, até o dia 26 de junho, o programa criado para preservar empregos formais durante a pandemia reunia um total de 11.698.243 acordos fechados entre empresas e trabalhadores. Esse universo de 11,7 milhões de brasileiros representa 36% dos trabalhadores formais do setor privado. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua) do IBGE, o país tinha no trimestre encerrado em maio 32,5 milhões de trabalhadores formais, incluindo os domésticos. Quantidade de acordos: 11.698.243 Quantidade de empregadores: 1.348.733 Valores previstos pagos: R$ 17,4 bilhões O programa foi lançado no começo de abril. O chamado Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) prevê a garantia provisória no emprego por um período igual ao da suspensão do contrato ou da redução da jornada. Em razão da pandemia, o governo autorizou redução de jornada e salário de 25%, 50% ou de 70% por um prazo máximo de 90 dias. A medida também permite a suspensão total do contrato de trabalho por até dois meses. Pelas regras do programa, os trabalhadores que tiveram corte na jornada e no salário vão receber do governo uma complementação financeira equivalente a uma parte do seguro-desemprego a que teriam direito se fossem demitidos. Já os com contrato suspenso vão receber o valor mensal do seguro-desemprego. O programa também prevê auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores intermitentes com contrato de trabalho formalizado. Renda menor, contas atrasadas e conformismo: os impactos da redução de jornada ou suspensão de contrato Veja perguntas e respostas As suspensões de contrato correspondiam a quase 47% dos acordos fechados entre empresas e funcionários até 26 de junho. Já a redução de 70% do salário teve o maior número de negociações entre as demais opções de 25% e 50%. Veja abaixo: Suspensão: 5.423.172 (46,4%) Redução de 25%: 1.706.748 (14,6%) Redução de 50%: 2.144.886 (18,3%) Redução de 70%: 2.256.368 (19,3%) Intermitente: 167.069 (1,4%) A maior adesão aos acordos se deu na primeira semana de vigência da medida: 2.063.672. A semana terminada em 23 de junho registrou o menor número de trabalhadores atingidos: 249.077. Veja no gráfico abaixo: Quantidade de acordos por semana Editoria de Economia/G1 Entre os setores da economia, o de serviços é o registra o maior número de acordos, seguido pelo comércio e indústria. Veja no gráfico abaixo: Acordos por setores da economia Editoria de Economia/G1 Programa será prorrogado Saiba mais sobre a suspensão e redução de contratos O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, afirmou na segunda-feira (29) que o programa será prorrogado. De acordo com o secretário, a prorrogação será feita por meio de decreto presidencial. Segundo Bianco, a proposta é que a suspensão do contrato seja prorrogada por mais dois meses e a redução da jornada por mais um mês. Ele afirmou, no entanto, que os termos da prorrogação ainda estão em estudo. A prorrogação do programa manterá a exigência de garantia de emprego pelo tempo de uso da medida. Assim, se a empresa usar o programa por três meses, o trabalhador que teve a jornada e o salário reduzido terá a garantia de manutenção do emprego por três meses. Como aderir e acompanhar o pagamento Os pagamentos da complementação financeira do governo começaram na primeira semana de maio e estão sendo feitos pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. Segundo o Ministério da Economia, a primeira parcela do benefício será paga ao trabalhador no prazo de 30 dias, contados a partir da data da celebração do acordo, desde que o empregador informe ao ministério em até 10 dias. Caso contrário, o benefício somente será pago 30 dias após a data da informação. "É importante esclarecer que o pagamento do Benefício Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego (BEm) é efetuado, em parcelas sucessivas, em até 30 dias após a data de início da vigência do acordo, constante da comunicação pelo empregador ao Ministério da Economia. Também é preciso levar em conta o tempo de cada acordo. Por exemplo, se a redução ou suspensão ocorreu por 30 dias, será uma única parcela", informa o ministério. Para verificar os dados e valores, os trabalhadores devem consultar a aba de benefícios da Carteira de Trabalho Digital, no quadro posicionado acima das respectivas áreas para seguro-desemprego e abono salarial. A solicitação do benefício emergencial deve ser feita pelo empregador diretamente no portal do Ministério da Economia (https://servicos.mte.gov.br/bem/#empregador). O trabalhador pode acompanhar o processamento do pedido por meio do endereço https://servicos.mte.gov.br/#/trabalhador e pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Veja Mais

Petrobras pode adiar venda de fatias na Braskem e na BR Distribuidora, diz diretora

G1 Economia Petroleira planeja dar mais tempo para que potenciais investidores façam ofertas por ativos da companhia. A Petrobras planeja dar mais tempo para que potenciais investidores façam ofertas por ativos da companhia, incluindo por suas refinarias e fatias na petroquímica Braskem e na empresa de combustíveis BR Distribuidora, disse a diretora financeira, Andrea Almeida, em evento online nesta quarta-feira (1). O desinvestimento da participação na Braskem em 2020 seria desejável, mas "pode não ser possível" devido aos impactos do novo coronavírus sobre o cenário dos mercados, disse ela. Arrecadação com royalties do petróleo pode cair mais de R$ 12 bilhões em 2020 O mesmo racional é válido para a fatia restante da companhia na BR Distribuidora, disse a executiva, que acrescentou que a Petrobras não fará a venda de suas ações na empresa "a qualquer custo". A diretora afirmou ainda que a petroleira espera fechar a venda de ao menos parte de suas refinarias em 2021. Um ano do novo mercado de gás: ‘choque de energia barata’ ainda é distante Veja Mais

Em maio-junho, confiança empresarial recupera 61% das perdas do bimestre março-abril, diz FGV

G1 Economia Índice subiu 14,9 pontos em junho, para 80,4, após avançar 9,8 pontos em maio; começa a ganhar força percepção de que pior momento pode já ter passado. Economia brasileira encolhe 9,3% em abril, diz FGV O Índice de Confiança Empresarial (ICE) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) subiu 14,9 pontos em junho, para 80,4, após avançar 9,8 pontos no mês anterior. O índice se mantém em patamar historicamente baixo, mas, com a alta do bimestre maio-junho, recupera 61% das perdas do bimestre março-abril. Após chegar a mínimos históricos em abril, a confiança dos empresários avançou, novamente influenciada pela melhora das expectativas. O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 19,4 pontos, para 82,4, recuperando 60% das perdas do bimestre março-abril. O índice que retrata a situação corrente dos negócios (ISA-E) subiu 8,7 pontos, para 72,6, recuperando 36% das perdas no mesmo período. Confiança da indústria registra segunda alta seguida em junho, aponta FGV O Indicador de Demanda Prevista (para três meses à frente) subiu 27,4 pontos, para 81,2, e o Indicador de Emprego Previsto (idem) subiu 16,8 pontos, para 74,5. O Indicador de Expectativas com a Situação dos Negócios - único componente do IE-E que mira o horizonte de seis meses – avançou 13,7 pontos, para 80,0. A confiança subiu nos quatro setores integrantes do ICE, com alta tanto dos índices de expectativas (mais expressiva) quanto dos índices de percepção em relação à situação atual, à exceção do setor da Construção, em que o ISA-Construção ficou praticamente estável. Na métrica de médias móveis trimestrais, a confiança continuou recuando em todos os setores. Difusão A confiança setorial, que havia recuado em todos os segmentos integrantes do ICE em abril, avançou em 78% deles em maio e em todos os 49 segmentos em junho. “A evolução tímida dos indicadores de situação atual no mês sugere que a situação econômica continuou muito fraca em junho, com destaque negativo para o setor de serviços, cujo Índice de Situação Atual (ISA) encontra-se ainda bem mais próximo do seu mínimo histórico que do nível pré-pandemia”, comenta Aloisio Campelo Jr., superintendente de estatísticas do Ibre/FGV, no relatório. Confiança de consumidor e empresa se recuperam mais lentamente no Brasil, diz FGV “Apesar dos níveis elevados de incerteza, começa a ganhar força no meio empresarial a percepção de que o pior momento pode já ter passado. Com isso, as expectativas tornaram-se menos pessimistas, formando um cenário compatível com o de uma lenta retomada do nível de atividade econômica”, acrescenta. O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo Ibre/FGV: Indústria, Serviços, Comércio e Construção. Veja Mais

Google adia reabertura de escritórios nos EUA após aumento de casos de Covid-19

G1 Economia Os casos de coronavírus em junho mais que dobraram em 14 Estados dos EUA, incluindo Califórnia, Flórida e Texas. Google adia reabertura de escritórios com aumento no número de casos de coronavírus nos EUA. Hannah McKay/Reuters O Google anunciou nesta terça-feira (30) que está adiando a reabertura de seus escritórios nos Estados Unidos em cerca de dois meses devido a um aumento no número de casos de coronavírus no país. Todos os escritórios do Google nos EUA agora permanecerão fechados pelo menos até 7 de setembro, disse a porta-voz da empresa, Katherine Williams, à agência Reuters. "Para todos vocês que trabalham de casa, continuem a fazê-lo, a menos que seu gerente indique o contrário", disse Chris Rackow, vice-presidente de segurança global do Google, em memorando. "Não esperamos que essa orientação mude até segunda-feira, 7 de setembro (Dia do Trabalho nos EUA), no mínimo", escreveu Rackow, acrescentando que o recente aumento de casos de coronavírus nos Estados Unidos demonstra que "o Covid-19 ainda está muito vivo". Os casos de coronavírus em junho mais que dobraram em 14 Estados dos EUA, incluindo Califórnia, Flórida e Texas, mostrou uma análise da Reuters na terça-feira. Em nível nacional, os casos aumentaram pelo menos 46% e as mortes aumentaram 21% durante o mês. Somente na terça-feira, foram registrado 47 mil novos casos de Covid-19 dos EUA, de acordo com uma contagem da Reuters, o maior pico de um dia desde o início da pandemia. Veja Mais

Após recorde em produção de óleo para navio, Replan tem queda de 30% no refino de petróleo

G1 Economia Volume processado pela planta de Paulínia (SP) é o menor do mês de maio desde 2010. Replan é a maior refinaria da Petrobras e fica localizada em Paulínia, na Rodovia SP-332. Reprodução/EPTV Depois de registrar recorde na produção de óleo para motores de navio, a Refinaria de Paulínia (Replan), a maior unidade de processamento de petróleo da Petrobras, fechou o mês de maio com queda de 30% no refino em comparação com o mesmo mês de 2019. De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram refinados 1.121.788 metros cúbicos (m³) de petróleo em maio - no mesmo período do ano anterior, a planta processou 1.610.919 m³. Com a pandemia pelo novo coronavírus, é o quarto mês seguido em que a produção da Replan é menor que o mesmo período do ano anterior. Como comparação, o volume refinado em maio foi o menor para o mês desde 2010, quando foram processados 1.024.395 m³. Procurada para comentar os resultados e se os números são reflexos apenas da pandemia, a Petrobras disse que nota que divulga resultados operacionais de forma detalhada trimestralmente. A companhia, entretanto, informou que turnos foram alterados na Replan "para facilitar o distanciamento, entre outras medidas preventivas à Covid-19". Recorde Em maio, a Replan bateu o recorde de produção mensal de Bunker 2020, óleo combustível usado em motores de navio. Foram produzidos 123 milhões de litros em maio, o que representa 22% de todo o volume produzido pela companhia no período. Segundo a Petrobras, o Bunker possui baixo teor de enxofre e atende aos critérios da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios (Marpol), que estabelece que todo combustível para navios comercializado no Brasil e em mais de 170 países deve possuir teor de 0,5% de enxofre. "Todo o Bunker produzido pela refinaria em Paulínia é transportado por dutos até o Terminal de Barueri, onde é armazenado para ser enviado, também por dutos, ao Porto de Santos", informa, em nota. Derivados de petróleo Além do Bunker, a Replan produz gasolina, diesel, querosene de aviação, gás liquefeito de petróleo (GLP), óleo combustíveis, asfalto e outros derivados de petróleo. Os produtos produzidos em Paulínia atendem os seguintes mercados: Interior de São Paulo Sul de Minas Triângulo Mineiro Mato Grosso Mato Grosso do Sul Rondônia Acre Goiás Brasília (DF) Tocantins Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (05/07/2020)

G1 Economia Programa mostra uma nova variedade de pimenta desenvolvida no Brasil que tem agradado agricultores e inspirado chefes de cozinha. Veja os destaques do Globo Rural desse domingo, 05/07/2020 O Globo Rural deste domingo (5) mostra uma nova variedade de pimenta desenvolvida no Brasil que tem agradado agricultores e inspirado chefes de cozinha. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda a seca no pantanal do Mato Grosso que preocupa os criadores de gado, e os agricultores que estão recebendo assistência técnica pela internet em meio à pandemia. Não perca! A partir das 7h30. Veja Mais

TikTok se distancia de Pequim após Índia banir aplicativo

G1 Economia Governo indiano baniu 59 aplicativos pois são consideados 'prejudiciais à soberania, integridade e defesa da Índia, segurança do Estado e ordem pública'. aplicativo chines tiktok rede social logo smartphone Dado Ruvic/Reuters A rede social TikTok se distanciou de Pequim depois que a Índia proibiu 59 aplicativos chineses no país, de acordo com um documento visto pela agência Reuters. Em carta ao governo indiano datada de 28 de junho e vista pela Reuters nesta sexta-feira, o presidente-executivo da TikTok, Kevin Mayer, disse que o governo chinês nunca pediu dados de usuários e que a empresa não os entregará se solicitada. O TikTok, juntamente com 58 outros aplicativos chineses, incluindo o WeChat e o UCB Browser, do Alibaba, foram proibidos na Índia nesta semana após confronto na fronteira com a China. Os aplicativos são "prejudiciais à soberania, integridade e defesa da Índia, segurança do Estado e ordem pública", afirmou o Ministério da Tecnologia da Informação. 'Confronto violento' entre China e Índia deixa 20 soldados mortos no Himalaia "Posso confirmar que o governo chinês nunca nos pediu os dados TikTok de usuários indianos", escreveu Mayer, adicionando que os dados para usuários indianos estão armazenados em servidores em Cingapura. "Se alguma vez recebermos tal pedido no futuro, não cumpriremos." A carta foi enviada antes de uma provável reunião na próxima semana entre a empresa e o governo, disse uma fonte familiarizada com o assunto à Reuters. Em nota, o TikTok afirmou que, apesar da ordem do govenro indiano, a equipe da ByteDance, empresa dona do aplicativo, está trabalhando com o governo na Índia para demonstrar "dedicação à segurança do usuário" e "compromisso com o país". "Estamos orgulhosos de fornecer centenas de milhões de usuários na Índia — e em todo o mundo — uma plataforma criativa para suas histórias, performances, educação e, frequentemente, uma maneira de ganhar a vida", afirmou um porta-voz do TikTok. Embora pertença à chinesa ByteDance, o TikTok não está presente na China e tentou se distanciar de suas raízes chinesas para atrair um público global. Desde o seu lançamento em 2017, tornou-se um dos aplicativos de mídia social que mais crescem. A Índia é seu maior mercado por usuário, seguida pelos Estados Unidos. Veja Mais

Procon-SP multa Burger King, McDonald’s e Mercado Pago em R$ 25 milhões

G1 Economia Segundo órgão, as três empresas não cumpriram a promessa de desconto feita durante Black Friday do ano passado. O Procon-SP multou em R$ 25 milhões as redes Burger King e McDonald's e a empresa Mercado Pago por não cumprirem a promessa de desconto feita durante Black Friday do ano passado. Segundo o órgão, a oferta das três empresas prometia preços especiais para quem comprasse os lanches utilizando o aplicativo e o QR code do Mercado Pago. Restaurante do McDonald's na rua Henrique Schaumann, em Pinheiros, São Paulo Fábio Tito/G1 Em 29 de novembro, na data em que se realizou a Black Firday no Brasil, no entanto, o sistema do Mercado Pago ficou indisponível em várias lojas, segundo o Procon-SP, o que impossibilitou "o pagamento com desconto e, consequentemente, impedindo que muitos consumidores usufruíssem da oferta feita pelas empresas." Além disso, o aplicativo do McDonald’s, que integrava a promoção e era necessário para obter os descontos na compra dos lanches, também apresentou instabilidade, de acordo com o órgão. Procurado, o MercadoPago confirmou a instabilidade nas transações com QR code durante a Black Friday de 2019, mas diz que vai "apresentar defesa junto ao Procon para demonstrar que não houve infração às normas de defesa do consumidor". Segundo a empresa, "aproximadamente 85% das transações foram concluídas e aprovadas durante a Black Friday e o período promocional." Em nota, a Arcos Dourados, operadora do McDonald's no Brasil, informou que "a companhia recebeu com surpresa a autuação do Procon-SP" e que "todas as medidas necessárias para questionar a multa serão tomadas". Já a rede Burger King afirma "que recebeu a notificação do Procon referente a Black Friday e está analisando o conteúdo recebido para tomar as medidas cabíveis." Veja Mais

Pandemia derruba renda de trabalhador por conta própria para 60% em maio, diz Ipea

G1 Economia Idosos foram os que sofreram a maior perda de renda, e quanto maior a escolaridade, menor foi a queda no rendimento no mês passado. Na média geral, a renda do trabalhador brasileiro em maio ficou em 82% do valor habitual. Com pandemia, comércio foi fechado nas maiores cidades brasileiras, como no Rio de Janeiro (foto); ao todo, 19 milhões de pessoas foram afastadas do trabalho Marcos Serra Lima/G1 A pandemia de Covid-19 e o impacto das medidas de isolamento social derrubaram a renda média do trabalhador por conta própria no país em maio para 60% do valor recebido habitualmente, de acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada nesta quinta-feira (2). Trabalhadores que tiveram atividades quase paralisadas devido às medidas decretadas para conter a disseminação do coronavírus foram os mais impactados, segundo os cálculos do Ipea. O estudo foi feito com base na Pnad Covid do IBGE, que mostrou na semana passada que mais de 9,7 milhões de trabalhadores ficaram sem remuneração em maio. De acordo com o estudo do Ipea, os idosos foram aqueles que sofreram a maior perda de renda, e quanto maior a escolaridade menor foi a queda no rendimento no mês passado. Na média geral, a renda do trabalhador brasileiro em maio ficou em 82% do valor habitual. Trabalhador menos qualificado será o mais atingido pelo desemprego; veja cenários para o mercado de trabalho pós-pandemia “A renda efetiva em maio foi de cerca de R$ 1.900, mas a renda habitual é de R$ 2.300. A renda recebida foi 82%", disse o economista Sandro Sacchet, autor do estudo. "Todos os grupos foram impactados, mas os trabalhadores com carteira e servidores púbicos receberam mais de 90% da renda habitual”. Segundo o Ipea, os trabalhadores ligados a atividades não essenciais, que praticamente foram paralisadas em algumas cidades que adotaram medidas de isolamento mais restritas, foram os que mais sofreram uma redução na renda. Aparecem na lista dos mais afetados trabalhadores de atividades artísticas, esportivas e recreação (55% da renda habitual), transporte de passageiros (57%), hospedagem (63%) e serviços de alimentação (65%). No mês de maio, cerca de 32% dos domicílios não apresentaram nenhuma renda no trabalho, e 5,2% dos domicílios brasileiros (cerca de 3,5 milhões) sobreviveram apenas com a renda do auxílio emergencial de 600 reais pago pelo governo federal, segundo o estudo. “O auxílio foi mais efetivo para as famílias com renda mais baixa. Após receber o benefício, os rendimentos nestes domicílios atingiram 103% do que seriam com as rendas habituais”, disse o autor do estudo. “A renda efetiva do trabalho dos domicílios de renda muito baixa foi 49% do habitual, mas quando pegamos a renda de outras fontes, a renda foi igual à que essas pessoas recebiam antes da pandemia”, acrescentou. Apesar de ter sido mais importante para as famílias de baixa renda, pessoas com rendimento mais alto e que não se enquadrariam nas definições do governo para ter direito ao pagamento também receberam o auxílio emergencial, segundo notícias divulgadas nos últimos dias. Veja Mais

União Europeia zera tarifa de importação de milho e pode beneficiar o Brasil

G1 Economia Isenção da tarifa no segundo semestre ajuda os exportadores do Brasil, já que é o período do ano em que os brasileiros enviam a maior parte do cereal ao exterior. Colheita da segunda safra de milho avança em Mato Grosso do Sul Aprosoja-MS/Divulgação A União Europeia reduziu seu imposto de importação de milho para zero, de 4,65 euros por tonelada anteriormente, de acordo com publicação no jornal oficial do bloco nesta sexta-feira. A tarifa zero, efetiva a partir de sexta-feira, também será aplicada às importações de centeio e sorgo. A isenção de tarifa potencialmente beneficiaria o Brasil, segundo exportador global de milho, que envia volumes importantes para países europeus. O segundo semestre é o período do ano em que brasileiros embarcam a maior parte do cereal. A UE havia reintroduzido um imposto de importação em 27 de abril, após uma queda nos preços nos EUA. As cotações atingiram naquela oportunidade os níveis mais baixos em dez anos, deixando os valores de importação abaixo do mínimo regulatório da UE. O bloco depois elevou a tarifa ainda mais em 5 de maio, para 10,40 euros, de uma taxa inicial de 5,27 euros, antes de reduzi-la para 4,65 euros em 23 de junho. Os mercados globais de milho ficaram pressionados este ano, com a epidemia de coronavírus afetando a demanda por combustíveis, incluindo de etanol produzido a partir do cereal, que absorve grandes volumes da produção dos EUA. Desde então, os preços se recuperaram, apoiados por uma recuperação nas cotações do petróleo e frete, bem como uma estimativa menor para o plantio dos EUA, divulgada nesta semana. Veja Mais

Bovespa opera em queda, mas caminha para fechar a semana no azul

G1 Economia Na quinta-feira, Ibovespa teve variação de 0,03% e fechou a 96.234 pontos. As bolsas da Europa pinham leve queda. Já o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,93%, máxima desde julho de 2015, após pesquisa mostrar que o Ibovespa é o principal índice da B3, a bolsa brasileira Amanda Perobelli/Reuters O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (3), mas caminha para fechar a semana no azul, com os mercados sendo pautados pela cautela diante de preocupações relacionadas ao coronavírus e em sessão sem a referência das bolsas de Wall Street que não abrem por feriado nos Estados Unidos. Às 10h26, o Ibovespa caía 0,25%, a 95.996 pontos. Veja mais cotações. Na quinta-feira, a Bolsa fechou em alta de 0,03%, a 96.234 pontos, acumulando avanço de 2,56% na parcial da semana. No ano, o Ibovespa ainda tem queda de 16,78%. EUA registram novamente mais de 53 mil casos de Covid-19 em um dia Cenário externo e local No exterior, a cautela prevalecia nos mercados, já que outro aumento recorde nos casos de coronavírus nos Estados Unidos diminuía o otimismo de uma recuperação rápida no setor de serviços da China. As bolsas da Europa operavam em queda. Já o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,93%, máxima desde julho de 2015, após pesquisa mostrar que o setor de serviços da China expandiu a seu ritmo mais rápido em mais de uma década em junho, à medida que a flexibilização das medidas de bloqueio relacionadas ao coronavírus melhorava a demanda dos consumidores. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Veja Mais

INSS prorroga antecipação de pagamento de BPC e auxílio-doença

G1 Economia Prorrogação é até 31 de outubro; isso significa que foi prorrogada a antecipação de um salário mínimo (R$ 1.045) mensal para trabalhadores que estão na fila desses benefícios. Agência do INSS no município de Santana Divulgação Decreto publicado em edição extra do “Diário Oficial da União” de quinta-feira (2) autoriza o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a prorrogar até 31 de outubro a antecipação do pagamento do benefício de prestação continuada (BPC) e do auxílio-doença. Isso significa que foi prorrogada a antecipação de um salário mínimo (R$ 1.045) mensal para trabalhadores que estão na fila desses benefícios. Portaria anterior que entrou em vigor em abril permitia a antecipação por três meses por causa da pandemia do coronavírus. Assim, após o decreto desta quinta, a medida foi estendida até outubro. O governo alega que o atendimento presencial nas agências da Previdência Social está prejudicado por causa da pandemia e que, embora esteja previsto o retorno gradual a partir de 13 de julho (leia mais abaixo), sabe-se que nem todas as unidades estarão totalmente aptas para atender ao público. Assim, o governo autorizou que os beneficiários possam receber antecipadamente, evitando que milhões de pessoas fiquem sem assistência durante o período. Veja como pedir Meu INSS Reprodução/INSS Os sistemas do INSS estão adaptados para receber atestados médicos de trabalhadores que estão na fila do auxílio-doença e queiram solicitar a antecipação no valor de R$ 1.045. O segurado pode enviar o atestado médico diretamente pelo site Meu INSS ou pelo aplicativo do serviço. Para quem já usa o aplicativo, é preciso baixar a atualização disponível para Android e iOS. Ao entrar no Meu INSS, selecione a opção "Agendar Perícia". Quem ainda não tem o cadastro no site, precisa se cadastrar para fazer o login. Feito o login, basta fazer o seguinte: Clique em "Agendar Perícia" Selecione a opção “Perícia Inicial” e, em seguida, clique em “Selecionar” Na pergunta “Você possui atestado médico”, selecione “SIM” e clique em continuar Preencha as informações pedidas e clique em “Avançar” Em “Anexos”, clique no sinal + para inserir o documento e clique em "Anexar" Agora basta selecionar o documento (seu atestado médico) que você quer anexar, clicar em “Abrir” e, em seguida, em “Enviar” Siga os passos seguintes e clique em “Gerar Comprovante” para que você o salve em seu computador ou celular Cuidados O atestado médico deverá ser anexado ao requerimento por meio do site ou aplicativo "Meu INSS" e deve observar os seguintes requisitos: estar legível e sem rasuras; conter a assinatura do profissional emitente e carimbo de identificação, com registro do Conselho de Classe; conter as informações sobre a doença ou CID; conter o prazo estimado de repouso necessário. Sendo atendidos os demais requisitos necessários para a concessão do auxílio-doença, inclusive a carência, quando exigida, a antecipação de 1 salário mínimo mensal "será devida a partir da data de início do benefício e terá duração máxima de três meses". "Reconhecido em definitivo o direito do segurado ao auxílio-doença, seu valor será devido a partir da data de início do benefício, deduzindo-se as antecipações pagas". Para solicitar a prorrogação da antecipação do auxílio-doença, além do prazo de 3 meses, o trabalhador precisará apresentar um novo atestado médico. Em algumas situações os beneficiários terão que ser submetidos à perícia médica no INSS, após o término do regime de plantão reduzido nas agências. São elas: quando o período de afastamento da atividade, incluídos os pedidos de prorrogação, ultrapassar o prazo máximo de 3 meses; para fins de conversão da antecipação em concessão definitiva do auxílio-doença; quando não for possível conceder a antecipação do auxílio-doença com base no atestado médico por falta de cumprimento dos requisitos exigidos. A emissão ou a apresentação de atestado falso ou que contenha informação falsa configura crime de falsidade documental e sujeitará os responsáveis às sanções penais e ao ressarcimento dos valores indevidamente recebidos, alerta o INSS. Agências reabrem no dia 13 O governo federal confirmou a reabertura das agências da Previdência Social no dia 13 de julho, com retorno gradual do atendimento presencial. O atendimento por meio de canais remotos continuará sendo realizado, mesmo após a reabertura das agências. Em um primeiro momento, o tempo de funcionamento das agências será parcial, com seis horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários com prévio agendamento pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135). Também serão retomados os serviços que não possam ser realizados por meio dos canais de atendimento remoto como, por exemplo, realização de perícias médicas, avaliação social e reabilitação profissional. De acordo com estudos feitos pelo INSS, atualmente, 753 agências estão aptas a voltar a funcionar, o que representa 70% da capacidade de atendimento do instituto – são 1.525 no total. As unidades que não reunirem as condições necessárias para atender o cidadão de forma segura continuarão em regime de plantão reduzido. "Dessa forma, todas as medidas tomadas para garantir o direito dos cidadãos durante a pandemia da covid-19, incluindo a simplificação dos procedimentos, a dispensa de exigências e a oferta de serviços por meio de canais remotos, continuarão valendo mesmo após a retomada do atendimento presencial", informa o INSS. Os serviços que não estarão disponíveis de forma presencial neste primeiro momento continuam pelos canais remotos – o Meu INSS e telefone 135. Além disso, o regime de plantão para tirar dúvidas continua enquanto o atendimento presencial não for totalmente retomado. Veja Mais

Motos BMW vão frear e acelerar sozinhas com novo sistema adaptativo de velocidade

