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Braga Netto: relatório sobre economia digital ajuda a alinhamento com OCDE

Valor Econômico - Finanças "A ascensão à OCDE é um dos objetivos estratégicos do governo", disse o ministro O ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, disse nesta segunda-feira que as análises da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre a transformação digital, entregues hoje, ajudam o Brasil a buscar o alinhamento com a organização. “Esses estudos são estratégicos para o país, tanto pelos aspectos que abordam quanto também pelo alinhamento que promovem entre Brasil e OCDE. A ascensão à OCDE é um dos objetivos estratégicos do governo do presidente Bolsonaro”, disse o ministro, em cerimônia de apresentação dos estudos "A Caminho da Era Digital no Brasil" e "Telecomunicações e Radiodifusão no Brasil", elaborados pela organização internacional. Braga Netto afirmou que a eventual ascensão do Brasil à organização, que reúne os países mais ricos, “seria positiva”. Para ele, a filiação do país também será de “grande valor” para o próprio fortalecimento da OCDE. "Estamos avançando a passos firmes para convergência das melhores práticas da OCDE”, disse, ressaltando que Brasil já está aderiu a 96 instrumentos da organização e já solicitou adesão a outros 46. No discurso, o ministro indicou que a OCDE identificou avanços com medidas adotadas pelo Brasil no âmbito de sua estratégia de transformação digital. Segundo Braga Netto, algumas das recomendações da organização já foram adotadas pelo atual governo, como a lei geral das antenas e a lei da liberdade econômica. “Esses dois estudos representam benefícios concretos da cooperação do Brasil com a OCDE. Ajudam a qualificar o debate técnico”, afirmou o ministro da Casa Civil. Braga Netto Pablo Jacob/Agência O Globo Ao defender a entrada do Brasil no grupo de países mais ricos, o ministro das Comunicações, Fabio Faria, reforçou que a filiação ajudará na aproximação de países mais livres e democráticos. “Promover a entrada do Brasil na OCDE é uma das prioridades do governo do presidente Jair Messias Bolsonaro. Insere-se na perspectiva de fazer a economia brasileira mais competitiva e alinhada à dos países mais desenvolvidos, livres e democráticos”, disse. Para o ministro, a análise da OCDE ajudará no “aprimoramento do ambiente econômico e institucional brasileiro”. Alguns avanços já foram feitos, disse ele, como o plano nacional de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que recentemente entrou em vigor e prevê a instalação de uma autoridade independente - a ANPD. Faria prevê que os avanços institucionais propostos pela OCDE, que incluem medidas no campo tributário, são importantes para o leilão da quinta geração de celular (5G), programado para o próximo ano, e “futuras privatizações”. A solenidade foi realizada no Palácio do Itamaraty. O secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, fez a apresentação dos estudos. Veja Mais

Ser Educacional entra com petição no processo contra Laureate

Valor Econômico - Finanças A companhia de Janguiê Diniz volta a alegar em sua petição que a Ânima não possui garantia firme dos bancos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Lucro das empresas do Valor 1000 caiu 18,5% em 2019; receita e Ebitda cresceram

Valor Econômico - Finanças William Volpato, do Valor Data, e William Eid, da FGV, comentam na Live do Valor os resultados da pesquisa para o anuário O coordenador do Valor Data, William Volpato, disse que o lucro líquido das empresas avaliadas no anuário Valor 1000 apresentou queda no comparativo de 2019 com 2018. Isso ocorreu em razão de alguns pontos fora da curva em 2019, apontou na Live do Valor desta segunda-feira. Mas a pesquisa feita para o anuário também mostrou que, de modo geral, as empresas tiveram crescimento de receita e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no ano passado, afirmou William Eid Junior, professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV-SP. Eid e Volpato são os convidados da live desta segunda, que comenta os resultados da pesquisa para o mais completo registro da atividade empresarial brasileira e o desempenho das empresas em 2020. “O lucro líquido contábil dessas empresas caiu 18,5% em relação a 2018, chegando a R$ 185 bilhões. Tivemos, na verdade, pontos fora da curva. Grandes empresas que tiveram uma reversão muito forte de lucro para prejuízo distorceram a amostra”, disse Volpato. Eid observou que, apesar do crescimento de receita e Ebitda no ano passado, as taxas foram menores do que em 2018. “Já nesses trimestres de pandemia, a partir de março, as empresas estão sofrendo muito. Temos setores, como shoppings e construção, com perspectivas ruins, e outros, como bancos e similares, que ainda mantêm sua atratividade como investimento”, disse o professor. Questionado sobre a atratividade de se investir na Bolsa neste momento, Eid avaliou que há boas perspectivas para determinados setores, principalmente os mais resilientes aos impactos da crise, como o varejo. Ele observou, porém, que a Bolsa até agora não retornou aos 120 mil pontos alcançados antes da pandemia. “As condições macroeconômicas ainda não são muito boas. A principal preocupação está no âmbito fiscal”. Para o professor, o ideal para quem quer investir é diversificar e também avaliar opções no exterior. Eid observou ainda que, embora já não tragam retornos tão altos como no passado, os fundos de previdência são uma boa opção para quem quer investir pensando no longo prazo. “Fundos de previdência no Brasil geralmente são conservadores, investem mais em renda fixa. Não tenha expectativa de ter retornos de 15%, 12%, isso não deve se repetir nos próximos anos. Mas eles ainda são um bom negócio para o longo prazo, têm benefícios tributários importantes”, disse. Impacto da pandemia Em 2020, os resultados das empresas até o segundo trimestre deste ano foram melhores do que o esperado, considerando o impacto da pandemia. Volpato disse que, quando se compara os dados das mil empresas avaliadas no Valor 1000, no segundo trimestre deste ano há uma queda no comparativo com abril a junho de 2019, mas esse recuo é menos intenso do que se projetava. “O que se viu nos três meses dentro da pandemia, abril a junho, [foi] uma queda na receita, mas menor do que se esperava. Mas as empresas tiveram um propósito de gestão, como alongar dívida, quitar dívida ou contratar uma dívida mais barata”, apontou Volpato. Segundo o coordenador do Valor Data, ocorreu uma boa gestão das despesas financeiras e da geração de caixa. “Há quedas, mas tem um lado positivo do ponto de vista da gestão financeira.” Conjuntura O cenário macroeconômico aponta para uma inflação mais elevada, superior aos patamares de 2% e 3% ao ano, afirmou Eid. “Vamos ter um cenário ruim, com inflação mais alta e com recessão. Não devemos voltar a níveis muito elevados [de inflação], mas não me assustaria se enfrentássemos de 6% a 7% nos próximos períodos”, disse. O professor cita três preocupações relacionadas à inflação: indícios de problemas do lado da oferta; a pressão do IGP-M, cuja alta chegou a 18%; e a disparada da taxa de câmbio. “Isso tem implicação no lado fiscal do governo, porque grande parte do endividamento está indexado ao IPCA. Aí você entra num ciclo vicioso ruim”. Segundo Volpato, a alta dos preços, principalmente dos alimentos, é fruto do momento de retomada rápida do consumo. “Do ponto de vista da oferta, há alguns segmentos que sofrem com a falta de matéria-prima para produzir os produtos finais, e isso encarece o produto e reduz a margem das empresas e pode ser repassado para preço. Tudo isso acaba formando essa conjuntura de preços. Se isso é sustentável ou não, não sabemos.” Mulheres na Liderança e mais anuários Além do Valor 1000, o Valor prepara mais publicações a serem lançadas até dezembro. O próximo anuário que deve chegar aos leitores, em novembro, é a segunda edição de Mulheres na Liderança, feita em parceria com a ONG Women in Leadership in Latin America. Segundo Volpato, a publicação tem o objetivo de evidenciar a liderança feminina e a diversidade das empresas brasileiras. Foram 172 empresas inscritas, que responderam a um questionário. “Temos ainda a 18ª edição do anuário Valor Carreira, que será publicado no dia 1º de dezembro. Neste, apresentamos as melhores empresas na gestão de pessoas. Além disso, teremos a 19ª edição do Valor Grandes Grupos, uma radiografia das 200 grandes empresas do Brasil, e o Guia Valor de Fundos de Investimento, que circula em dezembro. Esse anuário é feito também em conjunto com a FGV e faz uma avaliação de mais de 500 fundos.” Reprodução/Youtube Veja Mais

Governo vai prorrogar atuação das Forças Armadas contra desmatamento na Amazônia

Valor Econômico - Finanças A medida é necessária, de acordo com o vice-presidente Hamiltonn Mourão, para mostrar resultados no combate a desmatamento O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia, Hamilton Mourão, anunciou nesta segunda-feira que a operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que assegura o trabalho das Forças Armadas na Amazônia, será prorrogada até abril. O atual decreto vence em novembro. A medida é necessária, de acordo com Mourão, para mostrar resultados no combate a desmatamento. "Vamos prorrogar até abril, o presidente tem que assinar entre esta semana e semana que vem. Nós estamos com recurso e ele é suficiente para ir até abril. Tinham sido alocados R$ 400 milhões, acho que ainda tem R$ 180 milhões", afirmou o vice-presidente, em conversa com jornalistas na entrada de seu gabinete. "Nós precisamos prosseguir porque a gente quer entrar em um círculo virtuoso de queda do desmatamento. Para derrubar [os números] nós temos que ter gente em campo, fiscalizando", complementou. O combate a ilegalidades na floresta tem gerado atritos entre integrantes da ala militar do governo e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que, irritado com o congelamento de recursos, já determinou a saída de brigadistas das ações de combate a queimadas e desmatamento em duas oportunidades. As medidas foram revertidas após ajustes internos. Questionado sobre as provocações que Salles fez na semana passada chamando o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, de "maria fofoca" e "banana de pijama", Mourão opinou que as divergências deveriam ser tratadas internamente. "Não existe unanimidade [no governo]", admitiu. "Mas os ministros são o Estado Maior do presidente, se está havendo alguma rusga o comandante tem que intervir e dizer ´vamos baixar a bolinha aí, vamos se acalmar'". Veja Mais

Comitê da Qualicorp vai analisar fatos relacionados a operação da PF

Valor Econômico - Finanças Sede foi alvo de busca e apreensão na semana passada relacionadas à “suposta realização de pagamentos a prestadores de serviço sem a devida contraprestação” A Qualicorp informou nesta segunda-feira que ampliou o escopo de atuação de seu comitê de apuração, criado em julho, para incluir também “os fatos que deram ensejo à busca e apreensão no âmbito da Operação Triuno”. A companhia foi alvo na semana passada da operação da Polícia Federal, com mandados de busca e apreensão na sede, em São Paulo. O grupo e o ex-presidente do conselho de administração José Seripieri Filho são suspeitos de corromper fiscais da Receita para evitar autuações em esquema operado por escritório de advocacia e doleiros que remeteu R$ 3,4 bilhões ao exterior, conforme a PF. Segundo o comunicado da Qualicorp, a busca e apreensão “está relacionada à suposta realização de pagamentos a prestadores de serviço sem a devida contraprestação.” O comitê de apuração é formado pelos membros independentes do conselho de administração, Mauro Teixeira Sampaio, Murilo Ramos Neto e Roberto Martins de Souza, e conta com o apoio de assessores externos especializados. Veja Mais

OCDE recomenda ao Brasil regulador único e menor taxação em telecom

Valor Econômico - Finanças Penetração de banda larga fixa e móvel no país é semelhante à dos países da região, mas bem abaixo da média da organização Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Leilão 5G do Brasil é ‘o maior de todos os tempos’ para o espectro, diz OCDE

Valor Econômico - Finanças A organização recomendou ao país planejar com cuidado o futuro leilão Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bovespa abre semana em queda acompanhando exterior

G1 Economia Na sexta-feira, o Ibovespa recuou 0,65%, a 101.259 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, começou a semana operando em queda, acompanhando o dia negativo nos mercados externos, diante do aumento generalizado dos casos de coronavírus nos Estados Unidos e na Europa. Às 10h03, o Ibovespa tinha queda de 0,05%, a 101.205 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa teve queda de 0,65%, a 101.259 pontos. Com isso, acumulou alta de 3,05% na semana. Na parcial do mês, já subiu 7,08%. No ano, ainda tem perda de 12,40%. BDRs são liberados para pequenos investidores na B3; entenda Na Europa, depois da Espanha, a França ultrapassou um milhão de casos Cenário externo e local Na cena externa, permanecem as preocupações com uma nova onda de coronavírus no mundo, após Itália e Espanha imporem novas restrições para controlar o ressurgimento dos casos de Covid-19. Os investidores seguem de olho também impasse nos Estados Unidos sobre o próximo pacote de ajuda fiscal prejudicavam as perspectivas econômicas antes da eleição presidencial em 3 de novembro. No cenário local, o foco continua nas incertezas sobre a sustentabilidade das contas públicas e andamento da agenda de reformas em meio à pandemia. Na agenda de indicadores, a confiança do comércio caiu em outubro após 5 altas consecutivas, mostrou a Fundação Getulio Vargas. Já o mercado financeiro passou a estimar um tombo do PIB menor que 5% em 2020, segundo a pesquisa Focus do Banco Central. A projeção de retração da economia neste ano passou de 5% para 4,81%. Já a expectativa de inflação para 2020 subiu de 2,65% para 2,99%. Os analistas elevaram também a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 de R$ 5,35 para R$ 5,40. Variação do Ibovespa em 2020 Economia G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Vacina da Oxford e AstraZeneca mostra resposta imune promissora em adultos e idosos

Valor Econômico - Finanças A vacina contra a covid-19 que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca apresentou uma resposta imune promissora e baixos níveis de reações adversas em adultos e idosos (pessoas com mais de 56 anos), de acordo com uma análise ainda preliminar, mas que a farmacêutica disse ser encorajadora. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Estoque de crédito no Brasil sobe 1,9% em setembro, para R$ 3,809 trilhões

