Meu Feed

Tecnologia

Google Play: saiba tudo sobre a loja de apps

Você já ouviu falar do Android Market? Se você respondeu sim, então provavelmente seu primeiro celular com Android foi adquirido há bastante tempo. Agora, se este nome não é familiar para você, não se preocupe. Preparamos um artigo especial com todos os detalhes que marcaram a trajetória do Google Play, antigo Android Market, a maior loja de apps para celulares da história. Veja a seguir. Desativou a Google Play sem querer? Saiba como recuperar o ícone no Android Android Market para Google Play O Android Market nasceu junto com os primeiros celulares Android que foram lançados no decorrer de 2008. Hoje, com 11 anos de vida, a loja coleciona altos e baixos, que vão desde números impressionantes de downloads até problemas de segurança relacionados com aplicações maliciosas. Diferente do Android, que é um sistema de código-aberto e que pode ser acessado e desenvolvido por qualquer empresa ou usuário avançado, o Google Play só é instalado em celulares certificados, que são homologados pelo próprio Google. Isso é necessário pois a loja tem conteúdo original e também pago, o que requer alguns cuidados com segurança e uso de informações, sobretudo em plataformas que processam pagamentos. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Evolução dos ícones da loja: do Android Market, em 2008, até Google Play em 2019 O Android Market durou cinco anos, sendo substituído, em 2012, pela marca Play Store, que mais tarde foi rebatizada de Google Play. A mudança de nome foi necessária para atender a nova estratégia do Google de oferecer produtos que vão além dos celulares Android e estão em outras plataformas, como computadores e Smart TVs, por exemplo. Assim, o Google Play se tornou uma loja mais ampla que hoje está presente em milhares de outros aparelhos. Em 2012, contudo, a loja centralizava apenas duas outras categorias: Google Music (depois rebatizado de Play Música) e Google eBookstore (depois, Play Livros). Outras foram incorporadas ao longo dos últimos anos, como o Google Play Filmes e o Play Banca. Controversas do Google Play Atualmente, o Google Play é a maior loja de aplicativos para celulares, sendo também a maior em número de opções grátis (comparando com a App Store). Com grandes números, grandes responsabilidades e desafios chegaram, e foi questão de tempo até que os problemas começassem a bater na porta do Google. Logo, a Play Store também é considerada como a loja menos segura e com o maior número de apps maliciosos em circulação quando comparada a App Store (Apple). Isso se deve a política pouco eficiente de homologação de aplicativos e jogos hospedados para avaliação por centenas de desenvolvedores. Casos de roubo de dados e de mineração de criptomoedas sem o conhecimento do usuário se tornaram populares entre os anos de 2016 e 2018. Visual do Google Play até 2018 Além de otimizar seus protocolos de segurança com o passar do tempo, o Google embutiu no Google Play o Play Protect, que nada mais é do que um antivírus que escaneia o conteúdo que está dentro da loja e que pode ser baixado por todos os usuários. O sistema Android também teve seu sistema de permissões otimizado para que o usuário consiga controlar os acessos que são fornecidos a apps instalados. Google Play em números O Google Play tem números expressivos e passou por mudanças que marcaram seus usuários em vários sentidos. Eles são: São 3,6 milhões de aplicativos disponíveis até 2018; Google Play é, atualmente, quase 70% maior que a App Store; Em 2015, 3,15% dos apps do Google Play tinham comportamento malicioso; Só em 2017, 17,5 mil apps migraram do iOS para o Android; O Google Play chegou ao sistema Chrome OS em 2016; Na China, atualmente, não há celulares Android com Google Play instalada; Em 2015, o Google Play recebia 6 bilhões de denúncias de apps fraudulentos por dia dos usuários; O Brasil fechou 2017 na quinta posição no ranking dos países que mais desenvolvem aplicativos para o Google Play; O aplicativo mais baixado na história do Google Play é o WhatsApp; O jogo mais baixado de todos os tempos é o "Pou", que desbancou o reinado de anos no topo do Subway Surfers em 2017. Você conhecia todos esses números e curiosidades sobre a Google Play? Conte pra gente nos comentários. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O Irlandês foi visto por mais de 17 milhões de contas no Netflix | Veja dicas As 10 séries mais assistidas de 2019 Microsoft está forçando a atualização de todas as máquinas com Windows 10 Netflix | Confira os lançamentos da semana (30/11 a 06/12) Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (30/11 a 06/12)

O que é USB e por que o cabo é necessário?