G1 Economia Tecnologia manterá automaticamente distância de veículo à frente, como já acontece nos carros. BMW terá motos com sistema adaptativo de velocidade A BMW anunciou que vai introduzir o sistema de controle de velocidade adaptativo em suas motos, em breve. Isso significa que os modelos com a tecnologia poderão frear e acelerar sozinhos, como acontece já em muitos carros com essa tecnologia. O sistema, chamado de "Adaptive Cruise Control", vai controlar a velocidade da moto e a distância do veículo que está à frente. Ainda não se sabe a qual de suas motocicletas a tecnologia vai chegar, mas este tipo de sistema é indicado a modelos utilizados em longas viagens. Motos BMW terão sistema adaptativo de velocidade Divulgação De acordo com a empresa, o objetivo é trazer mais conforto e segurança para o motociclista. Feito em parceria com a Bosch, o dispositivo vai se basear na velocidade escolhida pelo motociclista, como em um "piloto automático" convencional. Mas, a partir daí, sensores vão detectar a velocidade do veículo mais a frente e, eventualmente, desacelerar e acelerar. Vão existir 3 níveis de distância escolhidos pelo usuário, e o sistema também vai atuar em curvas, se adequando a uma velocidade compatível, diz a fabricante. Sistema BMW manterá distância de outro veículo automaticamente Divulgação Ainda não vai 'andar sozinha' A nova tecnologia mostrada pela BMW é apenas um passo para as motos se tornarem mais autônomas, um movimento que já está bem mais avançado nos automóveis. Com apenas duas rodas, esses veículos também precisam do equilíbrio para andar, mas já existem tecnologias que prometem "quebrar" essa barreira. BMW mostra moto que dirige sozinha A própria BMW revelou sua "moto que anda sozinha", em 2018, em uma R 1200 GS adaptada com a tecnologia; antes, em 2016, também mostrou um conceito que "nunca cai". BMW mostra conceito de moto que não cai nunca Por sua vez, Honda e Yamaha estão trabalhando em tecnologias que ajudam o motociclista a se equilibrar na moto. Salão Duas Rodas 2019 - programa ao vivo - bloco 4 No Salão Duas Rodas 2019, o público brasileiro poder conferir a moto da Yamaha que é controlada por gestos. Veja Mais

Justiça autoriza a volta das atividades em frigorífico com mais de 50 casos de Covid-19 em Cabreúva

G1 Economia Ao todo, 156 funcionários apresentaram resultado positivo para Covid-19, de acordo com o último boletim da Secretaria de Saúde. Justiça autoriza volta das atividades em frigorífico de Cabreúva (SP) Reprodução/TV TEM A Justiça autorizou a volta das atividades no frigorífico de Cabreúva (SP) que teve mais de 50 casos positivos de Covid-19. Os funcionários voltaram a trabalhar nesta quinta-feira (2) depois de uma ação judicial que pedia a paralisação por 14 dias. Para a retomada das atividades, além da higienização das mãos com álcool gel e medição de temperatura, os funcionários vão ter que responder um questionário todos os dias antes de começar o trabalho. Quem relatar sintomas de coronavírus não vai poder entrar. Acompanhe AO VIVO as notícias da pandemia na região A Justiça determinou que uma das condições para a empresa voltar a funcionar seria a testagem do quadro de mais de 800 funcionários. Todos os testes foram feitos e 156 apresentaram resultado positivo para Covid-19, de acordo com o último boletim da Secretaria de Saúde. Ao todo, 156 funcionários de frigorífico em Cabreúva (SP) apresentaram resultado positivo para Covid-19 Reprodução/TV TEM Além disso, um funcionário e três parentes de pessoas que trabalham na empresa já morreram pela doença. Em uma audiência, na terça-feira (30), o Ministério Público do Trabalho pediu que o retorno das atividades fosse condicionado a uma nova testagem, já que a empresa demorou quase uma semana para cumprir as determinações da Justiça. Mas o juiz não aceitou o pedido da Promotoria e autorizou o retorno da produção. Mesmo assim, a empresa se comprometeu a fazer uma nova testagem dos funcionários, além de tomar medidas sanitárias de distanciamento e oferecer todos os equipamentos de produção. O frigorífico agora tem cinco dias para informar se já iniciou essas medidas de segurança. Justiça autoriza reinício de atividades em frigorífico de Cabreúva Irregularidades A Vigilância Sanitária divulgou uma lista das irregularidades inseridas na autuação ao frigorífico. Confira abaixo: Não manter sob controle os fatores de risco à saúde do trabalhador; Permitir que funcionário com teste positivo para Covid-19 em período de transmissão da doença continue trabalhando; Utilização comunitária de EPIs contra o frio (os funcionários usam o mesmo casaco de frio); Funcionários sem distanciamento mínimo de um metro ombro a ombro; Utilização de máscara facial inadequada; Ausência de organização para reduzir aglomeração na troca de turno; Não acompanhamento de funcionários com teste positivo para Covid-19; Ausência de triagem clínica; Ignorância sobre situação de funcionários afastados e de familiares de funcionários mortos por Covid-19; Ausência de cartazes de orientação sobre as técnicas de lavagem das mãos, de higienização com álcool em gel e de etiquetas respiratórias; Não disponibilização de dispensadores de álcool em gel suficientes por toda a fábrica; Auxiliares de enfermagem e médico do trabalho trabalhando sem EPI apropriado; Não comunicação à Vigilância Epidemiológica sobre casos de funcionários com teste positivo e afastados por Covid-19. Protesto Funcionários de frigorífico de Cabreúva fizeram protesto após registro de casos de Covid-19 Arquivo pessoal Funcionários fizeram um protesto na sede da empresa mês passado. Segundo eles, as pessoas que foram diagnosticadas com a doença estariam trabalhando normalmente. O grupo alegou ainda que a empresa não realizou testes em todos antes de retornarem ao trabalho e que estaria obrigando os funcionários a trabalharem nestas condições. O juiz do Trabalho Levi Rosa Tome citou a empresa como sendo o "local com maior risco de contágio da Covid-19 do município" e fez uma solicitação para que o Ministério Público apurasse o caso para constatar se houve crime contra a saúde pública. A fábrica tem, atualmente, um quadro de mais de 800 trabalhadores. Flagrante TV TEM flagrou diversos ônibus cheios entrando e saindo de empresa em Cabreúva Reprodução/TV TEM No dia 18 de junho, uma equipe da TV TEM esteve no local e registrou a movimentação em frente ao frigorífico. De acordo com funcionários que não quiseram se identificar, a determinação de manter apenas a quantidade mínima de pessoas trabalhando para conservar produtos e maquinários não estava sendo cumprida. A reportagem também flagrou diversos ônibus lotados entrando e saindo da empresa. Apesar de todos usarem itens de proteção, do lado de fora era possível ver os trabalhadores aglomerados durante a troca de turno. Vigilância Sanitária faz nova vistoria em frigorífico em Cabreúva Reprodução/TV TEM Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí Veja Mais

Empresa usa tecnologia para atravessar crise e não demite funcionários

G1 Economia Empresários, que atuam na produção de etiquetas e aluguel de impressoras térmicas, tinham informação para tomar as melhores decisões quando a pandemia derrubou a produção e a projeção de faturamento. A tecnologia fez diferença. Em um ambiente de retração econômica, como a que estamos vivendo, a transformação digital pode significar a sobrevivência de uma empresa. A tecnologia está em todo lugar: para verificar qualidade do produto, para controlar finanças, para entender o consumidor. E é essa tecnologia que tem ajudado uma empresa que produz etiquetas e aluga impressoras térmicas. A empresa dos irmãos Fabiano, Fernando e Flavio da Costa Melo usa softwares para atender clientes exigentes, como a indústria farmacêutica, automobilística e alimentícia. Neste ano, os empresários tinham informação para tomar as melhores decisões quando a pandemia derrubou a produção e a projeção de faturamento. A tecnologia fez diferença. “A tecnologia ilumina o seu negócio. A maioria das empresas acaba quebrando porque está no escuro, não consegue enxergar a amplitude do problema”, diz Fabiano. Empresários investem em tecnologia para enfrentar a crise Reprodução TV Globo Quem já tinha entrado nesse processo tem mais chances de sobreviver à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, explica Marcos Póvoa. Além de consultor na área, ele é presidente da filial brasileira da líder mundial no setor de transformação digital para empresas que vendem pro varejo. “Muita gente me questiona: ‘eu não posso fazer uma transformação digital porque eu sou pequeno’. Isso não é verdade, isso é um mito. Normalmente, quando você faz transformação digital você inova em processos, então você olha todos os processos internos da sua empresa, ou seja, tudo que você faz, desde a fabricação, até o depósito, a entrega, o pós-venda”, afirma Póvoa. Como a tecnologia já é uma realidade na fábrica de etiquetas desde a fundação, várias etapas da produção usam alguma ferramenta digital. A tecnologia é usada também para monitorar a qualidade dos produtos. Com o QR Code é possível acompanhar todos os passos da produção. “Se eu tive um problema em determinado produto em algum cliente, eu consigo rastrear todos os clientes que receberam produtos daquele lote”, conta Fernando. Na fábrica, nenhum dos 23 colaboradores foi demitido. E a tecnologia é um dos fatores que levou a esse cenário. Confira a reportagem completa: Saiba como começar a transformação digital de uma empresa; especialista dá dicas Veja Mais

Congresso pede ao STF que proíba governo de 'fatiar' estatais com intenção de vender subsidiárias

G1 Economia STF proibiu em 2019 a privatização de estatais sem aval do Legislativo, mas permitiu a venda de subsidiárias. Congresso vê 'risco' de subsidiárias serem criadas justamente para venda. A Câmara dos Deputados e o Senado pediram nesta quinta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que proíba o governo de "fatiar" empresas estatais com o intuito de transformá-las em subsidiárias e vendê-las sem aval do Poder Legislativo. Em 2019, o STF decidiu que a privatização de estatais precisa ser aprovada pelo Congresso. Na ocasião, o tribunal permitiu a venda das subsidiárias sem análise do Legislativo. Na ação apresentada ao STF, Câmara e Senado dizem que a Petrobras tem planos de criar subsidiárias justamente para vender ativos sem que o Congresso analise. "É imprescindível conferir maior clareza e segurança jurídica em relação à prática de atos que importem perda do controle acionário por parte do Estado, por meio da alienação de subsidiárias, ante o risco concreto e atual de que subsidiárias sejam criadas artificialmente com o único fim de receber patrimônio da holding e, na sequência, aliená-los totalmente sem a necessidade de aprovação do Congresso Nacional", argumentou o parlamento na ação. "Segundo o modelo de venda apresentado nas oportunidades de investimentos, a Petrobras criaria em primeiro lugar uma subsidiária. Depois, transferiria parte dos ativos da controladora para a subsidiária criada. Finalmente, venderia, sem o devido processo licitatório e sem autorização do Congresso Nacional, o controle dessa subsidiária aos compradores interessados submetidos a um processo de escolha conduzido por um banco internacional", acrescentou. Para o Congresso, a Petrobras avalia criar de maneira "artificial" novas subsidiárias pelo "desejo de impulsionar o seu programa de desinvestimentos". Se essas operações forem concluídas, acrescenta o Poder Legislativo, "será possível dispor, paulatinamente, de todo o patrimônio estratégico da empresa, desviando-se de qualquer controle do órgão democrático e representativo da população". Relatoria O pedido foi feito ao ministro Ricardo Lewandowski, relator de três ações que questionam pontos da Lei de Responsabilidade das Estatais. A ação, no entanto, foi remetida à presidência do STF, já que, pelas regras internas do tribunal, cabe ao comando do STF a análise de pedidos urgentes durante o recesso. Veja Mais

Portugal obtém acordo inicial com acionistas da TAP para manter empresa em operação

G1 Economia Governo português alertou que vai nacionalizar a companhia se os compromissos acertados não forem cumpridos. O governo português informou nesta quinta-feira (2) que alcançou um acordo inicial com acionistas privados para manter a companhia aérea TAP em operação, mas alertou que vai nacionalizar a empresa se os compromissos não forem cumpridos. Avião da TAP durante voo Wikimedia/Divulgação "Há um acordo em princípio com o setor privado para tornar possível a intervenção na TAP", disse a ministra da Presiência do Conselho de Ministros, Mariana Vieira da Silva. "Se este compromisso for frustrado, o Conselho de Ministros se reunirá para aprovar o decreto de nacionalização da TAP." O governo informou que espera que o acordo final seja selado nas próximas horas. Veja Mais

Bolsas da Europa fecham em alta, impulsionadas por dado de emprego dos EUA

G1 Economia O índice Stoxx 600 Europe encerrou o dia com ganhos de 1,97%, em Londres, o FTSE 100 avançou 1,34%, enquanto, em Frankfurt, o DAX subiu 2,84%. Os índices acionários europeus encerraram a quinta-feira (2) em alta forte, com os investidores otimistas sobre as notícias de progresso no desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 e após os dados de emprego nos Estados Unidos (o chamado "payroll") terem superado amplamente as estimativas de consenso. O índice Stoxx 600 Europe encerrou o dia com ganhos de 1,97%, aos 368,29 pontos. Em Londres, o FTSE 100 avançou 1,34%, fechando aos 6.240,36 pontos, enquanto, em Frankfurt, o DAX subiu 2,84%, a 12.608,46 pontos. Nas demais praças, o CAC 40, de Paris teve ganhos de 2,49%, avançando a 5.049,38 pontos, em Milão, o FTSE MIB subiu 2,88%, a 19.886,88 pontos e, em Madrid, o IBEX 35 registrou alta de 3,75%, a 7.498,60 pontos. O sentimento dos investidores foi revertido ontem, após a Pfizer e a BioNTech terem anunciado resultados positivos para uma potencial vacina contra o novo coronavírus. Dados econômicos melhores do que o esperado na China, Austrália e zona do euro também ajudaram a impulsionar os ganhos no mercado acionário. "É claro que o fato de ser uma vacina, e não um tratamento, pode ter enormes consequências positivas, se for comprovada sua eficácia, mas ainda há receios de que ela leve tempo para chegar ao mercado", afirmam traders da corretora IG. O momento positivo continuou hoje e ganhou ainda mais força após o relatório de empregos nos Estados Unidos. Os 4,8 milhões de empregos criados em junho superaram as estimativas dos economistas de cerca de 3 milhões novas vagas, enquanto a taxa de desemprego caiu de 13,3%, em maio, para 11,1%, no mês passado, também superando as expectativas. "O relatório do mercado de trabalho foi mais forte do que o esperado e deve ser comemorado. No entanto, com o número de casos de covid-19 aumentando e alguns Estados americanos atrasando a reabertura ou impondo novas restrições, estamos preocupados com o fato de um número significativo de indivíduos serem novamente demitidos", afirmou o economista-chefe do Wells Fargo, Jay H. Bryson. Os casos de Covid-19 continuaram a aumentar em países ao redor do mundo, com os EUA registrando um aumento diário recorde de 50 mil novas infecções na quarta (1º). Rony Nehme, analista-chefe de mercado da SquaredFinancial, afirmou que, "por enquanto, os mercados estão apenas se concentrando nas boas notícias e não têm se incomodado muito com o aumento dos casos de Covid-19". EUA batem recorde na pandemia e registram 50 mil casos em um único dia Destaques Os bancos foram os grandes destaques da sessão desta quinta, encerrando o dia em alta de 4.26% dentro do Stoxx 600, com os maiores ganhos registrados nas instituições financeiras espanholas. Bankia, BBVA, Santander e Sabadell lideraram as altas dentro do continente, em valorização de 8,05%, 7,28%, 6,65% e 6,58%, respectivamente. As ações da Associated British Foods subiram 4,15% após a produtora de alimentos e proprietária da varejista de roupas Primark ter reportado uma receita menor no terceiro trimestre, mas ter anunciado que quase todas as suas lojas Primark agora estavam em operação novamente. A D.S. Smith recuou 6,90% depois que a empresa de embalagens decidiu não retomar os pagamentos de dividendos, em meio às incertezas do mercado relacionadas à pandemia. Veja Mais

Ministério da Infraestrutura pretende realizar mais 14 leilões em 2020

G1 Economia Previsão inicial era de 44 leilões no ano. Pandemia do novo coronavírus afetou planejamento e execução de obras, segundo ministério. O Ministério da Infaestrutura planeja realizar 14 leilões ainda neste ano: três concessões e 11 arrendamentos portuários. Com isso, o total pode chegar a 16 no ano, abaixo da previsão inicial feita pela pasta em dezembro, quando anunciou 44 ativos leiloados. Segundo o governo, outros 16 editais devem ser publicados até dezembro e 33 obras de infraestrutura devem ser entregues. Neste ano, o governo já realizou o leilão da BR-101 (SC) e o arrendamento do Cais Pesqueiro no Porto de Fortaleza (CE), além da renovação da concessão da Malha Paulista. "Hoje o que estamos estruturando é o que a gente tem capacidade de entregar", afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas em coletiva de imprensa realizada por videoconferência nesta quinta-feira (2). "Muita gente me perguntava o seguinte: a pandemia afetou em cheio o cronograma de leilão, vão continuar fazendo? Vamos", relatou o ministro. Em dezembro do ano passado, Tarcísio havia anunciado a expectativa de realização de 44 leilões: 22 aeroportos, 9 terminais portuários, 7 rodovias e 6 ferrovias. Obras entregues Segundo o ministério, no primeiro semestre foram inauguradas 36 obras da ordem de R$ 3,5 bilhões. A maior parte delas, 23 obras, foi inaugurada entre março e junho, período mais afetado pela pandemia do novo coronavírus. Foram 126,9 km de rodovias duplicadas, 88,5 km pavimentados e 110,6 km de novas restaurações. Além da nova sala de embarque do Aeroporto de Navegantes (SC), a ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (PR) e os portos de pequeno porte em Parintins (AM), Coari (AM) e Turiaçu (MA). Editais O Ministério disse que publicará até o fim do terceiro trimestre o edital para a concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). Para agosto, está programado o leilão de dois terminais no Porto de Santos, de papel e celulose. A expectativa é que os dois recebam R$ 420 milhões de investimentos. Os 11 arrendamentos previstos são: quatro no Porto de Itaqui (MA), dois no Porto de Aratu-Candeias (BA), um no Porto de Paranaguá (PR), um no Porto de Santana (AP) e um no Porto de Maceió (AL). Entre as obras a serem entregues até dezembro, 24 estão no setor rodoviário (entre duplicações de rodovias e construções de pontes, 5 no setor aquaviário), 9 em aeroportos e a transposição da linha férrea de Rolândia, no Paraná. Nos aeroportos, o Ministério trabalha para concluir a recuperação da pista de pouso e decolagem no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, além de reconstruir o pátio de aeronaves. Em Cascavel (PR), será construído um novo terminal de passageiros. Sexta rodada de concessões A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta quarta-feira (1º) o edital do leilão da sexta rodada de concessões para licitar 22 aeroportos divididos em três blocos regionais. O edital será encaminhado para o Tribunal de Contas da União (TCU) e, na sequência, passará por nova votação na Anac. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, já afirmou que o leilão dos terminais deve ocorrer no primeiro trimestre de 2021. Veja Mais

Chegada do frio ao Sul e ciclone bomba ajudam a conter avanço da nuvem de gafanhotos

G1 Economia Mudança drástica de temperatura criou condição que não favorece o deslocamento dos insetos, mas facilita o controle deles. Baixas temperaturas fizeram com que gafanhotos se recolhessem e evitassem fazer grandes voos Senasa/Divulgação A nuvem de gafanhotos se afastou um pouco do Brasil nos últimos dias, e dois eventos ajudaram a conter o avanço dos insetos: a chegada do frio ao Sul do país e também o ciclone bomba que atingiu a região. Para Marco Antonio do Santos, meteorologista da Rural Clima, as duas situações criaram um bloqueio para a entrada da nuvem de gafanhotos no país, especialmente no Rio Grande do Sul, onde existia mais chance da chegada dos insetos. “Eu acredito que sim, que ajudou. Os dois fatores conjuntos inibiram a entrada da nuvem no Brasil”, afirma. “Nós tivemos duas ondas de chuva no Rio Grande do Sul, uma no sábado, que foi pouca e depois tivemos o ciclone, com chuvas severas e a chegada do frio. Hoje, diante das atuais condições climáticas, não acredito que a nuvem chegue ao Brasil.” Trigueiro: ‘Onda de frio e ciclone afastam a nuvem de gafanhotos da Região Sul’ O pesquisador Kleber Trabaquini, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e que fez simulações da movimentação dos insetos na semana passada, afirma que o frio foi o fator determinante para conter o avanço da nuvem, mais do que o próprio ciclone. “O que está mais freando o deslocamento é a baixa temperatura na região. O inseto tem uma temperatura ideal de desenvolvimento entre 25 e 30°C, que foi quando a nuvem se deslocou em torno de 100 km por dia”, explica. “Nossa grande sorte é que a chegada do inverno diminui as temperaturas. Tivemos dias na Argentina com temperaturas máximas de 10ºC e um pouco de chuva, o que desfavorece o voo deles”, acrescenta Trabaquini. Controle facilitado No boletim divulgado na noite de quarta-feira (1) o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade de Alimentos Agroalimentares da Argentina (Senasa) informou que a nuvem foi encontrada na cidade de Paraje El Descanso, ainda dentro da província de Corrientes. Os técnicos argentinos chegaram a preparar a aplicação de inseticidas por aviões, mas as condições do clima não eram favoráveis e o controle da nuvem ficou para a manhã desta quinta-feira (2). Para Kleber Trabaquini, o frio também está contribuindo para a diminuição da nuvem de gafanhotos por dois motivos: o primeiro é porque o deslocamento dos insetos é menor em baixas temperaturas. “A chuva com baixa temperatura faz com que eles tenham baixa atividade de voo, isso ajuda os técnicos do Senasa a localizarem os gafanhotos e fazer aplicações”, diz. O segundo motivo é que os gafanhotos não costumam resistir muito ao frio, o que leva também à morte natural deles. Condição climática na província de Corrientes, na Argentina, onde os insetos estão localizados. Baixas temperaturas não favorecem o deslocamento Kleber Trabaquini/Epagri Marco Antonio, da Rural Clima, acredita que, como o deslocamento dos insetos está seguindo para dentro da Argentina, se afastando do Brasil, a chance de chegada é muito pequena. Até domingo (5) , a previsão é que o Rio Grande do Sul tenha frio e chuva, permanecendo um “bloqueio natural” para a entrada da nuvem de gafanhotos. “Se não tivesse feito chuva e frio, tinha muitas chances de chegar. Agora, temos condições desfavoráveis para o avanço. Como a nuvem entrou mais para o interior da Argentina, acho difícil que voltem (para a região de fronteira).” Initial plugin text Veja Mais

Mesmo com incertezas nos concursos públicos, candidatos devem manter preparação, dizem especialistas

G1 Economia Pandemia e crise reduzem concursos públicos; mesmo com concorrência maior e incertezas sobre lançamentos de editais e adiamento de provas, tempo maior de estudo pode ser aliado na preparação. A pandemia do novo coronavírus tem diminuído consideravelmente a abertura de concursos públicos, vem adiando provas por tempo indeterminado e, ao mesmo tempo, está aumentando a concorrência, já que o desemprego cada vez mais elevado tem levado um grande número de pessoas a buscar o serviço público como uma alternativa de recolocação no mercado de trabalho. Pandemia e crise reduzem concursos públicos; especialistas veem mais concorrência e vagas em saúde e segurança pós-Covid VEJA LISTA DE CONCURSOS COM INSCRIÇÕES ABERTAS E EDITAIS PUBLICADOS Todo esse cenário traz incertezas para os candidatos, que não sabem se o concurso para o qual estão estudando lançará o tão esperado edital. Ao mesmo tempo, o tempo maior de espera pode ser um grande aliado neste momento, já que especialistas sempre aconselham a começar os estudos com base nos editais anteriores, para sair na frente na preparação. E, no lançamento do edital, se focar nas novidades e disciplinas que têm maior dificuldade. "Há um ditado popular que diz que o copo ou está meio cheio ou meio vazio, dependendo de como as pessoas veem o copo preenchido com metade da água. As exigências das provas dos concursos têm sido cada vez maiores, mas este momento pode ser bom para o concurseiro, pois há mais tempo para estudar", comenta Marcos Takao Ozaki, professor de cursos preparatórios para concursos e do curso de pós-graduação em Gestão Pública EAD da Fecap. Ele cita como exemplos as provas para vagas que exigem conhecimento de direito constitucional e tributário. "Elas têm solicitado, além do conhecimento teórico, jurisprudência dos tribunais superiores, especialmente do STF. Ou seja, ao aluno não é suficiente saber a teoria", explica. Outra dica de Ozaki é focar na banca que promoverá o concurso, fazendo exercícios de provas de concursos anteriores da mesma organizadora. "Focar em um concurso específico não é a melhor opção. O melhor é se tornar um concurseiro profissional, aquele que se inscreve em vários certames e vai prestando os concursos para adquirir experiência", indica. Marcel Guimarães, professor do Direção concursos e consultor legislativo do Senado Federal, afirma que é fundamental que os candidatos mantenham o foco e aproveitem o tempo extra que “ganharam” para intensificar os estudos. “Às vezes, é preciso saber identificar as oportunidades, sendo que as crises acabam tendo um papel importante para o nosso crescimento nesses momentos adversos. O estudo de longo prazo é o melhor caminho rumo à aprovação. Deve-se aproveitar esse tempo extra de preparo para melhorar o desempenho nas matérias mais importantes de cada certame, além daquelas em que o candidato tenha mais dificuldade”, diz. Guimarães ressalta a importância de se manter firme nos estudos, pois uma hora o concurso será realizado e somente quem não parou de estudar será aprovado. “Em algum momento, essa crise irá passar e temos todos que estar preparados para aproveitar as oportunidades. Apesar de tudo, a vida e os concursos continuam”, opina. Fernando Bentes, mestre e Doutor em Teoria do Estado e Direito Constitucional e professor-adjunto de Direito Constitucional da UFRRJ também se mantém otimista. Para ele, apesar de toda a conjuntura negativa, o Estado precisa de pessoas para operar a máquina e efetivar suas políticas públicas. “A crise fiscal e a reforma administrativa terão impacto na atratividade do cargo público. Mas é inegável que o Brasil conseguiu profissionalizar seu setor público recrutando pessoas que passaram anos estudando com afinco e que possuem alto nível de conhecimento. Isso se reflete na melhoria do serviço público. Além disso, a tradição clientelista brasileira de distribuir cargos a amigos, parentes e cabos eleitorais é combatida frontalmente com concursos sérios e idôneos”, afirma. Por isso, ele salienta que o candidato deve aproveitar ao máximo a crise para se preparar e aguardar o momento certo. “A hora de estudar é agora, não quando o edital for publicado. O candidato deve interpretar este momento de suspensão como uma bênção, uma chance, uma oportunidade de se preparar corretamente para quando a situação se normalizar”. De acordo com Bentes, o candidato deve: fazer uma análise do edital de seu cargo; saber exatamente quais matérias serão cobradas; fazer um cronograma de estudo; recorrer a bons livros e cursos preparatórios; sempre conciliar a teoria com a prática, treinando muito por meio de questões de concursos passados para testar seu conhecimento; sanar as dúvidas das matérias que não domina; desvendar a forma de pergunta e o padrão de resposta das bancas organizadoras das provas. Antônio Batist, especialista em gestão pública e empresarial, aconselha buscar fontes relevantes de informação, tanto em notícias quanto em estudos, e entender o contexto independentemente de polarizações de opinião. “Sabendo que a retomada dos concursos poderá ser lenta em alguns casos, que o número de desempregados tende a aumentar a concorrência, como já ocorreu em anos anteriores, e consciente de que muitas áreas poderão precisar de ainda mais vagas na retomada, só há duas recomendações: informe-se com qualidade e estude bem. Estudar certo não é necessariamente o mesmo que estudar muito”, alerta. Veja as dicas de Batist: aproveite para melhorar nas disciplinas que você não domina revise aquilo que já sabe resolva muitos exercícios e provas anteriores acompanhe a retomada e as mudanças dos concursos de seu interesse O especialista diz que, se não houver como investir financeiramente, há canais, fontes, apostilas e sites gratuitos na internet. “Este não é um momento fácil e continuará sendo difícil por mais algum tempo, mas isso não quer dizer que se deva perder a esperança. Não seja pego de surpresa na retomada. Busque se preparar dentro da sua realidade, seja ela qual for”, afirma. Filipe Ávila, coordenador geral do AlfaCon Concursos, também considera importante manter o foco nos estudos e continuar se preparando, mesmo com um cenário incerto para a aplicação das provas. Assim, quando a situação de pandemia se normalizar, os candidatos estarão preparados e à frente da concorrência. “O concurseiro deve aproveitar este momento e reforçar as matérias que sente maior dificuldade”, comenta. O coordenador também ressalta que todos os concursos que foram suspensos neste ano voltarão simultaneamente quando a situação melhorar. Ele cita os da Polícia Civil do Distrito Federal, de São Paulo e do Rio Grande do Norte e Polícia Militar do Paraná. “Por isso, a orientação é se preparar ao máximo para conseguir realizar vários concursos ao mesmo tempo”, indica. Aprovados em concurso público dão dicas para quem sonha com aprovação Veja Mais