Valor Econômico - Finanças O saldo das operações de crédito do sistema financeiro subiu 1,9% em setembro, para R$ 3,809 trilhões, informou o Banco Central. Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo BC, o estoque de operações foi para 52,8%, frente a 51,9% em agosto. Em setembro de 2019, o saldo era de 47,1%. O saldo total do crédito livre avançou 1,9% em setembro sobre o mês anterior, chegando a um total de R$ 2,220 trilhões, enquanto o crédito direcionado avançou 2%, para R$ 1,590 trilhão. O saldo total de crédito para as famílias aumentou 1,4% no mês e cresceu 9,3% em 12 meses, chegando a R$ 2,121 trilhões. Para as empresas, o avanço no mês foi de 2,6%, alcançando R$ 1,688 trilhão. Medida em 12 meses, a alta é de 18,3%. Concessões de empréstimos O sistema financeiro concedeu em setembro 6,5% a mais em novos empréstimos e financiamentos, na comparação com agosto. O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve aumento também de 6,5%. As concessões para clientes corporativos aumentaram 10,4% contra o mês anterior, somando R$ 178,9 bilhões. Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 188,1 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 3,1% acima do que tinha concedido em agosto. A concessão com recursos livres, em que as taxas são pactuadas livremente entre bancos e clientes, subiu 7,3%. Já as operações com recursos direcionados, que são regulamentadas pelo governo ou vinculadas a recursos orçamentários, aumentaram 2,4% no mês passado. Retirando-se da conta os fatores sazonais, as concessões de crédito em setembro, na comparação com agosto, subiram 2,9%. Para as pessoas físicas, houve alta de 5,7%, enquanto para as pessoas jurídicas foi registrada expansão de 2,3%. No crédito livre total, as concessões subiram 3,4%, com alta de 2% para empresas e alta de 6,7% para pessoas. No crédito direcionado, subiram 0,1%, com queda de 3% para jurídica e recuo de 5,5% para física. Crédito imobiliário O estoque total de crédito imobiliário para as pessoas físicas com recursos direcionados subiu 1,1% em setembro na comparação com agosto, somando R$ 689,606 bilhões. Em 12 meses, a alta é de 10,3%. Já as concessões, na mesma categoria, caíram 1,2%, para R$ 12,584 bilhões no mês, acumulando alta de 25,9% em 12 meses. Em setembro, as concessões com taxas reguladas caíram 2,3% para R$ 11,317 bilhões, enquanto aquelas com taxas de mercado tiveram alta de 9,6%, para R$ 1,267 bilhão. A taxa de juros, por sua vez, ficou estável em 7,2%. Em setembro de 2019, estava em 7,6%. Veículos O saldo de operações para a compra de veículos por pessoas físicas teve alta de 1,2% no mês passado, para R$ 209,163 bilhões. Em 12 meses, o crescimento é de 8,7%. As concessões subiram 9,6% no mês, para R$ 11,976 bilhões, e crescem 0,2% em 12 meses. A taxa de juros média ficou em 18,6% ao ano, após marcar 18,9% em setembro. BNDES A carteira de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas encerrou setembro com alta de 0,2%, em R$ 393,253 bilhões. No ano, a alta é de 2,9%. Em 12 meses, o recuo soma 2,3%. Olhando as concessões do BNDES, foi registrada queda de 52,6% no mês passado, para R$ 2,736 bilhões. No ano, a alta é de 21,4%. Em 12 meses, as concessões recuam 7,3%. Veja Mais

Petróleo opera em queda com avanço da covid e retomada da produção líbia

Valor Econômico - Finanças Segunda onda da doença no hemisfério Norte causa receios de que a atividade econômica possa sofrer novas paralisações O petróleo opera em queda nesta segunda-feira diante do aumento de casos da covid-19 na Europa e nos EUA e da retomada da oferta na Líbia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Aumento de casos de covid nos EUA e na Europa pressiona futuros de ações em NY

Valor Econômico - Finanças Contratos futuros vinculados ao S&P 500 perdem 1,0%, apontando para uma queda nos mercados dos EUA após o sino de abertura Os índices futuros de ações e o petróleo recuam nos EUA nesta segunda-feira, com o aumento de casos de coronavírus nos país e na Europa aumentando as preocupações sobre as perspectivas econômicas, algo agravado pelo fracasso do Congresso e da Casa Branca em chegar a um acordo sobre o pacote de estímulo fiscal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bolsas europeias operam em queda; covid-19 e balanço da SAP acionam alertas

Valor Econômico - Finanças Novas restrições à circulação social e balanço fraco reacendem temores sobre impactos mais duradouros da pandemia As bolsas europeias operam em queda nesta segunda-feira em meio a uma série de preocupações como o aumento de casos de covid-19 no continente, novas restrições à circulação social e a perda de confiança de empresários e consumidores diante da situação. Além disso, o balanço da gigante alemã de software empresarial SAP, que revisou para baixo a perspectiva para o fim de 2020, pressiona em especial o principal índice da bolsa de Frankfurt. Por volta de 9h05, o índice pan-europeu Stoxx Europe 600 caía 0,79%, a 359,62 pontos, enquanto o DAX, referência da Bolsa de Frankfurt, recuava 2,46%, a 12.334,86 pontos, pressionado pela queda de 18% nas ações da SAP depois que a empresa de software abandonou as metas de lucratividade de médio prazo e advertiu que seu negócio levaria mais tempo do que o esperado para se recuperar do impacto da pandemia. Até o momento, é o pior desempenho dos papeis da companhia em um dia desde 1996. O ambiente na Alemanha ainda é impactado pelo aumento de casos de covid-19, com a primeira-ministra Angela Merkel pedindo que as pessoas que possam ficar em casa não saiam às ruas. A segunda onda do coronavírus já afeta a confiança dos empresários e o instituto Ifo informou que o clima de negócios no país caiu para 92,7 pontos em outubro, de 93,2 em setembro. Na Bolsa de Paris, o CAC cedia 0,75%, a 4.872,69 pontos. Na Bolsa de Londres, o FTSE 100 caía 0,19%, a 5.849,05 pontos, com as conversas entre Reino Unido e União Europeia sobre o Brexit sendo monitoradas pelos investidores. Em Milão, o FTSE MIB recuava 0,77%, após o governo da Itália ordenar o fechamento de bares e restaurantes às 18h, enquanto o Ibex 35, da Bolsa de Madri, caía 0,20%, depois de o governo espanhol ter decretado estado de emergência e um toque de recolher durante a noite para diminuir a transmissão do vírus. Angel Navarrete/Bloomberg Os investidores também reagem em parte ao novo sinal negativo nas conversas sobre um pacote de estímulo fiscal nos EUA. Ontem, a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, e o chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, acusaram-se de mudar as condições para um acordo em entrevistas separadas à rede CNN. Para o andamento da semana, estão no radar do mercado a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, e os últimos dias da campanha eleitoral nos EUA. Veja Mais

Confiança do comércio recua em outubro e interrompe sequência de altas, diz FGV

Valor Econômico - Finanças Em outubro, a confiança caiu em todos os seis principais segmentos do setor Hermes de Paula/Agência O Globo O Índice de Confiança do Comércio (Icom) da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 3,8 pontos em outubro, passando de 99,6 para 95,8 pontos, interrompendo uma sequência de cinco altas consecutivas iniciada em maio. Em médias móveis trimestrais, o indicador avançou 3,2 pontos. “Depois de cinco altas consecutivas, a confiança do comércio volta a recuar em outubro. O resultado é fruto da combinação de queda tanto dos indicadores sobre o presente, quanto sobre os próximos meses. Apesar do resultado negativo na ponta, a percepção sobre o ritmo de vendas no mês segue mais positiva, acima dos 100 pontos. Por outro lado, a significativa queda das expectativas mostra que os empresários estão se tornando cada vez mais cautelosos com a sustentabilidade da recuperação. A falta de confiança do consumidor e a incerteza sobre o período pós-programas de auxílio do governo, parecem contribuir para esse sinal de alerta”, diz Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, em comentário no relatório. Em outubro, a confiança caiu em todos os seis principais segmentos do Comércio. Do ponto de vista de horizontes temporais, ocorreu piora tanto percepção do momento presente quanto nas expectativas. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 1,5 ponto, para 105,1 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) caiu 5,8 pontos para 86,6 pontos, registrando o maior valor desde o início da pandemia. Recuperação heterogênea Apesar de o resultado de outubro mostrar recuo de 1,5 ponto, o Índice de Situação Atual se mantém 12,5 pontos acima do nível pré-pandemia e segue avançando em médias móveis trimestrais. Porém, essa percepção positiva sobre o volume de vendas no presente não tem sido disseminada em todos os setores, sendo mais positiva nos últimos meses nos segmentos de revenda de veículos e motos, material para construção e móveis e eletrodomésticos, enquanto lojas de tecidos, vestuário e calçados enfrentam maior dificuldade. O Indicador de Dispersão do ISA-COM entre todos os segmentos ilustra essa diferença na percepção atual ao longo da pandemia. A sondagem de outubro coletou informações de 792 empresas entre os dias 1º e 23 deste mês. A próxima Sondagem do Comércio será divulgada em 26 de novembro. O material de divulgação originalmente publicado no site da FGV informava que o indicador se referia a setembro, quando o correto é a referência ao mês de outubro. Veja Mais

Produção encarecida, burocracia e incerteza: calçadistas de Franca avaliam impactos de ajuste fiscal

G1 Economia Para não pagar até 18% de ICMS, empresas precisam se enquadrar em decretos com regras específicas e contrapartidas que dividem o setor em Franca. Vendas de calçados cai no mundo inteiro e impacta indústrias de Franca (SP) Reprodução/EPTV Impostos mais altos para compra de matéria-prima e venda de produtos, burocracia e um impasse contábil para quem exporta estão entre os efeitos de recentes mudanças na política fiscal decretadas pelo Governo do Estado de São Paulo, segundo representantes do setor calçadista de Franca (SP). Dois decretos publicados desde o final de 2019, entre os quais um editado no dia 16 após ser aprovado pela Alesp, estabelecem novas normas de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo que incide diretamente sobre os insumos e as vendas. Para não pagar alíquotas que podem chegar a 18%, as empresas da cidade conhecida como Capital do Calçado Masculino precisam se enquadrar em regimes especiais de tributação com regras específicas e contrapartidas que dividem o setor. (veja as principais mudanças abaixo). De acordo com José Carlos Brigagão do Couto, presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca (Sindifranca), além de ampliar os custos em toda a cadeia, da produção à comercialização, as mudanças pioram a competividade do sapato paulista em relação a outros estados e despertam incertezas no segmento, que no começo do mês apresentou uma retomada nas contratações após uma crise agravada pela pandemia do novo coronavírus. "Além da burocracia e aumento da carga tributária, temos uma situação proveniente da pandemia. Com o coronavírus em março, as indústrias sofreram um impacto violento com a paralisação. Terminamos julho com dez mil funcionários. Em 2013 tínhamos 30 mil, estamos com 20 mil fora. Para recuperar isso era necessário o governo criar condições", afirma. Em nota, a Secretaria de Comunicação do Estado informa que as mudanças na política fiscal não foram adotadas para prejudicar o setor, mas sim para equilibrar as contas, com um déficit estimado em R$ 10,4 bilhões, e recuperar a capacidade de investimentos, de geração de empregos e de renda. "Os benefícios somam R$ 40 bilhões em renúncia fiscal, o que equivale aos orçamentos de educação e segurança somados", comunicou. Como era até 2019 A base de cálculo prevista em lei para o ICMS no estado é de 18%, mas, por meio de decretos editados ao longo dos últimos anos, até o final do ano passado, as indústrias do setor calçadista pagavam 7% sobre as mercadorias que produziam. No entanto, elas tinham um desconto referente ao ICMS que deixava de ser cobrado na compra da matéria-prima. Este abatimento variava geralmente entre 0% e 18%, de acordo com o insumo, com o porte e a origem da empresa. Para calçados destinados à exportação, havia crédito de ICMS na compra de matéria-prima e garantia de isenção do tributo na venda do produto final, o que tornava a atividade com o mercado externo uma forma de melhorar a situação contábil das empresas. Costura de calçado em fábrica de Franca (SP) Guilherme Galembeck/ Divulgação Democrata Como ficou a partir de 2020 Com a publicação do decreto 64.630/2019, válido desde março deste ano, o ICMS sobre a produção subiu de 7% para 12%. Em compensação, o governo permitiu que as empresas aderissem a um regime especial em que pagariam somente 3,5%, o chamado crédito outorgado, uma espécie de subvenção econômica concedida pelo governo na saída da mercadoria das fábricas sem a garantia imediata de crédito na entrada da matéria-prima, como antes. "Quando nós compramos a matéria-prima nos creditamos do ICMS. A partir desse decreto que reduziu para 3,5%, nós não creditamos mais", afirma Brigagão. Por outro lado, o governo sujeitou a concessão desse benefício na compra de materiais como couro e borracha à adesão de outra modalidade especial, o diferimento de ICMS, mas estabeleceu critérios - essas empresas não podem, por exemplo, ter dívidas com o Fisco - que, segundo o setor, tornaram o processo burocrático e lento. Com isso, efetivamente o desconto na entrada da matéria-prima nem sempre tem acontecido, segundo os representantes das indústrias, e a produção do sapato fica mais cara. "Ele [o empresário] está tendo o crédito do governo, está pagando menos ICMS, mas está tendo aumento da matéria-prima. Ou seja, ele faz apuração de ICMS e está pagando menos, mas a matéria-prima aumentou", explica Fábio Moreira, consultor especialista em gestão de negócios e professor de empreendedorismo pela Fundação Vanzolini. Para exportações e e-commerce, o decreto também criou um impasse: as empresas que aderirem ao regime especial com o intuito de obter redução de ICMS no mercado interno perdem isenção nos negócios com o exterior. Como fica a partir de 2021 Com o novo decreto 65.255, publicado na última semana e com previsão de entrar em vigor em 2021, o ICMS a ser pago nas vendas pelo regime especial passou de 3,5% para 4,3% nos negócios fechados com São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais - localidades onde a alíquota original é de 12%. A medida, segundo o estado, entra em vigor em 2021 e deve durar dois anos. Nos demais estados, nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, além do Espírito Santo, a tributação garantida dentro dessa modalidade subvencionada pelo governo permaneceu em 3,5%. A mesma publicação também acabou com a redução da base de cálculo do ICMS para matérias-primas e mercadorias destinadas a micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional, ou seja, com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Com isso, na avaliação dos representantes calçadistas, as fábricas que não aderirem ao regime especial tributário terão que pagar 18% de imposto, o que causa uma reação em cadeia nos preços. Grande parte dos calçadistas, entre fabricantes, prestadores de serviços e lojistas, é formada por pequenas empresas. "O governo jogou o problema para as empresas privadas e para o povo. Quem vai pagar a conta é a empresa e o povo, e isso são em 32 setores econômicos do estado de são Paulo, não é só calçado", afirma Moreira. Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Veja Mais