Se você possui um smartphone, computador ou qualquer outro dispositivo tecnológico, com certeza já utilizou um cabo USB, que permite conectar aparelhos e garantir seu completo funcionamento. Os computadores, por exemplo, permitem conectar dispositivos periféricos (como mouses, teclados, modems e até câmeras digitais) a fim de utilizá-los. Por outro lado, os carregadores de vários smartphones também utilizam a tecnologia, que permite conectá-los tanto à tomada quanto ao PC ou carregadores portáteis. A sigla USB corresponde a Universal Serial Bus (ou “Porta Serial Universal”, traduzido para o português), o que significa que o cabo pode ser utilizado em uma quantidade realmente grande de aparelhos. Ele foi lançado pela primeira vez no ano de 1995 e teve sua primeira fabricação voltada para computadores somente dois anos depois, em 1997. USB 1.0 (Foto: Divulgação) Por que o cabo USB é necessário? O USB permite instalar periféricos ao computador (sua principal utilidade) de maneira muito mais fácil do que antigamente, quando essa função era direcionada para pessoas experientes, uma vez que demandava o uso de diferentes cabos (o que, além disso, costumava levar muito mais tempo). Além disso, quando a instalação era interna, ela tornava necessária a configuração de Jumpers ou IRQs na placa-mãe do computador, o que dificilmente poderia ser feito por alguém que não tivesse experiência com informática. Assim, muitas pessoas acabavam deixando de adquirir novos dispositivos, uma vez que não sabiam como realizar essa tarefa tão complexa. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- O USB foi desenvolvido em um consórcio liderado por empresas como a Microsoft, Apple, Intel, entre outras, para facilitar amplificar seu uso e torná-lo mais acessível a todo o público. Desde então, o cabo vem contando com diversas versões. Cabo USB (Foto: Reprodução) Versão atual do cabo USB Atualmente, a última versão do cabo USB lançada é a USB 3.1 (de julho de 2013), que conta com 10Gbit/s de taxa de transferência (o que equivale, mais ou menos, a 1200MB/segundo). No entanto, a versão mais comum entre laptops, desktops e seus periféricos ainda é a USB 3.0, de 2009 que, embora possua uma taxa de 5Gbit/s, tende a ser eficiente e permite receber e enviar dados ao mesmo tempo. Cabo USB 3.1 (Foto: Reprodução) USB 4.0 a caminho? A versão 4.0 do USB foi anunciada em março deste ano, embora tenha sido apresentada oficialmente só em setembro. A previsão de lançamento do cabo em novos dispositivos deve ocorrer a partir do ano que vem. Ela traz uma velocidade de 40Gbit/s. Para usar o cabo USB 4.0, será necessário ter em mãos um adaptador, que servirá para conectá-lo a um periférico externo com saída USB 3.0 ou 3.1. Essa mudança foi necessária para tornar possível o aumento de sua taxa de transmissão para o dobro do padrão anterior. A fim de tornar isso possível, a novidade traz uma porta USB-C que pode ser utilizada em ambos de seus lados. USB 4.0 (Foto: Tom's Hardware) USB e Thunderbolt A Thunderbolt foi idealizada como uma alternativa ao USB. Seu primeiro dispositivo, lançado pela Intel em conjunto com a Apple, já podia alcançar a velocidade de 20Gbit/s, até então superior à velocidade do USB 3.0. O primeiro computador com a interface foi o MacBook Pro, lançado em 2011. Por isso, em resposta à iniciativa, as empresas responsáveis pelo desenvolvimento do USB lançaram os modelos 3.1 (10Gbit/s), 3.2 (20Gbit/s) - prometida ainda para 2019 - e 4.0 (40Gbit/s) - a ser lançada em 2020. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O Irlandês foi visto por mais de 17 milhões de contas no Netflix | Veja dicas As 10 séries mais assistidas de 2019 Microsoft está forçando a atualização de todas as máquinas com Windows 10 Netflix | Confira os lançamentos da semana (30/11 a 06/12) Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (30/11 a 06/12)