Auxílio Emergencial: termina hoje prazo de cadastramento para receber benefício

G1 Economia Inscrições para receber o Auxílio Emergencial vão até 2 de julho; se governo ampliar número de parcelas, prazo poderá ser estendido. Ana Flor e Octavio Guedes analisam os impactos do auxílio emergencial no Nordeste Termina nesta quinta-feira (2) o prazo para o trabalhador se inscrever para receber o Auxílio Emergencial. Depois desta data, segundo a Caixa Econômica Federal, o site e o aplicativo serão utilizados apenas para acompanhar o pagamento do benefício ou o processamento do pedido. De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, a partir de sexta-feira (3), o cadastramento estará fechado. "A partir desse dia, o cadastramento estará fechado e todas as pessoas que estão em análise pela Dataprev terão uma resposta. Todas as pessoas que se cadastrarem e forem validadas receberão todas as parcelas. Mesmo que sejam aprovadas lá pro meio de julho, receberão as três parcelas", disse na semana passada durante o anúncio do calendário da terceira parcela. O G1 entrou em contato com o Ministério da Cidadania para saber se após esse prazo será possível contestar a recusa do pedido do auxílio ou complementar os dados do cadastramento pelo app e site, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tire suas dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL O prazo foi mantido mesmo após o governo anunciar a prorrogação do benefício para mais duas parcelas. O pagamento deverá ser feito da seguinte forma, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes: R$ 500 no início do mês; R$ 100 no fim do mês; R$ 300 no início do mês; R$ 300 no fim do mês. Bolsonaro prorroga auxílio emergencial por dois meses; Miriam Leitão analisa Como eu me cadastro? O cadastro deve ser feito pelo site ou pelo aplicativo disponibilizados pela Caixa Econômica Federal. Veja passo a passo para pedir o auxílio Clique aqui para fazer a inscrição pelo site: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio Clique aqui para baixar o aplicativo para iOS (celulares Apple): https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331 A população mais vulnerável, sem acesso a meios digitais, que ainda não conseguiu solicitar o Auxílio Emergencial, pode ir a uma agência dos Correios para fazer o cadastramento, que será feito gratuitamente por funcionários da empesa. Com o intuito de evitar aglomerações, foi estabelecido um calendário para a solicitação do cadastro do Auxílio Emergencial nas agências dos Correios, conforme o mês de nascimento do cidadão: Segunda-feira: nascidos em janeiro e fevereiro; Terça-feira: nascidos em março e abril; Quarta-feira: nascidos em maio e junho; Quinta-feira: nascidos em julho, agosto e setembro; Sexta-feira: nascidos em outubro, novembro e dezembro. Na página dos Correios, no sistema Busca Agência, é possível obter informações sobre as unidades abertas ao público. A grande maioria dos pontos de atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Para pedir o cadastramento numa agência dos Correios, o interessado deve apresentar os seguintes documentos: Identificação oficial com foto, em que conste também o nome da mãe do beneficiário; Cadastro de Pessoa Física (CPF) do usuário e dos membros da família que dependem da renda do titular e dados bancários ou documento de identificação (RG, CNH, passaporte, CTPS, RNE ou CIE) para solicitar abertura de Conta Social Digital, em nome do titular. Quem tem direito? Será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra todos estes requisitos: ser maior de 18 anos de idade com CPF regularizado; não ter emprego formal; não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135); que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018. O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento desses requisitos. E, para conseguir o auxílio, o trabalhador deve exercer atividade na condição de: microempreendedor individual (MEI) contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado intermitente inativo ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima por meio de autodeclaração O programa estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa. A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês. Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família. Se, durante este período de três meses, o beneficiário do auxílio emergencial for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele deixará de receber o auxílio. Terceira parcela O governo divulgou no dia 25 de junho o calendário de pagamentos da terceira parcela do auxílio emergencial de R$ 600. Também foi divulgado o calendário de pagamento da segunda parcela para os aprovados do segundo lote – aqueles que receberam a primeira parcela entre os dias 16 e 29 de maio - e da primeira parcela do benefício a 1,1 milhão de novos aprovados. A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida. Até 4 de julho, o dinheiro será depositado nas contas da poupança social digital para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. As transferências e os saques em dinheiro a partir dessas contas começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. Veja calendários abaixo: Lote 2, parcela 2 - auxílio emergencial Economia G1 parcela 1, lote 4 (novos aprovados) Economia G1 Lote 1, parcela 3 - auxílio emergencial Economia G1 Balanço dos pagamentos Defensoria Pública ajuda brasileiros que tiveram pedido do auxílio emergencial negado Pedro Guimarães informou na semana passada que 64,1 milhões de beneficiários já receberam o Auxílio Emergencial, totalizando R$ 90,8 bilhões: R$ 40,9 bilhões para inscritos no Bolsa Família, R$ 14 bilhões para inscritos no Cadúnico e R$ 35,9 bilhões para inscritos pelo app/site do auxílio. A maior parte foi paga no Nordeste (R$ 33 bilhões). Das 108,4 milhões de pessoas cadastradas no programa, 106,3 milhões de cadastros foram processados. Foram considerados elegíveis 64,1 milhões de beneficiários, outros 42,2 milhões foram considerados inelegíveis, 2 milhões estão em primeira análise e 1,3 milhão estão em reanálise. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Initial plugin text Veja Mais

Facebook se reúne com anunciantes em meio a boicotes na plataforma

G1 Economia Segundo agência Reuters, reunião com executivos não foi o suficiente para dissuadir anunciantes de participar de boicote à rede social. Sede do Facebook, na Califórnia Thiago Lavado/G1 Anúncios de mais de 400 marcas, incluindo Coca-Cola e Starbucks devem desaparecer do Facebook nesta quarta-feira (1°), após o fracasso das negociações de última hora para impedir um boicote ao discurso de ódio na rede social. Gurovitz: O cerco a Google e Facebook Grupos de direitos civis dos EUA mobilizaram as multinacionais para ajudar a pressionar a gigante de mídia social a tomar medidas concretas para barrar o discurso de ódio após a morte de George Floyd e em meio a um debate nacional sobre racismo. Colgate, Best Buy, Hershey e Puma engrossam lista de boicote ao Facebook Veja empresas que pausaram anúncios em redes sociais Executivos do Facebook, incluindo Carolyn Everson, vice-presidente de soluções globais de negócios, e Neil Potts, diretor de políticas públicas, realizaram pelo menos duas reuniões com anunciantes na terça-feira (30), véspera do boicote programado para durar um mês, disseram três fontes que participaram das conversas à Reuters. Mas, segundo as fontes, os executivos não deram detalhes sobre como abordariam a polêmica de discurso de ódio, levantado pela campanha "Stop Hate for Profit"("Dê um Basta no Ódio por Lucro", em tradução livre). De acordo com a Reuters, em vez disso, eles apontaram para comunicados de imprensa recentes, frustrando os anunciantes, que acreditam que esses planos não são o suficiente. "[O Facebook] simplesmente não está se mexendo", disse um executivo de uma grande agência de publicidade sobre as conversas. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, concordou em se reunir com os organizadores do boicote, disse um porta-voz da empresa. "Regularmente nos reunimos, escutamos e aprendemos com líderes e organizações de direitos civis. Na semana passada, procuramos as organizações NAACP, ADL e Color of Change, e oferecemos um encontro com nossos vice-presidentes de operações e de produto, pois elas fizeram pedidos específicos relacionados aos nossos produtos." "As organizações pediram para que Mark estivesse no encontro, e confirmamos que ele poderá participar. Aguardamos agora um retorno das organizações para continuarmos este diálogo", disse o Facebook em nota. O Facebook afirmou que se submeteria a uma auditoria sobre seus controles contra conteúdo de incitação ao ódio, anunciando planos para colocar alertas em conteúdo que viola suas políticas, seguindo práticas semelhantes em outras plataformas de mídia social, como o Twitter. Um representante de uma agência de publicidade digital que participou das negociações de terça disse que os executivos do Facebook se referiram repetidamente à auditoria, sem oferecer concessões adicionais. Os executivos do Facebook entraram em contato com membros de conselho de administração e diretores de marketing dos principais anunciantes para convencê-los a não participar do boicote, disseram à Reuters duas pessoas informadas sobre as discussões. Para o Facebook, é improvável que o boicote tenha um grande impacto financeiro. As 100 principais marcas no Facebook em 2019 provavelmente geraram apenas 6% da receita anual total de US$ 70 bilhões da empresa, de acordo com nota da Morningstar citando dados da Pathmatics, que faz a mensuração dos tipos de publicidade na plataforma. A rede social disse no ano passado que seus 100 principais anunciantes representavam menos de 20% da receita total de anúncios. Zuckerberg perde R$ 39 bilhões com Coca-Cola e Unilever fora do Facebook As notícias do boicote causaram uma perda US$ 56 bilhões do valor de mercado do Facebook, após uma queda de 8% em suas ações na sexta-feira. Mas as ações se recuperaram 3% na terça e fecharam em alta de 4,6% nesta quarta. Veja Mais

Sony anuncia recompensas de até US$ 50 mil para falhas no PlayStation e na PlayStation Network

G1 Economia Antes, fabricante japonesa oferecia agradecimentos e uma camiseta. PlayStation 4 Pro é mais potente que o modelo convencional e consegue rodar games em resolução 4K, segundo a Sony Divulgação / Sony A Sony anunciou uma expansão do seu programa de recompensa para pesquisadores de segurança que encontram e comunicam falhas de segurança na linha de produtos e serviços do PlayStation. De agora em diante, qualquer especialista pode comunicar falhas na plataforma de "bug bounty" hackerOne e receber entre US$ 100 e US$ 50 mil (R$ 530 a R$ 265 mil). Segundo uma publicação no blog oficial do PlayStation, o programa de recompensas em dinheiro já estava funcionando de forma particular, com ofertas pagas diretamente aos pesquisadores. A novidade é a expansão desse programa de incentivos financeiros para a plataforma hackerOne, um site que agrega programas de recompensas mantidos por várias empresas. O objetivo dos programas de recompensas (ou "bug bounty") é atrair a atenção de especialistas independentes, que vão analisar os produtos e serviços para caçar falhas de segurança. Os erros podem então ser corrigidos antes que criminosos tenham a oportunidade de realizar ataques. A Sony está oferecendo valores maiores para vulnerabilidades identificadas no próprio console PlayStation 4. Brechas no console poderiam ser usadas para a pirataria, para viabilizar trapaças em jogos on-line e para executar programas caseiros ("homebrews"). O valor do pagamento levará em conta a gravidade da falha relatada. As falhas mais graves são as "críticas", que valem no mínimo US$ 3 mil na PlayStation Network ou US$ 50 mil no PlayStation 4. Como é normal nesses programas, a Sony será a única responsável por definir a gravidade e o valor final a ser pago pelo relato. Segundo a empresa, os valores da tabela são os valores mínimos. Não foi divulgado um valor máximo. Microsoft e Nintendo já oferecem recompensas A Sony é a última das três grandes fabricantes de consoles a oferecer recompensas em dinheiro para falhas em sua linha de produtos e serviços de jogos eletrônicos. A Microsoft, que oferece recompensas em "bug bounty" desde 2013, anunciou um programa para o Xbox no início de 2020. A Nintendo, porém, não oferece recompensas por falhas em seu serviço on-line. A companhia tem apenas interesse em vulnerabilidades no Nintendo Switch. O 3DS, a linha anterior de portáteis da fabricante, foi recentemente excluído do programa. Anteriormente, a Sony não oferecia recompensas em dinheiro no hackerOne. Quem relatasse falhas válidas nos produtos da linha PlayStation receberia apenas um agradecimento público na página da empresa na plataforma e uma camiseta. Com os novos valores, a Sony parece ter ofertas competitivas para atrair a atenção de especialistas. O valor de US$ 50 mil para falhas críticas, por exemplo, é superior aos US$ 20 mil oferecidos pela Nintendo e pela Microsoft. Como cada fabricante arbitra todos os pagamentos, os valores reais e a reputação do programa entre os caçadores de falhas vão depender de como ele funciona na prática. Consoles de videogame normalmente saem de fábrica com uma configuração que impede o uso de qualquer software não autorizado pela fabricante. A violação desse mecanismo normalmente só é possível com a existência de uma vulnerabilidade. Corrigindo essas falhas preventivamente, as fabricantes de console têm mais chances de reduzir a pirataria em sua plataforma. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Imposto de Renda 2020: Mais de 2,06 milhões de contribuintes do Paraná enviaram declarações no prazo, diz Receita

G1 Economia Segundo a Superintendência Regional da Receita Federal, expectativa era de receber 2,07 milhões de declarações no estado; 7,8 mil paranaenses não declararam até a data limite. Mais de 2,06 milhões de contribuintes do Paraná enviaram declarações no prazo, segundo a Receita Federal Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Superintendência Regional da Receita Federal informou, nesta quarta-feira (1º), que 2.062.141 contribuintes do Paraná enviaram as declarações de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2020, dentro do prazo. O período limite para enviar as declarações se encerrou na terça-feira (30). A expectativa, segundo a Receita, é de que fossem recebidas 2.070.000 declarações no estado, ou seja, 7,8 mil contribuintes não entregaram no prazo. IRPF 2020: saiba o que fazer se você perdeu o prazo para declarar No Brasil, mais de 31,9 milhões declararam no prazo. No Paraná, houve aumento de 4,15% na entrega das declarações, em comparação com o ano anterior, em que 1.979.969 pessoas entregaram. Inicialmente, o prazo final para entrega da declaração de Imposto de Renda era 30 de abril, mas por conta da pandemia do coronavírus ele foi adiado para 30 de junho. Declaração com atraso As pessoas que não declararam devem regularizar a situação, enviando a declaração a partir desta quarta-feira. O envio fora do prazo prevê pagamento de multa. Segundo a Receita Federal, a multa mínima por atraso no envio da declaração é de R$ 165,74, mas pode atingir até 20% do imposto devido. Enviou a declaração com erro? Saiba como retificar VÍDEOS: veja dicas para fazer a declaração de imposto de renda Saiba tudo sobre o Imposto de Renda 2020 No ano passado, ainda conforme a Receita Federal, entre 1º de maio e 31 de dezembro, 26.923 declarações foram entregues atrasadas, por contribuintes que possuíam a obrigação de declarar, mas não haviam respeitado a data limite. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná. Veja Mais

População ocupada na agropecuária chega ao menor nível desde 2012, diz Cepea

G1 Economia Em um ano, são 580 mil profissionais a menos no setor, ficando abaixo de 8 milhões de pessoas. Segundo pesquisadores, cenário que pode estar atrelado aos efeitos da Covid-19 na economia. Colheita café máscara coronavírus Elói Mendes Reprodução/EPTV A população ocupada na atividade agropecuária chegou ao menor nível observado para um trimestre desde 2012, de acordo com estudo divulgado nesta quarta-feira (1) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP. Segundo o Cepea, no período de março a maio, são 7,99 milhões de pessoas ocupadas no setor, sendo o menor número observado para um trimestre desde desde que essa avaliação começou a ser feita, em 2012. O estudo foi baseado nos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE. “Frente ao trimestre móvel imediatamente anterior (fevereiro, março e abril), a redução foi de 2,1% ou de 173 mil pessoas (a menos). Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2019, a queda foi de expressivos 6,8%, o equivalente a 580 mil pessoas (a menos na atividade)”, diz o Cepea. Gráfico mostra número de pessoas ocupadas na atividade agropecuária Cepea A pesquisa afirma que o cenário “deve estar atrelado” aos efeitos da pandemia da Covid-19 no setor, o que afeta também a mão de obra. Expectativa frustrada Desemprego fica em 12,9% e taxa de subutilização é de 27,5% A pesquisa diz ainda que, em relação à expectativa de ocupação no período, a queda foi de 4,4%. Ou seja, 365 mil pessoas deixaram de ser contratadas neste período. Os pesquisadores do Cepea ressaltam que é usual observar diferenças de até 200 mil pessoas entre trimestres, mas que esta foi a primeira vez que o choque ficou superior a 300 mil pessoas. Veja Mais

Economia do Chile cai 15,3% em maio, renovando mínima histórica

G1 Economia O índice de atividade econômica Imacec do Banco Central abrange cerca de 90% da economia avaliada nos números do Produto Interno Bruto. Chile atualiza número de mortos por Covid-19 para mais de 7 mil A atividade econômica do Chile caiu 15,3% em maio em relação ao mesmo mês do ano anterior, informou o banco central nesta quarta-feira (1), atingindo mais uma mínima histórica já que as medidas para conter a disseminação do coronavírus deixaram muitos sem emprego e fecharam empresas. O índice de atividade econômica Imacec do Banco Central abrange cerca de 90% da economia avaliada nos números do Produto Interno Bruto. Economia do Chile encolhe 14,1% em abril, afirma BC chileno O dado de maio segue-se a um resultado igualmente terrível de abril, quando a economia do Chile despencou 14,1%. Ambos representam as maiores quedas em base anual do índice em pelo menos 34 anos. A pandemia explodiu em grande parte da América do Sul nas últimas semanas. O Chile registrou quase 280.000 casos de coronavírus e mais de 5.500 mortes, levando as autoridades de saúde a isolar mais da metade de sua população para conter a propagação da doença. O ministro das Finanças, Ignacio Briones, considerou a queda da produção "monumental", mas disse que ainda foi melhor do que as expectativas do mercado. Uma pesquisa da Reuters previa queda de 16,6%, enquanto alguns economistas esperavam um tombo ainda mais acentuado se aproximando de 20%. Chile endurece isolamento para 8 milhões de pessoas após aumento nos casos de Covid-19 "Vamos ter uma queda muito importante, provavelmente pior que a de junho", disse Briones em uma entrevista de rádio. Até agora, o principal produtor de cobre do mundo conseguiu proteger sua produção do metal, mostraram os dados do banco. A atividade de mineração cresceu 1,2% em maio, mesmo com a produção não mineradora caindo 17%, segundo dados. "As atividades mais afetadas foram serviços e comércio e, em menor grau, manufatura e construção. Nos serviços, destacou-se a queda na educação, transporte, serviços comerciais, restaurantes e hotéis", informou o banco central em comunicado. Veja Mais

Entregadores de aplicativos fazem manifestações pelo país

G1 Economia Movimento pede aumento na remuneração e melhoria nas condições de trabalho. Associação de empresas diz estar aberta a diálogo. Entregadores ocupam a portaria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte Rodrigo Franco / TV Globo Entregadores de aplicativos fizeram protestos em cidades brasileiras nesta quarta-feira (1º). A mobilização nacional da categoria, que teve forte crescimento ao longo da pandemia do novo coronavírus, é por melhores condições de trabalho. Houve protestos no Distrito Federal e em cidades como Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), São Paulo (SP), Piracicaba (SP), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Teresina (PI), Maceió (AL) e Goiânia (GO). Os manifestantes não têm uma representação sindical. No entanto, em comum, incluíram na pauta de reivindicações os seguintes itens: aumento do valor recebido por quilômetro rodado; aumento do valor mínimo de cada entrega, que é independente da distância percorrida e do tempo gasto pelo entregador; esse valor é fixado por cada empresa; fim do que os entregadores consideram bloqueios indevidos, quando eles são bloqueados dos aplicativos sem saber o motivo; auxílio pandemia (equipamentos de proteção individual - EPIs - e licença). Em nota à imprensa, as empresas que integram a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que atuam no setor de delivery, informam que desde o início da pandemia foram tomadas diversas medidas de apoio, como distribuição gratuita ou reembolso pela compra de materiais de higiene e limpeza (máscara, álcool em gel e desinfetante) e a criação de fundos para pagar auxílio financeiro a parceiros diagnosticados com Covid-19 ou em grupos de risco. Segundo a Amobitec, os entregadores cadastrados nas plataformas estão cobertos por seguro contra acidentes pessoais durante as entregas. A associação também informou estar aberta ao diálogo e que a mobilização desta quarta "não acarretará em punições ou bloqueios de qualquer natureza". Veja cidades onde houve protestos: São Paulo 1º de julho - Motoboys e entregadores protestam na Torre do Castelo, localizada na Praça 23 de Outubro, na cidade de Campinas (SP) Denny Cesare/Código19/Estadão Conteúdo Em São Paulo, até por volta de 13h, havia ocorrido protestos ao menos na capital, em Campinas e em Piracicaba. Na cidade de São Paulo, a concentração começou na região do Brooklin, Zona Sul da cidade. O ato deve ser encerrado na Ponte Estaiada, na Zona Sul. Em Campinas, manifestantes passaram pela Torre do Castelo, na Praça 23 de Outubro. Em Piracicaba, eles saíram de comboio de várias partes da cidade. Rio de Janeiro Motoboys e entregadores carregavam cartazes e faziam buzinaço na Avenida Presidente Vargas Reprodução/Redes Sociais Motoboys e entregadores de aplicativo iniciaram a manifestação no centro do Rio de Janeiro por volta das 10h30. Pouco depois das 11h, o grupo saiu do Centro e seguiu até a Zona Sul, parando nos bairros de Botafogo e Jardim Botânico. Pernambuco Em protesto, entregadores seguiram em motos pelas principais vias do Recife, nesta quarta-feira (1º), por volta das 11h Eliab Pessoa/TV Globo No Recife, manifestantes seguiram de motos e bicicletas seguiram pela Avenida Agamenon Magalhães, causando retenções no trânsito, e chegaram à Avenida Domingos Ferreira, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul da cidade. Minas Gerais Enfileirados, motociclistas ocupam rua Rodrigues Caldas, na Região Centro-Sul de BH Rodrigo Franco / TV Globo Em Belo Horizonte, os manifestantes ocuparam vias da cidade de motocicleta e foram até a Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Ceará Fortaleza, 1º de julho, às 11h: Manifestantes reivindicam melhores condições de trabalho Isanelle Nascimento/SVM Em Fortaleza, motociclistas e ciclistas de diferentes empresas se reuniram em frente a um shopping da capital cearense. Em seguida, o grupo se dirigiu até a Praça da Imprensa, no Bairro Edson Queiroz, onde ficou concentrado. Distrito Federal Entregadores de aplicativo protestam em Brasília por melhorias na condição de trabalho PMDF/Divulgação No Distrito Federal, os manifestantes começaram o protestos por volta das 11h30 na Alameda das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, e passaram por avenidas da capital federal. Piauí Entregadores por aplicativo fazem protesto em Teresina Arquivo pessoal No Piauí, os entregadores se reuniram em Teresina com o secretário estadual de Segurança Pública, Rubens Pereira, para pedir mais polícia nas ruas e garantir segurança à categoria. Nessa terça-feira (30), um assalto a um entregador no centro da capital piauiense foi registrado por câmeras de segurança, no momento em que ele fazia uma entrega. Ele teve a moto roubada. Bahia Protesto dos entregadores na Av. Tancredo Neves, em Salvador, nesta quarta-feira Arquivo pessoal Em Salvador, os manifestantes passaram por locais como Avenida Antônio Carlos Magalhães, nas proximidades de um shopping da região, e passaram pela Ligação Iguatemi x Paralela (LIP). Havia a previsão de que passassem por mais pontos da cidade, como Vila Hortência (Engomadeira), Bela Vista (Cabula) e Barra, um dos pontos turísticos da cidade. Alagoas Motoboys que fazem entrega por meio de aplicativos protestam em Maceió Carolina Sanches/TV Gazeta Em Maceió, o grupo de manifestantes percorreu, de motocicleta, diversas ruas da capital. Por volta do meio-dia, o protesto chegou à Avenida Fernandes Lima, principal via de Maceió, e bloqueou temporariamente o trânsito no sentido Tabuleiro. Sergipe Entregadores de aplicativo protestam em Aracaju nesta quarta-feira (1º) Rafael Carvalho/TV Sergipe Em Aracaju, entregadores de aplicativo se reuniram na Orla de Atalaia. Utilizando motocicletas, eles ficaram concentrados em frente aos Arcos da Orla, na Avenida Santos Dumont, por cerca de duas horas, mas foram impedidos de circular pelas ruas da capital porque, segundo a Polícia Militar e a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), a solicitação para o protesto não havia sido deferida pelos órgãos. Goiás Entregadores de delivery fazem protesto por melhorias de condições de trabalho, em Goiânia Em Goiânia, os manifestantes circularam pela Praça Cívica, passando pela Avenida T-10 e pelo Parque Vaca Brava. Veja Mais

83% das empresas precisarão de mais inovação no pós-pandemia, aponta CNI

G1 Economia Devido à pandemia, 65% das médias e grandes empresas informam que tiveram sua produção reduzida ou paralisada. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que as soluções inovadoras serão decisivas para o país enfrentar os efeitos da covid-19 sobre a saúde da população e minimizarem os prejuízos sociais e econômicos. O levantamento destaca que, em uma segunda etapa, a inovação será decisiva para acelerar a retomada da atividade e do crescimento da economia no Brasil. Entre as mais de 400 empresas ouvidas, 83% afirmam que precisarão de mais inovação para crescer ou mesmo sobreviver no mundo pós-pandemia. Os executivos das indústrias destacaram que a linha de produção é a área prioritária para receber inovações (58%), seguida pela área de vendas (19%). Na pesquisa, encomendada pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, 65% das médias e grandes empresas informam que tiveram sua produção reduzida ou paralisada devido à pandemia. Além disso, 69% garantem ter perdido faturamento. Para vencer essas limitações e impulsionar a cultura da inovação entre as indústrias brasileiras, a CNI anuncia nesta quarta-feira uma parceria estratégica com o SOSA, plataforma israelense com atuação global em inovação aberta, que tem centros de inovação em Tel Aviv, Nova York e Londres. Segundo a CNI, o acordo possibilitará que indústrias e startups no Brasil tenham acesso aos ecossistemas de tecnologia do SOSA, inaugurando um processo de engajamento e colaboração com as tecnologias 4.0 mais disruptivas em desenvolvimento fora do país. O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destaca que ampliar a presença do Brasil na esfera da inovação é especialmente importante agora, no momento em que o país enfrenta a pandemia da covid-19. “Promover a inovação é crucial para fortalecermos a nossa economia. Utilizarmos a experiência de inovação em nível mundial do SOSA terá um efeito transformador para a indústria brasileira”, afirma Robson Andrade. O que já mudou Os números da pesquisa mostram ainda que, no atual cenário, mudar se tornou imperativo. Entre as empresas consultadas, 68% alteraram de alguma forma seu processo produtivo (74% nas grandes e 66% nas médias), mas só 56% dessas consideram ter inovado, de fato, após essa mudança. Entre todas as empresas pesquisadas, 39% dizem que a mudança empreendida foi uma inovação. Entre as mudanças efetuadas, a mais citada diz respeito à relação com os trabalhadores (90%), depois vêm mudanças na linha de produção (84%), nos processos de venda (82%), na gestão (75%), na logística (62%), na cadeia de fornecedores (61%) e no controle de estoques (55%). Outro dado mostra que a cultura da inovação já vem sendo praticada na maioria das empresas consultadas, entre as quais, 92% informaram que inovam. Dessas, 55% garantem que a inovação aumentou muito a produtividade — regionalmente, são as empresas do Centro-Oeste, relacionadas ao agronegócio, as que mais relatam muito ganho de produtividade (69%) em decorrência de inovações. Por outro lado, das empresas que inovam, só 37% dizem ter orçamento específico para inovação e 33% têm profissionais dedicados exclusivamente aos processos inovativos. Além disso, a falta de recursos e de pessoal qualificado para inovar foram citados pelos executivos que dizem dar importância média ou baixa à inovação. A pesquisa revelou ainda que só duas em cada dez empresas possuem programa ou estratégia de inovação aberta (30% entre as grandes empresas e 18% entre as médias). Dois terços das empresas consultadas disseram ter interesse em uma plataforma global de inovação e, dessas, 59% afirmaram que uma plataforma como essa ajudaria muito sua empresa a inovar. O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, entre os dias 18 e 26 de junho, executivos de 402 empresas industriais de médio e grande portes, compondo amostra proporcional em relação ao quantitativo total de empresas desses portes em todos os estados brasileiros. Dentro de cada Estado, a amostra foi controlada por porte das empresas (média e grande) e setor de atividade. Indústrias do país têm baixo investimento em inovação Veja Mais

Trump aprova extensão de 5 semanas de programa para pequenas empresas afetadas por pandemia

G1 Economia Estima-se que US$ 130 bilhões dos US$ 659 bilhões autorizados pelo Congresso ainda estejam disponíveis. Presidente dos EUA, Donald Trump, durante reunião na Casa Branca Leah Millis/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou neste sábado (4) a prorrogação para 8 de agosto do prazo para pequenas empresas solicitarem empréstimos de socorro sob um programa de ajuda federal para auxiliar companhias afetadas pela pandemia do Covid-19, informou a Casa Branca. A extensão do Programa de Proteção da Folha de Pagamento (PPP, na sigla em inglês) --lançado em abril para manter os norte-americanos empregados e sem precisarem receber auxílio-desemprego-- concede aos proprietários de empresas mais cinco semanas para solicitarem assistência financeira. Estima-se que 130 bilhões de dólares dos 659 bilhões de dólares autorizados pelo Congresso ainda estejam disponíveis. Críticos temem que o escritório do Administrador de Pequenas Empresas dos EUA, que administra o empréstimo, possa continuar enfrentando desafios na distribuição justa dos fundos. Desde o início, o programa tem enfrentado dificuldades decorrentes de problemas de tecnologia e papelada que levaram algumas empresas a perder prazos, enquanto algumas companhias abastadas obtiveram os recursos. Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa credita benefício a 6,5 milhões de trabalhadores neste sábado; veja quem recebe