Falha na oferta de medicamentos acentua desigualdades

Valor Econômico - Finanças Avanços importantes conquistados nos últimos tempos não chegam aos pacientes do SUS Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Aplicativos incentivam disciplina nos tratamentos

Valor Econômico - Finanças Tecnologias que aproximam pacientes dos profissionais de saúde estão disponíveis com um clique no telefone celular A telemedicina despontou durante a pandemia como um instrumento de grande potencial para democratizar o acesso à saúde. Entre as empresas que atuam na área, um nicho em expansão é o de tecnologias para facilitar o uso dos medicamentos. Aplicativos que estimulam a adesão a tratamentos, agilizam a prescrição de receitas médicas e aproximam pacientes dos profissionais de saúde estão disponíveis com um clique no telefone celular. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Exportações perdem fôlego na pandemia

Valor Econômico - Finanças Com menos burocracia, vendas incluem produtos de maior valor agregado Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fundos têm interesse nas grandes concessões

Valor Econômico - Finanças Negócios podem avançar com revisão de questões tributárias Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Empresas fecham acordos coletivos com regras e estrutura para o home office

Valor Econômico - Finanças Banco Bradesco e TIM estão entre os empregadores que manterão a prática Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

BCs compram bônus da UE em sinal positivo ao euro

Valor Econômico - Finanças É provável que essa onda de emissões aumente o acesso dos investidores à dívida governamental europeia Os bancos centrais têm estado entre os maiores compradores da dívida comum europeia, o que sinaliza uma confiança crescente de que o euro resistirá em meio à crise da pandemia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Jalles Machado prepara IPO de R$ 1 bi

Valor Econômico - Finanças Criada para produção de combustível de cana, começou a produzir também açúcar cristal na década de 1990 Maior produtora e exportadora de açúcar orgânico do país e criada por uma família ativa politicamente no Estado de Goiás, a Jalles Machado prepara sua estreia na bolsa de valores brasileira. A companhia contratou quatro bancos para sua oferta pública inicial de ações (IPO), apurou o Valor. XP, BTG, Santander e Citi vão coordenar a operação, que pretende levantar R$ 1 bilhão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Corretora volta a ser ativo cobiçado no mercado

Valor Econômico - Finanças Licença para intermediar operações em bolsa e a robustez em termos de clientela e tecnologia são atrativos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

CNA reivindica anistia de dívidas do Funrural

Valor Econômico - Finanças Passivo total é estimado em mais de R$ 11 bilhões pela Receita Federal Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alemanha avaliará novas restrições contra a covid-19 em reunião com governadores

Valor Econômico - Finanças País registrou no sábado o maior número de casos registrados desde o início da pandemia O governo da Alemanha pretende discutir a aplicação de novas medidas para conter a segunda onda de casos de covid-19 em uma reunião que deve ocorrer na quarta-feira (28). O encontro terá a presença da primeira-ministra do país, Angela Merkel, e dos 16 governadores regionais. Segundo o jornal alemão “Bild”, Merkel disse hoje, durante um encontro com líderes da União Democrática Cristã (CDU), partido liderado por ela, que a situação da Alemanha é “difícil” e “altamente dinâmica”. No sábado, a Alemanha registrou 14.714 novos casos, um recorde desde o início da pandemia. Hoje, quase 8,7 mil novas infecções foram detectadas pelo Instituto Robert Koch, responsável pela divulgação dos números da pandemia no país. Por causa do avanço da doença, duas regiões na Baviera - Rottal-Inn e Berchtesgaden - decretaram um novo “lockdown” de duas semanas. O Estado, onde vivem mais de 12,8 milhões de pessoas, é o segundo mais populoso da Alemanha. Assim como os governos de outros países europeus, Merkel quer evitar um novo confinamento nacional por causa dos efeitos econômicos provocados pela medida. Um novo “lockdown” poderia atrapalhar a recuperação da maior economia da Europa. Comércio vazio em Berchtesgaden, cidade que teve de decretar um novo lockdown após aumento dos casos AP Photo/Matthias Schrader Veja Mais

Ministra da Agricultura prega reaproximação com a África

Valor Econômico - Finanças Tereza Cristina também pede redução do protecionismo no comércio global A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou hoje que as tecnologias agrícolas brasileiras podem ser adaptadas e adotadas pelos países africanos para gerar desenvolvimento e renda no continente. Ela também defendeu menos protecionismo no comércio mundial de alimentos como forma de melhorar as condições de vida no campo das nações mais pobres. Ela participou do evento Focus on Africa, promovido pelo Standard Bank Brasil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

TSE decidirá se Caetano Veloso pode fazer show virtual pela campanha de Manuela D'Ávila

Valor Econômico - Finanças Nas instâncias inferiores, a prática foi proibida Mônica Imbuzeiro/Agência O Globo O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai decidir se o compositor Caetano Veloso pode promover um show virtual, mediante cobrança de ingresso, para arrecadar recursos à campanha eleitoral da candidata do PCdoB à prefeitura de Porto Alegre, Manuela D'Ávila. Nas instâncias inferiores, a prática foi proibida. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) considerou, por 4 votos a 3, que a live configura showmício, o que é proibido pela legislação. Além disso, a expectativa de arrecadar mais de R$ 1 milhão poderia desequilibrar a disputa. A proibição atendeu a pedido do candidato do PP à prefeitura da capital gaúcha, Gustavo Paim. A live estava marcada para o dia 7 de novembro, com ingressos ao custo de R$ 30. Em agosto, o TSE entendeu pela ilegalidade dos comícios virtuais - apelidados de "livemícios" - durante a campanha eleitoral deste ano. Não foi abordada, entretanto, a hipótese de shows transmitidos pela internet, mas com acesso restrito a quem pagar pelo acesso. A defesa de Manuela argumentou, no recurso ao TSE, que o tribunal de segunda instância usurpou o poder da Corte de regulamentar os eventos que são ou não permitidos. Eles citaram que a live de Caetano foi comunicada com antecedência à Justiça Eleitoral, conforme manda a lei. "Caso a intenção do legislador fosse vedar eventos como o proposto pela recorrente, faria constar, no referido dispositivo, a exceção à comercialização de ingressos para apresentações artísticas. Igualmente o TSE, ao regulamentar os eventos arrecadatórios, poderia, em tese, estabelecer alguma restrição. Mas não o fez", diz a petição, assinada pelos advogados Lucas Lazari, Francisco Prado e Laís Loduca. Veja Mais

Demanda do consumidor por crédito cresce 5% em setembro, diz Serasa Experian

Valor Econômico - Finanças A demanda do consumidor por crédito teve a sua segunda alta anual consecutiva, de acordo com o indicador da Serasa Experian, em setembro deste ano. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a procura por crédito registrou crescimento de 5,0% (considerando a mesma visão, em agosto, a alta foi de 0,7%). A região Norte foi a que apresentou a maior expansão em setembro (9,4%), seguida do Sudeste (5,5%), Sul (4,2%), Centro-Oeste (4,0%) e Nordeste (3,6%). Por faixa de renda, a maior alta (6,1%) foi verificada entre as pessoas que ganham até R$ 500,00. Esse aumento é o primeiro depois de sete quedas seguidas. Na sequência, vem os consumidores que recebem entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00, com avanço de 5,4%, o segundo seguido no ano. “Esse crescimento pode ser um reflexo do menor valor do auxílio emergencial em setembro. Até agosto, esse valor era o dobro e, em muitos casos, maior que a renda do indivíduo. Com a queda pela metade, os consumidores podem ter ido atrás de crédito para honrar seus compromissos”, avalia o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. Quando considerada a comparação mês a mês — setembro contra agosto —, o índice aumentou 6,3%, após uma queda de 1,9% em agosto x julho 2020. A região Norte registrou a maior alta em setembro (9,7%), seguida do Nordeste (8,1%), Centro-Oeste (6,4%), Sudeste (6,2%) e Sul (3,7%). Veja Mais

Segunda onda de covid-19 avança e ameaça Europa

Valor Econômico - Finanças Cidades da Itália impuseram toque de recolher após aumento de casos de covid-19. Na foto, bar em Milão AP Photo/Luca Bruno A segunda onda de covid-19 está crescendo na Europa, o que já faz vários países estudarem a adoção de novas medidas restritivas para conter o avanço da doença, ainda que o objetivo de praticamente todos os governos da região seja evitar os “lockdowns” decretados durante a primeira fase de contágios. Ontem, a França, que já colocou mais de dois terços de sua população sob toque de recolher noturno, registrou mais 52 mil casos da doença, um novo recorde. O número se aproximou dos 60 mil contágios diagnosticados no mesmo dia nos EUA, que tem uma população cinco vezes maior que a do país europeu. O chefe do conselho científico que assessora o governo francês, Jean-François Delfraissy, afirmou nesta segunda-feira a uma rádio local que a situação do país é “muito crítica”. Ele calcula que a França registrará até 100 mil casos diários da doença nos próximos dias. “A segunda onda é definitivamente mais forte do que a primeira”, disse ele. Já o secretário de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, revelou nesta segunda-feira em entrevista à “BBC” que o governo britânico estuda incluir um nível ainda mais rígido de restrições no sistema criado para enfrentar a segunda onda de casos. As declarações de ambos foram dadas após Espanha e Itália anunciarem no domingo novas restrições para enfrentar a nova onda de casos. O premiê espanhol, Pedro Sánchez, anunciou um novo estado de emergência, de 15 dias, para aplicar um toque de recolher noturno em nível nacional. No texto do decreto, ele espera a aprovação do Congresso para ter poderes especiais até abril do próximo ano. Na Itália, que também vem registrando recordes consecutivos de casos, o governo de Giuseppe Conte decidiu fechar cinemas, teatros, academias e piscinas. Restaurantes e bares terão que deixar de atender clientes a partir de 18h. As três maiores regiões do país já haviam adotado toque de recolher na semana passada. Na Alemanha, menos atingida pela primeira onda que seus principais vizinhos europeus, o avanço do novo surto também preocupa. Na semana passada, o país superou pela primeira vez a marca de 10 mil casos registrados em um único dia. O crescimento das infecções já se reflete na economia. O sentimento de confiança dos empresários alemães caiu em outubro, após aumentar por cinco meses consecutivos, segundo informou o Instituto Ifo nesta segunda-feira. Veja Mais

Governador em exercício do RJ troca secretário de Administração Penitenciária

Valor Econômico - Finanças Coronel Marco Aurélio Santos substitui coronel Alexandre Azevedo de Jesus, um dos últimos nomes remanescentes da gestão Witzel O governo do Estado do Rio de Janeiro informou, em comunicado nesta segunda-feira, que o governador em exercício, Claudio Castro (PSC), escolheu um novo secretário de administração penitenciária para o Estado. Sai o coronel Alexandre Azevedo de Jesus e entra o coronel Marco Aurélio Santos. Cláudio Castro, governador em exercício do RJ Divulgação/Governo do RJ Em nota, Castro afirmou confiar em Santos para "aperfeiçoar as políticas públicas voltadas para o sistema prisional fluminense" e agradeceu o trabalho de seu antecessor na pasta. O novo secretário foi subsecretário de Comando e Controle da PM e coordenador de Operações de Inteligência Policial da antiga Secretaria de Segurança. Também foi comandante do 15º e do 30º Batalhão de Polícia Militar e do 7º Comando de Policiamento de Área (CPA). O coronel Azevedo de Jesus era um dos últimos nomes do secretariado fluminense ainda remanescentes da gestão de Wilson Witzel, governador eleito e afastado do Rio de Janeiro. Castro tem feito várias alterações no secretariado desde que assumiu o cargo em 28 de agosto, quando Witzel foi afastado por 180 dias a partir de 28 de agosto, no âmbito de operação "Tris In Idem", da Polícia Federal (PF). Essa ação foi um desdobramento da operação "Placebo", da PF, que investiga possíveis suspeitas de corrupção em contratos públicos do Executivo fluminense. Veja Mais