iOS: cinco curiosidades sobre o sistema da Apple

Você provavelmente conhece o iOS, sistema operacional da Apple que é desenvolvido para dispositivos móveis. Usado em iPhones e iPods, ele já tem mais de 12 anos de vida e muita história para contar. Separamos cinco fatos sobre o sistema que tem uma legião de fãs e admiradores pelo mundo. iOS 13: Conheça os novos recursos que chegaram com a nova atualização iOS já teve outro nome A Apple lançou seu primeiro sistema operacional em janeiro de 2007, durante o lançamento do primeiro iPhone. Engana-se quem acha que iOS era seu nome original, mas naquele momento o software havia sido batizado de iPhone OS. O antigo iPhone OS ganhou três novas versões, iPhone OS 1, 2 e 3, e foi rebatizado para iOS a partir da quarta versão que acompanhava o iPhone 4 e 4S. O nome dava foco ao iPhone pois não haviam outros produtos que usavam o mesmo sistema em meados de 2007. Acontece que, com a chegada dos iPads e de iPods mais modernos, a Apple resolveu renomear seu sistema para que o mesmo se tornasse mais abrangente. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Anos mais tarde, em 2019, o iOS foi desvinculado do iPad que, por sua vez, ganhou um novo nome para a versão que roda no tablet, o iPadOS. iPhone 3G vinha de fábrica com iPhone OS 3 Principais novidades de versões do iOS Cada versão do iOS carrega inúmeros recursos e aprimoramentos importantes que conquistaram e também irritaram muitos usuários. Abaixo, você confere o que foi destaque em cada uma das versões do sistema: iPhone OS 1: estreia do sistema no iPhone; iPhone OS 2: introduziu a App Store no sistema; iPhone OS 3: chegada da função de copiar e colar; iOS 4: inclusão do multitarefa e da Siri iOS 5: chegada do iCloud e da central de notificações; iOS 6: introduziu o modo não perturbe e o Apple Mapas; iOS 7: primeira mudança na interface, central de controle e AirDrop; iOS 8: novo aplicativo de Fotos e Saúde, adição do Force Touch; iOS 9: modo de baixo consumo de bateria; iOS 10: novo modo de navegação por gestos e suporte a widgets; iOS 11: redesign da App Store; iOS 12: agrupamento de notificações e chegada do Minoji; iOS 13: tema escuro (modo noturno). O significado de iOS É fácil compreender qual é o significado do nome iOS: o "i" vem da expressão "internet", enquanto o OS significa "Operating System", ("sistema operacional", em português). Apesar do uso da letra 'i' junto ao nome do produto ou do sistema ter ficado popularmente conhecido com os iPhones, o primeiro a fazer uso desse jargão foi o computador de mesa iMac, de 1998. iOS é, basicamente, uma abreviação de "internet" e "sistema operacional" iOS e seus codinomes Assim como o Android, que até sua décima versão usava nomes de doces como codinomes públicos, o iOS também é conhecido entre seus criadores e desenvolvedores por nomes fictícios que antecedem o número final da versão. Aqui estão os 'apelidos' que o sistema ganhou durante sua fase de testes: 1.0 Alpine 2.0 Big Bear 3.0 Kirkwood 4.0 Apex 5.0 Telluride 6.0 Sundance 7.0 Innsbruck 8.0 Okemo 9.0 Monarch 10.0 Whitetail 11.0 Tigris 12.0 Peace 13.0 Yukon 14.0 Azul Entre as escolhas dos codinomes, há uma estação de esqui, a Okemo, localizada no estado norte-americano de Vermont, mais precisamente no parque nacional de Okemo Mountain. E também o Festival Sundance de Cinema, criado em 1978. Aplicativos que mudaram ou sumiram do iOS O Apple Mapas chegou no iOS 6 e, com ele, a maior polêmica que a Apple se envolveu ao remover um aplicativo de maior qualidade do seu sistema, o Google Maps. O mapa do Google era nativo e foi retirado pela empresa em 2013. A mudança gerou inúmeras reclamações dos usuários, o que rendeu um pedido de desculpas formal da empresa em seu site. 10 dicas para deixar seu iPhone mais rápido (principalmente os mais antigos) Apple Mapas foi alvo de críticas e até demissões dentro da Apple em 2013 Outra mudança nesse sentido foi a retirada do Connect, do Apple Music, que adicionava uma espécie de rede social para artistas e usuários dentro do serviço de streaming. O Connect fechou as portas em dezembro de 2018. Já o Cards, por sua vez, que era um serviço onde o usuário criava e imprimia cartões temáticos diretamente do iPhone, foi descontinuado em 2013. Recentemente, a Apple mudou o nome da carteira virtual Passbook para Wallet, com a chegada do Apple Pay. O aplicativo Buscar iPhone foi integrado ao Amigos, que anteriormente se chamava Find My Friends. E você, já conhecia todos esses fatos sobre o iOS? Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O Irlandês foi visto por mais de 17 milhões de contas no Netflix | Veja dicas As 10 séries mais assistidas de 2019 Microsoft está forçando a atualização de todas as máquinas com Windows 10 Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (30/11 a 06/12) Netflix | Confira os lançamentos da semana (30/11 a 06/12)

Entretenimento

Ron Leibman, pai de Rachel em “Friends”, morre aos 82 anos

Tristes notícias no mundo do entretenimento: o ator Ron Leibman morreu aos 82 anos de idade. Nascido em Nova York em 1937, o artista ficou conhecido pelo grande público após o papel do Dr. Leonard Green, pai de Rachel Green (Jennifer Aniston), que sempre foi muito duro com as filhas e com Ross (David Schwimmer). Antes disso, porém, ele já era um ator premiado inclusive com um Emmy, que levou para casa em 1979 ao interpretar um criminoso que se transformou em advogado na série Kaz, que criou e ajudou a escrever. Também ligado ao teatro, Ron ganhou o prestigiado Tony Award em 1993 pela atuação como Roy Cohn na peça Angels In America, e suas últimas aparições foram na série Archer como Ron Cadillac. Morte de Ron Leibman https://www.youtube.com/watch?v=_EzphhvTisM A informação foi confirmada pelo agente do ator, Robert Atterman, da Abrams Artist Agency, e a causa da morte foram complicações em decorrência de uma pneumonia: Nós na Abrams Artists Agency estamos devastados ao saber da novidade da morte de Ron. Ele era um ator incrivelmente talentoso com uma carreira distinta no cinema, TV e teatro. Nossos pensamentos ficam com a sua esposa, Jessica, e sua família. Que descanse em paz.