G1 Economia Neste grupo estão nascidos em novembro e dezembro. Recursos serão liberados por meio da poupança social digital. A Caixa Econômica Federal (CEF) credita neste sábado (4) o Auxílio Emergencial a mais 6,5 milhões de beneficiários, todos fora do programa Bolsa Família. Veja quem recebe: 5 milhões de trabalhadores do primeiro lote (que receberam a 1ª parcela até 30 de abril), nascidos em novembro e dezembro, recebem a terceira parcela 1,4 milhão de trabalhadores do segundo lote (que receberam a 1ª parcela entre os dias 16 e 29 de maio), nascidos em novembro e dezembro, recebem a segunda parcela 100 mil novos aprovados, nascidos em novembro e dezembro, recebem a primeira parcela Os recursos serão liberados em um primeiro momento por meio da poupança social digital, de maneira escalonada, conforme o mês de aniversário do trabalhador, para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. Saques e transferências serão liberados em datas posteriores (veja ao final da reportagem os calendários de crédito e saque) Veja o calendário completo de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Na quinta-feira, terminou o prazo para se cadastrar para receber o Auxílio Emergencial. Auxílio emergencial: 3ª parcela começa a ser paga neste sábado (26) Valores pagos No total, a Caixa disponibilizará mais R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas para pagamento da terceira parcela. Já na segunda parcela dos contemplados no lote 2 são 8,7 milhões de beneficiários (tiveram crédito da parcela 1 realizado entre 16/05 e 29/05) que receberão R$ 5,5 bilhões. No caso da primeira parcela dos aprovados dentro do lote 4, são 1,1 milhão de beneficiários que receberão cerca de R$ 700 milhões. A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida. Transferências e saque em dinheiro Para quem vai fazer o saque em dinheiro, os pagamentos começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. O calendário inclui a terceira parcela, a segunda parcela para os aprovados no lote 2 e a primeira parcela para os aprovados do lote 4. Veja abaixo: 18 de julho – nascidos em janeiro - 3,4 milhões de pessoas 25 de julho – nascidos em fevereiro - 3,1 milhões de pessoas 1º de agosto - nascidos em março - 3,5 milhões de pessoas 8 de agosto - nascidos em abril - 3,4 milhões de pessoas 15 de agosto – nascidos em maio - 3,5 milhões de pessoas 29 de agosto – nascidos em junho - 3,4 milhões de pessoas 1º de setembro – nascidos em julho - 3,4 milhões de pessoas 8 de setembro – nascidos em agosto - 3,4 milhões de pessoas 10 de setembro – nascidos em setembro - 3,4 milhões de pessoas 12 de setembro – nascidos em outubro - 3,4 milhões de pessoas 15 de setembro – nascidos em novembro - 3,2 milhões de pessoas 19 de setembro – nascidos em dezembro - 3,3 milhões de pessoas Lote 1, parcela 3 - auxílio emergencial Economia G1 Lote 2, parcela 2 - auxílio emergencial Economia G1 parcela 1, lote 4 (novos aprovados) Economia G1 Balanço Segundo a Caixa, 64,9 milhões de beneficiários já receberam o Auxílio Emergencial dentro das parcelas 1, 2 e 3, totalizando R$ 112,5 bilhões: Bolsa Família: R$ 45,5 bilhões para 19,2 milhões CadÚnico: R$ 18,4 bilhões para 10,5 milhões Inscritos no app/site: R$ 48,6 bilhões para 35,2 milhões A região Sudeste tem o maior número de pagamentos: R$ 41 bilhões para 42,1 milhões de pessoas. Dos 108,9 milhões de cadastros no programa, 107,7 milhões foram processados. Cerca de 1,9 milhão ainda esperam por análise, todos inscritos no app e site do auxílio. Veja abaixo o balanço divulgado na última quinta-feira (2): Cadastrados: 108,9 milhões Processados: 107,7 milhões Elegíveis: 65,2 milhões Inelegíveis: 42,5 milhões Estão em 1ª análise: 1,2 milhões Em reanálise: 700 mil Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Initial plugin text Veja Mais

Chinesa promete rastrear toda soja comprada do Brasil até 2023

G1 Economia Cofco, líder em processamento de alimentos no país asiático, quer se certificar de que grãos do cerrado não venham de áreas de desmatamento irregular. Soja brasileira comprada pela China será rastreada até 2023 Cotrijal/Divulgação A maior empresa chinesa de processamento de alimentos, a Cofco, prometeu rastrear 100% da soja importada do cerrado brasileiro até 2023. A medida consta do anuário de sustentabilidade da companhia, divulgado na última quinta-feira (2). A Cofco quer garantir as origens do grão, para evitar a compra de produtos que venham de áreas de desmatamento irregular. "Tornamos público nosso compromisso de rastreabilidade porque estamos prepados e queremos ser responsabilizados por isso", disse Wei Peng, chefe de sustentabilidade da empresa. A meta para este ano, segundo ele, é rastrear mais de 50% do volume comprado dos produtores locais. Segundo a agência Bloomberg, a rival da Cofco, Louis Dreyfus Co., também afirmou que tem rastreado uma parte da soja comprada do Brasil. No ano passado, foram 30%. Neste ano, o objetivo é chegar a 50%. E a Cargill também disse que rastreia 100% da soja comprada do país. Veja Mais

Cerca de 1,1 milhão de pessoas voltaram ao trabalho no país na segunda semana de junho, diz IBGE

G1 Economia m a flexibilização do isolamento social em diversas cidades brasileiras em junho, cerca de 1,1 milhão de pessoas que estavam afastadas do trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus podem ter retornado a seus postos de trabalho em apenas uma semana. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o estudo, na segunda semana de junho havia no país 12,4 milhões de pessoas afastadas do trabalho por causa da pandemia do coronavírus. Na semana anterior, esse contingente era de 13,5 milhões. Já na primeira semana de maio esse número chegava a 16,6 milhões, o que representa uma queda de 4,2 milhões em cinco semanas. “Em relação à primeira semana de junho, o resultado pode significar algum retorno ao trabalho, mas também dispensa de pessoas dos seus trabalhos", ressalvou a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Viera. Desemprego sobe para 12,9% em maio e país tem tombo recorde no número de ocupados Em um mês, país registrou 1,4 milhão de pessoas a mais na fila do desemprego De acordo com o levantamento, cerca de 11,9 milhões de brasileiros estavam desempregados na segunda semana de junho, o que representa um aumento de, aproximadamente, 700 mil trabalhadores a mais na fila por um emprego no país na comparação com a semana anterior. Já na comparação com a primeira semana de maio, a população desempregada aumentou em cerca de 2 milhões de pessoas - uma alta de 20% em cinco semanas. Número de desempregados na pandemia do coronavírus aumenta a cada semana Economia/G1 O levantamento foi feito entre os dias 7 e 13 de junho por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. A pesquisa não é comparável à Pnad Contínua, divulgada mensalmente também pelo IBGE e qua aponta os dados oficiais de desemprego do país. Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas. Na última divulgação, a Pnad Contínua mostrou que, entre abril e maio, cerca de 7,8 milhões de postos de trabalho foram fechados no Brasil, chegando 12,7 milhões o número de desempregados no país. Trabalho remoto estável De acordo com a Pnad Covid-19, na segunda semana de maio chegou a 8,5 milhões o número de pessoas que trabalhavam remotamente por causa da pandemia do coronavírus - cerca de 400 mil pessoas a menos que o observado na primeira semana do mês. Apesar da queda entre a primeira e a segunda semana de junho, o IBGE enfatizou que o contingente de trabalhadores em home office se manteve no mesmo patamar da primeira semana de maio, quando já havia sido mensurado o contingente de 8,5 milhões em trabalho remoto. Informalidade volta a ter alta A pesquisa mostrou, ainda, o número de trabalhadores informais chegou a 29,2 milhões na segunda semana de junho, o que representa uma queda de aproximadamente 500 mil em uma semana. Na divulgação anterior, o IBGE havia destacado que a informalidade é que vem segurando o nível de ocupação no país. Na primeira semana de maio, o Brasil tinha 29,9 milhões de trabalhadores na informalidade, número que caiu para 28,5 milhões na terceira semana de maio, mas voltou a crescer nas duas semanas seguintes até registrar a queda na segunda semana de junho. O IBGE considera como trabalhador informal aqueles empregados no setor privado sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e empregadores sem CNPJ, além de pessoas que ajudam parentes. A da taxa de informalidade caiu de 35,6% para 35,0% entre a primeira e a segunda semana de junho, o que o IBGE considera como estabilidade do indicador. De acordo com a pesquisa, o nível de ocupação caiu de 49,3% na primeira semana de junho para 49% na segunda. A queda, no entanto, é considerada como estabilidade pelo IBGE. O número de ocupados na segunda semana do mês era de 83,5 milhões, cerca de 200 mil a menos que na semana anterior. Veja Mais

Socorro ao setor elétrico fará reajuste da conta de luz ser 4 vezes menor, diz Aneel

G1 Economia Ana Flor: reajuste na conta de luz deverá ser quatro vezes menor com socorro ao setor elétrico O socorro de R$ 16,1 bilhões ao setor elétrico, apelidado de "conta-covid", deve reduzir em mais de quatro vezes o reajuste da conta de luz para os consumidores em 2020. A previsão é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela aprovação do empréstimo na semana passada. Segundo dados oficiais antecipados ao blog pela própria Aneel, com a ajuda ao setor, a média dos reajustes de tarifa aprovados até o fim do ano cairá de 12,6% para 2,9%. A redução será possível porque a operação de empréstimo coordenada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na qual bancos privados brasileiros e estrangeiros tomarão parte, permitirá às distribuidoras diluírem custos ao longo dos 65 meses em que pagarão os valores emprestados. Segundo a Aneel, o impacto na redução das tarifas considera a adesão de todas as distribuidoras de energia à operação de empréstimo. As empresas que não aderirem ao socorro não poderão aplicar o desconto ao reajuste. Os valores médios emprestados podem variar de empresa para empresa. Um exemplo foi o reajuste aprovado nesta semana para a Enel São Paulo, de 4,23%. Sem a "conta-covid", os clientes da empresa paulista pagariam um reajuste médio de 12,22%. O socorro foi desenhada pela Aneel com os ministérios de Minas e Energia e da Economia, com o BNDES, após amplo diálogo com representantes do setor. O objetivo é amortecer os impactos da pandemia do novo coronavírus nas contas de luz e injetar liquidez nas empresas do setor elétrico. A ajuda foi regulamentada pela Aneel no dia 23 de junho. Apesar do aumento do consumo residencial, os últimos meses registraram queda abrupta do consumo de energia comercial e industrial. O reajuste do preço da energia gerada na Usina Hidrelétrica de Itaipu, no Paraná, por exemplo, é afetado pela variação do dólar. Se não houvesse a "conta-covid", esta e outras despesas seriam incluídas integralmente nas contas de luz já nos próximos reajustes, para serem pagas em 12 meses. Veja Mais

15 startups abem vagas de emprego no país; veja lista

G1 Economia Quinze startups estão contratando profissionais de diversas áreas. Veja detalhes dos processos seletivos abaixo: Veja mais vagas de emprego pelo país Propz A startup que utiliza inteligência artificial e big data para monitorar o comportamento do consumidor está com quatro vagas para as seguintes funções: system administrator, lead java developer e cientista de dados. Para ter mais detalhes da vaga, basta acessar o link. Docket A startup que realiza a busca, pré-análise e gestão de documentos está com vagas abertas para analista jurídico, ux/ui designer, estágio em front-end, account executive, sales development representative e inside sales. Todas as vagas são para a região de São Paulo. Telavita A health tech que conecta pacientes a psicólogos de todo o país está com duas vagas abertas para desenvolvedores de backend nível sênior. Para os residentes de São Paulo (SP) que estiverem interessados, basta se candidatar por meio do link. JustForYou A beauty tech que desenvolve fórmulas de xampus e condicionadores baseados no tipo de fio, rotina diária e objetivos de tratamento de cada pessoa, está com mais de 10 oportunidades que vão desde a parte de produção até customer wellness (área de bem-estar do cliente) para região de Vinhedo, interior de SP. Informações na página da empresa. Vianuvem A startup com software BPM que não utiliza códigos para programação de processos abriu oito vagas para colaboradores. Customer success, desenvolvedores, analista de marketing digital, além de um scrum master e um gerente de projetos são alguns exemplos dos postos disponíveis. Para quem quiser se candidatar e ter mais informações sobre as vagas basta entrar no site da startup. SalesFarm A plataforma que terceiriza a força de vendas por meio de um software e tem como objetivo conectar empreendedores e vendedores tem quatro vagas abertas para pré-vendedor outbound. Os interessados devem se candidatar pelo site da empresa. Congresse.me A plataforma de congressos online está com vagas em aberto, dentre elas nas áreas de atendimento ao cliente e comercial. Informações no link. Getrak A provedora de tecnologia para rastreamento está com cinco vagas em aberto para analista de suporte e monitoramento 12x36, analista de desenvolvimento back end, analista de desenvolvimento front end, analista de desenvolvimento e analista administrativo financeiro pleno. Os interessados devem se candidatar pelo site. Elevor A startup do Rio Grande do Sul que desenvolve softwares de gestão empresarial para os segmentos do agronegócio, atacado, distribuição, varejo e serviços, está com três vagas abertas: uma para analista de suporte, outra para analista de negócios e a última para consultor de vendas. As oportunidades estão disponíveis no Facebook da empresa. upLexis A empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) extraídos da internet e outras bases de conhecimento está com cinco vagas abertas, todas na área de tecnologia: gerente de tecnologia engenheiro de dados, product owner, product designer e desenvolvedor de back end. Interessados devem se cadastrar no site da empresa. Driven O grupo consultivo de transformação digital com foco em corporações de grande porte está com 10 vagas abertas para estagiário de mídia, designer gráfico júnior, analista de CRO e BI, desenvolvedor web júnior, desenvolvedor oracle commerce cloud e desenvolvedor web PL. Apesar das sedes estarem localizadas em São Paulo e Curitiba, as contratações acontecem de forma global. Para se candidatar, os interessados podem acessar a página da Driven no Linkedin ou o perfil da empresa na Sólides ou ainda enviar um e-mail para: people@driven.cx. Samba Tech Empresa de vídeos online está com dez vagas em aberto: uma para desenvolvedor(a) iOS/Android híbrido; uma para analista de qualidade e testes de software; duas para desenvolvedor(a) back-end; uma para UX/UI designer; duas para desenvolvedor(a) front-end; uma para desenvolvedor(a) front-End; uma para devOps e uma para analista de projetos. Os interessados devem se candidatar pelo link. PagBrasil A fintech de processamento de pagamentos para e-commerce está com seis vagas em aberto para dentro e fora do Brasil. Para trabalhar no escritório sede da empresa, em Porto Alegre, as vagas são para: Assistente de Atendimento e Suporte, Especialista em Suporte Técnico, Marketing e Comunicação Digital, Vendas e Marketing, Representante de Desenvolvimento de Vendas e Programador. Já no exterior, há uma vaga para Gerente Internacional de Contas em Barcelona, na Espanha, e outra, na mesma área, em Xangai, na China. Os interessados devem cadastrar o currículo no site da empresa. Bicalho Consultoria Legal A empresa especializada em migração e internacionalização de negócios e franquias está com duas vagas em aberto para profissionais que quiserem fazer parte do setor jurídico internacional da rede, no Brasil e nos Estados Unidos. Os interessados podem enviar seus currículos para rh@bicalho.com. Intelipost A empresa de tecnologia inteligente para logística tem sete vagas abertas em São Paulo. Analista de customer support jr, analista de customer support pl, analista de sustentação pl, analista de sustentação sr, duas para estagiário de customer support e estagiário de sustentação. Os interessados podem se candidatar diretamente pelo site da Intelipost. Veja Mais

JHSF negocia venda de terreno em SP para formação de empreendimento da XP

G1 Economia Terreno é no interior de São Paulo e será usado para implantação de empreendimento do grupo de assessoria financeira. A JHSF informou na noite de quinta-feira (2) que assinou memorando de entendimento com o grupo XP para a venda de terreno no interior de São Paulo que será usado para implantação de empreendimento do grupo de assessoria financeira. O terreno, de até 500 mil metros quadrados, envolvido na transação fica no mesmo complexo onde estão instalados um outlet, um aeroporto executivo e uma área de preservação, afirmou a JHSF. O valor da transação dependerá da definição da área a ser vendida. O home office prolongado ou até mesmo permanente e o cenário de recessão da economia têm levado empresas a revisarem planos de negócios e também o tamanho das áreas ocupadas com escritórios. Com a crise da pandemia de coronavírus, a perspectiva do mercado é de aumento do número imóveis corporativos vazios, após 3 anos de reaquecimento do setor. Com crise e home office permanente, empresas reavaliam escritórios e iniciam devoluções de imóveis O outlet é controlado pela JHSF e tem como sócio relevante o XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário, gerido pela XP Vista Asset Management. Segundo a JHSF, a área de preservação ambiental será integrada ao desenvolvimento da Villa XP. A JHSF afirmou que será contratada pela XP para a realização da Villa XP e concedeu à XP Vista direito de primeira oferta e de preferência para que participe no desenvolvimento imobiliário de áreas adjacentes do empreendimento. O memorando de entendimento "foi construído dentro de um amplo contexto de relacionamentos entre a JHSF e a XP Inc sendo mais um passo de estreitamento entre as companhias", afirmou a JHSF. Veja Mais

Petrobras estima 'retorno' de R$ 18 bi com PDVs até 2025

G1 Economia Companhia abriu quatro processos de demissão voluntária, com previsão de cerca de 10 mil desligamentos, o que corresponde a 22% do seu quadro de pessoal atual. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 A Petrobras informou na noite de quinta-feira (2) que terá um "retorno adicional" de cerca de R$ 18 bilhões até 2025 com as saídas dos 10.082 funcionários inscritos em programas de desligamentos voluntários (PDVs) ou de aposentadorias incentivadas (PAI). Segundo a estatal, esse retorno se baseia no custo evitado de pessoal de R$ 22 bilhões menos o desembolso com as indenizações, avaliadas em 4 bilhões de reais. A empresa estima ainda uma redução de custo de pessoal até 2025 em torno de R$ 4 bilhões por ano com a saída dos mais de 10 mil cadastrados nos programas, número que representa 22% da força de trabalho atual. Na quarta-feira (1), o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, havia adiantado em um debate transmitido pela internet o número de inscritos nos programas, mas ele não havia fornecido detalhes dos custos e retornos que serão obtidos. "Cabe destacar que o impacto esperado das indenizações no caixa da companhia não será imediato em 2020, mas sim diluído ao longo dos próximos três anos. Isso porque, no PDV 2019, existem categorias com saída prevista em até 24 meses, o que diluirá os desligamentos no tempo", destacou a Petrobras em comunicado. "Além disso, a companhia optou por diferir o pagamento das indenizações em duas parcelas, sendo uma no momento do desligamento e a outra em julho de 2021 ou um ano após o desligamento, o que for maior", acrescentou. Petrobras prorroga o teletrabalho até o fim do ano No fim, o sistema Petrobras terá seu quadro reduzido a quase um terço dos 86 mil funcionários que tinha em 2013, antes de o preço do petróleo despencar, de a Lava Jato começar e de a empresa iniciar uma forte venda de ativos. "Os programas de desligamento voluntário foram elaborados com a preocupação principal de respeitar o direito de livre escolha de nossos colaboradores.... O resultado do PDV 2019 foi extremamente positivo com 94% de adesão, dos 10.053 empregados elegíveis...", disse em nota Castello Branco. "Desse modo, contribuindo para a redução permanente da estrutura de custos da companhia, o que nos ajuda a enfrentar com sucesso um cenário de preços mais baixos do petróleo no longo prazo", completou. A Petrobras teve prejuízo líquido de R$ 48,5 bilhões no primeiro trimestre, após grande baixa contábil devido a uma revisão das premissas de longo prazo para o petróleo Brent, registrando uma perda muito maior que os quase R$ 37 bilhões do quarto trimestre de 2015, quando a companhia ainda se recuperava das denúncias de corrupção da Lava Jato. Além do PAI, programa de desligamento voltado aos empregados aposentáveis com vigência até 31 de dezembro de 2023, a companhia implementou três outros planos: PDV 2019 destinado aos aposentados pelo INSS até a data de promulgação da PEC 133 de 2019; PDV específico para empregados lotados em ativos/unidades em processo de desinvestimento; PDV exclusivo para os empregados que trabalham no segmento corporativo da empresa. Veja Mais

Falha em componente do Windows deixa computador vulnerável ao visualizar imagens

G1 Economia Brecha está em componente opcional que pode vir pré-instalado por fabricantes de hardware. Atualização foi distribuída pela Microsoft Store. A Microsoft disponibilizou uma atualização de segurança para um componente opcional do Windows usado para reproduzir vídeos em formato HEVC. A exploração da falha exige a criação de um arquivo especial, mas, se um arquivo desse tipo for criado, o computador poderia estar vulnerável ao abrir arquivos de imagem, explicou a Microsoft. A falha chama a atenção pela possibilidade de ataque. Arquivos de áudio, vídeo e imagens são por regra inofensivos, exceto quando existe esse tipo de vulnerabilidade. O método usado para distribuir a atualização – a Microsoft Store – também é pouco usual, já que o canal regular para essas atualizações é o Windows Update. O componente vulnerável, chamado "Extensões de vídeo HEVC", não é incluído com o Windows e precisa ser comprado na Microsoft Store. Uma vez instalado, ele se integra ao sistema e pode ser acionado por qualquer visualizador de vídeos e imagens – não é um software independente. Apps nativos do Windows como o "Fotos" e o "Filmes e TV" são alguns dos programas que podem tirar proveito da presença desse componente. Embora sejam um componente opcional, as extensões HEVC podem ser instaladas por fabricantes de desktops e notebooks. Reprodução Embora não faça parte da instalação do Windows, as extensões HEVC podem ser pré-instaladas por integradoras que fabricam desktops e notebooks. Quando instalado por fabricantes, o app tem um nome diferente: "Extensões de vídeo HEVC do Fabricante do Dispositivo". De acordo com a Microsoft, a falha foi relatada por meio do Zero Day Initiative, um programa de recompensa de falhas independente mantido pela empresa de segurança digital Trend Micro. Isso significa que a falha é considerada confidencial e não há indícios de que ela foi usada em qualquer ataque até o momento. Fora da agenda e do Windows Update O cronograma da Microsoft determina que atualizações de segurança sejam lançadas apenas na segunda terça-feira de cada mês. Como a atualização foi lançada nesta quarta-feira (1º), ela normalmente seria considerada "urgente", já que as atualizações regulares serão disponibilizadas só no dia 14. No entanto, a Microsoft informou que essa atualização – por ser disponibilizada pela Microsoft Store – não está sujeita ao cronograma. Um documento no site da empresa diz que a as atualizações dos aplicativos presentes na loja são oferecidas "sempre que necessário". Outra diferença é que a atualização é aplicada pela Microsoft Store e não pelo Windows Update, que baixa as demais atualizações do Windows. A instalação da atualização precisa ser conferida no próprio app da "Microsoft Store", em "Minha biblioteca", na seção "Downloads". A presença do componente também pode ser verificada no mesmo local, na seção "Instalados". Seção 'Minha biblioteca' do App da 'Microsoft Store' indica se componente está instalado Reprodução A atualização deve ser instalada automaticamente pela Microsoft Store. Usuários que tentaram desabilitar a Microsoft Store ou empresas que modificaram seus sistemas para limitar a loja, por outro lado, precisam verificar se a atualização foi instalada corretamente. Ao contrário do Windows Update, que não pode ser permanentemente desativado no Windows 10, a Microsoft Store tem uma opção que desabilita as atualizações automáticas. O que fazem as 'Extensões HEVC'? O HEVC (High Efficiency Video Coding) é uma tecnologia para a compressão de imagens de vídeo. Ela é também conhecida como H.265, pois é tida como sucessora do H.264 (que por sua vez era conhecido como AVC, ou Advanced Video Coding). A compressão de vídeo é uma técnica que identifica semelhanças em uma sequência de imagens para que arquivos de vídeo tenham tamanhos menores. O HEVC foi criado para melhor aproveitar as capacidades dos equipamentos recentes na compressão de vídeos, principalmente para imagens 4K e 8K. Por ser mais eficiente, ele retém mais detalhes da imagem sem aumentar o tamanho do arquivo ou então cria vídeos em tamanho menor sem sacrificar tanta qualidade quanto os métodos mais antigos. LEGENDA: Opção de uso de H.265 (HEVC) para gravar arquivos de vídeo em celular. Sem software compatível, computador não poderá abrir o arquivo. Reprodução O HEVC é usado no Blu-Ray UHD (4K). Celulares mais novos também permitem selecionar o codec de gravação, dando opções entre AVC/H.264 e HEVC/H.265. Se o computador não tiver algum software compatível para a reprodução de HEVC, não será possível abrir esses arquivos de vídeo. As extensões HEVC adicionam essa compatibilidade aos programas nativos do Windows, como o "Filmes e TV" e o "Fotos", bem como qualquer outro software que acione os recursos de vídeo do Windows. Outros programas que reproduzem vídeo, como o VideoLAN (VLC), são compatíveis com esse formato e não dependem do suporte incluído no Windows. Sendo assim, não é obrigatório instalar essa extensão da Microsoft. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Bancos privados ficarão com 70% do empréstimo de R$ 16,4 bilhões a elétricas, diz BNDES

G1 Economia Pacote de financiamento foi criado para ajudar as distribuidoras de energia elétrica em meio pandemia de coronavírus. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta quinta-feira (2) que, juntamente com outros bancos públicos, vai aportar cerca de R$ 5 bilhões na chamada Conta-Covid, um pacote de financiamento de R$ 16,4 bilhões para ajudar as distribuidoras de energia elétrica em meio pandemia de coronavírus. Dessa forma, segundo comunicado da instituição, os bancos privados ficarão com 70% do financiamento, que terá no BNDES o coordenador dos aportes. Os nomes dos bancos privados não foram divulgados. Letreiro do BNDES no Rio de Janeiro Nacho Doce/Reuters A Reuters informou na semana passada, com base em fontes com conhecimento do assunto, que os principais bancos privados do país participariam da operação. A adesão das distribuidoras à iniciativa ocorrerá até a próxima sexta-feira, e a previsão é de que os recursos sejam liberados no final do mês. Mais cedo, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que o empréstimo terá taxa de juros de CDI mais 2,9% ao ano. O custo total do financiamento, incluindo taxas, será de CDI mais 3,9% ao ano, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), gestora da Conta-Covid, que vai contratar a operação de crédito e repassar os recursos para as distribuidoras. Os financiamentos poderão ter custos de amortização repassados às tarifas dos consumidores ao longo dos próximos cinco anos, conforme autorizado por medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril. O custo total dos empréstimos para o consumidor será menor em relação a uma operação semelhante para apoiar o caixa das elétricas entre 2014 e 2015, devido à queda de taxa de juros no período, mas o spread será superior. O Ministério de Minas e Energia e a Aneel defendem que a operação vai aliviar reajustes tarifários neste ano, ajudando os consumidores em momento sensível para a economia devido à crise causada pela pandemia e diluindo impactos no longo prazo. Os recursos também visam evitar riscos de as distribuidoras não terem como quitar compromissos de compra de energia e pagamento pelo uso de sistemas de transmissão, o que afetaria outros elos da cadeia do setor elétrico. "A Conta-Covid endereça os problemas vivenciados pelas distribuidoras, ao lhes garantir recursos financeiros necessários para compensar a perda de receita temporária em decorrência da pandemia e protege o resto da cadeia setorial ao permitir que as distribuidoras continuem honrando seus contratos", disse a Aneel em nota. Entre os efeitos da pandemia sobre as elétricas estão uma forte queda no consumo de energia, associado a medidas de isolamento adotadas contra o vírus e à deterioração da economia, e um aumento da inadimplência de clientes. Veja Mais

Vilhena, RO, abre seleção para contratar 90 profissionais de saúde após somar 550 casos de coronavírus