BC: volume total de crédito bancário sobe em setembro e juro médio recua

G1 Economia Operações de crédito avançaram 1,9% no mês passado, para R$ 3,8 trilhões. Taxa média de juros para pessoa física caiu para 38% ao ano. Inadimplência também recuou em setembro. O volume total do crédito ofertado pelos bancos cresceu 1,9% em setembro, para R$ 3,809 trilhões, segundo números divulgados nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central. A taxa média de juros caiu no mês passado, englobando operações com cartão de crédito (que, mesmo assim, segue acima de 300% ao ano). No caso do cheque especial das pessoas físicas, houve aumento. (veja detalhes mais abaixo nessa reportagem). Em setembro, de acordo com o BC, houve aumento de 2,6% no volume total de crédito para as empresas, com saldo atingindo R$ 1,688 trilhão, e de 1,4% em pessoas físicas (estoque de R$ 2,121 trilhões no fim do mês passado). Em doze meses, informou a instituição, o crescimento do volume total do crédito bancário acelerou de 12,2% para 13,1%, estimulado pelas operações com empresas, que tiveram aceleração de 16,6% para 18,3%, e também nas operações com pessoas físicas - cuja expansão passou de 8,9% para 9,3%. As concessões totais de crédito somaram R$ 367 bilhões em setembro, acrescentou o Banco Central, o que representa uma elevação de 6,5% no mês passado. O aumento no crédito bancário no acumulado deste ano está relacionado às medidas adotadas pelo Banco Central para liberar às instituições financeiras mais recursos destinados a empréstimos em meio à pandemia do novo coronavírus. Ainda há relatos de dificuldades por parte de pequenos empreendedores no acesso a linhas de crédito emergenciais, ofertadas pelos bancos com garantia do governo federal, mas o acesso está aumentando nos últimos meses. A segunda fase do Pronampe, a principal linha de crédito para micro e pequenos empreendedores, já está praticamente esgotada, e o área econômica confirmou recentemente que pretende lançar a terceira rodada de empréstimos por meio do programa (que conta com garantia de recursos orçamentários). A taxa de inadimplência média dos bancos do crédito, por sua vez, passou de 2,6% para 2,4% de agosto para setembro. No caso das operações com pessoas físicas, a inadimplência passou de 3,3% em agosto para 3,1% no mês passado, e nas empresas, caiu de 1,8% para 1,5% na mesma comparação. Juros bancários Os juros bancários médios com recursos livres (sem contar habitacional, BNDES e rural) de pessoas físicas e empresas, por sua vez, recuaram de 26,5% ao ano, em agosto para 25,7% ao ano no mês passado. Somente para pessoas físicas, a taxa passou de 39% para 38% ao ano na mesma comparação. A queda do juro bancário no mês passado não englobou as operações com cheque especial, cuja taxa passou de 112,9% ao ano em agosto (6,5% ao mês) para 114,2% ao ano no mês passado, o equivalente a 6,6% ao mês. Nesse caso, o BC adotou um teto para os juros. No caso das operações com cartão de crédito rotativo, os juros bancários cobrados das pessoas físicas recuaram de 310,2% ao ano, em agosto, para 309,9% ao ano em setembro. Deste modo, mesmo com a pequena queda, a taxa segue em patamar proibitivo. O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento, mas não quer ficar inadimplente. Essa é uma das linhas de crédito mais caras do mercado e, segundo analistas, deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente. A queda dos juros bancários médios e das operações com pessoas físicas acontece em um momento de recuo da taxa básica de juros da economia. Em agosto, houve nova queda, para 2% ao ano (mínima histórica), patamar que foi mantido em setembro deste ano. De acordo com o BC, o chamado "spread" bancário (diferença entre quanto bancos pagam pelos recursos e quanto cobram dos clientes) médio com recursos livres passou de 22,1 pontos percentuais, em agosto, para 21,1 pontos percentuais em setembro – uma queda de um ponto percentual. Nas operações com pessoas físicas, houve redução de 34,2 pontos em agosto para 32,8 pontos em setembro deste ano. Com isso, mesmo com o repasse da queda do juro básico da economia na parcial deste ano, o "spread" bancário ainda segue em patamar elevado para padrões internacionais. O "spread" é composto pelo lucro dos bancos, pela taxa de inadimplência, por custos administrativos, pelos depósitos compulsórios (que são mantidos no Banco Central) e pelos tributos cobrados pelo governo federal, entre outros. Veja Mais

Importações de soja brasileira pela China disparam 51% em setembro

G1 Economia Maior compradora mundial de soja trouxe 7,25 milhões de toneladas do Brasil no último mês, ante 4,79 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado. Exportação de soja no Porto de Paranaguá (PR) Appa/Divulgação As importações de soja do Brasil pela China aumentaram 51,4% em setembro em relação ao ano anterior, mostraram dados no domingo (25), à medida que as cargas compradas anteriormente passaram pela alfândega. Por que produtores já estão vendendo a soja que só vai ser colhida em 2022 A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 7,25 milhões de toneladas da oleaginosa do Brasil em setembro, ante 4,79 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, segundo a Administração Geral da Alfândega. Os esmagadores chineses encomendaram grandes volumes de grãos brasileiros anteriormente, com margens elevadas pela forte demanda para ração, enquanto o plantel suíno chinês se recupera do impacto de um surto de peste suína africana. No total, a China trouxe 9,8 milhões de toneladas de soja de todas as origens no mês de setembro, um aumento de 19% em relação ao ano anterior. A China importou 1,17 milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos em setembro, queda de 32,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando chegaram os carregamentos feitos durante uma trégua na disputa comercial EUA-China. Espera-se que as importações gerais diminuam nos próximos meses, disseram analistas e traders, à medida que os embarques do Brasil se reduzem, com os brasileiros na entressafra. Os estoques de soja na China caíram para 7 milhões de toneladas na semana de 18 de outubro, após atingirem um pico próximo a 8 milhões de toneladas no início de setembro. Os estoques de farelo de soja da China estavam em 937,9 mil toneladas, abaixo do recorde de 1,27 milhão de toneladas alcançado no início de setembro. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural Veja Mais

Morning Call Safra: Bolsa acumula ganho de 7% no mês

Valor Econômico - Finanças Comece a semana informado sobre os principais assuntos que vão nortear os mercados no Brasil e nos Estados Unidos No Morning Call do Safra desta segunda-feira, apresentamos os principais assuntos que devem nortear os mercados durante a semana, com uma agenda intensa no Brasil e nos Estados Unidos. No segundo bloco, falamos sobre um novo ajuste na projeção para a inflação neste ano feita por especialistas em macroeconomia do Safra. Faça parte do canal do Safra no Telegram e receba o Morning Call, análises de ações e outros conteúdos exclusivos no seu celular. Veja Mais

BTG Pactual compra corretora Necton por R$ 348 milhões

G1 Economia Intenção é manter a marca e a operação independentes, de acordo com o banco. O banco BTG Pactual comunicou nesta segunda-feira (26) que uma de suas controladas comprou a corretora Necton Investimentos por R$ 348 milhões. Escritório do BTG Pactual, em São Paulo BTG/Divulgação "Esta aquisição faz parte da estratégia de expansão do BTG Pactual no segmento de varejo de investimentos", afirmou o banco, acrescentando que a sua intenção é manter a marca e a operação independentes. Ainda segundo o comunicado, a Necton Investimentos S.A. Corretora de Valores Mobiliários e Commodities tem R$ 16,1 bilhões em ativos sob custódia. A conclusão e fechamento da operação estão sujeitos à verificação de determinadas condições, incluindo a obtenção de todas as aprovações regulatórias, inclusive do Banco Central. Assista as últimas notícias de economia Veja Mais

Educação Financeira #112: depois da rentabilidade negativa, ouça se ainda vale a pena investir em Tesouro Selic

G1 Economia Com a queda da taxa básica de juros, o Tesouro Selic passou a ser recomendado por analistas como um produto ideal para compor a reserva de emergência. Mas em setembro, papel teve rentabilidade negativa, o que não ocorria desde 2002. Ao longo dos últimos meses, com a queda da taxa básica de juros, o Tesouro Selic passou a ser recomendado por analistas como um produto ideal para compor a reserva de emergência. O Tesouro Selic é um título considerado de baixo risco, oferece remuneração próxima da taxa básica juros e tem liquidez diária. Mas em setembro, esse papel teve rentabilidade negativa, um movimento que não era observado desde 2002. Neste episódio do podcast Educação Financeira, a planejadora financeira Myrian Lund e o coordenador do Laboratório de Finanças do Insper, Michael Viriato, explicam o movimento observado na rentabilidade do Tesouro Selic e comentam se esse papel ainda pode compor a reserva de emergência do investidor brasileiro. Comunicação/Globo O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no G1, no GE.com e no Gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Assista às últimas notícias de economia: Veja Mais

Cooperativa Castrolanda investe R$ 770 mil e amplia fábrica de ração

Valor Econômico - Finanças Grupo, que faturou R$ 3,5 bilhões em 2019, prevê avanço de 12% da produção na área Após investir R$ 770 mil em uma nova linha de equipamentos na fábrica de Piraí do Sul (PR), a cooperativa Castrolanda projeta um crescimento de 12% na produção de ração para animais neste ano, para cerca de 240 mil toneladas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Conselho da Klabin aprova nova proposta para incorporação da Sogemar

Valor Econômico - Finanças Se aprovada pelos acionistas minoritários, proposta vai encerrar o pagamento de royalties por uso da marca que dá nome à companhia e suas derivadas Imagem retirada do Instagram/Klabin O conselho de administração da Klabin aprovou os novos termos da proposta de incorporação da Sogemar, em operação que, se aprovada pelos acionistas minoritários, vai encerrar o pagamento de royalties por uso da marca que dá nome à companhia e suas derivadas. A nova proposta é resultado de acordo firmado entre os controladores da produtora de celulose e papel e a BNDESPar, maior acionista minoritária da empresa, que era contrária aos termos anteriores. Em reunião realizada na sexta-feira, os conselheiros que não detém participação ou indireta na Sogemar, que é dona das marcas e pertence aos controladores da Klabin, aprovaram a emissão de cerca de 69,4 milhões de novas ações ordinárias em favor dos controladores, em operação que toma como base o valor de R$ 274 milhões, e a convocação de nova assembleia geral extraordinária (AGE) para deliberar sobre a proposta. A Klabin informou, junto com os resultados do terceiro trimestre, que vai convocar para o dia 26 de novembro a assembleia geral extraordinária (AGE), que vai deliberar sobre a nova proposta de incorporação da Sogemar. Veja Mais

BTG comunica compra de 100% da corretora Necton, por R$ 348 milhões

Valor Econômico - Finanças Banco diz que intenção é manter a marca e a operação independentes O BTG Pactual informou que uma de suas controladas assinou documentos definitivos referentes à aquisição de 100% da corretora Necton Investimentos, pelo valor de R$ 348 milhões. A corretora tem R$ 16,1 bilhões em ativos sob custódia. “Esta aquisição faz parte da estratégia de expansão do BTG Pactual no segmento de varejo de investimentos. A intenção do banco é manter a marca e a operação independentes”, diz o BTG em fato relevante. Corretora volta a ser ativo cobiçado no mercado A conclusão e fechamento da operação estão sujeitos à verificação de determinadas condições precedentes, incluindo a obtenção de todas as aprovações regulatórias necessárias, inclusive do Banco Central. Resultado da fusão das tradicionais corretoras paulistanas Spinelli e Concórdia, a Necton atua no varejo de alta renda e tem um tíquete médio de R$ 150 mil. A corretora se reposicionou nos últimos 24 meses como um agente consolidador entre as casas independentes e pequenos agentes autônomos. A Necton continuará atuando livremente no mercado, gerida de forma autônoma por seus executivos. O CEO, Marcos Maluf, e outros dois executivos sêniores, Rafael Giovani e Ralf Berger, continuarão à frente do projeto e se tornarão sócios do BTG. "A Necton poderá oferecer atendimento, curadoria e experiência de investimentos já conhecidos por seus clientes e parceiros, com a estrutura de capital do maior banco de investimento da América Latina", diz a corretora em nota. Reprodução / Facebook BTG Veja Mais

Certificados de operações estruturadas são boa oportunidade?

Valor Econômico - Finanças Investimento depende de características acertadas em contrato Recebi a oferta de um investimento em COE que chega a pagar 18% ao ano com capital protegido. Do que se trata? É uma boa oportunidade? Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Parcerias promovem avanços e corte de custos

Valor Econômico - Finanças Transferência de tecnologia do setor privado aos laboratórios estatais gera eficiência As Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) têm demonstrado eficiência na transferência de tecnologia do setor privado aos laboratórios estatais. Há redução de custos de produção em larga escala com algum benefício tributário para atender, principalmente, ao Sistema Único de Saúde (SUS). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Sistema precisa de dinheiro, gestão e novas tecnologias

Valor Econômico - Finanças Saída para o SUS passa por uma revisão do conjunto dos gastos públicos, dizem Arminio Fraga e Miguel Lago Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Investidor busca empresas com boas práticas ambientais

Valor Econômico - Finanças Câmara Árabe adere ao Pacto Global da ONU e quer promover ESG nas relações comerciais Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Selo halal abre novas frentes de negócios para diversos setores

Valor Econômico - Finanças Segmentos mais promissores são cosméticos e remédios que tenham a certificação Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

Valor Econômico - Finanças Busca e apreensão O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que revogação de liminar de busca e apreensão após a venda do veículo impõe ressarcimento do valor pela Tabela Fipe - e não o montante obtido com a venda extrajudicial. A decisão é da 3ª Turma, que manteve acórdão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) que, reconhecendo a inexistência de mora do devedor, julgou extinta a ação de busca e apreensão, revogou a liminar concedida em primeiro grau e determinou a restituição do veículo. Caso o bem já tivesse sido vendido, o credor deveria indenizar o devedor fiduciante em perdas e danos, com base na Tabela Fipe. Em recurso especial (REsp 1742897), o banco credor defendeu a tese de que o valor, para fins de restituição, deveria ser aquele apurado na venda, já que a Tabela Fipe não levaria em consideração aspectos como a depreciação do bem enquanto esteve na posse do devedor. Em seu voto, porém, a relatora, ministra Nancy Andrighi, apontou que a Tabela Fipe é comumente utilizada para a pesquisa do preço médio de veículos e, ao contrário do argumento da instituição, leva, sim, em consideração diversos fatores de depreciação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Resultado eleitoral não costuma frear NY

Valor Econômico - Finanças Independentemente de qual partido controle Washington, bolsas americanas têm subido Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pine planeja retomada após 5 anos no vermelho