Nando Reis expõe censura do governo contra canção de Arnaldo Antunes

Nando Reis e Arnaldo Antunes são dois dos mais importantes músicos da história do Brasil. Tendo, ambos, suas origens ligadas aos Titãs, os artistas trilharam carreiras solo brilhantes nos últimos anos e se consolidaram como algumas das vozes mais importantes do país. Ontem (06) à tarde, Nando usou a sua conta oficial no Twitter para compartilhar uma publicação da Mídia Ninja que diz que uma canção de Arnaldo Antunes foi censurada, adicionando o questionamento: 'Alguém aqui vai dizer que esse governo é democrático?'   Suposta Censura na TV Brasil https://www.youtube.com/watch?v=wx_Pd-rpEhc O comentário em questão acontece porque, segundo a Mídia Ninja, o canal estatal TV Brasil tirou de sua programação o clipe de música chamada 'O Real Resiste', que mostra violência policial e disseminação de preconceito no país. Além disso, a letra da canção fala sobre temas como milicianos, terraplanistas, torturadores e fundamentalistas. Ainda segundo o site Congresso em Foco, que cita funcionários da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) como fonte, o nome da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, e temáticas LGBT, estão 'vetados na emissora'. LEIA TAMBÉM: Nando Reis se emociona ao relembrar Gugu em momento surreal dos Titãs na TV Arnaldo Antunes - 'O Real Resiste' - Letra Alguém aqui vai dizer que esse governo é democrático? https://t.co/9EkM3PMoZZ pic.twitter.com/r0jxaGAlfQ — Nando Reis (@nando_reis) December 6, 2019 Autoritarismo não existe Sectarismo não existe Xenofobia não existe Fanatismo não existe Bruxa fantasma bicho papão O real resiste É só pesadelo, depois passa Na fumaça de um rojão É só ilusão, não, não Deve ser ilusão, não não É só ilusão, não, não Só pode ser ilusão Miliciano não existe Torturador não existe Fundamentalista não existe Terraplanista não existe Monstro vampiro assombração O real resiste É só pesadelo, depois passa Múmia zumbi medo depressão Não, não, não, não Não, não, não, não Não, não, não, não Trabalho escravo não existe Desmatamento não existe Homofobia não existe Extermínio não existe Mula sem cabeça demônio dragão O real resiste É só pesadelo, depois passa Como o estrondo de um trovão É só ilusão, não, não Deve ser ilusão, não não É só ilusão, não, não Só pode ser ilusão Esquadrão da morte não existe Ku Klux Klan não existe Neonazismo não existe O inferno não existe Tirania eleita pela multidão O real resiste É só pesadelo, depois passa Lobisomem horror opressão Não, não, não, não Não, não, não, não Não, não, não, não

Christina Aguilera canta “Like a Prayer”, hit da Madonna nos Anos 80

Após ficar um tempo afastada do estúdio, Christina Aguilera voltou em 2018 com seu álbum Liberation. A cantora agora está com tudo e se encontra em período de divulgação do disco, por meio de sua turnê The X Tour. Recentemente, em um de seus shows, a diva fez um cover maravilhoso de um trecho da canção 'Like a Prayer', hit dos anos 80 de Madonna. Não é difícil se tornar fã da dona do hit 'Like a Virgin', ainda mais quando ela revolucionou o universo pop; mostrando ser uma figura controversa. O clipe de 'Like a Prayer' foi extremamente polêmico por lidar com diversos temas tabus da época: relações inter-raciais, erotismo e religião. https://www.youtube.com/watch?v=79fzeNUqQbQ&feature=emb_title Com uma super produção, o cover contou com backing vocals e reproduções no telão que remetiam a uma missa. E, de fato, Christina Aguilera fazendo um cover de Madonna é quase um evento divino. Veja abaixo a performance icônica a partir da marca de 4:01. https://www.youtube.com/watch?v=aCtgG5HXqfQ Madonna Madonna atualmente também se encontra em turnê pelo seu disco Madame X. No entanto, a cantora tem passado por problemas de saúde, cancelando algumas de suas apresentações.

No mais...