G1 Economia Inscrições para processo seletivo abrem nesta sexta-feira (3). Há vagas para médicos, enfermeiros, técnicos e fisioterapeutas. Profissionais de Vilhena irão atuar diretamente no combate à Covid-19 Divulgação Depois de chegar a 550 casos de coronavírus em Vilhena (RO), a prefeitura publicou nesta quinta-feira (2) um edital de processo seletivo para contratar 90 profissionais de saúde. São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas que irão ajudar na oferta de atendimento à Covid-19. Segundo edital, as inscrições serão abertas nesta sexta-feira (3) e poderão ser feitas até o domingo (5). Os salários da seleção variam de R$ 1,1 mil a R$ 6, 6 mil, além de auxílio, que varia de R$ 800 a R$ 3,5 mil. Ao todo, a Secretaria Municipal de Saúde vai contratar 30 médicos, 10 enfermeiros, 40 técnicos em enfermagem e 10 fisioterapeutas. Os contratos terão duração de 6 meses e carga horária de 40 horas semanais. A homologação das inscrições acontece no dia 6 de julho, segunda-feira, enquanto a divulgação do resultado da avaliação de títulos será no dia 7, terça-feira. Os recursos poderão ser feitos no dia 8, segundo edital. Não podem participar deste processo seletivo os profissionais do grupo de risco da Covid-19, como pessoas com 60 (sessenta) anos ou mais, gestantes, portadores de doenças respiratórias crônicas, cardiopatas, diabetes, hipertensão e ou outros problemas de saúde que integrem o grupo de risco da doença. Casos de Covid-19 em Vilhena O município chegou ao 550° caso de Covid-19 na quarta-feira (1°), sendo 274 já recuperados. Vilhena já soma 6 óbitos pela doença, conforme boletim da Secretaria de Estado da Saúde. Já segundo o município são 9 óbitos e 576 casos positivados para o novo coronavírus. Há 15 pacientes internados na cidade. RO chega a 523 mortes de Covid-19 Initial plugin text Veja Mais

Pagamento pelo Whatsapp será aprovado se houver competitividade e proteção de dados, diz presidente do BC

G1 Economia Durante evento, Roberto Campos Neto disse que órgão está disposto a aprovar a função do aplicativo caso siga 'o mesmo trilho dos outros arranjos'. WhatsApp vai permitir fazer pagamentos a amigos e lojas pelo aplicativo. Divulgação/WhatsApp O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira (2) que os pagamentos pelo Whatsapp serão aprovados pela autarquia assim que for comprovado que o arranjo proposto pela empresa é competitivo e tem a proteção de dados na forma que o BC considera adequada. Ao participar de um evento, ele afirmou que o entendimento da autoridade monetária é que um arranjo que começa com 120 milhões de usuários — base do Whatsapp no país — não é pequeno e, portanto, precisa passar pelo mesmo crivo que outros arranjos. "Em nenhum momento BC proibiu nada, está disposto a autorizar assim que for seguido o mesmo trilho dos outros arranjos", disse, segundo a agência Reuters. 'Expresso Futuro': veja a revolução do pagamento digital na China Função está bloqueada Em junho, o aplicativo havia escolhido o Brasil para testar uma função de envio e recebimento de dinheiro, usando cartões cadastrados. WhatsApp vai permitir enviar e receber dinheiro pelo aplicativo WhatsApp lança figurinhas animadas e modo escuro para a versão web A função, no entanto, foi suspensa pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O BC determinou na ocasião que as bandeiras de pagamento Visa e Mastercard, que viabilizavam as operações financeiras, paralisassem a função para que o órgão pudesse avaliar riscos e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Já o Cade, que via potenciais riscos para a concorrência com o anúncio, retirou na terça-feira (30) a medida cautelar que impedia a criação do sistema de pagamento lançado pelo Whatsapp. O órgão de defesa da competição afirmou, porém, que vai continuar investigação sobre a parceria. Em nota, o WhatsApp afirmou que está trabalhando junto às autoridades para restaurar o serviço. " O Banco Central expressou sua intenção de encontrar um caminho com a Visa e a Mastercard para que o serviço prossiga, além de envolver outras autoridades para resolver quaisquer dúvidas pendentes", disse Will Cathcart, chefe do WhatsApp. Veja Mais

Apesar de safra recorde de soja, país deve fechar ano com menor estoque da história

G1 Economia Contudo, indústrias afirmam que país terá produção suficiente para atender as necessidades domésticas e de importadores. Lavoura de soja, um dos principais produtos do agronegócio brasileiro REUTERS/Agustin Marcarian O Brasil colheu uma safra recorde de 125 milhões de toneladas de soja neste ano, segundo números revisados na quarta-feira (1) pela associação da indústria, a Abiove. Mas exportações volumosas e um processamento interno recorde em 2020 deverão deixar os estoques finais do país nos menores patamares da história. A exportação de soja do Brasil em 2020 foi estimada pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) em 79,5 milhões de toneladas, ante 78 milhões na previsão anterior, enquanto a projeção de safra foi elevada em 500 mil toneladas, o que enxugou os estoques. O volume embarcado ficaria 5,5 milhões de toneladas acima do ano passado, mas ainda não superaria o recorde de 83,26 milhões de toneladas de 2018, quando o país começou o ano com estoques mais volumosos e teve uma safra quase tão grande quanto a atual, segundo dados da associação. A consultoria StoneX, que nesta quarta-feira também aumentou suas estimativas de produção e exportações de soja --para 122,6 milhões e 80 milhões de toneladas, respectivamente--, ressaltou que nunca o Brasil exportou tanto nos primeiros meses do ano, com um câmbio favorável aos embarques. "Os line-ups de navios já indicam volumes significativos de soja a serem exportados em julho, em 7,7 milhões de toneladas, e ainda podem sofrer variações. Além disso, a comercialização da oleaginosa também está adiantada, superando 90% para a safra 2019/20", disse Ana Luiza Lodi, analista da StoneX, à Reuters. Só em junho, segundo dados do governo, a exportação atingiu quase 14 milhões de toneladas. Considerando as exportações de soja, farelo e óleo de soja, o setor deverá gerar 32,6 bilhões de dólares ao país em 2020, praticamente estável ante 2019. A oleaginosa é o principal produto de exportação do Brasil, maior produtor e exportador global. Estoques mínimos Lodi também prevê estoques apertados ao final de 2020 diante da forte demanda, inferiores a 1 milhão de toneladas, assim como a Abiove – mas a consultoria aposta em importações maiores da oleaginosa neste ano, em 500 mil toneladas, enquanto a associação vê 150 mil toneladas. A Abiove, por sua vez, estimou o estoque final de soja do país em 669 mil toneladas em 2020, ante 1,67 milhão de toneladas na previsão anterior e 3,3 milhões de toneladas ao fim de 2019. O volume estimado para os estoques, se confirmado, será o menor da história, disse a Abiove por meio da assessoria de imprensa. Contudo, a associação disse em nota que o país terá produção suficiente para atender as necessidades domésticas e de importadores. "A safra recorde, em conjunto com os estoques iniciais, garante que haverá oferta suficiente para atender à crescente demanda pelos produtos do complexo soja nos mercados interno e externo", afirmou. Além da exportação do grão, também estão aquecidos os embarques de farelo e óleo de soja, cujas estimativas de exportação também foram revisadas para cima, a 16,5 milhões e 1 milhão de toneladas, respectivamente. Para isso, o processamento de soja deverá atingir um recorde de 44,5 milhões de toneladas em 2020, estável ante a previsão anterior, mas com um aumento de 2,4% na comparação com 2019. O consumo de farelo de soja no Brasil, por outro lado, cairá 3,2% ante a temporada passada, para 16,7 milhões de toneladas. Veja Mais

WhatsApp lança figurinhas animadas e modo escuro para a versão web

G1 Economia Aplicativo também vai permitir, em breve, adicionar contatos por código QR. WhatsApp anuncia QR Code para adicionar usuários, figurinhas animadas e modo noturno na versão Web Divulgação O WhatsApp anunciou nesta quarta (1°) uma série de novas funções para a plataforma. Entre as novidades estão o lançamento das figurinhas animadas, o modo escuro para o WhatsApp Web, melhorias nas chamadas de vídeo e a possibilidade de, em breve, adicionar contatos por código QR. Veja todas as novidades Figurinhas animadas: o aplicativo lançou um pacote de figurinhas animadas, que vai dar mais vida a uma das formas de comunicação que se tornou bastante comum na plataforma. A plataforma não especificou se os usuários vão poder criar figurinhas animadas como fazem atualmente com as estáticas. Adicionar contato com código QR: segundo o aplicativo a novidade ainda não está funcionando, mas será possível adicionar um contato escaneando um código QR ao invés de ter que adicionar a pessoa na lista de contatos manualmente. Modo escuro na web: a versão desktop do mensageiro agora também ganhou o modo escuro, que chegou para os usuários na versão mobile no início do ano. Chamadas em vídeo com destaque: agora é possível destacar um dos usuários de uma chamada de vídeo. O WhatsApp lançou várias funcionalidades de vídeo nos últimos meses, como a expansão do número de pessoas numa mesma chamada, que agora permite até 8 usuários, e a introdução do Salas de Messenger. Pagamentos no WhatsApp seguem bloqueados Em junho, o aplicativo havia escolhido o Brasil para testar uma função de envio e recebimento de dinheiro, usando cartões cadastrados. WhatsApp vai permitir enviar e receber dinheiro pelo aplicativo A função, no entanto, foi suspensa pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O BC determinou na ocasião que as bandeiras de pagamento Visa e Mastercard, que viabilizavam as operações financeiras, paralisassem a função para que o órgão pudesse avaliar riscos e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Já o Cade, que via potenciais riscos para a concorrência com o anúncio, retirou na terça-feira (30) a medida cautelar que impedia a criação do sistema de pagamento lançado pelo Whatsapp. O órgão de defesa da competição afirmou, porém, que vai continuar investigação sobre a parceria. Em nota, o WhatsApp afirmou que está trabalhando junto às autoridades para restaurar o serviço. " O Banco Central expressou sua intenção de encontrar um caminho com a Visa e a Mastercard para que o serviço prossiga, além de envolver outras autoridades para resolver quaisquer dúvidas pendentes", disse Will Cathcart, chefe do WhatsApp. 'Expresso Futuro': veja a revolução do pagamento digital na China Veja Mais

Governo decide zerar IOF de crédito por mais dois meses

G1 Economia O governo vai estender por mais 60 dias a isenção das alíquotas de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito, zeradas desde abril por causa do impacto econômico da pandemia do coronavírus. A decisão deve ser anunciada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Ele pode assinar ainda nesta quinta-feira (2) a prorrogação. Além dessa medida, o governo estuda estender também o diferimento (adiamento do pagamento) de contribuições de Cofins, PIS/PASEP e da contribuição patronal para a Previdência. Segundo dados do Tesouro Nacional divulgados nesta semana e referentes ao mês de maio, o diferimento de impostos foi o maior impacto na queda de arrecadação do governo, que sofreu um tombo de 41,6% na receita líquida do governo naquele mês. A zeragem do IOF sobre crédito entre abril e junho custou aos cofres públicos em torno de R$ 7 bilhões, segundo a Receita Federal, mas representa um alívio importante para empresas no país em um momento de dificuldade causado pela pandemia. A medida se junta a outras já anunciadas, como a prorrogação em dois meses do auxílio emergencial de R$ 600. O governo também definiu que irá prorrogar a antecipação de um salário mínimo do auxílio-doença e da concessão do BPC (Benefício de Prestação Continuada) para quem entrar com pedidos no INSS. A decisão do governo decorre do prolongamento dos efeitos da pandemia de três para cinco meses. Veja Mais

Jeff Bezos bate seu próprio recorde de pessoa mais rica do mundo, com US$ 172 bilhões

G1 Economia Ranking é do Bloomberg Billionaires Index. Valorização da Amazon durante a pandemia do novo coronavírus compensou parte da fortuna repartida em divórcio com MacKenzie Bezos. Jeff Bezos em foto de arquivo de junho de 2014 David Ryder/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP O empresário Jeff Bezos alcançou nesta semana uma fortuna de US$ 171,6 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index. Com a nova marca, Bezos ultrapassa o próprio recorde de US$ 167,7 bilhões, medido em setembro de 2018. Considerando o fechamento do dólar desta quarta-feira (1), o fundador da Amazon tem o equivalente a R$ 912,4 bilhões. O novo recorde é resultado de uma valorização de 4,4% das ações da empresa na quarta, que impulsionou a quantia detida pelo empresário. Riqueza de bilionários dos EUA aumenta mais de meio trilhão de dólares durante pandemia Se fosse uma economia, comparada a números de PIB de países em 2019, Bezos estaria entre os 60 mais ricos, segundo dados do Banco Mundial, à frente de Hungria, Ucrânia, Croácia, Equador, Marrocos, Angola e República Dominicana. Em comparação com os Estados Unidos, a fortuna representa 0,83% do PIB do país. Hoje com 56 anos, Bezos é formado em engenharia elétrica e ciências da computação pela Universidade de Princeton. Começou a carreira em Wall Street. Em 1994, deixou o mercado financeiro para fundar a Amazon. Jeff e MacKenzie Bezos: divórcio rendeu a ela 4% das ações da Amazon, que valem hoje US$ 56,9 bilhões Danny Moloshok/Foto de arquivo/Reuters Ele tem hoje 12% dos papéis da empresa. Desde o pico anterior, o empresário teve de dividir sua participação com a ex-mulher MacKenzie Bezos. O acordo de divórcio deu a ela 4% das ações da Amazon, uma quantia equivalente a US$ 56,9 bilhões – além de um 12º lugar no Bloomberg Billionaires Index. Mesmo em meio a uma das principais crises econômicas da história, por conta da pandemia do novo coronavírus, a Amazon teve valorização de mais de 50% neste ano. Bezos, sozinho, viu o patrimônio crescer em US$ 56,7 bilhões no período. Há ainda rendimentos que não podem ser medidos pelo índice, por serem empreendimentos de capital fechado, como a empresa espacial Blue Origin. Bezos também é dono do jornal Washington Post. Bilionários têm mais riqueza do que 60% da população mundial 10 maiores bilionários Com Jeff Bezos na liderança, o Bloomberg Billionaires Index tem Bill Gates como segundo colocado. A fortuna do fundador da Microsoft é avaliada hoje em US$ 112 bilhões. Gates, contudo, é um dos maiores filantropos do planeta. Estima-se que tenha doado desde 1994 por volta de US$ 45 bilhões por meio de fundações familiares, como a que ele comanda com sua esposa Melinda Gates, a Bill & Melinda Gates Foundation. Veja abaixo a lista dos 10 maiores bilionários e seus ramos de atuação. Jeff Bezos: US$ 172 bilhões – Amazon (Tecnologia/Varejo) Bill Gates: US$ 114 bilhões – Microsoft (Tecnologia) Mark Zuckerberg: US$ 90,2 bilhões – Facebook (Tecnologia) Bernard Arnault: US$ 87,7 bilhões – LVMH (Consumo) Steve Ballmer: US$ 73,7 bilhões – Microsoft (Tecnologia) Warren Buffett: US$ 70,2 bilhões – Berkshire Hathaway (Vários setores) Larry Page: US$ 68.7 bilhões – Google (Tecnologia) Sergey Brin: US$ 66.5B bilhões – Google (Tecnologia) Mukesh Ambani: US$ 64.4B bilhões – Reliance Industries (Energia) Francoise Bettencourt Meyers: US$ 64 bilhões – L'Oréal (Consumo) Veja Mais

De onde vem o que eu como: do café ao feijão, quase metade da produção do campo passa por cooperativas

G1 Economia Organizações dão suporte para pequenos agricultores e pecuaristas ganharem mercado e muitas já se tornaram grandes líderes do agronegócio brasileiro. É o caso da Coamo, Coopersucar e Aurora. Casal de cooperados no campo, no Rio Grande do Sul Cotrijal/Divulgação O café com leite ao acordar, o arroz com feijão na hora do almoço...por trás desses eventos tão cotidianos é bem provável que exista o trabalho de uma cooperativa agropecuária. Isso porque quase metade do que vem do campo passa por produtores rurais associados a cooperativas. Hoje, elas produzem 75% do trigo do Brasil e lideram o cultivo do café (55%), milho (53%) e soja (52%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Boa parte do leite (46%) e do feijão (43%) também passa por elas. De onde vem o que eu como: conheça a produção do trigo e do leite no Brasil Pequenos agricultores e pecuaristas fundam essas organizações com o objetivo de ganhar maior poder de negociação na compra de matérias-primas, maquinários e serviços, em meio ao mercado cada vez mais competitivo do agronegócio. Muitas delas já são grandes líderes do setor e possuem faturamentos bilionários, como é o caso da Coamo, Copersucar, Cotrijal e Cooxupé, por exemplo. Outras são marcas conhecidas entre os brasileiros, como a Aurora, Batavo e Frimesa. Ao todo, 1.613 cooperativas atuam no Brasil oferecendo suporte a 1 milhão de produtores, dos quais 71,2% estão ligados à agricultura familiar. Juntas, elas empregam 209,8 mil pessoas e faturam cerca de R$ 200 bilhões ao ano, de acordo com a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). Como funcionam as cooperativas no campo G1 Pandemia A crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus também chegou nas cooperativas, principalmente nas menores. O analista técnico da OCB, João Prieto, conta que muitos produtores tiveram perdas relevantes, principalmente os que trabalham com produtos perecíveis, como frutas e hortaliças que precisam ser escoadas rapidamente. Cooperados da agricultura familiar que participam de políticas do governo, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), também estão tendo perdas. Logo que a pandemia começou, em março, os estados e municípios interromperam as compras com a paralisação das aulas. Para tentar amenizar os impactos, o governo promulgou, no início de abril, a lei 13.987/2020 que prevê a distribuição de alimentos para os alunos beneficiários do Pnae, em situações de emergência e calamidade pública. Porém, nem todos os governos estão aderindo à medida. Uma reportagem do Globo Rural mostrou que, em Minas Gerais, por exemplo, apenas 5% dos municípios mantiveram suas compras. No estado, 17 mil produtores fazem parte da Pnae. Produtores de MG que fornecem alimentos para merendas sentem impacto da pandemia Outro desafio atual é a contenção da disseminação de Covid-19 entre os trabalhadores de cooperativas que estão ligadas à cadeia de frigoríficos. "Essas cooperativas estão tendo que mudar toda a forma de trabalhar para poder garantir a segurança dos trabalhadores", diz Prieto. Em junho, o governo criou regras para a prevenção e controle da Covid em frigoríficos e laticínios. Saída para permanecer no campo Cooperada trabalha na produção agropecuária, no Rio Grande do Sul Divulgação Fecoagro/ Iago Carvalho O cooperativismo é uma das saídas para o pequeno produtor rural conseguir permanecer no campo, avalia o ex-ministro da Agricultura (2003-2006) e professor da FGV, Roberto Rodrigues. Ele, que vem de uma família de cooperados, já viu muito produtor ser expulso da zona rural com a crescente concentração do setor nas mãos de multinacionais. “As grandes empresas têm recursos para incorporar tecnologias que reduzem custos, aumentam a produção e agregam valor ao produto final. Já o pequeno agricultor não tem dinheiro e nem tempo de fazer isso sozinho”, afirma o ex-ministro. Segundo IBGE, 63,8% dos cooperados recebem assistência técnica no campo, enquanto somente 20,2% do montante total de produtores do país tem acesso a esse serviço. “Sem comprar tecnologia, ele não aumenta a produtividade. E sem aumentar produtividade, ele fica sem renda. É um círculo vicioso trágico que precisa ser rompido, ou com política pública, ou com cooperativismo”, enfatiza o professor. Na comunidade de Cará, em Goiás, por exemplo, o cooperativismo foi a saída para produtores locais aumentarem a produção de mandioca e polvilho e, assim, venderem mais, o que melhorou a renda de 51 famílias. Cooperativismo transforma comunidade rural em Goiás Crescer sem se afastar dos produtores Um dos desafios das cooperativas hoje é ganhar mercado sem se distanciar dos produtores. “Quanto mais as cooperativas crescem, mais elas viram uma empresa e se afastam dos produtores”, diz Ademir de Lucas, professor da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da USP (ESALQ/USP). Esse afastamento, segundo ele, acontece por diversas razões. Uma delas é que algumas cooperativas, para aumentar o lucro, começam a abrir novos negócios que não têm uma relação direta com a atividade dos produtores, distanciando-se, dessa forma, dos interesses deles. Representação A representação nas assembleias também pode ficar mais difícil. “Tomar decisões em uma organização com mais de 20 mil cooperados, por exemplo, é um desafio. Por isso, em algumas delas, os associados elegem delegados locais, que passam a representá-los nas assembleias”, diz Prieto. “Quando as cooperativas são pequenas, o produtor tem mais poder de decisão. Por outro lado, elas têm menos poder de pressão política e econômica”, afirma Ademir. Manter o engajamento Cooperados trabalham juntos no campo Cotrijal/Divulgação Outro desafio é manter o produtor engajado na cooperativa, pagando mais pela mercadoria dele do que outras empresas. “Não tem nenhuma regra que impeça o cooperado de vender para outros negócios. Mas, se ele faz isso, fica mal visto dentro da organização e participa menos da distribuição das sobras, pois quanto mais você compra e vende dentro da cooperativa, maior é a sua parcela no lucro”, explica Silvio Castro, professor da Unicesumar. Muitas cooperativas têm dificuldade de pagar mais ao produtor, porque elas precisam, ao mesmo tempo, vender as mercadorias por um preço competitivo, já incluindo os seus custos. Entre o socialismo e o capitalismo A filosofia cooperativista surgiu na primeira metade do século 19, na Europa, como uma resposta à concentração de renda e dos meios de produção, durante a primeira Revolução Industrial. No período, novas tecnologias, como a máquina a vapor e o tear mecânico, substituíram o trabalho de pequenos artesãos pela produção industrial. Com isso, quem fazia roupa em casa, por exemplo, perdeu trabalho para a crescente indústria têxtil. Algodão é o 'boi vegetal' que vira desde óleo de cozinha até dinheiro A primeira cooperativa da história foi fundada em 1844, na cidade de Rochdale-Manchester, na Inglaterra, por 28 trabalhadores (27 homens e uma mulher) que se uniram para montar o seu próprio armazém. “Nos anos de 1840, o cooperativismo era visto como a terceira via para o desenvolvimento: entre o socialismo e o capitalismo”, conta Rodrigues. O modelo foi trazido para o Brasil pelos imigrantes europeus, principalmente alemães e italianos, o que explica a concentração de cooperados nas regiões Sul (55,1%) e Sudeste (34,1%). A primeira cooperativa agropecuária do país foi fundada no Paraná, em 1847. Mas somente a partir de 1907 que o setor ganhou impulso. Apesar disso, o cooperativismo brasileiro só foi organizado por um regime jurídico em 1971, com a promulgação da lei 5.764 que instituiu regras para o setor. Atualmente, o cooperativismo é visto como uma filosofia de inserção econômica e social, segundo Rodrigues, da FGV. Econômica, porque, ao se unirem, os produtores têm mais força para sobreviver no campo e gerar renda. E social, porque ao terem recursos, acessam direitos fundamentais, como moradia, alimentação, educação e saúde. Partilhando os ganhos No final de todo o ano, geralmente, os cooperados dividem os ganhos das vendas, depois de descontar todos os custos. O que é o "lucro" de uma empresa normal, é chamado de "sobra" pelas cooperativas. Algumas delas chegam a gerar uma "bolada" para os agricultores, maior do que muito prêmio da Mega-sena. Em dezembro de 2019, agricultores de uma cooperativa de Campo Mourão (PR), por exemplo, dividiram R$ 100 milhões de sobras. Cooperativa divide R$ 100 milhões de lucro no Paraná O que é feito com o dinheiro da "sobra" tem que ser decidido em assembleia. O recurso também pode ser direcionado para investimento. A assembleia é, inclusive, o órgão máximo de todas as decisões de uma cooperativa. Ela precisa acontecer até mesmo para fundar a organização, ocasião na qual os cooperados formulam o estatuto, decidem sua sede e as cotas de contribuição de cada membro. As cotas formam o capital social da cooperativa. Sempre quando um agricultor ou pecuarista entrega o seu produto para a cooperativa, a organização precisa remunerá-lo imediatamente. Isso se chama “ato cooperativo”. Depois dessa etapa, os funcionários da associação ficam responsáveis pelo armazenamento, comercialização e/ou industrialização dos produtos. As cooperativas podem ser singulares ou centrais. Elas são “singulares” quando formadas por apenas uma cooperativa. E são “centrais” quando três ou mais cooperativas se juntam para atuar em algum ramo. Elas podem exercer uma ou mais das seguintes atividades: Compra de insumos: como sementes, fertilizantes, máquinas e equipamentos Organização da armazenagem, comercialização e processamento dos produtos Contratação de assistência técnica: veterinários e engenheiros agrônomos, por exemplo Construção de uma indústria própria Initial plugin text Veja Mais

Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para 2 de julho; inscrições são pela web

G1 Economia Há oportunidades para funções como técnico em manutenção, operador de empilhadeira e encarregados de setores de hortifrúti e frios. Uma das vagas é para operador de empilhadeira TV Globo/Reprodução O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego para Macapá na quinta-feira (2). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail sinetrabalhador@sete.ap.gov.br. As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para quinta-feira: Auxiliar de manutenção Encarregado de setor hortifrúti Encarregado de prevenção Encarregados de setor de frios Estoquista Operador de empilhadeira Técnico de manutenção Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá Veja Mais

Cooperativas facilitam acesso de agricultores à tecnologia e são eficientes na produção de alimentos

G1 Economia Associações faturam cerca de R$ 200 bilhões por ano e geram cada vez mais empregos. Cooperativa é Agro As cooperativas facilitam o acesso de 1 milhão de agricultores à tecnologia e ao mercado consumidor, e, no Brasil, elas são responsáveis por quase metade da produção de alimentos. Faturam cerca de R$ 200 bilhões por ano e geram cada vez mais empregos, sendo que hoje são 209 mil pessoas trabalhando no setor, aumento de 50% em 10 anos. E, no mundo todo, as cooperativas crescem porque são eficientes na produção e distribuição das riquezas. Cooperativa é Agro. Veja Mais

Petróleo sobe mais de 1% após dados sobre estoque dos EUA e manufatura

G1 Economia Os estoques de petróleo dos Estados Unidos tiveram queda além do esperado na semana passada. Os preços do petróleo subiram mais de 1% nesta quarta-feira (1º), apoiados pela queda nos estoques da commoditie nos Estados Unidos após máximas recordes e por uma série de dados positivos de manufatura, embora o aumento no número de casos de coronavírus tenha limitado os ganhos. O petróleo Brent fechou em alta de 0,76 dólar, ou 1,8%, a US$ 42,03 por barril. Já o petróleo dos EUA (WTI) avançou 0,55 dólar, ou 1,4%, para US$ 39,82 o barril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Os estoques de petróleo dos EUA tiveram queda além do esperado na semana passada, de 7,2 milhões de barris, depois de atingirem máximas históricas por três semanas consecutivas, mostraram dados da Administração de Informação sobre Energia (AIE). Analistas projetavam um recuo de 710 mil barris. "As importações provenientes da Arábia Saudita foram praticamente zeradas, e eu acredito que esse recuo (dos estoques) seja o primeiro de uma série de quedas", disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago. A melhora na atividade econômica global também deu apoio aos preços. A atividade manufatureira dos EUA teve recuperação em junho, atingindo o maior nível em mais de um ano, enquanto a atividade industrial da China se expandiu em ritmo mais forte no mês passado. EUA batem novo recorde e casos disparam disparam na Califórnia Ainda assim, investidores seguem cautelosos após uma forte alta no número de casos de coronavírus nos EUA, seguida por um alerta do principal especialista em doenças infecciosas do governo norte-americano sobre a possibilidade de os casos dobrarem em breve no país. Veja Mais

TCU enviará ao Ministério Público casos de quem recebeu auxílio emergencial sem ter direito

G1 Economia Plenário do tribunal aprovou envio de casos mais graves de fraude. Com isso, MP pode decidir se abre ação penal contra essas pessoas. Auditoria apontou 620 mil casos que seriam irregulares. O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (1º) encaminhar ao Ministério Público Federal (MPF) os casos mais graves de irregularidades no pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, criado em razão da crise do coronavírus. Segundo o relator do processo, ministro Bruno Dantas, a lista de nomes servirá para que o MPF avalie uma possível ação penal contra pessoas que receberam o auxílio sem terem direito. “Decidi determinar que seja encaminhada a lista dessas pessoas dos casos mais graves, que denotam um dolo mais gritante, para o Ministério Público Federal, para que dentro da apreciação que lhe cabe examine a relevância penal dessas fraudes”, afirmou o ministro durante a sessão desta quarta do tribunal. O processo apresentado pelo ministro apresentou os dados da auditoria do TCU que identificou 620.299 auxílios emergenciais com indícios de irregularidades, entre os quais 134 mil servidores públicos. Os dados da auditoria foram antecipados no domingo pelo programa Fantástico. Exclusivo: TCU aponta que 620 mil pessoas receberam auxílio emergencial sem ter direito Entre as irregularidades identificadas no processo estão: 221 mil pessoas que recebem outros benefícios previdenciários 200 mil trabalhadores beneficiados pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda 134 mil servidores públicos 19 mil pessoas que estão recebendo o seguro desemprego 17 mil mortos 16 mil pessoas que recebem renda acima do limite previsto em lei Sobre os servidores públicos, o TCU determinou o envio dos nomes aos tribunais de contas estaduais. Durante a sessão, o ministro afirmou que é motivo de indignação ver aposentados de órgãos públicos que ganham bem e pessoas que ganham até R$ 50 mil se inscrevendo para receber o auxílio de R$ 600. Apesar do número de irregularidades, o ministro afirmou que o índice é baixo considerando o tamanho do programa, que paga mais de 50 milhões de benefícios. “Considerando as dificuldades que o Ministério [da Cidadania] encontrou para colocar de pé um programa desse porte, que atende mais de 50 milhões de pessoas, e sobretudo com base em auto declaração, o índice de irregularidades é muito baixo, embora o número absoluto seja alto”, disse. O auxílio emergencial foi criado em abril. A previsão inicial era que fosse pago por três meses, mas o texto deu a possibilidade de prorrogação do benefício. Nesta terça-feira (31), o governo anunciou a prorrogação do benefício por mais dois meses. Veja Mais