Valor Econômico - Finanças Banco volta a priorizar crédito para empresas médias Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Profissional negra ainda está longe da gestão

Valor Econômico - Finanças Pesquisa com 1.000 mulheres negras e pardas brasileiras indica que, dentre as poucas empregadas, a maioria está em cargos operacionais, administrativos e de analistas Uma pesquisa que será divulgada na próxima quarta (28), com 1.000 mulheres negras e pardas brasileiras, indica que mais da metade delas (54%) não exerce trabalho remunerado atualmente e 39% estão em busca de emprego. Entre as 7% empregadas, apenas 8% ocupam cargos de gerência, diretoria ou são sócias de empresas no Brasil. Não há nenhuma CEO ou vice-presidente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Usina tem vitória em ação sobre Reintegra

Valor Econômico - Finanças São Domingos obteve reconhecimento do direito a créditos referentes a exportações de açúcar e etanol entre 2011 e 2013 A Usina São Domingos, de Catanduva (SP), obteve no Tribunal Regional Federal São Paulo (3ª TRF-SP) o reconhecimento do direito a créditos tributários do Reintegra referentes a exportações de açúcar e etanol entre 2011 e 2013. Com a decisão, o tribunal afastou a aplicação de um decreto que impedia a concessão do benefício tributário a produtos sucroalcooleiros. A União ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Soma busca ativos em moda confortável e ‘fitness’, além do digital

Valor Econômico - Finanças A companhia ainda continua a avaliar negócios puramente on-line Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

RenovaBio "tem inimigos e corre riscos", alerta criador do programa

Valor Econômico - Finanças Um dos problemas apontados por Miguel Lacerda de Oliveira é a incerteza em relação à tributação dos CBios O programa federal RenovaBio, de estímulo a biocombustíveis e que estabelece metas de descarbonização para as distribuidoras, "tem inimigos e corre riscos", alertou hoje, em evento online da consultoria Datagro, um dos principais criadores da política, Miguel Lacerda de Oliveira, exonerado na quinta-feira da Diretoria de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME). Entre os problemas apontados está a incerteza que permanece sobre a tributação dos Créditos de Descarbonização (CBios). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Atividade industrial de setembro fica acima do usual para o mês, diz CNI

Valor Econômico - Finanças Avanço da produção foi acompanhado de mais contratações A Sondagem Industrial, pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta nova aceleração da atividade industrial, em setembro, com aumento significativo das contratações. O índice de evolução da produção atingiu 59,1 pontos no mês passado, sua quarta alta mensal consecutiva, de 0,4 ponto na comparação com agosto, e bem acima da linha divisória de 50 pontos. A alta da produção foi acompanhada também de mais contratações. O índice do número de empregados alcançou 55,3 pontos. A ociosidade do parque industrial está em queda e a intenção de investir do empresário subiu pelo sexto mês consecutivo. Por se tratarem de índices de difusão, ao se situarem acima dos 50 pontos, refletem crescimento frente ao mês anterior e valores mais distantes da linha divisória de 50 pontos apontam para crescimento mais forte e disseminado entre as empresas industriais. Fabio Vicentini/Valor Todos os indicadores da pesquisa apontam para a recuperação econômica da indústria. “A atividade industrial de setembro se mostrou um ponto fora da curva para o mês. Nesse mês, podemos observar com clareza o rocesso de recuperação da economia, a alta de demanda e a necessidade de repor os estoques, que seguem baixos. A indústria operou acima do usual, com utilização da capacidade instalada acima do registrado nos últimos anos”, avalia o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. O índice de evolução do número de empregados é o maior valor da série histórica mensal, iniciada em janeiro de 2011, o que denota que a alta das contratações em setembro, em relação a agosto, foi bastante significativa. Embora esse dado seja importante para o momento de recuperação, a CNI destaca que as altas registradas desde junho deste ano ocorrem depois de fortes quedas observadas entre os meses de março a maio, que levaram o emprego a um patamar muito baixo. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) da indústria ficou em 72% em setembro, aumento de 1 ponto percentual em relação a agosto. O índice de UCI efetiva em relação ao usual passou a situar-se acima da linha divisória, em 50,4 pontos; o indicador mostra que a atividade industrial está operando acima do nível usual para o mês. Desde novembro de 2010, quando registrou 50,5 pontos, o índice não mostrava aquecimento excepcional da atividade industrial. O índice de estoque efetivo em relação ao planejado de setembro, encontra-se em 43,4 pontos. Ao se situar abaixo da linha divisória de 50 pontos, mostra que os estoques continuaram em patamar inferior ao esperado pelos empresários industriais. Como nos meses anteriores, os estoques continuam em ritmo de queda e abaixo do nível planejado, apesar do crescimento da produção. A pesquisa aponta ainda que a recuperação mais rápida e intensa do que prevista fez com que melhorasse a situação financeira das empresas. O empresário mostra satisfação com a situação financeira e insatisfação apenas moderada com relação às suas margens de lucro. O acesso ao crédito apresentou melhora no trimestre, com aumento de 8,4 pontos, para 41,5 pontos. Em relação ao quarto trimestre de 2019, contudo, há uma queda de 1,7 ponto, o que indica que a facilidade de acesso ao crédito está melhor que no pior período da pandemia, mas ainda não alcançou nível similar àquele observado antes da pandemia. Segundo a CNI, a falta ou alto custo de insumos tornou-se o principal problema enfrentado pelas empresas no terceiro trimestre e elevada carga tributária caiu para a segunda posição. A alta volatilidade e a intensa desvalorização do real em relação ao dólar americano, com efeitos nos preços de insumos, fizeram a taxa de câmbio subir da quarta para a terceira posição entre os principais problemas da indústria. As expectativas dos empresários se estabilizaram em patamar elevado em outubro, revelando otimismo. Foram entrevistadas 1.881 empresas, sendo 734 pequenas, 674 médias e 473 de grandes, entre 1º e 14 de outubro. Veja Mais

Índia terá produção para alcançar meta de mistura de 10% de etanol na gasolina em 2022

Valor Econômico - Finanças Foi o que disse o presidente da associação das usinas do país em evento da Datagro O presidente da Associação de Usinas de Açúcar da Índia (ISMA, na sigla em inglês), Abinash Verma, disse que acredita que o país conseguirá alcançar a meta de mistura de 10% de etanol na gasolina até 2022 com produção própria do biocombustível. Ele participa de um evento online da consultoria Datagro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Importações chinesas de carnes cresceram 63% em setembro

Valor Econômico - Finanças Compras de carne suína cresceram 121,6% ante o mesmo mês de 2019 As importações chinesas de carnes e miúdos totalizaram 830 mil toneladas em setembro, volume 63% maior que o registrado em igual mês do ano passado, informou a agência Reuters com base em dados da alfândega do país asiático. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Juro do cartão de crédito cai 1,7 ponto para o cliente regular em setembro

Valor Econômico - Finanças Já no parcelado do cartão ou para os clientes que não pagaram nem o valor mínimo da fatura, as taxas subiram de agosto para setembro A taxa de juros do cartão de crédito rotativo para o chamado cliente regular, que paga o mínimo de 15% da fatura dentro do prazo regular, teve leve queda de 270,3% ao ano em agosto para 268,6% em setembro, de acordo com o Banco Central (BC). O rotativo é a linha de crédito pré-aprovada no cartão e inclui também saques feitos na função crédito do meio de pagamento. No caso de inadimplência do cliente, o banco deverá parcelar o saldo devedor ou oferecer outra forma para quitar a dívida em condições mais vantajosas dentro de 30 dias. Já a taxa do parcelado do cartão subiu de 137,8% em agosto para 142,1% ao ano em setembro. Para o cliente não regular, que não fez nem o pagamento mínimo, a taxa foi de 336,8% ao ano no mês passado, contra 335,2% em agosto. Assim, a taxa de juros total do rotativo do cartão de crédito variou de 310,2% para 309,9% em setembro. Cheque especial No cheque especial, a taxa de juros cobrada ficou em 114,2% ao ano, vinda de 112,9% em agosto. Mesmo com o aumento, a taxa continua abaixo do teto de 151,8% ao ano (8% ao mês) para a modalidade imposto pelo Banco Central no início do ano. Em janeiro, mês de início da vigência do limite, os juros ficaram em 140,8%, ainda bem acima do registrado em setembro. Em todo o ano, a taxa se manteve abaixo do limite, mas durante os meses mais críticos da pandemia ela ficou ainda menor. Em fevereiro e março, meses que ainda não tinham impacto do coronavírus na economia, a taxa estava em 130,6% ao ano. Já em abril, mês mais agudo da crise, caiu para 119,6%. Veja Mais

Joint venture de Marfrig e ADM na área de proteínas vegetais começa formalmente a operar

Valor Econômico - Finanças Com sede em Chicago, PlantPlus recebe sinal verde das autoridades regulatórias A brasileira Marfrig, segunda principal empresa de carne bovina do mundo, e a americana ADM, uma das maiores empresas globais de agronegócios, anunciaram hoje a conclusão das aprovações regulatórias e o lançamento formal da PlantPlus Foods, joint venture entre ambas no mercado de proteínas vegetais na América do Norte e na América do Sul. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dona da Animale e da Farm compra marca de moda feminina NV

Valor Econômico - Finanças Valor estimado da operação é de R$ 210 milhões Reprodução/bynv.com.br O varejista de vestuário Grupo Soma, dona da Animale e da Farm, anunciou nesta segunda-feira a assinatura de um memorando de entendimento para a aquisição da marca de moda feminina NV. De acordo com a empresa, o valor da operação ainda está em processo de apuração. O memorando prevê um múltiplo de sete vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da NV para o período de 12 meses encerrados em 30 de junho, descontada a dívida líquida da companhia. O Ebitda da NV neste período foi de R$ 30 milhões e não houve endividamento líquido. Assim, o valor estimado da operação é de R$ 210 milhões. Os sócios da NV, Natália Di Rocco Vozza Junqueira, Antônio Carlos Brandt de Carvalho Junqueira e Beatriz Junqueira Dacca, receberão uma parte em dinheiro e outra em participação no Grupo Soma, que irá incorporar a NV. Adicionalmente, eles poderão fazer jus, no exercício social de 2026, a um pagamento extra em dinheiro, desde que verificado o atendimento a determinadas condições e o cumprimento de certas metas relacionadas aos negócios. Os sócios Natália e Antônio Junqueira também deverão manter cargos executivos ligados à operação da NV. “A operação insere-se na estratégia da Companhia de expandir seu portfólio de marcas, ampliando sua oferta de produtos de forma complementar aos seus negócios no setor de moda e varejo”, diz a varejista no comunicado. A NV tem 5 lojas, um site de comércio on-line e vende no canal de atacado por meio de um showroom próprio, explica o Grupo Soma. A assinatura dos documentos definitivos e o fechamento da operação estão sujeitos à verificação de determinadas condições, como a conclusão de auditoria, a definição da estrutura para implementação e a aprovação definitiva do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Veja Mais

Marcio Hamilton Ferreira é eleito diretor-presidente da BB Seguridade

Valor Econômico - Finanças O conselho de administração da BB Seguridade elegeu Marcio Hamilton Ferreira para ocupar o cargo de diretor-presidente, para completar o mandato 2019-2021. Com 48 anos, ele é graduado em administração de empresas e possui MBA em formação para altos executivos. Desde janeiro, ocupava o cargo de diretor-presidente da Brasilprev, empresa investida da BB Seguridade. Ferreira é funcionário do Banco do Brasil há 34 anos, onde foi vice-presidente de Negócios de Atacado, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos, diretor de Crédito, diretor de Finanças e diretor de Mercado de Capitais e Investimentos. Adicionalmente, foi diretor de Investimentos na Previ e diretor-presidente da BB-DTVM. A presidência da empresa vinha sendo exercida interinamente pelo diretor comercial e de marketing, Reinaldo Kazufumi Yokoyama, desde a saída do presidente anterior, Bernardo Rothe. Rothe deixou o comando da BB Seguridade em 20 de outubro para voltar ao Banco do Brasil, onde ocupará o cargo de vice-presidente de Negócios no Atacado. Veja Mais

Dólar opera em alta, enquanto juros futuros se ajustam em queda

Valor Econômico - Finanças O tom negativo dos negócios no exterior tem influência sobre o mercado de câmbio na manhã desta segunda-feira e, diante da aversão a risco internacional, o dólar opera em alta ante o real. Ao menos até o momento, a moeda brasileira apresenta resiliência maior do que os pares internacionais, enquanto a lira turca é uma das mais atingidas. No mercado de juros, porém, o dia é de queda das taxas futuras, após a alta bastante expressiva no fim da semana passada, no momento em que os investidores já aguardam a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Por volta de 9h30, o dólar era negociado a R$ 5,6426 (+0,21%) no mercado à vista. No mesmo horário, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 passava de 3,47% no ajuste anterior para 3,43%; a do DI para janeiro de 2023 caía de 4,93% para 4,85%; a do contrato para janeiro de 2025 recuava de 6,62% para 6,58%; e a do DI para janeiro de 2027 cedia de 7,47% para 7,43%. A perspectiva nublada em relação aos rumos da economia americana foi reforçada pelo aumento do número de casos de covid-19 nos Estados Unidos às vésperas das eleições presidenciais. Assim, no horário acima, o dólar subia 0,90% ante o peso mexicano, avançava 0,42% em relação ao rublo russo, tinha alta de 0,48% na comparação com o rand sul-africano; e saltava 1,40% contra a lira turca. O viés de alta do dólar, contudo, não se propaga para curva de juros. Na sexta-feira, após os resultados acima do esperado do IPCA-15 de outubro, o mercado começou a apontar para uma possível mudança na comunicação do Banco Central, que ainda mantém oficialmente a avaliação de que a Selic pode sofrer reduções adicionais. Passado o susto inicial, as taxas exibem queda firme no “miolo” da curva, mas os agentes se mantêm atentos à perspectiva para a inflação no Brasil. Kiyoshi Ota/Bloomberg Veja Mais

Alemanha: Após cinco altas seguidas, confiança empresarial cai em outubro

Valor Econômico - Finanças Índice do Instituto Ifo recuou para 92,7 pontos, de 93,2 em setembro O sentimento de confiança dos empresários alemães caiu em outubro, após aumentar por cinco meses consecutivos, informou o Instituto Ifo nesta segunda-feira. Em vista do aumento dos casos de coronavírus, as empresas alemãs estão cada vez mais preocupadas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alexandre de Moraes suspende julgamento sobre tributação de heranças no exterior

Valor Econômico - Finanças Ministro pediu vista no fim de semana Estão suspensas as discussões sobre a possibilidade de os Estados cobrarem ITCMD por doações e heranças de bens no exterior. O ministro Alexandre de Moraes apresentou pedido de vista no fim de semana. O julgamento, que ocorria por meio do Plenário Virtual, só será retomado quando Moraes incluir novamente o tema na pauta — não há uma data definida para isso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Aqua vende negócio brasileiro de fertilizantes especiais por US$ 120 milhões

Valor Econômico - Finanças Gestora vendeu a Fertiláqua à israelense ICL, controlada pelo bilionário Idan Ofer A Aqua Capital, gestora de private equity que concentra suas apostas no agronegócio brasileiro, começou a fazer dinheiro para os investidores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

País tem mais 90 concursos abertos para preencher 8 mil vagas

G1 Economia Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Pelo menos 93 concursos públicos estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (26) para preencher quase 8 mil vagas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. País tem mais de 90 concursos abertos Divulgação Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Nesta segunda, ao menos cinco órgãos abrem inscrições para preencher quase 1.050 vagas. O maior concurso é o da prefeitura de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. São 982 oportunidades. Veja os concursos com inscrições abertas nesta segunda: Prefeitura Municipal de Cabo Frio (RJ) Inscrições: até 13/12/2020 982 vagas Salários de até R$ 5.018.98 Cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior Veja o edital Hospital Universitário da USP Inscrições: até 07/11/2020 11 vagas Salários de até R$ 3.836,09 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura Municipal de Indaial (SC) Inscrições: até 30/10/2020 2 vagas Salários de até R$ 2.642,55 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura Municipal de Pará de Minas (MG) Inscrições: até 27/10/2020 55 vagas Salários de até R$ 13.116,60 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura Municipal de Nazareno (MG) Inscrições: até 28/10/2020 4 vagas Salários de até R$ 3.103,67 Cargos de nível superior Veja o edital VÍDEOS: Últimas notícias de Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia| em G1 / Economia Veja Mais

Recursos escassos

Valor Econômico - Finanças Para especialistas, subfinanciamento do SUS será grande problema em 2021 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Desenvolvimento de fármacos pode levar até 12 anos

Valor Econômico - Finanças Projetos começam com a seleção de cerca de 10 mil moléculas, das quais 250 entram em estudos pré-clínicos e apenas uma chega ao mercado Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Avanço gradual

Valor Econômico - Finanças Fórum discute novas oportunidades de negócios com nações árabes Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Problemas logísticos reduzem embarque de proteínas

Valor Econômico - Finanças Expansão do volume exportado para a China também impacta oferta para países árabes Os países árabes, que em conjunto são o segundo principal parceiro comercial agrícola brasileiro, apresentam uma forte retração na compra da carne brasileira. Depois que suas importações chegaram a crescer 200% nos últimos dez anos, os embarques de carne bovina caíram quase 30% nos primeiros nove meses do ano sobre o mesmo período do ano passado. Nesse intervalo, os embarques de frango encolheram 18,5%. Não que os árabes tenham perdido o apetite, nem reduzido a demanda. As encomendas desabaram por culpa da logística global tumultuada pela pandemia e pelo enorme poder de compra da China. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pandemia agravou preocupação com segurança alimentar

Valor Econômico - Finanças Fórum debateu impactos esperados para o pós-covid A pandemia trouxe à tona preocupações internacionais no campo da segurança alimentar. Parcerias sólidas, trocas de experiências e de know-how entre os países foram estratégias colocadas por representantes do setor como forma de minimizar o problema na esfera global, considerando que em 2050 serão cerca de 10 bilhões de habitantes no mundo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Receita Federal nega adiamento de tributos

Valor Econômico - Finanças Receita analisou pedidos por meio de soluções de consulta Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Balanços devem dar o tom da bolsa na semana

Valor Econômico - Finanças Santander, Bradesco, Vale e Petrobras são os principais nomes a publicarem seus números nos próximos dias Mesmo sem descuidar do ambiente externo e de eventuais ruídos na cena política, os investidores do mercado de ações têm pela frente uma semana carregada de importantes resultados corporativos na temporada de balanços do terceiro trimestre. Com peso relevante no Ibovespa, Santander, Bradesco, Vale e Petrobras são os principais nomes a publicarem seus números nos próximos dias. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

XP lança área de corporate para empresas com faturamento anual acima de R$ 1 bi

Valor Econômico - Finanças Braço de negócios faz parte do recém-criado banco de atacado e vai atender grandes companhias A XP lança oficialmente hoje a área de corporate do banco de atacado. O braço de negócios começou a ser estruturado no segundo trimestre e será responsável pelo atendimento de empresas com faturamento anual acima de R$ 1 bilhão, conjunto que, nas contas da casa, reúne 600 companhias de todo o país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cursos formam os diretores de felicidade

Valor Econômico - Finanças Programas ensinam a fazer pesquisas quantitativas e qualitativas para traçar planos para engajar a liderança e implementar um plano organizacional para melhorar o bem-estar dos funcionários O conceito de felicidade está cada vez mais comum nas empresas. Ainda que no Brasil apareça com menos força do que no exterior, o país ganha em novembro um novo curso para a formação de diretor de felicidade - ou “chief happiness officer”. O programa será ministrado por Renata Rivetti, da Reconnect, uma consultoria especializada em felicidade corporativa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bracell planeja megafábrica de celulose em SP

Valor Econômico - Finanças Expansão em Lençóis Paulista contará com a maior caldeira de recuperação do mundo, que possibilita capacidade de produção adicional acima do anunciado Os planos de expansão da Bracell para a unidade de Lençóis Paulista (SP), a antiga Lwarcel, são bem maiores do que a empresa tornou público até agora. Conforme o Valor apurou, o projeto prevê a instalação no local da maior caldeira de recuperação do mundo - a caldeira é equipamento central na fabricação de celulose -, o que permitirá que a produção alcance até 2,8 milhões de toneladas de celulose branqueada de eucalipto por ano ou 1,9 milhão de toneladas anuais de celulose solúvel. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Conexa Saúde compra iMedicina e prepara nova rodada de captações

Valor Econômico - Finanças Aquisição faz a startup de telemedicina saltar de 5 milhões para 6,5 milhões de pacientes ativos e de 18 mil para 48 mil profissionais de saúde cadastrados em sua plataforma Quatro meses depois de encher o caixa com aporte de fundos de investimento, a startup Conexa Saúde fechou sua primeira aquisição e já prepara uma nova rodada de captação com fundos de private equity e venture capital. A Conexa comprou a mineira iMedicina, empresa de software para médicos, que integra prontuário eletrônico, ferramenta de marketing e CRM (gestão de relacionamento com cliente). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Recuperação econômica do México desacelera em agosto

Valor Econômico - Finanças Atividade cresceu 1,1% no mês depois de avanços de 8,9% e 5,7% nos meses anteriores A atividade econômica do México cresceu 1,1% em agosto, um ritmo significativamente mais modesto que o registrado nos meses anteriores, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi) nesta segunda-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

China anuncia sanções contra fabricantes de armas dos EUA

Valor Econômico - Finanças O anúncio é um tentativa de Pequim de minar os esforços dos Estados Unidos para aprofundar os laços de segurança com Taiwan Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Discutir se vacina é obrigatória não pode ser ‘questão de Justiça’, diz Bolsonaro

Valor Econômico - Finanças Presidente também defendeu que poderia ser "mais fácil e até mais barato investir na cura do que na vacina" Eraldo Peres/AP Photo O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira que a discussão sobre obrigatoriedade de vacinação contra covid-19 não pode ser uma "questão de Justiça". O comentário ocorre após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmar ser necessário que a Justiça analise questões relacionadas à vacina. Bolsonaro também defendeu que poderia ser "mais fácil e até mais barato investir na cura do que na vacina". "Eu entendo que isso não é uma questão de Justiça, é uma questão de Saúde acima de tudo. Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina. Isso não existe. Nós queremos buscar solução para o caso", argumentou o presidente, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada. A conversa foi divulgada por sites bolsonaristas. Na última sexta, Fux comentou que considera "necessária" a discussão do caso pela Justiça. "Não é só a liberdade individual, como também, digamos assim, os pré-requisitos para se adotar uma vacina. Não estou adiantando ponto de vista nenhum. Estou apenas dizendo que essa judicialização será importante, e de preferência direto no Supremo", disse o ministro. Bolsonaro, que se opôs à intenção de compra pelo Ministério da Saúde de 46 milhões de doses da Coronavac, vacina chinesa que está sendo desenvolvida em parceria com o governo de São Paulo e o Instituto Butantan, também defendeu hoje que não se pode ter pressa sobre a imunização da doença que já matou mais de 157 mil pessoas no país. "O que a gente tem que fazer é não tentar correr, atropelar, comprar desta ou daquela sem nenhuma comprovação ainda", afirmou. "Todo mundo diz que a vacina que menos demorou até hoje foram 4 anos [de elaboração], eu não sei por que correr agora. Eu dou minha opinião pessoal, não é mais fácil e até mais barato investir na cura do que na vacina? Ou jogar nas duas, mas também não esquecer a cura". O presidente voltou a defender o uso de hidroxicloroquina, que não têm eficácia comprovada no tratamento de covid-19, e vermífugos como a solução para a cura da doença. "A cura aí eu sou testemunha, uns tomaram hidroxicloroquina, outros tomaram ivermectina, outros tomaram Annita e deu certo. E pelo que tudo indica, todo mundo que tratou precocemente com uma destas três alternativas aí foi curado", finalizou. Veja Mais

Produtividade no Brasil é apenas um quarto da dos EUA, aponta OCDE

Valor Econômico - Finanças Para a entidade, não há dúvida de que as tecnologias digitais têm o potencial para aumentar a produtividade de empresas em todos os setores da economia Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alliar negocia com bancos e amplia prazo final de pagamento de financiamentos

Valor Econômico - Finanças Dívida de curto prazo, que em 30 de junho representava 61% do total dos empréstimos, passou a equivaler a 32% do total A rede de medicina diagnóstica Alliar informou nesta segunda-feira que negociou com bancos para alongar o cronograma de vencimentos de suas dívidas. Com isso, a dívida de curto prazo (com vencimento em até 12 meses), que em 30 de junho representava 61% do total dos empréstimos, passou a representar 32% do total. A medida foi tomada, segundo a companhia, para reforçar a solidez financeira do balanço. Junto ao Santander, foi renegociado um volume de R$ 120 milhões de reais, em três tranches, cujo vencimento original ocorreria nos próximos 12 meses. O prazo foi postergado para janeiro de 2024. Com o Banco Votorantim foram renegociados R$ 74 milhões, que serão pagos até outubro de 2023. Com o Banco do Brasil foi renegociado o montante de R$ 74 milhões, com vencimento para outubro de 2023. A Alliar também captou R$ 30 milhões, com vencimento em novembro de 2021. Veja Mais

Juro médio do crédito cai a 18,1% em setembro; inadimplência também recua

Valor Econômico - Finanças A taxa de juros média cobrada pelo sistema financeiro nas suas operações de crédito caiu de 18,6% ao ano em agosto para 18,1% em setembro. Em 12 meses, houve recuo de 5,9 pontos percentuais. A taxa cobrada das pessoas jurídicas, por sua vez, saiu de 10,6% para 9,9% ao ano. Para as pessoas físicas, a taxa ficou em 23,5%, vinda de 24%. Olhando os juros com recursos livres, a taxa média variou de 26,5% em agosto para 25,7% anuais em setembro. Para as pessoas físicas, o custo do dinheiro saiu de 39% para 28% ao ano no mês passado. Para as empresas, ficou em 11,4%, vindo de 12,1%. Já o spread, que mede a diferença entre o custo de captação dos bancos e as taxas que cobram de seus clientes nos empréstimos, saiu de 14,9 pontos percentuais em agosto para 14,3 pontos no mês passado. Nas operações de crédito com pessoas físicas, o spread ficou em 19,8 pontos percentuais, contra 20,5 pontos em agosto. No crédito às empresas, foi verificada variação para 5,9 pontos em agosto, contra 6,7 pontos no mês anterior. Inadimplência A inadimplência média das operações de crédito no sistema financeiro também recuou, marcando 2,4% em setembro, contra 2,6% em agosto. Em setembro de 2019, a taxa era de 3,1% das operações. Entre as empresas, a taxa média foi de 1,5%, contra 1,8% em agosto. Entre as famílias, foi de 3,1%, contra 3,3% um mês antes. No crédito com recursos livres, a taxa de inadimplência ficou em 3,1% (3,3% em agosto). Para pessoas físicas, variou de 4,8% para 4,6%. Para as empresas, variou de 1,6% para 1,5%. No crédito direcionado, a inadimplência total foi de 1,4%, contra 1,7% anteriormente. Veja Mais