Petrobras vê mais de 20% do quadro aderir a planos de demissão voluntária, diz CEO

G1 Economia Plano já teve a adesão de 10 mil funcionários; meta é chegar a 30 mil no longo prazo. A Petrobras registrou a adesão de cerca de 10 mil funcionários a planos de demissão voluntária, disse o presidente-executivo da companhia, Roberto Castello Branco, ao participar de uma transmissão ao vivo nesta quarta-feira (1º). O número representa cerca de 22% do quadro da companhia, que tem mais de 45 mil empregados, segundo ele. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 Castello Branco disse ainda que a petroleira estatal tem como meta chegar a um total de cerca de 30 mil funcionários no longo prazo. Veja Mais

Programa de encaminhamento ao emprego de Guararema oferece 32 vagas nesta quarta-feira

G1 Economia Em Suzano, o Centro Unificado de Serviços volta a receber currículos dos candidatos as oportunidades de emprego. Nesta quarta-feira (1º), o Balcão de Emprego de Guararema está oferecendo 32 oportunidades. Em Suzano, o programa de encaminhamento volta nesta quarta a recolher os currículos dos interessados no Centro Unificado de Serviços. Balcão de Emprego Com os atendimentos presenciais suspensos, os interessados em se candidatar a uma das 32 vagas, devem entrar em contato pelos telefones (11) 4693–1717 e (11) 4693–1432. No atendimento deverá ser informado o RG e o código da vaga. De acordo com o programa, serão encaminhados somente candidatos que estiverem dentro das exigências. Confira as oportunidades disponíveis no Balcão de Emprego: Estágio de controle de qualidade; Ajudante de produção PCD; Ajudante civil; Empregada doméstica; Auxiliar de produção PCD; Auxiliar de limpeza PCD; Professor de libras; Professor de barbearia; Auxiliar de departamento pessoal; Conferente (temporário); Operador de empilhadeira (temporário); Secretária; Auxiliar de serviços gerais; Auxiliar de limpeza; Técnico de informática junior; Ajudante geral; Pedreiro; Motorista de transporte de passageiros; Motorista de caminhão; Carpinteiro; Caldeireiro; Meio oficial caldeireiro; Eletromecânico; Estágio em engenharia eletrônica; Líder de tingimento; Auxiliar de limpeza; Soldador; Pizzaiolo; Analista pós-venda; Recepcionista; Almoxarife. Para mais informações sobre as vagas acesse o site da Prefeitura. Suzano Mais Emprego O programa de encaminhamento de Suzano retomará o atendimento presencial no Centro Unificado de Serviços (Centrus), a partir desta quarta-feira (1). O atendimento será das 8h às 17h, apenas para entrega de currículos, que também pode ser feita pelo endereço de e-mail suzano.vagas@gmail.com. Segundo o programa, serão retomados os contatos com as empresas para captação das vagas. As empresas interessadas em divulgar, devem enviar as informações para o e-mail suzano.vagas@gmail.com. No momento, o programa não possui vagas de emprego. O Centro Unificado de Serviços fica na Avenida Paulo Portela, 210 – Centro. No Suzano Mais Emprego, as pessoas podem receber atendimento presencial com agendamento, pelo telefone 4745-2264 ou pelo e-mail suzanomaisemprego@gamil.com. O foco do trabalho tem sido seguro-desemprego, conferência de cadastros e auxílio de outras atividades. Os horários para atendimento são espaçados para ocorrer a higienização do guichê. No local, as pessoas devem usar máscaras de proteção, álcool em gel e manter o distanciamento de 2 metros. Antes de realizar o atendimento presencial, será verificado a efetuação do serviço pela internet. PAT Nos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs)do Alto Tietê, o atendimento continua sendo realizado pela internet. Os interessados podem acessar serviços pelos aplicativos Sine Fácil e CTPS Digital. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail suporte.sd@sde.sp.gov.br. Emprega Mogi Nas três unidades do programa de encaminhamento ao emprego de Mogi das Cruzes, não há oportunidades abertas. Os atendimentos estão sendo realizados pela internet e os interessados devem encaminhar os currículos para o e-mail emprega.vagas@pmmc.com.br. Initial plugin text Veja Mais

O dilema que o auxílio emergencial criou ao governo

G1 Economia Ana Flor e Octavio Guedes analisam os impactos do auxílio emergencial no Nordeste O governo vive um dilema trazido pelo Auxílio Emergencial de R$ 600, prorrogado nesta terça-feira (30) por mais dois meses. De um lado, há o ganho político e de popularidade do governo, em especial entre as pessoas beneficiadas pela ajuda criada para quem perdeu renda durante a pandemia do novo coronavírus. Pesquisas mostram que a aprovação do governo cresceu entre o extrato da população que recebe a ajuda. No Nordeste, região do país onde Bolsonaro não teve a maioria dos votos em 2018, sua aprovação teve crescimento acima de 10%. O efeito auxílio emergencial vai além de quem recebe: comerciantes, prefeitos e até governadores reconhecem que os recursos distribuídos aos mais vulneráveis são um alívio para a iminente recessão econômica. Em abril, mês em que a ajuda começou a ser paga, integrante da equipe econômica relatava ao blog efeitos percebidos da injeção de recursos em cidades onde boa parte da população recebia Bolsa Família. De uma média de R$ 190 de benefício, os valores saltaram para R$ 600 e até R$ 1,2 mil, no caso de mães chefe de família. Uma preocupação com a inflação de alimentos já estava no radar de economistas – apesar de o Brasil registrar dois meses seguidos de deflação, o preço dos alimentos acumula alta de 3,7% no ano, segundo o IBGE. Este indicador pesa em especial para as famílias mais pobres, que tem boa parte de sua renda comprometida com alimentação. Do outro lado da moeda está a pressão populista e política pela manutenção de um auxílio tão amplo e com impacto grande nos cofres públicos. Enquanto o Bolsa Família custa R$ 30 bilhões ao ano, cada mês do auxílio emergencial tem impacto de R$ 50 bilhões ao caixa do Tesouro Nacional, segundo estimativas da Instituição Fiscal Independente do Senado. É de esperar que a oposição peça mais um ano de auxílio emergencial de R$ 600, sem dizer de onde sairiam os recursos. O problema é o populismo germinar entre integrantes do governo. Os gastos do governo, tanto o déficit que se repete há seis anos quanto os valores extras para fazer frente à pandemia em 2020, são financiados com aumento de dívida pública. A dívida vinha em trajetória de controle, mas explodiu neste ano e deve ultrapassar os 90% do PIB – percentual altíssimo para um país emergente. Se o governo começar a ter dificuldade em financiar uma dívida explosiva, aumento de juros e a volta da inflação serão consequências inevitáveis que chegarão rápido. Mais uma vez, a parcela mais pobre e vulnerável da população seria a maior penalizada. Por isso, a equipe econômica corre para negociar com o Congresso Nacional um novo plano de renda mínima, com valores maiores que os do Bolsa Família e mais abrangente. A negociação será dura, porque outros programas de benefícios terão que ser unificados. Aumentar os gastos sem tirar de outras áreas seria obrigar os brasileiros a aceitarem um aumento de impostos – o custo do Estado hoje já é de uma carga de impostos de quase 40%. A pandemia mudou as prioridades nacionais e já deixa mais de 60 mil vidas perdidas. Que ela possa ao menos levar a uma discussão séria, sem populismos, sobre como reforçar a rede de proteção às pessoas desassistidas sem jogar fora as conquistas na estabilidade econômica dos últimos anos. Veja Mais

Coronavírus: Receita prorroga suspensão de cobranças e limita atendimento presencial até 31 de julho

G1 Economia Prazos e processos administrativos ficam 'congelados' no período. Medidas foram tomadas para reduzir aglomerações e filas nas agências em meio ao coronavírus. A Secretaria da Receita Federal prorrogou até 31 de julho a suspensão de cobranças e os limites para o atendimento presencial nas unidades de todo o país. As medidas foram anunciadas por conta da pandemia do novo coronavírus e fazem parte dos esforços para evitar aglomerações e filas. As mudanças valeriam até 30 de junho. Porém, portaria publicada no "Diário Oficial da União" (DOU) desta terça-feira (30) prorrogou o prazo. "A restrição temporária do fluxo de contribuintes nas unidades de atendimento da Receita Federal visa à proteção dos contribuintes que procuram os serviços, bem como a proteção dos servidores que ali trabalham", informou o órgão. A Receita informou que ficam prorrogados até 31 de julho os prazos para: atendimento a intimações da malha fiscal da pessoa física; apresentação de contestação a notificações de lançamento, também da malha fiscal de pessoa física; despachos decisórios dos Pedidos de Restituição, Ressarcimento e Reembolso; declarações de compensação. Porém, nesta quarta-feira (1°) voltam a correr os prazos suspensos até 30 de junho de emissão eletrônica de notificação de lançamento da malha fiscal pessoa física. "Entretanto, o contribuinte não será prejudicado pois o prazo de impugnação desses atos estão suspensos até o dia 31 de julho", explicou a Receita. De acordo com o órgão, o atendimento presencial até o fim de julho só será feito com agendamento prévio, e para os seguintes serviços: Regularização de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); cópia de documentos relativos à Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) e à Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) - beneficiário; parcelamentos e reparcelamentos não disponíveis na internet; procuração RFB. O protocolo de serviços também só será feito mediante agendamento, e restrito a: análise e liberação de certidão de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional; análise e liberação de certidão de regularidade fiscal de imóvel rural; análise e liberação de certidão para averbação de obra de construção civil; retificações de pagamento; e Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). O órgão informou que, caso o serviço procurado não esteja entre os relacionados, o interessado deverá efetuar o atendimento por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-Cac), na página na internet. "Outros casos excepcionais serão avaliados e o Chefe da Unidade poderá autorizar o atendimento presencial", afirmou a Receita. Suspensão de prazos e procedimentos A Receita Federal informou ainda que também ficam suspensos, até o dia 31 de julho de 2020, os procedimentos administrativos: emissão eletrônica automatizada de aviso de cobrança e intimação para pagamento de tributos; procedimento de exclusão de contribuinte de parcelamento por inadimplência de parcelas; registro de pendência de regularização no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) motivado por ausência de declaração; registro de inaptidão no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) motivado por ausência de declaração. Veja Mais

Trabalho online pode ser alternativa para quem está sem renda; veja áreas em alta

G1 Economia Levantamento mostra grande demanda de trabalhos em áreas como design, tecnologia, marketing e audiovisual. A pandemia trouxe o isolamento social, a queda na atividade econômica e o aumento do desemprego. Assim, a busca por empregos para trabalhar online se tornou uma alternativa de renda em meio às incertezas no mercado de trabalho tradicional e à necessidade de se proteger da Covid-19. “Vale a pena considerar os trabalhos pela internet como uma fonte de renda extra, uma forma de flexibilizar a rotina de trabalho ou até mesmo buscar um novo rumo para a carreira profissional”, defende Adeel Qayum, estrategista de conteúdo e de marketing. Ele alerta que a procura pelas vagas de trabalho online deve ser feita em sites e plataforma confiáveis. A pesquisa envolve buscar a reputação das empresas e os resultados que elas costumam trazer para os profissionais. Qayum sugere ainda 17 áreas com tendência de alta na demanda por trabalhos online (veja mais abaixo). Veja direitos dos trabalhadores temporários e freelancers O G1 entrou em contato com algumas das principais plataformas que fazem a intermediação na contratação de serviços de profissionais para saber as áreas que mais estão demandando trabalho online durante a pandemia. Veja abaixo: GetNinjas Aula virtual de violão é um dos trabalhos que se mostra em alta Reprodução/TV Integração Levantamento do aplicativo de contratação de serviços GetNinjas mostra o impacto da Covid-19 na demanda por serviços online no país. O relatório é baseado nos mais de 500 tipos de serviços que são realizados pelos mais de 1,5 milhão de profissionais autônomos. “Por conta da pandemia, as pessoas tiveram que alterar suas rotinas e a contratação de serviços online se tornou a única opção viável para muitas famílias. Do outro lado, temos o prestador de serviços que, impossibilitado de sair de casa para trabalhar, consegue manter a renda familiar ao se adaptar para o trabalho remoto. Como agora diversas profissões e serviços migraram para o universo online, procuramos expandir o leque de serviços remotos para atender as necessidades do mercado” explica Eduardo L’Hotellier, fundador e CEO do GetNinjas. Por causa da Covid-19, o GetNinjas dobrou a oferta de serviços que podem ser feitos online, aumentando as opções de trabalho para os profissionais. Entre os serviços incluídos estão adestramento de cães, aula de confeitaria, consulta psicológica, aula de tricô, consulta de fisioterapia, aula de dança, aulas voltadas para alunos com autismo, déficit de atenção, dislexia e hiperatividade, serviços de tradução de novos idiomas, como persa, finlandês e armênio. Veja as áreas com maior aumento de trabalho: Design e Tecnologia A categoria teve aumento de 34% na demanda em todo o Brasil entre os dias 14 e 20 de junho em comparação com os dias 8 e 14 de março. Os serviços mais procurados são: Desenvolvimento de sites e sistemas: 67% Áudio e vídeo: 56% Animação Motion: 38% Marketing online: 37% Aplicativos para celular e redes socias: 36% Ilustração: 34% Consultoria A categoria apresentou aumento de 26% na demanda em todo o Brasil entre os dias 14 e 20 de junho em comparação com os dias 8 e 14 de março. O serviço mais procurado foi: Advogados: 68% O aplicativo identificou, ainda, que 70% das solicitações são relacionadas à Vara da Família, sendo a maior parte dos pedidos relacionados a divórcio (47%) e pensão alimentícia (20%). Bem-Estar A categoria teve aumento de 22% na demanda em todo o Brasil entre os dias 17 a 23 de maio, semana com maior pico de solicitações até o momento, em comparação com os dias 8 a 14 de março. Os serviços mais procurados categoria são: Psicólogos: 50% Nutricionistas: 9% Aulas A categoria registrou aumento de 17% entre os dias 14 de junho a 20 de junho em comparação a 8 a 14 de março, após longo período de queda. Os serviços que mais apresentaram procura foram: Aulas de Música (São Paulo): 30% Aulas de Idioma (Brasil): 35% Aulas de Música (Brasil): 30% Aulas de Luta (Brasil): 7% Ainda de acordo com o GetNinjas, as aulas de música mais procuradas pelos clientes no aplicativo são para canto, violão, teclado, piano e violino. Workana Área de finanças se desponta na procura por profissionais freelancers Divulgação/PortalIbre No início da pandemia houve uma retração na busca por freelancers, segundo a Workana, plataforma que conecta freelancers a empresas, devido às incertezas do impacto nos negócios. Já no mês seguinte, as contratações voltaram a aumentar. Mas foi em maio que ocorreu um recorde de projetos publicados por empresas. Todas as áreas cresceram em relação a fevereiro, mês anterior à pandemia, principalmente as que lideram o ranking de contratações: TI & Programação e Design & Multimídia. Além destas áreas, há tendência de crescimento de Engenharia e Manufatura (69,02%) e Finanças e Administração (49,72%), áreas mais tradicionais das empresas em que a contratação de freelancers ainda não é comum, mas que começaram a despontar no início de 2020 e cresceram ainda mais na pandemia. O country manager da Workana no Brasil, Daniel Schwebel, acredita que o crescimento na contratação de freelancers de áreas mais tradicionais mostra uma tendência de crescimento do mercado freelance e sua popularização em empresas de diferentes tamanhos e setores. Veja áreas com maior crescimento de procura por projetos em maio em comparação a fevereiro: Design & Multimídia: 35,27% Engenharia & Manufatura: 69,02% Finanças & Administração: 49,72% TI & Programação: 39,70% Legal: 19,39% Marketing & Vendas: 37,33% Tradução & Conteúdos: 46,05% Crescimento mensal na procura de freelancers: Março: -5,93% Abril: 12,12% Maio: 31,69% Crescimento de maio comparado a fevereiro: 38,90% 99Freelas Fotografia & Audiovisual é uma área com grande demanda de trabalho online Reprodução/RPC No site 99Freelas, há maior demanda para áreas como Fotografia & Audiovisual, Vendas & Marketing e Web, Mobile & Software. A procura por profissionais desses setores já era grande antes da pandemia e deve aumentar ainda mais, prevê Wilker Iceri, fundador e CEO do site. Para quem ainda não tem uma especialidade e quer se aprofundar mais em alguma área, ele recomenda investir em Web & Mobile (Desenvolvimento ou UI/UX/Design) e edição e criação de vídeos. “São áreas que irão crescer ainda mais no futuro e que não existe tantos profissionais capacitados para atender a demanda”, afirma. Categorias com maior crescimento na demanda de projetos durante a pandemia: Fotografia & Audiovisual: 31,38% Locução & Narração: 75,76% Fotografia: 38,46% Edição e Criação de Vídeo: 32,49% Vendas & Marketing: 29,57% Gestão de Mídias Sociais: 99,20% SEO: 28% Marketing Digital: 21,65% Web, Mobile & Software: 22,89% Web & Mobile Design: 57,40% Desenvolvimento de Software: 29,23 Desenvolvimento Web: 23,65% Categorias com maior número de projetos publicados nos últimos meses: Web, Mobile & Software Desenvolvimento Web Desenvolvimento Mobile Web & Mobile Design Design & Criação Design Gráfico Logotipos Ilustração Escrita Redação Escrita Criativa Copywriting Fotografia & Audiovisual Edição e Criação de Vídeo Locução e Narração Fotografia Trampos.co Área de tecnologia demanda profissionais de forma remota StartupStockPhotos/ Pixabay De acordo com a plataforma de recrutamento Trampos.co, as áreas de atendimento e tecnologia apresentaram o maior crescimento de procura por trabalho online entre maio e junho: Atendimento: 260% (atendimento publicitário) Tecnologia: 143% (desenvolvedor front-end e desenvolvedor back-end) Criação: 76% Mídia: 56% Jornalismo: 33% (conteúdo e social media) Social Media: 26% Áreas indicadas para trabalho online Adeel Qayum indica 17 áreas com tendência de alta para quem quer fazer trabalhos online: 1. Social media manager/administrador de redes sociais Para quem tem alguma experiência com criação e gerenciamento de campanhas de publicidade nas redes sociais, o trabalho online de social media manager (administrador de redes sociais) pode ser uma boa opção. A função principal é ajudar outras marcas e empresas a anunciarem seus produtos via Instagram, Facebook, Twitter e outras plataformas sociais. Também é preciso monitorar e gerenciar os comentários dos seguidores da marca, expandir o alcance orgânico das publicações e aumentar o engajamento dos seguidores. Experiência em marketing e redes sociais e familiaridade com memes, GIFs e outros conteúdos em alta ajudam o candidato a conseguir trabalhos na área. 2. Professor particular O trabalho de professor particular pode ser uma alternativa para quem é especialista em alguma área específica e consegue traduzir os conteúdos de uma disciplina para o formato de aulas. No entanto, a maioria das plataformas de empregos solicita que os professores tenham ao menos diplomas de licenciatura ou bacharelado na disciplina que desejam ensinar. 3. Personal trainer A pandemia fez muita gente perceber que dá para adaptar os mais diversos nichos e atividades para o mundo virtual, e as atividades físicas também entraram nessa roda. Quem tem um bom conhecimento sobre educação física e já faz exercícios regularmente pode encontrar alternativas na área em plataformas e sites do nicho fitness. Nesses espaços, é possível treinar turmas inteiras via Zoom ou Skype, criar um plano de exercícios privado para grupos menores de clientes ou montar uma sessão de vídeos que pode ser vendida sob demanda. 4. Assistente virtual O assistente virtual deve ser organizado, resolver problemas imediatos e contornar situações inesperadas do dia a dia. Trabalhar como assistente virtual também significa realizar tarefas das mais variadas: responder e-mails urgentes, agendar reuniões, resolver problemas técnicos, realizar atendimento ao cliente, criar conteúdo, enviar e-mails, fazer processamento de pedidos e manutenção de redes sociais. É uma oportunidade de construir uma carreira dentro do comércio virtual. 5. Profissional de recrutamento Até pouco tempo atrás, o profissional de recrutamento, assim como o personal trainer, parecia um tipo de vaga impensável para o trabalho online. Mas isso ficou no passado. O profissional de recrutamento é responsável por publicar novas vagas de emprego em plataformas online como o LinkedIn e avaliar os candidatos em busca dos profissionais mais qualificados. Em alguns casos, o profissional de recrutamento também é responsável por fazer a avaliação inicial dos candidatos via telefone ou reunião por vídeo. 6. Especialista em e-mail marketing Quando o assunto é trabalho remunerado pela internet, as melhores vagas costumam estar dentro da área de marketing digital. Quem já tem experiência com o gerenciamento de campanhas de marketing e sabe como criar conteúdos escritos que gerem engajamento (como e-mails e newsletters, por exemplo) pode oferecer esses serviços para empresas e marcas que estão tendo dificuldades para expandir suas presenças online. 7. Escritor freelancer/copywriter Escritores e copywriters que trabalhem dentro do regime freelancer são demandas constantes no mercado de trabalhos pela internet, especialmente porque um número cada vez maior de marcas e empresas vem criando conteúdos originais para blogs e outras redes sociais. Além da alta demanda, a remuneração de um trabalho online desse ramo pode ser bem alta, especialmente se for oferecido um texto de qualidade. 8. Revisor Quem tem habilidade para localizar erros de gramática e arrumar frases ou textos que apresentem uma linguagem confusa ou prolixa encontra no trabalho online de revisor uma oportunidade. 9. Designer de sites Designer Pexels O design é uma área com inúmeras oportunidades para trabalhar online. Quem possuir o conhecimento técnico necessário e o talento para criar páginas e sites consegue construir uma carreira de sucesso. 10. Transcritor A transcrição é uma área na qual trabalhar via internet é natural. O trabalho consiste em ouvir gravações de áudio e colocar por escrito tudo o que foi dito. Outras habilidades necessárias são ser minucioso e digitar rápido para não perder nada do conteúdo e entregar o produto final dentro do prazo. 11. Analista de SEO O trabalho de analista de SEO se transformou num dos trabalhos pela internet com maior demanda nos últimos tempos. Para trabalhar nessa área, é preciso ter bom conhecimento sobre o tema e otimizar os conteúdos com as palavras-chave que compõem a estratégia base de SEO. 12. Especialista em Facebook Ads Há uma demanda constante por especialistas de marketing que tenham conhecimento especializado sobre o Facebook. É possível trabalhar online com diversas marcas na criação de novas campanhas para aumentar as vendas de um e-commerce. 13. Profissional de suporte e atendimento ao cliente Para quem tem a habilidade para lidar com pessoas e proativo na hora de resolver problemas, o trabalho online em um canal de atendimento ao cliente pode ser uma boa forma de ganhar dinheiro. É possível trabalhar via chat online ou chamadas de voz. 14. Designer gráfico Quem tem experiência na área de design, mas quer passar longe dos trabalhos pela internet que envolvam a criação de sites, pode trabalhar como designer gráfico, ajudando empresas dos mais diversos nichos com designs para e-mails, logotipos e outros elementos da identidade visual da marca. Uma outra opção é oferecer um pacote fechado de serviços ou então um trabalho online mais longo – por exemplo, uma consultoria em branding. 15. Dublador Quem tem uma voz única e sabe imitar diversos sotaques, tons e velocidades de fala pode dublar séries, animações, vídeos empresariais, comerciais, tutoriais, anúncios para podcast. Para que esse trabalho online dê bons resultados, é preciso ter algum tipo de formação na área, além de uma boa conexão com a internet e um software de gravação profissional. 16. Testagem de sites Para fazer a testagem de sites, é preciso seguir o roteiro de navegação fornecido pela empresa ou marca e ir respondendo às questões relevantes durante o processo. Em alguns casos, pode ser necessário fazer um vídeo explicando como foi a experiência de navegação. 17. Moderador de conteúdos O trabalho de moderação de conteúdos envolve avaliar interações e postagens em fóruns, redes sociais e outros sites nos quais usuários diversos podem fazer publicações próprias. Parte das obrigações é responder ou resolver interações violentas e de caráter negativo, categorizar as sinalizações de spam e determinar se os conteúdos postados seguem ou não as diretrizes do site. Veja Mais

Produção de eletroeletrônicos em maio cai 33% em comparação com 2019, diz associação

G1 Economia Apesar da queda no comparativo anual, produção melhorou em relação a abril, com alta de 15,6%. A produção da indústria elétrica e eletrônica no Brasil teve queda de 33,9% em maio deste ano, se comparado com o mesmo mês de 2019, afirmou a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) nesta sexta-feira (3). Apesar da queda na comparação anual, houve aumento de produção em relação a abril, com alta de 15,6% na comparação mensal. Segundo a Abinee, é esperado que a retomada seja gradual. Nos cinco primeiros meses do ano, a produção industrial do setor eletroeletrônico tem queda acumulada de 16,4% em relação ao mesmo período do ano passado. A fabricação nesse setor no Brasil foi afetada antes mesmo da chegada da pandemia de Covid-19 no país. Ainda em fevereiro a crise causada pelo coronavírus na China impactou o recebimento de insumos e peças, prejudicando a produção local. No final de março, a indústria foi impactada pelo isolamento social, com a chegada de fato da Covid-19, que causou queda na produção nos meses seguintes. Veja Mais

Pequeno empresário conquista mais clientes durante a quarentena vendendo pamonha

G1 Economia Enquanto muitas empresas estão em crise ou fechando, um microempreendedor individual conquistou mais clientes. A crise gerada pelo novo coronavírus tem fechado empresas e feito muitas buscarem crédito para continuar funcionando. Mas também tem negócio que se deu bem. É o caso de um microempreendedor individual que cativou mais clientes durante a quarentena vendendo pamonha. Valdir Novaes trabalha com venda de comida na rua desde os 12 anos. Começou com cozinha e pastel preparados pela mãe. Há dez anos vende pamonha, curau, sucos e bolos de milho e mandioca. E tem registro de MEI. “Não é só ir pra rua, é saber se comunicar. É vender o produto que você gostaria de consumir. Vender o que compraria pra você e tratar cliente como você gostaria de ser tratado", conta Valdir. Antes da pandemia, Valdir vendia mais para quem trabalhava perto de onde ele parava o carro. Agora conquistou novo público: pessoas que estão passando mais tempo em casa por causa da quarentena. Vendedor de pamonha ganha mais clientes durante a quarentena Reprodução TV Globo “Aumentou 40% as vendas por causa da pandemia. Quem tava na empresa, está em casa. Então, graças a Deus, tá muito bom”, diz Valdir. Valdir vendia 70 pamonhas por dia e agora vende 100. Ele também recebe encomenda por WhatsApp. É tanto pedido que a filha Gabi também está ajudando. Veja a matéria completa: Veja Mais

Ataques cibernéticos aumentam com pandemia e atingem companhias elétricas no Brasil e no mundo

G1 Economia Especialista explica que atacantes conseguiram acesso apenas a redes administrativas e não às redes associadas à gestão do sistema elétrico. Companhias elétricas têm sido alvo de hackers durante pandemia de coronavírus Reuters Um dos efeitos colaterais da pandemia de coronavírus foi um aumento no número de ataques cibernéticos, com muitos deles mirando empresas do setor elétrico no Brasil e no exterior, disseram especialistas à Reuters. Desde meados de março, quando o vírus chegou com maior força ao território brasileiro e levou governos e prefeituras a decretarem quarentenas para tentar conter seu avanço, elétricas incluindo as locais Energisa e Light e as europeias Enel e EDP foram atingidas por criminosos virtuais. Por serem serviços essenciais, as elétricas acabam sendo um dos alvos preferenciais dos criminosos digitais, que vêm chance maior de forçar pagamentos de resgates, cobrados em criptomoedas. Mas empresas de diversos setores foram atacadas, incluindo a Avon, do segmento de cósméticos, e a Cosan, conglomerado de açúcar, combustíveis e logística. O fenômeno está claramente associado à migração em massa de companhias para regimes de trabalho remoto, com funcionários em casa, o que aumenta a vulnerabilidade das redes corporativas, disse à Reuters o presidente da empresa de segurança de infraestruturas críticas TI Safe, Marcelo Branquinho. Ele ressaltou, no entanto, que nos casos registrados até o momento os hackers conseguiram acesso apenas a redes de tecnologia da informação (TI), e não às redes de automação (TA), associadas à gestão dos sistemas de eletricidade. "Aconteceu um aumento que a gente calcula em torno de 460% no ataques a empresas de energia desde março até junho deste ano", disse, ao citar tentativas de ataques evitados por sistemas fornecidos pela empresa a clientes no setor. "Os ataques atingiram apenas redes de TI, administrativas. Se um ataque desses conseguisse entrar na TA, poderia haver blecautes, o que seria infinitamente mais grave", acrescentou. "A partir do momento em que há milhares de funcionários de cada empresa acessando a rede de uma forma que não era usual, isso abre brechas de segurança para hackers entrarem nas redes de TI... agora existem milhares de portas de entrada." O movimento aumentou riscos para grandes empresas de todas áreas, mas há um foco particular dos cibercriminosos no setor de energia, porque essas companhias operam infraestruturas essenciais, além de possuírem dados pessoais dos clientes, disse o analista sênior de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini. "Os cibercriminosos escolhem as vítimas a dedo, fazem todo um planejamento antes do ataque. O que os alvos têm em comum é que todos são empresas grandes e estabelecidas no mercado, que podem pagar um resgate", explicou. Os ataques geralmente têm origem no exterior, embora seja difícil rastreá-los, e visam bloquear sistemas ou roubar dados sigilosos em troca de um resgate, que pode ser pela liberação dos sistemas e arquivos ou mesmo para que estes não sejam divulgados publicamente, acrescentou Assolini. Os valores são cobrados em bitcoins ou outras criptomoedas. "As empresas, quando são vítimas e têm parte ou a totalidade de suas operações afetadas, precisam correr para resolver. E o setor de energia é crítico, então as empresas são ainda mais pressionadas a pagar o resgate, buscar solução, principalmente se o ataque vier a afetar a distribuição de energia." Segundo o analista, os movimentos dos cibercriminosos geralmente ocorrem às segundas-feiras, dia de alta movimentação no mundo corporativo, e começam buscando descobrir senhas simples por meio de tentativas em massa de acesso ou tirando proveito de falhas de segurança em sistemas desatualizados. Em análise sobre desafios que a pandemia de coronavírus traz para elétricas, a consultoria Strategy&, da PwC, citou "aumento do risco de ataques cibernéticos" como ponto de alerta principalmente para distribuidoras e áreas de vendas das empresas, que lidam com dados de consumidores. Elétricas no Brasil são alvos A Light, responsável pelo fornecimento em parte do Rio de Janeiro, e a Energisa, que tem 11 distribuidoras pelo país, foram alvos de hackers em 16 de junho e 29 de abril. A portuguesa EDP, que atua com distribuição em São Paulo e Espírito Santo e tem ativos de geração e transmissão no Brasil, foi atacada em 13 de abril; já a italiana Enel, com concessionárias em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Goiás, além de negócios em geração, foi vítima em 7 de junho. A EDP disse à Reuters que não pagou resgate aos hackers, enquanto Light, Energisa e Enel não responderam questionamentos sobre pedidos de recursos ou pagamentos. A Energisa disse que levou uma semana para normalizar todos serviços e sistemas. "A companhia ressalta que conseguiu blindar os sistemas de operação e o fornecimento de energia, inclusive os dados dos clientes, que não foram atingidos. A empresa adotou todas as medidas necessárias para garantir a segurança digital e acionou as autoridades", afirmou. A Light disse apenas, na época, que o ataque atingiu "número limitado de computadores da empresa". "Desde o incidente, o corpo técnico da Light vem elaborando diagnósticos, ações e recomendações que já estão sendo implementadas." A Enel negou impactos sobre operações no Brasil ou no exterior e disse que os criminosos tentaram espalhar um "ransomware" em sua rede — um tipo de ataque que geralmente bloqueia máquinas e sequestra dados em troca de resgate. É possível recuperar arquivos sequestrados por vírus de resgate? "Todos serviços internos de TI foram rapidamente e efetivamente restaurados, permitindo que todas atividades de negócio operassem corretamente. A Enel informa que não houve questões críticas no que se refere ao controle remoto de sistemas de distribuição e usinas, e que dados de consumidores não foram expostos a terceiros." A EDP disse que o ataque afetou sistemas corporativos, mas não os operacionais, relacionados ao suprimento de energia. "Não houve vazamento de informações relacionadas aos clientes. No Brasil, a companhia realizou o desligamento preventivo de alguns sistemas, enquanto as equipes técnicas avaliavam a extensão do ataque.". A EDP acrescentou ainda, em nota à Reuters, que "não recebeu e nem efetuou pagamento de nenhum pedido de resgate". Veja Mais

PMI mostra que setor de serviços no Brasil saiu do abismo, mas segue em contração

G1 Economia Índice subiu de 27,6 pontos em maio para 35,9 em junho e continua abaixo do nível que indica expansão da atividade. O setor de comércio e serviços entre os principais afetados durante a pandemia Secom/MT O Índice de Atividade de Negócios (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços no Brasil subiu de 27,6 pontos em maio para 35,9 em junho, informa nesta sexta-feira (3) a IHS Markit. Apesar de acima do abismo histórico de abril, o resultado mostra considerável contração na atividade do setor de serviços, segundo a consultoria, com a continuidade dos efeitos da Covid-19 sobre os negócios. Governo prorroga IOF zero para operações de crédito por mais três meses A atividade, diz o boletim da consultoria, manteve-se em queda acentuada em junho e as empresas continuaram a reduzir empregos, refletindo parte dos esforços para controlar custos. Os dados mais recentes mostraram que as despesas operacionais subiram apenas marginalmente e na taxa mais lenta da série histórica da pesquisa. As margens de ganho, aponta o boletim, continuaram pressionadas, com os descontos de preços atingindo também um novo recorde da pesquisa, já que as empresas procuraram avançar no mercado em um ambiente extremamente desafiador. Setor de serviços tem queda recorde de quase 12% em abril na comparação com março Veja Mais

Argentina faz novo controle da nuvem de gafanhotos e diz que conseguiu reduzir a intensidade da praga

G1 Economia Aplicação de inseticidas por aviões ocorreu na tarde desta quinta-feira (2). População de gafanhotos está sendo controlada na Argentina Senasa/Divulgação A Argentina vem conseguindo diminuir a nuvem de gafanhotos que se aproximou do Brasil. Após o mau tempo prejudicar as ações dos técnicos do país vizinho, foi possível fazer a aplicação de inseticidas por aviões na tarde de quinta-feira (2). De acordo com o último boletim divulgado pelo Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa), a ação “conseguiu reduzir a intensidade da praga”. Initial plugin text A nuvem de gafanhotos se encontra estacionada na cidade de Paraje El Descanso e, até o fim da tarde desta quinta, os insetos não saíram do local. A nuvem de gafanhotos se encontra estacionada na cidade de Paraje El Descanso, dentro da província de Corrientes, e, até o fim da tarde desta quinta, os insetos não saíram do local. Os técnicos do país vizinho voltam a campo nesta sexta-feira (3) para avaliar os efeitos da aplicação de inseticidas e estudar novas medidas de controle. Ajuda do ciclone bomba A nuvem de gafanhotos se afastou um pouco do Brasil nos últimos dias, e dois eventos ajudaram a conter o avanço dos insetos: a chegada do frio ao Sul do país e também o ciclone bomba que atingiu a região. Chegada do frio ao Sul e ciclone bomba ajudam a conter avanço da nuvem de gafanhotos Para Marco Antonio do Santos, meteorologista da Rural Clima, as duas situações criaram um bloqueio para a entrada da nuvem de gafanhotos no país, especialmente no Rio Grande do Sul, onde existia mais chance da chegada dos insetos. “Nós tivemos duas ondas de chuva no Rio Grande do Sul, uma no sábado, que foi pouca e depois tivemos o ciclone, com chuvas severas e a chegada do frio. Hoje, diante das atuais condições climáticas, não acredito que a nuvem chegue ao Brasil.” Trigueiro: ‘Onda de frio e ciclone afastam a nuvem de gafanhotos da Região Sul’ O pesquisador Kleber Trabaquini, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e que fez simulações da movimentação dos insetos na semana passada, afirma que o frio foi o fator determinante para conter o avanço da nuvem, mais do que o próprio ciclone. “Nossa grande sorte é que a chegada do inverno diminui as temperaturas. Tivemos dias na Argentina com temperaturas máximas de 10ºC e um pouco de chuva, o que desfavorece o voo deles”, acrescenta Trabaquini. Initial plugin text Veja Mais

Petrobras inicia processo para venda da Petrobras Biocombustível

G1 Economia Companhia divulgou teaser com informações sobre a oferta de 100% das ações da PBIO, a maior produtora de biocombustíveis do país. Recebimento de ofertas terá início em 17 de agosto. Usina de biodiesel de Quixadá, no Ceará, que teve suas operações desativadas, estão entre os ativos da PBIO à venda Divulgação A Petrobras divulgou nesta sexta-feira (3) o início do processo para a venda integral da subsidiária Petrobras Biocumbustível S.A. (PBIO), incluindo três usinas de biodiesel. “Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas”, destacou a companhia. As informações sobre a venda da PBIO constam em um teaser publicado no site de Relações com Investidores da estatal. O recebimento de ofertas não vinculantes tem previsão de início em 17 de agosto. Petrobras estima 'retorno' de R$ 18 bi com PDVs até 2025 Na fase não vinculante, os potenciais compradores podem apresentar a primeira oferta pelas ações da subsidiária sem um compromisso formal de compra, ou seja, podem desistir da proposta sem ônus ou penalidade. Para participar do processo de compra da PBIO, os interessados precisam, entre outros pré-requisitos, ter receita líquida superior a R$ 400 milhões ou patrimônio líquido superior a R$ 100 milhões em 2019. Fundada em 2008, a PBIO é uma das maiores produtoras de biodiesel do país. Ela possui três usinas de biodiesel localizadas em Montes Claros (MG), Candeias, (BA), e Quixadá (CE). A venda da subsidiária exclui as ações da PBIO na BSBios e na Bambuí Bioenergia. Em seu comunicado, a Petrobras destaca como vantagens do negócio: Porta de entrada/expansão no 3º maior mercado de biodiesel do mundo Crescimento expressivo de 25% do mandato de mistura de biodiesel nos próximos 3 anos Plataforma sustentável e certificada para monetizar créditos de descarbonização (CBIOS) Localização estratégica com acesso privilegiado aos mercados brasileiros das regiões SE e NE Planos de expansão disponíveis para rápido aumento da capacidade, com o objetivo de manter a participação de mercado no ritmo do crescimento da demanda e aumentar a competitividade com economias de escala A venda da PBIO faz parte do plano bilionário de desinvestimentos de ativos da Petrobras, que busca focar investimentos em ativos de maior retorno, essencialmente de exploração e produção em águas profundas, e reduzir sua enorme dívida. Veja Mais

Dólar oscila, com temores sobre vírus, mas caminha para perda semanal

G1 Economia Na quinta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,56%, cotada a R$ 5,3471. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar oscila nesta sexta-feira (3), negociado ao redor de R$ 5,35, voltando a refletir a cautela dos mercados diante da alta nos casos de coronavírus nos Estados Unidos, mas ainda caminhava para fechar a semana em baixa. Às 10h26, a moeda norte-americana subia 0,10%, cotada a R$ 5,3524. Veja mais cotações. Na véspera, o dólar fechou com avanço de 0,56%, a R$ 5,3471, mas ainda acumulou queda de 2,08% na parcial da semana. No ano, porém, tem alta de 33,35%. O Banco Central ofertará nesta sexta-feira até 12 mil contratos de swap tradicional com vencimento em novembro de 2020 e março de 2021, destaca a Reuters. Real é a segunda moeda que mais perdeu valor neste ano Cenário externo e local No exterior, a cautela prevalecia nos mercados, já que outro aumento recorde nos casos de coronavírus nos Estados Unidos diminuía o otimismo de uma recuperação rápida no setor de serviços da China. No Brasil, o patamar mais alto da moeda norte-americana em relação ao real tem sido associada por analistas a um cenário de juros baixos e incertezas econômicas e políticas locais. O fluxo cambial ao Brasil também piorou, indicando menor oferta de dólar --portanto, maior pressão sobre a cotação. A projeção do mercado para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar. Por que Brasil já pode ter atingido 'fundo do poço' da recessão - e o que isso significa Variação do dólar em 2020 Economia G1 Veja Mais

Mentiu no currículo? Saiba como a falta de transparência impacta a carreira

G1 Economia Veja as principais mentiras encontradas em CVs. Cuidados na hora da seleção: mentir no currículo pode prejudicar a carreira Mentiras detectadas em currículos por recrutadores e empregadores podem abalar a reputação e imagem do candidato e comprometer a participação dele em futuros processos seletivos. Assim, ele terá de conviver com o fantasma da credibilidade duvidosa. "Mentir no currículo é a pior escolha que um profissional pode fazer em sua carreira. Não há nada pior do que esse tipo de atitude. Esse caminho pode arruinar sua carreira e muitas vezes pode ser um caminho sem volta. Todo o trabalho que ele fez, as batalhas que teve de enfrentar e obstáculos que teve de superar podem ir por terra ao ser desmascarado em um simples processo de análise curricular", explica Lucas Oggiam, diretor da Page Personnel, unidade de negócio do PageGroup responsável pelo recrutamento especializado de profissionais para posições técnicas, administrativas ou de ingresso no mercado. De acordo com o consultor, esse tipo de atitude traz reflexos imediatos e futuros na carreia de um profissional. "Quando é descoberta uma mentira em seu currículo, o candidato é eliminado automaticamente da seleção. E não é apenas desse processo que é eliminado. Ele acaba ficando com seu 'nome sujo', incluído em uma espécie de lista negra. Isso é muito ruim para um profissional porque compromete sua participação em novos processos de seleção. Como os recrutadores indicarão um executivo que tem um caráter duvidoso para uma empresa?", diz. Perder o emprego é outra consequência provocada pela falta de honestidade nas informações declaradas no currículo. "Um executivo pode até ser admitido por uma empresa utilizando desse artifício, mas pode se dar muito mal se o empregador descobrir que os dados são fantasiosos. É comum um empregador exigir de um funcionário as qualificações declaradas no currículo e reforçadas durante a entrevista. Agora se esse funcionário não foi sincero e notadamente não terá condições de desenvolver as atividades a que se propôs, certamente será demitido. Além de passar pelo constrangimento da situação, seu nome será deletado do banco de dados da companhia", afirma Oggiam. Veja abaixo as três principais mentiras encontradas nos currículos analisados pela Page Personnel: 1 - Nível de idioma Forjar a fluência de um determinado idioma tem se tornado uma prática muito comum e detectada frequentemente pelos recrutadores. "Os candidatos costumam inflar a fluência e domínio de uma língua. Isso é muito ruim porque conseguimos descobrir durante a entrevista. Não adianta dizer que é fluente num idioma porque as empresas precisam de profissionais capacitados e qualificados para essa tarefa. Quem não tiver essa aptidão, não passará no processo seletivo", orienta. 2 - Formação não concluída Outra artimanha que alguns candidatos costumam praticar é incluir a informação de cursos não concluídos. "Tem muito executivo que faz isso porque acha que é uma forma de dar um upgrade na sua formação. O que ele não sabe é que fazemos uma varredura em todas as informações declaradas no currículo e isso inclui a conclusão de cursos, sejam eles de graduação, extensão ou de qualificação", conta o diretor. 3 - Datas de admissão e desligamento Adulterar históricos de entradas e saídas de uma empresa também faz parte das atitudes condenáveis pelos recrutadores e listada como uma das mais comuns. Como justificar o tempo sem trabalhar no currículo e na entrevista Como falar sobre demissão anterior durante processo seletivo para vagas de emprego Trabalho informal conta como experiência na busca da vaga de emprego; saiba como "Tem muito candidato que mente nesse campo porque teme que sua passagem por uma empresa tenha sido muito rápida e essa informação pode comprometer sua candidatura. Outra atitude comum é manipular o tempo de permanência entre uma empresa e outra, abreviando ao máximo esse intervalo. Candidatos fazem isso normalmente para mostrar que não estão muito tempo afastados do mercado de trabalho e, na verdade, o que acontece é justamente o contrário. O melhor é explicar durante a entrevista os reais motivos desse intervalo. A sinceridade é a competência mais valorizada que um candidato pode ter", conclui Oggiam. Veja Mais

Bolsas dos EUA fecham em alta após recorde em geração de empregos nos EUA

G1 Economia Nesta quinta-feira, Nasdaq atingiu máxima recorde de fechamento. Wall Street encerrou em alta, e o Nasdaq atingiu uma máxima recorde de fechamento nesta quinta-feira (2), com o sentimento dos investidores impulsionado pelo aumento recorde na geração líquida de postos de trabalho nos EUA em junho, em forte sinal de que a recuperação econômica no país está em curso. Nesta quinta, o Dow Jones subiu 0,36%, para 25.827,36 pontos, o S&P 500 ganhou 0,45%, para 3.130,01 pontos, e o Nasdaq Composite valorizou 0,52%, para 10.207,63 pontos. Bolsas dos EUA subiram nesta quinta-feira Brendan McDermid/Reuters Todos os três principais índices de ações dos EUA avançaram, com o S&P 500 registrando a quarta alta seguida. Estímulos massivos e esperanças de uma rápida recuperação econômica impulsionaram o S&P 500 e o Dow Jones. Ambos estão a cerca de 7,8% e 12,7% abaixo de seus picos históricos de fevereiro. A economia norte-americana criou, em termos líquidos, 4,8 milhões de empregos em junho, de acordo com o Departamento do Trabalho, 1,8 milhão a mais do que o esperado por analistas, e um segundo recorde consecutivo na geração de vagas. A recontratação em massa levou a taxa de desemprego a cair para 11,1%. Taxa de desemprego nos EUA cai de 13,3% para 11,1% "Houve muito do que gostar nos dados econômicos da semana", disse Paul Nolte, gestor de portfólio da Kingsview Asset Management em Chicago. "E ainda há conversas de que haverá mais estímulos vindos de Washington depois de eles voltarem da pausa de 4 de Julho." Mas a recuperação da economia dos EUA, agora em seu sexto mês de recessão, pode estagnar conforme os novos casos do Covid-19 batem recordes e vários dos Estados mais atingidos pelo ressurgimento do vírus interrompem ou revertem planos de reabrir suas economias. Nesta quinta-feira, a Flórida registrou um recorde de 10 mil novos casos da doença, pior do que qualquer país europeu já tenha registrado no auge do surto em território europeu. Nas próximas semanas, os agentes do mercado vão se preparar para a temporada de balanços do segundo trimestre. No agregado, analistas agora esperam que os balanços das empresas componentes do S&P 500 tenham caído 43,1%, à medida que as empresas enfrentaram demanda em queda e interromperam as cadeias de suprimentos. Veja Mais

Petróleo fecha em alta com dados do mercado de trabalho dos EUA

G1 Economia Dados acima do esperado do chamado 'payroll' continuam dando suporte à percepção de que a recuperação econômica americana segue firme. Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta quinta-feira (2), impulsionados pelos dados acima do esperado do mercado de trabalho americano (o chamado "payroll"), que continuam dando suporte à percepção de que a recuperação econômica americana segue firme. O contrato do petróleo Brent para setembro fechou em alta de 2,64%, a US$ 43,14 por barril na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para agosto avançou 2,08%, a US$ 40,65 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York. Fábrica de refino de petróleo no Texas Mark Felix/AFP De acordo com dados divulgados mais cedo, os Estados Unidos criaram 4,8 milhões de vagas de emprego em junho, de acordo com o relatório oficial de emprego, levando a taxa de desemprego a 11,1%, de 13,3% em maio. O resultado superou a expectativa de economistas consultados pelo "Wall Street Journal", que esperavam a geração de 2,9 milhões de vagas no período. Além do "payroll", o Departamento do Trabalho dos EUA informou também que o número de pedidos iniciais de seguro-desemprego caiu a 1,427 milhão na semana passada. O resultado ficou acima da expectativa de consenso, que apontava para 1,38 milhão de pedidos, e mostrou apenas uma ligeira desaceleração em relação aos números da semana anterior, quando 1,482 milhão de pedidos iniciais foram efetuados. Os preços da commodity já operavam em alta no começo desta quinta, porém ainda refletindo a queda surpreendente de 7,2 milhões de barris nos estoques americanos, na semana passada – dado divulgado ontem pelo Departamento de Energia (DoE) dos EUA. Veja Mais

Auxílio Emergencial: quase 2 milhões ainda aguardam análise do cadastro

G1 Economia O prazo para se inscrever e receber o benefício termina nesta quinta-feira (2). Ana Flor e Octavio Guedes analisam os impactos do auxílio emergencial no Nordeste A Caixa Econômica Federal informou nesta quinta-feira (2) que 1,9 milhão de pessoas que se cadastraram para receber o Auxílio Emergencial estão com o pedido em análise para saber se estão aptas a receber o benefício. O prazo para o trabalhador se inscrever e ter acesso ao benefício termina nesta quinta. Depois desta data, segundo a Caixa, o site e o aplicativo serão utilizados apenas para acompanhamento do resultado da análise e informações sobre os crédito das parcelas, bem como para registro de contestações ou novas solicitações nos casos em que o motivo da não habilitação permitir. Mesmo que o cadastro do trabalhador seja aprovado depois desta quinta, ele vai ter direito a receber as cinco parcelas previstas no programa de Auxílio Emergencial. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tire suas dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Datas ainda não divulgadas Inicialmente, o desembolso do Auxílio Emergencial seria realizado em três parcelas. Mas nesta semana o governo confirmou o pagamento por mais dois meses. O decreto prorrogação do Auxílio Emergencial já foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas ele não detalha como será o modelo de pagamento nos próximos meses. O ministro da Economia, Paulo Guedes, no entanto, já sinalizou que o pagamento deve ser dividido da seguinte forma: R$ 500 no início do mês (ainda sem data definida); R$ 100 no fim do mês; R$ 300 no início do mês; R$ 300 no fim do mês. Bolsonaro prorroga auxílio emergencial por dois meses; Miriam Leitão analisa Como eu me cadastro? O cadastro deve ser feito pelo site ou pelo aplicativo disponibilizados pela Caixa Econômica Federal. Veja passo a passo para pedir o auxílio Clique aqui para fazer a inscrição pelo site: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio Clique aqui para baixar o aplicativo para iOS (celulares Apple): https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331 A população mais vulnerável, sem acesso a meios digitais, que ainda não conseguiu solicitar o Auxílio Emergencial, pode ir a uma agência dos Correios para fazer o cadastramento, que será feito gratuitamente por funcionários da empesa. Com o intuito de evitar aglomerações, foi estabelecido um calendário para a solicitação do cadastro do Auxílio Emergencial nas agências dos Correios, conforme o mês de nascimento do cidadão: Segunda-feira: nascidos em janeiro e fevereiro; Terça-feira: nascidos em março e abril; Quarta-feira: nascidos em maio e junho; Quinta-feira: nascidos em julho, agosto e setembro; Sexta-feira: nascidos em outubro, novembro e dezembro. Na página dos Correios, no sistema Busca Agência, é possível obter informações sobre as unidades abertas ao público. A grande maioria dos pontos de atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Para pedir o cadastramento numa agência dos Correios, o interessado deve apresentar os seguintes documentos: Identificação oficial com foto, em que conste também o nome da mãe do beneficiário; Cadastro de Pessoa Física (CPF) do usuário e dos membros da família que dependem da renda do titular e dados bancários ou documento de identificação (RG, CNH, passaporte, CTPS, RNE ou CIE) para solicitar abertura de Conta Social Digital, em nome do titular. Quem tem direito? Será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra todos estes requisitos: ser maior de 18 anos de idade com CPF regularizado; não ter emprego formal; não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135); que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018. O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento desses requisitos. E, para conseguir o auxílio, o trabalhador deve exercer atividade na condição de: microempreendedor individual (MEI) contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado intermitente inativo ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima por meio de autodeclaração O programa estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa. A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês. Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família. Se, durante este período de três meses, o beneficiário do auxílio emergencial for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele deixará de receber o auxílio. Terceira parcela O governo divulgou no dia 25 de junho o calendário de pagamentos da terceira parcela do auxílio emergencial de R$ 600. Também foi divulgado o calendário de pagamento da segunda parcela para os aprovados do segundo lote – aqueles que receberam a primeira parcela entre os dias 16 e 29 de maio - e da primeira parcela do benefício a 1,1 milhão de novos aprovados. A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida. Até 4 de julho, o dinheiro será depositado nas contas da poupança social digital para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. As transferências e os saques em dinheiro a partir dessas contas começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. Veja calendários abaixo: Lote 2, parcela 2 - auxílio emergencial Economia G1 parcela 1, lote 4 (novos aprovados) Economia G1 Lote 1, parcela 3 - auxílio emergencial Economia G1 Balanço dos pagamentos Defensoria Pública ajuda brasileiros que tiveram pedido do auxílio emergencial negado Balanço do Ministério da Cidadania divulgado nesta quinta-feira aponta que, desde 7 de abril, quando foram lançados os meios digitais para cadastramento dos trabalhadores informais, autônomos, desempregados, MEIs e contribuintes individuais do INSS, os recursos chegaram a 64,7 milhões de pessoas, totalizando R$ 108,1 bilhões. Com a extensão do benefício anunciada na terça-feira, deve ultrapassar os R$ 200 bilhões ao fim de agosto. As solicitações feitas até 16 de junho já foram encaminhadas para pagamento. Restam os pedidos feitos após esta data e outros 713,8 mil que estão em reanálise. A taxa de processamento das solicitações desde o início do Auxílio Emergencial está em 99%. Entre abril e junho, foram 149,5 milhões de requerimentos recebidos pela Dataprev e 148,5 milhões analisados pelos três grupos do programa: trabalhadores informais, Cadastro Único e Bolsa Família. Há solicitações feitas mais de uma vez com o mesmo CPF. Os 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família com direito ao Auxílio Emergencial já receberam três parcelas. A transferência de recursos desta etapa para os demais grupos teve início dia 27 de junho e segue até sábado (4). São R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas, apenas neste lote de pagamento e sem contar o Bolsa Família. Cerca de 9 milhões de pessoas que receberam a primeira parcela em maio neste momento estão recebendo a segunda parcela conforme o calendário do mês de nascimento. O mesmo serve para mais de 1 milhão de cidadãos que foram aprovados em junho. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Initial plugin text Veja Mais

Com fim do prazo de isenção, consumidores de baixa renda voltarão a pagar conta de luz

G1 Economia Isenção vigorou de 1º de abril a 30 de junho. Se medida não for prorrogada consumidores voltarão a ser cobrados pelo consumo de energia. Com o fim da isenção da conta de luz para a consumidores de baixa renda, essa faixa da população vai ter que voltar a pagar as tarifas caso não haja uma prorrogação da medida. O benefício foi criado em abril, por meio de uma medida provisória. A isenção da tarifa para quem consome até 220 quilowatts-hora (kWh) por mês e que está incluído na Tarifa Social vigorou de 1º de abril a 30 de junho. A medida teve custo total estimado de R$ 900 milhões aos cofres públicos e fez parte das ações do governo para enfrentar a crise decorrente do avanço do novo coronavírus. Os consumidores beneficiados pela isenção já têm descontos no valor da conta de luz. Esse desconto é previsto em lei e varia de 10% a 65% de acordo com o consumo de energia. Quanto menor o consumo, maior o desconto. Outra medida adotada no setor de energia foi a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de proibir que as concessionárias cortem o fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento. A medida, que venceria no dia 23 de junho, foi prorrogada pela Aneel até o dia 31 de julho. A prorrogação foi aprovada no dia 15 de junho. Veja Mais

OAB recorre de decisão que suspendeu ações sobre correção de dívidas trabalhistas

G1 Economia Decisão foi tomada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Ministro argumentou que efeitos da pandemia requerem uma revisão na correção. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) recorreu da decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a suspensão da tramitação de todos os processos trabalhistas relativos a correção monetária. Pela decisão de Mendes, estão suspensos os processos nos quais são discutidos os valores devidos deverão ser corrigidos pela Taxa Referencial (TR) ou pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E). O ministro concedeu liminar (decisão temporária) no sábado (27) em duas ações da Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação (Contic) e outras duas entidades de classe. A decisão de Gilmar Mendes deve ser submetida a referendo do plenário, mas ainda não há marcada para o julgamento das ações. Enquanto isso, as ações ficam paralisadas. As ações afirmaram que o TST estava na iminência de decidir aplicar o índice mais favorável ao trabalhador, em análise que já conta com maioria no TST e seria retomada na segunda (29). O julgamento foi suspenso. A OAB afirma que a liminar foi “excessivamente extensiva” e pede que os processos continuem tramitando, exceto o que avalia essa questão no TST. Caso o pedido seja negado, que as ações em fase inicial possam prosseguir. Nas ações, as entidades querem que as dívidas trabalhistas tenham valores corrigidos pela TR, índice atualmente previsto na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) alterada pela Reforma Trabalhista de 2017. E argumentam que o TST (Tribunal Superior do Trabalho) tem "sistematicamente” determinado a substituição da TR pelo IPCA, gerando “insegurança jurídica”. Alegam ainda que a mudança no índice de correção resultará no enriquecimento sem causa do credor trabalhista e no endividamento, “também sem causa”, do devedor, sobretudo diante do estado de emergência social e econômica. Gilmar Mendes afirmou que decisões que afastam a TR contrariam precedentes no Supremo e que, “diante da magnitude da crise [provocada pela pandemia do coronavírus], a escolha do índice de correção de débitos trabalhistas ganha ainda mais importância”. “A Justiça do Trabalho terá papel fundamental no enfrentamento das consequências da crise econômica e social, com a estimulação de soluções consensuais e decisões judiciais durante o período em que perdurarem as consequências socioeconômicas da moléstia”, afirmou. Veja Mais

Caixa anuncia inclusão de custos de cartório e ITBI em financiamentos da casa própria

G1 Economia O custo médio para registro do imóvel nos cartórios varia de 2% a 5% do valor da unidade conforme a região, segundo a Caixa. Financiamento da casa própria Reprodução / TV Globo A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (2) a inclusão das custas cartoriais e despesas de ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) nos financiamentos de imóveis feitos no banco. Essa medida vale para todas as operações residenciais com recursos do FGTS e, nas operações com recursos da poupança (SBPE), para imóveis com valor de avaliação de até R$ 1,5 milhão. Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em abril, foram assinados 3 mil contratos pilotos incluindo as taxas de cartórios nos empréstimos e, a partir desta quinta, está liberado para todas as famílias. Atualmente, o custo médio para registro do imóvel nos cartórios varia de 2% a 5% do valor da unidade conforme a região, e essas taxas são pagas pelo próprio cliente nos trâmites de registro do contrato de financiamento habitacional, segundo a Caixa. O limite de financiamento dessas taxas será de 5% sobre o valor financiado para financiamentos contratados com recursos SBPE e de 4% com recursos do FGTS. "O valor total do contrato do cliente (valor relativo à compra do imóvel + financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando-se sua capacidade de pagamento e o valor máximo permitido para o programa em que ele se enquadra", informou a Caixa em nota. A Caixa calcula que a liquidez gerada pela medida por aliviar esse custo para as famílias ao incluírem essas taxas no próprio financiamento habitacional será de R$ 400 milhões por mês e R$ 5 bilhões por ano. Segundo Guimarães, já houve adesão de cartórios de 14 estados. "Vamos acelerar porque vai ser uma demanda da sociedade e certamente novos cartórios vão aderir, e até outros bancos implantarão a medida", disse. Ainda de acordo com o presidente da Caixa, as agências estão prontas para fazer os financiamentos incluindo as custas cartoriais. Registro eletrônico de escrituras Outra medida anunciada foi o registro eletrônico de escrituras para contratos pessoa física de empreendimentos financiados na Caixa, que será realizado de forma eletrônica com troca de arquivos de dados estruturados entre o banco e o respectivo Cartório de Registro de Imóveis. A adesão ao novo registro será possível a partir de 13 de julho. O registro eletrônico dispensará a necessidade de recebimento do contrato físico pelo cartório. O processo se dará por meio da Plataforma Centralizada do Colégio do Registro de Imóveis, habilitada inicialmente para a participação das demais Centrais de Serviços Eletrônicos Compartilhados dos Estados e do Distrito Federal, que funcionarão de forma padronizada. De acordo com a Caixa, a medida permitirá acelerar o registro das operações, que antes levava em torno de 45 dias e agora poderá ser finalizado, em média, em 5 dias. Medidas para construtoras O pacote anunciado trouxe ainda a flexibilização da comercialização mínima de 30% para 15% para novos empreendimentos das empresas. O objetivo é fomentar o mercado imobiliário para lançamento de novos empreendimentos. As outras medidas são a possibilidade de contratação da produção de empreendimentos sem exigência de execução prévia de obras e de destinação dos recursos provenientes das vendas das unidades habitacionais para pagamento dos encargos mensais. A expectativa da Caixa é contratar 1.280 novos empreendimentos, o que representa 156 mil novas moradias e 485 mil empregos diretos e indiretos. Pausa nas prestações A Caixa já havia divulgado em maio o aumento da pausa para 4 meses no financiamento habitacional para clientes com até duas parcelas em atraso, além do prazo de carência de 6 meses para contratos de financiamento de imóveis novos e a renegociação de contratos com clientes em atraso entre 61 e 180 dias, permitindo pausa ou pagamento parcial das prestações. Até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários solicitaram a pausa na prestação habitacional. Durante o período de pausa, o contrato não está isento da incidência de juros, seguros e taxas. Os valores dos encargos pausados são acrescidos ao saldo devedor do contrato. Outros 26 mil novos contratos com carência de 6 meses para a 1ª prestação foram fechados, segundo a Caixa. Crescimento nos financiamentos Guimarães anunciou o crescimento das contratações de financiamentos para casa própria entre janeiro e junho, em meio à pandemia. O volume foi 22% superior na liberação de crédito em relação a mesmo período de 2019 - de R$ 39,61 para R$ 48,21 bilhões. Somente em junho, foram liberados R$ 11,1 bilhões para financiamentos habitacionais. O banco passou a ter 41% na participação no mercado do crédito imobiliário no país com recursos da poupança - aumento de 78% em relação a 2019, no período de janeiro a maio. "Muita gente aproveitou o preço menor e a facilidade da carência de 6 meses. Foram os melhores meses dos últimos 4 anos", disse Guimarães. Veja Mais

Economia brasileira dá sinais de recuperação gradual, mostra novo indicador do Itaú

G1 Economia Apesar da melhora, retomada pode ser minada se o país voltar a adotar medida mais duras de distanciamento social para evitar uma propagação maior do coronavírus. O novo indicador de acompanhamento da atividade econômica lançado pelo banco Itaú nesta quinta-feira (2) confirma que o pior momento da crise provocada pela pandemia do coronavírus ficou para trás e mostra que a economia do Brasil tem apresentado uma recuperação gradual. O Itaú Daily Activity Tracker (Idat) faz o acompanhamento diário do ritmo da economia desde o início da primeira quinzena de março, quando marcava 100 pontos e as medidas de distanciamento social para combater a doença ainda não tinham começado. Rua 25 de março, em São Paulo, em 20 de março para evitar a propagação do novo coronavírus Marcelo Brandt/G1 Na segunda quinzena de março, com o reforço das medidas de isolamento em todo o país, o indicador recuou para uma média de 86 pontos – no pior momento chegou a 55 pontos no dia 28 daquele mês. Em abril, a média foi a 66 pontos, subindo em maio (73) e junho (82). "Esse indicador diário traz uma visão mais rápida do que está acontecendo na economia", diz a economista do banco Itaú Julia Gottlieb. "Há uma recuperação gradual, mas a economia ainda não voltou para o nível de antes da pandemia." O indicador foi construído com base no consumo de energia elétrica e nos dados internos do banco de gastos com cartão de crédito nos setores de bens e serviços Embora o novo indicador do Itaú revele que a economia brasileira esteja numa trajetória de retomada, há riscos que podem estancar essa melhora. O principal deles é a necessidade de o país ter de voltar a enfrentar medidas mais severas de distanciamento social para evitar um propagação maior do coronavírus. O Brasil já registra mais de 60 mil mortes. Brasil tem 60.813 mortes por coronavírus, diz consórcio "Uma recuperação consistente da economia depende de (o país) não ter de voltar a adotar de forma generalizada medidas de isolamento social mais rígidas por uma eventual segunda onda da doença", afirma o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita. O banco projeta uma queda de 4,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. Para o segundo trimestre, o recuo deve ficar entre 10% e 11% na comparação com os três meses anteriores. "Não consigo descartar esse risco de uma segunda onda, mas não é o nosso cenário principal", diz Mesquita. Veja Mais

O que fazer quando estão aparecendo propagandas demais no celular?

G1 Economia Tira-dúvidas também responde perguntas sobre mensagens enviadas sem autorização no WhatsApp e risco de ceder dados na web. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Propagandas inesperadas e invasivas em apps que não usam esse tipo de publicidade (como os do Google) são indício de que smartphone pode estar contaminado com código nocivo. Altieres Rohr/G1 Propagandas no celular No meu celular, 'do nada' surge uma indicação de medição do Wi-Fi (eu não pus) e em seguida uma propaganda. Entra propaganda centenas de vezes ao dia, a cada mudança de tela ou de aplicativo, ou ainda a cada toque na tela ou no app em uso. Já limpei cache, dados, fiz reset... e nada! Voltaram as propagandas e o tal do medidor de Wi-Fi. Tem alguma ideia, por favor? – Hebe É normal receber propagandas durante o uso de certos aplicativos. Jogos, em especial, costumam mostrar propagandas em tela inteira (inclusive com áudio e vídeo). Vídeos no YouTube ou stories no Instagram também podem mostrar anúncios em tela inteira, associados à atividade que você realiza no app. Se essas propagandas aparecem em momentos inesperados, aleatórios e frequentes, inclusive durante a navegação nas telas próprias do Android, seu smartphone pode realmente estar com um app nocivo que causa a exibição dessa publicidade invasiva. Se o problema persistiu após a restauração completa das configurações de fábrica, há três possibilidades: Você estava usando um aplicativo que coloca essas propagandas e reinstalou o app problemático após realizar a restauração do sistema. Reinstalar o app fez o problema voltar. Seu celular veio de fábrica com um programa que exibe propagandas. Isso pode acontecer em alguns aparelhos de marcas menos conhecidas, especialmente os não homologados no Brasil. O seu celular é antigo ou está sem atualização e você instalou um dos raros aplicativos nocivos que conseguem persistir após a redefinição do sistema. Se quiser saber mais como isso funciona, veja aqui. Considerando essas possibilidades, veja o que você pode tentar: Antes de realizar qualquer procedimento, lembre-se de fazer backups das suas fotos e outras informações armazenadas no aparelho. Você pode sincronizar esses dados com a nuvem. Depois de fazer o backup dos dados, realize novamente a redefinição de sistema completa. Apague todos os seus dados e não use a opção de reinstalar os aplicativos nem restaurar o backup, se houver. Você vai perder dados específicos de alguns aplicativos, mas deve manter suas fotos (que estarão no serviço em nuvem que você usa, como o Google Drive, OneDrive ou outros). Verifique se as propagandas continuam e não instale nenhum outro aplicativo além dos essenciais. Caso o problema persista mesmo com o smartphone nesse estado "limpo", isso significa que você pode ter um problema permanente no firmware do seu aparelho. O firmware é o software básico do telefone e você não tem permissões para modificá-lo. Nesse caso, o ideal é buscar a assistência técnica da fabricante do seu aparelho e solicitar a reinstalação do software ou sistema original de fábrica. Existem soluções caseiras para reinstalar o firmware, mas os passos variam dependendo do modelo e isso pode ser arriscados em alguns casos. Se o problema não persistir, instale seus apps aos poucos e veja se algum deles faz o problema voltar. Lembre-se de não instalar aplicativos fora da Play Store. Consulte as instruções oficiais do Google. O Google tem instruções gerais para ajudar a remover apps indesejados. É válido conferir essas orientações, mas hoje não é incomum que apps nocivos tentem se disfarçar de programas legítimos. Em alguns casos, eles até escondem seus ícones verdadeiros, o que dificulta a desinstalação de apps. Você pode tentar usar um antivírus para Android. Se o seu smartphone estiver contaminado com um vírus realmente agressivo, é muito provável que o programa de segurança não consiga remover o aplicativo malicioso, embora seja capaz de detectá-lo. Comece tentando os produtos da aliança do Google (Eset, Zimperium e Lookout) antes de testar produtos de outras fabricantes. Evite programas patrocinados por anúncios. Entenda por que você pode receber alertas de vírus falsos no celular Se o seu telefone é de uma marca não homologada, o ideal é trocar de aparelho. Você pode instalar um firmware não oficial, mas essa prática também tem seus próprios riscos e desafios técnicos. Além de não minimizarem o risco da existência de programas de espionagem ou publicidade, alguns firmwares não oficiais podem não ser compatíveis com todos os recursos do seu smartphone. Marcas como Doogee e Leagoo são algumas das que já tiveram esse tipo de problema e são encontradas no Brasil, apesar de não serem homologadas. Mensagem de WhatsApp não reconhecida Uma pessoa me disse que recebeu uma mensagem e fotos no WhatsApp dela, e lá estavam a minha foto e o número do meu telefone, porém eu não enviei nada para essa pessoa, nem sequer tenho o número dela no meu celular. Como é possível o meu perfil do WhatsApp aparecer no telefone de uma pessoa que eu não conheço e nem sequer tenho o contato dela no meu telefone? – Anna Coelho Isso é sim possível, mas, antes de analisarmos essa situação, é importante lembrar que essa pessoa pode estar mentindo. É muito fácil falsificar "prints" e outras supostas "provas". Inclusive, essa é uma prática de intimidação comum. Quando alguém tenta intimidar ou argumentar usando um print, lembre-se de uma máxima: "print não é prova". Absolutamente tudo que está no print – inclusive sua foto de perfil aparecer no celular dela – pode ser falsificado. Conversas inteiras (inclusive "vídeos" de conversas) também podem ser fabricados. Isto dito, o que teria de acontecer para essa situação ser real? De alguma forma, alguém teria de acessar a sua conta do WhatsApp. Isso é possível de três maneiras: pelo WhatsApp Web (método mais comum), ativando o WhatsApp em outro telefone ou um programa de espionagem/controle remoto instalado em seu smartphone. Se alguém ativa o seu WhatsApp em outro telefone, o seu ficará sem acesso. Então, se você teve que reativar o seu WhatsApp (solicitar o SMS de ativação) em algum momento, essa é uma probabilidade. Se você nunca foi obrigada a reativar seu WhatsApp, não é possível que isso tenha acontecido. O meio mais provável é o WhatsApp Web. Tudo que é feito no WhatsApp aparece também no seu celular. No entanto, o invasor poderia enviar a mensagem e apagar a conversa logo em seguida. Dessa forma, a mensagem apareceria para essa outra pessoa. Isso é bem fácil: basta enviar a mensagem no WhatsApp Web e escolher a opção de "apagar para mim". Como tudo que é feito no WhatsApp Web reflete o que aparece em seu telefone, apagar a conversa no WhatsApp Web apagaria a conversa também no seu telefone, mas quem recebeu as mensagens ainda ficaria com elas. WhatsApp permite apagar mensagem só 'para mim', que vai remover vestígios da mensagem na sua conta, mas manter a mensagem para o destinatário. Ação pode ser iniciada pelo WhatsApp Web, como na imagem. Reprodução Por essa razão, confira se há alguma sessão aberta no WhatsApp Web. Isso é bem fácil: a tela do WhatsApp Web pode ser acessada da tela principal do WhatsApp, com um toque no menu "três pontos" e depois em "WhatsApp Web". Embora seja possível que um programa de controle remoto esteja instalado no seu celular e poderia ser usado para controlar o WhatsApp do seu aparelho, a probabilidade disso é menor. Se você desconfia de que esse pode ser o caso – principalmente se deixou seu smartphone sem senha de bloqueio em algum lugar – você pode usar a redefinição de sistema para tentar apagar todos os aplicativos e contatar a assistência técnica da fabricante para reinstalar o software de fábrica. Mais um detalhe: lembre-se que a sua foto de perfil pode aparecer para quem não está na sua lista de contatos. Você controla isso nas configurações de privacidade do WhatsApp. Dados cedidos para geração de boleto Eu gerei um boleto pela internet no meu CPF, porém não vou pagar pois suspeito ser golpe. Gostaria de saber se eles têm acesso ao meu CPF por esse boleto. – Eliane Qualquer informação cedida a um site falso ficará nas mãos dos criminosos. É raro que eles usem esses dados para outras fraudes, mas não é impossível. Em compras on-line, além do CPF, é normal fornecer o nome completo, data de nascimento, número de telefone e RG. Juntas, essas informações podem ser usadas em alguns tipos de golpes. O ideal é ficar atenta, especialmente se houver algum contato suspeito. Por exemplo: alguém pode ligar para você dizendo que é representante de um prestador de serviços ou banco do qual você é cliente e em seguida perguntar se você é a "Eliane" do CPF "X" e data de nascimento "Y". Dessa maneira, eles usam seus dados pessoais para construir confiança e enganar você. Caso isso aconteça, pergunte se você pode ligar de volta e use o número de contato oficial do prestador de serviços para se certificar de que você está falando com um representante verdadeiro. Se você verificar que os criminosos realizaram qualquer outra atividade em seu nome (contratação de serviços ou empréstimo, por exemplo), você pode registrar um boletim de ocorrência e um alerta de documentos, que vai deixar seu CPF "marcado" para que empresas saibam que há risco de falsidade ideológica. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Veja Mais

Expocafé 2020 terá painéis online e estandes virtuais

G1 Economia Palestras acontecem entre 14 e 16 de julho, mas exposição de máquinas e insumos ficará no disponível até 14 de agosto. Plantação de café Divulgação/Epamig A edição da Expocafé deste ano será toda online diante da pandemia do novo coronavírus. O evento contará com quatro painéis temáticos entre os dias 14 e 16 de julho e estandes virtuais que ficarão abertos de 14 de julho a 14 de agosto, para permitir que agricultores negociem máquinas e insumos. As negociações serão feitas por meio de uma plataforma de atendimento online. O evento é organizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Na programação, terá ainda dicas técnicas, lançamentos de publicações e um webinário sobre a presença das mulheres no cultivo do café. Em um dos painéis, no dia 15 de julho, serão debatidas as cafeiculturas orgânica e agroecológica. Dentre as palestrantes, está a pesquisadora da Epamig Madelaine Venzon, que falará sobre controle biológico de pragas. A programação pode ser conferida aqui. Veja Mais

Bolsas dos EUA fecham sem direção única; Nasdaq renova recorde

G1 Economia O índice tecnológico fechou em alta de 0,95%, a 10.154,63 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,50% e o Dow Jones recuou 0,30%. Os índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira (1º), com o Nasdaq abrindo o trimestre renovando a sua máxima histórica, impulsionado por esperanças em torno da criação de uma vacina para a Covid-19 e por dados econômicos positivos nos Estados Unidos. O índice tecnológico fechou em alta de 0,95%, a 10.154,63 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,50%, a 3.115,86 pontos. O Dow Jones, por sua vez, recuou 0,30%, a 25.734,97 pontos. Os laboratórios Pfizer e BioNTech anunciaram, hoje, resultados positivos na primeira fase de um teste clínico de uma potencial vacina contra a doença, reportando que todos os 24 participantes do teste desenvolveram anticorpos. A ação da Pfizer encerrou o dia em alta de 3,18%. O anúncio ajuda a compensar o nervosismo com a aceleração do número de contaminações por covid-19 nos EUA, com o número diário de novos casos da doença no país ultrapassando a marca dos 40 mil pela primeira vez nos últimos dias. De acordo com dados da CNN americana, 36 Estados do país estão, agora, reportando uma aceleração do número de casos, e apenas dois deles, Connecticut e Rhode Island, reportam redução no ritmo de novos casos da doença. EUA batem novo recorde e casos disparam disparam na Califórnia Dados econômicos Além da perspectiva de uma vacina, dados econômicos recentes dos EUA surpreenderam positivamente. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do Instituto para a Gestão de Oferta (ISM) do setor manufatureiro dos Estados Unidos avançou a 52,6 pontos no mês de junho, de 43,1 pontos em maio. O número surpreendeu ao indicar uma leitura acima dos 50 pontos, indicando uma expansão da atividade, superando também a expectativa de consenso do mercado, de 49,5 pontos. O índice PMI industrial da Markit veio menos positivo, mas ainda foi revisado para cima, a 49,8 pontos, um pouco acima do número preliminar de 49,6 pontos e anotando uma alta recorde de 10 pontos percentuais em relação aos 39,8 registrados em maio. O relatório do mercado de trabalho dos EUA da Automatic Data Processing (ADP) também ajudou a animar os investidores ao indicar a criação de 2,369 milhões de vagas de emprego no setor privado em junho. O dado é considerado uma prévia do relatório oficial de emprego dos EUA, o chamado "payroll", que será divulgado na sexta-feira (3). "Achamos razoável esperar que o payroll exceda os dados da ADP; estamos esperando 4 milhões de vagas. Observe, no entanto, que os dados mais recentes da Homebase são ameaçadores, sinalizando emprego insuficiente ou mesmo caindo, em pequenas empresas em julho. Também vale ignorar a enorme revisão ascendente do número ADP de maio, para + 3,1M de -2,8M; os dados são adaptados aos números reais do payroll", afirmou o economista-chefe de Estados Unidos da Pantheon Macroeconomics, Ian Shepherdson. Veja Mais

Autoridades do Fed se comprometem a fornecer suporte para economia dos EUA, mostra ata do Fomc

G1 Economia Documento também mostrou que as autoridades do banco central norte-americano esperam a pior contração econômica desde a Segunda Guerra Mundial. As autoridades do Federal Reserve concordaram em fazer uso total das ferramentas à disposição do banco central norte-americano para ajudar a alimentar a recuperação da recessão provocada pela pandemia do coronavírus, mostrou a ata da última reunião do Fed. O documento - divulgado nesta quarta-feira (1º) sobre as discussões de política monetária, reunião na qual as autoridades votaram de forma unânime para manter os juros perto de zero em meio à queda econômica causada pela epidemia do coronavírus - também mostrou que as autoridades do Fed esperam a pior contração econômica desde a Segunda Guerra Mundial e não têm a intenção de desistir do fornecimento de estímulo no futuro próximo. REUTERS/Kevin Lamarque/ Sede do Federal Reserve em Washington, D.C, em imagem de arquivo "Os membros notaram que esperam manter essa meta de intervalo de juros até que estejam confiantes de que a economia superou os eventos recentes e está a caminho de cumprir as metas de emprego máximo e estabilidade de preços", disse o Fed na ata do encontro de 9 e 10 de junho. O Fed tem afirmado repetidamente que as perspectivas econômicas dos EUA permanecem altamente incertas e reiterou que uma recuperação econômica total depende de o vírus, que já matou mais de 127 mil pessoas nos Estados Unidos, ser controlado. Desde a reunião, um salto em casos de Covid-19 nos EUA levou várias autoridades a alertar que sinais de uma recuperação econômica nas últimas semanas podem já estar ameaçados uma vez que os Estados mais afetados suspendem ou revertem a reabertura de suas economias. A economia entrou em recessão em fevereiro e, apesar de uma recuperação conforme as restrições eram retiradas, a produção econômica e o emprego ainda estão muito abaixo dos níveis pré-crise. Mais de 30 milhões de pessoas estavam recebendo cheques de desemprego na primeira semana de junho, cerca de um quinto da força de trabalho. Na reunião do mês passado, o Fed sinalizou que planejava anos de suporte extraordinário para a economia, com as autoridades projetando que a atividade encolheria 6,5% em 2020 e a taxa de desemprego ficaria em 9,3% no final do ano. Além de reduzir a taxa de juros, o banco central também injetou trilhões de dólares na economia para manter o crédito a empresas e famílias. Veja Mais

Portos retomam atividades após paralisação devido ao mau tempo no RS

G1 Economia Operações em Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre ficaram suspensas até as 10h desta quarta (1º). 'Ciclone bomba' atingiu o estado provocando vento acima de 100km/h, estragos e falta de luz. Porto de Rio Grande tem atividades retomadas após paralisação devido ao mau tempo Portos do Rio Grande do Sul/Divulgação A Superintendência dos Portos do Rio Grande do Sul comunicou na manhã desta quarta-feira (1º) que as operações nas unidades de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre estão retomadas. A paralisação, provocada devido ao mau tempo, durou de 22h da terça-feira até 10h da manhã de quarta. FOTOS: 'Ciclone bomba' atinge o Rio Grande do Sul e causa estragos Serviços de embarque e desembarque de cargas voltaram após uma avaliação que constatou apenas danos materiais nos portos. Em Rio Grande, no Sul do estado, a CEEE está atendendo casos onde existem riscos a terceiros e vai dar prioridade ao restabelecimento da energia. Em Porto Alegre, a energia está funcionando com gerador e no Porto de Pelotas a luz já foi restabelecida. Leia a nota da Superintendência dos Portos A Portos RS comunica a todos os segmentos ligados aos Portos do Rio Grande do Sul, Porto do Rio Grande, Porto de Pelotas e Porto de Porto Alegre, Terminais localizados no Superporto, Agências Marítimas, Estação de Praticagem, Capitania dos Portos, OGMO e demais segmentos ligados à atividade marítima-portuária nessa área, que após a passagem do ciclone em nosso Estado, e segundo as avaliações realizadas na manhã de hoje, que decidiu RETOMAR as operações portuárias em seus portos à partir das 10 horas do dia 01 de julho de 2020. Pedimos que seja tomado todos os cuidados possíveis durante as operações e informamos que segundo a CEEE, a energia elétrica no porto do Rio Grande, deve ser restabelecida no início da tarde. Ciclone bomba afeta clima no Sul e no Sudeste; veja 5 curiosidades sobre esse fenômeno Ciclone bomba A chuva e o vento forte, provocados pelo ciclone bomba, deixaram estragos e moradores sem luz no Rio Grande do Sul. Às 11h30 desta quarta-feira (1º), havia mais de 630 mil residências sem energia no estado. Rajadas de vento chegaram a 116,6 km/h em Santa Vitória dos Palmar, na Região Sul, a 1h da madrugada. Segundo o boletim da Defesa Civil do estado, divulgado na manhã desta quarta, 1.119 pessoas foram afetadas e 871 casas ficaram danificadas. Veja Mais

Kawasaki Ninja ZX-10R 2020 tem recall por defeito na central eletrônica do motor

G1 Economia Falha pode causar incêndio nas unidades envolvidas no chamado. Proprietários devem levar a moto à concessionária para reparo gratuito. Kawasaki ZX-10R 2020 SE DIvulgação A Kawasaki anunciou o recall das motos Ninja ZX-10R e ZX-10R SE no Brasil, de ano/modelo 2020, por possível defeito na central eletrônica do motor. Os proprietários devem levar as unidades envolvidas no chamado à concessionária para o reparo gratuito. Veja os chassis envolvidos: Ninja ZX-10R (2020): 96PZXVE1*LFS00001 até 96PZXVE1*LFS00161 Ninja ZX-10R SE (2020): de 96PZXVH1*LFS00001 até 96PZXVH1*LFS00020 No conserto, as motos devem passar pela a reprogramação da ECU (Unidade de Controle do Motor) e substituição das válvulas de sucção de ar do cabeçote; o tempo de reparo é de 3 horas, e os agendamentos para o serviço já estão disponíveis. De acordo com a montadora, a programação de fábrica da ECU (Unidade de Controle do Motor) pode causar um atraso na queima do combustível quando usada em conjunto com o sistema de troca de marchas Quick Shifter em condições extremas de condução, resultando em deformação e/ou quebra das válvulas de sucção de ar. O uso contínuo nesta condição pode resultar em derretimento das peças ao redor pela alta temperatura do retorno dos gases de escape, podendo causar um incêndio e gerar acidentes fatais, afirma a Kawasaki. Para mais informações, a empresa disponibiliza o site www.kawasakibrasil.com e o telefone 0800 773-1210, das 9h às 17h. Veja Mais

Nuvem de gafanhotos se afasta do Brasil, e governo da Argentina prepara novo controle

G1 Economia Parte dos insetos foi encontrada na cidade de Esquina, dentro da província de Corrientes, um pouco mais longe da fronteira argentina com o Brasil e com o Uruguai. Técnico do governo argentino observa gafanhotos em árvore localizada em Esquina, na província de Corrientes Senasa/Divulgação Parte da nuvem de gafanhotos foi localizada por técnicos do governo da Argentina na tarde desta terça-feira (30) na cidade de Esquina, ainda dentro da província de Corrientes. Antes, os insetos estavam em Curuzú Cuatiá. Segundo mapa divulgado, a nuvem se afastou um pouco do Brasil e do Uruguai (veja no mapa abaixo). Mapa do governo argentino mostra afastamento da localização da nuvem do Brasil Senasa/Divulgação Para chegar localizar os insetos, os profissionais do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Alimentar da Argentina (Senasa) tiveram que chegar ao local à cavalo. Devido à dificuldade no acesso ao local onde estão os insetos, técnicos argentinos precisaram chegar à cavalo Senasa/Divulgação Segundo o governo local, se as condições climáticas desta quarta-feira (1) permitirem, serão feitas novas aplicações de inseticidas por aviões. Brasil tem plano de ação O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) afirma que entregou ao Ministério da Agricultura na terça-feira a proposta de um plano nacional permanente contra pragas de gafanhotos no Brasil. "O material vinha sendo elaborado desde a última semana, a pedido do próprio Mapa, e agora deve ser avaliado pelos técnicos do Ministério para compor uma estratégia oficial definitiva." Governo de SC afirma que nuvem de gafanhotos se afastou da fronteira com o Brasil Também na terça-feira, o Ministério da Agricultura concedeu autorizações emergenciais e temporárias para uso de alguns inseticidas biológicos contra pragas de gafanhotos. Em portaria no Diário Oficial da União, o ministério ainda estabeleceu diretrizes para a elaboração de planos de supressão da praga de gafanhotos, que deverão ser estabelecidos por órgãos estaduais a partir de diretrizes federais. Initial plugin text Veja Mais