Yduqs fez comprometimento de crédito de R$ 4 bi para comprar Laureate

Valor Econômico - Finanças Empresa se comprometeu a pagar comissão de descontinuidade independentemente do sucesso da oferta A Yduqs informou nesta segunda-feira que apresentou em sua proposta pelos ativos da americana Laureate no país um instrumento de comprometimento de crédito, assinado por dois assessores financeiros, no valor de até R$ 4 bilhões e que se comprometeu a pagar uma comissão de descontinuidade independentemente do sucesso da oferta. A proposta feita pela Yduqs foi rejeitada pela Laureate, que fechou negócio com a Ânima. A divulgação do comunicado foi feita após publicação de reportagem do Valor sobre a operação, na qual aparece a informação de que a Yduqs apresentou a contratação de um financiamento bancário em sua oferta, pagando uma taxa para o banco garantir os recursos. Veja Mais

EUA: Pelosi aguarda contraproposta de Mnuchin em negociação de pacote fiscal

Valor Econômico - Finanças Apesar de conversas continuarem, poucos consideram provável qualquer acordo antes das eleições, e esperança de entendimento após o pleito também diminui A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, espera nesta segunda-feira que o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, apresente uma contraproposta aos pedidos feitos por ela na última conversa sobre o novo pacote de estímulos à economia do país. Mas poucos consideram provável que haja qualquer acordo entre eles antes das eleições da próxima terça-feira (3). As esperanças de entendimento após o pleito também diminuem a cada dia. Pelosi afirmou em entrevista à “CNN” ontem (25) que entregou a Mnuchin uma “lista de preocupações” relacionadas à estratégia do governo para combater a covid-19. “Meu entendimento é que ele revisaria isso ao longo do fim de semana e que nós teríamos algumas respostas na segunda”, disse a líder democrata. Segundo Pelosi, os democratas querem garantir que o texto do eventual pacote não deixe brechas que possam ser usadas por Trump para utilizar o dinheiro destinado ao combate à covid-19 em outras áreas. J. Scott Applewhite/AP Ao longo da última semana, apesar de expressar otimismo sobre as chances de um acordo, Pelosi cobrou que a Casa Branca pressionasse senadores republicanos que já se opuseram publicamente ao pacote negociado. O pedido de cobrança não foi bem recebido por alguns representantes da Casa Branca e pelo próprio presidente Donald Trump, que acusaram Pelosi de travar a aprovação do pacote por interesses políticos. Também em entrevista à “CNN” ontem, o chefe de gabinete de Trump, Mark Meadows, reforçou as críticas à líder democrata. “Nós continuamos a fazer oferta após oferta após oferta. E Nancy Pelosi continua mudando as traves de lugar”, disse ele. O Senado deve entrar em recesso ainda hoje, após a votação para confirmar o nome de Amy Coney Barrett para a Suprema Corte. A Câmara dos Deputados já está em recesso desde o início do mês. Ambos podem ser convocados para votar um eventual pacote com 24 horas de antecedência, mas é pouco provável que isso ocorra às vésperas das eleições. Veja Mais

NotreDame compra Hospital Santa Brígida, em Curitiba, por R$ 48,5 milhões

Valor Econômico - Finanças Opera mantém estratégia de crescimento no sul do país, investindo na expansão da rede própria Divulgação/GNDI O Grupo Notre Dame Intermédica anunciou nesta segunda-feira a compra do Hospital e Maternidade Santa Brígida, em Curitiba (PR), por R$ 48,5 milhões pagos à vista, incluindo um imóvel, o equivalente a R$ 700 mil por leito. Com a compra, o grupo passou a deter 97% das ações do complexo, que opera um hospital materno-infantil com 72 leitos, sendo 15 de UTI, 4 salas obstétricas e 5 consultórios de pronto-socorro, além de uma ala diagnóstica com ultrassonografia, endoscopia, radiografia e laboratório de análises clínicas. Em 2019, o Santa Brígida teve uma receita líquida de R$ 31,2 milhões. O plano de integração prevê sinergias operacionais e administrativas com as operações da Clinipam na região metropolitana de Curitiba, que já conta com dois hospitais gerais, um centro de diagnóstico de imagem, onze centros clínicos, três prontos-socorros e uma unidade de medicina preventiva. A consumação da transação não está sujeita à aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e nem do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Com a conclusão da transação, a Notre Dame diz demonstrar sua intenção em manter a estratégia de crescimento no sul do país investindo na expansão da rede própria. Veja Mais

IRB faz parceria com B3 para que contratos de seguros sejam realizados via internet

Valor Econômico - Finanças A ferramenta, que chegará ao mercado em 2021, é baseada na tecnologia blockchain Reprodução internet O IRB anunciou que firmou parceria com a B3 para desenvolver uma plataforma inédita no Brasil para conectar corretores, seguradoras e resseguradoras em uma única rede e permitir que as operações, envolvendo contratos de seguros e resseguros, sejam realizadas via internet. A ferramenta, que chegará ao mercado em 2021, é baseada na tecnologia blockchain e possibilitará concluir, em segundos, processos que hoje podem durar meses. “O projeto poderá estar sujeito à apreciação dos órgãos reguladores, a depender do desenvolvimento a ser realizado”, diz o IRB. Criado em 2008, o blockchain, que já é utilizado pelo mercado financeiro, funciona, na prática, como um livro de registro virtual formado por uma rede incorruptível de blocos. Essa estrutura não permite alteração das informações e oferece criptografia segura para a troca, em grande volume, de ativos digitais, sem a necessidade de um intermediário. “Aplicada ao setor de seguros e resseguros, possibilitará negociações multilaterais, com segurança, alta velocidade e oferta de informações precisas em tempo real”, diz o IRB. A B3 afirma que a parceria está alinhada à estratégia de diversificação dos negócios e visa a ampliar e fortalecer a oferta de soluções no mercado de seguros e resseguros, “aproximando a experiência de mais de 80 anos do IRB com o know-how da B3 em conciliação e liquidação financeira de grandes volumes, como infraestrutura do mercado financeiro”. Veja Mais

Klabin tem prejuízo de R$ 198,9 milhões no terceiro trimestre

Valor Econômico - Finanças A desvalorização do real teve efeito negativo na dívida expressa em moeda estrangeira e na marcação a mercado de derivativos Imagem Valor Econômico A Klabin confirmou as expectativas de forte resultado operacional no terceiro trimestre, sustentado principalmente pela maior exposição da companhia a setores cuja demanda foi impulsionada pela pandemia de covid-19. A desvalorização do real, porém, teve efeito negativo na dívida expressa em moeda estrangeira e na marcação a mercado de derivativos, com impacto líquido negativo de R$ 524 milhões. Com isso, a companhia encerrou o intervalo com prejuízo líquido de R$ 198,9 milhões, comparável a lucro de R$ 215,2 milhões um ano antes. De julho a setembro, a receita líquida da Klabin subiu 25%, a R$ 3,11 bilhões, com crescimento em todas as linhas de negócio da companhia. O volume total de vendas, excluindo madeira, teve alta de 14%, a 910 mil toneladas. Já o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, por sua vez, recuou 12% na mesma comparação, para R$ 1,23 bilhão. O resultado do terceiro trimestre do ano passado incorpora R$ 620 milhões referentes à exclusão do ICMS da base de cálculo de PIS e Cofins desde abril de 2002 e, se desconsiderado esse item extraordinário, o Ebitda teria saltado 59% em um ano. No trimestre, o fluxo de caixa livre foi positivo em R$ 600 milhões, comparável a uso de caixa de R$ 358 milhões um ano antes. Sem considerar dividendos e projetos de expansão, o fluxo de caixa foi positivo em cerca de R$ 1,8 bilhão. Por outro lado, o resultado financeiro da companhia ficou negativo em R$ 1,07 bilhão, refletindo sobretudo o impacto negativo da desvalorização de 3% do real frente ao dólar entre a abertura e o fechamento do trimestre. Em setembro, a dívida líquida da Klabin estava em R$ 21 bilhões, estável frente a junho. A alavancagem financeira, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado em reais, ficou em 4,6 vezes em setembro, comparável a 4,4 vezes três meses antes. Em dólar, esse índice passou de 3,6 vezes para 4 vezes. Maior volume de vendas A maior contribuição para receita líquida da Klabin veio da celulose, cujas vendas estão integralmente atreladas ao dólar, e do melhor mix de fibra vendida no intervalo. Conforme a companhia, o reajuste de preços aplicado no mercado doméstico para papéis e embalagens também contribuiu para o desempenho positivo. O maior volume de vendas de celulose, o impacto positivo da desvalorização do real e o aumento das vendas de fibra longa e fluff, cujo comportamento de preços foi melhor do que o da fibra curta, impulsionaram a receita dessa unidade. De julho a setembro, a receita total da companhia com celulose cresceu 45% na comparação anual, para R$ 1,05 bilhão. Frente ao segundo trimestre, a alta foi de 3%. A produção de celulose da Klabin, por sua vez, cresceu 20% frente ao terceiro trimestre de 2019, quando houve parada geral para manutenção em Ortigueira (PR), e 1% ante o trimestre imediatamente anterior, para 415 mil toneladas. As vendas em volume subiram 22% na comparação anual, a 398 mil toneladas, e 5% ante o segundo trimestre. Em 12 meses, a produção de celulose da Klabin alcançou 1,6 milhão de toneladas, acima da capacidade nominal de 1,5 milhão de toneladas em Ortigueira. Já o custo caixa de produção de celulose totalizou R$ 761 por tonelada, com alta de 6% na comparação anual. Esse aumento é explicado por despesas superiores com soda cáustica, gastos extraordinários associados à estiagem no Paraná e gastos relacionados a paradas para manutenção. Diante disso, o custo caixa unitário total da companhia ficou em R$ 2.060 por tonelada no trimestre. Sem considerar o ganho de R$ 620 milhões no terceiro trimestre do ano passado referente a uma decisão judicial favorável à exclusão do ICMS da base de cálculo de PIS e Cofins, houve queda de 2,7% nessa linha. Veja Mais

SAP tem queda de lucro e de receita e vê incertezas com covid-19

Valor Econômico - Finanças Declínio econômico decorrente da pandemia atingiu segmentos importantes da desenvolvedora alemã de softwares corporativos; ações despencam A fabricante alemã de softwares corporativos SAP registrou uma queda de 4% na receita do terceiro trimestre de 2020, para 6,54 bilhões de euros. O lucro operacional da companhia caiu 1% para 2,07 bilhões de euros. Os recuos na receita e lucro foram atribuídos ao declínio econômico decorrente da pandemia, que atingiu segmentos importantes da empresa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Confira as vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (26) no Sertão de PE

G1 Economia As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco. As oportunidades são pra Petrolina e Salgueiro As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Beatriz Braga/G1 Petrolina As vagas de emprego disponíveis para os município de Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, foram divulgadas nesta segunda-feira (26). As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871 - 8467 Vagas disponíveis GR1 de sábado, 24 de outubro Veja Mais

Indústria ajusta as linhas de produção

Valor Econômico - Finanças Crise sanitária leva setor a se concentrar nas demandas de hospitais e clientes institucionais Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Futuro demanda reforço da atenção básica

Valor Econômico - Finanças Crise evidenciou iniquidades do sistema e sua condição de subfinanciamento, dizem especialistas Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Carnes, açúcar, minério e grãos dominam a pauta

Valor Econômico - Finanças País trabalha para ampliar e diversificar as vendas Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fonte renovável avança no território do petróleo

Valor Econômico - Finanças Clima na região estimula investimentos em geração solar Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cooperação diplomática ajuda a promover comércio

Valor Econômico - Finanças O conjunto de países árabes constitui o terceiro maior parceiro comercial do Brasil O conjunto de países árabes constitui, atualmente, o terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As 22 nações, com 420 milhões de habitantes na Ásia e na África, são representadas por uma organização fundada há 75 anos no Cairo: a Liga dos Estados Árabes (LEA), ou simplesmente Liga Árabe. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Decisão do STF e o despacho aduaneiro

Valor Econômico - Finanças O Regulamento Aduaneiro prevê o arbitramento do valor aduaneiro apenas em caso de fraude, sonegação ou conluio, o que sequer foi aventado no caso julgado O Supremo Tribunal Federal (STF), em recente decisão ao julgar o RE 1090591, fixou a tese de repercussão geral de que “É constitucional vincular o despacho aduaneiro ao recolhimento de diferença apurada mediante arbitramento da autoridade fiscal” (Tema 1042). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Avenue recebe aporte e quer ampliar oferta

Valor Econômico - Finanças O plano é incluir serviços bancários, com conta de pagamentos e cartão Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Novos gestores cuidam do bem-estar dos funcionários

Valor Econômico - Finanças Áreas específicas surgem para criar experiências positivas e de impacto para os empregados Vivian Navarro, gerente de bem-estar da BASF, diz que a área foca o desenvolvimento físico, mental, social, a carreira e o lazer Claudio Belli/Valor Assim como existe, dentro do RH, uma gerência para desenvolvimento profissional, outra para remuneração e benefícios e uma para atração de talentos, a BASF estabeleceu, em janeiro último, uma gerência de recursos humanos para a área de bem-estar. O objetivo é ter uma equipe pensando exclusivamente a criação e adaptação de ações que impactem o bem-estar dos funcionários. “Há mais de 40 anos a empresa tem uma associação que cuida do lazer e esporte para o colaborador. Percebendo grandes oportunidades, reposicionou essa estrutura para o bem-estar, pois quando se tem uma área, fica mais fácil criar ofertas”, diz Vivian Navarro, gerente de RH da área de bem-estar da BASF. O bem-estar, na concepção da multinacional, é dividido em diferentes frentes: desenvolvimento da carreira, físico, mental, lazer, social, financeiro e comunidade - onde entra a questão do propósito e o senso de contribuição com a sociedade. “Entendemos que a felicidade é consequência do bem-estar nessas áreas”, afirma Vivian. Dentro desse escopo, e durante o isolamento social, foram pensadas atividades como aulas on-line de ginástica e de luta, sessões de mindfulness, de karaokê e lives aos sábados com programação para os filhos dos funcionários. A empresa também levou aos empregados palestras virtuais com psicólogos e especialistas em temas como ansiedade e felicidade. A programação é pensada para neutralizar as emoções negativas, o que é medido por meio de questionários que exploram como os funcionários estão se sentindo. “O bem-estar veio para ficar, não é só na pandemia”, diz Vivian. “Quando você está forte, quando você se cuida, atravessa melhor períodos de crise ou caóticos.” A Ativy, uma empresa de tecnologia, também designou um cargo para olhar especificamente o bem-estar de seus funcionários: é o analista de bem-estar e felicidade. Tiago Garbim, CEO da Ativy, explica que a empresa sempre se preocupou com a satisfação de suas equipes, mas, com o crescimento do negócio - hoje são mais de 160 funcionários -, Garbim estava com dificuldade de acompanhar esse tema de perto, como sempre gostou de fazer. “Às vezes, no dia a dia, não consigo olhar para todo mundo. A função desse cargo é garantir que as pessoas estejam bem”, diz. Assegurar o bem-estar passa por diferentes aspectos, desde a posição adequada da mesa de trabalho e a temperatura adequada da água até o emocional do funcionário. “Os líderes são orientados a conversar, mas às vezes a pessoa não se sente bem para falar disso com o gestor. A nova analista está ali para ouvir.” Por meio da analista de bem-estar e felicidade a empresa descobriu, por exemplo, uma funcionária que estava morando em uma casa que “não era muito legal” - ela havia se mudado recentemente de São Paulo para Campinas, onde fica a Ativy. Garbim conta que a empresa procurou um apartamento melhor para ela, cuidou do aluguel e customizou a casa do jeito que ela queria. “Pegamos os detalhes e preparamos a casa.” A nova analista de bem-estar passou por 12 entrevistas antes de ser contratada - normalmente, para outros cargos, a média são cinco conversas durante o processo. “Nesse caso, ela passou por todos os ‘heads’ de área”, diz Garbim. A empresa queria alguém que fosse um bom ouvinte. Olhar para a experiência do funcionário como um todo - o que inclui bem-estar e felicidade, mas não se resume a isso - foi o caminho adotado por outras companhias, como Magazine Luiza e Salesforce. Na multinacional de tecnologia, a área de RH se chama “employee success”, ou “sucesso do funcionário”. “Isso porque, todos os dias, a gente pensa no que é preciso para o colaborador ter sucesso e se desenvolver dentro da empresa”, afirma Priscila Castanho, diretora de employee success para América Latina na Salesforce. “Como o cliente está no centro da empresa, prezamos o sucesso do cliente interno também.” Essa jornada vai desde a busca do candidato no mercado até o “onboarding” e a integração. Uma vez dentro da companhia, existem benefícios específicos para apoiar o bem-estar do funcionário, como um valor de R$ 400 que pode ser gasto pelo empregado ou um familiar com atividades como yoga, pilates ou aluguel de bicicleta. As pesquisas de clima medem, entre outros aspectos, o bem-estar e balizam os programas. “Usamos para entender o que está acontecendo e, se é preciso, alteramos o programa.” No Magazine Luiza, em maio do ano passado foi criado o cargo de especialista em employee experience. A psicóloga e psicanalista Cristina Mestres, que ocupa o posto, diz que entrou na companhia justamente para levar o conceito de experiência do funcionário para a empresa. “O conceito de experiência do colaborador nasce do mesmo conceito de experiência do consumidor. É alguém olhar, do ponto de vista do colaborador, a experiência de ponta a ponta”, afirma. O papel de Cristina é diminuir a fricção entre os processos, para que o funcionário tenha uma experiência melhor. Somente o processo de “onboarding”, ela conta, envolve 21 áreas diferentes da empresa - seleção, departamento pessoal, saúde e segurança, TI, compras, integração de cultura, integridade e compliance, para citar alguns. O objetivo da área de “employee experience” é fazer dessa experiência a melhor possível para o funcionário, analisando tudo o que envolve o empregado. Uma plataforma de gestão da experiência do funcionário e pesquisas internas ajudam a equipe a ter dados para aprimorar a jornada do empregado. Com base nisso, na pandemia, o Magazine Luiza passou a oferecer o serviço de psicologia a distância. Desde o começo do isolamento social já foram cinco pesquisas. “Vimos que os colaboradores têm dores diferentes,” diz Cristina. “Eu não sei se a gente dá conta da felicidade das pessoas, mas entendemos que a performance está ligada ao bem-estar e usamos indicadores para saber como estão as equipes.” Veja Mais

O príncipe, os brasileiros e a expansão das agroflorestas

Valor Econômico - Finanças Aliança fomentada pelo herdeiro do trono britânico avança Aliança pela Bioeconomia Circular, patrocinada pelo príncipe Charles, recorreu à experiência dos fundadores da Pretaterra Divulgação O entusiasmo do príncipe Charles com modelos agropecuários sustentáveis despontou há 35 anos, quando ele transformou uma fazenda localizada em uma região que pertence à Corte britânica desde a Idade Média em um moderno sistema de produção orgânica e a tornou um modelo para as comunidades rurais da região. Agora, o sucessor do trono britânico quer popularizar sistemas agroflorestais ao redor do mundo como parte da recém-lançada Aliança pela Bioeconomia Circular, que patrocina. E convidou um grupo de brasileiros para auxiliá-lo nessa tarefa. Paula Costa e Valter Ziantoni, formados em engenharia florestal e fundadores da consultoria Pretaterra há quatro anos, foram os encarregados pelo príncipe Charles a criar e fomentar, por meio do Instituto Europeu de Florestas (EFI), projetos capazes de quebrar dois paradigmas sobre agroflorestas: tornar os sistemas de produção agroflorestais viáveis em larga escala e com retorno financeiro. Embora a agrofloresta ainda esteja muito ligada no imaginário popular a sistemas familiares e de baixa rentabilidade, a dupla tem três décadas de experiências em diversos cantos do mundo na criação de projetos agroflorestais de diferentes tamanhos e financeiramente atrativos. Ambos passaram, por exemplo, pela Fazenda da Toca, do empresário Pedro Paulo Diniz, filho de Abílio Diniz, apresentada em discussões internacionais como uma experiência agroflorestal em grande escala de sucesso. Amparada por outras organizações que integram a aliança, como a WWF, a Pretaterra já tem dois projetos de agrofloresta em áreas extensas para criar. O maior deles, em Gana, envolverá 90 mil hectares com produção de café, cacau, madeira e alimentos para subsistência. Outro, em Ruanda, abarcará 72 mil hectares, envolverá vilarejos e produtores e terá foco em café, madeira e frutas, além de alimentos para consumo próprio. Os projetos devem contar com a participação dos governos e de atores locais, como empresas madeireiras que poderão se interessar pela produção. A aliança conectará os projetos aos financiadores e criará um fundo para bancar os planos desenhados pelos técnicos. O segredo da Pretaterra para expandir as fronteiras da agrofloresta se assenta em dois princípios: modularidade e elasticidade. “Todo planejamento que fazemos é por módulos - pode ser por hectare, por acre. Neles estabelecemos os parâmetros, como custos, mão-de-obra, mudas e suplementos. Quando há um planejamento modular, dá para replicar, seja numa propriedade, seja em propriedades vizinhas”, explica Paula Costa. O conceito de elasticidade, por sua vez, implica o planejamento de “nichos funcionais”, a partir da combinação de diferentes espécies com acesso a distintos mercados ligados ao contexto da propriedade. “Em um nicho funcional, cada produtor seleciona o seu mercado de atuação. É um tipo de planejamento que pode ser aplicado em vários contextos”, continua a engenheira florestal. Ela sustenta, ainda, que um sistema agroflorestal não precisa ter dezenas de espécies. “Um sistema para pecuária pode ter cinco a seis espécies, duas ou três delas florestais. Já traz um avanço grande para a qualidade de solo e ambiente”. Embora os bancos estejam acostumados a financiar monoculturas, Costa afirma que os projetos apresentados pela Pretaterra têm alcançado sucesso na obtenção de crédito por ofereceram uma projeção sólida de retornos. “Modelamos também a previsão de receita, mapeamos os mercados. Vemos se [o projeto] vai vender como commodity, se vai agregar valor, se atua em cooperativa”, exemplifica. A Pretaterra já prestou serviço para planejamento e implantação de agroflorestas na Indonésia, na Índia, no Marrocos, na Amazônia peruana, na Costa Rica e até num projeto em Mato Grosso de 200 mil hectares, em fase de planejamento. Seus projetos já resultaram na transformação de mais de 500 hectares, com mais de 1 milhão de sementes plantadas e mais de 500 mil árvores. Foi essa experiência que atraiu a atenção do EFI. Ao Valor, Marc Palahí, que dirige o instituto e tem atuado como porta-voz do príncipe Charles na aliança, diz que “acredita que sistemas de agrofloresta podem e devem ser escalados globalmente”, mas que é preciso “adaptar a abordagem às condições socioecológicas, culturais e de mercado dos diferentes países”. Para Palahí, há uma “grande inércia fóssil” da agricultura industrial, baseada em “tradições e padrões regulatórios que tendem a homogeneizar paisagens e produtos”. Ele reconhece que “quebrar [essa inércia] será muito difícil”, mas sustenta que “não há outra forma se nós quisermos sistemas alimentares, de saúde e de terras sustentáveis”. O diretor do EFI defende que é preciso colocar preços sobre as emissões de carbono, regular mercados e fornecer incentivos, como pagamentos por serviços ecossistêmicos a agricultores que investem em sistemas “amigos” da biodiversidade. A agrofloresta não deve ser a única frente de atuação da Aliança pela Bioeconomia Circular. Na área rural, a iniciativa capitaneada pelo príncipe Charles pretende incentivar também fazendas orgânicas e sistemas extensivos silvo-pastoris. Já integram a aliança empresas como a madeireira finlandesa UPM e a farmacêutica britânica AstraZeneca, investidores como o finlandês Sitra e o Fundo de Bioeconomia Circular Europeu (ECBF), além do Fórum Econômico Mundial, do World Resources Institute (WRI) e do Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal (ICRAF), entre outros. O objetivo geral da iniciativa é acelerar a transição para um modelo de bioeconomia circular “climaticamente neutro, inclusivo e que prospere em harmonia com a natureza”. Essa aliança de investidores, governos, organizações, comunidades locais e empresas deverá, segundo Palahi, fomentar “soluções circulares verdes” para os diversos setores, como financeiro, farmacêutico, de construção, têxtil, de transporte e de embalagens. Veja Mais

Últimos dias

Número de votos antecipados nos EUA em 2020 ultrapassa os de 2016

Valor Econômico - Finanças Mais de 59 milhões de eleitores americanos já votaram antecipadamente para a eleição presidencial de 2020, ante 58,3 milhões em 2016 Mais de 59 milhões de eleitores americanos já votaram antecipadamente para a eleição presidencial de 2020, segundo o site US Elections Project. O número supera o total de 58,3 milhões que votaram desta forma em 2016. De acordo com o site, criado pelo professor da Universidade da Flórida Michael McDonald, 39,85 milhões desses votos foram pelo correio e 19,18 milhões, presenciais. A marca foi alcançada a nove dias da eleição presidencial americana, marcada para 3 de novembro. Segundo o site FiveThirtyEight, que compila as principais pesquisas nacionais de opinião, o candidato democrata, Joe Biden, tem preferência de 53,4% dos eleitores, enquanto o republicano Donald Trump alcança 45,4%. Veja Mais

Inflação traz dúvida a futuro da Selic

Valor Econômico - Finanças IPCA-15 acima do esperado e fragilidade fiscal se tornam desafios para o Copom Embora seja consenso entre economistas a avaliação de que a Selic deve se manter nas mínimas históricas e a normalização da política monetária será gradual, o mercado começa a mostrar insegurança em relação a essa tese. Os juros futuros encerraram a semana passada na B3 precificando uma taxa básica de 5,5% no fim de 2021 — processo que ganhou ainda mais força após a divulgação do elevado IPCA-15 de outubro na sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Chilenos votam por mudança da Constituição da era da ditadura

Valor Econômico - Finanças Com mais de 82% dos votos contados, 78% dos chilenos votaram para redigir uma nova Constituição, contra 22% que desejam manter a mesma carta Os chilenos votaram esmagadoramente para mudar sua Constituição da era da ditadura em um referendo neste domingo, iniciando um processo que pode mudar o cenário político em uma das nações mais ricas da América Latina em meio a uma reação social contra o status quo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mortes por covid passam de 157 mil neste domingo, mostra consórcio de imprensa

Valor Econômico - Finanças Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.393.759 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.535 desses confirmados no último dia O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (25). O país registrou 237 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 157.163 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 468, variação de -17% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de queda nas mortes por covid. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.393.759 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.535 desses confirmados no último dia. A média móvel de novos casos nos últimos 7 dias foi de 23.031 por dia, uma variação de -1% em relação aos casos registrados em 14 dias. Apenas dois Estados apresentam indicativo de alta de mortes: Amazonas e Amapá. Outros 12 Estados têm curvas que apontam queda. Não houve publicação de números novos do Rio Grande do Sul e, portanto, considera-se a situação do dia anterior, que era estável. Vale ressaltar que há Estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Veja Mais

Corretora volta a ser ativo cobiçado no mercado

Valor Econômico - Finanças Licença para intermediar operações em bolsa e robustez em termos de clientela e tecnologia são atrativos Depois de anos sendo vistas como sinônimo de negócio que dá prejuízo, as corretoras e distribuidoras de valores mobiliários viraram ativos disputados no mercado. Seja por conta apenas da licença para intermediar as operações em bolsa, ou por uma operação robusta em termos de clientela e tecnologia, nos últimos meses teve de tudo: bancos tradicionais, digitais, empresas de pagamentos e outras corretoras voltaram os olhos para o segmento. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais